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355
fosse impresso, e em subseqüentemente revisar, cuja eficiência como estudioso clássico e conhe­
cimento dos originais aumentaram o valor da obra.
Espero que apesar das imperfeições e limitações no modo como os assuntos foram discorri­
dos, esta obra ajude os estudantes da Bíblia, capacitando-os a crescerem no conhecimento de 
Deus e em Sua Palavra e ajudando-os a equipá-los no uso e ministério das Santas Escrituras.
W. E. Vine 
Bath, fevereiro de 1939
ALFABETO GREGO
Caractere Nome Transliteração
A, a Alfa A, a
B, 0 Beta B, b
T, 7 Gama G, g (soa como guê)
A, 8 Delta D, d
E, e Épsilon E, e (aberto)
Z, C Dzeta (zeta) Z, z (soa como z, em zebra)
H, T] Êta Ê,ê
0 , 0 Theta (Teta) Th, th
I , i lota I,i
K, k Kapa K,k
A, X Lambda L,1
M, p. Mü (soa como mi, em Müller) M, m
N, v Nü (soa como ni, em nisso) N, n
H, B, X(Ksi) Ks (soa como z, no início da
palavra, e como x, em sexo, 
no meio da palavra)
O, o Omicron O, o (aberto)
n , tt Pi P, p
P, p Rô R,r
Z, cr, (e, ç só no Sigma S, s
final de palavras)
358
T, T Tau T, t
T, u Upsilon Y,u
<t>, 4) Fi F, f
X ,x Chi (pronúncia qui) Ch, ch (Christo)
Psi Ps, ps (psuchê)
0 , ÜJ Omega Ô, ô
Este sinal indica aspiração H, h (soa áspero como
áspera (é chamada de espírito) 0 h inglês, em hate)
Atenção.: A letra gama (7 ) antes de k, y, x e f tem o som nasal. Ex.: áyyeXXo anguelos (anjo); 
dyKupa âncura (âncora), etc.
Os E d it o r e s
A
Nota: O sinal f , ao f inal das considerações sobre 
determinada palavra no verbete ou subverbete, in­
dica que todas as suas ocorrências no original grego 
do Novo Testamento foram mencionadas neste di­
cionário expositivo.
A ESSE R E SPE IT O
Nota: A frase peri toutou, “concernente a isto”, é 
traduzido em Lc 24.4 por “a esse respeito” .
À M ÃO
A. Advérbio.
engus (èyyiiç), “próximo, perto”, é usado acer­
ca de: (a) lugar, por exemplo, o sepulcro do Senhor 
(Jo 19.42); (b) tempo (por exemplo, Mt 26.18; Lc 
21.30,31). Em Fp 4.5, “perto está o Senhor” , é pos­
sível considerar o significado como da letra “a” ou 
da letra “b as seguintes razões podem apontar 
para a letra “b”: (1) o assunto do contexto prece­
dente é a volta de Jesus (Fp 3.20,21); (2) a frase é 
uma tradução do termo aramaico “M aranata” (1 Co
16.22), um a senha cristã, sendo apropriado o uso 
do título “o Senhor” ; (3) o uso semelhante do ad­
vérbio em Ap 1.3 e 22.10; (4) o uso sem elhante do 
verbo correspondente (veja B) em Rm 13.12; Hb 
10.25; Tg 5.8; cf. 1 Pe 4.7. Veja PERTO (1), PRON­
TO, PRÓXIM O.
B. Verbo.
engizõ (eyyí£io). Veja APROXIM AR-SE, A.
Notas: (1) Em 2 Ts 2.2, ocorre o verbo enistemi, 
“estar presente” (formado de en, “em ”, e histemi, 
“fazer estar”). O apóstolo Paulo está contrapondo- 
se ao erro da suposição de que “o Dia de C risto”, 
um período de julgam ento divino e punitivo sobre o 
mundo, já tivesse começado.
(2) Em 2 Tm 4.6, o verbo ephistemi, “estar a 
postos, vir para, suceder, ou vir sobre, acometer” 
(formado de epi, “sobre”, e histemi, “fazer estar”), é 
usado acerca da partida do apóstolo Paulo desta 
vida; a tradução “é vindo” , representaria a força 
vivida da declaração, expressando subtaneidade ou 
iminência.
A NÃO SER
parektos (TrapeKTÓç), usado como preposição, 
denota “exceto” (M t 5.32, “a não ser” ; em alguns 
manuscritos, aparece em Mt 19.9). Veja EXCETO.1
Nota: Em Lc 4.27 e Ap 2.17, ocorre a frase ei me 
(literalmente, “senão”).
À PARTE
1. chõris (xup íç) é usado tanto como advérbio 
quanto como preposição. Como advérbio, significa 
“separadamente, sozinho” (Jo 20.7, que fala do len­
ço que tinha estado em volta da cabeça do Senhor no 
túmulo); como preposição (seu uso mais freqüen­
te), quer dizer “à parte de, sem, separado de” (Jo 
15.5; Rm 3.21,28; 4.6; 2 Co 12.3; Hb 9.22,28; 11.40; 
Tg 2.18,20,26). Veja AO LADO DE, SEM.
Nota: O oposto de chõris é sun, “com ”. Uma 
preposição sinônima, arieu, denota “sem” (M t 10.29; 
1 Pe 3.1; 4.9).1
2. kat’ idian ( k o t ’ iStav), literalmente, “de acor­
do com os seus” , ou seja, reservadamente, só, sepa­
radamente, à parte (M t 14.13,23; 17.1.19; 20.17; 
Mc 6.31,32; 9.2).
3. kata monas (tcaTà (lóvaç). Veja SÓ.
À TARDE
A. Substan tivos.
1. hespera ( é a n é pa), o fem inino do adjetivo 
hesperos, “de ou à noite, de ou à tarde, ocidental, do 
oeste” (em latim, vesper, em português, “vesperti­
no”), é usado como substantivo em Lc 24.29; At 
4.3; 28.23. Alguns manuscritos têm o termo hespera 
em At 20.15, “(chegamos) à noite (ou à tarde)” em 
vez de hetera, “(chegamos no dia) seguinte” .
2. opsia (òijjía), o feminino do adjetivo opsios, 
“tarde”, usado como substantivo, denotando “noite, 
tarde”, com hora, “compreendido” (veja o n " 1), é 
encontrado sete vezes em Mateus, cinco, em Mar­
cos, duas, em João, e nestes lugares só no Novo Tes­
tamento (alguns manuscritos têm opsia em Mc 11.11, 
veja B). Na verdade, a palavra significa “a última 
tarde” ou “a última noite” , a última das duas “noites” 
ou “tardes” conforme eram reconhecidas pelos ju ­
deus, a primeira ia das três da tarde ao pôr-do-sol, a 
última começava depois do pôr-do-sol; este é o signi­
ficado habitual. Porém, é usado acerca de ambos os 
sentidos, por exemplo, em Mc 1.32 (cf. opsimos, 
“último” , dito da chuva, Tg 5.7, “serôdia”).
B. A dvérbio.
opse (òijirí), “muito tempo depois de, tarde, tar­
de do dia, à tardinha” (em contraste com o termo
À TARDE 360 ABANDON
prõiy “cedo” , por exemplo, M t 20.1), é usado prati­
camente como substantivo em Mc 11.11 (literal­
mente, “sendo a hora o entardecer” ); Mc 11.19; 
13.35. Em Mt 28.1, é traduzido por “no Fim do”. 
Aqui. porém, o significado parece ser “depois” , um 
sentido no qual a palavra era usada por escritores 
gregos tardios. VcjaTARDE.<I Na Septuaginta, con­
sulte Gn 24.11; Êx 30.8; Jr 2.23; Is 5.11 -i
Nota: Em Lc 12.38, alguns manuscritos têm o 
adjetivo hesperinos, “de tarde” ou “de noite” (veja
A. n° 1), literalmente, “na vigília da tarde ou da 
noite”.
À VISTA DE
1. enõpion (èvufrnov) (quanto a esta palavra, veja 
ANTES, n° 9), tem o sentido de ”à vista de” em Lc 
12.6; 15.18; 16.15; A t 7.46; 10.33; 19.19; 1 Tm 
5.4,21; 2 Tm 2.14; 4.1; Ap 13.12. Esse sentido é 
mais apropriado na maioria dessas passagens, visto 
que dá o verdadeiro significado da palavra.
2. katenõpion (Karewómoi') (veja ANTES, n° 
10), em 2 Co 2.17 (em alguns textos) é traduzido 
por “na presença de”; em Cl 1.22, “perante”.
3. emprosthen (é|Lirpoc9ei') (veja ANTES, n° 
4). é encontrado cm Mt 11.26;Lc 10.21; 1 Ts 1.3.
4. enantion (^uarTÍoi') (veja ANTES, n° 5), á 
traduzido em At 7.10 por “ante".
5. enanti (êvai^ri) (veja ANTES. n° 6), é tradu­
zido em At 8.21 por “diante de” .
6. katenanti (KaTéwcnm) (veja ANTES, n° 8), é 
encontrado nos melhores textos em 2 Co 2.17 (“na 
presença de”); e também em 2 Co 12.19 (“peran­
te”).
ABA
Abba (aP 0 â) é uma palavra aramaica. encontra­
da em Marcos 14.36; Rm 8.15 e G14.6. Na Gemara 
(um comentário Rabínico sobre a Mishná, o ensino 
tradicional dos judeus) afirma-se que os escravos 
eram proibidos de se referir ao chefe da família com 
esse título. Aproxima-se ao nome pessoal, em con­
traste com “pai”, com a qual está sempre ligada no 
N.T. Isso provavelmente pelo fato de que, “ABBA” 
, tendo se tom ado praticamente um nome próprio, 
recebeu dos judeus gregos o acréscimo da palavra 
grega patêr, “pai” , da língua que usavam. “ABBA” 
é a palavra pronunciada pelas crianças, e denota 
confiança cega; “pai” expressa um entendimento 
inteligente do relacionamento. As duas palavras jun­
tas expressam o amor e a confiança inteligente da 
criança.
ABAIXAR-SE
A. Verbo.
tapeinoõ (tcitt€i vóto). “trazer para baixo, abat 
humilhar” , é traduzido em Lc 3.5 por “se abaixará 
Veja HUMILDE.
B. A djetivo.
tapeinos (TaTrcivóç) denota “de classe baixa, 
condição social baixa” , ocorre em Rm 12.16 (“ ' 
[coisas] humildes”). Veja CLASSE NOBRE. D 
CRETAR. HUMILDE. INFERIORIDADE. VIL.
C . S ubstan tivo .
tapeinõsis (TaTreívüXJi<;), “degradação, humil 
ção, condição social baixa”, é traduzida em Lc 1. 
por“humildade” ; em Tg 1.10, por “abatimento 
literalmente, “degradação”. Veja HUMILHAÇÃ
ABAIXO
katõ (icqtüj) significa: (a) “para baixo, para u 
posição inferior” (M t 4.6; Lc 4.9; Jo 8.6,8; At 20.9 
(b) “debaixo de, embaixo dc”, cm referência a lug 
(Mc 14.66); os reinos que jazem abaixo em contr 
te com o céu (Jo 8.23); a terra contrastada com 
céus (At 2.19); com heõs, “a” (M t 27.51; Mc 15.38
O grau comparativo, katõterõ, “abaixo de”, é usa ‘ 
em Mt 2.16. Veja DEBAIXO. POÇO DO ABI 
M O .l
ABANDONAR
A. Verbos.
1. kataleipõ (KOTaXcíttoj). forma fortalecida 
leipõ. “deixar”, significa: (a) “partir, deixar para trás 
(por exemplo, Mt 4.13); (ò) “deixar permanec 
reservar” (por exemplo. Lc 10.40); (c) “abando- 
(Mc 10.7; 14.52; L c5.28; 15.4; A t 6.2; E f5 .31 ;H b
11.27; 2 Pe 2.15). Veja DEIXAR, RESERVAR.
2. enkataleipõ (éyKaTaXcÍTTuj), formado de e. 
“em” , e o n° 1, denota: (a) “deixar para trás, deix 
entre, deixar sobreviver” (Rm 9.29); (b) “desis " 
abandonar, deixar em aperto ou desamparado”, di 
por Cristo ou acerca dEle (Mt 27.46: Mc 15.34;. 
2.27; 2.31, n° 1 em alguns manuscritos); dc home 
(2 Co 4.9; 2 Tm 4.10,16); por Deus (Hb 13.5); 
coisas, por cristãos — negativamente (Hb 10.25 
Veja DEIXAR.?
3. aphiemi (à<J>í m u ) tem, às vezes, o significa 
de “abandonar” (Mc 1.18; 14.50; Lc 5.11). Vej 
PERDOAR.
4. apotassõ (dTTordaoüj), primariamente, “pôr 
parte, rejeitar” (formado de apo. “dc. para fora dc” 
e tassõ, “organizar” ), é usado na voz de média, sie 
ni ficando: (a) “despedir-se” (por exemplo. Mc 6.46
ABANDONAR 361 ABISM O
(b) “renunciar, abandonar” (Lc 14.33, “renuncia a 
tudo quanto tem” ). Veja DESPEDIR-SE. ENVIAR. 
Nota (2) no final. RENUNCIAR. TOM AR. Nota 
(14).
B. S ubstan tivo .
apostasia (àTroaraoía), “apostasia, deserção, 
revolta", no Novo Testamento sempre diz respeito 
à deserção religiosa. É traduzido cm At 21.21 por 
“a p a rta rem -se” , lite ra lm en te , “(e n s in a s) [...] 
apostasia (de M oisés)” ; tam bém é usado em 2 Ts
2.3. Veja CAIR/fl
ABEN ÇO AR
A. Verbos.
1. eulogeõ (cvXoyéhi), literalmente, “falar bem 
de” (formado de eu, “bem”, e logos, “palavra” ), 
significa: (a) “ louvar, celebrar com louvores”, os 
quais são endereçados a Deus em reconhecimento 
da Sua bondade, com o anelo por Sua glória (Lc 
1.64; 2.28: 24.51,53; Tg 3.9): (b) “ invocar bênçãos 
em uma pessoa” (por exemplo, Lc 6.28; Rm 12.14).
O particípio presente passivo, “abençoado, louva­
do", é usado especificamente acerca de Cristo em 
M t 21.9; 23.39. c passagens paralelas; também ocorre 
em Jo 12.13; (c) “consagrar uma coisa com orações 
solenes, pedir a bênção de Deus sobre algo” (por
fcxem plo. Lc 9.16; 1 Co 10.16); (d ) “fazer prospe­
rar, fazer feliz, conceder bênçãos em”, é dito acerca 
de Deus (por exemplo, em At 3.26: G13.9; E f 1.3). 
Contraste com o sinônim o aineõt “ louvar”. Veja 
OUVAR.
2. eneulogeomai (cvcuXoYéonai), “abençoar”, é 
do na voz passiva (Al 3.25 e G1 3.8). O prefixo 
indica a pessoa sobre quem a bênção é conferida.1!
3. makarizõ (paicapiCuj), derivado de uma raiz 
V. que significa “grande, longo, comprido” , en­
trada também nas palavras makros, “longo”, e 
kos, “duração, comprim ento”, denota “pronun-
feliz, abençoado” (Lc 1.48 e Tg 5.11). Veja FE-
B. A djetivos.
1. eulogetos (eúXoYryróç). cognato de A. n° 1, 
r dizer “abençoado, louvado”, é aplicado somente 
,us (Mc 14.61 :L c 1.68; Rm 1.25; 9.5; 2 C o 1.3;
.31: E f 1.3; 1 Pe 1.3).? Na Septuaginta também é 
x ad o a homens (por exemplo, Gn 24.31; 26.29: 
7.14; Jz 17.2; Rt 2.20: 1 Sm 15.13).
2. makarios (jjLaicápioç), cognato de A, n° 3, é 
’o nas bem-aventuranças em Mt 5 e Lc 6, sendo 
retudo freqüente no Evangelho dc Lucas c en­
contrado sete vezes em Apocalipse (Ap 1.3; 14.13; 
16.15: 19.9; 20.6: 22.7,14). É dito duas vezes a 
respeito de Deus (1 Tm 1.11; 6.15). Nas bem- 
aventuranças, o Senhor indica não só as característi­
cas dos que são “bem-aventurados”, mas também a 
natureza do que é o bem mais sublime.
C . S ubstan tivos.
1. eulogia (eüXoYÍa). cognato de A. n° 1, lite­
ralmente. “ linguagem boa, louvor”, é usado acerca 
de: (a) Deus e C risto (Ap 5.12,13; 7.12); (b) a 
invocação de bênçãos, ação de graças (Hb 12.17; 
Tg 3.10); (c) o dar graças (1 Co 10.16); (d) uma 
bênção, um benefício concedido (Rm 15.29; G13.14; 
E f 1.3; Hb 6.7); uma dádiva em dinheiro enviada a 
crentes cm necessidade (2 Co 9.5,6); (e) no mal 
sentido, a linguagem capciosa (Rm 16.18, “ lison- 
ja s”, onde vem jun to com chrestologia, “ lingua­
gem aduladora” , term o que se relaciona com a es­
sência. ao passo que eulogia alude à expressão). 
Veja A BU ND ÂN CIA .!
2. makarismos (naK apiajióç), cognato de A, n°
3, “bem-aventurança” , indica uma atribuição dc bên­
ção em vez de um estado (Rm 4.6,9). Os crentes 
gálatas se contavam felizes por terem ouvido e rece­
bido o Evangelho. Será que eles tinham se esquecido 
d essa o p in ião? (G l 4 .15 ). Veja B EM -A VEN- 
TURA NÇA.1
Nota: Em At 13.34, o termo hosia, literalmente, 
“coisas santas”, foi traduzido por “santas (e fiéis) 
bênçãos”.
ABERTAMENTE
1. orthõs (ópTtüç), “corretam ente” (derivado de 
orthos, “retam ente”), é traduzido em Mc 7.35 por 
“perfeitamente” , acerca da fala restabelecida. Veja 
DIREITO.
2. parrhesia (T rappiiaía), “coragem, ousadia”, é 
usado adverbialmente em seu caso dativo e traduzi­
do por “abertamente” ou “claramente” em Jo 10.24;
11.14; 16.25. Em Jo 16.29, com a preposição en. 
literalmente, é “em ousadia”. Veja SER OUSADO, 
B (onde veja também “ousadia no falar” , 2 Co 3.12).
A BISM O
chasma (xciajia). cognato de chaskõ, “bocejar, 
escancarar-se”, é encontrado em Lc 16.26.1 Na Sep­
tuaginta, ocorre em 2 Sm 18.17. onde duas palavras 
são usadas com referência ao corpo de Absalão: 
bothunos. que significa “grande cova”, e chasma, 
“abismo escancarado ou precipício”, com uma cova 
profunda no fundo, na qual o corpo foi lançado.)
ABOLIR 362 ABRAÇAR
ABOLIR
kartageõ (KaTapyéco) . literalm ente, reduzir à 
inatividade (kata, “baixo”, argos, “inativo” ), é tra­
duzido “abolir” em Ef 2.15 e 2 Tm 1.10, na V.R. 
apenas em 1 Co 15.24. 26. É traduzida como “é 
abolida” na V.A. de 2 Co 3.13; a V.R. corrige para 
“estava desaparecendo” (m argem , “estava sendo 
desfeito” ). Nessa e em outras palavras similares, 
não está im plícita a perda da vida, mas sim. do bem 
estar.
A árvore infrutífera estava obstruindo o solo. 
tom ando-o inútil para o propósito de sua existên­
cia, Lc 13.7; a descrença dos judeus não poderia 
“invalidar" a fidelidade de Deus. Rm 3.3; a pregação 
do Evangelho não poderia tom ar sem efeito os man­
damentos morais da Lei. 3.31; a Lei não poderia 
tom ar a prom essa inválida, 4.14; G1 3.17; o efeito 
da identificação do crente com Cristo em Sua morte 
é tom ar o seu corpo inativo para o pecado, Rm 6.6; 
a morte do primeiro marido de uma m ulher a libera 
da lei do marido, isso é. desobriga a m ulher de seu 
estato com o esposa aos olhos da lei, 7.2; nesse sen­
tido. o crente foi livre da Lei. 7.6; Deus escolheu as 
coisas que não são “para reduzir a nada as que são", 
isto é, para apresentá-las inúteis aos propósitos 
práticos, 1 Co 1.28; os príncipes desse m undo são 
reduzidos a nada, i.é, a sabedoria deles se torna 
ineficiente, 2.6; o uso para o qual existe o estôm ago 
humano cessa com a morte do homem, 6.13; o co­
nhecimento, profecias, e tudo o que e cm parte “pas­
sará", I Co 13.8, 10, i.é, não terão valor algum de­
pois que seu uso tem porário se cumpra: quando o 
Apóstolo se tom ou um homem, ele não mais agiu 
com o um a criança, verso 11; Deus vai abolir lodo 
govem o, autoridade e poder, i.é, Ele vai tom á-los 
inativos, 1 Co 15.24; o último inimigo que será abo­
lido. ou reduzido à inatividade, é a morte, verso 26; 
a glória que brilhava no rosto dc M oisés “era m o­
mentânea”, 2 Co 3.7. sendo de especial significância
o caráter de transitoriedade dessa glória; o mesmo 
nos versículos 11.13; o véu sobre o coração de Isra­
el foi “abolido” por Cristo, verso 14; aquelesque 
buscam justificação pela Lei estão “desligados” de 
Cristo, são considerados inativos em relação a Ele. 
Gálatas 5.4; o efeito essencial da pregação da Cruz 
se tom aria inoperante pela pregação da circuncisão. 
5.11; pela m orte de C risto a barreira entre os Ju­
deus e os G entios foi abolida. E f 2.15; o Homem 
de Pecado é trazido a inatividade pela m anifesta­
ção da parousia do Senhor com Seu povo, 2 Ts 2.8: 
C risto tom ou a m orte inativa para o crente. 2 Tm
1.10. a m orte se tom ando o m eio de um a vida mais 
gloriosa com Cristo; o Diabo deve ser levado à 
inatividade através da morte de C risto, Hb 2 .14. 
Veja CESSA R. OCUPAR. DESTRUIR. FAZER, 
n. 7. SEM NENHUM EFEITO, NADA, PÔR, n. 
19, NULO. i
ABO M IN AÇÃ O. A BOM INÁVEL
A. A djetivos
1. athemitos ( 'a0é|iiT oç) ocorre em Atos 10.2 
“ilegal” e 1 Pc 4.3, “abominável” (a, “negativo’ 
themitos, um adjetivo de themis, “lei” ), portant 
“ ilegal” .V eja ILEGAL. 1
2. bdeluktos (06€Xuktóç), Tito 1.16 fala a re 
peito dos enganadores que professam conhec 
Deus. mas o negam por suas obras. 1
B. Verbo.
bdelussõ (0Ò€Xúoow): Veja ABORRECER, n. 2.
C . S u b stan tivo .
bdelugma O Ô^X uyjia), semelhante a A. n. 2
B. denota um objeto de desgosto, uma abominação. 
Essa palavra é usada em referência à imagem que 
será levantada pelo Anticristo. Mt 24.15: Mc 13.14 
daquilo que é altamente estim ado entre os home 
em contraste ao seu caráter real aos o lhos de De 
Lucas 16.15. A associação constante com a idol 
tria sugere que aquilo que é altam ente estim ado e 
tre os homens constitui um ídolo no coração hum 
no. Em Ap 21.27. é proibida a entrada na Cida 
Santa dos impuros, ou daqueles que “praticar- 
abominação e mentira". Também é usado sobre 
conteúdo do cálice de ouro na mão da mulher mali 
na descrita em Ap 17.4, e do nome designado a e’ 
no versículo seguinte.!
ABOMINÁVEL
athemitos (àÔéjuToç), forma recente de athemist 
(cognato de themis. “costume, direito”: no grego cl 
sico. “ lei divina” ), “contrário ao que é certo”, é \i°r 
em At 10.28 (neutro, “não é lícito”): 1 Pe 4.3 (“a 
minável”)-!
Nota: Quanto a 2 Pe 2.8. veja SEM LEI.
ABRAÇAR
1. aspazomai (àaTrá£op.ai) significa literalm 
te “puxar para si mesmo”, por conseguinte, “s- 
dar, cumprimentar, dar as boas-vindas”, o signifi 
do comum (por exem plo, em Rm 16, onde é us 
21 vezes). Tam bém significa “despedir-se” ( 
exemplo. At 20.1). Em geral, a “saudação” ou “ade 
era feito abraçando e beijando (veja Lc 10.4, q
ABRIR 364 ABUNDAR
aberto” (Jo 1.51); (b ) metaforicamente, falar livre­
mente (2 Co 6.11).
2. dianoigõ (ôtavoÍYU)), “abrir completamente” 
(formado de dia, “por”, elem ento intensivo, e o n° 
1), é usado: (a) literalmente (Lc 2.23; At 7.56. nos 
melhores manuscritos); (b) metaforicamente, em alu­
são aos olhos (Mc 7.34; Lc 24.31); às Escrituras 
(Lc 24.32; At 17.3); à mente (Lc 24.45. “entendi­
mento”); ao coração (At 16.14).!
3. agõ (ãyw), “levar” ou “guardar ou passar um 
dia“. é usado em At 19.38 (sobre "audiências” esta­
rem abertas, subentendido). Veja GUARDAR (2), 
Nota (2).
4. anaptussõ (àvaiTTÚoooi), “desenrolar” (for­
mado de ana. "para trás”, e ptussõ, “rolar” ), é en­
contrado em alguns manuscritos em Lc 4.17 (acerca 
do rolo de Isaías), e traduzido por “abriu” (veja o n° 
l ) . i
Notas: (1) Quanto a Hb 4.13. “estão patentes”, 
veja JAZER, n° 18.
(2) Em 2 Co 3.18, o verbo anakaluptõ, “desve­
lar, descobrir” , é traduzido por “descoberto”, o que 
consistentemente dá prosseguim ento à metáfora do 
véu que está posto sobre o coração de Israel.
(3) Em M c 1.10, o verbo schizõ, “rasgar” ou 
“dividir” , é traduzido por “abertos” , acerca dos céus.
(4) Quanto ao termo prodelos, encontrado em 1 
Tm 5.24, “manifestos”, veja EVIDENTE, A. n° 3.
(5) Quanto a Mc 7.34, “abre-te”, veja EFATÁ.
(6) Quanto a “recebei-nos (em vossos corações)”, 
que ocorre em 2 C o 7.2, veja RECEBER, n° 18.
B. S ubstan tivos.
1. anoixis (avo i^ iç), “abertura” (cognato de A. 
n° 1), é usado em E f 6.19. metaforicamente acerca 
da “abertura” da boca como em A, n° 1 (2), letra
2. ope (otttí), “abertura, buraco”, é usado em Tg
3.11 (“manancial”), acerca do orifício de uma fonte. 
Veja CAVERNA, COVIL, LUGAR.
A BR O LH O
tribolos (rpípoXoç) ocorre em Mt 7.16; Hb 6.8. 
Na Septuaginta, consulte Gn 3.18; 2 Sm 12.3; Pv 
22.5; O s 10.8. Contraste com ESPINHO.
A B SIN T O
apsinthos (cúJjivOoç) (em português, “absinto” ), 
planta amarga e nociva, que cresce em lugares deso­
lados, sugestiva figurativamente de “calamidade” 
(Lm 3.15) e injustiça (Am 5.7), é usado em Ap 8.11 
(duas vezes; na primeira pane como nome próprio).!
A B STER -SE, A BSTIN ÊN CIA
apechõ Çanéxu)) , segurar-se de (apo. “de”, 
echomai, a voz média de echõ, “ter”, i.é, manter-se 
de), no N.T., invariavelmente se refere a práticas 
malignas, morais e cerimoniais, A t 15.20,29; 1 Ts 
4.3; 5.22; 1 Tm 4.3: 1 Pd 2.11; o mesmo na Septu­
aginta em Jó 1.1; 2.3. Veja BASTAR, RECEBER-!
O bservação: O substantivo “abstinência” em 
Atos 27.2 a V.A., traduz asitia, “sem comida” , V.R. 
(a, “negativo, não”, sitos, “com ida"). Com pare 
asitos, “jejum ”, no versículo 33.!
ABUNDÂNCIA
1. eulogia (eúXoyía), “bênção”, tem o significa­
do de “generosidade, abundância” em 2 Co 9.5, que 
fala da oferta enviada pela igreja em Corinto aos 
irmãos necessitados na Judéia.
Nota: Em 2 Co 9.6, o advérbio “em abundância” 
é tradução da expressão ep ' eulogiais, literalmente, 
“com bênçãos”, quer dizer, que as bênçãos apare­
çam. Veja ABENÇOAR.
2. haplotes (ctTrXÓTqç), formado de haplous, “sim­
ples”, é traduzido em 2 Co 8.2 por “generosidade"; 
em 2 Co 9.11, por “beneficência” ; em 2 Co 9.13, 
por “liberalidade”. Da sinceridade de mente pro­
vém a “liberalidade”. O pensamento de sinceridade 
está presente em Rm 12.8; 2 Co 11.3; E f 6.5; Cl 
3.22. Veja LIBERALIDADE, SINGELEZA.!
3. charís (xópiç), “graça”, é traduzido por “dá­
diva”, em 1 Co 16.3, por metonímia, diz respeito a 
um presente material. Veja BENEFÍCIO, n° 3.
4. hadrotes (áòpÓTriç), literalmente, “gordura” 
(derivado de hadros, “espesso, bcm -desenvolvi- 
do”), é usado acerca de presente em dinheiro, em 2 
C o 8.20 (“abundância”).!
ABUNDAR
A. S ubstan tivos.
1. hadrotes (fa8pÓTT|ç), o qual, em 2 Co 8.20, em 
referência às dádivas da igreja em Corinto aos san­
tos pobres da Judéia, é traduzido por “abundância" 
(“generosa dádiva”. ARA), é derivado de hadros, 
“espesso, gordo, maduro, rico” (na Septuaginta é 
usado principalmente para aludir a ricos e podero­
sos, por exemplo. Jr 5.5). Quanto à oferta em 2 Co 
8.20, o pensamento é dar com abundância, uma oferta 
gorda, e não mera “abundância”.!
2. perisseia ( irep iaae ía ) , “medida excedente, 
algo acima do usual” , é usado quatro vezes: “a abun­
dância da graça” (Rm 5.17); “abundância do seu 
gozo” (2 Co 8.2); em 2 Co 10.15, diz respeito à
ABUNDAR 365 ABUNDAR
extensão da esfera do serviço do apóstolo Paulo 
através da comunhão prática dos santos em Corinto: 
em Tg 1.21, é traduzido m etaforicam ente por 
“acúmulo” com alusão à maldade. Uns o traduziri­
am por “resíduos”, “restos” ou “o que resta” . Veja
o n° 3.1
3. perisseuma (Trepíoaeuiia) denota “abundân­
cia*’ em forma ligeiramente mais concreta (2 Co 
8.13.14. onde representa as dádivas cm espécie pro­
vidas pelos santos). Em Mt 12.34 e Lc 6.45 é usado 
para designar “abundância” do coração: em Mc 8.8, 
aos pedaços de pão depois de alim entar a multidão 
“que sobejaram” (“restantes", ARA). Veja PERM A­
NECER (2)-! Na Septuaginta. consulte Ec 2.15.1
4. huperbole (VrreppoXií), literalm ente, “ lança­
mento além ” (formado de huper, “além ” ou “muito 
acima”, e ballõ. “lançar"), denota "excelência e gran­
deza excedente" do poder de Deus nos Seus servos 
(2 Co 4.7); acerca das revelações dadas a Paulo (2 
Co 12.7); com a preposição kata, a frase significa 
“excessivam ente” (Rm 7.13); “ainda mais excelen­
te” (1 Co 12.31); “sobremaneira” (2 Co 1.8: G 11.13); 
e, num a frase mais estendida, “mui excelente” (2 Co 
4.17). VejaSUPERAR. M ED IDA .!
B. Verbos.
1. perisseuõ (7Tcpiooeúa)). cognato de A, n^ 2 e
3, é usado de modo intransitivo para designar: (a) 
“exceder certo número ou medida, ter mais, restar” , 
os pedaços de pão depois de alimentar a multidão 
(cf. o termo perisseuma; Lc 9 .17; Jo 6.12.13); “existir 
cm abundância” : riqueza (Lc 12.15, 21.4), comida 
(Lc 15.17). Neste sentido, o verbo tam bém é usado 
para indicar consolação (2 Co 1.5); fala do efeito de 
uma dádiva enviada para atender a necessidade dos 
santos (2 C o 9.12); alegria (Fp 1.26); fala do que 
sucede ou o que em grande medida cai em sorte para 
alguém: a graça de Deus e o dom dado pela graça de 
Cristo (Rm 5.15); os sofrim entos de Cristo (2 Co
1.5). Em Mc 12.44 e Lc 21.4, foi traduzido pelo 
verbo “sobejar” ; (b) “redundar ou mostrar-se abun­
dantemente por algo” : os efeitos liberais da pobreza 
(2 C o 8.2); em Rm 3.7, em argumentação, diz res­
peito aos efeitos da verdade de Deus — se a veraci­
dade de Deus fica mais distinta e Sua glória é au­
m entada pela não veracidade do homem; fala do 
aumento numérico (A t 16.5); (c) “ser suprido com 
abundância, abundar em uma coisa” : bens materiais 
(Lc 12.15: Fp 4 .18); os dons espirituais (1 Co
14.12), ou “ser preeminente, exceder, estar moral­
mente em melhor situação” no que diz respeito a 
participar de certas carnes (1 Co 8.8: “nada nos
falta”); “abundar” em esperança (Rm 15.13); a obra 
do Senhor (1 Co 15.58); fé e graça (2 Co 8.7); ação 
de graças (Cl 2.7); andando para agradar a Deus (Fp 
1.9; 1 Ts 4.1.10); justiça (M t 5.20); o Evangelho na 
função de m inistrar justiça (2 C o 3.9, “excederá”).
É usado de modo transitivo no sentido de “ fazer 
abundar” , por exemplo, suprir alguém ricamente de 
forma que ele tenha “abundância”, por exemplo, da 
verdade espiritual (M t 13.12); o uso certo do que 
Deus nos confiou (M t 25.29); o poder de Deus em 
dar graça (2 Co 9.8: E f 1.8); “tom ar abundante” ou 
fazer exceder, por exemplo, o efeito da graça com 
respeito à ação de graças (2 C o 4.15): o Seu poder 
em nos “fazer abundar” em amor (1 Ts 3.12). Veja 
A U M EN TA R , BA STA N TE, E X C E D E R , M E ­
LHOR (2), PERM ANECER (2), SU PERA R.!
2. huperperisseuõ CuTrepTepiaaeúio), form a 
fortalecida do n° 1, significa “abundar excessiva­
mente” (Rm 5.20) na operação da graça; em 2 Co
7.4, na voz média, fala do gozo do apóstolo Paulo 
pelos santos. Veja ALEG RIA.!
3. pleonazõ (TiXeováCcu), derivado de pleion ou 
pleon, “mais” (m aior em quantidade), cognato dc 
p leõ , “en ch er” , s ig n ifica : (a ) no in transitivo , 
“superabundar” , por exemplo, em transgressão ou 
pecado (Rm 5.20); na graça (Rm 6.1; 2 Co 4.15): no 
fruto espiritual (Fp 4.17); no am or (2 Ts 1.3); em 
vários frutos (2 Pe 1.8); no ajuntamento do maná (2 
Co 8.15: “teve dem ais”); (b) no transitivo, “fazer 
aum entar” (1 Ts 3.12). Veja AUM ENTAR, G O ­
V E R N A R !
4. huperpleonazõ ( ‘inrcpuXeováCcü), form a 
fortalecida do n° 3, significando “abundar excessi­
vamente” , é usado em 1 Tm 1.14 para aludir à graça 
de D eus.!
5. plethunõ (ttXtjOlvio), forma alongada de plethõ, 
“encher”, cognato do n° 3 e de ptethos. “m ultidão”, 
significa “aumentar, multiplicar” , e, na voz passiva, 
“m ultiplicar-se” , por exem plo, a iniqüidade (Mt
24.12). Veja MULTIPLICAR.
Nota: O termo huperballõ. cognato de A, n° 4, 
“exceder, superar” , em E f 3.19 é traduzido por “ex­
cede” . Veja tam bém 2 C o 3.10; 9 .14 (“excelente”); 
E f 1.19 (“sobreexcelente”); E f 2.7 (“abundantes”). 
Veja EXCEDER, SUPERAR !
C . A djetivos.
I. perissos (Trepiaaóç)* cognato de B. n° 1, 
“abundante” , em Rm 3.1 é traduzido por “vanta­
gem ”, em 2 Co 9.1, por “não necessário” , ou seja 
“supérfluo” . Veja VANTAGEM, MAIS, B. n° 2, 
SUPÉRFLUO.
ABUNDAR 366 ACAUTELAR
2. perissoteros (rreptaaÓTCpoc;), sendo o grau 
comparativo do n° 1, é traduzido assim: em Mt 11.9; 
Lc 7.26; 12.48 e 1 Co 12.23.24. por “muito mais"; 
em Mc 12.40; Lc 12.4 e 2 Co 10.8, por “mais” ; e em
2 Co 2.7. por “dem asiada”. Veja DEM ASIADA. 
M AIOR. MAIS.
D. A dvérbios.
1. perissõs (irepiaow ç), correspondendo ao ad­
jetivo n° 1, acima, é encontrado em Mt 27.23; Mc 
15.14 (“mais”); Mc 10.26 (“ainda m ais”, ou seja. 
“fora de m edida” ); At 26.11 (“dem asiadam ente” ). 
Veja EXCEDER. B, n°4, MAIOR, MEDIDA, B. n° 
2.1
2. perissoteros (TrepiocJÓTcpoç), a forma adver­
bial do n° 2. acima, significa “mais abundantem en­
te” ; em Hb 2.1, literalm ente, “devemos dar atenção 
m ais abundantem ente” . É muito freqüente em 2 
Coríntios. Tambcm c encontrado cm 2 Co 11.23. 
Veja ANTES DE TUDO, EXCEDER, SO LICITU ­
D E .!
3. huperperissõs ('uTTCpTrepioaüiç), form a 
fortalecida do n° 1, significa “excedendo abundante­
mente” (M c 7.37).! "
4. huperekperissou ( 'uttc p€ kttc pi a ao ú ), forma 
ainda mais fortalecida; em E f 3.20, é traduzido por 
“ muito m ais abundantem ente”; em 1 Ts 3.10. por 
“abundantem ente” ; em 1 Ts 5.13, por “em grande” . 
Veja EXCEDER.!
Nota: O term o huperballontõs, cognato de A. n°
4, denota “acim a da m edida” (2 Co 11.23).!
5. plousiõs (irAouaíioc;), relacionado a ploutos, 
“ riquezas” , em Tt 3.6; Cl 3 .16e 1 Tm 6.17, é tradu­
zido por “abundantem ente” ; em 2 Pe 1.11, “am pla­
mente”. É usado para designar, (a) o dom do Espíri­
to Santo; (b) a entrada no Reino vindouro; (c) a 
habitação da Palavra de Cristo; (d) os bens m ateri­
ais. Veja RICO-1
Notas: ( 1 ) 0 term o dunamis, “poder” , é tradu­
zido em Ap 18.3 por “abundância".
(2) O termo polus, “m uito, muitos” , é traduzido 
em 1 Pe 1.3 por “grande".
(3) Quanto aos verbos plouteõ e ploutizô, veja 
RICO. ENRIQUECER.
(4) Q uanto aos term os ploutos, “riqueza” , e 
plousios, " n c o ', veja K1CO.
ABUSAR
A. Verbo.
katachraomai (K d T ax p áo iia i), literalm ente , 
“usar em dem asia" {kata, “para baixo” , prefixo in­
tensivo, e chraomai. “usar”), é encontrado em 1 Co
7.31 com referência ao uso que o crente faz do mun­
do. e em 1 C o 9.18. “abusar" ou “usar ao m áximo”. 
Veja USAR (2 ).!
B. S ubstan tiv o .
Q uanto ao substantivo arsenokoites, veja 1 Co
6.9 e 1 Tm 1.10.1
ACALENTAR
thalpõ (ÔáXittü) significa prim ariam ente “aque­
cer. suavizar pelo calor”, daí, “manter mom o”, como, 
por exemplo, os pássaros que cobrem os filhotes 
com suas penas (na Septuaginta, Dt 22.6); metafo^ 
ricamente, “alimentar com amor afetuoso, nutrir com 
cuidado am oroso” . O corre em E f 5.29. acerca de 
Cristo e a Igreja; em 1 Ts 2.7. acerca do cuidado dos 
santos em Tessalônica pelo apóstolo Paulo e seus 
companheiros, como a ama que acalenta (“cria” ) seus 
filhos .1
ACAUTELAR
1. blepõ OXéiTiü), “olhar, ver” , em geral im pli­
cando mais especificamente uma intenção, contem ­
plação cuidadosa, é usado em M t 24.4; Mc 4.24: 
13.5.9,23,33; Lc 8.18; 21.8; 1 Co 3.10; 8.9; 10.12; 
G15.15; Cl 2.8 (“tende cuidado” ); Cl 4.17; Hb 3.12. 
Veja ACAUTELAR-SE, CONTEM PLAR. JAZER, 
O LH A R . PE R C E B ER , PRESTAR ATENÇÃO, 
VER.
2. horaõ (ópdtü). “ ver”, normalmente expressan­
do o sentido da visão, é encontrado em Mt 16.6; 
18.10; M c 8.15; Lc 12.15; A t 22.26. Veja CON ­
TEM PLAR, VER.
3. prosechõ (npoaéxw ). literalm ente, “manter- 
se firme em ”, significa “virar-se para. voltar a aten­
ção para"; por conseguinte, “dar atenção a. aten­
der". É usado em M t 6 .1; Lc 17.3; 21.34; At 5.35; 
At 8.6,10.11; 16.14; 20.28; 1 Tm 1.4; 4.1; 4.13 
(“persiste"); T t 1.14; 2 Pe 1.19; Hb 2.1 (literalm en­
te, “dar atenção mais cuidadosa” ). Veja ACAUTE­
LA R-SE. A TENDER. DAR. PRESTA R ATEN­
ÇÃO.
4. epechò (c ttcx^), literalm ente, "segurar em ”, 
então, “dirigir para. dar atenção a”, é usado em At
3.5 (“olhou” ); 1 Tm 4.16 (“ tem cuidado” ). Veja 
ESTORVAR, M ARCAR, RETER.
Notas: (1) Em Lc 11.35. é encontrado o verbo 
skopeõo. “olhar” .
(2) O s n.os 2 e 3 são usados juntos em M t 16.6; 
os n.os 2 e 1. nessa ordem , em Mt 8.15; mas em Lc
12.15, a RC segue o n° 2 por “guardai-vos” (phulassõ, 
“guardar” ).

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