Prévia do material em texto
Física geral Trabalho apresentado à Universidade Anhanguera como requisito parcial à aprovação no curso de Ciência da Computação. Francisco Batista Arantes Neto Vargem Grande Paulista – SP Sumario 1 INTRODUÇÃO...........................................................................................................3 2 DESENVOLVIMENTO................................................................................................4 2.1 ETAPA 1 - MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO...............4 2.2 ETAPA 2 – PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA............................11 2.3 ETAPA 3 – LANÇAMENTOS HORIZONTAIS E COLISÕES.............................15 2.4 ETAPA 4 – CALORIMETRIA..............................................................................19 3 CONCLUSÃO..........................................................................................................23 1 INTRODUÇÃO A disciplina de Física Geral desempenha um papel fundamental na formação de estudantes nas áreas de ciências exatas e engenharia, proporcionando uma compreensão aprofundada dos princípios que regem o mundo físico ao nosso redor. O presente portfólio de aula prática de Física Geral concentra-se em quatro temas essenciais: caracterização do movimento, conservação de energia mecânica, colisões e fenômenos térmicos. Cada um desses temas desempenha um papel crucial na compreensão dos fenômenos físicos que ocorrem em nosso cotidiano e na construção do conhecimento científico. A primeira etapa das atividades aborda a caracterização do movimento, explorando conceitos como deslocamento, velocidade média e aceleração média. A segunda etapa concentra-se na transformação de energia, especificamente na relação entre energia potencial gravitacional e energia cinética, com destaque para o princípio da conservação da energia mecânica. A terceira etapa das atividades envolve o estudo das colisões, abordando diferentes tipos de colisões e suas características. Por fim, a quarta etapa concentra-se nos fenômenos térmicos e na troca de energia térmica entre os corpos. A importância desses temas reside no fato de que eles são fundamentais para a compreensão da natureza física do mundo em que vivemos. Através do estudo do movimento, da conservação de energia, das colisões e dos fenômenos térmicos, se desenvolvem habilidades analíticas, a capacidade de resolver problemas complexos e uma compreensão mais profunda das leis físicas que regem o universo. Ao abordar esses temas por meio de atividades práticas, há a oportunidade de aplicar os conceitos aprendidos, desenvolver habilidades experimentais e fortalecer a capacidade de raciocínio científico. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 ETAPA 1 - MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO Primeiramente, para montar o experimento, arrastei o nível bolha até o plano inclinado. Em seguida, nivelei a base clicando com o botão direito do mouse no nívelbolha e selecionando a opção "Nivelar base". Posicionei o ímã arrastando-o até a indicação no plano inclinado. Esse ímã serviu posteriormente para fixar o carrinho. Também posicionei o fuso elevador para grandes inclinações. Em seguida, posicionei o sensor na marca de 300 mm na régua, clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o sensor. O sensor será usado para medir o tempo decorrido durante o movimento do carrinho. Observei a escala que aparece no canto da tela e identifiquei o ponto de ativação, indicado pelo ponto branco no sensor. Para ajustar a inclinação da rampa, cliquei com o botão direito do mouse no fuso elevador e selecionei a opção "Girar fuso". Ajustei o ângulo para 10°. Em seguida, liguei o multicronômetro. Conectando a fonte de alimentação do multicronômetro na tomada. Para ligar o multicronômetro cliquei em "Power" com o botão esquerdo do mouse. Conectei o cabo do sensor na porta S0 do multicronômetro, arrastando-o com o botão esquerdo do mouse. Com isso, estabeleceu-se a conexão adequada para realizar as medições. Ao operar o multicronômetro, primeiramente selecionei o idioma desejado. Em seguida, foi necessário selecionar a função adequada para o experimento. Para isso, bastou clicar no botão adequado até que a função "F3 10PASS 1SEN" fosse exibida. Após essa seleção, confirmei a escolha da função. Além disso, foi necessário definir o número de intervalos desejados em.que no caso foram 10. Por fim, confirmei esta configuração Após todas essas configurações, posicionei o carrinho no plano inclinado. Arrastei o carrinho até o ímã e o mantive em repouso até o momento em que desejei iniciar o movimento. Para soltar o carrinho, acessei a câmera "Bancada" e cliquei com o botão esquerdo do mouse sobre o ímã. A partir desse momento, o carrinho desceu pelo plano inclinado e o sensor mediu o intervalo de tempo entre as marcações presentes no carrinho. Após o experimento, realizei a leitura dos resultados. Também foi possível repetir o experimento. Durante o experimento, o sensor capturou medidas de tempo nas marcações de 0 mm, 18 mm, 36 mm, 54 mm, 72 mm, 90 mm, 108 mm, 126 mm,144 mm, 162 mm e 180 mm, devido às marcações presentes no carrinho. Para registrar os resultados, é criada a seguinte tabela: Após realizar as leituras, segui para a seção Avaliação de Resultados no experimento. Foram fornecidas questões para avaliar e interpretar os resultados obtidos nos experimentos. Com base nas observações feitas durante o experimento e nas medidas de tempo registradas, respondemos às questões de acordo com as conclusões obtidas, conforme segue: 1. Construa o gráfico S x t (Espaço x Tempo). Eixo X = T(s); Eixo Y = S(m). 2. Com base em seus conhecimentos, qual o tipo de função representada pelo gráfico “Espaço x Tempo”? Qual o significado do coeficiente angular (declividade da tangente) do gráfico construído? Com base no gráfico Espaço x Tempo, a função representada é uma função de segundo grau ou uma função quadrática. Isso ocorre porque a relação entre o espaço percorrido (S) e o tempo (t) é descrita por uma equação do tipo S = a * t2 + b * t + c, onde "a", "b" e "c" são constantes. Quanto ao coeficiente angular ou declividade da tangente do gráfico, ele representa a taxa de variação do espaço em relação ao tempo, ou seja, a velocidade instantânea do objeto em movimento. O coeficiente angular é dado pela derivada da função S(t) em relação ao tempo (dS/dt). No caso de uma função quadrática, a derivada em relação ao tempo é uma função linear, representando a velocidade instantânea do objeto. A inclinação da reta tangente ao gráfico em um determinado ponto é igual à velocidade instantânea nesse ponto. Se a inclinação é positiva, indica que o objeto está se movendo em uma direção crescente no espaço. Se a inclinação é negativa, indica que o objeto está se movendo em uma direção decrescente no espaço. 3. Construa o gráfico S x t2 (Espaço x Tempo2). Eixo X = T2(s2); Eixo Y = S(m) 4. Com base em seus conhecimentos, qual o tipo de função representada pelo gráfico “Espaço x Tempo2”? Qual o significado do coeficiente angular do gráfico construído? Com base no gráfico "Espaço x Tempo2" apresentado, pode-se dizer que a função representada é uma função linear. Isso ocorre porque há uma relação direta e proporcional entre o espaço percorrido (S) e o quadrado do tempo (t2). O coeficiente angular do gráfico linear representa a taxa de variação do espaço em relação ao tempo ao quadrado. Ele indica o quanto o espaço percorrido aumenta à medida que o tempo ao quadrado aumenta. O coeficiente angular, também conhecido como declividade da reta, é uma medida da velocidade média do objeto. Se o coeficiente angular for positivo, indica que o espaço percorridoaumenta à medida que o tempo ao quadrado aumenta. Se o coeficiente angular for negativo, indica que o espaço percorrido diminui à medida que o tempo ao quadrado aumenta. O valor absoluto do coeficiente angular também pode fornecer informações sobre a velocidade média do objeto, sendo maior para objetos que se deslocam mais rapidamente 5. Calcule as velocidades para os pontos medidos t2, t4, t6, t8 e t10 e anote em uma tabela semelhante à demonstrada a seguir. Vm(trecho) = ∆S/∆t Intervalos Vm (m/s) S0 a S2 (∆S2) / (∆t2) S2 a S4 (∆S4) / (∆t4) S4 a S6 (∆S6) / (∆t6) S6 a S8 (∆S8) / (∆t8) S8 a S10 (∆S10) / (∆t10) Portanto: ∆S2 = S2 - S0 = 0.036 - 0.018 = 0.018 m ∆t2 = t2 - t0 = 0.362 - 0.338 = 0.024 s ∆S4 = S4 - S2 = 0.054 - 0.036 = 0.018 m ∆t4 = t4 - t2 = 0.3874 - 0.362 = 0.0254 s ∆S6 = S6 - S4 = 0.072 - 0.054 = 0.018 m ∆t6 = t6 - t4 = 0.4115 - 0.3874 = 0.0241 s ∆S8 = S8 - S6 = 0.09 - 0.072 = 0.018 m ∆t8 = t8 - t6 = 0.4345 - 0.4115 = 0.023 s ∆S10 = S10 - S8 = 0.108 - 0.09 = 0.018 m ∆t10 = t10 - t8 = 0.4564 - 0.4345 = 0.0219 s Dessa forma: Vm (S0 a S2) = ∆S2/∆t2 = 0.018/0.024 = 0.75 m/s Vm (S2 a S4) = ∆S4/∆t4 = 0.018/0.0254 = 0.7087 m/s Vm (S4 a S6) = ∆S6/∆t6 = 0.018/0.0241 = 0.746 m/s Vm (S6 a S8) = ∆S8/∆t8 = 0.018/0.023 = 0.7826 m/s Vm (S8 a S10) = ∆S10/∆t10 = 0.018/0.0219 = 0.8219 m/s 7. Com base em seus conhecimentos, qual o tipo de função representada pelo gráfico “velocidade x tempo”? Qual o significado do coeficiente angular do gráfico construído? (Lembre-se que no MRUV, a velocidade é dada por v = vo + at). O gráfico "velocidade x tempo" em um Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV) geralmente representa uma função linear, pois a relação entre a velocidade (v) e o tempo (t) é dada pela fórmula v = vo + at, onde vo é a velocidade inicial e a é a aceleração constante. No MRUV, o coeficiente angular do gráfico representa a aceleração (a) do movimento. O coeficiente angular é determinado pela inclinação da reta no gráfico velocidade x tempo. Se a reta for inclinada para cima, indica um movimento com aceleração positiva, enquanto uma inclinação para baixo indica uma aceleração negativa. O valor absoluto do coeficiente angular corresponde ao valor da aceleração. Quanto maior a inclinação da reta, maior será a aceleração, e vice- versa. Portanto, o coeficiente angular do gráfico "velocidade x tempo" no MRUV representa a aceleração do movimento e sua magnitude indica o quão rápido a velocidade está mudando com o tempo. 8. Qual a aceleração média deste movimento? am = ∆V / ∆t No intervalo de tempo S0 a S2: ∆V2 = V2 - V0 = 0.7087 - 0.75 = -0.0413 m/s ∆t2 = t2 - t0 = 2 - 0 = 2 s am2 = ∆V2 / ∆t2 = -0.0413 / 2 = -0.02065 m/s² No intervalo de tempo S2 a S4: ∆V4 = V4 - V2 = 0.746 - 0.7087 = 0.0373 m/s ∆t4 = t4 - t2 = 4 - 2 = 2 s am4 = ∆V4 / ∆t4 = 0.0373 / 2 = 0.01865 m/s² No intervalo de tempo S4 a S6: ∆V6 = V6 - V4 = 0.7826 - 0.746 = 0.0366 m/s ∆t6 = t6 - t4 = 6 - 4 = 2 s am6 = ∆V6 / ∆t6 = 0.0366 / 2 = 0.0183 m/s² No intervalo de tempo S6 a S8: ∆V8 = V8 - V6 = 0.8219 - 0.7826 = 0.0393 m/s ∆t8 = t8 - t6 = 8 - 6 = 2 s am8 = ∆V8 / ∆t8 = 0.0393 / 2 = 0.01965 m/s² No intervalo de tempo S8 a S10: ∆V10 = V10 - V8 = 0 - 0.8219 = -0.8219 m/s ∆t10 = t10 - t8 = 10 - 8 = 2 s am10 = ∆V10 / ∆t10 = -0.8219 / 2 = -0.41095 m/s² 9. Ainda utilizando o gráfico, encontre a velocidade inicial do carrinho no t0. Para isso, basta extrapolar o gráfico e verificar o valor da velocidade quando a curva “cruza” o eixo y. De acordo com o gráfico, a curva intersecta o eixo y em um valor próximo a 0.75 m/s. Portanto, podemos considerar que a velocidade inicial do carrinho no instante t0 é aproximadamente 0.75 m/s. 10. Diante dos dados obtidos e dos gráficos construídos, monte a função horária do experimento. S = S0 + V0t + 1/2at2 Considerando os valores obtidos: Aceleração (a) = 0.132 m/s² Tempo (t) = valor do tempo no eixo x do gráfico Velocidade inicial (V0) = 0.75 m/s Posição inicial (S0) = valor da posição inicial no eixo y do gráfico Portanto, a função horária do experimento seria: S = S0 + 0.75t + 0.5 * 0.132 * t2 11. Por que é possível afirmar que esse movimento é uniformemente variado? Posso afirmar que esse movimento é uniformemente variado porque a aceleração (a) é constante ao longo do tempo. No gráfico da velocidade em função do tempo, observa-se que a velocidade aumenta de forma linear, indicando uma aceleração constante. Na função horária do movimento (S = S0 + V0t + 1/2at2), pude notar que o termo 1/2at2 indica uma variação quadrática no espaço em relação ao tempo, o que também é característico de um movimento uniformemente variado. Portanto, a constância da aceleração nesse movimento indica que ele é uniformemente variado. 12. Faça o experimento com a inclinação de 20° e compare os resultados. Em uma inclinação de 20º, há uma alteração nas condições do movimento. Há um movimento em um plano inclinado, o que implica em uma mudança na aceleração do corpo. Essa mudança na aceleração afeta as medidas de velocidade e posição do corpo ao longo do tempo, e consequentemente, a função horária do movimento se torna diferente da obtida anteriormente. 2.2 ETAPA 2 – PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA Primeiramente, nivelei a base do plano inclinado utilizando o nível bolha. Clicando sobre o nível bolha na bancada, ele foi arrastado até a posição indicada no plano inclinado. Para garantir o nivelamento, cliquei com o botão direito do mouse no nível bolha e selecinei a opção "Nivelar base". Em seguida, ajustei a posição do sensor na distância desejada. Clicando sobre o sensor, arrastou-se o mouse até obter a posição desejada. O sensor foi posicionado na marca de 300 mm na régua. Para regular a inclinação da rampa, utilizei o fuso elevador. O ângulo de inclinação do plano foi ajustado para 20°. Para ligar o multicronômetro, coloquei a fonte de alimentação na tomada arrastando-a para a posição desejada. Em seguida, conectei o cabo do sensor na porta S0 do cronômetro, arrastando-o para a posição correta. Para ligar o cronômetro, cliquei no botão "Power" e selecionei o idioma desejado. Selecionei a função "F2 VM 1 SENSOR". Inseri a largura do corpo de prova, ajustando o valor para 50 mm. Confirmei o valor. Em seguida, realizei o ensaio com o corpo de prova oco. Posicionei o corpo de prova oco no plano inclinado arrastando-o para a posição desejada. Verifiquei os resultados no display do multicronômetro. Observei o resultado exibido, assim como a velocidade linear no intervalo. O procedimento foi repetido mais duas vezes com o corpo de prova oco. Para o ensaio com o corpo de prova maciço, repetiu-se o procedimento anterior. Realizei o ensaio com o corpo de prova maciço, também repetindo-o três vezes. Ao finalizar os experimentos, segui para a seção "Avaliação de Resultados", respondendo de acordo com as observações feitas durante os experimentos, conforme se segue 1. Anote na Tabela a seguir os valores obtidos no experimento. Houve diferença entre as velocidades dos corpos de prova ensaiados? Se sim, intuitivamente, qual seria o motivo? Sim, houve diferença entre as velocidades dos corpos de prova ensaiados. O motivo para essa diferença pode ser atribuído às características físicas dos corpos de prova. O cilindro oco e o cilindro maciço possuem diferentes distribuições de massa em relação ao eixo de rotação, o que afeta o momento de inércia de cada corpo. O momento de inércia é uma grandeza que mede a resistência de um objeto à mudança de sua velocidade angular. No caso do movimento rotacional em um plano inclinado, o momento de inércia do corpo de prova está diretamente relacionado à velocidade angular, que, por sua vez, influencia a velocidade linear. O cilindro oco possui maior momento de inércia em relação ao cilindro maciçodevido à sua distribuição de massa mais distante do eixo de rotação. Isso significa que, para uma mesma altura e ângulo de inclinação do plano, o cilindro oco terá uma velocidade angular menor do que o cilindro maciço. Consequentemente, a velocidade linear do cilindro oco será menor em comparação com o cilindro maciço. Portanto, a diferença nas velocidades dos corpos de prova ensaiados pode ser atribuída às diferenças nos momentos de inércia causadas pela distribuição de massa de cada corpo. 2. Com as informações a seguir e as equações apresentadas no sumário teórico, e sabendo que o corpo de prova foi solto na posição 60 mm da régua, calcule e preencha a Tabela com os valores obtidos para as grandezas. Especificações Cilindro Oco Cilindro Maciço Massa- m(g) 110 300 Diâmetro Interno- di(mm) 40 - Diâmetro externo – de(mm) 50 50 Densidade do Aço – (g/cm3) 7,86 7,86 Para o cilindro oco: m = 110 g = 0.11 kg r1 = di/2 = 40 mm/2 = 0.02 m r2 = de/2 = 50 mm/2 = 0.025 m V(cilindro oco) = 0.909290 m/s I(cilindro oco) = (1/2) * m * (r12 + r22) = (1/2) * 0.11 * (0.022 + 0.0252) = 0.000056375kg.m² w(cilindro oco) = V / r2 = 0.909290 / 0.025 = 36.3716 rad/s Kt(cilindro oco) = (1/2) * m * V2 = (1/2) * 0.11 * 0.9092902 = 0.0458684 J Altura da descida = 0.909290 m Kr(cilindro oco) = (1/2) * 0.000056375* 36.37162 = 0.0372890 J K(cilindro oco) = 0.0458684 J + 0.0372890 J = 0.083157 J U(cilindro oco) = 0.11 kg * 9.8 m/s2 * 0.909290 m = 0.9896 J ER%(cilindro oco) = ((0.833157 J - 0.9896 J) / 0. 0.9896 J) * 100 = 91.6737%. Para o cilindro maciço: m = 300 g = 0.3 kg r = de/2 = 50 mm/2 = 0.025 m V(cilindro maciço) = 0.993982 m/s I(cilindro maciço) = (1/2) * m * r2 = (1/2) * 0.3 * 0.0252 = 0.00009375 kg.m² w(cilindro maciço) = V / r = 0.993982 / 0.025 = 39.7593 rad/s Kt(cilindro maciço) = (1/2) * m * V2 = (1/2) * 0.3 * 0.9939822 = 0.148457 J Altura da descida = 0.993982 m Kr(cilindro maciço) = (1/2) * 0.00009375 * 39.75932 = 0.1482 J K(cilindro maciço) = 0.148457 J + 0.1482 J = 0.296657 J U(cilindro maciço) = 0.3 kg * 9.8 m/s2 * 0.993982 m = 2.9356 J ER%(cilindro maciço) = [(2.9356 - 0.296657) / 2.9356] * 100 = 89.8681% 3. É certo afirmar que a energia potencial gravitacional é igual a soma das energias cinéticas de translação e rotação? Por quê? Não é correto afirmar que a energia potencial gravitacional é igual à soma das energias cinéticas de translação e rotação. A energia potencial gravitacional e as energias cinéticas de translação e rotação são formas diferentes de energia e não podem ser diretamente somadas entre si. A energia potencial gravitacional está relacionada à altura de um objeto em relação a um ponto de referência e é determinada pela massa do objeto, a aceleração da gravidade e a altura em que se encontra. É a energia associada à posição do objeto em um campo gravitacional. Por outro lado, as energias cinéticas de translação e rotação estão relacionadas ao movimento do objeto. A energia cinética de translação está associada ao movimento linear do objeto, enquanto a energia cinética de rotação está associada ao movimento rotacional do objeto em torno de um eixo. Ambas as energias são determinadas pela massa do objeto e sua velocidade linear ou angular, respectivamente. Portanto, a energia potencial gravitacional e as energias cinéticas de translação e rotação são grandezas distintas e não podem ser diretamente somadas. Cada uma delas descreve um aspecto diferente do comportamento energético do objeto. 4. Calcule o erro relativo entre a energia envolvida quando o corpo de prova está no topo do plano e a energia quando ele passa pelo sensor. Caso o erro seja maior que zero, qual seria o motivo para isto? ER% = |(K - U)/U| * 100% ER% = |(0.083157 J - 0.9896 J)/0.9896 J| * 100% ER% = |-0.906443 J/0.9896 J| * 100% ER% = 0.9161 * 100% ER% = 91.61% Se o valor do erro for maior que zero, significa que a energia não foi conservada durante a descida do corpo pelo plano, o que pode ter ocorrido devido a diversos fatores, como o atrito entre o corpo e o plano, a resistência do ar, a deformação do corpo durante a descida, entre outros. 5. Como você definiria a conservação da energia em termos das energias envolvidas neste experimento? A conservação da energia pode ser definida como a manutenção da quantidade total de energia ao longo do movimento do corpo de prova. Durante o experimento, diferentes formas de energia estão envolvidas, como a energia potencial gravitacional, a energia cinética de translação e a energia cinética de rotação. A energia potencial gravitacional está presente no início do movimento, quando o corpo de prova está no topo do plano inclinado. De acordo que o corpo desce, essa energia é convertida em energia cinética de translação e energia cinética de rotação. A energia cinética de translação está relacionada ao movimento do corpo como um todo, considerando sua velocidade linear. Já a energia cinética de rotação está associada à rotação do corpo em torno do seu eixo. A conservação da energia ocorre quando a quantidade total de energia se mantém constante durante todo o movimento. No caso deste experimento, a energia potencial gravitacional é convertida em energia cinética de translação e energia cinética de rotação à medida que o corpo de prova desce pelo plano inclinado. Embora haja perdas de energia devido a fatores como atrito e dissipação térmica, a soma das energias cinéticas e a energia potencial gravitacional inicial devem ser constantes ao longo do movimento, de acordo com o princípio da conservação da Energia. 2.3 ETAPA 3 – LANÇAMENTOS HORIZONTAIS E COLISÕES Parte 1 – lançamentos horizontais: Acessei a câmera "EPIs" permitindo a visualização do armário de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). No caso desse experimento, foi necessário utilizar o jaleco. Para preparar o experimento, moveu-se um papel ofício para colocá-lo sob o lançador. Cliquei com o botão direito do mouse nos papéis e selecionou-se a opção "Colocar sob o lançador". Utilizei o prumo de centro para marcar a projeção ortogonal do final da rampa sobre o papel. Para isso, cliquei com o botão direito do mouse no prumo e selecionou-se a opção "Marcar origem". Essa ação resultou em uma linha no papel, indicando a posição inicial para a medida do alcance horizontal. Em seguida, posicionei o papel carbono sobre a folha de papel ofício. Para os lançamentos horizontais, coloquei a esfera metálica 2 no lançador horizontal. Uma nova janela foi exibida com as opções de altura, onde escolheu-se a opção de posicionar a esfera metálica a uma altura de 100 mm. Ao realizar o lançamento, observei que a esfera entrava em contato com o papel carbono, deixando uma marca na folha de papel ofício, e retornava à sua posição inicial. Repeti esse procedimento até que a esfera fosse lançada 5 vezes da altura indicada. Após obter os dados, avaliei-os. Removi o papel carbono. Utilizei o compasso para fazer uma circunferência que envolvia todas as marcações feitas na folha. Em seguida, assinalei o centro da circunferência com a caneta. Para medir o alcance e calcular a velocidade, utilizei régua. Utilizei a régua para medir a primeira marcação. Foi possível visualizar a escala da régua. Utilizando a régua, encontrei o valor médio do alcance horizontal para os lançamentos realizados. Em seguida, calculei a velocidade da esfera metálica no momento em que ela deixou a rampa utilizando as equações apresentadas no sumário teórico deste laboratório virtual. Por fim, descartei a folha de papel utilizada. Dessa forma, finalizei o experimento, garantindo a correta manipulação dos equipamentos e a realização das etapas conforme descrito nas instruções. Parte 2 – Encontrando as massas (Colisões): Primeiramente, assegurei-me que a balança estivesseligada. Em seguida, a esfera metálica 1 foi movida para a balança. A massa da esfera foi verificada em gramas. Posteriormente, a esfera metálica 1 foi retornada para sua posição inicial. Em seguida, a esfera metálica 2 foi movida para a balança da mesma forma, verificando- se sua massa em gramas. Após isso, a esfera metálica 2 também foi retornada para sua posição inicial e a balança foi desligada. Para preparar o experimento, o papel ofício foi posicionado sob o lançador. O prumo de centro foi utilizado para marcar a projeção ortogonal do final da rampa sobre o papel. Isso resultou em uma linha no papel, indicando a posição inicial para a medida do alcance horizontal. Em seguida, o papel carbono foi posicionado sobre a folha de papel ofício. Para promover as colisões, a esfera foi colocada no lançador. A esfera metálica 1 foi posicionada na altura de 0 mm, observando que ela permaneceu parada no final da rampa. A esfera metálica 2 foi posicionada na altura de 100 mm. O procedimento de colisões foi repetido até que as esferas colidissem e fossem lançadas 5 vezes a partir das alturas indicadas. Após obter os dados, o papel carbono foi removido da folha de papel. Utilizei o compasso para fazer duas circunferências envolvendo todas as marcações causadas por uma mesma esfera na folha de papel ofício. Os centros das circunferências foram assinalados com a caneta. Para medir os alcances e calcular as velocidades foi usada a régua. Uma janela com a graduação detalhada da régua foi aberta. A primeira marcação foi medida com a régua. Foi possível visualizar a escala da régua. Utilizando a régua, encontrei o valor médio do alcance horizontal da esfera que produziu as marcações no papel. Em seguida, calculei o valor da velocidade para cada esfera metálica imediatamente após a colisão, utilizando as equações apresentadas no sumário teórico do laboratório virtual. Para finalizar o experimento, descartei a folha de papel utilizada. Dessa forma, todas as etapas foram concluídas de acordo com as instruções. Por fim, após analisar todos os resultados, segui para a seção "Avaliação de Resultados" presente no roteiro do experimento, respondendo de acordo com as observações realizadas durante o experimento, conforme se segue: 1. Qual foi o valor médio do alcance horizontal para os lançamentos Realizados? Valor médio do alcance horizontal para os lançamentos = 28,4cm 2. Qual a velocidade da esfera metálica quando ela perde contato com a Rampa? Tempo de queda (t): t = √(2H/g) t = √(2 * 0.1 / 9.8) t ≈ 0.14 segundos Velocidade na direção vertical (vy): vy = √(2gH) vy = √(2 * 9.8 * 0.1) vy ≈ 1.4 m/s Velocidade na direção horizontal (vx): vx = A / t vx = 0.284 / 0.14 vx ≈ 2.03 m/s 3. No ensaio de colisão, duas circunferências são marcadas no papel ofício baseada nas marcações feitas pelas esferas. Identifique qual esfera metálica produziu cada circunferência. A primeira esfera produz a circunferência mais à direita da folha, uma vez que é lançada após a colisão. Já a segunda esfera produz a circunferência mais à esquerda da folha. 4. Qual o alcance de cada esfera metálica no ensaio de colisão? Valor médio do alcance horizontal da segunda esfera = 3cm Valor médio do alcance horizontal da primeira esfera = 26,5cm 5. Qual a velocidade de cada uma das esferas metálicas logo após a Colisão? Coeficiente de restituição (e) = |𝑣𝑣' − 𝑣𝑣'| / |𝑣𝑣 − 𝑣𝑣| Massa da Esfera 1 = 24.1 g Massa da Esfera 2 = 24.3 g Valor médio do alcance horizontal da Esfera 1 = 26.5 cm Valor médio do alcance horizontal da Esfera 2 = 3 cm Valor médio do alcance horizontal da Esfera 1 = 26.5 cm = 0.265 m Para Esfera 1: t = A / 𝑣𝑣 t = 0.265 m / 𝑣𝑣 H = 0 mm (altura em relação ao solo) vy = √(2gH) vy = 0 m/s vx = A / t vx = 0.265 m / t e = |𝑣𝑣' − 𝑣𝑣'| / |𝑣𝑣 − 𝑣𝑣| e = |v1 - 0| / |0 - 𝑣𝑣| Portanto, para a Esfera 1: e = 1 |v1 - 0| / |0 - 𝑣𝑣| = 1 |v1| / |𝑣𝑣| = 1 |v1| = |𝑣𝑣| Portanto, a velocidade da Esfera 1 após a colisão é igual à sua velocidade na direção horizontal antes da colisão, que é o valor médio do alcance horizontal da Esfera 1: v1 = 0.265 m/s Para esfera 2: Valor médio do alcance horizontal da Esfera 2 = 3 cm = 0.03 m t = A / 𝑣𝑣 t = 0.03 m / 𝑣𝑣 vy = √(2gH) vy = √(2 * 9.8 m/s^2 * 0.1 m) vy = √(1.96 m^2/s^2) vy = 1.4 m/s vx = A / t vx = 0.03 m / t e = |𝑣𝑣' − 𝑣𝑣'| / |𝑣𝑣 − 𝑣𝑣| e = |v2 - 0| / |0 - 𝑣𝑣| e = 1 |v2 - 0| / |0 - 𝑣𝑣| = 1 |v2| / |𝑣𝑣| = 1 |v2| = |𝑣𝑣| Assim, a velocidade da Esfera 2 após a colisão é igual à sua velocidade na direção horizontal antes da colisão, que é o valor médio do alcance horizontal da Esfera 2: v2 = 0.03 m/s 2.4 ETAPA 4 – CALORIMETRIA Assegurei a determinação da capacidade térmica de um calorímetro. Para isso, foi acessada a câmera "EPI". O armário foi aberto, permitindo o acesso aos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) necessários para o experimento. Os EPIs utilizados foram o jaleco e os óculos de proteção. A câmera "Bancada" foi acessada para prosseguir com o experimento. Para tarar a balança, o béquer foi posicionado sobre ela. Em seguida, a câmera "Balança" foi acessada para visualizar o béquer na balança. Liguei a balança. Para desprezar a massa do béquer, a balança foi tarada. O béquer foi então retornado para a bancada. A câmera "Bancada" foi acessada novamente para retornar à tela inicial do experimento. Primeira Parte (Adicionando água no béquer): Para adicionar água no béquer, transferi 100 mL de água com a pisseta. A pisseta foi pressionada para inserir água no béquer, e a quantidade de água adicionada foi observada através da escala exibida no canto da tela. Para medir a massa da água, o béquer com a água foi colocado sobre a balança. Acessei a camerâ "Balança" para visualizar a medição da massa. O valor da massa exibido pela balança foi observado e anotado. Em seguida, o béquer foi retirado da balança. Retornei à tela inicial do experimento. Para ajustar o aquecimento, o béquer foi posicionado sobre o sistema de aquecimento. Verifiquei que o béquer se posicionou corretamente no sistema de aquecimento. Acessei a camerâ de "Aquecimento" para visualizar o sistema em questão. Liguei o sistema de aquecimento. A chama do bico de Bunsen foi observada para garantir seu funcionamento adequado. A velocidade de aquecimento do fluido contido no béquer foi ajustada clicando e arrastando. Em seguida acessei a câmera "Bancada" para retornar à tela inicial do experimento. Para medir a temperatura de aquecimento, foi necessário clicar com o botão direito do mouse sobre o termômetro e selecionar a opção "Medir béquer". A temperatura da água em aquecimento foi observada no canto da tela. O aquecimento da água foi aguardado até atingir aproximadamente 80°C. Em seguida, o sistema de aquecimento foi desligado. Para retirar o béquer do sistema de aquecimento, clicou-se com o botão direito do mouse sobre o béquer e selecionou-se a opção "Colocar na mesa". Vale ressaltar que só foi possível remover o béquer do sistema de aquecimento se o bico de Bunsen estivesse desligado. Em seguida, acessei a câmera "Bancada" para retornar à tela inicial do experimento. Para medir a temperatura inicial do calorímetro, utilizei o termômetro. A temperatura inicial do calorímetro foi observada e anotada. Para adicionar água ao calorímetro, a água aquecida contida no béquer foi transferida para ele. Observei que a água foi adicionada ao calorímetro. Para acelerar a troca térmica entre o calorímetro e a água aquecida, agitei o conteúdo do calorímetro. Em seguida, a temperatura no calorímetro foi medida com o termômetro. A temperatura do calorímetro foi observada, aguardando-se até que ela se estabilizasse, e seu valor foi anotado como Tc. Para desmontar o experimento, a água foiretirada do calorímetro e o termômetro foi desligado. Segunda Parte (Adicionando óleo no béquer): Inicialmente, transferi 100 mL de óleo para um béquer, utilizando a pisseta. Em seguida, pressionou-se a pisseta para inserir o óleo no béquer, observando a quantidade adicionada por meio da escala exibida no canto da tela. Após, retornei a pisseta para a bancada. Para medir a massa do óleo, acessei a câmera "Balança" e verifiquei se ela estava ajustada corretamente, apresentando um valor negativo equivalente à massa do béquer. Caso estivesse ajustada, colocou-se o béquer, com o óleo, sobre a balança. Observei e anotei o valor da massa. Em seguida, retirei o béquer da balança. No caso de a balança não estar ajustada corretamente, repetiu-se o procedimento de tara da balança conforme demonstrado na parte I. Prosseguindo, posicionei o béquer sobre o sistema de aquecimento. Acessei a câmera "Aquecimento" para visualizar o sistema em questão e, em seguida, liguei o sistema de aquecimento. Observei a chama do bico de Bunsen para assegurar seu funcionamento adequado. Para medir a temperatura de aquecimento do óleo, utilizei o termômetro. A temperatura do óleo em aquecimento foi exibida no canto da tela. Aguardei o aquecimento do óleo até atingir aproximadamente 80°C e, então, desliguei o sistema de aquecimento. Acessei novamente a câmera "Aquecimento". Ressalta-se a importância de garantir que o bico de Bunsen este ja desligado antes de remover o béquer do sistema de aquecimento. Em seguida, coloquei o béquer na mesa. Retornei à tela inicial do experimento. Utilizei o termômetro para medir a temperatura inicial do calorímetro. Observei e anotei a temperatura inicial do calorímetro. A próxima etapa consistiu em adicionar o óleo aquecido, contido no béquer, ao calorímetro. Notou-se que a água foi adicionada ao calorímetro. Com o objetivo de acelerar a troca térmica entre o calorímetro e o óleo aquecido, agitei o conteúdo do calorímetro. Após aguardar a estabilização da temperatura do calorímetro, medi a sua temperatura. Observei a temperatura do calorímetro, aguardei até que ela se estabilizasse e anotei o seu valor. Por fim, para desmontar o experimento, retirei o óleo do calorímetro e desliguei o termômetro. Após concluir essas etapas, segui para a seção "Avaliação de Resultados" e respondi de acordo com as observações realizadas durante o experimento. Parte 1: A capacidade térmica C do calorímetro pode ser determinada pelo princípio da conservação de energia: QCEDIDO = QRECEBIDO QCEDIDO PELA ÁGUA QUENTE = QABSORVIDO PELO CALORÍMETRO m1c (T1 - Tf) = C (Tf - TC) C = m1c (T1 - Tf) / (Tf - TC) Onde: C = capacidade térmica do calorímetro; m1 = massa de água; c = calor específico da água (1cal/g °C); T1= temperatura da água quente; Tf = temperatura final de equilíbrio sistema; TC = temperatura no interior do calorímetro 1. Com os dados obtidos, calcule a capacidade térmica do calorímetro: C = (m1 * c * (T1 - Tf)) / (Tf - TC) m1 = 102.42 g c = 1 cal/g °C T1 = temperatura inicial do calorímetro = 25.3 ºC Tf = temperatura final de equilíbrio do sistema = 75.8 ºC TC = temperatura no interior do calorímetro = 80.9 ºC C = (102.42 * 1 * (25.3 - 75.8)) / (75.8 - 80.9) C = (102.42 * 1 * (-50.5)) / (-5.1) C = (-5186.71) / (-5.1) C ≈ 1016.63 cal/°C Parte 2: A capacidade térmica C do calorímetro pode ser determinada pelo princípio da conservação de energia: QCEDIDO = QRECEBIDO QCEDIDO PELO ÓLEO QUENTE = QABSORVIDO PELO CALORÍMETRO m1c (T1 - Tf) = C (Tf - TC) c = C (Tf - TC) / m1 (T1 – Tf) Onde: C = capacidade térmica do calorímetro; m1 = massa de óleo; c = calor específico do óleo; T1= temperatura do óleo quente; Tf = temperatura final de equilíbrio sistema; TC = temperatura no interior do calorímetro. 1. Com os dados obtidos, calcule o calor específico do óleo. Compare o valor obtido com valores de calor específico de óleos vegetais encontrados na internet. Justifique eventuais diferenças. Massa de óleo (m1) = 97.13 g Temperatura inicial do calorímetro (Tc) = 25.6ºC Temperatura final de equilíbrio do sistema (Tf) = 81ºC Temperatura no interior do calorímetro (TC) = 71.3ºC Capacidade térmica do calorímetro (C) ≈ 1016.63 cal/°C c = C * (Td - TC) / (m1 * (Tc - Td)) c = 1016.63 cal/°C * (81ºC - 71.3ºC) / (97.13 g * (25.6ºC - 81ºC)) c ≈ 1016.63 cal/°C * 9.7ºC / (-7568.6 g * -55.4ºC) c ≈ -10062.11 cal / (-417949.24 g * °C) c ≈ 0.024 cal/g°C Com base na literatura, os valores típicos de calor específico de óleos vegetais variam entre 1,9 a 2,8 cal/g°C. No entanto, é importante ressaltar que esses valores podem variar dependendo da fonte, da composição específica do óleo e das condições de medição. No experimento realizado, o valor obtido para o calor específico do óleo foi aproximadamente 0,024 cal/g°C. Esse valor é consideravelmente menor do que os valores típicos encontrados na literatura para óleos vegetais. Essa diferença pode ser atribuída a vários fatores, tais como: - Composição específica do óleo: O óleo utilizado no experimento pode ter uma composição diferente dos óleos vegetais utilizados nas referências encontradas. Diferentes ácidos graxos e outros componentes presentes no óleo podem influenciar o calor específico. - Erros de cálculo. - Erros experimentais: O experimento em si pode ter envolvido erros experimentais que afetaram a precisão dos resultados, como medições imprecisas de temperatura ou massa. 3 CONCLUSÃO No decorrer dos quatro experimentos realizados, pude aprofundar meu conhecimento e compreensão em diferentes conceitos da física. Através da caracterização do movimento de um objeto, explorei o deslocamento, a velocidade média e a aceleração média, compreendendo a relação entre essas grandezas e a variação no tempo. Foi possível interpretar e analisar gráficos que representavam essas variáveis físicas, o que contribuiu para a capacidade de visualizar e interpretar diferentes padrões de movimento. Na segunda etapa, concentrei a atenção nos processos de transformação de energia durante um movimento, levando em consideração o princípio da conservação de energia. Consegui explorar como a energia mecânica se transforma entre diferentes formas, como energia cinética e energia potencial, e como essa transformação afeta o movimento do objeto em questão. Compreender esse princípio me permitiu reconhecer e analisar as diferentes formas de energia envolvidas em um sistema físico. No terceiro experimento, foi dedicado ao estudo das colisões, identificando os diferentes tipos de colisões e suas características. Fui capaz de analisar as propriedades e descrever o comportamento dos corpos antes e depois da colisão, aplicando o princípio da conservação de energia nesse contexto. Essa experiência me proporcionou uma visão mais aprofundada sobre a conservação de energia em colisões e como ela influencia o movimento dos objetos envolvidos. Por fim, na quarta etapa, foi explorado os fenômenos relacionados à troca de energia térmica entre corpos. Determinando a capacidade térmica de um calorímetro e utilizamos esse dado para calcular o calor específico de diversas substâncias. Compreendendo como a energia térmica se transfere entre os corpos e como a quantidade de energia transferida está relacionada às propriedades específicas das substâncias. Essa etapa me permitiu aplicar conceitos de termodinâmica e expandir meu entendimento sobre a transferência de energia térmica. Em resumo, ao realizar esses quatro experimentos, tive a oportunidade de aprofundar meu conhecimento em diferentes áreas da física, como cinemática, conservação de energia, colisões e termodinâmica. Cada etapa contribuiu para minha compreensão dos princípios fundamentais que regem o comportamento dos corpos no espaço e as diferentes formas de energia envolvidas nesses processos.