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Noções de Informática para ANVISA

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Aula 11
Noções de Informática p/ ANVISA (Técnico Administrativo) - Com videoaulas
Professores: Fernando Mesquita, Victor Dalton
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AULA 11: Linux 
 
SUMÁRIO PÁGINA 
1.História do Linux 2 
 1.1 Licença GPL 3 
 1.2 GNU 4 
 1.3 Distribuições Linux 5 
2. Linux 7 
 2.1 Inicialização do Sistema Operacional 7 
 2.2 Sistemas de arquivos do Linux 8 
 2.3 Ambiente Gráfico 10 
 2.4 Shell 12 
 2.5 Estrutura de Diretórios 14 
 2.6 Comandos mais comuns 16 
 2.7 Usuário comum e superusuário 24 
 2.8 Permissões de arquivo 26 
Exercícios Comentados 31 
Considerações Finais 51 
Exercícios 52 
Gabarito 59 
 
 
Olá pessoal! Reta final do curso! 
Nosso tema de hoje é o Linux. Diferentemente do Windows, este é um 
Sistema Operacional que poucas pessoas têm contato. 
Compreendido este ponto, sei que não adianta, e nem faria sentido, querer 
ministrar um curso completo sobre um sistema operacional. Nosso foco é estudar 
o que mais cai em prova. Mas tenho certeza que você aprenderá bastante na 
aula de hoje, e, de quebra, vai morder mais pontos preciosos em prova. 
Aos trabalhos! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observação importante: este curso é protegido por direitos 
autorais (copyright), nos termos da Lei 9.610/98, que altera, 
atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá 
outras providências. 
 
Grupos de rateio e pirataria são clandestinos, violam a lei e 
prejudicam os professores que elaboram os cursos. Valorize o 
trabalho de nossa equipe adquirindo os cursos honestamente 
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1. História do Linux 
 
 
O nome Linux é a mistura de Linus + Unix. Linus Trovalds é o criador 
do Linux, enquanto Unix é o nome de um sistema operacional de grande 
porte. 
 
O Unix é um sistema operacional de grande porte, concebido na 
década de 60 pela AT&T, voltado para soluções corporativas. Ainda nos dias 
de hoje, é um sistema operacional muito caro, comercializado por 
empresas como IBM, HP, Sun, etc. É utilizado em computadores poderosos 
por diversas multinacionais. 
 
Contudo, Andrew Tanenbaum e Prentice-Hall (quem estuda 
Tecnologia da Informação certamente já ouviu falar deles), em 1987, 
criaram uma versão mais simples do Unix, resumida, gratuita e com o 
código fonte disponível, o Minix (algo como “Mini Unix”). 
 
Ele foi criado originalmente para uso educacional, para quem quisesse 
estudar o Unix "em casa". No entanto, vale citar que ele foi escrito do “zero” 
e apesar de ser uma versão do Unix, não contém nenhum código da AT&T 
e por isso pode ser distribuído gratuitamente. 
 
A partir daí, “entra em cena” Linus Torvalds. Ele era um estudante de 
Ciências da Computação da Universidade de Helsinki, na Filândia e em 
1991, por hobby, Linus decidiu desenvolver um sistema mais poderoso que 
o Minix. Reconhecendo a impossibilidade de seguir sozinho nessa jornada, 
ele divulgou sua ideia pela Usenet (uma espécie de antecessor da Internet), 
o que certamente foi o início do conceito de Comunidade Linux. 
 
No mesmo ano, ele disponibilizou a versão do kernel (núcleo dos 
sistemas operacionais) 0.02 e continuou trabalhando até que em 1994 
disponibilizou a versão 1.0. 
 
LINUX 
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Tux: o mascote do Linux. 
 
 
O Linux é um sistema operacional livre. Ele é bem parecido com 
Unix, mas não vem do mesmo lugar e foi escrito de outra forma. 
 
 
 
1.1 Licença GPL 
 
 
GPL (GNU General Public License): a Licença Pública Geral GNU 
acompanha os pacotes distribuídos pelo Projeto GNU (General Public 
License). É a mais utilizada, sendo adotada pelo Linux. Ela impede que o 
software seja integrado em um software proprietário e garante os direitos 
autorais. Não permite que as liberdades originais sejam limitadas, nem que 
sejam impostas restrições que impeçam a distribuição da mesma forma 
que foram adquiridos. Respeita as quatro liberdades do software livre. 
 
O Software Livre caracteriza-se pela oferta de 4 liberdades básicas: 
 
 A liberdade de usar o programa, para qualquer propósito (liberdade 
0). 
 A liberdade de estudar como o programa trabalha, podendo 
adaptá-lo às necessidades próprias (liberdade 1). Acesso ao código 
fonte é precondição para tanto. 
 A liberdade de redistribuir cópias, para que você possa ajudar ao 
seu próximo (liberdade 2). 
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 A liberdade de melhorar o programa, e lançar suas melhorias para 
o público em geral, para que assim toda a comunidade se beneficie 
(liberdade 3). Acesso ao código fonte também é precondição para 
isto. 
 
 
Ou seja, você pode alterar qualquer parte do Linux, modificá-lo e até 
comercializá-lo, mas você não pode fechá-lo (não permitir que outros 
usuários o modifiquem) e vendê-lo. 
 
Quando falarmos de distribuições Linux, veremos que algumas versões 
do Linux são pagas. Normalmente, a distribuidora embute seu valor venal 
sobre os serviços que ela agrega. Mas veremos isso mais adiante. 
 
 
 
1.2 GNU 
 
 
GNU é um projeto que começou em 1984 com o objetivo de 
desenvolver um sistema operacional compatível com os de padrão Unix. O 
Linux em si, é só um kernel. Linus Torvalds, na mesma época que escrevia 
o código-fonte do kernel, começou a usar programas da GNU para fazer 
seu sistema. Gostando da idéia, resolveu deixar seu kernel dentro da 
mesma licença. 
 
Mas, o kernel por si só, não é usável. O kernel é a parte mais 
importante, pois é o núcleo e serve de comunicador entre o usuário e 
o hardware do computador. Por isso, com o uso de variantes dos 
sistemas GNU junto com o kernel, o Linux se tornou um sistema 
operacional. 
 
Mas você pode ter ficado confuso agora. O que é o Linux então? O que 
é GNU? Simplesmente, várias pessoas possuem versões modificadas dos 
sistemas GNU, pensando que é o Linux em si. Os programadores que 
trabalham com ele sabem que o Linux é “apenas” o kernel, conforme já foi 
dito, mas é comum chamar o conjunto completo de Linux (há quem defenda 
o uso de GNU/Linux). 
 
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Finalizando, o projeto GNU é um dos responsáveis pelo sucesso do 
Linux, pois graças à “mistura” de seus programas com o kernel 
desenvolvido por Linus Torvalds, o Linux vem mostrando porque é um 
sistema operacional e versátil, apresentando-se como uma boa alternativa 
ao Windows nos computadores de arquitetura x86 e x64. 
 
 
 
 
1.3 Distribuições Linux 
 
 
Com o avanço do GNU/Linux no mercado, e diante da possibilidade de 
modificação, disponibilização e comercialização do sistema operacional 
(respeitados os 4 graus de liberdade do software livre), diversas empresas 
e organizações criaram (e continuam a criar) as chamadas distribuições 
Linux (ou simplesmente distros, de “sabores”). 
 
Tais distribuições, na prática, são o kernel Linux acrescido de 
softwares escolhidos/desenvolvidos pelas empresas ou organizações que 
empacotaram a distribuição. 
 
 
Distribuições Linux: ilustração. 
 
 
No Brasil, o Ubuntu tem ganhado terreno em computadores 
domésticos e pequenas empresas/órgãos públicos, embora distribuições 
comoRed Hat, Debian e OpenSUSE sejam também bastante conhecidas. 
 
As distribuições podem ser classificadas em duas categorias, a saber: 
 
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 Distribuições Livres: mantidas por comunidades sem fins 
lucrativos. Ubuntu, Debian, OpenSuSe, dentre outros, 
encontram-se neste rol. 
Dentro das distribuições livres, cabe ainda fazer mais uma 
subclassificação: as distribuições convencionais, distribuídas 
para instalação nos discos rígidos, e as distribuições live, feitas 
para serem executadas diretamente em uma mídia ou pendrive, 
sem a necessidade de instalação. Tais distribuições são 
excelentes para quem quer apenas conhecer o Linux, sem ter 
que “comprometer” a máquina, particionando discos e dividindo 
espaço com o Windows, se for o caso. É utilizando essa 
estratégia que o Ubuntu tem conquistado cada vez mais 
adeptos. 
 
 Distibuições Corporativas: mantidas por empresas que 
comercializam o Linux. Red Hat, Mandriva e SuSe são bons 
exemplos. Por estar sob a licença GPL, essas distribuições 
continuam oferecendo o código-fonte desse sistema. Portanto, 
para “agregar valor” à distribuição, e justificar sua venda, essas 
empresas oferecem suporte, treinamento de usuários e garantia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2. Linux 
 
 
 
Como você já sabe, o GNU/Linux é um sistema operacional com 
múltiplas distribuições. É multiusuário e multitarefa. Além do mais, 
qualquer cidadão, empresa ou organização pode modificar o seu conteúdo, 
por ser um sistema operacional de código aberto. Pode ser instalado em 
qualquer computador compatível com a arquitetura x86 (versão 32-bits) 
ou x64 (versão 64 bits), claro, devendo o usuário instalar a versão do Linux 
compatível com a arquitetura de hardware da máquina. 
 
Enfim, vamos apresentar, a partir de agora, as características mais 
importantes do Linux, ou seja, aquelas que aparecem em prova!  
 
 
 
1) (CESPE – ICMBIO – Nível Médio - 2014) Constitui desvantagem do Linux o 
fato de sua instalação ser aceita apenas em arquiteturas de hardware 
consideradas incomuns. 
 
 
 
Errado! O Linux pode ser instalado em qualquer computador de arquitetura x86 
ou x64, que são os computadores domésticos e portáteis da atualidade. Ainda, 
pode ser instalado em arquiteturas “incomuns”, como servidores, terminais 
bancários, dentre outros. Até os sistemas operacionais iOS e Android, para 
smartphones, são oriundos do Linux! Na verdade, esta é uma grande vantagem 
deste sistema operacional. 
 
 
 
 
2.1 Inicialização do sistema operacional 
 
 
O Linux instala no setor zero da MBR (main boot record) um software 
para a escolha do sistema operacional que irá carregar na máquina. 
Acho que o Linux sabe que é sistema operacional “invasor”, e a melhor 
forma de coexistir com o Windows é permitir que o usuário escolha 
qualquer um dos sistemas para inicializar, rsrsrs. O Linux pode coexistir 
com qualquer outro sistema operacional instalado no computador. 
 
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Inicializador GRUB: ilustração. 
 
 
Quando instalado em um computador, o Linux tem por procedimento 
padrão reconhecer os demais sistemas operacionais instalados, e incluir no 
inicializador atalhos para esses SOs. Além disso, é comum o GRUB e o LILO 
oferecerem outros recursos, como testes de memória e inicialização em 
modo de recuperação. 
 
Uma vez escolhido o sistema operacional, o inicializador passa o 
controle para o mesmo, para que este seja carregado na memória do 
computador. 
 
 
 
2.2 Sistemas de arquivos do Linux 
 
 
Diferentemente do Windows, o Linux é um sistema operacional 
extremamente versátil, que reconhece muitos tipos de partições. 
 
Nos dias atuais, a formeatação mais comum para partições Linux é a 
ext4. Além disso, é costume a destinação de parte do disco rígido para ser 
uma partição swap, ou seja, uma partição destinada exclusivamente para 
servir de memória virtual para o sistema operacional. A memória virtual 
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funciona como uma “extensão” da memória RAM, para evita que o 
computador sofra problemas por ter sua memória RAM esgotada. Não é 
obrigatório, mas é extremamente recomendada a utilização de uma 
partição como swap. 
 
 
 
 
Instalando Linux em um computador. Perceba a partição já existente no formato NTFS, que 
provavelmente possui Windows instalada. EXT4 é a partição destinada ao Linux, além da partição 
em azul utilizada como SWAP. 
 
 
Atualmente, uma importante característica dos atuais sistemas de 
arquivos é o Journaling. Sistemas de arquivos que possuem essa 
característica são preferidos em detrimento aos que não possuem. 
Journaling é um recurso que permite recuperar um sistema após um 
desastre no disco (ex.: quando um disco está sujo) em uma velocidade 
muito maior que nos sistemas de arquivos sem journaling. Tanto o Windows 
quanto o Linux podem desfrutar deste recurso. 
 
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Alguns sistemas de arquivos compatíveis com o Jounaling são: HFS+, 
Ext3, Ext4, JFS, JFFS, JFFS2, LogFS, NTFS, Reiser4, ReiserFS e XFS. 
 
Sistemas mais antigos, como o VFAT e ext2 não possuem suporte a 
journaling. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2.3 Ambiente gráfico 
 
 
Peça essencial para a popularização do Linux para os usuários finais 
foi a evolução de seu ambiente gráfico. 
 
Dica: quando utilizando o Windows em um computador com o Windows e o Linux 
instalados, o Windows não consegue enxergar as partições e unidades de disco 
que o Linux utiliza. O Windows Explorer não mostra essas partições. Afinal, o 
Windows apenas enxerga discos formatados com o padrão FAT ou NTFS. 
 
Por outro lado, quando utilizando o Linux, este consegue ver todas as partições 
do Windows, afinal, o Linux é compatível com partições VFAT e NTFS, embora 
não as utilize para a instalação do seu sistema operacional. 
 
Portanto, caso você resolva navegar por pastas e partições de um disco com 
Windows, a partir do sistema operacional Linux, fá-lo-á sem problema algum. 
Inclusive, verá pastas ocultas e protegidas, sem restrição, uma vez que tais 
políticas são implementadas pelo sistema operacional. Como o Windows sequer 
está ativado nessa situação, o acesso é total e irrestrito. 
 
 
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Área de trabalho do UBUNTU: ilustração (ambiente gráfico GNOME). 
 
O sistema X-Window (X11, ou apenas X) foi desenvolvido por 
pesquisadores do MIT e á a base das interfaces gráficas disponíveis para o 
Linux. 
Geralmente, duas camadas rodam sobre o X: um gerenciador de 
área de trabalho e um gerenciador de janela. O primeiro é voltado para 
a interface gráfica do usuário, que lhe permite integrar com programas do 
sistema através da manipulação de ícones, ao invés da digitação de 
comandos em um shell. O segundo, por sua vez, permite abrir e fechar 
janelas, iniciar programas e configurar o mouse para que responda aos 
várioscomandos de maneira apropriada. 
Diferentemente do Windows e do Mac, que possuem um único 
ambiente gráfico, o Linux possui à sua disposição um rol variado. Os 
ambientes gráficos mais populares são o GNOME e o KDE, mas existem 
outros como o XFCE, Enlightenment, LXDE, Unity, Cinnamon... 
 
 
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Ambiente gráfico KDE: ilustração. 
 
 
2) (CESPE – TJ/AC – Técnico em Informática - 2013) Gnome e KDE são 
exemplos de gerenciadores gráficos para ambiente de trabalho no Linux. 
 
 
 
 
Correto. Assim como XFCE, LXDE, FluxBox e OpenBox, que são menos 
conhecidos. 
 
 
 
2.4 Shell 
 
 
Assim como o Windows possui o Prompt do MS-DOS, o Linux possui o 
Shell. 
O Shell é um ambiente textual interpretador de comandos e 
linguagem de programação. 
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Como interpretador de comandos, o Shell também funciona como 
uma interface entre o usuário e o sistema operacional. Por meio dela, o 
usuário utiliza o teclado para digitar comandos. Ao digitar um comando na 
tela, a Shell o interpreta e invoca o comando pedido. 
 
 
Shell do Linux. Ilustração. 
 
Há disponível no Linux várias shells, das quais as mais comuns são: 
 
 Bash (Bourne Again Shell): uma versão melhorada do Bourne 
Shell, uma das shells originais do Unix. 
 Tcsh (TC Shell): uma versão melhorada da versão da C Shell, 
desenvolvida como parte do Unix do BSD. 
 
Como linguagem de programação de alto nível, é possível 
organizar os comandos em um arquivo para execução futura. O Linux 
chama esses arquivos de Shell scripts, enquanto no Windows e no DOS eles 
são os batch files (arquivos de lote). Esses scripts são muito úteis para os 
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usuários elaborarem operações complexas, para serem acionadas 
posteriormente por meio de comandos curtos. 
 
 
Via de regra, o usuário Linux utiliza o shell com muito mais frequência 
do que o usuário Windows aciona o Prompt. É fácil encontrar um usuário 
rotineiro do Windows que sequer conhece o Prompt, mas é difícil encontrar 
um usuário Linux não utiliza o shell diariamente. 
 
Não se preocupe. Não estamos aqui para formar você “doutor” em 
Linux. Nosso foco são questões de prova. Mais adiante, veremos alguns 
comandos Linux tradicionais. 
 
 
 
2.5 Estrutura de diretórios 
 
 
O Linux, assim como o Windows, possui uma estrutura de diretórios 
hierarquizada, na qual um diretório pode conter vários outros diretórios 
e arquivos. 
 
 
Estrutura de diretórios Linux: ilustração. 
 
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Para você, concurseiro, concurseira, que fará questões de prova de 
Linux, saiba que é muito comum a cobrança do “decoreba” dos 
diretórios Linux, ou seja, saber que diretório serve para quê. 
Por isso, peço que preste atenção na diagramação a seguir: 
 
Estrutura de diretórios Linux: principais pastas. 
 
Repare que a “barra” (/) que separa os diretórios no Linux é invertida 
à barra no Windows. Isso quer dizer que, enquanto você escreve 
C:\Usuários\Victor neste, no Linux o diretório é alcançado por 
/home/Victor. 
 
 
 
 
 
 
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3) (CESPE – MTE – Agente Administrativo - 2014) Os ambientes Linux e 
Windows têm estruturas de diretórios semelhantes, como, por exemplo, o 
diretório /bin, que no Linux é responsável por manter os principais comandos do 
sistema. 
 
 
 
Errado! Linux e Windows possuem estruturas de diretórios TOTALMENTE 
diferentes. Enquanto o Windows utiliza nomes amigáveis para o usuário, como 
“Arquivos de Programas” e “Usuários”, o Linux possui uma estrutura totalmente 
funcional, utilizando nomes como “bin”, “etc”. 
 
 
 
2.6 Comandos mais comuns 
 
 
Agora vamos entrar numa parte do Linux bem “chata”, principalmente 
para quem não é familiarizado com o sistema, que é o “decoreba” de 
comandos Linux. 
Tais comandos são aplicados pelo usuário no Shell, para a execução 
de tarefas no computador. É comum o aparecimento de questões em prova 
querendo saber se o usuário conhece alguns desses comandos. Vejamos os 
mais importantes: 
 
apt-get 
atualiza/instala/remove pacotes (aplicativos) no sistema. 
Exa: 
 apt-get upgrade nome_do_pacote: atualiza o pacote 
especificado 
 apt-get install nome_do_pacote: instala o pacote 
especificado. Se o pacote já estiver instalado, tenta a atualização 
 apt-get check: checa a integridade dos pacotes do Sistema 
(pacotes dependem uns dos outros, verifica se nenhuma 
dependência está quebrada) 
 apt-get remove nome_do_pacote: desinstala o pacote 
especificado. 
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 apt-get remove --purge nome_do_pacote: desinstala o 
pacote especificado e suas dependências. 
 
*P.S: o apt-get busca os pacotes na internet. Os repositórios que o apt-get 
busca seus dados encontram-se no arquivo chamado /etc/apt/sources.list 
 
cat 
mostra o conteúdo de um arquivo binário ou texto. 
Ex: 
 cat Estudo.txt exibe o conteúdo do arquivo Estudo.txt 
 cat > Teste cria o arquivo Teste e o abre imediatamente para 
edição 
 
cd 
 altera o diretório atual (similar ao Windows). 
Ex: cd /home/usuario1 muda a pasta de navegação para 
/home/usuario1. 
 
clear 
limpa a tela do terminal. 
 
cut 
lê o conteúdo de um ou mais arquivos e tem como saída uma coluna 
vertical. 
 
diff 
compara o conteúdo de dois arquivos ASCII (arquivos de texto). 
 
du 
saber o espaço utilizado em disco por pastas ou arquivos (disc 
usage). 
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Utilizando o comando du. 
 
find 
pesquisa arquivos em uma hierarquia de diretórios. 
Sintaxe: find [diretório] [opções/expressão] 
 find /root –name casa procura na pasta root arquivos ou 
diretórios com o nome “casa” 
 find /opt –name *.txt procura na pasta opt qualquer arquivo 
com a extensão .txt 
 
grep 
procura um arquivo por um padrão. Muito útil quando queremos 
encontrar algum conteúdo dentro de um arquivo. 
Ex: grep casa /home/victor/teste.txt encontra as ocorrências da 
palavra “casa” em teste.txt 
 
Grep também pode ser usado em comandos conectados. Tal 
conexão ocorre quando utilizamos o pipe (|) entre um comando e outro. 
Ex: 
cat a.txt | grep ola irá mostrar-nos apenas as linhas do ficheiro a.txt 
que contenham a palavra “ola” 
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gzip 
compacta ou expande arquivos, sem compressão (sem perda de 
informação). 
 
 
jobs 
lista processos do sistema. 
 
Ex: 
 jobs –r lista processos em execução (running jobs) 
 jobs –s mostra processos parados (stopped jobs) 
 jobs –l lista os processos e seus Ids 
 jobs lista todos os processos 
 
 
 
Jobs –l. Percebaos Ids de processos na primeira coluna à esquerda. 
 
 
head 
mostra as primeiras linhas de um arquivo. 
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Ex: head -10 a.txt mostra as 10 primeiras linhas do arquivo a.txt. 
 
history 
mostra os comandos que o usuário já digitou. 
 
kill 
encerra um ou mais processos em andamento. 
 
Exs: kill -1 340 reinicia o processo de ID 340. 
 kill -9 223 encerra o processo de ID 223, sem mensagem de 
confirmação (destrói o processo). 
 killall chrome encerra o processso chrome. Killall permite 
finalizar o processo pelo seu nome. 
 
login 
processo responsável por permitir ou não o acesso de usuários ao 
sistema. 
 
ls 
lista o conteúdo de um diretório (similar a dir, no Windows). 
 
Exs: 
 ls lista o conteúdo do diretório atual 
 ls –l lista com detalhes os arquivos e diretórios da pasta 
(utilização mais comum) 
 ls – a lista inclusive os arquivos e pastas ocultas 
 ls –a –l ou ls –al combina os comandos citados acima 
 
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Ls – la: exemplo. 
 
mkdir 
cria um diretório. 
 
 
mount 
montar partição. 
 
 
mv 
move (ou altera o nome de) arquivos. 
 
Exs: 
 mv teste.txt casa.txt renomeia “teste.txt” para “casa.txt” 
 mv teste.txt /home/victor move o arquivo “teste.txt” do 
diretório atual para o diretório “/home/victor” 
 
 
 
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passwd 
cria ou modifica a senha do usuário. Somente o usuário root pode 
fazê-lo. 
passwd usuário1 possibilita a criação ou modificação da senha do 
usuário 1. 
*Dica: não confunda passwd com pwd, que exibe o nome do 
diretório atual. 
 
 
ps 
exibe os processos em execução no sistema. 
Exs: 
ps mostra todos os processos do usuário. 
ps –aux : “a” (all) mostra todos os processos, “u” (users) de todos os 
usuários. “x” mostra inclusive os processos que não foram gerados pelos 
terminais. ps –aux é a utilização mais comum desse comando. 
 
 
pwd 
exibe o nome do diretório atual. 
 
 
rm 
remove arquivos / diretório. 
 
 
stat 
mostra o estado de um ficheiro, útil para saber por exemplo a hora e 
data do último acesso ao mesmo. 
 
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shutdown 
desliga/reinicia o sistema. 
shutdown -r now - reinicia 
 
shutdown -h now - desliga 
 
sort 
ordena, une ou compara texto, podendo ser usado para extrair 
informações dos arquivos de texto ou mesmo para ordenar dados de outros 
comandos como, por exemplo, listar ficheiros ordenados pelo nome. 
 
su 
passa para o superusuário (root). 
 
sudo 
executa um comando, usando os privilégios de superusuário. 
 
tail 
funciona de forma inversa ao comando head, mostra-nos as últimas 
linhas de um arquivo ou mesmo do output de outro comando, quando 
usado como filtro. 
 
tar 
agrupa arquivos, sem compactação. Mais utilizado para backup. 
 
top 
também exibe o uso de processos do sistema, mas exibe também o 
quanto esses processos consomem de memória e processador. 
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touch 
modifica a data e hora de acesso e modificação de arquivos, criando o 
arquivo caso ele não exista. 
 
vi 
editor de texto em tela cheia 
Uma lista mais completa pode ser vista em www.comandoslinux.com. 
 
 
2.7 Usuário comum e superusuário 
 
 
O Linux possui duas categorias de usuário: o usuário comum e o 
superusuário (root). 
O usuário comum é, como o próprio nome diz, um usuário 
convencional, sem permissões para mexer em partes sensíveis do sistema. 
Sua pasta padrão de armazenamento de arquivos é 
/home/nomedousuáriocomum. 
 
O superusuário, por outro lado, possui plenos poderes sobre o 
sistema. Sua pasta padrão é /root. 
 
Quando deseja-se trabalhar no computador como o superusuário, o 
comando su (superuser) realiza essa mudança. 
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Porém, quando deseja-se realizar apenas um comando com os poderes 
de superusuário, é possível concatenar o comando sudo (Super User DO - 
fazer) antes do comando desejado. Assim, apenas este comando é aplicado 
com poderes de superusuário, e volta-se a ser um usuário comum. 
Exemplo: rm /home/usuario2. Este comando remove (exclui) o 
diretório usuario2, dentro do diretório home. Um usuário comum não 
consegue realizar essa operação, pois é uma pasta sensível do sistema, 
que contém todas as informações de usuario2. 
Porém, sudo rm /home/usuario2 conseguirá realizar essa 
operação, desde que a senha de superusuário seja digitada. 
 
$ (cifrão) e #(jogodavelha) 
 
No shell do Linux, é importante prestar atenção aos símbolos 
supracitados. 
 
 
victordalton@ubuntu:~/Desktop$ - você sabe o que isso significa? 
 
 
 
Com o shell aberto, existe uma linha na qual o usuário pode começar 
a digitar para inserir seus comandos. Esta linha costuma apresentar um 
label, ou rótulo, com alguns elementos. Você deve saber identificá-los. 
 
victordalton@ubuntu:~/Desktop$ 
 
De forma semelhante a um email, victordalton@desktop indicam, 
respectivamente, o nome do usuário e o nome da máquina. 
 
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Por definição, a pasta “raiz” do usuário comum é a pasta 
/home/nomedousuario. Caso o usuário navegue por alguma outra pasta, 
após os símbolos :~, o label apresentará a pasta que o usuário está 
nabvegando. 
 
Por fim, o último símbolo indicará se o usuário é comum ou se é um 
superusuário. No caso, $ (cifrão) indica que é um usuário comum. 
 
Por outro lado, quando ativado um superusuário, o símbolo final passa 
a ser um # (jogo da velha), conforme figura abaixo. 
 
 
Usuário root: perceba o # indicando que este é um superusuário. 
 
 
Podem ser definidos vários superusuários em uma máquina Linux, mas 
root é um superusuário padrão existente neste SO. 
 
 
2.8 Permissões de arquivo 
 
 
Vamos relembrar o comando ls –l ensinado nos capítulos anteriores. 
 
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Ls – la: exemplo. 
 
Repare que, à esquerda, temos alguns detalhes de arquivos, com 
letras d,r,w,x e traços. Esse conjunto de informações representa os níveis 
de permissão de acesso aos arquivos e pastas. Veremos isso agora. 
 
São 9 caracteres que definem as propriedades de acesso a um 
arquivo. Porém, ao listar as propriedades, existe um primeiro caractere, 
adicional, que define o tipo de objeto. Se este for um diretório, veremos 
a letra d. Caso contrário, haverá um traço. Perceba, na imagem acima, que 
Manual, httpdocs e mqsql_sql, dentre outros, são diretórios. 
Com relação aos nove caracteres propriamente ditos, veremos que 
estes são agrupados pelo “destinatário” da permissão. 
 
 
Níveis de permissão de arquivose diretórios. 
 
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A imagem acima ilustra os 10 caracteres. Excluído o tipo de objeto, já 
analisado, vemos que o primeiro grupo de caracteres edita as permissões 
para o proprietário (dono) do arquivo; o segundo grupo para o grupo ao 
qual o proprietário do arquivo pertence; e o terceiro grupo para outros 
usuários e grupos alheios ao proprietário original do arquivo. 
R, W e X podem aparecer somente nas posições indicadas; caso 
contrário, um traço é exibido. Seus significados: 
 
R (read) – permissão de leitura 
W (write) – permissão de escrita 
X (eXecute) – permissão de execução; para um diretório, indica 
permissão para entrar nele. 
 
Ou seja, quando você vir que um arquivo possui estas propriedades, 
por exemplo: 
 
drwxr-xr— 
 
Basta analisar o nível de permissão por partes: 
d rwx r-x r— 
Isto significa que: 
 
1) O elemento é um diretório (d); 
2) Para o proprietário do arquivo, é permitida a leitura (r), escrita 
(w) e execução (x) do mesmo; 
3) Para o grupo do proprietário do arquivo, é permitida a leitura (r) e 
execução (x) do mesmo, mas não é permitida a escrita; 
4) Para outros, é permitida a leitura (r), mas não é permitida a 
escrita e execução. 
 
Tudo bem? 
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Entendido esse passo, podemos estudar o comando chmod. 
 
2.8.1 O comando chmod 
 
Chmod é o comando utilizado para modificar o nível de permissão de 
um arquivo. 
Existem duas sintaxes para ele: 
1) Letras 
 
Mais intuitiva. Ex: 
 
Chmod u=rwx, g=rw, o=r nome_do_arquivo 
 
Nesta sintaxe, são aplicadas as regras para user, group e 
others. De fato, são três os operadores para esta sintaxe: 
 
= Aplique exatamente esta regra 
+ Adicione esta regra 
- Retire esta regra 
 
 
2) Números binários 
 
 Esta sintaxe exigirá um pouco da sua atenção. 
Perceba que é possível realizar oito combinações diferentes com os 
três comandos possíveis, desde a aplicação de nenhuma regra à aplicação 
de todas simultaneamente. 
Desta forma, números de zero a sete representam as regras, de forma 
binária. Veja a tabela abaixo: 
 
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Número Read 
(leitura) 
Write(escrita) eXecute(execução) Permissão 
0 0 0 0 Nenhuma 
1 0 0 1 Somente 
execução 
2 0 1 0 Somente escrita 
3 0 1 1 Escrita e 
execução 
4 1 0 0 Somente leitura 
5 1 0 1 Leitura e 
execução 
6 1 1 0 Leitura e Escrita 
7 1 1 1 Leitura, escrita e 
execução 
 
De uma forma mais simplista, podemos associar a leitura ao número 
4, a escrita ao número 2 e a execução ao número 1. 
 
4 r leitura 
2 w escrita 
1 x execução 
 
Entendida esta regra, 
 
chmod 540 nome do arquivo 
 
aplicaria leitura + execução ao proprietário do arquivo, leitura ao 
grupo e nenhuma permissão a outros. Nesta sintaxe, um grupo de três 
números define as regras de permissão a serem aplicadas a arquivos e 
diretórios. 
 
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Tudo bem? 
 
5) (CESPE – ECT – Analista de Correios - Suporte de Sistemas - 2011) O 
comando chmod 666 notas.txt permite que o Linux atribua, para usuário, grupo e 
outros, apenas permissão de leitura e gravação ao arquivo de nome notas.txt. 
 
 
Correto. O “chmod abc nomedoarquivo” muda a proteção do arquivo para 
usuário (a), grupo (b) e outros (c), atribuindo números de 0 a 7 para cada grupo 
de permissão. Ao atribuir 6 a todos os grupos, isso indica que existirá permissão 
apenas de leitura e gravação ao arquivo citado. 
 
 
Por último, saiba que adicionar –R ao comando Chmod aplica as 
permissões ao diretório e a todos os arquivos dentro desta pasta. 
 
 
 
Enfim, encerramos com o mais importante a ser estudado sobre o Linux. 
Vejamos os exercícios, e atenção aos conhecimentos pontuais que poderão 
ser passados lá. 
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EXERCÍCIOS COMENTADOS CESPE 
 
1ª Questão) (CESPE – SSP/CE – Cargos 1 a 5 e 7 a 9 - 2012) O 
comando pwd do Linux possibilita ao usuário efetuar a troca de senha 
(password). 
 
Errado! Pwd exibe o nome do diretório atual no qual o usuário se 
encontra. Passwd é o comando para realizar a troca de senha de um 
usuário. Após o comentário da próxima questão, veja alguns comandos 
Linux. 
 
Comandos Linux 
cat = mostra o conteúdo de um arquivo binário ou texto 
cd = altera o diretório atual (similar ao Windows) 
clear = limpa a tela do terminal 
cut = lê o conteúdo de um ou mais arquivos e tem como saída uma coluna 
vertical 
diff = compara o conteúdo de dois arquivos ASCII 
du = saber o espaço utilizado em disco por pastas ou arquivos. 
find = pesquisa arquivos em uma hierarquia de diretórios 
grep = procura um arquivo por um padrão. Por exemplo, o comando cat 
a.txt | grep ola irá mostrar-nos apenas as linhas do ficheiro a.txt que contenham 
a palavra “ola” 
gzip = comprime ou expande arquivos 
head = mostra as primeiras linhas de um arquivo, como por exemplo com 
head -10 a.txt, ele mostra as 10 primeiras linhas do arquivo a.txt. Ainda, pode 
ser usado como filtro para mostrar apenas os primeiros x resultados de outro 
comando 
history = mostra os comandos que o usuário já digitou 
kill = encerra um ou mais processos em andamento 
login = processo responsável por permitir ou não o acesso de usuários ao 
sistema 
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ls = lista o conteúdo de um diretório (similar a dir, no Windows) 
mkdir = cria um diretório 
mount = montar partição 
mv = move (ou altera o nome de) arquivos 
passwd = nome_do_usuário: cria ou modifica a senha do usuário 
pwd = exibe o nome do diretório atual 
rm = remove arquivos / diretório 
shutdown = desliga o sistema 
shutdown -r now = reinicia o sistema 
sort = ordena, une ou compara texto, podendo ser usado para extrair 
informações dos arquivos de texto ou mesmo para ordenar dados de outros 
comandos como, por exemplo, listar ficheiros ordenados pelo nome 
su = passa para o superusuário (root) 
sudo = executa um comando, usando os privilégios de superusuário 
tail = funciona de forma inversa ao comando head, mostra-nos as últimas 
linhas de um arquivo ou mesmo do output de outro comando, quando usado como 
filtro 
tar agrupa arquivos, sem compactação. Mais utilizado para backup. 
touch = modifica a data e hora de acesso e modificação de arquivos, criando 
o arquivo caso ele não exista. 
Uma lista mais completa pode ser vista em www.comandoslinux.com. 
 
 
2ª Questão) (CESPE – Assembleia Legislativa/CE – Cargo 10 - 
2011) No Linux, quando se trata de diretórios, os comandos gzip e tar têm 
exatamente a mesma função: criar e compactar arquivos que contêm, 
internamente, outros arquivos ou diretórios. 
 
 
Errado! O TAR (Tape ARchive) é uma aplicação orientada para 
backup. Ela agrupa vários arquivos em um só, sem compactar. Já o GZIP 
é uma aplicação própria para compactar e descompactar arquivos. Detalhe: 
quando se executa o comando tar com o complemento –z (tar –z ....) os 
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arquivos são agrupados e compactados. Mas a compactação é feita pelo 
gzip, e não pelo tar. 
 
 
 
3ª Questão) (CESPE – Corpo de Bombeiros /DF – Todas as áreas 
- 2011) O Linux é um sistema operacional cujo código-fonte está disponível 
sob licença GPL, o que permite a uma pessoa utilizar, estudar, modificar e 
distribuir o Linux de acordo com os termos dessa licença. 
 
Correto. BSD (Berkeley Software Distribution) e GPL (Gnu Generic 
Public License) são duas das licenças mais comuns para software livre. A 
BSD, basicamente, exige que trabalhos derivados sejam levados ao 
conhecimento de seus autores. A GPL, por sua vez, exige que trabalhos 
derivados também sejam submetidos à licença GPL, de acordo com os seus 
termos. 
 
 
 
 
4ª Questão) (CESPE – EBC – Todos os cargos, exceto cargo 4 - 
2011) Na árvore de diretórios do Linux, o /lib contém os programas 
necessários à inicialização do sistema, e o /home contém os arquivos e 
diretórios dos usuários. 
 
Errada! Veja os principais diretórios do Linux e suas finalidades: 
 
 
 
/bin Arquivos binários de comandos essenciais do sistema. 
/boot 
Arquivos de boot (inicialização; boot-loader; Grub); kernel 
do Linux. 
/dev 
Dispositivos (devices) de entrada/saída: floppy, hardisk, cdrom, 
modem . 
/etc Arquivos de configuração (scripts) e inicialização. 
/home Diretório local (home) de usuários. 
/lib Bibliotecas e módulos(drivers): compartilhadas com frequência. 
/media Ponto de montagem temporário para mídias removíveis 
/mnt Diretório de montagem de dispositivos, sistemas de arquivos e 
partição. 
/opt Para instalação de programas não oficiais da distribuição. 
/proc Diretório virtual (RAM) onde rodam os processos ativos. 
/root Diretório local do superusuário (root). 
/sbin Arquivos de sistema essenciais (binários do superusuário). 
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/tmp Arquivos temporários gerados por alguns utilitários. 
/usr Arquivos de usuários nativos da distribuição. 
/usr/local Para instalação de programas não oficiais da distribuição. 
/usr/src Arquivos fontes do sistema necessários para compilar o kernel. 
/var Arquivos variáveis (conteúdo dinâmico) 
 
Que pegadinha, não? O diretório home foi descrito corretamente, mas 
o diretório lib foi descrito com a finalidade do diretório etc. Cuidado! 
 
5ª Questão) (CESPE – EBC – Cargo 4 - 2011) O sistema operacional 
Linux não pode ser instalado em máquinas que possuam o sistema 
operacional OS/2. 
 
Errado! O Linux se permite coexistir com qualquer outro sistema 
operacional existente na máquina, se for de interesse do usuário fazê-lo. 
 
6ª Questão) (CESPE – EBC – Cargo 4 - 2011) No ambiente Linux, o 
comando ls permite listar todos os arquivos do diretório atual. 
 
Correto. Vide lista de comandos do Linux. 
 
7ª Questão) (CESPE – MPE/PI – Cargos 1 a 5 e 7 a 9 - 2011) No 
sistema Linux, existe um usuário de nome root, que tem poder de 
superusuário. Esse nome é reservado exclusivamente ao usuário que 
detém permissão para executar qualquer operação válida em qualquer 
arquivo ou processo. Há um único superusuário com esse perfil. 
Errado! Típica pegadinha CESPE. Toda a descrição é correta, exceto o 
fato de que apenas um usuário pode ser superusuário. Vários podem sê-lo, 
na verdade. 
 
 
 
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8ª Questão) (CESPE – ANATEL – Técnico Administrativo - 2012) 
Ao ser utilizado em conjunto com o comando grep, o comando tail permite 
alterar a saída do conteúdo de arquivo de texto para html. 
 
Errada! Grep e tail em nada se relacionam com conversão txt para 
html, vide comandos Linux. O utilitário txt2html, por outro lado, pode 
fazê-lo. 
 
9ª Questão) (CESPE – ANATEL – Técnico Administrativo - 2012) 
O comando touch é utilizado para criar um arquivo vazio. 
 
Correto. Além disso, touch pode editar os campos data/hora de 
criação e modificação do arquivo. 
 
10ª Questão) (CESPE – ANATEL – Técnico Administrativo - 2012) 
O comando diff é usado para comparar arquivos de texto. 
 
Correto. 
 
11ª Questão) (CESPE – ANATEL – Técnico Administrativo - 2012) 
O comando cut é utilizado para organizar, em ordem decrescente, o 
conteúdo de um arquivo de texto. 
 
 
Errado! O comando cut lê o conteúdo de um ou mais arquivos e tem 
como saída uma coluna vertical. O comando que organiza o conteúdo de 
um arquivo de texto é o sort. 
 
12ª Questão) (CESPE – TJ/AC – Analista de Suporte - 2013) No 
Linux, a execução do comando du -h permite visualizar se um ponto de 
montagem está com suporte à leitura e gravação. 
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Errado! O comando du –h serve para saber quanto espaço em disco 
ocupa um arquivo ou diretório. O comando mount, por sua vez, serve para 
montar partições. 
 
13ª Questão) (CESPE – TJ/AC – Analista de Suporte - 2013) Para 
exibir as últimas 20 linhas de um arquivo, em Linux, com nome teste.txt, 
é necessário executar o comando head -20 teste.txt. 
 
Errado! O comando tail faria isso. O head mostra as primeiras vinte 
linhas do arquivo. 
 
14ª Questão) (CESPE – TJ/AC – Técnico em Informática - 2013) 
Gnome e KDE são exemplos de gerenciadores gráficos para ambiente de 
trabalho no Linux. 
 
Correto. Assim como XFCE, LXDE, FluxBox e OpenBox, que são 
menos conhecidos. 
 
15ª Questão) (CESPE – CNJ – Técnico Judiciário: Programação 
de Sistemas - 2013) No ambiente Linux, os comandos são arquivos que 
têm permissão para serem executados e, normalmente, encontram-se 
armazenados no diretório /mnt. 
 
Errado! Os comandos ficam no diretório /bin, enquanto /mnt é o 
diretório onde dispositivos são montados. 
 
16ª Questão) (CESPE – CNJ – Técnico Judiciário: Programação 
de Sistemas - 2013) Um sistema operacional é composto por diversos 
programas responsáveis por funções distintas e específicas. A parte mais 
importante do sistema operacional é o kernel, que entra em contato direto 
com a CPU e demais componentes de hardware. 
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Correto. 
 
17ª Questão) (CESPE – CNJ – Técnico Judiciário: Programação 
de Sistemas - 2013) O kernel do Linux está constantemente em 
desenvolvimento por uma comunidade de programadores, mas, para 
garantir a sua qualidade e integridade, existem mantenedores do kernel, 
como o Linus Torvalds, que analisam e julgam a pertinência das alterações. 
 
Correto. 
 
18ª Questão) (CESPE – ECT – Analista de Correios - Suporte de 
Sistemas - 2011) O comando ps aux tem a função de exibir todos os 
processos existentes, o nome do usuário que iniciou determinado processo 
e a hora em que isso ocorreu, além dos processos que não estão associados 
a terminais. 
 
Correto. Ps lista os processos em execução, “a” lista todos os 
processos existentes, “u” mostra o usuário que controla cada processo e 
“x” lista os processos não associados a terminais. São parâmetros 
complementares que formam o acrônimo “aux”. 
 
19ª Questão) (CESPE – ECT – Analista de Correios - Suporte de 
Sistemas - 2011) O comando chmod 666 notas.txt permite que o Linux 
atribua, para usuário, grupo e outros, apenas permissão de leitura e 
gravação ao arquivo de nome notas.txt. 
 
Correto.O “chmod abc nomedoarquivo” muda a proteção do 
arquivo para usuário (a), grupo (b) e outros (c). a,b e c pode assumir 
valores de 0 a 7, cujos valores podem ser interpretados binariamente, 
segundo a seguinte tabela: 
 
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Número Read (leitura) Write(escrita) eXecute(execução) Permissão 
0 0 0 0 Nenhuma 
1 0 0 1 Somente execução 
2 0 1 0 Somente escrita 
3 0 1 1 Escrita e execução 
4 1 0 0 Somente leitura 
5 1 0 1 Leitura e execução 
6 1 1 0 Leitura e Escrita 
7 1 1 1 Leitura, escrita e execução 
 
Portanto, o número 6 representa leitura e escrita, e vale para usuário, 
grupo e outros (666). 
 
20ª Questão) (CESPE – ECT – Analista de Correios - Suporte de 
Sistemas - 2011) O comando jobs -r é apropriado para que sejam 
visualizados os processos que estão parados. 
Errado! –r lista processos em execução (running jobs). O comando 
para mostrar processos parados seria jobs –s (stopped jobs). 
 
21ª Questão) (CESPE – TRE/RJ – Cargos de 1 a 7 - 2012) No 
Linux, a sintaxe sudo adduser fulano criará o usuário fulano no grupo 
/etc/skell, bem como criará o diretório /home/fulano. 
 
 
Errado! Apenas para compreensão, o sudo, no comando, apenas 
serve para conferir privilégios de superusuário ao comando (em tese, o 
comando é uma abreviação de “super user do”). Já a sintaxe correta seria 
sudo useradd fulano. Esse comando cria o usuário fulano, adicionando 
uma entrada correspondente no arquivo /etc/passwd. Não ocorre a 
criação automática do diretório /home/fulano. 
 
 
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22ª Questão) (CESPE – ANS – Técnico - 2013) Tanto o sistema 
operacional Linux quanto o Windows possuem gerenciador de arquivos, que 
permite a organização dos dados em pastas e subpastas, também 
denominadas, respectivamente, diretórios e subdiretórios. 
 
Correto. 
 
23ª Questão) (CESPE – Polícia Federal – Perito - 2013) A 
instalação e a atualização de programas na plataforma Linux a serem 
efetuadas com o comando aptget, podem ser acionadas por meio das 
opções install e upgrade, respectivamente. Em ambos os casos, é 
indispensável o uso do comando sudo, ou equivalente, se o usuário não for 
administrador do sistema. 
 
Correto. sudo aptget install xxxx ou sudo aptget update xxxx 
instalam ou atualizam o pacote “xxxx” na máquina Linux. Percebe-se, 
portanto, que são comandos indispensáveis para instalar/atualizar 
aplicativos no sistema operacional. 
 
24ª Questão) (CESPE – CADE – Nível Médio - 2014) No ambiente 
Linux, um pacote é definido como um arquivo que contém os arquivos 
binários necessários para a instalação de um aplicativo. 
 
Correto. Essa é a denominação de pacote. 
 
25ª Questão) (CESPE – CADE – Nível Médio - 2014) Quando 
executado no console do Linux, o comando vi possibilita alterar o modo de 
acesso, ou seja, as permissões de um arquivo ou diretório. 
 
Errado! Vi é o editor de texto do Linux. O chmod é o comando que 
modifica as permissões de arquivo ou diretório. 
 
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26ª Questão) (CESPE – Polícia Federal – Agente Administrativo 
- 2014) No ambiente Linux, é possível utilizar comandos para copiar 
arquivos de um diretório para um pen drive. 
 
Correto. No ambiente Linux, é permitida a execução de vários 
comandos por meio de um console. O comando “cp” é utilizado para copiar 
arquivos entre diretórios e arquivos para dispositivos. 
 
 
27ª Questão) (CESPE – Polícia Federal – Nível Superior - 2014) 
Por ser o Linux o kernel, ou seja, o sistema operacional em si, para que ele 
funcione, será necessária a sua instalação em conjunto com outros 
aplicativos ou utilitários, especialmente em distribuições como Debian e 
Ubuntu. 
 
Correto. O Linux é “apenas” o núcleo do sistema operacional. São as 
distribuições Linux que oferecem um sistema operacional completo e 
funcional, a despeito do Debian, Red Hat, Ubuntu, ou qualquer outra versão 
final. 
 
28ª Questão) (CESPE – Polícia Federal – Nível Superior - 2014) 
O DualBoot permite que dois sistemas operacionais sejam instalados e 
utilizados simultaneamente em uma mesma máquina. 
 
Errado! O DualBoot serve exatamente para que você possa selecionar 
o sistema operacional a ser inicializado, não para iniciar dois sistemas 
simultaneamente. 
 
 
29ª Questão) (CESPE – SUFRAMA – Nível Médio - 2014) No Linux, 
o comando free -cpu exibe em tempo real informações acerca do sistema, 
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tais como processos em andamento, recursos do sistema e uso do swap, 
além do número total de tarefas que estiverem sendo executadas. 
 
Errado! O comando free mostra informações a respeito da memória 
(utilizada e livre) do computador, incluindo a memória swap. Jobs é o 
comando que lista os processos em andamento. 
 
 
30ª Questão) (CESPE – TJ/SE – Múltiplos Cargos – 2014) No 
Linux, ambientes gráficos são executados por meio de um servidor, 
geralmente Xwindows ou X11, o qual fornece os elementos necessários 
para uma interface gráfica de usuário. 
 
Correto. O X Window System é um software de sistema e um 
protocolo que fornece uma base para interfaces gráficas de usuário (com o 
conceito de janelas) e funcionalidade rica de dispositivos de entrada para 
redes de computadores. Ele cria uma camada de abstração de hardware 
onde o software é escrito para usar um conjunto generalizado de 
comandos, permitindo a independência de dispositivo e reutilização 
programas em qualquer computador que implemente o X. 
O que pode ser polêmico nesta questão, a meu ver, é a escrita 
“Xwindows”, inexistente. Passível, em minha opinião, de anulação. 
 
31ª Questão) (CESPE – MTE – Agente Administrativo - 2014) Os 
ambientes Linux e Windows têm estruturas de diretórios semelhantes, 
como, por exemplo, o diretório /bin, que no Linux é responsável por manter 
os principais comandos do sistema. 
 
Errado! Linux e Windows possuem estruturas de diretórios 
TOTALMENTE diferentes. Enquanto o Windows utiliza nomes amigáveis 
para o usuário, como “Arquivos de Programas” e “Usuários”, o Linux possui 
uma estrutura totalmente funcional, utilizando nomes como “bin”, “etc”. 
 
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32ª Questão) (CESPE – MTE – Agente Administrativo - 2014) No 
ambiente Linux, é possível manter um único arquivo em um servidor e 
compartilhá-lo com vários usuários, eliminando-se cópias desnecessárias 
desse arquivo. 
 
Correto. Isso não é exclusividade do Linux. 
 
 
33ª Questão) (CESPE – MEC – Todos os Cargos - 2014) Em um 
computador com o sistema operacional Linux, é possível criar várias contas 
de usuários e armazenar os dados de configuração referentes a essas 
contas em um único diretório — /home/users. 
 
Errado! Aos moldes do Windows, no qual dentro da pasta “Usuários” 
cada usuário terá uma pasta individual, no Linux cada usuário também terá 
uma pasta isolada, dentro do diretório /home. 
 
 
34ª Questão) (CESPE – CBM/CE – 1º Tenente - 2014) No diretório 
/dev do Linux, constam os arquivos de configuração do sistema utilizados 
para desenvolver alterações do ambiente gráfico. 
 
Errado! /dev guarda arquivos relativosaos dispositivos do 
computador. Relembrando alguns diretórios importantes no Linux: 
 
/bin Arquivos binários de comandos essenciais do sistema. 
/boot 
Arquivos de boot (inicialização; boot-loader; Grub); kernel 
do Linux. 
/dev 
Dispositivos (devices) de entrada/saída: floppy, hardisk, cdrom, 
modem . 
/etc Arquivos de configuração (scripts) e inicialização. 
/home Diretório local (home) de usuários. 
/lib Bibliotecas e módulos(drivers): compartilhadas com frequência. 
/mnt Diretório de montagem de dispositivos, sistemas de arquivos e 
partição. 
/opt Para instalação de programas não oficiais da distribuição. 
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/proc Diretório virtual (RAM) onde rodam os processos ativos. 
/root Diretório local do superusuário (root). 
/sbin Arquivos de sistema essenciais (binários do superusuário). 
/tmp Arquivos temporários gerados por alguns utilitários. 
/usr Arquivos de usuários nativos da distribuição. 
/usr/local Para instalação de programas não oficiais da distribuição. 
/usr/src Arquivos fontes do sistema necessários para compilar o kernel. 
 
 
35ª Questão) (CESPE – ICMBIO – Nível Médio - 2014) Constitui 
desvantagem do Linux o fato de sua instalação ser aceita apenas em 
arquiteturas de hardware consideradas incomuns. 
 
Errado! O Linux pode ser instalado em qualquer computador de 
arquitetura x86 ou x64, que são os computadores domésticos e portáteis 
da atualidade. Ainda, pode ser instalado em arquiteturas “incomuns”, como 
servidores, terminais bancários, dentre outros. Até os sistemas 
operacionais iOS e Android, para smartphones, são oriundos do Linux! Na 
verdade, esta é uma grande vantagem deste sistema operacional. 
 
36ª Questão) (CESPE – FUB – Nível Superior - 2014) No ambiente 
Linux, os comandos executados por um usuário são interpretados pelo 
programa shell. 
 
Correto. O shell seria o correspondente ao prompt de comando do 
Windows (a diferença é que o usuário Linux utiliza muito mais o shell do 
que o usuário Windows usa o prompt, rs). 
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Shell do Linux. Ilustração. 
 
 
37ª Questão) (CESPE – FUB – Nível Superior - 2014) Os programas 
e aplicativos do Linux são os mesmos nas diversas distribuições existentes, 
o que o caracteriza como um sistema operacional de fácil utilização. 
 
Errado! Uma desvantagem do Linux é que cada distribuição pode vir 
(e vem) com aplicativos diferentes, cabendo ao usuário escolher a 
distribuição que melhor atende às suas necessidades. 
 
38ª Questão) (CESPE – Polícia Federal – Agente - 2014) 
Comparativamente a computadores com outros sistemas operacionais, 
computadores com o sistema Linux apresentam a vantagem de não 
perderem dados caso as máquinas sejam desligadas por meio de 
interrupção do fornecimento de energia elétrica. 
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Errado! O Linux, assim como o Windows, é carregado na memória 
RAM para trabalhar. Caso haja interrupção na energia elétrica, todos os 
dados na memória RAM que não tenham sido salvos serão perdidos. 
 
39ª Questão) (CESPE – Polícia Federal – Agente - 2014) As rotinas 
de inicialização GRUB e LILO, utilizadas em diversas distribuições Linux, 
podem ser acessadas por uma interface de linha de comando. 
 
Correto. 
 
40ª Questão) (CESPE – FNDE – Especialista em Financiamento e 
Execução de Programas e Projetos Educacionais - 2012) No Linux, o 
sistema de arquivos pode ter um formato arbitrariamente longo. 
Entretanto, cada componente de um nome de caminho deve ter, no 
máximo, 4.095 caracteres. 
 
Errada! O sistema de arquivos do Linux realmente pode ser 
arbitrariamente longo. Entretanto, o caminho para um arquivo (como, por 
exemplo, /home/estrategia/aulas/aula0.pdf) sofre algumas restrições. 
Cada componente de um nome de caminho não pode ter mais de 255 
caracteres (ex, uma pasta com o nome abcesodjskdk......djdjdj, 
passando de 255 caracteres. Além disso, um caminho único não pode ter 
mais do que 4095 caracteres. Para acessar um arquivo com um nome de 
caminho superior a isso, você tem de avançar para um diretório 
intermediário e utilizar um nome de caminho relativo, a partir desse 
diretório. 
 
41ª Questão) (CESPE – TJ/AC – Técnico em Informática - 2013) 
No Linux é possível configurar permissões de leitura (r), escrita (w) e 
execução (x), tanto para arquivo quanto para diretórios. Para diretório, x 
indica que é possível executar o diretório como arquivo binário. 
 
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Errado! O início da sentença está correto, afinal de contas, você 
conhece o comando chmod, para definir permissões de arquivos e pastas. 
Entretanto, diretórios não podem ser executados como arquivos binários, 
uma vez que eles só existem para organizar arquivos e outros diretórios. 
Paa diretórios , x indica permissão para entrar no mesmo. 
Destaco que arquivos binários são aqueles que podem ser executados, 
como arquivos “.exe” ou “.com” no Windows. No Linux, não existem 
extensões “obrigatórias” para arquivos binários. 
 
42ª Questão) (CESPE – TJ/AC – Técnico em Informática - 2013) 
No Linux o diretório padrão de usuários é o /home/user e o de aplicativos, 
é o /etc/bin. 
 
Errado! O diretório padrão de usuários é o /usr, e o de aplicativos 
essenciais ao sistema é o /bin. 
 
43ª Questão) (CESPE – TJ/AC – Técnico em Informática - 2013) 
Tanto no Linux quanto no Windows 7 a organização de diretórios e arquivos 
é realizada por meio de estruturas em árvore. A diferença é que no 
Windows 7 com NTFS um diretório somente pode estar hierarquicamente 
associado a no máximo um diretório superior, enquanto no Linux com ext4, 
não há esta restrição. 
 
Errado! Em uma estrutura de árvore, um diretório “filho” pode ter 
apenas um único diretório “pai”, embora um diretório “pai” possa ter vários 
diretórios “filhos”. 
Um pouco de prática: por exemplo, a pasta System32, em 
computadores com Windows, é uma pasta subordinada ao diretório 
Windows. Isto quer dizer, em seu computador, que a pasta System32 só 
pode ser acessada acessando-se a pasta Windows primeiro. Porém, nada 
impede que a pasta Windows tenha uma série de pastas filhas, e isso 
realmente acontece: 
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Perceba, no PrintScreen, que a pasta Windows tem uma série de pastas “subordinadas”, inclusive a 
pasta System32. 
 
Esse conceito em árvore de diretórios faz com que casa pasta ou 
arquivo, tenha um caminho único de acesso. Continuando o nosso 
exemplo, a pasta System32 só pode ser acessada pelo caminho 
C:\Windows\System32. 
Tal estruturação em árvore também acontece no Linux. 
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Estrutura de diretórios Linux: ilustração. 
 
A assertiva insinua que, no Linux, não há a restrição de uma única 
pasta superior por pasta. Isso é absurdo! Se não houvesse essa restrição, 
a própria estrutura em árvore não existiria. Já pensou que bagunça seria 
acessar uma mesma pasta seguindo por dois caminhos diferentes?44ª Questão) (CESPE – MPE/PI – Técnico Ministerial – 
Informática - 2011) O sistema de arquivos VFAT do Linux possui suporte 
a journaling e é utilizado normalmente para transferir dados entre sistemas 
Windows e Linux instalados no mesmo disco, pois pode ser lido e escrito 
por ambos os sistemas operacionais. 
 
Errado! O VFAT, assim como o ext2, não possui suporte a journaling. 
Journaling é um recurso que permite recuperar um sistema após um 
desastre no disco (ex.: quando um disco está sujo) em uma velocidade 
muito maior que nos sistemas de arquivos sem journaling. 
Os sistemas de arquivos compatíveis com Journaling permitem ao 
Sistema Operacional gravar um log das mudanças em disco. Tanto o 
Windows quanto o Linux podem desfrutar deste recurso. 
HFS+, Ext3, Ext4, JFS, JFFS, JFFS2, LogFS, NTFS, Reiser4, ReiserFS e 
XFS são sistemas de arquivos que permitem o Journaling. 
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45ª Questão) (CESPE – TRE/RJ – Conhecimentos Básicos cargos 
1 a 7 – 2012) No Linux, em um mesmo diretório, não podem existir dois 
subdiretórios com o mesmo nome, contudo, em virtude de os nomes dos 
diretórios serem case sensitive, é possível criar dois subdiretórios de nomes 
/usr/TreRJ e /usr/trerj. 
 
Correto. O Windows, por sua vez, não possui o case sensitive, e nome 
de diretórios não podem ser repetidos. 
 
46ª Questão) (CESPE – TRE/RJ – Conhecimentos Básicos cargos 
1 a 7 – 2012) No Linux, o diretório /bin contém programas do sistema que 
são utilizados pelos usuários, não sendo necessário, para que esses 
programas sejam executados, que eles possuam a extensão .exe. 
 
Correto. O executável no Linux não precisa possuir nenhuma 
extensão em especial. 
 
47ª Questão) (CESPE – TRE/GO – Analista Judiciário – 2015) No 
Linux, todo arquivo executável tem como extensão o sufixo .exe. 
 
Errado! Exe é extensão para Windows. O executável no Linux não 
precisa possuir nenhuma extensão em especial. 
 
48ª Questão) (CESPE – TRE/GO – Analista Judiciário – 2015) No 
Linux, o comando cd /etc/teste cria o diretório teste dentro do diretório 
/etc. 
 
Errado! Cd /etc/teste acessa a pasta /etc/teste. Para criar essa pasta, 
o comando seria mkdir /etc/teste. Cd = change directory, Mkdir = make 
directory. 
 
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49ª Questão) (CESPE – TRE/GO – Técnico Judiciário – 2015) Os 
documentos pessoais dos usuários, quando se requer segurança em seu 
acesso, devem ficar armazenados em locais específicos: no ambiente 
Windows, na pasta /Windows/system; no Linux, no diretório /bin. Em 
ambos os casos, a organização dos arquivos se dá por meio de acesso 
restrito da raiz até a folha. 
 
Errado! E duplamente errado. No Windows e no Linux, quando se 
deseja segurança, é necessário mexer nas permissões de acesso de pasta. 
Porém, a regra é que os documentos pessoais, no Windows, fique na pasta 
C\Usuários\Nome_do_Usuário e, no Linux, /home/Nome_do_Usuário. 
 
 
50ª Questão) (CESPE – TCU – Técnico Federal de Controle 
Externo – 2015) No console de uma distribuição qualquer do Linux, como, 
por exemplo, o Ubuntu, é possível cancelar um comando em execução a 
partir do uso da combinação das teclas CTRL e C. 
 
Correto. Quando um comando estiver em execução no shell, CTRL + 
C interromperá o mesmo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
E encerramos a matéria! 
Linux, definitivamente, não é o assunto mais fácil da nossa matéria. 
Além dos fundamentos básicos, não é rara a cobrança das funções das 
diversas pastas da estrutura Linux, ou saber o que determinado comando 
faz no sistema. Tais informações foram disponibilizadas nesta apostila mas, 
como o Linux não é um sistema operacional popular, é natural sentir 
dificuldades para responder as assertivas sobre o assunto. 
Neste momento, então, dou a minha dica de concurseiro. 
É mais fácil para nós mentalizarmos aquilo com o que lidamos 
diariamente. Se você domina Linux, ignore este meu parágrafo e os 
próximos dois. Caso contrário, pense duas vezes antes de responder a(s) 
questão(ões) de Linux. Se a questão não estiver na sua zona de conforto, 
dentro daquilo que você leu e entendeu bem, eu sugiro deixar a assertiva 
em branco. Quando uma questão errada penaliza uma certa, devemos ter 
cautela em alguns momentos. 
Mas, professor, eu não mexo com Linux e quero tentar decorar 
algo pra prova. Que você sugere? 
Nesse caso, se você é bom de decoreba, tente gravar aquela tabelinha 
com os principais diretórios do Linux, os principais comandos, e as 
diferenças entre o Linux e o Windows. Fazendo isso, suas chances de saber 
responder perguntas sobre o Linux aumentam bastante. Tudo bem? 
Até a próxima aula! 
 
Victor Dalton 
 
 
 
 
 
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LISTA DE EXERCÍCIOS 
 
1ª Questão) (CESPE – SSP/CE – Cargos 1 a 5 e 7 a 9 - 2012) O 
comando pwd do Linux possibilita ao usuário efetuar a troca de senha 
(password). 
 
2ª Questão) (CESPE – Assembleia Legislativa/CE – Cargo 10 - 
2011) No Linux, quando se trata de diretórios, os comandos gzip e tar têm 
exatamente a mesma função: criar e compactar arquivos que contêm, 
internamente, outros arquivos ou diretórios. 
 
 
3ª Questão) (CESPE – Corpo de Bombeiros /DF – Todas as áreas 
- 2011) O Linux é um sistema operacional cujo código-fonte está disponível 
sob licença GPL, o que permite a uma pessoa utilizar, estudar, modificar e 
distribuir o Linux de acordo com os termos dessa licença. 
 
 
4ª Questão) (CESPE – EBC – Todos os cargos, exceto cargo 4 - 
2011) Na árvore de diretórios do Linux, o /lib contém os programas 
necessários à inicialização do sistema, e o /home contém os arquivos e 
diretórios dos usuários. 
 
 
5ª Questão) (CESPE – EBC – Cargo 4 - 2011) O sistema operacional 
Linux não pode ser instalado em máquinas que possuam o sistema 
operacional OS/2. 
 
6ª Questão) (CESPE – EBC – Cargo 4 - 2011) No ambiente Linux, o 
comando ls permite listar todos os arquivos do diretório atual. 
 
7ª Questão) (CESPE – MPE/PI – Cargos 1 a 5 e 7 a 9 - 2011) No 
sistema Linux, existe um usuário de nome root, que tem poder de 
superusuário. Esse nome é reservado exclusivamente ao usuário que 
detém permissão para executar qualquer operação válida em qualquer 
arquivo ou processo. Há um único superusuário com esse perfil. 
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8ª Questão) (CESPE – ANATEL – Técnico Administrativo - 2012) 
Ao ser utilizado em conjunto com o comando grep, o comando tail permite 
alterar a saída do conteúdo de arquivo de texto para html. 
 
9ª Questão) (CESPE – ANATEL – Técnico Administrativo - 2012) 
O comando touch é utilizado para criar um arquivo vazio. 
 
10ª Questão) (CESPE – ANATEL – Técnico Administrativo - 2012) 
O comando diff é usado para comparar arquivos de texto. 
 
11ª Questão) (CESPE – ANATEL – Técnico Administrativo - 2012) 
O comando cut é utilizado para organizar, em ordem decrescente, o 
conteúdo de um arquivo de texto. 
 
12ª Questão) (CESPE – TJ/AC – Analista de Suporte - 2013) No 
Linux, a execução do comando du -h permite visualizar se um ponto de 
montagemestá com suporte à leitura e gravação. 
 
13ª Questão) (CESPE – TJ/AC – Analista de Suporte - 2013) Para 
exibir as últimas 20 linhas de um arquivo, em Linux, com nome teste.txt, 
é necessário executar o comando head -20 teste.txt. 
 
14ª Questão) (CESPE – TJ/AC – Técnico em Informática - 2013) 
Gnome e KDE são exemplos de gerenciadores gráficos para ambiente de 
trabalho no Linux. 
 
15ª Questão) (CESPE – CNJ – Técnico Judiciário: Programação 
de Sistemas - 2013) No ambiente Linux, os comandos são arquivos que 
têm permissão para serem executados e, normalmente, encontram-se 
armazenados no diretório /mnt. 
 
 
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16ª Questão) (CESPE – CNJ – Técnico Judiciário: Programação 
de Sistemas - 2013) Um sistema operacional é composto por diversos 
programas responsáveis por funções distintas e específicas. A parte mais 
importante do sistema operacional é o kernel, que entra em contato direto 
com a CPU e demais componentes de hardware. 
 
17ª Questão) (CESPE – CNJ – Técnico Judiciário: Programação 
de Sistemas - 2013) O kernel do Linux está constantemente em 
desenvolvimento por uma comunidade de programadores, mas, para 
garantir a sua qualidade e integridade, existem mantenedores do kernel, 
como o Linus Torvalds, que analisam e julgam a pertinência das alterações. 
 
18ª Questão) (CESPE – ECT – Analista de Correios - Suporte de 
Sistemas - 2011) O comando ps aux tem a função de exibir todos os 
processos existentes, o nome do usuário que iniciou determinado processo 
e a hora em que isso ocorreu, além dos processos que não estão associados 
a terminais. 
 
19ª Questão) (CESPE – ECT – Analista de Correios - Suporte de 
Sistemas - 2011) O comando chmod 666 notas.txt permite que o Linux 
atribua, para usuário, grupo e outros, apenas permissão de leitura e 
gravação ao arquivo de nome notas.txt. 
 
20ª Questão) (CESPE – ECT – Analista de Correios - Suporte de 
Sistemas - 2011) O comando jobs -r é apropriado para que sejam 
visualizados os processos que estão parados. 
 
21ª Questão) (CESPE – TRE/RJ – Cargos de 1 a 7 - 2012) No 
Linux, a sintaxe sudo adduser fulano criará o usuário fulano no grupo 
/etc/skell, bem como criará o diretório /home/fulano. 
 
 
 
22ª Questão) (CESPE – ANS – Técnico - 2013) Tanto o sistema 
operacional Linux quanto o Windows possuem gerenciador de arquivos, que 
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permite a organização dos dados em pastas e subpastas, também 
denominadas, respectivamente, diretórios e subdiretórios. 
 
23ª Questão) (CESPE – Polícia Federal – Perito - 2013) A 
instalação e a atualização de programas na plataforma Linux a serem 
efetuadas com o comando aptget, podem ser acionadas por meio das 
opções install e upgrade, respectivamente. Em ambos os casos, é 
indispensável o uso do comando sudo, ou equivalente, se o usuário não for 
administrador do sistema. 
 
24ª Questão) (CESPE – CADE – Nível Médio - 2014) No ambiente 
Linux, um pacote é definido como um arquivo que contém os arquivos 
binários necessários para a instalação de um aplicativo. 
 
25ª Questão) (CESPE – CADE – Nível Médio - 2014) Quando 
executado no console do Linux, o comando vi possibilita alterar o modo de 
acesso, ou seja, as permissões de um arquivo ou diretório. 
 
26ª Questão) (CESPE – Polícia Federal – Agente Administrativo 
- 2014) No ambiente Linux, é possível utilizar comandos para copiar 
arquivos de um diretório para um pen drive. 
 
27ª Questão) (CESPE – Polícia Federal – Nível Superior - 2014) 
Por ser o Linux o kernel, ou seja, o sistema operacional em si, para que ele 
funcione, será necessária a sua instalação em conjunto com outros 
aplicativos ou utilitários, especialmente em distribuições como Debian e 
Ubuntu. 
 
28ª Questão) (CESPE – Polícia Federal – Nível Superior - 2014) 
O DualBoot permite que dois sistemas operacionais sejam instalados e 
utilizados simultaneamente em uma mesma máquina. 
 
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29ª Questão) (CESPE – SUFRAMA – Nível Médio - 2014) No Linux, 
o comando free -cpu exibe em tempo real informações acerca do sistema, 
tais como processos em andamento, recursos do sistema e uso do swap, 
além do número total de tarefas que estiverem sendo executadas. 
 
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Linux, ambientes gráficos são executados por meio de um servidor, 
geralmente Xwindows ou X11, o qual fornece os elementos necessários 
para uma interface gráfica de usuário. 
 
31ª Questão) (CESPE – MTE – Agente Administrativo - 2014) Os 
ambientes Linux e Windows têm estruturas de diretórios semelhantes, 
como, por exemplo, o diretório /bin, que no Linux é responsável por manter 
os principais comandos do sistema. 
 
32ª Questão) (CESPE – MTE – Agente Administrativo - 2014) No 
ambiente Linux, é possível manter um único arquivo em um servidor e 
compartilhá-lo com vários usuários, eliminando-se cópias desnecessárias 
desse arquivo. 
 
33ª Questão) (CESPE – MEC – Todos os Cargos - 2014) Em um 
computador com o sistema operacional Linux, é possível criar várias contas 
de usuários e armazenar os dados de configuração referentes a essas 
contas em um único diretório — /home/users. 
 
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/dev do Linux, constam os arquivos de configuração do sistema utilizados 
para desenvolver alterações do ambiente gráfico. 
 
35ª Questão) (CESPE – ICMBIO – Nível Médio - 2014) Constitui 
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36ª Questão) (CESPE – FUB – Nível Superior - 2014) No ambiente 
Linux, os comandos executados por um usuário são interpretados pelo 
programa shell. 
 
 
37ª Questão) (CESPE – FUB – Nível Superior - 2014) Os programas 
e aplicativos do Linux são os mesmos nas diversas distribuições existentes, 
o que o caracteriza como um sistema operacional de fácil utilização. 
 
38ª Questão) (CESPE – Polícia Federal – Agente - 2014) 
Comparativamente a computadores com outros sistemas operacionais, 
computadores com o sistema Linux apresentam a vantagem de não 
perderem dados caso as máquinas sejam desligadas por meio de 
interrupção do fornecimento de energia elétrica. 
 
39ª Questão) (CESPE – Polícia Federal – Agente - 2014) As rotinas 
de inicialização GRUB e LILO, utilizadas em diversas distribuições Linux, 
podem ser acessadas por uma interface de linha de comando. 
 
40ª Questão) (CESPE – FNDE – Especialista em Financiamento e 
Execução de Programas e Projetos Educacionais - 2012) No Linux, o 
sistema de arquivos pode ter um formato arbitrariamente longo. 
Entretanto, cada componente de um nome de caminho deve ter, no 
máximo, 4.095 caracteres. 
 
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No Linux é possível configurar permissões de leitura (r), escrita (w) e 
execução (x), tanto para arquivo quanto para diretórios. Para diretório, x 
indica que é possível executar o diretório como arquivo binário. 
 
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No Linux o diretório padrão de usuários é o /home/user e o de aplicativos, 
é o /etc/bin. 
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