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5 BENKATI MORA NO PARÁ


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BENKATI MORA NO PARÁ
5
CAPÍTULO
PARTE 1 Página 86
PARTE 1
86
BENKATI TEM 6 ANOS E MORA EM UMA ALDEIA NO TERRITÓRIO DO POVO 
INDÍGENA KAYAPÓ. NA ALDEIA, ELES VIVEM EM OCAS E FREQUENTAM 
ESCOLAS, ONDE APRENDEM A FAZER CONTAS E A LER E ESCREVER NA 
LÍNGUA DELES E NA LÍNGUA PORTUGUESA, QUE É FALADA PELOS POVOS 
NÃO INDÍGENAS. 
AS CRIANÇAS DA ALDEIA APRENDEM MUITO COM OS PAIS, OS AVÓS E AS 
PESSOAS DA COMUNIDADE. AS APRENDIZAGENS SÃO TRANSMITIDAS 
DURANTE AS ATIVIDADES DO DIA A DIA E EM MOMENTOS DE FESTAS E RITUAIS. 
ACOMPANHE A LEITURA SOBRE BENKATI 
E SEU MODO DE VIDA.
ESCOLA.
MORADIA.
5
CAPÍTULO BENKATI MORA 
NO PARÁ 
BENKATI TEM 6 ANOS E MORA 
EM UMA ALDEIA INDÍGENA 
KAYAPÓ. 
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Introdução
Neste capítulo, começaremos o estudo explorando a identidade e o contexto de 
vida de Benkati, um menino Kayapó que vive em uma aldeia no Pará. Juntos vamos 
conhecer sua cultura e alguns costumes de seu povo, como fazer tinta natural, por 
exemplo. Em diferentes momentos, vamos explorar as noções dos números de 0 a 20, 
suas quantidades, representações, bem como relacioná-los a contextos trabalhados e 
situações-problema com adição e subtração. O gênero textual que será explorado são 
os bilhetes, suas características, usos sociais e meios escritos e digitais. Com base no 
estudo dos costumes indígenas, poderemos explorar padrões na pintura, brinquedos 
e como as crianças indígenas aprendem, permitindo que ampliem seu vocabulário e 
relacionem os usos e contextos semânticos. Espera-se que os alunos conheçam algumas 
noções e conceitos matemáticos, por isso, considera-se uma oportunidade para fazer o 
levantamento de seus conhecimentos prévios.
Atividade preparatória
 Providenciar, para o início do estudo do capítulo, imagens de várias tribos indígenas 
e de crianças indígenas no Brasil, em atividades cotidianas, especialmente as que de-
monstrem formas de brincar.
 Orientar os alunos sobre a importância de estudarmos os povos originários do Brasil, de-
senvolvendo uma postura de interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida.
 Para iniciar o capítulo 5, organizar as crianças sentadas em roda e apresentar o meni-
no indígena a partir das fotografias. Permitir que as crianças observem, identifiquem, 
relacionem com seu cotidiano e possam descrever situações e brincadeiras que 
exemplifiquem o foco do trabalho e a coerência com o assunto. Em seguida, peça às 
crianças que descrevam:
 a paisagem do lugar onde Benkati mora;
 a moradia e a escola, citando as diferenças e as semelhanças entre as de Benkati e 
as que conhecem;
 as brincadeiras, citando as diferenças e as semelhanças entre as de Benkati e as que 
conhecem.
 Aproveitar para explorar os costumes para dar nome às pessoas e comentar como 
isso ocorre na cultura dos Kayapó. Depois, relacionar como as crianças receberam 
seus nomes e como sabemos se fazem parte de uma família, explorando as funções 
do nome e do sobrenome.
Os mais importantes rituais Mebengokré são aqueles associados à ini-
ciação e à nominação. Os nomes cerimoniais são trazidos pelos xamãs da 
aldeia. Eles entram em contato com os animais, que lhes dizem quais os 
nomes serão dados às pessoas. Um xamã pode falar tanto com animais 
quanto com os elementos da natureza. Geralmente, os nomes cerimoniais 
para os homens são: Bep, Tòkòk e Katob. As mulheres são: Bekwe, Nhiok, Ire, 
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EO05) Demonstrar valorização das 
características de seu corpo e respeitar as 
características dos outros (crianças e adul-
tos) com os quais convive.
(EI03EO06) Manifestar interesse e respeito 
por diferentes culturas e modos de vida.
(EI03ET06) Relatar fatos importantes sobre 
seu nascimento e desenvolvimento, a histó-
ria dos seus familiares e da sua comunidade.
(EI03EF06) Produzir suas próprias histórias 
orais e escritas (escrita espontânea), em si-
tuações com função social significativa.
PNA
 Descrição de imagens, ilustrações e ce-
nas ficcionais e não ficcionais, por meio 
de condução do professor.
 Oportunizar escrita emergente do pró-
prio nome e do nome de alguns colegas, 
bem como de listas, textos memorizados 
e palavras simples.
 Compreensão oral dos alunos por meio 
de estratégias de interação verbal e leitu-
ra dialogada.
 Apresentação de novo vocabulário, com 
estímulo à aquisição de vocabulário recep-
tivo e expressivo, apresentando definições 
claras e fazendo distinção entre conceitos, 
bem como demonstrando e exercitando a 
pronúncia adequada de cada palavra nova 
e de palavras mais difíceis e sua utilização 
contextualizada.
 Associação das palavras novas a campos 
semânticos e ao conhecimento prévio das 
crianças.
Neste capítulo vamos:
 desenvolver interesse e respeito por di-
ferentes culturas e modos de vida, explo-
rando imagens e textos que retratam o 
cotidiano de crianças brasileiras;
 desenvolver o estudo do gênero textual 
bilhete e explorar outros gêneros;
 explorar as letras do alfabeto em letra bas-
tão e cursiva, letras maiúscula e minúscula 
– U, V, W, X, Y e Z;
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ALDEIA KAYAPÓ EM SÃO FÉLIX DO XINGU, PARÁ.
A ALDEIA EM QUE ELE VIVE FICA PERTO DE UM RIO QUE É DE GRANDE 
IMPORTÂNCIA PARA TODA A COMUNIDADE. ALÉM DA ÁGUA PARA BEBER 
E SE BANHAR, É DOS RIOS QUE ELES RETIRAM OS PEIXES. É LÁ TAMBÉM 
ONDE, GERALMENTE, ELES CAÇAM ALGUNS ANIMAIS, QUANDO OS 
BICHOS BUSCAM AS MARGENS DOS RIOS PARA MATAR A SEDE.
AS CRIANÇAS, SEMPRE QUE PODEM, BRINCAM NO RIO, MAS ADORAM 
JOGAR BOLA NA ALDEIA TAMBÉM.
FUTEBOL.
BRINCADEIRAS NO RIO.
FESTA NA ALDEIA.
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RENATO
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DELFIM MARTINS/PULSAR IMAGENS
Kôkô e Ngrei. Cada um desses nomes-prefixo é seguido de um sufixo que 
serve de nominação individual. Por exemplo: Bep-to, Bepdjare, Nhiokbeiti. 
As pessoas que têm o mesmo nome não apresentam necessariamente laços 
especiais entre si.
PEQUENO, Eliane S. Souza.Trajetória da reivindicação Kayapó sobre a terra Indígena 
Badjônkôre. Disponível em: http://www.funai.gov.br/arquivos/conteudo/cogedi/pdf/
Revista-Estudos-e-Pesquisas/revista_estudos_pesquisas_v1_n2/Artigo7-Eliane-Silva-
Pequeno.pdf. Acesso em: 24 set. 2020.
Atividade de desenvolvimento
 Para que os alunos conheçam o modo de vida de Benkati, ler o trecho da página de 
abertura do capítulo.
 Após a leitura, estimular os alunos a descrever o que acharam interessante no modo 
de vida das crianças indígenas.
 Possibilitar que eles observem as imagens do modo de vida de crianças em diferentes 
tribos do Brasil. Permitir que comentem e descrevam aspectos como as semelhanças 
e diferenças entre o modo de vida das crianças de diferentes tribos e com o próprio 
modo vida.
 Propor que produzam juntos um painel com as imagens, sempre descrevendo o local 
e o nome das tribos selecionadas.
 Explorar a importância do rio para as comunidades que vivem próximas a ele. Con-
versar sobre o volume rico de água que há na região e como influencia nos costumes, 
no modo de vida e, também, nas brincadeiras das crianças.
 Para finalizar a proposta, sugerir que apontem as imagens que apreciaram mais, so-
licitando as razões das escolhas. Se achar adequado, ampliar sugerindo investigação 
sobre as histórias de vida de crianças indígenas disponibilizando vídeos.
Para observar e avaliar
Se achar adequado, pedir aos alunos que elaborem uma colagem sobre o modo de vida de Benkati. 
Após a elaboração, propor que compartilhem suas produções e evidenciem os aspectos ressal-tados nas imagens. Depois da conversa, propor que ampliem suas colagens com aspectos citados 
pelos colegas.
Atividade complementar
 Para ampliar os conhecimentos das crianças sobre o modo de vida e as brinca-
deiras indígenas, acessar o link a seguir e, se julgar interessante e adequado, pro-
por a brincadeira Gavião e galinha, disponível em: http://www.funai.gov.br/index.php/
comunicacao/noticias/2438-criancas-tikuna-brincam-de-gaviao-melancia-e-festa-do-
sapo. Acesso em: 26 set. 2020.
 resolver situação-problema com adição e 
subtração;
 explorar os conceitos maior e menor, 
grande e pequeno, pesado e leve;
 identificar e comparar um padrão e perce-
ber o que mudou;
 explorar a Trilha da Floresta e retomar a 
sequência de números de 0 a 20;
 explorar um experimento com tintas naturais;
 identificar algumas histórias indígenas so-
bre a cultura e os costumes;
 apresentar o Glossário com definições cla-
ras e demonstrando sua separação silábica 
para apoiar a compreensão da pronúncia.
Saber mais
 Mebêngôkre (Kayapó) – Povos 
indígenas no Brasil
No endereço a seguir, encontramos in-
formações sobre os Kayapó que vivem 
dispersos nas regiões do Mato Grosso e 
do Pará.
Disponível em: https://pib.socioambiental.
org/pt/Povo:Meb%C3%AAng%C3%B4kre_
(Kayap%C3%B3). Acesso em: 23 set. 2020.
 Trajetória da reivindicação 
Kayapó sobre a terra indígena 
Badjônkôre
O texto procura traçar o percurso dessa 
trajetória.
Disponível em: http://www.funai.gov.br/
arquivos/conteudo/cogedi/pdf/Revista-
Estudos-e-Pesquisas/revista_estudos_
pesquisas_v1_n2/Artigo7-Eliane-Silva-
Pequeno.pdf. Acesso em: 24 set. 2020.
 Coisas de índio: versão infantil
Daniel Munduruku
Callis, 2019
Ainda hoje, os povos indígenas são mal 
compreendidos só porque têm um jeito 
próprio de viver. Nesta obra, Daniel Mun-
duruku não só explica o que é ser índio, 
mas também elucida o leitor acerca de 
particularidades de sua cultura.
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BILHETE
BENKATI RESOLVEU ORGANIZAR UMA TARDE DE 
BRINCADEIRAS COM OS COLEGAS E ENVIOU PARA ELES 
UM BILHETE. 
ACOMPANHE A LEITURA DO BILHETE.
AMIGOS,
VAMOS BRINCAR HOJE À TARDE?
PODEMOS NADAR NO RIO, JOGAR BOLA 
OU BRINCAR DO QUE VOCÊS QUISEREM.
QUEM VAI? ESPERO VOCÊS NO CAMPINHO.
BENKATI
AGORA, PINTE AS INFORMAÇÕES NO TEXTO CONFORME 
A LEGENDA. 
azul
vermelho verde
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ELE CONVIDA PARA 
FAZER O QUÊ?
PARA QUEM 
É O BILHETE?
PARA QUANDO 
É O CONVITE?
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BILHETE
Atividade preparatória
 Para a atividade, solicitar aos familiares que busquem em livros, revistas ou na in-
ternet brincadeiras que crianças dos povos indígenas brasileiros costumam fazer. 
Selecionar uma que os alunos possam realizar com os colegas na escola. Copiar 
as orientações, como o material necessário e as regras da brincadeira, utilizando 
imagens ou desenhos para auxiliar na compreensão das crianças. Orientar que 
é necessário inserir dados informativos, como o povo indígena, a localidade e a 
origem da brincadeira selecionada. Para isso, organizar um bilhete com as crianças 
explicando a atividade e indicando o que devem fazer, com quem, para quando e 
com qual objetivo.
 Na escola, com a participação dos alunos, selecionar algumas das brincadeiras 
indígenas para que possam brincar juntos e conhecer mais sobre a cultura 
indígena.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade e ler o bilhete da proposta inicial. Pedir aos alunos que 
relacionem o texto com a imagem correspondente e explicar quem escreveu 
este bilhete.
 Explorar com os alunos que característica podemos perceber neste texto e o 
que compreenderam. Orientar sobre a legenda e as cores correspondentes e 
pedir que identifiquem no bilhete as palavras que correspondem ao estudo de 
compreensão do texto.
O bilhete é um breve recado escrito para pessoas próximas, por isso, são 
utilizados o vocativo e uma linguagem, em geral, mais coloquial. A mensagem 
normalmente é curta e simples, e pode ser usada na linguagem escrita e nos 
meios digitais.
Para observar e avaliar
A atividade com bilhete permite observar se o aluno apresenta alguma dificuldade para pro-
nunciar alguns sons, reconhecer letras iniciais ou identificar as palavras. Além disso, pode-se 
avaliar sua compreensão global do texto.
Atividade complementar
 Propor às crianças a organização de uma caixa ou painel para trocas de bilhetes. 
Uma sugestão é realizar um Amigo secreto entre os colegas para trocarem bilhe-
tes entre si.
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eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e sen-
timentos sobre suas vivências, por meio da 
linguagem oral e escrita (escrita espontâ-
nea), de fotos, desenhos e outras formas de 
expressão.
(EI03EF07) Levantar hipóteses sobre gê-
neros textuais veiculados em portadores 
conhecidos, recorrendo a estratégias de 
observação gráfica e/ou de leitura.
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação 
à linguagem escrita, realizando registros 
de palavras e textos, por meio de escrita 
espontânea.
(EI03EO01) Demonstrar empatia pelos ou-
tros, percebendo que as pessoas têm dife-
rentes sentimentos, necessidades e manei-
ras de pensar e agir.
(EI03TS02) Expressar-se livremente por 
meio de desenho, pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando produções bidi-
mensionais e tridimensionais.
(EI03EF06) Produzir suas próprias histórias 
orais e escritas (escrita espontânea), em si-
tuações com função social significativa.
PNA
 Explorar o gênero textual bilhete.
 Oportunizar a escrita emergente do pró-
prio nome e do nome de alguns colegas, 
bem como de listas, textos memorizados 
e palavras simples.
 Compreensão oral dos alunos por meio 
de estratégias de interação verbal e leitu-
ra dialogada.
 Leitura em voz alta, pelo professor, de 
textos acompanhados (precedidos ou su-
cedidos) de perguntas para desenvolver e 
aferir a curiosidade e a compreensão oral, 
envolvendo o emprego de pronomes inter-
rogativos e adverbiais, tais como “quem”, 
“que”, “qual”, “quanto”, “quando”, “onde”, 
“por que”, bem como perguntas abertas 
sobre os textos e seus temas, a exemplo 
de descrição de personagens, situações e 
cenários, fomentando a habilidade de infe-
rência e de previsão de desfechos.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
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BILHETE: VAMOS BRINCAR?
 QUE TAL TAMBÉM CONVIDAR OS COLEGAS PARA BRINCAR? 
COMPLETE O BILHETE COM AS INFORMAÇÕES QUE FALTAM.
VOCÊ JÁ RECEBEU UM BILHETE? CONVERSE COM OS 
COLEGAS SOBRE SITUAÇÕES EM QUE PODEMOS USAR 
BILHETES.
VAMOS BRINCAR HOJE À TARDE? 
PODEMOS BRINCAR DE BOLA. 
VOCÊ VAI?
Resposta pessoal.
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BILHETE: VAMOS BRINCAR?
Atividade preparatória
 Organizar as crianças em roda ou fila de cadeiras e dizer que vão brincar de Telefone 
sem fio. Perguntar se alguém conhece a brincadeira.
 Depois de as crianças mostrarem maior segurança, iniciar a brincadeira com uma 
mensagem simples. Em seguida, comparar como a mensagem chegou ao portador 
final.
[...] Um gênero textual que explora a linguagem escrita em nosso coti-
diano, que está presente na vida de muitas pessoas e tem significado para 
as crianças é o bilhete. [...]
É nessa etapa que devem ser apresentadas as atividades que serão rea-
lizadas pelos alunos, levando emconta a proposta do estudo (escrita do 
bilhete) e os conhecimentos prévios dos alunos, com o objetivo de desen-
volver as habilidades e competências escritoras necessárias.
MANSANI, Mara. Lugar de bilhete escrito pelo aluno é na sala de aula, sim! 
Nova Escola, 4 set. 2018. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/12530/
blog-de-alfabetizacao-sequencia-didatica-para-trabalhar-genero-textual-bilhete. 
Acesso em: 27 set. 2020.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade e ler o bilhete da proposta inicial, destacando que faltam pala-
vras para completar as informações.
 Orientar as crianças a completar a mensagem explorando quais informações estão 
faltando. Incentivá-las a pensar, primeiro, o que desejam escrever em cada lacuna e, 
só depois, em como são grafadas as palavras. É importante que as crianças possam 
utilizar a escrita espontânea, mas que individualmente possam refletir sobre as letras 
e os sons que representaram ou tiveram dificuldade.
Atividade complementar
 Incentivar, ao longo do capítulo, que as crianças levem bilhetes para outros profissio-
nais da escola ou para familiares, para que vivenciem o uso social do texto. A caixa 
de bilhetes e a proposta do amigo-secreto podem motivar as crianças nesse uso. Se 
mostrarem dificuldade ou receio em escrever, combinar que, após a escrita, podem 
usar pequenos ícones ou desenhos para facilitar a compreensão.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e sen-
timentos sobre suas vivências, por meio da 
linguagem oral e escrita (escrita espontâ-
nea), de fotos, desenhos e outras formas de 
expressão.
(EI03EF07) Levantar hipóteses sobre gê-
neros textuais veiculados em portadores 
conhecidos, recorrendo a estratégias de 
observação gráfica e/ou de leitura.
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação 
à linguagem escrita, realizando registros de 
palavras e textos, por meio de escrita es-
pontânea.
(EI03EO01) Demonstrar empatia pelos 
outros, percebendo que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, necessidades e ma-
neiras de pensar e agir.
(EI03TS02) Expressar-se livremente por 
meio de desenho, pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando produções bidi-
mensionais e tridimensionais.
(EI03EF06) Produzir suas próprias histórias 
orais e escritas (escrita espontânea), em si-
tuações com função social significativa.
PNA
 Explorar o gênero textual bilhete.
 Oportunizar a escrita emergente do pró-
prio nome e do nome de alguns colegas, 
bem como de listas, textos memorizados 
e palavras simples.
 Compreensão oral dos alunos por meio 
de estratégias de interação verbal e leitu-
ra dialogada.
 Leitura em voz alta, pelo professor, de 
textos acompanhados (precedidos ou su-
cedidos) de perguntas para desenvolver 
e aferir a curiosidade e a compreensão 
oral, envolvendo o emprego de pro-
nomes interrogativos e adverbiais, tais 
como “quem”, “que”, “qual”, “quanto”, 
“quando”, “onde”, “por que”, bem como 
perguntas abertas sobre os textos e seus 
temas, a exemplo de descrição de perso-
nagens, situações e cenários, fomentando 
a habilidade de inferência e de previsão 
de desfechos.
 Desenvolvimento da coordenação mo-
tora fina e da manipulação do lápis em 
atividades como desenhar, traçar, colorir, 
pintar e tentativas de escrita, entre outras.
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LETRA U
 VOCÊ SABE QUAL É O FRUTO DA ÁRVORE URUCUZEIRO?
URUCUM.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA U E ESCREVA A PALAVRA.
COMPLETE COM A LETRA U E DESCUBRA AS PALAVRAS.
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urucum 
O fruto se chama urucum.
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AS SEMENTES DO URUCUM SÃO 
UTILIZADAS PELOS INDÍGENAS 
PARA PINTAR O CORPO.
LETRA U
Atividade preparatória
 Propor uma brincadeira de pega-pega e usar a parlenda “Unidunitê” para escolher 
o pegador. Permitir que as crianças brinquem algumas vezes, depois pedir para se 
sentarem em roda e observarem a parlenda escrita em uma folha Kraft ou na lousa.
Uni-du-ni-tê,
salamê minguê
O sorvete colorê
quem escolheu foi você!
Da tradição popular.
 Solicitar que pintem todas as vezes que a letra U aparecer. Perguntar quantas letras U 
encontraram. Identificar quando ela aparece no início, meio e fim de uma palavra.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade fazendo a leitura da frase inicial para as crianças descobrirem 
a resposta. Em seguida, perguntar de que forma podem ver URUCUM representado. 
Provavelmente as crianças mostrarão a imagem; por isso, perguntar de que outra 
forma URUCUM pode estar representado na atividade. Espera-se que as crianças 
percebam a palavra escrita. Caso não descubram, mostrar a palavra pontilhada na 
pauta e perguntar com que letra ela começa.
 Mostrar a letra U escrita em letra bastão e em letra cursiva, em letras maiúscula e 
minúscula. Explorar com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem com 
giz de cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar 
que cubram o pontilhado para escrever a palavra URUCUM.
 Na última atividade, começar nomeando todas as figuras com as crianças, sempre 
incentivando-as a reconhecer os elementos sozinhas. Depois, apresentar a proposta 
da atividade, explicando que devem completar os nomes das figuras com a letra U.
 Para finalizar, propor uma leitura dialogada das palavras, fazendo uma reflexão cuida-
dosa sobre os fonemas, explorando as que têm sons iniciais ou finais semelhantes.
Atividade complementar
 Organizar palavras dentro de triângulos e pedir para as crianças separarem primeiro 
as que começam com a letra U. Depois, separar as palavras que têm a letra U em sua 
escrita e formar outro grupo.
 UNHA URSO NUVEM BUZINA LULA TATU
 CANGURU UVA CHAPÉU CÉU BURACO UIRAPURU
 Solicitar às crianças que observem os dois grupos de palavras e encontrem neles 
palavras que terminam com U.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação 
à linguagem escrita, realizando registros de 
palavras e textos, por meio de escrita es-
pontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela le-
tra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Um + Um + Um + Todos
Anna Göbel
Autêntica, 2013
Em encadeamentos simples e claros, a 
autora desenvolve a narrativa de modo 
compreensível até mesmo para crianças 
bem pequenas.
 A cultura do urucum
Resultados de pesquisas obtidas, testadas 
e validadas pela Embrapa.
Disponível em: https://ainfo.cnptia.embrapa.
br/digital/bitstream/item/128282/1/
PLANTAR-Urucum-ed02-2009.pdf. Aces-
so em: 28 set. 2020.
 A pintura corporal e a arte gráfica
Vidal, Lux. InstitutoSocioambiental. Dispo-
nível em: https://pib.socioambiental.org/files/
file/PIB_verbetes/xirkin/A_pintura_corporal_
xikrin.pdf. Acesso em: 28 set. 2020.
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LETRA V
 VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA VEGETAÇÃO?
VEGETAÇÃO.
A FLORESTA AMAZÔNICA 
É UM TIPO DE VEGETAÇÃO.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA 
LETRA V E ESCREVA A PALAVRA.
V v
V v
Vegetação é o conjunto de plantas nativas de uma região.
CUBRA OS PONTILHADOS DAS LETRAS E DESCUBRA QUE 
PALAVRAS FORMAM.
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vale
vento
v ila
voz
vulcão
v a va
v e ve
v i vi
v o vo
v u vu
LETRA V
Atividade preparatória
 Organizar as crianças em roda e apresentar o jogo de palavras. Uma criança fica em pé 
dentro da roda com os olhos vendados ou fechados, enquanto os outros passam uma 
bola, de mão em mão, até o jogador do meio falar PARE. Ao abrir os olhos, verá que a 
bola parou na mão de uma das crianças da roda, a criança no centro da roda dirá uma 
letra do alfabeto. E a criança com a bola precisa dizer 5 palavras que começam com 
essa letra (não podem ser nomes próprios), enquanto as demais passam a bola, uma 
volta na roda. Se a bola voltar para a mão dessa criança e ela ainda não conseguiu falar 
as 5 palavras, ela fica no lugar da criança no centro da roda. Se conseguiu, a que está 
no centro permanece nesse lugar, fecha os olhos e o mesmo procedimento se repete.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade fazendo a leitura da frase inicial para as crianças descobrirem a 
resposta. Em seguida, perguntar de que forma podem ver VEGETAÇÃO representa-
da. Provavelmente as crianças mostrarão a imagem; por isso, perguntar de que outra 
forma VEGETAÇÃO pode estar representada na atividade. Espera-se que as crianças 
percebam a palavra escrita. Caso não descubram, mostrar a palavra pontilhada na 
pauta e perguntar com que letra ela começa.
 Sugerir que pesquisem o significado da palavra VEGETAÇÃO do dicionário. Incen-
tivá-las a citar outras palavras que não conheçam o significado, contribuindo com a 
ampliação do vocabulário.
 Mostrar a letra V escrita em letra bastão e em letra cursiva, em letras maiúscula e 
minúscula. Explorar com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem com 
giz de cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar 
que cubram o pontilhado para escrever a palavra VEGETAÇÃO.
 Na última atividade, começar nomeando todas as figuras com as crianças, incentivan-
do-as a reconhecer os elementos sozinhas. Depois, apresentar a proposta da ativida-
de, explicando que devem completar os nomes das figuras com a letra V.
Atividade complementar
 Solicitar aos alunos que, com a ajuda dos familiares, investiguem em livros imagens 
dos tipos de vegetação características do Brasil. Orientar os familiares a, primeiro, 
pesquisar em mapas da vegetação natural do Brasil em atlas geográfico e, a partir 
das informações obtidas, buscarem em livros ou na internet imagens das vegetações 
naturais.
 Se achar adequado ampliar o trabalho, investigar com os alunos a vegetação original 
da cidade onde moram a partir de livros ou pesquisa na internet.
 Aprofundar a pesquisa relacionando as vegetações à presença dos rios, para as comu-
nidades que vivem próximo aos rios.
 Organizar todas as informações em um mural com as descobertas e fotografias, 
exemplificando.
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eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
(EI03ET03) Identificar e selecionar fontes 
de informações, para responder a questões 
sobre a natureza, seus fenômenos, sua con-
servação.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela le-
tra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Diário de Pilar na Amazônia
Flávia Lins e Silva e Joana Penna (ilustradora)
Pequena Zahar, 2019
Pela Amazônia, Pilar e Breno enfrentam 
desafios e segredos da floresta e conhe-
cem costumes locais, como comer pupu-
nha cozida e peixe com açaí, dormir em 
rede, andar de gaiola e canoa e morar em 
uma palafita.
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NOÇÕES DE TAMANHO: GRANDE E 
PEQUENO, MAIOR E MENOR
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VAMOS INVESTIGAR?
• CONTORNE DE AZUL O ANIMAL PEQUENO.
• CONTORNE DE VERMELHO O ANIMAL GRANDE.
BOTO-COR-DE-ROSA. 
BORBOLETA. 
PIRANHA.
ARARA.
AGORA, PINTE O MAIOR ANIMAL E CONTORNE O NOME 
DO MENOR ANIMAL.
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Vermelho.
Espera-se que pintem a arara e 
informem que o menor animal 
chama-se borboleta.
Azul.
NOÇÕES DE TAMANHO: GRANDE E PEQUENO, 
MAIOR E MENOR
Atividade preparatória
 Propor uma medição da turma com uma fita métrica, em um papel comprido, 
preso à parede. Depois, deixar que as crianças explorem os diferentes tamanhos.
 No final, explorar com as crianças quem é a maior e a menor da sala.
 Propor brincadeiras em que tenham de andar como o gigante das histórias, que 
é muito grande, ou como o anão, que é pequeno.
Atividade de desenvolvimento
 Explorar as imagens da atividade, perguntando o que está representado, se co-
nhecem os animais, quais são seus nomes e quantos animais ao todo estão repre-
sentados na atividade.
 Ler o comando e explicar a legenda relacionando as cores aos conceitos GRAN-
DE e PEQUENO. Solicitar que contornem a imagem correspondente com a cor 
representada na legenda.
 Na atividade seguinte, as crianças vão pintar o maior animal e descobrir o nome 
do menor animal. Essa atividade pode contribuir também para literacia, ao apre-
sentar um contexto interessante sobre o menor animal, que tem o maior nome. 
Essa situação pode permitir compreender o que a criança já sabe sobre o con-
ceito e como isso pode influenciar na identificação do nome, que ainda é comum 
nesta faixa etária pelo realismo nominal. Para ver a definição, acessar : Artur Go-
mes de Morais. Realismo nominal. Glossário Ceale, [s.d.]. Disponível em: http://
www.ceale.fae.ufmg.br/app/webroot/glossarioceale/verbetes/realismo-nominal. 
Acesso em: 3 out. 2020.
Para observar e avaliar
Esta atividade pode ser utilizada para perceber o que as crianças compreenderam sobre esses 
conceitos e orientar a organização de novas atividades no planejamento do professor.
Atividade complementar
 Propor às crianças que conversem com um familiar e investiguem quem é a pessoa 
mais alta e quem é a mais baixa que mora com eles. Orientar que ordenem da me-
nor para a maior as pessoas que vivem na casa e, depois, criem um desenho com 
essas pessoas, escrevendo o nome de cada uma abaixo.Contornar, no desenho, 
a maior e desenhar um coração na menor. Propor que tragam o trabalho para a 
escola, apresentem-no aos colegas e comentem como foi construir essa atividade 
com os familiares.
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BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET04) Registrar observações, manipu-
lações e medidas, usando múltiplas lingua-
gens (desenho, registro por números ou es-
crita espontânea), em diferentes suportes.
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03ET07) Relacionar números às suas 
respectivas quantidades e identificar o an-
tes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG03) Criar movimentos, gestos, olha-
res e mímicas em brincadeiras, jogos e ativi-
dades artísticas como dança, teatro e música.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Noções de localização, posicionamento, 
espacialidade, direcionalidade, tempo, ta-
manho, peso e volume.
 Noções de quantidade, algarismo, somas, 
subtrações, proporções simples envol-
vendo números de apenas um algarismo.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, entre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas repre-
sentações gráficas, relacionando-os às 
quantidades que representam, o traçado 
dos algarismos e a contextualização de 
quantidades em contagens de dinheiro, 
pessoas e objetos em geral.
Saber mais
 Se eu fosse um grande gigante
Raúl Nieto Guridi
Pulo do Gato, 2018
A grandeza do pequeno. Este é um livro 
que convida a refletir sobre os conceitos 
de grande e pequeno, o valor de cada um 
e o quanto podemos fazer a nosso redor, 
independentemente de nossos tamanhos. 
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NOÇÕES DE PESO: PESADO E LEVE
QUAL DOS CESTOS DE AÇAÍ PARECE MAIS PESADO? 
QUAL PARECE MAIS LEVE?
CONTORNE O CESTO MAIS PESADO.
ESCOLHA UM OBJETO PESADO E UM OBJETO LEVE NA 
ESCOLA. DESENHE UM EM CADA QUADRO.
PESADO LEVE
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NOÇÕES DE PESO: PESADO E LEVE
Atividade preparatória
 Providenciar alguns materiais que permitam explorar com os alunos as noções de 
leve e pesado, ou solicitar esses materiais, antecipadamente, aos familiares das crian-
ças. Para isso, trazer alguns objetos que podem criar situações de reflexões entre as 
crianças, como: um pacote de 1 kg de açúcar e um pacote de algodão, com embala-
gens de tamanhos semelhantes, ou um pacote de 5 kg de arroz e uma almofada, com 
tamanhos semelhantes.
 O objetivo dessa atividade é não só explorar objetos que visualmente parecem leves 
ou pesados, como uma pena e um peso para papéis, mas também começar a testar 
como as crianças relacionam ou não tamanho ao peso.
 Providenciar dois cartões feitos com cartolina, em um escrito LEVE e, no outro, PE-
SADO. Explorar os objetos no meio da roda, solicitando às crianças que indiquem 
qual cartão caracteriza melhor cada objeto escolhido sem tocar nele. Depois, permitir 
que peguem os objetos e comparem seus pesos, para verificar se relacionaram o 
cartão certo a cada elemento.
Para observar e avaliar
Esta atividade pode ser utilizada para avaliar o que as crianças compreenderam sobre esses concei-
tos e orientar a organização de novas atividades no planejamento do professor.
Atividade de desenvolvimento
 Explorar as imagens da atividade, perguntando o que está representado, se conhecem 
as frutas que estão nos cestos, quais são seus nomes e quantos cestos estão repre-
sentados na atividade.
 Ler o comando e explicar que a atividade explora os conceitos de LEVE e PESADO. 
Solicitar que contornem a imagem correspondente ao cesto representado como o 
mais LEVE, e como chegaram a essa conclusão.
 Na próxima atividade, as crianças vão desenhar os objetos leves e pesados que en-
contraram na escola. Essa atividade pode contribuir para que percebam que algumas 
noções envolvem comparar e perceber que EM RELAÇÃO a um elemento, outro 
pode ser mais pesado ou leve. Como o exemplo:
 Um cachorro é leve ou pesado? Em relação ao gato é pesado, mas em relação ao 
hipopótamo é leve. Isso envolve a necessidade de comparar um elemento a outro.
Atividade complementar
 Normalmente, evitamos expor as crianças a uma situação não favorável ou de vul-
nerabilidade. Porém, o uso da balança cria muito interesse nelas. Se achar oportuno, 
providenciar uma balança para que as crianças possam vivenciar a experiência de pesar 
elementos e pessoas e desenvolver a noção de massa (peso).
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eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET04) Registrar observações, manipu-
lações e medidas, usando múltiplas lingua-
gens (desenho, registro por números ou es-
crita espontânea), em diferentes suportes.
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03ET07) Relacionar números às suas 
respectivas quantidades e identificar o an-
tes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG03) Criar movimentos, gestos, olha-
res e mímicas em brincadeiras, jogos e ativi-
dades artísticas como dança, teatro e música.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Noções de localização, posicionamento, 
espacialidade, direcionalidade, tempo, ta-
manho, peso e volume.
 Noções de quantidade, algarismo, somas, 
subtrações, proporções simples envol-
vendo números de apenas um algarismo.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, entre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas repre-
sentações gráficas, relacionando-os às 
quantidades que representam, o traçado 
dos algarismos e a contextualização de 
quantidades em contagens de dinheiro, 
pessoas e objetos em geral.
Saber mais
 O livro das janelinhas que 
escondem – Pesos e medidas
Usborne, 2018
Mais de 60 janelinhas para abrir e obser-
var as diferenças entre muito e pouco, 
pesado e leve, curto e longo, grande e 
pequeno... E muito mais!
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LETRA W
VOCÊ CONHECE A PALAVRA WIRÁ?
W w
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Essa palavra significa pássaro, para alguns povos indígenas 
falantes das línguas da família linguística tupi-guarani.
VOCÊ JÁ OUVIU O CANTO 
DOS PÁSSAROS?
A ANDORINHA, O GALO ANDINO 
E O ARAÇARI SÃO “WIRÁS” DA
FLORESTA AMAZÔNICA.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA W E ESCREVA 
A PALAVRA.
wirá
PINTE AS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM A LETRA W.
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LETRA W
Atividade preparatória
 Em uma área aberta, traçar um percurso com a forma da letra W com giz ou fita 
adesiva colorida e propor às crianças que o percorram. Ao iniciarem, solicitar que 
prestem atenção aos movimentos e, depois, pedir que expliquem quais movimentos 
precisam fazer ao escrever a letra W na forma bastão.
 Depois, perguntarse conhecem outras maneiras de escrever essa letra e mostrar a 
escrita em letra bastão e em letra cursiva, em letras maiúscula e minúscula. Se consi-
derar interessante, distribuir giz para as crianças escreverem na lousa ou no chão as 
diferentes formas de representar a letra W.
 Propor às crianças que investiguem nomes que comecem com a letra W. Depois, 
para ampliar, solicitar que busquem palavras que na sua escrita tenham a letra W no 
meio e no fim.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade fazendo a leitura da frase inicial para as crianças descobrirem 
a resposta. Em seguida, perguntar de que forma podem ver WIRÁ representado. Pro-
vavelmente as crianças mostrarão a imagem; por isso, perguntar de que outra forma 
WIRÁ pode estar representado na atividade. Espera-se que as crianças percebam a 
palavra escrita. Caso não descubram, mostrar a palavra pontilhada na pauta e pergun-
tar com que letra ela começa.
 Mostrar a letra W escrita em letra bastão e em letra cursiva, em letras maiúscula e 
minúscula. Explorar com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem com 
giz de cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar 
que cubram o pontilhado para escrever a palavra WIRÁ.
 Na última atividade, começar nomeando todas as figuras com as crianças, incenti-
vando que reconheçam os elementos sozinhas. Depois, apresentar a proposta da 
atividade, explicando que devem completar os nomes das figuras com a letra W.
 Para finalizar, propor uma leitura dialogada das palavras, fazendo uma reflexão cuidadosa 
sobre os fonemas, explorando as palavras que têm sons iniciais ou finais semelhantes.
Atividade complementar
 Fazer uma pesquisa em revistas sobre palavras e marcas que começam com W. Pro-
por colá-las em uma cartolina, ou acrescentar no banco de palavras de referência da 
sala de aula.
 Sugerir pesquisar, coletivamente, outras palavras indígenas presentes no universo dos 
estudantes.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF03) Escolher e folhear livros, procu-
rando orientar-se por temas e ilustrações 
e tentando identificar palavras conhecidas.
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela le-
tra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, entre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Paca, tatu, cutia! – Glossário 
ilustrado de Tupi
Mouzar Benedito (Autor) e Ohi (Autor 
e ilustrador)
Melhoramentos, 2014
Você sabe o que Bauru, Jurema, jacaré e 
pereba têm em comum? Todas são pala-
vras originadas das línguas faladas no Bra-
sil na época do descobrimento. Os indí-
genas do litoral brasileiro falavam dialetos 
muito parecidos com uma língua brasílica, 
que era só oral.
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É o rio Xingu. 
LETRA X
 VOCÊ SABE QUAL É O RIO QUE NASCE EM MATO GROSSO, 
ATRAVESSA O PARÁ E DESÁGUA NO RIO AMAZONAS?
RIO XINGU NA 
FLORESTA AMAZÔNICA.
O XINGU É UM RIO QUE NASCE 
EM MATO GROSSO. 
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA X E ESCREVA 
A PALAVRA.
X x
X x
Xingu
COMPLETE AS PALAVRAS COM A LETRA X E FORME O 
NOME DAS FIGURAS.
AROPE ÍCARA E AMEX X X
AMPU EN ADA TÁ IX X X
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LETRA X
Atividade preparatória
 Organizar as crianças em roda e explicar a brincadeira Qual é o X da questão?. O 
professor apresentará uma (ou mais) descrição(ões) e as crianças devem descobrir 
o que é. Após descobrirem, devem repetir a palavra em sílabas, batendo palmas e 
encontrar em qual parte existe um X. Por exemplo:
 Quando estou com muita tosse eu tomo...
XAROPE XA – RO – PE
 Estou muito apertado e vou correndo ao banheiro fazer...
XIXI XI – XI
 Adoro comer uma fruta que tem gomos e é cor de laranja.
MEXERICA ME – XE – RI – CA
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade fazendo a leitura da frase inicial para as crianças descobrirem 
a resposta. Em seguida, perguntar de que forma podem ver XINGU representado. 
Provavelmente as crianças mostrarão a imagem; por isso, perguntar de que outra 
forma XINGU pode estar representado na atividade. Espera-se que as crianças per-
cebam a palavra escrita. Caso não descubram, mostrar a palavra pontilhada na pauta 
e perguntar com que letra ela começa.
 Mostrar a letra X escrita em letra bastão e em letra cursiva, em letras maiúscula e 
minúscula. Explorar com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem 
com giz de cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, 
solicitar que cubram o pontilhado para escrever a palavra XINGU. Se achar interes-
sante, providenciar um atlas geográfico e mostrar o rio XINGU em um mapa para 
as crianças.
 Na última atividade, começar nomeando todas as figuras com as crianças, incentivan-
do-as a reconhecer os elementos sozinhas. Depois, apresentar a proposta da ativida-
de, explicando que devem completar os nomes das figuras com a letra X.
 Para finalizar, propor uma leitura dialogada das palavras, fazendo uma reflexão cuidadosa 
sobre os fonemas, explorando as palavras que têm sons iniciais ou finais semelhantes.
Atividade complementar
 Propor às crianças uma pesquisa de palavras escritas com a letra X, seja no início, no 
meio, seja no fim da palavra. Aproveitar para conversar sobre algumas palavras dife-
rentes ou expressões, como raio-x, o “X da questão”, “marque com X”, entre outras.
 Depois, selecionar com as crianças as palavras que devem ser acrescentadas ao banco 
de palavras de referência na sala de aula.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela le-
tra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Minha mãe tem visão de raio-X
Angela McAllister e Alex T. Smith
Farol, 2011Muitas crianças querem desvendar esse 
mistério: Como as mães sabem tudo, 
mesmo estando longe dos filhos? Algumas 
acreditam que suas mães têm visão além 
do alcance, porque elas sempre sabem o 
que seus filhos estão aprontando. Este li-
vro é uma divertida história sobre um ga-
rotinho que acredita ter uma mãe super-
-heroína com visão de raio-x e que faz de 
tudo para descobrir se sua mãe é ou não 
igual à dos amigos. Lendo o livro, descubra 
se sua mãe também é uma super-heroína!
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SITUAÇÃO-PROBLEMA
O PEIXE É UM ALIMENTO IMPORTANTE NA ALDEIA DE 
BENKATI E A PESCA É FEITA PELOS HOMENS. ELES LEVAM O 
DIA TODO PARA PESCAR PARA 20 FAMÍLIAS E CADA UMA 
RECEBE UM PEIXE.
QUANTOS PEIXES ELES PRECISAM PESCAR POR DIA PARA 
ALIMENTAR TODAS AS FAMÍLIAS?
Eles precisam pescar 20 peixes. 
VEJA NAS CESTAS OS PEIXES QUE ELES PESCARAM DE 
MANHÃ. QUANTOS SÃO? 
Eles pescaram 12 peixes.
QUANTOS PEIXES ELES DEVEM PESCAR À TARDE? 
Eles devem pescar 8 peixes.
OS HOMENS DA ALDEIA TROUXERAM PEIXES PARA TODAS AS 
FAMÍLIAS, PORÉM DUAS FAMÍLIAS NÃO ESTAVAM NA ALDEIA. 
DESENHE QUANTOS PEIXES SOBRARAM NA CESTA.
As crianças deverão 
desenhar 2 peixes 
na cesta.
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SITUAÇÃO-PROBLEMA
Atividade preparatória
 Providenciar palitos de sorvete ou outro material apropriado para realizar contagem. 
Separar as crianças em grupos de 3 ou 4 integrantes, e distribuir 20 palitos para cada 
um. Solicitar que criem uma situação-problema de “somar” e “retirar” elementos.
 Permitir que as crianças conversem sobre as possibilidades e, quando decidirem 
por uma, propor que criem um registro com desenho e escrita espontânea para 
a situação-problema que vão apresentar aos colegas.
 Solicitar que os grupos troquem os problemas com outro grupo e tentem so-
lucionar o que receberam. Depois, devem pedir aos colegas que confiram se a 
resposta está correta. Propor a criação de um mural em um corredor da escola 
para que outras turmas tentem resolver as situações-problema criadas.
 Caso um dos problemas não esteja correto, ou as crianças demonstraram muita 
dificuldade em resolvê-lo, propor solucionar coletivamente com os colegas para 
que possam refletir soluções possíveis.
Atividade de desenvolvimento
 Explorar a situação-problema representada pela ilustração com os peixes. Ler as 
perguntas e solicitar que as crianças descubram as respostas. Solicitar que des-
cubram quantos peixes precisam pescar, quantos conseguiram pescar e quantos 
precisam pescar a mais, à tarde.
 Observar e conversar com as crianças durante o desenvolvimento das atividades 
sobre o que compreenderam e quais os pontos de dificuldade para que possam 
realizar outras atividades que favoreçam o desenvolvimento das noções numéricas. 
Utilizar peças de um jogo de montar ou outro objetos, como palitos de sorvete e 
botões grandes, para explorar quantidades e situações-problema com contagem.
 Explorar a última questão que trata de uma subtração que depende do resultado 
das questões anteriores. Aproveitar para observar como as crianças estão fazendo 
o movimento da escrita dos números, chamando atenção dos movimentos mais 
complexos ou as proporções de alguns traços para que o número fique bem legível.
Para observar e avaliar
Essa atividade permite observar as noções que as crianças têm sobre números e representações. 
Também proporciona observar as reflexões e argumentos que utilizam para solucionar a situa-
ção, permitindo acompanhar o raciocínio lógico que desenvolveram na resolução do problema.
Atividade complementar
 Orientar as famílias a explorar as situações do cotidiano que permitem contar, 
parear, perceber se faltou ou sobrou, como preparar a mesa para uma refeição, 
quando são pareados para cada lugar o prato, os talheres e o copo. Outra situa-
ção comum é dividir algum alimento entre pessoas presentes, como um pacote 
de bolacha, e observar quantas há, quantas pessoas há, quantas bolachas cada 
uma pode comer.
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eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EO04) Comunicar suas ideias e senti-
mentos a pessoas e grupos diversos.
(EI03ET04) Registrar observações, manipu-
lações e medidas, usando múltiplas lingua-
gens (desenho, registro por números ou es-
crita espontânea), em diferentes suportes.
(EI03ET07) Relacionar números às suas 
respectivas quantidades e identificar o an-
tes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e sen-
timentos sobre suas vivências, por meio da 
linguagem oral e escrita (escrita espontâ-
nea), de fotos, desenhos e outras formas de 
expressão.
PNA
 Noções de quantidade, algarismo, somas, 
subtrações, proporções simples envol-
vendo números de apenas um algarismo.
 Desenvolvimento da coordenação mo-
tora fina e da manipulação do lápis em 
atividades, como desenhar, traçar, colorir, 
pintar, tentativas de escrita, entre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas repre-
sentações gráficas, relacionando-os às 
quantidades que representam, o traçado 
dos algarismos e a contextualização de 
quantidades em contagens de dinheiro, 
pessoas e objetos em geral.
Saber mais
 Matemática em Ensino 
Fundamental
A metodologia da resolução de proble-
mas se caracteriza pelo exercício constan-
te da reflexão crítica diante de situações-
-problema.
SILVA, Mariluce M.; ANDRÉ, Regina 
C. M. Matemática em Ensino Funda-
mental – orientações metodológicas. 
2019. p. 4. Disponível em: http://www.
educacao.pe .gov.br/portal/upload/
galeria/17691/CADERNO%20DE%20
ORIENTA%C3%87%C3%95ES%20
METODOL%C3%93GICAS%20-%20
ENSINO%20FUNDAMENTAL%20-%20
MATEM%C3%81TICA.pdf. Acesso em: 28 
set. 2020.
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PADRÃO: O QUE MUDOU?
COMPARE OS DESENHOS E IDENTIFIQUE O QUE ESTÁ 
FALTANDO.
OBSERVE E CONTORNE O ANIMAL QUE ESTÁ FORA DO 
PADRÃO.
Faltam, na segunda imagem, uma cobra, a folhagem 
no chão, um macaco e a borboleta azul.
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PADRÃO: O QUE MUDOU?
Atividade preparatória
 Utilizar a imagem da ficha do Material do Professor Digital para colar e montar um 
quebra-cabeça da sala. Imprimir a imagem em folha tamanho A3 (grande) e colar em 
pedaço de papelão ou papel-cartão. Recortar as peças do quebra-cabeça (total de 
20 peças) e disponibilizar para as crianças em um canto da sala para que, em duplas, 
possam montar ao longo da rotina.
Para observar e avaliar
Aproveitar a situação com quebra-cabeças e observar as estratégias que as crianças já percebem 
e utilizam para fazer a montagem, como começar pelos cantos retos das pontas, separar por cores 
as peças que parecem pertencer ao mesmo elemento, entre outras.
Atividade de desenvolvimento
 Solicitar às crianças que observem a primeira imagem e descrevam o que ela repre-
senta. Incentivar que ampliem o vocabulário, descrevendo a vegetação e nomeando os 
animais. Solicitar que contem quantos animais ao todo estão representados na imagem.
 Em seguida, ler o comando da atividade e pedir que observem as imagens e as com-
parem para identificar os elementos que faltam.
 Depois que todos concluírem a proposta, conversar coletivamente sobre quais ele-
mentos faltam, seus nomes, em que localização estão na imagem e quantos são.
 Por último, apresentar a atividade final, onde precisam identificar qual é o padrão e 
qual animal está fora desse padrão. Incentivar as crianças a explicarem como desco-
briram a resposta.Atividade complementar
 As atividades de quebra-cabeça, criar e descobrir sequências de elementos, números 
ou formas e identificar, completar e criar padrões contribuem com o desenvolvi-
mento dos conceitos algébricos. Propor diferentes atividades desse tipo para que as 
crianças possam aos poucos aprimorar essas habilidades.
[...] Por meio das experiências escolares com busca de padrões, os es-
tudantes deverão ser capazes de identificar o termo seguinte em uma 
sequência e expressar a regularidade observada em um padrão. Outro as-
pecto relevante é a exploração da ideia de igualdade, por exemplo, com 
situações nas quais seja necessário criar um conjunto em que o número 
de objetos seja maior que, menor que ou igual ao número de objetos em 
outro conjunto. Considera-se relevante incentivar os estudantes a criarem 
representações visuais das regularidades observadas, bem como o estímu-
lo para que expliquem oralmente suas observações e hipóteses.
SILVA, Mariluce M.; ANDRÉ, Regina C. M. Matemática: Ensino Fundamental – 
orientações metodológicas. 2019. p. 12. Disponível em: http://www.educacao.pe.gov.
br/portal/upload/galeria/17691/CADERNO%20DE%20ORIENTA%C3%87%C3%95ES%20
METODOL%C3%93GICAS%20-%20ENSINO%20FUNDAMENTAL%20-%20
MATEM%C3%81TICA.pdf. Acesso em: 02 out. 2020.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EO04) Comunicar suas ideias e senti-
mentos a pessoas e grupos diversos.
(EI03ET04) Registrar observações, manipu-
lações e medidas, usando múltiplas lingua-
gens (desenho, registro por números ou es-
crita espontânea), em diferentes suportes.
(EI03ET07) Relacionar números às suas 
respectivas quantidades e identificar o an-
tes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e sen-
timentos sobre suas vivências, por meio da 
linguagem oral e escrita (escrita espontâ-
nea), de fotos, desenhos e outras formas de 
expressão.
PNA
 Identificação e continuação de sequên-
cias.
 Resolução de quebra-cabeças.
 Identificação de padrões, representação 
concreta e verbal de raciocínios.
 Desenvolvimento da coordenação mo-
tora fina e da manipulação do lápis em 
atividades, como desenhar, traçar, colorir, 
pintar, tentativas de escrita, entre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas repre-
sentações gráficas, relacionando-os às 
quantidades que representam, o traçado 
dos algarismos e a contextualização de 
quantidades em contagens de dinheiro, 
pessoas e objetos em geral.
Saber mais
 Meus primeiros jogos e 
passatempos
Fiona Watt, Non Figg, Rebeca Gilpin e Lu-
ciano Campelo
Usborne, 2018
Muitos jogos, brincadeiras, desafios e pas-
satempos divertidos para as crianças que 
já sabem ou que estão aprendendo a ler.
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LETRA Y
 VOCÊ CONHECE A MAIOR TERRA INDÍGENA DO BRASIL?
YANOMAMI.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA E ESCREVA A PALAVRA.
CONTORNE DE AMARELO AS PALAVRAS QUE COMEÇAM 
COM A LETRA E DE AZUL AS QUE TERMINAM COM A 
LETRA .
Y y
Y y
yanomami
É o território do povo indígena conhecido como Yanomami. 
PINDORAMA, PINDORAMA 
MAS OS ÍNDIOS JÁ ESTAVAM AQUI.
SANDRA PERES E LUIZ TATIT. PINDORAMA. IN: CANÇÕES 
CURIOSAS. SÃO PAULO: PALAVRA CANTADA, 1998.
YOGA
SIDNEY
HARRY 
YAKISOBA
YURI
PITAYA
Em amarelo: Yuri, yoga, yakisoba; em azul: Sidney, Harry.
EDSON SATO/PULSAR IMAGENS
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LETRA Y
Atividade preparatória
 Propor o traçado da letra Y em areia em uma área aberta para as crianças repro-
duzirem. Para isso, distribuir palitos de sorvete ou outro material semelhante para 
escreverem na areia. Começar pedindo que façam o movimento, como desenhar um 
pico de uma montanha e depois cortá-la no meio com um traço.
 Perguntar se esse desenho lembra alguma letra que conhecem e, em caso afirmativo, 
que letra é essa e qual som tem. Solicitar que citem, se souberem, palavras que come-
çam com a letra Y.
 Depois, perguntar se conhecem outras maneiras de escrever essa mesma letra e 
mostrar a escrita bastão e cursiva, maiúscula e minúscula. Se considerar interessante, 
distribuir giz para que escrevam na lousa ou no chão as diferentes formas de repre-
sentar a letra Y.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade fazendo a leitura da frase inicial para as crianças descobrirem 
a resposta. Em seguida, perguntar de que forma podem ver YANOMAMI repre-
sentada. Provavelmente as crianças mostrarão a imagem; por isso, perguntar de que 
outra forma YANOMAMI pode estar representada na atividade. Espera-se que as 
crianças percebam a palavra escrita. Caso não descubram, mostrar a palavra ponti-
lhada na pauta e perguntar com que letra ela começa.
 Mostrar a letra Y escrita em letra bastão e em letra cursiva, em letras maiúscula e 
minúscula. Explorar com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem com 
giz de cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar 
que cubram o pontilhado para escrever a palavra YANOMAMI.
 Ler o trecho da canção “Pindorama” e perguntar se alguém a conhece. Propor que 
escutem a canção e identifiquem o trecho que está representado na atividade.
 Na última atividade, começar nomeando todas as figuras com as crianças, incenti-
vando-as a reconhecer os elementos sozinhas. Depois, apresentar a proposta da 
atividade, explicando que devem pintar as palavras que começam ou terminam com 
Y. Para finalizar, propor uma leitura dialogada das palavras, sugerindo uma reflexão 
cuidadosa sobre os fonemas, explorando as palavras que têm sons iniciais ou finais 
semelhantes.
Atividade complementar
 Propor às crianças uma pesquisa que permita compreender o contexto da formação 
do Brasil e das condições dos habitantes originários, os indígenas. Organizar alguns 
tópicos para os alunos pesquisarem imagens e obras de arte que possam exemplifi-
car o contexto. Depois, juntos, organizar e montar uma exposição sobre o tema em 
algum ambiente da escola para compartilhar com outras turmas e com os familiares.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela le-
tra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Mistérios da Pindorama
Marion Villas Boas (Autor) e Marcelo Pi-
mentel (Ilustrador)
Biruta, 2011
O livro e o CD permitem trabalhar com 
várias formas de expressão: literatura, ar-
tes plásticas e artes gráficas – para atingir 
seu objetivo principal de proporcionar ao 
leitor/ouvinte oportunidades dediversão e 
de apreciação artística, de conhecimento 
sobre as manifestações culturais brasileiras 
e, também, de reflexão sobre os problemas 
ecológicos que ocorrem nas matas do país.
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É a zarabatana. 
LETRA Z
 VOCÊ CONHECE ALGUM INSTRUMENTO DE CAÇA 
INDÍGENA QUE GERALMENTE É FEITO DE MADEIRA?
ZARABATANA.
A ZARABATANA SERVE PARA 
CAÇAR AVES E OUTROS ANIMAIS.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA Z E ESCREVA 
A PALAVRA.
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zarabatana
COMPLETE AS PALAVRAS COM A LETRA Z E FORME O 
NOME DAS FIGURAS.
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LETRA Z
Atividade preparatória
 Organizar as crianças sentadas em círculo, em cadeiras ou almofadas, para a brin-
cadeira ZIP, ZAP, ZOP. Perguntar qual delas quer ficar no centro do círculo para 
começar a brincadeira. Essa criança pode falar : “ZIP!”, e todos dirão o nome do colega 
à direita; se disser “ZAP!”, dirão o nome do colega da esquerda; se disser “ZOP!”, 
todos dirão seu nome próprio; e, se disser “ZIP, ZAP, ZOP!”, todas as crianças devem 
se levantar e trocar de lugar correndo. Então, outra criança poderá se candidatar para 
liderar a brincadeira.
 Essa brincadeira pode ter variações com outras categorias, como animais, flores, ali-
mentos, ou até ampliar a dificuldade e pedir palavras que começam com uma letra 
determinada. Para isso, basta combinar anteriormente com as crianças o que repre-
senta ZIP, ZAP e ZOP.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade fazendo a leitura da frase inicial para as crianças descobrirem 
a resposta. Em seguida, perguntar de que forma podem ver ZARABATANA repre-
sentada. Provavelmente as crianças mostrarão a imagem; por isso, perguntar de que 
outra forma ZARABATANA pode estar representada na atividade. Espera-se que as 
crianças percebam a palavra escrita. Caso não descubram, mostrar a palavra pontilha-
da na pauta e perguntar com que letra ela começa.
 Mostrar a letra Z escrita em letra bastão e em letra cursiva, em letras maiúscula e 
minúscula. Explorar com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem com 
giz de cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar 
que cubram o pontilhado para escrever a palavra ZARABATANA.
 Na última atividade, começar nomeando todas as figuras com as crianças, incentivan-
do-as a reconhecer os elementos sozinhas. Depois, apresentar a proposta da ativida-
de, explicando que devem completar os nomes das figuras com a letra Z.
 Para finalizar, propor uma leitura conversada das palavras, fazendo uma reflexão cui-
dadosa sobre os fonemas, explorando as palavras que têm sons iniciais ou finais 
semelhantes.
Atividade complementar
 Sugerir às crianças uma pesquisa coletiva de outros instrumentos utilizados pelos 
indígenas. Ampliar a pesquisa exemplificando com instrumentos que utilizamos no 
nosso cotidiano e propor que compartilhem com os colegas de outras salas.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação 
à linguagem escrita, realizando registros de 
palavras e textos, por meio de escrita es-
pontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela le-
tra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação mo-
tora fina e da manipulação do lápis em 
atividades, como desenhar, traçar, colorir, 
pintar, tentativas de escrita, entre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Aldeias, palavras e mundos indígenas
Valéria Macedo (Autora) e Mariana 
Massarani (Ilustradora)
Companhia das Letrinhas, 2019
Yano, Ëjcre, Üne, Oo – por incrível que pa-
reça, essas quatro palavras significam a mes-
ma coisa. Representam, na língua de quatro 
povos indígenas diferentes (os Yanomami, 
os Krahô, os Kuikuro e os Guarani Mbya), 
o vocábulo “casa”. Por meio delas e de 
muitas outras palavras, neste livro o leitor é 
convidado a conhecer um pouco da vida e 
dos costumes desses grupos: onde moram, 
como se enfeitam, suas festas, sua língua.
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TUDO É BRINQUEDO
MUITAS CRIANÇAS INDÍGENAS CONSTROEM SEUS 
BRINQUEDOS COM MATERIAIS QUE ENCONTRAM 
NA NATUREZA. FOLHAS, SEMENTES OU GRAVETOS DE 
ÁRVORES SÃO UTILIZADOS PARA FAZER BARQUINHOS 
OU BONECAS.
VAMOS CONSTRUIR BRINQUEDOS COM MATERIAIS DA 
NATUREZA? TENTE ESCREVER O NOME DO BRINQUEDO.
DESENHE OU COLE UMA FOTOGRAFIA DO BRINQUEDO 
QUE VOCÊ CONSTRUIU.
ELENA TOMILOVA/
SHUTTERSTOCK
MUITAS CRIANÇAS INDÍGENAS CONSTROEM SEUS 
BRINQUEDOS COM MATERIAIS QUE ENCONTRAM 
NA NATUREZA. FOLHAS, SEMENTES OU GRAVETOS DE 
TUDO É BRINQUEDO
Atividade preparatória
 Explorar com as crianças os elementos que elas encontraram durante um passeio 
pelo jardim ou ambiente com a natureza. Pedir que coloquem o material coletado 
em uma mesa para que os colegas possam observar. Trabalhar com elas as seguintes 
questões: Como são esses materiais? Eles têm algum cheiro/aroma? Os aromas são 
os mesmos? As cores são as mesmas? Quais são as cores? Os materiais são diferentes 
entre si? Por que será?
 Incentivá-las a levantar hipóteses a respeito das diferenças e/ou semelhanças entre os 
materiais coletados a partir deste questionamento: Podemos separar esses materiais 
em grupos? Como?
 Ouvir as hipóteses das crianças e compartilhar as diferentes ideias para que elas 
possam aprender a ouvir com atenção, a valorizar as opiniões e a compartilhá-las. 
Reservar os materiais para atividade que farão.
Atividade de desenvolvimento
 Orientar as crianças sobre a construção de brinquedos com materiais que encon-
tram na natureza, como folhas, sementes ou troncos de plantas. Incentivar que ob-
servem os materiais que coletaram e que criem um planejamento da construção do 
brinquedo, separando os recursos necessários.
 Depois de finalizarem a construção, incentivar que criem um nome para o brinquedo 
e expliquem como brincar com ele para os colegas.
 Propor que organizem uma exposição com os brinquedos da sala. Criar etiquetas 
com o nome dos brinquedos e o nome da criança que o construiu. Orientar que na 
atividade devem desenhar ou colar uma fotografia do brinquedo que construíram.
 Se considerar interessante, propor aos alunos que escrevam um texto coletivo des-
crevendo como foi essa experiência – pesquisas, fases, materiais, planejamento e or-
ganização. Orientar e mediar essa produção e expor o texto com os brinquedos na 
exposição.
 Atividade complementar
 Selecionar gravetos com ramos de folhas antigas. Cons-
truir um raminho, que pode ser amarrado em gravetos, 
fazendo um pincel natural. Se os pincéis utilizarem folha-gens diferentes, fará registros e texturas variadas ao pintar.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET01) Estabelecer relações de com-
paração entre objetos, observando suas 
propriedades.
(EI03ET02) Observar e descrever mudan-
ças em diferentes materiais, resultantes de 
ações sobre eles, em experimentos envol-
vendo fenômenos naturais e artificiais.
(EI03ET03) Identificar e selecionar fontes 
de informações, para responder a ques-
tões sobre a natureza, seus fenômenos, 
sua conservação.
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03EO06) Manifestar interesse e respeito 
por diferentes culturas e modos de vida.
(EI03TS02) Expressar-se livremente por 
meio de desenho, pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando produções bidi-
mensionais e tridimensionais.
PNA
 Noções de localização, posicionamento, 
espacialidade, direcionalidade, tempo, ta-
manho, peso e volume.
 Descrição de imagens, ilustrações e ce-
nas ficcionais e não ficcionais, por meio 
de condução do professor.
 Apresentação de novo vocabulário, com 
estímulo à aquisição de vocabulário re-
ceptivo e expressivo, apresentando de-
finições claras e fazendo distinção entre 
conceitos, bem como demonstrando e 
exercitando a pronúncia adequada de 
cada palavra nova e de palavras mais difí-
ceis e sua utilização contextualizada.
 Associação das palavras novas a campos 
semânticos e ao conhecimento prévio 
das crianças.
 Visualização e manipulação mental de ob-
jetos bidimensionais e tridimensionais.
 Desenvolvimento da coordenação mo-
tora fina e da manipulação do lápis em 
atividades, como desenhar, traçar, colorir, 
pintar, tentativas de escrita, entre outras.
Saber mais
 Brinquedos do chão: a natureza, o 
imaginário e o brincar
Gandhy Piorski
Peirópolis, 2016
Este livro inaugura uma série que explora a 
imaginação do brincar e sua intimidade com 
os quatro elementos da natureza: terra, fogo, 
água e ar, e revela a voz livre e fluente da crian-
ça em sua trajetória de moldar a si própria, 
tão esquecida nos estudos sobre a infância.
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EXPERIMENTO: TINTAS NATURAIS
MUITOS POVOS INDÍGENAS UTILIZAM TINTAS NATURAIS 
PARA PINTAR O CORPO OU FAZER DESENHOS EM 
TECIDOS, CESTOS DE PALHA, PENEIRAS E VASOS.
AS TINTAS MAIS UTILIZADAS PELOS INDÍGENAS BRASILEIROS 
SÃO FEITAS DE URUCUM, DE JENIPAPO E DE CARVÃO. 
COM A AJUDA DO PROFESSOR, VAMOS APRENDER A FAZER 
TINTA DE URUCUM.
AGORA, PINTE O DESENHO CONFORME O MODELO.
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ILUSTRAÇÃO DE GRAFISMO BASEADA NO PADRÃO DO POVO BANIWA.
EXPERIMENTO: TINTAS NATURAIS
Atividade preparatória
 Providenciar os materiais necessários para produzir a tinta natural de urucum.
 Propor às crianças que pesquisem sobre a pintura indígena utilizada em cestarias, 
pintura corporal e grafismos em outros artefatos. Aproveitar para organizar em uma 
cartolina o que descobriram com imagens e textos produzidos coletivamente e ex-
por em um mural da sala.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade de experimento e ler seu contexto, relacionando-a com as 
informações que pesquisaram anteriormente.
 Propor às crianças, com a ajuda do professor ou de um adulto responsável, a produ-
ção de tinta natural de urucum.
Para a atividade é necessário:
2 colheres de sementes de urucum
1 copo de água
1 colher de chá de cola branca
1 colher de chá de óleo de cozinha
Vasilhas e colher para misturar
Como fazer:
Misture todos os ingredientes na vasilha.
Dica importante: a tinta que vamos obter é solúvel em água, por isso, é 
melhor utilizar em folhas de papel e nunca em superfícies expostas à água.
VIDAL, Lux. A pintura corporal e a arte gráfica. Disponível em: https://pib.
socioambiental.org/files/file/PIB_verbetes/xirkin/A_pintura_corporal_xikrin.pdf. 
Acesso em: 28 set. 2020.
 Apresentar o grafismo representado na atividade, contando sua origem e característi-
cas, e pedir que observem seu formato. Perguntar se parece com algo que conhecem 
e, em seguida, comentar que representa o olho de uma ave noturna.
 Orientar as crianças a pintar o grafismo seguindo o padrão apresentado. Elas poderão 
usar a tinta ou lápis colorido.
Atividade complementar
 Propor às crianças outros padrões indígenas para desenhar ou pintar. Explicar que 
elas também compõem um sistema próprio de linguagem do povo Baniwa.
Para pesquisar sobre a cestaria e a linguagem arumã:
FONSECA, Mayra. A cestaria de arumã. Disponível em: https://amandasimoes.tumblr.
com/post/37259925293/a-cestaria-de-arum%C3%A3-%C3%A9-sua-artemilenar-
ensinada. Acesso em: 28 set. 2020.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET03) Identificar e selecionar fontes 
de informações, para responder a ques-
tões sobre a natureza, seus fenômenos, 
sua conservação.
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03TS02) Expressar-se livremente por 
meio de desenho, pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando produções bidi-
mensionais e tridimensionais.
(EI03ET01) Estabelecer relações de com-
paração entre objetos, observando suas 
propriedades.
(EI03EO06) Manifestar interesse e respeito 
por diferentes culturas e modos de vida.
(EI03ET02) Observar e descrever mudan-
ças em diferentes materiais, resultantes de 
ações sobre eles, em experimentos envol-
vendo fenômenos naturais e artificiais.
PNA
 Noções de localização, posicionamento, 
espacialidade, direcionalidade, tempo, ta-
manho, peso e volume.
 Descrição de imagens, ilustrações e ce-
nas ficcionais e não ficcionais, por meio 
de condução do professor.
 Apresentação de novo vocabulário, com 
estímulo à aquisição de vocabulário re-
ceptivo e expressivo, apresentando de-
finições claras e fazendo distinção entre 
conceitos, bem como demonstrando e 
exercitando a pronúncia adequada de 
cada palavra nova e de palavras mais difí-
ceis e sua utilização contextualizada.
 Associação das palavras novas a campos 
semânticos e ao conhecimento prévio 
das crianças.
 Visualização e manipulação mental de ob-
jetos bidimensionais e tridimensionais.
 Desenvolvimento da coordenação mo-
tora fina e da manipulação do lápis em 
atividades, como desenhar, traçar, colorir, 
pintar, tentativas de escrita, entre outras.
Saber mais
 Arte Baniwa
O endereço eletrônico a seguir traz uma 
série de exemplos de como o povo Ba-
niwa produz peças artesanais de arumã, 
uma espécie de cana, da qual podem ser 
extraídos filetes tingidos e trançados.
Disponível em: artebaniwa.org.br. Acesso 
em: 28 set. 2020.
P3_01_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap5_116a135_MP.indd 131P3_01_Pre_Silvana_Sag22_VU_Cap5_116a135_MP.indd 131 10/7/20 2:38 PM10/7/20 2:38 PM
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TRILHA NA FLORESTA
VAMOS CONHECER O QUE TEM NA FLORESTA? 
PARA ISSO, SIGA AS ORIENTAÇÕES DO PROFESSOR. 
Para realizar esta atividade veja 
as orientações no Material do 
Professor Digital (MPD). 
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TRANSPORTE.
IDENTIFIQUE 
O ANIMAL.
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GUARANÁ.
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QUE TAL RETRATAR A 
FAUNA E A FLORA DA 
FLORESTA AMAZÔNICA? 
IMAGEM DA PLANTA E 
ESCREVA O NOME DELA.
DESENHE OU 
PESQUISE UM ANIMAL 
DA FLORESTA 
AMAZÔNICA.
VAMOS CONHECER A 
FLORESTA AMAZÔNICA?
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VITÓRIA-RÉGIA
MAMITA/SHUTTERSTOCK
TRILHA NA FLORESTA
Atividade preparatória
 Providenciar os recursos do jogo no Material do Professor Digital com antecedência. 
Alguns recursos precisam ser impressos para que as crianças possam seguir as etapas 
do jogo.
 Algumas

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