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Herpe�
- Persistente (material genético é
DNA, no qual fica permanente
no núcleo).
- Latente (não manifesto - inativo
- TCD8 e IFN beta são
importantes para manter a
latência ).
Vírus herpes simplex 1 (HSV-1)
- Alphaherpesvirinae
- Herpes orofacial ou genital
- Estresse (cortisol), radiação
ultravioleta, lesão,
imunossupressores, febre,
ressecamento excessivo da
boca pode favorecer a quebra
da latência do vírus.
- Formação de vesículas
ulcerativas com vírus
infeccioso, prurido e dor.
- O vírus se hospeda no nervo
trigêmeo de forma latente,
quando ativado pode ocasionar
paralisia de bell.
- Transmissão: Contato íntimo
com mucosas e fluídos de
indivíduos excretando o vírus.
- Tratamento: inibidores do DNA
polimerase viral. (Aciclovir)
Vírus da varicela-zoster 3 (VZV)
- Infecção primária: varicela,
catapora.
- Transmissão: contato direto,
secreções respiratórias, contato
com as lesões, fomites.
- Exantema papo-vesiculares
(degeneração progressiva das
células epiteliais com formação
de vesículas).
- Infecção secundária: reativação
do vírus latente da varicela
zoster alojados em gânglios
sensitivos e suas áreas de
inervações.
- Manifestações: erupções
vesiculares que acompanham o
trajeto do nervo infectado.
- Dor e hipersensibilidade por
conta da inflamação nos
nervos.
- A infecção primária induz a
produção de IgM, IgG e IgA.
- NK e interferon reduzem a
gravidade da varicela.
- Linfócitos T (re infecções
assintomáticas).
- Prevenção: vacinação
(imunidade celular e humoral),
aciclovir, soros para neutralizar
e impedir a replicação nos
imunocomprometidos e recém
nascidos.
Saramp�
- Doença viral, infecciosa aguda,
potencialmente grave,
transmissível, extremamente
contagiosa, e bastante comum
em crianças.
- Vírus envelopado - RNAss
negativo e linear
- Transmissão: contato direto,
saliva, aerossóis, fluidos.
- Notificação compulsória, com
isolamento hospitalar.
- Manchas de Koplik - pontos
vermelhos com centro branco
na região da boca.
- Sarampo na gravidez: aborto ou
nascimento prematuro. Mais
acentuado no primeiro trimestre
com aumento do risco de
pneumonia.
- Inata: Células NK.
- Adaptativa: TCD8.
- Definição clínica: erupções
cutâneas, febre alta, tosse,
coriza e conjuntivite.
- Laboratorial: Elisa, RT-PCR,
coleta de urina e secreções do
nariz.
Rubéol�
- Envelopado, RNAss positivo.
- Doença exantemática aguda,
de etiologia viral, que apresenta
alta taxa de transmissão e
acomete principalmente
crianças;
- Sua importância epidemiológica
está relacionada ao risco de
abortos, natimortos e
malformações congênitas,
como
cardiopatias, catarata e surdez;
- Quando a infecção ocorre
durante a gestação, o
recém-nascido poderá
apresentar a síndrome da
rubéola congênita (SRC).
- Sinais e sintomas: febre baixa,
erupções no couro cabeludo e
pescoço que se espalham pelo
tronco e membro.
- Transmissão: contato com
secreções nasofaríngeas.
- A porta de entrada seria a
mucosa do sistema respiratório
e os linfonodos da faringe.
- Período de incubação: 14 a 21
dias, com duração média de 17
dias. A transmissão ocorre
entre o 5 e 7 dia antes do início
do exantema e de 5 a 7 dias.
- Síndrome da rubéola congênita:
A infecção da placenta e a
viremia ocorrem em cerca de
40-60% das mulheres grávidas
infectadas. Quanto mais
precoce é a idade gestacional,
mais elevadas são as taxas de
malformações congênitas.
- Viremia primária: replicação nas
células endoteliais e
disseminação viral para o
linfonodos.
- Viremia secundária:
Linfadenopatia. (Resposta Th2
para produzir IgG pelos
linfócitos B formando
imunocomplexos) - Exantema.
- Resposta imune: inicial IgM
após 3 semanas, produção de
IgG. A resposta de IgA na
nasofaringe é a principal
barreira contra as re infecções.
- Prevenção: vacinação (tríplice
viral e tetravalente viral).
Imunização de mulheres que
desejam engravidar. Uso de
gamaglobulina reduz a viremia
materna, diminuindo os riscos
para o feto.

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