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Aula. Freud

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Sigmund Freud: Psicanálise 
Profa. Larisse Helena Gomes Macêdo Barbosa
(larissehelena@hotmail.com) 
FUNDAÇÃO FRANCISCO MASCARENHAS
FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS
DEPARTAMENTO DE PSICOLÓGICA
1
A jogadora de tênis número um está se aprontando para disputar o título estadual. Ela não conhecia a sua oponente e decide se apresentar antes da partida. Ela caminha até a quadra, onde sua oponente está se aquecendo, e diz “olá, meu nome é Amy. Prazer em vencê-la”. Podemos imaginar o quão envergonhada Amy ficou! Confusa, ela corrige o seu engano inocente e caminha para o seu lado da quadra para se aquecer. “Uau”, pensou Amy, “de onde veio isso?”
Será que o ato falho verbal de Amy foi tão inocente assim? Freud não pensaria isso. 
Segundo a sua opinião, o engano tolo de Amy foi, na verdade, uma demonstração de motivações agressivas inconscientes. A teoria psicanalítica de Freud ilustra a abordagem psicodinâmica e clínica à personalidade. O comportamento é interpretado como sendo o resultado da interação dinâmica entre motivos, pulsões, necessidades e conflitos. A pesquisa consiste principalmente em investigações clínicas. 
2
Sigmund Freud e a Psicanálise
 Apesar da sua natureza polêmica, a psicanálise deteve uma grande influência sobre a teoria da personalidade
 Primeira teoria formal a tratar da personalidade;
 Afetou a forma de pensar a personalidade na psicologia e psiquiatria;
 Causou enorme impacto na maneira de pensar e se encarar a natureza humana;
 Outras teorias usam-na como referencial, seja para corroborar ou divergir e a partir de 
 então afirmar outros pressupostos.
3
3
 
 Freud - 1856 / 1939 
 Nasceu em Freiberg, Tchecoslováquia (República Checa); 
 Se mudou para Leipzing (Alemanha), e depois para Viena (Áustria);
Pai: 40 anos (severo e autoritário)- lembra com ódio e ira do pai 
Mãe: 20 anos (carinhosa, protetora, orgulhosa) 
Sentia uma ligação apaixonada e sexual pela mãe. 
“ Um homem que foi indubitavelmente o preferido de sua mãe fica a vida inteira com a noção de que é um conquistador, com aquela confiança no sucesso que muitas vezes induz a um êxito real” 
4
A Vida de Freud
4
 
 Relação com irmãos
Sempre foi inteligente e foi estimulado pelos pais
Ingressou na universidade um ano antes do habitual e foi sempre o líder da classe.
 Escolheu Medicina: levaria uma carreira na área de pesquisa científica. 
5
A Vida de Freud
5
 
 Quando cursava a faculdade de medicina, fez experiência com cocaína.
Droga miraculosa
1884 publicou um artigo sobre os efeitos benéficos da cocaína 
 Foi severamente criticado pelo seu papel na expansão na praga da cocaína. 
Continuou a usar até meia idade. 
6
Episodio da Cocaína 
6
 
 1881 começou a trabalhar como neurologista clínico e a analisar a personalidade daqueles que sofriam de distúrbios mentais.
Estudou com o psiquiatra Charcot, que o alertou para possível base sexual da neurose. 
 Quando voltou para Viena, um colega descreveu a ansiedade de um paciente que o terapeuta acreditava que provinha da impotência de seu marido. 
Como resultado desses incidentes e dos seus próprios conflitos sexuais, podemos sugerir que Freud certamente estava aberto a possibilidade de uma base sexual para problemas emocionais. 
7
Base Sexual da Neurose 
7
Abuso sexual na Infância: fato ou fantasia? 
 Conflito sexual era a causa básica de todas as neuroses. 
A maioria de suas pacientes trazia experiências sexuais traumáticas da infância. 
Esses eventos eram semelhantes a uma sedução, com o sedutor sendo um parente mais velho.
Esses traumas sexuais nos primeiros anos de vida provocavam um comportamento neurótico na fase adulta.
Os abusos sexuais que eram relatados não haviam realmente ocorrido (fantasias). 
8
As causas da doença neurotica “mais imediatas e, para o propósitos práticos, as mais significativas devem ser buscadas em fatores que surgem da vida sexual” 
A vida sexual de Freud
 Paradoxo vidas sexual e ênfase na teoria.
 Atitude negativa em relação ao sexo (escreveu sobre os perigos do sexo).
Acreditava que contaminava a mente e o corpo (degradante).
Ficou impotente e as vezes optava por abster-se.
Culpava a mulher pelo termino da vida sexual. 
40 anos viveu um grave episódio neurótico (neurose de ansiedade e neurastenia)
Decorrente da masturbação e a de praticas sexuais anormais. 
9
INSTINTOS/PULSÕES
São elementos básicos da personalidade, forças motivadoras que impulsionam o comportamento e determinam o seu rumo;
Uma forma de energia fisiológica transformada que liga as necessidades do corpo com os desejos da mente.
São representações mentais de estímulos internos, como a fome, que levam uma pessoa a agir de uma maneira determinada;
10
As forças propulsoras da personalidade
11
Estímulos (fome e sede) são internos 
Gera situação de excitação fisiológica ou energia
A mente transforma essa energia corporal em DESEJO 
Motiva a pessoa a se comportar de uma forma que satisfaça 
 O instinto não é o estado corporal, mas a necessidade corporal transformada em um estado mental, um desejo. 
 A meta do instinto é satisfazer a necessidade e, assim, reduzir a tensão
Abordagem Homeostática
 Quando uma necessidade como a fome é despertada no corpo, ela gera uma situação de excitação fisiológica ou energia. A mente transforma essa energia corporal em um desejo; 
 Para Freud, o desejo é uma representação mental da necessidade fisiológica (instinto ou força propulsora) que motiva a pessoa a se comportar de uma forma que satisfaça a necessidade;
Ex.: uma pessoa como fome agirá para satisfazer a sua necessidade procurando comida. O instinto aqui não é o ESTADO CORPORAL, mas a necessidade corporal transformada em um estado mental, um desejo. 
12
As forças propulsoras da personalidade
As forças propulsoras da personalidade
Freud acreditava que a energia psíquica poderia ser deslocada para objetos substitutos e esse deslocamento era de extrema importância para DETERMINAR A PERSONALIDAD DE ALGUÉM. Afirmava que os instintos era a fonte exclusiva de energia para o comportamento humano. 
13
INSTINTO DE VIDA 
 Tem como objetivo a sobrevivência do indivíduo e da espécie;
 Satisfazer a necessidade de comida, água, ar e sexo;
 São orientados para o crescimento e desenvolvimento;
 O sexo é considerado por Freud, como sendo o instinto de vida mais importante para a personalidade. Não se referia apenas ao prazer erótico, mas incluía quase todos os comportamento e pensamentos prazerosos.
14
Tipos de Instintos
15
INSTINTO DE VIDA 
 A energia psíquica manifestada pelo instinto de vida sexual é a LIBIDO, que pode ser anexada ou investida na representação de objetos, um conceito que Freud chamou de CATEXIA. 
 Libido – a forma de energia psíquica manifestada pelos instintos de vida, especificamente o sexual que empurra a pessoa para comportamentos e pensamentos prazerosos. 
 Catexia – o investimento de energia psíquica na representação de um objeto ou pessoa.
Tipos de Instintos
Tipos de Instintos
16
INSTINTO DE MORTE/ DESTRUTIVO
 Freud se baseia na biologia afirmando que todas as coisas vivas se degeneram e morrem voltando ao seu estado inanimado original portanto, afirma que as pessoas têm um desejo inconsciente de morrer. 
Freud sugeriu que as pessoas são seres que buscam predominantemente o prazer e grande parte da sua TEORIA DA PERSONALIDADE gira em torno da necessidade de inibir ou reprimir os nossos desejos sexuais. 
17
Tipos de Instintos
18
CONSCIENTE --- PRÉ-CONSCIENTE --- INCONSCIENTE
--- CONSCIENTE ---
 Inclui todas as sensações e experiências das quais estamos cientes em todos os momentos; 
 Freud considerava como sendo um aspecto limitado da personalidade;
 Responsável por uma pequena parte dos pensamentos, sensações e lembranças em todo o tempo;
Níveis de Personalidade
19
--- Pré-consciente ---
 Onde estão as lembranças, percepções e ideias das quais não se está ciente no momento, mas que pode-se, facilmente, trazera consciência. 
Níveis de Personalidade
20
--- INCONSCIENTE ---
 O mais importante nível;
 Parte maior e invisível da personalidade;
 Morada dos instintos e dos desejos que regem o comportamento;
 Depósito de forças que não se consegue controlar;
 Contém a força propulsora por trás de todos os comportamento.
Níveis de Personalidade
Assim, na tese freudiana, os sintomas, tal como, os sonhos, os atos falhos e os chistes, passam a ser vistos como idênticos quanto à função que desempenham no psiquismo. São formações de compromisso resultantes do conflito entre a sexualidade infantil recalcada, de um lado, e as exigências da realidade moral imposta pela cultura, do outro. Manifestações sintomáticas são índices do recalcado, o qual possui uma estreita relação com o que é inconsciente. Assim, há, para Freud, uma estreita correlação entre o que é recalcado e o que é inconsciente. Com o recalque, o complexo edipiano sucumbe e ocorre a cisão entre os sistemas inconsciente e pré-consciente. Entretanto, o recalque fracassa e deixa lastros, os quais são apresentados em termos de sintomas. Neste sentido, para Freud (1996), o sintoma é o retorno do recalcado e porta um sentido inconsciente decifrável na experiência analítica (Brenner, 1987).
20
Níveis de Personalidade
“Penso, logo sou” (René Descartes)
 “Sou onde não penso” (Jacques Lacan)
21
COLOCAR FIGURA HALL
22
23
Freud reformula seus conceitos e cria a estrutura básica na anatomia da personalidade
 Id
 Superego 
 Ego
Estrutura da Personalidade
24
ID - Corresponde ao conceito inicial de inconsciente
Reservatório dos instintos - ligado a satisfação das necessidades corporais; 
Regido pelo princípio do prazer (evitar a dor maximizar o prazer); 
 Estrutura poderosa da personalidade;
 Fornece energia para os outros dois componentes; 
Busca a redução da tensão, não tolera atrasos da satisfação por nenhum motivo
Estrutura da Personalidade
25
ID - Corresponde ao conceito inicial de inconsciente
 Só conhece a gratificação instantânea; 
 É uma estrutura egoísta que busca o prazer, é primitivo, amoral, insistente e impulsivo;
 Não tem consciência da realidade (Ex: bebê)
Processo primário: as únicas maneiras pelas quais o id pode tentar satisfazer suas necessidades são o ato reflexo e o desejo ou fantasia. 
Raciocínio infantil (primitivo) pelo qual o id tenta satisfazer os impulsos instintivos. 
Estrutura da Personalidade
26
EGO - É aspecto racional da personalidade
 Mestre racional da personalidade
 Responsável pela orientação e controle dos instintos;
 Regido pelo princípio da realidade (providencia as limitações adequadas a expressão do id;
 Decide como e quando os instintos de Id podem ser 
 satisfeitos da melhor maneira;
 Determina o momento, lugar, objetos adequados e 
 socialmente aceitos que irão satisfazer os impulsos do Id;
Estrutura da Personalidade
27
Freud comparou o relacionamento do Ego com o Id ao de um cavaleiro sobre um cavalo. A força natural e bruta do cavalo tem de ser orientada, checada e controlada pelo cavaleiro, ao contrário o cavalo poderia disparar e correr, atirando o cavaleiro ao chão.
Estrutura da Personalidade
28
EGO - É aspecto racional da personalidade
 Serve a dois mestres: o id e a realidade;
 O ego – mestre racional- que o mantém trabalhando em um emprego que não lhe agrada se a alternativa para isso e não poder dar casa e comida para a sua família. 
 Precisamos nos proteger de ser controlado pelo id e propôs a existência de mecanismo inconscientes para defender o ego. 
Estrutura da Personalidade
Estrutura da Personalidade
29
SUPEREGO - É um conjunto poderoso de ordens ou crenças
 Adquirido na infância por volta dos 5 ou 6 anos;
 Constitui-se de regras de condutas estipulados pelos pais;
 Guarda os conceitos de certo e de errado; 
 Base do lado moral da personalidade;
 Introjeção de valores e padrões dos pais e da sociedade;
 É implacável, cruel;
 Busca pela perfeição moral;
 Objetiva inibir totalmente as demandas do Id
Estrutura da Personalidade
 Freud assinalou que as divisões entre as diferentes regiões da mente não são nítidas e bem definidas. 
30
id
Ego
Superego
Uma pessoa que busca o prazer dominada pelo id
Uma pessoa carregada de culpa ou com sentimento de inferioridade que a personalidade é dominada pelo superego
Uma pessoa psicologicamente saudável dominada pelo ego 
Legenda
 
31
Ansiedade: uma ameaça do ego 
 Ansiedade: temor sem razão
 Em geral não podemos identificar a fonte, um objeto específico que tenha provocado. 
 Fundamental para o desenvolvimento do comportamento neurótico e psicótico. 
Protótipo de toda ansiedade é o trauma do parto.
Cria-se padrões de reações e sentimentos que ocorrerão sempre que fomos expostos alguma ameaça no futuro.
Ansiedade traumática: quando não conseguimos lidar com a ansiedade e corremos o risco de sermos subjugados. 
32
Ansiedade: uma ameaça do ego 
Freud propôs três tipos de ansiedade: ansiedade frente à realidade, ansiedade neurótica, ansiedade moral. 
 Ansiedade frente à realidade: que envolve medo de perigos tangíveis no mundo real 
Tem finalidade positiva de orientar nosso comportamento para nos protegermos e escaparmos dos perigos reais. 
Os medos baseados na realidade podem ser levados a extremos. 
33
Ansiedade: uma ameaça do ego 
 Ansiedade neurótica: tem por base a infância, o conflito entre a gratificação instintiva e a realidade. 
As crianças em geral são punidas por expressarem abertamente impulsos sexuais e agressivos.
Consequentemente o desejo de satisfazer certos impulsos do id gera ansiedade. 
Essa ansiedade neurítica é um medo inconsciente de ser punido por exibir impulsivamente um comportamento dominado pelo id. 
34
Ansiedade: uma ameaça do ego 
 Ansiedade moral: resulta de um conflito entre o id e o superego. 
É o medo da nossa consciência.
Quando você está motivado a expressar um impulso instintivo que não está de acordo com o seu código moral, o seu superego se vinga fazendo com que sinta vergonha ou culpa.
 É proporcional ao desenvolvimento do superego. 
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Defesas contra a ansiedade
 A ansiedade é um sinal de que um perigo iminente, uma ameaça ao ego, tem de ser neutralizada ou evitada. 
 Mecanismo de defesa: estratégias que o ego utiliza para se defender da realidade provocada pelos conflitos da vida cotidiana. Os mecanismos de defesa envolvem negação ou distorção da realidade. 
Postulou vários mecanismos de defesa e afirmou que dificilmente usamos apenas um.
Nos defendemos da ansiedade usando vários deles ao mesmo tempo.
 São negação ou distorções da realidade- necessárias, mas distorções. 
Operam inconscientemente. 
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Mecanismos de Defesa 
 Repressão: é uma afastamento involuntário de algo da consciência, um tipo inconsciente de esquecimento da existência de algo que nos traz constrangimento ou sofrimento. 
Sempre que o ego é ameaçado por impulsos indesejáveis do id, ele se protege reprimindo esses impulsos, ele força os estímulos ameaçadores para o inconsciente. 
O que acontece a esses impulsos depois que eles se tornam inconscientes? 
37
Mecanismos de Defesa 
 Negação: envolve a negação da existência de alguma ameaça externa ou evento traumático ocorrido. 
38
 Formação Reativa: expressão de um impulso do id, que é oposto àquele que está realmente motivando a pessoa. 
 O comportamento reativo pode ser identificado por seu caráter exagerado e sua forma obsessiva e compulsiva. 
Mecanismos de Defesa 
 Projeção: uma outra maneira de se proteger contra impulsos perturbadores é atribuí-los a outra pessoa. 
Os impulsos lascivos, agressivos e inaceitáveis são visto como outros. 
Enxergar nos outros sentimentos ou tendências inaceitáveis, que, na verdade residem no próprio inconsciente. 
“Eu não odeio, ele que me odeia” 
39
Mecanismos de Defesa 
 Regressão: a pessoa volta ou regride a um período anterior da sua vida que foi mais agradável, livre de frustração e ansiedade. 
 Envolve uma voltaa uma das fases psicossexuais do desenvolvimento infantil. 
 A pessoa volta a esse época mais segura manifestando comportamentos exibidos então , como comportamentos infantis e dependentes. 
40
Mecanismos de Defesa 
 Racionalização: envolve a reinterpretação do nosso comportamento para torná-lo mais aceitável e menos ameaçador para nós. 
Demitida de um emprego o emprego não era bom.
 Deslocamento: envolve deslocar o impulso do id de um objeto ameaçador ou indisponível para um outro disponível. 
Hostilidade em relação ao chefe hostilidade em relação ao filho
41
Mecanismos de Defesa 
 Sublimação: envolve alteração ou deslocamento dos impulsos do id transformando energia instintiva em comportamento socialmente aceitáveis. 
 A energia instintiva é desviada para outros canais de expressões, que a sociedade considera aceitáveis e admiráveis. 
 A energia sexual pode ser sublimada em comportamentos artisticamente criativos. 
42
1. A transferência dos impulsos do id de uma ameaça ou de um objeto não-disponível para um objeto disponível, como a transferência, para uma criança, da hostilidade de um indivíduo em relação ao chefe, é um exemplo do mecanismo de defesa denominado
Deslocamento
2. Uma pessoa ameaçada pela sua fascinação com a prostituição se torna um ardente defensor dos bons costumes e totalmente contra a divulgação de qualquer tipo de pornografia. Isso é um exemplo de que tipo de mecanismo de defesa? 
Formação Reativa
3. O indivíduo encobre as verdadeiras motivações para seus próprios pensamentos, ações ou sentimentos, por meio da elaboração de explicações satisfatórias, porém incorretas
Racionalização 
4. Uma mulher toma bebidas alcoólicas todos os dias e não consegue parar, não reconhecendo que tem um problema
Negação
43
5. Um cliente está furioso com seu médico, não expressa isso, mas agride verbalmente a enfermeira
Deslocamento
6. Sue sente uma forte atraçãosexual por seu treinador decorrida e diz a uma amiga. Ele está vindo atrás de mim!
Projeção
7. John diz à enfermeira dereabilitação: "Eu bebo porque esta é a única maneira que tenho para lidar com meu casamento fracassado e meu emprego ainda pior.“
Racionalização
8. Jane odeia a enfermagem. Ela fez enfermagem para agradar aos pais. Durante o exercício da profissão, ela fala a estudantes em perspectiva sobre a excelência da enfermagem como carreira.
Formação reativa
44
9. Ao ser hospitalizado devido a amigdalite, Jay, de 2 anos, só mama na mamadeira,embora sua mãe diga que ele está tomando leite no copo há seis meses.
Regressão
10. Uma vítima de acidente não consegue se lembrar de nada a respeito do acidente.
Repressão
11. Uma mãe cujo filho foi morto por um motorista embriagado canaliza sua raiva e energia para ser a presidente da seção local da Mães contra os motoristas bêbados.
Sublimação
45
46
 Fases ORAL, ANAL, FÁLICA, LATÊNCIA E GENITAL
 Conceito de fixação: falta ou excesso
 Ele considerava que o tipo de caráter de uma pessoa se desenvolve na infância, grande parte através da interações pais-filho; 
 Segundo Freud as experiências da infância eram tão importantes que disse ser a personalidade adulta firmemente moldada até o quinto ano de vida;
Estágios Psicossexuais do Desenvolvimento da Personalidade
47
Cada um dos estágios se desenvolve a partir de uma zona erógena do corpo
 O Estágio Oral – entre 0 e 1 ano de vida. 
 A boca / sucção 
 A criança dependente (objeto de desejo, investimento da 
 libido)
 Fim com o desmame.
Estágios Psicossexuais do Desenvolvimento da Personalidade
Mascar chiclete, fumar, roer unhas, transtornos alimentares
Depressão ou dependência dos outros
47
48
O Estágio anal – entre 1 e 3 anos de vida. Agora a libido desloca-se; (realidade externa).
 A defecação oferece prazer a criança;
 Aprende a adiar o prazer;
 Primeira interferência na satisfação de um impulso instintivo; 
 A criança aprende que tem uma arma contra os pais
 - Defecar ou não
 - Prender as fezes
 - Defecar em lugar indevido
Estágios Psicossexuais do Desenvolvimento da Personalidade
Muquirana, ávala
Neuroso obsessivo-compulsiva
48
49
 O Estágio Fálico – De 3 a 5 anos de vida. Fantasias incestuosas (complexo de Édipo, ansiedade, desenvolvimento do superego)
 Concentra-se no desejo inconsciente de uma criança pelo pai ou pela mãe, acompanhado do anseio de destruir o pai (meninos) ou a mãe (as meninas); 
 MENINO e MENINA
 - ansiedade de castração
 - inveja do pênis
Estágios Psicossexuais do Desenvolvimento da Personalidade
Dificuldades na formação do superego; inibição sexual, dificuldade de papeis de gênero
É a ansiedade de castração nos meninos fará com que eles abandonem seus desejos incestuosos pela mãe e superem o complexo identificando-se ao pai. As meninas também passam a identificar-se com a mãe e assumem uma identidade feminina (passam a buscar nos homens similaridades do pai). Assim, o complexo é sempre reprimido, e é tarefa do superego impedi-lo e evitá-lo. 
Karen Horn: inveja do útero
49
50
 A Personalidade Fálica Masculina (conflitos mal resolvidos) – Formas prolongadas de ansiedade de castração.
 É frágil
 Vã
 Autoconfiante
 Afirmam a masculinidade por meio de atividades como repetidas conquistas sexuais; 
 A Personalidade Fálica feminina (conflitos mal resolvidos) – Formas prolongadas do sentimento de inveja do pênis.
 Exagera na sua feminilidade;
 Usa seus talentos e charme para subjugar e conquistar os homens;
Estágios Psicossexuais do Desenvolvimento da Personalidade
51
 O Estágio de latência – entre 5 anos e a puberdade. 
 
O Estágio Genital – última fase psicossocial do desenvolvimento, começa na puberdade.
 O adolescente tem de se adaptar às sanções e tabus da sociedade em relação à expressão sexual; 
 A energia sexual é satisfeita por meio da busca de substitutos socialmente aceitos e, posteriormente, por uma relação adulta de compromisso com uma pessoa do sexo oposto;
Estágios Psicossexuais do Desenvolvimento da Personalidade
52
 O tipo de Personalidade Genital é capaz de encontrar a satisfação no amor e no trabalho, este último sendo um escape aceitável para a sublimação dos impulsos do ID. 
Estágios Psicossexuais do Desenvolvimento da Personalidade
53
Estágios Psicossexuais do Desenvolvimento da Personalidade
53
54
A avalição da Personalidade na teoria Freudiana
 A meta de Freud era trazer lembranças, temores e pensamentos reprimidos de volta ao nível da consciência;
 Métodos de avaliação do inconsciente:
 A associação livre
 A análise de sonhos
A associação livre
 Técnica pela qual o paciente diz o que quer que lhe venha a mente. Em outras palavras, é um tipo de devaneio em voz alta;
A Avaliação da Personalidade na Teoria Freudiana
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 A análise dos sonhos 
 Freud acreditava que os sonhos representam - de forma simbólica - desejos, temores e conflitos reprimidos. Esses sentimentos foram tão fortemente reprimidos que só podem vir à tona de maneira disfarçada durante o sono.
A Avaliação da Personalidade na Teoria Freudiana
 A análise dos sonhos é a técnica que envolve a interpretação de sonhos para trazer à tona conflitos inconscientes. Os resultados têm um conteúdo manifesto (eventos reais no sonho) e um conteúdo latente (significado simbólico dos acontecimentos do sonho)
Por exemplo, Freud acreditava que as imagens oníricas de varetas, espadas ou qualquer outro objeto alongado eram símbolos fálicos, representando o pênis. Imagens oníricas de armários, caixas e fornos supostamente simbolizavam a vagina. Depois o próprio Freud verificou que os simbolismos não eram tal como ele pensava, mas o conteúdo por trás, certamente, para ele, representavam desejos inconscientes. Entretanto, isso não foi consubstanciado por pesquisas psicológicas
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Outras visões sobre o inconsciente: O novo inconsciente
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Outras visões sobre o inconsciente: O novo inconsciente
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Outras visões sobre o inconsciente: O novo inconsciente
Efeito priming
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Outras visões sobre o inconsciente:O novo inconsciente
Obrigada!
larissehelena@hotmail.com
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