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Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro - CBMERJ 
 
Centro de Educação Profissional em Atendimento Pré-hospitalar - CEPAP 
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espaço insuficiente na cena. Esta técnica pode também ser um recurso em locais de 
difícil acesso e com vítimas em outros decúbitos. 
Número mínimo de socorristas: cinco (5). 
Para iniciar esta técnica, o socorrista um (1) estabilizará a cabeça, mantendo 
um joelho no chão, e a ponta do coturno do outro pé à frente. Isso o protegerá de ser 
atingido pela prancha, conforme figura 1. Os demais socorristas tomarão as seguintes 
posições: o socorrista dois (2) se posicionará na altura do tórax, segurando os 
ombros; o socorrista três (3) na altura da pelve, mantendo os braços da vítima entre 
seus braços; o socorrista quatro (4) na altura do joelho da vítima, conforme figura 14. 
O quinto elemento (socorrista ou não) ficará responsável em colocar a prancha 
embaixo da vítima, conforme figura 15. 
 
 
 
 
 
Assim que todos estiverem posicionados, e a prancha preparada com os cintos 
desafivelados e alinhados, o socorrista que estiver na cabeça dará o comando para 
elevação da vítima. Esse movimento deve ser realizado de maneira sincrônica, 
mantendo o alinhamento da coluna da vítima. A elevação deve ser o mínimo 
necessário para o posicionamento da prancha sob a região dorsal da vítima, conforme 
figuras 16 e 17. 
 
 
 
 
 
Figura 14 Figura 15 
Figura 16 Figura 17 
 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro - CBMERJ 
 
Centro de Educação Profissional em Atendimento Pré-hospitalar - CEPAP 
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Procedimentos de imobilização: Após a colocação da vítima sobre a prancha longa, 
seguimos com as seguintes ações: 
COLOCAÇÃO DO COLAR CERVICAL – ORIENTAÇÕES: 
1. Na aplicação da técnica de rolamento a 90°, orientamos que o colar cervical seja 
colocado na vítima após o rolamento, para possibilitar um exame mais adequado 
da região occipital e cervical da vítima. Lembrando que a estabilização manual é 
extremamente segura e precisa. 
2. O socorrista que for realizar a colocação do colar deve estar posicionado de 
forma que permita a visualização da passagem do colar pela parte posterior do 
pescoço da vítima, assim como mensurar o tamanho do colar cervical. 
3. Após a colocação do colar cervical, o socorrista deve aplicar os estabilizadores de 
cabeça (headblock), e seus respectivos tirantes (frontal e mentoniano), 
ressaltando que um dos socorristas não pode soltar a cabeça da vítima. 
4. O tirante mentoniano deve ser o primeiro a ser colocado, ele é posto sobre o colar 
cervical fazendo uso da abertura que possui. Após essa ação é que colocamos o 
tirante frontal e a finalização da fixação da cabeça. A partir desse momento não 
será mais necessário manter a imobilização manual da cabeça. 
FIXAÇÃO DA VÍTIMA NA PRANCHA COM OS CINTOS: 
Possuem a finalidade manter a vítima fixada ao longo da prancha, prevenindo 
o risco de quedas e movimentos indesejados. 
Padrão de fixação dos cintos: (figuras 18 e 19) os cintos devem estar bem 
posicionados para atuarem de forma eficaz. O cinto superior deve ser posicionado na 
altura do tórax próximo a região axilar. O ajuste deve permitir a expansão do 
movimento respiratório. O cinto mediano deve ficar na altura da pelve. O cinto 
inferior deve ser colocado aproximadamente cinco (5) centímetros acima dos joelhos. 
 
 
 
 Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro - CBMERJ 
 
Centro de Educação Profissional em Atendimento Pré-hospitalar - CEPAP 
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TRANSPORTE DA PRANCHA COM 03 SOCORRISTAS: 
Ressaltamos que para erguer a prancha os socorristas devem executar dois 
movimentos à comando líder: o primeiro movimento até a altura dos joelhos e o 
segundo movimento acima, na posição ereta, conforme figuras 20, 21 e 22. A figura 
23 demonstra o transporte de vítima com três (3) socorristas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Figura 18 Figura 19 
Figura 21 Figura 22 
Figura 23 Figura 24

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