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TAINÁ PEREIRA DOS SANTOS RA 5400454
Luxação congênita
 Luxação congênita do quadril (LCQ), é produzida pelo deslocamento prolongado da cabeça femoral em relação ao acetábulo.
Essa luxação congênita do quadril é consecutiva ao desenvolvimento anormal de um ou mais elementos que formam a articulação do quadril: cabeça do fêmur, acetábulo ou tecidos moles, com inclusão da cápsula, que cercam a articulação.
Uma outra definição é que a luxação congênita do quadril consiste no deslocamento da cabeça femoral para fora do acetábulo, que pode estar integralmente deslocada ou subluxada.
Geralmente o acetábulo apresenta formato anatômico raso e este pode estar posicionado verticalmente, devido à ausência da pressão normal exercida pela cabeça femoral.
ETIOLOGIA
A etiologia da malformação muito provavelmente inclui fatores múltiplos, como o mau posicionamento e fatores mecânicos no útero, frouxidão ligamentar induzida por hormônios, fatores genéticos, culturais e ambientais.
Estudos vêm estabelecendo os seguintes fatores: genes ligados ao cromossomo sexual, hormônios sexuais femininos – estrogênio, progesterona e relaxina que causam o afrouxamento dos ligamentos da cápsula pélvica, oligodrâmnio promove o estreitamento do espaço abdominal, impedindo a versão cefálica do feto e questões culturais de posicionamento do recém-nascido – com as extremidades pélvicas em extensão e adução total.
A incidência da luxação congênita do quadril nos países desenvolvidos é de 1.5 a 20 casos por 1 mil nascimentos. No Brasil a incidência é de 2,31 por 1 mil nascimentos.
Essa incidência é de 17:1000 nascidos vivos. As mulheres apresentam uma incidência maior que os homens numa proporção de 8:1.
O quadro clínico da luxação congênita do quadril é, assimetria dos músculos, limitação da abdução do quadril, encurtamento em um dos membros inferiores e instabilidade articular.
Tratamento médico 
Os métodos de tratamento podem ser incruentos (Fralda de Frejka, suspensório de Pavilik, tração cutânea e redução sob anestesia) ou cruentos, quando o diagnóstico é feito tardiamente, incluindo tenotomia percutânea e osteotomias tipo Chiari.
Pode-se dividir didaticamente o tratamento conforme a faixa etária, de 0 a 6, 6 a 12, 12 a 18 e de 18 meses em diante.
De 0 a 6 meses utiliza-se o aparelho plástico de Frejka; ou o aparelho de Pavlik, por um período de 4 a 6 meses, os quadris ficam flexionados 90-100º e abdução de 30-40º.
De 6 a 12 meses já é tardio, procede-se à redução sob narcose, e coloca-se aparelho gessado em posição de redução e estabilização, geralmente com flexão de 100° e abdução de 60°. A posição para o aparelho gessado é a flexão em torno de 90-100° e a abdução de no máximo 30-40° 5, 9.
De 12 a 18 meses é o período de deambulação, uso de tenotomia dos adutores, do psoas e redução, quando não há sucesso, a artrografia dinâmica poderá auxiliar. O quadril é mantido reduzido por meio do aparelho gessado, na posição de estabilidade.
De 18 meses em diante o tratamento é tardio e quase sempre cirúrgico, com osteotomia da parte proximal do fêmur ou osteotomia acetabular para permitir que a cabeça femoral se mova dentro do acetábulo.
As complicações são inúmeras, sendo mais freqüentes quanto maior for a criança e o ato cirúrgico: infecção, necrose avascular da cabeça femoral, reluxação, rigidez articular, lesão da cartilagem de crescimento femoral ou acetabular.
Tratamento fisioterapêutico
A fisioterapia de forma geral é uma importante opção de tratamento não medicamentoso que busca diminuir o quadro de algia, preserva ou melhora a amplitude de movimento (ADM), aumenta a força muscular e a resistência.
Assim como melhora a capacidade funcional para as atividades da vida diária (AVD’s) e as atividades recreativas, evitando vícios posturais e deformidades. Além disso, orienta a criança e seus familiares para promover a independência do indivíduo afetado.
Dentro dos métodos fisioterápicos a hidroterapia é um dos recursos mais utilizados. Ela é definida como toda aplicação externa de água (aquecida) com finalidade terapêutica (visando principalmente diminuir o impacto sobre as articulações, no caso da LCQ).
Cada propriedade física possui influência sobre o corpo humano, podendo ser usada direta ou indiretamente no tratamento aquático por meio de efeitos causados pela pressão hidrostática e pela hidrodinâmica.
DOENCA DE LEGG-CALVÉ-PERTHES
A doença de Legg-Calvé-Perthes consiste na destruição do quadril na criança. Essa doença é causada por um fornecimento de sangue insuficiente para a parte superior da placa de crescimento do fêmur, perto da articulação do quadril. Os sintomas típicos incluem dores no quadril e dificuldades para andar.
 Tratamento 
O tratamento da doença de Legg-Calvé-Perthes consiste de repouso prolongado no leito e imobilização do quadril (por exemplo, com um gesso ou tala). A escolha do tratamento depende da idade da criança e da quantidade de dano ao osso. A imobilização parcial proporcionada pelo repouso no leito é às vezes suficiente.
Epifisiólise da cabeça femoral
A epifisiólise caracteriza-se pelo deslocamento do colo do fêmur em relação à epífise femoral, ou seja, é o escorregamento da cabeça do fêmur na bacia. Por ser pouco conhecida popularmente, a doença é facilmente confundida com dores musculares e ósseas. As causas da doença ainda não foram totalmente esclarecidas.
Tratamento
A epifisiólise é uma urgência médica e, por isso, o tratamento deve ser feito o mais breve possível através de cirurgia, já que o escorregamento da cabeça do fêmur pode causar sérios danos, como artrose no quadril ou outras deformidades.
A cirurgia consiste na fixação do fêmur no osso do quadril através do uso de parafusos e, muitas vezes, essa cirurgia pode também ser realizada na outra perna, mesmo que não esteja afetada, já que, em mais de metade dos casos, ambos os lados acabam por ser afetados durante o crescimento.
Além disso, e para completar o tratamento, também é importante realizar sessões de fisioterapia e exercícios dentro da água, por exemplo, para recuperar os movimentos perdidos. Estas sessões apenas devem ser feitas após indicação do ortopedista.
FRATURA CABECA E COLO FEMUR
As fraturas da cabeça do fêmur ocorrem, geralmente, associadas às luxações do quadril. O mecanismo de lesão é o impacto da cabeça femoral contra a parede acetabular. Por serem intra- articulares, são consideradas lesões graves e, dependendo do tamanho do fragmento fraturado, podem causar instabilidade no quadril.
O tratamento das fraturas do quadril deve ser cirúrgico, pois está é a forma com maior chance de recuperação. Se o paciente estiver clinicamente estável, a cirurgia ortopédica deve ser feita preferencialmente nas primeiras 48 horas após a fratura. Quanto mais tarde for feita a cirurgia, piores são os resultados.
O tratamento pode ser feito com fixação do osso com parafusos, pinos ou placas, dependendo do tipo da fratura. Se a cabeça do fêmur estiver bem danificada ou se houver risco de falta de perfusão sanguínea para a mesma, o ortopedista pode remover parte do quadril e substitui-lo por uma prótese artificial.
O paciente é estimulado a andar logo no dia seguinte da cirurgia, mesmo que com ajuda de muletas, para evitar que sua musculatura fique enfraquecida por longos períodos de imobilização na cama. A fisioterapia também deve ser iniciada precocemente. O ponto crucial do tratamento da fratura do quadril é impedir que o paciente não consiga voltar a andar.
Artroplastia de quadril
A artroplastia de quadril (AQ) é um procedimento cirúrgico, feito pelo médico ortopedista, quando se é preciso restaurar a articulação natural do quadril e proporciona ao paciente alivio da dor, melhora na realização das atividades de vida diária e aumento da amplitude do movimento articular do quadril.
Dentre as articulações existentes no corpo humano, as dos membros inferiores, especialmente o quadril, são as que mais causam sofrimento com problemas de saúde e necessitam fazer artroplastia, por tamanha extensão, é formado pelo osso da pelve (bacia) e do fêmur (ossoda coxa), identificado ao lado da bacia. A causa de incapacidade e substituição articular do quadril é a osteoartrose, outros problemas/doenças que podem causar desgaste nessa região e é indicado o procedimento de artroplastia são: o excesso de peso corporal, a má postura, impacto das atividades repetitivas e com cargas no trabalho, praticas de esporte, quedas, acidentes automobilísticos. Existem dois tipos de artroplastia no quadril: a parcial (ou hemiartroplastia) e a total. É de suma importância o tratamento fisioterapêutico no pós-operatório de artroplastia de quadril.
FISIOTERAPIA
Faz-se necessário a análise da intervenção fisioterapêutica imediatamente após a cirurgia com a finalidade de exercer a reabilitação. O trabalho foi realizado a partir da atuação do fisioterapeuta, primeiramente, na sala de recuperação e posterior intervenções nos quartos do hospital, até a sua alta hospitalar, em pacientes submetidos à cirurgia ortopédica de artroplastia total de quadril. Teve como especificidade confirmar a redução de ingesta de medicamento profilático para trombose venosa profunda (TVP), após o intermédio fisioterapêutico, verificar a redução de ingesta de medicamento profilático para analgesia, analisar se houve alteração de amplitude de movimento, após o intermédio fisioterapêutico, examinar se houve alteração do grau subjetivo de dor, após o intermédio fisioterapêutico e examinar se houve alteração do edema, após a intervenção fisioterapêutica. O estudo está classificado como sendo do tipo exploratória considerada quantitativa de intervenção.
Atividades leves e caminhadas tem grande importância na recuperação. Boa parte dos pacientes sujeitos a artroplastia total do quadril inicia a ficar de pé e andar com auxilio de aparelhos, no mesmo dia posterior, ás vezes podendo ocorrer no mesmo dia.  O fisioterapeuta ensinará exercícios específicos para o fortalecimento e restauração dos movimentos no quadril, para que possa realizar atividades comuns no dia a dia e andar.
O sucesso da cirurgia procederá em grande medida de seguir, inicialmente após a cirurgia, as orientações que o cirurgião ortopédico der sobre os cuidados em casa.
Os exercícios são elementos fundamentais dos cuidados a serem observados em casa, principalmente  nas semanas iniciais após a cirurgia.
Há uma pequena taxa de complicações após essa cirurgia. Uma complicação grave como infecção articular, sucede em menos de 2% dos pacientes. Complicações médicas como acidente vascular cerebral ou ataque cardíaco acontecem com tão pouco repetições. Embora quando ocorrem, elas podem prolongar ou limitar a recuperação completa.
Bursite Trocantérica
A bursite trocantérica é causada por movimento exagerado dos tendões e fáscias sobre o trocânter maior. Pressão direta pode causar ou agravar os sintomas. Com a evolução da inflamação, a bursa progressivamente perde a sua função deslizante (“como um saco vazio”) e engrossa suas paredes. A bursa trocantérica é um tecido sinovial localizado superficialmente ao trocanter maior, a parte do fêmur proximal que é saliente lateralmente no quadril. Na realidade, todo indivíduo tem 4 ou mais bursas trocantéricas em cada quadril. Estas bursas funcionam como se fossem um “saco vazio” sobre as proeminencias ósseas, facilitando o deslizamento de tendões e fáscias sobre o osso. Bursite trocantérica é uma causa comum de dor no quadril e os pacientes frequentemente sofrem limitação nas suas atividades físicas e dormem com dificuldade. A inflamação de qualquer uma das bursas trocantéricas é conhecida como bursite trocantérica e é uma das causas mais comuns de dor no quadril. Algumas pesquisas sugerem que não é somente a inflamação da bursa que causaria dor. As bursas trocantéricas possuem pequenos nervos em seu interior que irritados ou comprimidos podem causar dor. Outras doenças podem evoluir com dor na região trocantérica, como a ruptura dos tendões abdutores. Por estes motivos, alguns autores têm sugerido o nome síndrome da dor trocantérica lateral em substituição a bursite trocantérica.
Existem também outras bursas que podem causar sintomas no quadril, como a bursa isquiática e do músculo iliopsoas, porém são bem menos frequentes que a bursite trocantérica.
Tratamento 
 
O tratamento não cirúrgico da bursite trocantérica alcança resultados satisfatórios na maioria dos pacientes, incluindo o uso de medicações, fisioterapia e infiltrações. A resolução definitiva (“cura”) da bursite trocantérica pode ser difícil de ser alcançada em alguns casos, o que não significa que não haverá melhora dos sintomas com o tratamento.
As medicações são analgésicos e anti-inflamatórios. A fisioterapia associa medidas locais de temperatura com exercícios de alongamento dos tecidos que fazem pressão sobre a bursa. Alterações na marcha e função muscular também podem  ser corrigidas pela fisioterapia em alguns casos. O uso de ultrassonografia terapêutica, estimulação elétrica percutânea (TENS) ou terapias por ondas de choque podem eventualmente ser indicados. A infiltração da bursa com anestésico e esteróide pode ser indicada quando as medidas anteriores não controlaram os sintomas.
A tratamento cirúrgico é indicado na minoria dos pacientes, naqueles em que os sintomas causam importantes limitações e o tratamento sem cirurgia não trouxe bons resultados. A cirurgia envolve a retirada da bursa inflamada e geralmente a liberação de tecidos (fáscias) causando pressão sobre a bursa trocantérica. Os tendões abdutores são avaliados e rupturas podem ser reparadas, da mesma forma que nos reparos de tendões do ombro. A cirurgia pode ser realizada de maneira tradicional, chamada aberta ou por videoartroscopia (endoscopia). A evolução nos materiais e técnicas têm permitido que procedimentos cada vez mais complexos sejam realizados através da videoartroscopia do quadril. 
Quadril Estalante
O que é quadril Estalante?
O estalo (estalido) se deve ao atrito entre tendão e alguma saliência óssea. Tal atrito pode ocasionar bursite e, por consequência, dor no quadril. Além da dor, outra queixa comum relatada pelo paciente com estalo do quadril (síndrome do Ressalto) é que há a sensação de que o quadril “sai do lugar”.
 Tratamento 
O tratamento do ressalto doloroso pode ser conservador, com mudança das atividades provocadoras, medicações orais analgésicas e anti-inflamatórias, alongamentos do trato iliotibial e, se necessária, infiltração local com corticoide e anestésico, que diminui a inflamação do trato iliotibial e das bursas do quadril.
Síndrome do trato iliotibial 
A síndrome do trato iliotibial (TIT) consiste em uma dor aguda incidente, principalmente em praticantes de atividade física cujo gestual esportivo envolve flexões repetidas dos joelhos. O trato iliotibial é uma banda de tecido fibroso localizada na parte lateral da coxa estendendo-se até a tíbia que também serve como ponto de inserção de importantes músculos do quadril.
 
Tratamento
O tratamento desta patologia é baseado no controle da dor abordando condutas fisioterapêuticas analgésicas como gelo (crioterapia), técnicas de alongamento e liberação miofascial, ganho de força muscular para aumentar a capacidade de absorção de cargas de forma ativa e distribuir as cargas reduzindo a sobrecarga local. Além disso, após alívio parcial ou total dos sintomas, uma avaliação biomecânica deve ser feita, objetivando um melhor alinhamento de todo o membro inferior durante a prática da atividade física.
Na maioria dos casos, um trabalho de fortalecimento muscular concomitante a técnicas analgésicas e de liberação miofascial podem resultar em resolução completa do quadro dentro de algumas semanas.
 Meralgia parestésica
A meralgia parestésica é uma doença caracterizada pela compressão do nervo femoral lateral da coxa, levando principalmente à diminuição da sensibilidade da região lateral da coxa, além de dor e sensação de queimação.
Essa doença acontece com mais frequência em homens, no entanto pode ser bastante comum em gestantes, pessoas obesas ou que usam muitas roupas apertadas, comprimindoo nervo e causando dor na coxa.
O diagnóstico é feito principalmente baseado nos sintomas descritos pela pessoa e o tratamento é feito com o objetivo de aliviar os sintomas, sendo recomendado por exemplo a perda de peso e o uso de roupas mais folgadas. A cirurgia para descomprimir o nervo só é indicada quando os sintomas são persistentes e não melhoram com o tratamento convencional.
 Tratamento
O tratamento da meralgia parestésica é feito com o objetivo de aliviar os sintomas, podendo ser feito com o uso de analgésicos e anti-inflamatórios, por exemplo. Dependendo da causa, podem ser indicadas medidas específicas, como por exemplo a perda de peso, caso a meralgia consequência da obesidade, ou uso de roupas mais folgadas, caso aconteça devido ao uso de cintos ou roupas muito apertadas.
É indicado também para as pessoas que têm meralgia parestésica que, caso fiquem muito tempo em pé, busquem apoiar o pé em algo, como um banco baixo, por exemplo, para descomprimir um pouco o nervo e aliviar um pouco os sintomas. Além disso, pode ser indicada a realização de fisioterapia ou acupuntura, que é feita a partir da aplicação de agulhas em pontos específicos da coxa com o objetivo de diminuir a compressão do nervo e aliviar os sintomas.
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