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Processo de Psicodiagnóstico

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Psicodiagnóstico
Psicodiagonóstico Tradicional
· Processo que se desenvolvia a partir de um levantamento de dados do cliente (queixa, história de vida passada e atual, funcionamento psíquico) os dados seriam analisados, posteriormente era realizado o encaminhamento para a psicoterapia, evitando-se estabelecer vínculo com o paciente nesse processo.
Psicodiagnóstico Interventivo	
· No modelo interventivo são realizados encontros clínicos para que sejam levantadas hipóteses que serão investigadas para esclarecimento e superação da queixa, nesse processo são realizadas pontuações. No infantil a família colaborará ativamente nesse processo (Psicólogo+Pais+Criança). Processo ativo e cooperativo
Entrevista Inicial					
· A entrevista inicial é realizada somente com os pais.
· É realizado a recepção destes pais apresentando-se, em seguida é questionado sobre a queixa e como podemos ajudar. É apresentada a forma de trabalho, explicando como é o processo de psicodiagnóstico (Compreender aquilo que ocorre com a criança e com eles, na relação pais e filho, e os motivos que levam a criança a apresentar tais comportamentos) é importante ter atenção e realizar anotações ao relato dos pais e se ambos têm a mesma demanda, ou se algum deles tem algo que seja pontual.
· Informar sobre a possibilidade de a visita escalar e domiciliar, e que esses procedimentos serão realizados com a autorização dos pais e datas e horários são previamente combinados.
· Entregar o questionário de anamnese e solicitar o preenchimento para que seja devolvido no segundo encontro.
Anamnese 
· No segundo encontro os pais trazem o questionário de anamnese devidamente preenchendo, e é iniciado o levantamento da história de vida da criança para seja compreendido os valores, crenças. Neste momento podem ser levantadas algumas hipóteses.
Contato Inicial com a Criança
· Recepção e apresentação, em seguida perguntasse para a criança se ela sabe os motivos pelos quais foi levada para o atendimento. Caso a criança responda que não sabe (observamos se é algum comportamento reativo) deve ser explicado os motivos pelos quais ela está passando por atendimento sempre em uma linguagem simples. Em seguida fala sobre os encontros, sobre sigilo. 
Sessão Lúdica 
· Para realizar o trabalho com a caixa lúdica devem conter alguns materiais (lápis grafite, de cor e de cera, papel sulfite, canetas coloridas, tintas, pincel, bonecos da família, animais, índios e soldados plásticos, jogos de vareta, dominó; quebra-cabeça, mico, damas, móveis de casa, revólver ou espada, carros, carro de polícia, ambulância). A caixa é apresentada fechada para criança, observar iniciativa da criança, brinquedos escolhidos, se ela solicita que brinque com ela, caso sim pode perguntar o que ela gostaria que você fizesse. Durante a sessão converse com a criança para estabelecer relações. 
A hora de Jogo Diagnóstica
· Atividade lúdica os elementos devem ser expostos sobre a mesa ao lado da caixa aberta, os brinquedos podem ser de tipos e tamanhos diferentes. Importante que o material oferecido possibilite a expressão sem que a experencia se torne invasora. Pode ocorrer transferência e contratransferência.
 
Visita Escola
· Após alinhamento e liberação dos pais, falamos com a direção da escola informando que o aluno D está em processo avaliativo no psicodiagnóstico que será necessário a visita na escola. É de estrema importância o alinhamento com a criança, explicar que irá na escolinha e que ele pode cumprimentar ou não “sempre deixar ele escolher”, é importante ir próximo a hora do recreio para avaliar como é o comportamento dele com os demais. Avaliar o comportamento em sala de aula discretamente, conversar com a professora entender como é o seu desempenho escola e como é o comportamento dele com os coleguinhas na hora da aula, olhar o caderno dele, verificar as condições de ensino e como é as instalações da escola.
Visita Domiciliar 
· Visita domiciliar ocorre após alinhamento e autorização da família, é solicitado que se possível todos estejam reunidos neste dia (momento rico para entender o meio que a criança vive, as condições de um modo geral) é muito importante observar como é o tratamento dessa criança (observar o clima emocional da casa e o papel de cada membro da família), se tem algum diferença entre os demais “caso tenham outros filhos”, deixar que a família guiei a visita e leve aos cômodos que eles queiram mostrar, sempre manter a postura adequada nas falas e comportamentos e não expressar nenhuma opinião mesmo se for solicitada, pois a visita não é interventiva e sim para coletar dados que possam contribuir com o psicodiagnóstico. 
Colagem 
· Para colagem orientamos a criança que se trata de um álbum de família, disponibilizamos os materiais (figurinhas variadas, cola, tesoura, lápis grafite, giz de cera, cartolina, canetinhas). As figuras são dispostas de maneira aleatória, para que a criança ter uma visão ampla e consiga escolher as que mais lhe atrai, a cartolinha deve ser disponibilizada na horizontal, pontos importantes a serem observados no momento que a criança está montando o álbum de família, tempo de reação da criança, figuras escolhidas, espaço utilizado da cartolina, localização das figuras, se houve aglutinação das figuras, se ele recortou a figura já recortada, quantidade de cola que usa, explicações do que ele produziu, se usou canetas ou lápis (esse álbum será avaliado pelos pais para que eles vejam as produções e consigam identificar qual o seu filho produziu e o que eles acharam) nesse momento observamos a reação dos pais se de felicidade ou de frustação (em alguns cenários o álbum de família pode ser realizado junto com os pais, depende da queixa).
Desenho Estória 
· A técnica de aplicação é simples, é solicitado que a criança faça cinco desenhos livres, sendo que ao finalizar o primeiro desenho é solicitado que ele dê um título e nos conte a estória desse desenho (fase de inquérito e título). Material necessário para realização do procedimento: folhas de papel em branco A4, lápis grafite, lápis colorido. Disponibilize a folha na posição horizontal (observar se a criança muda a posição da folha), ao finalizar o desenho, mantenha na mesa e solicite que ele conte uma estória associada ao desenho. Importante anotar tudo que é relatado. (técnica projetista, utilizada para investigação aspectos da dinâmica da personalidade). 
Livro História 
· O livro história é uma metáfora que expressa a compreensão do psicodiagnóstico. Deve ser ilustrado e com uma linguagem de fácil compreensão, os personagens e a história deve fazer analogia com conteúdo evidenciado no psicodiagnóstico.
· Conteúdo formal do livro história;
· História de vida da criança (familiar e da criança); 
· A busca de atendimento e relação com o psicólogo;
· A explicação dos sentimentos do personagem de identificação;
· A integração dos diferentes aspectos observados através da hora de jogo, testes, visitas etc.
· Ao final da história é importante que a criança tenha a chance de expressar sua própria solução final. 
Devolutiva
· Ao final do processo é feito um relatório do qual constam informações dadas pelos clientes, as questões trabalhadas durante o diagnóstico, enfim, tudo o que fez parte do atendimento. Ele é descrito e é lido na integra para os pais, que podem retirar ou acrescentar algo ou ainda sugerir modificações.
Porque o psicodiagnóstico seria útil na queixa apresentada
· A partir do levamento das hipóteses é necessário evidencias que validem ou anulem a hipótese e no psicodiagnóstico fenomenológico interventivo usamos instrumentos e testes afim de analisar as manifestações ou projeções da queixa ou sofrimento deste paciente, é uma pratica colaborativa.
PSICODIAGNÓSTICO
 
PSICODIAGON
Ó
STICO TRADICIONAL
 
©
 
Processo que se desenvolvia 
a partir de 
um levantamento
 
de dados do cliente (queixa, 
história
 
de vida
 
passada e 
atual, funcionamento psíquico)
 
os dados seriam 
analisados
, posteriormente era 
realizado o 
encaminhamentopara a psicotera
pia, evitando
-
se 
estabelecer 
vínculo
 
com o pa
ciente 
nesse processo
.
 
PSICODIAGNÓSTICO INTERVENTIVO
 
 
©
 
No modelo interventivo são realizados encontros 
clínicos 
para que sejam levantadas 
hipóteses que serão 
investigadas para esclarecimento e superação d
a queixa
, 
nesse processo são 
realizadas
 
pontuações
. No 
infantil a
 
família 
colaborará
 
ativamente nesse 
processo
 
(Psicólogo+
Pais+Criança)
.
 
P
rocesso 
ativo e co
operati
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ENTREVISTA INICIAL
 
 
 
 
 
 
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A entrevista inicial é realizada somente com os pais
.
 
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É realizad
o a recepção destes pais apresentando
-
se, em 
seguida 
é questionado sobre a queixa
 
e como podemos 
ajudar. 
É
 
apresentada a forma de trabalho
, explicando 
como é o processo 
de psicodiagnóstico
 
(
Compreender 
aquilo que ocorre com a criança e com eles
, na relação 
pais e filho
, e os motivos que levam a criança a 
apresentar tais comportamentos)
 
é importante ter 
atenção
 
e realizar anotações ao relato dos pais e se 
ambos têm
 
a mesma demanda
, ou se algum deles tem 
algo que seja pontual
.
 
©
 
 
Informar sobre a 
possibilidade 
de a
 
visita escalar e 
domiciliar
, e que esses procedimentos serão realizados 
com a autorização dos 
pais e datas e horários são 
previamente combinados.
 
©
 
Entregar o questionário de anamnese e solicitar o 
preenchimento para que seja 
devolvido no segundo 
encontro.
 
ANAMNESE 
 
©
 
No segundo encontro 
os pais tra
zem o questionário
 
de 
anamnese devidamente
 
preenchendo
, 
e é iniciado o 
levantamento da 
história
 
de vida da criança 
para seja 
compreendido os valores, crenças
.
 
Neste momento 
podem ser levantadas algumas hipóteses.
 
CONTATO INICIAL COM A CRIANÇA
 
©
 
Recepção e apresentação
, em seguida perguntasse para 
a criança se ela sabe 
os motivos pelos quais foi levada 
para o atendimento
. 
Caso a criança responda que não 
sabe
 
(observamos se é algum comportamento reativo
) 
deve ser
 
explicado os motivos 
pelos quais ela está 
passando por ate
ndimento sempre em uma ling
uagem 
simpl
es
. Em seguida fala sobre os encontros
, sobre 
sigilo
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SESSÃO L
ÚDICA 
 
 
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Para realizar o trabalho com a caixa lúdica devem conter 
alguns materiais 
(lápis grafite, de cor e de cera, papel 
sulfite, canetas coloridas
, tintas, pincel, bonecos da 
família, animais, índios e soldados plásticos
, jogos de 
vareta, dominó;
 
quebra
-
cabeça, 
mico, damas, móveis de 
casa
, 
revólver ou
 
espada, carros, carro de 
polícia
, 
ambulância)
.
 
A caixa é apresentada fechada 
para criança
,
 
observar iniciativa da criança
, brinquedos escolhidos
, se 
ela solicita que brinque com ela
, caso sim
 
pode perguntar 
o que ela gostaria que você 
fizesse
. Durante a sessão 
converse com a 
criança para estabelecer relações
.
 
 
A HORA DE JOGO DIAGNÓSTICA
 
©
 
Atividade lúdica 
os elementos devem ser expostos 
sobre a 
mesa ao lado da caixa aberta
, os brinquedos podem ser 
de tipos e tamanhos diferentes
. Importante que o 
material oferecido possibilite a expressão
 
sem que a 
experencia se torne invasora.
 
P
ode 
ocorrer 
transferência
 
e 
contratransferência
.
 
 
 
VISITA ESCOLA
 
©
 
Após alinhamento e liberação dos pais, falamos com a 
direção da escola informando qu
e o aluno 
D está em 
processo 
avaliativo no 
psicodiagnóstico
 
que será 
necessário a visita na escola
. É de estrema importância 
o alinhamento com a criança, explicar que irá na 
escolinha e que ele pode cumprimentar ou não “sempre 
deixar ele escolher”
, é 
importante ir próximo a hora do 
recreio para avaliar como é o comportamento dele com 
os demais
. Avaliar o comportamento em sala de aula 
discretamente
, conversar com a professora
 
entender
 
como é o seu desempenho escola 
e como é o 
comportamento dele com os c
oleguinhas na hora da 
aula
, olhar o caderno dele
, verificar as condições de 
ensino e como é a
s 
instalações
 
da escola
.
 
VISITA DOMICILIAR 
 
©
 
Visita domiciliar ocorr
e após alinhamento e autorização 
da família
,
 
é solicitado que se possível todos estejam 
reunidos
 
neste dia (momento rico para entender o meio 
que a criança vive
, as condições de um modo geral
)
 
é 
muito importante observar como é o tratamento dessa 
criança
 
(observar o clima emocional
 
da casa
 
e o papel 
PSICODIAGNÓSTICO 
PSICODIAGONÓSTICO TRADICIONAL 
 Processo que se desenvolvia a partir de um levantamento 
de dados do cliente (queixa, história de vida passada e 
atual, funcionamento psíquico) os dados seriam 
analisados, posteriormente era realizado o 
encaminhamento para a psicoterapia, evitando-se 
estabelecer vínculo com o paciente nesse processo. 
PSICODIAGNÓSTICO INTERVENTIVO 
 No modelo interventivo são realizados encontros clínicos 
para que sejam levantadas hipóteses que serão 
investigadas para esclarecimento e superação da queixa, 
nesse processo são realizadas pontuações. No infantil a 
família colaborará ativamente nesse processo 
(Psicólogo+Pais+Criança). Processo ativo e cooperativo 
 
ENTREVISTA INICIAL 
 A entrevista inicial é realizada somente com os pais. 
 É realizado a recepção destes pais apresentando-se, em 
seguida é questionado sobre a queixa e como podemos 
ajudar. É apresentada a forma de trabalho, explicando 
como é o processo de psicodiagnóstico (Compreender 
aquilo que ocorre com a criança e com eles, na relação 
pais e filho, e os motivos que levam a criança a 
apresentar tais comportamentos) é importante ter 
atenção e realizar anotações ao relato dos pais e se 
ambos têm a mesma demanda, ou se algum deles tem 
algo que seja pontual. 
 Informar sobre a possibilidade de a visita escalar e 
domiciliar, e que esses procedimentos serão realizados 
com a autorização dos pais e datas e horários são 
previamente combinados. 
 Entregar o questionário de anamnese e solicitar o 
preenchimento para que seja devolvido no segundo 
encontro. 
ANAMNESE 
 No segundo encontro os pais trazem o questionário de 
anamnese devidamente preenchendo, e é iniciado o 
levantamento da história de vida da criança para seja 
compreendido os valores, crenças. Neste momento 
podem ser levantadas algumas hipóteses. 
CONTATO INICIAL COM A CRIANÇA 
 Recepção e apresentação, em seguida perguntasse para 
a criança se ela sabe os motivos pelos quais foi levada 
para o atendimento. Caso a criança responda que não 
sabe (observamos se é algum comportamento reativo) 
deve ser explicado os motivos pelos quais ela está 
passando por atendimento sempre em uma linguagem 
simples. Em seguida fala sobre os encontros, sobre 
sigilo. 
SESSÃO LÚDICA 
 
 Para realizar o trabalho com a caixa lúdica devem conter 
alguns materiais (lápis grafite, de cor e de cera, papel 
sulfite, canetas coloridas, tintas, pincel, bonecos da 
família, animais, índios e soldados plásticos, jogos de 
vareta, dominó; quebra-cabeça, mico, damas, móveis de 
casa, revólver ou espada, carros, carro de polícia, 
ambulância). A caixa é apresentada fechada para criança, 
observar iniciativa da criança, brinquedos escolhidos, se 
ela solicita que brinque com ela, caso sim pode perguntar 
o que ela gostaria que você fizesse. Durante a sessão 
converse com a criança para estabelecer relações. 
A HORA DE JOGO DIAGNÓSTICA 
 Atividade lúdica os elementos devem ser expostos sobre a 
mesa ao lado da caixa aberta, os brinquedos podemser 
de tipos e tamanhos diferentes. Importante que o 
material oferecido possibilite a expressão sem que a 
experencia se torne invasora. Pode ocorrer transferência 
e contratransferência. 
 
VISITA ESCOLA 
 Após alinhamento e liberação dos pais, falamos com a 
direção da escola informando que o aluno D está em 
processo avaliativo no psicodiagnóstico que será 
necessário a visita na escola. É de estrema importância 
o alinhamento com a criança, explicar que irá na 
escolinha e que ele pode cumprimentar ou não “sempre 
deixar ele escolher”, é importante ir próximo a hora do 
recreio para avaliar como é o comportamento dele com 
os demais. Avaliar o comportamento em sala de aula 
discretamente, conversar com a professora entender 
como é o seu desempenho escola e como é o 
comportamento dele com os coleguinhas na hora da 
aula, olhar o caderno dele, verificar as condições de 
ensino e como é as instalações da escola. 
VISITA DOMICILIAR 
 Visita domiciliar ocorre após alinhamento e autorização 
da família, é solicitado que se possível todos estejam 
reunidos neste dia (momento rico para entender o meio 
que a criança vive, as condições de um modo geral) é 
muito importante observar como é o tratamento dessa 
criança (observar o clima emocional da casa e o papel