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estagio na educação infantil atualizado 27,03

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UNOPAR
SUELLEN GRAVA MONTEIRO BERNADO
RELATÓRIO DO
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO I: EDUCAÇÃO INFANTIL
[footnoteRef:0] [0: ] 
SARANDI
2022
SUELLEN GRAVA MONTEIRO BERNADO
RELATÓRIO DO
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO I: EDUCAÇÃO INFANTIL
Relatório apresentado à UNOPAR, como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de Curricular Obrigatório I: Educação Infantil do CURSO DE PEDAGOGIA.
SARANDI
2022
SUMÁRIO
1	INTRODUÇÃO	3
2	RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS	4
3	RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO PEDAGÓGICO	6
4	RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE	10
5	PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC	14
6	RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE	16
7	RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE	17
8	RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS	19
9	RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA	20
10	RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR	21
11	RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA	25
12	RELATO DA OBSERVAÇÃO	27
13	PLANOS DE AULA	28
14	RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR	83
15	RELATO DA REGENCIA	84
16	VALIDAÇÃO DO RELATORIO	86
17	CONSIDERAÇÕES FINAIS	87
18	REFERENCIAS	88
 
INTRODUÇÃO
 
A tessitura deste texto pretende compartilhar experiências e angústias vivenciadas por graduandos do curso de Pedagogia da Universidade Pitagoras (Unopar) através do estágio supervisionado no ano de 2022. E ainda, busca entender de que forma o estágio pode contribuir com a formação de professores e ser eficaz na construção da identidade docente, considerando as possibilidades de reflexão aguçadas no tempo de estágio. O estágio implica contato direto com o dia a dia das instituições, as formas de organização do ensino, bem como os processos de ensino e aprendizagem. Apresentamos neste texto dois relatos, o primeiro refere-se ao estágio de Educação Infantil. Os diferentes olhares evidenciaram a importância das leituras, estudos e discussões realizados durante as disciplinas do curso, especialmente o esforço para compreender a articulação necessária entre teoria e prática. Os resultados apontaram a importância do estágio para a formação, porém entendemos que, a formação continuada é condição para a qualidade do trabalho tanto na Educação Infantil como nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental.
1 	RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS
 
 
O texto procura entender o que é desenvolvimento infantil e em que aspectos a educação escolar pode atuar em seu auxílio, tendo como foco os papéis do educador e do ensino, esclarecidos por Vygotsky, Leontiev e Elkonin. É analisada a literatura contemporânea sobre educação infantil sua veia antiescolar e o que diz a psicologia histórico-cultural sobre desenvolvimento infantil e oensino.Primeiro é levantada a questão de que a educação para crianças pequenas era vista essencialmente como ferramenta de assistência ou para preparar o aluno para o ensino fundamental e não tinha um valor próprio. Então, cresceram os debates a cerca da função do ensino para crianças pequenas e chegou-se a conclusão que ela tem que ter como propósito cuidar e educar, tirando o ensino como objetivo e colocando as relações educativas dentro de um espaço de convívio coletivo. Para Vygotsky, não se pode utilizar, como principal determinante, a biologia para explicar o desenvolvimento da criança, sendo esse desprovido de leis naturais universais pré-definidas pela genética e dado em um contexto social e cultural. Leontiev e Elkonin tem pensamentos parecidos ao concordarem que é preciso levar em consideração, principalmente, a relação da criança com o meio que a mesma é exclusiva para cada situação. Sendo a definição de cultura, por Vigotski, tudo que foi criado e modificado pelo homem na natureza, ele afirma que nesse processo de transformação do meio, o homem acaba transformando sua própria conduta e que o domínio de tal conduta (como a atenção voluntária, por exemplo) caracterizado por uma função psicológica superior exclusiva dos seres humanos. Esse domínio é dado pela significação (criação de signos) e o principal signo é a linguagem, tendo, então, grande importância no desenvolvimento psicológico. A significação é uma característica primariamente social que depois é transferida para o interior do indivíduo, e esta é a lei genética geral do desenvolvimento cultural, que o caracteriza como uma operação organizada. Leontiev e Vigotski concordam, então, que as aptidões exclusivamente humanas, são adquiridas pela criança após introdução de signos e apropriação cultural, não sendo transmitidas biologicamente. A apropriação cultural só é dada com a mediação de outro indivíduo, sendo caracterizada por Leontiev como educação. Logo, o ensino, como agente educador, não pode se basear na maturação espontânea da criança nem na hereditariedade das funções psíquicas superiores, mas na promoção de condições e signos para que as mesmas se formem. Sem necessariamente estar sincronizada com as etapas desenvolvimento, a aprendizagem deve atuar na zona de desenvolvimento potencial (ZDP), no que ainda não está maduro, estando a frente e impulsionando o desenvolvimento. A imitação é trazida por Vigotski como principal ferramenta da aprendizagem para o desenvolvimento, apesar de atualmente ser considerada prejudicial no contexto pedagógico. Porém é preciso que a criança entenda a conduta para depois imitá-la, logo ela está limitada a suas potencialidades intelectuais. Para que o desenvolvimento atinja seu potencial total, Leontiev diz necessário que na criança sejam cultivadas as funções psicológicas com devida orientação e organização da atividade da mesma, indo além de um treinamento mecânico. Essa perspectiva, defendida por Vigotski, Leontiev e Elkonin, nega os métodos passivos de educação e assume ao educador um papel diretivo. Elkonin reforça que essa organização deve adequar a aprendizagem às peculiaridades década período do desenvolvimento, sem que o educador deixe de atuar na ZDP
2 	RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)
 
 
A Escola Municipal Criança Esperança - Ensino Fundamental foi criada pelo
Decreto Municipal Nº. 172/94 de 28 de setembro de 1994, situada a Avenida Ângelo Perini, 1188, Jardim Castelo, tendo por Entidade Mantenedora a Prefeitura do Município de Sarandi, ficando autorizada seu funcionamento pela resolução Nº.5.669/94, da Secretaria de Estado da Educação em 21/11/1994. Em 1997, no dia 15 de janeiro na Resolução nº. 129/1997, prorrogação/autorização de funcionamento do Curso Fundamental 1/4 Anos.
Em 1998 sendo feita adequação de nomenclatura de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases nº. 9.394/98 – Conselho Estadual de Educação e Resolução nº. 3.120/98 – SEED, passando a denominar-se Escola Municipal Criança Esperança – Educação Infantil e Ensino Fundamental.
Tem como entidade mantenedora a Prefeitura do Município de Sarandi,
administrada pela Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, A escola recebeu esse nome para homenagear as crianças, quando se fala em criança, lembra brinquedo, diversão, alegria, muito amor e carinho. Tem por finalidade única como âmbito educação,o objetivo de preparar a criança na esperança de uma sociedade mais justa que proporcione a ela uma vida mais digna; essa proposta pedagógica deve assegurar, ainda, um percurso contínuo de aprendizagens e uma maior integração entre as duas etapas do Ensino Fundamental.
O perfil dos alunos dessa instituição baseado na comunidade ao qual essa clientela está inserida na qual ela está inserida é de uma classe com baixa renda, sendo que a grande maioria de pais recebe até 2 salários mínimos ao mês. As profissões são bem diversificadas como, do lar, pedreiros, diaristas, balconistas, professora, costureira, autônomos, serviço gerais, cozinheiras, auxiliar administrativo, enfermeiras,manicure e pedi cure, operadora de caixa, vendedoras, pintor, vidraceiro, carteiros, motoristas, borracheiros, mecânicos, soldadores, policiais etc. Está inserida num contexto socioeconômico complexo, que oferece poucas oportunidades para a melhoria e qualidade de vida, levando ao subemprego e ao desemprego de pais ou responsáveis pelos alunos. Foi estabelecida a adoção dos ciclos como forma de organização do ensino fundamental enquanto política pública de educação para a democratização da escola. Os ciclos, entre outros aspectos, estabelecem, pelo menos potencialmente, uma polarização com a escola seriada e, apesar das diferenças entre várias iniciativas, sua lógica dominante é a tentativa de superar o fracasso escolar, expresso particularmente pelas altas taxas de reprovação, identificando-se na seriação um fator que o favorece. Os ciclos podem ser problematizados pelo alcance que ensejariam, em várias dimensões, no sentido da democratização da escola como garantia de atendimento da histórica reivindicação de pleno acesso por parte de amplas camadas sociais. Evidentemente, não se trata de desconsiderar outros fatores que condicionam a democratização da escola, abarcando seu financiamento, a formação de professores, as condições materiais da escola, etc.
A forma que o trabalho do professor e demais trabalhadores da escola é organizada, buscando atingir os objetivos da escola ou do sistema.
I – Educação Infantil – Etapa para crianças de 5 anos; - turno manhã, turma
com 23 alunos.
II – Ensino Fundamental – Anos iniciais (1º ao 5º Ano); Manhã e tarde, sendo que manhã atende 2 turmas de 1º ano com 27 alunos cada, 2 turmas de 2º ano com 28 alunos cada, 2 turmas de 3º anos com 28 e 32 alunos, 1 turma de 4º ano com 34
alunos, 1 turma de 5º ano com 32 alunos e tarde atendendo 2 turmas de 1º anos, 3
turmas de 2º ano, 1 turma de 3º ano, 1 turma de 4º ano e 1 turma de 5º ano.
III – Ensino Fundamental – Atendimento Educacional Especializado (AEE) – Sala de Recurso Multifuncional; no período da manhã atende 3 turmas (A,B,C) de
Recurso Multifuncional e a tarde são 4 turmas (D,E,F e G)
IV – Solicitação para abertura de Sala de Apoio Pedagógico junto a
Secretaria Municipal de Educação do Município e Conselho Escolar.O controle de frequência far-se-á a partir da data da efetivação da matrícula, sendo exigida frequência mínima de 75% do total da carga horária restante do período letivo;
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, a promoção será no final de cada ano/ciclo, desde que tenha frequência mínima exigida em lei. Portanto, a promoção é o resultado da avaliação do aproveitamento escolar dos estudantes, aliada à apuração da sua frequência.
O sistema de avaliação da instituição de ensino é organizado de forma bimestral para o Ensino Fundamental - Anos Iniciais da seguinte forma:
 
M. A = 1º Bim + 2º Bim + 3º Bim + 4º Bim dividido por 4
 
A recuperação paralela deverá desenvolver-se de modo contínuo e paralelo ao longo do processo pedagógico, tendo por finalidade corrigir as deficiências do processo de ensino e aprendizagem detectada ao longo do período letivo. A LDB, art.13, inciso IV nos diz; que uma recuperação paralela competente e que vise ao efetivo desenvolvimento dos estudantes considerará as reais necessidades de cada um para alargar-se no tempo, do que decorre que uma escola pode realizar recuperação contínua, segundo a diversidade dos que dela necessitem. No entanto a Escola Criança Esperança Educação Infantil e Ensino Fundamental seguem as normas de acordo com a alteração no Artigo 12, da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, as escolas são obrigadas a informar o pai e a mãe e, se for o caso, os responsáveis legais pelo estudante, sobre a frequência e rendimento dos alunos, bem como sobre a execução da proposta pedagógica da escola. Sob essa mesma perspectiva, ressalta-se aqui, que foi criada a Lei 2666/2020 – Programa de Combate e a prevenção ao Abandono Escolar no município, a qual, também é um instrumento usado para realização de busca ativa aos estudantes que são faltosos. Esta lei institui no município de Sarandi — PR o Programa de Combate e a Prevenção à Evasão Escolar vinculado e gerenciado pela Secretaria Municipal de Educação em colaboração com as Secretarias de Saúde, de Assistência Social e do Conselho
Tutelar.
3 	RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE
 
Com base na análise do plano de trabalho da matéria de História e Geografia do Infantil V da Professora Janaina , vi que seu objetivo é possibilitar uma aproximação ao conhecimento das diversas formas de representação e explicação do mundo social e natural para que as crianças possam estabelecer progressivamente a diferenciação entre as explicações do senso comum e do conhecimento cientifico. O foco em saberes e conhecimento, transformações que ocorrem no mundo social, preservação do meio ambiente e coleta seletiva do lixo, valorizar as próprias características e a de outras crianças para estabelecer boa autoestima e relações de respeito ao outro enquanto pertencentes a uma cultura, visitar áreas de preservação ambiental, identificar com auxílio do professor , problemas ambientais em lugares conhecidos, exemplo: O bairro. Utilizar, com ajuda do professor, diferentes fontes para encontrar informações frente as hipóteses formuladas ou problema a a resolver relativos a natureza, seus fenômenos e conservação, como livros, revistas, pessoas da comunidade, fotografia , filmes ou documentários, etc. Coletar, selecionar e reaproveitar o lixo produzido no seu ambiente, compreendendo a importância de preservar a flora e a vida animal. Participar de assembleias, rodas de conversas, eleições e outros processos de escolha para vivenciar o exercício da cidadania e de práticas democráticas, participar de situações com meio ambiente, preservação de plantas, cuidado com animais, separação de lixo, economia de água, reciclagem e outros. Conhecer as relações entre os seres humanos e natureza adquirindo conhecimentos sobre formas de transformação e utilização dos recursos naturais.
 
 	Os materiais a serem utilizados são, data show, imagens de florestas, mares e cidades, papel a4 e lápis de cor, vídeos ilustrativos.
Metodologia
As aulas serão desenvolvidas a partir da problematização, leituras, elaboração de fichamento de artigos, resumo discussão de textos, pesquisa de livros didáticos, seminários, análise de filmes e documentários relacionados aos temas debatidos com posicionamentos críticos. Serão realizadas oficinas para estudar e discutir as leis 10.639/03 e 11.645/08 que retificam o Artigo 26 da LDB com relação à história e cultura africana, afro-brasileira e dos povos indígenas, no currículo escolar e discussão das temáticas trabalhadas anteriormente nas Atividades semipresenciais. No primeiro bimestre serão aprofundados os estudos teóricos com sistematização escrita em sala de aula. E no segundo, orientações dos grupos para o planejamento e realização das atividades de campo com as crianças do espaço Kids e creches do entorno da universidade sobre as temáticas trabalhadas, como: a questão do racismo e do preconceito às minorias étnico-raciais. Serão desenvolvidas, atividades individuais e em grupos interdisciplinares que provoquem a autonomia, a iniciativa e o interesse em buscar informações e estratégias de resolução de problemas. Os recursos didáticos: quadro branco, PCNs, livros didáticos, artigos acessados na internet, data show, jornais, retroprojetor, cartazes, data show, músicas, TV, DVD, som.
 
 
Avaliação
A avaliação será processual e formativa por meio das observações diárias de participação dos acadêmicos em atividades, discussões e produções individuais em sala de aula com feedback dos trabalhos de argumentação oral e escrita, entregues na data combinada, conforme o Plano de Ensino. Os acadêmicos com dificuldades na escrita serão estimulados a frequentarem o Laboratório de Produção textual.
Compõe G1:
-Pesquisa sobre o ensino da História e Geografia na e. Infantil(roteiro) Valor 1,0.
- Resumo e seminário do livro: Metodologiado Ensino de História e Geografia- Valor 3,0
- Prova escrita com questões dissertativas relacionadas à teoria e prática refletidas durante o bimestre: Valor 6,0
 
Compõe G2:
- Resenha do artigo: Uma experiência interdisciplinar com professores Xerente -Valor1,0 - - Planejamento de oficinas- Valor 0,5
- Oficina de produção fantoches e jogos para trabalhar a questão étnico-racial na Educ. Infantil de forma lúdica- Valor 1,0
- Ação com as crianças no espaço Kids e em creche- Valor 1,0
-Prova-Valor 6,0
4 	RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA
 
 
· Análise de materiais didáticos da escola e produção de relato 
· Na Escola Municipal Criança Esperança observei que a escola apresenta os seguintes materiais, cartaz, desenhos, jogos, quebra-cabeça, complete o alfabeto, brinquedo de montar, massinhas de modelar, lápis de cor, bolas de diferentes cores e tamanhos, livros bastantes proveitosos, cartolinas, papel cartão, livros de E.V.A com muitas ilustrações confeccionados pela professora, fantoches, Mural, Letreiros, Filme. Para Barbosa (2005, p. 8) “o material didático assume o papel de mediador principal das interações dos alunos com os conteúdos”. Na Educação infantil o material didático prevê grande parte das estratégias didático-pedagógicas por se tratar de um recurso visual, o material didático é fundamental para a aquisição da leitura, o desenvolvimento da escrita e a interpretação de texto, principalmente na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Os recursos didáticos são componentes do ambiente de aprendizagem capazes de estimulam o aluno. Como por exemplo o material didático audiovisual (vídeo, filme, entre outros) possibilita explorar imagem e som, estimulando o aluno a vivenciar relações, processos, conceitos e princípios.
· No século XIX, o livro didático surgiu como um adicional à Bíblia, até então, o único livro aceito pelas comunidades e usado nas escolas. Somente por volta de 1847, os livros didáticos passaram a assumir um papel de grande importância na aprendizagem e na política educacional. O Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) é destinado a avaliar e a disponibilizar obras didáticas, pedagógicas e literárias, entre outros materiais de apoio à prática educativa, de forma sistemática, regular e gratuita, às escolas públicas de educação básica das redes federal, estaduais, municipais e distrital e também às instituições de educação infantil comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos e conveniadas com o Poder Público.
· Os materiais didáticos são utilizados com frequências, mais a uma rotina e um planejamento para o uso de cada material pedagógico, na utilização de alguns deles é necessário a mediação da professora, o uso de tais materiais como a leitura dos livros de historinhas, apresentação do teatro com fantoche são realizados ao ar livre embaixo de uma arvore ou no pátio da escola. É muito importante a aprendizagem ao ar livre, faz que a criança experimente outros contextos da realidade, melhora o desenvolvimento intelectual, além de incentivar o pensamento crítico, criatividade, trabalho em grupo e a inteligência emocional.
· Na escolha do livro didático, a professora considera que é importante ajudar essas crianças a conhecerem seus pontos fortes, a compreenderem que suas dificuldades não existem por falta de capacidade e, a descobrirem estratégias que sejam úteis ao seu aprendizado como a confiança em si mesma, a capacidade de tomar decisões, a habilidade para solucionar problemas, a autonomia, a motivação para atingir objetivos, na escolha de um livro simples contendendo textos, ótimas ilustrações, boa qualidade ,colorido, atividades e práticas pedagógicas que estimulem os alunos na construção de seus conhecimentos.
5 	PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC
 
A escola pode fazer muito pela aprendizagem dos alunos em relação aos temas transversais. Eles não fazem parte de uma disciplina em específico, mas são integrados. Por isso, existem muitas formas de abordá-los em sala de aula.
 
Essas possibilidades envolvem três níveis de complexidade: interdisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar:
 
Interdisciplinar: a abordagem dos assuntos deve ser feita de forma integrada a outros temas no dia a dia em sala de aula. Ou seja, o professor não terá uma aula exclusiva para falar sobre diversidade cultural, por exemplo, mas irá trabalhar o assunto, enquanto fala de outros temas.
Interdisciplinar: os componentes dialogam entre si; por exemplo, em uma única aula pode tratar-se de saúde e respeito ao idoso. Nessa possibilidade, o professor deve fazer uma ligação entre dois ou mais temas.
Transdisciplinar: aqui, o professor deve ir além do conteúdo escolar. O objetivo é ajudar o aluno a se articular entre as diversas áreas do conhecimento, e a entender como os temas transversais conversam com todas as outras áreas.
Além disso, envolver as famílias dos alunos nesse processo de aprendizagem é fundamental para que eles tenham uma educação mais efetiva, principalmente considerando que diversos desses conceitos são trazidos de casa. Por isso, essa parceria deve se estender por toda a vida escolar do aluno.
 
Outro fator importante é que esses temas nunca devem ser trabalhados sozinhos, mas de forma integrada a outros. Assim, o aluno consegue compreender melhor e praticar os aprendizados em seu dia a dia.
 
Por fim, usar a tecnologia a seu favor é essencial porque essa ferramenta ajuda na integração entre alunos e professores tanto em sala de aula como fora dela.
 
EDUCAÇÃO INFANTIL
Com os alunos da Educação Infantil, fase em que iniciam o seu aprendizado, é possível trabalhar tais temas por meio de contação de histórias e brincadeiras lúdicas.
 
Para trabalhar diversidade cultural e valorização do multiculturalismo, por exemplo, uma atividade interessante é pedir aos alunos que perguntem aos seus avós, tios, vizinhos mais velhos, sobre suas histórias de infância.
 
6 	RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE
 
 
Em entrevista com a professora Janaina da Educação infantil da escola municipal criança esperança, ela relata que as crianças encontra um pouco de dificuldade no processo de alfabetização, são enviadas tarefas para os alunos fazerem em suas casas algumas os pais ajudam , outros já não obtem ajuda .
A professora relata também que a um grande evasão escolar, a escola recebe um grande numero de alunos com situação socioeconômica bem critica, onde maioria dos pais são inclusos em programas de transferência de renda do governo, onde umas das exigências é manter uma frequencia escolar de no mínimo 75%, mesmo assim ainda há evasão.
Encontra-se numa situação onde os pais não auxiliam os alunos e quando percebem que estão em uma situação de não alfabetização a culpa é da professora Janaina .Relata que na Sala temos o aluno João Pedro que tem autismo, a sala não tem professor de apoio da educação especial, mas mesmo assim ele tem desenvolvido bem todas as atividades e tem sido bem participativo.
7 	RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE
 
 
Conselho de Classe
 
No Conselho de Classe, os professores reúnem-se juntamente com a direção e a equipe pedagógica. A pauta do Conselho de Classe é apresentada. Antes de iniciarmos cada Conselho de Classe deixando claro que o enfoque principal não era a discussão de questões pessoais dos alunos, mas os problemas apresentados no pré-conselho de classe, bem como a análise do processo de avaliação aplicado no período.
 
Os problemas apresentados no pré-conselho com alunos e agentes educacionais são apresentados aos professores. Nos primeiros conselhos realizados, deixamos claro que o objetivo do pré-conselho com alunos e funcionários era a busca de melhoria do processo de ensino-aprendizagem, a fim de obter uma visão mais ampla do todo, além de realizar um trabalho preventivo contra eventuais problemas que interfiram neste processo. Destacamos, também, o sentido do trabalhocoletivo e da gestão democrática na escola. Dessa forma, fica claro para os professores que o objetivo do trabalho não era perseguir profissionais - o que muitos pensavam - mas analisar os problemas e buscar soluções. Com o tempo, a confiança se estabeleceu, não havendo necessidade de tal explanação. Os professores, inclusive, gostam muito deste formato, enfatizando sua objetividade e funcionalidade na resolução dos problemas.
 
Assim, a reunião é iniciada com uma apanhado geral das respostas que os alunos apresentaram na questão 7 (a respeito das disciplinas que eles vão bem), sem citar o nome das disciplinas. É evitado qualquer comentário direcionado a determinado professor no coletivo. A prática é avisar, neste momento, que comentários específicos seriam realizados em particular. A partir de então, os problemas são apresentados e os professores definiam encaminhamentos em conjunto.
Após as definições, apresentávamos os problemas e as sugestões levantadas pelos professores no Pré-Conselho de Classe. Foram apresentados os gráficos de rendimento, os quais ao final da reunião eforam fixados na sala de professores para análise mais profunda do professor, e enfatizamos que o objetivo deste era para que o professor realizasse uma autoavaliação das práticas do 4º Bimestre. O professor era convidado a analisar os motivos que fizeram a turma, em geral, a decair ou a progredir, a fim de identificar e repetir as ações que surtiram bons resultados. Por fim, apresentamos o nome dos alunos que obtiveram mais do que três médias abaixo de 6,0 no período, solicitando para que todos os professores anotassem seu nomes. Todas as decisões foram registradas em livro ata e assinadas pelos presentes, colocando os nomes dos alunos que necessitavam de maior atenção no próximo período, enfatizando as ações que seriam tomadas para recuperá-los.
8 	RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS
 
 
Diferentemente das matérias obrigatórias, os conteúdos abordados pelos temas transversais não se dividem em ciclos, podendo ser tratados em qualquer etapa do trabalho pedagógico. O MEC tem como ideia central que eles sejam abordados de modo coordenado e interdisciplinar, visando que os estudantes tenham uma percepção clara da importância destes assuntos dentro do contexto social contemporâneo.
Os temas transversais na escola visam mostrar que as disciplinas não são isoladas e que existem relações com a organização social e o que se aprende na escola.
A conjuntura sociocultural e educacional contemporânea aponta a atenção para a análise e construção de oportunidades de formação e desenvolvimento de competências transversais na educação escolar.
É conveniente, portanto, que no processo de formação em todas as disciplinas escolares e em todas as idades e atividades cognitivas, as decisões para a concepção de um ambiente educacional adequado sejam sistematizadas e especificadas de forma a garantir que os conhecimentos e habilidades possam ser continuamente reagrupados de acordo com o contexto.
Por outras palavras, estas competências e os conhecimentos em que assentam, devem constituir o alicerce de competências transversais que podem ser aplicadas independentemente da idade e das atividades.
Tecnologias invariantes para o desenvolvimento de competências transversais está também relacionada com a coordenação de uma variedade de abordagens, princípios e condições de ensino de forma a proporcionar eficácia quando essas tecnologias são especificamente aplicadas como variantes.
Isso cria a necessidade de uma interpretação didática dos meios de desenvolvimento de competências transversais. Além disso, impõe-se a necessidade de melhorar a preparação e qualificação especial dos professores para conceber um ambiente educacional que garanta a realização de competências transversais como resultado educacional.
Isso, por sua vez, impõe alguns novos requisitos ao sistema de educação escolar como um todo.
9 	RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA
 
 
 Para tornar este debate mais concreto, vamos falar de alguns componentes e competências estabelecidos pela Base. Em primeiro lugar, antes de pensarmos no conceito de disciplina, precisamos compreender que elas estão inseridas em cinco grandes áreas do conhecimento: Linguagem, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Ensino Religioso.
compreender a linguagem humana como construção histórica e social;
conhecer e explorar diferentes práticas de linguagem e diferentes campos de atividade; utilizar diferentes linguagens: verbal, oral, não verbal e escrita; utilizar diferentes linguagens para atuação crítica; desenvolver o senso estético; compreender e utilizar tecnologias digitais dentro de uma produção social.
Portanto, nessa nova concepção o foco não é fazer com que o aluno se aproprie de conceitos linguísticos de forma mecânica. Ele precisa entender como o autor utiliza cada palavra, cada recurso e cada tipo de construção para produzir a ideia desejada e provocar a reflexão do leitor. Assim, ele entende a comunicação como uma atividade intencional e adquire a capacidade de recebê-la criticamente e usá-la de forma efetiva.
Não se trata simplesmente de uma lista de conteúdos que serão abordados em cada etapa de ensino, mas de ressignificar sua finalidade e abordagem. Esse é o principal desafio que as escolas enfrentam hoje. Afinal, a implementação da BNCC exige, para muitos educadores, um novo olhar para a construção do currículo.
 
10	RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR
 
 
Para se ter um processo de ensino aprendizagem de “qualidade” e principalmente uma avaliação que não reprima seus alunos, o professor competente se utiliza dos instrumentos avaliativos que podem ser segundo Hoffmann objetivos e subjetivos. Tais instrumentos requerem dos educadores maior atenção, pois muitas questões de provas formuladas pelos docentes acabam virando verdadeiros “pegas” na hora da avaliação. Assim, para Hoffmann a questão da subjetividade nas tarefas avaliativas se dá da seguinte forma:
 
“A objetividade e a subjetividade são geralmente entendidas referindo-se à “forma de elaboração” das questões de um teste. No entanto, é pela correção, justamente, que as questões se caracterizam em “objetivas” ou “subjetivas”. Ou seja, elas são objetivas quando ao aluno se torna possível uma única resposta diante de alternativas simples, múltiplas, itens de lacuna, por exemplo. A forma de correção pelo professor é objetiva, porque não lhe cabe interpretar se a resposta esta certa ou errada, mas simplesmente procurar por resultados previamente determinados (gabaritos). Ao contrario, se as questões sugerem uma resposta pessoal do aluno, opiniões, considerações, dissertação sobre determinado assunto, então o professor terá de interpretar (subjetivamente) a resposta para considerá-la certa ou errada”. (2003, p. 50)
 
Assim, de acordo com a autora as questões de subjetividade são as que acabam dando maior trabalho para o professor na hora da correção dos testes. Pois exigem do educador uma maior compreensão por sua parte com relação ao pensamento do educando, pois o que está escrito ali é o entendimento que aluno tem sobre o assunto abordado pelo professor em sala de aula. Portanto, se a sua resposta não esta de acordo com a expectativa do professor isso significa que ou sua prática docente apresenta falhas ou o aluno tem dificuldades com o processo de ensino aprendizagem. A esse respeito enfatiza Hoffmann:
 
“Não há como fugir, muito menos, da interpretação do professor no momento da correção. A prova disso é que certas pesquisas demonstram a variabilidade de escores obtidos quando mais de um professor corrige uma mesma questão dissertativa de um aluno ou sua produção textual. Mesmo em “questões de cruzinha” muito se teria a pensar sobre a escolha das alternativas pelos respondentes”. (2003, p. 51) 
 
Assim, percebe-se que os instrumentos desenvolvidos pelos professores no que tange ao processo de ensinoaprendizagem dos alunos com relação a avaliação precisam ser muito bem elaborados para que não se tenha nenhum tipo de transtorno na hora da correção. Com isso sabe-se que dentro da academia os professores utilizam vários procedimentos tais como resenhas, artigos científicos, seminários, autoavaliação entre outros, como forma de avaliar seus alunos.
Por esse motivo, temos no gráfico a seguir os seguintes instrumentos utilizados pelos professores, que são: a prova que ainda aparece em primeiro lugar, pois o sistema educacional precisa quantificar o aluno; seminários, onde muitos alunos entendem que os professores que trabalham somente com esta metodologia não apresenta domínio de conteúdo por isso acabam transferindo para os alunos sua responsabilidade através dos seminários; resenhas; auto-avaliação e outros como questionários e projetos.
 
Dos entrevistados relata que os professores ainda optam pelo estilo tradicional de avaliação, tendo estes que aderirem a prova em função da exigência do MEC, que se tem nas universidades e faculdades de quantificar os alunos. Daí os professores de uma forma ou de outra tem que optar pelo método tradicional de avaliação. Como aborda Romão a este respeito:
 
“Como a norma permitia a expressão dos resultados da avaliação em notas ou menções, muitas escolas, e ate mesmo sistemas, entenderam que os “aspectos qualitativos” seriam preservados pela simples adoção das ultimas ou de notações congêneres (conceitos, descrições etc.). Porem, como o sistema continuou promocional (classificatório), gerou-se uma serie de confusões, especialmente nas transferências de alunos para outros estabelecimentos. Criaram-se verdadeiras tabelas de converção de notas em conceitos ou menções, e vice-versa, sobrecarregando mais uma vez a burocracia da resultados, pois ela se constrói durante o processo. Escola. Não é demais reiterar que a garantia da natureza qualitativa da avaliação independe da expressão final dos”. (2001, p. 48)
 
A professora tem uma visão diferenciada sobre a questão da avaliação, mas em função do sistema educacional acabam tendo que se adequar a ele, levando muitos professores a deixarem de lado a avaliação qualitativa. Assim, de acordo com Moretto esse sistema de prova é uma questão cultural, pois segundo ele: A avaliação é feita de formas diversas, com instrumentos variados, sendo o mais comum deles, em nossa cultura, a prova escrita. Por esse motivo em lugar de apregoarmos os malefícios da prova e levantarmos a bandeira de uma avaliação sem provas, procuramos seguir o principio: se tivermos de elaborar provas, que sejam bem feitas, atingindo seu real objetivo, que é verificar se houve aprendizagem significativa de conteúdos relevantes”. (2007, p. 87)
Dessa forma, já que se faz necessário a aplicação de provas para os alunos e como bem colocou o autor isso é uma questão cultural, então cabe ao professor efetuá-las de maneira coerente, de modo que não venha fazer “pegas” com os docentes na hora de avaliá-los. Mas, o professor responsável com sua pratica educativa concerteza elaborara provas de acordo com os conteúdos transmitidos em sala de aula, que venham facilitar a aprendizagem do aluno e não prejudicá-lo. Como enfatiza Moretto:
“Uma relação diferente deveria se estabelecer entre o professor e o aluno, nesse caso. Seria importante que o professor comunicasse aos alunos, com certa antecedência, o numero de questões de sua prova (se avaliação for feita por meio desse instrumento) e o objetivo de cada uma delas. Isto não significa “dar” a questão, e sim orientar o estudo dos alunos, lembrando que essa é a função primordial do mediador do processo da aprendizagem. Isso diminuiria o estresse de muitos alunos, diante da insegurança que uma avaliação (prova!) traz consigo, na cultura dos alunos”. (2007, p. 46)
 
Verifica-se, então, que o papel do professor como mediador do processo de aprendizagem é fundamental no que tange ao desenvolvimento do aluno, pois a prova não deve ser considerada um momento de acerto de contas como coloca o autor, mais sim proporcionar ao seu aluno o que ele (o professor) vai pedir na sua avaliação, para que o aluno possa ter tempo para se preparar para a prova. Além disso, observou-se que os outros instrumentos avaliativos apresentaram um numero percentual expressivo, isso significa que os professores da instituição pesquisada trabalham com os mais variados procedimentos para avaliar os discentes, como: resenhas, artigos científicos e seminários. Assim, para exemplificar um desses procedimentos será utilizado a explicação de Lakatos, sobre o conceito de artigos científicos que diz:
“Os artigos científicos são pequenos estudos, porem completos, que tratam de uma questão verdadeiramente cientifica, mas que não se constituem em matéria de um livro. Apresentam o resultado de estudos ou pesquisas e distinguem-se dos diferentes tipos de trabalhos científicos pela sua reduzida dimensão e conteúdo. São publicados em revistas ou periódicos especializados”. (2007, p. 84)
Neste sentido, verifica-se que há uma interação professor e aluno em sala de aula, pois além de os discentes produzirem trabalhos científicos, ainda podem publicá-lo como forma de valorização do currículo acadêmico. Tais instrumentos avaliativos ajudam na aprendizagem do aluno ao longo do processo educacional, pois mostra que o professor não se prende a um único mecanismo avaliativo como a prova escrita. Dessa forma, o processo de ensino se caracteriza pela objetivação dos métodos de ensino do professor, tal que esta haja de acordo com os seus objetivos e conteúdos e que sua relação com os alunos tenha proveito no que tange a aprendizagem. Sem o método de ensino torna-se impossível ao docente alcançar os objetivos que deseja com a turma, daí ele ser de extrema importância para o processo de ensino, pois professor sem método não pode de maneira alguma apresentar uma boa pratica educativa. Daí, então, o quinto gráfico abordar a conceituação dada pelos alunos com relação aos procedimentos utilizados pelos professores na hora de avaliar.
O que se percebe que não há por parte dos professores a uma reprovação com relação a esses métodos, tendo em vista que lá na frente eles também serão profissionais da área da educação e que passarão pelas mesmas angustias que os seus professores estão passando agora. Essa dinâmica dos procedimentos utilizados pelos professores só se torna possível e clara para os alunos porque os docentes se utilizam do mais variados métodos como foi colocado no gráfico quatro. Assim, para Libâneo o método seria:
“As ações do professor pelas quais se organizam as atividades de ensino e dos alunos para atingir objetivos do trabalho docente em relação a um método específico. Eles regulam as formas de interação entre ensino e aprendizagem, entre o professor e os alunos, cujo resultado é a assimilação consciente dos conhecimentos e o desenvolvimento das capacidades cognoscitivas e operativas dos alunos”. (1994, p. 152)
 
Portanto, a interação professor e aluno na sala de aula é fundamental para a aprendizagem, pois o docente tem liberdade para trabalhar com clareza os objetivos e sua metodologia. Só assim, o professor alcançara seus objetivos e os alunos apreenderão com facilidade os conteúdos, contribuindo, então, para o processo de aprendizagem.
11	RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA
 
 
Todos os alunos podem enfrentar dificuldades por diversos motivos durante a aprendizagem na educação básica. A função do acompanhamento pedagógico é perceber tudo que é manifestado por cada aluno e captar pistas do eles precisam. Assim, o acompanhamento pedagógico auxilia no processo de escolarização, ajuda a superar os principais desafios enfrentados pelos estudantes e também contribui para o melhor desempenho deles.
 	O apoio pedagógico durante a fase escolar é muito valioso para os alunos, pois possibilita maior conforto para que eles possam expor suas maiores dificuldades na escola e também o que precisam para alcançartudo que é planejado a eles. Nesse sentido, o pedagogo, ao acompanhar os estudantes, ajuda a aumentar a confiança deles, pois existe um olhar diferenciado que os acolhe e mostra que as dificuldades são apenas detalhes que podem ser superados.
 
Ao deixá-los confortáveis para contarem tudo que tem dificultado na hora de aprender, a equipe pedagógica pode ajudar de forma mais pontual naquilo que eles precisam.
 	É normal que durante a educação básica, os alunos considerem algumas disciplinas difíceis ou impossíveis de serem compreendidas. O papel do acompanhamento pedagógico, além de auxiliar diretamente, é servir como ponte de comunicação dos alunos com os professores ou mesmo estreitar essa relação.
 
Assim, a equipe pedagógica, informada de que determinado estudante passa por dificuldades em alguma disciplina, pode planejar melhor formas para ajudá-lo. Dessa forma, uma avaliação detalhada dos motivos que dificultam a aprendizagem de alguns conteúdos mostram direção ao plano de aula e planejamento pedagógico, possibilitam a criação de projetos e ações que ajudarão nos ganhos tanto para o aluno quanto para a escola.
 
Por exemplo, se o coordenador pedagógico percebe que uma turma está com rendimento baixo na disciplina de Matemática em sala de aula, para mostrar a melhor direção diante dessa situação, podem ser criados projetos que envolvem o lúdico e os conteúdos que precisam ser aprendidos, em parceria com os professores. Assim, o aprendizado se torna mais atraente e apresenta outras formas para que se possa ensinar e aprender.
Auxilia no alcance das dificuldades específicas de cada aluno, O acompanhamento pedagógico possibilita o conhecimento sobre o aluno em todas as suas áreas, ou seja, ele passa a ser visto na escola e fora dela também, já que toda a vida do estudante pode influenciar em sua aprendizagem e, por isso, é preciso estar atento.
O coordenador escolar que o acompanha mais de perto, o ajuda a seguir caminhos mais certos que o levará a conseguir tudo que precisa para alcançar melhores resultados e evoluir.
O profissional que realiza esse atendimento fica atento a todas as situações que possam surgir. Por exemplo, se o aluno apresenta dificuldades de interagir com os colegas e sua timidez o impede de pedir ajuda ao professor em sala de aula, o acompanhamento pedagógico pode ajudar a criar meios que possam contribuir para que ele não se prenda a esse impasse.
Cada criança apresenta maiores e menores obstáculos durante todo esse processo escolar e isso está relacionado com cada experiência vivenciada. São questões bem pessoais, e cada criança reage de um jeito. Entretanto, com uma intervenção profissional, o percurso se torna mais leve para ela, que pode estar muito confusa com tudo.
12 RELATO DA OBSERVAÇÃO
 
 
 	O Estágio Supervisionado na Educação Infantil se consolida como uma rica oportunidade de relacionamento entre teoria e prática, de vivência do cotidiano escolar, de convivência com as crianças e de aprendizado. Neste artigo pretendemos apresentar os resultados do estágio supervisionado, que ocorreu na escola municipal criança esperança, além de relatar as experiências desenvolvidas a partir deste processo de formação do pedagogo. A metodologia utilizada foi a observação participante na escola criança esperança atreladas as leituras e estudos bibliográficos que tratam acerca da prática pedagógica e, ainda, sobre a importância do estágio na formação do pedagogo, favorecendo, desse modo, novos direcionamentos pedagógicos para a educação infantil, além de servir como embasamento para as práticas de construção e reconstrução do conhecimento docente. O objetivo deste trabalho é ressaltar a importância do estágio na formação inicial de professores, bem como mostrar os resultados do período em estágio e como este impactou a formação e atuação na qualidade de professor da infância. Nesse texto, temos a intenção de caracterizar sucintamente o campo de estágio, a fim de melhor situarmos o trabalho pedagógico observado e vivenciado junto as crianças. Em seguida apresentamos uma reflexão sobre a importância do estágio na formação do pedagogo e como essas ideias impactam nossas práticas enquanto pedagogas em formação. Um outro item aborda as atividades realizadas na escola criança esperança durante o período do estágio, a percepção das crianças e das professoras e o resultado que as intervenções tiveram, este item acompanha algumas imagens das intervenções. Por fim apresentamos nossas considerações sobre o que foi o estágio para nossa formação, as contribuições, as dificuldades, as partes positivas e negativas nas intervenções e sugestões para uma nova metodologia de trabalho. Estágio Supervisionado em Educação Infantil: Características e Importâncias O estágio é uma atividade curricular que existe para auxiliar na formação inicial dos alunos e que vai além de cumprir as exigências acadêmicas, possibilitando-nos uma ampliação no campo da formação enquanto professores, já que cada vez mais há a preocupação de que o profissional que trabalha com a educação infantil esteja em um patamar teórico-metodológico suficientemente capaz de ressignificar o processo de aprendizagem e desenvolvimento infantil. Diante disso, o estágio serve-nos enquanto oportunidade de relacionarmos teoria e prática, constatando que as mesmas são indissociáveis, principalmente no que tange ao processo de mediação do conhecimento junto ao trabalho pedagógico na escola infantil.
13 PLANOS DE AULA
	PLANEJAMENTO 4º BIMESTRE
	TURMA: INFANTIL 5
	Ano letivo: 2022
	Tempo previsto: 30/09 a 20 de Dezembro.
	Unidade temática SERES-VIVOS (PLANTAS, ANIMAIS, SERES HUMANOS): RELAÇÃO DE INTERDEPENDÊNCIA E DEPENDÊNCIA DESTES COM OS COMPONENTES NATURAIS (SOL, AR, ÁGUA E SOLO); SUAS CARACTERISTÍCAS.
Objetivo Geral: Possibilitar uma aproximação ao conhecimento das diversas formas de representação e explicação do mundo social e natural para que as crianças possam estabelecer, progressivamente a diferenciação entre as explicações do senso comum e do conhecimento científico.
	Problematização: 
Você sabe o que é um ser vivo?
Existem muitos, em quais eu posso pensar?
Você é um ser vivo?
E os animais da sua casa?
Quais são os ciclos de vida de plantas e animais? Percebe a passagem do tempo?
O que um ser vivo precisa para sobreviver?
Quais os cuidados devemos ter com os animais e plantas?
Observa as diferentes utilidades dos elementos naturais (sol, água, ar, solo), percebendo sua importância para seres vivos?
Conhece alguns fenômenos da natureza e sua influência na vida humana?
Ao se deslocar no espaço a criança reconhece, limites e ponto de referência?
A criança movimenta-se com destreza por todos os espaços fazendo relação entre seu corpo e o espaço? (orientação espacial: embaixo, em cima, dentro, fora, junto, separado, frente e lado).
Consegue perceber as diversas possibilidades de representação das cores? Percebe-as no ambiente?
Fala sobre as etapas da água até chegar nas torneiras das pessoas?
 Produz e reproduz sons no ambiente, em objetos e em seu próprio corpo? (Dimensão motora/ cultural/ afetiva)
Faz pinturas utilizando diferentes materiais (lápis de cor, giz de cera, canetinha, tinta guache, entre outros), respeitando a delimitação das margens?
OUTRAS...(perguntas que mobilizem o aprendizado).
	Prática Social Inicial: Coleta de impressões a respeito do conteúdo a ser trabalhado no 4º bimestre.
ANÚNCIO DO CONTEÚDO –
 MATERIAL NECESSÁRIO:
· Variedade de objetos vivos e não vivos (por exemplo material escolar, pequenas plantas, livros);
· Giz.
Encaminhamento: Inicie a aula convidando as crianças para brincar MORTO/VIVO. Caso ainda não conheçam a brincadeira explique as regras. Após brincarem, sente os alunos em círculos e realize os seguintes questionamentos: Vocês são vivos ou não? Como vocês sabem que estão vivos? Tudo que está dentro dessa sala está vivo? Explique aos alunos que eles aprenderão sobre coisas vivas e não vivas.
· Agora, faça dois círculos no chão ou separe dois lados nalousa. Classifique um como vivo; e outro como não vivo;
· Mostre aos alunos alguns objetos.
· Faça com que um aluno venha e escolha um objeto, coloque-o na área de vivo ou não-vivo (pode utilizar crachá nome dos alunos).
· Peça aos alunos que repitam em coro: É vivo; se for um objeto vivo ou “Não é vivo” se for um objeto não-vivo.
· Observe se os alunos são capazes de classificar corretamente as coisas vivas e não vivas na atividade de classificação.
· Para encerrar, peça a cada aluno encontre um objeto sem vida, após desenhe na folha abaixo. Por último desenhe um ser vivo, leve a criança a ilustra-lo na representação.
UNIDADE TEMÁTICA: SERES-VIVOS (PLANTAS, ANIMAIS, SERES HUMANOS): RELAÇÃO DE INTERDEPENDÊNCIA E DEPENDÊNCIA DESTES COM OS COMPONENTES NATURAIS (SOL, AR, ÁGUA E SOLO); SUAS características
DATA: ________/______/2022.
VAMOS DESENHAR:
	 Aula 1 – Buscando seres vivos e não vivos
Acolhida - Organizada pelo (a) professor (a)
Atividade permanente -
Atividade dirigida -
Espaço alternativo - Indicar a brincadeira (Coletânea de Brincadeiras e jogos) 
  
	Objetivos de Aprendizagem:
Demonstrar autonomia ao participar de atividades diversas, dentro e fora da sala de aula.
Perceber que os seres vivos possuem ciclo de vida reconhecendo as diferentes fases da vida.
	Encaminhamento: Em grupos e com a ajuda de lupas, as crianças irão buscar seres vivos no pátio da instituição, conversando sobre as diferenças entre cada um.
Obs: Tomar todos cuidados necessários para observação, colocar luvas nas crianças para coleta acompanhando e conduzindo a pesquisa das crianças.
Depois de observarem e analisarem, as turmas podem também registrar o que visualizaram, fotografando algo significativo encontrado, desenhando em um cartaz, registrando em uma lista de palavras. As crianças podem ser separadas em grupos.
	Aula 3 - Texto: Seres vivos
Acolhida - Organizada pelo (a) professor (a)
Atividade permanente -         
Atividade dirigida –
Espaço alternativo - Indicar a brincadeira (Coletânea de Brincadeiras e jogos)
	Objetivos de aprendizagem: 
Registrar as ideias e sentimentos por meio de diversas atividades: desenhos, colagens, dobraduras e outros.
Compreender como se organiza a escrita na nossa cultura: de cima para baixo, da esquerda para a direita.
	Encaminhamento:  No primeiro momento solicitar aos alunos que pesquisem figuras de animais, plantas e pessoas em livros ou revistas para ilustrar o texto.
Apresentar o texto no papelógrafo para as crianças e realizar leitura coletiva, explorando título do texto: Com letra começa? Com que letra termina? O que vocês acham que está escrito? Esse texto vai falar sobre qual assunto?
Realizar a leitura coletiva com as crianças acompanhando as palavras de forma que percebam a direção da escrita. Sistematizar a palavra: SERES VIVOS.
Após pedir para que as crianças colem as figuras no texto e expor na sala de aula.
SERES VIVOS
OS SERES HUMANOS, OS ANIMAIS E AS PLANTAS SÃO SERES VIVOS. OS SERES VIVOS NASCEM, CRESCEM, PODEM SE REPRODUZIR E MORREM. PARA SOBREVIVER OS SERES VIVOS NECESSITAM DE AR, ÁGUA, LUZ SOLAR E ALIMENTOS.
 Digitar o texto coletivo para colar no caderno da criança.
	Aula 4 -
Acolhida - Organizada pelo (a) professor (a)
Atividade permanente -         
Atividade dirigida –
Espaço alternativo - Indicar a brincadeira (Coletânea de Brincadeiras e jogos)
	Objetivos de aprendizagem: 
Utilizar letras, números e desenhos em suas representações gráficas.
Reconhecer e identificar letras do alfabeto em contexto ao valor sonoro convencional para relacionar grafema/fonema.
	Encaminhamento:  Retomar com as crianças o conceito de Seres não vivos por meio da leitura do texto, colar no caderno. Após realizar a atividade de tentativa de escrita da letra inicial das figuras.
SERES NÃO VIVOS
SERES NÃO VIVOS SÃO AQUELES QUE NÃO POSSUEM VIDA, MAS QUE ESTÃO NA NATUREZA, COMO O AR, A ÁGUA, O SOLO E AS PEDRAS. E TAMBÉM, OS OBJETOS CRIADOS PELO HOMEM.
ESCREVER A INICIAL DO NOME DE CADA SER NÃO VIVO. 
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	Aula 5 - Recorte e colagem
Acolhida - Organização dos materiais. A professora irá cantar diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana            
	Objetivos de aprendizagem: Observar animais no ecossistema, modos de vida , cadeia alimentar e outras características.
	Encaminhamento: Apresentar para os alunos o vídeo “Seres Vivos e Não Vivos”. Em seguida explorar com eles o conhecimento sobre o conteúdo estudado.
Após a roda de conversa distribuir para os alunos a atividade impressa.
(https://www.youtube.com/watch?v=0ipGXyt3XTA)
Aula 6 – História: A casa sonolenta
Acolhida - Organização dos materiais. A professora irá cantar diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana
	Objetivos de aprendizagem: Relacionar fatos da história contada ou lida, com situações do dia a dia.
	Encaminhamento: A professora irá apresentar o vídeo da história: “A casa sonolenta”.
(https://www.youtube.com/watch?v=lwOLnchEfKk).
Em seguida realizar os seguintes questionamentos:
Qual nome da história?
Quem é que gosta de dormir?
Os seres vivos dormem também?
Quantos personagens aparece na história?
Após questionamentos sobre a história, realizar a atividade impressa.
 
Aula 7 – Livro didático
Acolhida - Organização dos materiais. A professora irá cantar diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana
	Objetivos de aprendizagem: Expressar – se livremente por meio do desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais.
	Encaminhamento: A professora fará uma roda de conversa junto com as crianças retomando sobre o conteúdo dos seres vivos e não vivos. Em seguida entregar os livros didáticos onde irão localizar a página 106. Após encontrar a página irão desenvolver a dobradura do cachorro junto da professora.
Após confeccionarem é hora da brincadeira. Pode até colocar a música Cão amigo da galinha pintadinha.
(https://www.youtube.com/watch?v=QpsXyVOjSGM).
Aula 8 – Contação de história: “Bichodário”
Acolhida - Organização dos materiais. A professora irá cantar diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana
	Objetivos de aprendizagem: Participar de assembleias, rodas de conversas, eleições e outros processos de escolha para vivenciar o exercício da cidadania e de práticas democráticas.
	Encaminhamento: A professora irá apresentar o vídeo da história: “Bichodário”. Em seguida promover uma roda de conversa onde fará os seguintes questionamentos:
· Há algum animal que nunca ouviram falar?
· Quais dos animais da história vocês já viram de perto?
· Qual vocês tem medo?
· Por que o livro chama bichodário?
(https://www.youtube.com/watch?v=83A4erSU-nM)
Em seguida entregar a atividade impressa onde as crianças irão completar a letra A com bolinhas de papel crepom e o restante da escrita com lápis de cor.
Aula 9 – Vamos cantar
Acolhida - Organização dos materiais. A professora irá cantar diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana
	Objetivos de aprendizagem: Combinar seus movimentos com de outras crianças e explorar novos movimentos usando gestos, seu corpo e sua voz.
	Encaminhamento: A professora iniciara a aula questionando os alunos se eles conhecem alguma música que fala sobre os animais. Após os questionamentos a professora colocará na caixa de som a música: “Seu lobato” e irão cantar juntos. (https://www.youtube.com/watch?v=3r4cadv1Cmw).
No segundomomento realizar as atividades impressas.
	Aula 10 – Onde vive cada animal 
Acolhida - Organização dos materiais. A professora irá cantar diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana	
	Objetivos de aprendizagem: Identificar animais, suas características e habitat.
	Encaminhamento: A professora fará uma roda de conversa com as crianças sobre os animais domésticos e selvagens, explorando assim os locais que eles ficam, os alimentos que consomem, o som de cada animal, seu tamanho, seu porte, cor, pena, escama. Em seguida estimule a criança a falar sobre o que conhece sobre os animais e apresente os vídeos a seguir.
https://www.youtube.com/watch?v=-T2cyNsCYck
https://www.youtube.com/watch?v=6l9Y3mbds4E
No segundo momento após a roda de conversa e a exploração sobre os animais vamos realizar a atividade.
	Aula 11 – Vamos cantar 
Acolhida - Organização dos materiais. A professora irá cantar diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana
	Objetivos de aprendizagem: Combinar seus movimentos com de outras crianças e explorar novos movimentos usando gestos, seu corpo e sua voz.
	Encaminhamento: A professora junto com as crianças irão cantar a música: Se eu fosse um peixinho”. Em seguida irá carimbar a mão da criança para que ela com sua imaginação confeccione um peixe e crie junto seu habitat.
 
ATIVIDADE COMPLEMENTAR:
Aula 12 – Alinhavo 
Acolhida - Organização dos materiais. A professora irá cantar diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana
	Objetivos de aprendizagem: Expressar – se livremente por meio do desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais
	Encaminhamento: A professora irá entregar para as crianças o alinhavo em formato de pintinho para que os mesmo possam colorir e depois em seguida já ir mostrando como faz; passando o barbante de um furo para o outro. Deixe que a criança repita o quanto for necessário.
Aula 13 – Filme 
Acolhida - Organização dos materiais. A professora irá cantar diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana
	Objetivos de aprendizagem: Utilizar, com ou sem ajuda do(a) professor(a), diferentes fontes para encontrar informações frente às hipóteses formuladas ou problema a resolver relativos à natureza, seus fenômenos e sua conservação, como livros, revistas, pessoas da comunidade, fotografia, filmes ou documentários, etc.
Encaminhamento: A professora retomará todo conteúdo estudado em uma roda de conversa e em seguida irá colocar o filme para que possam assistir.
Filme: Pets 2 A vida secreta dos bichos
https://www.youtube.com/watch?v=YFqtDEuAK1Q
	Aula: 14 – Apresentação do conteúdo: - PLANTAS, SUAS CARACTERISTICAS E SEU HABITAT 
Acolhida: A professora iniciará a aula acolhendo os alunos com uma música de acolhida: 
"BOA TARDE AMIGUINHOS COMO VAI? A NOSSA AMIZADE NUNCA SAI, FAREMOS O POSSÍVEL PARA SERMOS BONS AMIGOS! BOA TARDE AMIGUINHOS COMO VAI?”
Atividade permanente: A professora iniciará a aula entregando o caderno e fazendo o calendário do dia, reforçando o dia da semana, o mês e o ano. 
Atividade dirigida: Trabalho com recortes para que os alunos tenham habilidades de recortes e desenvolvam coordenação motora. 
Espaço alternativo: a professora organizará os alunos em roda no pátio da escola, e dará os comandos para que possam brincar de batata quente, estimulando a atenção e agilidade. 
	Objetivos de aprendizagem: Escolher e folhear livros, procurando orientar – se por temas e ilustrações.
	Encaminhamento: A professora iniciará a aula fazendo o anúncio do conteúdo a ser trabalhado durante a aula, levantando as questões a seguir:
· QUAIS TIPOS DE PLANTAS VOCÊS CONHECEM?
· ONDE VOCÊ VIU ESSA PLANTA?
· ELA ESTAVA PLANTADA NO CHÃO OU EM UM VASO?
Após a conversa inicial, a professora entregará livros de recortes e dará os comandos para a realização da atividade, onde a professora solicitará que os alunos recortem diferentes plantas, e com as imagens recortadas e com a ajuda dos alunos montará um cartaz, que será fixado na parede.
	Aula 15: Vídeo – Aula de ciências – PLANTAS
Link: https://www.youtube.com/watch?v=3PaqJfQzuo0&list=RDLV3PaqJfQzuo0&start_radio=1&rv=3PaqJfQzuo0&t=1 
Acolhida: A professora entregará os materiais ao ritmo de diferentes músicas, estimulando a atenção, oralidade e participação coletiva dos alunos.
Atividade permanente: Calendário, explorando o dia da semana, o mês e o ano.
Atividade dirigida: Coletar folhas e realizar experiência com álcool.
Atividade alternativo: Conduzir os alunos até o parquinho para que aprendam a brincar em grupo e colaboração. 
	Objetivos de aprendizagem: Conhecer por meio de vídeo as partes das plantas, algumas características e seu habitat. Valorizar a pesquisa em diferentes fontes para encontrar informações sobre questões relacionadas à natureza, seus fenômenos e conservação. Ter contato com as plantas e suas funções.
	Encaminhamento: Para dar continuidade no tema plantas, suas características e seu habitat, a professora apresentará o vídeo do link acima, no momento do vídeo, deixar que os alunos prestem atenção as imagens de plantas que aparecem no vídeo, para que assim, eles possam tentar identificar partes das plantas.
Após o vídeo, realizar uma conversa com os alunos de quais plantas apareceram no vídeo e se eles já conhecem alguma delas. Em seguida realizar a experiência da folha no álcool para que eles percebam a extração da clorofila.
NOME: _______________________________________________________________
SARANDI: __________/_______________/____________ INFANTIL 5_______
PROFESSORA: ________________________
ATIVIDADE: HOJE, VIMOS UM VIDEO QUE FALA SOBRE AS PLANTAS. APÓS O VIDEO, REALIZAMOS UMA EXPERIÊNCIA COM FOLHAS MERGULHADAS NO ALCOOL PARA QUE POSSAMOS VER O QUE É A CLOROFILA. APÓS A EXPERIÊNCIA, REALIZAMOS A MONTAGEM DA PALAVRA PLANTA COM ALFABETO MÓVEL E A TENTATIVA DE CÓPIA DA PALAVRA E A ILUSTRAÇÃO.
	
ILUSTRE A EXPERIÊNCIA
	
TENTATIVA DE ESCRITA
FOLHA
_________________________________________________________________
	Aula 16: Números e reta numérica.
Acolhida: A professora iniciará a aula acolhendo os alunos com diferentes músicas, para que assim estimulem a audição e concentração. 
Atividade permanente: Entrega do caderno e fazendo o calendário do dia, reforçando o dia da semana, o mês e o ano. 
Atividade dirigida: Trabalho com recortes para que os alunos tenham habilidades de recortes e desenvolvam coordenação motora. 
Espaço alternativo: a professora organizará os alunos em roda no pátio da escola, e dará os comandos para que possam brincar de lenço atras, estimulando a atenção e agilidade.
	Objetivos de aprendizagem: Registrar a sequência numérica de 1 a 10.
	Encaminhamento: A professora iniciará a aula pedindo aos alunos que recolham diferentes tipos de folhas no espaço escolar, em seguida os alunos irão colar as folhar e numerar de 1 a 5, formando uma reta numérica. Em um segundo momento realizarão a tentativa de escrita do número por extenso. 
NOME: _______________________________________________________________
PROFESSORA: ____________________________ INFANTIL 5 _________
ATIVIDADE: HOJE RECOLHEMOS DIFERENTES TIPOS DE FOLHAS E AGORA IREI MONTAR UMA RETA NUMERICA COM A FOLHA E IREI NUMERÁ-LAS FOLHAS. EM SEGUIDA, COM A AJUDA DA PROFESSORA, IREI REALIZAR A TENTATIVA DE ESCRITA DOS NÚMEROS POR EXTENSO.
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
Aula 17: JOGO DO ALFABETO
Acolhida: A professora iniciará a aula entregando os materiais e contando uma história de livre escolha, para que possa ser estimulado a atenção, concentraçãoe audição dos alunos. 
Atividade permanente: Calendário: a professora ao entregar o caderno pedirá que os alunos abram o mesmo no calendário e pintem o dia da aula, reforçando o dia da semana, o mês e o ano. 
Atividade dirigida: a professora conduzirá os alunos até o pátio da escola e entregará giz de quadro, e nesse momento os alunos irão realizar diversas ilustrações, estimulando assim a coordenação motora fina e a imaginação. 
	Objetivos de aprendizagem: Reconhecer e identificar as letras do alfabeto em contexto ao valor sonoro convencional para relacionar grafema/fonema
	Encaminhamento: a professora com a ajuda dos alunos irá colar diversas letras do alfabeto em rolinhos de papel higiênico ou copinhos de água descartável, em seguida entregará aos alunos diversas imagens, para que os alunos coloquem as imagens dentro do rolinho cujo tem a inicial da imagem. Após o jogo os alunos realizarão a escolha de 5 figuras e realizarão a tentativa de escrita das letras iniciais das figuras escolhidas.
EXEMPLO DO JOGO.
ESCOLA MUNICIPAL CRIANÇA ESPERANÇA
ALUNO (A): ___________________________________________________________
PROFESSORA: __________________ DATA: ________/_________/_______
ATIVIDADE: HOJE, REALIZAMOS O JOGO DO ALFABETO, SEPARAMOS A IMAGEM CONFORME A INICIAL DA PALAVRA. APÓS O JOGO, ESCOLHEMOS IMAGENS E REALIZAMOS A TENTATIVA DE ESCRITA DA LETRA INICIAL DA IMAGEM. 
	Aula 18: Habitat das plantas. 
Acolhida: Organização dos materiais. A professora cantará diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente: Calendário, explorar o dia da semana, mês e ano e realizar a chamadinha em conjunto com as crianças. 
Atividade dirigida: Realizar passeio pela biblioteca, estimulando o gosto pela leitura e imaginação.
Espaço alternativo: Conduzir os alunos até o pátio e brincar de boliche. Estimular a mira e também contagem oral. Um aluno por vez irá jogar a bola tentando derrubar os pinos do jogo.
	Encaminhamento: A professora iniciará a aula falando sobre o que é habitat. Em seguida apresentará um vídeo MUNDO VEGETAL – O QUE SÃO PLANTAS?, para que os alunos percebam os espaços onde as plantas podem ou não crescerem. Num primeiro momento deixar que os alunos percebam as imagens presentes no vídeo. Após o vídeo conversar com os alunos sobre os diferentes tipos de plantas e os diferentes habitats. Após a conversa explorar com os alunos que cada ser vivo tem seu habitat, e que nenhum pode invadir o espaço do outro. Os alunos irão ilustrar os diferentes habitats onde podemos encontrar as plantas.
LINK VIDEO
https://www.youtube.com/watch?v=Vx0lJ0RlFrI 
	Aula 19: Bingo dos números.
Acolhida: Organização dos materiais. A professora cantará diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente: Calendário, explorar o dia da semana, mês e ano e realizar a chamadinha em conjunto com as crianças. 
Atividade dirigida: Fazer a chamada partindo da sequência do alfabeto. Registrar no quadro as letras que não tiver nenhum aluno com a inicial.
Espaço alternativo: Apresentar o vídeo da música Tchue Tchuê trabalhando as partes do corpo. Para finalizar pedir que os alunos registrem seu esquema corporal.
	Encaminhamento: A professora iniciará a aula explicando que os alunos irão realizar um bingo dos números e como irá acontecer esse jogo. Em seguida entregará uma cartela como a do exemplo e números de 1 a 10 já recortados. Iniciar o jogo realizando o sorteio de um número, exemplo, caso o número sorteado for o número 7, cada participante deverá procurar em sua cartela a quantidade de figuras correspondentes ao número 7 e marca – lo. Vence quem primeiro completar a tabela.
EXEMPLO
	Aula 20: Formas e cores
Acolhida: Organização dos materiais. A professora cantará diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente – Calendário – Explorar o dia do mês e da semana e chamadinha.
Atividade dirigida – Realizar passeio na biblioteca estimulando o gosto pela leitura e a imaginação.
Espaço alternativo: Conduzir os alunos até no pátio e apresentar a brincadeira PASSE A BOLA. Sentar os alunos em círculo e explicar que deverão passar a bola com os pés. Escolha uma criança para iniciar a brincadeira. Ela deverá pegar a bola e passar para o colega do lado, que também deverá pegá-la com os pés.
	Encaminhamento: a professora iniciará a aula explicando aos alunos sobre formas. Em seguida a professora irá entregar uma folha com formas diferentes e papeis picados com das mesmas formas e de diferentes cores, e a professora irá dando os comandos de acordo com os comandos que a professora for dando, cada cor em uma forma. O aluno irá separar os formatos de acordo os formatos.
Exemplo abaixo. 
 
 
	Aula 21: LETRAS E NÚMEROS – ATIVIDADE 9 – LIVRO DIDÁTICO
Acolhida: Organização dos materiais. A professora cantará diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente – Calendário – Explorar o dia do mês e da semana e chamadinha.
Atividade dirigida – Realizar passeio na biblioteca estimulando o gosto pela leitura e a imaginação.
Espaço alternativo: Conduzir os alunos até no pátio e apresentar a brincadeira PASSE A BOLA. Sentar os alunos em círculo e explicar que deverão passar a bola com os pés. Escolha uma criança para iniciar a brincadeira. Ela deverá pegar a bola e passar para o colega do lado, que também deverá pegá-la com os pés.
	Encaminhamento: a professora irá entregar os livros e mostrará a página que as crianças terão que realizar a atividade (página 56), em seguida pedirá que os alunos encontrem a página e levantará os questionamentos como:
· O que vocês veem nessa página?
· O que vocês acham que estudaremos?
Após uma conversa inicial, a professora perguntará quem conhece a música OS DEDINHOS, e pedirá que cantem. Após a música os alunos realizarão as atividades das páginas 56, 57 e 58.
	Aula 22: LETRAS E NÚMEROS 
Acolhida: Organização dos materiais. A professora cantará diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente: Calendário, explorar o dia da semana, mês e ano e realizar a chamadinha em conjunto com as crianças. 
Atividade dirigida: Realizar passeio pela biblioteca, estimulando o gosto pela leitura e imaginação.
Espaço alternativo: Conduzir os alunos até o pátio e brincar de boliche. Estimular a mira e também contagem oral. Um aluno por vez irá jogar a bola tentando derrubar os pinos do jogo.
	Encaminhamento: a professora irá entregar os livros e mostrará a página que as crianças terão que a atividade (página 59), em seguida pedirá que os alunos encontrem a página e levantará os questionamentos como:
· O QUE SÃO NÚMEROS?
· QUAIS NÚMEROS VOCÊ CONHECE?
· QUANTOS DEDOS VOCÊ TEM EM CADA MÃO E EM CADA PÉ?
· E O QUE SÃO LETRAS?
Após os questionamentos, a professora pedirá aos alunos que encontrem a página da atividade e que observem as imagens. Em seguida com auxílio da professora realizará as atividades da página.
	Aula 23: VAMOS RECORTAR: ONDE ESTÃO? (LIVRO DIDÁTICO)
Acolhida - Organização dos materiais. A professora cantará diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana.
Atividade dirigida – Criar uma lista em cartolina com o nome dos alunos presentes no dia e depois colar na porta da sala. A professora pode também pedir que cada aluno faça o desenho do seu esquema corporal em um pedaço pequeno de sulfite para também anexar na porta.
Espaço alternativo – Brincar de Dança da Cadeira utilizando imagens de movimentos corporais. A professora colará nas cadeiras diferentes imagens de movimentos corporais. Quando a música parar a criança terá que imitar a movimento que tiver colado na cadeira. Nessa versão da brincadeira, ninguém sai, para que assim todos possam explorar os movimentos.Encaminhamento: A professora irá entregar os livros e mostrará a página que as crianças terão que procurar a atividade (página 90 e 91), em seguida pedirá que os alunos encontrem a página para realizar as atividades propostas. Em seguida a professora destacará a folha do encarte 9 e realizarão as atividades que enfatizam seriação, com as partes do corpo (pé, mão) de vários tamanhos. 
	Aula 24: O QUE FORMAM AS FORMAS? – LIVRO DIDÁTICO
Acolhida - Organização dos materiais. A professora cantará diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana.
Atividade dirigida – Distribuir para cada aluno um Quebra-Cabeça com o nome dos alunos. Depois que montarem, desafiar que tentem montar o nome de outros colegas da sala.
Espaço alternativo – Conduzir os alunos até o pátio e distribuir a caixa dos fantoches. No primeiro momento deixar que explorem livremente os fantoches. Depois desafiar os alunos a criarem histórias imaginarias com os fantoches e contar para os demais colegas.
	Encaminhamento: A professora irá entregar os livros e mostrará a página que as crianças terão que procurar a atividade (página 97), em seguida pedirá que os alunos encontrem a página para realizar as atividades propostas.
Realizar as atividades das páginas 99 e 100.
	Aula 25 – JOGO DA MEMÓRIA – FIGURAS GEOMÉTRICAS 
Acolhida - Organização dos materiais. A professora cantará diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana.
Atividade dirigida – Distribuir para cada aluno um Quebra-Cabeça com o nome dos alunos. Depois que montarem, desafiar que tentem montar o nome de outros colegas da sala.
Espaço alternativo – Conduzir os alunos até o pátio e distribuir a caixa dos fantoches. No primeiro momento deixar que explorem livremente os fantoches. Depois desafiar os alunos a criarem histórias imaginarias com os fantoches e contar para os demais colegas.
	Encaminhamento: A professora irá entregar os livros e mostrará a página que as crianças terão que procurar a atividade (página 101), em seguida pedirá que os alunos encontrem a página para realizar as atividades propostas.
	Aula 26 – AVALIAÇÃO.
	Aula 27- Vídeo 4 elementos da natureza 
Acolhida - Organização dos materiais. A professora cantará diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente – Calendário – Explorar o dia do mês e da semana e chamadinha.
Atividade dirigida – Realizar passeio na biblioteca estimulando o gosto pela leitura e a imaginação.
Espaço alternativo – Conduzir os alunos até o pátio e brincar de Boliche. Estimular a mira e também contagem oral. Um aluno por vez irá jogar a bola tentando derrubar os pinos do jogo.
	Objetivos de aprendizagem: Conhecer por meio de vídeo os quatro elementos da natureza. Explorar o gênero textual música, identificando as rimas presentes. Desenvolver o traçado do desenho.
	Encaminhamento: Para iniciar o tema de Elementos da Natureza a professora apresentará o vídeo com a música infantil 4 elementos da natureza. No primeiro momento deixar que o aluno observe as imagens presentes no vídeo e tentem aprender a canção.
- Após, conversar com os alunos sobre os 4 elementos da natureza, listando onde os encontramos, exemplo: Água – saindo da torneira / Terra – vasos de plantas, jardim / Ar (invisível) – assoprar nas mãos (ar que entra e sai do pulmão), vento (que é o ar em movimento) / Fogo – a mamãe pode acender uma chama do fogão para exemplificar, pode também mostrar o calor do sol (que esquenta como o calor do fogo).
1 LINK: HTTPS://WWW.YOUTUBE.COM/WATCH?V=HGR3ABSRU0G 
-
Em seguida, trabalhar com os alunos um trecho da canção, enfatizando as palavras ÁGUA – TERRA – VENTO – FOGO. Neste momento, desafiar os alunos a perceberem que as quatro palavras possuem a mesma quantidade de partes (sílabas).
- Realizar uma roda de conversa sobre os quatro elementos e sua função para a natureza.
NOME: _______________________________________________________________
PROFESSORA: ____________________________ INFANTIL 5 _________
ATIVIDADE: COM A AJUDA DA PROFESSORA IREI ENCONTRAR E PINTAR AS PALAVRAS ÁGUA – FOGO – TERRA - VENTO . DEPOIS IREI ILUSTRAR A MÚSICA DOS 4 ELEMENTOS DA NATUREZA.
	ÁGUA, QUE MOVE COM O VENTO, QUE APAGA O FOGO
QUE APAGA O FOGO.
QUE LAVA A TERRA.
TERRA, A BASE DE TUDO,
OS 4 ELEMENTOS, O NOSSO PLANETA
	Aula 28 - Elemento da natureza Vento 
Acolhida - Organização dos materiais. A professora cantará diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana.
Atividade dirigida – Fazer a chamada partindo da sequência do alfabeto. Registrar no quadro as letras que não tiver nenhum aluno com a inicial.
Espaço alternativo – Conduzir os alunos até no pátio e apresentar a brincadeira PASSE A BOLA. Sentar os alunos em círculo e explicar que deverão passar a bola com os pés. Escolha uma criança para iniciar a brincadeira. Ela deverá pegar a bola e passar para o colega do lado, que também deverá pegá-la com os pés.
	Objetivos de aprendizagem: Compreender como acontece o vento, por meio de brincadeira. Identificar objetos que necessitam do vento para funcionar. Compreender que necessitamos do ar para respirar.
	Encaminhamento: Retomar o vídeo da aula passada e iniciar a exploração do elemento VENTO. No primeiro momento, deixar os alunos criarem hipóteses sobre como acontece e o que é o vento.
- Em seguida, conduzir os alunos até o gramado e realizar uma brincadeira explorando assim o vento. Entregar uma sacolinha plástica para cada criança presa em um pedaço de barbante. Explicar que correrão e com a ajuda do vento a sacolinha será puxada para cima. Neste momento enfatizar que o vento é o ar sendo movimentado.
- Ao retornar a sala, distribuir uma atividade impressa para sistematizar a escrita VENTO.
2 
3 NOME: ______________________________________________________________________
4 PROFESSORA: _______ / ______________________________/ ________________________
5 ATIVIDADE: DEPOIS DA BRINCADEIRA CONHECI QUAIS LETRAS COMPÕEM A PALAVRA VENTO. DEPOIS IDENTIFIQUEI E PINTEI OS BRINQUEDOS QUE PRECISAM DO VENTO.
6 
7 
	
	
	N
	
	
8 
	
	
	
	
 QUANTIDADE DE QUANTIDADE DE QUANTIDADE DE
 PARTES DA PALAVRA	 LETRAS VOGAIS
9 
10 
	Aula 29 – BRINCADEIRA BOLINHA DE SABÃO 
Acolhida - Organização dos materiais. A professora cantará diferentes músicas para iniciar a aula, estimulando assim a oralidade e a expressão corporal.
Atividade permanente - Calendário – Explorar o dia do mês e da semana.
Atividade dirigida – Brincar de forca com o nome de alguns alunos da turma, nomeando as letras registradas.
Espaço alternativo – Apresentar o vídeo da música Tchue Tchuê trabalhando as partes do corpo. Para finalizar pedir que os alunos registrem seu esquema corporal.
	Objetivos de aprendizagem: Trabalhar o elemento ar, por meio do sopro. Estimular o controle respiratório. Registrar a sequência numérica de 1 a 10.
	Encaminhamento: Dando continuidade no elemento da natureza VENTO a professora convidará os alunos para brincarem de BOLINHA DE SABÃO. Distribuir para cada aluno um canudo com a ponta dobrada em círculo.
- Conduzir os alunos até o gramado e distribuir um copinho com água e detergente, para que possam brincar de fazer bolinhas de sabão. Estimular durante a brincadeira que observem que o vento leva as bolinhas para cima.
 BOLINHAS DE SABÃO
– Ao retornar a sala, os alunos relatarão como foi a brincadeira e a professora registrará em um cartaz confeccionando um texto coletivo. Trabalhar a função da escrita, direção da escrita, traçado das letras, etc.
 - Para finalizar, os alunos

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