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Prova Impressa GABARITO | Avaliação da Disciplina (Cod.:678076) Peso da Avaliação 10,00 Prova 69601869 Qtd. de Questões 20 Nota 10,00 A mediação é essencial para aprofundar a análise, fazendo, quando necessário, um recorte na parte da mídia que destaca o foco da aula para promoção da reflexão. Permitir, sem impor, que o aluno perceba os mecanismos ideológicos que porventura possa existir, assim como extrair a importância do conteúdo para a vida. De acordo com Kenski (2008, p. 64): A escola precisa assumir o papel de formar cidadãos para a complexidade do mundo e dos desafios que ele propõe. Preparar cidadãos conscientes, para analisar criticamente o excesso de informações e a mudança, a fim de lidar com as inovações e as transformações sucessivas de conhecimento em todas as áreas. A mesma autora destaca que: “a sociedade excluída do atual estágio de desenvolvimento tecnológico está ameaçada de viver em estado permanente de dominação, subserviência e barbárie”. FONTE: KENSKI, V. M. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. Campinas: Papirus, 2008. Logo, se faz urgente, nos estabelecimentos de ensino, vislumbrar novos horizontes educacionais, e, inserir: A Nas metodologias educacionais, as possibilidades imidiáticas. B Nas metodologias educacionais, as possibilidades midiáticas. C Nas metodologias educacionais, as impossibilidades imidiáticas. D Nas metodologias educacionais, as impossibilidades midiáticas. Pode-se afirmar que o aluno constrói um campo de conceitos que toma sentido num campo de problemas, e não um conceito isolado em resposta a um problema particular; a resolução de problemas não é uma atividade para ser desenvolvida em paralelo ou como aplicação da aprendizagem, mas uma orientação para a aprendizagem, pois proporciona o contexto em que se podem apreender conceitos, procedimentos e atitudes matemáticas. Assim, existem diferentes tipos de problemas e que cada tipo tem uma função no processo de aprendizagem do aluno. Assinale a alternativa que corresponda às categorias que os diferentes tipos de problemas podem ser sintetizados. A Profissionais, nebulosos, sem resposta única e inédita. B Algoritmização, complexos, nebulosos e sem resposta única. C Algoritmização, realísticos, nebulosos e sem resposta única. VOLTAR A+ Alterar modo de visualização 1 2 D Complexos, nebulosos, sem resposta única e inédita. Dante (1991) sugere trabalhar com todos os alunos de uma mesma turma: apresentando um problema desafiador, real e interessante, e que não seja resolvido diretamente por um ou mais algoritmos, recomendando que deva ser dado um tempo razoável para que os alunos leiam e compreendam o problema. Analise as sentenças a seguir: I - Facilite a discussão entre eles ou faça perguntas para esclarecer os dados e condições do problema e o que nele se pede. II - Procure certificar-se de que o problema está totalmente entendido por todos. III - Lembre-se de que uma das maiores dificuldades do aluno ao resolver um problema é ler e compreender o texto. IV - Em seguida, dê um bom tempo para os alunos trabalharem no problema, porque a resolução não pode se transformar numa competição de velocidade, e elas precisam muito mais de tempo para pensar e trabalhar no problema do que de instruções específicas para resolvê-lo. V - Procure criar entre os alunos um clima de busca, exploração e descobertas, deixando claro que mais importante que obter a resposta correta é pensar e trabalhar no problema durante o tempo que for necessário para resolvê-lo. Dentre os aspectos recomendados pelo autor, são verdadeiras as afirmações: A I, II, III, IV e V. B I, IV e V. C I , II e III. D III, IV e V. Nos anos 30, com o surgimento da Escola Nova, a Matemática era ensinada pelos seus valores práticos, suas relações com as demais ciências e suas aplicações cotidianas. Assinale a alternativa que apresente como o aluno aprendia: A Copiando. B Ouvindo. C Lendo. D Fazendo. 3 4 É em atividades como essas que o aluno desenvolve habilidades em processos importantes, como a intuição, a analogia, a indução e a dedução, o que dificilmente ocorre em atividades direcionadas à memorização, nas quais a compreensão do processo desenvolvido para deduzir um conceito matemático e reconhecer sua utilidade não ocorre (BRASIL, 1998). Dessa forma, pode-se inferir que a proposta descrita nos PCN se assemelha às atividades de investigação matemática, nas quais os alunos são convidados a agir como um matemático profissional, para os quais “investigar é descobrir relações entre objetos matemáticos conhecidos ou desconhecidos, procurando identificar as respectivas propriedades” (PONTE; BROCARDO; OLIVEIRA, 2003, p. 13). É em atividades de análise de objetos matemáticos que o aluno utiliza o pensamento, e “a cada momento que se utiliza o pensamento na construção de ideias a respeito do mundo pratica-se o exercício da estruturação do conhecimento [...]” (MENDES, 2009, p. 123). Nesse sentido, segundo Ponte, Brocardo e Oliveira (2003) desenvolver o ensino e a aprendizagem da Matemática utilizando a investigação é: A Considerar ou reelaborar questões relacionadas a outras áreas do conhecimento e para as quais a pessoa que investiga dispõe de uma resolução imediata, com o objetivo de que não se sinta motivada a procurá-la, valendo-se dos conhecimentos prévios matemáticos e conhecimentos necessários. B Considerar ou reelaborar questões relacionadas a outras áreas do conhecimento e para as quais a pessoa que investiga dispõe de uma resolução imediata, com o objetivo de que não se sinta motivada a procurá-la, valendo-se dos conhecimentos prévios matemáticos e conhecimentos desnecessários. C Considerar ou elaborar questões relacionadas a outras áreas do conhecimento e para as quais a pessoa que investiga dispõe de uma resolução prática, com o objetivo de que se sinta motivada a procurá-la, valendo-se dos conhecimentos prévios na matemática e conhecimentos desnecessário de investigação. D Considerar ou elaborar questões relacionadas a essa área do conhecimento e para as quais a pessoa que investiga não dispõe de uma resolução imediata, com o objetivo de que se sinta motivada a procurá-la, valendo-se dos conhecimentos prévios matemáticos e conhecimentos necessários. Para que o aluno possa construir o conhecimento será necessário que, diante do enunciado de um problema, ele conheça cada expressão verbal utilizada. Em seguida deverá ser capaz de traduzir cada dado apresentado verbalmente em dados concretos do mundo em que vive. Por último precisará entender as relações lógicas constantes do problema para então relacionar os dados entre si e realizar as operações necessárias à solução. Tudo isso supõe o desenvolvimento de certas capacidades do aluno as quais poderão ou não estar presentes (CARRAHER, 1991). Considerando a atenção ao fato de que o aluno é agente da construção do seu conhecimento, pelas conexões que estabelece com seu conhecimento prévio num contexto de resolução de problemas (PCN, 1998) é importante: A Propor situações que os estudantes não tenham condições de resolver. B Propor situações que os estudantes tenham poucas condições de resolver. C Propor situações que os estudantes tenham condições de resolver. D Propor situações que os estudantes tenham condições medianas de resolver. 5 6