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AUT0286 - Conforto Ambiental 3: Termoacústica Arquitetura e Clima Diagnóstico climático Variáveis do clima exterior Variáveis envolvidas na transferência de calor Variáveis do conforto humano Arquitetura e clima: projetar com o clima, e não contra o clima - clima como recurso Edifício como mediador climático entre os meios externo e interno Atenuação dos extremos em climas rigorosos Condicionamento passivo para aquecimento e resfriamento sempre que possível, sob condições de conforto Forma, proporções e orientação solar OLGYAY, Victor. Arquitectura y clima: manual de diseño bioclimático para arquitectos y urbanistas. 1998. Estratégias de aquecimento COFAIGH, Eoin O. et al. The climatic dwelling. An introduction to climate-responsive residential architecture. 2000 Estratégias de resfriamento COFAIGH, Eoin O. et al. The climatic dwelling. An introduction to climate-responsive residential architecture. 2000 Centro Brasileiro Britânico, São Paulo Botti Rubin Centro Brasileiro Britânico, São Paulo Botti Rubin NBR 15220 (em vigor desde 29/04/2005) Desempenho térmico de edificações Parte 3: Zoneamento bioclimático brasileiro e diretrizes construtivas para habitações unifamiliares de interesse social Zoneamento bioclimático brasileiro LAMBERTS, Roberto, et al. Eficiência Energética na Arquitetura. 3ed. Rio de Janeiro: ELETROBRAS/PROCEL, 2014. Zoneamento bioclimático brasileiro Zona Bioclimática 3 Carta Bioclimática apresentando as normais climatológicas de cidades desta zona, destacando a cidade de Florianópolis, SC carta psicrométrica 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] • Temperatura de Bulbo Seco 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] • Umidade Específica ou Razão de umidade 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] • Temperatura de Bulbo Úmido 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] • Umidade Relativa do Ar 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] 1. TBS = 32° C TBU = 25° C 2. TBS = 10° C UEsp = 4 g/kg 3. TBS = 23 ° C UR = 65% 1 2 3 zonas bioclimáticas 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] 1. Conforto 2. Ventilação 3. Resfriamento Evaporativo 4. Massa Térmica p/ Resfr 5. Ar Condicionado 6. Umidificação 7. Massa Térmica/ Aquecimento Solar 8. Aquecimento Solar Passivo 9. Aquecimetno Artifical 10. Vent./ Massa/ Resf. Evap. 11. Massa/Resf. Evap 1 9 8 7 2 3 5 4 11 10 zonas bioclimáticas 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] Conforto Conforto sombreamento COFAIGH, Eoin O. et al. The climatic dwelling. An introduction to climate-responsive residential architecture. 2000 sombreamento Cidade do México sombreamento Pixel Building, 2010 Grocon Pty Ltd Architects studio505 Victoria, Australia sombreamento Brooks & Scarpa Architects Los Angeles, EUA Cherokee Mixed-Use Lofts http://www.architectslist.com/cities/Los-Angeles/firms/358-Brooks-Scarpa-Architects zonas bioclimáticas 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] Ventilação V e n ti la ç ã o n o tu rn a ventilação Centro Cultural Dragão do Mar Fortaleza ventilação Sarah Fortaleza Arq. Lelé ventilação Centro de Proteção Ambiental de Balbina, Manaus Arq. Severiano Mário Porto/Mário Emílio Ribeiro ventilação Parque Guinle, Rio de Janeiro, 1948/54 Arq. Lúcio Costa zonas bioclimáticas 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] Resfriamento evaporativo Umidificação Resfriamento Evaporativo Umidificação resfriamento evaporativo direto Centro Brasileiro Britânico, São Paulo Botti Rubin resfriamento evaporativo direto Reforma 222 Cidade do México resfriamento evaporativo indireto LAMBERTS. Roberto, et al. Eficiência Energética na Arquitetura. São Paulo zonas bioclimáticas 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] Massa Térmica R e s fr ia m e n to A q u e c im e n to inércia térmica LAMBERTS. Roberto, et al. Eficiência Energética na Arquitetura. São Paulo inércia térmica Centro Cultural São Paulo inércia térmica Kanchanjunga Arq. Chales Correa, Índia http://www.theguardian.com/artanddesign/2013/apr/01/best-architecture-design-spring-2013 http://www.archdaily.com/151844/ad-classics-kanchanjunga-apartments-charles-correa/50380f9228ba0d599b000bf9 inércia térmica Indian Institute of Management, Ahmedabad Arq. Louis Kahn zonas bioclimáticas 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] Ar Condicionado Ar Condicionado ar-condicionado Tribunal de Contas da União/TCU em Cuiabá Arq. Lelé zonas bioclimáticas 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] S o la r / P a s s iv o A rt if ic ia l Aquecimento aquecimento Memorial da Cidade Curitiba - PR zonas bioclimáticas 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 TBS[°C] W [g /K g ] 1. Conforto 2. Ventilação 3. Resfriamento Evaporativo 4. Massa Térmica p/ Resfr 5. Ar Condicionado 6. Umidificação 7. Massa Térmica/ Aquecimento Solar 8. Aquecimento Solar Passivo 9. Aquecimetno Artifical 10. Vent./ Massa/ Resf. Evap. 11. Massa/Resf. Evap 1 9 8 7 2 3 5 4 11 10 LAMBERTS, Roberto, et al. Eficiência Energética na Arquitetura. 3ed. Rio de Janeiro: ELETROBRAS/PROCEL, 2014. LAMBERTS, Roberto, et al. Eficiência Energética na Arquitetura. 3ed. Rio de Janeiro: ELETROBRAS/PROCEL, 2014. LAMBERTS, Roberto, et al. Eficiência Energética na Arquitetura. 3ed. Rio de Janeiro: ELETROBRAS/PROCEL, 2014. LAMBERTS, Roberto, et al. Eficiência Energética na Arquitetura. 3ed. Rio de Janeiro: ELETROBRAS/PROCEL, 2014. LAMBERTS, Roberto, et al. Eficiência Energética na Arquitetura. 3ed. Rio de Janeiro: ELETROBRAS/PROCEL, 2014. Leituras recomendadas • ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 15220-3: Desempenho Térmico de Edificações - Parte 3: Zoneamento Bioclimático Brasileiro e Diretrizes Construtivas para Habitações Unifamiliares de Interesse Social. Janeiro, 2005. • DUARTE, Denise. Oásis Urbanos: o papel da Arquitetura e Urbanismo na adaptação ao aquecimento nas cidades. Móbile (CAU/SP), São Paulo, v. 19, p. 20 - 21, 26 dez. 2019. (https://www.researchgate.net/publication/338421158_Oasis_Urbanos_o_papel_da_Arquitetura_e_Urbanis mo_na_adaptacao_ao_aquecimento_nas_cidades) • DUARTE, Denise. O Clima Urbano e o Ambiente Construído. In: Gonçalves, Joana; Bode, Klaus. (Org.). Edifício ambiental. São Paulo: Oficina de Textos, 2015, p. 155-179. • LAMBERTS, R. et al. Eficiência Energética na Arquitetura. 3ed. Rio de Janeiro: ELETROBRAS/PROCEL,2014 (https://labeee.ufsc.br/publicacoes/livros). Cap3:Arquitetura e Clima. • Roaf S.; Nicol, F. (2017). Running buildings on natural energy: design thinking for a different future. Architectural Science Review, 60:3, p. 145-149, 2017. (https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/00038628.2017.1303924) Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8: NBR 15220 (em vigor desde 29/04/2005) Desempenho térmico de edificações Parte 3: Zoneamento bioclimático brasileiro e diretrizes construtivas para habitações unifamiliares de interesse social Slide 9 Slide 10Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40 Slide 42 Slide 43 Slide 44 Slide 45 Slide 46 Slide 47: Leituras recomendadas