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RESUMO DE SOCIOLOGIA PROVA

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RESUMO DE SOCIOLOGIA PROVA
AULA 31/01 (AULA 01)
. ANTROPOLOGIA – É UM RAMO DE CIÊNCIAS SOCIAIS QUE ESTUDA AS DIMENSÕES DO SER HUMANO E SUA ORIGEM EM DIVERSAS.
. ANTROPOLOGIA JURÍDICA – É UMA ÁREA QUE SE DEDICA AO ESTUDO DOS SISTEMAS JURÍDICOS DE DIFERENTES SOCIEDADES, CONSIDERANDO A COMPLEXIDADE DAS RELAÇÕES SOCIAIS, ECONÔMICAS, POLÍTICAS E CULTURAIS QUE PERMEIAM O FUNCIONAMENTO DOS SISTEMAS.
. ANTROPOLOGIA FORENSE – RAMO DA MEDICINA LEGAL QUE ESTUDA A IDENTIFICAÇÃO DO SER HUMANO POR MEIO DE UM PROCESSO TÉCNICO CIENTÍFICO PARA DETERMINAÇÃO DE IDADE, SEXO, PADRÃO RACIAL E ESTATURA.
. O MATERIAL DE ESTUDO PODE SER VIVO – DESAPARECIDOS, PESSOAS DESMEMORIADAS, CRIANÇAS, ETC.
. O MATERIAL DE ESTUDO PODE SER MORTO – CADÁVERES, MUTILADOS, DESASTRE EM MASSA, OSSOS, ESQUELETOS.
. A ANTROPOLOGIA JURÍDICA INVESTIGA OS FENÔMENOS SOCIAIS DE FORMA PLURALISTA, PRIORIZANDO A GÊNESE DE CATEGORIAS CULTURAIS EXIXTENTES E SEUS ANCESTRAIS.
. A ETINIA DIZ RESPEITO A UM POVO OU NAÇÃO – GRUPO DE PESSOAS COM ORIGENS, INTERESSES E EXPERIÊNCIAS COMUNS. EXEMPLO: QUILOMBOLAS SÃO EXEMPLOS DE MEMBROS REMANESCENTES DE COMUNIDADES CHAMADAS . SIGNIFICA ACAMPAMENTO DEFENSIVO.
. ANTROPOLOGIA JURÍDICA TRAS UMA VISÃO CRÍTICA SOBRE O MUNDO.
. RAÇA – CATEGORIA DAS ESPÉCIES DE SERES VIVOS UTILIZADA PELA BIOLOGIA COMO FORMA DE CLASSIFICAÇÃO - CARACTERÍSTICAS GENÉTICAS.
. SOCIEDADES ÁGRAFAS – SÃO AQUELAS QUE NÃO DESENVOLVERAM NENHUMA FORMA DE ESCRITA.
AULA 07/02 (AULA 2)
. SOCIOLOGIA – ESTUDO DA SOCIEDADE – SE REFERE A UMA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS NOS TEMPOS MODERNOS. AS REFLEXÕES E DESCOBERTAS POSSIBILITAM ENTENDER AS INSTITUIÇÕES SOCIAIS E OS INTERESSES DAS POPULAÇÕES:
1879 – RUI BARBOSA
1969 – INSTITUTO DOS ADVOGADOS DO BRASIL IAB
1994 – A OAB EXIGE A SOCIOLOGIA DO DIREITO NOS CURSOS DE BACHAREL
. SOCIOLOGIA INICIALMENTE - PARA O FRANCÊS AUGUSTO CONTE, SEC VXIII, CHAMA DE FÍSICA SOCIAL
. TEORIA DOS 3 ESTADOS - NA CONCEPÇÃO DE AUGUSTO CONTE EXISTEM 3 ESTADOS:
ESTADO TEOLÓGICO – TEOCENTRICO
ESTADO METAFÍSICO – SAÍDA DO VIÉS RELIGIOSO / HOLÍSTICO PARA O RACIONAL / ANTROPOCENTRICO.
ESTADO POSITIVO (POSITIVISMO) – DEVE TER NORMA, PAZ, ORDEM E PROGRESSO.
. EM 1889 O BRASIL SE TORNA REPÚBLICA, ASSIM OS MARECHAIS OPTAM PELO LEMA ORDEM E PROGRESSO E ADEREM A TEORIA DO ESTADO POSITIVO. A TEORIA CONTIDA NA BANDEIRA BRASILEIRA É O POSITIVISMO. 
. SOCIOLOGIA JURÍDICA – ENTENDE-SE QUE AS NORMAS E AS LEIS É FRUTO DE FENÔMENOS SOCIAIS, TODA A SOCIEDADE É REFLEXO DE UM PACTO DE VALORES QUE DENOMINA A RELAÇÃO ENTRE DIREITOS E DEVERES. 
. ART 5°:
I) HOMENS E MULHERES SÃO IGUAIS EM DIREITOS E DEVERES.
II) NINGUÉM SERÁ OBRIGADO A FAZER OU DEIXAR DE FAZER ALGUMA COISA SE NÃO EM VIRTUDE DA LEI.
EXEMPLO: LICENÇA PATERNIDADE – 5 DIAS / LICENÇA MATERNIDADE – 120 DIAS; APOSENTADORIA – HOMEM 35 ANOS, MULHER 30 ANOS DE CONTRIBUIÇÃO.
. ART 98 INCISO IV – JUIZ DE PAZ – HERANÇA DOS COSTUMES, ATUALMENTE FAZ CASAMENTOS E TRABALHOS CARTORIAIS.
. ESTADO FORMADO POR POVO E POPULAÇÃO.
POVO – CIDADÃOS NATOS
POPULAÇÃO – PESSOAS QUE ESTÃO DENTRO DO PAÍS, INCLUSIVE ESTRANGEIROS. 
AULA 06/03 (AULA 3)
. 1532 – O PRINCIPE, NICOLAU MAQUIAVEL – SEPARA A ÉTICA DA POLÍTICA E DA MORAL.
RENASCIMENTO – MOVIMENTO ARTÍSTICO
ANTROPOCENTRISMO – O INDIVÍDUO COMO CENTRO DO UNIVERSO
RACIONALISMO – CAPACIDADE DE SENSO CRÍTICO
. 1867 – O CAPITAL DE KARL MARX
MÉTODO DE ANÁLISE DA SOCIEDADE CAPITALISTA
ALIENAÇÃO – FORMA DE PENSAR UMA REALIDADE SOCIAL SEM A ESFERA CRÍTICA DA CLASSE DOMINANTE X CLASSE TRABALHADORA
SEPARAÇÃO DOS PRODUTOS DOS TRABALHADORES
INSTITUIÇÕES SOCIAIS – FAMÍLIA, ESCOLA, IGREJA, EDUCAÇÃO, CONSELHOS, FEDERAÇÕES, ETC
AULA 20/03 (AULA 4)
TRADIÇÃO PATRIARCAL – SISTEMA SOCIAL EM QUE OS HOMENS MANTÊM O PODER PRIMÁRIO, A AUTORIDADE MORAL, PRIVILÉGIO SOCIAL E CONTROLE DAS PROPRIEDADES. NO PERÍODO COLONIAL, IMPÉRIO E PRIMÓRDIOS DA REPÚBLICA, A FUNÇÃO JURÍDICA DA MULHER ERA SER SUBSERVIENTE AO MARIDO.
FOI APENAS EM 1879 QUE AS MULHERES PASSARAM A TER DIREITO A INGRESSAR EM UMA UNIVERSIDADE POR MEIO DO DECRETO LEI 7.247/1879.
1824 – CONSTITUIÇÃO MAIS DURADOURA (36 ANOS) – SOMENTE UMA EMENDA
1º CÓDIGO CIVIL – SÃO INCAPAZES DOS SEUS ATOS AS MULHERES CASADAS ENQUANTO EXISTIR A SOCIEDADE CONJUGAL.
ONU 1970 – DIA INTERNACIONAL DA MULHER, POR CONTA DAS OPERÁRIAS MORTAS.
ART 251 – 1º CÓDIGO CIVIL – A MULHER COMPETE A DIREÇÃO DA CASA, QUANDO O MARIDO ESTIVER DESAPARECIDO OU PRESO POR CONDENAÇÃO SUPERIOR A 2 ANOS.
MULHER QUE QUER SER SUPERIOR AO HOMEM – FEMISMO. DIFERENTE DE FEMINISMO, QUE BUSCA IGUALDADE.
QUESTÕES PROVA – ETINIAS (CULTURA: CULINÁRIA E RELIGIÃO), RAÇAS (FENÓTIPOS E GENÓTIPOS), QUILOMBOLA (QUEM NASCE NO QUILOMBO), SOCIEDADES ÁGRAFAS. 
QUESTÕES PROVA – LEI DO CONSUETUDINÁRIO (RELACIONADO AOS COSTUMES) – TUDO QUE É RECONHECIDO DO PERÍODO COLONIAL PARA O IMPERIAL. EX: FILA, CHEQUE.
ART 98, CF – JUIZ DE PAZ, RELACIONADO A TRADIÇÃO.
NICOLAU MAQUIAVEL – SEPARA A ÉTICA DA MORAL NA POLÍTICA E PASSA A SER CONSIDERADO O PAI DA CIÊNCIA MODERNA.
COMPLEMENTO:
Conquistas do feminismo no Brasil: uma linha do tempo
A luta das mulheres por equidade e respeito na sociedade data de séculos atrás. Desde as bruxas perseguidas na idade média, até as sufragistas que foram às ruas para conquistar o direito ao voto, é impossível separar os períodos importantes da humanidade das conquistas feministas que acompanharam o passar dos anos. 
O combate à estrutura patriarcal é sim muito mais discutido hoje em dia. E esta questão, por si só, quando paramos para pensar em todo o processo que nos trouxe até aqui, já é um problema. Obviamente não pela discussão – que além de necessária é um direito das mulheres – mas sim pela demora que ocorreu até que mulheres  tivessem liberdade para falar abertamente sobre suas vontades, necessidades e escolhas. 
Para ilustrar a trajetória das feministas até os dias de hoje, nós buscamos marcos importantes na garantia dos direitos das mulheres ao longo da história. Esperamos que a lembrança de cada uma destas conquistas feministas no Brasil fortaleça ainda mais as suas razões para acreditar e defender o feminismo nos dias de hoje:
1827 – Meninas são liberadas para frequentarem a escola
Quando paramos para refletir que hoje em dia as mulheres brasileiras são a maioria no que se refere ao acesso à formação superior – 25% das mulheres no País ingressam nas universidades, enquanto o número de homens é apenas 18% (segundo relatório Education of Glance 2019, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), não imaginamos que o acesso à educação básica por muito tempo foi negado às meninas. Foi apenas em 1827, a partir da Lei Geral – promulgada em 15 de outubro – é que mulheres foram autorizadas a ingressar nos colégios e estudassem além da escola primária. 
1832 – A obra “Direitos das Mulheres e Injustiças dos Homens” é publicado
Se falar sobre as conquistas do feminismo hoje em dia ainda é um desafio e gera burburinhos entre pessoas que não simpatizam com a ruptura social que o movimento representa, imagina só como foi fazer isto lá em 1832? A autora Nísia Floresta desafiou as tradições e costumes da sociedade ao publicar seu livro Direitos das Mulheres e Injustiças dos Homens. Ela foi a primeira mulher brasileira a denunciar em uma publicação o mito da superioridade do homem e de defender as mulheres como pessoas inteligentes e merecedoras de respeito igualitário. 
Seu livro é considerado o pioneiro do feminismo brasileiro por reforçar que a mulher é tão capaz quanto qualquer homem de assumir cargos de liderança ou desempenharem quaisquer atividades na sociedade. 
1879 – Mulheres conquistam o direito ao acesso às faculdades
Se a possibilidade de ingressar em espaços de educação fundamental já foi tardio para as mulheres, o acesso às faculdades demorou ainda mais. Somente em 1879 é que as portas das universidades foram abertas à presença feminina. Mas isso não impediu que o machismo estrutural da sociedade ainda oprimisse as mulheres que queriam estudar de realizarem seus objetivos, o preconceito ainda foi um mal muito presente na vida das jovens estudantesdaquela época. 
1910 – O primeiro partido político feminino é criado
Quando falamos nas conquistas feministas, muito rapidamente pensamos nas leis de acesso que garantem às mulheres espaços de equidade social em relação aos homens. Muitas dessas determinações legais são fruto da presença e pressões que as mulheres feministas dedicaram ao cenário político. 
Mas, mesmo que a Proclamação da República no Brasil tenha ocorrido em 1889, foi apenas 20 anos depois, em 1910, que nasceu o Partido Republicano Feminino, como ferramenta de defesa do direito ao voto e emancipação das mulheres na sociedade. 
1932 – Mulheres conquistam o direito ao voto
Em 1932, o sufrágio feminino foi garantido pelo primeiro Código Eleitoral brasileiro: uma vitória da luta das mulheres que, desde a Constituinte de 1891, pleiteavam o direito ao voto. Essa conquista só foi possível após a organização de movimentos feministas no início do século XX, que atuaram intensa e exaustivamente no movimento sufragista, influenciados, sobretudo, pela luta das mulheres nos EUA e na Europa por direitos políticos.
1962 – É criado o Estatuto da Mulher Casada
Em 27 de agosto, a Lei nº 4.212/1962 permitiu que mulheres casadas não precisassem mais da autorização do marido para trabalhar. A partir de então, elas também passariam a ter direito à herança e a chance de pedir a guarda dos filhos em casos de separação. No mesmo ano, a pílula anticoncepcional chegou ao Brasil. Apesar de ser um método contraceptivo bastante polêmico, por influenciar os  hormônios femininos, não dá para negar que o medicamento trouxe autonomia à mulher e iniciou uma discussão importantíssima sobre os direitos reprodutivos e a liberdade sexual feminina.
1974 – Mulheres conquistam o direito de portarem um cartão de crédito
Imagine só. Cartão de crédito, que hoje está presente na vida da maioria das pessoas, por muito tempo foi um direito exclusivo dos homens.  Até 1974, os bancos queriam ditar como as mulheres gastavam o próprio dinheiro. Mulheres solteiras ou divorciadas que solicitassem um cartão de crédito ou empréstimo eram obrigadas a levar um homem para assinar o contrato. 
A mulher não tinha liberdade de escolha e era vista como objeto que pertencia ao pai ou ao marido, sem voz ativa alguma. Somente em 1974 foi aprovada a “Lei de Igualdade de Oportunidade de Crédito”, para que clientes não fossem mais discriminados baseados no gênero ou estado civil.
1977 – A Lei do Divórcio é aprovada
Até o dia 26 de dezembro de 1977, as mulheres permaneciam legalmente presas aos casamentos, mesmo que fossem infelizes em seu dia a dia. Somente a partir da Lei nº 6.515/1977 é que o divórcio tornou-se uma opção legal no Brasil. Porém, é importante ressaltar que anos após a validação da lei, as mulheres divorciadas permaneciam vistas com maus olhos pela sociedade. Esta pressão social fez muitas mulheres optarem por casamentos infelizes e abusivos em vez de pedirem o divórcio. 
1979 – Mulheres garantem o direito à prática do futebol
“PÉ DE MULHER NÃO FOI FEITO PRA SE METER EM CHUTEIRAS!”. Sim, essa era a manchete de um jornal em 1941.
No Decreto da Era Vargas, estava claro: as mulheres não podiam praticar esportes incompatíveis com as “condições de sua natureza”. O argumento era de que a prática feria a chamada “natureza feminina” e com isso, de 1941 até 1979, foi eliminada qualquer chance de atletas mulheres praticarem esportes. Apesar da proibição, as mulheres nunca pararam de jogar futebol. Sempre desafiaram a “essência feminina” e ocupavam campos de várzea e locais em que o Estado não chega. 
Após quatro décadas, a regulamentação do futebol feminino veio em 1983, mas devemos lembrar o quanto a proibição trouxe reflexos negativos no esporte até hoje, como o pouco incentivo ao futebol feminino e a falta de patrocinadores.
1985 – É criada a primeira Delegacia da Mulher
A Delegacia de Atendimento Especializado à Mulher (DEAM) surge em São Paulo e, logo depois, outras unidades começam a ser implantadas em outros estados. Essas delegacias especializadas da Polícia Civil realizam, essencialmente, ações de proteção e investigação dos crimes de violência doméstica e violência sexual contra as mulheres.
1988 – A Constituição Brasileira passa a reconhecer as mulheres como iguais aos homens
Foi apenas na Constituição de 1988 que as mulheres passaram a ser vistas pela legislação brasileira como iguais aos homens. Somente após as pressões da pauta feminista, aliada com outros movimentos populares que ganharam as avenidas na luta pela democracia, é que conseguimos vencer uma realidade opressora e fomos incluídas legalmente como cidadãs com os mesmos direitos e deveres dos homens – pelo menos na Constituição. 
2002 – “Falta da virgindade” deixa de ser motivo para anular o casamento
Imagine só, apenas no início do século XXI é que o Código Civil brasileiro extinguiu o artigo que permitia que um homem solicitasse a anulação do seu casamento caso descobrisse que a esposa não era virgem antes do matrimônio. Até este momento, a não virgindade feminina era julgada como uma justificativa aceitável para divórcios. 
2006 – É sancionada a Lei Maria da Penha
Maria da Penha, a farmacêutica que deu seu nome à lei, precisou ser vítima de duas tentativas de homicídio e lutar por quase 20 anos para que, finalmente, conseguisse colocar seu ex-marido criminoso atrás das grades. Definitivamente, essa é uma das conquistas do feminismo mais importantes para as mulheres brasileiras. A Lei nº 11.340/2006 foi sancionada para combater a violência contra a mulher.
2015 – É aprovada a Lei do Feminicídio
No dia 9 de março de 2015, a Constituição Federal reconheceu a partir da Lei nº 13.104/2015 o feminicídio como um crime de homicídio qualificado.
2018 – A importunação sexual feminina passou a ser considerada crime
Ser mulher ainda – e infelizmente – é motivo para vivenciar situações de assédio e violência no dia a dia, no ônibus, em aplicativos de carros particulares ou numa simples ida ao mercado. A ocorrência deste tipo de prática contra as mulheres é tanta que a pauta feminista precisou incluir em suas ações a defesa da lei que caracteriza o assédio como crime (Lei nº 13.718/2018).
Apesar desta legislação garantir proteção às pessoas de todos os gêneros, a força do movimento feminista foi essencial para que ela se tornasse uma realidade em nossa sociedade. Não é como se hoje não sofrêssemos mais com o assédio, mas pelo menos agora temos um mecanismo legal para defender nosso direito de ir e vir! 
2021 – É criada lei para prevenir, reprimir e combater a violência política contra a mulher
A Lei 14.192/21 estabelece normas para prevenir, reprimir e combater a violência política contra a mulher ao longo das eleições e durante o exercício de direitos políticos e de funções públicas. É violência política contra as mulheres toda ação, conduta ou omissão com a finalidade de impedir, obstaculizar ou restringir os direitos políticos.
FERNANDO DE NORONHA É UM ESTADO DISTRITAL
Administração do Arquipélago
O Arquipélago de Fernando de Noronha, conforme dispõe o artigo 96 da Constituição Estadual, constitui região geoeconômica, social e cultural do Estado de Pernambuco, instituído sob a forma de Distrito Estadual, com natureza de autarquia territorial, regendo-se por estatuto próprio, com personalidade jurídica de direito público interno e dotado de autonomia administrativa e financeira. Conforme disposto no parágrafo único do art. 1º da Lei Estadual no. 11.304, de 28/12/95, o Distrito Estadual de Fernando de Noronha é uma entidade autárquica integrante do Poder Executivo Estadual, exerce sobre toda a extensão da área territorial do Arquipélago de Fernando de Noronha a jurisdição plena atribuída às competências estadual e municipal, bem como os poderes administrativos e de polícia próprios de ente público.
ETINIA (CLUNINÁRIA E RELIGIÃO):
"A etnia é um conceito que se refere a um grupo humano que compartilha as mesmas origens, as mesmas tradições, a mesma língua e os mesmos traços morfológicos. É importante saber que a etnia não é determinadapor fatores exclusivamente biológicos, como ocorre no conceito de raça, mas sim pela maneira como as pessoas se identificam e são identificadas em termos de sua cultura e herança.
Existem dezenas de milhares de grupos étnicos diferentes no mundo, cada um valorizando uma identidade cultural própria. Os eslavos, os maoris, os semitas, os bantus, os germânicos, os timenés e os ianomâmis são alguns exemplos. As relações interculturais nos ensinam a respeitar a legitimidade mútua de cada etnia, o que significa o oposto do etnocentrismo.
As diferenças sociais e culturais significam que os indivíduos ou grupos são apenas diferentes e não superiores ou inferiores. O indivíduo originário de uma etnia africana é diferente de um chinês ou de um eslavo, mas essas características particulares só servem para perceber que todo ser humano é igual exatamente porque cada um é único. "
"Existem diferenças muito importantes entre os conceitos de raça e etnia:
Raça: é um conceito que leva ao determinismo biológico, alimentando a crença de que existem certas capacidades inatas às pessoas de uma “raça”.
Etnia: é um conceito que se refere a fatores puramente sociais percebidos na cultura de um grupo étnico e que não são definitivos."
"A importância da etnia, para o indivíduo, é que ela desempenha um papel crucial na formação da sua identidade social. Ela fornece um senso de pertencimento e conexão, influenciando a maneira como as pessoas veem a si mesmas e como se relacionam com os outros."
RAÇA, GENÓTIPO E FENÓTIPO
Raça é uma categoria das espécies de seres vivos, utilizada pela biologia como forma de classificação. Em termos sociais, o uso do termo raça é usado enquanto senso comum para determinar grupos étnicos a partir de suas características genéticas.
Genótipo e fenótipo são dois termos muito utilizados na genética, assim, sua compreensão é essencial. Enquanto o genótipo se refere à informação presente no genoma, o fenótipo se refere às características de um indivíduo. O fenótipo depende diretamente da combinação entre o genótipo e o meio no qual o indivíduo se desenvolve.
O que é genótipo?
Genótipo é um termo usado para se referir à constituição genética de um indivíduo. Em outras palavras, podemos dizer que o genótipo se refere à soma de todos os genes encontrados em um indivíduo.
O genótipo se refere à constituição genética de um indivíduo.
Lembremos das ervilhas estudadas por Mendel. Uma das características estudadas foi a cor da semente, a qual poderia ser amarela ou verde. As ervilhas de cor verde apresentavam dois alelos recessivos (vv), enquanto as amarelas poderiam apresentar dois alelos dominantes (VV) ou um alelo dominante e outro recessivo (Vv). Quando falamos em VV, Vv ou vv, estamos nos referindo à composição genética da ervilha, ou seja, seu genótipo.
É importante salientar que o genótipo raramente sofre alterações. Entretanto, mutações podem alterar a constituição genética de um indivíduo.
O que é fenótipo?
Fenótipo é a expressão observável de um genótipo, tal como um carácter morfológico, fisiológico, bioquímico ou mesmo molecular. Citando novamente as ervilhas de Mendel, quando falamos em ervilhas verdes ou amarelas, estamos nos referindo ao seu fenótipo, ou seja, às características observáveis. A cor do pelo de um animal, a textura do cabelo de uma pessoa e a altura de um indivíduo são exemplos de fenótipos.
Há fenótipos que não podem ser observáveis a olho nu, sendo necessário a realização de técnicas específicas. Esse é o caso, por exemplo, do nosso tipo sanguíneo. Quando falamos que uma pessoa apresenta sangue A, B, AB ou O, estamos nos referindo ao seu fenótipo.
A cor da pele pode sofrer alteração devido à exposição ao Sol.
Vale salientar que o fenótipo é resultado da interação entre o genótipo do indivíduo e o ambiente no qual ele se encontra. Uma pessoa de pele clara, por exemplo, apresenta esse tom de pele devido aos genes que possui, entretanto, após a exposição ao Sol, a pele pode apresentar-se mais escura devido a um aumento da produção de melanina. Percebe-se, portanto, que o meio pode influenciar no fenótipo de um indivíduo. Devido a essa interação, costuma-se afirmar que:
Genótipo + meio ambiente = fenótipo
A influência do meio ambiente sobre o fenótipo pode ser observada também quando verificamos a coloração do flamingo. Esse animal tem uma plumagem de cor rosa a avermelhada, que advém da sua alimentação rica em carotenoides.
Diferença entre genótipo e fenótipo
O genótipo diz respeito à informação presente no genoma de um indivíduo. Diferentemente do fenótipo, ele não é observável e raramente sofre alterações. O fenótipo, por sua vez, depende de uma combinação entre nosso genótipo e o ambiente e pode ser definido como as características observáveis de um indivíduo.
QUILOMBOLA
Quilombola é um termo usado para identificar aqueles "remanescentes de comunidades dos quilombos".
Entre os séculos 16 e 19, os quilombos foram criados por pessoas escravizadas que fugiam do regime de violência imposto pela escravização. Esses espaços de liberdade e resistência se espalharam por todo o país.
Cem anos depois da abolição da escravidão, a Constituição de 1988 criou a nomenclatura "remanescentes das comunidades dos quilombos" e definiu que a essas pessoas que estejam ocupando terras deve ser reconhecida a propriedade definitiva do espaço, "devendo o Estado emitir-lhes títulos respectivos".
Ao longo do tempo, a expressão usada na Constituição foi sendo substituída pelo termo "quilombola"
A Constituição também definiu que "todos os documentos e os sítios detentores de reminiscências históricas dos antigos quilombos" devem ser tombados.
Em 1994, a Associação Brasileira de Antropologia atualizou a definição de "quilombo": "Não se trata de grupos isolados ou de uma população estritamente homogênea. Da mesma forma, nem sempre foram constituídos a partir de movimentos insurrecionais ou rebelados mas, sobretudo, consistem em grupos que desenvolveram práticas cotidianas de resistência na manutenção e reprodução de seus modos de vida característicos e na consolidação de um território próprio".
SOCIEDADES ÁGRAFAS
A história da humanidade é baseada na oralidade, juntamente com a linguística, que varia de acordo com as regiões e classes sociais. Muitas sociedades do continente africano eram ágrafas – sociedades que não desenvolveram um sistema próprio de escrita.
Os Incas – civilização sul americana – eram um povo que tinha regras e leis que regulamentavam a convivência mesmo sem escrita. Nos países da África a oralidade é um valor muito importante. Em todo seu território são falados mais de dois mil idiomas. A manutenção de crenças, idiomas e costumes ancestrais dão valor a ORALIDADE.
LEI DO CONSUETUDINÁRIO
O direito consuetudinário é aquele que se estabelece a partir da prática reiterada de determinado comportamento. Ou seja, é um costume que é reconhecido como fonte de direito. No direito internacional, o direito consuetudinário é o que decorre do costume por parte dos agentes internacionais.
O Direito consuetudinário é uma elaboração jurídica que se fundamenta nos costumes e nas tradições de uma comunidade específica, os quais, ao longo do tempo, foram reconhecidos e aceitos como normas.
Exemplo 1 – Território Brasileiro
Mas há um exemplo histórico-jurídico muito interessante pela sua relevância na formação do Brasil: O território do que viria a ser o Brasil, embora formado a partir de tratados internacionais – Tratado de Tordesilhas (1494), de Madrid (1750) e de Santo Idelfonso (1777) -, experimentou um vazio normativo após a Guerra na Península Ibérica de 1801, quando houve a anulação do Tratado de 1777 sem que suas cláusulas operativas fossem restabelecidas pelo Tratado de Paz de Badajoz (1801).
Dessa forma, durante os séculos XIX e XX o Brasil teve que definir suas fronteiras em diversas disputas sem que houvesse um diploma legal vigente a servir de norma imperativa que, de antemão, fosse reconhecida pelos agentes envolvidos. 
O Brasil, então, teve que negociar bilateralmente em alguns casos e litigarperante arbitragens internacionais em outros, buscando defender seus interesses conforme os costumes e os princípios gerais do direito internacional para obter o reconhecimento de seu território, seja na celebração de tratados com países vizinhos ou perante arbitragens internacionais.
Em todos esses casos, o Brasil buscou que se reconhecesse que as terras que já ocupava (ou que ninguém mais ocupava), deveriam ser suas. E foi bastante vitorioso.
JUIZ DE PAZ
Art. 98. A União, no Distrito Federal e nos Territórios, e os Estados criarão:
I - juizados especiais, providos por juízes togados, ou togados e leigos, competentes para a conciliação, o julgamento e a execução de causas cíveis de menor complexidade e infrações penais de menor potencial ofensivo, mediante os procedimentos oral e sumaríssimo, permitidos, nas hipóteses previstas em lei, a transação e o julgamento de recursos por turmas de juízes de primeiro grau;
II - justiça de paz, remunerada, composta de cidadãos eleitos pelo voto direto, universal e secreto, com mandato de quatro anos e competência para, na forma da lei, celebrar casamentos, verificar, de ofício ou em face de impugnação apresentada, o processo de habilitação e exercer atribuições conciliatórias, sem caráter jurisdicional, além de outras previstas na legislação.
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