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8 QUESTIONÁRIO HISTORIA DA EDUCAÇÃO

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lucia froes

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QUESTIONÁRIO – HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO – AULA 08 – ARTES VISUAIS
1
A prática docente é garantida pela Constituição Federal, que reza a liberdade de expressão sem com isso ferir o direito do outro ou difundir o preconceito e exaltar as diferenças. Contudo, a prática do docente tem sofrido com a falta de apoio das famílias, da sociedade e da própria escola na prática do ensino. Além disso, a autoridade do professor tem sido desafiada, constantemente, pelos discentes em sala de aula. É uma triste realidade de nosso sistema educacional, tanto público quanto privado.
Pode-se afirmar que o PRINCIPAL motivo que levou à perda de autoridade e prestígio do professor em sala de aula é o (a):
· Falta de apoio do próprio Governo Federal que, não valoriza o papel do professor, e, em contrapartida, exalta o papel do aluno nas escolas. 
· Falta de educação dos alunos, que gera conflitos em sala de aula. 
· Falta de segurança do professor em se impor diante da sala e da sociedade. 
· Papel da mídia que tem mostrado apenas o lado dos alunos e das escolas e deixando de lado o papel do professor no processo educacional. 
· Falta de vontade do próprio professor que não se vê motivado em sala de aula. Isso devido aos baixos salários recebidos e a falta de infraestrutura escolar 
2
O discurso oficial sobre a construção de uma nova identidade docente tem sido a tônica das normatizações e diretrizes para a formação de professores e serve de instrumento regulatório do trabalho dos professores. A identidade do professor tem sido também objeto de incursões teóricas das pesquisas educacionais que resgatam concepções sobre o professor reflexivo, o olhar investigativo, a ressignificação de práticas e saberes docentes, articulando o discurso sobre a identidade do professor e a sua formação. Logo, pode-se afirmar que o professor deve ser considerado como:
· Um agente passivo do processo, uma vez que ele deve deixar que o próprio aluno busque seu saber pleno e consciente. 
· Uma ferramenta de apoio às escolas, onde seu papel ajudará as escolas e o próprio Estado a cumprirem suas metas educacionais. 
· O foco central no processo de mediação dos saberes em sala de aula. 
· Um tutor do saber, que irá atender às necessidades dos alunos frente às dificuldades apresentadas por ele. 
· Um sujeito do processo, onde seu papel, sobretudo, é de análise e interpretação sobre os meios de aprendizagem em sala de aula. 
3
O debate contemporâneo sobre a centralidade da educação e o lugar conferido a ela nos processos de reestruturação produtiva e de desenvolvimento econômico instigam a reflexão sobre os pressupostos que estão incorporados às concepções de educação. Este processo é polissêmico e parece pautar-se pelas concepções do Banco Mundial e de outros órgãos internacionais que indicam a educação básica como central para o desenvolvimento econômico, consistindo na aquisição de conhecimentos, de habilidades e de atitudes necessárias à empregabilidade. O processo de valorização da educação tem se revelado uma concepção da educação impregnada pelo viés economicista: educar para a competitividade, educar para o mercado, educar para incorporar o Brasil no contexto da globalização. (COELHO, 2009, p. 128-13
Diante ao texto apresentado, pode-se afirmar que a formação do professor, frente às novas exigências do mundo globalizado, deve ser:
· Voltada para uma prática que leve o discente a ingressar no mundo globalizado, ampliando a leitura de mundo do aluno frente às transformações políticas, econômicas e sociais que ocorreram e ocorrem no mundo atual. 
· Voltada para a prática de um clientelismo escolar, no qual aqueles que têm condições de arcar financeiramente com a formação dos alunos são inseridos mais rapidamente no processo de globalização no país. 
· Por iniciativa da escola que, conforme seu papel, inscrevem seus professores em cursos específicos de interesse da escola, sem consulta prévia de interesse. 
· Exclusivamente para se compreender o papel da globalização no mundo contemporâneo e seus efeitos na sociedade. 
· Restritiva, uma vez que os alunos da rede pública de ensino não possuem as mesmas condições que os alunos de escolas da rede particular de ensino. 
4
No Brasil, a Rede Nacional de Formação Continuada de Professores, que foi criada em 2004 com o objetivo de contribuir para a melhoria da formação dos professores e alunos tem como o público-alvo prioritário a rede professores de educação básica dos sistemas públicos de educação. As instituições de ensino superior públicas, federais e estaduais que integram a Rede Nacional de Formação de professores, produzem materiais de orientação para cursos a distância e semipresenciais, com carga horária de 120 horas. Assim, elas atuam em rede para atender às necessidades e demandas do Plano de Ações Articuladas (PAR) dos sistemas de ensino. (Portal do MEC)
A Rede Nacional de Formação Continuada de Professores é, dentre tantos outros programas do Governo Federal, uma iniciativa para a formação de docentes capacitados ao exercício da profissão. Porém, todo ano os professores têm se manifestado contrários à situação na qual se encontram.
Pode-se afirmar que a maneira pela qual os professores têm se manifestado, de forma a cumprir o direito legal em todo o país, tem sido através de:
· Manifestações pacíficas e de greves, segundo previsto na Constituição Federal. 
· Manifestações nas portas das escolas, impedindo que pais, alunos e corpo acadêmico entrem. 
· Manifestações exclusivas pelas mídias sociais, tais como o Facebook e e-mails encaminhados aos pais e à sociedade num todo. 
· Panfletagem nas ruas e avenidas do Brasil, convocando a população a se unir contra o sistema de educação vigente e os conflitos corporais com a polícia, gerando grande caos social. 
· Manifestações ofensivas contra o governo, pais de alunos e alunos, através da mídia, tanto da internet, quanto das televisivas ou radiofônicas. 
5
O Ministério da Educação lança nesta quinta-feira, 28, o primeiro Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica. A intenção é formar, nos próximos cinco anos, 330 mil professores que estão no ofício de docência. De acordo com o Educacenso 2007, cerca de 600 mil professores em exercício na educação básica pública não possuem graduação ou atuam em áreas diferentes das licenciaturas em que se formaram. Já são 90 instituições de educação superior – entre universidades federais, universidades estaduais e institutos federais – envolvidas na oferta de cursos. Os cursos serão oferecidos tanto na modalidade presencial quanto a distância, pela Universidade Aberta do Brasil (UAB), e alguns já devem começar no segundo semestre deste ano. Outros têm início previsto para 2010 e 2011. Logo, o Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica tem como objetivo inicial abranger três situações específicas, professores que ainda não têm formação superior (primeira licenciatura); professores já formados, mas que lecionam em área diferente daquela em que se formaram (segunda licenciatura); e bacharéis sem licenciatura, que necessitam de estudos complementares que os habilitem ao exercício do magistério. (CAPES, 201
Logo, pode-se afirmar que o objetivo do Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica é:
· Formar professores da educação básica que ainda não são graduados. 
· Formar professores diferenciados no exercício da profissão, mostrando à sociedade que o Estado é um parceiro fomentador da formação de profissionais da educação. 
· Formar professores que possam ser inseridos nas escolas da rede particular de ensino, uma vez que elas são melhores e dispõem de mais recursos que a rede particular de ensino. 
· Dar condições de os professores obterem outra titulação com o intuito de aumentar o seu salário que, nos últimos anos, tem sofrido baixas consideráveis. 
· Formar um grupo especial de docentes que seja diferenciado na sociedade e que, após formados, possam ser alocados em escolas melhores elevando, assim, o nível do ensino nacional.

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