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E-BOOK 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROJETO CIVIL AUXILIADO POR COMPUTADOR 
Impressão pelo Model e em PDF
Apresentação
A impressão de um projeto a partir do Modelspace e as vantagens de se utilizar esse meio de 
impressão são assuntos que serão vistos por você nesta Unidade de Aprendizagem. 
Além disso, você também estudará como configurar a impressora para variados tipos de impressão 
e como exportar o projeto em formato PDF, ou seja, gerar arquivos não editáveis e possíveis de 
serem visualizados por usuários que não são familiarizados com o AutoCAD. 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Configurar a impressora para impressão a partir do Modelspace.•
Selecionar o modo de impressão em PDF.•
Selecionar a escala de impressão para o Modelspace.•
Desafio
Quando projetos são elaborados a distância, por profissionais que atendem clientes em outras 
cidades, por exemplo, a troca de informações entre eles pode ser feita de forma virtual. Antes do 
advento da internet, só era possível mostrar o projeto uma vez que este estivesse desenhado em 
folhas e pranchas para então ser apresentado aos interessados.
Hoje, desenhos elaborados no AutoCAD podem ser impressos em diversas impressoras, desde que 
instaladas no seu computador, inclusive em PDF. 
Porém, é importante compreender como e quais as configurações são possíveis de se editar ao 
imprimir um arquivo.
Para melhor auxilá-lo, o retângulo deve iniciar no ponto (2,2), com dimensões 4x6 metros. Insira um 
círculo no centro do retângulo, com diâmetro de 4 metros. Envie um PDF com o processo que você 
seguiu.
Infográfico
Neste infográfico você vai conhecer a diferença entre a impressão em Modelspace e em PDF no 
AutoCAD. 
Conteúdo do livro
Acompanhe na sessão "Plote no Model Space", do capítulo 14 do livro AutoCAD 2012 e AutoCAD 
LT 2012: essencial, como imprimir a partir do Modelspace. A impressão de arquivos, ou plotagem, a 
partir do AutoCAD pode ser feita de diversas maneiras.
A impressão a partir do Model Space é normalmente realizada em etapas preliminares, de estudos, 
de anteprojeto. Nessas fases é possível verificar configuração de penas (espessura de linhas), 
tamanho de cotas e textos, a escala adequada para a impressão final. Facilita, inclusive, discussões 
entre os diferentes profissionais envolvidos no processo.
Já a impressão em PDF possibilita verificar as mesmas configurações, porém em arquivo digital 
fechado, ou seja, não editável. A impressão em PDF pode ser feita nas fases iniciais do projeto, 
como também do projeto final. Essa impressão permite enviar o arquivo digital para impressão em 
gráficas, por exemplo, com a garantia que as fontes escolhidas, as espessuras e cores de linhas 
sejam mantidas, mesmo que a configuração de penas não seja enviada junto. Enfim, a impressão em 
PDF permite infinitas utilizações.
Boa leitura.
Scott Onstott
Autodesk
Guia de Treinamento Ofi cial
Preparação para Certifi cação Autodesk
E S S E N C I A L
AutoCAD
® 2012 e AutoCAD LT
® 2012 E
S
S
E
N
C
IA
L
Onstott
COMUNICAÇÃO VISUAL
Veja como você pode adicionar facilmente hachuras 
sólidas, preenchimento de padrões e gradientes
Caminhe ou voe com modelos 3D em perspectiva
Destaques da série Essencial:
• Tutoriais passo a passo 
• Ilustrações e telas totalmente coloridas
• Além do essencial – resumos e exercícios práticos sugeridos
• Arquivos de exercícios para download
AutoCAD® 2012 e
AutoCAD LT®
 2012
S É R I E E S S E N C I A L
ISBN: 978-85-407-0088-8
ISBN: 978-85-407-0086-4
ISBN: 978-85-407-0091-8
ISBN: 978-85-407-0090-1
A Bookman Editora é parte do Grupo A, 
uma empresa que engloba diversos 
selos editoriais e várias plataformas de 
distribuição de conteúdo técnico, científi co 
e profissional, disponibilizando-o como, 
onde e quando você precisar.
Aprenda AutoCAD de forma rápida e fácil!
Este guia de treinamento ofi cial Autodesk aborda de maneira completa os 
fundamentos do AutoCAD e do AutoCAD LT, além de ensinar tudo o que você 
precisa para dominar o software rapidamente. Você vai aprender a desenhar 
em 2D, criar formas curvas complexas, gerenciar objetos com layers, organizar 
seu desenho usando blocos e grupos, adicionar cotas de dimensionamento e 
anotações em texto, trabalhar com layouts, plotar e imprimir, modelar em 3D, 
criar renderizações realistas, e muito mais. Se você é um aspirante a profi ssional 
de CAD/CAM ou está apenas relembrando o básico, esta é a forma mais rápida e 
completa para desenvolver seu aprendizado no AutoCAD.
Aprenda o essencial em AutoCAD e AutoCAD LT e mais:
• Desenhar linhas, círculos, arcos – e outros desenhos 2D básicos
• Editar entidades e criar curvas
• Tornar hachuras transparentes e adicionar preenchimentos de gradientes
• Organizar objetos com blocos, grupos e referências externas (Xrefs)
• Entender e criar estilos de cotas
• Adicionar restrições geométricas e editar objetos com restrições
• Modelar e navegar em modelos 3D
• Criar renderizações realistas e vídeos de animações de passeio dentro do modelo
Autodesk
®
025707_Autocad LT 2012.indd 1 06/10/2011 18:12:16
Onstott_Iniciais.indd iiOnstott_Iniciais.indd ii 21/09/11 11:0521/09/11 11:05
O59a Onstott, Scott.
 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012 : guia de treinamento 
 oficial / Scott Onstott ; tradução técnica: Luciana Klein da Silva 
 de Morais. – Porto Alegre : Bookman, 2012.
 xxii, 376 p. ; 25 cm. – (Essencial)
 ISBN 978-85-407-0080-2
 1. Ciência da computação. 2. Software. – Arquitetura. 
 3. AutoCAD. I. Título. 
CDU 004.4AutoCAD
Catalogação na publicação: Fernanda B. Handke dos Santos – CRB 10/2107
O AutOr
Scott Onstott publicou cinco livros com a Sybex antes 
do presente título, incluindo Enhancing Architectural 
Drawings and Models with Photoshop, AutoCAD: 
Professional Tips and Techniques (com Lynn Allen), 
Enhancing CAD Drawings with Photoshop, Mastering 
Autodesk Architectural Desktop 2006 e Autodesk VIZ 
2005 (com George Omura). Scott trabalhou em cerca 
de 20 outros livros técnicos como coautor, revisor, editor de compila-
ção e/ou editor técnico.
Scott é bacharel em arquitetura pela Universidade da Califórnia, 
Berkeley, e é ex-professor universitário que hoje atua como consul-
tor, produtor de vídeo independente e colaborador para sites popu-
lares da indústria. Você pode entrar em contato com o autor no site: 
www.scottonstott.com.
260 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
Plote no modelspace
Você pode imprimir o que você está trabalhando no modelspace a 
qualquer momento. Isso geralmente é feito para criar um teste de im-
pressão, para que você (ou seus colegas) possa verificar e fazer anota-
ções no papel visando à evolução do desenho. Nos próximos passos, 
você criará um teste de impressão no modelspace.
 Onstott_livro.indb 260 Onstott_livro.indb 260 15/09/11 10:4615/09/11 10:46
Capítulo 14 � Imprimindo e plotando 261
 1. Abra o arquivo Ch14-B.dwg. Se este arquivo não estiver aberto, 
acesse o site do livro, procure o Capítulo 14, faça download deste 
arquivo e abra-o.
 2. Clique na ferramenta Plot na barra de ferramentas Quick Access. 
Abra a lista suspensa em Name na caixa de diálogo Plot – Model 
(veja a Figura 14.21). Note que aparece uma impressora do sis-
tema e um plotter do AutoCAD para o dispositivo HP DesignJet 
800. Clique em Cancel.
More options
System printer
AutoCAD plotter
FIGURA 14.21 Selecionando um driver de plotter na caixa de diálogo Plot – 
Model.
 3. Pode ser confuso ver a impressora do sistema e o plotter do Auto-
CAD na mesma lista suspensa da caixa de diálogo Plot. Você deve 
esconder as impressoras do sistema para remover essa duplicação 
de drivers do produto. Digite OP (para o comando Options) e 
pressione Enter.
 4. Selecione a tab Plot And Publish. Marque a opção Hide System 
Printers na área General Plot Options (veja a Figura 14.22). Clique 
em OK.
 5. Digite PLOT e pressioneEnter. Selecione HP DesignJet 800 Plotter.
pc3 na lista suspensa em Name (nenhuma impressora do sistema 
aparece). Selecione Arch C (landscape) na área Paper Size e Ex-
tents na lista suspensa em What To Plot. Marque a opção Center 
The Plot, na área Plot Offset, desmarque a opção Fit To Paper na 
área Plot Scale e escolha 3/8” = 1’-0” a partir da lista suspensa 
em Scale. Clique no botão More Options para expandir a caixa 
de diálogo. Esse botão está mostrado na Figura 14.21. Selecione 
Escolha a opção Fit To 
Paper se você não se 
importa em imprimir 
fora da escala. Preste 
atenção ao plot thumb-
nail (veja a Figura 14.23) 
quando selecionar esca-
las específicas para ver 
se o desenho vai caber 
no tamanho de papel 
ecolhido.
�
Objetivo da
Certificação
 Onstott_livro.indb 261 Onstott_livro.indb 261 15/09/11 10:4615/09/11 10:46
262 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
My plot style.stb na área Plot Style Table. Marque a opção Plot 
Stamp On (veja a Figura 14.23).
FIGURA 14.22 Escondendo os drivers das impressoras do sistema na caixa 
de diálogo Options.
Plot thumbnail
Plot stamp
settings 
FIGURA 14.23 Configurando a caixa de diálogo Plot para impressão.
 6. Clique no botão Plot Stamp Settings mostrado na Figura 14.23. 
Marque as opções Drawing Name, Device Name e Plot Scale na 
caixa de diálogo Plot Stamp que aparece (veja a Figura 14.24). 
Clique em OK.
 Onstott_livro.indb 262 Onstott_livro.indb 262 15/09/11 10:4615/09/11 10:46
Capítulo 14 � Imprimindo e plotando 263
FIGURA 14.24 Configurando a ferramenta Plot Stamp.
 7. Clique no botão Preview na caixa de diálogo Plot. Clique em 
Continue na caixa de diálogo Plot – Plot Scale Confirm que apa-
rece. Uma janela de visualização substitui temporariamente a in-
terface do usuário (veja a Figura 14.25).
Plot Close preview window
Navigation tools
FIGURA 14.25 O que você vê na janela de visualização é o que será impresso.
 8. Clique no ícone Plot mostrado na Figura 14.25. A impressão é ime-
diatamente enviada para o hipotético plotter HP DesignJet 800. 
Se esse plotter estivesse realmente conectado ao computador, ele 
 Onstott_livro.indb 263 Onstott_livro.indb 263 15/09/11 10:4615/09/11 10:46
264 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
começaria a impressão em alguns segundos. Uma vez que a im-
pressão foi enviada, uma janela de notificação aparece no canto 
inferior direito da interface do usuário no AutoCAD (veja a Figura 
14.26). A impressão está finalizada. Feche a janela de notificação.
FIGURA 14.26 Janela de notificação da impressão.
9. Salve seu trabalho como Ch14-C.dwg.
 Onstott_livro.indb 264 Onstott_livro.indb 264 15/09/11 10:4615/09/11 10:46
Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
 
Dica do professor
Aquivos de impressão CTB, ou Color table based, que são tabelas dependentes de cor, definem a 
espessura, a cor e o tipo de linha a ser impressa a partir da cor que a entidade possui. Acompanhe 
no vídeo a seguir como criar um arquivo de penas CTB. 
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/ea2063ccd7fcc0ac18fcf84d3b4c8532
Exercícios
1) Qual comando permite transformar a impressão do estilo STB para CTB? 
A) O comando CONVERTCTB.
B) O comando Ctrl+P.
C) O comando CONVERTPSTYLES.
D) O comando STYLEMANAGER.
E) O comando CONVERT.
2) Qual a principal diferença entre imprimir por estilo CTB ou STB? 
A) O estilo CTB permite a impressão apenas em preto. Já o estilo STB permite a impressão em 
preto, colorido e diferentes tipos de linhas.
B) O estilo CTB define a configuração de espessura e a cor a partir da cor do objeto. Já o estilo 
STB define as configurações a partir de objetos ou layers.
C) O estilo CTB permite a impressão de desenhos em 2D, enquanto o STB permite a impressão 
de desenhos em 3D.
D) O estilo CTB só imprime entidades como linhas, círculos, arcos, textos. Para impressão de 
gradientes ou imagens anexadas ao arquivo, a configuração a ser utilizada será o estilo STB.
E) Não existe principal diferença entre os estilos. A utilização de uma ou outra tabela de estilos 
de impressão depende das preferências do usuário.
3) Como se define a escala do desenho, sendo que este será impresso pelo Modelspace? 
A) Ao imprimir a partir do Modelspace, a escala do desenho será determinada pelo tamanho da 
folha escolhida.
B) A área de impressão selecionada irá determinar a escala de impressão.
C) Deve-se selecionar o desenho a ser impresso e aplicar o fator de escala desejado.
D) Após selecionar a área de impressão (que pode ser por Window, Display, Extends ou Limits), 
informar a escala na barra de comando.
E) A escala deve ser informada na janela de impressão, considerando sempre a unidade de 
desenho adotada para aquele desenho, ou seja, se o desenho está feito em metros, a escala 
informada deve ser 1.000 (milímetros) para 50 (unidades) ou 1/50.
4) Como proceder para imprimir o desenho em PDF? 
A) Será necessária a instalação de um programa adicional que execute tal tarefa.
B) Deve-se salvar o arquivo com a extensão .dxf e abri-lo em outro programa de edição de 
imagem para a impressão em PDF.
C) Deve-se selecionar o desenho a ser impresso, clicar com o botão direito do mouse e 
selecionar na janela a impressão para PDF.
D) O AutoCAD possui algumas impressoras padrão já instaladas. Para imprimir em PDF basta 
selecionar a impressora DWG to PDF.
E) O comando utilizado para tal tarefa é o Save As, que selecionará a extensão PDF do arquivo.
5) O desenho a ser impresso do Modelspace é muito grande e precisa ser impresso em uma 
folha tamanho A1, sendo enviado para uma gráfica que fará a impressão. Como configurar o 
arquivo para que as suas definições sejam mantidas para esse fim? 
A) Deve-se selecionar uma impressora que permita a impressão em tamanhos maiores, mesmo 
que seja virtual. Caso o driver da impressora não esteja instalado em seu computador, como 
opção pode-se selecionar DWG to PDF ou DWF6 ePlot.pc3. 
Em seguida, selecionar o tamanho do papel a ser utilizado. 
Finalizadas as configurações, clique em Apply to Layout. O arquivo pode ser aberto na gráfica, 
sendo necessária apenas a seleção do modelo da impressora.
B) Todas as configurações - impressora, estilo de impressão, tamanho da folha, escala, área 
imprimível,- deverão ser feitas no local de impressão, pois dependem das especificações da 
impressora.
C) Será necessário saber qual impressora a gráfica utiliza e instalar o driver para permitir a 
configuração e impressão.
D) A configuração de impressão só é mantida se for feita no Layout. Pelo ModelSpace, ela só 
pode ser alterada no momento da impressão.
E) Deve-se selecionar uma impressora que permita a impressão em tamanhos maiores, mesmo 
que seja virtual. Caso o driver da impressora não esteja instalado em seu computador, como 
opção pode-se selecionar DWG to PD ou DWF6 ePlot.pc3. 
Em seguida, selecionar o tamanho do papel a ser utilizado.
Na prática
Muitas vezes o projeto de determinada obra é feito por empresas que não necessariamente estão 
na mesma cidade ou estado que o cliente, como no caso abaixo, em que a distância entre o 
arquiteto e o local de construção é de 500 quilômetros. 
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
AutoCAD Básico - 043 - Plotando o desenho para PDF (Plot)
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 044 - Configurando um estilo de plotagem 
(PLOT STYLE)
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/z_XwYGP2LEI
https://www.youtube.com/embed/bRMYn9BZeAM
Dimensionando o desenho
Apresentação
Cotas são informações imprescindíveis paraa documentação de desenhos técnicos. Elas informam 
as medidas que possibilitam a construção de uma edificação ou fabricação de uma peça, por 
exemplo. 
Nesta Unidade de Aprendizagem você verá diferentes comandos para cotar desenhos.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Cotar desenhos de arquitetura.•
Editar estilos de cotas.•
Estabelecer a escala de impressão de cotas.•
Desafio
Os projetos elaborados por arquitetos possuem em sua composição formal formas e dimensões 
específicas. Para ser exequível, é necessário que as cotas constantes no projeto indiquem pontos 
de amarração que permitam a sua reprodução no canteiro de obras.
Abra o AutoCAD e reproduza o desenho a seguir. As cotas informadas devem guiá-lo para a correta 
realização do desenho. Ao finalizar sua tarefa, insira as informações de cota no seu desenho e 
verifique se as cotas informadas foram suficientes para a realização do trabalho.
Infográfico
As cotas são elementos fundamentais para desenhos técnicos de arquitetura. Elas indicam detalhes 
em medidas e, no Brasil, seguem as recomendações da NBR 6.492/94 - Representação de Projetos 
de Arquitetura.
Conteúdo do livro
Em projetos de engenharia e arquitetura, o desenho deve estar alinhado com as Normas Brasileiras 
Regulamentadoras (NBRs), que são de suma importância para o bom desenvolvimentodo do 
projeto. No que se refere à cotagem dos elementos projetados, é fundamental o conhecimento das 
recomendações e das boas práticas a serem adotadas.
No capítulo Dimensionando o desenho, base teórica desta Unidade de Aprendizagem, você vai 
conhecer as principais normativas brasileiras para cotagem gráfica de projetos, bem como as 
principais recomendações para a elaboração de elementos projetivos. Além disso, você vai ver 
exemplos de como configurar os estilos de cotagem no software AutoCAD.
PROJETO 2D 
AUXILIADO POR 
COMPUTADOR
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
 > Descrever a cotagem de desenhos a partir de uma planta.
 > Explicar a edição dos estilos de cotas.
 > Configurar cotas e estilos para diferentes escalas.
Introdução
A cotagem consiste na representação gráfica, no desenho, das dimensões 
e características do elemento, com o uso de linhas, símbolos, notas e valor 
numérico em uma mesma unidade de medida (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE 
NORMAS TÉCNICAS, 1987). A cotagem em desenho técnico é fundamental para 
o entendimento do objeto a ser fabricado.
A partir das cotas, é possível visualizar diversas informações do projeto, 
como tamanho (noção do espaço a ser ocupado), encaixes no ambiente, sequ-
ência de montagem, tratamento de superfícies, detalhes gerais, ente outras. 
Em desenhos técnicos, a cotagem é regida pela ABNT NBR 10126:1987, que fixa 
os princípios gerais de cotagem a serem aplicados em todos os desenhos téc-
nicos e visa a uniformizar a cotagem em projetos de arquitetura e engenharia.
Neste capítulo, você vai conhecer as diferentes formas de cotagem em dese-
nho técnico, bem como as recomendações e as principais regras estabelecidas 
para o bom entendimento do elemento a ser projetado.
Dimensionando 
o desenho
Thiago Boeno Patricio Luiz
Elementos de cotagem
Os elementos de cotagem são denominações estabelecidas em norma a 
fim de padronizar as diferentes linhas que compõem o dimensionamento 
de desenhos técnicos. De acordo com a ABNT NBR 10126:1987, os elementos 
de cotagem incluem a linha auxiliar, a linha de cota, o limite da linha de 
cota e a própria cota (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1987). 
Na Figura 1, são apresentados os elementos de cotagem em um fragmento 
de desenho que representa parcialmente uma planta baixa. Observe nessa 
imagem a disposição dos elementos de cotagem.
Figura 1. Elementos de cotagem.
Fonte: Adaptada de Associação Brasileira de Normas Técnicas (1987).
20 2015
Limite da 
linha de cota
Cota
Linha 
de cota
Linha 
auxiliar
As linhas auxiliares e as cotas são desenhadas como linhas estreitas 
contínuas — atualmente estabelecidas pela ABNT NBR 16861:2020. A linha 
auxiliar deve ser prolongada ligeiramente além da respectiva linha de cota, e 
um pequeno espaço deve ser deixado entre a linha do objeto e a linha auxiliar 
(observe isso nos círculos vermelhos na Figura 1). Dessa forma, a linha auxiliar 
não deve tocar a linha do objeto projetado, nem cruzar com outras linhas do 
desenho (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2020).
A indicação dos limites da linha de cota é feita por meio de setas ou traços 
oblíquos. Veja na Figura 2 exemplos de limites das linhas de cota comumente 
utilizados em projetos de engenharia e arquitetura. As setas podem ser no 
formato aberto (Figura 2a) ou fechado (Figura 2b). Já o traço oblíquo (Figura 2c) 
geralmente é utilizado em croquis.
Dimensionando o desenho2
Figura 2. Exemplos de limites das linhas de cota.
 a) Seta aberta
 b) Seta fechada
 c) Traço oblíquo
Para conhecer normas complementares para a correta aplicação da 
NBR 10126/87, consulte:
 � ABNT NBR 16861:2020 — Desenho técnico — Requisitos para representação 
de linhas e escrita;
 � ABNT NBR 17006:2021 — Desenho técnico — Requisitos para representação 
dos métodos de projeção.
É importante salientar que a Figura 2 apresenta os estilos mais utilizados 
em desenho técnico, mas existem outros que podem ser utilizados — o próprio 
software AutoCAD apresenta algumas opções para diferentes limites das 
linhas de cota que podem ser empregados.
No AutoCAD, existem diversos estilos de limites das linhas de cota. Observe 
na Figura 3 algumas opções, como ponto, círculo, traço de arquitetura, etc.
Dimensionando o desenho 3
Figura 3. Estilos de limites das linhas de cota no AutoCAD.
Após a conceituação dos elementos de cotagem, você vai conhecer a seguir 
os principais estilos utilizados e poderá compreender como realizar a edição 
e escolher cotas adequadas ao elemento a ser projetado.
Principais estilos e edição de cotas
No desenho técnico, frequentemente são utilizadas duas formas para re-
presentar a cota. Na primeira, as cotas devem ser localizadas acima e pa-
ralelamente às suas linhas de cota e, preferencialmente, no centro da linha 
de cota. Na segunda, as cotas devem ser lidas somente da base do papel. 
As linhas de cota devem ser interrompidas, preferencialmente no meio, para a 
inscrição da cota. Na Figura 4, são apresentadas as duas formas de colocação 
das cotas em um desenho.
Dimensionando o desenho4
Figura 4. Exemplos de métodos de colocação da cota. (a) As cotas estão localizadas acima 
e paralelamente às suas linhas de cota. (b) As linhas de cota devem ser interrompidas, 
preferencialmente no meio, para a inscrição da cota.
35
10
Ø 
29
,8
10
25
30
40
40
50
A B
Para uma correta visualização e aplicação da ABNT NBR 10126:1987, é im-
portante observar alguns pontos para aplicar a cotagem:
 � a cotagem deve ser localizada na vista ou corte que represente mais 
claramente o objeto;
 � as cotas deverão ser distribuídas entre todas as vistas;
 � desenhos de detalhes devem usar a mesma unidade (p. ex., metro ou 
milímetro) para todas as cotas;
 � deve-se cotar somente o necessário para descrever o objeto;
 � devem-se indicar sempre as dimensões máximas (comprimento, largura 
e altura);
 � deve-se evitar a cotagem de arestas e contornos não visíveis.
Recomendações importantes para cotagem
Ao cotar algum elemento, é preciso observar algumas recomendações. 
A principal delas é evitar o cruzamento da linha de cota com qualquer outra 
linha. Essa recomendação é importante para facilitar a compreensão do 
desenho e, assim, evitar confusões na hora de sua leitura.
Dimensionando o desenho 5
Outra recomendação importante é que as cotas de menor valor devem 
ficar dentro das cotas de maior valor, para evitar o cruzamento de linhas de 
cotas com as linhas de chamada. Observe na Figura 5 a correta cotagem de 
um elemento, seguindo essas duas recomendações citadas, e a cotagem não 
recomendada.
Figura 5. Exemplosde cotagem de elementos projetados: (a) cotagem correta e (b) cotagem 
não recomendada.
70
70
50 5050 5020 2030 30
60
60
Cotagem correta Cotagem não recomendadaA B
Na Figura 4a, as cotas de menor valor estão dentro das cotas de maior 
valor, evitando ao máximo o cruzamento de linhas. Já na peça da Figura 4b, 
as linhas de cota estão cruzando as linhas auxiliares, o que dificulta a leitura 
e, portanto, não é uma cotagem recomendada.
Por fim, cabe salientar que é importante dar atenção à leitura da cota. 
Quando estiver na horizontal, a cota deverá ser centralizada e acima da linha. 
Quando estiver na vertical, ela deverá estar situada à esquerda, possibili-
tando a leitura de baixo para cima (conforme Figura 5). Além disso, sempre 
que possível, as cotas devem ser colocadas de forma alinhada e organizada 
no desenho.
A partir dos conceitos estudados nesta seção, veremos a seguir algumas 
maneiras de configurar as cotas em desenhos e editar seus estilos no sof-
tware AutoCAD.
Configuração de cotas e estilos
Ao iniciar um novo projeto, é importante ter em mente que a cotagem deve 
estar clara no desenho e apresentar as informações necessárias para que 
os elementos possam ser reproduzidos na prática. Nesse sentido, as cotas 
Dimensionando o desenho6
devem ser apresentadas no projeto em caracteres com tamanho suficiente 
e forma apropriada, a fim de garantir uma boa legibilidade.
O AutoCAD tem um estilo de cota padrão e, em sua versão mais recente, 
traz diversas possibilidades de modificação dos estilos de cotas. Na configu-
ração padrão, as unidades estão em milímetros, sendo necessário alterar isso 
caso se esteja trabalhando com outra unidade de medida — por exemplo, em 
projetos de arquitetura geralmente se trabalha com metros. Antes de iniciar 
a cotagem de desenhos nesse software, é necessário criar o estilo do projeto 
no gerenciador de estilo de cota, ajustando o tamanho do texto, as larguras 
e os tipos de linhas, o tipo de seta e outros parâmetros.
Para criar um novo estilo, deve-se ir até a aba Anotação (ou Annotate, 
em inglês) e entrar no painel Cotas (ou Dimensions). Dentro desse painel, 
é possível encontrar o botão Gerenciador de estilo de cota (ou Dimension 
style manager). Então, basta criar um novo estilo, clicando no botão Novo. 
Observe na Figura 6 a opção para a criação do novo estilo de cotas, chamada 
Exemplo de estilos.
Figura 6. Gerenciador de estilo de cota do software AutoCAD 2024.
Dimensionando o desenho 7
Ao clicar em Continuar, no Gerenciador de estilo de cota, uma nova janela 
será aberta para configurar os detalhes das cotas. Nessa nova janela, constam 
as seguintes abas: Linhas, Símbolos e setas, Texto, Ajustar, Unidades primárias, 
Unidades alternativas e Tolerâncias. Importa salientar que a nomenclatura e 
a disposição dessas abas podem mudar de acordo com a versão do AutoCAD 
utilizada.
Nessas abas, é possível alterar praticamente qualquer disposição e os 
estilos das cotas — alterações de método de cotagem, cor, tipos de linhas, 
tipos de setas, tamanho dos caracteres, ajustes do texto, unidades de medida 
—, bem como informar possíveis tolerâncias de medidas. Na Figura 7, observe 
as abas do gerenciador de novo estilo de cota do software AutoCAD 2024 
(AUTODESK, 2023).
Figura 7. Abas do gerenciador de novo estilo de cota do software AutoCAD 2024.
Após realizar as modificações necessárias para a cotagem do desenho, 
basta clicar em OK. Então, um novo estilo será criado com as modificações 
efetuadas pelo usuário, sendo possível utilizá-lo posteriormente. Aliás, podem-
-se criar vários estilos para diferentes pranchas de desenho.
Dimensionando o desenho8
Ao realizar uma modificação no gerenciador, esta aparece automaticamente 
na visualização prévia da janela (parte escura com o desenho na Figura 6), 
o que facilita a observação da modificação realizada. Cabe ressaltar que o 
estilo criado pode ser modificado a qualquer momento, bastando, para isso, 
clicar no botão Modificar.
Símbolos usados com as cotas
Os principais símbolos utilizados com cotas são o diâmetro, o raio, o diâmetro 
esférico, o raio esférico e o quadrado, apresentados na Figura 8.
Figura 8. Símbolos usados com as cotas.
Fonte: Adaptada de Associação Brasileira de Normas Técnicas (1987).
Ø – Diâmetro
R – Raio
Ø ESF – Diâmetro esférico
R ESF – Raio esférico
 – Quadrado
Ø 30
Ø 50
Ø 20
75
26 10
R 15
R 10
Ø ESF 50
40
Os símbolos são usados com as cotas para identificar as formas e facilitar 
a interpretação do desenho. Os símbolos de diâmetro e de quadrado poderão 
ser omitidos quando a forma for claramente indicada, e os símbolos devem 
sempre preceder a cota (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1987). 
Além dos símbolos indicados pela NBR 10126, o software AutoCAD tem uma 
série de outros símbolos que podem ser inseridos nas cotas.
Dimensionando o desenho 9
Neste capítulo, você conheceu as principais recomendações que devem 
ser observadas em projetos de engenharia e arquitetura para que se efe-
tue uma cotagem adequada em desenho técnico. A partir das boas práticas 
apresentadas, você pôde compreender como realizar a edição dos estilos de 
cotas, bem como configurar os detalhes para diferentes métodos de cotagem. 
É importante praticar os conhecimentos aqui apresentados para adquirir 
familiaridade com os comandos de cotas em desenho técnico.
Referências
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 10126: 1987. Cotagem em 
desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 1987.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 16861:2020. Desenho téc-
nico — Requisitos para representação de linhas e escrita. Rio de Janeiro: ABNT, 2020.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 17006:2021. Desenho técnico 
— Requisitos para representação dos métodos de projeção. Rio de Janeiro: ABNT, 2021.
AUTODESK. AutoCAD. [S. l.]: Autodesk, 2023. Versão 2024 para educadores.
Leituras recomendadas
GORLA, G. C. S. L. Autocad 2020: guia completo para iniciantes. Curitiba: CRV, 2021.
MARCELO, T.; WHA, C. K. Exercícios para AutoCAD: roteiro de atividades. Porto Alegre: 
Bookman, 2013.
SILVEIRA, S. J. Autocad 2020. Rio de Janeiro: Brasport, 2020.
Dimensionando o desenho10
Dica do professor
No vídeo a seguir você irá conhecer um pouco mais sobre os diferentes comandos do AutoCAD 
para cotar elementos.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/ea63db2e72fe2ca2f182674e464e9595
Exercícios
1) Para qual situação utilizamos o comando Dimension Aligned? 
A) Para situações em que o objeto cotado é ortogonal aos eixos x,y.
B) Para situações em que o elemento cotado não é paralelo ao eixo x,y.
C) Para situações em que o comprimento de arcos precisa ser cotado.
D) Para situações em que é necessário informar os pontos nas coordenadas x,y.
E) Em situações em que é necessário obter o ângulo formado por dois elementos.
2) Em relação à posição do texto nas cotas, qual alternativa está CORRETA? 
A) O texto da cota é desenhado acima da linha de cota para cotas horizontais, e o sentido da 
escrita é da esquerda para a direita. Para cotas verticais o texto está sempre na horizontal 
interrompendo a linha de cota.
B) Em arquitetura, o texto da cota é desenhado tanto na horizontal quanto na vertical, sempre 
na horizontal interrompendo a linha de cota.
C) Em arquitetura, o texto da cota é desenhado abaixo da linha de cota para cotas horizontais, e 
o sentido da escrita é da esquerda para a direita. Para cotas verticais o texto está sempre à 
direita da linha de cota, e o sentido da escrita é de cima para baixo.
D) Em arquitetura, o texto da cota é desenhado acima da linha de cota para cotas horizontais, e 
o sentido da escrita é da esquerda para a direita. Para cotas verticais o texto está sempre à 
esquerda da linha de cota, e o sentido da escrita é de baixo para cima.
E) A posição da cota deve ser escolhida conformeo entendimento do usuário ao cotar o 
desenho.
3) Como proceder quando a cota NÃO cabe no espaço a ela reservado? 
A) O tamanho deste texto deve ser reduzido para caber no espaço a ele designado.
B) Essa cota deve ser suprimida do desenho.
C) O texto deve ser escrito no seu lugar designado, mesmo que fique sobreposto aos limites da 
cota.
D) Esta cota deve ser desconsiderada e outra referência deve ser utilizada.
E) O texto deve ser escrito utilizando uma linha guia.
4) Qual a diferença entre utilizar o comando de cotas Baseline ou Continue? 
A) O comando Baseline pode ser utilizado apenas no Model, enquanto o Continue pode ser 
utilizado tanto no Model quanto no Layout.
B) O comando Baseline utiliza como base um ponto e insere as dimensões a partir desse ponto. 
O comando Continue insere as dimensões a partir do último ponto cotado.
C) O comando Baseline pode ser utilizado para cotas perpendiculares ao eixo x,y, enquanto que 
o comando Continue permite cotar todos os tipos de cotas.
D) O Baseline é utilizado para cotas angulares apenas, enquanto o Continue é utilizado para 
cotas lineares.
E) O Baseline é utilizado apenas para dar continuidade às cotas do tipo Ordinate, enquanto o 
Continue permite dar continuidade aos demais tipos de cotas.
5) No caso de um desenho elaborado com peças cujas dimensões sejam polegadas, como, por 
exemplo, peças de madeira, e sabendo-se que o mesmo desenho deve ser referenciado em 
um outro desenho elaborado no sistema métrico, que ferramenta o programa AutoCAD 
proporciona para que a peça seja cotada tanto no sistema métrico como em polegadas? 
A) Na configuração de unidades.
B) Utilizando dois estilos de cotas diferentes.
C) É possível cotar em diferentes unidades ao selecionar Alternate Units.
D) Após cotar na unidade do desenho, metros, por exemplo, com o auxílio de uma calculadora, 
inserir o valor da medida na outra unidade com o comando MText.
E) O AutoCAD não fornece tal ferramenta.
Na prática
Segundo a NBR 10.126/87 - Cotagem em Desenho Técnico, a definição de cotagem é: 
representação gráfica no desenho da característica do elemento através de linhas, símbolos, notas e 
valor numérico numa unidade de medida; ou seja, é a representação da medida de determinado 
elemento. Veja na imagem:
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
AutoCAD Básico - 021 - Entendendo os tipos de cotas 
(Dimensions)
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 022 - Criando e aplicando estilos de cotas 
(Dimension Style)
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/8shdbGCinm0
https://www.youtube.com/embed/pR0AogTfE-U
Textos em desenhos
Apresentação
O texto é parte essencial de todo desenho. Ele é usado para dar informações imprescindíveis à 
compreensão do desenho, para conceituar escolhas compositivas e para validar documentos legais. 
Nesta Unidade de Aprendizagem você verá como inserir textos nos desenhos do AutoCAD e como 
ajustar tamanhos, estilos e fontes.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Descrever os passos para inserção e posicionamento de textos em desenhos.•
Demonstrar as várias possibilidades de estilos de texto.•
Identificar a aparência do texto no arquivo. •
Desafio
Em um escritório de arquitetura, um estagiário teve a instrução de inserir textos de nome dos 
ambientes, área, tamanho de portas e janelas e título dos desenhos.
O arquiteto solicitou ainda que cada texto possua o mesmo tamanho quando impresso nas escalas 
1/50, 1/75 e 1/100 de acordo com a norma vigente para auxiliá-lo na escolha das alturas dos 
textos.
Suponhamos que você estivesse passando pela mesma situação, como procederia?
Infográfico
A utilização de textos em documentos técnicos é imprescindível para a correta compreensão e 
documentação. 
Porém, alguns cuidados fundamentais na utilização de textos devem ser considerados, como, por 
exemplo, o tamanho que o texto deve possuir no documento impresso. Para isso, é possível saber 
exatamente o tamanho a se utilizar no desenho.
Todos os desenhos realizados no AutoCAD são feitos na escala 1/1.
Para definir o tamanho do Model Space, considerando sempre a unidade de desenho (ud) utilizada , 
podemos utilizar a seguinte equação: TT = TR x e
Onde : 
TT = Tamanho do texto 
TR = Tamanho Real 
e = escala
Conteúdo do livro
No AutoCAD, a criação e edição de textos são tarefas essenciais para a comunicação e 
documentação eficazes em projetos de engenharia. Através da inserção de textos, é possível 
adicionar informações importantes aos desenhos, como dimensões, notas e instruções. A edição de 
textos permite corrigir erros, atualizar dados e ajustar formatação, garantindo a precisão e a clareza 
das informações apresentadas. Com recursos avançados de alinhamento, posicionamento e 
formatação, o AutoCAD oferece flexibilidade na criação e personalização de textos, contribuindo 
para a qualidade e a consistência dos desenhos técnicos.
PROJETO 2D 
AUXILIADO POR 
COMPUTADOR
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
 > Descrever os passos para inserção e posicionamento de textos em de-
senhos.
 > Demonstrar as várias possibilidades de estilos de texto.
 > Identificar a aparência do texto no arquivo.
Introdução
Os textos desempenham um papel fundamental na documentação, comuni-
cação e clareza dos desenhos em AutoCAD tanto para engenharia civil quanto 
para arquitetura. Eles ajudam a transmitir informações importantes, fornecer 
orientações precisas e garantir que os projetos sejam compreendidos correta-
mente por todos os envolvidos no processo de construção. O uso consistente 
de textos em desenhos ajuda a padronizar a documentação e os processos de 
projeto. Isso é importante para garantir a consistência e a uniformidade nos 
desenhos e facilitar sua compreensão e interpretação.
Com a inclusão de textos, é possível documentar e descrever elementos 
e características importantes em um desenho de maneira clara e concisa, 
identificando elementos específicos, como salas, equipamentos, componentes 
estruturais, tubulações, etc.
Neste capítulo, você vai aprender os passos para inserção e posicionamento 
de textos em desenho, e também vai verificar as várias possibilidades de estilos 
de texto e aparência de texto no arquivo.
Textos em desenhos
Antonio dos Reis de Faria Neto
Inclusão e posicionamento de textos 
no AutoCAD
A ferramenta de texto do AutoCAD é uma das funcionalidades mais impor-
tantes e versáteis do software. Ela permite criar, editar e formatar texto em 
desenhos, proporcionando uma ampla gama de opções para personalização 
e comunicação eficaz. A seguir, vamos apresentar alguns dos principais 
benefícios dessa ferramenta (SILVEIRA, 2020; RIBEIRO; PERES; IZIDORO, 2013; 
MARCELO, 2013).
 � Inserção e posicionamento flexíveis: a ferramenta de texto do Auto-
CAD permite inserir texto em qualquer ponto do desenho, definindo 
o ponto de inserção de forma precisa. Além disso, você pode ajustar 
facilmente a posição e a orientação do texto usando comandos de 
alinhamento e rotação.
 � Estilos de texto personalizáveis: o AutoCAD permite a criação e o ge-
renciamento de estilos de texto personalizados. Você pode definir as 
características do texto, como a fonte, o tamanho, a altura, o espa-
çamento entre linhas e a espessura. Esses estilos podem ser salvos e 
reutilizados em diferentes desenhos, garantindo a consistência visual 
em todo o projeto.
 � Edição e formatação avançadas: a ferramenta de texto oferece recursos 
abrangentes de edição e formatação. Você pode editar facilmente o 
texto existente, corrigir erros ortográficos, adicionar ênfase usando 
negrito, itálico ou sublinhado e alterar a cor do texto. Além disso, é 
possível ajustar a largura do texto para ajustá-lo a áreas restritas do 
desenho.
 � Importação e exportaçãode texto: o AutoCAD permite a importação e a 
exportação de texto de/para outros formatos, como arquivos de texto 
(.txt) ou planilhas (.csv). Isso facilita a integração com outros tipos de 
software e fluxos de trabalho, permitindo a troca de informações de 
texto entre diferentes aplicativos.
 � Ferramentas de verificação ortográfica: o AutoCAD conta com recursos 
integrados de verificação ortográfica para garantir que o texto inserido 
esteja livre de erros de digitação ou de ortografia. Isso ajuda a manter 
a precisão e a qualidade da documentação do projeto.
 � Suporte a caracteres especiais e idiomas diferentes: a ferramenta de 
texto do AutoCAD é compatível com uma ampla variedade de idiomas 
Textos em desenhos2
e caracteres especiais. Isso é importante para projetos multilíngues ou 
que exijam símbolos específicos, como desenhos técnicos ou projetos 
internacionais.
Em resumo, a ferramenta de texto do AutoCAD é uma ferramenta poderosa 
e versátil que permite criar, editar e formatar texto de maneira eficiente e 
flexível. Ela desempenha um papel essencial na comunicação clara e precisa 
de informações em desenhos de engenharia, ajudando a melhorar a eficiência 
do projeto e a facilitar a colaboração entre as equipes. Agora, vamos aprender 
a inserir e posicionar textos no software AutoCAD.
Nesse âmbito, o comando Texto é muito importante para passar infor-
mações nos projetos em CAD. Vamos supor que você fez um projeto de uma 
planta de uma quitinete e agora precisa nomear os cômodos (Figura 1). Pois 
há algumas formas de se fazer isso.
Figura 1. Planta baixa de uma quitinete que necessita de textos para informar o nome e a 
localização dos cômodos.
Fonte: Adaptada de ADITIVOCAD (2023).
A Figura 1 mostra o desenho de uma planta de quitinete sem qualquer 
informação textual. Para inserir textos nessa planta e em seus desenhos, 
você precisa acionar o comando Text; para isso, vá na aba Home e localize 
a aba Annotation (“Anotação”). Em seguida, vá na opção Text clicando em 
um ícone com a forma de uma letra A, como indica a Figura 2a.
Textos em desenhos 3
Figura 2. Inserção de texto na planta baixa do exemplo: (a) localização da opção Text 
na aba de comandos; (b) opções de texto; (c) quadro para escrita; (d) escrita realizada; (e) 
posicionamento com o comando Move; (f) rotação do texto com o comando Rotate; (g) 
texto finalizado e ajustado.
Clicando em Text, vamos ter duas opções: Multiline Text e Single 
Line, Figura 2(b), cada qual com suas especificidades. Vamos discutir 
primeiro a opção Multiline Text. Suponhamos que você queira escrever 
“SALA DE JANTAR” no desenho mostrado na Figura 1. Primeiramente, você 
precisa selecionar a área-limite de texto. Este é um passo importante, 
Textos em desenhos4
pois não se pode sobrepor o texto em outros elementos do desenho. 
Para isso, você deve clicar com o botão esquerdo do mouse em um ponto 
do desenho que deseja iniciar a escrita e arrastar o cursor para a direita 
clicando novamente onde deseja que a janela termine (Figura 2c). Na 
janela que se abre, escreva “SALA DE JANTAR”, conforme ilustra a Figura 
2d. Para finalizar, basta clicar com o botão esquerdo em qualquer parte 
do desenho ou apertar o botão ESC.
Agora, talvez o desenho não tenha ficado no local desejado, ou você tenha 
visualizado um local mais adequado para ele após a escrita. Nesse caso, 
podemos utilizar os comandos Move e Rotate para modificar a localização e 
o ângulo do texto. Para mudar de posição, encontre o comando Move na aba 
Modify ou digite M e tecle ENTER na linha de comando (também pode ser 
digitada a palavra MOVE). Após isso, selecione o texto que deseja movimentar, 
clicando sobre ele e em seguida clicando ENTER. Selecione um local do texto 
para servir como o ponto de referência que será movimentado e clique onde 
deseja que o texto fique. Também pode digitar a posição na barra de comando 
que se abriu, conforme a Figura 2e. 
Caso queira rotacionar o texto, encontre a opção Rotate na aba Modify, 
ou digite o atalho RO e aperte ENTER na barra de comandos, ou digite a 
palavra ROTATE. Da mesma forma que o comando Move, selecione o texto e 
aperte ENTER. Selecione um ponto do desenho e aperte ENTER novamente. 
Rotacione o cursor até conseguir a rotação desejada do desenho, ou indique 
o ângulo na barra de comando que se abriu. A Figura 2f mostra o texto sendo 
rotacionado 90° (ou 270° em relação ao ponto de referência escolhido). A 
Figura 2g mostra o texto já posicionado e rotacionado da forma escolhida 
para ficar no desenho da planta.
A Figura 2 ilustrou como utilizar a função Multiline Text. Agora vamos 
ver a função também mostrada na Figura 2b, Single Line. Essa função vai 
utilizar o estilo de texto que está selecionado, mostrado em Annotation, 
conforme a Figura 3. Se quiser trocar, basta ir na opção Annotation e trocar 
por outro estilo. Agora, você também pode optar por criar um novo estilo, o 
que será visto mais à frente. 
Textos em desenhos 5
Figura 3. Janela mostrando os estilos de textos já presentes.
A Figura 3 mostra como utilizar a função Single Text, evidenciando 
que, quando temos várias informações a serem passadas num projeto, o 
ideal é criar o estilo de cada informação quando formos utilizar essa função 
e alternando os estilos já pré-criados.
Nesta seção, você aprendeu a inserir textos em seu projeto no AutoCAD, e 
também a movê-los e rotacioná-los. Ainda. Vimos também a diferença de usos 
de Multiline Text e Single Text, sendo que este último utiliza padrões já 
preestabelecidos, que você pode ir alterando conforme a necessidade. Na próxima 
seção, vamos examinar as opções que o AutoCAD oferece para formatar textos.
Formatação de textos
Com o texto já inserido em seu desenho de AutoCAD, existem algumas opções 
que podem ser interessantes alterar para poder chamar atenção ou realçar 
alguma informação do projeto/desenho. Para tanto, há várias formas de 
Textos em desenhos6
modificar as propriedades dos textos no AutoCAD. Vamos focar em duas, 
dando mais ênfase ao segundo modo apresentado nesta seção, por permitir 
uma maior visualização e interação com o texto.
A primeira opção encontra-se na aba Properties, próxima à aba onde 
clicamos na função Text, conforme mostrado na Figura 4a. Nesta aba, po-
demos escolher a cor do texto, o tipo de linha (tracejada, traço-ponto-traço, 
etc.) e a espessura da linha. Podemos também clicar na opção Properties e 
outra janela se abrirá (Figura 4b). Nessa janela, além das opções já descritas 
podemos selecionar um padrão preexistente mudando a opção Layer e 
também a transparência do texto. Além disso, existem algumas opções e 
funções para escrita em três dimensões, entre outras menos usuais. 
Figura 4. (a) Formatação de texto na aba Properties; (b) opções mais avançadas de texto 
clicando na opção Properties.
Textos em desenhos 7
A Figura 4 mostra a edição de textos na aba Properties. Porém, a ca-
racterística dessa forma de edição é que ela se faz antes de digitar o texto, 
ou seja, escolhe-se os parâmetros como tipo de letra, cor, etc. e aciona-se 
a função Text. Assim, tudo que for escrito sairá com a formatação que foi 
escolhida.
Outra forma de editar texto é fazendo-o após a escrita. Uma vantagem 
dessa alternativa é que assim é possível enxergar as modificações na ex-
pressão escrita e procurar o que melhor agrada e combina com o projeto, 
incluindo cor, estilo de letra, espaçamento, etc. Para isso, antes é necessário 
escrever o que se deseja; por exemplo, “SALA DE JANTAR”, como na Figura 2d. 
Após a escrita, clica-se duas vezes com o botão esquerdo do mouse para abrir 
a opção de editar a palavra. Com essa ação, se abrirá na parte das abas de 
funções a aba Text Editor, conforme Figura 5a.
Figura 5. Edição: (a) aba para editar textos; (b) expressão selecionada, em azul, após duplo 
clique para editar, e selecionada com o mouse; (c) mudança de formatação da expressão 
escrita utilizando as funções de editar.
Nesta aba, há várias opções de formatação.Dentre elas, podemos destacar:
 � no primeiro quadro Style, podemos selecionar estilos preexistentes 
de letras e aumentar o tamanho da letra;
 � no quadro Formatting, podemos deixar a escrita em negrito, itálico, 
sublinhado, sobrelinhado, riscado, alterar a fonte e a cor do texto e 
alterar as letras para maiúscula e minúscula;
Textos em desenhos8
 � no quadro Paragraph, conseguimos formatar se a expressão será 
justificada, centralizada, justificada à direita ou à esquerda, colocar 
a expressão em tópicos e definir espaçamento entre linhas;
 � no quadro Insert, podemos adotar o formato de colunas, adicionar 
símbolos como @, #, %, entre outros importantes na engenharia, como 
o símbolo de diâmetro (Ø).
Então, se quisermos formatar a expressão “SALA DE JANTAR” e deixá-la na 
cor amarela, fonte Comic Sans, negrito, itálico e sublinhado e com parágrafo 
centralizado, precisamos selecionar o texto até ficar com a cor azul, conforme 
a Figura 5b. Após isso, devemos ir alterando as informações na aba de editar, 
e o resultado é mostrado na Figura 5c.
A Figura 5 mostra o caminho e o resultado da edição de textos no Auto-
CAD. A utilização dessa forma de editar é interessante, pois você consegue ir 
alterando e verificando o resultado de forma instantânea, podendo desistir 
da alteração ao manter o texto selecionado.
Além da opção de duplo clique em cima da expressão a ser editada, 
pode-se digitar “ED” na linha de comando e selecionar o texto a ser 
editado. A digitação de “ED” na linha de comando tem a vantagem de manter 
ativa a opção para edição de outros textos (RIBEIRO; PERES; IZIDORO, 2013).
Nesta seção, você aprendeu a editar os textos inseridos no AutoCAD. Dessa 
forma, poderá formatar textos e frases utilizando ferramentas semelhantes 
presentes em outras opções similares de software. Na próxima seção, vamos 
aprender a criar estilos e identificar isso no software AutoCAD.
Criação e identificação de novos estilos 
de texto
A edição de textos no AutoCAD é uma parte essencial do processo de criação 
de desenhos de engenharia. Permite corrigir erros, atualizar informações, 
melhorar a legibilidade, manter a consistência visual, adicionar detalhes 
Textos em desenhos 9
importantes e reutilizar blocos de texto. Essas atividades ajudam a garantir 
que o desenho seja preciso, claro e comunicativo para todos os envolvidos 
no projeto.
Ao utilizar a função Single Line, podemos escolher estilos de texto já 
preestabelecidos. Além disso, podemos criar padrões que serão utilizados, 
em nosso caso, como nomes de cômodos, cotas, etc. Se quisermos, por 
exemplo, utilizar uma cor para o tamanho do cômodo e outra para o nome 
do cômodo, ao invés de digitar o texto e ir editando um por um, podemos já 
criar um estilo para cota e outro para nome, selecioná-lo e pronto — sairá 
com a cor ou outra característica já desejada. Agora vamos ver como criar 
um estilo de texto.
Para tanto, siga os mesmos passos mostrados anteriormente, conforme 
visto na Figura 3a, mas agora clique em Manage Text Styles... ou 
no primeiro ícone (um pincel e uma letra A) Text Style. Ao clicar nessa 
opção, a janela mostrada na Figura 6a será aberta. Veja que o estilo 
“novo” está selecionado, e esse estilo utiliza fonte Arial Black, tamanho 
regular, etc. Para criar um novo estilo, basta clicar na opção New, co-
locar um nome para esse novo estilo, por exemplo “Texto Engenharia”, 
e escolher o tipo de fonte, por exemplo, Times New Roman. Em Font 
Style, você tem as opções de negrito, itálico, etc. Também pode marcar 
a opção Annotative, caso queira que a fonte sofra escalas anotativas. 
A opção Paper Text Height faz referência à altura do texto, enquanto 
o efeito Upside Down seria escrito de cabeça para baixo, Backwards de 
trás para frente e Vertical com o texto na vertical. Width Factor diz 
respeito ao espaçamento entre os caracteres. Caso haja pouco espaço, 
podemos diminui-lo para que o texto caiba na área delimitada. Por fim, 
usamos Oblique Angle para escrever em certo ângulo. Após isso, com 
o estilo criado, basta clicar em Single Text para confirmar o padrão 
novo criado e escrever os textos com ele. 
Textos em desenhos10
Figura 6. Criação de estilos: (a) janela para criar um novo estilo de texto; (b) janela com o estilo 
novo criado; (c) escrita do texto “SALA DE JANTAR” com o novo estilo criado; (d) bloco layers 
para modificar a cor; (e) janela para criar uma nova layer; (f) resultado final da aplicação do 
novo estilo e nova layer.
Para testar essa funcionalidade, basta fazer o seguinte exercício:
 � crie um estilo chamado TEXTO ENGENHARIA;
 � escolha a fonte Comic Sans;
 � deixe em negrito;
 � tamanho de fonte 0.2;
 � escreva a expressão “SALA DE JANTAR”.
Textos em desenhos 11
Os passos são mostrados na Figura 6b e o resultado da escrita na Figura 
6c. Perceba que o resultado foi uma expressão escrita com as características 
desejadas, mas caso fosse exigida uma cor específica como faríamos? Teríamos 
que formatar palavra por palavra mudando a cor? Neste projeto, não seria tanto 
problema, mas num projeto maior, daria muito trabalho. Para isso, podemos 
criar uma layer (camada), em que pode-se escolher o tipo de linha, espessura 
e cor, a ser aplicada, nas paredes, textos, cotas, portas, etc. Em cada elemento 
do projeto é possível aplicar uma layer diferente. Para isso, vamos no bloco 
Layers, mostrado na Figura 6d, e clicamos em Layers Properties. Uma 
nova janela se abrirá, então clicamos em New Layer, conforme a Figura 6e. Ao 
clicar nessa opção, imediatamente uma nova layer será formada. Agora, basta 
nomeá-la como TEXTO, escolher a opção azul e pronto. Criamos uma camada 
para os textos. Por fim, é só selecionar o texto “SALA DE JANTAR” e selecione 
a layer nova criada, e o texto mudará para a cor azul, conforme a Figura 6f.
A Figura 6 apresentou como criar um novo estilo de texto, identificado 
na aba Single Text e, além disso, como criar uma camada para modificar 
a cor do texto. Com isso, podemos criar padrões de cores e tipos de linhas 
para as diversas informações do projeto, como textos, cotas, elementos, etc., 
e aplicar esses padrões selecionando todos de uma só vez. 
Agora, para praticar as funções aprendidas neste capítulo, utilizando 
a criação de texto, criação de estilo e de camadas (layers), e ainda 
aplicando a função Move e Rotate, reflita sobre como você faria para escrever na 
planta o restante dos nomes dos cômodos e deixar da forma indicada na Figura 7.
Figura 7. Resultado final dos textos na planta, aplicando as ferramentas aprendidas neste 
capítulo.
Textos em desenhos12
Nesta seção, você aprendeu a criar estilos de textos e camadas para 
textos. Essas ferramentas são de grande valia, principalmente em projetos 
grandes, pois, ao criar padrões você apenas escolhe um padrão e uma camada, 
indicando ao AutoCAD o estilo de texto e a cor desejados, respectivamente.
A edição de textos no AutoCAD é fundamental para aprimorar a precisão, 
a clareza e a aparência dos desenhos técnicos. Isso permite corrigir erros, 
atualizar informações, ajustar formatação e alinhamento e assegurar a con-
sistência em todo o projeto. A capacidade de editar textos ajuda a garantir 
que o desenho final seja uma representação precisa e compreensível das 
informações necessárias para o projeto de engenharia. 
Referências
ADITIVOCAD. Projeto de quitinete. [S. l.: s. n.], 2023. Disponível em: https://www.aditi-
vocad.com/. Acesso em: 17 jun. 2023.
MARCELO, T. Exercícios para Autocad: roteiro de atividades. Porto Alegre: Bookman, 2013.
RIBEIRO, A. C.; PERES, M. P.; IZIDORO, N. Curso de desenho técnico e autocad. São Paulo: 
Pearson Education do Brasil, 2013.
SILVEIRA, S. J. Autocad 2020. Rio de Janeiro: Brasport, 2020.
Leituras recomendadas
BALDAM, R. L.; COSTA, L.; OLIVEIRA, A. Autodesk autocad 2016: utilizando totalmente. 
São José dos Campos: Érica, 2015. 
CARDOSO, M. C.; FRAZILLIO, E. M. Autodesk autocad civil 3D 2016. São José dos Campos: 
Érica, 2016. 
FERNANDES, R. T. V.Autocad na prática: primeiros passos. São Paulo: Livraria da Física, 
2021. 
KUBBA, S. A. A. Desenho técnico para construção. Porto Alegre: Bookman, 2014. 
LEAKE, J. M.; BORGERSON, J. L. Manual de desenho técnico para engenharia: desenho, 
modelagem e visualização. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2015.
Os links para sites da web fornecidos neste capítulo foram todos 
testados, e seu funcionamento foi comprovado no momento da 
publicação do material. No entanto, a rede é extremamente dinâmica; suas 
páginas estão constantemente mudando de local e conteúdo. Assim, os edito-
res declaram não ter qualquer responsabilidade sobre qualidade, precisão ou 
integralidade das informações referidas em tais links.
Textos em desenhos 13
Dica do professor
Acompanhe no vídeo a seguir como se pode criar estilos de texto que poderão ser utilizados no 
Modelspace, independentemente da escala a ser aplicada na impressão.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/a15d4b3ddbffd51167416fbe27292b36
Exercícios
1) O que acontece quando utilizamos um estilo de texto com altura 2,50 no Modelspace e no 
layout? 
A) O texto terá a mesma altura, tanto no Model quanto no layout.
B) No Modelspace o texto terá altura de 2,50 metros e no layout, terá a altura de 2,50 
milímetros.
C) O texto no Model será menor que o texto no layout.
D) O texto só será visualizado no layout.
E) Nessa situação, nada acontece. A diferença só será notada quando aplicado o fator de escala.
2) Qual o comando utilizado para a inserção de texto com mais de um parágrafo? 
A) MTEXT.
B) Text.
C) Style.
D) Options.
E) Table.
3) É possível alternar o estilo de um texto existente para outros estilos de várias maneiras. 
Qual delas NÃO altera o estilo de um texto? 
A) Com dois cliques, selecionar o texto já escrito e copiar. Na aba Text, trocar para o estilo 
desejado e acionar o comando Text e colar o texto previamente copiado.
B) Selecionar o texto e alterar o estilo na aba Annotate.
C) Selecionando a layer de texto adequada.
D) Clicando duas vezes no texto a ser alterado e escolhendo o estilo na caixa de diálogo aberta.
E) Utilizando o MA, Match Properties, selecionando um estilo aplicado em outro texto existente 
no desenho.
4) Na criação de estilos de textos, podemos considerar as escalas mais usuais e adaptar os 
estilos para serem utilizados no Modelspace, já no tamanho a serem impressas. Nesse 
contexto, qual a altura a ser utilizada no AutoCAD para que o texto possua altura de 2,5 mm 
quando impresso na escala 1/100? Considere a unidade do desenho em metros. 
A) A altura aplicada deve ser de 0,125.
B) A altura aplicada deve ser de 0,1875.
C) A altura aplicada deve ser de 0,5.
D) A altura aplicada deve ser de 0,25.
E) A altura aplicada deve ser de 0,3125.
5) O que acontece se alternarmos a fonte de um estilo corrente no arquivo? 
A) Um novo estilo é criado.
B) Os textos existentes com o estilo modificado serão apagados.
C) O AutoCAD mostra um aviso que todos os textos daquele estilo serão duplicados para a 
modificação.
D) Se houverem textos com a aplicação do estilo alterado será dado o alerta que outro estilo 
deve ser criado.
E) Todos os textos escritos com o estilo modificado passarão automaticamente à nova 
configuração.
Na prática
O tamanho correto de um texto em desenho técnico é tão importante quanto à sua posição e 
fonte. 
Frequentemente podemos ver usuários de AutoCAD passando por algum trabalho, quebrando a 
cabeça para conseguir conciliar o tamanho do texto de todos os desenhos, de diferentes escalas e 
mantê-los uniforme.
Afinal de contas, é esperado que informações, como nome dos ambientes, possuam a mesma 
altura, seja para detalhes em escalas menores ou para plantas gerais em escalas maiores (1/75), 
como mostra a imagem.
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
AutoCAD Básico Configurando um estilo de texto (Styke)
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 019 - Escrevendo um texto simples (DTEXT)
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/bRjsmH8ePMQ
https://www.youtube.com/embed/MtmxZjdlBkc
Utilizando blocos globais e 
referências externas
Apresentação
Nesta Unidade de Aprendizagem você verá como utilizar blocos globais e referências externas. 
Blocos globais são arquivos de desenho que podem ser inseridos como blocos dentro de outro 
arquivo de desenho. Já as referências externas são uma alternativa mais dinâmica do que os blocos 
e podem vincular um desenho em outro arquivo, permitindo sua edição e atualização para a 
referência. 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Criar blocos globais a partir do zero.•
Inserir referências externas no arquivo corrente.•
Identificar a diferença entre bloco e referência e suas aplicações.•
Desafio
Crie um bloco qualquer chamado de B1, com a ferramenta Polígono com 3 lados. Faça várias cópias 
desse bloco, utilizando o comando Copy ou Array. Depois, desenhe um polígono de 5 lados e crie 
um bloco, dando a esse bloco o mesmo nome do anterior - B1. Descreva e explique o que 
acontece.
Infográfico
Blocos e referências têm funções diferentes no desenho. Uma referência externa é algo que pode 
estar fazendo parte do seu desenho e sendo modificado e atualizado pelo seu autor em qualquer 
lugar do mundo, sendo que essas atualizações são informadas ao desenhista que as utiliza. Os 
blocos, como, por exemplo, os fornecidos pelos fabricantes de peças sanitárias, uma vez inseridos 
no desenho, passam a fazer parte dele, e a única possibilidade de atualização é se o desenhista 
inserir uma segunda vez uma versão atualizada do bloco (Redefinir Bloco). 
 
As referências são bastante utilizadas para a separação das responsabilidades nas diferentes 
disciplinas do projeto, permitindo que o autor do projeto arquitetônico receba em tempo real as 
modificações e atualizações dos projetos complementares, e vice-versa, sem que nenhuma 
disciplina interfira na outra. 
 
No momento de inserção da referência é importante saber a diferença entre os dois tipos de 
inserção: Overlay e Attachment. O tipo Overlay mantém a referência apenas no primeiro arquivo 
que ele é referenciado. Já o tipo Attachment anexa a referência ao arquivo e pode ser visualizado 
nas referências seguintes.
Conteúdo do livro
Em desenho digital, os blocos e as referências externas são recursos essenciais que ajudam os 
usuários a criar desenhos mais complexos, padronizados e de forma mais ágil. Saber como trabalhar 
com essas ferramentas em softwares de desenho é extremamente importante para a vida 
profissional, especialmente para aqueles que trabalham em áreas como arquitetura, engenharia, 
design de interiores, design industrial e demais campos relacionados.
No capítulo Utilizando blocos globais e referências externas, base teórica desta Unidade de 
Aprendizagem, você verá a conceituação de blocos globais e referências externas bem como suas 
principais aplicações. Além disso, vai ver de forma prática como aplicar no AutoCAD, permitindo 
um aprofundamento dos conhecimentos aqui adquiridos.
Boa leitura. 
PROJETO CIVIL 
AUXILIADO POR 
COMPUTADOR
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
 > Explicar o que são blocos globais e as respectivas situações de uso.
 > Identificar a utilidade das referências externas e formas de inseri-las no 
arquivo corrente.
 > Comparar o tamanho dos arquivos gerados com a utilização de referências 
externas.
Introdução
O uso de blocos e de referências externas é um expediente poderoso no desenho 
digital, uma vez que permite reaproveitar elementos e trabalhar de forma colabo-
rativa em projetos complexos. De fato, esses recursos proporcionameficiência, 
consistência, precisão, facilidade de atualização e uma melhor organização dos 
elementos constituintes na prancha de desenho. São, portanto, essenciais para 
otimizar o fluxo de trabalho, reduzir erros e facilitar a colaboração em projetos.
Neste capítulo, você vai ver a conceituação de blocos globais e referências 
externas em desenho digital, bem como as respectivas situações de uso. Além 
disso, verá a aplicação desses recursos no software AutoCAD de forma a solidificar 
o conhecimento adquirido.
Blocos globais e 
referências externas
Thiago Boeno Patricio Luiz
Blocos globais em desenho digital
Uma das funcionalidades mais úteis em desenho digital é a capacidade de 
criar e usar blocos globais. Um bloco nada mais é do que uma coleção de 
objetos ou elementos que são agrupados e tratados como um único elemento. 
Isso permite que o projetista insira um ou mais blocos repetidamente em seu 
desenho, economizando tempo e mantendo a consistência de seu projeto 
(GORLA, 2021). 
Em desenho digital, blocos globais são amplamente utilizados em uma 
variedade de situações para facilitar o processo de desenho, sobretudo quando 
se trata de símbolos, objetos repetitivos, detalhamentos e representação de 
componentes complexos. Essa ferramenta é, portanto, especialmente útil 
quando se deseja desenhar objetos que se repetem em um desenho, como 
portas, janelas, mobília, equipamentos, vegetação, entre outros elementos que 
são repetidamente aplicados em um projeto arquitetônico. Ao criar um bloco, 
é possível inseri-los várias vezes, aumentando-se a eficiência e produtividade.
Ao se utilizar blocos, aumenta-se a coerência e precisão do projeto, 
garantindo-se a consistência visual e dimensional do desenho. Os 
blocos podem ser criados com precisão e padronizados de acordo com as neces-
sidades do projeto, assegurando que os elementos sejam uniformes e estejam 
alinhados corretamente. Isso ajuda a evitar erros e inconsistências que poderiam 
surgir caso cada elemento fosse desenhado de forma individual.
Além disso, blocos também são empregados para criar detalhes ou anota-
ções específicas em um desenho, como blocos para rótulos, balões de texto, 
símbolos gráficos, indicação de materiais ou acabamentos, etc. Na área de 
projetos mecânicos ou de engenharia, pode-se representar componentes 
complexos, como engrenagens, tubulações, circuitos elétricos, etc. Criar 
esses componentes como blocos permite inseri-los facilmente no desenho, 
evitando a necessidade de redesenhar repetidamente cada detalhe complexo.
Os blocos também ajudam a criar uma apresentação visual mais profissio-
nal, garantindo padrões em um projeto. É possível criar blocos para diferentes 
elementos, como logotipos de empresas, títulos estilizados, legendas pré-
-prontas, setas diferenciadas, etc.
Blocos globais e referências externas2
Inserção de blocos no AutoCAD
O software AutoCAD permite tanto criar blocos a partir do desenho do próprio 
projetista quanto inserir um bloco já pronto. Para criar um bloco, siga as 
seguintes etapas (AUTODESK, 2023).
1. Abra o AutoCAD e o desenho no qual você deseja criar o bloco.
2. Selecione os elementos geométricos que deseja incluir no bloco. 
3. Após selecionar os elementos, vá para a guia “Inserir” (Insert) na faixa 
de opções e clique em “Criar bloco" (Create block). Veja a Figura 1.
Figura 1. Captura de tela do botão “Criar bloco” no software AutoCAD.
Fonte: Elaborada em Autodesk (2023).
4. Na janela “Criar Bloco”, dê um nome ao seu bloco no campo “Nome” 
(Name).
5. Defina o ponto base de inserção do bloco no campo “Ponto base” 
(Base point). Esse ponto geralmente é aquele que você deseja usar 
como referência para inserir o bloco. Veja a Figura 2.
Blocos globais e referências externas 3
Figura 2. Captura de tela da janela de definição de bloco no software AutoCAD.
Fonte: Elaborada em Autodesk (2023).
6. Em seguida, selecione as opções desejadas nas seções “Configurações”, 
“Objetos” e “Comportamento”, como a unidade de medida do bloco, 
permissão para rotação do bloco durante a inserção, permissão para 
explosão, etc.
7. Clique em “OK” para criar o bloco. Após esse procedimento, é possível 
adicionar o bloco criado em qualquer prancha de desenho acessando 
a opção “Inserir bloco”, pois o arquivo fica salvo no computador.
É possível inserir blocos preexistentes, sejam criados pelo projetista ou 
prontos, baixados de bancos de dados da internet, por exemplo. Os blocos 
baixados da internet geralmente têm extensão .dwg, .dws ou .dwt e devem 
ser salvos diretamente no computador. Para inserir um bloco existente, siga 
os seguintes passos (AUTODESK, 2023).
1. Na guia “Inserir” (Insert), clique no botão “Inserir” (Insert).
2. Na janela “Inserir”, selecione a opção “Blocos nas bibliotecas”, o que 
vai abrir uma janela para escolher uma pasta ou um arquivo para a 
biblioteca de blocos. Veja a Figura 3.
Blocos globais e referências externas4
Figura 3. Capturas de tela das janelas para inserir blocos disponíveis nas bibliotecas no 
software AutoCAD.
Fonte: Elaboradas em Autodesk (2023).
3. Na sequência, defina o ponto de inserção do bloco no desenho sele-
cionando um ponto na área de desenho.
4. Determine a escala do bloco digitando um valor ou selecionando uma 
opção na lista “Escala” (Scale).
5. Defina a rotação do bloco digitando um valor no campo “Rotação” 
(Rotation) ou deixe em branco para manter a rotação padrão.
6. Clique em “OK” para inserir o bloco no desenho.
Ao selecionar a opção de inserção, você poderá escolher um bloco prede-
finido da biblioteca de blocos do AutoCAD ou inserir um bloco criado. 
A nomenclatura e a disposição dos botões e das janelas no AutoCAD 
podem mudar de acordo com a versão utilizada e com o idioma do 
software. A versão utilizada neste capítulo é a de 2024 (AUTODESK, 2023), no 
idioma português.
Nesta seção, você viu o que são blocos e como inseri-los. A seguir, lerá 
sobre referência externa no desenho digital e como aplicá-la.
Referências externas em desenho digital
As referências externas são recursos que permitem incorporar arquivos ex-
ternos ao desenho. Esses arquivos podem ser desenhos completos, imagens, 
blocos, entre outros tipos de arquivos. A utilização de referências externas 
Blocos globais e referências externas 5
no desenho digital é extremamente importante por várias razões. Sobretudo, 
permite compartilhar informações entre diferentes desenhos, evitando a 
duplicação de trabalho e facilitando a colaboração em equipe.
Ao utilizar referências externas, qualquer alteração feita no arquivo de 
referência será refletida automaticamente nos desenhos em que elas são 
inseridas, desde que estejam vinculadas (GORLA, 2021). Isso é especialmente 
útil em projetos que exigem atualizações frequentes, como em plantas de 
construção, que precisam refletir as mudanças de um projeto em andamento. 
A capacidade de atualizar todas as instâncias de uma referência externa de 
uma só vez economiza tempo e reduz a possibilidade de erros.
As referências externas podem ser mantidas em diretórios separados, 
permitindo uma estrutura de arquivos mais organizada e simplificando a 
localização e atualização dos arquivos de referência.
Inserção de referências externas no AutoCAD
No AutoCAD, as referências externas são extremamente úteis para a cola-
boração em projetos, uma vez que possibilita que várias pessoas trabalhem 
em partes diferentes de um desenho e o atualizem de forma eficiente. Ao 
dominar o uso das referências externas, é possível aumentar a produtividade 
e a eficácia ao se trabalhar no AutoCAD.
O AutoCAD permite a referência a arquivos externos, como desenhos, 
imagens, entre outros arquivos CAD. Essas referências externas são conhecidas 
como XREFs ou referências externas. Elas podem ser vinculadas ou anexadas 
ao desenho. Se vinculadas, as XREFs podem ser atualizadas automaticamente 
quando o arquivo de referência é modificado, mantendo a sincronia entre 
os desenhos. Se anexadas, as XREFs são incorporadasao desenho e não são 
atualizadas automaticamente.
Para inserir uma referência externa no AutoCAD, preceda da seguinte forma.
1. Abra o AutoCAD e crie um desenho ou abra um desenho existente em 
que deseja inserir a referência externa. Acesse a guia “Inserir” na faixa 
de opções.
2. No painel “Referência”, clique em “Anexar”. Veja a Figura 4.
Blocos globais e referências externas6
Figura 4. Captura de tela do botão “Anexar” no software AutoCAD.
Fonte: Elaborada em Autodesk (2023).
3. Em seguida, navegue até a pasta em que o arquivo externo está locali-
zado e selecione-o. O AutoCAD suporta vários tipos de arquivos, como 
.dwg, .dwf, .dgn, .pdf, entre outros. Ao se selecionar o arquivo que 
se deseja utilizar como referência externa, vai abrir uma janela para 
anexar a referência externa. Veja a Figura 5.
Figura 5. Captura de tela da janela “Anexar referência externa” no software AutoCAD.
Fonte: Elaborada em Autodesk (2023).
Blocos globais e referências externas 7
4. Na sequência, na janela “Anexar referência externa”, escolha as opções 
de inserção desejadas. Você pode definir a escala, a rotação e o ponto 
de inserção da referência externa. O ponto de inserção define onde a 
referência externa será colocada em relação ao desenho atual.
5. Se necessário, ajuste outras configurações, como a sobreposição de 
cores ou o contraste da referência externa. Clique em “OK” para inserir 
a referência externa no desenho.
É importante salientar que se deve gerenciar corretamente as re-
ferências externas, mantendo-se os arquivos em locais acessíveis 
e atualizando os caminhos, se necessário, para evitar problemas de conexão e 
evitar que os arquivos fiquem excessivamente grandes e pesados. 
Na próxima seção, você verá mais detalhes sobre o gerenciamento dos 
arquivos na utilização de referências externas.
Gerenciamento dos arquivos gerados com 
a utilização de referências externas no 
AutoCAD
O tamanho dos arquivos gerados com a utilização de referências externas 
no AutoCAD pode variar dependendo de alguns fatores. Entre eles, estão 
(GORLA, 2021): 
 � o tipo de arquivo externo;
 � a quantidade de referências externas anexadas;
 � o conteúdo desses arquivos. 
Ao anexar uma referência externa, o arquivo do desenho principal (arquivo 
.dwg) armazena apenas informações sobre localização, escala, rotação e 
outras propriedades da referência externa. O arquivo externo em si não é 
incorporado ao arquivo .dwg, mas é referenciado e vinculado a ele.
Dessa forma, com relação ao tamanho de arquivo, a inclusão de referências 
externas em geral não aumenta significativamente o tamanho do arquivo .dwg 
principal. O tamanho desse arquivo dependerá, sobretudo, do conteúdo do 
desenho principal, como entidades geométricas, anotações e objetos internos.
Blocos globais e referências externas8
É importante considerar o tamanho dos arquivos externos que estão 
sendo referenciados. O uso de referências externas de arquivos .dwg 
complexos, imagens de alta resolução ou arquivos .pdf pesados pode ter um 
impacto significativo no tamanho total do arquivo, especialmente se houver 
várias referências externas envolvidas.
É sempre recomendável, portanto, otimizar os arquivos externos antes 
de anexá-los ao desenho para minimizar o tamanho total do arquivo .dwg e 
melhorar o desempenho do AutoCAD. Isso pode incluir a redução do tama-
nho de imagens, a conversão de arquivos .pdf em formatos mais leves ou a 
limpeza e simplificação de desenhos complexos.
O tamanho do arquivo dwg. afeta a velocidade de abertura, salvamento e 
manipulação do desenho. Portanto, é uma boa prática evitar o uso excessivo 
de referências externas desnecessárias e manter um controle adequado sobre 
os arquivos anexados para garantir um desempenho eficiente do AutoCAD. 
Para otimizar o tamanho do arquivo e, assim, o desempenho do AutoCAD ao 
utilizar referências externas, recomenda-se o seguinte (GORLA, 2021).
 � Mantenha apenas as referências externas necessárias no desenho. 
Remova ou substitua referências externas que não são mais utilizadas.
 � Ao anexar arquivos externos, certifique-se de que eles estejam otimiza-
dos em relação a tamanho e qualidade. Reduza o tamanho de imagens 
ou converta arquivos .pdf em formatos mais leves, se possível.
 � Ao editar referências externas, procure fazer as alterações diretamente 
nos arquivos externos, em vez de editar repetidamente no desenho 
principal. Isso ajudará a manter o tamanho do arquivo sob controle.
 � Evite criar referências circulares, em que um arquivo externo faz re-
ferência a outro arquivo externo, que, por sua vez, faz referência ao 
primeiro. Isso pode levar a problemas de desempenho e aumento no 
tamanho do arquivo.
 � Se necessário, utilize as ferramentas de compactação e limpeza do 
AutoCAD para reduzir o tamanho do arquivo do desenho.
Lembre-se, por fim, de que o tamanho do arquivo pode variar dependendo 
do conteúdo específico do desenho e das referências externas utilizadas. 
Portanto, é recomendável monitorar o tamanho do arquivo e fazer ajustes 
conforme necessário para manter o desempenho adequado no AutoCAD.
Blocos globais e referências externas 9
Referências
AUTODESK. Software AutoCAD: versão 2024 para educadores. Autodesk, 2023. Software. 
Disponível em: https://www.autodesk.com.br/products/autocad/overview?term=1-
-YEAR&tab=subscription. Acesso em: 15 jun. 2023.
GORLA, G. C. S. L. AutoCAD 2020: guia completo para iniciantes. Curitiba: CRV, 2021. 
Leituras recomendadas
SILVEIRA, S. J. AutoCAD 2020. Rio de Janeiro: Brasport, 2020.
TULER, M.; WHA, C. K. Exercícios para AutoCAD: roteiro de atividades. Porto Alegre: 
Bookman, 2013. 
Os links para sites da web fornecidos neste capítulo foram todos 
testados, e seu funcionamento foi comprovado no momento da 
publicação do material. No entanto, a rede é extremamente dinâmica; suas 
páginas estão constantemente mudando de local e conteúdo. Assim, os edito-
res declaram não ter qualquer responsabilidade sobre qualidade, precisão ou 
integralidade das informações referidas em tais links.
Blocos globais e referências externas10
Dica do professor
Acompanhe no vídeo a seguir de que maneira pode-se inserir referências externas no arquivo.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/79e013df455318d404d7a2e0269fe149
Exercícios
1) Qual será o ponto de inserção de um bloco no desenho? 
A) Sempre será a origem do desenho (0,0).
B) Dependerá da opção feita pelo usuário.
C) Será sempre especificado na tela.
D) Dependerá da origem definida na criação do bloco com relação ao ponto de origem absoluto 
do desenho em questão.
E) Será sempre o limite definido para o desenho.
2) O que acontece se adicionarmos um bloco ao desenho que já possui um bloco com mesmo 
nome, porém, com características diferentes? 
A) Como já existe um bloco definido, ele ignora a inserção do novo.
B) Será possível redefinir o bloco existente para as características do novo.
C) Os dois blocos permanecerão com o mesmo nome, porém com suas características 
diferentes.
D) O AutoCAD solicita que o bloco antigo seja deletado.
E) O AutoCAD irá, automaticamente, renomear o novo bloco com o mesmo nome acrescido de 
V02 no final.
3) Qual a repercussão de inserir uma referência externa como Overlay, e não como 
Attachment? 
A) A inserção como Overlay da referência XREF_01 manterá a referência apenas no arquivo 
DWG_01.Já a inserção como Attachment permitirá a visualização de XREF_01 em arquivos 
nos quais insiram DWG_01 como referência.
A inserção como Overlay da referência XREF_01 manterá a referência apenas no arquivo 
DWG_01.Já a inserção como Attachment permitirá a visualização de DWG_01 em XREF_01 e 
B) 
vice-versa.
C) A inserção como Overlay da referência XREF_01 manterá o arquivo DWG_01 como bloco.Já 
a inserção como Attachment permitirá a visualização de XREF_01 em outros arquivos.
D)A inserção como Overlay levará a referência XREF_01 como cópia simples no DWG_01.Já a 
inserção como Attachment permitirá a visualização de XREF_01 em arquivos nos quais 
insiram DWG_01 como referência.
E) A inserção como Overlay da referência XREF_01 manterá o arquivo DWG_01 como bloco.Já 
a inserção como Attachment permitirá a visualização de DWG_01 em XREF_01, e vice-versa.
4) Em um projeto de um edifício trabalham um arquiteto, responsável pelo projeto 
arquitetônico e pela coordenação do projeto, dois engenheiros civis, um responsável pelo 
projeto estrutural e o outro pelo projeto hidrossanitário, um engenheiro eletricista, 
responsável pelo projeto luminotécnico e de instalações elétricas, e um engenheiro 
mecânico, responsável pelo projeto de ar-condicionado. Qual opção representa o método 
mais inteligente e ágil de trabalho? 
A) O coordenador do projeto criou uma pasta na nuvem ou em um servidor, onde os demais 
responsáveis técnicos têm acesso. A partir daí, os demais projetos vão sendo elaborados a 
partir do projeto arquitetônico, o qual é inserido como referência externa em cada um dos 
complementares.
B) O coordenador do projeto envia cópias do projeto arquitetônico para cada um dos demais 
profissionais, que vão editando o arquivo com seus respectivos projetos. Sendo necessário, o 
responsável por algum complementar pode alterar o arquivo do projeto arquitetônico enviado 
para compatibilizar o projeto.
C) O coordenador envia a cópia do projeto arquitetônico primeiro para o engenheiro civil, que 
faz os cálculos de estrutura e envia outro arquivo, com o projeto estrutural, para o 
coordenador. O coordenador verifica a compatibilidade e, estando OK, envia cópia dos dois 
projetos, arquitetônico e estrutural, para o engenheiro que faz o projeto hidrossanitário. 
Então, o projeto hidrossanitário é novamente enviado para o arquiteto, que faz nova 
verificação e encaminha o projeto ao engenheiro eletricista, que desenvolve o projeto de 
instalações elétricas e luminotécnico e volta a enviar o projeto para o coordenador. O projeto 
é verificado e enviado para o engenheiro mecânico. Ao final, o arquiteto verifica a 
compatibilização de todos os projetos.
D) O arquiteto lança o estudo preliminar e estes cinco profissionais envolvidos devem estar 
trabalhando juntos, no mesmo escritório. Assim, as decisões de projeto podem ser tomadas 
em conjunto.
E) Apenas grandes escritórios ou associação de escritórios permitem que os projetos sejam 
elaborados de forma eficiente, pois em projetos de grande porte é necessária a dedicação 
exclusiva e cada escritório possui sua maneira de trabalhar.
5) É possível transformar uma referência em um bloco? 
A) Sim, pelo comando Bind.
B) Sim, com o comando Block.
C) Não é possível transformar uma referência em bloco.
D) Sim, abrindo o arquivo de origem da referência e selecionando todas as entidades em um 
único bloco.
E) Sim, explodindo a referência e usando o comando Block.
Na prática
O método de desenho convencional, papel, lápis, nanquim, esquadros, escalímetro, permite a 
sobreposição de folhas de papel manteiga para o desenho dos pavimentos superiores, por exemplo. 
A partir da planta baixa, os demais pavimentos têm como referência o térreo. 
 
No AutoCAD a utilização de referências externas tem a mesma função, porém de maneira mais ágil. 
 
O desenho de cada pavimento deve estar em um arquivo próprio, assim como os cortes e as 
elevações. Pensando no projeto de um edifício de vários andares, é importante que cada pavimento 
esteja compatível com o andar anterior, seja por questões estruturais e mesmo estéticas. Para 
permitir ao projetista que essa compatibilidade seja bem feita, o AutoCAD disponibiliza o recurso 
de referência externa (Xref). Dessa maneira, é possível editar cada pavimento, sem alterar os 
demais, possibilitando a conferência de cada arquivo, tendo como referência os demais.
 
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
AutoCAD Básico - 033 - Gravando um Bloco Externo
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 141 - XREF Referências Externas
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Diretrizes Gerais para Intercambialidade de Projetos em CAD
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/SI8FB7O3Ou0
https://www.youtube.com/embed/j9v9m9PdXWk
http://www.asbea.org.br/userfiles/manuais/7e942be1be1f79072a2cffe3f27a270a.pdf
Aplicando hachuras e gradientes
Apresentação
A hachura permite preencher áreas delimitadas com padrões sólidos, preestabelecidos, 
determinados pelo usuário ou gradientes. As hachuras podem indicar as transições entre materiais 
e melhorar a legibilidade dos desenhos. Uma hachura bem aplicada transforma desenhos simples 
em desenhos expressivos. 
Nesta Unidade de Aprendizagem veremos o que são hachuras e gradientes e suas aplicações.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Aplicar hachuras para melhorar a legibilidade dos desenhos.•
Selecionar o tipo de hachura adequado ao desenho.•
Definir limites para a aplicação de hachura.•
Desafio
Nos dormitórios, representando piso de madeira, faça uma hachura com linhas na vertical, com 
espaçamento de 0,20 m.
Na cozinha, na área de serviço e no banheiro, representando piso cerâmico, faça uma hachura 
quadriculada, na diagonal, com espaçamento de 0,30 m.
Na sala de estar, representando porcelanato, faça uma hachura quadriculada, na perpendicular, com 
espaçamento de 0,60 m.
Lembre-se: um limite deve estar definido para cada padrão de hachura.
 
Baixe aqui 
https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/e139b921-a6c1-44f5-8429-0322c3386b78/9f783e88-15e0-4d37-971f-5d03a3250d1b.dwg
Infográfico
Muitas vezes com apelo estético, a hachura tem como função melhorar a percepção sobre o 
desenho. 
Conteúdo do livro
O desenho enquanto linguagem arquitetônica mostra-se essencial para comunicar, pensar e 
representar os espaços e suas qualidades. O desenho em arquitetura pode, além de delinear as 
formas, revelar as características de luz, textura e volume, através dos valores tonais e uso de 
hachuras. Em desenhos auxiliados por computador não é diferente, tanto em desenhos 
bidimensionais ou tridimensionais é possível criar e aplicar texturas visuais, a partir da utilização de 
tons e gradientes.
No capítulo Hachuras e gradientes, base teórica desta Unidade de Aprendizagem, você verá a 
definição de hachuras e seus diferentes tipos, bem como seu papel no desenho auxiliado por 
computador, as respectivas possibilidades de aplicação e seus limites.
Boa leitura!
PROJETO 2D 
AUXILIADO POR 
COMPUTADOR
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
 > Definir hachuras e seu papel no desenho auxiliado por computador.
 > Reconhecer diferentes tipos de hachura e respectivas possibilidades de 
aplicação.
 > Explicar os limites para a aplicação de hachuras.
Introdução
A principal base do desenho arquitetônico é a linha. Por meio de um conjunto de 
linhas, é possível transmitir informações arquitetônicas referentes, por exemplo, 
a um espaço volumétrico, a elementos planos, sólidos e vazios, e à profundidade 
da edificação representada. Ainda que os desenhos que somente contenham 
linhas possam transmitir muitas informações, eles representam “apenas imagens 
abstratas da realidade e retratam basicamente um mundo apenas delineado, 
sem luz” (CHING, 2017, p. 102). De fato, nos desenhos de contorno, tudo aquilo 
que não é essencial deve ser eliminado, enfatizando-se as linhas que ilustram 
as mudanças de forma.
Além das linhas de contorno, podem ser adicionados valores tonais ao desenho, 
de forma a transmitir mais informações acerca do objeto. Assim, ao utilizarmos tons 
e representações de materiais (hachuras e gradientes), conseguimoscomunicar 
as qualidades da forma e do espaço representado. Tanto em desenho à mão livre 
quanto em desenho auxiliado por computador, é possível adicionar valor tonal 
aos desenhos arquitetônicos, sejam eles plantas baixas, cortes, elevações ou 
perspectivas.
Hachuras e 
gradientes
Jana Cândida Castro dos Santos
Neste capítulo, você verá a definição de hachuras e seus diferentes tipos. 
Será destacado seu papel no desenho auxiliado por computador e explicitadas 
as respectivas possibilidades de aplicação e seus limites.
Valores tonais em desenho arquitetônico
As linhas são essenciais para delinear contornos e formatos, possibilitando 
representar os elementos de forma bi e tridimensional. No entanto, ainda 
que as linhas sejam essenciais para a construção dos desenhos em arquite-
tura, há características de luz, textura, volume e espaço que não conseguem 
ser descritas apenas com linhas. Para modelar as superfícies de formas e 
transmitir uma noção de luz, é preciso da representação de tonalidades e 
texturas, chamadas de hachuras (CHING, 2017).
A visão humana advém do estímulo das células nervosas na retina do 
olho, assinalando padrões de intensidade de luz e cor. Nosso sistema visual 
processa esses padrões de claro e escuro e extrai características específicas 
do ambiente, como arestas, contornos, tamanho, movimento e cor (CHING, 
2017). Desse modo, para que haja a percepção dos objetos, é essencial haver 
padrões de claro e escuro. No desenho, é fundamental a criação de contrastes 
para representar luz, forma e espaço (Figura 1). 
Figura 1. Tonalidades e texturas: a importância do contraste para representar luz, forma e espaço.
Fonte: Ching (2017, p. 148).
Hachuras e gradientes2
Para Ching (2017), o uso de tonalidades e texturas permite:
 � descrever como a luz revela a forma dos objetos;
 � evidenciar os arranjos de formas no espaço;
 � representar a cor e textura das superfícies.
Valores tonais em desenhos de computador
Em desenhos auxiliados por computador, sejam desenhos bi ou tridimensio-
nais, é possível criar e aplicar texturas visuais, inclusive a partir da utilização 
de tons e gradientes de cinza simples (CHING, 2017). Veja alguns exemplos de 
aplicação de valores tonais nas Figura 2 e 3.
Figura 2. Técnicas de linhas e tons para modelar as formas.
Fonte: Ching (2017, p. 154).
Hachuras e gradientes 3
Na Figura 3, utiliza-se um tom puro, selecionando e arranjando os valores 
tonais para a construção da tridimensionalidade das formas.
Figura 3. Exemplo de um desenho com tom puro que se baseia, principalmente, na seleção e 
no arranjo de valores tonais para modelar a tridimensionalidade das formas.
Fonte: Ching (2017, p. 155).
Seja com o auxílio do computador, seja em desenhos feitos no papel, 
podem ser criadas texturas e sombras, agregando diferentes valores tonais 
ao desenho. Pelo uso de hachuras (Figura 4), pode-se aumentar o contraste 
entre claro e escuro, representar os diferentes tipos de materiais e, com isso, 
adicionar mais camadas de informações ao desenho.
Hachuras e gradientes4
Figura 4. Exemplos de hachuras.
Fonte: Ching (2017, p. 157).
O termo textura geralmente é empregado para referir a relativa 
rugosidade ou suavidade de uma superfície. Também pode ser uti-
lizado para descrever as qualidades características de materiais familiares, 
como pedra, madeira e trama de tecidos. Segundo Ching (2017), quando são 
utilizadas as hachuras paralelas para criar determinado tom, automaticamente 
se cria uma textura. Porém, quando se representa a natureza dos materiais com 
linhas, também estão sendo criados tons.
Hachuras e gradientes 5
Por fim, é importante destacar que você sempre deve se atentar para a 
relação entre valor tonal e textura, seja ela rugosa ou lisa, pronunciada ou 
suave, fosca ou polida. Na maior parte dos casos, o valor acaba tornando-se 
mais importante em vista das texturas no momento de representar luz e 
sombra, sobretudo pela forma como modela as formas no espaço (CHING, 2017).
Hachuras e suas possibilidade de aplicação
Os valores tonais, ou hachuras, podem ser utilizados para melhorar a definição 
de profundidade e de foco nos diversos tipos de desenhos arquitetônicos, 
como você pode verificar nos exemplos a seguir.
Plantas de localização ou situação
Nesse tipo de desenho, o principal objetivo da utilização dos valores tonais 
é definir a forma da edificação em relação ao contexto, intensificando o 
contraste entre a forma edificada e o espaço no entorno (CHING, 2017). Veja 
um exemplo na Figura 5.
Figura 5. Exemplo de planta de localização.
Fonte: Ching (2017, p. 67).
Hachuras e gradientes6
Plantas baixas
Em plantas baixas, é possível adicionar valor tonal aos diferentes planos re-
presentados por meio da utilização de hachuras (que estabelecem o contraste 
entre cheios e vazios) e da escolha de padrões que representem materiais 
de piso e móveis. Ao variar a intensidade desses valores tonais, pode-se 
reforçar a diferença entre níveis de piso e evidenciar os elementos que estão 
situados acima desse plano (CHING, 2017). Assim como nos desenhos à mão 
livre, é importante distinguir cheios de vazios nos desenhos auxiliados por 
computador. Veja a Figura 6.
Figura 6. Exemplos de plantas baixas digitais: distinção entre cheios e vazios.
Fonte: Ching (2017, p. 56).
A
B
C
Hachuras e gradientes 7
Na Figura 6a, é utilizado um único peso de linha. A princípio, é difícil dife-
renciar o que está em corte e o que está em vista. Já na Figura 6b, é possível 
notar um peso maior nos elementos seccionados e um peso menor para 
representar as linhas de superfície. Na Figura 6c, por fim, nota-se a ênfase 
de maneira gráfica no que está sendo cortado. Veja que o uso das hachu-
ras, de hierarquia de linhas e de várias tonalidades confere, aos desenhos 
arquitetônicos, maior contraste e profundidade aos diferentes elementos e 
planos representados, otimizando a leitura de projeto (CHING; ECKLER, 2014).
Uma vantagem dos programas de desenho digitais é a possibilidade de 
criar, sem dificuldades, grandes áreas de valor tonal. Isso pode ser útil quando 
se deseja contrastar uma planta baixa com seu contexto (CHING, 2017), como 
você pode ver no exemplo da Figura 7.
Figura 7. Exemplo de planta baixa digital: grande área de valor tonal permite contrastar a 
planta com seu contexto.
Fonte: Ching (2017, p. 57).
Hachuras e gradientes8
Cortes
Nos cortes, hachuras e gradientes são utilizados a fim de fornecer contraste 
entre os elementos da edificação e tudo o que é visto em elevação para além 
do corte (CHING, 2017). Desse modo, o valor tonal é empregado para conferir 
uma relação clara entre figura e fundo e cheios e vazios, enfatizando o formato 
dos elementos cortados (Figura 8).
Figura 8. Corte digital: hachuras feitas por computador.
Fonte: Ching (2017, p. 75).
Nos cortes, geralmente são hachurados o piso, a parede e a cobertura, ou 
seja, os elementos seccionados. Além disso, são conferidos valores tonais ao 
solo e às fundações, quando representadas. 
A Figura 9 ilustra o uso de um programa de representação gráfica para criar 
cortes. O corte no alto usa um programa de desenho baseado em vetores, 
enquanto o corte inferior emprega uma imagem com quadriculação para 
transmitir o caráter de um terreno, além de servir como fundo contrastante 
para os elementos seccionados (em branco) (CHING, 2017).
Hachuras e gradientes 9
Figura 9. Corte digital: uso de um programa de representação gráfica para criar cortes.
Fonte: Ching (2017, p. 76).
Elevações
Nas elevações, os valores tonais são criados pela representação de materiais, 
texturas e sombra, de modo a evidenciar a sensação de contraste. O valor 
do contraste, nesses desenhos, também é utilizado para evidenciar certos 
elementos, permitindo que uns avancem e que outros retrocedam. De acordo 
com Ching (2017, p. 113), a profundidade em uma elevação geralmente “resultará 
na representação do material e da textura dos elementos frontais” de forma 
mais distintaque os posteriores (Figura 10).
Hachuras e gradientes10
Figura 10. Elevações: elementos em evidência pelo uso de valores tonais.
Fonte: Ching (2017, p. 54).
Perspectivas
Em desenhos de perspectivas, em que a tridimensionalidade das formas e do 
espaço já é mais evidente do que nos desenhos em planta, corte e elevação, 
os valores tonais podem ser utilizados para a articulação entre os diferentes 
planos verticais e horizontais (CHING, 2017). Segundo Ching (2017, p. 167), 
a partir do uso de valores tonais, é possível “melhorar a sensação de profun-
didade espacial, definir o campo de desenho e criar focos” nos desenhos de 
perspectiva, seja ela interna ou externa. Veja a Figura 11, em que perspectivas 
exteriores usam sistemas de valores semelhantes ao empregado em elevações.
Hachuras e gradientes 11
Figura 11. Perspectivas externas: no desenho de cima, a edificação e o primeiro plano con-
trastam com o fundo, mais escuro. No desenho de baixo, a edificação e o primeiro plano 
são reproduzidos com certo nível de detalhamento a fim de criar contraste com o fundo, 
mais claro e difuso.
Fonte: Ching (2017, p. 168).
Com a utilização de programas de computador, torna-se possível explorar 
diferentes maneiras de representar e controlar a visibilidade e aparência dos 
elementos. Veja um exemplo na Figura 12, em que se trabalha nas perspectivas 
com a transparência. Movendo-se os elementos ou sistemas ao longo de 
linhas axiais, podem ser criadas as vistas expandidas.
Hachuras e gradientes12
Figura 12. Elevações desenhadas por computador.
Fonte: Ching e Eckler (2014, p. 228).
Note, a partir dos exemplos apresentados nesta seção, que há uma gama 
de possibilidades para o uso de valores tonais e hachuras nos desenhos de 
arquitetura, sejam eles em plantas, cortes, elevações ou mesmo em perspec-
tivas. Valores tonais e hachuras, então, podem ser utilizados para melhorar 
a representação do espaço e dar ênfase aos elementos mais importantes no 
desenho. Além de representarem materiais e mobiliários, as hachuras também 
podem estar presentes nos elementos de paisagismo e demais elementos 
naturais do contexto da edificação ou do espaço representado, aprimorando 
ainda mais os desenhos arquitetônicos.
Hachuras e gradientes 13
Aplicação de hachuras e seus limites
Os computadores são ferramentas que auxiliam na criação de desenhos, pro-
porcionando uma infinidade de experimentações na representação das formas 
e dos espaços tanto em relação ao uso de valores tonais quanto em relação 
ao uso de diferentes hachuras. Porém, para isso, é preciso saber explorar seu 
potencial gráfico. Como destaca Leggitt (2004, p. 15), “os computadores são 
ferramentas maravilhosas e todos deveriam saber usá-las. Ao mesmo tempo, 
precisamos cuidar para não perder de vista a criatividade, a imaginação e 
as habilidades de comunicação visual”. Segundo Ching (2017), deve-se ter em 
mente que o que vemos na tela do computador não necessariamente será o 
mesmo que será impresso e utilizado após sua finalização. Daí a importância 
de discutir sobre as ferramentas digitais e seus limites.
Nos últimos anos, as ferramentas digitais têm se desenvolvido rapidamente. 
Se, no início, era viável gerar, com o auxílio do computador, “perspectivas 
tridimensionais, com linhas ocultas, representação de materiais, sombras 
e fontes de luz” (LEGGITT, 2004, p. 120), nos últimos anos temos assistido 
de perto ao desenvolvimento de animações tridimensionais em tempo real, 
que proporcionam percorrer o interior do projeto, gerando imagens que 
até enganam os olhos. De fato, o computador passou a ser uma ferramenta 
essencial no processo de projeto e representação em arquitetura. Veja, na 
Figura 13, uma maquete de AutoCAD gerada para ilustrar os materiais tanto 
do interior quanto do exterior da edificação.
Figura 13. Maquete eletrônica de interior e exterior empregada como ferramenta de projeto. 
Fonte: Leggitt (2004, p. 120).
Hachuras e gradientes14
No entanto, ainda que os programas de computador acelerem o processo de 
criação e representação por meio de precisão e agilidade para a definição de 
volumes e edificações, também abrem espaço para a criação de desenhos sem 
personalidade e sem um trabalho cuidadoso com as tonalidades e hachuras, 
delineando um espaço sem identidade. Há, na verdade, uma simplificação 
de elementos importantes para a representação, como pessoas, vegetações, 
sinalização visual, móveis, veículos e iluminação, que “imprimem caráter a uma 
apresentação visual” (LEGGITT, 2004, p. 124). Veja, na Figura 14, um exemplo 
de maquete volumétrica sem qualquer escala e caráter.
Figura 14. Essa maquete volumétrica rapidamente gerada com o programa Form-Z foi cons-
truída para entender o relacionamento entre vários edifícios de escritórios e uma possível 
estação de transporte público.
Fonte: Leggitt (2004, p. 124).
Hachuras e gradientes 15
A mesma maquete pode gerar uma nova representação ao se trabalhar 
com os valores tonais a partir do desenho à mão. Note que, na Figura 14, tem-
-se uma modelagem simplificada das formas e volumes arquitetônicos, sem 
qualquer escala humana e uso de elementos naturais. Na Figura 15, porém, 
há hachuras nos pisos e nas calçadas, vegetação e pessoas com diferentes 
valores tonais, dando vida ao nível da rua (LEGGITT, 2004).
Figura 15. Sobreposição de folha de papel e desenho a partir da maquete eletrônica. 
A imagem produzida por computador foi impressa em uma folha de papel e usada como 
base para esse desenho.
Fonte: Leggitt (2004, p. 124).
As ferramentas digitais consistem em um recurso importante para a repre-
sentação dos espaços e volumes arquitetônicos, de modo que, “aparentemente, 
não há fim para a variedade de opções de programas e para os progressos na 
tecnologia dos computadores” (LEGGITT, 2004, p. 120). No entanto, ainda que 
ofereçam possibilidades sedutoras e facilitadas para o processo projetual, 
é preciso ponderar o nível de abstração e compatibilidade com o estilo de 
representação do contexto desenhado (CHING, 2017). Daí a importância dos 
valores tonais e das hachuras na representação em arquitetura.
Hachuras e gradientes16
Referências
CHING, F. D. K. Representação gráfica em arquitetura. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2017.
CHING, F. D. K.; ECKLER, J. F. Introdução à arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2014.
LEGGITT, J. Desenho de arquitetura: técnicas e atalhos que usam tecnologia. Porto 
Alegre: Bookman, 2004.
Leituras recomendadas
CHING, F. D. K.; JUROSZEK, S. P. Desenho para arquitetos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 
2012.
DOYLE, M. E. Desenho a cores: técnicas de desenho de projeto para arquitetos, paisa-
gistas e designers de interiores. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.
Hachuras e gradientes 17
Dica do professor
O vídeo a seguir traz algumas dicas sobre hachuras. Confira! 
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/7b4507dd10741fe95bc5524992db16aa
Exercícios
1) Como é possível representar um piso cerâmico no AutoCAD? 
A) Apenas com o comando Hatch.
B) É possível representar um piso com os comandos:
- Line + Line + Line.
- Line + Offset.
- Line + Copy.
- Line + Array.
- Hatch.
 
C) Copiando linhas paralelas.
D) Apenas com o comando Hatch - Pattern.
E) Apenas com linhas.
2) Quando utilizamos hachura com escala ou espaçamento? 
A) Hachura com escala é utilizada quando é escolhido um padrão (Pattern). Já o espaçamento é 
utilizado quando o padrão é definido pelo usuário (User Defined).
B) A escala deve ser utilizada quando o desenho ao qual a hachura foi aplicada sofrer a ação da 
escala.
C) O espaçamento deve ser utilizado quando optar-se pelo uso de mais de um tipo de hachura.
D) A escala deve ser utilizada sempre que a impressão do desenho necessite de uma escala 
específica, e o espaçamento deve ser utilizado quando o desenho for apenas para visualização 
em tela.
E) Aescala é utilizada apenas para o modo de User Defined de hachura.
3) Sobre o ponto de origem da hachura, podemos afirmar: 
A) É imutavelmente 0,0.
B) Originalmente 0,0, pode ser alterado para qualquer ponto a critério do usuário.
C) Não é uma informação disponibilizada pelo programa.
D) É sempre variável.
E) Depende do tipo de hachura empregada.
4) Como funcionam as configurações de Island Detection? 
A) Ele não identifica na seleção objetos internos à área de seleção para a opção Outer Island 
Detection.
B) Só é possível selecionar uma das três opções.
C) A opção de Outer Island Detection cria os limites para a hachura apenas pelo lado de fora da 
seleção.
D) Elas funcionam apenas para hachuras User Defined.
E) Essas configurações só podem ser acessadas pela Palette Properties, na tab Hatch Editor.
5) Como é possível criar uma hachura com linhas diagonais com dois espaçamentos entre elas ? 
 
A) Será necessário escolher uma hachura no modo Pattern.
B) Será necessário definir os espaçamentos no modo User Defined.
C) Será necessário definir a hachura no modo Solid.
D) Não será possível fazer hachura com essa configuração. Será necessário criar linhas com o 
espaçamento desejado.
E) Será necessário criar uma hachura no modo user Defined com o primeiro espaçamento e, 
após, aplicar outra hachura sobre a mesma área com o segundo espaçamento, e assim 
sucessivamente.
Na prática
O desenho técnico, muitas vezes, não é compreendido pelas pessoas de uma maneira geral. Em 
uma primeira conversa, ao apresentar uma fachada "limpa", sem aplicação de texturas e sombras, 
um cliente dificilmente entenderá a intenção do arquiteto. Não enxergará os jogos de volumes, 
materiais, etc. Mas, com algum tempo despendido à aplicação de hachuras, uma fachada pode ser 
tão expressiva quanto um modelo 3D.
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
AutoCAD Básico - 013 - Geração de hachuras (Hatch)
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 077 - Usando hachuras com gradientes 
(Hatch)
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/rOtqZ7tqU30
https://www.youtube.com/embed/50JF6Pd8E8c
Utilizando biblioteca de símbolos - blocos
Apresentação
Blocos são objetos mais complexos que os elementos básicos de desenho no AutoCAD e facilitam a 
manipulação desses elementos. 
Nesta Unidade de Aprendizagem você verá como utilizar, editar, criar, explodir e inserir blocos e 
como agrupar objetos.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Criar blocos a partir de elementos básicos de desenho (linha, polilinha, círculo, etc.).•
Editar blocos existentes.•
Agrupar e editar objetos agrupados.•
Desafio
Abra o AutoCAD e, baseado na figura, crie o bloco de uma porta em planta baixa. Lembre-se de 
considerar a espessura de paredes e dimensões de vãos de portas e não esqueça de manter o 
ponto base em algum ponto propício para a sua inserção.
Infográfico
Utilizar blocos e grupos é uma maneira eficiente de trabalhar. Eles possuem semelhanças e 
diferenças e devem ser utilizados em situações diferentes.
Conteúdo do livro
Na obra AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012: essencial, você exercitará como utilizar grupos em seus 
desenhos. 
Boa leitura.
Scott Onstott
Autodesk
Guia de Treinamento Ofi cial
Preparação para Certifi cação Autodesk
E S S E N C I A L
AutoCAD
® 2012 e AutoCAD LT
® 2012 E
S
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C
IA
L
Onstott
COMUNICAÇÃO VISUAL
Veja como você pode adicionar facilmente hachuras 
sólidas, preenchimento de padrões e gradientes
Caminhe ou voe com modelos 3D em perspectiva
Destaques da série Essencial:
• Tutoriais passo a passo 
• Ilustrações e telas totalmente coloridas
• Além do essencial – resumos e exercícios práticos sugeridos
• Arquivos de exercícios para download
AutoCAD® 2012 e
AutoCAD LT®
 2012
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A Bookman Editora é parte do Grupo A, 
uma empresa que engloba diversos 
selos editoriais e várias plataformas de 
distribuição de conteúdo técnico, científi co 
e profissional, disponibilizando-o como, 
onde e quando você precisar.
Aprenda AutoCAD de forma rápida e fácil!
Este guia de treinamento ofi cial Autodesk aborda de maneira completa os 
fundamentos do AutoCAD e do AutoCAD LT, além de ensinar tudo o que você 
precisa para dominar o software rapidamente. Você vai aprender a desenhar 
em 2D, criar formas curvas complexas, gerenciar objetos com layers, organizar 
seu desenho usando blocos e grupos, adicionar cotas de dimensionamento e 
anotações em texto, trabalhar com layouts, plotar e imprimir, modelar em 3D, 
criar renderizações realistas, e muito mais. Se você é um aspirante a profi ssional 
de CAD/CAM ou está apenas relembrando o básico, esta é a forma mais rápida e 
completa para desenvolver seu aprendizado no AutoCAD.
Aprenda o essencial em AutoCAD e AutoCAD LT e mais:
• Desenhar linhas, círculos, arcos – e outros desenhos 2D básicos
• Editar entidades e criar curvas
• Tornar hachuras transparentes e adicionar preenchimentos de gradientes
• Organizar objetos com blocos, grupos e referências externas (Xrefs)
• Entender e criar estilos de cotas
• Adicionar restrições geométricas e editar objetos com restrições
• Modelar e navegar em modelos 3D
• Criar renderizações realistas e vídeos de animações de passeio dentro do modelo
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 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012 : guia de treinamento 
 oficial / Scott Onstott ; tradução técnica: Luciana Klein da Silva 
 de Morais. – Porto Alegre : Bookman, 2012.
 xxii, 376 p. ; 25 cm. – (Essencial)
 ISBN 978-85-407-0080-2
 1. Ciência da computação. 2. Software. – Arquitetura. 
 3. AutoCAD. I. Título. 
CDU 004.4AutoCAD
Catalogação na publicação: Fernanda B. Handke dos Santos – CRB 10/2107
O AutOr
Scott Onstott publicou cinco livros com a Sybex antes 
do presente título, incluindo Enhancing Architectural 
Drawings and Models with Photoshop, AutoCAD: 
Professional Tips and Techniques (com Lynn Allen), 
Enhancing CAD Drawings with Photoshop, Mastering 
Autodesk Architectural Desktop 2006 e Autodesk VIZ 
2005 (com George Omura). Scott trabalhou em cerca 
de 20 outros livros técnicos como coautor, revisor, editor de compila-
ção e/ou editor técnico.
Scott é bacharel em arquitetura pela Universidade da Califórnia, 
Berkeley, e é ex-professor universitário que hoje atua como consul-
tor, produtor de vídeo independente e colaborador para sites popu-
lares da indústria. Você pode entrar em contato com o autor no site: 
www.scottonstott.com.
Capítulo 7 � Organizando objetos 135
Trabalhe com grupos
Os grupos são uma forma de organizar objetos menos formal do que 
os blocos. Os grupos não precisam ser nomeados nem precisam de 
pontos base como os blocos. Você pode ligar e desligar a seleção dos 
grupos para que você possa manipular todo o grupo como um só ou 
acessar os membros individuais do grupo à vontade. No entanto, você 
não pode redefinir quantas vezes quiser; como você pode fazer com 
os blocos. Dito isso, certamente é conveniente poder manipular vários 
blocos com alguns grupos. Nos passos a seguir, você vai agrupar as ca-
deiras e a mesa, copiar esse grupo para salas adjacentes e fazer ajustes 
em vários blocos dentro dos grupos.
1. Se o arquivo ainda não estiver aberto, acesse o site do li-
vro, navegue até o Capítulo 7, pegue o arquivo Ch7-H.dwg
(ou Ch7-G-metric.dwg) e abra-o.
2. Clique na ferramenta Group no painel Groups na tab Home da
ribbon. Selecione a mesa e as três cadeiras em volta dela e pres-
sione Enter.
3. Clique na ferramenta Copy no painel Modify,clique no grupo
para selecioná-lo e pressione Enter. Clique num ponto arbitrário
dentro da mesa e depois clique na sala do meio e na sala da direi-
 Onstott_livro.indb 135 Onstott_livro.indb 135 15/09/11 10:4615/09/11 10:46
136 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
ta para copiar os grupos duas vezes. Pressione Esc para finalizar o 
comando COPY.
 4. Clique na ferramenta Rotate no painel Modify, selecione o grupo 
da sala da direita e pressione Enter. Clique em um ponto arbitrário 
dentro da mesa, digite –90 e pressione Enter (veja a Figura 7.27).
FIGURA 7.27 Copiando e rotacionando grupos nas salas.
 5. Clique no botão Group Selection On/Off no painel Groups (desli-
gando-o).
 6. Selecione a cadeira que está abaixo da mesa na sala do meio e 
pressione a tecla Delete.
 7. Clique na ferramente Copy no painel Modify, selecione a cadeira 
que está à direita e pressione Enter. Com o object snap midpoint 
ativado, clique nos pontos A e B, conforme mostrado na Figura 
7.28, e pressione Enter. Uma terceira cadeira é copiada e agora as 
três estão equidistantes.
C
A B
FIGURA 7.28 Copiando uma cadeira.
 8. Clique na ferramenta Mirror no painel Modify, selecione as três 
cadeiras da sala do meio e pressione Enter. Clique no ponto C, 
mostrado na Figura 7.28, mova o cursor para a direita e clique na 
tela do desenho para completar a linha de espelhamento. Pressio-
ne Enter para espelhar mais três cadeiras no lado oposto da mesa.
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Capítulo 7 � Organizando objetos 137
 9. Digite xp (para Xplode) e pressione Enter, selecione a mesa e 
pressione Enter. Digite I (para Herdar do Bloco Original) e pres-
sione Enter.
 10. Clique na ferramenta Stretch no painel Modify, selecione a bor-
da direita da mesa com uma crossing window e pressione Enter. 
Clique em um ponto arbitrário dentro da mesa, mova o cursor 
para a direita, digite 2'6 (ou 80 cm) e pressione Enter. A mesa está 
aumentada.
 11. Selecione o bloco do telefone na mesa e pressione a tecla Delete.
 12. Clique na ferramenta Group Edit no painel Groups, selecione 
a cadeira superior esquerda na sala do meio e pressione Enter. 
O prompt de comando mostra:
Enter an option [Add objects/Remove objects/REName]:
Digite A (para a opção add objects) e pressione Enter. Se-
lecione todas as seis cadeiras e a mesa, e então pressione Enter.
 13. Clique no botão Group Selection On/Off no painel Groups (ligan-
do-o). Pause o cursor sobre a mesa e observe que todo o grupo 
está destacado (veja a Figura 7.29).
FIGURA 7.29 Grupo reconstituído depois que seus objetos foram deletados, 
adicionados e esticados.
 14. Abra o menu suspenso Layer e ligue a layer Door, se ela ainda não 
estiver ligada. A Figura 7.30 mostra o resultado final.
 15. Seu desenho agora deve se assemelhar com Ch7-Final.dwg 
(ou Ch7-Final-metric.dwg), que está disponível no site do livro 
em www.bookman.com.br.
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138 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
FIGURA 7.30 Planta baixa final organizada contendo blocos e grupos.
ALÉM DO ESSENCIAL
Neste capítulo, você aprende a organizar objetos em blocos e grupos. Mais especifica-
mente, você definiu, inseriu, editou, aninhou, explodiu e redefiniu blocos. Você viu como 
as propriedades variáveis e a layer 0 afetam as propriedades herdadas quando as re-
ferências de bloco são inseridas no desenho. Finalmente, você trabalhou com grupos, 
manipulou-os como unidades inteiras, acessou seus membros individuais e adicionou 
objetos em um grupo existente. Em resumo, você possui a habilidade para organizar 
objetos para um desenho eficiente.
EXERCÍCIO ADICIONAL
� Explore o comando BCONSTRUCTION por si próprio. Ele é usado para converter geo-
metrias em geometrias de construção que são visíveis apenas no ambiente do Block 
Editor para fins de auxílio ao desenho dos outros objetos. Por exemplo, tente dese-
nhar uma linha de espelhamento abaixo da linha central do bloco de cadeira e con-
verta-a em uma geometria de construção com o comando BCONSTRUCTION. A linha 
de espelhamento serve como uma referência visual útil enquanto estiver no Block 
Editor, mas a geometria de construção não será mostrada no bloco de referência.
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Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
 
Dica do professor
No vídeo você vai aprender a inserir, criar, editar e explodir blocos.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/8479ba5ce5e4b563dfec4259a68587d0
Exercícios
1) Qual tecla de atalho é usada para inserir um bloco em um desenho? 
A) Tecla B + Enter.
B) Tecla i + Enter.
C) Tecla F3.
D) CTRL + P.
E) Clique com o botão da direita do mouse em qualquer lugar da área de desenho.
O DesignCenter é uma utilidade que permite buscar blocos e referências externas em outros 
arquivos, copiar layers, layouts, entre outras coisas. No AutoCAD 2012 existem pelo menos 3 
maneiras diferentes de chegar até o DesignCenter. Quais são? 
2) 
A) CTRL + 2.Options - DesignCenter.Ribbon - Home - Utilities.
B) Options - DesignCenter.Digitar designCenter na barra de comando.Tecla D + eEnter.
C) Tecla D + Enter.Adcenter.Options - DesignCenter.
D) Adcenter.CRTL + 2.Ribbon - Tab View - Paletts .
E) Ribbon - Tab View - Paletts .Ribbon - Home - UtilitiesDigitar designCenter na barra de 
comando.
3) O AutoCAD sugere que os blocos sejam criados e armazenados em uma biblioteca. Onde 
fica essa biblioteca? 
A) C:\Program Files\Autodesk\AutoCAD 2012 - English\AdExchange.
B) A biblioteca é criada em uma pasta dentro do AutoCAD.
C) A pasta é criada na "nuvem" da Autodesk.
D) Não existe maneira de criar uma biblioteca de blocos, apenas utilizar os blocos que o 
AutoCAD oferece.
E) O usuário pode criar sua própria biblioteca no diretório que melhor lhe convir.
4) Por que utilizar o comando Explode para explodir blocos? 
A) Blocos não podem ser explodidos.
B) Porque se não for explodido, não é possível editar o bloco.
C) Para excluir o bloco da biblioteca do arquivo.
D) Para que o objeto deixe de ser bloco e, além disso, possa ser editado.
E) Para levar o bloco para outro arquivo .dwg.
5) Sobre blocos e grupos, assinale a alternativa CORRETA: 
A) Blocos podem ser editados apenas 3 vezes.
B) Após agrupados, os objetos não podem mais ser separados.
C) Grupos não podem conter blocos.
D) Os elementos contidos nos grupos só podem ser movidos em conjunto na disposição que se 
encontram.
E) Blocos precisam de ponto base e nomes, diferente dos grupos.
Na prática
Um estagiário estava desenhando um auditório em planta e precisava verificar o número de 
pessoas que o espaço comporta. 
Para isso, ele arranjou os assentos na plateia distribuídos em curvas paralelas. 
Como o estagiário estava aprendendo a manusear o AutoCAD, iniciou o desenho copiando cadeira 
a cadeira, na extensão das curvas. Porém, a cada cópia realizada um segundo comando precisava 
ser realizado, como o Align ou o Rotate, para que as cadeiras ficassem na posição correta.
Na segunda tentativa, pensou em usar grupos de poltronas e ir distribuindo manualmente.
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
AutoCAD Básico - 104 - Agrupando objetos sem usar blocos 
(GROUP)
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 097 - Editando blocos sem explodir (EDIT 
BLOCK IN-PLACE)
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 032 - Gravando, Inserindo e Explodindo um 
Bloco Interno (BLOCK, INSERT, EXPLODE)
Aponte a câmera parao código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Autodesk
https://www.youtube.com/embed/j75xKzksGeY
https://www.youtube.com/embed/LXc3-1RYaUM
https://www.youtube.com/embed/zQQSCKZjsDI
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.autodesk.com/360-cloud
Controlando as propriedades dos 
objetos
Apresentação
Nesta Unidade de Aprendizagem veremos como as layers auxiliam na organização de desenho no 
AutoCAD. As layers, ou camadas, permitem que o usuário organize o desenho por diferentes 
categorias comuns, como paredes, portas, estrutura, entre outras. Bons estudos! Ao final desta 
unidade você deve apresentar os seguintes aprendizados: 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Reconhecer a importância da utilização correta das layers.•
Determinar propriedades específicas para diferentes layers.•
Criar layers a partir de diretrizes gerais para intercambialidade de projetos em CAD - 
Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea).
•
Desafio
A partir da figura a seguir, identifique quantas e quais layers seriam necessárias para a elaboração 
desta planta.
Infográfico
As layers possuem a função de organizar os objetos no desenho, definem propriedades e controlam 
sua aparência. Os objetos são classificados em layers distintas, conforme características comuns.
Conteúdo do livro
Olá!
No capítulo Controlando as propriedades dos objetos, base teórica desta Unidade de 
Aprendizagem, você verá a aborgadem do conceito de layers, e também vai entender a uso desse 
recurso na criação de projetos arquitetônicos, para isso, será apresentado um exemplo de projeto 
arquitetônico, que demonstrará aplicabilidade da utilização do uso da layer, explanando a 
importância de organizar as camadas desse projeto.
Boa leitura.
PROJETO 2D 
AUXILIADO POR 
COMPUTADOR
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
 > Reconhecer a importância da utilização correta das layers.
 > Determinar propriedades específicas para diferentes layers.
 > Criar layers a partir de diretrizes gerais para intercambialidade de projetos 
em CAD.
Introdução
Com a tecnologia cada vez mais presente na construção civil, observa-se a 
intensidade da inserção de novas técnicas e métodos nessa área, o que nos 
permite vivenciar um cenário benéfico ao uso dessas novas ferramentas. Desse 
modo, sabe-se que muitos profissionais utilizam diversos recursos de software 
para conceber os projetos de arquitetura, tornando-os exequíveis.
Entretanto, para que o profissional possa utilizar determinadas ferramentas 
como instrumentos auxiliares de trabalho, é necessário compreender seu pro-
cesso teórico. Nesse contexto, faremos uma breve análise conceitual acerca da 
elaboração de projetos auxiliados por computador, levando em consideração a 
funcionalidade de algumas propriedades que serão discutidas neste capítulo, 
com destaque para os tipos de propriedades dos objetos, assim como seu papel 
em diferentes layers (camadas). 
Controlando as 
propriedades 
dos objetos
Jackson Moreira Souza
Neste capítulo, você estudará os tipos de propriedades dos objetos e sua 
função em diferentes layers. Em seguida, verá qual é o papel da criação das 
distintas camadas, e de que forma o uso correto delas impacta nos projetos. 
Por fim, conhecerá as diretrizes gerais para intercambialidade de projetos em 
desenho assistido por computador (CAD). 
Propriedades dos objetos quando aplicadas 
diferentes layers 
Iniciamos os estudos deste capítulo recordando alguns conceitos funda-
mentais. Sendo assim, entendemos que layers são camadas transparentes e 
superpostas, e desse modo se organizam e se agrupam com diferentes tipos 
de informações de desenho. Além disso, as layers possuem características 
próprias como cor, espessura e tipo de linha (SILVEIRA, 2020).
Na Figura 1, pode ser observada a apresentação de distintas layers no 
projeto arquitetônico de uma casa popular. Isso pode ser notado por meio 
das diferentes cores para os objetos desenhados, os quais compõem a figura 
(paredes, esquadrias, mobiliários e cotas).
Figura 1. Criação de layers no projeto de uma casa popular.
Controlando as propriedades dos objetos2
Define-se ainda que um objeto em AutoCAD é um elemento geométrico 
(retângulo, círculo, etc.), criado para construir determinado projeto. É possível 
vincular um conjunto de informações para determinado objeto, incluindo 
espessura de linha, cor, dimensões, raios e áreas. É nesse contexto que surge 
a importância da criação de layers para a concepção dos objetos, o que ocorre 
da seguinte forma: no AutoCAD, são criados objetos em tipos diferentes de 
layers, e cada uma delas apresenta características próprias (SILVEIRA, 2020).
Vejamos algumas observações a fim de apresentar a relevância da criação 
de layers em projetos realizados em AutoCAD (MARCELO, 2013). No primeiro 
momento, é preciso atentar-se que, ao começar um desenho, é pertinente 
pensar na organização dos elementos em layers. Dessa forma, é importante 
acostumar-se desde o início a utilizar layers, pois isso ajudará na produção, 
organização e compreensão do desenho.
Em seguida, aplica-se a criação de layers no desenho, por meio de linhas, 
espessuras e cores. Sabe-se que num desenho técnico existe uma variedade 
de informações que, para um leigo, serão somente um amontoado de linhas. 
No entanto, para quem está familiarizado, serão dados imprescindíveis sobre 
a peça a ser produzida. Num desenho, deve-se observar, por exemplo, linhas 
de contorno da peça (arestas visíveis e invisíveis), linhas de cotas, linhas de 
chamada, eixos de simetria, etc.
Sob uma observação mais minuciosa desses elementos, pode-se verificar 
a distinção entre eles nas diferentes espessuras e tipos de linhas adotadas. 
Essas informações associadas a um objeto desenhado no AutoCAD são cha-
madas de layer (camada), com níveis de informações diferentes.
Comecemos analisando o uso do comando MATCHPROP no AutoCAD, que 
é bastante simples, mas muito útil na hora de elaborar ou fazer ajustes em 
um determinado projeto. Tal comando permite copiar as propriedades de um 
objeto escolhido para aplicá-las em outro objeto. Assim, podemos copiar, 
por exemplo, cor, layer, tipo de linha, escala de linha, transparência, estilo 
de plotagem, entre outros (GORLA, 2021).
Portanto, a ferramenta Match Properties (cominação de propriedades) 
copia todas as características do objeto selecionado e repassa-as para outros 
objetos, de acordo com a sua necessidade. Isso envolve, inclusive, colocar 
um objeto que está em determinada camada numa outra. 
Vejamos, na prática, um passo a passo para aprender a utilizar o co-
mando MATCHPROP. Iniciamos o estudo detalhando como as layers estão 
representadas. Desse modo, observe que na Figura 2 foram criadas layers 
configuradas e organizadas da seguinte forma: as hachuras estão represen-
tando os revestimentos das paredes, enquanto que as esquadrias e as vigas 
Controlando as propriedades dos objetos 3
estão representadas com linhas em projeção, e as linhas cheias representam 
a alvenaria.
Figura 2. Aplicação de diferentes layers.
Pode-se contatar que todo o desenho foi feito na layer 0 do AutoCAD, e 
percebe-se que as linhas que representam as vigas em projeção não estão 
tracejadas (elementos em projeção devem ser representados com linhas tra-
cejadas) e as hachuras não estão configuradas de acordo as normas técnicas 
(BALDAM; COSTA; OLIVEIRA, 2015).
Então, para iniciar essa aplicação, será demonstrado o uso do comando 
MATCHPROP para copiar as propriedades dos objetos da Figura 1 e aplicar 
nos objetos da Figura 2. Vamos iniciar? (Sugestão: utilize qualquer versão 
de AutoCAD).
Passo 1
Para ativar o comando, podemos fazer o procedimento via prompt de comando 
do AutoCAD, digitando MATCHPROP e confirmando com ENTER, ou então cli-
cando no ícone do comando localizado na aba Home no painel Clipboard 
(Figura 3).
Figura 3. ComandoMatchProp.
Controlando as propriedades dos objetos4
Passo 2
Para dar seguimento ao exemplo, é necessário deixar o comando ativado. A 
partir daí, aparece junto ao cursor do mouse uma mensagem pedindo para 
selecionar o objeto de origem, isto é, o objeto do qual queremos copiar as 
propriedades (Figura 4).
Figura 4. Seleção do objeto.
Passo 3
Inicia-se com a cópia das propriedades da hachura que representam os reves-
timentos das paredes. Portanto, selecionamos a hachura. Assim, aparecerá 
junto ao cursor do mouse uma mensagem pedindo para selecionar o objeto 
(ou objetos) de destino (Figura 5).
Figura 5. Selecionando o objeto (ou objetos) de destino.
Passo 4
Desse modo, nota-se que, por norma do AutoCAD, se escolhermos o objeto de 
destino, todas as propriedades do objeto de origem serão automaticamente 
copiadas. Caso não se queira copiar todas as propriedades, é preciso acio-
nar no teclado a tecla que indica sentido para baixo e clicar em Settings 
(Figura 6).
Controlando as propriedades dos objetos 5
Figura 6. Selecionando objeto de destino.
Passo 5
Ao abrir a janela Property Settings, que se refere às configurações de 
propriedade, nesta opção podemos selecionar quais propriedades não serão 
inseridas no objeto de destino, incluindo layer, cor e tipo de linha. Como 
queremos copiar todas as propriedades do objeto de origem, vamos clicar 
em Cancel para fechar a janela.
Figura 7. Janela de propriedades.
Passo 6
Finalmente, vamos finalizar o comando ao clicar no objeto de destino, e em 
seguida pressionar a tecla ENTER (Figura 8).
Controlando as propriedades dos objetos6
Figura 8. Finalizando o comando.
Passo 7
O resultado final obtido está ilustrado na Figura 9.
Figura 9. Resultado final. 
Passo 8
Para fixar o procedimento, repita os passos descritos para copiar as proprie-
dades dos demais objetos da Figura 1 e aplicar nos objetos da Figura 2. No 
final, seu arquivo deve ficar igual ao da Figura 10.
Figura 10. Conclusão dos passos.
Controlando as propriedades dos objetos 7
Até aqui, foi apresentado o passo a passo da aplicabilidade do uso do co-
mando MATCHPROP para copiar as propriedades dos objetos. Ao utilizar esse 
método de cópia, é possível “atalhar” o procedimento de configuração de 
layers.
Na próxima seção deste capítulo, estudaremos como distintas camadas 
de layers podem ser empregadas num projeto de arquitetura.
Aplicabilidade e impactos de diferentes 
layers no projeto arquitetônico
Trataremos inicialmente da forma com que um desenho em camadas fica 
organizado. Desse modo, podemos entender que, ao iniciar um desenho, 
sugere-se que sejam criadas as camadas, a fim de diferenciar as informações 
que estão associadas. Diante disso, você pode imaginar folhas transparentes 
nas quais são desenhadas as respectivas layers. Dessa maneira, o desenhista 
pode trabalhar separadamente em cada uma delas ou sobrepô-las quando 
necessário, e até mesmo imprimi-las separadamente. 
Eis a seguir as principais vantagens de se trabalhar com layers:
 � normatizam as propriedades por grupo característico; 
 � ajudam no manuseio e na impressão; 
 � permitem que seja realizado um desenho-base, bem como vários outros 
desenhos distintos — por exemplo, a planta baixa de um projeto pode 
servir para fins arquitetônico, elétrico, hidráulico, de climatização, 
entre outros. 
Sendo assim, após definir os limites gráficos, ao iniciar um desenho o 
ideal é já criar as layers. Ressalta-se, entretanto, que em qualquer etapa 
pode-se criá-las e incluir as partes do desenho. Veremos mais adiante este 
procedimento.
Vale ressaltar que é possível criar quantas layers for necessário, sendo 
que a chamada layer 0 é de default e não permite que seu nome seja 
modificado ou apagado. Por este motivo, deve ser evitada. 
Controlando as propriedades dos objetos8
Criação de camadas
Deve-se ir na barra de propriedades e clicar na opção Layer Properties 
Manager. Com isso, será aberta uma janela, logo você poderá apertar a tecla 
ENTER, e assim surgirá a layer 1 (chama-se de nova camada).
A primeira camada mostrada na Figura 11, por exemplo, foi criada com as 
seguintes características: com a janela aberta, foi digitado o nome “Paredes”, 
e em seguida atribuída a cor (white), o tipo (contínua) e espessura (0,5 mm), 
clicando em Color, Linetype e Lineweight, respectivamente, e escolhendo 
as propriedades desejadas.
Figura 11. Janela Layer Properties Manager, com as camadas criadas.
Certifique-se de manter a cor da linha, o tipo de linha e a espessura 
da linha na barra de propriedades em Bylayer (por camada). Deste 
modo, as entidades assumirão as propriedades determinadas nas camadas ao 
desenharmos.
Desse modo, com layers podemos determinar o tipo, a cor e a espessura 
das linhas que vamos empregar no desenvolvimento de nossos projetos. As 
layers também cumprem uma relevante função no momento da impressão de 
nossos desenhos, pois ajustam o resultado final da impressão das camadas 
que utilizamos na área gráfica do AutoCAD (ASBEA, 2002).
Nesse sentido, o recurso de layers viabiliza uma melhor organização do 
projeto e também colabora na sua edição e visualização. Assim, podemos 
escolher as cores com que as linhas serão representadas na tela do compu-
tador e depois relacioná-las a uma espessura e cor para plotagem.
Observa-se que alguns profissionais de projetos optam por criar as espes-
suras de linhas durante a criação dos layers, mas é importante ter atenção, 
Controlando as propriedades dos objetos 9
pois esse procedimento não é recomendado. O ideal é indicar as espessuras 
das linhas em um arquivo para plotagem com extensão .ctb. Dessa forma, 
se outro profissional for aproveitar o projeto arquitetônico para fazer os 
projetos complementares, tal como de fundação, estrutura, hidráulica, entre 
outros, não ficará limitado ao padrão pré-estabelecido pelo desenhista, 
isto é, será mais fácil adaptar as cores das layers ao seu próprio padrão de 
desenho (FERNANDES, 2021).
Portanto, fica evidente a importância do emprego de layers na elaboração 
de um projeto, não somente o arquitetônico, mas também os complemen-
tares, haja vista que criação de um desenho ocorre exatamente a partir da 
visibilidade de todas as layers criadas para conceber o projeto. Nota-se ainda 
que na edição gráfica são empregadas layers para ocultar elementos que não 
interessam ao usuário naquele instante. Desse modo, podemos verificar que 
o uso de layers torna-se essencial para controlar a criação de projetos a fim 
de facilitar sua construção, destacando-se o impacto positivo que a função 
layer pode trazer.
Na próxima seção, será abordada a intercambialidade entre projetos de 
CAD por meio das layers e seguindo as diretrizes gerais.
Diretrizes na criação de layers em projetos 
de CAD
Diretrizes são um conjunto de instruções ou orientações instituídas para 
guiar a tomada de decisões em diferentes áreas (ASBEA, 2002). Neste sentido, 
é necessário lembrar que no campo profissional da arquitetura a migração 
dos desenhos executados na prancheta para o CAD, de uma maneira geral, 
não ocorreu sob um controle sistemático entre as variadas empresas do 
setor, sendo que cada uma desenvolveu sua própria técnica ou método de 
desenhar com CAD. Com isso, percebe-se que a falta de padronização nestes 
arquivos eleva o custo da produção, diminuindo a produtividade e dificultando 
o intercâmbio entre desenhos.
Para tanto, foi criado no Brasil o Manual de Diretrizes Gerais para Inter-
cambialidade de Projetos em CAD da Associação Brasileira dos Escritórios 
de Arquitetura (Asbea), que estabelece uma padronização para nomes de 
layers, diretórios e nomes de arquivos para projetos em CAD, fundamentada 
nos modelos de normas norte-americanas/canadenses (AIA, CSI, NBSI) e 
europeias (ISO) (ASBEA, 2002).
Controlando as propriedades dos objetos10
Apesar de ter sido elaborado em 2002, o manual ainda é uma boa referên-
cia para a padronização e integração entre os desenhos em CAD, agilizando 
e aumentandoa confiabilidade do processo de troca de informação entre 
escritórios de projetos arquitetônicos e complementares. Nesse contexto, um 
projeto executado em building information modeling (BIM) em consideração 
a utilização do conhecimento de diretrizes normativas a fim de obter um 
projeto otimizado.
A compatibilização de projetos na construção civil é uma tarefa de grande 
impacto positivo na cadeia produtiva e no ciclo de vida de uma edificação. 
Nos dias de hoje, é notória a evolução das demandas no uso da edificação 
e a grande diversidade de conhecimentos exigidos na elaboração de uma 
construção, surgindo as especialidades para cada área do saber. Logo, é 
imprescindível atentar-se para que não aconteçam desconexões na elabo-
ração desses projetos. Nesse sentido, a criação das layers ajuda a controlar 
os desenhos criados, facilitando a visibilidades das figuras gráficas e, por 
conseguinte, as tomadas de decisões no tange a ajustes necessários.
Desse modo, é relevante ressaltar neste contexto que cada especialista 
projetual deve se preocupar não somente com seu projeto, mas com uma 
visão sistêmica do todo, pois seu trabalho representa parte de um processo, 
que influencia as demais etapas da edificação.
Podemos dizer, de uma forma geral, que o estudo do recurso 
de layers possibilita uma melhor organização do projeto e também 
facilita sua edição. Desse modo, otimiza o tempo de trabalho e facilita o processo 
de criação. 
Referências 
ASBEA. Diretrizes gerais para intercambialidade de projetos em CAD: integração entre 
projetistas, construtoras e clientes. São Paulo: Pini, 2002. Disponível em: https://www.
asbea.org.br/downloads. Acesso em: 21 jun. 2023.
BALDAM, R. L.; COSTA, L.; OLIVEIRA, A. Autodesk AutoCad 2016: utilizando totalmente. 
São José dos Campos: Érica, 2015.
FERNANDES, R. T. V. Autocad na prática: primeiros passos. São Paulo: Livraria da Física, 
2021.
GORLA, G. C. S. L. Autocad 2020: guia completo para iniciantes. [S. l.]: CRV, 2021. 
MARCELO, T. Exercícios para AutoCAD: roteiro de atividades. Porto Alegre: Bookman, 2013. 
SILVEIRA, S. J. Autocad 2020. Rio de Janeiro: Brasport, 2020.
Controlando as propriedades dos objetos 11
Os links para sites da web fornecidos neste capítulo foram todos 
testados, e seu funcionamento foi comprovado no momento da 
publicação do material. No entanto, a rede é extremamente dinâmica; suas 
páginas estão constantemente mudando de local e conteúdo. Assim, os edito-
res declaram não ter qualquer responsabilidade sobre qualidade, precisão ou 
integralidade das informações referidas em tais links.
Controlando as propriedades dos objetos12
Dica do professor
Essencial para o correto gerenciamento de desenho, o uso de layer está normatizado no Brasil por 
diretrizes definidas e sugeridas pela Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea).
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
 
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/ded240820c5adbc0f3f6f50f4c66281c
Exercícios
1) Qual propriedade de desenho NÃO pode ser configurada pela layer? 
A) A espessura de impressão da linha.
B) Tornar um objeto não imprimível.
C) A cor dos objetos.
D) O tipo de linha.
E) A escala dos objetos.
2) Como definir uma layer corrente? 
A) Digitando o nome dalayer na barra de comando.
B) Ao selecionar o objeto da layer que se queira como corrente, clicar no comando Freeze, na 
Tab Layer.
C) Selecionando o comando Layer Translator, na palette Manage, Tab - CAD Standards.
D) Na palette Home, Tab Layers, selecionando com um clique a layer desejada.
E) Só é possível desenhar na layer "0", padrão do AutoCAD.
3) Sobre a layer, qual alternativa abaixo está CORRETA? 
A) As layers são categorias dos objetos representados. Em nada têm a ver com espessura de 
traço em se tratando de impressão utilizando um padrão CTB.
B) As layers substituem as penas de impressão. Em muitos casos é recomendado utilizarmos 
layers com nome da espessura de impressão, como: -pena_0.1-pena_0.2-pena_0.3
C) É possível identificar em qual layer estão os objetos apenas observando sua cor. Objetos de 
mesma cor estarão obrigatoriamente na mesma layer.
D) Ao travar o cadeado da layer, aquela categoria está bloqueada para impressão.
E) Uma layer que aparece em uma viewport de layout obrigatoriamente será vista em qualquer 
nova viewport criada.
4) Como eliminar layers ociosas em um desenho? 
A) Com o Drawing Utilities - PURGE.
B) Isso não é uma ação possível.
C) Após duas horas, se a layer não tiver sido usada, o programa a deletará.
D) Por meio do comando Freeze.
E) Pelo comando Quick Select, selecionando cada layer ociosa.
5) Como é possível importar layers de outros arquivos? 
A) Utilizando o AutoCAD Design Center.
B) Importando, explodindo e apagando blocos.
C) Ctrl+CCtrl+V
D) Insert layer.
E) Importando o outro arquivo como bloco.
Na prática
Agrupar objetos por layers facilita a organização do projeto. Veja como a utilização desse recurso 
do AutoCAD facilita a vida do profissional que trabalha com projetos. 
Ao apresentar uma planta mobiliada para o cliente, é interessante mostrar onde e quais móveis 
farão parte dos ambientes. Já para entregar o projeto para o construtor, é necessário que as 
dimensões e especificações estejam visíveis. Mantendo uma boa organização de layers, é possível, a 
partir de um arquivo, ter várias informações necessárias de um projeto, mesmo que algumas dessas 
não sejam impressas.
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Diretrizes gerais para intercambialidade de projetos em CAD: 
Integração entre projetistas, construtoras e clientes.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 027 - Introduzindo o conceito de camadas 
(layers).
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 028 - Criando layers e aplicando aos objetos 
(layer).
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 029 - Algumas opções das camadas (layer).
http://www.asbea.org.br/userfiles/manuais/7e942be1be1f79072a2cffe3f27a270a.pdf
https://www.youtube.com/embed/nakUnBvVxNA
https://www.youtube.com/embed/e7wPQ2rdvm4
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/yF8L9NxUCcU
Seleção de objetos e métodos de 
seleção
Apresentação
Nesta Unidade de Aprendizagem veremos diferentes formas de selecionar objetos e alguns 
recursos de auxílio à seleção. Veremos também alguns comandos básicos de edição de desenho, 
como Move, Copy, Rotate, Scale, Array Retangular, Array Polar, Path Array, Offset, Mirror e Trim. 
Bons estudos! Ao final desta unidade você deve apresentar os seguintes aprendizados: 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar diferentes métodos de seleção de objetos.•
Selecionar a ferramenta de edição adequada ao desenho.•
Diferenciar os tipos de seleção de objetos.•
Desafio
Abra o AutoCAD e desenhe um retângulo de lados 4 x 2, criado na origem da área de desenho. 
Chamaremos esse objeto de R1. Desenhe uma linha com as coordenadas (0,0) e (20,12). Utilizando 
o comando Path Array, crie cópias de R1, com 3 linhas e 10 objetos em cada uma delas. Esse 
comando auxilia na organização de várias cópias de mesmos elementos que devem seguir uma 
trajetória predefinida.
Infográfico
No infográfico é possível visualizar o resultado da edição de desenho.
Conteúdo do livro
Os softwares de desenhos são ferramentas computacionais que auxiliam e facilitam a vida de 
desenhistas e projetistas das mais diversas áreas. Por exemplo, o engenheiro eletricista utiliza este 
programa computacional para desenhar diagramas elétricos e representarligações elétricas entre 
máquinas, equipamentos, rede da concessionárai, etc. Dentro do mesmo aplicarivo, o arquiteto 
consegue representar plantas baixas, desenhos arquitetônicos, urbanistas e desenvolver projetos 
de designer de interiores, por exemplo.
Diante da versitilidade deste software e da crescente demanda por projetos, você, futuro(a) 
profissional, precisa conhecer e saber utilizar de forma sábia os recursos disponíveis. Ao longo 
desta unidade, veremos os principais comandos utilizados no AutoCad, aprenderemos sobre a sua 
funcionalidade, momento de utilização e atalhos que facilitam a nossa vida. Vamos lá?!
 
PROJETO CIVIL 
AUXILIADO POR 
COMPUTADOR
Identificação interna do documento
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
 > Identificar diferentes métodos de seleção de objetos.
 > Selecionar a ferramenta de edição adequada ao desenho.
 > Diferenciar os tipos de seleção de objetos.
Introdução
Não é de hoje que a representação visual de objetos, ferramentas e estruturas 
tem sido uma necessidade fundamental para a humanidade. O desenvolvimento 
dessa técnica de representação por meio de traços recebeu o nome de desenho 
técnico, considerado a linguagem gráfica universal da engenharia e arquitetura. 
É uma forma de comunicação visual que utiliza símbolos, linhas, formas e con-
venções específicas para representar objetos, ideias e informações técnicas de 
forma precisa e padronizada (RIBEIRO; PERES; IZIDORO, 2013). Antes do advento 
da computação, o desenho era predominantemente realizado de forma manual, 
utilizando lápis, papel e instrumentos de desenho. Essa abordagem exigia 
habilidades artísticas e muita precisão manual. As correções e alterações no 
desenho também eram um processo demorado e complexo.
A transição do desenho manual para o desenho assistido por computador 
(CAD, na sigla em inglês) representou um marco significativo no potencial da 
tecnologia atual. Com a introdução desse tipo de software, o desenho passou 
Projeto civil 
auxiliado por 
computador
Larissa Campos Granato Botelho
Identificação interna do documento
a ser realizado de forma digital. Os programas CAD fornecem um conjunto 
abrangente de ferramentas gráficas que permitem criar e modificar desenhos 
de forma eficiente e precisa. Os desenhos podem ser criados usando recursos 
como linhas, formas geométricas, símbolos e textos, tudo isso com precisão 
milimétrica.
Um exemplo de software CAD amplamente utilizado ao redor do mundo é 
o AutoCAD. Engenheiros civis e arquitetos o utilizam para criar desenhos de 
edifícios, estruturas, projetos arquitetônicos e representações de móveis, entre 
outras aplicações. No campo da engenharia elétrica, o software é utilizado 
para representar diagramas unifilares, circuitos elétricos e distribuição de 
circuitos em plantas residenciais, por exemplo. Para engenheiros mecânicos, 
essa ferramenta é extremamente útil na concepção de peças e ferramentas.
Atualmente, é possível aproveitar os benefícios dos programas CAD para 
otimizar produtos, reduzir custos e executar uma série de tarefas relacionadas 
ao processo produtivo. Além da criação de desenhos técnicos, esses programas 
têm a capacidade de facilitar outras etapas do ciclo de produção. 
Neste capítulo, você estudará o uso eficaz de diferentes métodos de seleção 
de elementos no AutoCAD. Abordaremos os principais métodos disponíveis, 
como seleção por janela, seleção cruzada e seleção por polígono, explicando 
suas aplicações e vantagens em diferentes situações. Além disso, exploraremos 
as principais ferramentas utilizadas por desenhistas e projetistas em software 
CAD, examinando como utilizar cada uma delas de maneira eficiente e aproveitar 
seus recursos para criar desenhos precisos e detalhados.
Métodos de seleção
Durante a execução de um desenho ou projeto no AutoCAD, muitas vezes nos 
deparamos com a necessidade de selecionar objetos e movê-los para dife-
rentes posições em relação a outros elementos. Essa tarefa é especialmente 
importante em projetos de design de interiores, em que é necessário posicionar 
móveis e elementos decorativos de maneira adequada na planta baixa.
Os softwares de desenho, como o AutoCAD, oferecem uma variedade de 
recursos e atalhos para facilitar a vida dos desenhistas e projetistas. No caso 
das seleções de objetos no AutoCAD, também existem ferramentas projetadas 
para agilizar e facilitar o processo de escolha de objetos. Os principais métodos 
de seleção serão listados nos tópicos que se seguem.
Projeto civil auxiliado por computador2
Identificação interna do documento
Seleção direta
A seleção direta (Figura 1) é um dos métodos mais simples e objetivos de 
selecionar objetos no AutoCAD. Consiste em clicar diretamente sobre o objeto 
que se deseja selecionar. Essa forma de seleção é intuitiva e eficiente, per-
mitindo que você escolha rapidamente um objeto específico para edição ou 
manipulação. Para usar a seleção direta, basta posicionar o cursor do mouse 
sobre o objeto desejado e clicar sobre ele. O AutoCAD reconhecerá o objeto 
clicado e o destacará para indicar que está selecionado. Você pode repetir 
esse processo para selecionar vários objetos individualmente.
Figura 1. Exemplo de seleção direta.
Fonte: AutoCAD... (2020, documento on-line).
Seleção por janela
No AutoCAD, os botões do mouse têm diferentes funcionalidades relacionadas 
à seleção de objetos. O botão esquerdo é comumente utilizado para selecionar 
objetos e figuras no software. Esse botão seleciona objetos e figuras a partir 
do clique simples ou por meio de criação de janelas. 
Quando a janela de seleção é criada de baixo para cima e da esquerda 
para a direita, o objeto precisa estar completamente dentro da janela para 
ser selecionado. Nesse caso, somente os objetos que estiverem totalmente 
contidos dentro da área da janela serão selecionados. Essa abordagem é 
útil quando se deseja selecionar apenas objetos específicos que estejam 
completamente dentro da área delimitada pela janela (MONTEIRO; MAN-
Projeto civil auxiliado por computador 3
Identificação interna do documento
TOVANI, 2016). Nesse modo de seleção, também conhecido como Window, 
são selecionadas todas as linhas e objetos que estiverem completamente 
dentro da janela de seleção, conforme ilustra a Figura 2, quando se clica com 
o botão esquerdo na tela e se move o mouse para o lado direito, do ponto 
P1 ao ponto P2, na cor azul. Neste caso da figura, as linhas que não estão 
tracejadas não serão selecionadas, uma vez que não estão completamente 
contidas no retângulo azul.
Figura 2. Modelo de seleção por janela.
Janela cruzada (crossing)
Por outro lado, ao criar uma janela de seleção de cima para baixo e da di-
reita para a esquerda, basta que a janela cruze o objeto para selecioná-lo. 
Isso significa que qualquer parte do objeto que seja tocada pela janela será 
selecionada. Essa técnica é útil quando se deseja selecionar objetos que 
estejam parcialmente dentro da área da janela (MONTEIRO; MANTOVANI, 2016).
Esse método de seleção, também conhecido como Crossing (ou janela 
cruzada), é utilizado ao clicar com o botão esquerdo na tela e mover o mouse 
para o lado esquerdo, conforme ilustra a Figura 3, do ponto P1 ao ponto P2, 
na cor verde. Todas as linhas que o retângulo verde tocar serão selecionadas, 
independentemente de estarem completamente contidas em seu interior 
ou não.
Figura 3. Modelo de seleção por janela cruzada (Crossing).
Projeto civil auxiliado por computador4
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Seleção por característica
A seleção por características é um método que permite selecionar objetos 
com base em suas propriedades ou características específicas. No AutoCAD, 
é possível realizar essa seleção considerando atributos como cor, camada, 
tipo de linha, tipo de objeto e muitos outros.
Esse método de seleção oferece uma forma eficiente e precisa de agrupar 
objetos com base em suas características comuns. Isso permite realizar altera-
ções em massa em objetos selecionados, simplificandoo processo de edição 
e manipulação do desenho. Para utilizá-lo, basta inserir Select Similar 
na linha de comando, fazendo se abrir uma janela, como a mostrada na Figura 4. 
Na janela, selecione o item desejado que representa a característica que 
você deseja usar como critério de seleção. O software pedirá então para 
você selecionar o objeto ao qual deseja aplicar a seleção por característica.
Figura 4. Modo de seleção por característica.
Ferramentas CAD 
Uma das principais vantagens do CAD é a capacidade de realizar alterações 
rápidas no desenho com máxima precisão. Enquanto numa mesa de desenho 
tradicional esse processo poderia levar horas, no CAD leva apenas alguns 
segundos. Além disso, muitas vezes não é necessário apagar ou refazer uma 
seção inteira para aplicar as alterações desejadas. Os componentes existentes 
podem ser facilmente realocados para se encaixarem no novo formato. Isso 
proporciona ao desenhista técnico a capacidade de comparar diferentes op-
Projeto civil auxiliado por computador 5
Identificação interna do documento
ções com mínimo esforço, pois as modificações podem ser feitas de maneira 
ágil e eficiente (KUBBA, 2014). Nos tópicos a seguir, serão apresentadas algumas 
das possibilidades de edição presentes na maioria dos sistemas de CAD: 
 � criar linhas, polilinhas, círculos, retângulos, polígonos e arcos do 
desenho;
 � mover, copiar, espelhar ou rotar elementos do desenho;
 � ampliar ou reduzir elementos de um desenho;
 � fazer múltiplas cópias de um elemento do desenho. 
Comando Line
Para desenhar uma linha no AutoCAD, existem duas opções: clicar no botão 
"Linha" com o botão esquerdo do mouse ou digitar “Line” na linha de comando. 
Há ainda a opção de digitar o atalho “L”. Essa mesma abordagem pode ser 
aplicada aos demais comandos disponíveis no software. O usuário tem a 
flexibilidade de escolher entre clicar no botão correspondente com o ponteiro 
do mouse ou digitar o nome do comando diretamente. Ambos os métodos são 
igualmente válidos e oferecem opções convenientes para realizar as ações 
desejadas (DALRI; PALARETTI, 2020).
Ao utilizar o AutoCAD para desenhar uma linha, você tem duas opções. A 
primeira consiste em acionar o comando Line e, em seguida, clicar com o 
botão esquerdo do mouse para definir o ponto de partida. Em seguida, mova 
o mouse na direção desejada e clique novamente com o botão esquerdo para 
determinar o ponto final da linha. Já a segunda opção permite construir linhas 
com comprimentos específicos. Para isso, clique no ponto de início, mova o 
mouse na direção desejada e, em seguida, digite o valor do comprimento da 
linha. Por fim, pressione a tecla ENTER para finalizar a linha. Esses métodos 
oferecem flexibilidade e precisão ao desenhar linhas no AutoCAD, permitindo 
que você escolha a abordagem mais adequada para o seu projeto.
Comando Polyline
Ao criar linhas contínuas no AutoCAD, podemos utilizar o comando Polyline 
ou sua tecla de atalho "PLINE". A opção de polilinha é útil quando desejamos 
tratar várias linhas como um único objeto. Para criar uma polilinha, o usuário 
aciona o comando e define o ponto de início da linha. Em seguida, vai criando 
as linhas definindo os pontos iniciais e finais. Durante esse processo, o Au-
toCAD oferece algumas opções na linha de comando, como Arc para criar 
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linhas curvas a partir da definição dos pontos inicial e final, Halfwidth para 
adicionar uma seta no final da polilinha, Length para definir um comprimento 
específico para a linha e Width para alterar a espessura e o preenchimento 
da polilinha (MONTEIRO, 2018).
Comando Circle
O comando Circle no AutoCAD é utilizado para criar círculos com base em 
diferentes métodos de definição, como centro e raio, centro e diâmetro, ou 
três pontos no perímetro do círculo. Para utilizar o comando, você pode di-
gitar “Circle” na linha de comando ou seu atalho “C”, ou ainda clicar no ícone 
correspondente na barra de ferramentas. Em seguida, você deve escolher o 
método de definição do círculo: 
 � para centro e raio — especifique o ponto central do círculo e, em se-
guida, digite o valor do raio;
 � para centro e diâmetro — especifique o ponto central do círculo e, em 
seguida, digite o valor do diâmetro;
 � para três pontos — especifique três pontos no perímetro do círculo.
Comando Rectangle
Esse comando de construção Rectangle permite desenhar retângulos defi-
nindo um vértice e alguma outra propriedade, como o vértice oposto, a área 
ou as dimensões dos lados. Quando se ativa o comando Rectangle ou seu 
atalho “REC”, o AutoCAD pede que o usuário informe na caixa de comando 
o primeiro vértice. Após especificar o primeiro vértice, o AutoCAD pede que 
seja inserido o segundo ponto da diagonal ou a área que se deseja que o 
retângulo possua, a dimensão da largura e da altura do retângulo ou ainda o 
ângulo entre o retângulo e o eixo das abscissas simplesmente clicando com 
o cursor ou informando na caixa de comando o ângulo desejado.
Comando Polygon
O comando Polygon no AutoCAD é utilizado para criar polígonos regulares, 
que podem ser inscritos ou circunscritos a uma circunferência. Para utilizar o 
comando, você deve digitar “Polygon” na linha de comando ou ainda digitar 
o atalho "POL". Em seguida você deve especificar o número de lados dese-
jados para o polígono (por exemplo, três para um triângulo, quatro para um 
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quadrilátero, etc.). Depois você deve definir o centro da circunferência na 
qual o polígono será inscrito ou circunscrito, e, por fim, definir o tamanho do 
raio da circunferência, pressionando ENTER para obter o polígono desejado. 
Esses passos permitirão criar polígonos regulares com facilidade no AutoCAD, 
oferecendo flexibilidade na criação e design geométrico (MONTEIRO, 2018).
Comando Arc
Para criar um arco, você pode especificar combinações de valores de centro, 
extremidade, ponto inicial, raio e ângulo (Figura 5). Por definição do programa, 
os arcos são desenhados no sentido anti-horário. Quando é executado o 
comando Arc, faz diferença o sentido de clique com o mouse, ou seja, clique 
da esquerda para a direita para um arco no sentido anti-horário e da direita 
para a esquerda para um arco no sentido horário (DALRI; PALARETTI, 2020).
Figura 5. Opções de desenho de arco.
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Comando Move
O comando Move no AutoCAD permite mover objetos dentro de um desenho 
sem a necessidade de apagá-los e redesenhá-los na posição desejada. O 
atalho para acessar o comando é a tecla "M" ou digitando “Move” na linha de 
comando. Após acionar o comando, cumpra os passos a seguir:
 � Selecione o objeto que deseja mover clicando com o botão esquerdo 
do mouse. Pressione ENTER para confirmar a seleção do objeto.
 � Escolha o ponto de referência a partir do qual deseja movimentar o 
objeto. 
 � Mova o objeto para a posição desejada arrastando-o com o mouse.
 � Clique com o botão esquerdo do mouse para definir a nova posição 
do objetO.
Ao escolher o ponto de referência, é importante pensar no ponto que você 
deseja que esteja exatamente sobre a posição final em que quer manter o 
objeto. Dessa forma, utilizando o comando MOVE, você poderá reposicionar 
objetos dentro do seu desenho de maneira rápida e precisa, sem a necessi-
dade de redesenhá-los.
Comando Copy
O comando Copy é muito parecido com o comando Move. Para utilizar o co-
mando "Copy" ou seu atalho “CO” no AutoCAD, você deve selecionar os objetos 
a serem copiados, escolher um ponto-base como referência e selecionar um 
ponto de destino para colar os elementos escolhidos. 
O comando não se encerra após definir o segundo ponto; ele conti-
nuará repetindo até ser cancelado. 
O comando Copy é utilizado para editar projetos dentro do mesmo arquivo 
ou copiar elementos de um projeto para outro. Se desejar copiar algo de umprojeto para outro usando um ponto do desenho como referência, utilize os 
comandos [Ctrl + Shift + C] e [Ctrl + V]. Esses comandos também podem ser 
usados para copiar objetos dentro do mesmo arquivo, permitindo uma cópia 
eficiente e rápida. Em suma, o comando Copy no AutoCAD permite duplicar 
objetos de forma ágil e prática, facilitando a edição e a transferência de 
elementos entre desenhos.
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Identificação interna do documento
Comando Mirror 
O comando Mirror no AutoCAD é utilizado para criar cópias espelhadas 
de objetos. Ao utilizar esse comando, o objeto terá seus pontos copiados 
simetricamente em relação à linha de espelhamento, criando uma cópia 
espelhada do objeto original. 
Para utilizar o comando Mirror, é necessário selecionar o objeto que será 
espelhado. Em seguida, define-se o ponto inicial da linha de espelhamento, 
que servirá como referência para a criação dos pontos simetricamente opos-
tos. Depois, define-se o ponto final da linha de espelhamento. Ao finalizar 
a operação, o programa irá perguntar se deseja apagar o objeto original ou 
mantê-lo. O comando pode ser acionado digitando "Mirror" ou "Mi" na linha 
de comando. Um exemplo de utilização desse comando pode ser observado 
na Figura 6, em que vemos um objeto que foi espelhado a 180° da sua linha 
de referência.
Figura 6. Exemplo de utilização do comando Mirror.
Comando Rotate
O comando Rotate no AutoCAD é utilizado para girar objetos em torno de 
um ponto de referência. Ao executar o comando, você seleciona o objeto 
que deseja girar e define o ponto de base ou centro de rotação. Em seguida, 
você especifica o ângulo de rotação ou usa um ponto de referência para 
determinar o ângulo. No AutoCAD, ângulos com valores positivos indicam 
rotação no sentido anti-horário, enquanto ângulos negativos indicam rotação 
no sentido horário (ANDRADE, 2015). O objeto é então girado conforme as 
configurações definidas, como demonstrado na Figura 7. O comando Rotate 
permite que você faça rotações precisas de objetos como linhas, polígonos, 
blocos, entre outros.
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Identificação interna do documento
Figura 7. Rotação de objeto utilizando comando Rotate.
Comando Scale 
Para ampliar ou reduzir o tamanho de objetos dentro da área de modelagem, 
utiliza-se o comando de escala. O atalho para acionar esse comando é "SCALE" 
ou "SC" na linha de comando. Após acionar o comando e selecionar o objeto 
desejado, é necessário definir o ponto de referência a partir do qual a am-
pliação ou redução ocorrerá. Em seguida, o programa solicitará a definição 
de um fator de escala para essa transformação. O desenhista deve aplicar 
seu conhecimento sobre escala e determinar fatores de ampliação maiores 
que 1 ou fatores de redução menores que 1 e maiores que 0 (MONTEIRO, 
2018). Esse comando é útil para ajustar pranchas de desenho aos projetos 
construídos, caso tenham sido desenhadas no espaço de modelagem. No 
entanto, é importante ressaltar que ele não é utilizado para ajustar a escala 
de peças dentro da área de modelagem.
Como exemplo de aplicação, imagine que você está desenhando uma 
casa na escala de 1:100, em que 1 centímetro no desenho equivale 
a 100 centímetros na vida real. Caso você deseje alterar a escala do desenho, 
pode utilizar a função de seleção por janela (Window) para selecionar todos os 
elementos relevantes. Em seguida, digite o valor da nova escala desejada. Dessa 
forma, a escala de todos os objetos selecionados será ajustada multiplicando-se 
suas dimensões pelo fator inserido. Se, por exemplo, você quisesse aumentar 
a escala para 1:50, digitaria "2" como valor de escala. Isso faria com que todas 
as dimensões dos objetos selecionados fossem multiplicadas por 2, resultando 
numa representação maior na escala escolhida.
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Identificação interna do documento
Comando Array
O comando Array no AutoCAD é utilizado para criar cópias repetidas de 
objetos em um padrão específico. Ele permite replicar objetos em forma de 
matriz ou em um caminho definido. Para utilizar esse comando, você pode 
acioná-lo digitando “Array” na linha de comando ou procurando o ícone 
correspondente na barra de ferramentas, conforme pode ser observado 
na Figura 8, que também exibe opções para configurar o tipo de padrão de 
array, como retangular (Rectangular), por um caminho (Path) ou por um eixo 
de rotação (Polar).
Figura 8. Subdivisão do comando Array.
Rectangular Array
Com o comando Rectangular Array, são criadas cópias de objetos em um 
padrão retangular, com linhas e colunas. Ao ativar o comando, selecionamos a 
opção Rectangular e, em seguida, escolhemos o objeto a ser multiplicado. 
Você pode definir o número de cópias em cada direção (horizontal e vertical), 
bem como a distância entre elas, conforme ilustrado na Figura 9.
Figura 9. Comando Rectangular Array.
Fonte: Adaptada de Autodesk (2023).
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Path Array
O comando Path Array distribui uniformemente cópias do objeto selecio-
nado ao longo de um caminho ou parte de um caminho. No exemplo da Figura 
10, observa-se a cópia de um objeto seguindo o caminho de uma polilinha.
Figura 10. Comando Path Array.
Polar Array
O comando Polar Array, por sua vez, distribui uniformemente cópias do 
objeto em um padrão circular ao redor de um ponto central ou de um eixo 
de rotação. Ao ativar o comando, seleciona-se a opção Polar e, em seguida, 
o objeto a ser multiplicado. Depois, seleciona-se um ponto de referência. 
Então, o AutoCAD pedirá que seja informado o número de cópias desejado, 
o ângulo total de rotação e, se aplicável, o ângulo de deslocamento inicial. 
Após especificar os valores desejados, o AutoCAD criará cópias do objeto 
selecionado, distribuídas uniformemente ao longo do padrão circular. Essas 
cópias serão posicionadas de acordo com os parâmetros fornecidos, resul-
tando em um padrão de array polar ( Figura 11).
Figura 11. Comando Polar Array.
Fonte: Adaptada de Autodesk (2023).
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Identificação interna do documento
Seleção de objetos
Na primeira seção deste capítulo, você viu que a seleção de objetos desempe-
nha um papel fundamental no processo de edição e manipulação de elementos 
no AutoCAD. Ela permite que você escolha os objetos específicos com os quais 
deseja trabalhar, aplicando comandos e modificando suas propriedades de 
forma precisa. Ao entender a importância da seleção de objetos, os usuários 
do AutoCAD podem economizar tempo e esforço, evitando a necessidade de 
editar ou manipular objetos desnecessários. Além disso, a seleção correta dos 
objetos garante maior precisão e evita erros durante o processo de edição.
Os diferentes tipos de seleção disponíveis no AutoCAD são projetados para 
atender a diversas necessidades de seleção, dependendo do contexto e do 
objetivo do projeto. Cada tipo de seleção tem características e funcionalidades 
específicas, tornando o processo de edição mais flexível e eficiente. Agora, 
vamos explorar em mais detalhes a importância da seleção de objetos no 
processo de edição e manipulação de desenhos, a fim de aprender a escolher 
a ferramenta adequada de maneira a otimizar seu trabalho no AutoCAD.
Quando usar a seleção direta
A seleção direta é especialmente útil quando se deseja trabalhar com um único 
objeto em um desenho complexo, como selecionar uma linha, um círculo ou 
um bloco específico. É uma forma rápida e precisa de escolher objetos sem 
a necessidade de fazer uma seleção mais abrangente. No entanto, a seleção 
direta pode se tornar mais desafiadora em desenhos com muitos objetos 
sobrepostos, pois pode ser difícil clicar precisamente no objeto desejado. 
Nesses casos, outros métodos de seleção podem ser mais eficazes, como a 
seleção por característica. Eis a seguir alguns exemplos de quando a seleção 
direta pode ser usada:
 � Selecionar objetos específicos:se você precisa selecionar objetos 
muito específicos em um desenho, como uma linha ou um polígono 
específico, a seleção direta permite que você clique diretamente sobre 
esses objetos para selecioná-los.
 � Selecionar objetos próximos: quando há vários objetos próximos uns aos 
outros e você deseja selecionar apenas alguns deles, a seleção direta 
permite que você clique seletivamente sobre os objetos desejados 
sem selecionar inadvertidamente os outros.
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 � Selecionar objetos em áreas de sobreposição: em desenhos complexos, 
pode haver áreas onde os objetos se sobrepõem ou se cruzam. A seleção 
direta permite que você clique precisamente nesses objetos que estão 
na área de interesse, mesmo que haja sobreposição com outros objetos.
 � Selecionar objetos em detalhes minuciosos: se o seu desenho tem 
detalhes minuciosos ou objetos de tamanho reduzido, a seleção di-
reta oferece a precisão necessária para selecionar esses objetos com 
precisão.
Quando usar a seleção por janela
A seleção por janela permite selecionar objetos que estejam dentro de uma 
área retangular definida por uma janela de seleção. Essa forma de seleção é 
útil quando você precisa selecionar vários objetos que estão contidos dentro 
de uma área retangular específica no desenho. Eis a seguir alguns exemplos 
de situações em que a seleção por janela pode ser usada:
 � Selecionar várias linhas ou polilinhas numa planta baixa: suponha que 
você tenha desenhado uma planta baixa com várias linhas e polilinhas 
representando paredes, portas e janelas. Para selecionar todas as 
linhas que compõem uma sala específica, você pode usar a seleção por 
janela para desenhar um retângulo ao redor dessa área, e o AutoCAD 
selecionará todas as linhas contidas nessa região.
 � Selecionar vários blocos num projeto arquitetônico: imagine que você 
esteja trabalhando num projeto arquitetônico e deseje selecionar 
todos os blocos que representam luminárias em uma determinada 
área do desenho. Você pode usar a seleção por janela para delimi-
tar essa região retangular e o AutoCAD selecionará todos os blocos 
contidos nessa área.
 � Selecionar vários objetos em uma região delimitada: digamos que você 
tenha um desenho com vários elementos, como círculos, retângulos e 
polígonos, e deseje selecionar apenas os objetos que estão dentro de 
uma área específica. Usando a seleção por janela, você pode desenhar 
um retângulo ao redor dessa área, e o AutoCAD selecionará apenas os 
objetos que estão completamente contidos nessa região.
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Identificação interna do documento
Quando usar a seleção por característica
A seleção por característica é útil quando você precisa selecionar objetos com 
base em determinadas propriedades ou características. Em vez de selecionar 
objetos individualmente ou por meio de uma área retangular, a seleção por 
característica permite escolher objetos com base em atributos específicos. 
Eis a seguir alguns exemplos de situações em que a seleção por característica 
pode ser usada:
 � Selecionar todos os objetos de um determinado tipo: digamos que 
você tenha um desenho com vários elementos, como linhas, polígonos 
e círculos, e deseje selecionar todos os círculos presentes. Em vez de 
selecionar manualmente cada círculo, você pode usar a seleção por 
característica para escolher o tipo de objeto "círculo", e o AutoCAD 
selecionará automaticamente todos os círculos no desenho.
 � Selecionar objetos com uma determinada cor: se você tiver objetos 
com cores diferentes em seu desenho e precisar selecionar apenas 
aqueles com uma cor específica, a seleção por característica pode 
ser útil. Você pode definir a característica de seleção como "cor" e 
escolher a cor desejada, e o AutoCAD selecionará todos os objetos que 
correspondem a essa cor.
 � Selecionar objetos com uma determinada camada: no AutoCAD, os 
objetos são organizados em camadas, e você pode usar a seleção por 
característica para selecionar todos os objetos que estão numa camada 
específica. Isso pode ser útil quando você deseja editar ou manipular 
objetos numa camada específica do seu desenho.
Ao compreender esses diferentes métodos de seleção, você terá maior 
controle sobre os objetos que está manipulando, tornando o processo de 
edição mais eficiente e preciso. Cada tipo de seleção oferece uma aborda-
gem única e pode ser aplicado em diferentes situações, dependendo das 
necessidades do projeto.
Neste capítulo, exploramos os principais aspectos da seleção de objetos 
no AutoCAD. Aprendemos a identificar diferentes métodos de seleção, como 
a seleção direta, por janela e por características, compreendendo suas van-
tagens e usos específicos. Também discutimos a importância de selecionar a 
ferramenta de edição adequada para cada desenho, levando em consideração 
suas necessidades e objetivos. Além disso, diferenciamos os tipos de seleção 
de objetos disponíveis, abordando suas características e fornecendo exemplos 
Projeto civil auxiliado por computador16
Identificação interna do documento
de quando e como utilizá-los em diferentes situações. Com essas informações, 
você está preparado para otimizar seus processos de edição e manipulação 
de elementos no AutoCAD, aprimorando sua eficiência e precisão.
Referências 
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DALRI, A. B.; PALARETTI, L. F. Apostila AutoCAD. Jaboticabal: Universidade Estadual 
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KUBBA, S. A. A. Desenho técnico para construção. Porto Alegre: Bookman, 2014.
MONTEIRO, C. V. B. Desenho técnico. Maringá: Unicesumar, 2018.
MONTEIRO, C. V. B.; MANTOVANI, D. Desenho técnico. Maringá: UniCesumar, 2016.
RIBEIRO, A. C.; PERES, M. P.; IZIDORO, N. Curso de desenho técnico e AutoCAD. São Paulo: 
Pearson, 2013. 
Os links para sites da web fornecidos neste capítulo foram todos 
testados, e seu funcionamento foi comprovado no momento da 
publicação do material. No entanto, a rede é extremamente dinâmica; suas 
páginas estão constantemente mudando de local e conteúdo. Assim, os edito-
res declaram não ter qualquer responsabilidade sobre qualidade, precisão ou 
integralidade das informações referidas em tais links.
Projeto civil auxiliado por computador 17
Identificação interna do documento
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Dica do professor
Assistindo ao vídeo a seguir, você entenderá alguns métodos de seleção e comandos de edição de 
entidades. Confira!
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/9e39f923bed9424a94808047624ba4ff
Exercícios
1) Considere a edição de um quadrado com o comando Stretch.
Lembrando que só são esticados os objetos que estejam parcialmente contidos por uma janela 
cruzada, conforme ilustra a figura 1.
Quando totalmente contidos por uma janela ou selecionados individualmente, figura 2, estes 
objetos são movidos ao invés de esticados. 
Ao acionar o comando, selecionar o objeto conforme a figura 1, dar enter, e como ponto de 
referência para esticar escolhermos apenas um dos vértices do desenho, o que acontece com esse 
quadrado? 
A) O quadrado passará a ser um retângulo.
B) As arestas se deformam, acompanhando o deslocamento do vértice deslocado.
C) O quadrado passará a ser um trapézio.
D) Nada. O desenho permanece igual.
E) O quadrado apenas se deslocará.2) Observe a figura e assinale a alternativa CORRETA. 
A) Os comandos utilizados para gerar a repetição de quadrados foram Polar Array e Path Array.
B) A figura B foi gerada a partir da figura A com o auxílio do comando Strech.
C) A figura A foi gerada com o auxílio do comando Align e a figura B, com o auxílio do comando 
Mirror.
D) As figuras A e B foram geradas com o auxílio do comando Copy.
E) A figura A foi gerada a partir da B com o auxílio do comando Trim.
3) Para que situação você utilizaria o comando Trim - Fence? 
A) Para aparar várias entidades ao mesmo tempo.
B) Para estender uma linha isolada.
img_conteudo/exercicio2.jpg
C) Para fazer várias cópias simultâneas com apenas um clique.
D) Para criar círculos concêntricos.
E) Para mover linhas e retângulos ao mesmo tempo.
4) Qual o método mais rápido para que a figura A fique como a figura B? 
A) Estabelecer linhas auxiliares perpendiculares que se encontrem e desenhar círculos com 
centro nesses encontros que alcancem as linhas. Após, com o comando Trim, aparar os 
círculos e restos de linhas e apagar as linhas auxiliares.
B) Com o comando Trim segurando o Shift ao selecionar cada uma das linhas não conectadas.
C) Com o comando Fillet, estabelecendo um raio de concordância.
D) Com o comando Extend.
E) Com o comando Stretch.
5) Após realizado o comando Array", o que ainda pode ser editado nos novos elementos? 
A) Nada. Uma vez realizado o comando Array, apenas reiniciando o processo para chegar a um 
resultado diferente.
B) É possível modificar o número de cópias geradas.
C) É possível modificar o número de cópias, espaçamento entre elas, número de linhas e colunas, 
níveis, ponto base e excluir um único elemento.
D) Só é possível apagar um elemento isolado.
E) É possível girar os elementos e criar novas linhas e colunas.
Na prática
No ambiente corporativo é comum precisarmos dar continuidade ao trabalho iniciado por outra 
pessoa. Veja se a forma encontrada pelo profissional para solucionar o problema foi a mais 
assertiva.
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
AutoCAD Básico - 014 - Movendo Objetos (MOVE).
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/8Le7mcBIBos
Ferramentas de auxílio ao desenho 
Apresentação
Nesta Unidade de Aprendizagem veremos as ferramentas de auxílio ao desenho e como elas 
facilitam o desenho feito no AutoCAD. As auxiliares de desenho são como ferramentas que 
facilitam a tarefa do desenhista pela possibilidade de inserção de dados precisos ao desenho. No 
total, temos 14 ferramentas de auxílio ao desenho que podem ser ligadas simultaneamente, o que 
pode gerar uma certa confusão na área de desenho. Porém, várias delas são mais úteis ao 
utilizarmos em conjunto com outras. Bons estudos! Ao final desta unidade você deve apresentar os 
seguintes aprendizados: 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar as ferramentas de auxílio ao desenho.•
Avaliar qual ferramenta melhor se adapta ao tipo de desenho/projeto.•
Construir os desenhos com maior acuidade.•
Infográfico
Na figura a seguir você verá as características principais das ferramentas de auxílio ao desenho.
Conteúdo do livro
No trecho selecionado do livro AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012: Essencial podemos aplicar 
algumas das utilidades das ferramentas de auxílio ao desenho.
Boa leitura!
Scott Onstott
Autodesk
Guia de Treinamento Ofi cial
Preparação para Certifi cação Autodesk
E S S E N C I A L
AutoCAD
® 2012 e AutoCAD LT
® 2012 E
S
S
E
N
C
IA
L
Onstott
COMUNICAÇÃO VISUAL
Veja como você pode adicionar facilmente hachuras 
sólidas, preenchimento de padrões e gradientes
Caminhe ou voe com modelos 3D em perspectiva
Destaques da série Essencial:
• Tutoriais passo a passo 
• Ilustrações e telas totalmente coloridas
• Além do essencial – resumos e exercícios práticos sugeridos
• Arquivos de exercícios para download
AutoCAD® 2012 e
AutoCAD LT®
 2012
S É R I E E S S E N C I A L
ISBN: 978-85-407-0088-8
ISBN: 978-85-407-0086-4
ISBN: 978-85-407-0091-8
ISBN: 978-85-407-0090-1
A Bookman Editora é parte do Grupo A, 
uma empresa que engloba diversos 
selos editoriais e várias plataformas de 
distribuição de conteúdo técnico, científi co 
e profissional, disponibilizando-o como, 
onde e quando você precisar.
Aprenda AutoCAD de forma rápida e fácil!
Este guia de treinamento ofi cial Autodesk aborda de maneira completa os 
fundamentos do AutoCAD e do AutoCAD LT, além de ensinar tudo o que você 
precisa para dominar o software rapidamente. Você vai aprender a desenhar 
em 2D, criar formas curvas complexas, gerenciar objetos com layers, organizar 
seu desenho usando blocos e grupos, adicionar cotas de dimensionamento e 
anotações em texto, trabalhar com layouts, plotar e imprimir, modelar em 3D, 
criar renderizações realistas, e muito mais. Se você é um aspirante a profi ssional 
de CAD/CAM ou está apenas relembrando o básico, esta é a forma mais rápida e 
completa para desenvolver seu aprendizado no AutoCAD.
Aprenda o essencial em AutoCAD e AutoCAD LT e mais:
• Desenhar linhas, círculos, arcos – e outros desenhos 2D básicos
• Editar entidades e criar curvas
• Tornar hachuras transparentes e adicionar preenchimentos de gradientes
• Organizar objetos com blocos, grupos e referências externas (Xrefs)
• Entender e criar estilos de cotas
• Adicionar restrições geométricas e editar objetos com restrições
• Modelar e navegar em modelos 3D
• Criar renderizações realistas e vídeos de animações de passeio dentro do modelo
Autodesk
®
025707_Autocad LT 2012.indd 1 06/10/2011 18:12:16
Onstott_Iniciais.indd iiOnstott_Iniciais.indd ii 21/09/11 11:0521/09/11 11:05
O59a Onstott, Scott.
 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012 : guia de treinamento 
 oficial / Scott Onstott ; tradução técnica: Luciana Klein da Silva 
 de Morais. – Porto Alegre : Bookman, 2012.
 xxii, 376 p. ; 25 cm. – (Essencial)
 ISBN 978-85-407-0080-2
 1. Ciência da computação. 2. Software. – Arquitetura. 
 3. AutoCAD. I. Título. 
CDU 004.4AutoCAD
Catalogação na publicação: Fernanda B. Handke dos Santos – CRB 10/2107
O AutOr
Scott Onstott publicou cinco livros com a Sybex antes 
do presente título, incluindo Enhancing Architectural 
Drawings and Models with Photoshop, AutoCAD: 
Professional Tips and Techniques (com Lynn Allen), 
Enhancing CAD Drawings with Photoshop, Mastering 
Autodesk Architectural Desktop 2006 e Autodesk VIZ 
2005 (com George Omura). Scott trabalhou em cerca 
de 20 outros livros técnicos como coautor, revisor, editor de compila-
ção e/ou editor técnico.
Scott é bacharel em arquitetura pela Universidade da Califórnia, 
Berkeley, e é ex-professor universitário que hoje atua como consul-
tor, produtor de vídeo independente e colaborador para sites popu-
lares da indústria. Você pode entrar em contato com o autor no site: 
www.scottonstott.com.
CAPÍTULO 3
Usando auxiliares de 
desenho
Os auxiliares de desenho do AutoCAD são como os esquadros, compas-
sos e gabaritos de engenharia de um desenho tradicional. São modos 
e métodos essenciais de inserção de dados que, quando dominados, 
permitem que você crie desenhos com facilidade. Eu recomendo alta-
mente o estudo dos auxiliares de desenho, pois eles farão de você um 
desenhista mais produtivo. A maioria dos auxiliares de desenho pode 
ser ativada ou desativada na barra de status do aplicativo.Outras defini-
ções e caixas de diálogo são acessíveis clicando com o botão direito do 
mouse nos botões de status individuais.
Grid e Snap
O mais básico dos auxiliares de desenho, o Grid, faz a tela do AutoCAD 
parecer um papel milimetrado. Você pode ajustar o tamanho da medi-
da do grid e o espaçamento das suas principais linhas simulando vários 
tipos de papel milimetrado.
O Snap restringe sua habilidade de desenhar objetos para que 
eles peguem automaticamenteo ponto preciso de início e fim nas in-
tersecções do grid. O Grid e Snap são mais úteis quando utilizados em 
conjunto para que você possa desenhar objetos que encaixem ao grid. 
A Figura 3.1 mostra alguns dos botões de status que você aprenderá 
neste capítulo.
 1. Clique no botão New na barra de ferramentas Quick Access.
 2. Escolha o modelo acad.dwt Imperial (ou o modelo métrico aca-
diso.dwt) na caixa de diálogo Select Template (veja a Figura 3.2) 
e clique em Open.
Objetivo da
Certificação
 Onstott_livro.indb 37 Onstott_livro.indb 37 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
38 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
Modo Snap
Exibição do grid
Show/hide Lineweigh
Dynamic Input
Modo Ortho
Polar Tracking 
Object snap Object snap Tracking
FIGURA 3.1 Botões da barra de status.
FIGURA 3.2 Escolhendo um template para começar a desenhar.
 3. Clique com o botão direito no botão Grid Display na barra de status 
e selecione Settings no menu de contexto. Mude o espaçamento do 
Grid X para 1“ (ou 10 mm) e pressione a tecla Tab; o espaçamento 
do Grid Y atualiza-se para o mesmo valor. Defina Major Line Every 
em 12 para Imperial (ou 10 para métrico) e então você verá o grid 
de linhas mais escuro a cada pé de polegada. Observe que o espa-
çamento do Snap está definido como padrão em 1⁄2“ (ou 10mm). 
Selecione Snap On e verifique que a opção Grid Snap está seleciona-
da na área Snap Type (veja a Figura 3.3). Clique em OK.
FIGURA 3.3 Configurando o espaçamento do grid e alternância do Snap.
�
O espaçamento do grid 
é geralmente igual ou 
um incremento do in-
tervalo do Snap.
 Onstott_livro.indb 38 Onstott_livro.indb 38 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Capítulo 3 � Usando auxiliares de desenho 39
 4. Clique na ferramenta Line no painel Draw da tab Home na ribbon. 
Clique no primeiro ponto próximo ao canto inferior esquerdo da 
tela, na intersecção dos grids principais (linhas escuras). Clique 
no segundo ponto a 2’ (ou 600 mm) acima do primeiro ponto, 
clicando na segunda intersecção (ou sexta para métrico) das li-
nhas principais do grid. Clique com o botão direito do mouse 
para finalizar o comando LINE. Pode ser muito difícil ver a linha 
porque o grid pode ocultá-la.
 5. Clique no ícone Show/Hide Lineweight na barra de status e ele 
ficará destacado em azul. Pode ser difícil notar alguma diferença 
na espessura da linha porque o padrão de exibição do lineweight 
é muito fino.
 6. Clique com o botão direito do mouse no ícone Show/Hide 
Lineweight e escolha Settings no menu de contexto. Escolha 
0.016“ (ou 0.40 mm) na lista suspensa Default (veja a Figura 3.4) 
e clique em OK. A linha que você desenhou no passo 4 será mos-
trada mais espessa e, por isso, é mais visível em relação ao grid.
FIGURA 3.4 Ajustando a configuração padrão das espessuras das linhas.
 7. Digite L e pressione Enter duas vezes para continuar desenhando 
a partir do último ponto clicado. Desligue o botão Grid Display 
e ligue o botão Dynamic Input na barra de status. Mova o cursor 
horizontalmente para a direita e observe a linha elástica presa à 
mira do cursor. Note que os valores são incrementos de 1⁄2“ (ou 
10 mm); isso é tudo o que aparecerá na tela, devido ao Snap. 
O Snap pode ser utilizado independentemente do grid; o grid é 
meramente um auxiliar de projeto visual. Clique na tela do dese-
nho quando o valor dinâmico de entrada for 2’-0“ (ou 600 mm), 
como mostrado na Figura 3.5.
FIGURA 3.5 Utilizando o Snap com entradas dinâmicas para medir distân-
cias sem digitar.
�
Você aprenderá como 
controlar a lineweight 
com Layers no Capítulo 
6, “Controlando a visibi-
lidade e a aparência do 
objeto”.
 Onstott_livro.indb 39 Onstott_livro.indb 39 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
40 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
COMANDOS TRANSPARENTES
Os botões da barra de status podem ser alternados para ligado ou 
desligado, e suas configurações podem ser ajustadas enquanto ou-
tro comando está sendo executado. Os comandos que podem ser 
operados enquanto outro comando é executado são chamados de 
comandos transparentes. Digitando uma única aspa antes de um 
comando, você o força a ser executado de forma transparente. Por 
exemplo, enquanto desenha uma linha, digite ’z e pressione Enter. O 
comando ZOOM é executado sem interromper o comando LINE, e 
quando é finalizado, o comando LINE retorna. A transcrição a seguir 
mostra essa sequência de comandos:
Command: l
LINE Specify first point: 'z
'ZOOM
>>Specify corner of window, enter a 
scale factor (nX or nXP), or
[All/Center/Dynamic/Extents/Previous/
Scale/Window/Object] <real time>:
>>>>Specify opposite corner:
Resuming LINE command.
Specify first point:
Ortho e Polar Tracking
O modo Ortho auxilia nos desenhos de linhas ortogonais (horizontais 
ou verticais). O Polar Tracking é mais flexível que o modo Ortho, com 
a habilidade de restringir linhas aos incrementos de um determinado 
ângulo. Uma lista de ângulos comuns está inclusa no menu de con-
texto do botão Polar Tracking, como 45°, 30°, 22.5°, 10°, e assim por 
diante. O tecnígrafo, a régua T, a régua paralela e os esquadros usados 
nos desenhos tradicionais (prancheta) são análogos aos modos Ortho e 
Polar Tracking do AutoCAD.
Vamos experimentar os modos Ortho e Polar Tracking desenhan-
do uma série de segmentos de linha. Você usará o modo Ortho quando 
os segmentos forem de 90° e o modo Polar Tracking quando os seg-
mentos forem desenhados em outros ângulos.
 1. Se o arquivo do passo anterior não estiver aberto, acesse o site 
www.bookman.com.br, procure o Capítulo 3, faça download do ar-
quivo Ch3-A.dwg (ou Ch3-A-metric.dwg) e abra-o.
 2. Digite L e pressione Enter duas vezes para continuar desenhando 
a partir do último ponto.
 3. Desligue o modo Snap pressionando a tecla de função F9 no seu 
teclado.
�
Quando o Polar Tracking 
estiver em 90°, funcio-
nará de forma idêntica 
ao modo Ortho.
 Onstott_livro.indb 40 Onstott_livro.indb 40 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Capítulo 3 � Usando auxiliares de desenho 41
 4. Ligue o modo Ortho pressionando a tecla de função F8 no seu 
teclado.
 5. Mova o cursor para baixo a partir do último ponto, digite 10-3/4" 
(ou 240 mm) e pressione Enter. O modo Ortho restringe a linha 
verticalmente e, digitando um valor explícito, elimina a necessi-
dade do Snap (veja a Figura 3.6). Você não deve utilizar as vírgu-
las das coordenadas cartesianas ou o símbolo das coordenadas 
polares com entrada de distância direta.
 6. Desligue o modo Ortho clicando no botão da barra de status. Li-
gue o Polar Tracking clicando no próximo botão à direita. Clique 
com o botão direito do mouse no ícone Polar Tracking e selecione 
45.00 no menu de contexto.
FIGURA 3.6 Desenhando uma linha usando o modo Ortho e uma entrada de 
distância direta.
 7. Mova o cursor ao redor e observe que linhas tracejadas em verde 
aparecem em oito locais (de 45° em 45°). Mova o cursor para 
a direita em relação ao último ponto, digite 2' (ou 600 mm) e 
pressione Enter (veja a Figura 3.7). Pressione Esc para finalizar o 
comando LINE sem deletar o último segmento desenhado.
FIGURA 3.7 Desenhando outra linha com o modo Ortho e uma entrada de 
distância direta.
 8. Salve seu trabalho como Ch3-B.dwg (ou Ch3-B-metric.dwg).
�
O traço é um separador 
necessário entre pole-
gadas inteiras e fracio-
nadas.
Objetivo da
Certificação
 Onstott_livro.indb 41 Onstott_livro.indb 41 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
42 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
Assim como o modo Ortho, o Polar Tracking garante que a última 
linha desenhada foi perfeitamente alinhada ao incremento definido; 
você tinha somente que mover o cursor na direção principal que você 
queria sua nova linha. Ortho e Polar Tracking evitam que você tenha 
que digitar valores de ângulos ou coordenadas, ou até mesmo que 
você tenha que pensar sobre sistemas de coordenadas.
 Onstott_livro.indb 42 Onstott_livro.indb 42 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem.Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
 
Dica do professor
A descrição das ferramentas de auxílio ao desenho pode ser verificada no vídeo a seguir. Confira!
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/dc3f965b1c4caea8ded63aac7c5fec0a
Exercícios
1) Onde estão localizadas as ferramentas de auxílio ao desenho? 
A) Estão localizadas na parte inferior da workspace do AutoCAD.
B) Elas estão ocultas na workspace do AutoCAD.
C) Elas só podem ser acionadas por comandos no teclado.
D) Elas estão na Palette Annotate do AutoCAD.
E) No lado direito da área de desenho.
2) Sobre o Grid, é CORRETO afirmar que: 
A) Estabelece uma malha com medidas predeterminadas.
B) Faz a tela do AutoCAD parecer um papel milimetrado.
C) Ele direciona a sequência do desenho.
D) Estabelece o início do desenho.
E) A dimensão do Grid é estabelecida pelo Snap.
3) Sobre as ferramentas de auxílio ao desenho, é CORRETO afirmar que: 
A) Elas podem ter suas definições editadas.
B) O Grid é utilizado apenas no Model Space.
C) O Ortho e o Polar devem estar, ao mesmo tempo, ligados ou desligados.
D) O Tracking pode ser ligado pela tecla F2.
E) O 3D Osnap possui os mesmos modos que o Osnap.
4) Como identificar linhas sobrepostas utilizando as ferramentas de auxílio ao desenho? 
A) Ligando o Selection Cycling.
B) Clicando duas vezes na entidade.
C) Ligando a ferramenta Transparency.
D) Ligando o Tracking.
E) Utilizando o Infer Constraints para o desenho do objeto.
5) Quais restrições aparecem ao desenhar um retângulo com o comando Retângulo e com a 
ferramenta Infer Constraints ligada? 
A) 2 perpendiculares e 2 paralelos.
B) 4 paralelos e 1 perpendicular.
C) 1 paralelo e 3 coincidentes.
D) 1 concêntrico e 4 perpendiculares.
E) 1 simétrico e 3 perpendiculares.
Na prática
Acompanhe o processo de evolução do programa AutoCAD.
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
AutoCAD Básico - 010 - Ferramentas de Precisão (Object Snap).
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 064 - Aumentando a tela de desenho
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/JnJNNxtH3os
https://www.youtube.com/embed/6ie2X4MZ_cU
O que é um software CAD? 
Apresentação
O AutoCAD é um programa de CAD (Computer Aided Design), ou seja, desenho assistido por 
computador - desenvolvido pela Autodesk. 
Nesta Unidade de Aprendizagem, você verá como é apresentada a interface do software AutoCAD 
e como utilizar o sistema de coordenadas x/y no model space. 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar as áreas da workspace do software AutoCAD.•
Apontar as funções da interface gráfica do usuário.•
Diferenciar as formas de trabalho do sistema de coordenadas no model space.•
Desafio
Com base nessa informação, analise a figura. Sabendo que a coordenada A está em (15,5); o 
segmento AB tem dimensão de 3 unidades; o segmento BC, dimensão de 4 unidades; o segmento 
CD, 5 unidades; o segmento DE possui dimensão de 6 unidades; e o segmento EF, 8 unidades, qual 
coordenada resultou para cada um dos pontos - B, C, D, E e F? Que tal testar esse desafio 
praticando no AutoCAD e utilizando as coordenadas e as dimensões acima?
Infográfico
Na ilustração a seguir, você poderá observar algumas, entre milhares, de possibilidades e recursos 
que o AutoCAD proporciona. 
Ela representa uma pequena parte da interface do usuário.
Conteúdo do livro
Para você começar a se familiarizar com o programa, abra o AutoCAD e explore-o, seguindo as 
instruções do seguinte trecho do livro AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012: Essencial, de Scott 
Onstott.
Boa leitura.
Scott Onstott
Autodesk
Guia de Treinamento Ofi cial
Preparação para Certifi cação Autodesk
E S S E N C I A L
AutoCAD
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® 2012 E
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IA
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Onstott
COMUNICAÇÃO VISUAL
Veja como você pode adicionar facilmente hachuras 
sólidas, preenchimento de padrões e gradientes
Caminhe ou voe com modelos 3D em perspectiva
Destaques da série Essencial:
• Tutoriais passo a passo 
• Ilustrações e telas totalmente coloridas
• Além do essencial – resumos e exercícios práticos sugeridos
• Arquivos de exercícios para download
AutoCAD® 2012 e
AutoCAD LT®
 2012
S É R I E E S S E N C I A L
ISBN: 978-85-407-0088-8
ISBN: 978-85-407-0086-4
ISBN: 978-85-407-0091-8
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uma empresa que engloba diversos 
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distribuição de conteúdo técnico, científi co 
e profissional, disponibilizando-o como, 
onde e quando você precisar.
Aprenda AutoCAD de forma rápida e fácil!
Este guia de treinamento ofi cial Autodesk aborda de maneira completa os 
fundamentos do AutoCAD e do AutoCAD LT, além de ensinar tudo o que você 
precisa para dominar o software rapidamente. Você vai aprender a desenhar 
em 2D, criar formas curvas complexas, gerenciar objetos com layers, organizar 
seu desenho usando blocos e grupos, adicionar cotas de dimensionamento e 
anotações em texto, trabalhar com layouts, plotar e imprimir, modelar em 3D, 
criar renderizações realistas, e muito mais. Se você é um aspirante a profi ssional 
de CAD/CAM ou está apenas relembrando o básico, esta é a forma mais rápida e 
completa para desenvolver seu aprendizado no AutoCAD.
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O59a Onstott, Scott.
 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012 : guia de treinamento 
 oficial / Scott Onstott ; tradução técnica: Luciana Klein da Silva 
 de Morais. – Porto Alegre : Bookman, 2012.
 xxii, 376 p. ; 25 cm. – (Essencial)
 ISBN 978-85-407-0080-2
 1. Ciência da computação. 2. Software. – Arquitetura. 
 3. AutoCAD. I. Título. 
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Catalogação na publicação: Fernanda B. Handke dos Santos – CRB 10/2107
O AutOr
Scott Onstott publicou cinco livros com a Sybex antes 
do presente título, incluindo Enhancing Architectural 
Drawings and Models with Photoshop, AutoCAD: 
Professional Tips and Techniques (com Lynn Allen), 
Enhancing CAD Drawings with Photoshop, Mastering 
Autodesk Architectural Desktop 2006 e Autodesk VIZ 
2005 (com George Omura). Scott trabalhou em cerca 
de 20 outros livros técnicos como coautor, revisor, editor de compila-
ção e/ou editor técnico.
Scott é bacharel em arquitetura pela Universidade da Califórnia, 
Berkeley, e é ex-professor universitário que hoje atua como consul-
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lares da indústria. Você pode entrar em contato com o autor no site: 
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CAPÍTULO 1
Começando
Ao começar este capítulo, gostaria de lembrar uma citação de Lao-Tzu: 
“Uma viagem de mil milhas começa com um único passo”. Da mesma 
forma, aprender AutoCAD é algo que qualquer pessoa pode fazer se 
der um passo de cada vez. E garanto que o AutoCAD é muito mais fácil 
do que caminhar mil milhas! Parabéns, se você está lendo isto, você 
está no caminho agora. Ao final deste livro, você terá um conhecimen-
to sólido sobre o AutoCAD.
Explore o AutoCAD 2012 parausuários
do Windows
A Autodesk lançou várias versões de AutoCAD, dentre elas o AutoCAD 
2012, o AutoCAD LT 2012 e o AutoCAD 2012 para Mac. As duas ver-
sões para Windows parecem quase iguais e funcionam quase da mes-
ma maneira. A principal diferença é que o AutoCAD LT não suporta 
automatização nem algumas das ferramentas 3D avançadas. A versão 
para Mac parece um pouco diferente das versões para Windows, mas 
suas funções são quase iguais. Apesar de ter usado o AutoCAD 2012 
instalado no Windows XP Professional para escrever este livro, você 
poderá usá-lo para aprender quaisquer das versões atuais do AutoCAD.
Explore a interface gráfica do usuário de AutoCAD
Antes de você usar o AutoCAD, você precisará se familiarizar comple-
tamente com a interface gráfica do usuário (GUI – Graphical User In-
terface). A interface do AutoCAD 2012 (para Windows) é mostrada na 
Figura 1.1.
�
O AutoCAD para Mac 
tem uma interface de 
usuário que é persona-
lizada para o trabalho 
com Mac. Embora a in-
terface de usuário para 
Mac não seja abordada 
neste livro, seus co-
mandos e capacidades 
são semelhantes ao 
AutoCAD para Windows.
 Onstott_livro.indb 1 Onstott_livro.indb 1 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
2 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
Ribbon
Controle das
viewports na tela
Cursor
Área de desenho
Ícone da UCS
Janela de comandos
Barra de status
Menu de
aplicação
Barra de
acesso rápido
Nome
do arquivo
Centro de
informações
Controle
de aplicações
Barra de
navegação
Controles
do Windows
– para o arquivo
Controles do Windows
– para o AutoCAD
Cubo de visualização
FIGURA 1.1 Interface do usuário no AutoCAD 2012.*
Agora veremos passo a passo o básico sobre a interface de usuário 
no AutoCAD:
 1. Clique no menu do aplicativo. Digite polygon e observe que o 
texto aparece na caixa de busca no topo do menu do aplicati-
vo. Os resultados da busca listam muitos comandos relacionados 
(veja Figura 1.2). O Search (Busca) é útil quando você não tem 
certeza de onde acessar um comando na interface ou quando 
você não sabe exatamente o nome do comando.
FIGURA 1.2 Procurando por comandos no menu do aplicativo.
* N. de T.: Os ítens da interface gráfica, nomes de comandos (e suas opções), termos e 
caixas de diálogo serão mencionados em inglês no decorrer deste livro, assim como no 
AutoCAD. No entanto, você encontrará a tradução do item entre parênteses ao lado da 
primeira vez em que ele for mencionado.
Objetivo da
Certificação
 Onstott_livro.indb 2 Onstott_livro.indb 2 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Capítulo 1 � Começando 3
 2. Clique no X vermelho no canto superior direito da caixa de busca 
para o menu do aplicativo inicial reaparecer; aqui você pode criar 
novos arquivos ou abrir arquivos existentes, exportar ou imprimir 
arquivos, entre outras coisas. Pause o cursor sobre Open e então 
clique em Drawing (Figura 1.3).
FIGURA 1.3 Abrindo um arquivo a partir do menu do aplicativo.
 3. Selecione o seguinte exemplo de arquivo de desenho e clique em 
Open na caixa de diálogo Select File:
C:\Program Files\Autodesk\AutoCAD 2012\Sample\
Sheet Sets\Manufacturing\VW252-02-0142.dwg
Se você está usando o AutoCAD LT, abra qualquer um 
dos arquivos de exemplos localizados em: C:\Program Files\
Autodesk\AutoCAD LT 2012\Sample. A palette (paleta) Sheet 
Set Manager (Gerenciamento de Conjunto de Folhas) aparece 
quando um arquivo de exemplo é aberto (veja Figura 1.4). Esta 
palette aparece automaticamente quando você abre um arquivo 
que faz parte de um sheet set (conjunto de folhas). O AutoCAD 
tem muitas palettes para organizar ferramentas e conteúdos de 
desenho reutilizáveis.
 4. Clique na tab (aba) Sheet Views (Visualização de Folhas) ao lon-
go do lado direito do Sheet Set Manager e veja que as tabs pro-
videnciam meios de acessar conteúdos adicionais da interface. 
Na forma atual, o Sheet Set Manager é uma palette flutuante. 
Arraste a barra da palette e a reposicione na tela.
 5. Clique no botão Auto-hide (Autoesconder) e veja que a palette se 
converte em uma barra de palette vertical; isto economiza espaço 
na tela. Pause o cursor sobre a barra da palette e veja que ela re-
aparece inteira, permitindo acesso ao seu conteúdo. Agora mude 
o botão Auto-hide para Off (Desligado).
Objetivo da
Certificação
O Sheet Set (Conjunto 
de Folhas) está disponí-
vel no AutoCAD LT e é 
uma característica op-
cional no AutoCAD.
�
�
Arraste as palettes flutu-
antes para um segundo 
monitor para maximizar 
a área de desenho 
(drawing area) no seu 
monitor principal.
 Onstott_livro.indb 3 Onstott_livro.indb 3 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
4 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
Botão/Pino autoesconder
Menu de propriedades da paleta
Barra da paleta
Interface da tab
FIGURA 1.4 Descubra a palette abrindo um arquivo de exemplo.
 6. Clique no menu de propriedades da palette e selecione Anchor 
Left (Fixar à Esquerda). A palette Sheet Set Manager é fixada ao 
longo do lado esquerdo da interface do usuário (veja Figura 1.5). 
Existem muitas opções para você organizar a interface do usuário 
a fim de adaptá-la ao seu modo de trabalho.
FIGURA 1.5 Fixando uma palette.
 Onstott_livro.indb 4 Onstott_livro.indb 4 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Capítulo 1 � Começando 5
 7. Clique duas vezes em Detail-B abaixo de 04 – Brush Roller Sub 
Assy no Manufacturing sheet set. Um novo desenho aparece na 
janela de desenho.
 8. Clique no botão Open (Abrir) na barra de ferramentas Quick 
Access. Selecione qualquer arquivo na pasta Manufacturing e cli-
que em Open. Se você está usando o AutoCAD LT, abra qualquer 
outro arquivo de exemplo.
 9. Clique no botão Quick View Drawings (Visualização Rápida de Dese-
nhos) na barra de status (veja Figura 1.6). Posicione o cursor sobre o 
primeiro arquivo de desenho e observe que duas visualizações me-
nores aparecem acima dele; estes são os espaços de desenho realça-
dos (Model e Layouts do arquivo). Posicione o cursor sobre Model 
e a visualização aumenta. Clique no ícone de visualização do Model 
para ir para lá imediatamente. Use o Quick View para navegar entre 
os arquivos abertos e seus espaços de trabalho (Model e Layouts).
Espaços de trabalho
do desenho realçados
Abrir arquivos
Fechar visualização
rápida
Abrir visualização rápida
FIGURA 1.6 Acessando arquivos abertos e seus espaços de trabalho (Model 
e Layouts) com o Quick View.
ESPAÇOS DE DESENHO DO AUTOCAD
O AutoCAD tem dois tipos de espaços de desenho: paper e model. 
O Paperspace ou layout (espaço do papel) é uma área bidimensional 
análoga que tem as dimensões de uma folha de papel. Podem ser cria-
dos vários tamanhos de papel em layouts individuais (veja o Capítulo 
13, “Trabalhando com layouts e objetos anotativos”). O modelspace 
(espaço do modelo) por outro lado, é um espaço tridimensional único, 
em que tudo é desenhado em seu tamanho real. O modelspace geral-
mente é escalado nas viewports e mostrado no paperspace. Muitos dos 
desenhos que você fará no AutoCAD estarão no modelspace. Ambos os 
espaços – paper e model – são salvos no mesmo arquivo de desenho.
Explore o workspace do AutoCAD
Os workspaces (espaços de trabalho) do AutoCAD (não confundir 
com espaços de desenho) armazenam as configurações dos contro-
Objetivo da
Certificação 
�
A barra de ferramentas 
Quick Access é uma 
forma conveniente de 
abrir arquivos, especial-
mente quando você não 
está usando o Sheet Set 
Manager.
 Onstott_livro.indb 5 Onstott_livro.indb 5 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
6 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
les de interface do usuário, que incluem menus, barras de ferramentas 
(toolbars), palettes e ribbon. As pessoas usam os Workspaces para con-
figurar rapidamente a interface para o seu trabalho. Vamos dar uma 
olhada nos Workspaces do AutoCAD:
 1. Selecione o workspace AutoCAD Classic na lista da barra de ferra-
mentas Quick Access. A interface do usuário muda drasticamente 
(veja Figura 1.7). O workspace AutoCAD Classic faz o AutoCAD pa-
recer semelhante ao da versão 2008 eanteriores.
Barra de
menu
clássico
Barras de
ferramentas
flutuantes
Barras de
ferramentas
ancoradas
Barras de
rolagem
FIGURA 1.7 Workspace AutoCAD Classic.
 2. Arraste uma barra de ferramentas ancorada do lado da tela para a 
área de desenho e tranforme-a em uma barra de ferramentas flutu-
ante. Selecione, na barra de menus, Tools → Toolbars → AutoCAD 
→ Dimension. Arraste a barra de ferramentas flutuante Dimension 
para qualquer lado da tela e ancore-a.
 3. Posicione o cursor sobre uma barra de ferramentas ancorada e 
clique com o botão direito do mouse; um menu contextual de 
barra de ferramentas aparece. Selecione Object Snap neste menu 
(Figura 1.8).
 4. Clique com o botão direito do mouse na área de desenho e você 
verá um menu contextual diferente. Clique com o botão direito 
do mouse sobre a maioria dos itens, das tool palettes até os bo-
tões da barra de status, para ver os outros menus de contexto. 
No workspace Classic, clicar com o botão direito é uma maneira de 
acessar vários menus contextuais ao longo da interface do usuário.
�
Embora os usuários 
antigos possam sentir-
-se mais confortáveis 
com a interface clássica 
do AutoCAD, há muitas 
vantagens em usar to-
dos os workspaces.
Objetivo da
Certificação
Objetivo da
Certificação
 Onstott_livro.indb 6 Onstott_livro.indb 6 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Capítulo 1 � Começando 7
 Onstott_livro.indb 7 Onstott_livro.indb 7 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
 
Dica do professor
O vídeo a seguir apresenta uma maneira dinâmica a workspace do AutoCAD 2012.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/48e326eef8aec94d3118f18ccdd30974
Exercícios
1) Em qual aba do AutoCAD está o comando Line (linha)? 
A) Na aba Insert.
B) Na aba Home.
C) Apenas digitando o comando Line.
D) No modo Classic.
E) Ctrl + L . Tecla de atalho para Construct Line.
2) Qual o nome do ícone vermelho do AutoCAD e para quais funções ele dá acesso? 
A) Application menu. Dá acesso a criar, salvar e exportar arquivos entre outras funções.
B) Applicattion Panel. Comandos de desenho e modificação.
C) Application Tool Bar. Comando de impressão tão somente.
D) Application Commands. Dá acesso a todos os comandos por meio de ícones em cascata.
E) Toolbar Application Icon. Dá acesso à impressão e ao salvamento de arquivos em formato de 
intercâmbio.
3) O que é uma Tool Tip? 
A) É uma pequena descrição que o programa fornece ao passar lentamente o cursor do mouse 
sobre um ícone das Ribbons (abas).
B) É uma pequena dica de produtividade.
C) É uma ferramenta para desenhar Tip.
D) É um comando para salvar com segurança as Tips.
E) É a ferramenta para comandos 3D.
4) O que é um Command (comando)? 
A) É uma instrução de uma só palavra que você dá ao programa dizendo a ele para fazer algo.
B) É uma instrução dada pelo programa.
C) É o feedback de algo feito na tela.
D) São as alternativas de desenho.
E) São ícones disponíveis na tela.
5) Qual a alternativa CORRETA sobre o UCS Icon? 
A) Em forma de L e situado no canto inferior esquerdo da área de desenho, ele mostra a 
orientação no desenho.
B) Indica a posição do Grid de desenho.
C) É fixo com relação às coordenadas relativas do desenho.
D) Apenas auxilia o desenhista a achar a coordenada 0 (zero).
E) Acompanha o desenho das linhas auxiliando na direção em que elas serão desenhadas.
Na prática
O programa AutoCAD tem mais de 30 anos e nesse tempo toda sua interface teve modificações, 
que foram acompanhando as interfaces do sistema operacional para o qual ele foi desenvolvido. 
Na versão AutoCAD 2012, foi implementada uma nova maneira de acessar os comandos, as Ribbon 
ou Abas, o que é comum a vários outros programas para Windows da Microsoft. Na interface 
clássica, encontrar a ferramenta certa com tantas pallets, menus e barras de ferramenta já era um 
trabalho em si.
Então para facilitar, a Autodesk passou a adotar o padrão de Ribbon da Microsoft. O uso de 
Ribbons facilitou muito essas tarefas, organizando um grande número de informações em uma 
única pallet.
O que antes era o menu Draw, por exemplo, que trazia uma lista de comandos que se expandiam 
em outra lista e, às vezes, até numa terceira lista, agora vem na aba Home com os principais ícones 
de comando. 
 
Na prática, ficou muito mais simples acessar os comandos por meio de ícones agrupados do que 
pela antiga lista que aparecia nos menus.
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Unidade 1 - Introdução ao Autocad
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD - Tutorial 01 - Parte 01
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Autodesk
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/Hr0-_r5NAHY
https://www.youtube.com/embed/08A1uopQ1do
https://www.autodesk.com/education/free-software/autocad
Apresentacao da workspace e do 
software AutoCAD
Apresentação
O AutoCAD é um programa de CAD (do inglês computer aided design, "desenho assistido por 
computador") desenvolvido pela AUTODESK. Nesta Unidade de Aprendizagem veremos como 
selecionar a workspace para desenho bidimensional, como explorar a interface gráfica e como 
utilizar o model space e o layout. Bons estudos! Ao final desta unidade você deve apresentar os 
seguintes aprendizados: 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar comandos na workspace para desenho bidimensional.•
Distinguir model space de layout.•
Reconhecer a relação das coordenadas x/y para desenhos bidimensionais.•
Desafio
Abra o AutoCAD de forma padrão, configure a área do model space para trabalho em 2D e crie um 
layout para folha A4, com uma viewport em que a escala da viewport seja 1/200 para unidade de 
medida em metros.
Infográfico
Observando o infográfico, é possível compreender as funções principais do model space e do layout. 
Todos os objetos reais são representados, ou modelados, no model space na escala 1:1, ou seja, em 
sua verdadeira grandeza. Ao utilizar do recurso de impressão pelo layout (paper space), são criadas 
viewports, as quais, pelo comando zoom, ajustam o objeto modelado na escala adequada ao 
tamanho de folha utilizada. No layout, a folha é representada em escala 1:1.
Conteúdo do livro
Para auxiliar no entendimento de desenho de retas e retângulos e na compreensão da utilização de 
planos cartesianos, foi selecionado um trecho da seguinte obra: ONSTOTT, S. AutoCAD 2012 e 
AutoCAD LT 2012: Essencial. Série Guia de Treinamento Oficial - Preparação para Certificação 
Autodesk. Porto Alegre: Bookman, 2012.
Boa leitura!
Scott Onstott
Autodesk
Guia de Treinamento Ofi cial
Preparação para Certifi cação Autodesk
E S S E N C I A L
AutoCAD
® 2012 e AutoCAD LT
® 2012 E
S
S
E
N
C
IA
L
Onstott
COMUNICAÇÃO VISUAL
Veja como você pode adicionar facilmente hachuras 
sólidas, preenchimento de padrões e gradientes
Caminhe ou voe com modelos 3D em perspectiva
Destaques da série Essencial:
• Tutoriais passo a passo 
• Ilustrações e telas totalmente coloridas
• Além do essencial – resumos e exercícios práticos sugeridos
• Arquivos de exercícios para download
AutoCAD® 2012 e
AutoCAD LT®
 2012
S É R I E E S S E N C I A L
ISBN: 978-85-407-0088-8
ISBN: 978-85-407-0086-4
ISBN: 978-85-407-0091-8
ISBN: 978-85-407-0090-1
A Bookman Editora é parte do Grupo A, 
uma empresa que engloba diversos 
selos editoriais e várias plataformas de 
distribuição de conteúdo técnico, científi co 
e profissional, disponibilizando-o como, 
ondee quando você precisar.
Aprenda AutoCAD de forma rápida e fácil!
Este guia de treinamento ofi cial Autodesk aborda de maneira completa os 
fundamentos do AutoCAD e do AutoCAD LT, além de ensinar tudo o que você 
precisa para dominar o software rapidamente. Você vai aprender a desenhar 
em 2D, criar formas curvas complexas, gerenciar objetos com layers, organizar 
seu desenho usando blocos e grupos, adicionar cotas de dimensionamento e 
anotações em texto, trabalhar com layouts, plotar e imprimir, modelar em 3D, 
criar renderizações realistas, e muito mais. Se você é um aspirante a profi ssional 
de CAD/CAM ou está apenas relembrando o básico, esta é a forma mais rápida e 
completa para desenvolver seu aprendizado no AutoCAD.
Aprenda o essencial em AutoCAD e AutoCAD LT e mais:
• Desenhar linhas, círculos, arcos – e outros desenhos 2D básicos
• Editar entidades e criar curvas
• Tornar hachuras transparentes e adicionar preenchimentos de gradientes
• Organizar objetos com blocos, grupos e referências externas (Xrefs)
• Entender e criar estilos de cotas
• Adicionar restrições geométricas e editar objetos com restrições
• Modelar e navegar em modelos 3D
• Criar renderizações realistas e vídeos de animações de passeio dentro do modelo
Autodesk
®
025707_Autocad LT 2012.indd 1 06/10/2011 18:12:16
Onstott_Iniciais.indd iiOnstott_Iniciais.indd ii 21/09/11 11:0521/09/11 11:05
O59a Onstott, Scott.
 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012 : guia de treinamento 
 oficial / Scott Onstott ; tradução técnica: Luciana Klein da Silva 
 de Morais. – Porto Alegre : Bookman, 2012.
 xxii, 376 p. ; 25 cm. – (Essencial)
 ISBN 978-85-407-0080-2
 1. Ciência da computação. 2. Software. – Arquitetura. 
 3. AutoCAD. I. Título. 
CDU 004.4AutoCAD
Catalogação na publicação: Fernanda B. Handke dos Santos – CRB 10/2107
O AutOr
Scott Onstott publicou cinco livros com a Sybex antes 
do presente título, incluindo Enhancing Architectural 
Drawings and Models with Photoshop, AutoCAD: 
Professional Tips and Techniques (com Lynn Allen), 
Enhancing CAD Drawings with Photoshop, Mastering 
Autodesk Architectural Desktop 2006 e Autodesk VIZ 
2005 (com George Omura). Scott trabalhou em cerca 
de 20 outros livros técnicos como coautor, revisor, editor de compila-
ção e/ou editor técnico.
Scott é bacharel em arquitetura pela Universidade da Califórnia, 
Berkeley, e é ex-professor universitário que hoje atua como consul-
tor, produtor de vídeo independente e colaborador para sites popu-
lares da indústria. Você pode entrar em contato com o autor no site: 
www.scottonstott.com.
Capítulo 2 � Técnicas básicas de desenho 17
Desenhe linhas e retângulos
Provavelmente, os comandos de desenho que você mais usará no 
AutoCAD são LINE e RECTANGLE. Você começará desenhando algumas 
linhas e retângulos sem se preocupar com as medidas.
Desenhe linhas
As linhas são a coluna vertebral do AutoCAD. Vamos começar a dese-
nhar linhas.
1. Em Ch2-A.dwg ou Ch2-A-metric.dwg, use o zoom dentro da sala
de estar, no canto direito inferior, de forma a encontrar espaços
vazios na tela.
2. Desligue todos os botões da barra de status. Os botões de status
ficam azul quando estão ligados e cinza quando estão desligados
(veja Figura 2.7).
FIGURA 2.7 Todos os botões de status desligados.
3. Digite L e pressione Enter. Clique dois pontos arbitrários para
criar uma linha. Observe o segmento flexível (chamado linha
elástica) conectando o cursor com o segundo ponto que você
clicou (Figura 2.8).
�
Você usará alguns 
botões de status no 
Capítulo 3, “Usando au-
xiliares de desenho”
 Onstott_livro.indb 17 Onstott_livro.indb 17 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
18 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
Mira do cursor
Linha elástica
Segmento de linha completo
FIGURA 2.8 Desenhando uma linha.
 4. Clique em outro ponto para desenhar o segundo segmento. Leia 
o prompt na janela de comandos
Specify next point or [Close/Undo]:
Digite U e pressione Enter. O último ponto que você clicou é 
desfeito, mas a linha elástica continua conectada ao cursor, indi-
cando que você pode continuar desenhando linhas.
 5. Clique mais dois pontos e então digite C e pressione Enter para 
criar um segmento final entre o primeiro e o último ponto. 
A opção Close finaliza automaticamente o comando Line, então 
o Enter não é mais necessário como foi no passo 3.
 6. Pressione a barra de espaço (ou o Enter) para repetir o último 
comando. Clique dois pontos arbitrários para criar um único seg-
mento de linha. Clique com o botão direito do mouse para abrir 
um menu de contexto e então selecione Enter com um clique no 
botão esquerdo do mouse.
 7. Abra o menu do aplicativo e clique no botão Options. Clique na 
tab User Preferences na caixa de diálogo Options que aparece. 
Abaixo da seção Windows Standard Behavior, clique no botão 
Right-Click Customization. Então, na nova caixa de diálogo, sele-
cione Turn On Time-Sensitive Right-Click (veja Figura 2.9). Clique 
em Apply & Close e então em OK na caixa de diálogo Options.
 8. Selecione a tab Home na ribbon e clique na ferramenta Line no 
painel Draw. Clique dois pontos e desenhe outra linha. Clique 
com o botão direito rapidamente para finalizar o comando Line.
 9. Clique com o botão direito novamente para repetir o último co-
mando e então clique dois pontos na tela. Em seguida, clique 
devagar no botão direito (pressione e segure o botão direito do 
mouse por cerca de meio segundo se necessário) e você verá o 
menu de contexto mostrado na Figura 2.10. Clique com o botão 
esquerdo em Enter, neste menu, para completar o comando Line.
Time-Sensitive Right-
-Click é apenas uma op-
ção. Experimente-a para 
ver se você acha mais 
eficiente para desenhar 
linhas.
�
 Onstott_livro.indb 18 Onstott_livro.indb 18 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Capítulo 2 � Técnicas básicas de desenho 19
FIGURA 2.9 Ligando o Time-Sensitive Right-Click para um desenho mais 
eficiente.
FIGURA 2.10 Este menu de contexto aparece quando você mantém o botão 
direito do mouse pressionado por cerca de meio segundo.
Desenhe retângulos
Os segmentos de linhas são tratados como objetos individuais, en-
quanto os quatro segmentos de linhas que formam um retângulo são 
tratados como um só objeto. Embora os retângulos possam ser obvia-
mente desenhados com o comando Line, os comandos especiais como 
RECTANGLE são mais eficientes para construir formas e oferecem mais 
opções. Vamos experimentá-los agora.
 1. Clique na ferramenta Rectangle no painel Draw e então clique 
dois cantos opostos na tela. O comando finaliza automaticamen-
te quando o retângulo é desenhado.
 2. Pressione Enter para repetir o último comando. Então, preste 
atenção ao prompt na janela de comando:
Specify first corner point or
[Chamfer/Elevation/Fillet/Thickness/Width]:
Objetivo da
Certificação
 Onstott_livro.indb 19 Onstott_livro.indb 19 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
20 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
 3. Clique o primeiro canto na área de desenho. Um novo texto no 
prompt aparece:
Specify other corner point or
[Area/Dimensions/Rotation]:
 4. Clique o outro canto e o comando é finalizado. Você tem a opor-
tunidade de executar várias opções antes de clicar o primeiro 
ponto, e novamente mais opções aparecem depois de você clicar 
o primeiro ponto e antes de clicar o segundo ponto, que finaliza 
o comando.
 5. Digite rectang (o atalho para o comando RECTANGLE) e pressio-
ne a barra de espaço. Digite F e pressione Enter para executar a 
opção Fillet (arredondamento). O prompt de comando apresenta:
Specify fillet radius for rectangles <0.0000>:
 6. Digite 2" (ou 5 cm) e pressione Enter.
 7. Clique dois pontos para desenhar o retângulo. O resultado tem 
cantos arredondados (veja Figura 2.11).
Primeiro clique
Segundo clique
FIGURA 2.11 Retângulo desenhado usando a opção Fillet.
 8. Desenhe outro retângulo e note que ele também tem os cantos 
arredondados. Algumas opções como o raio do fillet são fixas; 
elas permanecem até que você as altere. Zere a opçãoFillet pres-
sionando a barra de espaço, digitando F, pressionando Enter, di-
gitando 0 e pressionando Enter novamente. Clique dois pontos 
para desenhar o retângulo com cantos vivos.
 9. Salve o arquivo Ch2-A.dwg ou Ch2-A-metric.dwg clicando no 
botão Save na barra de ferramentas Quick Access.
DRAWING RECOVERY MANAGER
Ocasionalmente, algo dá errado com o AutoCAD e ele trava. Na pró-
xima vez que você abrir o AutoCAD, o Drawing Recovery Manager 
(Gerenciador de Recuperação de Desenho) aparecerá automatica-
mente, permitindo que você recupere arquivos danificados que es-
tavam abertos (e que possivelmente foram corrompidos) quando o 
programa travou inesperadamente.
�
Preste muita atenção 
ao prompt na janela 
de comando para ver 
que opções estão dis-
poníveis e/ou o que é 
pedido para digitar es-
pecificamente em cada 
passo. Depois de algu-
ma prática, você poderá 
antecipar as sequências 
dos comandos e saberá 
o que fazer em seguida, 
sem olhar para a janela 
de comando.
�
Não digite cm quando 
usar unidades métricas; 
digite apenas os nú-
meros.
 Onstott_livro.indb 20 Onstott_livro.indb 20 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Capítulo 2 � Técnicas básicas de desenho 21
Cancele, apague e desfaça
Cometer erros no AutoCAD é completamente aceitável, se você sabe 
como cancelar, apagar e/ou desfazer o que fez de errado. O exercício a 
seguir mostrará como fazer isso tudo:
 1. Digite L e pressione Enter. Clique dois pontos na tela e então 
pressione a tecla Esc. O comando LINE é finalizado, mas o único 
segmento que você criou permanece na tela. A tecla Esc habilita-
rá você a sair ou cancelar qualquer comando em uso ou caixa de 
diálogo aberta.
 2. Digite E e pressione a barra de espaço. Clique na linha criada no 
passo 1 e então clique com o botão direito do mouse; o segmen-
to é apagado.
 3. Clique na ferramenta Line no painel Draw, clique quatro pontos 
na tela (fazendo três segmentos) e então clique com o botão di-
reito do mouse para finalizar o comando LINE.
 4. Clique em cada segmento, um de cada vez. Grips (alças) azuis 
aparecem nos endpoints (extremidades) e nos midpoints (meios) 
(veja Figura 2.12). As grips são usadas para edição, e você apren-
derá mais sobre isso no Capítulo 4, “Editando entidades”. En-
quanto isso, é útil saber que, se você pressionar a tecla Delete, as 
linhas são apagadas.
FIGURA 2.12 Selecionando linhas antes de apagá-las.
 5. Clique na seta Undo na barra de ferramentas Quick Access (veja 
Figura 2.13). As linhas que você apagou no passo 4 reaparecem.
Desfazer Refazer
FIGURA 2.13 Undo e Redo.
Objetivo da
Certificação
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22 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
 6. Clique no botão Redo e as linhas desaparecem novamente.
 7. Clique no menu da seta do botão Undo. Uma lista de todos os 
comandos que você usou nessa sessão é mostrada. Selecione o 
item mais inferior da lista para desfazer tudo até o momento em 
que você abriu o arquivo Ch2-A.dwg ou Ch2-A-metric.dwg.
Use sistemas de coordenadas
O AutoCAD usa o mesmo espaço euclidiano que você aprendeu nas 
aulas de geometria na sua juventude – mas não entre em pânico, eu 
não espero que você se lembre de qualquer teorema! Você pode de-
senhar objetos no espaço euclidiano usando os seguintes sistemas de 
coordenadas: cartesiano, polar, cilíndrico e esférico (visto que os dois 
últimos são raramente usados, eles não serão abordados neste livro).
As coordenadas cartesianas são muito úteis para desenhar retân-
gulos com medidas específicas de comprimento e altura. As coorde-
nadas polares são frequentemente usadas para desenhar linhas com 
comprimentos específicos e ângulos baseados na horizontal. Uma vez 
que você aprenda a sintaxe do sistema de coordenadas, você pode 
mesclar os sistemas para desenhar com precisão em qualquer contexto.
No sistema cartesiano, cada ponto é definido por três valores, 
expressos como distâncias ao longo dos eixos X, Y e Z. Em desenhos 
bidimensionais, o valor da coordenada Z de todos os objetos é 0 e, 
portanto, os objetos são expressos somente nas coordenadas X e Y 
(veja Figura 2.14).
FIGURA 2.14 Coordenadas cartesianas bidimensionais.
�
No AutoCAD, você 
pode desfazer e refazer 
ações ilimitadamente. 
No entanto, você não 
consegue desfazer nada 
quando abre um arqui-
vo existente; em outras 
palavras, as ações dos 
comandos UNDO (Des-
fazer) e REDO (Refazer) 
não são armazenadas 
no arquivo, mas na RAM 
dinâmica.
Objetivo da
Certificação
 Onstott_livro.indb 22 Onstott_livro.indb 22 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Capítulo 2 � Técnicas básicas de desenho 23
Use coordenadas absolutas
As coordenadas podem ser absolutas ou relativas, independente do 
sistema de coordenadas usado. Vamos primeiro desenhar uma linha 
usando coordenadas absolutas.
 1. Se já não estiver aberto, abra o arquivo Ch2-A.dwg ou 
Ch2-A-metric.dwg.
 2. Clique na ferramenta Line no painel Draw. O prompt na janela de 
comando mostra:
Specify first point:
Digite 0,0 e pressione Enter. A origem do ponto no espaço 
euclidiano tem as coordenadas 0 em X e 0 em Y, que se escreve 0,0.
 3. Agora o prompt na janela de comando mostra:
Specify next point or [Undo]:
Digite 3',0 (ou 90,0 no sistema métrico) e pressione Enter. 
Clique com o botão direito do mouse para finalizar o comando 
LINE. Você desenhou uma linha horizontal que mede 3’ (ou 90 cm) 
ao longo do eixo X.
Use coordenadas relativas
Calcular onde cada objeto está em relação ao ponto de origem (que 
é o que as coordenadas absolutas exigem) pode ser muito incômodo 
na prática com objetos distantes. Por isso, as coordenadas relativas são 
usadas mais frequentemente. Vamos explorar como usá-las:
 1. Clique na ferramenta Line no painel Draw. Clique um ponto qual-
quer no meio da sala de estar. As coordenadas do ponto que você 
clicou são desconhecidas; felizmente, você não precisará desco-
brir seus valores nos eixos X e Y.
 2. Digite @3',0 (ou @90,0 no sistema métrico) e pressione Enter 
duas vezes. Outra linha de 3’ (ou 90 cm) foi desenhada na ho-
rizontal. O símbolo @ diz ao AutoCAD para considerar o ponto 
anterior como o ponto de origem, relativamente falando.
 3. Pressione Enter para repetir o último comando. Você verá no 
prompt:
Specify first point:
 4. Clique com o botão direito do mouse na tela de desenho e o 
mantenha pressionado (por cerca de meio segundo) para abrir o 
menu de contexto. Selecione o primeiro valor de coordenadas no 
menu Recent Input (Entradas Recentes) (veja Figura 2.15). Você 
usará o último ponto inserido como o primeiro ponto em uma 
nova linha. Uma linha elástica conecta a extremidade direita da 
linha horizontal ao cursor.
Objetivo da
Certificação
Objetivo da
Certificação
 Onstott_livro.indb 23 Onstott_livro.indb 23 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
24 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
FIGURA 2.15 Desenhando uma nova linha a partir do final da linha anterior.
 5. Digite @0,6' (ou @0,180 no sistema métrico) e pressione Enter. 
Uma linha medindo 6’ (ou 1.8m) é desenhada verticalmente ao 
longo do eixo Y.
 6. Digite @-3',0 (ou @-90,0 no sistema métrico) e pressione Enter. 
Digite @0,-6' (ou @0,-180 no sistema métrico) e pressione Enter 
duas vezes para completar um retângulo.
 7. Clique na ferramenta Erase (Apagar) no painel Modify (da tab 
Home); selecione todas as quatro linhas que você acabou de de-
senhar e clique com o botão direito do mouse.
 8. É muito eficiente usar RECTANGLE com as coordenadas carte-
sianas. Clique na ferramenta Rectangle no painel Draw e então 
clique um ponto qualquer na parte inferior da sala. O prompt 
mostra:
Specify other corner point or [Area/Dimensions/Rotation]:
 9. Digite @3',6' (ou @90,180 no sistema métrico) e pressione Enter. 
O mesmo retângulo que você desenhou arduamente com linhas 
já está feito.
Use coordenadas polares
As coordenadas polares são outra maneira útil de medir o espaço eu-
clidiano. Nas coordenadas polares, os pontos são localizados usando 
duasmedidas: a distância a partir do ponto de origem e o ângulo a 
partir do 0o (veja Figura 2.16). O leste é a direção padrão para 0o.
Vamos explorar como usar as coordenadas polares:
 1. Clique na ferramenta Line no painel Draw. Clique o primeiro pon-
to em qualquer lugar na sala e então digite @3'<45 (ou @90<45 no 
sistema métrico) e pressione Enter para finalizar o comando LINE. 
Você desenhou outra linha de 3’ (ou 90 cm) usando coordenadas 
relativas polares.
 2. Pressione Enter para repetir o último comando. Clique o primeiro 
ponto em qualquer lugar, mova o cursor para cima e à esquerda, 
digite 3' (ou 90 cm) e pressione Enter duas vezes. Uma linha de 
3’ (ou 90 cm) é desenhada em um ângulo qualquer.
Por padrão, o 0º é em 
direção ao leste, ou para 
o lado direito da tela. 
Além disso, os ângulos 
positivos são geralmen-
te medidos em sentido 
anti-horário a partir 
do leste. Esses padrões 
podem ser definidos no 
comando UNITS.
�
�
O símbolo < (pressione 
a tecla Shift e aperte a 
tecla da vírgula) repre-
senta a medida angular 
no AutoCAD. Pense no 
símbolo < como se fos-
se a representação de 
um ângulo.
 Onstott_livro.indb 24 Onstott_livro.indb 24 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
 
Dica do professor
O vídeo a seguir apresenta, de forma sucinta, os assuntos abordados nesta unidade.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/99a007eda8f13a8e393f5396b82df8b0
Exercícios
1) Qual a escala utilizada para representação no model space? 
A) 1:50.
B) 1:1.
C) 2:1.
D) A escala é escolhida pelo projetista.
E) 1:200.
2) Qual a principal diferença entre o model space e o layout? 
A) Não é possível imprimir a partir do model space.
B) O model space possui fundo preto; o layout, fundo branco.
C) O model space é utilizado para modelagem do objeto, enquanto que, no layout, é possível 
configurar as escalas de plotagem e também a diagramação da folha/prancha.
D) O model space é um ambiente 2D e o layout é 3D.
E) Uma vez configurado o layout, não é mais possível editá-lo. O model, ao contrário, pode ser 
editado infinitamente.
3) Sobre os eixos de trabalho no AutoCAD, podemos dizer que: 
A) O AutoCAD trabalha em x/y na vista de topo, sendo que o eixo z só fica habilitado ao passar 
para uma vista frontal ou lateral.
B) O AutoCAD trabalha em x/y tendo como possibilidade configurar o tamanho do grid.
C) A área de trabalho utiliza os três eixos x, y e z, sendo possível alterar a origem e a orientação 
dos eixos conforme a necessidade do trabalho.
D) O eixo z só fica habilitado para coordenadas relativas e utilizando um ucs dinâmico.
E) Para trabalhar em vista de topo, é necessário desligar o eixo z na barra de status, botão DYN.
4) Sobre a workspace do AutoCAD 2012, qual alternativa está correta? 
A) Encontramos os comandos de cotas na palete "Home".
B) Ao fechar um arquivo, o AutoCAD é fechado também.
C) O UCS icon pode ser reposicionado conforme a necessidade do usuário.
D) Os comandos podem ser feitos pelos ícones na área de trabalho ou digitando teclas de atalho 
no teclado.
E) Arquivos criados no AutoCAD resultam unicamente em arquivos com extensão .dwg.
5) Uma reta, na direção horizontal, com ponto inicial em (45,8) e comprimento de 3 unidades, 
possui como segundo ponto quais coordenadas? 
A) Possui a coordenada (42,8).
B) Possui a coordenada (45,12).
C) Possui a coordenada (46,10).
D) Possui a coordenada (52,8).
E) Possui a coordenada (48,12).
Na prática
No decorrer do tempo de existência do programa AutoCAD, sua interface sofreu modificações e 
atualizações que vêm facilitando a utilização.
Na versão 14, o AutoCAD ganhou o paperspace, que, na versão 2000, recebeu o nome de layout. 
Pelo layout, o usuário pode configurar a folha de impressão de seus projetos, configurar e editar 
selos e textos e colocar os desenhos na escala adequada ao tamanho da prancha.
A partir de várias viewports, é possível inserir na folha as vistas do objeto modelado no model space 
e também os seus detalhes, que, normalmente, são impressos em escalas menores. Dessa maneira, 
o objeto continua a ser modelado em sua verdadeira grandeza (escala 1:1), sendo possível 
representar detalhes específicos que serão impressos em escalas adequadas à compreensão dos 
mesmos.
Na prática, é muito mais ágil a configuração de uma prancha por meio do layout do que por meio de 
viewports, permitindo exibir as vistas do objeto em diferentes escalas.
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
AutoCAD Básico - 001 - Interface do AutoCAD.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/32cDOzAsUAA
Primitivas bidimensionais (círculos, 
arcos e polígonos)
Apresentação
Além das linhas, são também elementos fundamentais de desenho no AutoCAD os círculos, aros e 
polígonos. Eles permitem desenhar praticamente tudo no programa. Alguns comandos facilitam e 
agilizam o processo de desenho, como o Fillet e o Chamfer. 
Nesta Unidade de Aprendizagem você verá como desenhar círculos, arcos e polígonos e como 
editar essas entidades criando chanfros e cantos arredondados.
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Desenhar círculos, arcos e polígonos.•
Editar círculos, arcos e polígonos.•
Criar chanfros e cantos arredondados em entidades.•
Infográfico
Cantos arredondados ou chanfros são maneiras de suavizar cantos agudos. O mesmo raio e a 
mesma distância de chanfro possuem esse aspecto.
Conteúdo do livro
O capítulo 5 do livro AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012: essencial traz diversos exercícios para 
desenhar arcos, círculos e polígonos. Acompanhe na sessão "Desenhe elipses – como desenhar e 
editar elipses".
Boa leitura.
Scott Onstott
Autodesk
Guia de Treinamento Ofi cial
Preparação para Certifi cação Autodesk
E S S E N C I A L
AutoCAD
® 2012 e AutoCAD LT
® 2012 E
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Onstott
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Veja como você pode adicionar facilmente hachuras 
sólidas, preenchimento de padrões e gradientes
Caminhe ou voe com modelos 3D em perspectiva
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AutoCAD® 2012 e
AutoCAD LT®
 2012
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ISBN: 978-85-407-0088-8
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fundamentos do AutoCAD e do AutoCAD LT, além de ensinar tudo o que você 
precisa para dominar o software rapidamente. Você vai aprender a desenhar 
em 2D, criar formas curvas complexas, gerenciar objetos com layers, organizar 
seu desenho usando blocos e grupos, adicionar cotas de dimensionamento e 
anotações em texto, trabalhar com layouts, plotar e imprimir, modelar em 3D, 
criar renderizações realistas, e muito mais. Se você é um aspirante a profi ssional 
de CAD/CAM ou está apenas relembrando o básico, esta é a forma mais rápida e 
completa para desenvolver seu aprendizado no AutoCAD.
Aprenda o essencial em AutoCAD e AutoCAD LT e mais:
• Desenhar linhas, círculos, arcos – e outros desenhos 2D básicos
• Editar entidades e criar curvas
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• Entender e criar estilos de cotas
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 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012 : guia de treinamento 
 oficial / Scott Onstott ; tradução técnica: Luciana Klein da Silva 
 de Morais. – Porto Alegre : Bookman, 2012.
 xxii, 376 p. ; 25 cm. – (Essencial)
 ISBN 978-85-407-0080-2
 1. Ciência da computação. 2. Software. – Arquitetura. 
 3. AutoCAD. I. Título. 
CDU 004.4AutoCAD
Catalogação na publicação: Fernanda B. Handke dos Santos – CRB 10/2107
O AutOr
Scott Onstott publicou cinco livros com a Sybex antes 
do presente título, incluindo Enhancing Architectural 
Drawings and Models with Photoshop, AutoCAD: 
Professional Tips and Techniques (com Lynn Allen), 
Enhancing CAD Drawings with Photoshop, Mastering 
Autodesk Architectural Desktop 2006 e Autodesk VIZ 
2005 (com George Omura). Scott trabalhou em cerca 
de 20 outros livros técnicos como coautor, revisor, editor de compila-
ção e/ou editor técnico.
Scott é bacharel em arquitetura pela Universidade da Califórnia, 
Berkeley, e é ex-professor universitário que hoje atua como consul-
tor, produtor de vídeo independente e colaborador para sites popu-
lares da indústria. Você pode entrar em contato com o autor no site: 
www.scottonstott.com.
Capítulo 5 � Criando curvas 83
Desenhe elipses
O AutoCAD pode desenhar ovais perfeitas, que são matematicamente 
conhecidas como elipses. Em vez de esticar uma corda a partir de dois 
pontos para mover a ponta do lápis (que é como você desenha uma 
elipse com a mão), no AutoCAD você define o comprimento do major 
axis (eixo principal) e do minor axis (eixo secundário) (veja Figura 5.9).
Eixo secundário
Eixo principal
FIGURA 5.9 Eixo principal e eixo secundário de uma elipse.
Nesta parte do exercício, você desenhará uma elipse e distribuirá 
arbustos ao longo da sua borda:
1. Dê zoom na área no canto inferior esquerdo, onde os objetos
point restantes estão localizados.
 Onstott_livro.indb 83 Onstott_livro.indb 83 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
84 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
 2. Digite regen (para regenerar) e pressione Enter. O tamanho dos 
objetos point é recalculado quando o desenho é regenerado.
 3. Abra o menu do comando Ellipse no painel Draw e escolha a op-
ção Center. Clique o ponto central, o final do eixo principal e o 
final do eixo secundário, como mostrado na Figura 5.10.
Final do eixo principal
Ponto central da elipse
Final do eixo secundário
FIGURA 5.10 Desenhando uma elipse.
 4. Digite br (para o comando break), pressione Enter e selecione a 
elipse. O prompt de comando mostra:
Specify second break point or [First point]:
Digite F (para first point ou primeiro ponto), clique com o 
botão direito do mouse no botão do Object Snap na barra de 
status e selecione Quadrant no menu de contexto. Clique no qua-
drante oposto ao objeto point que marca o final do eixo principal 
(veja Figura 5.10) e então clique no quadrante do ponto final do 
eixo principal para quebrar a elipse na metade. A metade inferior 
da elipse permanece, deixando um elliptical arc (arco elíptico).
 5. Digite div (para o comando Divide) e pressione Enter. Selecione 
o arco elíptico e pressione Enter. O prompt de comando mostra:
Enter the number of segments or [Block]:
Digite B (para o comando Block) e pressione Enter. Você apren-
derá mais sobre blocos no Capítulo 7, “Organizando os objetos”.
 6. Um bloco chamado Shrub (arbusto) está predefinido, então o 
próximo prompt de comando mostra:
Enter name of block to insert:
Digite Shrub e pressione Enter.
Objetivo da
Certificação 
Objetivo da
Certificação
�
A quebra de uma elipse, 
arco ou círculo, funciona 
no sentido anti-horário.
 Onstott_livro.indb 84 Onstott_livro.indb 84 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Capítulo 5 � Criando curvas 85
 7. Pressione Enter para aceitar o padrão quando perguntado se você 
quer alinhar o bloco com o objeto selecionado (isto não importa 
neste caso porque o bloco Shrub é um círculo).
 8. Digite 13 (para o número de segmentos) e pressione Enter. O 
comando DIVIDE sempre cria um ponto a menos ou um bloco a 
menos do que o número de segmentos em que o objeto é divi-
dido. Doze “arbustos” aparecem ao longo do arco elíptico (veja 
Figura 5.11).
FIGURA 5.11 Dividindo um arco elíptico com blocos.
 9. Apague os três pontos usados para desenhar a elipse, o arco 
elíptico e o círculo preto, que é o bloco Shrub original. Você 
apagou os objetos que foram usados como base e agora está 
com os arbustos precisamente posicionados.
Desenhe e edite splines
As splines são o equivalente às curvas francesas no desenho tradicio-
nal, usadas para criar curvas de raios que alteram constantemente. 
As splines fazem parte do AutoCAD há muitas versões, mas o comando 
SPLINE foi completamente remodelado no AutoCAD 2011. As splines 
do novo AutoCAD são NURBS – curvas de base (o mesmo tipo usado 
no Alias, Maya, 3ds Max e em muitos outros programas de edição final 
em 3D). Existem dois tipos de curvas NURBS:
 � Aquelas definidas por vértices de controle (CVs), que não se en-
contram na curva, exceto em seus pontos de início e fim.
 � Aquelas definidas por pontos de ajustes (fit points), que se en-
contram na própria curva.
 Onstott_livro.indb 85 Onstott_livro.indb 85 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
86 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
Você tem mais controle sobre a formatação das curvas usando 
CVs, mas se você quiser que as curvas passem por pontos específicos 
ou que a curva tenha dobras acentuadas, então o modo Fit Points é 
preferível. Felizmente, é fácil alternar entre os modos de edição CVs e 
Fit Points. Assim, você pode decidir sobre qual é o método mais ade-
quado para cada situação.
Trabalhe com vértices de controle (CVs)
Os CVs oferecem mais flexiblidade em termos de precisão na forma-
tação das curvas NURBS. Uma control frame (armação de controle) co-
necta os CVs e representa a curvatura máxima possível entre os CVs 
adjacentes. Agora você desenhará uma spline em torno do lago:
 1. Digite spl (para o comando Spline) e pressione Enter. O prompt 
de comando mostra:
Current settings: Method=Fit Knots=Chord
Specify first point or [Method/Knots/Object]:
Digite m (para a opção method) e pressione Enter.
 2. O prompt de comando mostra:
Enter spline creation method [Fit/CV] <Fit>:
Digite cv (para a opção control vertices) e pressione Enter. Clique 
o primeiro ponto em qualquer lugar ao longo da borda do lago. Conti-
nue clicando os pontos por todo o caminho em volta do lago. Quando 
você chegar perto do primeiro ponto clicado, digite C (para a opção 
close) e pressione Enter. Clique na spline que você acabou de desenhar 
para mostrar os CVs (veja Figura 5.12).
 3. Desligue os modos Object Snap, Ortho e Polar Tracking na barra 
de status, se qualquer um deles estiver ligado. Pause o cursor so-
bre um dos vértices de controle e veja o menu multifuncional da 
grip. Selecione a opção Stretch Vertex (Esticar Vértice), mova o 
cursor e clique para definir uma nova localização para este vértice.
 4. Tente adicionar e remover vértices usando as opções Add Vertex e 
Remove Vertex no menu multifuncional da grip (veja Figura 5.13).
 5. Refinar um vértice (opção Refine Vertices) transforma um vértice 
em dois vértices adjacentes. Tente refinar um vértice nas áreas em 
que a curva muda rapidamente.
 6. Uma outra maneira de afetar a forma de uma spline é ajustar os 
pesos (weights) dos CVs individualmente. Dê um clique duplo 
com o botão esquerdo do mouse na spline em si (não em um CV 
ou na armação de controle) para invocar o comando SPLINEDIT. 
O prompt mostra:
Objetivo da
Certificação
�
As curvas CVs nor-
malmentepodem se 
apresentar quebradas 
no início, mas logo em 
seguida são suavizadas 
em sua forma.
 Onstott_livro.indb 86 Onstott_livro.indb 86 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Capítulo 5 � Criando curvas 87
Enter an option [Open/Fit data/Edit vertex/convert to 
Polyline/
Reverse/Undo/eXit] <eXit>:
Digite E (para a opção edit vertex) e pressione Enter.
FIGURA 5.12 Desenhando uma spline com o método CV em volta do lago.
FIGURA 5.13 Adicionando e removendo vértices de uma spline CV usando 
grips multifuncionais.
 7. O prompt agora mostra o seguinte:
Enter a vertex editing option [Add/Delete/Elevate 
order/
Move/Weight/eXit] <eXit>:
�
Os vértices com pesos 
maiores puxam a curva 
em direção à armação 
de controle, e os vérti-
ces com pesos menores 
que 1 (mas acima de 
zero) empurram a spline 
para mais longe.
 Onstott_livro.indb 87 Onstott_livro.indb 87 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
88 AutoCAD 2012 e AutoCAD LT 2012
Digite W (para a opção weight) e pressione Enter. Antes de 
digitar o valor do peso, você deve selecionar o vértice que deseja 
alterar. Pressione Enter repetidamente para entrar na opção pa-
drão (Next) até que o seu vértice escolhido fique vermelho.
 8. Digite 2 e pressione Enter (veja Figura 5.14). A spline chegará 
mais perto do CV vermelho e de sua armação de controle. Digi-
te .5 e pressione Enter novamente; a curva se afasta da armação 
de controle. Digite um valor adequado à sua situação e pressio-
ne Enter. Nós definimos um peso de 0.75 para o CV mostrado 
na Figura 5.14, para afastá-lo da armação de controle e deixá-lo 
mais perto da forma do lago. Os pesos que você precisa digitar 
dependem totalmente do lugar exato em que você colocou os CVs 
quando criou a curva no passo 2. Digite X (para a opção exit, que 
significa “sair ou finalizar”) e pressione Enter. Pressione X e Enter 
mais duas vezes para sair completamente do comando SPLINEDIT.
Aumento do peso do CV
A curva é desenhada mais 
perto da armação de 
controle próxima ao CV 
que teve o peso alterado
FIGURA 5.14 Ajustando o peso do CV.
 9. Continue ajustando a spline até que a mesma se aproxime do 
contorno do lago.
 10. Digite im (para o comando Image) e pressione Enter. A palette 
External References (Referências Externas) aparece (você apren-
derá mais sobre esta palette no Capítulo 9, “Trabalhando com 
blocos e referências externas”). O lago em torno do qual você 
tem desenhado é uma imagem que agora você irá desanexar.
 11. Clique com o botão direito do mouse em Pond (Lago) na palette 
External References e escolha a opção Detach Image (Desanexar 
Imagem). Feche a palette External References. Selecione a spline 
do lago e mude a sua cor para Blue (Azul) no painel Properties 
(Propriedades) na tab Home (veja Figura 5.15). Agora o lago é re-
presentado por uma curva azul em vez de por uma imagem azul.
 Onstott_livro.indb 88 Onstott_livro.indb 88 15/09/11 10:4515/09/11 10:45
Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
 
Dica do professor
O comando Arco possui diferentes formas de ação. O vídeo a seguir apresenta algumas dicas sobre 
esse comando.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
A seguir você verá como é preciso exercitar estes comandos, já que serão de grande valia na 
produção dos seus projetos desenvolvidos por computador.
 
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
 
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/cfdf9895d74f4e399aebfa493b9972c3
https://grupoa-edtech.grupoa.education/object/GCAP1k4GQqiGoUBCc_W1SQ
Exercícios
1) Qual comando une duas linhas em curva? 
A) O comando Edit Polyline.
B) O comando Trim.
C) O comando Fillet.
D) O comando Chamfer.
E) O comando Stretch.
2) Que opção de desenho de círculo NÃO é possível de realizar? 
A) A partir do centro pela definição de um raio.
B) A partir do centro pela definição de um diâmetro.
C) A partir de um raio, tangente a dois objetos.
D) A partir da definição de três pontos.
E) A partir de um diâmetro, tangente a dois pontos.
3) Qual atalho de teclado aciona o comando Chamfer? 
A) Tecla "C".
B) Teclas "C+H+A".
C) Teclas "C+H".
D) Tecla "F".
E) Teclas "T+R".
4) 
Quais comandos devem ser acionados para que a união de duas linhas resulte em dimensões 
conforme a imagem? 
A) Chamfer + 
Angle + 
Lenght 3 + 
Angle 45o
B) Chamfer+ 
4.
C) Chamfer + 
Distance + 
4.
D) Chamfer + 
Trim
E) Chamfer + 
Polyline
5) Por que nada acontece se você clicar na área de desenho, após acionar o comando Polygon? 
A) Esse é um erro comum do AutoCAD.
B) Porque é necessário selecionar o ponto inicial a partir das coordenadas x,y.
C) Porque é necessário definir o número de lados do polígono.
D) Porque é necessário definir se o polígono terá um raio inscrito ou circunscrito a ele.
E) Porque é necessário pressionar a tecla Enter.
Na prática
Polígonos são objetos bidimensionais delimitados por retas que podem ser regulares, ou seja, com 
todos os lados iguais. 
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
AutoCAD Básico - 046 - Opções para desenho de círculos 
(Circle).
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 135 - Chanfrando cantos vivos (CHAMFER)
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 136 - Mais opções dos comandos Fillet e 
Chamfer
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://www.youtube.com/embed/4Ag4glrlIV8
https://www.youtube.com/embed/eUgZUrKCkPo
https://www.youtube.com/embed/LXEV8AmC9dw
Definindo a unidade de desenho
Apresentação
Nesta Unidade de Aprendizagem veremos como definir a unidade que utilizaremos para desenhar, 
sendo possível selecionar centímetros, metros, milímetros, polegadas, entre outras medidas. 
Veremos também como desenhar e editar linhas e retângulos e como acionar e utilizar os 
comandos de visualização. Bons estudos! Ao final desta unidade você deve apresentar os seguintes 
aprendizados: 
Bons estudos.
Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
Identificar e modificar a unidade de desenho.•
Desenhar e editar linhas e retângulos.•
Utilizar os comandos de visualização.•
Desafio
Infográfico
As entidades criadas no AutoCAD podem sofrer ações de deformação e edição utilizando apenas 
seus Grips (pontos azuis que aparecem quando o elemento é selecionado). 
 
Porém, a edição por Grips vai depender do tipo de entidade criada. Linhas permitem ser esticadas 
em várias direções e movidas. Já o comando Retângulo cria um único objeto com polilinhas que 
permitem adicionar novos vértices, transformar linhas em arcos, remover vértices, mover, entre 
outras ações. 
Conteúdo do livro
Todo projeto de engenharia será representado de acordo com as unidades de desenho. Essas 
unidades, conhecidas também como metro, centimetro e milimetro podem ser escolhidas de acordo 
com o tipo de representação e o que se deseja com essa representação. Além disso, a definição da 
unidade de desenho também precisa estar relacionada ao uso da escala correta, para que de fato 
todos os elementos consigam estar adequados e serem compreendidos por todos.
No capítulo Definindo a unidade de desenho, base teórica desta Unidade de Aprendizagem, você 
vai entender o que são as unidades de desenho e de que forma elas podem ser escolhidas nos 
diferentes tipos de representação de engenharia. Além disso, você será capaz de relacionar as 
unidades de medida aos conceitos de escala. Ainda, você descobrirá comandos de alinhamento e de 
distribuição que facilitam a organização dos desenhos no Autocad.
Boa leitura.
PROJETO 2DAUXILIADO POR 
COMPUTADOR
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
 > Explicar os princípios de definição de unidades e escalas.
 > Aplicar técnicas de alinhamento e distribuição espacial para criar de-
senhos. 
 > Identificar e corrigir problemas de unidade em desenhos.
Introdução
Na engenharia civil, para ser possível elaborar projetos estruturais e comple-
mentares, bem como detalhamentos, uma das opções de ferramenta computa-
cional da atualidade é o AutoCAD, que é um programa que traz diversos recursos 
e colabora para a realização desses trabalhos de uma forma bastante facilitada.
Porém, o AutoCAD é apenas um instrumento, ou seja, não realiza as ativida-
des por conta própria, sendo o engenheiro o responsável por saber representar 
adequadamente os itens e comandar as ferramentas corretas para gerar o 
resultado que deseja. Assim, é fundamental compreender conceitos básicos 
que colaboram para a utilização adequada dessa ferramenta computacional, 
sendo o entendimento das unidades de desenho um item relevante para essa 
atividade.
Neste capítulo, você vai entender o que são as unidades de medida que 
podem ser aplicadas nos desenhos e sua relação com o conceito de escala. 
Também vai identificar os problemas de unidades nas representações gráficas 
e conhecer os comandos de alinhamento e distribuição no AutoCAD, que servem 
para facilitar a organização dos desenhos.
Definindo a unidade 
do desenho
Vanessa Guerini Scopel
Princípios de definição de unidades e escala
Na área da engenharia e em tantas outras áreas afins, o desenho é um dos 
principais elementos utilizados como forma de comunicação, a fim de ser 
possível representar claramente uma ideia que posteriormente será executada, 
ou seja, tirada do papel. 
Essas ideias, mesmo que inicialmente sejam representadas por esboços, 
ainda assim são expressas numa escala diferente da escala real. À medida 
que o processo de elaboração de um projeto vai ganhando força, essa re-
presentação precisa estar adequada às normativas relacionadas ao desenho 
técnico, a fim de que todos consigam entender o que está desenhado.
Assim, Tamashiro (2003) destaca que o desenho técnico nada mais é do 
que uma forma de expressão gráfica, que ocorre por meio de uma linguagem 
específica que deve ser seguida para que possa ser compreendida por todos 
aqueles que terão acesso ao projeto ou que trabalharão nele. Nesse sentido, 
para ser possível representar os desenhos na engenharia é fundamental ter 
conhecimentos básicos e noções de desenho técnico. Diante disso, existe 
uma padronização para tipos de linhas, cotagem, pranchas, textos, uso de 
unidades de desenho e para a definição de escalas. 
O primeiro passo para compreender o uso das unidades do desenho é 
entender um pouco mais sobre o conceito de escala. O uso da escala no 
desenho técnico é definido pela NBR 16752 — Desenho técnico (ABNT, 2020). 
De acordo com Oberg (1980), a escala na engenharia civil pode ser entendida 
como um recurso que compara e transforma um tamanho real a um tamanho 
menor ou maior, de maneira proporcional. Pode-se dizer, portanto, que o uso 
da escala é uma forma de representar algo que se tornará real ou construído, 
com medidas corretas, mas em tamanho reduzido (no caso de edificações, 
por exemplo), o qual caberá em um papel. 
Souza e Rocha (2010) complementam que a escala do desenho técnico se 
refere a uma relação entre uma distância gráfica (D) e uma distância natural 
(N). Ademais, ao realizar um desenho de um elemento de forma física em 
papel, é fundamental definir a escala antes de iniciar o desenho. Já no caso da 
preparação de uma representação gráfica por meio de uma ferramenta digital, 
como o AutoCAD, essa escala pode ser definida na fase final da atividade. 
Assim, quando se fala em escala, existem duas formas de utilização: a 
escala reduzida, ou de redução, e a escala aumentada, ou de ampliação. 
Corona e Lemos (1979) ressaltam que, independentemente do tipo de escala 
utilizada, há sempre uma relação de proporcionalidade, ou seja, as medidas 
lineares do objeto real são aumentadas ou reduzidas proporcionalmente. 
Definindo a unidade do desenho2
No caso de projetos de engenharia, a escala de redução é a mais utilizada, 
já que aquilo que está sendo representado é muito maior que o tamanho de 
um papel. Por sua vez, a escala de ampliação pode ser utilizada no caso de 
desenho de parafusos, dobramento de ferragens ou outros elementos bem 
específicos que exigem uma representação bem detalhada. 
Para identificar a escala que foi utilizada em cada representação, a NBR 
16752 (ABNT, 2020), indica que se deve utilizar o nome “Escala” seguido da 
indicação correspondente. Os padrões gerais são os seguintes:
 � Escala 1/1 — refere-se à escala natural;
 � Escala X/1 — refere-se à escala de ampliação, sendo o X quantas vezes 
o desenho foi ampliado;
 � Escala 1/X — refere-se à escala de redução, sendo o X quantas vezes 
o desenho foi reduzido.
Complementarmente, o Quadro 1 apresenta alguns exemplos.
Quadro 1. Exemplo de escalas
Redução Natural Ampliação
1:2 1:1 2:1
1:5 5:1
1:10 10:1
Fonte: Adaptado de ABNT (2020).
Na engenharia, existem algumas escalas mais usuais para representar 
projetos. Essas escalas são indicadas pela NBR 6492 (ABNT, 2021), 
que trata da documentação técnica para projetos arquitetônicos e urbanísticos. 
Segundo essa norma, indica-se o uso das seguintes escalas:
 � Escalas 1:1, 1:2, 1:5 e 1:10 — para detalhamentos de itens específicos do pro-
jeto que requerem mais informações, como janelas, impermeabilizações, 
ferragens, etc.
 � Escalas 1:20 e 1:25 — para detalhamento de ambientes, como ampliações de 
banheiros, cozinhas ou outros compartimentos, vistas isométricas, detalhes 
de hidráulica, etc.
 � Escala 1:50 — indicada e usada para desenhos de plantas, cortes e fachadas 
de projetos estruturais e complementares.
Definindo a unidade do desenho 3
 � Escala 1:100 — é uma opção de escala para plantas, cortes e fachadas quando 
é inviável o uso de 1:50. Essa é uma escala fácil, pois pode ser conferida com 
uso de réguas comuns.
 � Escalas 1:200 e 1:250 — indicada para plantas, cortes e fachadas de grandes 
projetos, plantas de situação, localização, topografia, sistema viário e de-
senho urbano.
 � Escalas 1:500 e 1:1000 — deve ser utilizada para plantas de localização, pai-
sagismo, urbanismo e topografia ou desenhos de grandes áreas.
 � Escala 1:2000 — indicada para levantamentos aerofotogramétricos, projetos 
de urbanismo e zoneamento.
Ao compreender o conceito de escala, é possível relacioná-lo às unidades 
utilizadas em um desenho. De acordo com Kubba (2014), as unidades de 
medida surgiram para possibilitar a medição de comprimentos. Assim, há 
diversas unidades de medidas que podem ser utilizadas, sendo que o metro 
é a adotada no sistema internacional. Mas seus submúltiplos também podem 
ser utilizados, como, os mais usuais, que são os centímetros e os milímetros. 
Em se tratando dos desenhos de engenharia civil representados pelo 
computador, as unidades mais usuais utilizadas são o metro ou o centímetro. 
O primeiro passo então é definir a unidade de medida a ser utilizada, realizar 
os desenhos e ao final definir a escala em que o projeto será plotado. 
De acordo com Kubba (2014), o AutoCAD possibilita ao profissional trabalhar 
com alto grau de precisão e com diferentes unidades de medida, que podem 
ser escolhidas de acordo com cada área em que essa ferramenta é usada. 
Ainda é possível especificar a unidade de medida para metros, centímetros, 
polegadas ou medidas angulares como graus decimais, minutos ou segundos. 
Em geral, quando é necessário trabalhar em um desenho de larga escala, tal como a 
planta de uma cidade, um alto grau de precisão pode não ser assegurado, optando-
-se por um grau de precisão menor, digamos: 1 metro, 0 centímetro. O computador 
irá então arredondar todas as medidas para o metro mais próximo, o que evita o 
uso de frações menores do que 1 metro. Por outro lado, quando mínimosdetalhes 
forem necessários, pode-se aumentar o grau de precisão, ajustando a programação 
para 1 mm (KUBBA, 2014, p. 275).
Para definir a unidade de medida no AutoCAD, basta digitar a palavra 
UNIDADES, ou UNITS no caso do uso software em inglês. Com isso, será aberta 
uma aba onde é possível definir o tipo de unidade, tipo de ângulo e precisão 
(Figura 1). Sugere-se o uso dos tipos decimais, e a precisão pode ser esco-
lhida conforme o tipo de desenho, mas sugere-se que haja pelo menos dois 
números após a virgula.
Definindo a unidade do desenho4
Figura 1. Definindo unidades no AutoCAD.
Considerando o metro a unidade de medida internacional, ele pode ser 
transformado em seus submúltiplos:
 � decímetro — 10 decímetros correspondem a 1 metro;
 � centímetro — 100 centímetros correspondem a 1 metro;
 � milímetro — 1.000 milímetros correspondem a 1 metro.
Definida a unidade de medida, a escolha de desenhar em metros, centí-
metros ou milímetros fica a cargo de cada profissional. No caso do desenho 
em metros, basta fazer uma linha e digitar a medida em metros. Para criar, 
por exemplo, uma linha de três metros e meio, dever ser digitado “3.5” e 
pressionado Enter ou barra de espaço em seguida. No caso de desenho em 
centímetros, se a medida real fosse de três metros e meio, então deveria ser 
digitado “350”, ou no caso de milímetros, “3500”. 
Como o AutoCAD tem uma “tela infinita”, não há limitadores quanto à 
unidade desenhada, mas alguns cuidados devem ser tomados. O primeiro é 
realizar toda a representação na mesma unidade de medida; caso contrário, 
o projeto estará inadequado. Outro cuidado é definir a escala correta no 
momento do salvamento em PDF ou da plotagem do arquivo. 
Definindo a unidade do desenho 5
Um aspecto fundamental que deve ser destacado é que a escolha da escala 
deve ser realizada de forma compatibilizada com o tamanho das pranchas 
utilizadas para os desenhos técnicos de engenharia. As pranchas A1 e A2 são 
mais usuais e práticas para a utilização em obra. Sendo assim, ao escolher a 
escala é possível verificar se os desenhos poderão ser locados nas pranchas, 
de que forma serão organizados e se podem ser compreendidos facilmente. 
Assim, percebe-se que não basta ter o conhecimento dos desenhos e 
das pranchas disponíveis, sendo preciso também utilizar as escalas mais 
apropriadas para cada situação específica, organizando as representações 
de forma que todas elas possam ser entendidas. 
Técnicas de alinhamento e de distribuição 
espacial
Ao começar a desenhar no AutoCAD, já tendo definido a unidade a ser utilizada, 
pode-se escolher os mais variados comandos de ferramenta para facilitar todo 
o processo de representação das ideias. De acordo com Severino (2022), além 
dos comandos usuais do programa, existem plug-ins que permitem inserir novos 
comandos que facilitam em muito o desenho e a organização dos elementos. 
Bons exemplos disso são os comandos de alinhamento e distribuição. O 
ícone do comando de alinhamento (Align) pode ser visualizado na Figura 2. Seu 
intuito é alinhar objetos selecionados com um ponto de referência especificado. 
Há ainda o comando Align Space, que tem por objetivo alinhar objetos em 
relação a um espaço específico, como alinhamento horizontal ou vertical.
Figura 2. Ícone do comando Align.
Definindo a unidade do desenho6
O uso do alinhamento permite posicionar os objetos de forma precisa e 
organizada, garantindo uma composição visual harmoniosa dos desenhos. 
Além disso, o espaçamento adequado entre os elementos evita aglomerações 
e confusões visuais, proporcionando clareza e legibilidade às representações 
gráficas. É possível ainda baixar um plug-in para facilitar ainda mais o uso 
desse comando e suas possibilidades. Ao ser baixado, ele será encontrado 
na aba superior do AutoCAD, conforme ilustra a Figura 3.
Figura 3. Aba superior do AutoCAD.
Ao clicar nele, será possível visualizar as muitas opções desses comandos 
facilitadores de desenho (Figura 4).
Figura 4. Aba do plug-in para alinhar e distribuir.
Para ser possível utilizar esses comandos, é preciso já ter desenhado ou 
inserido um elemento no programa. Para utilizar o comando Align, primeiro 
deve-se selecionar o comando e escolher os objetos que se deseja alinhar. É 
necessário também especificar o eixo do alinhamento, que poderá ser X, Y ou 
Z, e a posição do alinhamento, podendo ser direita, esquerda ou centralizada. 
Para finalizar o comando e sua execução, basta pressionar Enter ou barra de 
espaço. O esquema da Figura 5 ilustra as diferentes possibilidades de uso do 
comando de alinhamento.
Definindo a unidade do desenho 7
Figura 5. Possibilidades do comando de alinhamento.
Fonte: Silva (2017, documento on-line).
Ademais, ao lado do ícone principal há os outros ícones, que são botões 
rápidos de acesso e que podem ser utilizados também para essa função 
(Figura 6). Nesse caso, para utilizar esses ícones é possível clicar em cada 
botão ou apenas digitar seu respectivo comando, selecionar os objetos que 
se pretende alinhar e então pressionar Enter ou barra de espaço. 
Figura 6. Ícones de comando rápido, na seleção em vermelho.
O comando de alinhar pode ser utilizado para elementos, objetos e textos. 
É possível perceber seu resultado no exemplo da Figura 7.
Definindo a unidade do desenho8
Figura 7. A imagem da esquerda demonstra os elementos antes da aplicação do comando 
Align e a imagem da direita, depois de alinhados.
Fonte: Adaptada de Silva (2017).
A utilização do comando Distribut é bem semelhante à do comando 
Align. Ele tem por objetivo distribuir objetos selecionados de forma equidis-
tante ao longo de uma linha. Esse comando específico requer o mesmo plug-in 
que contém o comando de alinhamento. Ele se encontra na porção direita do 
quadro de comandos, tendo um comando geral e comandos rápidos (Figura 8).
Figura 8. Ícones de comando de distribuição, juntamente com seus comandos rápidos, na 
seleção em vermelho.
Para ser possível utilizar esse comando, também é necessário já ter de-
senhado ou inserido um elemento no programa. Primeiro, deve-se selecionar 
ou digitar o comando e selecionar os objetos que se deseja distribuir. É 
necessário também especificar o eixo de distribuição, que poderá ser X, Y 
ou Z, e a posição, que pode ser melhor compreendida no esquema da Figura 
9. Nesse caso, ainda é preciso especificar o valor do espaçamento entre 
cada um dos objetos, textos ou elementos. Para finalizar o comando e sua 
execução, basta pressionar Enter ou barra de espaço. O esquema da Figura 9 
demonstra as diferentes possibilidades de uso do comando de distribuição.
Definindo a unidade do desenho 9
Figura 9. Possibilidades do comando de distribuição.
Fonte: Silva (2017, documento on-line).
É importante ressaltar que muitas vezes vincula-se o uso dos comandos 
apenas para objetos do AutoCAD, mas eles podem ser usados para alinhar, 
distribuir e também espaçar textos, por exemplo (Figura 10). Isso facilita muito 
a organização de todos os elementos, que ocorre de forma bastante rápida.
Figura 10. A imagem da esquerda mostra elementos antes da aplicação do comando Dis-
tribute, e a imagem da direita, depois de distribuídos e espaçados igualmente.
Fonte: Adaptada de Silva (2017).
Definindo a unidade do desenho10
Existem ainda algumas opções de comando do AutoCAD que podem 
facilitar a distribuição dos objetos ou elementos sem a necessidade 
de instalação de um plug-in específico. São elas:
 � Array — com esse comando, é possível selecionar um elemento e escolher 
diferentes opções de distribuição, definindo até mesmo um espaçamento 
entre eles ou escolhendo que fiquem encostados. A distribuição por meio 
deste comando pode ser linear, polar ou retangular.
 � Divide — esse comando pode ser utilizado para distribuir os elementos ou 
objetos ao longo de um caminho específico. 
 � Align — o comando de alinhamento também pode ser utilizado para a dis-
tribuição de elementos equidistantes. Para isso, é necessário selecionaros 
objetos que se deseja distribuir, escolher um objeto de referência e usar a 
opção Between para distribuir os objetos uniformemente entre os pontos 
extremos estabelecidos.
Os conhecimentos sobre o programa AutoCAD e todos os seus recursos 
são muito importantes no momento de elaborar projetos ou materiais de 
engenharia. Os plug-ins trazem comandos facilitadores de todo esse processo, 
garantindo que ele seja mais fácil e rápido. Ter esses conhecimentos ajuda no 
dia a dia, mas, acima de tudo, é fundamental saber representar corretamente 
o que se pretende para que toda representação de fato esteja adequada às 
normas e exigências da área.
Unidades em desenhos
O desenho e sua relação entre as unidades e a escala garantem que cada 
representação de fato esteja manifestada corretamente e possa ser com-
preendida por todos aqueles que tiverem acesso a projeto. Em se tratando 
da escolha das unidades de representação do desenho, Santana Filho (2018) 
destaca que o desenho geral de um projeto estrutural, por exemplo, com a 
locação de vigas e lajes, é um projeto “normal”, que pode ser representando 
em metros, pois não requer a demonstração de medidas com precisão de 
milímetros. Note que a locação das vigas em um projeto estrutural não ne-
cessita de maior precisão do que o que está sendo demonstrado (Figura 11).
Definindo a unidade do desenho 11
Figura 11. Projeto estrutural — locação de vigas.
Já pensando em detalhamentos ou elementos mais específicos, como, 
por exemplo, a locação das ferragens numa viga, é fundamental que essa 
representação seja realizada em centímetros, pois exige uma precisão maior 
(Figura 12).
Figura 12. Detalhamento de vigas.
Definindo a unidade do desenho12
Assim, a escolha da unidade de desenho a ser utilizada está diretamente 
ligada, primeiramente, ao nível de detalhamento que se pretende obter para 
cada elemento representado e à sua importância para o resultado da proposta 
ou material produzido. O segundo aspecto que deve ser considerado é que, 
além da escolha correta das unidades, a escolha da escala de plotagem do 
desenho também deve ser acertada, isso porque não faz sentido representar 
a ferragem de uma viga em centímetros e depois utilizar uma escala de 1/100 
para plotar esse desenho. 
Nesse contexto, Kubba (2014) complementa que, quanto menor a unidade 
do desenho, maior deve ser a escala em que ele será plotado. Vale lembrar 
que uma escala maior é aquela que apresenta o número de redução menor. 
Por exemplo: uma escala 1/20 vai representar o desenho em um tamanho 
maior do que a escala 1/100, já que o desenho foi reduzido apenas 20 vezes, 
ao invés de 100 vezes.
Com relação ainda ao uso da escala, é necessário ter cuidado ao inserir 
elementos nos desenhos, como, por exemplo, blocos prontos. Afinal, eles po-
dem estar em escalas ou tamanho diferentes daquele em que o desenho está 
sendo desenvolvido, e, ao serem inseridos no desenho sem serem alterados, 
podem gerar erros. Um exemplo disso é demonstrado na Figura 13. Repare 
como a cama está desproporcional ao desenho e aos demais elementos do 
ambiente, pois o bloco está numa escala errada.
Figura 13. Demonstração de bloco com escala errada.
Definindo a unidade do desenho 13
Problemas de escala, tamanho ou desproporção podem ser identificados 
não somente nos blocos e elementos de desenhos dos projetos, mas também 
em textos ou simbologias. Um texto com uma escala errada também prejudica 
o entendimento do desenho, como é possível visualizar na Figura 14. Note 
que o nome e área dos ambientes variam de tamanho, não apresentam um 
padrão e não estão organizados nem alinhados. Isso torna a representação 
bastante confusa e desordenada.
Figura 14. Demonstração de desproporção de textos.
Outro cuidado que se deve tomar em relação às representações é o ali-
nhamento dos elementos, pois é mais um aspecto que pode promover a 
desarmonia do desenho final. Note isso no desalinhamento e desorganização 
dos assentos de bancada da Figura 15.
Definindo a unidade do desenho14
Figura 15. Demonstração de desalinhamento de elementos.
Ao identificar todos esses exemplos e compreender o uso de unidades, 
da escala correta, dos comandos facilitadores de desenho e de todos os 
elementos que fazem parte de um projeto de engenharia, pode-se perceber 
que tudo isso está interligado e deve ser entendido de uma maneira conjunta. 
Não basta compreender as unidades se a escala correta não for especificada. 
Não basta compreender um comando de alinhamento e utilizar os elementos 
de forma desproporcional. Assim, todos os conhecimentos são relevantes 
para que, de uma forma conjunta, possam ser aplicados e colaborem para 
representações organizadas, harmônicas, interessantes e acima de tudo 
adequadas ao desenho técnico.
Referências 
ABNT. NBR 16752: emprego de escalas. Rio de Janeiro: ABNT, 2020.
ABNT. NBR 6492: documentação técnica para projetos arquitetônicos e urbanísticos - 
requisitos. Rio de Janeiro: ABNT, 2021.
CORONA, E.; LEMOS, C. A. C. Dicionário Brasileiro de Arquitetura. São Paulo: Edart, 1979. 
Definindo a unidade do desenho 15
KUBBA, S. A. A. Desenho técnico para construção. Porto Alegre: Bookman, 2014. 
OBERG, L. Desenho arquitetônico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. 1980. 
SANTANA FILHO, R. S. AutoCAD e desenho técnico. Joinville: Clube de Autores, 2018.
SEVERINO, D. M. AutoCAD: projetos em 2D e recursos adicionais. São Paulo: SENAC, 2022.
SILVA, V. A maneira mais fácil de alinhar e distribuir objetos no AutoCAD. Arsenal 
Technology, fev. 2017. Disponível em: https://arsenaltechno.com/alinhar-e-distribuir/. 
Acesso em: 6 jul. 2023.
SOUZA, G. J.; ROCHA, S. P. Introdução ao desenho técnico. São José: Instituto Federal 
de Santa Catarina, 2010.
TAMASHIRO, H. A. Desenho técnico arquitetônico: constatação do atual ensino nas 
escolas brasileiras de arquitetura e urbanismo. Dissertação (Mestrado em Engenharia) 
— Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, 2003. Disponível 
em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18131/tde-27012009-144722/pt-br.php. 
Acesso em: 6 jul. 2023.
Os links para sites da web fornecidos neste capítulo foram todos 
testados, e seu funcionamento foi comprovado no momento da 
publicação do material. No entanto, a rede é extremamente dinâmica; suas 
páginas estão constantemente mudando de local e conteúdo. Assim, os edito-
res declaram não ter qualquer responsabilidade sobre qualidade, precisão ou 
integralidade das informações referidas em tais links.
Definindo a unidade do desenho16
Dica do professor
Importante para qualquer desenho técnico, a unidade de desenho deve ser definida antes de 
iniciarmos qualquer projeto.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/517574c3e4abf8ecf16d69d5ae13c5a9
Exercícios
1) Ao desenhar um retângulo de lados 10 m x 5 m, com o comando Rectang, utilizando apenas 
coordenadas, qual alternativa possui a opção CORRETA? 
A) Selecionar o comando digitando REC na barra de comando. Digitar as coordenadas do 
primeiro ponto (2,4), por exemplo. Após, digitar a coordenada do segundo ponto, oposto ao 
primeiro (10,5), com as dimensões do retângulo.
B) Selecionar o comando digitando REC na barra de comando. Digitar as coordenadas do 
primeiro ponto (5,5), por exemplo. Após, digitar a coordenada do segundo ponto, oposto ao 
primeiro (@10,5), com as dimensões do retângulo.
C) Selecionar o comando digitando REC na barra de comando. Digitar as coordenadas do 
primeiro ponto (2.5), por exemplo. Após, digitar a coordenada do segundo ponto, oposto ao 
primeiro (10,5), com as dimensões do retângulo.
D) Selecionar o comando digitando REC na barra de comando. Digitar as coordenadas do 
primeiro ponto (2), por exemplo. Após, digitar a coordenada do segundo ponto, oposto ao 
primeiro (10,5), com as dimensões do retângulo.
E) Selecionar o comando digitando REC na barra de comando.Clicar em qualquer ponto da área 
de desenho. Após, digitar a coordenada do segundo ponto, oposto ao primeiro (10,5), com as 
dimensões do retângulo.
2) Qual o comando CORRETO para desenhar um retângulo? 
A) Polilinha (PL).
B) Retângulo (REC).
C) Não existe um comando correto.
D) Linha (L).
E) Polígono.
3) Qual opção de ZOOM deixa visível na tela apenas o que está desenhado na área de 
desenho? 
A) Zoom Realtime.
B) Zoom All.
C) Zoom Extents.
D) Zoom Window.
E) Zoom Previous.
4) O que acontece se, ao selecionarmos um retângulo, clicarmos no Grip superior direito e 
arrastarmos verticalmente para cima? 
A) Nada. Como foi desenhado como retângulo, nada mudará no desenho.
B) O retângulo terá outra dimensão, mantendo o formato de retângulo.
C) O retângulo deixará de ser retângulo, tomando a forma de um trapézio retângulo.
D) Esse vértice passará a ser um arco.
E) O retângulo passará a ser um quadrado.
5) Qual a maneira mais rápida de transformar um retângulo em triângulo? 
A) Após desenhar um retângulo com o comando Linha, é possível deletar uma das linhas, 
editando uma linha sem fechamento e levando até o encontro da outra sem fechamento.
B) Após desenhar um retângulo com o comando Retângulo, é possível selecionar o desenho e 
editar um vértice, deletando-o e transformando rapidamente o retângulo em triângulo.
C) Desenhar um retângulo com o comando Retângulo e, dentro deste, uma linha diagonal. Com 
o comando Trim, aparar os lados sobressalentes do triângulo.
D) Isso não é possível de ser realizado.
E) Após utilizar o comando Retângulo, usar o comando Polígono para editar a figura e 
transformá-la em um triângulo.
Na prática
O comando mais básico do AutoCAD é o Line, que permite desenhar as mais variadas formas 
geométricas, triângulos, polígonos, retângulos, entre outras. Porém, cada linha desenhada é um 
elemento isolado. Ao utilizarmos o comando Rectang, obtemos formas retangulares, possíveis de 
serem obtidas com o desenho de linhas, mas como um objeto único, com quatro polilinhas em sua 
composição. Dependendo da complexidade do desenho, em que sejam previstas várias edições, 
selecionar diversos retângulos será mais rápido do que selecionar linhas que representem os 
mesmos retângulos. 
 
Na prática, a utilização de linhas ou retângulos dependerá da experiência e da escolha do usuário. 
Saiba +
Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor:
Diretrizes gerais para intercambialidade de projetos em CAD: 
integração entre projetistas, construtoras e clientes
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 003 - Comandos simples e observação do 
Prompt.
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
AutoCAD Básico - 004 - Visualização utilizando o mouse 
(Zoom Pan).
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
http://www.asbea.org.br/userfiles/manuais/7e942be1be1f79072a2cffe3f27a270a.pdf
https://www.youtube.com/embed/9wsVaPNm3fk
https://www.youtube.com/embed/pxB35wd61jg

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