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TUBERCULOSE
P R O F . C L A R I S S A C E R Q U E I R A
Estratégia
MED
Prof. Clarissa Cerqueira | Tuberculose 2INFECTOLOGIA
@estrategiamed
/estrategiamedEstratégia MED
t.me/estrategiamed
@draclarissacerqueira
PROF. CLARISSA
CERQUEIRA
APRESENTAÇÃO:
Olá, futuro(a) Residente, tudo bem?
Este é um resumo de um dos temas quentes da 
Infectologia: a tuberculose!
Quero reforçar que é um resumo, ou seja, não vou falar 
de tudo que cai nas provas, mas sim dos tópicos mais frequentes 
e dos temas mais cobrados. Se quiser se aprofundar, é só ler o 
livro digital completo na área do aluno e assistir às videoaulas. 
Meu objetivo com este resumo é fazer você acertar a 
maioria das questões de provas de Residência Médica sobre 
a tuberculose. Tudo que está descrito aqui é de importância 
para a prova.
@estrategiamed
https://www.instagram.com/estrategiamed/?hl=pt
https://www.instagram.com/estrategiamed/
https://www.facebook.com/estrategiamed1
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https://www.youtube.com/channel/UCyNuIBnEwzsgA05XK1P6Dmw
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https://t.me/estrategiamed
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https://www.instagram.com/profa.camilamoma/
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Estratégia
MED
Prof. Clarissa Cerqueira | Tuberculose 3INFECTOLOGIA
Os tópicos mais quentes e que vou resumir aqui para você são:
• Clínica e patogênese: saber reconhecer os casos suspeitos de tuberculose e as diferenças entre 
tuberculose primária e secundária.
• Diagnóstico: saber diagnosticar um paciente pelo quadro clínico e saber os exames disponíveis para 
diagnóstico e quando indicá-los.
• Tratamento: que medicações usar, quanto tempo deve ser feito o tratamento e quais são os efeitos 
colaterais de cada droga.
• Infecção Latente por Tuberculose (ILTB): qual é a conduta diante de um contato exposto, qual é 
o tratamento da ILTB, quem tem indicação de tratar e quais são os valores de referência do teste 
tuberculínico.
Preparado(a)? Vamos lá!
Prof. Clarissa Cerqueira | Resumo Estratégico | 2023
Estratégia
MED
INFECTOLOGIA Tuberculose
4
SUMÁRIO
1.0 ASPECTOS GERAIS 5
2.0 TRANSMISSÃO 5
3.0 PATOGÊNESE 5
4.0 QUADRO CLÍNICO DA TB PULMONAR 7
5.0 DIAGNÓSTICO 10
6.0 TRATAMENTO 13
6.1 ESQUEMA BÁSICO 13
6.1.1 HEPATOPATAS 14
6.1.2 HIV/AIDS 15
6.2 TB DROGARRESISTENTE 15
6.3 EFEITOS ADVERSOS 16
6.4 SEGUIMENTO DO TRATAMENTO 17
7.0 INFECÇÃO LATENTE PELO M. TUBERCULOSIS 18
7.1 DIAGNÓSTICO DA ILTB 18
7.2 TRATAMENTO DA ILTB 19
7.3 QUIMIOPROFILAXIA PRIMÁRIA 22
8.0 AVALIAÇÃO DOS CONTATOS 23
9.0 LISTA DE QUESTÕES 24
10.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 25
11.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS 25
Prof. Clarissa Cerqueira | Resumo Estratégico | 2023
Estratégia
MED
INFECTOLOGIA Tuberculose
5
CAPÍTULO
1.0 ASPECTOS GERAIS
A tuberculose é uma doença muito importante no Brasil e no mundo. Ela é causada por qualquer uma das sete espécies de micobactérias 
que fazem parte do complexo Mycobacterium tuberculosis (MTB). Elas têm lipídios na sua parede celular, como o ácido micólico e, por causa 
disso, são resistentes a diversos antibióticos e também aos álcool-ácidos (são bacilos álcool-ácidos resistentes – BAAR).
CAPÍTULO
2.0 TRANSMISSÃO
A tuberculose é uma doença transmitida principalmente pela via aérea por meio da geração de aerossóis quando o paciente infectado 
tosse, fala ou espirra. Preste atenção no quadro a seguir:
PONTOS IMPORTANTES SOBRE A TRANSMISSÃO
1) As formas clínicas da tuberculose que são transmitidas por aerossol são SOMENTE a tuberculose pulmonar e a laríngea. As outras 
formas extrapulmonares exclusivas, como a tuberculose pleural ou ganglionar, não são transmissíveis.
2) A principal forma de transmissão da micobactéria é por aerossol.
3) Ambientes fechados e mal arejados aumentam a transmissão da tuberculose e ambientes com circulação de ar e luz solar reduzem 
a transmissão.
CAPÍTULO
3.0 PATOGÊNESE
Entenda aqui comigo um pouco sobre como a pessoa pode adoecer por tuberculose.
A depender da resposta imunológica do hospedeiro, o paciente infectado pode eliminar a infecção, 
desenvolver a tuberculose primária ou evoluir para um quadro de latência que, em seguida, pode ou não 
se reativar. Veja com atenção este ciclo abaixo:
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MED
INFECTOLOGIA Tuberculose
6
Figura 1. Ciclo da patogênese da tuberculose.
PACIENTE BACILÍFERO
Lesão alcançada via 
aérea e os bacilos
podem ser eliminados
Falha na imunidade
celular: lesão pulmonar
com necrose caseosa
Proliferam no pulmão
e formam um granuloma
(nódulo de Ghon), que
cresce e atinge linfonodos
(complexo de Ranke)
Bactérias chegam aos
alvéolos e são fagocitadas
por macrófagos
Desenvolvimento
da imunidade celular
Hospedeiro 
susceptível
Infecção
eliminada
Tuberculose
primária
Tuberculose
latente
Tuberculose
secundária
Transmite
Pela patogênese da tuberculose, podemos subdividir a doença da seguinte forma:
DIVISÃO DA TUBERCULOSE
PELA PATOGÊNESE
Tuberculose latente Tuberculose
secundária
Tuberculose
primária
Reativação em
5 a 10% dos casos
em indivíduos sem 
comorbidades90% dos infectados10% dos infectados
Figura 2. Divisão da tuberculose pela patogênese.
Já aprendemos como a tuberculose é transmitida e como ela se desenvolve. Vamos agora aprender sobre seu quadro clínico. Preste 
atenção, porque é muito importante você saber sobre os próximos tópicos.
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INFECTOLOGIA Tuberculose
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CAPÍTULO
4.0 QUADRO CLÍNICO DA TB PULMONAR
Vou resumir aqui o quadro clínico da TB pulmonar. Preste atenção!
Existem três manifestações clínicas da TB pulmonar:
• a TB primária, que ocorre no primeiro contato com o bacilo, geralmente na infância;
• a TB pós-primária ou secundária, que é decorrente de uma reativação dos bacilos que ficaram latentes dentro dos macrófagos após 
a infecção;
• a TB miliar, que ocorre quando o bacilo alcança a corrente sanguínea e se dissemina para vários órgãos. Ela pode ser resultado de 
uma TB primária ou da reativação de um foco latente de TB com disseminação hematogênica. Ela é mais comum em pacientes com AIDS, 
numa fase avançada de imunossupressão.
Sobre o quadro clínico dessas três manifestações, coloquei tudo descrito na tabela abaixo, porque você já aproveita e faz a comparação 
entre elas. Grifei em negrito algumas palavras-chave importantes:
Parâmetros 
avaliados
TB primária TB secundária TB miliar
Epidemiologia
Mais comum
em crianças.
Mais comum em
adultos e adolescentes.
Mais comum 
em pacientes 
imunocomprometidos, 
como aqueles 
infectados pelo HIV.
Quadro 
clínico
• Febre;
• Sudorese noturna;
• Inapetência;
• Sintomas
respiratórios não
são frequentes.
• Febre;
• Sudorese noturna;
• Perda ponderal
e inapetência;
• Tosse com
ou sem hemoptise.
• Febre;
• Sudorese noturna;
• Perda ponderal
e inapetência;
• Tosse.
Radiografia e 
tomografia
de tórax 
• Geralmente normal
• Se alterada:
 - Adenopatia hilar
(achado mais frequente);
 - Infiltrados pulmonares;
 - Derrame pleural;
 - Complexo de Ranke; 
 - Nódulo de Ghon.
• Geralmente alterada
• Envolve com frequência
os lobos superiores;
• Achados mais frequentes:
cavidades e infiltrados.
• TC de tórax: pode ter
padrão de árvore
em brotamento.
• Micronódulos
difusos no
parênquima
pulmonar.
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Na TB primária, a tosse pode estar presente ou não, ou seja, sintoma respiratório não é regra nesse caso.
Veja aqui, agora, como são as alterações radiográficas que expliquei de cada uma das formas de TB pulmonar:
Figura 3. TB primária. A presença de um nódulo pulmonar calcificado em hemitórax direito (nódulo de Ghon) e a linfonodomegalia hilar formam o chamado complexo 
de Ranke. Essa alteração é característica de um quadro prévio de TB primária.
Figura 4. TB secundária. Na imagem da esquerda, observe uma radiografia de tórax com duas cavitações em ápicespulmonares (uma em hemitórax direito e outra em 
hemitórax esquerdo). Na imagem da direita, veja que o lobo superior direito está acometido com consolidações e cavidades.
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Figura 5. Tomografia computadorizada de achados da TB secundária. Na imagem da direita, você consegue ver uma imagem de tomografia de tórax com nódulos 
centrolobulares com padrão “árvore em brotamento”. São densidades ramificadas centrolobulares com pequenas nodulações nas extremidades, assemelhando-se ao 
aspecto em brotamento de algumas árvores, como você consegue ver na imagem da esquerda.
Figura 6. TB miliar. Aspecto da radiografia de tórax dos pacientes com tuberculose miliar. Perceba a presença de micronódulos difusos na aparência pulmonar.
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A respeito das formas extrapulmonares de tuberculose, lembre-se daquelas mais frequentes:
• Mais comum na população geral: TB pleural.
• Mais comum em pacientes com HIV: TB ganglionar.
• Mais comum em crianças: TB ganglionar.
Figura 7: Formas de tuberculose pulmonar
TUBERCULOSE
PULMONAR
Primária
Ocorre após
contato com
bacilo
Mais
frequente na
infância
Reativa após
quadro de
latência
Mais
frequente em
adultos
Pode ser após
TB primária
ou secundária,
quando o bacilo
cai na corrente
sanguínea
Mais
frequente em
pacientes
com AIDS
MiliarSecundária
Para diagnosticar uma tuberculose pulmonar, precisamos levar em consideração três fatores: o quadro clínico do paciente, o exame de 
imagem compatível com o caso e uma pesquisa bacteriológica que evidencie a presença do MTB.
CAPÍTULO
5.0 DIAGNÓSTICO
SUSPEITA DE TB 
PULMONAR COM BASE 
NA ANAMNESE 
E NO EXAME FÍSICO.
DUAS AMOSTRAS 
DE BACILOSCOPIA E/OU
TRM-TB E/OU CULTURA.
RADIOGRAFIA
DE TÓRAXPEDIR
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BACILOSCOPIA
• Consiste na pesquisa do bacilo por meio da coloração de Ziehl-Neelsen.
• Se um paciente tiver um quadro clínico compatível com TB pulmonar e a baciloscopia for negativa, a hipótese diagnóstica deve 
continuar sendo TB pulmonar, já que esse exame não é muito sensível (sensibilidade de 60 a 80%). 
• A baciloscopia não é específica para o M. tuberculosis. Ela pode detectar outras micobactérias e Nocardia, por exemplo.
• A baciloscopia deve ser realizada em duas amostras: uma no primeiro contato com o paciente suspeito e a outra no dia seguinte, 
ao despertar.
• Deve ser feita em todos os sintomáticos respiratórios durante a estratégia de busca ativa.
Já expliquei sobre o quadro clínico e os achados radiográficos compatíveis. Agora vou resumir os pontos mais importantes dos métodos 
de pesquisa bacteriológica:
Qual é a definição de sintomático respiratório?
- Pelo Ministério da Saúde: é aquela pessoa que apresenta tosse por 3 semanas ou mais.
- Pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia: é o paciente com tosse por 2 semanas ou mais.
TESTE RÁPIDO MOLECULAR (TRM) - TB
• O TRM é um teste que utiliza a técnica de PCR em tempo real para detectar o material genético (DNA) do M. tuberculosis 
(TRM-TB).
• É específico para o M. tuberculosis (não detecta outras micobactérias).
• Detecta também a resistência à rifampicina.
• Não é indicado para controle de cura; afinal, pode detectar micobactérias mortas.
CULTURA PARA MICOBACTÉRIA
• É o padrão ouro para diagnóstico da tuberculose. 
• Como a cultura é mais sensível do que a baciloscopia, caso um paciente apresente baciloscopias sucessivas negativas, o próximo 
exame mais indicado é a cultura do escarro.
• Permite a detecção de outras micobactérias.
• Permite a realização de teste de sensibilidade (TS) aos antibióticos.
• A desvantagem principal é o tempo de demora do resultado, que pode ser de até 8 semanas.
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Agora compare aqui as indicações de cada exame:
Exame Indicação
Baciloscopia
• Nos sintomáticos respiratórios, durante estratégia de busca ativa.
• Em casos suspeitos de TB pulmonar, independentemente do tempo de tosse.
• Para controle de cura e acompanhamento de pacientes com tuberculose já confirmada. 
TRM
• Diagnóstico de casos novos de TB pulmonar e laríngea.
• Diagnóstico de TB extrapulmonar em outras amostras biológicas.
• Triagem de resistência à rifampicina nos casos de retratamento ou suspeita de falência do 
tratamento.
Cultura
• Todo caso de diagnóstico de TB com TRM positivo.
• Todo caso suspeito de TB com TRM negativo e persistência do quadro clínico.
• Todo caso suspeito de TB em que não estiver disponível o TRM.
• Suspeita de infecção por micobactéria não tuberculosa (MNT).
• Persistência de baciloscopia positiva após o segundo mês de tratamento.
• Recidivas.
Depois disso tudo, vamos reforçar sobre todos os pontos principais do diagnóstico da TB? 
Analise este esquema com cuidado:
Assim que o diagnóstico for feito, todos os pacientes devem ser investigados para HIV, com solicitação 
da sorologia; afinal, a tuberculose é a principal causa de óbito nesses pacientes.
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Figura 8. Diagnóstico da TB pulmonar.
DIAGNÓSTICO DA 
TUBERCULOSE PULMONAR
Bacteriológica
Baciloscopia
TRM
Cultura para
micobactéria
Radiológico
Micronódulos difusos
Clínico
Febre vespertina
Tosse
Perda ponderal
Sudorese noturna
Perda de apetite
Radiografia de tórax:
Geralmente anormal
Cavitações
Infiltrados alveolares
Radiografia de tórax:
Normal
Adenopatia hilar
Nódulo Ghon
Complexo de Ranke
Infiltrados
TB primária TB secundária
TB miliar
CAPÍTULO
6.0 TRATAMENTO
6.1 ESQUEMA BÁSICO
O tratamento da tuberculose deve ser feito em duas fases:
• Fase intensiva (ataque): rifampicina (R) + isoniazida (I ou H) + pirazinamida (P ou Z) + etambutol (E).
Deve ser feito por 2 meses.
• Fase de manutenção. rifampicina (R) + isoniazida (I ou H). É iniciado após a fase de ataque e dura, no 
mínimo, 4 meses, a depender da apresentação clínica da tuberculose.
Sabendo dessas fases, o esquema básico de tratamento da TB pulmonar e extrapulmonar é o seguinte:
Tratamento da tuberculose pulmonar e extrapulmonar em maiores de 10 anos:
RIPE/RHZE por 2 meses + RI/RH por 4 meses = total de 6 meses de tratamento
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 Nos pacientes com TB meningoencefálica ou osteoarticular, o tratamento é o seguinte (o que muda é o tempo da fase de manutenção):
Tratamento da tuberculose pulmonar meningoencefálica ou osteoarticular:
RIPE/RHZE por 2 meses + RI/RH por 10 meses = total de 12 meses de tratamento
Os pacientes alcoólatras, portadores de HIV, diabéticos e gestantes devem receber piridoxina 
(vitamina B6) em associação com o esquema básico.
6.1.1 HEPATOPATAS
Algumas drogas do esquema básico são hepatotóxicas e podem levar a uma piora do perfil hepático com necessidade de suspensão 
temporária do tratamento. Vamos lembrar aqui quando esse esquema deve ser suspenso?
• Elevação das transaminases por, pelo menos, cinco vezes o valor normal em pacientes sem sintomas digestivos; ou
• três vezes o valor normal naqueles com sintomas dispépticos ou icterícia.
O esquema deve ser reiniciado da seguinte forma, após a melhora dos exames:
rifampicina + etambutol
>> fazer por 3 a 7 dias e pedir exames hepáticos. Se normais,
associar a isoniazida
>> fazer por 3 a 7 dias e pedir exames hepáticos. Se normais,
associar a pirazinamida.
 Caso o paciente com tuberculose tenha cirrose, não podemos usar esse esquema. Nesses casos, o tratamento da tuberculose é feito 
da seguinte forma:
Ataque: cinco meses de amicacina 3 vezes na semana + etambutol + levofloxacino.
Manutenção: sete meses de etambutol + levofloxacino.
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6.1.2 HIV/AIDS
Os pontos mais importantes sobre a coinfecção HIV-TB são os seguintes: 
COINFECÇÃO TB E HIV
• Não usar rifampicina simultaneamente com inibidores de proteases (IP) como atazanavir, 
ritonavir, lopinavir e darunavir. A preferência é substituir a terapia antirretroviral do paciente (trocar 
o IP por efavirenz ou dolutegravir), porém, nos casos em que o esquema não pode ser modificado, 
devemos trocar a rifampicina pela rifabutina.
• Quem é virgem de tratamento de HIV deve esperar algumas semanas para iniciar a terapia 
antirretroviral (TARV), a depender do CD4:
• CD4 < 50 céls/mm3: iniciar TARV até duas semanas do início do RIPE.
• CD4 ≥ 50 céls/mm3: o início da TARV deve ser no início da fase de manutenção (8ª semana).
• O dolutegravir deve ser feito em dose dobrada (50 mg duas vezes ao dia) pela interação com a 
rifampicina.
6.2 TB DROGARRESISTENTE
A tuberculose que é causada por micobactérias resistentes à rifampicina e isoniazida é chamada de TB MDR (multidroga resistente). 
Nesses casos, o tratamento muda da seguinte forma:
Figura 9. Esquema de tratamento da TB MDR.
Rifampicina
Amicacina Levofloxacino Terizidona Etionamida Pirazinamida Etambul
Isoniazida Pirazinamida Etambutol
ESQUEMA BÁSICO
Esquema para TB MDR
“ALTEPE”
Resistência
a R+I
Na fase de manutenção, é recomendado o uso de levofloxacino, terizidona e etambutol (ou etionamida, se houver resistência ao 
etambutol). O tratamento é longo, com a fase de ataque durando oito meses e a fase de manutenção durando dez meses.
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24893135
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6.3 EFEITOS ADVERSOS
Essas medicações do esquema básico têm alguns efeitos adversos bem descritos. Eles podem ser divididos em 
“menores”, que são aqueles que não necessitam de suspensão da medicação, e “maiores”, que causam a suspensão 
do tratamento. Coloquei aqui, nesta tabela, e marquei em negrito aqueles que você mais precisa lembrar:
Droga
Efeitos adversos menores 
(podem ser manejados 
clinicamente sem suspensão
do tratamento)
Efeitos adversos maiores 
(requerem suspensão do tratamento)
Etambutol
• Hiperuricemia. Orientar dieta 
hipopurínica e medicar com 
alopurinol ou colchicina, se 
necessário.
• Neurite óptica (por esse motivo, ele é conhecido como 
“etambutolho”);
• Exantema ou hipersensibilidade de moderada a grave. 
Rifampicina
• Cor avermelhada da urina e 
suor. Sem condutas, somente 
orientar o paciente;
• Prurido e exantema leve. 
Conduta: prescrever anti-
histamínicos.
• Nefrite intersticial (lembre-se de “RIMfampicina”);
• Toxicidade medular: trombocitopenia, leucopenia, 
eosinofilia, anemia hemolítica, agranulocitose;
• Vasculite; 
• Hepatotoxicidade de padrão colestático;
• Exantema ou hipersensibilidade de moderada a grave.
Isoniazida
• Neuropatia periférica. 
Tratamento com o uso de 
piridoxina; 
• Prurido e exantema leve. 
Tratamento com o uso de anti-
histamínicos.
• Psicose;
• Crise convulsiva;
• Encefalopatia tóxica;
• Coma;
• Hepatotoxicidade de padrão celular; 
• Exantema ou hipersensibilidade de moderada a grave.
Pirazinamida
• Dor articular. Tratar com 
analgésicos ou anti-
inflamatórios;
• Hiperuricemia. Orientar dieta 
hipopurínica e medicar com 
alopurinol ou colchicina, se 
necessário.
• Hepatotoxicidade 
• Rabdomiólise com mioglobinúria e insuficiência renal.
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Sintomas gastrointestinais, como náuseas, vômitos e epigastralgia. Todas as drogas do esquema 
básico podem causar esses efeitos adversos. Se o paciente se queixar de algum desses sintomas, deve-se 
mudar o horário da medicação para duas horas após o café da manhã.
6.4 SEGUIMENTO DO TRATAMENTO
Após o início do tratamento, o paciente deve ser acompanhado com exames e consultas. Esse seguimento deve ser feito da seguinte 
forma:
Figura 10. Seguimento do paciente com TB.
Caso o paciente trate adequadamente a tuberculose, receba alta por cura e posteriormente desenvolva novo quadro de tuberculose, 
definimos esse novo quadro como recidiva. A suspensão do tratamento por mais de 30 dias consecutivos é considerada como abandono.
Seguimento bacteriológico
Seguimento radiológico
Seguimento laboratorial
Consultas Mensal
MensalBaciloscopia
Radiografia
de tórax
No segundo mês e ao
término do tratamento
No primeiro mês 
de tratamento
HIV, glicemia,
função renal e
hepática
Seguimento clínico
Tipo de seguimento FrequênciaForma de seguimento
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CAPÍTULO
7.0 INFECÇÃO LATENTE PELO M. TUBERCULOSIS
Lembra que o bacilo pode ficar latente no pulmão da pessoa infectada? Quando isso acontece, 
chamamos essa condição de infecção latente pelo M. tuberculosis. Resumindo, o paciente entra em contato 
com o bacilo, mas ele não desenvolve a doença e também não transmite para outras pessoas. Você já pode 
raciocinar que, para diagnosticar ILTB, temos que descartar a doença ativa, afinal, se o paciente tiver sintomas, 
ele tem tuberculose doença.
Na maioria dos pacientes (cerca de 90% dos infectados), o contato inicial com o bacilo não leva ao desenvolvimento de doença 
sintomática (tuberculose primária). O sistema imune do paciente consegue conter a infecção e ele permanece assintomático.
A ILTB é identificada por meio de exames de rastreio de contato prévio com a micobactéria, como a prova tuberculínica (PT).
Não se esqueça:
Pacientes com ILTB não transmitem tuberculose.
Sempre descartar tuberculose ativa antes de diagnosticar ILTB. 
7.1 DIAGNÓSTICO DA ILTB
A primeira coisa a fazer para diagnosticar a ILTB é descartar tuberculose ativa. Como isso é feito? Com a anamnese (questionar sobre 
tosse, febre, sudorese noturna etc.), o exame físico e a radiografia de tórax.
Caso o paciente não tenha achados sugestivos de tuberculose, o próximo passo é pedir a prova tuberculínica (também chamada de 
reação de Mantoux ou PPD) ou o IGRA (Interferon-Gamma Release Assays). Vamos aprender mais sobre esses exames a seguir. Para reforçar, 
lembre-se:
Figura 11. Investigação de ILTB.
INVESTIGAÇÃO DE ILTB
Pedir prova
tuberculínica
ou IGRA
Pedir radiografia 
de tórax
Questionar
sintomas
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INFECTOLOGIA Tuberculose
19
A prova tuberculínica (PT) consiste na inoculação 
intradérmica de antígenos do M. tuberculosis para medir a resposta 
imunológica contra eles. A leitura do exame deve ocorrer entre 48 
a 72 horas após a aplicação. É medido o maior diâmetro da área do 
endurado e o resultado é dado em milímetros.
Seu resultado informa se o paciente teve contato com o 
bacilo ou não. Logo, em um paciente sem sintomas, mas com esse 
exame positivo, podemos dizer que ele tem ILTB.
Resultados falso-positivos podem ocorrer em pessoas com 
infecções por outras micobactérias ou, se vacinados com a BCG, 
após o primeiro ano de vida. Resultados falso-negativos podem 
ocorrer em pacientes imunodeprimidos, gestantes, desnutridos, 
diabéticos, ou até por realização inadequada do exame e leitura 
por profissional inexperiente.
O outro exame, chamado de IGRA (Interferon-Gamma 
Release Assays), também consegue informar se o paciente está 
infectado com o M. tuberculosis. Ele consiste no estímulo de células 
por antígenos do M. tuberculosis, assim como o PPD. A diferença 
é que, ao invés de observarmos a formação de uma enduração 
no resultado positivo, é observada, no laboratório, a produção de 
interferon-gama pelas células que foram previamente sensibilizadas. 
Ou seja, se o paciente teve contato com o M. tuberculosis, ele tem 
células sensibilizadas e elas respondem a esse estímulo antigênico 
com a produção de interferon-gama.
Esse teste tem vantagens em relação à PT: ele não é 
influenciado pela vacinação prévia da BCGe por infecções por 
micobactérias não tuberculosas. Além disso, ele não precisa que o 
paciente retorne em 48 a 72 horas e seu resultado não está sujeito 
a viés de leitura. Desvantagens do método estão relacionadas ao 
preço elevado e ao fato de não ser indicado para menores de dois 
anos de idade.
7.2 TRATAMENTO DA ILTB
O tratamento deve ser feito naqueles que apresentam IGRA positivo ou com PPD ≥ 5 mm ou 10 mm. Existem 
situações em que a indicação do tratamento não depende desses exames. Analise essa tabela com cuidado e 
atenção, pois isso é muito cobrado em provas (lembre-se do mnemônico CINCO):
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24893135
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 Indivíduos com PT documentada e maior do que 5 mm não devem ser submetidos à nova testagem, mesmo após nova exposição a 
pacientes com tuberculose.
Indicações de tratamento de ILTB com base no PPD/IGRA
IGRA positivo
PPD ≥ 5 mm
C Contatos de casos com TB incluindo Crianças
IN INibidores de TNF-alfa e Imunocomprometidos (HIV e quem usa corticoides)
C Cicatriz de TB na radiografia
O Órgãos (antes de transplantes)
PPD ≥ 10 mm
Silicose
Neoplasias de cabeça e pescoço, hematológicas e outras em uso de quimioterapia 
imunossupressora
Diabetes mellitus (DM)
Doença renal crônica (DRC) em diálise
Baixo peso (< 85% do peso ideal)
Tabagista (> 1 maço/dia)
Calcificação isolada na radiografia
Indicações de tratamento de ILTB que não precisam de exames de PPD/IGRA
Pessoas infectadas pelo HIV e contagem de linfócitos T CD4 ≤ 350 células/mm3
Pessoas com HIV com contato intradomiciliar ou institucional de pacientes com TB pulmonar ou laríngea
https://www.uptodate.com/contents/clinical-manifestations-and-diagnosis-of-multiple-endocrine-neoplasia-type-2/abstract/14
https://www.uptodate.com/contents/clinical-manifestations-and-diagnosis-of-multiple-endocrine-neoplasia-type-2/abstract/14
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Para os pacientes acima, com indicação de tratamento, há 
três opções de drogas para tratamento da ILTB, sendo a preferência 
atual pelo uso do primeiro esquema a seguir:
• Rifapentina com isoniazida (esquema 3HP)
Este é o esquema preferencial. Podem usar adultos, crianças 
acima de 2 anos, idosos e pessoas vivendo com o HIV. Consiste no 
uso de rifapentina (P) com isoniazida (H) em dose semanal, por 
3 meses, totalizando 12 doses (esquema 3HP). Em relação aos 
esquemas anteriores, tem uma comodidade posológica superior e 
isso facilita a adesão ao tratamento. O paciente adulto deve receber 
rifapentina 900 mg com isoniazida 900 mg, uma vez por semana. 
Pela falta de estudos, seu uso não é indicado em gestantes. Em 
crianças, a dose é indicada conforme o peso e ele pode ser usado 
7.2.1 REGIMES TERAPÊUTICOS
Figura 12. Condutas no tratamento de ILTB.
PASSO 1:
Descartar TB ativa
PASSO 2:
Avaliar exames ou indicação
de tratamento sem exames
PASSO 3:
Iniciar tratamento
ou
Fazer anamnese
exame físico e
pedir radiografia
de tórax
IGRA positivo
ou
Prova tuberculínica reatora
HIV contactante de
caso confirmado de TB
ou
CD4 ≤ 350
Esquemas:
3HP
(3 meses de rifapentina e isoniazida)
9H ou 6H
(9 ou 6 meses de isoniazida)
4R
(4 meses de rifampicina)
em maiores de 2 anos de idade. 
• Isoniazida (esquema 6H ou 9H)
A isoniazida, no adulto, é usada na dose de 300 mg/dia e, 
na criança, 10 mg/Kg/dia. Em hepatopatas, crianças < 10 anos 
e pessoas acima de 50 anos devemos preferir o esquema com a 
rifampicina. O tempo de tratamento é de 6 meses (180 doses) ou 9 
meses (270 doses).
• Rifampicina (esquema 4R)
Esse esquema é uma opção para hepatopatas, crianças < 
10 anos e pessoas acima de 50 anos. A dose, no adulto, é de 10 
mg/Kg/dia (máximo de 600 mg/dia) e, na criança, 15 mg/Kg/dia. O 
tempo de tratamento é de 4 meses com um mínimo de 120 doses.
Toda vez que você for avaliar a indicação do tratamento da ILTB, deve seguir estes três 
passos:
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7.3 QUIMIOPROFILAXIA PRIMÁRIA
Este é outro assunto que despenca nas provas!
Chamamos de quimioprofilaxia primária a prevenção da infecção pelo M. tuberculosis em recém-nascidos (RN) expostos a TB pulmonar 
ou laríngea. Imagine que nasceu um RN de mãe com tuberculose pulmonar bacilífera. O que devemos fazer? Olhe aqui neste fluxograma 
como é a conduta:
Figura 13. Fluxograma de prevenção da infecção da por TB em RN. Adaptado do Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil do Ministério da 
Saúde de 2019.
Nesses casos expostos, não há contraindicação à amamentação desde que a mãe não tenha mastite tuberculosa. A micobactéria 
não é encontrada em leite materno. Pela tuberculose pulmonar, recomenda-se que ela faça uso da máscara cirúrgica ao amamentar 
e ao cuidar da criança, enquanto a baciloscopia for positiva.
RECÉM-NASCIDO EXPOSTO
A CASO BACILÍFERO
Suspender
medicações
e aplicar BCG
< 5mm≥ 5mm
Fazer PT
Não aplicar BCG 
e iniciar isoniazida 
ou rifampicina por
três meses
Manter: Isoniazida
por mais três meses
ou
rifampicina por 
mais um mês
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CAPÍTULO
8.0 AVALIAÇÃO DOS CONTATOS
Pessoas que tiveram contato com caso confirmado de tuberculose bacilífera devem ser questionadas sobre a presença de sintomas de 
tuberculose. Olhe aqui como deve ser o manejo desses casos:
Figura 14. Conduta em casos expostos a pacientes bacilíferos.
Alta
Sem
conversão
Com 
conversão*
CONTATO DE CASO
BACILÍFERO
Repetir em
8 semanas
Fazer radiografia
de tórax
< 5mm ≥ 5mm
Normal Alterada
Tratar ILTB Continuar
investigação
SintomáticoAsintomático
Fazer PT Investigar
Tuberculose
*Incremento de pelo menos 10mm em relação à PT anterior
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CAPÍTULO
10.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. WHO - World Health Organization. Global Tuberculosis Report 2019. 
2. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil, 2019. 
3. BENNETT, John; DOLIN, Raphael; BLASER, Martin J. Mandell, Douglas and Bennett’s - Principles and practice of infectious diseases. 8th ed. 
Elsevier. 2015
4. RILEY, L. Tuberculosis: Natural history, microbiology, and pathogenesis. Uptodate. Last updated: Nov 25, 2019.
5. MENXIES, D. Approach to diagnosis of latent tuberculosis infection (tuberculosis screening) in adults. Uptodate. Last updates: Jan 24, 2020.
6. VISWESWARAN, R. et al. Urogenital tuberculosis. Uptodate. Last updated: Sep 19,2019.
7. DELGADO, B. J.; BAJAJ, T. Ghon Complex. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2020 Jan. 
8. ARQUIVOS BRASILEIROS DE CARDIOLOGIA. I Diretriz Brasileira de Miocardites e Pericardites. 2013.
9. CDC. Core Curriculum on Tuberculosis: What the Clinician Should Know. Disponível em: https://www.cdc.gov/tb/education/corecurr/
index.htm
CAPÍTULO
11.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Chegamos ao final deste resumo. Caso tenha tempo, recomendo fortemente a leitura do livro digital completo, a resolução de questõese a visualização das videoaulas. Tenho certeza que você será bem-sucedido(a) nessa jornada.
Faça agora uma pausa para descansar, mas não se esqueça de ampliar seu aprendizado e aumentar suas chances de aprovação com a 
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Lembre-se de que estou à disposição no Fórum de Dúvidas.
Abraços,
Clarissa Cerqueira
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	1.0 ASPECTOS GERAIS
	2.0 TRANSMISSÃO
	3.0 PATOGÊNESE
	4.0 QUADRO CLÍNICO DA TB PULMONAR
	5.0 DIAGNÓSTICO
	6.0 TRATAMENTO
	6.1 ESQUEMA BÁSICO
	6.1.1 HEPATOPATAS
	6.1.2 HIV/AIDS
	6.2 TB DROGARRESISTENTE
	6.3 EFEITOS ADVERSOS
	6.4 SEGUIMENTO DO TRATAMENTO
	7.0 INFECÇÃO LATENTE PELO M. TUBERCULOSIS
	7.1 DIAGNÓSTICO DA ILTB
	7.2 TRATAMENTO DA ILTB
	7.3 QUIMIOPROFILAXIA PRIMÁRIA
	8.0 AVALIAÇÃO DOS CONTATOS
	9.0 LISTA DE QUESTÕES
	10.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
	11.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS

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