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Prévia do material em texto

DESLIPEDEMIA
HIPERCOLESTEROLEMIA
Componentes 
Antony Breno Varjão Nogueira
Érica Hilary Santos Barbosa
Lucas Gabriel Paz Carvalho Sousa
Patrícia Sousa da Silva
Dislipidemia 
• São alterações metabólicas lipídicas decorrentes de distúrbios que 
podem ocorrer em qualquer fase do metabolismo lipídico e que 
normalmente se repercutem no níveis séricos das lipoproteínas. 
Hipercolesterolemia 
• Traduz se num aumento significativo de colesterol no sangue, com 
valores de referência:
 colesterol total > 200 mg/dl
Dislipidemia X Hipercolesterolemia 
A dislipidemia é um termo geral que se refere a níveis anormais de lipídios 
(gorduras) no sangue
 hipercolesterolemia é um tipo específico de dislipidemia caracterizada por níveis 
elevados de colesterol no sangue, principalmente o colesterol LDL.
Hipercolesterolemia
Aumento dos níveis séricos de colesterol
Qual é o risco da Hipercolesterolemia?
Hipercolesterolemia
ETIOLOGIA
Primaria
Causas genéticas 
Secundarias 
Doenças, estilo de vida ou medicamentos 
Hipercolesterolemia primaria 
Hipercolesterolemia familiar 
Mutações no gene do receptor do LDL 
Aumento da função da PCSK-9 
Mutações no gene da ÁpoB100, com deficiência 
dessa Apolipoproteína 
Doença autossômica dominante 
Aumento do LDL desde o nascimento e 
aterosclerose precoce 
Hipercolesterolemia primaria 
Hiperlipidemia familiar combinada
Hipercolesterolemia isolada
Aumento isolado do triglicerídeos 
Combinação Hipercolesterolemia e 
hipertrigliceridemia 
Geralmente se manifesta na idade adulta 
Relação LDL/Apo B <1,2 reforça o diagnostico 
Hipercolesterolemia primaria 
Hiperapobetalipoproteinemia 
Variante da Hiperlipidemia familiar combinada
Aumento da produção da Apo B, com Apo B 
>135 mg/dl e LDL < 160mg/dl
Aumento do RCV precoce, obesidade e 
xantelasma
Hipercolesterolemia primaria 
Hipercolesterolemia poligênica 
Historia familiar importante de 
hipercolesterolemia 
RCV precoce
Aumento do LDL, com triglicerídeos normal 
Hipercolesterolemia secundário 
Obesidade 
Aumento do LDL, TG, e redução do HDL 
Diabetes mellitus 
Partículas de LDL menores, densas e oxidadas 
Hipercolesterolemia secundário 
Síndrome nefrótica
Perda de proteínas pelos rins 
Redução dos níveis plasmáticos de proteínas 
Aumento da produção hepática de lipoproteínas 
Hipercolesterolemia secundário 
Doenças hepáticas – cirrose biliar primaria 
Hipercolesterolemia 
Colesterol >1000 mg/dl
Xantonas 
Hipercolesterolemia secundário 
Hipertireoidismo 
Reduz a captação hepática de LDL 
Aumento dos níveis de LDL
Redução dos receptores de LDL no fígado 
Hipercolesterolemia secundário 
Insuficiência renal crônica 
Aumento do LDL
Redução do HDL
Aumento dos triglicerídeos 
Hipercolesterolemia secundário 
Medicamentos 
Diuréticos tiazídicos
Estrogênio oral e inibidores da protease
Betabloqueadores 
Prevenção 
Para prevenir a hipercolesterolemia, a abordagem geralmente se concentra na dieta e no 
estilo de vida.
Prevenção
Mudanças no estilo de vida, como a prática de bons hábitos alimentares são 
indispensáveis para o controle e prevenção dessa doença sendo assim destaca-se a 
importância de uma alimentação adequada e equilibrada associada à prática regular de 
exercícios
Prevenção
 Indivíduos obesos e sedentários tendem a ter níveis mais baixos de HDL conhecido 
como o “colesterol bom”
Recomendações 
Mesmo sem histórico familiar devemos manter uma alimentação saudável desde a 
infância
O monitoramento periódico dos níveis de colesterol é recomendado desde os 18 anos. 
esse procedimento deve ser acompanhado quando existe elevado risco de doenças 
cardíacas
Sintomas 
A hipercolesterolemia e as dislipidemias geralmente não apresentam sintomas 
específicos. 
Os sintomas só costumam se apresentar, de fato, quando os níveis de gordura no 
sangue já estão muito elevados
Entre os principais sintomas, podemos 
destacar:
Depósitos de gordura que surgem na pele e que formam nódulos em diferentes pontos 
do corpo;
(Xantelasma) (Xantoma tendinoso)
O xantelasma é uma condição que afeta as 
pálpebras, e é caracterizada pelo surgimento 
de uma bolsinha de gordura.
Xantoma tendíneo: é o depósito que 
ocorre nos tendões, principalmente 
no tendão de Aquiles, no calcanhar, 
ou dos dedos.
Entre os principais sintomas, podemos 
destacar:
O olho do paciente ganha um anel mais esbranquiçado ao redor da córnea;
(Xantelasma)
Entre os principais sintomas, podemos 
destacar:
 Aumento do fígado ou do baço;
 Sensação de queimação e formigamento em mãos e pés;
 Dores abdominais;
 Lesões na pele;
Entre as possíveis causas para a 
hipercolesterolemia, podemos listar:
Genética: alterações genéticas que afetam o metabolismo do colesterol.
 se a mãe ou o pai tem (hipercolesterolemia familiar) HF, o filho tem 50% de desenvolver a 
doença. Em um parentesco de segundo grau, a chance cai para 25% e, no terceiro grau, 
chega a 12,5%.
 Doenças: como hipotireoidismo, que é uma diminuição da função da tireoide, e outras 
condições médicas que podem afetar os níveis de colesterol. 
 Medicamentos: como diuréticos, antidepressivos e outras medicações psiquiátricas podem 
contribuir para a hipercolesterolemia.
Diagnostico 
O diagnóstico acontece pela medição dos lipídios séricos, incluindo colesterol total, 
triglicerídeos, HDL-C e LDL-C, com cálculos adicionais para LDL-C e VLDL-C. 
É comumente identificada através de testes de triagem de rotina, especialmente em 
pacientes com complicações relacionadas, como doença aterosclerótica. Sinais físicos 
de dislipidemia, como xantomas no tendão do calcâneo, podem ser indicativos, assim 
como o início precoce de doença aterosclerótica, história familiar relevante ou níveis 
elevados de colesterol sérico.
Diagnostico 
As medidas do perfil lipídico são essenciais, com recomendação geral de jejum de 12 
horas para máxima precisão. Em casos de doença aguda ou infarto do miocárdio 
recente, os testes devem ser adiados. O LDL-C é frequentemente calculado, mas 
métodos de medição direta podem ser necessários em alguns casos, especialmente em 
pacientes com triglicerídios elevados.
Além dos testes tradicionais, outros podem ser indicados, como a medição de Lp(a), 
proteína C-reativa, número de partículas de LDL e apo B, especialmente em pacientes 
com risco cardiovascular aumentado ou com síndrome metabólica.
Diagnostico 
Causas secundárias de dislipidemia devem ser investigadas em casos de diagnóstico 
recente ou mudanças inexplicáveis nos perfis lipídicos, através de testes adicionais 
como creatinina, glicemia, enzimas hepáticas, TSH e proteína urinária.
Terapia não medicamentosa
Carne gordurosa, leite integral e seus derivados, embutidos, frios, pele de aves e gema 
de ovos.
Tabagismo
Atividades físicas
Terapia medicamentosa
• Estatinas (Sinvastatina, pravastatina, lovastatina, fluvastatina e atorvastatina.)
• Prevenção de eventos cardiovasculares maiores, incluindo morte, Infarto Agudo do Miocárdio, 
acidente vascular cerebral e revascularização.
• Devem ser usadas via oral, em dose única diária preferencialmente à noite para se obter o efeito 
máximo.
Terapia medicamentosa
Fibratos (Bezafibrato, Ciprofibrato, Etofibrato, Fenofibrato e Genfibrozila.)
Prevenção de eventos cardiovasculares maiores quando utilizados em pacientes com 
hipertrigliceridemia associada a HDL baixo e prevenção de pancreatite aguda.
Devem ser tomados preferencialmente em horário afastado das estatinas, quando estas 
forem usadas concomitantemente, para diminuir o risco de toxicidade, ou seja, pela 
manhã. A genfibrozila nunca deve ser administrada concomitantemente ao uso de 
estatinas.
Terapia medicamentosa
Ácido nicotínico
Prevenção de eventos cardiovasculares maiores.
Utilizam-se 2 a 3 g/dia, ajustados conforme o efeito ou a tolerância. Devido à baixa 
tolerância imediata a doses elevadas, inicia-se o tratamento com doses baixas, comaumento gradual a cada 2 a 4 semanas, até atingir a dose eficaz
DESLIPEDEMIA
HIPERCOLESTEROLEMIA

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