Buscar

1 CRIANÇAS NA ESCOLA EM PERNAMBUCO

Prévia do material em texto

136
CRIANÇAS NA ESCOLA, 
EM PERNAMBUCO
1
CAPÍTULO
PARTE 2 Página 106
106
PARTE 2
1
CAPÍTULO
CRIANÇAS NA 
ESCOLA, EM 
PERNAMBUCO
ESSA TURMINHA ANIMADA ESTUDA EM UMA ESCOLA NA CIDADE DO 
RECIFE, EM PERNAMBUCO. AS CRIANÇAS TÊM 5 ANOS E ADORAM A 
ESCOLA, PRINCIPALMENTE QUANDO DESENHAM, PINTAM, BRINCAM DE 
RODA OU DE JOGAR BOLA, NO PÁTIO. A MAIOR PARTE DO TEMPO ELAS 
FAZEM AS ATIVIDADES EM GRUPO, TODAS JUNTAS, MAS EM ALGUNS 
MOMENTOS A PROFESSORA AUXILIA OS ALUNOS EM PARTICULAR, 
ACOMPANHE A LEITURA SOBRE AS CRIANÇAS 
NA ESCOLA, EM PERNAMBUCO.
ATIVIDADES COM OS COLEGAS.
PROFESSORA AUXILIANDO 
ALUNO. 
A TURMINHA É MUITO 
UNIDA E ANIMADA. 
M
O
N
K
E
Y
 B
U
S
IN
E
S
S
 IM
A
G
E
S
/S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
M
O
N
K
E
Y
 B
U
S
IN
E
S
S
 I
M
A
G
E
S
/S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
M
O
N
K
E
Y
 B
U
S
IN
E
S
S
 I
M
A
G
E
S
/S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
Introdução
Vamos iniciar o trabalho neste capítulo investigando o contexto de vida de crianças 
em uma escola em Pernambuco, sua cultura, seus gostos e atividades. Primeiro, vamos 
conhecer as canções de rodas e cirandas, que fazem parte da cultura da região e nos 
permitem explorar palavras e o próprio alfabeto em letra bastão e em letra cursiva, em 
letras maiúscula e minúscula, e identificar as vogais, as consoantes e explorar os fonemas 
em letras e palavras.
O cuidado do corpo humano, a alimentação e a higiene também serão objeto de 
estudo deste capítulo, em que poderemos identificar atitudes, hábitos e rotinas das 
crianças. Em diferentes momentos, vamos explorar as noções dos números de 1 a 10, 
suas quantidades, representações e o traçado dos numerais, bem como relacioná-los a 
contextos trabalhados.
Com base no estudo da representação de uma obra de arte, vamos identificar formas 
geométricas sólidas e planas, relacioná-las com objetos do cotidiano e nomeá-las ade-
quadamente, permitindo que as crianças ampliem o vocabulário e relacionem os usos 
e contextos semânticos. Espera-se que as crianças conheçam algumas noções sobre o 
Sistema Monetário Brasileiro, explorando notas e moedas.
Para observar e avaliar
Aproveitar os momentos de desenvolvimento deste capítulo para observar a linguagem oral e 
as noções de escrita e leitura das crianças, bem como sua coordenação psicomotora e a forma 
como utilizam e pegam o lápis e outros recursos ao representar, desenhar e escrever ou em 
outras atividades psicomotoras amplas e finas.
Atividade preparatória
 Iniciar o capítulo apresentando o grupo de crianças e a professora Lia.
 Informar aos alunos que a turminha que estuda em uma escola na cidade de Recife, 
no estado de Pernambuco, tem a mesma idade deles. Caso seja considerado inte-
ressante, propor às crianças uma pesquisa sobre a cidade de Recife: características, 
pontos turísticos e curiosidades.
 Desenvolver atividades relacionadas à localização espacial perguntando aos alunos:
 O nome da cidade onde eles moram e estudam.
 O nome do estado onde a cidade está localizada.
 Para auxiliar, permitir que as crianças visualizem em mapas a localização espacial 
da cidade e do estado onde moram. Apresentar também a localização da escola 
apresentada na abertura do capítulo, caso os alunos não estudem na cidade de 
Recife.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EO05) Demonstrar valorização das 
características de seu corpo e respeitar 
as características dos outros (crianças e 
adultos) com os quais convive.
(EI03EO06) Manifestar interesse e respei-
to por diferentes culturas e modos de vida.
(EI03ET06) Relatar fatos importantes so-
bre seu nascimento e desenvolvimento, a 
história dos seus familiares e da sua co-
munidade.
PNA
 Descrição de imagens, ilustrações e ce-
nas ficcionais e não ficcionais, por meio 
de condução do professor.
 Apresentação de novo vocabulário, com 
estímulo à aquisição de vocabulário re-
ceptivo e expressivo, apresentando de-
finições claras e fazendo distinção entre 
conceitos, bem como demonstrando e 
exercitando a pronúncia adequada de 
cada palavra nova e de palavras mais di-
fíceis e sua utilização contextualizada.
 Associação das palavras novas a campos 
semânticos e ao conhecimento prévio 
das crianças.
Neste capítulo vamos:
 demonstrar interesse e respeito por dife-
rentes culturas e modos de vida, explo-
rando imagens e textos que retratam o 
cotidiano de crianças brasileiras;
 desenvolver o estudo do gênero textual 
cantigas de roda e ciranda e explorar ou-
tros gêneros;
 explorar o alfabeto em letra bastão e em 
letra cursiva, em letra maiúscula e minúscula;
 identificar as vogais e consoantes;
 explorar a noção de números de 1 a 10, 
suas quantidades, representações e traça-
do dos algarismos;
 explorar formas geométricas: esfera, cubo, 
paralelepípedo, pirâmide, círculo, quadra-
do, retângulo e triângulo;
 identificar as notas e moedas do sistema 
monetário brasileiro;
 identificar rotina e hábitos na escola;
 explorar alimentação, higiene e o cuidado 
do corpo;
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 136P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 136 10/7/20 3:52 PM10/7/20 3:52 PM
137
Página 107
107
BRINCADEIRA 
COM BOLA.
ESCOLA NO RECIFE, EM 
PERNAMBUCO.
ESPECIALMENTE QUANDO ALGUM DELES PRECISA DE AJUDA OU 
QUANDO A ATIVIDADE PRECISA SER FEITA INDIVIDUALMENTE.
OUTRO MOMENTO ESPECIAL É A RODA DE LEITURA. TODAS AS 
CRIANÇAS GOSTAM MUITO, SEMPRE FICAM ANIMADAS E ATENTAS. 
A PROFESSORA LIA CONHECE AS PREFERÊNCIAS DOS SEUS ALUNOS 
E, POR ISSO, CAPRICHA NA LEITURA, BRINCANDO COM A VOZ, 
IMITANDO BICHOS E ATÉ CANTANDO PARA AS CRIANÇAS. 
TURMA DA PROFESSORA LIA EM UMA 
ESCOLA NA CIDADE DO RECIFE, EM 
PERNAMBUCO.
M
O
N
K
E
Y
 B
U
S
IN
E
S
S
 I
M
A
G
E
S
/S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
J
O
Ã
O
 P
R
U
D
E
N
T
E
/P
U
L
S
A
R
 I
M
A
G
E
N
S
M
O
N
K
E
Y
 B
U
S
IN
E
S
S
 I
M
A
G
E
S
/S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar às crianças a professora e a escola, explorando as imagens e as infor-
mações das legendas. Usar como ponto de partida a leitura de imagens e a leitura 
compartilhada, valendo-se de perguntas abertas sobre os textos e seus temas para 
desenvolver e aferir a curiosidade e a compreensão oral dos alunos.
 Ler o texto sobre as crianças na escola, em Pernambuco.
 Após a leitura, conversar com os alunos sobre as atividades que eles apreciam. 
Permitir que falem sobre si e expliquem as razões de suas preferências. Para orga-
nizar a atividade, se achar adequado, solicitar que os alunos criem uma lista com as 
atividades que mais gostam de fazer na escola e compartilhem os resultados.
 Lembrar às crianças a importância de manter um ambiente respeitoso e amigável 
com todos, mostrando-se abertas à diversidade e às características de contextos 
culturais e sociais diferentes.
 Perguntar aos alunos se desconheciam alguma palavra do texto ou se tiveram difi-
culdade de compreendê-la.
 Permitir que as crianças que já sabem os significados possam explicar às outras crianças.
 Reler alguns trechos do texto para que os alunos tentem relacionar as palavras aos 
contextos semânticos e possam fazer inferências sobre os significados.
 Explorar os glossários das palavras e seus significados, convidando os alunos a per-
ceber qual dos significados se adéquam mais ao contexto do texto e quais são os 
fonemas que formam as palavras, associando aos nomes próprios que já conhecem 
ou a outras palavras de referência do cotidiano deles.
Atividade complementar
 Pedir aos alunos que levem para a sala de aula livros ou sugestões de textos da 
internet para os momentos de leitura. Selecionar algumas das sugestões deles para 
ler e compartilhar.
 Caso ainda não tenham um banco de palavras de referência, construir na sala 
em papel Kraft um banco de palavras em ordem alfabética, que pode f icar 
exposto em um painel da sala de aula. Assim, no decorrer do capítulo, confor-
meos estudos de palavras e fonemas avancem, ele pode ser completado com 
palavras ou nomes próprios das crianças, servindo de referência ao estudo dos 
fonemas e grafemas.
 apresentar o Glossário, com definições cla-
ras e demonstrando sua separação silábica 
para apoiar a compreensão da pronúncia.
Saber mais
 Artigo 31 da Convenção dos 
Direitos da Criança: 
o brincar
O texto trata do direito da criança ao 
descanso e ao lazer, a brincar e a parti-
cipar de atividades de recreação apro-
priadas à idade.
Disponível em: https://www.fmcsv.org.br/pt-
BR/biblioteca/artigo-31-da-convencao-dos-
direitos-da-crianca--o-brincar/?s=brincar&
gclid=EAIaIQobChMI0Y2vpPGQ6wIVFgm
RCh3HXQUvEAAYASAAEgIH6vD_BwE. 
Acesso em: 16 set. 2020.
 Meu destino é Pernambuco
Para conhecer Pernambuco, o site for-
nece informações sobre as cidades e os 
roteiros.
Disponível em: https://www.meudestino-
brasil.com.br/pernambuco. Acesso em: 2 
out. 2020.
 Pernambuco – Meus ritmos, 
minhas canções
Vasty Alves de Santana
Saraiva, 2016.
De forma lúdica e com desenhos vivos 
semelhantes aos traços infantis, este li-
vro trata da origem, dos instrumentos, 
da dança e das vestimentas relacionadas 
a oito ritmos genuinamente pernambu-
canos. Contém um CD narrativo das 
histórias e a introdução dos instrumen-
tos apresentados em cada ritmo no de-
correr do texto.
R
e
p
ro
d
u
ç
ã
o
/S
 B
a
rr
o
s
 R
e
c
re
a
ç
ã
o
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 137P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 137 10/7/20 3:52 PM10/7/20 3:52 PM
138
Página 108
108
CANTIGAS DE RODA
CIRANDA, CIRANDINHA
 PINTEM AS CRIANÇAS NA CIRANDA.
 VOCÊS CONHECEM ESTA CANÇÃO? ELA É UMA 
CANTIGA DE RODA, TAMBÉM CONHECIDA COMO 
CIRANDA. VAMOS CANTAR E BRINCAR! 
Q
V
A
S
IM
O
D
O
 A
R
T
/S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
CIRANDA, CIRANDINHA
VAMOS TODOS CIRANDAR
VAMOS DAR A MEIA-VOLTA
VOLTA E MEIA VAMOS DAR
O ANEL QUE TU ME DESTE
ERA VIDRO E SE QUEBROU
O AMOR QUE TU ME TINHAS
ERA POUCO E SE ACABOU
POR ISSO DONA (NOME DA CRIANÇA)
FAZ FAVOR DE ENTRAR NA RODA
DIGA UM VERSO BEM BONITO
DIGA ADEUS E VÁ EMBORA
DA TRADIÇÃO POPULAR.
CANTIGAS DE RODA
Atividade preparatória
 Enviar uma solicitação aos familiares para que, juntos com as crianças, pesquisem 
em livros ou na internet exemplos de cantigas de roda que elas possam compar-
tilhar na sala de aula. Informar que os textos devem ser enviados por escrito e, se 
possível, também a melodia da cantiga. Outra possibilidade é que eles explorem 
as cantigas com as crianças para que memorizem e cantem para os colegas.
 Organizar as crianças em roda e propor uma brincadeira introdutória com a can-
tiga “Ciranda, cirandinha” para motivá-las. Pedir para que cada criança, em roda, 
cante e acompanhe com gestos ou danças a cantiga de roda. Elas devem começar 
lentamente e, após algumas rodadas, ampliar o ritmo e a rapidez da canção.
Atividade de desenvolvimento
 Antes do início da atividade, escrever a ciranda em uma cartolina grande ou pa-
pel Kraft e fazer uma leitura orientada com as crianças. Se considerar interessan-
te, acompanhar as palavras com os dedos, conforme são pronunciadas na leitura.
 Explorar com os alunos algumas características do gênero textual cantiga de roda:
Algumas características do gênero textual cantigas de roda: são um tipo de 
canção da cultura popular ligada à brincadeira de roda ou ciranda. Essas can-
ções fazem parte da tradição do folclore brasileiro. Em geral, têm uma letra 
simples e de fácil memorização, além de rimas, repetições e trocadilhos, o que 
torna a cantiga uma brincadeira.
 Pedir às crianças que identifiquem no texto as palavras que rimam e qual é o 
fonema que se assemelha para acentuar a rima. Pintar com as crianças as pala-
vras ou os fonemas que rimam no texto que escreveram na cartolina.
 Depois, solicitar que os alunos pintem o desenho das crianças brincando em 
roda, como fizeram anteriormente. Incentivá-las a descrever como foi a brin-
cadeira da ciranda.
Atividade complementar
 Retomar as cantigas que as crianças selecionaram com os familiares.
 Na sala de aula, ler todas as cantigas de roda com as crianças, cantar ou ouvir 
a canção e explorar o que compreenderam e se perceberam as rimas. Pedir às 
crianças que pintem as letras dos fonemas que rimam.
 Propor às crianças que organizem um mural com todas as sonoridades e rimas, 
assim como as imagens de indício de memória do assunto e os fonemas que 
rimam destacados com alguma cor.
f
a
m i l i a
r
l
it
eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e sen-
timentos sobre suas vivências, por meio da 
linguagem oral e escrita (escrita espontâ-
nea), de fotos, desenhos e outras formas de 
expressão.
(EI03EF07) Levantar hipóteses sobre gê-
neros textuais veiculados em portadores 
conhecidos, recorrendo a estratégias de 
observação gráfica e/ou de leitura.
(EI03EF09) Levantar hipóteses em re-
lação à linguagem escrita, realizando re-
gistros de palavras e textos, por meio de 
escrita espontânea.
(EI03EO01) Demonstrar empatia pelos 
outros, percebendo que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, necessidades e 
maneiras de pensar e agir.
(EI03CG03) Criar movimentos, gestos, 
olhares e mímicas em brincadeiras, jogos 
e atividades artísticas como dança, teatro 
e música.
PNA
 Explorar o gênero textual canções de 
roda, a presença de rimas e sonoridades.
 Oportunizar a escrita emergente do 
próprio nome e do nome de alguns co-
legas, bem como de listas, textos me-
morizados e palavras simples.
 Compreensão oral dos alunos por meio 
de estratégias de interação verbal e lei-
tura dialogada.
 Leitura em voz alta, pelo professor, de 
textos acompanhados (precedidos ou su-
cedidos) de perguntas para desenvolver e 
aferir a curiosidade e a compreensão oral, 
envolvendo o emprego de pronomes in-
terrogativos e adverbiais, como “quem”, 
“que”, “qual”, “quanto”, “quando”, “onde”, 
“por que”, bem como perguntas abertas 
sobre os textos e seus temas, a exemplo 
de descrição de personagens, situações e 
cenários, fomentando a habilidade de infe-
rência e de previsão de desfechos.
Saber mais
 Portal da Secretaria 
Municipal de Educação e 
Esporte de Goiânia
Neste site podem ser encontradas infor-
mações adicionais sobre a ciranda, além 
de 45 cantigas folclóricas para brincar de 
roda com as crianças.
Disponível em: http://sme.goiania.go.gov.
br/conexaoescola/ensino_fundamental/
ciranda/. Acesso em: 20 set. 2020.
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 138P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 138 10/7/20 3:52 PM10/7/20 3:52 PM
139
Página 109
109
ESTAVA NA BEIRA DA PRAIA
OUVINDO AS PANCADAS
DAS ÁGUAS DO MAR
ESTA CIRANDA QUEM ME DEU FOI LIA
QUE M ORA NA ILHA
DE ITAMARACÁ
LÚCIA GASPAR. CIRANDA. PESQUISA ESCOLAR ONLINE, 
FUNDAÇÃO JOAQUIM NABUCO, RECIFE. DISPONÍVEL EM: 
HTTP://BASILIO.FUNDAJ.GOV.BR/PESQUISAESCOLAR/. ACESSO EM: 12 SET. 2020. 
 A CIRANDA É TAMBÉM UMA DANÇA TÍPICA DE 
PERNAMBUCO.
UMA DAS CIRANDEIRAS MUITO CONHECIDAS DO BRASIL 
É A LIA DE ITAMARACÁ. CONHEÇA A CIRANDA QUE 
FIZERAM PARA ELA.
CIRANDA: BRINCADEIRA DE CRIANÇA 
E DE ADULTO
 IDENTIFIQUE O NOME DA CIRANDEIRA, NA LETRA DA 
CIRANDA, E ESCREVA O NOME DELA.
Lia
S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
/A
L
E
U
T
IE
CIRANDA: BRINCADEIRA DE CRIANÇA E DE ADULTO
Atividade preparatória
 Pedir às crianças que ouçam algumas canções de ciranda tradicional e perguntar se 
conhecem Lia, a cirandeira. Propor a leitura em revistas e internet sobre algumas 
informações da ciranda em Pernambuco e a história da Lia, com algumas referên-
cias indicadas.
 Explorar palavras desconhecidas das crianças e ampliar o arcabouço do vocabulá-
rio, pesquisando em dicionários e na internet os significados e relacionando-os ao 
contexto do estudo.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade às crianças, conversando sobre a cirandada Lia e lendo o 
trecho da cantiga apresentado no livro do aluno.
 Solicitar que as crianças identifiquem o nome da Lia na cantiga e o copiem no 
espaço determinado para isso.
 Depois, ler novamente o texto e pedir que encontrem uma palavra que acaba com 
as mesmas letras do nome da Lia. Se necessário, ler o texto algumas vezes para que 
todas as crianças possam identificar. Essa atividade tem um nível de complexidade 
um pouco maior e algumas crianças que se apoiarem mais no som das palavras 
podem confundir Lia com a palavra ilha, pela similaridade que os sons finais podem 
ter se não forem pronunciados de forma adequada. Caso isso ocorra, escreva as 
duas palavras na lousa, uma embaixo da outra e proponha uma reflexão sobre as 
letras que compõem cada uma delas.
LIA ILHA
Para observar e avaliar
Aproveitar para observar como as crianças pegam no lápis: se apoiam adequadamente nos 
dedos, se utilizam muita força ao escrever, se mostram dificuldade com a apreensão e com 
os movimentos, se conseguem controlar a escrita, se respeitam a ordem padrão de cima para 
baixo, da esquerda para direita e se conseguem respeitar os limites do espaço determinado.
Atividade complementar
 Propor a brincadeira da dança das cadeiras com as cantigas de roda. Organizar 
uma roda de cadeiras com o número de participantes menos uma cadeira. Eles de-
vem dançar em volta da roda e se sentar assim que a música parar. Quando acabar 
e um participante ficar em pé, sugerir às crianças que ninguém saia, porque elas 
vão aprender a cooperar na dança das cadeiras. A cada rodada vai se tirando uma 
cadeira e as crianças precisam se ajudar para que todos se sentem e ninguém fique 
de pé. Elas terão que criar estratégias colaborativas para isso. O jogo acaba quando 
elas não conseguirem mais solução, ou quando todos conseguirem se sentar em 
uma única cadeira. O desafio é como resolver!
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e 
sentimentos sobre suas vivências, por 
meio da linguagem oral e escrita (escrita 
espontânea), de fotos, desenhos e outras 
formas de expressão.
(EI03EF07) Levantar hipóteses sobre gê-
neros textuais veiculados em portadores 
conhecidos, recorrendo a estratégias de 
observação gráfica e/ou de leitura.
(EI03EF09) Levantar hipóteses em re-
lação à linguagem escrita, realizando re-
gistros de palavras e textos, por meio de 
escrita espontânea.
(EI03EO01) Demonstrar empatia pelos 
outros, percebendo que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, necessidades e 
maneiras de pensar e agir.
(EI03CG03) Criar movimentos, gestos, 
olhares e mímicas em brincadeiras, jogos 
e atividades artísticas como dança, teatro 
e música.
PNA
 Explorar o gênero textual canções de 
roda, a presença de rimas e sonoridades.
 Oportunizar a escrita emergente do 
próprio nome e do nome de alguns co-
legas, bem como de listas, textos me-
morizados e palavras simples.
 Compreensão oral dos alunos por meio 
de estratégias de interação verbal e lei-
tura dialogada.
 Leitura em voz alta, pelo professor, de 
textos acompanhados (precedidos ou 
sucedidos) de perguntas para desenvol-
ver e aferir a curiosidade e a compreen-
são oral, envolvendo o emprego de 
pronomes interrogativos e adverbiais, 
como “quem”, “que”, “qual”, “quanto”, 
“quando”, “onde”, “por que”, bem como 
perguntas abertas sobre os textos e 
seus temas, a exemplo de descrição de 
personagens, situações e cenários, fo-
mentando a habilidade de inferência e 
de previsão de desfechos.
Saber mais
 Lia, música de Caetano Veloso 
e Gilberto Gil.
Esta canção é uma homenagem dos 
compositores à Lia de Itamaracá.
Disponível em: http://gilbertogil.com.br/
conteudo/musicas/?letra=L. Acesso em: 
20 set. 2020.
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 139P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 139 10/7/20 3:52 PM10/7/20 3:52 PM
140
Página 110
110
NÚMEROS: DE 1 A 10 
 ESCREVA QUANTOS ALUNOS ESTÃO NA SALA DE AULA. 
DEPOIS ESCREVA O NOME DOS NÚMEROS.
1 ALUNO UM
2 ALUNOS DOIS
3 ALUNOS TRÊS
4 ALUNOS QUATRO
5 ALUNOS CINCO
6 ALUNOS SEIS
7 ALUNOS SETE
8 ALUNOS OITO
9 ALUNOS NOVE
10 ALUNOS DEZ
IL
U
ST
R
A
Ç
Õ
E
S:
 T
A
LY
D
E
S/
SH
U
T
T
E
R
ST
O
C
K
NÚMEROS: DE 1 A 10
Atividade preparatória
 Organizar as crianças em roda e contar a história clássica dos 10 patinhos que 
foram passear e sempre voltavam com um a menos. Também é possível utilizar o 
livro ou a canção adaptando as linguagens e os desafios. Por exemplo, com o livro é 
possível fazer um trabalho de antecipação explorando a capa e as ilustrações, antes 
de ler o título dele. Com a história é possível realizar a contagem até 10, tanto em 
ordem descendente quanto em ordem crescente. Além disso, é possível comparar 
quantidades, refletindo com as crianças sobre quando há mais ou menos patinhos.
 Para apoiar a história, criar a ilustração dos 10 patinhos e exemplificar com a ima-
gem. Ler ou contar a história novamente, mas, desta vez, a cada número que 
aparecer, contar os patinhos conferindo as quantidades com as crianças. A todo o 
momento, a cada nova ação, reiterar a pergunta: “E agora, quantos patinhos sobra-
ram?”. Ao final, propor que façam o registro da parte da história que mais gostaram 
e que contem e compartilhem com os colegas o desenho.
+1 +1 +1 +1 +1
2121212121
0 21 43 65 87 109
Para avaliar
Essa atividade é uma oportunidade de observar e registrar os conhecimentos que as crianças 
construíram sobre as noções de números, de quantidade, algarismo, soma, subtração, propor-
ções simples envolvendo números de apenas um algarismo.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade pedindo às crianças que contem quantos alunos estão na 
sala de aula representada em cada quadrinho. Propor que contem as quantidades 
e observar se identificam a série numérica de 1 a 10.
 Depois, solicitar que completem o número correspondente e escrevam em letra 
cursiva o nome do número.
Atividade complementar
 Organizar os alunos em duplas e propor a atividade que relaciona a quantidade de 
jogadores com os nomes próprios. Escrever na lousa os times que organizaram e 
explorar os nomes próprios dos colegas, destacando a quantidade de crianças no 
time e as letras iniciais dos nomes.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET04) Registrar observações, manipu-
lações e medidas, usando múltiplas lingua-
gens (desenho, registro por números ou es-
crita espontânea), em diferentes suportes.
(EI03ET07) Relacionar números às suas 
respectivas quantidades e identificar o an-
tes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
(EI03EF04) Recontar histórias ouvidas e 
planejar coletivamente roteiros de vídeos 
e de encenações, definindo os contextos, 
os personagens, a estrutura da história.
PNA
 Noções de quantidade, algarismo, somas, 
subtrações, proporções simples envol-
vendo números de apenas um algarismo.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ativi-
dades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas repre-
sentações gráficas, relacionando-os às 
quantidades que representam, o traça-
do dos algarismos e a contextualização 
de quantidades em contagens de dinhei-
ro, pessoas e objetos em geral.
 Identificação e continuação de sequências.
Saber mais
 Dez patinhos
Graça Lima
Companhia das Letrinhas, 2010.
De subtração em subtração, as crianças 
acompanham o caminho decrescente 
dos dez primeiros algarismos, em situa-
ções divertidas e cheias de movimento. 
Escrito em versos curtos e de rima sim-
ples, Dez patinhos é destinado tanto 
às crianças pequenas, que acompanham 
a leitura feita pelos pais, observando as 
coloridas ilustrações, quanto àquelas 
que estãoaprendendo a contar.
R
e
p
ro
d
u
ç
ã
o
/C
o
m
p
a
n
h
ia
 d
a
s
 L
e
tr
in
h
a
s
B
a
n
c
o
 d
e
 i
m
a
g
e
n
s
/A
rq
u
iv
o
 d
a
 e
d
it
o
ra
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 140P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 140 10/7/20 3:52 PM10/7/20 3:52 PM
141
Página 111
111
NÚMEROS: TRAJETO DE 1 A 10 
LIA E SEUS ALUNOS VISITARAM DIFERENTES AMBIENTES 
DA ESCOLA. VEJA O QUE ELES CONHECERAM E COMPLETE 
COM OS NÚMEROS QUE FALTAM.
1
2 3
4
5 6
7 
8
9
10
IL
U
S
T
R
A
 C
A
R
T
O
O
N
/A
R
Q
U
IV
O
 D
A
 E
D
IT
O
R
A
NÚMEROS: TRAJETO DE 1 A 10
Atividade preparatória
 Organizar com as crianças uma visita aos ambientes da escola. Pedir que levem um 
papel e um lápis e faça as perguntas: “Que local é esse?”; “Para que serve?”; “Quem 
costuma utilizar este lugar?”; “Que tipo de atividades podemos fazer?”; “Por que é 
um lugar importante para ter na escola?”; “Quando costumamos usar este lugar?”.
 Solicitar que façam um desenho de cada lugar registrando informações importan-
tes sobre os lugares que visitaram. Depois, devem compartilhar as informações 
que coletaram e decidir coletivamente como podem fazer um registro dos lugares 
da escola. Construir com o grupo a representação de um mapa mental ou de um 
desenho da escola e seus ambientes, lembrando de caracterizá-los, nomeá-los. 
Expor o produto do trabalho em um ambiente da escola para que os familiares e 
outros grupos possam conhecer.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade explorando a trilha de lugares da escola. Identificar os am-
bientes e as imagens da atividade, nomeando-os e ajudando as crianças a descobrir 
o lugar e a identificar elementos e características para que lembrem o nome.
 Solicitar às crianças que completem a trilha com os números que faltam. Depois, 
recitar a série numérica de 1 a 10 com os alunos.
 Por último, apresentar a outra atividade com os ambientes da escola, identificar 
todos, nomeá-los e pedir às crianças que marquem um X nos lugares que existem 
na escola em que estudam.
Para observar e avaliar
Observar, escutar e registrar o que as crianças sabem sobre as noções de números e as se-
quências numéricas. Para isso, utilizar brincadeiras e desafios lúdicos. Durante a rotina haverá 
várias oportunidades de propor situações-problemas que envolvam contagem e registro de 
quantidades, por exemplo, ao distribuir materiais e verificar se são suficientes para todas as 
crianças, além de pedir que descrevam como construíram o raciocínio e a solução dos desafios.
Atividade complementar
 Providenciar para a brincadeira uma manta para cobrir uma criança. Apresentar a 
brincadeira “Adivinha quem está faltando no grupo?”. Propor às crianças que andem 
em um ambiente da sala de aula com os olhos fechados ou olhando para os pés. 
Escolher uma criança e cobrir com a manta, e pedir que as crianças observem os 
colegas e descubram quem está faltando. Se não descobrirem, dar algumas dicas, 
como: com que letra começa o nome dela; quantos anos tem, o que gosta de fazer, 
o que costuma falar, entre outras. Depois, reiniciar a brincadeira, escolhendo outra 
criança. Repetir essa atividade ou variações dela com objetos da sala de aula para que 
desenvolvam as capacidades de observação, descrição, exclusão e inclusão de grupo, 
além de reflexão sobre as palavras.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET04) Registrar observações, manipu-
lações e medidas, usando múltiplas lingua-
gens (desenho, registro por números ou es-
crita espontânea), em diferentes suportes.
(EI03ET07) Relacionar números às suas 
respectivas quantidades e identificar o an-
tes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Noções de quantidade, algarismo, so-
mas, subtrações, proporções simples 
envolvendo números de apenas um al-
garismo.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ativi-
dades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas repre-
sentações gráficas, relacionando-os às 
quantidades que representam, o traça-
do dos algarismos e a contextualização 
de quantidades em contagens de dinhei-
ro, pessoas e objetos em geral.
 Identificação e continuação de sequências.
Saber mais
 Chá das dez
Celso Sisto
Aletria, 2009.
Conheça a história de dez velhinhas bem 
arrumadinhas que saíram juntas para um 
chá. Mas, até chegar ao destino final, essas 
velhinhas passarão por várias situações inu-
sitadas. Uma literatura ideal para crianças 
em fase de alfabetização. Mais um livro 
de Celso Sisto, um tangolomango muito 
engraçado, com ilustrações do premiado 
chargista Duke.
R
e
p
ro
d
u
ç
ã
o
/A
le
tr
ia
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 141P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 141 10/7/20 3:52 PM10/7/20 3:52 PM
142
Página 112
112
ALFABETO EM LETRA BASTÃO
 ESCREVA O NOME DE ALGUNS DE SEUS COLEGAS, EM 
ORDEM ALFABÉTICA, NO QUADRO A SEGUIR:
AGORA ESCREVA O SEU NOME.
Resposta pessoal.
Aa Nn 
Bb Oo 
Cc Pp 
Dd Qq 
Ee Rr 
Ff Ss 
Gg Tt 
Hh Uu 
Ii Vv 
Jj Ww 
Kk Xx 
Ll Yy 
Mm Zz 
ALFABETO EM LETRA BASTÃO
Atividade preparatória
 Organizar as crianças em grupos de 5 integrantes e escolher um chefe. Explicar a 
brincadeira alfabeto de corpos e organizar os grupos em um pátio. Só os chefes 
devem ficar de frente para o professor, os demais participantes ficarão de costas.
 Numerar os grupos e escrever em uma lousa ou em um papel grande para 
marcar os pontos. Utilizar o alfabeto móvel do Material do Professor Digital, 
colocar todas as cartas em um saco e sortear uma letra, que será só mostrada, 
sem falar, aos chefes dos grupos. Os chefes dirão que letra as crianças devem fa-
zer com o corpo e orientar o que deve ser feito, caso o grupo tenha dif iculdade 
em representar a letra.
 Quando a letra estiver formada, avaliar se ela está correta e legível e marcar ponto 
para as equipes. O jogo acaba quando todas as letras forem representadas.
 Caso as crianças mostrem facilidade com a brincadeira, ela pode se tornar mais 
complexa, unindo dois grupos. Apresentar sílabas formadas pelas letras que esco-
lher e até palavras.
 Providenciar um mural com o alfabeto exposto na sala de aula para que as crianças 
possam consultar e utilizar como referência nas atividades.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade com o alfabeto em letra bastão para as crianças: enfatizar 
suas representações visual, motora, identificar cada letra e a pronúncia de seus 
sons. Perguntar sobre as características das letras maiúsculas e minúsculas.
 Explorar os nomes próprios das crianças da sala de aula, explorando com que letra 
cada nome começa. Solicitar que as crianças escrevam ou copiem os nomes dos 
colegas da sala no lugar correspondente da atividade em que a letra que inicia o 
nome está representada.
Atividade complementar
 Se achar necessário, organizar, no banco de palavras de referência, os nomes 
próprios das crianças, relacionando-os a outras palavras do banco. Lembrar de 
incluir o seu nome e o de outros prof issionais que trabalham com as crianças 
mais diretamente.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação 
à linguagem escrita, realizando registros 
de palavras e textos, por meio de escrita 
espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Apresentação de todas as letras em or-
dem alfabética, nas formas bastão e cur-
siva e pareadas em maiúsculas e minús-
culas, enfatizando suas representações 
visual e motora.
 Interação entre as representações visual, 
espacial e sensório-motora das letras, mo-
bilizando os diversos sentidos para a identi-
ficaçãodas letras e de seus sons (fonemas).
 Recitação do alfabeto e da pronúncia 
dos sons das letras.
 Oportunidade de escrita emergente do 
próprio nome e do nome de alguns cole-
gas, bem como de listas, textos memori-
zados e palavras simples.
Saber mais
 Um mundo chamado 
alfabeto
Marco Hailer
Carochinha, 2017.
Você já percebeu que tudo cabe no 
alfabeto? Avião, bola, casa, doce... Nes-
te livro, você vai descobrir um mundo 
em que as letras se combinam daqui e 
dali, aqui e acolá, criando e recriando 
palavras que rimam, que cantam e dão 
nome a tudo o que você possa imaginar!
R
e
p
ro
d
u
ç
ã
o
/C
a
ro
ch
in
h
a
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 142P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 142 10/7/20 3:52 PM10/7/20 3:52 PM
143
Página 113
113
 PINTE AS LETRAS QUE VOCÊ UTILIZOU NOS DOIS NOMES.
Resposta pessoal.
ALFABETO EM LETRA CURSIVA
VAMOS CONTORNAR:
 • DE AZUL: AS LETRAS DO ALFABETO DO SEU NOME.
 • DE VERDE: AS LETRAS DO ALFABETO DO NOME 
DA PROFESSORA.
A B C D E F G
H I J K L M N
O P Q R S T
U V W X Y Z
a b c d e f g h i
j k l m n o p q
r s t u v w x y z
ALFABETO EM LETRA CURSIVA
Atividade preparatória
Em um espaço aberto no pátio da escola, desenhar ou marcar com fitas crepes 
no chão traçados que possam contribuir com os movimentos das letras e pedir às 
crianças que caminhem sobre os traçados, como no exemplo a seguir.
 Organizar cartazes para serem usados na sala de aula com as letras do alfabeto em 
letras bastão e em letras cursiva, em letras maiúsculas e minúsculas, com palavras e ilus-
trações de elementos que iniciam com essa letra. O alfabeto oficial da língua portuguesa 
é composto de vinte e seis letras, que se encontram divididas em vogais e consoantes.
Atividade de desenvolvimento
 Solicitar que as crianças observem a atividade e conversem sobre o que está re-
presentado. Geralmente, uma parte das crianças conhece algumas letras escritas 
em letra cursiva ou até seu nome próprio. Incentivar que mostrem as letras que 
conhecem e seus sons mais frequentes. Identificar e nomear o alfabeto em letra 
cursiva maiúscula e minúscula com as crianças, falando o nome correto das letras e 
observando os seus formatos.
 Pedir que apontem as letras que formam o nome deles. Espera-se que as crianças 
consigam identificar as letras de seu nome no alfabeto. Depois, que identifiquem o 
nome da professora. Caso tenham dificuldade podem se apoiar na escrita dos no-
mes no banco de palavras de referência ou da chamada ou, se achar necessário, es-
crever na lousa. Por último, identificar as letras que os dois nomes têm em comum, 
ver que sons representam nos nomes e quantas letras são. Caso não tenham letras 
em comum, repetir os nomes para que percebam como os sons são diferentes.
 Se considerar importante, explorar o significado da palavra cursivo e os fonemas 
da palavra, relacionando a outros termos de referência do banco de palavras.
Atividade complementar
Propor às crianças o estudo de exploração do alfabeto em letra cursiva, envolvendo uma 
reflexão sobre os movimentos das letras e a ocupação delas na pauta caligráfica. Para 
ampliar esse estudo, ver mais informações no Guia de Preparação para alfabetização.
B
a
n
c
o
 d
e
 i
m
a
g
e
n
s
/A
rq
u
iv
o
 d
a
 e
d
it
o
ra
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação 
à linguagem escrita, realizando registros 
de palavras e textos, por meio de escrita 
espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
Apresentação de todas as letras em or-
dem alfabética, nas formas bastão e cur-
siva e pareadas em maiúsculas e minús-
culas, enfatizando suas representações 
visual e motora.
Interação entre as representações vi-
sual, espacial e sensório-motora das 
letras, mobilizando os diversos sentidos 
para a identificação das letras e de seus 
sons (fonemas).
Recitação do alfabeto e da pronúncia 
dos sons das letras.
Saber mais
Clássicos em letra cursiva
Cristina Marques
Brasileitura, 2019.
Com esta coleção, os pequenos vão 
exercitar a leitura em letra cursiva de 
maneira fluída e agradável. Títulos: A 
Bela Adormecida; Bambi; Branca de 
Neve; Chapeuzinho Vermelho; Cindere-
la; O Mágico de Oz; O Patinho Feio; Os 
Três Porquinhos; Peter Pan; Pinóquio.
R
e
p
ro
d
u
ç
ã
o
/B
ra
s
ile
it
u
ra
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 143P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 143 10/7/20 3:53 PM10/7/20 3:53 PM
144
Página 114
114
VOGAIS
 OS ALUNOS DE LIA FICARAM EM DÚVIDA AO ESCREVER 
ALGUMAS PALAVRAS. COMPLETE COM AS VOGAIS INICIAIS 
DE CADA PALAVRA. 
 COMPLETE COM AS VOGAIS E DESCUBRA OS NOMES DOS 
OBJETOS QUE EXISTEM NA ESCOLA. 
 LUNO
Y
U
S
U
F
D
E
M
IR
C
I/
S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
 SCOLA
 RMÃOS
 LHOS
 VA
A
C RTEIRA
E
CAN TA
I
L VRO
O
CADERN
U
LO SAAA I O U
A
E
E
I
O
U
G
A
R
D
E
R
 E
L
E
N
A
/
S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
LY
U
D
M
Y
L
A
 K
H
A
R
L
A
M
O
V
A
/
S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
P
O
L
IN
A
_
P
M
/
S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
O
X
Y
G
E
N
_
8
/S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
VOGAIS
Atividade preparatória
 Investigar na escola objetos que tenham as vogais A E I O U e selecionar 
juntos alguns desses objetos. Com a sua ajuda, professor, as crianças devem 
recortar e colar imagens dos objetos selecionados e tentar escrever os no-
mes delas como legendas. Perguntar às crianças se conheciam essas letras e 
se sabem como elas geralmente são chamadas. Apresentar a elas as letras 
vogais e como são nomeadas.
 Depois, propor que as crianças observem as outras letras que compõem as 
palavras e que não são as vogais e perguntar: “Vocês conhecem essas letras?”; 
“Sabem como podemos chamá-las?”; “Quais podem ser essas letras?”. Para 
finalizar, elas podem observar um alfabeto ou outros objetos cujos nomes 
começam com consoantes.
 Com a ajuda de seus familiares, as crianças devem pesquisar nome de objetos 
que se começam com as vogais A E I O U. Na sala de aula, produzir uma lista 
de palavras e desenhos ou imagens dos objetos selecionados para apoiarem 
com indícios de memória.
Atividade de desenvolvimento
 Solicitar que as crianças observem a atividade e contem o que está representa-
do. Geralmente, uma parte das crianças conhece algumas letras escritas, como 
as vogais, por causa da grande frequência que percebem no uso social. Mas, 
provavelmente, não saberão que as nomeamos como vogais.
 Chamar a atenção das crianças para as imagens representadas na atividade, 
solicitando que as identifiquem, nomeando-as oralmente. Pedir que apontem 
as letras que formam as vogais e completem as palavras que iniciam com elas. 
Espera-se que as crianças consigam diferenciar as vogais das consoantes, mas, 
se mostrarem dificuldade, disponibilizar livros que exploram o alfabeto e que 
relacionem a elementos que comumente começam com essa letra.
 Depois, solicitar que as crianças completem as palavras usando as vogais e 
descubram as palavras que formaram, falando as palavras oralmente.
Atividade complementar
 Apresentar às crianças canções infantis que explorem as vogais. Incentivar que 
elas cantem e brinquem com movimentos acompanhando a canção escolhida.
f
a
m i l i a
r
l
it
eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação 
à linguagem escrita, realizando registros 
de palavras e textos, por meio de escrita 
espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realiza-
ção fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivosconcretos (objetos, ani-
mais, cenários etc.) cuja grafia se inicia 
pela letra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ativi-
dades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Cruzadinhas de vogais
Ruth Rozendo Caputo
Ciranda Cultural, 2017.
Aprender é divertido! Este livro reple-
to de cruzadinhas servirá de apoio para 
você desenvolver suas habilidades com 
as vogais!
R
e
p
ro
d
u
ç
ã
o
/C
ir
a
n
d
a
 C
u
lt
u
ra
l
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 144P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 144 10/7/20 3:53 PM10/7/20 3:53 PM
145
Página 115
115
VOGAIS E CONSOANTES
CONTORNE NOS QUADROS AS VOGAIS E AS 
CONSOANTES, CONFORME A ORIENTAÇÃO:
 • DE VERMELHO AS VOGAIS.
 • DE AZUL AS CONSOANTES. 
COM A AJUDA DE UM COLEGA, ESCREVA O NOME DE DOIS 
FUNCIONÁRIOS DA ESCOLA. Respostas pessoais.
1 2
A B C D E F G
H I J K L M N
O P Q R S T
U V W X Y Z
VOGAIS E CONSOANTES
Atividade preparatória
 Construir com as crianças os alfabetos em letras bastão e em letra cursiva, em uma 
experiência sinestésica e multissensorial, com materiais que possibilitem diversas 
percepções. Dividir as crianças em pequenos grupos para criarem uma atividade 
que explore com os sentidos as letras do alfabeto na forma bastão e cursiva.
 Providenciar materiais, como lixas, papel aveludado e E.V.A., que possam desenhar 
e recortar as letras. As crianças devem listar os materiais de que vão precisar, pla-
nejar como vão construir e dividir as letras entre os grupos.
Para avaliar
Esta atividade em grupo possibilita uma boa oportunidade para observar as crianças utilizando 
os conhecimentos sobre os alfabetos, relacionando-os com situações do cotidiano e sua ade-
quação. Além disso, permite a reflexão entre as crianças, a capacidade de descrever, argumen-
tar, posicionar -se e defender suas ideias e necessidades.
Atividade de desenvolvimento
 Retomar com as crianças as letras do alfabeto que são as vogais e as consoantes. 
Para isso, apoiar nos alfabetos disponíveis na sala de aula.
 Explorar o significado das palavras vogal e consoante e os fonemas das palavras, 
relacionando-as a outras palavras de referência do banco de palavras.
Vogal
Separação silábica: vo-gal.
Fonética: som da fala emitido quando se deixa passar livremente o ar 
pela cavidade bucal, com vibração das cordas vocais. Em português, há 
cinco vogais: a, e, i, o, u.
Consoante
Separação silábica: con-so-an-te.
Conforme; em conformidade com. Fonema que não forma uma sílaba 
porque, ao ser pronunciado, encontra um impedimento na passagem de ar.
Disponível em: https://www.dicio.com.br/vogal/. Acesso em: 20 set. 2020.
 Apresentar a atividade e explicar que elas devem escrever o nome de dois funcio-
nários da escola. Permitir a escrita emergente com as crianças e explorar como ela 
representou os fonemas e grafemas dos nomes.
Atividade complementar
 Propor às crianças que procurem conhecer a história do alfabeto. Incentivar a lei-
tura e a relação com o livro, por meio da disponibilização de exemplares em sala, 
a fim de despertar o interesse e a curiosidade das crianças pela leitura.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação 
à linguagem escrita, realizando registros de 
palavras e textos, por meio de escrita es-
pontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realiza-
ção fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, ani-
mais, cenários etc.) cuja grafia se inicia 
pela letra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ativi-
dades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Alfabeto de histórias
Gilles Eduar
Ática, 2007.
São 23 histórias (uma para cada letra do 
alfabeto), que enfatizam e brincam com 
o som de cada letra. Todas narrativas 
curtas – e um pouco amalucadas – que 
se passam em grandes cenários (A his-
tória da letra A no aeroporto, a da B na 
biblioteca, a da C no circo...). Um livro 
que, de maneira ampla e muito diver-
tida, convida as crianças a perceberem 
que ler é também dar significado ao con-
texto, a símbolos, desenhos e figuras.
R
ep
ro
du
çã
o/
Á
tic
a
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 145P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 145 10/7/20 3:53 PM10/7/20 3:53 PM
146
Página 116
116
FORMAS GEOMÉTRICAS: ESFERA, CUBO, 
PARALELEPÍPEDO E PIRÂMIDE
LIGUE AS FORMAS GEOMÉTRICAS AOS OBJETOS QUE ELAS 
LEMBRAM. 
 PESQUISE IMAGENS QUE LEMBREM UMA DAS FIGURAS 
ACIMA. EM SEGUIDA, RECORTE, COLE E ESCREVA O NOME 
DO OBJETO.
CUBO
PIRÂMIDE
PARALELEPÍPEDO
ESFERA
T
U
U
LI
JU
M
A
LA
/
SH
U
T
T
E
R
ST
O
C
K
A
D
A
M
 L
A
P
U
N
IK
/
SH
U
T
T
E
R
ST
O
C
K
A
D
A
M
 L
A
P
U
N
IK
/
SH
U
T
T
E
R
ST
O
C
K
IL
U
ST
R
A
Ç
Õ
E
S:
 
C
H
IP
V
E
C
T
O
R
/
SH
U
T
T
E
R
ST
O
C
K
A
E
R
O
D
IM
/
SH
U
T
T
E
R
ST
O
C
K
FORMAS GEOMÉTRICAS: ESFERA, CUBO, 
PARALELEPÍPEDO E PIRÂMIDE
Atividade preparatória
 Providenciar com antecedência as planificações ou embalagens de sucata, como 
molde para as crianças montarem e se divertirem com as formas, como esferas em 
bola de isopor ou outros materiais.
 Os alunos devem relacionar a forma das embalagens ou planificações que trou-
xeram a construções e objetos do dia a dia. Revisar as classificações dos corpos 
redondos, esfera e poliedros, pirâmides e paralelepípedos. Classificar os sólidos 
geométricos/embalagens em corpos redondos/rolam e poliedros/não rolam.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade explorando com os alunos as imagens representadas, des-
tacando não só o que são os elementos e identificando como podemos usar, mas 
também outras questões que favoreçam a leitura de imagens, o aperfeiçoamento 
da oralidade e o vocabulário.
 Solicitar que liguem as imagens representadas na atividade que lembram os sólidos 
geométricos na forma de esfera, cubo, paralelepípedo e pirâmide. Nomear os 
objetos, seus usos e funções.
Na educação infantil, podemos elaborar atividades que colaboram para 
desenvolver o pensamento geométrico explorando os três tipos de percep-
ções, como a coordenação visual-motora, a discriminação visual e a memória 
visual. O objetivo do ensino na educação infantil e nos anos iniciais do ensino 
fundamental é desenvolver essas percepções na criança e o professor planeja 
e medeia as explorações para que os educandos interajam com o meio social 
no qual estão inseridos. As relações elementares da geometria são de fun-
damental importância ao desenvolvimento da noção de espaço da criança, 
pois explora a natureza e o espaço em que circula antes mesmo de iniciar o 
processo de contagem. A geometria permeia as brincadeiras e atitudes das 
crianças na interação com o meio ambiente. O contexto social no qual ela 
está inserida já lhe proporciona a construção de um conhecimento prático. 
Pode-se dizer que a construção do pensamento matemático está ancorada 
nas experiências vivenciadas e que cabe ao professor mediar atividades que 
promovam a construção do conhecimento geométrico de forma prazerosa.
A geometria na educação infantil. Nova Educar, 9 nov. 2016.Disponível em: http://
novaeducar.com.br/artigos/a-geometria-na-educacao-infantil. Acesso em: 20 set. 2020.
Atividade complementar
 Para ampliar, peça que os alunos tragam para sala de aula um objeto que lembre 
uma esfera, um cubo, um paralelepípedo ou uma pirâmide. Possibilite que compar-
tilhem os objetos e descrevam como os utilizam no seu dia a dia.
f
a
m i l i a
r
l
it
eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03TS02) Expressar-se livremente por 
meio de desenho, pintura, colagem, do-
bradura e escultura, criando produções 
bidimensionais e tridimensionais.
(EI03ET01) Estabelecer relações de com-
paração entre objetos, observando suas 
propriedades.
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03CG03) Criar movimentos, gestos, 
olhares e mímicas em brincadeiras, jogos 
e atividades artísticas como dança, teatro 
e música.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Identificação de triângulos, retângulos, 
circunferências, linhas.
 Comparação entre figuras geométricas.
 Visualização e manipulação mental de 
objetos bidimensionais e tridimensionais.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ativi-
dades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
Saber mais
 Tarsilinha e as formas
Patrícia Engel Secco e Tarsilinha do Amaral
Melhoramentos, 2014.
Conhecer as formas geométricas por 
meio de obras de arte famosas é muito 
interessante. Em Tarsilinha e as Formas, 
a percepção dos elementos que com-
põem as pinturas da modernista Tarsila 
do Amaral é uma nova forma de estimu-
lar e aguçar o olhar das crianças.
R
e
p
ro
d
u
ç
ã
o
/M
e
lh
o
ra
m
e
n
to
s
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 146P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 146 10/7/20 3:53 PM10/7/20 3:53 PM
147
Página 117
117
 PINTE AS FORMAS ABAIXO COM AS MESMAS CORES 
UTILIZADAS PELO ARTISTA NA OBRA.
FORMAS GEOMÉTRICAS: CÍRCULO, 
QUADRADO, RETÂNGULO E TRIÂNGULO 
A TURMA DA PROFESSORA LIA ESTÁ APRENDENDO AS 
FORMAS GEOMÉTRICAS. AJUDE OS ALUNOS A ENCONTRAR 
AS FORMAS REPRESENTADAS NA OBRA QUE LEMBRAM:
• 1 CÍRCULO 
• 1 QUADRADO 
• 1 RETÂNGULO 
• 1 TRIÂNGULO 
EL CONCIERTO, DE JOAQUÍN TORRES-GARCÍA. CORTESIA DO 
PATRIMÔNIO DE JOAQUÍN TORRES-GARCIA. 
C
O
R
T
E
S
IA
 D
O
 P
A
T
R
IM
Ô
N
IO
 D
E
 J
O
A
Q
U
ÍN
 T
O
R
R
E
S
-G
A
R
C
IA
FORMAS GEOMÉTRICAS: CÍRCULO, QUADRADO, 
RETÂNGULO E TRIÂNGULO
Atividade preparatória
 Providenciar massinha de modelar e palitos de churrasco ou canudinhos. Propor 
que recriem e montem alguns sólidos geométricos, como cubo, paralelepípedo ou 
pirâmide. Depois, explorar a forma geométrica plana que lembra cada uma das 
faces, nomeando-as. Além de despertar interesse, os alunos se sentem motivados 
pela temática e apresentam confiança na própria capacidade e na dos colegas para 
construírem conhecimentos em Matemática.
 Evidenciar a postura participativa nas atividades em sala de aula, em um trabalho 
colaborativo, respeitando a forma de pensar e as atitudes dos colegas, assim como 
a busca pelo capricho e a segurança ao expor suas ideias.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade aos alunos, solicitando que observem a obra de arte repre-
sentada na proposta. Para incentivar essa exploração, propor algumas perguntas, 
como: “O que essa obra pode representar na imagem?”; “Quais sentimentos ela 
pode provocar em nós?”; “Que característica dessa obra chama sua atenção?”; 
“Quais cores você pode identificar na obra?”.
 Propor a atividade e explorar as informações que se encontram na legenda. Se achar 
oportuno, ampliar um pouco as informações com a biografia do autor e outras obras.
 Sugerir aos alunos que observem a forma e a cor utilizada pelo artista na obra. 
Incentivar que tentem identificar e nomear outros elementos representados. Re-
comendar que utilizem as mesmas cores do artista para pintar a forma geométrica.
Concorda-se com Kallef e Rei (1995) ao enfatizarem a importância de uma 
abordagem pedagógica que dê oportunidade ao aluno para desenvolver sua coor-
denação motora, a concentração em uma tarefa, o exercício da sua paciência, a 
criação de imagens e a interpretação de desenhos, habilidades úteis para o desen-
volvimento de ideias matemáticas e o desenvolvimento integral do ser humano.
SCHRÖETTER, Sandra Maria; STAHL, Nilson Sergio Peres, DOMINGUES, Estefane Costa. 
Geometria Espacial no Ensino Fundamental: construir para aprender. In: Remat – Revista 
eletrônica de matemática. Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy. v. 2, n. 1, p. 
58-71, 18 jul. 2016.
Atividade complementar
 Providenciar uma venda para os olhos ou propor aos alunos que fiquem de costas 
para o restante da turma. Escolher um objeto ou elementos de uma das formas geo-
métricas e pedir aos alunos que descrevam a figura para o colega descobrir o que é.
 Com essa descrição, o colega, em pé, deve fazer um desenho ou modelar em 
massinha a forma como compreendeu a descrição e mostrar aos colegas para ver 
se descobriu. Depois, deve convidar outros colegas a participar da atividade para 
adivinhar as formas geométricas com as quais trabalharam.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03TS02) Expressar-se livremente por 
meio de desenho, pintura, colagem, do-
bradura e escultura, criando produções 
bidimensionais e tridimensionais.
(EI03ET01) Estabelecer relações de com-
paração entre objetos, observando suas 
propriedades.
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras 
de acordo com suas semelhanças e dife-
renças.
(EI03CG03) Criar movimentos, gestos, 
olhares e mímicas em brincadeiras, jogos 
e atividades artísticas como dança, teatro 
e música.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Identificação de triângulos, retângulos, 
circunferências, linhas.
 Comparação entre figuras geométricas.
 Visualização e manipulação mental de 
objetos bidimensionais e tridimensionais.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ativi-
dades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
Saber mais
 Joaquim Torres Garcia 
Para conhecer a história do artista Joa-
quim Torres Garcia, consulte o site Tudo 
sobre Artes.
Disponível em: http://allaboutarts.com.br/
default.aspx?PageCode=12&PageGrid=Bi
o&item=0403P3. Acesso em: 20 set. 2020.
 Geometria com canudos
Orientações sobre atividade de mon-
tagem de pirâmides com canudos. Essa 
atividade pode ser adaptada para o uso 
de canudos sustentáveis.
Disponível em: http://objetoseducacionais2.
mec.gov.br/bitstream/handle/mec/10314/
open/file/canudos.htm?sequence=18. 
Acesso em: 21 set. 2020.
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 147P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 147 10/7/20 3:53 PM10/7/20 3:53 PM
148
Página 118
118
ROTINA E HÁBITOS DO DIA A DIA 
VEJA A ROTINA DE UM DOS ALUNOS DA PROFESSORA LIA.
PINTE AS ATIVIDADES QUE VOCÊ TAMBÉM FAZ. 
EM SEGUIDA, CONTORNE AS ATIVIDADES QUE VOCÊ FAZ 
SOZINHO, SEM A AJUDA DE UM ADULTO. Respostas pessoais.
QUAIS OUTRAS ATIVIDADES VOCÊ FAZ NA SUA ROTINA? 
DESENHE E COMPARTILHE COM OS COLEGAS.
IL
U
ST
R
A
Ç
Õ
E
S:
 L
Y
U
D
M
Y
LA
 
K
H
A
R
LA
M
O
VA
/S
H
U
T
T
E
R
ST
O
C
K
ROTINA E HÁBITOS DO DIA A DIA
Atividade preparatória
 Encaminhar para a família a tabela de hábitos da rotina para as crianças e os 
familiares preencherem juntos. Recomendar que percebam o momento do dia 
ou da noite em que costumam fazer as atividades de hábitos de cuidado com 
o corpo e quais fazem parte da rotina.
Domingo
Segunda-
-feira
Terça-
-feira
Quarta-
-feira
Quinta-
-feira
Sexta-
-feira
Sábado
Manhã
Tarde
Noite
 Trazer a tabela para asala de aula para comparar com os colegas e perceber 
semelhanças e diferenças entre elas.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade às crianças e explorar as imagens, descrevendo o que 
representam e qual a nomenclatura desta atividade ou rotina.
 As crianças devem identificar os hábitos que costumam fazer e pintar. Depois, 
propor que circulem as atividades que já conseguem fazer sozinhos e as ativi-
dades que precisam da ajuda de um adulto.
 Por último, solicitar que criem um desenho sobre uma atividade que costumam 
fazer na rotina e que não estava representada nas imagens.
Atividade complementar
 Propor a elaboração de um varal ou painel com os desenhos. Dessa forma, as 
crianças poderão conhecer hábitos e identificar diferentes formas de ser e de agir 
no cotidiano. Podem colocar a tabela com o desenho juntos, para prender no varal.
 Aproveitar para refletir com os alunos sobre atitudes conscientes e sustentá-
veis no uso dos recursos.
[...] Muitos dos hábitos, conceitos e ideias que aprendemos durante 
a infância são levados para a fase adulta. “O consumo consciente, a 
preservação ambiental e a sustentabilidade são conceitos que devem 
ser trabalhados logo cedo com nossas crianças. Além dos conceitos, os 
mais novos costumam se espelhar no que fazem os adultos. Por isso, é 
fundamental que pais e professores, principalmente, deem bons exem-
plos diariamente. Afinal, valores devem ser partilhados e construídos 
juntos”, explica Silvia Sá, gerente de educação do Instituto Akatu.
Dia Nacional do Livro Infantil (18/04): Akatu reforça importância do ensino da 
sustentabilidade. In: Akatu, 18 abr. 2016. Disponível em: https://www.akatu.org.
br/releases/dia-nacional-do-livro-infantil-1804-akatu-reforca-importancia-do-
ensino-da-sustentabilidade/. Acesso em: 10 set. 2020.
f
a
m i l i a
r
l
it
eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EO01) Demonstrar empatia pelos 
outros, percebendo que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, necessidades e 
maneiras de pensar e agir.
(EI03CG01) Criar com o corpo formas di-
versificadas de expressão de sentimentos, 
sensações e emoções, tanto nas situações 
do cotidiano quanto em brincadeiras, 
dança, teatro, música.
(EI03CG04) Adotar hábitos de autocui-
dado relacionados a higiene, alimentação, 
conforto e aparência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças.
PNA
 Recolhimento e interpretação de dados.
 Distinção entre “dia” e “noite”.
 Corpo humano: partes do corpo, nome 
das partes e algumas de suas funções.
 Exploração de dias da semana.
Saber mais
 Água por todo o lado
Arminda Jardim e Rosana Jatobá
Plano B Editorial, 2014.
Lara e Benjamin são crianças curiosas 
e inteligentes, e vivem sempre fazendo 
perguntas sobre tudo. Eles têm interes-
se especial quando o assunto é a água 
e vão trocando experiências e vivências 
para valorizá-la e economizá-la. Eles 
também fazem um produtivo passeio ao 
local de onde vem toda a água da cidade, 
e aprendem a importância de se preser-
var o entorno dos mananciais de água.
R
e
p
ro
d
u
ç
ã
o
/A
te
liê
 d
a
 E
s
c
ri
ta
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 148P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 148 10/7/20 3:53 PM10/7/20 3:53 PM
149
Página 119
119
ROTINA NA ESCOLA
 VEJA ALGUNS MOMENTOS NA ROTINA DA TURMA DA 
PROFESSORA LIA. O QUE ESTÃO FAZENDO? 
COMO É A SUA ROTINA COM OS COLEGAS NA ESCOLA? 
COM A AJUDA DO PROFESSOR, CONSTRUA UMA TABELA 
MOSTRANDO A ROTINA NA ESCOLA. Respostas pessoais.
CRIANÇAS CHEGANDO 
NA ESCOLA.
ATIVIDADE DE 
MATEMÁTICA.
ATIVIDADE DE 
LEITURA. 
SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA
RECREIO
M
O
N
K
E
Y
 B
U
S
IN
E
S
S
 I
M
A
G
E
S
/S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
M
O
N
K
E
Y
 B
U
S
IN
E
S
S
 I
M
A
G
E
S
/S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
M
O
N
K
E
Y
 B
U
S
IN
E
S
S
 I
M
A
G
E
S
/S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
ROTINA NA ESCOLA
Atividade preparatória
 Providenciar imagens de revistas ou da internet para servir de símbolos para as 
atividades. Por exemplo, na hora do recreio, um escorregador.
 Com os estudantes, listar todas as atividades que costumam fazer no período de 
uma semana. Lembrar com as crianças alguma atividade que tenha uma periodici-
dade diferente, que aconteça quinzenal ou mensalmente.
 Organizar cartões com as imagens e a palavra-chave para todas as atividades da 
rotina escolar das crianças.
Atividade de desenvolvimento
 Permitir que as crianças levantem hipóteses sobre as atividades que os alunos e 
professores estão fazendo.
 Informar os alunos que, juntos, vocês vão organizar uma tabela sobre a rotina da 
turma. Para isso, deverão inserir informações desde o momento que chegam à 
escola até a hora de ir embora. Levar em consideração que nem todos os dias são 
iguais, por essa razão, se achar necessário, selecionar a rotina de um dia específico 
da semana e gradativamente construir a rotina semanal da turma.
 A tabela pode ser construída com palavras ou frases simples ou, se preferir, com 
símbolos. O importante é que os alunos possam participar de todo o processo de 
elaboração. No material do aluno, a tabela pode ser construída de forma simplifi-
cada e, se achar adequado, elaborar uma mais detalhada na lousa ou em cartolina.
Atividade complementar
 Se considerar interessante, criar uma tabela grande com as rotinas, para que as 
crianças possam diariamente completar com as atividades do dia e organizar com 
elas a rotina. Isso permite que se organizem para o dia e, quando possível, negociar 
alguns ajustes que podem se adequar aos interesses das crianças.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EO01) Demonstrar empatia pelos 
outros, percebendo que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, necessidades e 
maneiras de pensar e agir.
(EI03CG01) Criar com o corpo formas di-
versificadas de expressão de sentimentos, 
sensações e emoções, tanto nas situações 
do cotidiano quanto em brincadeiras, dan-
ça, teatro, música.
(EI03CG04) Adotar hábitos de autocui-
dado relacionados a higiene, alimentação, 
conforto e aparência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças.
PNA
 Recolhimento e interpretação de dados.
 Distinção entre “dia” e “noite”.
 Exploração de dias da semana.
Saber mais
 De manhã
Taline Schubach
Callis, 2014.
Sofia já não é mais tão pequenina: é hora 
de se arrumar sozinha para ir à escola. O 
problema é acordar cedo.
 Por amor e por força: rotinas 
na Educação Infantil
Maria Carmen Silveira Barbosa
Penso, 2006.
Este livro leva os educadores a refletir e 
questionar as rotinas na educação infantil. 
R
e
p
ro
d
u
ç
ã
o
/C
a
lli
s
R
e
p
ro
d
u
ç
ã
o
/P
e
n
s
o
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 149P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 149 10/7/20 3:53 PM10/7/20 3:53 PM
150
Página 120
120
CONCEITOS: MAIOR, MENOR E IGUAL 
CONTORNE DE AZUL O MAIOR ESTUDANTE E DE 
VERMELHO O MENOR.
VAMOS INVESTIGAR:
QUEM É O MAIOR OU MAIS ALTO DA SALA? 
QUEM É O MENOR OU MAIS BAIXO DA SALA?
QUAIS SÃO AS CRIANÇAS QUE TÊM A MESMA ALTURA? 
 
T
A
R
U
B
U
M
I/
S
H
U
T
T
E
R
S
T
O
C
K
Azul.
Vermelho.
Respostas 
pessoais.
CONCEITOS: MAIOR, MENOR E IGUAL
Atividade preparatória
 Organizar as crianças em roda ou no cantinho de história e propor a leitura da 
história de Cachinhos dourados e os três ursos. A literatura não só ensina, motiva 
pela ludicidade e amplia o conhecimento, assim como permite que a criança reflita 
sobre a linguagem em texto escrito e como ela se estrutura de forma diferente da 
linguagem falada. A relação de linguagem literária comas noções da matemática 
possibilita o desenvolvimento e a ampliação de algumas capacidades, relacionando 
linguagem e simbolismo.
 A história de Cachinhos dourados possibilita que as crianças reflitam sobre o risco 
da curiosidade e de se envolver e antecipar situações de convivência e respeito, 
como também de explorar noções matemáticas com correspondência, compa-
ração e seriação de noções de comprimento, temperatura e outros. Por isso, é 
importante explorar de forma lúdica as relações de quantidade, comparando com 
os elementos da história.
Atividade de desenvolvimento
 Para o desenvolvimento desta atividade, é importante propor às crianças a explo-
ração das noções do tamanho. Para isso, deve-se medir a altura das crianças com 
barbantes para que possam comparar e ordenar as medidas não padronizadas. 
Usar barbantes com etiquetas com nomes de cada aluno. Ao final, os alunos devem 
refletir sobre qual é a criança maior ou a mais alta; depois, sobre a menor ou a mais 
baixa e se existem crianças que tenham alturas iguais. É importante desenvolver 
um ambiente respeitoso e colaborativo para não expor as crianças e para que o 
trabalho seja desenvolvido com a colaboração delas.
 Apresentar as atividades às crianças e pedir que pintem conforme a legenda, iden-
tificando nas imagens representadas o maior e o menor.
 Depois, para responder as outras atividades, as crianças vão precisar se apoiar 
nas informações que construíram na ordenação dos barbantes que representam a 
altura de cada uma delas.
Atividade complementar
 Propor outras atividades que permitam comparar elementos que possam utilizar 
as noções de comprimentos e medidas. Selecionar alguns objetos que podem com-
parar e ordenar em relação aos tamanhos ou pesos.
 Depois, pedir que desenhem o que descobriram com a atividade e solicitar que 
apresentem aos colegas.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EO02) Agir de maneira independen-
te, com confiança em suas capacidades, re-
conhecendo suas conquistas e limitações.
(EI03EO05) Demonstrar valorização das 
características de seu corpo e respeitar 
as características dos outros (crianças e 
adultos) com os quais convive.
(EI03ET01) Estabelecer relações de com-
paração entre objetos, observando suas 
propriedades.
(EI03ET08) Expressar medidas (peso, altu-
ra etc.), construindo gráficos básicos.
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e 
sentimentos sobre suas vivências, por 
meio da linguagem oral e escrita (escrita 
espontânea), de fotos, desenhos e outras 
formas de expressão.
PNA
 Recolhimento e interpretação de dados.
 Construção de gráficos básicos; Iden-
tificação de padrões; e Representação 
concreta e verbal de raciocínios.
 Corpo humano: partes do corpo, nome das 
partes e algumas funções que participam.
 Noções de localização, posicionamento, 
espacialidade, direcionalidade, tempo, ta-
manho, peso e volume. – “maior” e “me-
nor”, “grande” e “pequeno”, “longo” e 
“curto”, “alto” e “baixo”, “pesado” e “leve”.
Saber mais
 Alexandre, pequeno ou 
GRANDE?
Cassia H. G. Cavarsan
Ponto Vital, 2017.
Este livro fala sobre tamanho. Quando 
somos pequenos ou quando somos gran-
des? As crianças, geralmente, são tidas 
como pequenas para fazer isso ou gran-
des demais para tolices. Tem horas que a 
gente não sabe o tamanho que tem.
R
e
p
ro
d
u
ç
ã
o
/P
o
n
to
 V
it
a
l
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 150P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 150 10/7/20 3:53 PM10/7/20 3:53 PM
151
Página 121
121
UM DOS INTRUMENTOS UTILIZADOS NA CIRANDA É A 
ZABUMBA, OU O BOMBO, QUE É UM TIPO DE TAMBOR. 
COM OS COLEGAS CONSTRUAM UM TAMBOR. 
CIRANDA: DANÇA E INSTRUMENTOS MUSICAIS 
 A CIRANDA É UMA DANÇA COMUNITÁRIA. PODE 
COMEÇAR EM UMA RODA PEQUENA E IR AUMENTANDO À 
MEDIDA QUE AS PESSOAS VÃO CHEGANDO.
BRINCADEIRA DE RODA (CIRANDA), DE FERREIRA, 2008. PREFEITURA DE RECIFE, 
AVENIDA CAIS DO APOLO, BAIRRO DO RECIFE, PERNAMBUCO.
R
E
C
IF
E
 A
R
T
E
 P
Ú
B
L
IC
A
/S
E
C
R
E
T
A
R
IA
 
D
E
 C
U
LT
U
R
A
/ 
G
O
V
E
R
N
O
 D
O
 E
S
T
A
D
O
 D
E
 P
E
R
N
A
M
B
U
C
O
TAMBOR COM BEXIGA
MATERIAL NECESSÁRIO
• LATA DE ALUMÍNIO VAZIA • BEXIGA • BARBANTE
COMO FAZER
• UTILIZE UMA LATA DE ALUMÍNIO VAZIA E A ENVOLVA COM UMA 
BEXIGA. 
• AMARRE AS BORDAS DA BEXIGA COM UM BARBANTE.
• ENFEITE O TAMBOR COM TECIDO OU PINTE.
• PARA TOCAR O TAMBOR, VOCÊ PRECISA DE UMA BAQUETA, QUE 
PODE SER UM LÁPIS OU UMA VARETA. AGORA É SÓ TOCAR!
CIRANDA: DANÇA E INSTRUMENTOS MUSICAIS
Atividade preparatória
 Providenciar com antecedência o material necessário para a construção do tambor. 
Se considerar interessante, solicitar aos familiares que auxiliem com os recursos, 
pedindo que providenciem uma lata de alumínio vazia, balão e barbante.
 Apresentar algumas cantigas de roda para cantar, dançar e propor brincadeiras 
de roda para as crianças. Evidenciar que a atividade possibilita o trabalho com a 
coordenação motora, o ritmo, a musicalidade e o reconhecimento dos sons grave 
e agudo e a socialização. Propor alguns desafios, como rodar para direita e depois 
inverter para esquerda, acelerar o ritmo e que acompanham as canções.
Atividade de desenvolvimento
 Ler para as crianças o contexto da atividade que explora as cirandas e os instru-
mentos que geralmente são utilizados. Caso julgue conveniente, abordar algumas 
características ou aprofundar as informações com um estudo.
Aos primeiros sons instrumentais e cantos iniciais tirados pelo Mestre da Ciranda, 
aparecem os dançarinos. A dança começa mesmo sem número suficiente para que 
a roda se feche, tendo os tocadores ao centro. A princípio, o canto do Mestre pode 
parecer com um recitativo pausado, mas, aos poucos, toma a forma de melodia.
Dança de adultos, de origem portuguesa, parece ter seu nome ligado à alfaia – instru-
mento que peneira a farinha que, em espanhol, é conhecido como “zaranda”. Traz pas-
sos tradicionais ao lado de possibilidades infinitas de improvisações. Antigamente, só 
se dançava Ciranda dando o braço, hoje, dão-se as mãos entrelaçam-se os dedos. [...]
Algumas Cirandas praticam o Samba de Ciranda, dança de mãos dadas com muitos 
movimentos de corpo, especialmente os laterais. Outras dançam a “Cobra” ou “Cobri-
nha”, coreografia retirada da Quadrilha, onde os cirandeiros, com um braço para frente 
e outro para trás, saem da roda e depois voltam.
 Organizar o material e os recursos de que as crianças vão precisar para construir 
o tambor de balão. Ler o texto instrucional, mostrando o passo a passo da ati-
vidade, incentivando que as crianças avancem na construção. Caso necessite de 
mais dicas, acesse o link disponível em: http://massacuca.com/tambores-de-lata-
e-bexiga/#:~:text=Basta%20pegar%20uma%20lata%20vazia,durante%20as%20
brincadeiras%20mais%20animadas. Acesso em: 21 set. 2020.
 Para finalizar, escolher uma cantiga de roda e propor que as crianças cantem usan-
do o tambor que construíram, acompanhando a sonoridade e o ritmo da canção.
Atividade complementar
 Explorar a ciranda do coco com as crianças e utilizar os tambores para apren-
der o ritmo e os movimentos. Disponível em: http://sme.goiania.go.gov.br/
conexaoescola/ensino_fundamental/ciranda/. Acesso em: 20 set. 2020.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03TS01) Utilizar sons produzidos por 
materiais, objetos e instrumentos musi-
cais durante brincadeiras de faz de conta, 
encenações, criações musicais, festas.
(EI03TS03) Reconhecer as qualidades do 
som (intensidade, duração, altura e tim-
bre), utilizando-as em suas produções so-
noras e ao ouvir músicas e sons.
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e 
sentimentos sobre suas vivências, por 
meio da linguagem oral e escrita (escrita 
espontânea), de fotos, desenhos e outras 
formas de expressão.
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação 
à linguagem escrita, realizando registros 
de palavras e textos, por meio de escrita 
espontânea.
(EI03EO01)Demonstrar empatia pelos 
outros, percebendo que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, necessidades e 
maneiras de pensar e agir.
PNA
 Explorar o gênero textual cantiga e 
canções de roda, a presença de rimas e 
sonoridades.
 Compreensão oral dos alunos por meio 
de estratégias de interação verbal e lei-
tura dialogada.
 Explorar noções de lateralidade “direi-
ta” e “esquerda”.
 Desenvolver habilidades auditivas; Musi-
calidade; Artes visuais e cênicas; LIT.
 Leitura em voz alta, pelo professor, de 
textos acompanhados (precedidos ou 
sucedidos) de perguntas para desenvol-
ver e aferir a curiosidade e a compreen-
são oral, envolvendo o emprego de 
pronomes interrogativos e adverbiais, 
como “quem”, “que”, “qual”, “quanto”, 
“quando”, “onde”, “por que”, bem como 
perguntas abertas sobre os textos e seus 
temas, a exemplo de descrição de per-
sonagens, situações e cenários, fomen-
tando a habilidade de inferência e de 
previsão de desfechos.
Saber mais
 Como fazer: instrumento 
musical de sucata
No vídeo, é possível conhecer ideia para 
explorar outro instrumento musical, que 
pode ser produzido com a participação 
das crianças e supervisão de adulto.
Disponível em: https://www.youtube.com/
watch?v=fmsHzrPifvk. Acesso em: 24 set. 
2020.
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 151P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 151 10/7/20 3:53 PM10/7/20 3:53 PM
152
Página 122
122
SISTEMA MONETÁRIO
VEJA ALGUMAS NOTAS E MOEDAS DE REAL, QUE É O NOME 
DO DINHEIRO UTILIZADO NO BRASIL. 
CONTORNE OS VALORES REPRESENTADOS POR NÚMEROS 
NAS NOTAS E NAS MOEDAS.
COM A AJUDA DOS COLEGAS, INVESTIGUE E COLE CÓPIAS 
EM MINIATURA OU DESENHE NOTAS DE OUTROS VALORES 
QUE SÃO UTILIZADAS NO BRASIL.
AGORA COLE OU DESENHE MOEDAS DE OUTROS 
VALORES QUE SÃO UTILIZADAS NO BRASIL.
Os alunos devem colar ou desenhar as notas de R$ 2,00 (dois), 
R$ 100,00 (cem) e R$ 200,00 (duzentos) reais. 
Os alunos devem colar ou desenhar as moedas de: 1(um) centavo, 
5 (cinco), 25 (vinte e cinco) e 50 (cinquenta) centavos. 
R
E
PR
O
D
U
Ç
Ã
O
/C
A
SA
 D
A
 M
O
E
D
A
 D
O
 
B
R
A
SI
L/
M
IN
IS
TÉ
R
IO
 D
A
 F
A
ZE
N
D
A
SISTEMA MONETÁRIO
Atividade preparatória
 Providenciar cópias de notas e moedas do Material do Professor Digital para 
que as crianças possam conhecer e explorar o Sistema Monetário Brasileiro.
 Apresentar às crianças as notas e moedas e os valores que elas representam, as 
imagens representadas em cada uma delas e o nome do dinheiro oficial: Real. Ex-
plorar com as crianças em que situações o dinheiro pode ser utilizado, como as 
pessoas recebem dinheiro e o que sabem sobre a importância ou não de usá-lo 
de forma responsável. Permitir que as crianças conversem e reflitam, contextua-
lizando algumas situações do cotidiano. Para obter mais informações, acessar o 
link: https://www.bcb.gov.br/cedulasemoedas/cedulas. Acesso em: 21 set. 2020.
Atividade de desenvolvimento
 Distribuir as cópias das notas e moedas brasileiras a cada criança ou deixar à 
disposição delas para que pesquisem e identifiquem informações solicitadas na 
atividade.
 Ler o comando da atividade e recomendar às crianças que observem que só 
algumas notas e moedas estão representadas na atividade. Pedir que identifi-
quem as notas e moedas contornando os números.
 Depois, as crianças devem identificar as notas e moedas que não estão repre-
sentadas na atividade.
Atividade complementar
 Solicitar aos familiares que as crianças separem as embalagens de produtos que 
compraram no mercado, utilizando os produtos para brincar de faz de conta 
de compras e tornar mais fácil a realização da atividade.
 Simular um pequeno minimercado para as crianças fazerem compras, es-
tipular os preços dos produtos, escolher com que nota vão pagar e, se for 
o caso, pegar o troco corretamente. Assim, elas podem fazer a associação 
das diferentes moedas existentes no sistema monetário brasileiro e reco-
nhecer nosso dinheiro.
 Posteriormente, incentivar as crianças a desenhar o que aprenderam com essa 
atividade e propor uma atividade que possa reciclar todo material ou fazer 
algum tipo de artesanato com elas.
Para observar e avaliar
A atividade de mercado permite acompanhar o raciocínio e planejamento sobre como 
solucionar os desaf ios que surgem, além da capacidade de argumentar e justif icar suas 
decisões.
f
a
m i l i a
r
l
it
eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET04) Registrar observações, ma-
nipulações e medidas, usando múltiplas 
linguagens (desenho, registro por núme-
ros ou escrita espontânea), em diferentes 
suportes.
(EI03ET07) Relacionar números às suas 
respectivas quantidades e identificar o an-
tes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
(EI03EF04) Recontar histórias ouvidas e 
planejar coletivamente roteiros de vídeos 
e de encenações, definindo os contextos, 
os personagens, a estrutura da história.
PNA
 Contextualização de quantidades em 
contagens de dinheiro, pessoas e obje-
tos em geral.
 Representação concreta e verbal de ra-
ciocínios.
 Noções de quantidade, algarismo, somas, 
subtrações, proporções simples envol-
vendo números de apenas um algarismo.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ativi-
dades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas repre-
sentações gráficas, relacionando-os às 
quantidades que representam o traçado 
dos algarismos e a contextualização de 
quantidades em contagens de dinheiro, 
pessoas e objetos em geral.
Saber mais
 Site Valores, Dinheiro e Eu
O site oferece atividades relacionadas ao 
tema dinheiro e sua administração. Suas 
atividades podem ser desenvolvidas em 
casa, com acompanhamento dos pais ou 
em sala de aula, conduzidas pelo professor.
Disponível em: http://www.valoresdinhei 
roeeu.com.br/. Acesso em: 20 set. 2020.
P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 152P3_02_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap1_136a155_MP.indd 152 10/7/20 3:53 PM10/7/20 3:53 PM
153
Página 123
123
HIGIENE: CUIDANDO DO CORPO
O QUE AS CRIANÇAS ESTÃO FAZENDO? LIGUE AS 
CRIANÇAS AOS BONS HÁBITOS DE HIGIENE PESSOAL.
LISTE OUTROS CUIDADOS QUE DEVEMOS TER PARA 
MANTER A SAÚDE NO DIA A DIA.
Praticar esporte, alimentar-nos de forma saudável, realizar atividades de lazer, 
dormir e descansar.
LAVAR O ROSTO.
LAVAR AS MÃOS. 
ESCOVAR OS DENTES.
IL
U
ST
R
A
Ç
Õ
E
S:
 V
IC
T
O
R
 B
R
A
V
E
/
SH
U
T
T
E
R
ST
O
C
K
HIGIENE: CUIDANDO DO CORPO
Atividade preparatória
 Encaminhar aos familiares orientações sobre pesquisa de outros hábitos e cuidados 
que as crianças precisam ter para manter a saúde do corpo. Pedir que as crianças 
levem para a sala de aula uma lista de atitudes com imagens que sirvam de indício 
de leitura e mnemônico.
 Permitir que as crianças socializem com os colegas a lista que trouxeram de casa e 
construam uma lista coletiva com as atitudes em comum.
Atividade de desenvolvimento
 Explorar as imagens com os hábitos que contribuem com a higiene e o cuidado 
do corpo. Ler as frases apresentadas nas atividades. Incentivar as crianças a ligar às 
imagens as frases correspondentes.
 Depois, ler a última atividade com outras atitudes que também contribuem para 
o nosso bem-estar e saúde. Conversar com as crianças sobre as atitudes que lem-
braram, escrevendo-as na lousa.
Atividade complementar
 Propor que as crianças organizem a gincana com vários desafios e atividades espor-
tivas. Dividir os alunos em grupos para que planejem algumas atividades, criando as 
brincadeiras, identificando o material necessário e como vão organizar a gincana. 
As crianças podem desenhar o plano e a distribuição das atividades, o local onde 
podem fazer e como convidar os colegas de outras salas.
Faixa

Continue navegando