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HEBRAICO INSTRUMENTAL 
AULA 4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Profª Janieyre Scabio Cadamuro Damico 
 
 
 
2 
CONVERSA INICIAL 
Seja muito bem-vindo(a)! Anteriormente, vimos que o alfabeto hebraico é 
consonantal, por isso, não possui vogais. Mas isso não quer dizer que elas não 
existam; elas apenas não fazem parte do alfabeto. Então, nesta aula, vamos 
conhecer um pouco do universo das vogais no sistema hebraico de escrita e 
linguagem. 
Vale lembrar que toda língua é um fenômeno cultural e, por isso, ela sofre 
influências das questões históricas, que vão modificando sua forma original. 
TEMA 1 – A HISTÓRIA DAS VOGAIS HEBRAICAS 
No princípio, a língua hebraica não tinha um sistema de vogais escritas. 
As palavras eram grafadas apenas com as 22 consoantes que conhecemos, e a 
língua era lida e falada de acordo com a tradição oral passada de geração em 
geração. Ler sem as vogais era difícil, principalmente, para quem não conhecia 
bem as palavras. Faça o teste e tente ler a frase a seguir: N prncp cr Ds cs Trr. 
Difícil, não?! Você só conseguiu porque conhece as palavras. 
Depois da primeira destruição do templo de Jerusalém, que aconteceu em 
586 a.C. pelos exércitos da Babilônia, os judeus foram dispersados. As novas 
gerações, que nasceram fora da terra de Israel, começaram a ter dificuldades 
para ler os textos sagrados, uma vez que a tradição da oralidade ficou 
prejudicada. Após a segunda destruição do templo de Jerusalém, no ano de 70 
d.C., pelo comandante romano Tito, essa situação se agravou ainda mais. A 
solução encontrada para manter viva a língua hebraica foi adicionar letras vogais 
no texto, mas isso não aconteceu da noite para o dia, e sim em várias etapas. 
Vejamos que etapas foram essas: 
• Na primeira etapa, que acontece entre os séculos IX a VI a.C., foram 
adicionadas vogais apenas no final das palavras. Mas não pense que 
foram criadas vogais; somente algumas consoantes começaram a 
funcionar como vogais quando no final das palavras. As novas vogais 
foram as consoantes ו (vav), י (yod) e ה (he), que funcionaram no final 
 
 
3 
das palavras como as vogais û (ו), î (י ) e a (ה). Perceba que apenas 
foi atribuído um valor vocálico a algumas consoantes nessa fase. 
• Na etapa seguinte do alfabeto hebraico, no período do pós-exílico (após 
586 a.C.), começaram a ser usadas as mater lectionis (as mães de 
leitura), ou seja, algumas consoantes começaram a ser usadas também, 
dentro das palavras, como vogais. Nessa etapa, as consoantes י (yod) e 
 ה e o ,(o ou u = ו ;i ou e = י) representavam mais de uma vogal (vav) ו
(he) continuava representando as vogais a e e, só que dentro de palavras 
agora. 
• Na etapa final dos escritos hebraicos, que envolve os séculos VII a IX d.C., 
foi desenvolvido um método de pontos diacríticos (sinais massoréticos) 
que representavam cada uma das vogais. Esses sinais se chamam 
massoréticos porque foram desenvolvidos pelo grupo de escribas 
conhecidos como massoretas. Eles conheciam muito bem a língua 
hebraica que estava quase restrita a uma língua litúrgica. Esses sinais, 
quando inseridos acima ou abaixo das consoantes, indicam a vogal que 
deve ser pronunciada. 
Esse processo de vocalização do alfabeto hebraico foi lento e gradual, 
sendo os massoretas seus grandes facilitadores. Os massoretas são um grupo 
de judeus israelitas, que tem a raiz de seu nome na palavra tradição (massorá), 
por isso são considerados os guardiões dela. Esses estudiosos, ao longo de 
gerações, foram preservando a pontuação correta das palavras e começaram a 
desenvolver um sistema que preservava a pronúncia original. 
Isso significa dizer que a bíblia hebraica, no tempo de Jesus Cristo, século 
I, não tinha um sistema de vocalização adicionado. Hoje, essa bíblia é chamada 
de Codex Leningradensis, ou texto massorético, justamente porque ela possui o 
sistema de pontuação das vogais desenvolvido entre o século VI e X. Lembre-
se de que esse é o texto utilizado para traduzir a bíblia para diversas línguas, 
uma fonte fidedigna do texto hebraico de antigamente. 
 
 
 
4 
TEMA 2 – CLASSIFICAÇÃO DAS VOGAIS 
Veremos agora como as vogais se comportam na língua hebraica. 
No hebraico, as vogais se classificam da seguinte maneira: 
1. Longuíssimas: são aquelas formadas pelas mater lectionis, ou seja, pela 
junção de uma consoante com um sinal massorético; 
2. Longas; 
3. Breves; 
4. Brevíssimas ou semivogais. 
Vamos conhecer em detalhes cada uma dessas vogais. 
2.1 Vogais longuíssimas 
As vogais longuíssimas se caracterizam pela junção de sinais diacríticos 
com uma consoante, por isso, são consideradas longuíssimas. São elas: 
2.1.1 Qamatz com mater lectionis 
O quamatz é o T que se encontra abaixo de uma letra. Ele é chamado de 
mater lectionis quando é precedido pela consoante ה (he). Observe, na imagem 
abaixo, que a vogal é apenas o quamatz com o ה, que tem o som da vogal a. 
O círculo pontilhado que se encontra acima do qamatz representa uma 
consoante genérica. 
ָ ◌ ה “A” 
Vejamos um exemplo com a palavra torá, que significa lei, instrução. Ela 
se escreve da seguinte maneira: 
 
A primeira letra é o tav, que tem som de ‘t’. A segunda letra é um vav, com 
um ponto em cima que caracteriza a vogal o, que veremos daqui a pouco. A 
 
 
5 
terceira letra é o resh, com quamatz (som de r). Como a palavra finaliza com o 
he, o he que precede um qamatz representa a vogal a. 
2.1.2 Tsere com mater lectionis 
O tsere são os dois pontos que se encontram abaixo de uma letra. Quando 
o tsere é precedido por um yod, ele caracteriza a vogal e longuíssima, o tsere 
com mater lectionis. Mais uma vez, lembramos que o círculo pontilhado 
representa qualquer consoante da língua hebraica. 
ֵ ◌ י “E” 
Vejamos um exemplo prático da aplicação do tsere com mater lectionis na 
palavra filhos de Israel. Esse traço entre as palavras mostra apenas a separação 
entre as palavras. 
 
2.1.3 Hireq com mater lectionis 
Hireq é o ponto que se encontra abaixo das letras hebraicas e representa 
a vogal i. Quando ele é precedido pelo yod, que é a mater lectionis nesse caso, 
ele representa o i longuíssimo. 
ִ ◌ י “I” 
Um exemplo do hireq com mater lectionis, um i longuíssimo, é na palavra 
elohim, que significa Deus. Note que nessa palavra, o ה (he) faz o papel do 
círculo pontilhado da demonstração anterior. 
 
 
 
 
6 
2.1.4 Holem com mater lectionis 
O holem é o ponto que se encontra acima da mater lectionis vav. Eles 
representam o ‘O’ longuíssimo. 
 ”O“ וֹ
Como exemplo, vamos usar novamente a palavra shalom, nossa boa e 
velha paz. 
 
2.1.5 Sureq 
Nossa última vogal longuíssima se pronuncia “xureq”. Ela é formada pelo 
vav com um ponto dentro, ou a esquerda, dependendo da fonte utilizada. Veja a 
seguir: 
 ”U“ וּ
Uma aplicação prática do sureq é na palavra que se pronuncia “u mi shan”, 
que significa “e de lá”. 
 
2.2 Vogais longas 
Vamos agora conhecer as vogais longas e, novamente, faremos isso de 
acordo com a ordem do nosso alfabeto. 
2.2.1 Qamats 
Quando o qamats estiver abaixo de uma consoante qualquer da língua 
hebraica, ele irá representar a vogal a longa. 
 
 
7 
◌ ָ “A” 
Um exemplo prático do qamats é o verbo bará, que significa criou. O bet 
com o qamats tem som de ba. O resh com qamats tem som ra. 
 
2.2.2 Tserê 
A segunda vogal longa é o tserê. Quando ele não está precedido pelo yod, 
ele é a vogal longa e. 
◌ ֵ “E” 
Vejamos como exemplo a primeira palavra da bíblia, em princípio, ou 
berechit. 
 
Note que temos aqui uma vogal longuíssima. É o hireq com mater 
lectionis. 
2.2.3 Holem 
A última vogal longa é o holem, que é o ponto que fica acima de qualquer 
consoante hebraica. 
 ׄ “O” 
Como exemplo, temos a palavra “sem forma”, que se pronuncia “Tohû”. 
No texto bíblico, diz-se que no princípio a terra era sem forma. Sua escrita é feitada seguinte maneira em hebraico: 
 
 
 
 
8 
2.3 Vogais breves 
Chegou a vez de conhecer as vogais breves, ou seja, os sinais diacríticos 
que caracterizam uma vogal breve. 
2.3.1 Patach 
O patach é o traço que se encontra abaixo de qualquer consoante 
hebraica indicando um a breve. 
◌ ַ “A” 
Veja como exemplo a palavra mayim, que significa águas. Ela possui o 
patch abaixo da consoante men, que nos dá o som de “ma”; um yod que 
representa o “y”; o ponto que está abaixo do yod não representa uma vogal 
longuíssima, por isso é considerado apenas um i. Finalizando a palavra, temos 
o men sofit com som de “m”. 
 
2.3.2 Segol 
O segol é indicado por três pontinhos, em formato de triângulo, abaixo de 
uma consoante hebraica. Ele indica a letra e breve. 
◌ ֶ “E” 
O segol aparece na palavra erev, que significa tarde e se escreve da 
seguinte maneira: 
 
2.3.3 Hireq 
O hireq é o ponto único que aparece abaixo das letras hebraicas e que 
aponta para a vogal i. Se ele não estiver precedido pelo yod, então ele é uma 
vogal i breve. 
 
 
9 
◌ ִ “I” 
Na palavra David, temos o hireq. Veja a seguir que temos um dálet com 
qamatz que representa um da; depois, temos um vav com hireq que soa como 
vi; e finalizando a palavra, outro dálet que é um d mudo. 
 
2.5 Qamats hatuf 
A nossa próxima vogal é o qamats hatuf, que tem um detalhe que merece 
muita atenção. Olhando rapidamente, você poderia dizer que essa vogal é o a, 
como vimos anteriormente, nas vogais longas. Mas quando o qamats se 
encontra numa sílaba fechada e átona, e isso é uma regra do hebraico, nós 
vamos lê-la como se fosse um o. Você pode se aprofundar nessas questões 
gramaticais nos livros que sugerimos nas referências, mas por enquanto, é 
preciso saber que essa é a regra. 
◌ ָ Lê-se “o” 
Como exemplo do qamats hatuf, vamos utilizar a frase: “E todo o exército 
deles”. Se lê vekhal tsevaam e se escreve da seguinte maneira: 
 
2.5.1 Quibuts 
A última vogal breve é o quibuts, os 3 pontos em diagonal que se 
encontram abaixo das consoantes e que tem som de u breve. 
◌ ֻ “U” 
Na expressão Vayekhulu há;shamaym, que significa “E foram terminados 
os céus”, temos um exemplo do uso do quibuts. Preste atenção: 
 
 
10 
 
2.5.2 Vogais brevíssimas 
As vogais brevíssimas são chamadas de semivogais ou vogais hatef, que 
significa apressada. Elas se caracterizam como auxílios para a vocalização, sem 
serem consideradas vogais plenas. 
2.5.3 Shewa 
A shewa é a primeira vogal brevíssima e se caracteriza pelo símbolo de 
dois pontos, um em cima do outro, embaixo das consoantes. 
◌ ְ “E” apressado 
Como exemplo do uso do shewa, temos novamente a primeira palavra da 
bíblia, berechit, que significa, em princípio. Note que falamos o primeiro e bem 
rapidamente mesmo, não nos detendo nele. 
 
2.5.4 Hatef segol 
O hatef segol é uma composição dos símbolos do segol com o shewa. As 
vogais que têm a composição com o shewa são as vogais hatef. Aqui, temos 
também o som de um e apressado. 
◌ ֱ “E” apressado 
Como exemplo do uso do hatef segol, usaremos novamente a palavra 
elohim. A palavra começa com a letra álef, que não tem som. Assim como o 
nosso h, o álef com o hatef segol tem som do e apressado. 
 
 
 
11 
2.4.5 Hatef qamats 
O símbolo do hatef qamats é também uma combinação de dois sinais, o 
qamats com o shewa, assumindo o som de um o brevíssimo. 
◌ ֳ “o” 
Observe a grafia da expressão foi tomada, que utiliza o hatef qamats. 
 
Você percebeu que o sistema vocálico na língua hebraica é 
impressionante e conhecê-lo nos faz avançar no conhecimento da gramática, 
pois sem conhecer as vogais, é impossível criar os sons que caracterizam a 
pronúncia da língua. 
O Quadro 1 ajuda a memorizar algumas vogais. Preste atenção nele. 
Quadro 1 – Vogais longuíssimas e breves 
 Longuíssimas Breve 
A 
Qamats com 
mater lectionis 
ָ ◌ ה Patach ◌ ַ 
E 
Tsere com 
mater lectionis 
ֶ ◌ Segol ࣮◌ י 
I 
Hireq com 
mater lectionis 
࣭◌ י Hireq ◌ ִ 
O 
Holem com 
mater lectionis 
 Quamats וֹ
hatuf 
◌ ָ 
U Sureq ּו Quibuts ◌ ֻ 
NA PRÁTICA 
Sem conhecer as vogais, é muito difícil ler um texto, seja ele em hebraico 
ou no próprio português. Para nós, ocidentais, acostumados com um alfabeto 
completamente diferente, seria impossível decifrar as palavras em hebraico 
 
 
12 
compostas só por consoantes. Essa leitura só se tornou possível depois da 
invenção dos sinais diacríticos pelos massoretas de Israel. 
Veja como é criativa essa invenção. Os massoretas não podiam mexer no 
texto sagrado, porque ele não podia ser aumentado ou diminuído de acordo com 
o zelo religioso dos judeus, que não permitia, e não permite, nenhum tipo de 
alteração no texto original. Assim, a inserção de sinais, que todos sabemos não 
fazer parte do texto, aponta para a simples pronúncia das palavras. Lembre-se 
de que os sons são formados pela junção das vogais com as consoantes. 
Por isso, apesar de parecer um pouco complexo no começo, se você tiver 
paciência e perseverança, em pouco tempo, conseguirá caminhar rumo à 
proficiência no hebraico. 
FINALIZANDO 
Hoje, nós estudamos as vogais hebraicas. Elas são as responsáveis pela 
pronúncia correta das palavras. A inserção das vogais na língua hebraica 
ocorreu de forma gradual, fruto de um processo histórico muito longo. 
Primeiramente, foram inseridos valores vocálicos às consoantes no final das 
palavras. Depois do exílio babilônico, foram inseridos valores vocálicos as 
consoantes também no meio das palavras. Por fim, após um momento marcante 
na história de Israel – a segunda destruição do templo de Israel, no ano 70 d.C. 
–, foi criado o sistema de pontos diacríticos que apontam para os sons das 
palavras. Esse sistema levou mais de 400 anos para se estabilizar. 
Hoje, temos o testemunho de Códice de Leningrado, a cópia da bíblia 
hebraica do ano 1008, que tem o texto massorético, da tradição. Temos também 
o texto vocalizado que a tradição israelita atribui como a pronúncia correta das 
palavras, justamente o assunto que vimos nesta aula. 
Agora que você já conhece as consoantes e as vogais, é hora de colocar 
a mão na massa. Junte tudo e comece a trabalhar com elas, usando as palavras 
que tem aqui, no seu material didático e nos livros de apoio sugeridos nas 
referências. Lembre-se de que a repetição é a mãe do aprendizado. 
 
 
 
13 
REFERÊNCIAS 
BEREZIN, R. Iniciação ao hebraico. São Paulo: Humanitas, 2004. 
CHOWN, G. Gramática hebraica. Rio de Janeiro: CPAD, 2002. 
GUSSO, A. R. Gramática instrumental do hebraico: passo a passo. São 
Paulo: Vida Nova, 2005. 
MENDES, P. Noções de hebraico bíblico. São Paulo: Vida Nova, 2008. 
ROSS, A. P. Gramática do hebraico bíblico: para iniciantes. São Paulo: Vida, 
2001. 
VITA, R.; AKTl, T. Noções básicas de hebraico. São Paulo: Hagnos, 2004. 
 
	CONVERSA INICIAL
	TEMA 1 – A HISTÓRIA DAS VOGAIS HEBRAICAS
	TEMA 2 – CLASSIFICAÇÃO DAS VOGAIS
	2.1 Vogais longuíssimas
	2.1.1 Qamatz com mater lectionis
	2.1.2 Tsere com mater lectionis
	2.1.3 Hireq com mater lectionis
	2.1.4 Holem com mater lectionis
	2.1.5 Sureq
	2.2 Vogais longas
	2.2.1 Qamats
	2.2.2 Tserê
	2.2.3 Holem
	2.3 Vogais breves
	2.3.1 Patach
	2.3.2 Segol
	2.3.3 Hireq
	2.5 Qamats hatuf
	2.5.1 Quibuts
	2.5.2 Vogais brevíssimas
	2.5.3 Shewa
	2.5.4 Hatef segol
	2.4.5 Hatef qamats
	NA PRÁTICA
	FINALIZANDO
	REFERÊNCIAS

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