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3 NINA MORA EM BRASÍLIA

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76
NINA MORA EM BRASÍLIA
3
CAPÍTULO
PARTE 1 Página 46
PARTE 1
46
NINA TEM 4 ANOS E NASCEU EM CUIABÁ. ATUALMENTE MORA EM 
BRASÍLIA COM A MÃE DELA, QUE FOI CONTRADA PARA TRABALHAR 
COMO JORNALISTA NA CIDADE.
A MENINA ESTUDA EM UMA ESCOLA PERTO DO TRABALHO DA MÃE E 
LÁ ELA TEM MUITOS AMIGOS. ELA ADORA BRINCAR COM OS COLEGAS 
NO PÁTIO E CUIDAR DA HORTA DA ESCOLA. NINA TAMBÉM PRATICA 
KARATÊ À TARDE. 
ACOMPANHE A LEITURA SOBRE NINA E O MODO 
DE VIDA DELA.
HORTA NA ESCOLA.
ALICE TEM 5 ANOS E 
NASCEU EM SALVADOR.
3
CAPÍTULO NINA MORA EM 
BRASÍLIA 
NINA TEM 4 ANOS E 
NASCEU EM CUIABÁ.
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BRASÍLIA 
KARATÊ.
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Introdução
Conheceremos a história de Nina, que nasceu em Cuiabá e agora vive com a mãe 
em Brasília. A rotina de vida delas, seus gostos e atividades ajudarão a desenvolver o 
contexto de costumes e cultura no decorrer do capítulo. Isso possibilitará a abordagem 
de noções de alimentação, saúde e hábitos na rotina das crianças. 
O estudo do alfabeto nas formas bastão e cursiva, com as letras maiúsculas e minús-
culas, continuará com as letras H, I, J, L, M e N, explorando os fonemas mais frequentes 
e ampliando o repertório de palavras e o vocabulário das crianças. O gênero textual 
provérbio ajudará no estudo de suas características e na oralidade cultural e popular. Ao 
falar de cultura popular, que passa de geração em geração, resgataremos as histórias de 
família e os relacionamentos com avós e outros familiares.
Em numeracia, estudaremos os números de 11 a 15, suas quantidades, representa-
ções, traçado dos numerais, ampliando a sequência numérica de 1 a 15 e relacionan-
do-os a contextos de situações-problema com a introdução da adição com problemas 
pictóricos. As formas geométricas, sólidas e planas, serão identificadas, comparadas a 
objetos do cotidiano e nomeadas como paralelepípedo e retângulo, permitindo que as 
crianças ampliem seus conhecimentos com o estudo da representação de uma obra de 
arte que utiliza formas geométricas.
Atividade preparatória
 Propor às crianças que pesquisem brincadeiras regionais em livros e na internet, 
incentivando-as a relacionar as brincadeiras aos movimentos e às partes do corpo 
mais envolvidas nessas ações. Uma das brincadeiras cantadas conhecidas na região 
centro-oeste é “Cabeça, ombro, joelho e pé”: Veja o jeito de brincar e a canção 
no link https://mapadobrincar.folha.com.br/brincadeiras/cantadas/117-cabeca-ombro-
-joelho-e-pe. Acesso em 17 set. 2020.
 Após brincar com as crianças, explorar a presença de rima e sonoridade da canção, 
identificando palavras e fonemas que rimam. Aproveitar para questionar se as crianças 
conhecem alguma versão diferente da canção, pois é comum haver variações influen-
ciadas pela cultura popular da região.
Atividade de desenvolvimento
 Para iniciar o capítulo, apresentar Nina para os alunos utilizando as imagens da aber-
tura. Solicitar que observem as imagens e explorar perguntas relacionadas ao que 
eles veem, como: Onde a menina mora? Com quem ela vive e o que ela gosta de 
fazer? É uma boa oportunidade para perceber o que as crianças já conhecem sobre 
a cidade e as imagens representadas. Incentivá-las a falar sobre o que sabem ou a 
levantar hipóteses sobre o que perceberam no contexto.
 Propor a leitura do texto de abertura de capítulo para as crianças, enfatizando as 
imagens correspondentes. 
 Após a leitura, conversar com os alunos, formulando perguntas simples relacionadas 
com as semelhanças e as diferenças entre o modo de vida de Nina e o deles. Utilizar 
questões elaboradas com base na história da menina:
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EO05) Demonstrar valorização das 
características de seu corpo e respeitar as 
características dos outros (crianças e adul-
tos) com os quais convive. 
(EI03EO06) Manifestar interesse e respeito 
por diferentes culturas e modos de vida. 
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03ET06) Relatar fatos importantes sobre 
seu nascimento e desenvolvimento, a histó-
ria dos seus familiares e da sua comunidade.
PNA
 Descrição de imagens, ilustrações e ce-
nas ficcionais e não ficcionais, por meio 
de condução do professor.
 Apresentação de novo vocabulário, com 
estímulo à aquisição de vocabulário re-
ceptivo e expressivo, apresentando de-
finições claras e fazendo distinção entre 
conceitos, bem como demonstrando e 
exercitando a pronúncia adequada de 
cada palavra nova e de palavras mais difí-
ceis e sua utilização contextualizada. 
 Associação das palavras novas a campos 
semânticos e ao conhecimento prévio 
das crianças. 
Neste capítulo, vamos:
 desenvolver o estudo sobre o gênero tex-
tual provérbio;
 explorar as letras do alfabeto nas formas 
bastão e cursiva, maiúscula e minúscula – 
H, I, J, L, M, N;
 explorar a noção de números de 1 a 15, 
suas quantidades, representações e traça-
do dos algarismos;
 identificar e comparar formas geométricas: 
paralelepípedo e retângulo;
 identificar e desenvolver situação-proble-
ma – adição;
 identificar e comparar hábitos do dia a dia, 
incluindo saúde e alimentação;
 explorar as relações familiares e sua história.
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BRASÍLIA.
NINA E A MÃE.
LAGO PARANOÁ.
NINA E A MÃE SÃO PARECIDAS E GOSTAM DE FAZER MUITAS 
ATIVIDADES JUNTAS, COMO NADAR OU PASSEAR. UM DOS 
PROGRAMAS FAVORITOS DAS DUAS É APRECIAR AS ÁRVORES NOS 
PARQUES DA CIDADE E VER O PÔR DO SOL NO LAGO PARANOÁ. 
NINA SENTE FALTA DO RESTANTE DA FAMÍLIA, PRINCIPALMENTE DA 
AVÓ, QUE CONTINUA MORANDO EM CUIABÁ. SEMPRE QUE POSSÍVEL 
MÃE E FILHA VISITAM A CIDADE E MATAM AS SAUDADES DA FAMÍLIA 
E DO DELICIOSO BOLO DE MANDIOCA QUE A AVÓ FAZ PARA ELAS.
BOLO DE MANDIOCA.
YURICAZAC/SHUTTER
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 Vocês conhecem a cidade onde a Nina mora? Conhecem o lago Paranoá? 
 A mãe de Nina trabalha como jornalista. Seus pais trabalham? Onde? O que eles 
fazem?
 As crianças na escola de Nina brincam no pátio e cuidam de uma horta. Que ativi-
dades fazemos na nossa escola?
 Nina faz karatê e natação. Vocês fazem outras atividades fora da escola? Quais?
 Incentivar as crianças a responder às perguntas e compartilhar as respostas com os 
colegas. Ao final, evidenciar as semelhanças e as diferenças entre o modo de vida de 
Nina e o dos alunos. É importante garantir um ambiente respeitoso e amigável, mos-
trando uma atitude de escuta atenta com o relato dos colegas.
 Perguntar às crianças se havia alguma palavra do texto que não conheciam ou se tive-
ram dificuldade em compreender. Se alguma delas souber o significado, permitir que 
explique para os colegas. Reler alguns trechos do texto para que as crianças tentem 
relacionar as palavras aos contextos semânticos e possam fazer inferências sobre seu 
significado. Explorar as localidades mencionadas: Vocês conhecem ou já ouviram falar 
de Brasília? E Cuiabá? Depois, explorar o glossário, no final do capítulo, convidando-
-as a perceber qual dos significados se encaixa melhor no contexto e trabalhando 
os fonemas que formam as palavras, associando-os aos nomes próprios que elas já 
conhecem ou a outras palavras de referência do dia a dia.
 Explorar com as crianças a pronúncia adequada das palavras, relacionando os fone-
mas iniciais a palavras e nomes já conhecidos ou comparando com a lista de palavras 
de referência construída por elas. Incluir as palavras no banco de palavras de referên-
cia da sala de aula nos lugares correspondentes às iniciais do alfabeto.
Atividade complementar
 Alguns familiares de Nina moram em outra cidade e elasente saudade deles, princi-
palmente da avó. Pedir aos alunos que perguntem a seus familiares se algum parente 
mora em outra localidade (cidade, estado ou país). Caso more, solicitar que conver-
sem sobre isso com as crianças e, juntos, desenhem e escrevam – o adulto fará o 
papel de escriba – informações que os ajudem a contar o que descobriram em sala 
de aula. Incentivar que as crianças compartilhem as informações sobre as famílias com 
os colegas, ajudando-as com perguntas sobre o que consta no texto escrito. Caso não 
lembrem, ler juntos o texto.
 Sugerir que criem uma mensagem para enviar à pessoa que está distante. Propor 
que façam um desenho e depois tentem escrever uma mensagem com escrita es-
pontânea. Caso considere necessário, o professor pode atuar como escriba para as 
mensagens.
 Depois, propor uma reflexão sobre o provérbio “Longe dos olhos, longe do cora-
ção”. Perguntar para as crianças se elas concordam quando se diz que, se não vemos 
alguém que está longe, o coração não sente falta. Orientar a conversa e permitir que 
elas exponham suas opiniões sobre como lidar com a saudade de pessoas que não 
estão próximas. Criar um ambiente respeitoso e acolhedor para que possam conver-
sar sobre pontos mais sensíveis, mantendo a empatia com realidades diferentes.
Para observar e avaliar
Observar o conhecimento prévio dos alu-
nos e as hipóteses levantadas. Ao final do 
estudo do capítulo, retomar com as crianças 
para que elas percebam o que já sabiam e o 
que aprenderam.
Saber mais
 O menino que descobriu 
Brasília
Regina Célia Melo
Paulinas, 2013
A história mostra a cidade de Brasília da 
ótica de Renato, um garotinho que se 
muda para a capital do país após seu pai 
ser transferido. A princípio, a nova cidade 
o surpreendeu com os monumentos, a ar-
quitetura, mas, com o tempo, a saudade da 
vida que tinha o invadiu. Uma leitura que 
possibilita diversos olhares e atividades 
sem, no entanto, perder o tom literário.
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PROVÉRBIO 
 NINA E A MÃE SÃO MUITO PARECIDAS, ELAS GOSTAM DE 
NADAR E DE PASSEAR PELOS PARQUES DA CIDADE JUNTAS. 
ACOMPANHE A LEITURA DE UM PROVÉRBIO SOBRE O TEMA.
FILHO DE PEIXE, PEIXINHO É.
DA TRADIÇÃO POPULAR.
FAÇA UM DESENHO SOBRE ESSE PROVÉRBIO.
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Resposta pessoal.
PROVÉRBIO
Atividade preparatória
 Solicitar aos familiares, com antecedência, que as crianças tragam fotografias ou có-
pias de fotografias que retratem imagens delas com a família. Podem ser fotografias 
com a mãe, com o pai ou com os irmãos. Pedir que escolham alguma pessoa com 
a qual tenham bastante afinidade ou que seja parecida com elas fisicamente. 
 Para iniciar a proposta, organizar uma roda de conversa para que os alunos mos-
trem o que eles apresentam de semelhante com o(s) familiar(es) ou responsável(is) 
escolhido(s). Esse é um momento oportuno para destacar a necessidade de identi-
ficar, conhecer e valorizar as várias culturas e, principalmente, respeitar a diversidade. 
Atividade de desenvolvimento
 Escrever os provérbios selecionados na lousa em uma cartolina grande ou em 
papel Kraft e propor uma leitura orientada com as crianças. Acompanhar as pala-
vras conforme são pronunciadas na leitura, destacando os fonemas. 
 Apresentar para os alunos a estrutura dos provérbios populares:
Provérbios populares: frases curtas e simples, de fácil memorização e re-
petição. Também chamadas de ditados populares, essas expressões são 
pronunciadas em situações do dia a dia e transmitem conhecimentos da 
sabedoria popular, que vão sendo passados de geração em geração.
 Explorar as palavras novas do provérbio e seus significados para que consigam 
identificar a mensagem proposta. Ler o texto quantas vezes forem necessárias e 
auxiliar as crianças a identificar e compreender a mensagem. O ditado “Filho de 
peixe, peixinho é” indica que somos semelhantes aos nossos pais. O provérbio é 
muito utilizado quando, por exemplo, pai e filho têm a mesma profissão. Algumas 
vezes é utilizado para realçar aspectos negativos, quando os pais fazem algo erra-
do e o filho reproduz.
 Orientar as crianças a criar um desenho que ajude a explicar o significado do provérbio 
e incentivá-las a compartilhar com os colegas e explicar o que desenharam e por quê.
Atividade complementar
 Ampliar a atividade sugerindo aos alunos, de forma espontânea e lúdica, que 
criem frases com base no provérbio proposto. Para isso, escrever as frases a se-
guir em um papel Kraft grande e pedir que eles tentem completá-las oralmente:
Filho de peixe é _________.
Filho de gata é __________.
Filho de pássaro é________.
 Se achar adequado, solicitar que criem frases ou outras expressões que possam 
explicar o significado desse provérbio.
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eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e sen-
timentos sobre suas vivências, por meio da 
linguagem oral e escrita (escrita espontâ-
nea), de fotos, desenhos e outras formas de 
expressão. 
(EI03EF07) Levantar hipóteses sobre gê-
neros textuais veiculados em portadores 
conhecidos, recorrendo a estratégias de 
observação gráfica e/ou de leitura. 
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03EO01) Demonstrar empatia pelos 
outros, percebendo que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, necessidades e ma-
neiras de pensar e agir.
PNA
 Explorar o gênero textual provérbio, as 
rimas e sonoridades.
 Reconhecimento e produção de rimas e 
aliterações.
 Oportunizar a escrita emergente do pró-
prio nome e do nome de alguns colegas, 
bem como de listas, textos memorizados 
e palavras simples.
 Compreensão oral dos alunos por meio 
de estratégias de interação verbal e leitu-
ra dialogada.
 Leitura em voz alta, pelo professor, de 
textos acompanhados (precedidos ou su-
cedidos) de perguntas para desenvolver e 
aferir a curiosidade e a compreensão oral, 
envolvendo o emprego de pronomes inter-
rogativos e adverbiais, tais como “quem”, 
“que”, “qual”, “quanto”, “quando”, “onde”, 
“por que”, bem como perguntas abertas 
sobre os textos e seus temas, a exemplo 
de descrição de personagens, situações e 
cenários, fomentando a habilidade de infe-
rência e de previsão de desfechos.
Saber mais
 Coleção Frase Feita
Renata Julianelli
IBEP, 2014
A coleção é composta de livros que ex-
plicam o sentido das expressões que as 
crianças ouvem no dia a dia, mas cujo sen-
tido não entendem: Por que a grama do 
vizinho é mais verdinha? Por que tamanho 
não é documento?, entre outras expres-
sões interessantes e curiosas.
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PESQUISA DE PROVÉRBIOS
COM A AJUDA DE SEUS FAMILIARES, PESQUISE UM 
PROVÉRBIO. DEPOIS RECORTE-O E COLE-O AQUI.
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ERACI A
CONTE PARA OS COLEGAS O PROVÉRBIO QUE VOCÊ 
SELECIONOU COM A AJUDA DE SEUS FAMILIARES.
Resposta pessoal.
PESQUISA DE PROVÉRBIOS
Atividade preparatória
 Verificar se as crianças se conhecem outros provérbios e propor uma pesquisa com 
os familiares sobre os provérbios populares que eles utilizam no dia a dia. Solicitar aos 
familiares que escrevam o provérbio em uma folha de papel e, se quiserem, façam um 
desenho para auxiliar na apresentação aos colegas.
Atividade de desenvolvimento
 Perguntar aos alunos como foi a pesquisa das frases. Se achar adequado, perguntar : 
Quem ajudou na seleção? Quem escreveu o provérbio?.
 Perguntaràs crianças se já tinham escutado a frase em algum momento da vida e em 
que situação. Identificar se as crianças, algum dos familiares ou conhecidos costumam 
usar provérbios no dia a dia.
 Selecionar os provérbios pesquisados para fazer leitura dialogada com os alunos. 
Explorar com eles a compreensão dos textos, fazendo perguntas simples sobre o 
significado dos provérbios e em que contexto podemos utilizá-los.
 Orientar os alunos na colagem dos provérbios nos espaços indicados. Auxiliar as 
crianças para que coloquem as frases centralizadas no quadro. 
Atividade complementar
 Propor brincadeiras e jogos folclóricos às crianças é uma oportunidade de conhecer a 
sua cultura. Para isso, organizar uma roda de conversa na qual elas possam mostrar ou 
ensinar para os colegas as brincadeiras que conhecem e escolher algumas para brincar.
Para observar e avaliar
Na roda, podemos observar a linguagem das crianças e a adequação das brincadeiras e dos jogos 
folclóricos que mostraram. Isso possibilita não só conhecer melhor as crianças como perceber a 
adequação com o assunto discutido em sala de aula.
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eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e senti-
mentos sobre suas vivências, por meio da lin-
guagem oral e escrita (escrita espontânea), de 
fotos, desenhos e outras formas de expressão. 
(EI03EF07) Levantar hipóteses sobre gê-
neros textuais veiculados em portadores 
conhecidos, recorrendo a estratégias de 
observação gráfica e/ou de leitura. 
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea. 
(EI03EO01) Demonstrar empatia pelos ou-
tros, percebendo que as pessoas têm dife-
rentes sentimentos, necessidades e manei-
ras de pensar e agir.
PNA
 Explorar o gênero textual provérbio, as 
rimas e sonoridades.
 Reconhecimento e produção de rimas e 
aliterações.
 Oportunizar a escrita emergente do pró-
prio nome e do nome de alguns colegas, 
bem como de listas, textos memorizados 
e palavras simples.
 Compreensão oral dos alunos por meio 
de estratégias de interação verbal e leitu-
ra dialogada.
 Leitura em voz alta, pelo professor, de 
textos acompanhados (precedidos ou su-
cedidos) de perguntas para desenvolver e 
aferir a curiosidade e a compreensão oral, 
envolvendo o emprego de pronomes inter-
rogativos e adverbiais, tais como “quem”, 
“que”, “qual”, “quanto”, “quando”, “onde”, 
“por que”, bem como perguntas abertas 
sobre os textos e seus temas, a exemplo 
de descrição de personagens, situações e 
cenários, fomentando a habilidade de infe-
rência e de previsão de desfechos.
Saber mais
 Ditos populares
Quase 300 pessoas de 23 estados brasi-
leiros e do Distrito Federal postaram di-
tos populares no Mural da Plataforma e o 
resultado foi a criação de um livro. 
Ditos populares publicados no Mural da 
Plataforma viram livro virtual. Plataforma 
do letramento. Disponível em: http://www.
plataformadoletramento.org.br/acervo-
mural/966/ditos-populares-publicados-
no-mural-da-plataforma-viram-livro-
virtual.html. Acesso em: 18 set. 2020.
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As crianças, ao entrarem na escola, trazem consigo um repertório de vi-
vências [...] Segundo Gallardo (2003), as primeiras coisas que aprendemos 
são aquelas que estão a nossa volta, sendo assim, as primeiras vivências das 
crianças são aquelas advindas do meio familiar. Por isso, o autor defende a 
ideia de que a pré-escola deveria ensinar as formas culturais do grupo família 
[...] (apud GALLARDO, 2003) Saber o que a criança sabe é o ponto de partida da 
ação pedagógica, já que o ponto de chegada nessa concepção não existe (GAL-
LARDO, 2003, p. 40). Por isso, o autor completa que as vivências das crianças 
em seu convívio social são de fundamental importância para se relacionar 
em seu ambiente, e as experiências do grupo familiar apropriadas para seu 
desenvolvimento (GALLARDO, 2003). [...]
A importância das brincadeiras folclóricas na educação física infantil. 
Revista Mackenzie de Educação Física e Esporte. Disponível em: https://www.mackenzie.br/
fileadmin/OLD/47/Editora/REMEF/Remef_6.3/Artigo_03.pdf. Acesso em: 18 set. 2020.
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LETRA H
 DESCUBRA UMA DAS ATIVIDADES QUE A NINA GOSTA 
DE FAZER NA ESCOLA, RESPONDENDO: ONDE PODEMOS 
ENCONTRAR LEGUMES E VERDURAS PLANTADOS? 
HORTA.
TUDO QUE SE PLANTA HOJE 
PODERÁ SER COLHIDO AMANHÃ.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA E ESCREVA A 
PALAVRA. 
COMPLETE AS PALAVRAS COM A LETRA . 
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LETRA H
Atividade preparatória
 Escrever na lousa uma lista de palavras com combinações iguais que envolvam a 
letra sem som, como HOJE, HOMEM, HOTEL, HORROR.
 Pronunciar as palavras conforme aponta para elas e ver se as crianças conseguem 
descobrir a que “regra” essas palavras obedecem.
 Se considerar interessante, sugerir que, com ajuda dos familiares, procurem ou-
tras palavras com a letra silenciosa e tragam uma lista para incluir em um peque-
no mural de palavras.
Atividade de desenvolvimento
 Começar a atividade lendo a questão inicial para as crianças descobrirem a res-
posta. Em seguida, conversar sobre onde podem plantar legumes e verduras e 
onde há uma horta representada na atividade. Espera-se que as crianças perce-
bam que a imagem e o nome “horta” estão representados e consigam identificar 
a palavra escrita com letra cursiva e pontilhada na pauta. 
 Propor a leitura da frase e pedir que as crianças pintem a palavra que começa 
com H, que é a palavra HOJE. Explorar o significado do provérbio com as crianças 
e explicar que pode haver variações.
 Mostrar a letra H escrita nas formas bastão e cursiva, maiúscula e minúscula. 
Explorar com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem com 
giz de cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, 
solicitar que cubram o pontilhado para escrever a palavra HORTA. Dizer que 
aquela letra se chama H e que, em português, pode-se dizer que é uma letra 
“sem som”. 
 Por último, explorar a composição da letra H com cada uma das vogais e que 
palavras formam, ler com as crianças os sons das letras, a formação da sílaba e a 
palavra que começa com essas letras. Orientar que cubram os traçados e descu-
bram as palavras que formam.
Dar exemplos de palavras que começam com H, mostrando que essa 
letra não tem som, e que o primeiro som das palavras com H é sempre o 
som da segunda letra (como em “hálito”, “herói”, “hora”, “hino”, “humilde”).
SEABRA, Alessandra G.; CAPOVILLA, Fernando C. 
Alfabetização: método fônico. São Paulo: Memnon, 2010.
Atividade complementar
 Propor uma exploração dos hábitos alimentares das crianças e perguntar 
quais os legumes, verduras e frutas preferidos. Com a ajuda dos familiares, 
escrever uma lista de alimentos e compor imagens ou desenhos como indí-
cio de leitura.
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eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeirosom (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela le-
tra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 O Hotel Hibernação
John Kelly
Ciranda Cultural, 2018
Não consegue cochilar? A caverna está 
muito cheia? Os amigos são barulhentos 
e fedidos? Então se hospede em um ho-
tel! O Hotel Hibernação! Um livro hilário 
sobre conseguir o que a gente quer… e 
depois descobrir do que a gente precisa.
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LETRA I
 NINA VIVE EM BRASÍLIA, UMA REGIÃO ONDE ENCONTRAMOS 
A ÁRVORE ABAIXO.
VOCÊ CONHECE ESSA ÁRVORE?
IPÊ É UMA ÁRVORE MUITO 
PRESENTE EM BRASÍLIA E 
EM OUTRAS CIDADES 
DO BRASIL.
OS IPÊS ALEGRAM 
AS RUAS DA CIDADE.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA 
I E ESCREVA A PALAVRA. 
COMPLETE AS PALAVRAS COM A LETRA I E FORME O NOME 
DAS FIGURAS.
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Essa árvore é um ipê.
ipê
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LETRA I
Atividade preparatória
 Providenciar figuras em revistas, jornais ou internet de elementos cujos nomes come-
çam com a letra I, como: índio, ilha, iguana, ímã, igreja, irmão, injeção, início, inteiro, ipê. 
Incluir outras palavras que tenham a letra I em outras posições, como fonemas do 
meio e finais, como: boi, pipa, periquito, lápis, jiboia, herói.
 Organizar as crianças em uma roda de conversa e disponibilizar as imagens no 
meio da roda para que elas identifiquem oralmente os nomes das figuras. Soli-
citar que descubram as palavras que começam com I e formem um grupo com 
as imagens. Conforme identifiquem, propor que tentem escrita espontânea para 
escrever as palavras
 Pesquisar com as crianças sobre a árvore ipê, que será trabalhada na atividade sobre 
o estudo da letra I.
Atividade de desenvolvimento
 Para apresentar a atividade, começar fazendo a leitura da pergunta para as crian-
ças descobrirem a resposta. Em seguida, perguntar onde podem ver um ipê re-
presentado. Incentivar para que tentem encontrar a palavra escrita e, caso não 
a descubram, mostrar a palavra pontilhada na pauta. Perguntar com que letra a 
palavra IPÊ começa.
 Mostrar a letra I escrita nas formas bastão e cursiva, maiúscula e minúscula. Explorar 
com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem com giz de cera ou 
lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar que cubram 
o pontilhado para escrever a palavra IPÊ. 
 Fazer a leitura da frase e solicitar que as crianças pintem a palavra que começa com 
a letra I. Espera-se que identifiquem a palavra IPÊS.
 Na última atividade, começar nomeando todas as figuras com as crianças, sempre 
incentivando para que tentem, sozinhas, reconhecer os elementos. Depois, apresen-
tar a proposta da atividade, explicando que devem completar os nomes das figuras 
com a letra I. 
 Para finalizar, propor uma leitura conversada das palavras, com uma reflexão cuida-
dosa sobre os fonemas, explorando as que têm sons iniciais ou finais semelhantes.
Atividade complementar
 Propor o jogo de imitação às crianças, escolhendo alguma categoria com o mesmo 
contexto semântico, como animais, alimentos, objetos ou outros. Propor que tirem 
um cartão da sacola e não deixem os colegas verem a imagem. Fazer a imitação para 
que adivinhem e digam com que letra começa a imagem em questão.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela le-
tra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Pesquisa sobre o ipê
O site explica a época de florada dos ipês, 
as cores e seus lugares de ocorrência, 
além de explicar, em vídeo, a ação anti-in-
flamatória presente no chá de ipê-rosa e 
oferecer uma receita para prepará-lo.
Ipê é árvore nativa do Brasil e floresce 
entre os meses de junho e agosto. G1. 
Disponível em: https://g1.globo.com/sp/
campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/
ipe-e-arvore-nativa-do-brasil-e-floresce-
entre-os-meses-de-junho-e-agosto.ghtml. 
Acesso em: 18 set. 2020.
 Dois irmãos: uma jornada 
fantástica
A animação conta a história de dois ir-
mãos elfos adolescentes em um mundo 
de fantasia suburbano. Juntos, embarcam 
em uma jornada para descobrir se ainda 
há magia no mundo.
DOIS irmãos: uma jornada fantástica. 
Direção: Dan Scanlon. Estados Unidos: 
Pixar Animation Studios/Walt Disney 
Studios Motion Pictures, 2020 (102 min).
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 CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE ESCREVENDO OS 
NÚMEROS 11 E 12. 
NÚMEROS 11 E 12
PARA FAZER O BOLO COM SUA AVÓ, NINA COMPROU 
ALGUNS INGREDIENTES. TRACE O NÚMERO 11 DE ACORDO 
COM OS MOVIMENTOS. 
DESCUBRA OS MOVIMENTOS E TRACE O NÚMERO 12.
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NÚMEROS 11 E 12
Atividade preparatória
 Providenciar caixas de uma dúzia de ovos e criar alguns jogos 
de contagem, para que as crianças joguem em grupos. Nu-
merar as “casinhas” com os números de 1 a 12. Selecionar 
elementos para contagem colocando as quantidades corres-
pondentes ao número indicado e providenciar dois dados.
 Entregar para cada grupo com 4 ou 5 crianças o jogo completo. Orientar que joguem os 
dados e completem a quantidade correspondente até preencherem todas s casinhas.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade às crianças, explorando a escrita do número, o nome, a quan-
tidade e outras formas pictóricas ou gestuais pelas quais podemos representar as 
quantidades dos números 11 e 12.
 Explorar o movimento da escrita dos números, chamando atenção para os movimentos 
mais complexos ou as proporções de alguns traços para que o númerofique bem legível.
 Observar e verificar o que compreenderam e quais os pontos de dificuldade para 
que possam executar outras atividades que favorecem o desenvolvimento das no-
ções numéricas. Sugere-se propor que os estudantes criem o hábito de contar quan-
tas crianças estão presentes, quantas faltaram, os objetos e sua distribuição entre os 
colegas etc., de modo a vivenciarem situações em que a contagem faça sentido e se 
aproxime do concreto e de sua função social.
[...] 
Recitar a série numérica oral envolve dizer a série de números fora de 
uma situação de enumeração. Contar é utilizar a série em uma situação de 
enumeração, isto é, onde se estabelece uma correspondência termo a termo 
entre os nomes dos números e os elementos a serem contados como um 
procedimento que permite quantificar um grupo de objetos para determinar 
quantos são. A aquisição destes diferentes conhecimentos envolvidos na ati-
vidade de contar se inicia por volta dos 2 anos e se desenvolve até por volta 
dos 8 anos, é um processo paulatino que excede a Educação Infantil. [...]
As crianças e o conhecimento matemático: experiências de exploração e ampliação 
de conceitos e relações matemáticas. Portal MEC. Disponível em: http://portal.mec.
gov.br/docman/dezembro-2010-pdf/7160-2-8-criancas-cconhecimento-priscila-
monteiro/file. Acesso em: 18 set. 2020.
Atividade complementar
 Propor uma pesquisa com os familiares para levantarem situações em que podemos 
usar a noção de dúzia ou 12 elementos, como a venda de 12 ovos.
 Se considerar interessante, propor às crianças uma brincadeira de vivência, como uma 
situação de feira, de simulação de compras de frutas, legumes, verduras, ovos e outros, 
explorando a situação de contagem e o uso social da noção de dúzia.
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eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET04) Registrar observações, manipu-
lações e medidas, usando múltiplas lingua-
gens (desenho, registro por números ou es-
crita espontânea), em diferentes suportes. 
(EI03ET07) Relacionar números às suas 
respectivas quantidades e identificar o an-
tes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Noções de quantidade, algarismo, somas, 
subtrações, proporções simples envol-
vendo números de apenas um algarismo. 
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas represen-
tações gráficas, relacionando-os às quan-
tidades que representam, o traçado dos 
algarismos e a contextualização de quanti-
dades em contagens de dinheiro, pessoas e 
objetos em geral.
Para observar e avaliar
A situação de jogo permite observar as 
crianças, acompanhando a forma de repre-
sentar as quantidades e o que sabem sobre 
a série numérica.
Saber mais
 Uma dúzia e meia de bichinhos 
Marciano Vasques
Atual, 2014
Borboleta, joaninha, centopeia, cigarra, 
formiga, abelha e muitos outros bichinhos 
desfilam pelas páginas desse singelo livro 
de poemas, que celebra as pequenas ma-
ravilhas da natureza. 
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 CUBRA OS PONTILHADOS E CONTINUE ESCREVENDO OS 
NÚMEROS 13 E 14. 
NÚMEROS 13 E 14
ACOMPANHE O TRAÇADO DO NÚMERO 13 DE ACORDO COM 
OS MOVIMENTOS. 
DESCUBRA OS MOVIMENTOS E TRACE O NÚMERO 14.
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NÚMEROS 13 E 14
Atividade preparatória
 Organizar as crianças em roda em torno de uma mesa 
ou sentadas no chão e propor o jogo da centopeia. 
Orientar as crianças para que entrelacem os braços 
com os colegas do lado. As mãos devem estar espal-
madas sobre a mesa ou o chão, formando assim a 
centopeia. O objetivo da brincadeira é fazê-las “an-
dar”, inicialmente para a direita, usando as “perninhas” 
(mãos), uma de cada vez e seguindo a ordem em que 
as mãos estão colocadas. Propor desafios que podem se alterar com as variações:
 Um participante bate a mão na mesa ou no chão e em seguida a mão que estiver posicio-
nada à direita dá uma batida também, e assim por diante, até que as batidas circulem pela 
roda várias vezes. É importante sempre manter a atenção para não pular nenhuma mão.
 Para ampliar o desafio, manter a sequência e a dinâmica e solicitar que, além de ba-
ter a mão, a criança da vez fale um número e bata a mão e fale o número seguinte 
na série numérica de forma crescente.
 E, para ampliar a dificuldade, as crianças continuam o jogo batendo as mãos e falando 
um número até um aluno bater a mão duas vezes, quando o jogo muda de direção e os 
números devem ser ditos de onde se parou de forma decrescente da série numérica.
 O grupo pode criar outras variações do jogo, como: cada criança, ao bater a mão, 
fala um fonema; os colegas tentam formar uma palavra, e o aluno que perceber que 
formou fala a palavra. O próximo começa com outro som ou sílaba. Por exemplo: 
bor – bo – le – ta, borboleta.
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade às crianças, explorando a escrita do número, o nome, a quan-
tidade e outras formas pictóricas ou gestuais pelas quais podemos representar as 
quantidades dos números 13 e 14. Aproveitar a oportunidade para explorar com as 
crianças qual é a forma espontânea de representarem os números, quais formas já 
dominam e se sentem dificuldade nas representações e, assim, conseguir adequar a 
intencionalidade das atividades com elas.
 Explorar o movimento da escrita dos números, chamando atenção para os movimentos 
mais complexos ou as proporções de alguns traços para que o número fique bem legível.
 Observar e conversar com as crianças durante o desenvolvimento das atividades, 
verificar o que compreenderam e quais os pontos de dificuldade para que possam 
executar outras atividades que favorecem o desenvolvimento das noções numéricas.
Atividade complementar
 Propor uma pesquisa com os familiares sobre mais brincadeiras e jogos com números 
ou outras noções de números. Solicitar que tragam para a escola por escrito e com 
imagens ou desenhos, para que consigam ensinar aos colegas.
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eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03ET04) Registrar observações, manipu-
lações e medidas, usando múltiplas lingua-
gens (desenho, registro por números ou es-
crita espontânea), em diferentes suportes. 
(EI03ET07) Relacionar números às suas 
respectivas quantidades e identificar o an-
tes, o depois e o entre em uma sequência.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Noções de quantidade, algarismo, somas, 
subtrações, proporções simples envol-
vendo números de apenas um algarismo. 
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Algarismos de 0 a 9 com suas represen-
tações gráficas, relacionando-os às quan-
tidades que representam, o traçado dos 
algarismos e a contextualização de quanti-
dades em contagens de dinheiro, pessoas 
e objetos em geral.
Saber mais
 Os pingos e a chuva
Mary França, Eliardo França
Global, 2012
Com a história de Os pingos e a chuva ou 
qualquer outra da coleção dos Pingos, 
podem-se criar diferentes tipos de jogos 
e atividades utilizando materiais diversos.
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ALIMENTAÇÃO
COM O PROFESSOR E OS COLEGAS, VEJA OS ALIMENTOS E 
ORGANIZE 2 LISTAS. 
NA PRIMEIRA LISTA, COLOQUE OS ALIMENTOS QUE 
CONSUMIMOS NO CAFÉ DA MANHÃ.
NA SEGUNDA LISTA, COLOQUE OS ALIMENTOS QUE 
GERALMENTE CONSUMIMOS NO ALMOÇO OU NO JANTAR. 
BOLO. LEITE. PÃO. MAMÃO.
MACARRÃO.
SUCO DE 
LARANJA.
BANANA.
CARNE.
ARROZ 
COM FEIJÃO.
OVO.VEGETAIS.
FRANGO.
QUEIJO.
PEIXE.
ESCREVA O NOME DO ALIMENTO DE QUE VOCÊ 
MAIS GOSTA.
Resposta pessoal.
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ALIMENTAÇÃO
Atividade preparatória
 Organizar uma roda de conversa com as crianças e perguntar o que costumamos 
fazer durante o dia e durante a noite. Em uma cartolina, organizar uma tabela e 
incluir imagens que auxiliem a representar o dia e a noite na rotina.
 Distribuir as crianças em grupos pequenos, com 3 ou 4 alunos. Apresentar o 
quadro para elas e pedir que identifiquem quais imagens representam o dia e 
a noite e as atividades que costumam fazer durante o dia e durante a noite. As 
crianças podem colar imagens que pesquisaram ou desenhar.
 Pedir para cada grupo apresentar aos demais colegas, mostrando as atividades 
que fazem durante o dia e à noite. Explorar as semelhanças e as diferenças 
entre os quadros e relacionar as atividades com alguns marcos da rotina, como 
café da manhã, almoço, jantar e hora de dormir.
Atividade de desenvolvimento
 Começar a atividade explorando as imagens e os nomes dos alimentos repre-
sentados. Permitir que identifiquem os alimentos que conhecem e incentivar que 
ajudem os colegas que não conhecem algum deles. Chamar atenção para os 
nomes dos alimentos escritos embaixo de cada imagem.
 Providenciar uma cartolina ou folha Kraft para cada uma das listas e apresentar 
o comando da atividade para as crianças. Coletivamente, construir listas de ali-
mentos que costumamos ingerir no café da manhã e de alimentos que podemos 
comer no almoço ou jantar.
 Depois, incentivar que escrevam espontaneamente o nome do alimento de que 
mais gostam. Se considerar interessante, incentivar que mostrem o alimento que 
escreveram para os colegas.
Para observar e avaliar
Observar e registrar o conhecimento prévio dos alunos e as hipóteses levantadas ao escrever 
o nome de alimentos.
Atividade complementar
 Sugerir aos alunos que, com ajuda dos familiares, escrevam outros alimentos que 
consomem em cada refeição e que não apareceram na atividade. Incentivar que 
explorem alimentos que façam parte de costumes regionais comuns a outras 
localidades, caso sejam consumidos em casa. Se considerar interessante, sugerir 
uma pesquisa sobre alimentos específicos de costumes e contextos culturais. 
Solicitar que as crianças, também com ajuda dos familiares, tragam os nomes dos 
alimentos por escrito e com imagens de apoio de memória, para que possam 
apresentar aos colegas.
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eracia
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e senti-
mentos sobre suas vivências, por meio da lin-
guagem oral e escrita (escrita espontânea), de 
fotos, desenhos e outras formas de expressão. 
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea. 
(EI03EO01) Demonstrar empatia pelos ou-
tros, percebendo que as pessoas têm dife-
rentes sentimentos, necessidades e manei-
ras de pensar e agir.
(EI03CG04) Adotar hábitos de autocuidado 
relacionados a higiene, alimentação, confor-
to e aparência.
PNA
 Noções de raciocínio, uso de representa-
ção concreta e verbal de raciocínios.
 Oportunizar a escrita emergente do pró-
prio nome e do nome de alguns colegas, 
bem como de listas, textos memorizados 
e palavras simples.
 Compreensão oral dos alunos por meio 
de estratégias de interação verbal e leitu-
ra dialogada.
 Distinção entre dia e noite, relacionadas 
à rotina.
Saber mais
 Eu nunca vou comer 
um tomate
Lauren Child
Ática, 2000
Lola não gosta de comer: não gosta de 
cenoura, nem de tirinhas de peixe, nem de 
purê e muito menos de tomate. Só mes-
mo o criativo e paciente Charlie para con-
vencê-la a provar tudo isso – com nomes 
muito mais apetitosos: palitinhos laranja de 
Júpiter, pingos verdes de cabo verde, flo-
cos de nuvem, petiscos oceânicos… Nes-
ta versão cheia de surpresas, os irmãos e 
algumas dessas delícias saltam das páginas.
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FRUTAS: CANTAR E CONTAR
FRUTAS E ÁRVORES SÃO CITADAS NA LETRA DA CANÇÃO 
POMAR. 
 PINTE AS FRUTAS QUE VOCÊ NÃO CONHECIA.
QUANTAS FRUTAS APARECEM NO TRECHO DA CANÇÃO?
15 frutas.
ESCREVA O NOME DE 3 FRUTAS DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA.
Resposta pessoal.
PINTE AS 3 FRUTAS DE QUE VOCÊ MAIS GOSTA.
POMAR
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ABACATE, ABACATEIRO
LIMÃO, LIMOEIRO
TOMATE, TOMATEIRO
CAJU, CAJUEIRO
UMBU, UMBUZEIRO
MANGA, MANGUEIRA
PERA, PEREIRA
AMORA, AMOREIRA
PITANGA, PITANGUEIRA
FIGO, FIGUEIRA
MEXERICA, MEXERIQUEIRA
AÇAÍ, AÇAIZEIRO
SAPOTI, SAPOTIZEIRO
MANGABA, MANGABEIRA
UVA, PARREIRA
[...]
PAULO TATIT E EDITH DERDYK. POMAR. 
IN: CANÇÕES DE BRINCAR. 
 PALAVRA CANTADA, 1996. I CD.
Resposta pessoal.
Resposta pessoal.
FRUTAS: CANTAR E CONTAR
Atividade preparatória
 Convidar as crianças a participar da brincadeira Fui à feira e organizá-las em roda. 
Cada uma escolhe o nome de uma fruta e conta aos colegas para que todos saibam 
as frutas que estão na brincadeira. A criança que começa a brincadeira fala uma fruta 
que não seja a que escolheu e diz: “Fui à feira comprar melão e não achei”. Quem 
escolheu o melão responde: “O melão não falta, falta a maçã”. E o jogo continua, 
cada uma falando uma das frutas que estão na brincadeira. As crianças erram se não 
respondem quando é falada sua fruta ou se chamarem uma fruta que já saiu no jogo. 
Nesse caso, não participam diretamente falando as frutas, mas permanecem para 
ajudar a avaliar se mais alguém errou. A brincadeira termina quando sobrarem só os 
dois últimos participantes.
Atividade de desenvolvimento
 Escutar a canção Pomar com as crianças e pedir que fiquem atentas à letra para 
descobrirem sobre o que ela fala. Identificar o nome da canção com as crianças e 
pedir que expliquem como o nome se relaciona com o tema. Depois, perguntar se 
compreenderam a alternância da fala dos autores da canção com a das crianças, 
identificando que se trata da fruta e do nome da árvore que a produz.
 Chamar a atenção das crianças, escolhendo algumas das frutas e árvores, e refletir 
sobre a derivação entre as palavras, como uma forma de regularidade da escrita. Pedir 
que observem o nome da fruta e o final do nome da árvore, e como normalmente 
os nomes da fruta e da árvore se estruturam com a terminação EIRA/EIRO.
BANANA, BANANEIRA
GOIABA, GOIABEIRA
LARANJA, LARANJEIRA
 Solicitar que respondamà questão sobre a quantidade de frutas que aparecem no 
trecho da canção. Elas devem fazer a contagem apenas das frutas, não confundido 
com os nomes das árvores.
 Depois, solicitar que respondam qual a fruta de que mais gostam. Aproveitar para socia-
lizar as respostas dos alunos e perceber se existe uma preferência comum aos colegas.
Atividade complementar
 Sugerir aos alunos que pesquisem outras palavras em que percebam a relação do uso 
do sufixo EIRO/EIRA, como:
 Atividade, ofício: lanterneiro – bombeiro – copeira.
 Nomes de árvores ou arbustos: mangueira – goiabeira – cajueiro.
 Objetos ou lugares usados para armazenar algo: açucareiro – manteigueira – saleiro.
Os sufixos – uma análise minuciosa. Português. Disponível em: https://www.portugues.com.br/gramatica/ 
os-sufixos-uma-analise-minuciosa.html. Acesso em: 18 set. 2020.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF01) Expressar ideias, desejos e sen-
timentos sobre suas vivências, por meio da 
linguagem oral e escrita (escrita espontâ-
nea), de fotos, desenhos e outras formas de 
expressão. 
(EI03EF07) Levantar hipóteses sobre gê-
neros textuais veiculados em portadores 
conhecidos, recorrendo a estratégias de 
observação gráfica e/ou de leitura. 
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03EO01) Demonstrar empatia pelos 
outros, percebendo que as pessoas têm 
diferentes sentimentos, necessidades e ma-
neiras de pensar e agir.
(EI03CG04) Adotar hábitos de autocuida-
do relacionados a higiene, alimentação, con-
forto e aparência.
PNA
 Explorar o gênero textual adivinha.
 Noções de raciocínio, uso de representa-
ção concreta e verbal de raciocínios.
 Reconhecimento e produção de rimas e 
aliterações.
 Oportunizar a escrita emergente do pró-
prio nome e do nome de alguns colegas, 
bem como de listas, textos memorizados 
e palavras simples.
 Compreensão oral dos alunos por meio 
de estratégias de interação verbal e leitu-
ra dialogada.
 Leitura em voz alta, pelo professor, de 
textos acompanhados (precedidos ou su-
cedidos) de perguntas para desenvolver e 
aferir a curiosidade e a compreensão oral, 
envolvendo o emprego de pronomes inter-
rogativos e adverbiais, tais como “quem”, 
“que”, “qual”, “quanto”, “quando”, “onde”, 
“por que”, bem como perguntas abertas 
sobre os textos e seus temas, a exemplo 
de descrição de personagens, situações e 
cenários, fomentando a habilidade de infe-
rência e de previsão de desfechos.
 Noções de quantidade, algarismo, somas, 
subtrações, proporções simples envol-
vendo números de apenas um algarismo. 
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LETRA J
 QUAL É O NOME DESSA FRUTA? 
O JATOBÁ É CONHECIDO TAMBÉM 
COMO JUTAÍ OU JATAÍ.
J j
J j
Jatobá.
JATOBÁ.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA J E ESCREVA 
A PALAVRA. 
CUBRA OS PONTILHADOS DAS LETRAS E DESCUBRA O 
QUE FORMAM. 
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LETRA J
Atividade preparatória
 Organizar as crianças sentadas em roda, em cadeiras, com menos um lugar, pois uma 
pessoa deve ficar em pé no centro da roda. Explicar às crianças a brincadeira Só fica 
sentado quem... A pessoa em pé será o “pegador”. Ela observa o grupo e diz a frase 
“Só fica sentado quem está usando casaco”. As crianças que estão de casaco per-
manecem sentadas; as que não estão ficam em pé e correm para trocar de cadeira. 
Nesse momento o pegador também deve ocupar uma cadeira. A criança que ficar 
sem cadeira é o novo pegador e deve repetir a frase com um novo desafio. 
 Depois que as crianças entenderem a brincadeira, pode-se aumentar o desafio, pro-
pondo que digam uma palavra que comece com a letra J, por exemplo; quem souber 
fala e permanece sentado, quem não souber levanta e tenta trocar de lugar. Assim, a 
brincadeira continua com a mesma característica e pode permanecer com diferentes 
desafios enquanto as crianças se mostrarem motivadas.
Atividade de desenvolvimento
 Começar a atividade perguntando às crianças se conhecem a fruta representada 
até descobrirem a resposta. Em seguida, conversar sobre onde podem encontrar o 
jatobá representado na atividade. Espera-se que as crianças percebam que a imagem 
e o nome escrito estão representados e consigam identificá-lo com letras cursivas e 
também a palavra pontilhada na pauta. 
 Propor a leitura da frase e pedir que as crianças pintem as palavras que começam 
com J, que são JATOBÁ, JUTAÍ e JATAÍ. Conversar com as crianças sobre o que com-
preenderam e sobre os outros nomes do fruto.
 Mostrar a letra J escrita nas formas bastão e cursiva, maiúscula e minúscula. Ex-
plorar com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem com giz de 
cera ou lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar 
que cubram o pontilhado para escrever a palavra jatobá. Dizer que aquela letra se 
chama J e tem o som “j”. 
 Por último, explorar a composição da letra J com cada uma das vogais e que palavras 
formam, ler com as crianças os sons das letras, a formação da sílaba e a palavra que 
começa com essas letras. Orientar que cubram os traçados e descubram as palavras 
que formam.
Atividade complementar
 Propor às crianças que investiguem outras palavras que começam com a letra J. 
Sugerir que complementem as palavras que descobriram no banco de palavras de 
referência. Estimular também a leitura das palavras para a identificação dos fonemas. 
A pesquisa pode ser feita em livros, revistas e na internet; como opção, providenciar 
uma ficha com palavras que começam com J ilustradas, misturadas com outras que 
começam com outras letras. 
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela letra 
em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Jujubalândia
Mariana Caltabiano
Brinque-Book, 2017
A bruxa anoréxica quer destruir Jujubalân-
dia porque vive de regime e odeia comida. 
Com o Rei Ape Tite, as crianças e as avós 
partem em busca da única receita capaz de 
acabar com a bruxa. Durante essa viagem, 
elas passam por lugares incríveis, como 
tobogãs de sorvete, campos de maçã do 
amor e vales de ovos de Páscoa.
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LETRA K
 NINA GOSTA DE PRATICAR UM ESPORTE. QUE ESPORTE 
É ESSE? Karatê.
NINA PRATICA KARATÊ.
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KARATÊ.
karatê
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA K E ESCREVA 
A PALAVRA. 
COMPLETE AS PALAVRAS COM A LETRA K E FORME NOMES.
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LETRA K
Atividade preparatória
 Pesquisar em revistas, jornais e internet palavras ou marcas de produtos que co-
nhecem que começam com K. Caso tenham dificuldade, providenciar um dicionário 
infantil ilustrado e pesquisar palavras que começam com K. Organizar no banco de 
palavras de referência algumas das palavras que pesquisaram e com imagens que 
auxiliem como indício de memória.
Atividade de desenvolvimento
 Para apresentar a atividade, começar fazendo a leitura da pergunta para as crianças 
descobrirem a resposta. Retomar a abertura do capítulo para que lembrem que 
o karatê é a atividade praticada pela Nina. Em seguida, perguntar onde podem ver 
o karatê representado. Provavelmente as crianças mostrarão a imagem, por isso 
pergunte de que outra forma a palavra karatê pode ser representada na atividade. 
Espera-se que as crianças percebam que o nome do karatê pode ser escrito com 
letras. Incentivar para que tentem encontrar a palavra escrita e, se não descobrirem, 
mostrar a palavra pontilhada na pauta. Perguntar com que letra a palavra karatê 
começa.
 Mostrar a letra K escrita nas formas bastão e cursiva, maiúscula e minúscula. Explorar 
com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem com giz de cera ou 
lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar que cubram 
o pontilhado para escrever a palavra “KARATÊ”. Explicar que na letra cursiva escreve-
mos com um traço contínuo ligando uma letra a outra, o que traz rapidez e dinâmica 
à escrita manual.
 Fazer a leitura da frase e solicitar que as crianças pintem a palavra que começa com 
a letra K. Espera-se que identifiquem a palavra “KARATÊ”. Por último, sugerir outras 
palavras completando com a letra K.
Atividade complementar
 Propor para as crianças um jogo de adivinhação. Trazer as adivinhações escritas em 
folhas Kraft, apresentando um por vez, ou escrevê-las na lousa. Se adivinharem, propor 
que tentem escrever coletivamente a resposta. Veja alguns exemplos:
 Sou um aparelho que serve para cantar em festas. Meu nome começa com a le-
tra K.
Meu nome é (karaokê).
 Sou um molho vermelho e acompanho a mostarda no cachorro-quente. Meu 
nome começa com a letra K.
Meu nome é (ketchup).
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela letra 
em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 Kung Fu Panda
Direção: John Stevenson, Mark Osborne
Paramount Pictures, 2008. (90 min).
Po é um panda que trabalha na loja de 
macarrão da sua família e sonha em trans-
formar-se em um mestre de kung fu. Seu 
sonho se torna realidade quando, inespera-
damente, ele deve cumprir uma profecia an-
tiga e estudar a arte marcial com seus ídolos.
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FORMA GEOMÉTRICA: PARALELEPÍPEDO
 ALGUMAS EMBALAGENS DE INGREDIENTES QUE NINA 
COMPROU LEMBRAM ESSA FORMA GEOMÉTRICA. 
CONTORNE OS OBJETOS QUE LEMBRAM UM 
PARALELEPÍPEDO.
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FORMA GEOMÉTRICA: PARALELEPÍPEDO
Atividade preparatória
 Providenciar massa de modelar colorida para as crianças criarem as formas. Pedir que 
os alunos representem paralelepípedos modelando a massinha. Após a elaboração, 
incentivar que observem a produção de todos os alunos e verifiquem as formas 
elaboradas. Estimular que utilizem a nomenclatura adequada ao descrever as formas 
e as produções das crianças.
 Explorar com as crianças que o paralelepípedo tem lados (faces) formados por retângulos 
ou até quadrados. Solicitar que observem a planificação do paralelepípedo e que identi-
fiquem as formas geométricas. Podem explorar esses aspectos desconstruindo caixas e 
embalagens, como as de pasta de dente. O objetivo é que as crianças apenas explorem 
formas geométricas e como elas podem construir relações que criem novas formas.
Paralelepípedo Dobra A
C D
B
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade explorando com os alunos as imagens representadas, destacan-
do os elementos, identificando qual sólido lembram, do que parecem ser feitos, as cores 
e seus nomes. Aproveitar e formular perguntas que auxiliem na leitura de imagem.
 Explorar o verbete, no final do capítulo, da palavra PARALELEPÍPEDO e os fonemas 
que a compõem, relacionando a outras palavras de referência do banco de palavras.
 Solicitar que circulem as imagens representadas na atividade que lembram o sólido 
geométrico na forma de paralelepípedo.
Atividade complementar
 Providenciar caixas de ovos e massinha de modelar ou formas geométricas de borra-
cha ou madeira para que os alunos possam explorar. 
 Se considerar interessante, pedir que as crianças comparem os padrões e percebam 
semelhanças e diferenças entre eles.
Para observar e avaliar
Essa atividade permite observar e registrar algumas falas e argumentações das crianças, durante 
a execução das atividades, mostrando o que compreenderam sobre as formas geométricas e as 
habilidades de classificação e ordenação. 
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03TS02) Expressar-se livremente por 
meio de desenho, pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando produções bidi-
mensionais e tridimensionais. 
(EI03ET01) Estabelecer relações de com-
paração entre objetos, observando suas 
propriedades. 
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças.
(EI03CG03) Criar movimentos, gestos, olha-
res e mímicas em brincadeiras, jogos e ativi-
dades artísticas como dança, teatro e música.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Identificação de triângulos, retângulos, 
circunferências, linhas.
 Comparação entre figuras geométricas.
 Visualização e manipulação mental de ob-
jetos bidimensionais e tridimensionais. 
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
Saber mais
 Cabe na mala – Coleção Mico 
Maneco
Ana Maria Machado
Salamandra, 2012
A coleção Mico Maneco oferece às crian-
ças uma fascinante aventura: aprender a 
ler, lendo. Apresentando personagens bem 
brasileiras, inseridas em histórias curtas e 
imaginativas, estes livros fazem da alfabeti-
zação um prazer. São vinte livros, agrupa-
dos em cinco coleções, que acompanham 
o leitor à medida que vai apresentando 
maior domínio da leitura.
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 CONTORNE A FORMA GEOMÉTRICA QUE LEMBRA A 
REPRESENTAÇÃO DO CORPO DO GATO.
 QUANTAS FORMAS QUE LEMBRAM RETÂNGULOS VOCÊ 
OBSERVA NA OBRA DE ARTE?
6 formas.
FORMA GEOMÉTRICA: RETÂNGULO 
 OBSERVE A OBRA DE ARTE E DIGA O QUE ELA REPRESENTA.
Ela representa um gato.
SEM TÍTULO [SÉRIE 
GATOS], DE GUSTAVO 
ROSA, 1998 (SERIGRAFIA 
SOBRE PAPEL, COM 
COLAGEM). INSTITUTO 
GUSTAVO ROSA.
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FORMA GEOMÉTRICA: RETÂNGULO
Atividade preparatória
 Com fita-crepe ou fita adesiva colorida, compor traçados no chão que lembrem 
formas geométricas de quadrado, retângulo, círculo e triângulo, de vários tamanhos, 
cores e de forma aleatória.
 Um pouco distante das figuras, compor um fio que marca o início da brincadeira e 
solicitar que os alunos fiquem enfileirados e prestem atenção aos desafios. Quando o 
professor der o comando “Corram para os retângulos!”, todos devem localizar os re-
tângulos e tentar entrar neles. Quem errar a figura sai da brincadeira e aguarda sentado.
 Repetir a atividade algumas vezes na rotina da turma, incluindo outras variações das 
formas que não são tão regulares ou que estejam em diferentes posições, para que 
as crianças ampliem o repertório. 
Atividade de desenvolvimento
 Apresentar a atividade explorando com os alunos a obra de arte representada, des-
tacando os elementos e as cores, identificando qual forma lembram. Aproveitar e 
formular perguntas que auxiliem a observação da obra, o aperfeiçoamento da orali-
dade ao descrever e o vocabulário do contexto semântico. Incentivar que utilizem a 
nomenclatura adequada das formas geométricas que identificaram.
 Propor que as crianças criem um título para a obra representada e pedir que ex-
pliquem a sua escolha. Escrever na lousa. Depois, propor uma votação para o título 
preferido do grupo.
 Solicitar que circulem as imagens representadas na atividade que lembram um retângulo. 
 Incentivar que os alunos conheçam mais sobre o artista e suas obras com a leitura e 
exploração das informações da biografia de Gustavo Rosa. Se considerar interessan-
te, explorar outras obras de arte do autor em https://gustavorosa.org.br/index.php/
artista/biografia. Acesso em: 18 set. 2020.
Atividade complementar
 Propor às crianças que criem outro animal com a mesma forma geométrica utilizando 
papéis coloridos. Providenciar retângulos de diferentes tamanhos e cores, de papéis 
que podem ter diferentes texturas também, tornando a proposta mais sinestésica.
 Solicitar que coloquem também na colagem uma placa retangular com seu nome, 
como um crachá
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03TS02) Expressar-se livremente por 
meio de desenho, pintura, colagem, dobra-
dura e escultura, criando produções bidi-
mensionais e tridimensionais. 
(EI03ET01) Estabelecer relações de com-
paração entre objetos, observando suas 
propriedades. 
(EI03ET05) Classificar objetos e figuras de 
acordo com suas semelhanças e diferenças. 
(EI03CG03) Criar movimentos, gestos, olha-
res e mímicas em brincadeiras, jogos e ativi-
dades artísticas como dança, teatro e música.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Identificação de triângulos, retângulos, 
circunferências, linhas.
 Comparação entre figuras geométricas.
 Visualização e manipulação mental de ob-
jetos bidimensionais e tridimensionais. 
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
Saber mais
 Gustavo Rosa
Conheça mais sobre Gustavo Rosa 
(1946-2013), pintor, desenhista e artista 
plástico brasileiro muito conhecido por 
suas figuras coloridas e alegres, nos ende-
reços a seguir. 
Escritório de arte.com. Gustavo 
Rosa. Disponível em: https://www.
escritoriodearte.com/artista/gustavo-
rosa. Acesso em: 18 set. 2020.
Enciclopédia Itaú Cultural. Gustavo 
Rosa. Disponível em: http://enciclopedia.
itaucultural.org.br/pessoa9046/gustavo-
rosa. Acesso em: 18 set. 2020.
Instituto Cultural Gustavo Rosa. IGR. 
Disponível em: https://gustavorosa.org.
br/. Acesso em: 18 set. 2020.
 Lagartos Verdes × Retângulos 
Vermelhos
Steve Antony
Rovelle, 2015
Os retângulos ver-
melhos são inteli-
gentes e fazem de 
tudo para derrotar 
os lagartos verdes, 
mas os lagartos verdes são fortes. Será 
que para eles é tão difícil assim aceitar as 
diferenças? Eles conseguirão encontrar uma 
maneira de viver em paz?
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LETRA L
 VOCÊ SE LEMBRA AONDE NINA E A MÃE VÃO PARA 
APRECIAR O PÔR DO SOL?
LAGO PARANOÁ.
UMA MÃO LAVA A OUTRA.
DA TRADIÇÃO POPULAR.
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lago
A um lago.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA L E ESCREVA 
A PALAVRA. 
PINTE AS PALAVRAS QUE COMEÇAM COM A LETRA L.
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lualobo BOLO 
LETRA L
Atividade preparatória
 Apresentar e cantar com as crianças a canção infantil Na jaula do Leão.
 Utilizar os cartões com algumas sílabas escritas do Material do Professor Digital que 
favorecem a consciência fônica com aliteração. Organizar as crianças em roda ou 
em meio círculo, para que todas possam ver os cartões. Solicitar que identifiquem as 
letras e tentem formar palavras que são escritas com L. Veja alguns exemplos:
LA LE LI LO LU
TA LATA, TALA TALITA LOTA LUTA
MA LAMA, MALA MALETA LIMA MALUCA, MALU
BO BOLA LOBO, BOLO, BOLOTA
VA LAVA, VALA VALE, LEVA LUVA
CA LACA, CALA CALO, CALOTA
Atividade de desenvolvimento
 Para apresentar a atividade, começar fazendo a leitura da questão inicial para as crian-
ças descobrirem a resposta. Em seguida, perguntar onde podem ver o lago repre-
sentado. Provavelmente as crianças mostrarão a imagem. Incentivar para que tentem 
encontrar a palavra escrita e, se não descobrirem, mostrar a palavra pontilhada na 
pauta. Perguntar com que letra a palavra LAGO começa.
 Ler a frase do provérbio e solicitar que as crianças pintem a palavra que começa com 
a letra L até que consigam relacionar a palavra LAVA, que começa com L. Perguntar 
qual o significado desse provérbio e em qual situação tem sentido o seu uso. Permitir 
que algumas crianças tragam situações em que o uso seja adequado para ajudar a 
compreender o contexto.
 Mostrar a letra L escrita nas formas bastão e cursiva, maiúscula e minúscula. Explorar 
com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem com giz de cera ou 
lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar que cubram 
o pontilhado para escrever a palavra LAGO. 
 Por último, explorar a composição da letra L com cada uma das vogais e que palavras for-
mam, ler com as crianças os sons das letras, a formação da sílaba e a palavra que começa 
com essas letras. Orientar que cubram os traçados e descubram as palavras que formam.
Atividade complementar
 Propor construir um jogo de quebra-cabeça com os alunos. Para isso, solicitar que esco-
lham palavras que começam com L e depois fazer uma lista com elas. Organizar as crianças 
em pequenos grupos e pedir que escolham 10 palavras e imagens que as representem.
 Orientar as crianças que escrevam as palavras ou digitem no computador e im-
primam para poderem montar o quebra-cabeça. Pedir que colem em cartolina ou 
papelão para formar as peças, como no modelo.
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MA ÇÃ
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades 
manuais no atendimento adequado a seus 
interesses e necessidades em situações di-
versas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela le-
tra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 O leão e o camundongo
Jerry Pinkney
Martins Fontes, 2011
Esta é uma versão da conhecida história do 
ratinho que retribui a generosidade do leão 
libertando-o de uma armadilha fatal. Neste 
livro sem texto, a história é contada por 
meio das belíssimas imagens de Jerry Pinkey.
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LETRA M
 QUAL É O BOLO FAVORITO DE NINA, VOCÊ SE LEMBRA? 
MAIS VALE UM PÁSSARO NA 
MÃO DO QUE DOIS VOANDO.
DA TRADIÇÃO POPULAR.
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Bolo de mandioca.
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA M E ESCREVA 
A PALAVRA. 
CUBRA OS PONTILHADOS DAS LETRAS E DESCUBRA 
O QUE FORMAM. 
MANDIOCA.
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LETRA M
Atividade preparatória
 Propor a brincadeira Mangô. Formar uma linha no espaço em que será realizada a 
brincadeira e dividir o grupo em duas equipes, cada metade se acomodando de um 
lado da linha. O mestre desse jogo terá vários cartões, cada um com uma categoria 
e um nome de elemento desta que começa com a letra do estudo. Por exemplo: 
“animais: macaco”; “flores: margarida”; “partes do corpo: mão”; “fruta: mamão” etc. 
Quando sortear um cartão, o mestre fala a categoria e aponta para uma das equipes, 
que precisa dizer uma palavra da categoria que começa com a letra inicial do estudo. 
Se a equipe acertar a palavra escrita no cartão faz ponto, senão passa a vez para a 
outra equipe até acertarem. Em um dos cartões está escrito “Mangô” e, quando ele é 
retirado, a equipe que começaria pode propor uma prenda para o outro grupo pagar. 
Atividade de desenvolvimento
 Para apresentar a atividade, começar fazendo a leitura da questão inicial para as crianças 
descobrirem a resposta. Em seguida, perguntar onde podem ver a mandioca represen-
tada. Incentivar que tentem encontrar a palavra escrita e, se não descobrirem, mostrar 
a palavra pontilhada na pauta. Perguntar com que letra a palavra mandioca começa. 
 Ler a frase do provérbio e solicitar que as crianças pintem as palavras que começam 
com a letra M. Se necessário, repetir a leitura da frase algumas vezes, excluindo al-
gumas palavras que mostraram facilidade em identificar, até que consigam relacionar 
as palavras MAIS e MÃO, que começam com M. Depois, explorar o significado do 
provérbio e em que situação elas poderiam usá-lo.
 Mostrar a letra M escrita nas formas bastão e cursiva, maiúscula e minúscula. Explorar 
com o dedo os movimentos das letras e solicitar que tracem com giz de cera ou 
lápis colorido, cobrindo os movimentos representados. Depois, solicitar que cubram 
o pontilhado para escrever a palavra MANDIOCA. 
 Por último, explorar a composição da letra M com cada uma das vogais e que palavras for-
mam, ler com as crianças os sons das letras, a formação da sílaba e a palavra que começa 
com essas letras. Orientar que cubram os traçados e descubram as palavras que formam.
Atividade complementar
 Organizar as crianças em roda. Providenciar os cartões de palavras que rimam do 
Material do Professor Digital. Apresentar para as crianças a palavra MÃO e escrevê-
-la na lousa. Distribuir no meio do círculo os outros cartões e solicitar que encontrem 
outras palavras que podem rimar com a palavra em destaque. Pedir que separem as 
palavras que podem rimar das que não rimam. 
CORAÇÃO, PÃO, FEIJÃO, MACARRÃO, LEILÃO, FALCÃO, ADORAÇÃO, LIÇÃO, 
FURACÃO.
 Solicitar que expliquem por que as palavras rimam, identificando que o final das pala-
vras rima e que o começo muda. Depois, pedir que lembrem de outras palavras que 
podem rimar. Incluir as palavras no banco de palavras de referência da sala de aula, 
nos lugares correspondentes às iniciais do alfabeto.
BNCC: objetivos 
de aprendizagem e 
desenvolvimento
(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à 
linguagem escrita, realizando registros de pala-
vras e textos, por meio de escrita espontânea.
(EI03CG05) Coordenar suas habilidades ma-
nuais no atendimento adequado a seus inte-
resses e necessidades em situações diversas.
PNA
 Síntese de sons (fonemas) em palavras.
 Segmentação de palavras em seus sons 
(fonemas).
 Identificação do primeiro som (fonema) 
de palavras.
 Associação de cada letra a sua realização 
fonológica dominante.
 Associação de cada letra a exemplos de 
substantivos concretos (objetos, animais, 
cenários etc.) cuja grafia se inicia pela le-
tra em questão.
 Desenvolvimento da coordenação moto-
ra fina e da manipulação do lápis em ati-
vidades de desenhar, traçar, colorir, pintar, 
tentativas de escrita, dentre outras.
 Traçado, pelo estudante, das letras.
 Mapeamento motor da escrita das letras 
no ar, em caixas de areia ou outros meios 
para estimular a aprendizagem multissen-
sorial das letras e da grafia delas.
Saber mais
 O mundo seria mais legal
Marcelo Tolentino
Companhia das Letrinhas, 2017
Neste livro, leitores de todas as idades 
vão conhecer uma série de propostas 
malucas (e rimadas) para um mundo mais 
divertido. E ainda terão a chance de in-
ventar o seu próprio planeta e dar a ele 
um toque único e especial!
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LETRA N
QUAL É O NOME DA MENINA QUE CONHECEMOS 
NA ABERTURA DO CAPÍTULO?
O SOL NASCE PARA TODOS.
DA TRADIÇÃO POPULAR.
N n
N n
Nina.
Nina
CUBRA OS MOVIMENTOS DA LETRA N E ESCREVA A 
PALAVRA. 
COMPLETE AS PALAVRAS COM A LETRA N.
A ICA N N
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NINA.
LETRA N
Atividade preparatória
 Organizar as crianças em duplas em pátio aberto. Providenciar algumas vendas e 
instrumentos musicais com guizo, pauzinho, tambor, chocalhos e sinos. Em cada 
dupla, uma criança fica de olhos vendados e a outra tem um instrumento na 
mão (diferente dos outros). A criança com os olhos vendados tem que seguir 
o som de seu parceiro, que se movimenta lentamente pelo espaço, tocando o 
instrumento. O objetivo é ativar a percepção sonora distinguindo os timbres dos 
instrumentos que são utilizados juntos. É importante combinar que o parceiro 
que está fazendo os sons precisa cuidar e guiar com segurança o colega com os 
olhos vendados, pois é uma atividade de cooperação e confiança.

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