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4 OMAR MORA EM SÃO PAULO

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Página 66
PARTE 1
OMAR TEM 5 ANOS E 
NASCEU NA SÍRIA. 
66
OMAR TEM 5 ANOS E NASCEU NA SÍRIA. ELE VEIO BEBÊ PARA O BRASIL, 
COM O PAI E A MÃE.
OMAR E OS PAIS SAÍRAM DO PAÍS PORQUE ESTAVA EM GUERRA E 
VIERAM PARA O BRASIL EM BUSCA DE MELHORES CONDIÇÕES DE VIDA. 
FÁTIMA É A IRMÃ DE OMAR, ELA NASCEU NO BRASIL E ELES PASSAM 
MUITO TEMPO JUNTOS.
A FAMÍLIA DE OMAR MORA EM UM APARTAMENTO NO CENTRO DA 
CIDADE DE SÃO PAULO.
ACOMPANHE A LEITURA SOBRE OMAR E SEU MODO DE VIDA.
OMAR E FÁTIMA.
SÃO PAULO. 
4
CAPÍTULO OMAR MORA EM 
SÃO PAULO 
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OMAR E FÁTIMA.
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KOMAR MORA EM 
SÃO PAULO
4
CAPÍTULO
PARTE 1
Introdução
Neste capítulo, começaremos o estudo explorando a identidade, os gostos, as ati-
vidades e o contexto de vida de Omar, um menino que nasceu na Síria e agora mora 
em São Paulo com os seus familiares. Esse contexto nos ajudará a explorar o alfabeto 
na forma bastão e cursiva, nas letras maiúsculas e minúsculas, possibilitando a explo-
ração de fonemas em letras e palavras. A cidade e as leis de trânsito também serão 
abordadas no capítulo, desenvolvendo as noções espaciais. Em diferentes momentos, 
serão trabalhadas as noções dos números de 16 a 20, suas quantidades, representa-
ções e traçado dos numerais, bem como a relação deles com contextos e situações 
problema com subtração. O estudo da representação de uma obra de arte servirá 
de base para identificar a forma geométrica da pirâmide e do triângulo, observar suas 
propriedades, estabelecer relações de comparação com objetos do cotidiano e no-
meá-las adequadamente. Espera-se que as crianças conheçam algumas noções e con-
ceitos quantitativos. Por isso, é interessante fazer o levantamento dos conhecimentos 
prévios das crianças e seus contextos.
Atividade preparatória
 Organizar as crianças sentadas em roda. Apresentar as imagens da abertura do ca-
pítulo e perguntar o que elas representam. Permitir que as crianças se expressem 
livremente sobre as características das imagens.
 Incentivar a observação das imagens e a tentativa de ler as legendas, explorando as 
letras iniciais e o que representam.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar o menino Omar e a família dele utilizando as imagens. Para isso, ler para 
os alunos o texto de abertura do capítulo.
 Após a leitura, conversar com as crianças, partindo de perguntas simples sobre as 
semelhanças e as diferenças entre o modo de vida delas e o de Omar. Sugerimos, a 
seguir, algumas possíveis questões a serem levantadas.
 Omar nasceu na Síria. Você nasceu em que país? Conhece alguém que nasceu em 
outro país?
 Omar está aprendendo a ler e a escrever. E vocês, o que estão aprendendo na 
escola?
 Omar e Fátima passeiam em um parque com os pais no final de semana. O que 
vocês fazem para se divertir no final de semana? Vocês conhecem algum parque 
localizado perto de onde moram?
 Se achar adequado, ampliar a atividade com uma proposta de investigação sobre as 
histórias de vida de outras crianças.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EO05) Demonstrar valorização das ca-
racterísticas de seu corpo e respeitar as ca-
racterísticas dos outros (crianças e adultos) 
com os quais convive.
(EI03EO06) Manifestar interesse e respeito 
por diferentes culturas e modos de vida.
(EI03ET06) Relatar fatos importantes sobre 
seu nascimento e desenvolvimento, a histó-
ria dos seus familiares e da sua comunidade.
PNA
 Descrição de imagens, ilustrações e cenas 
ficcionais e não ficcionais, por meio de 
condução do professor.
 Apresentação de novo vocabulário, com 
estímulo à aquisição de vocabulário recep-
tivo e expressivo, apresentando definições 
claras e fazendo distinção entre conceitos, 
bem como demonstrando e exercitando a 
pronúncia adequada de cada palavra nova 
e de palavras mais difíceis e sua utilização 
contextualizada.
 Associação das palavras novas a campos 
semânticos e ao conhecimento prévio das 
crianças.
Neste capítulo vamos:
 acompanhar o estudo do gênero textual 
trava-língua;
 explorar o alfabeto em letra bastão e em 
letra cursiva, em letra maiúscula e minús-
cula – O, P, Q, R, S, T;
 explorar a noção de números de 16 a 20, 
suas quantidades, representações e traça-
do dos algarismos;
 identificar e comparar formas geométricas: 
pirâmide e triângulo;
 explorar os conceitos muito, pouco e ne-
nhum;
 resolver situação-problema com subtração;
 explorar noções de representação espacial 
no contexto da cidade;
 identificar algumas regras de trânsito.
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PRATOS TÍPICOS 
DA SÍRIA: QUIBE E 
SHAWARMA.
OS PAIS DE OMAR TRABALHAM NO PREPARO DE PRATOS TÍPICOS 
SÍRIOS DELICIOSOS, COMO QUIBE, ESFIRRA E UM TIPO DE SANDUÍCHE 
CONHECIDO POR SHAWARMA NO RESTAURANTE.
A ESCOLA DE OMAR E FÁTIMA FICA PERTO DA RUA ONDE ELES MORAM. 
NA ESCOLA, ALÉM DE APRENDEREM A LER E ESCREVER, AS CRIANÇAS 
BRINCAM MUITO E OMAR ADORA JOGAR QUEIMADA COM OS AMIGOS. 
NO FIM DE SEMANA, OS PAIS LEVAM OMAR E FÁTIMA A UM PARQUE 
MUITO BONITO.
PARQUE DA LUZ.
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QUEIMADA.
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Para observar e avaliar
Pedir aos alunos que elaborem um desenho sobre o modo de vida do menino Omar. Solicitar que 
compartilhem e conversem sobre as suas produções.
Atividade complementar
 A abertura apresenta uma família de refugiados que mora no Brasil. Explicar que 
refugiados são pessoas que deixam seu país de origem devido à guerra ou a outros 
conflitos, como perseguição de natureza política, religiosa ou étnica, que põem a vida 
em risco. Esse tema é de relevância mundial. Abordar com as crianças que o respeito 
às diversidades são aspectos fundamentais para o acolhimento da população refu-
giada. Propor aos alunos um trabalho sobre a presença de refugiados na cidade ou 
região onde moram, a partir de aspectos relacionados à alimentação ou à música, 
por exemplo. Se considerar interessante ampliar a proposta, aprofundar o projeto de 
pesquisa com a inclusão de outras questões culturais.
 Seria interessante levantar se há alguma família de refugiados situada em local próxi-
mo à escola, para eventualmente preparar algo junto a essa família, como a participa-
ção em alguma atividade ou o relato de sua história. De todo modo, seria importante 
ouvir o que as crianças já conhecem sobre esse tipo de situação e suas representa-
ções. Ao tratar de outro país, seria oportuno também dar atenção às questões de 
percepção geográfica e de exploração de mapas, apenas com a intenção de identifi-
cação dos locais mencionados.
Crianças refugiadas: um olhar para infância 
e seus direitos 
[...] Se a infância é a construção social e cultural que vai fornecer o 
contexto das possíveis experiências para as crianças, estes se constituem 
em referentes empíricos, sujeitos concretos presentes em todas as socie-
dades humana. A distinção semântica localiza-se na base dos estudos da 
Sociologia da Infância, cujo campo de estudo é a infância, como núcleo 
cultural específico. 
A infância não é uma experiência universal de qualquer duração fixa, 
mas é diferentemente construída, exprimindo as diferenças individuais re-
lativas à inserção de gênero, classe, etnia e história. Distintas culturas, bem 
como as histórias individuais, constroem diferentes mundos da infância.
Ao reconhecer que a infância não é única, mas que há diferenças e seme-
lhanças entre cada uma delas, pode se tornar um equívoco pensarmos em 
uma infânciauniversal como unidade. Em algumas conjunturas sociocul-
turais, os rituais de transição são bem determinados e a infância geralmen-
te termina no tempo biológico de mutação do corpo humano. [...]
Disponível em: https://repositorio.ufsc.br/bitstream/handle/123456789/ 
188092/PEED1323-D.pdf?sequence=-1. Acesso em: 2 out. 2020.
Saber mais
 A viagem
Francesca Sanna
VR Editora, 2016
Como deixar tudo para trás e viajar quilô-
metros rumo a um lugar desconhecido? Essa 
é a jornada de milhões de refugiados ao 
redor do mundo. Nas malas, poucos perten-
ces. No coração, o medo do desconhecido 
e a esperança. Inspirado em relatos reais de 
pessoas que foram forçadas a sair de sua ter-
ra natal, narrados pelo olhar de uma criança.
 Agência da ONU para Refugiados 
(ACNUR)
Este é o site oficial da Agência da ONU 
para Refugiados, por meio do qual en-
contramos informações e notícias sobre 
as ações dessa agência que favorece mi-
lhões de refugiados em centenas de na-
ções. Disponível em: https://www.acnur.
org/por tugues/2016/03/22/refugiados-
e - m i g r a n t e s - p e r g u n t a s - f r e q u e n 
tes/. Acesso em: 22 set. 2020.
 Conheça SP
Estado que reúne um pequeno mundo 
em seu território, São Paulo foi construído 
por gente de variadas regiões. O povo que 
iniciou sua história desbravando terras, aco-
lheu migrantes e imigrantes para se trans-
formar em potência econômica, rica em di-
versidade e com um turismo incrementado 
por negócios, atrações culturais, praias, Mata 
Atlântica e estâncias do interior.
Disponível em: https://www.saopaulo.sp.
gov.br/conhecasp/. Acesso em: 2 out. 2020.
 150 ideias para o trabalho criativo 
com crianças de 2 a 6 anos
Sílvia Marina Guedes dos Reis
Papirus Editora 2016
O livro reúne um repertório de ativida-
des que aliam técnicas e sugestões, teoria 
e prática, compondo uma proposta inter-
disciplinar para o trabalho criativo com 
crianças de 2 a 6 anos. Por meio das artes 
plásticas, da literatura, do teatro, da música 
e da expressão corporal, é possível abor-
dar outras áreas do conhecimento, para 
que a criança construa seu conhecimento 
e desenvolva seu potencial criativo.
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TRAVA-LÍNGUAS
COM A AJUDA DE UM FAMILIAR, PESQUISE UM 
TRAVA-LÍNGUA E COPIE NO ESPAÇO INDICADO.F
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ERACI A
 VOCÊ SABE O QUE SÃO TRAVA-LÍNGUAS? SÃO FRASES 
DIFÍCEIS DE PRONUNCIAR.
ACOMPANHE A LEITURA QUE O PROFESSOR VAI FAZER DO 
TRAVA-LÍNGUA ABAIXO. 
O TEMPO PERGUNTOU AO TEMPO 
QUAL É O TEMPO QUE O TEMPO TEM.
O TEMPO RESPONDEU PARA O TEMPO
QUE NÃO TEM TEMPO DE DIZER PARA O TEMPO
QUE O TEMPO DO TEMPO
É O TEMPO QUE O TEMPO TEM. 
DA TRADIÇÃO POPULAR.
LORELYN MEDINA/SHUTTERSTOCK
TRAVA-LÍNGUAS
Atividade preparatória
 Essa atividade requer o auxílio de familiares. Encaminhar às famílias a solicitação 
para que, com as crianças, pesquisem em livros ou na internet alguns exemplos 
de trava-línguas. Informar aos familiares que os textos devem ser de baixa com-
plexidade, para que os alunos possam recitar para os colegas de classe. Evidenciar 
no comunicado que os familiares deverão escrever os trava-línguas no espaço 
determinado, sempre com a participação das crianças, tanto na escolha, como na 
escrita das frases.
 Organizar as crianças em roda e propor uma brincadeira introdutória. Propor 
a cada criança, na ordem da roda, a pronúncia do trava-língua do tigre. A partir 
da primeira rodada, os alunos devem recitar em velocidade cada vez maior. Aos 
poucos, acrescentar as frases “Dois tigres”, “Três tigres” e assim sucessivamente, 
ampliando o ritmo e a rapidez da recitação.
Atividade de desenvolvimento
 Organizar os alunos para a atividade, cada um com o seu livro em uma grande 
roda, e recitar cada trava-língua de forma lenta e pausada, oferecendo a oportu-
nidade para que as crianças escutem e aos poucos pronunciem corretamente as 
palavras e frases.
 Repetir quantas vezes achar necessário a leitura dos trava-línguas pesquisados pe-
las crianças e seus familiares e, depois, pedir aos alunos que recitem todos juntos.
 Perguntar às crianças quantas vezes a palavra “tempo” apareceu no trava-língua 
que está em seus livros.
 Aproveitar a oportunidade de observar a relação das crianças com o tempo. 
Se possível, explorar e utilizar os horários e a passagem de tempo, tendo como 
referência alguma passagem do tempo, como marcas da rotina (“antes do lanche” 
ou “após o recreio”, por exemplo) ou o relógio da sala de aula.
 Para finalizar, estimular cada criança a recitar o trava-língua de que mais gostou.
Atividade complementar
 Selecionar um trava-língua e destacar todas as palavras iguais ou que apresentam 
aliterações. Explorar as semelhanças e diferenças entre as palavras, os fonemas e 
como a repetição dificulta a reprodução oral. Por exemplo:
O rato roeu a roupa do Rei de Roma e a rainha com raiva resolveu remendar.
Para observar e avaliar
A atividade com trava-língua permite observar se as crianças apresentam dificuldades de pro-
nunciar alguns sons ou de reconhecer algumas letras ao identificarem as palavras. Pode-se 
assim acompanhar o que já se domina, o que está em desenvolvimento e o que ainda não se 
domina, para então definir as melhores estratégias de intervenções pedagógicas.
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eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e senti-
mentos sobre suas vivências, por meio da lin-
guagem oral e escrita (escrita espontânea), de 
fotos, desenhos e outras formas de expressão.
(EI03EF07) Levantar hipóteses sobre gê-
neros textuais veiculados em portadores 
conhecidos, recorrendo a estratégias de 
observação gráfica e/ou de leitura.
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03EO01) Demonstrar empatia pelos ou-
tros, percebendo que as pessoas têm dife-
rentes sentimentos, necessidades e manei-
ras de pensar e agir.
PNA
 Explorar o gênero textual trava-língua e 
aliterações.
 Oportunizar a escrita emergente do pró-
prio nome e do nome de alguns colegas, 
bem como de listas, textos memorizados 
e palavras simples.
 Compreensão oral dos alunos por meio 
de estratégias de interação verbal e leitura 
dialogada.
 Leitura em voz alta, pelo professor, de 
textos acompanhados (precedidos ou su-
cedidos) de perguntas para desenvolver e 
aferir a curiosidade e a compreensão oral, 
envolvendo o emprego de pronomes inter-
rogativos e adverbiais, tais como “quem”, 
“que”, “qual”, “quanto”, “quando”, “onde”, 
“por que”, bem como perguntas abertas 
sobre os textos e seus temas, a exemplo 
de descrição de personagens, situações e 
cenários, fomentando a habilidade de infe-
rência e de previsão de desfechos.
Saber mais
 Travadinhas
Eva Furnari
Moderna, 2011
Para compor essas “travadinhas”, a autora 
inspirou-se na tradicional brincadeira dos 
trava-línguas: composições verbais cuja 
repetição de sons provoca dificuldades 
ao serem faladas em voz alta. Isso torna o 
texto, além de desafiador, muito engraça-
do e prazeroso para as crianças. 
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BRINCADEIRA: TRAVA-LÍNGUAS
VAMOS BRINCAR COM TRAVA-LÍNGUAS?
DESAFIO: ESTE TRAVA-LÍNGUA DEVE TRAVAR A SUA LÍNGUA! 
TENTE REPETIR. DEPOIS PINTE A RUA DE PARALELEPÍPEDOS. 
SABIA QUE O PAI DO SABIÁ 
SABIA QUE O SABIÁ SABIA ASSOBIAR? 
DA TRADIÇÃO POPULAR.
ALÔ, O TATU TAÍ? 
NÃO, O TATU NÃO TÁ.
DA TRADIÇÃO POPULAR.
A RUA DE PARALELEPÍPEDO 
É TODA PARALELEPIPEDADA. 
DA TRADIÇÃO POPULAR.EUGENIA PETROVSKAYA/SHUTTERSTOCK
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BRINCADEIRA: TRAVA-LÍNGUAS
Atividade preparatória
 Para iniciar, selecionar um dos trava-línguas sugeridos nas páginas do Livro do 
Estudante. Ler para os alunos de forma lenta e, aos poucos, aumentar o ritmo da 
leitura.
 Após a leitura, propor a brincadeira da batalha de trava-línguas. Escolher com a turma 
um trava-língua e pedir que cada aluno recite-o. Quem tropeçar na pronúncia do 
trava-língua deixa a brincadeira. Se as crianças mostrarem desenvoltura, sugerir que 
recitem cada vez mais rapidamente, aumentando a dificuldade a cada rodada, até que 
reste um vencedor!
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade inicial e ler os trava-línguas. Solicitar aos alunos que relacionem 
o texto com a imagem correspondente. Explorar com os alunos as características que 
podem ser percebidas nos textos e o que compreenderam.
 Com o auxílio de seus alunos, selecionar o trava-língua que considerarem mais diver-
tido. Organizar a turma em duplas ou trios e solicitar que treinem o trava-língua até 
que o saibam de memória.
 Quando os alunos estiverem seguros de sua desenvoltura, iniciar a brincadeira, soli-
citando a cada um que recite o trava-língua, primeiro lentamente e depois de forma 
cada vez mais acelerada. Os alunos que errarem a pronúncia das palavras saem da 
disputa, até restar um só aluno que tenha pronunciado corretamente e com maior 
agilidade.
 Para finalizar, recitar com seus alunos o trava-língua: “A rua de paralelepípedo é toda 
paralelepipedada”. Retomar os estudos sobre a forma geométrica e pedir aos alunos 
que identifiquem e pintem na ilustração os paralelepípedos.
Atividade complementar
 Sugerir aos alunos que escolham um trava-língua e elaborem um desenho sobre o 
tema ou sobre as palavras apresentadas no texto. Depois, orientar uma apresentação 
na qual cada aluno compartilha seu desenho com os colegas, descrevendo-o e expli-
cando sua ideia.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e senti-
mentos sobre suas vivências, por meio da lin-
guagem oral e escrita (escrita espontânea), de 
fotos, desenhos e outras formas de expressão.
(EI03EF07) Levantar hipóteses sobre gê-
neros textuais veiculados em portadores 
conhecidos, recorrendo a estratégias de 
observação gráfica e/ou de leitura.
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03EO01) Demonstrar empatia pelos ou-
tros, percebendo que as pessoas têm dife-
rentes sentimentos, necessidades e manei-
ras de pensar e agir.
(EI03TS02) Expressar-se livremente por 
meio de desenho, pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando produções bidi-
mensionais e tridimensionais.
PNA
 Explorar o gênero textual trava-língua e 
aliterações.
 Oportunizar a escrita emergente do pró-
prio nome e do nome de alguns colegas, 
bem como de listas, textos memorizados 
e palavras simples.
 Compreensão oral dos alunos por meio 
de estratégias de interação verbal e leitura 
dialogada.
 Leitura em voz alta, pelo professor, de 
textos acompanhados (precedidos ou su-
cedidos) de perguntas para desenvolver e 
aferir a curiosidade e a compreensão oral, 
envolvendo o emprego de pronomes inter-
rogativos e adverbiais, tais como “quem”, 
“que”, “qual”, “quanto”, “quando”, “onde”, 
“por que”, bem como perguntas abertas 
sobre os textos e seus temas, a exemplo 
de descrição de personagens, situações e 
cenários, fomentando a habilidade de infe-
rência e de previsão de desfechos.
 Comparação entre figuras geométricas.
 Visualização e manipulação mental de ob-
jetos bidimensionais e tridimensionais.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
Saber mais
 Adivinhas e trava-línguas
Libsa
Caramelo, 2007
Depois das adivinhas, vêm os trava-línguas, 
com textos que funcionam como jogos 
linguísticos que trabalham o raciocínio e 
a fala das crianças.
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LETRA O
 ELE NASCEU NA SÍRIA E ADORA JOGAR QUEIMADA NA 
ESCOLA. QUEM É ESSE MENINO? 
OMAR COMEÇA COM A LETRA O.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA O E ESCREVA 
A PALAVRA. 
COMPLETE AS PALAVRAS COM A LETRA O E FORME O 
NOME DAS FIGURAS. 
NDA V SSO O O O O
M T MENIN F T GRAFIAO O O O O
O o
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Omar
Esse menino é o Omar.
OMAR.
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LETRA O
Atividade preparatória
 Providenciar, em revistas, jornais ou na internet, figuras de elementos cujos nomes 
começam com a letra O, como “ovelha”, “ovo”, “ouvido”, “onça”, “osso”, “olho”. Incluir 
também imagens de outras palavras que tenham a letra O no meio e no fim, como: 
“boi”, “fogo”, “piriquito”, “boca”, “jiboia”, “dedo”, “morango”, “menino”.
 Organizar as crianças em roda de conversa e disponibilizar as imagens no meio da 
roda, para as crianças identificarem oralmente os nomes das figuras. Solicitar que 
identifiquem as imagens relacionadas às palavras que começam com a letra O e que 
formem um grupo com essas imagens. Sugerimos que escreva na lousa, em letra de 
forma, a lista das palavras, conforme elas forem sendo identificadas.
Atividade de desenvolvimento
 Para apresentar a atividade, iniciar com a leitura da pergunta: “Ele nasceu na Síria e adora 
jogar queimada na escola. Quem é esse menino?”. Em seguida, perguntar onde Omar 
está representado. Espera-se que as crianças percebam que o nome Omar pode ser 
escrito. Se não descobrirem, mostrar a palavra pontilhada na pauta e perguntar com 
que letra a palavra começa.
 Mostrar o O escrito em letra bastão e em letra cursiva, em letra maiúscula e minús-
cula. Explorar com o dedo o contorno das letras e solicitar que tracem com giz de 
cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar que 
cubram o pontilhado para escrever a letra O.
 Na última atividade, começar nomeando todas as figuras com as crianças, sempre 
incentivando que tentem sozinhas reconhecer os elementos. Depois, pedir que com-
pletem os nomes das figuras com a letra O.
 Para finalizar, fazer a leitura das palavras e propor uma reflexão cuidadosa sobre os 
fonemas, explorando as palavras que têm sons iniciais ou finais semelhantes.
Atividade complementar
 Escrever cada palavra do trava-língua abaixo em um cartão, representando também 
as palavras com imagens, quando possível, para apoiar a identificação da palavra. Con-
vidar o número de crianças correspondente ao número de palavras para a atividade. 
Cada aluno receberá o cartão de uma palavra da frase. Ajudar os alunos a identificar 
suas respectivas palavras. De pé e posicionados um ao lado do outro, conforme a 
sequência de palavras da frase, cada aluno deve dizer em voz alta a palavra que re-
presenta, tendo em mãos seu cartão.
O prefeito moço prometeu ovo, muito ovo pro povo.
 Em seguida, pedir a um dos alunos que retorne ao seu assento. Perguntar ao grupo 
se o sentido da frase se mantém, mesmo faltando uma palavra. A atividade tem como 
objetivo mostrar que a ausência de uma palavra pode prejudicar o sentido da frase.
 Por último, pedir que identifiquem as palavras da frase quecomeçam e que terminam 
com a letra O.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.), cuja grafia se inicia pela le-
tra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 ABC do Trava -Língua
Rosinha
Editora do Brasil, 2012
Luisa lustrava o lustre listrado e alguém 
trazia três pratos de trigo para três tigres 
tristes. Não tem quem não se enrole fa-
lando frases assim, por isso mesmo os 
trava-línguas são tão divertidos. Existen-
tes em várias culturas, eles brincam com 
os sons e, quanto mais travam a língua, 
melhor! Este livro é recheado de trava-
-línguas bem especiais, um para cada letra 
do alfabeto.
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LETRA P
 QUE LUGAR É UTILIZADO PARA O LAZER E A DIVERSÃO 
DAS PESSOAS? O parque.
PARQUE.
OMAR GOSTA DE PASSEAR 
COM OS PAIS.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA P E ESCREVA A 
PALAVRA. 
P p
P p
parque
CUBRA OS PONTILHADOS DAS LETRAS E DESCUBRA AS 
PALAVRAS QUE SE FORMAM. 
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pera
pizza
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p e pe
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porta
pavão
pudim
LETRA P
Atividade preparatória
 Pedir às crianças que se deitem e finjam dormir. Cantar a canção da pulguinha e dar 
um levíssimo toque nas crianças, como se fosse uma mordida da pulguinha.
Estava dormindo quando algo aconteceu
Veio uma pulguinha que danada me mordeu.
 Quando acabar a música, dizer Acorda pulguinha, acorda pulguinha!. As crianças vão se 
levantando e se espreguiçando. Cantar a segunda parte da canção e as crianças pulam 
e se movimentam à vontade.
Pula pulguinha
Pula pulguinha
Pula pulguinha
Essa pulguinha é danada.
 Para finalizar, escrever na lousa ou em um papel grande as palavras “pula” e “pulgui-
nha” e perguntar para as crianças com que letra essas palavras começam. Aproveitar 
a oportunidade para perceber e explorar o que já decodificam das letras e quais são 
suas hipóteses de leitura.
Atividade de desenvolvimento
 Perguntar se as crianças conhecem o local descrito na atividade. Em seguida, verificar 
se as crianças conseguiram identificar a palavra escrita com letras cursivas e a palavra 
pontilhada na pauta.
 Propor a criação coletiva de uma lista de atividades que podemos fazer em um par-
que, escrevendo-as na lousa. Mostrar o P escrito em letra bastão e em letra cursiva, 
em letras maiúscula e minúscula. Explorar com o dedo o contorno das letras e solici-
tar aos alunos que cubram os movimentos representados com traços feitos com giz 
de cera ou lápis colorido. Depois, solicitar que cubram o pontilhado para escrever a 
palavra “parque”. Explicar que P é o nome da letra que tem o som /p/.
 Por fim, explorar a formação da letra P com cada uma das vogais, ler com as crianças 
os sons das letras e as palavras que começam com elas.
Atividade complementar
 O parque é um espaço público que deve ser preservado e pode ser utilizado por 
todos. Propor às crianças um estudo sobre um parque da redondeza e as atividades 
de lazer feitas nesse espaço. Depois, ilustrar e escrever um texto coletivo para ampliar 
o trabalho com o tema. Se possível, organizar uma visita a um espaço verde público 
localizado próximo à escola e que seja utilizado para lazer.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela letra 
em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Hocus Pocus
Kiara Terra
Ionit Zilberman
Companhia das Letrinhas, 2012
Esta é uma história sobre um homem e 
uma menina que foram se tornando pai e 
filha um pouquinho a cada dia.
 Psicologia: reflexão e crítica
O texto aborda as restrições aos lugares 
públicos em razão das mudanças sociais e 
espaciais, ao mesmo tempo que pontua a 
importância desses lugares para o desen-
volvimento de habilidades físicas, cogniti-
vas, sociais e psicológicas das crianças que 
ocorre por meio do brincar.
LUZ, G.M.; KUHEN, A. Psicologia: reflexão 
e crítica. Disponível em: https://www.
scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&p
id=S0102-79722013000300015. Acesso 
em: 22 set. 2020.
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TRACE OS NÚMEROS DE ACORDO COM OS MOVIMENTOS 
E CONTINUE ESCREVENDO OS NÚMEROS 16 E 17. 
QUANTAS CRIANÇAS ESTÃO ESPERANDO PARA ENTRAR 
NO TRANSPORTE ESCOLAR? 17 
QUANTOS LUGARES EXISTEM PARA ELAS NO VEÍCULO? 16
QUANTAS CRIANÇAS TERÃO QUE ESPERAR O PRÓXIMO 
VEÍCULO? 1
NÚMEROS 16 E 17
DEZESSEIS DEZESSETE
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OBSERVE A IMAGEM DA SAÍDA DA ESCOLA DE OMAR E 
RESPONDA. 
NÚMEROS 16 E 17
Atividade preparatória
 Organizar as crianças em roda. Observando as sequências numéricas já dominadas 
pelas crianças, combinar as regras do jogo: elas deverão recitar uma série numérica 
predefinida. Cada número deve ser recitado por uma criança, sem repetições. Esco-
lher uma criança para começar a contagem, dizendo UM. A recitação dos números 
deve continuar com as outras crianças. Se mais de uma criança falar o mesmo núme-
ro, o jogo recomeça. Escolher outra criança para reiniciar a contagem e seguir o jogo. 
O grupo deve perceber que, para concluírem o jogo, precisam estar atentos, definir 
e respeitar uma estratégia. O jogo termina quando a sequência numérica for recitada 
sem erro e todas as crianças participarem uma vez.
 Se possível, conversar com as crianças para que descrevam quais foram os desafios 
do jogo e o que aprenderam jogando. É importante observar o que as crianças já 
dominam, para que adaptem as propostas com diferentes sequências numéricas para 
não ficarem aquém ou além do que as crianças estão aptas para realizar.
Para observar e avaliar
A situação de jogo permite observar as crianças, acompanhandoo que aprenderam sobre a série 
numérica e qual o raciocínio lógico que utilizaram para traçar a estratégia de jogo. A avaliação pro-
move conhecer as aprendizagens dos alunos daquilo que foi trabalhado nos encontros e atividades, 
por diversos meios e instrumentos.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade às crianças, explorando a situação-problema representada 
pela ilustração. Ler as perguntas e solicitar às crianças que busquem as respostas.
 Conversar com as crianças durante a atividade sobre o que compreenderam e quais 
os pontos de dificuldade. Isso é importante para, se necessário, introduzir outras ativi-
dades que favoreçam o desenvolvimento das noções numéricas. Por exemplo, utilizar 
pequenas peças de um jogo de montar, palitos de sorvete, botões grandes ou grãos 
de feijão para explorar quantidades e situações-problema com contagem.
 Explorar o movimento da escrita dos números, chamando atenção dos movimentos 
mais complexos ou as proporções de alguns traços para que o número fique bem 
legível. Identificar número, nome, quantidade e outras formas de representar as quan-
tidades dos números 16 e 17.
Atividade complementar
 Solicitar às crianças que cada uma crie um problema e o apresente para um colega, 
explicando a situação, mas sem dar a resposta. Depois ela deve resolver o problema 
do colega. Verificar o desenvolvimento das atividades e as respostas e refletir com as 
crianças sobre a atividade e seus desafios.
Para observar e avaliar
Esta atividade permite compreender se as crianças perceberam os aspectos que envolvem um 
problema e se conseguiram entender o que é necessário para solucionar uma situação-problema.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET04) Registrar observações, manipula-
ções e medidas, usando múltiplas linguagens 
(desenho, registro por números ou escrita 
espontânea), em diferentes suportes.
(EI03ET07) Relacionar números às suas 
respectivas quantidades e identificar o an-
tes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Noções de quantidade, algarismo, somas, 
subtrações, proporções simples envolven-
do números de apenas um algarismo.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas represen-
tações gráficas, relacionando-os às quan-
tidades que representam, o traçado dos 
algarismos e a contextualização de quan-
tidades em contagens de dinheiro, pessoas 
e objetos em geral.
Saber mais
 O macaco que calculava
Anna Flora
Formato, 2019
“E aí, macacada, algum problema?”, pergun-
ta o macaco-prego. “Eu tenho um!”, berra 
o mico-leão. “Ganhei duas bananas e tenho 
quatro amigos. Como distribuir as bananas 
sem causar briga?”. Assim começa a história 
dos macacos que se reúnem em uma roda, 
a roda dos problemas, para resolver cálculos. 
Até se depararem com um problema muito 
complicado, que, mesmo com toda a ma-
cacada reunida, ninguém consegue resolver. 
O professor Pitágoras, que já estava aposen-
tado, aceita o desafio e acaba reabrindo a 
A.M.A. Ficou curioso para saber o que é? 
Descubra, lendo esta divertida história.
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TRACE OS NÚMEROS DE ACORDO COM OS MOVIMENTOS 
E CONTINUE ESCREVENDO OS NÚMEROS 18 E 19. 
NÚMEROS 18 E 19
OBSERVE O ESTACIONAMENTO DO PARQUE ONDE OS 
PAIS DE OMAR ESTACIONARAM E, COM A AJUDA DE SEUS 
COLEGAS, RESPONDA: 
DEZOITO DEZENOVE
19 19 19 19 19 19
QUANTAS VAGAS PARA VEÍCULOS 
EXISTEM NO ESTACIONAMENTO?
QUANTAS VAGAS ESTÃO 
OCUPADAS POR VEÍCULOS?
QUANTAS VAGAS ESTÃO 
DISPONÍVEIS? 
19 vagas.
18 vagas.
1 vaga.
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NÚMEROS 18 E 19
Atividade preparatória
 Providenciar as cartelas de bingo com números de 1 a 20 e fichas com cada número 
escrito para que sejam sorteadas por uma pessoa. Distribuir as cartelas para que as 
crianças marquem os números “cantados”. Ganha o aluno que preencher a cartela 
primeiro.
Para observar e avaliar
Nesta atividade é possível observar se as crianças já identificam os números e traçar estratégias que 
possam ajudar a garantir esse domínio.
Atividade de desenvolvimento
 Explorar a situação-problema representada pela ilustração do estacionamento. Ler as 
perguntas e incentivar a busca pelas respostas.
 Observar e conversar com as crianças durante o desenvolvimento das atividades 
para identificar o que compreenderam e quais os pontos de dificuldade, para que 
possam ser definidas estratégias e atividades complementares, que favoreçam o de-
senvolvimento das noções numéricas. Pequenas peças de um jogo de montar ou 
outros objetos, como palitos de sorvete, botões grandes ou grãos de alimentos, 
podem ser utilizados, por exemplo, para explorar quantidades e situações-problema 
com contagem.
 Explorar o movimento da escrita dos números, chamando atenção para os movi-
mentos mais complexos ou para as proporções entre os traços, para que o número 
fique bem legível. Identificar o número, o nome, a quantidade e outras formas de 
representar as quantidades dos números 18 e 19.
Atividade complementar
 Propor aos alunos que realizem uma pesquisa com os familiares para descobrir rela-
ções importantes que ocorrem quando completamos 18 anos. Solicitar que tragam 
os resultados para a escola, em material escrito e com imagens ou desenhos, para que 
possam compartilhar com os colegas. Explorar as curiosidades que trouxerem, como 
a possibilidade de tirar a carteira de habilitação, a maioridade ou deveres e direitos 
que são adquiridos com essa idade. O intuito é ampliar a curiosidade das crianças e 
relacionar a noção de tempo, responsabilidades e direitos.
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eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET04) Registrar observações, manipula-
ções e medidas, usando múltiplas linguagens 
(desenho, registro por números ou escrita 
espontânea), em diferentes suportes.
(EI03ET07) Relacionar números às suas 
respectivas quantidades e identificar o an-
tes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Noções de quantidade, algarismo, somas, 
subtrações, proporções simples envolven-
do números de apenas um algarismo.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas represen-
tações gráficas, relacionando-os às quan-
tidades que representam, o traçado dos 
algarismos e a contextualização de quan-
tidades em contagens de dinheiro, pessoas 
e objetos em geral.
Saber mais
 Quando eu crescer...
Ana Maria Machado
Moderna, 2013
Quando eu crescer o que é que eu vou 
ser? Vou trabalhar num estaleiro? Vou num 
barco navegar? Ser salva-vidas na praia? 
Mergulhador? Petroleiro em plataforma 
no mar? Brincando com as rimas e jogan-
do com as palavras que recheiam o texto, 
aqui, os pequenos serão apresentados ao 
tema da escolha da profissão.
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LETRA Q
 JOGO QUE OMAR ADORA E TENTA ACERTAR OS 
ADVERSÁRIOS COM UMA BOLA. QUAL É O NOME DESSE 
JOGO? 
QUEIMADA É UM JOGO DE REGRAS EM 
QUE PARTICIPAM DUAS EQUIPES.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA Q E ESCREVA A PALAVRA. 
QUE TAL BRINCAR DE QUEIMADA? DESCUBRA AS REGRAS E 
COMECEA BRINCADEIRA.
PINTE AS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM A LETRA Q. 
quebrado
camelo
Q q
Q q
É o jogo de queimada.
queimada
pêssego quiabo
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QUEIMADA.
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LETRA Q
Atividade preparatória
 Organizar as crianças na quadra esportiva ou em um espaço aberto para jogar 
queimada. Explicar as regras do jogo e incentivar a participação colaborativa dos 
alunos.
Diferentes formas de jogar queimada
Para jogar a queimada você precisa dividir duas equipes com mes-
mo número de pessoas. Traça-se dois campos, ficando cada equipe em 
lado do campo. A linha de fundo de cada lado é chamada de cemitério 
ou poço. O objetivo é jogar a bola nos adversários para queimá-los 
(acertar um arremesso no adversário sem que ele segure a bola) até 
todos os integrantes do time adversário estarem no cemitério. A equi-
pe que conseguir isso primeiro vence.
TORREZIO JR, O.P. Diferentes formas de jogar queimada. Portal do professor. 
Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.
html?aula=15447. Acesso em: 14 ago. 2020.
Atividade de desenvolvimento
 Começar perguntando se as crianças já conheciam esse jogo. Em seguida, obser-
var se as crianças conseguiram identificar a palavra escrita com letras cursivas e a 
palavra pontilhada na pauta.
 Mostrar o Q escrito em letra bastão e em letra cursiva, em letras maiúscula e 
minúscula. Explorar com o dedo o contorno das letras e solicitar que tracem com 
giz de cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, 
propor que cubram o pontilhado para escrever a palavra “queimada”.
 Por fim, explorar as palavras e as imagens apresentadas no quadro e incentivar 
as crianças a localizarem a formação da sílaba e a palavra que começa com 
essa letra.
Atividade complementar
 Propor às crianças e seus familiares uma atividade que explore a aliteração, ou a 
repetição de fonemas consonantais, de palavras que se iniciam com Q, incenti-
vando que pesquisem nos objetos de casa ou em revistas, livros e internet. Eles 
deverão trazer as palavras encontradas para a aula. Incluir essas palavras no banco 
de palavras de referência da sala de aula, nos lugares correspondentes às iniciais 
do alfabeto.
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BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela letra 
em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 O que começa com...
Ingrid Biesemeyer Bellinghausen
DCL, 2012
Neste livro, cada letra é representada por 
figuras cujo nome começa com ela. É um 
bom recurso para motivar as crianças a 
descobrirem novas palavras. Colagens, 
papéis coloridos e recortes de revistas 
serviram de base para as ilustrações feitas 
pela autora.
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LETRA R
COMO CHAMAMOS O ESPAÇO POR ONDE CIRCULAM 
PESSOAS E VEÍCULOS? 
A RUA ONDE FÁTIMA E OMAR MORAM 
É PERTO DA ESCOLA.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA R E ESCREVA A PALAVRA.
R r
R r
Rua.
CUBRA OS PONTILHADOS DAS LETRAS E DESCUBRA 
AS PALAVRAS QUE SE FORMAM. 
RUA.
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LETRA R
Atividade preparatória
 Escrever o texto abaixo em um papel Kraft. Ler com as crianças e perguntar o que 
compreenderam do trava-língua, quem são os personagens envolvidos e se identifi-
cam algum fonema que se repete pelo uso da aliteração. Solicitar que identifiquem as 
palavras que começam com a letra R e pintem a letra no cartaz.
O rato roeu a roupa do rei de Roma.
 Escrever as palavras iniciadas com R na lousa em forma de lista, organizando a se-
quência das palavras de acordo com os seguintes critérios: em ordem crescente de 
tamanho e considerando a ordem alfabética da segunda letra das palavras, conforme 
modelo abaixo. Explorar a lista, analisando a quantidade de letras que compõem cada 
palavra, quais palavras começam ou terminam com as mesmas letras e que letra vem 
depois do R. É importante que percebam que a letra R no início dessas palavras 
representa o som /r/. Pedir que repitam a pronúncia com o som do R prolongado.
REI RATO ROEU ROMA ROUPA
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a unidade lendo a explicação sobre o que é rua. Em seguida, perguntar 
onde a rua está representada. Provavelmente as crianças mostrarão a imagem, então 
perguntar de que outra forma a palavra “rua” está representada na atividade. Espera-se 
que as crianças percebam o nome rua escrito com letras. Caso não encontrem, mostrar 
a palavra pontilhada na pauta. Depois, perguntar com que letra a palavra “rua” começa.
 Mostrar o R escrito em letra bastão e em letra cursiva, em letra maiúscula e minús-
cula. Explorar com o dedo o contorno das letras e solicitar que tracem com giz de 
cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar que 
cubram o pontilhado para escrever a palavra “rua”.
 Por último, explorar a formação da letra R com cada uma das vogais. Ler com as 
crianças os sons das letras, a formação da sílaba e a palavra que começa com essas 
letras. Orientar os alunos a cobrirem os traçados e descobrirem as palavras formadas.
Atividade complementar
 Escrever na lousa algumas palavras que começam com R, como "relógio", "robô", "ra-
posa", "riso" e "rua", e solicitar às crianças que copiem as palavras e façam os desenhos 
correspondentes. Depois, explorar os sons iniciais das palavras estudadas, formados 
pela letra R seguida pelas vogais.
 Se possível, ampliar o trabalho incluindo a leitura na rotina das crianças, com histórias e 
contos tradicionais ou com as sugestões de literatura indicadas no decorrer do capítulo.
Para observar e avaliar
Esta atividade permite compreender o que as crianças perceberam sobre as palavras começadas 
com a letra R e os fonemas trabalhados.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela letra 
em questão.
 Desenvolvimentoda coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Ri melhor quem ri primeiro
José Paulo Paes
Companhia das Letrinhas, 1998
Os 31 poemas que compõem o livro 
vieram de épocas e lugares diferentes: da 
Grécia antiga, da França setecentista, da 
Suíça contemporânea. Título Altamente 
Recomendável pela Fundação Nacional 
do Livro Infantil e Juvenil – FNLIJ 1998, 
categoria poesia.
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FORMA GEOMÉTRICA: PIRÂMIDE 
 OBSERVE A OBRA DE ARTE. VOCÊ CONHECE ALGUMA DAS 
FORMAS REPRESENTADAS? 
 CONTORNE A FORMA QUE LEMBRA UMA PIRÂMIDE.
FOUR PYRAMIDS, DE ALEXANDER CALDER, SÉCULO XX (LITOGRAFIA COLORIDA 
EM PAPEL TECIDO). INSTITUTO DE ARTES DE DETROIT, ESTADOS UNIDOS.
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FORMA GEOMÉTRICA: PIRÂMIDE
Atividade preparatória
 Solicitar que as crianças, com ajuda dos familiares, procurem em casa objetos que 
lembrem a forma de uma pirâmide e tragam para a escola para mostrar para os 
colegas. Caso não encontrem um objeto com as características desejadas, podem 
trazer imagens de revistas ou da internet.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade, explorando com os alunos a obra de arte representada, 
destacando os elementos e as cores, identificando a qual forma se assemelham. 
O momento será oportuno para formular perguntas que auxiliem na observação 
da obra, no aperfeiçoamento da oralidade e no vocabulário do contexto semân-
tico. Incentivar o reconhecimento e utilização da nomenclatura adequada das 
formas geométricas identificadas.
 Propor que as crianças criem um título para a obra representada e pedir que 
expliquem suas escolhas. Escrever as sugestões na lousa. Depois, sugerir uma 
votação para o título preferido do grupo.
 Solicitar aos alunos que circulem as imagens da atividade que lembram uma pirâmide.
 Incentivar os alunos a conhecerem mais sobre o artista e suas obras, lendo in-
formações da biografia de Alexandre Calder. Se considerar interessante, outras 
obras de arte do autor podem ser exploradas.
Alexander Calder
Filho e neto de escultores, nasceu na Pensilvânia, Estados Unidos, 
em 1898. Formou-se em engenharia mecânica e exerceu esta profissão 
durante quatro anos. Aos 25 anos de idade, largou o emprego e foi 
para Nova York, onde estudou artes e trabalhou de ilustrador na Na-
tional Police Gazette. Ficou em Paris entre 1926 e 1931. Frequentou a 
Academia de La Grande Chaumière. Teve contato com Modrian e Miró. 
Participou do Grupo Abstraction-Creation.
Calder gostava de fabricar engenhos com a finalidade de divertir-se. 
Assim surgiram seus móbiles e em oposição a esses, os estábiles, bati-
zados com esse nome por Duchamp e Arp.
Mais tarde, além de desenhar joias, fez tapeçarias, serigrafias e cenários. 
Viajou para o México e Brasil em 1948. Morreu em Nova York, em 1976.
Museu de Arte contemporânea da Universidade de São Paulo. Disponível em: http://
www.macvirtual.usp.br/mac/templates/projetos/percursos/percursos_fig_abst_
biog_calder.asp. Acesso em: 23 set. 2020.
Atividade complementar
 Propor às crianças a construção de um móbile de isopor com formas geométri-
cas. Na internet, há sites que ensinam a construção.
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BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03TS02) Expressar-se livremente por meio 
de desenho, pintura, colagem, dobradura e es-
cultura, criando produções bidimensionais e 
tridimensionais.
(EI03ET01) Estabelecer relações de com-
paração entre objetos, observando suas 
propriedades.
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
(EI03CG03) Criar movimentos, gestos, olha-
res e mímicas em brincadeiras, jogos e ativi-
dades artísticas como dança, teatro e música.
PNA
 Identificação de triângulos, retângulos, cir-
cunferências, linhas.
 Comparação entre figuras geométricas.
 Visualização e manipulação mental de ob-
jetos bidimensionais e tridimensionais.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
Saber mais
 A geometria na Educação infantil: 
o quê? Por quê? Como?
Leila Pessôa Da Costa e Sandra Regina 
D,Antonio Verrengia et al.
Com leveza e naturalidade, as autoras 
dialogam com o mundo da pesquisa e da 
docência. Argumentações teóricas e ativi-
dades práticas se entrelaçam e oferecem 
ao leitor um encontro surpreendente 
com a Geometria.
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FORMA GEOMÉTRICA: TRIÂNGULO 
VAMOS FAZER BANDEIRINHAS DE FESTA? 
A REPRESENTAÇÃO DAS BANDEIRINHAS LEMBRA QUE 
FORMA GEOMÉTRICA? 
 PINTE A FORMA QUE REPRESENTA UM TRIÂNGULO. 
A forma geométrica que se evidencia 
é o triângulo. 
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VLADIM
IR KRUGLOVE/SHUTTERSTOCK
FORMA GEOMÉTRICA: TRIÂNGULO
Atividade preparatória
 Providenciar papéis de diferentes texturas e cores e fazer recortes de triângulos de 
diversos tamanhos. Propor às crianças a criação da representação de um personagem 
ou animal, utilizando os recortes.
 Se sentir necessidade, providenciar também alguns recortes de retângulos para com-
plementar a atividade, tornando assim a proposta mais sinestésica.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade explorando com os alunos a imagem representada, destacan-
do os elementos e as cores, identificando a qual forma se assemelham. Aproveitar a 
oportunidade para formular perguntas que auxiliem na leitura da imagem e no aper-
feiçoamento da oralidade e do vocabulário. Incentivar a utilização da nomenclatura 
adequada da forma geométrica identificada.
 Propor que as crianças relacionem a imagem a uma festa popular. Perguntar a época 
do ano em que a festa é comemorada.
 Solicitar que pintem a imagem da atividade que se assemelha a um triângulo.
Atividade complementar
 Com fita-crepe ou fita adesiva colorida, compor traçados no chão em forma de 
triângulos de vários tamanhos e cores. Compor pelo menos seis triângulos de tipos 
diferentes e posições aleatórias. Solicitar às crianças que identifiquem qual é a forma 
representada nas figuras e quais características têm em comum.
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BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03TS02) Expressar-se livremente por meio 
de desenho, pintura, colagem, dobradura e es-
cultura, criando produções bidimensionais e 
tridimensionais.
(EI03ET01) Estabelecer relações de com-
paração entre objetos, observando suas 
propriedades.
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03CG03) Criar movimentos, gestos, olha-
res e mímicas em brincadeiras, jogos e ativi-
dades artísticas como dança, teatro e música.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais noatendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Identificação de triângulos, retângulos, cir-
cunferências, linhas.
 Comparação entre figuras geométricas.
 Visualização e manipulação mental de ob-
jetos bidimensionais e tridimensionais.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
Saber mais
 As formas do mundinho
Ingrid Biesemeyer Bellinghausen
DCL, 2015
Nunca é cedo demais para começar a 
aprender. Os pequenos leitores, a partir 
da leitura, reconhecerão as formas nos 
objetos do dia a dia, numa gostosa brin-
cadeira.
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LETRA S
OS PAIS DE OMAR TÊM UM RESTAURANTE. NO CARDÁPIO, 
EXISTE UM PRATO QUE GERALMENTE É SERVIDO FRIO 
COM VERDURAS E LEGUMES. QUAL O NOME DESSE PRATO? 
Salada.
AS SALADAS SÃO ALIMENTOS 
IMPORTANTES PARA A SAÚDE.
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SALADA.
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CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA S E ESCREVA 
A PALAVRA. 
COMPLETE AS PALAVRAS COM A LETRA S E DESCUBRA O 
QUE FORMA. 
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LETRA S
Atividade preparatória
 Organizar as crianças em roda e propor o jogo Eu espio, no qual o professor fala: Eu 
espio com os meus olhinhos uma coisa que começa com “s” e que está na estante. As 
crianças precisam procurar um elemento que começa com esse som, como “sacola”, 
“sabonete”, “saleiro” e outros. A brincadeira também pode ser feita com o nome 
próprio dos colegas ou nomes de conhecidos que comecem com a letra S.
 Repetir essa atividade algumas vezes na rotina, explorando letras diferentes com ob-
jetos diferentes.
Atividade de desenvolvimento
 Começar a atividade lendo a frase inicial para ver se descobrem a resposta, que é 
salada. Observar se as crianças conseguiram identificar a palavra escrita com letras 
cursivas pontilhada na pauta.
 Mostrar a letra S escrita em letra bastão e em letra cursiva, em letra maiúscula e mi-
núscula. Explorar com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem com 
giz de cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar 
que cubram o pontilhado para escreverem a palavra “salada”. Dizer que aquela letra 
se chama S e apresentar apenas o som regular.
 Explorar a formação da letra S com cada uma das vogais. Ler com as crianças os sons 
das letras, a formação da sílaba e as palavras que começam com essas letras. Estimule 
os alunos a cobrir os traçados e descobrir as palavras que formam.
Atividade complementar
 Propor um jogo para as crianças, solicitando que cada uma delas responda às ques-
tões indicadas abaixo.
 Diga um nome de animal que começa com S (“serpente”, “sapo”, “siri” e outros).
 Diga o nome de uma pessoa que começa com S (“Sílvia”, “Sandro”, “Selma” e outros).
 Diga uma roupa que começa com a letra S (“saia”, “sapato” e outras).
 Diga um nome de calçado que termina com S (“tênis”).
 Diga palavras que terminem com S (geralmente são citadas palavras no plural, 
como “bonecas”, “calças” e outras).
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela letra 
em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Sinto o que sinto e a incrível 
história de Asta e Jaser
Lázaro Ramos
Carochinha; 2019
Aprender a identificar e a nomear os 
sentimentos é muito importante para o 
desenvolvimento emocional do ser hu-
mano e este é o objetivo do livro: ajudar 
as crianças a entenderem que é normal 
sentir raiva, alegria, orgulho, tudo ao mes-
mo tempo.
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LETRA T
 O QUE USAMOS PARA DAR SABOR NAS COMIDAS?
SAL, PIMENTA, 
ORÉGANO E OUTROS 
TIPOS DE TEMPEROS.
TEMPERADA COM AMOR QUALQUER 
COMIDA FICA BOA.
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tempero
Tempero.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA T E ESCREVA 
A PALAVRA. 
TAPETE tempo
TOMATE túnel
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dia 
PINTE AS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM A LETRA T. 
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LETRA T
Atividade preparatória
 Escrever o texto abaixo em papel Kraft. Ler com as crianças e perguntar o que com-
preenderam do texto, quem são os personagens envolvidos e se identificam algum 
fonema que se repete com o uso da aliteração. Pedir aos alunos que identifiquem as 
palavras que começam com a letra T e pintar a letra no cartaz.
O TATU TEIMOSO FAZ SUA TOCA ESCAVANDO BURACOS NA TERRA.
O TATU TEM UNHAS COMPRIDAS E AFIADAS, E UMA CARAPAÇA MUITO 
DURA PARA PROTEÇÃO QUE TEM NO MATO.
NO SÍTIO DA TIA TERESA EXISTEM MUITOS TATUS, TUCANOS E TA-
MANDUÁS.
SEABRA, Alessandra G.; CAPOVILLA, Fernando C. Alfabetização: método fônico. 
São Paulo: Memnon, 2010. p. 256.
 Escrever as palavras na lousa como uma lista, organizando-as em ordem crescente de 
tamanho. Explorar a quantidade de letras de cada palavra, analisando quais começam 
ou terminam com as mesmas letras e as letras que seguem o T. É importante que 
percebam que a letra T no início das palavras representa o som /t/. Pedir que repi-
tam a pronúncia com o som prolongado. Depois, explore outras palavras que têm a 
letra T, seja no meio ou no final.
Atividade de desenvolvimento
 Começar a atividade perguntando se as crianças conhecem a palavra representada 
nas imagens. Orientar a busca pela resposta. Em seguida, conversar sobre o tempero 
e seu uso. Espera-se que as crianças percebam o nome escrito em letra cursiva e a 
palavra pontilhada na pauta.
 Propor a leitura da frase e pedir para as crianças pintarem a palavra que começa com 
T, que é a palavra “temperada”. Converse com as crianças sobre o que compreende-
ram da frase.
 Mostrar o T escrito em letra bastão e em letra cursiva, em letra maiúscula e minúscula. 
Explorar com o dedo o contorno das letras e solicitar aos alunos que tracem com giz 
de cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar que 
cubram o pontilhado para escrever a palavra tempero. Esclarecer que aquela letra se 
chama T e tem o som /t/.
 Por último, explorar a formação da letra T com cada uma das vogais. Ler com as 
crianças os sons das letras, a formação da sílaba e a palavra que começa com essas 
letras. Orientar que cubram os traçados e descubram as palavras que formam.
Atividade complementar
 Esclarecer que a comida síria é bem condimentada e sugerir que as crianças escolham 
uma receita para experimentar. Essa proposta permiteampliar os contextos do capítulo, 
explorar os temperos conhecidos e de usos regionais e até mesmo plantar alguns deles 
na horta, caso haja disponibilidade na escola.
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BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela letra 
em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Desmontando o tatu
Renata Bueno
FTD, 2010
Desmontando o tatu brinca com papéis 
coloridos, linhas e palavras. Desmonta o 
tatu, criando outras figuras. Desmonta pa-
lavras, juntando os pedacinhos em outras 
combinações e até cria novas palavras! O 
livro desperta a curiosidade para a sono-
ridade das palavras – o que os especia-
listas chamam consciência fonológica –, 
contribuindo, assim, para o processo de 
alfabetização e para a apreciação literária.
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NÚMERO 20
TRACE O NÚMERO 20 DE ACORDO COM OS MOVIMENTOS.
 CUBRA O PONTILHADO E CONTINUE ESCREVENDO O 
NÚMERO 20.
VINTE
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QUANTOS VAGÕES TEM O TREM DO METRÔ? COMPLETE A 
SEQUÊNCIA COM OS NÚMEROS QUE FALTAM.
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NÚMERO 20
Atividade preparatória
 Organizar as crianças em roda e propor o jogo de Contar até vinte. O desafio 
consiste em que as crianças consigam contar até vinte, sem uma combinação pré-
via. Um dos participantes fala um, em seguida outro fala dois e assim por diante, 
até chegar a vinte. Quando conseguirem, sugerir uma variação para que tentem 
falar de forma decrescente. A mesma criança pode participar mais de uma vez, 
mas elas não podem falar um número ao mesmo tempo. Caso isso aconteça, a 
brincadeira deve ser reiniciada.
Para observar e avaliar
A atividade possibilita observar se as crianças conseguem acompanhar a série numérica e 
perceber o raciocínio lógico e estratégico para acertar a sequência numérica.
Atividade de desenvolvimento
 Explorar a escrita do número 20, o nome, quantidade e outras formas pictóricas 
ou gestuais de representar as quantidades.
 Trabalhar o movimento da escrita dos números, chamando atenção para os mo-
vimentos mais complexos e para as proporções entre os traços, para que o 
número fique bem legível.
 Propor o estudo da sequência numérica de 1 a 20 de forma crescente, relacio-
nando as quantidades e os nomes dos números. Explicar que a sequência tem 
padrão de +1, pelo acréscimo de mais um elemento na quantidade anterior.
Atividade complementar
 Propor às crianças e seus familiares uma pesquisa sobre o uso de números em 
situações sociais, incentivando a pesquisa em revistas, em livros e na internet. 
Depois de apresentarem a pesquisa para os colegas, sugerir que elaborem uma 
lista de situações que envolvam a utilização dos números nos diferentes contex-
tos, como em preços, quantidades, medidas e volumes, na indicação de horas, na 
agenda e em calendários, entre muitos outros exemplos.
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BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET04) Registrar observações, manipula-
ções e medidas, usando múltiplas linguagens 
(desenho, registro por números ou escrita 
espontânea), em diferentes suportes.
(EI03ET07) Relacionar números às suas 
respectivas quantidades e identificar o an-
tes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Noções de quantidade, algarismo, somas, 
subtrações, proporções simples envolven-
do números de apenas um algarismo.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas represen-
tações gráficas, relacionando-os às quan-
tidades que representam, o traçado dos 
algarismos e a contextualização de quan-
tidades em contagens de dinheiro, pessoas 
e objetos em geral.
 Identificação e continuação de sequências.
Saber mais
 A vizinha antipática que sabia 
Matemática
Eliana Martins
Melhoramentos, 2014
Theo não gostava nem um pouco de Ma-
temática, sentia calafrios só de ouvir falar. 
Dona Malu Quete, a nova vizinha de Theo, 
descobriu esse pavor e, como boa profes-
sora de Matemática que era, contou-lhe so-
bre o Manual do Sábio Matemático. A única 
maneira de Theo ter acesso ao manual, 
porém, seria passando pelos Testes Racha-
cucalógicos. Intrigado, Theo acaba aceitando 
o desafio e resolve encarar a Matemática.
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SITUAÇãO-PROBLEMA: SUBTRAÇãO
OS PAIS DE OMAR E DE FÁTIMA TROUXERAM QUITUTES
DO RESTAURANTE PARA AS CRIANÇAS.
COMPLETE AS SITUAÇÕES-PROBLEMA COM OS NÚMEROS 
CORRESPONDENTES.
OS PAIS 
TROUXERAM 
QUIBES.
7
OMAR COMEU
 QUIBES.3
AGORA, 
SOBRARAM 
QUIBES.
4
FÁTIMA COMEU
 ESFIRRAS.2
AGORA, 
SOBRARAM 
ESFIRRAS.
2
OS PAIS 
TROUXERAM 
ESFIRRAS.
4
ELES TAMBÉM 
TROUXERAM
DOCES.
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ELES COMERAM
 DOCES. 
AGORA, 
SOBRARAM
DOCES. 
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SITUAÇÃO-PROBLEMA: SUBTRAÇÃO
Atividade preparatória
 Providenciar palitos de sorvete ou outro material de contagem. Formar grupos de 3 
ou 4 participantes e distribuir 20 palitinhos para cada grupo. Solicitar que criem uma 
situação-problema de “retirar” elementos.
 Permitir que as crianças conversem sobre as possibilidades de situação-problema. 
Quando decidirem por uma proposta, deverão criar um registro, com desenho e 
escrita espontânea, para apresentar aos colegas.
 Solicitar que os grupos troquem os problemas que criaram e tentem solucionar os 
problemas recebidos. Pedir que os colegas verifiquem se conseguiram resolver e se a 
resposta está correta. Propor a criação de um mural em um corredor da escola para 
que outras salas tentem resolver os problemas e descobrir as respostas.
 Caso algum problema não esteja correto ou se as crianças demonstrarem muita 
dificuldade para realizar a atividade, pode-se propor à turma que busque solucionar 
o problema de forma colaborativa. Incentivar a reflexão sobre as possíveis soluções.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade para as crianças e contextualizar, retomando a abertura do 
capítulo, com Omar e sua irmã Fátima, que comem os quitutes do restaurante dos 
pais. Se achar interessante, propor às crianças um lanche temático com as comidas 
típicas sírias apresentadas na atividade. Perguntar se conhecem essesalimentos, 
se já comeram ou costumam comer em casa, e se alguns familiares sabem fazer. 
Se considerar interessante, as crianças podem conferir as imagens das páginas de 
abertura.
 Explicar que a atividade apresenta algumas situações-problema pictóricas, com ali-
mentos do restaurante sírio. As crianças devem resolver os problemas de subtração 
e representar as quantidades com base nas imagens. Auxiliar as crianças na leitura do 
problema. Pedir que observem a imagem e escrevam o número que representa as 
quantidades em cada etapa do problema.
Atividade complementar
 Propor às crianças mais uma situação-problema para que tentem criar os desenhos 
que podem ajudar os colegas a compreenderem melhor o problema. Relacionamos 
abaixo alguns exemplos possíveis:
 As crianças adoraram e a família comeu todos os salgados. Quantos salgados eles 
comeram? (A família comeu 11 salgados ao todo.)
 Cada criança comeu um doce e guardou os outros para o dia seguinte. Quantos 
doces sobraram? (Sobraram 3 doces.)
 Compartilhar com as crianças os diferentes desenhos criados pela turma e explorar 
suas semelhanças e diferenças. Promover a discussão sobre quais desenhos apoiam 
melhor a compreensão da situação.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EO04) Comunicar suas ideias e senti-
mentos a pessoas e grupos diversos.
(EI03ET04) Registrar observações, manipu-
lações e medidas, usando múltiplas lingua-
gens (desenho, registro por números ou es-
crita espontânea), em diferentes suportes.
(EI03ET07) Relacionar números às suas res-
pectivas quantidades e identificar o antes, o 
depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e senti-
mentos sobre suas vivências, por meio da lin-
guagem oral e escrita (escrita espontânea), de 
fotos, desenhos e outras formas de expressão.
PNA
 Noções de quantidade, algarismo, somas, 
subtrações, proporções simples envolven-
do números de apenas um algarismo.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas represen-
tações gráficas, relacionando-os às quan-
tidades que representam, o traçado dos 
algarismos e a contextualização de quan-
tidades em contagens de dinheiro, pessoas 
e objetos em geral.
Saber mais
 O menino que tinha medo de errar
Andrea Viviana Taubman
Zit, 2012
Pedro vive preocupado, com medo de er-
rar. Prefere passar os dias sozinho, confina-
do em sua casa, a aproveitar a companhia 
dos amigos, porque tem medo de fazer 
alguma coisa errada nas brincadeiras. A 
escola, então, é uma preocupação sem-
-fim para ele! Um lugar onde não faltam 
oportunidades para cometer deslizes. 
Mas, com a ajuda de uma fada, Pedro per-
cebe que viver reprimido o impede de 
experimentar momentos incríveis.
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CIDADE
VEJA ALGUMAS RUAS DA CIDADE ONDE OMAR E A FAMÍLIA 
MORAM.
CONTORNE OS LUGARES QUE TAMBÉM EXISTEM NA SUA RUA.
MARQUE COM UM X OS MEIOS DE TRANSPORTE QUE 
VOCÊ E SUA FAMÍLIA UTILIZAM. Respostas pessoais.
ESCREVA O NOME DO SEU LUGAR FAVORITO DA SUA RUA.
Resposta pessoal.
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CIDADE
Atividade preparatória
 Apresentar para as crianças a canção popular “Se essa rua fosse minha”, propondo 
que cantem e memorizem a letra da canção.
 Dividir a turma em grupos com 3 ou 4 participantes. Copiar uma estrofe da canção 
e propor que façam um decalque explorando outros lugares da rua. Para auxiliar as 
crianças, distribuir o texto com lacunas aos grupos para criarem novos versos que 
apresentem rimas.
NESSA RUA
NESSA RUA TEM ________________
QUE SE CHAMA
QUE SE CHAMA _________________
Da tradição popular.
 Solicitar aos grupos que apresentem as suas criações e reflitam se utilizaram vocabu-
lário coerente ao contexto semântico e se elaboraram uma rima que contribuiu para 
a sonoridade da canção.
Atividade de desenvolvimento
 Iniciar a proposta levantando os conhecimentos prévios das crianças sobre a relação 
entre rua, avenida, comércio, serviço e outros aspectos do conceito sobre cidade. 
Contextualizar o conteúdo, resgatando os diferentes aspectos estudados nos capítulos 
anteriores sobre as cidades do Brasil e alguns lugares explorados dessas localidades.
 Explorar a imagem de rua representada na atividade e solicitar que as crianças identifiquem 
as moradias, os estabelecimentos comerciais e outros elementos que observamos na rua. 
Auxiliar as crianças a utilizarem corretamente o vocabulário que ainda não conheçam.
 Solicitar que circulem os lugares que também ocorrem na rua em que moram. De-
pois que todos responderem a essa atividade, pedir que falem oralmente os lugares 
que circularam. Escrever em um papel Kraft os nomes citados, compondo uma lista.
 Propor a atividade que explora os meios de transporte utilizados pelos alunos. Explo-
rar os nomes de todos os meios de transporte com as crianças oralmente e, então, 
completar a lista iniciada anteriormente com esses nomes.
 Para concluir, pedir que as crianças pensem qual é o lugar preferido da rua onde mo-
ram, então desenhem e escrevam o nome desse lugar.
Atividade complementar
 Propor às crianças a construção de uma maquete de uma rua, utilizando embalagens 
e sucatas para representar as moradias e os lugares que listaram na atividade. Solicitar 
à turma que separe e leve para a escola as embalagens.
 Explorar a relação entre as embalagens e suas formas geométricas. Orientar os alunos 
a manterem a proporcionalidade e a posição dos elementos da maquete, relacionan-
do espaços, formas, tamanho e posições relativas condizentes com as características 
do local representado.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET01) Estabelecer relações de compara-
ção entre objetos, observando suas proprie-
dades.
(EI03ET03) Identificar e selecionar fontes 
de informações, para responder a questões 
sobre a natureza, seus fenômenos, sua con-
servação.
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03TS02) Expressar-se livremente por meio 
de desenho, pintura, colagem, dobradura e es-
cultura, criando produções bidimensionais e 
tridimensionais.
(EI03EO06) Manifestar interesse e respeito 
por diferentes culturas e modos de vida.
PNA
 Noções de localização, posicionamento, 
espacialidade, direcionalidade, tempo, ta-
manho, peso e volume
 Descrição de imagens, ilustrações e cenas 
ficcionais e não ficcionais, por meio de 
condução do professor.
 Apresentação de novo vocabulário, com 
estímulo à aquisição de vocabulário recep-
tivo e expressivo, apresentando definições 
claras e fazendo distinção entre conceitos, 
bem como demonstrando e exercitando a 
pronúncia adequada de cada palavra nova 
e de palavras mais difíceis e sua utilização 
contextualizada.
 Associação das palavras novas a campos 
semânticos e ao conhecimento prévio das 
crianças.
 Visualização e manipulação mental de ob-
jetos bidimensionais e tridimensionais.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
Saber mais
 Casacadabra: cidades para brincar
Bianca Antunes e Simone Sayegh
Pistache Editorial, 2018
Andar pela cidade é também percebê-la 
como organismo vivo. Experimentá-la 
para além de uma rua ou de uma praça 
como espaço de contemplação, refúgio, 
descobertas e, por que não, diversão.
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