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Relatório de aulas práticas de Microbiologia Geral e Ambiental. Descreve procedimentos de semeadura (flambagem, estrias, picada, meio líquido), coloração de Gram (violeta, lugol, álcool, fucsina), controle microbiano por contato e calor, antibiograma e isolamento de fungos e de água.

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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
MICROBIOLOGIA GERAL E AMBIENTAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CURSO: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS – BACHAREL DISCIPLINA: 
MICROBIOLOGIA GERAL E AMBIENTAL 
 
NOME DO ALUNO: KAWANE DOS SANTOS XAVIER 
 
R.A: 2200294 POLO: SOROCABA II - CAMPOLIM 
 
DATA: 24/04/2024 
 
 
MICROBIOLOGIA GERAL E AMBIENTAL 
Introdução 
Durante a prática de semeadura, realizamos técnicas que incluem a esterilização e a 
assepsia dos equipamentos e ferramentas utilizados. Este processo envolve a preparação 
de esfregaços ou a semeadura do material a ser analisado. Também aplicamos a coloração 
de Gram, que permite a identificação microscópica de bactérias gram-positivas e gram-
negativas através dos métodos de coloração. 
 
Prosseguindo com a aula prática de controle microbiano, coletamos bactérias da 
superfície dos dedos usando uma placa de Petri, onde observamos a proliferação 
bacteriana dividida em quadrantes na placa. No procedimento de antibiograma, 
observamos a reação dos discos de antibióticos, avaliando a resposta das bactérias aos 
medicamentos. 
 
Ao cultivar e isolar fungos, foi possível observar os organismos heterotróficos em 
crescimento após a coleta em diferentes ambientes. Na análise de isolamento de 
microrganismos da água, conseguimos avaliar os níveis de contaminação dos diferentes 
tipos de amostras coletadas. 
Aula 1 – Técnica de semeadura 
O procedimento começou com a esterilização do ambiente de trabalho e dos 
equipamentos, incluindo uma área de 30 centímetros ao redor. Em seguida, acendemos 
o bico de Bunsen para flambar a alça de platina. Após a flambagem e o resfriamento da 
alça e da boca dos tubos, coletamos o material necessário para a análise. 
 
Utilizando a alça de platina esterilizada, realizamos a semeadura em zigue-zague, 
começando da base até a extremidade do meio de cultura. Em um meio de ágar 
profundo, penetramos o centro do ágar até o fundo para garantir o contato completo 
com o material. 
 
Em seguida, executamos a técnica de esgotamento em estrias, estriando metade da placa 
em um padrão de zigue-zague para espalhar as bactérias. Usamos um meio semissólido 
para realizar a técnica de picada em profundidade, inserindo a alça diretamente no meio. 
 
Por fim, a semeadura em meio líquido envolveu agitar a alça no líquido para assegurar 
uma difusão adequada do material coletado. 
 
Aula 2 – Coloração de Gram 
Coletamos o material de um meio sólido usando uma alça de platina, transferindo-o 
para uma lâmina contendo solução fisiológica, espalhando-o no centro da lâmina e 
deixando secar. Repetimos o procedimento com material de um meio líquido. 
 
Para a coloração, aplicamos técnicas para identificar bactérias Gram-positivas e Gram-
negativas. Primeiro, cobrimos a lâmina com violeta de genciana, deixamos agir e depois 
enxaguamos. Em seguida, aplicamos uma solução de lugol, deixamos agir e 
enxaguamos novamente. Depois, adicionamos álcool em gotas para descolorir a lâmina. 
 
 
Prosseguimos com uma lavagem em água corrente, depois cobrimos a lâmina com 
fucsina, deixamos agir por 30 segundos, lavamos novamente com água corrente e 
secamos com papel filtro. Finalmente, observamos a lâmina ao microscópio para 
identificar as bactérias. 
 
Aula 3 – Controle microbiano 
Para este procedimento, começamos com uma placa de Petri dividida em quatro 
quadrantes para avaliar a descontaminação microbiana dos dedos. No primeiro 
quadrante, encostamos um dedo não lavado no ágar. No segundo quadrante, encostamos 
um dedo lavado com água e sabonete comum por um minuto e seco com gaze estéril. 
No terceiro quadrante, encostamos um dedo lavado com sabonete antisséptico por um 
 
minuto. No quarto quadrante, encostamos um dedo após assepsia com gaze embebida 
em álcool 70%. 
 
Em outro experimento, coletamos amostras para o controle microbiológico de agentes 
físicos, utilizando a esterilização por calor. A cultura foi submetida a um banho-maria, 
com a placa de Petri dividida em quatro quadrantes. O primeiro quadrante não foi 
submetido ao banho-maria. O segundo e o terceiro quadrantes foram submetidos ao 
banho-maria a 100°C, por 5 minutos e 15 minutos, respectivamente. O quarto quadrante 
foi submetido ao banho-maria a 121°C por 15 minutos. 
 
Aula 4 – Antibiograma 
No procedimento inicial, adicionamos 100 microlitros da amostra no centro da placa de 
Petri contendo ágar. Utilizando uma alça de swab, espalhamos a amostra 
uniformemente sobre a superfície do ágar. Em seguida, utilizando uma pinça 
esterilizada, colocamos discos de antibiograma no meio de cultura. 
 
 
Após incubar a placa nas condições apropriadas, observamos as zonas de inibição ao 
redor de cada disco de antibiótico. Medimos os diâmetros dessas zonas para avaliar a 
eficácia dos antibióticos contra as bactérias presentes na amostra. Este método permite 
determinar a sensibilidade ou resistência das bactérias a diferentes antibióticos, 
indicando qual antibiótico foi mais eficiente com base no tamanho das zonas de 
inibição. 
 
Além disso, o procedimento incluiu a comparação entre diferentes antibióticos para 
identificar aquele que apresentou maior percentual de eficácia na eliminação das 
bactérias. Este método é crucial para orientar a escolha de tratamentos antibióticos 
eficazes em contextos clínicos. 
 
Aula 5 – Cultivo e isolamento de fungo 
No procedimento, expus uma placa de ágar Sabouraud ao ar atmosférico durante 15 
minutos, permitindo que partículas do ar se depositassem na superfície do ágar. Após a 
exposição, incubei a placa a 25 graus Celsius por 5 dias. Ao término do período de 
incubação, examinei as placas para identificar o crescimento fúngico, anotando as 
características observadas, como a cor da colônia, aparência (cotonosa ou aveludada) e a 
intensidade do crescimento (intenso, moderado ou pequeno). Documentei todas as 
observações detalhadamente, registrando as características das colônias fúngicas 
encontradas. 
 
Aula 6 – Isolamento de microorganismo da água 
Realizamos a coleta de diferentes tipos de água, incluindo água de abastecimento, poço 
artesiano, nascente e água mineral. Adicionamos 100 ml de cada amostra a um 
Erlenmeyer contendo solução de tiossulfato de sódio a 10%. Em seguida, transferimos 1 
ml de cada amostra para tubos de ensaio contendo caldo lactose e tubos de Durham 
invertidos. Os tubos foram incubados a 37°C por 48 horas. 
Imagem do acervo de aluno 2023. 
 
Referências bibliográficas 
Informações utilizadas do livro texto e AVA. 
Madigan, M. T., Bender, K. S., Buckley, D. H., Sattley, W. M., & Stahl, D. A. (2018). 
Brock Biology of Microorganisms (15th ed.). Pearson. 
Deacon, J. (2006). Fungal Biology (4th ed.). Wiley-Blackwell. 
 Este livro aborda diversos aspectos da biologia fúngica, incluindo métodos de 
identificação e caracterização de fungos a partir de amostras ambientais. 
Russell, A. D., Hugo, W. B., & Ayliffe, G. A. J. (2007). Principles and Practice of 
Disinfection, Preservation and Sterilization (4th ed.). Wiley-Blackwell. 
https://sergiofranco.com.br/en/faq/o-que-e-e-para-que-serve-um-antibiograma 
https://www.vetprofissional.com.br/artigos/metodos-fisicos-de-controle-de-
microrganismos-vamos-
conhecer#:~:text=remo%C3%A7%C3%A3o%20de%20microrganismos-
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https://sergiofranco.com.br/en/faq/o-que-e-e-para-que-serve-um-antibiograma
https://www.vetprofissional.com.br/artigos/metodos-fisicos-de-controle-de-microrganismos-vamos-conhecer#:~:text=remo%C3%A7%C3%A3o%20de%20microrganismos-,O%20controle%20microbiano%20consiste%20na%20destrui%C3%A7%C3%A3o%2C%20inibi%C3%A7%C3%A3o%20ou%20remo%C3%A7%C3%A3o%20de,utilizados%20m%C3%A9todos%20f%C3%ADsicos%20e%20qu%C3%ADmicoshttps://www.vetprofissional.com.br/artigos/metodos-fisicos-de-controle-de-microrganismos-vamos-conhecer#:~:text=remo%C3%A7%C3%A3o%20de%20microrganismos-,O%20controle%20microbiano%20consiste%20na%20destrui%C3%A7%C3%A3o%2C%20inibi%C3%A7%C3%A3o%20ou%20remo%C3%A7%C3%A3o%20de,utilizados%20m%C3%A9todos%20f%C3%ADsicos%20e%20qu%C3%ADmicos
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