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FAZER ALVOROÇO 647 FAZER SOMBRA
por “al voroçais" em Mc 5.39 (Mt 9.23; At 17.5:20.10.) 
Veja ALVOROÇAR. ESTRONDO, PERTURBAR/J
Nota: Quanto ao substantivo correspondente, 
thorubos, veja ALVOROÇAR. TUMULTO.
FAZER INÚTIL
A. Adjetivos.
1. achreios (ò x p fío ç), “inútil" (cognato de 
chreia, "uso"), “improdutivo, inútil", ocorre em Mt
25.30 e Lc 17.10.) Na Septuaginta, consulte 2 Sm 
6.22.1
2. achrestos (ãxpTjaToç), “improdutivo, inú­
til, inservível” (cognato de chrestos, "útil"), é dito 
acerca de Onésimo (Fm 11), antiteticamente a 
euchrestos, “útil”, num trocadilho com o nome do 
escravo convertido (derivado de onesis, “provei­
to*’).)
Nota: O termo achreios é mais distintamente 
negativo que o termo achrestos, que positivamente 
sugere danoso, prejudicial, lesivo.
3. alusiteles (òXuaiTeXrjç). “nào vantajoso, não 
pagando a despesa envolvida” (cognato de lusiteles. 
“útil”), ocorre em Hb 13.17.)
4. anõpheles (àvü>4>£Xtíç), “não benéfico” ou 
“não útil" (formado de a. elemento de negação, n, 
elemento eufônico. e õpheleõ. “fazer bem, bene 
ficiar”), é encontrado em Tt 3.9 (“ inúteis” ); no 
neutro, usado como substantivo, é usado em Hb
7.18 (“inutilidade”), dito da lei que não realiza o 
que a “melhor esperança” pôde introduzir sozi­
nha.) Na Septuaginta. consulte Pv 28.3; Is 44.10; 
Jr 2.8.)
B. Verbo.
achreoõ ou achreioõ (dxpeóto ou dxp€Ío<jj), 
cognato de A. n° 1, "fazer inútil”, ocorre em Rm
3.12, na voz passiva (“se fizeram inúteis").)
FAZER MAL
A. Verbo.
adikeõ (áÒiKécu), cognato dos n.os 2 e 3, do ver­
bete INIQÜIDADE, significa “causar danos, preju­
dicar". Em Gl 4.12, é traduzido por "(nenhum) mal 
(me) fizestes”. Veja DANIFICAR.
B. Adjetivo.
Iiubristes (úppiaTiíç). “homem violento, inso­
lente" (cognato de C), é traduzido em Rm 1.30 por 
“injuriadores"; em I Tm 1.13, por “blasfemo”. Veja 
DESDÉM. INSOLENTE.
C. Substantivo.
hubris (i#piç). Veja DANO. A, n° 4.
A. Verbos.
1. agathopoieõ (070807701 coj), "fazer o bem" (for­
mado de agathos, “bom”, e poieõ, “fazer”), é usado 
acerca de: (a) tal atividade em geral (1 Pe 2.15. “fa­
zendo o bem”; 1 Pe 2.20: 3.6,17; 3 Jo 11); (b) “agir 
cm benefício de outrem (Mc 3.4; Lc 6.9,33,35).)
2. kalopoieõ (KaXoTroiéoj), “fazer o bem. fazer 
excelentemente, agir honradamente” (formado de 
kalos, “bom", e poieõ, “fazer”), ocorre em 2 Ts
3.13.) As duas partes da palavra ocorrem separa­
damente em Rm 7.21; 2 Co 13.7: Gl 6.9; Tg 4.17.
Notem: (1) A distinção entre os n.os 1 e 2 segue 
a distinção que há entre os termos agathos e kalos 
(veja BOM).
(2) Em Jo 11.12, é encontrado o verbo sõzõ (voz 
passiva, “estar salvo”).
B. Substantivo.
agathopoiia (ayaôorroiía), “bom procedimen­
to. boa conduta, boa ação. bem-fazer” (cognato de
A. n° 1), ocorre em 1 Pe 4.19. sendo traduzido por 
“fazendo o bem” )
C. Adjetivo.
agathopoios (òyaOoTioióç), “que faz o bem, be­
neficente”, é encontrado em 1 Pe 2.14, “os que fa­
zem o bem”, literalmente, “(os) bem-fazeres".)
FAZER SÁBIO
sophizõ (ao4>íÇü)), derivado de sophos, “sábio” 
(ligado etimologicamente com sophes, “gostoso”), 
na voz ativa significa “fazer sábio” (2 Tm 3.15; o 
mesmo se dá na Septuaginta. por exemplo, no SI
19.7 (**dá sabedoria aos símplices”; ou. “toma sá­
bio os bebês”); SI 119.98 (“me fazes mais sábio que 
meus inimigos”). Na voz média, significa: (a) “ficar 
sábio”; não é usado assim no Novo Testamento, 
mas é encontrado nesse sentido na Septuaginta (por 
exemplo, cm Ec 2.15.19: 7.17); (6) “bancar o sofis­
ta. tramar habilmente"; é usado com este significado 
na voz passiva em 2 Pe 1.16 (“seguindo fábulas 
artificialmente compostas”). Veja SÁBIO.)
FAZER SOMBRA
1. episkiazõ (éTTiaiaáçu)), "lançar sombra so­
bre” (formado de epi, “sobre”, e skia. “sombra”), 
“obscurecer, escurecer”, é usado para se referir a:
(a) a nuvem luminosa na transfiguração (Mt 17.5; 
Mc 9.7; Lc 9.34, “cobriu”); (b) metaforicamente, o 
poder do “Altíssimo" que “cobriu” a virgem Maria 
(Lc 1.35); (c) a sombra do apóstolo Pedro sobre os 
doentes (At 5 .IS)-!
FAZER O BEM
FAZER SOMBRA 648 FFBRF.
2. kataskiazõ (mracmáCi»), literalmente, “som­
brear para baixo”, é usado acerca dos querubins da 
glória que “faziam sombra” sobre o propiciatòrio 
(Hb 9.5).!
FAZER TENDAS
skenopoios ( c J K r | i 'O 7 7 0 t ó ç ) , adjetivo, “que faz 
tendas” (formado de skene. “cenda, barraca”, e 
poieõ, “fazer”), é usado em At 18.3.!
FAZER UM ESPETÁCULO
theatrizõ (CkaTpí^oj) significa “fazer um espetá­
culo” (derivado de theatron, “teatro, exibição, espe­
táculo”); é usado na voz passiva em Hb 10.33 
(“fostes feitos espetáculo*').!
FAZER-SE
1. prokoptõ (TrpoKÓTTtü) (quanto a este verbo, 
veja AVANÇAR), é usado em 2 Tm 3.13 (“irão”).
2. ginomai (ytvopai). “tornar-se”, é usado em 
Lc 13.19 (“fez-se"); Hb 11.34 (“se esforçaram”). 
Veja VIR. n° 12.
Nota: Este verbo faz parte da tradução de certos 
tempos de outros verbos; veja, por exemplo, CAN­
SADO. n° 2, CONCUPISCÊNCIAS, B, n.os 1 e 2. 
CONFIANÇA. B. n° 1. CORROMPER. A. n° 2. 
ENDURECER. INDIGNAR-SE (3), n° 1. FORTE
(1). B. n° 2, FRIO, C, SER OUSADO. A. n° 2, 
VELHO. D, n° 2.
FÉ
pistis ( ir ía n ç ) , primariamente, “persuasão fir­
me". convicção fundamentada no ouvir (cognato de 
peithõ, “persuadir”), sempre é usado no Novo Tes­
tamento acerca da “fé em Deus ou em Jesus, ou às 
coisas espirituais".
A palavra é usada com referência: (a) à confian­
ça (por exemplo. Rm 3.25 [veja Nota (4). mais 
adiante]; 1 Co 2.5; 15.14.17; 2 Co 1.24; Gl 3.23 
[veja Nota (5). mais adiante]: Fp 1.25: 2.17: 1 Ts 
3.2; 2 Ts 1.3; 3.2); (b) à fidedignidade, fidelidade, 
lealdade (por exemplo, Mt 23.23: Rm 3.3: Gl 5.22; 
Tt 2.10): (c) por metonímia, ao que é crido. o con­
teúdo da crença, a "fé" (At 6.7: 14.22: Gl 1.23;
3.25 |contraste com Gl 3.23, na letra “«”]; Gl 6.10; 
Fp 1.27; 1 Ts 3.10: Jd 3.20 [e talvez 2 Ts 3.2]); (d) 
à base para a “fé”, a garantia, a certeza (At 17.31); 
(é>) a um penhor de fidelidade, fé empenhada (1 Tm
5.12).
Os principais elementos da “fé" em sua relação 
com o Deus invisível, em distinção da “fé” no ho­
mem, são ressaltados sobretudo no uso deste subs­
tantivo e do verbo correspondente, pisteuõ. Tais 
elementos são: (1) uma firme convicção, produzin­
do um pleno reconhecimento da revelação ou da 
verdade de Deus (por exemplo, 2 Ts 2.11,12); (2) 
uma entrega pessoal a Ele (Jo 1.12); (3) uma condu­
ta inspirada por tal entrega (2 Co 5.7). Proeminên- 
cia é dada a um ou outro destes elementos dc acordo 
com o contexto. Tudo isso é posto em contraste 
com a convicção em seu exercício puramente natu­
ral. que consiste numa opinião mantida em boa “fé” 
sem a necessária referência à sua prova. O objeto da 
"fé" de Abraão não era a promessa de Deus (esta 
era a ocasião do seu exercício); a sua “fé” descansa­
va no próprio Deus (Rm 4.17.20.21). Veja ASSE­
GURAR. CRER. FIDELIDADE.
Notas: (1) Em Hb 10.23, ocorre o termo elpis. 
“esperança".
(2) Em At 6.8. os manuscritos mais autênticos 
têm charis, “graça", em lugar de pistis, “fé” (veja 
ARA).
(3) Em Rm 3.3. o termo apistia, "falta de fé. sem 
fc”, é traduzido por "incredulidade". Veja INCRE­
DULIDADE. O verbo apisteõ, nesse versículo, é 
traduzido por “foram incrédulos”.
(4) Em Rm 3.25. a palavra “fé” não deve ser 
vinculada à expressão "no seu sangue", como se a 
fé se baseasse no sangue (ou seja. na morte) de 
Cristo. A preposição en é instrumental; a “fé” des­
cansa na Pessoa viva: por conseguinte, uma vírgula 
deveria ser adequadamente colocada depois da pa­
lavra “fé” , separando-a da expressão “no seu san­
gue", que deve ser relacionada com a “propiciação". 
Jesus se tornou a propiciação no Seu sangue (ou 
seja. através da Sua morte no sacrifício expiatório 
pelo pecado).
(5) Em Gl 3.23, embora o artigo esteja antes da 
palavra "fé” no original, “fé” aqui deve ser conside­
rada como a letra "a" acima e como em Gl 3.22, e 
não como a lettra ‘V“. "a fé”: o artigo é simplesmente
o da menção repetida.
(6) Quanto à diferença entre o ensino de Paulo e
o dc Tiago sobre a “fé** e as obras, veja Notes on 
Galatians.de Hogg e Vine. pp. 117-1 i 9.
FEBRE
A. Substantivo.
puretos (TrupeTÓç). “calor febril” (derivado de 
pur. “fogo”), por conseguinte, “febre", ocorre em 
Mt 8 .15; Mc 1.31; Jo 4.52; At 28.8. Em Lc 4.38, 
com rnegas. "muita febre** (Lc 4.39). Lucas, como
FEBRE 649 FEITO POR MÃOS
médico, usa a distinção médica pela qual os anti­
gos classificavam as febres em grande e pequena 
(muita ou pouca).! Na Septuaginta. consulte Dt
28.22.1
B. Verbo.
puressõ (TTupcaatü) significa ‘estar doente com 
febre” (cognato de A), ocorre em Mt 8 .14: Mc 1.30.1
FECHAR (1)
1. kammuõ (»cannúü>), derivado por síncope 
(ou seja, por encurtamento e assimilação de / para 
m) de katamuô. ou seja. kata. “para baixo”, e muõ, 
de uma raiz mu-, pronunciado fechando os lábios, 
denota “fechar”, por conseguinte, “fechar os olhos” 
(Mt 13.15 e At 28.27. fala em cada lugar sobre a 
obstinação dos judeus em sua oposição ao Evange­
lho).!
2. ptussõ (Trrúaow). “dobrar, dobrar-se em dois”, 
é usado acerca de um rolo de pergaminho (Lc 4.20).!
II Contraste com o verbo anaptussõ, "abrir", que ocor­
re em Lc 4.17.1 
r Notas: (1) Quanto a “selado”, que ocorre em Ap
5.1, veja SELO.
(2) F.m Lc 9.36. o verbo sigaõ, “estar calado”, é 
traduzido por “calaram-se”.
FECHAR (2)
1. kleiõ (icXeíco) é usado acerca de: (a) coisas 
materiais (Mt 6.6; 25.10; Lc 11.7; Jo 20.19,26; At 
5.23; 21.30; Ap 20.3); figurativamente (Ap 21.25);
(b) metaforicamente, o Reino do Céu (Mt 23.13): o 
céu, com as conseqüências da fome (Lc 4.25; Ap
11.6); da compaixão (1 Jo 3.17, “o seu coração”); 
das bênçãos que provêm das promessas de Deus 
relativas a Davi (Ap 3.7): de uma porta para teste­
munho (Ap 3.8).!
2. apokleiõ (ánoKXetuí), “fechar rapidamente” 
(formado de apo, “para longe de”, e o n° 1), é usado 
em Lc 13.25 (“cerrar”) e expressa a impossibilidade 
de entrar depois de estar fechado.!
I 3. katakleiõ (KaraicXeíto), literalmente, “fechar” 
(o elemento kata tem, porém, um uso intensivo), 
significa “fechar em prisão” (Lc 3.20; At 26.10).! 
Na Septuaginta, consulte Jr 32.3.1
4. sunkleiõ (ctuykXéíw). Veja ENCERRAR.
FEITA
Nota: Esta palavra é inserida em 2 Co 2.6 para
l completar a frase; não há palavra correspondente 
no original grego, onde literalmente se lê: “esta re 
preensão, o (um) por muitos” .
FEITIÇARLA
A. Substantivos.
1. pharmakia ou pharmakeia (<J>apnctida ou 
<bcipnaKda) (em português, “farmácia”) significava 
primariamente “o uso de medicamentos, drogas, 
feitiços”: então, “veneno”; daí. “feitiçaria” (Gl 5.20. 
“feitiçarias”, mencionado como uma das “obras da 
carne”). Veja também Ap 9.21; 18.23.! Na Septua­
ginta. consulte Êx 7.11,22; 8.7,18; Is 47.9,12.1 Na 
“feitiçaria”, o uso de drogas, quer simples ou fortes, 
era geralmente acompanhado por encantamentos e 
invocações a poderes ocultos, com o fornecimento 
de várias palavras m ágicas, am uletos, e tc ., 
declaradamente designados a guardar o candidato 
ou paciente da atenção e poder de demônios, mas na 
verdade tinham o propósito dc impressionar o can­
didato com recursos e poderes misteriosos do feiti­
ceiro.
2. magia ou mageia (^cryía ou iiayçía). “a arte 
mágica”, é usado no plural em At 8.11. Veja FEITI­
CEIRO, n° 1.!
B. Verbo.
mageuõ (jia-yÉÚü), cognato de A. n° 2, “praticar 
magia”, é encontrado em At 8.9, “feitiçaria usada”), 
é usado como em A, n° 2, acerca dc Simão. o Mági­
co.!
FEITICEIRO
1. magos (fiáyoç) significa: (a) “aquele da casta 
da Média, mágico”; veja SÁBIO: (b) “mago. feiti 
ceiro, embusteiro de poderes de magia, mestre das 
artes da bruxaria”, é encontrado em At 13.6.8 (“en­
cantador” ), onde o Barjesus era o nome judeu, 
Hlimas, palavra árabe, que significa “sábio”. Por 
conseguinte, o nome Mago, “o mágico*', original 
mente aplicado aos sacerdotes persas. Na Septua­
ginta. só ocorre em Dn 2.2,10, acerca dos “astrólo­
gos” da Babilônia. A versão grega superior de Daniel 
feita por Teodócio também tem a palavra em Dn 
1.20; 2.27; 4.7; 5.7,11,15.!
2. pharmakos (<t>apnaKÓ<;). adjetivo que signifi­
ca “dedicado a artes mágicas”, é usado como subs­
tantivo, “feiticeiro”, especialmente aquele que usa 
drogas, poções, feitiços, encantos (Ap 21.8. nos 
melhores textos: alguns têm pharmakeus; Ap
22.15).!
FEITO POR MÃOS
1. cheiropoietos (xcipoTroírç-oç). “feito à mão”, 
acerca de trabalhos manuais humanos (formado de 
cheir, “mão", e poieõ. “fazer”), é dito acerca do Tem-
FEITO POR MÃOS 650 FERIR NA CABEÇA
pio em Jerusalém (Mc 14.58); de templos em geral 
(At 7.48; 17.24); negativamente, do Tabemáculo 
celestial e espiritual (Hb 9.11); do Santo Lugar no 
Tabernáculo terrestre (Hb 9.24); da circuncisão (Ef 
2.11 ).1 Na Septuaginta. acerca dos ídolos (Lv 26.1,30; 
Is 2.18; 10.11; 16.12; 19.1; 21.9; 31.7; 46.6VI
2. acheiropoietos (àxeipo7Toír)Toç), “não feito 
por mãos” (formado de a. elemento de negação, e o 
n° 1), é dito acerca de um templo terrestre (Mc 
14.58); do corpo da ressurreição dos crentes, meta­
foricamente, como uma casa (2 Co 5.1); metaforica­
mente, da circuncisão espiritual (Cl 2.11).! Esta 
palavra não é encontrada na Septuaginta.
FEITO
A. Verbos.
1. ginomai (yi w jicu), “tornar-se”. é. às vezes, 
traduzido primariamente pelo verbo “tornar-se. 
ser", e, às vezes, pela voz passiva do verbo "fazer" 
(por exemplo. Mt 9.16; 25.6; 27.24; Jo 1.3. três 
vezes; Jo 1.10,14; Jo 2.9; 8.33; Rm 1.3. "nasceu”; 
Rm 2.25; 10.20; 11.9; Gl 3.13; 4.4, "nascido” Iduas 
vezesJ; 1 Co 1.30; 3.13; 4.9,13; Ef 2 .13; 3.7: Fp 2.7, 
"se tornando” ; Cl 1.23.25; Hb 3.14; 5.5; 6.4; 
7.12,16.21,22.26; 11.3:Tg3.9; 1 Pe2.7).
2. keimai (K€Í^ai), "jazer, deitar”, é. por vezes, 
usado como a voz passiva de tithemi, "pôr”: é tra­
duzido em 1 Tm 1.9 por "é feita”, acerca da lei. 
onde uma tradução satisfatória seria "não é ordena­
da”.
Motas: (1) Em 2 Pe 2.12. o verbo gennaõ, "ge­
rar", na voz passiva, "nascer” , é traduzido por “fei 
tos” .
(2) Em Lc 3.5 (terceira declaração na ARA), o 
futuro de eimi, “ser” , é traduzido por "serão 
(retificados)”.
(3) Em At 16.13, o infinitivo de eimi, "ser", é 
traduzido por "haver (um lugar de oração)” .
B. Substantivo.
poiema (troínua), de onde em português, "poe­
ma”. denota "aquilo que é feito” (de poieõ, "fa­
zer” ), ocorre em Rm 1.20 (‘‘as coisas que estão cri­
adas11); Ef 2.10, (“feitura V I
FEL
chole (xoXii), palavra provavelmente relacionada 
com chloe, “amarelo”, denota “fel”: (a) literal (Mt 
27.34; cf. SI 69.21); alguns consideram que aqui a 
paiavra seja referência à mirra. por conta de Mc 15.23;
(b) metafórico (At 8.23). onde “fel de amargura" re­
presenta maldade extrema, produtiva de fruto mau.f
No Antigo Testamento, o termo é usado acerca de:
(a) uma planta caracterizada por amargura — prova­
velmente absinto (Dt 29.18; Os 10.4: Am 6.12): (b) 
como tradução da palavra hebraica mererah, “amar­
gura" (por exemplo, Jó 13.26); (c) como tradução do 
termo hebraico rõsh. “veneno” (Dt 32.32. "(uvas] de 
fel”). Em Jó 20.25, a vesícula de fel se refere ao re­
ceptáculo da bílis. Os antigos supunham que o vene­
no das serpentes ficava no fel (veja Jó 20.14).
FELIZ
A. Adjetivo.
makarios ( n a K á p i o ç ) . “bendito, bem-aventura­
do, santificado, feliz”, ocorre em Jo 13.17; At 26.2; 
Rm 14.22; 1 Pe 3.14:4.14. Também encontramos o 
comparativo em 1 Co 7.40 (“mais bem-aventura­
da”). Veja ABENÇOAR.
B. Verbo.
makarizõ (uaxapí£tú). “chamar bem-aventura- 
do” (Lc 1.48), é traduzido cm Tg 5.11 por “temos 
por bem-aventurados". Veja ABENÇOAR.*!
FÊMEA
thelus (Ôr^uç), adjetivo (derivado de thele, “seio, 
mama"), é usado na forma thelu (gramaticalmente 
neutra) como substantivo, “fêmea", em Mt 19.4: 
Mc 10.6; Gl 3.28; na forma feminina theleia. é tra­
duzido em Rm 1.26 por “mulheres" e. em Rm 1.27. 
por “mulher”. Veja MULHER.^
FERIDA
A. Substantivo.
trauma (xpaiva)- “ferida”, ocorre em Lc 10.34.Í
Nota: O termo plege, “soco, golpe", é usado em Lc
10.30 com o verbo epirithemi, “deitar em", literalmen 
te, “deitando socos em", traduzido por “espancando- 
o". Em Ap 13.3,12, o termo plege é usado com o caso 
genitivo dethanatos. "morte" (traduzido por "chaga 
mortal" em ambos os lugares), literalmente, "golpe de 
morte"; a tradução “ferida" não dá o significado com 
precisão: em Ap 13.14. é usado com o genitivo de 
machaira. “espada” (“ferida de espada").
B. Verbo.
traumatizo (rpaupaTÍ^tü). "ferir" (derivado de 
A), ocorre em Lc 20.12 e At 19.16.1
Nota: Em Ap 13.3, o verbo sphazõ, "matar", é 
traduzido por “ferida".
FERIR NA CABEÇA
keplialioô ou kephalaioõ (K€<J>aXio'u> ou 
K€<j>aXaiótu), derivado de kephalion. diminutivo de
FERIR NA CABEÇA 651 FERMENTO
kephale, em geral significava “resumir, submeter ü 
cabeça”; em Mc 12.4, é usado para aludir a “ferir na 
cabeça’*, o único lugar onde tem este significado.)
FERIR
1. pcitassõ (TrcrráacTüi), “bater, golpear, esmurrar, 
ferir**, é usado: (I) literalmente, acerca de dar um 
golpe com a mão, punho ou arma (Mt 26.3; Lc 
22.49.50: At 7.24; 12.7); (II) metaforicamente, acer­
ca de: (a) o julgamento imposto a Jesus (Mt 26.31; 
Mc 4.27); (b ) a inflição de doenças, feita por um 
anjo (At 12.23): pragas designadas a serem infligidas 
nos homens pelas duas testemunhas divinamente 
escolhidas (Ap 11.6): (c) o julgamento a ser execu­
tado por Jesus sobre as nações (Ap 19.15). sendo o 
instrumento a Sua Palavra, descrita como espada.)
2. tuptõ (tútttcu), “bater, golpear, esmurrar, fe­
rir”, é encontrado em Mt 24.49 (“espancar”); Mt 
27.30: Mc 15.19; Lc 6.29: 18.13: cm alguns textos, 
ocorre em Lc 22.64 (primeira parte: quanto à segun­
da parte, veja o n° 3); Ix 23.48: At 23.2: 23.3 (duas 
vezes). Veja BATER. n° 2.
3. paiõ (naíní) significa “bater, golpear, ferir": 
(íi) com a mão ou punho (Mt 26.68; Lc 22.64; veja
o n° 2); (b) com uma espada (Mc 14.47; Jo 18.10);
(c) com uma picada (Ap 9.5).
4. derõ (Òépto), “esfolar, pelar, bater *, cognato de 
derma, “pele”, é encontrado em Lc 22.63 (“ferindo- 
o”): Jo 18.23; 2 Co 11.20 (“fere”). Veja BATER. n° 1.
5. plessõ (TrXiíaaiu), cognato de plege. “praga, 
açoite, ferida", é usado figurativamente acerca do 
efeito sobre o sol. a lua e estrelas, depois que o anjo 
soar a quarta trombeta. na série de julgamentos divi­
nos sobre o mundo (Ap 8.12).)
6. rhapizõ (paTTÍ£w). primariamente “bater com 
vara" (rhapis, “vara”), então, “ferir a face com a 
palma da mão ou com o punho fechado”, é usado 
em Mt 5.39; 26.67 (“esbofeteavam”). Contraste com
o termo rhapisma, na Nota (2). mais adiante.)
7. kataballõ ( kq TapóXÀto), “lançar para baixo”, é 
traduzido em 2 Co 4.9 por “abatidos**. Veja LAN­
ÇAR. n° 8.
8. proskoptõ (TTpoaKÓTTTw), “bater em”, é tradu­
zido em Mt 7.27 por “combateram**. Veja BATER, 
n°6.
9. sphazõ (o4kíCio), “matar, assassinar”, é tradu­
zido em Ap 13.3 por “ferida de morte”. Veja MA­
TAR (1), MATAR (1).
Notas: (1) Em Mt 26.51. o verbo aphaireõ, “to­
mar para fora. levar embora, tirar”, é traduzido por 
fe rindo”.
(2) O substantivo rhapisma, “golpe”, no plural, 
como o objeto do verbo didõmi, “dar” , em Jo 19.3, 
é traduzido por “davam-lhe bofetadas”, literalmen­
te. “davam-lhe socos”; em Jo 18.22 (onde a frase é 
usada com o singular do substantivo), é traduzido 
por “deu uma bofetada”. A mesma palavra é usada 
em Mc 14.65, “davam-lhe bofetadas” . Veja BOFE­
TADA.^ Contraste com o n° 6. acima, em Mt 26.67.
FERMENTO
A. Substantivo.
1. zume (Cfyit)), “fermento, massa azeda, em alto 
estado dc fermentação”, era usado em geral para 
fazer pão. O processo exigia tempo para ser com­
pletado. Por conseguinte, quando era preciso fazer 
comida num curto espaço de tempo, faziam-se bo­
los sem fermento (por exemplo, Gn 18.6; 19.3; Êx
12.8). Os israelitas eram proibidos de usar “fer­
mento** durante os sete dias do período da Páscoa, 
para que se lembrassem de que o Senhor os tirou do 
Egito "apressadamente” (Dt 16.3. com Êx 12.11): o 
pão sem fermento, de gosto insípido, que também 
os lembrava das aflições sofridas e da necessidade 
de autocrítica, é chamado “pão da aflição”. O “fer­
mento" era proibido em todas as ofertas ao Senhor 
feitas por fogo (Lv 2.11; 6.17). Sendo produto da 
corrupção e espalhando-se pela massa na qual é 
misturado, e, portanto, simbolizando o penetrante 
caráter do mal. o “fermento” era totalmente incom­
patível com as ofertas que simbolizavam o sacrifí­
cio propiciatório de Cristo.
No Antigo Testamento, o “fermento” não é usa­
do cm sentido metafórico. No Novo Testamento, é 
usado: (a) metaforicamente acerca de: ( I ) a doutrina 
corrupta (Mt 13.33 e Lc 13.21), o erro que é mistu­
rado com a verdade (não há razão válida paia consi 
derar que aqui o símbolo é diferente de sua aplica­
ção em outros lugares do Novo Testamento); tam­
bém ocorre em Mt 16.6.11: Mc 8 .15 (primeira par­
te); Lc 12.1: o fato de o Reino dos Céus ser compa­
rado com “fermento”, não significa que o reino seja 
“fermento”. A mesma declaração, como ocorre em 
outras parábolas, mostra que é a parábola inteira 
que constitui a similitude do reino; a história da 
cristandade confirma o fato de que o alimento puro 
da doutrina de Cristo foi adulterado com o erro; (2) 
as práticas corruptas (Mc 8.15. segunda parte), a 
referência aos herodianos sendo especialmente apli­
cada à sua irreligião; também aparece cm 1 Co 5.7,8:
(b ) literalmente, em Mt 16.12. e nas declarações 
gerais cm 1 Co 5.6 c Gl 5.9, onde as aplicações
implícitas são à prática corrupta e à doutrina cor­
rupta, respectivamente.'!
B. Verbo.
zumoõ (£upcku) significa “fermentar, agir como 
fermento”, na voz passiva, ocorre em Mt 13.33 e 
Lc 13.21; na voz ativa, em 1 Co 5.6 c Gl 5.9.!
FERRO
A. Substantivo.
sideros (atòripoç), "ferro”, ocorre em Ap 18.12-1
B. Adjetivo.
sidereos (oiòr^peoç), “de ferro”, aparece em At
12.10, acerca de uma porta de ferro (Ap 2.27; 9.9; 
12.5; 19.15)1
FERRUGEM
A. Substantivos.
1. brõsis (Ppujoiç), “com ida” (cognato de 
bibrõskõ, “comer”), é usado metaforicamente para 
denotar “ferrugem” em Mt 6.19,20. Veja COMER.
B, n° I, MANJAR. MANTIMENTO.
2. ios (ióç), “veneno", denota “ferrugem” em Tg
5.3. Veja PEÇONHA.
B. Verbo.
katioõ (Kcmóto), forma intensiva de ioõ, “enve­
nenar” (cognato de A, n° 2), fortalecida pela prepo­
sição kata, “para baixo”, “enferrujar sobre”, e na 
voz passiva, “ser enferrujado sobre, enferrujar-se 
sobre”, ocorre em Tg 5.3 (“se enferrujaram”).! Con 
traste com o termo gangraina, “gangrena", que ocorre 
em 2 Tm 2.17 ("roerá como grande”).!
FESTA
A. Substantivos.
1. heorte (éopTq), “festa" ou “banquete”, é usa­
do: (a ) especialmente para aludir às festas judaicas, 
e, particularmente, à Páscoa; a palavra é encontrada 
principalmente no Evangelho de João (17 vezes); à 
parte dos Evangelhos, é usada deste modo somente 
em At 18.21; (b ) de modo mais geral, em Cl 2.16.
2. deipnon (òçíttvw ) denota: (a) “a principal 
refeição do dia”, o jantar ou a ceia, tomado à noite 
ou à noitinha; no plural ocorre em Mt 23.6; Mc 
6.21; 12.39; Lc 20.46; caso contrário, encontramos 
em Lc 14.12,16,17,24; Jo 12.2; 13.2,4; 21.20; 1 Co
11.21 (de uma refeição social); (b) “a Ceia do Se­
nhor” (1 Co 11.20); (c) “a ceia” ou “bodas” que 
celebrará o casamento de Jesus com a Sua Noiva 
espiritual, na inauguração do Seu Reino (Ap 19.9);
(d) figurativamente, o banquete ao qual as aves de 
rapina serão chamadas depois da derrota dos inimi­
FERMENTO 652
gos do Senhor ao término da guerra do Armagedom 
(Ap 19.17; cf. Ez 39.4.17-20). Veja C E IA !
3. doche (Òoxq), “festa de recepção, banquete” 
(derivado de dechomai, "receber” ), é encontrado em 
Lc 5.29; 14.13 (não é igual ao n° 2; veja Lc 14.12).!
4. gamos (yápoç), “casamento”, sobretudo “fes­
ta” de casamento (cognato de gameõ, “casar-se”); é 
usado no plural nas seguintes passagens: Mt 
22.2,3,4.9 (em Mt 22.11,12, é usado no singular, 
com relação às vestes de casamento); Mt 25 .10; Lc 
12.36; 14.8; nas seguintes passagens, significa o 
próprio casamento: Jo 2 .1,2; Hb 13.4; e. figurativa­
mente, em Ap 19.7. diz respeito ao casamento do 
Cordeiro; em Ap 19.9, é usado com relação à ceia. à 
ceia de casamento (ou o que chamamos dc “café da 
manhã"), não ao própriocasamento, como em Ap
19.7.
5. agape (d7 ÓTTr|), “amor”, é usado no plural em 
Jd 12, significando “festas de amor” ; na passagem 
correspondente, em 2 Pe 2.13. os manuscritos mais 
autênticos têm a palavra apate, no plural, “enga­
nos”.
Notas: (1) Em 1 Co 10.27, o verbo kaleõ, “cha­
mar", no sentido de convidar alguém para visitar 
sua casa: nos textos mais autênticos não há expres­
são separada que represente “a uma festa", como 
ocorre em alguns manuscritos, eis deipnon (n° 2).
(2) Em Mc 14.2 e Jo 2.23, encontramos o termo 
heorte (veja o n° 1).
(3) Quanto à expressão “Festa da Dedicação", i 
que ocorre em Jo 10.22, veja DEDICAR.
B. Verbos.
1. heortazõ (copTd^w), “guardar a festa” (cognato 
de A, n° 1), é traduzido em 1 Co 5.8 por “façamos 
festa” . Não se trata da Ceia do Senhor, nem é a 
Páscoa, mas tem referência à vida contínua do cren­
te como uma festa ou dia santo, em liberdade do 
"fermento da maldade e da malícia, mas com os 
asmos da sinceridade e da verdade"-!
2. suneuõeheõ (crweuwxéto), “entreter suntuo- 
samente com”, é usado na voz passiva, denotando 
“festejar suntuosamente com” (formado de sun, 
"junto”, e euõchia. “boa alegria, divertir-se ruidosa­
mente”), ocorre em 2 Pe 2 .13 e Jd 12.!
FESTAS DE AMOR
agape (ò YÓTrri) é usado no plural em Jd 12 (“fes­
tas de fraternidade". ARA), c, em alguns manuscri­
tos. em 2 Pe 2.13; “muitas autoridades antigas lêem 
“enganos* [apatais]". Estas festas de amor surgiram 
das refeições comuns das igrejas primitivas (cf. 1
FESTAS DE AMOR
FESTAS DE AMOR 653 FICAR
Co 11.21). Pode ser que tenham tido esta origem 
nas refeições particulares das casas judaicas, com a 
adição da observância da Ceia do Senhor. Havia, 
porém, refeições comuns semelhantes entre as 
fraternidades religiosas pagàs. O mal tratado cm 
Corinto foi aumentado pela presença de pessoas 
imorais que degradaram as festas em festas licenci- 
osas, como as mencionadas em 2 Pedro e Judas. Em 
tempos mais recentes, o agape foi separado da Ceia 
do Senhor.
FIADOR
enguos (è'7 yuoç), substantivo, significa prima­
riamente “fiança”, a fiança que pessoalmente res­
ponde por alguém, quer com sua vida ou com sua 
propriedade (deve ser diferenciado de mesites, “me­
diador”); é usado em Hb 7.22: “(de tanto melhor 
concerto Jesus foi feito) fiador”, referindo-se ao 
caráter permanente e imutável do sacerdócio de 
Melquisedeque, por cuja razão Sua fiança é estabe­
lecida pelo juramento de Deus (Hb 7.20,21). Na 
função de Fiador, Ele é a garantia pessoal dos ter­
mos do novo e melhor concerto, assegurado com 
base em Seu sacrifício perfeito (Hb 7.27).(I
FIAR
nethõ (i»é0w), “fiar”, é encontrado cm Mt 6.28 e 
Lc 12.27, acerca dos lírios do campo (veja LÍRIO).^
FICAR INCHADO
pimpremi ( ttí ( iT T p n p .i) , primariamente, “soprar, 
queimar”, mais tarde veio a denotar “fazer inchar” , 
e, na voz média, “ficar inchado” (At 28.6).(|| Na 
Septuaginta, consulte Nm 5.21,22.27/1]
Nota: Uns, relacionando a palavra prenes, que 
ocorre cm At 1.18, com o verbo pimpremi, dão o 
significado de “intumesccr-sc”. Veja PRECIPITAR.
FICAR MELHOR
echõ (éxw), kompsoterion ( K o p n a o T e p t o i ' ) . li­
teralmente, “ter mais finamente”, ou seja. “ficar 
melhor", é usado em Jo 4.52. A última palavra na 
expressão é o comparativo de kompsos, “elegante, 
agradável, bom”.!
FICAR
A. Verbos.
I. menõ (|iéi>»u), usado para designar: (a) lugar 
(por exemplo. Mt 10.11), metaforicamente (1 Jo
2.19), é dito acerca de Deus (1 Jo 4.15); de Jesus (Jo 
6.56); 15.4, etc.); do Espírito Santo (Jo 1.32,33;
14.17); dos crentes (Jo 6.56; 15.4; 1 Jo 4.15, etc.); 
da Palavra de Deus (1 Jo 2.14); da verdade (2 Jo 2, 
etc.); (b) tempo; é dito acerca dos crentes (Jo 
21.22,23; Fp 1.25; 1 Jo 2.17); de Cristo (Jo 12.34; 
Hb 7.24); da Palavra dc Deus (1 Pe 1.23); do peca­
do (Jo 9.41); de cidades (Mt 11.23; Hb 13.14); de 
prisões e aflições (At 20.23); (c) qualidades; fé, es­
perança, amor (1 Co 13.13); o amor de Cristo (Jo
15.10); as tribulações (At 20.23); o amor fraterno 
(Hb 13.1); o amor de Deus (1 Jo 3.17); a verdade (2 
Jo 2).
É traduzido por "permanecer” (Jo 8.31; 15.9; 1 
Tm 2.15; 2 Tm 2.15; Hb 7.24; 13.14; 1 Jo 2.24), 
"ficar” (Jo 2.12). Contraste com o substantivo mone, 
mais adiante. Veja CONTINUAR. ESTAR, HABI­
TAR. PERMANECER (1), PERMANECER (2), 
SUPORTAR (2).
2. epimenõ (émjiévw), “habitar em, ficar em. 
permanecer”, é forma fortalecida de menõ (epi, pre­
fixo intensivo), às vezes indicando perseverança em 
continuar, quer no mal (Rm 6.1; 11.23). quer no 
bem (Rm 11.22; 1 Tm 4.16). Veja CONTINUAR, 
PERMANECER (1).
3. katamenõ (KaTapévtu), formado de kata, “para 
baixo” (prefixo intensivo), e o n° 1. é usado em At
1.13. A palavra pode significar “residência perma­
nente”, mas é mais provável que indique “estância 
freqüente”. Em 1 Co 16.6. denota “esperar”.1#
4. paramenõ (TTapapewo), “permanecer ao lado 
de” (formado de para , “ao lado de” e o n ° l), “conti­
nuar perto”, veio a significar “continuar”, por exem­
plo, negativamente, acerca dos sacerdotes levitas 
(Hb 7.23). Em Fp 1.25, o apóstolo Paulo usa o 
verbo simples menõ e o composto paramenõ (al­
guns manuscritos trazem sumparamenõ) para ex­
pressar sua confiança dc que ele “ficará” e “conti­
nuará ficando” com os santos. Em 1 Co 16.6, alguns 
manuscritos têm esta palavra. Em Tg 1.25, fala da 
continuação firme na lei da liberdade. Veja CONTI­
NUAR.
5. hupomenõ (ÚTropévto), literalmente, “ficar 
embaixo” (formado de Impo, “embaixo” , e o n° 1), 
significa “permanecer num lugar em vez de deixá-
lo, ficar para trás” (por exem plo, Lc 2.43; At 
17.14); ou “perseverar” (Mt 10.22; 24.13; Mc
13.13); em cada uma destas últimas referências é 
usado com a expressão “até ao fim” ; ou “suportar 
com coragem e confiança” (por exem plo, Hb
12.2,3,7), sugerindo resistência sob o que seria 
penoso. Veja também Tg 1.12; 5.11; 1 Pe 2.20. 
Contraste com o verbo makrothumeõ, “ser paci­
FICAR 654 FIEL
ente”. Veja PERMANECER (1), SOFRER. SU­
PORTAR (2). TOMAR. Noras (12).
6. prosmenõ (T rp o o p é vc o ). “ficar ainda mais um 
pouco, continuar com” (formado de pros, “com”, c
o n° 1), é usado para indicar: (a ) lugar (Mt 15.32; 
Mc 8.2; At 18.18; 1 Tm 1.3); (/?) metaforicamente, 
"mantendo-se fiel a uma pessoa” (At 11.23) e indi­
ca lealdade persistente; continuar numa coisa (At 
13.43; I Tm 5.5). Veja CONTINUAR. PERMA­
NECER (1). UNIR.! Na Septuaginta, consulte Jz
3.25.1
7. diatribõ (òiarpíptu), literalmente, "usar esfre­
gando. gastar” (formado de dia, "por”, e tribõ, “es­
fregar"). quando usado para aludir a tempo, ‘'gastar 
ou passar tempo, ficar", é encontrado duas vezes no 
Evangelho de João (Jo 3.22. “estava”; 11.54. ' anda­
va"); em outros lugares, ocorre só em Atos. oito ve­
zes (At 12.19; 14.3.2S; 15.35; 16.12; 20.6; 25.6,14). 
Veja CONTINUAR. PERMANECER (l) .f
8. anastrephõ (àraüTpccjx i), é usado uma vez 
no sentido de “estar" (Mt 17.22), denota “compor­
tar-se. viver certo modo de vida”; aqui o manuscrito 
mais fidedigno traz o verbo sustrephomai. “viajar 
por a r. Veja COMPORTAR-SE. COSTUME (1). 
PASSAR. SUBVERSÃO, VIVER. VOLTAR.
9. aulizomai (aúAíçopcn). "hospedar” , original­
mente "hospedar no aule ou pátio", é dito acerca de 
pastores e rebanhos; por conseguinte, passar a noi­
te ao ar livre, como fez o Senhor (Lc 21.37); "hos­
pedar-se numa casa", como quando dc Sua visita a 
Betânia (Mt 21.17).!
10. agrauleõ (áypavkéir>). "hospedar ou alojar 
num aprisco no campo” (formado dc agros. "cam­
po". e aule. "aprisco"), é usado em Lc 2.8/jj Veja 
ALOJAR.
11. histemi (laTrjpi), "ficar, fazer ficar”, é tradu­
zido por "firmar”, em Jo 8.44; "permanecer”, cm 
At 26.22. Esta palavra indica fidelidade e estabili­
dade. Em At 7.60. é traduzida por "imputar”. Veja 
APRESENTAR. CARGA. COLOCAR. ESTABE­
LECER. ESTANCAR. ESTAR. NOMEAR. RE­
TER (1).
12. poieõ (ttoiciü). "fazer”, é usado para desig­
nar gastar tempo ou permanecer num lugar (At 15.33;
20.3); em 2 Co II .25. é traduzido por "passei (uma 
noite e um dia)”; em Tg 4.13. “passaremos um ano”,assim como em Mt 20.12 (em Ap 13.5 "continuar” 
é talvez a melhor tradução).
B. Substantivo.
nume ( n o r q ) . "habitação” (cognato do n° 1). é 
encontrado em Jo 14.2 ("moradas” ): Jo 14.23.‘H
FIDELIDADE
Nota: Esta palavra é corretamente traduzida em 
Rm 3.3 (“fidelidade”). Em Gl 5.22. a ARA corrige 
“fé” (ARC) por “fidelidade”. Veja FÉ.
FIEL
1. pisios ( " ia ió ; ) r adjetivo verbal, cognato de 
peithõ (veja FÉ), é usado em dois sentidos: ia) na 
voz passiva, “fiel, ser de confiança, fidedigno”, dito 
acerca de Deus (por exemplo, 1 Co 1.9; 10.13; 2 Co 
1.18; 2 Tm 2.13; Hb 10.23; 11.11; 1 Pe4.19; I Jo
1.9); de Jesus (por exemplo. 2 Ts 3.3; Hb 2.17; 3.2; 
Ap 1.5; 3.14; 19.11): das palavras de Deus (por 
exemplo. Al 13.34; 1 Tm 1.15; 3.1; 4.9; 2 Tm 2.11; 
Tt 1.9; 3.8; Ap 21.5: 22.6); dos servos do Senhor 
(Mt 24.45: 25.21.23: At 16.15; 1 Co 4.2.17: 7.25; 
Ef 6.21: Cl 1.7; 4.7.9; I Tm 1.12: 3 .11: 2 Tm 2.2; 
Hb 3.5: 1 Pe 5.12: 3 Jo 5; Ap 2.13; 17.14): dos 
crentes (Ef 1.1; Cl 1.2);(£)na voz ativa, significan­
do "crer. confiar, contar com" (por exemplo. At
16.1. no feminino: "crente"; 2 Co 6.15; Gl 3.9, que 
parece ser melhor considerado neste aspecto, visto 
que o contexto põe em relevo a "fé” de Abraão em 
Deus c não na "fidelidade" do profeta). Em Jo 20.27.
o contexto requer o sentido da voz ativa, já que o 
Senhor está reprovando Tomé por sua falta de “fé”. 
Veja o n° 2.
Com respeito a crentes, às vezes eles são referidos 
no sentido da voz ativa, às vezes, na \oz passiva, ou 
seja. às vezes, como crentes, às vezes, como “crentes, 
fiéis” < veja On Galatians. de Lightfoot. p. 155).
Nota: Em 3 Jo 5. “procedes fielmente" (ARC), 
dá o sentido, mas não é exato como tradução. A 
tradução literal: “Tu fazes [poieõ] uma coisa fiel. 
seja no que for que tu trabalhas [ergacõ]” . não seria 
boa versão. Fazer um trabalho “fiel” é fazer o que é 
digno de um homem "fiel”. VVestcott sugere a tradu­
ção: "Tu te asseguraste [piston]. seja no que for que 
tu trabalhas" (ou seja. não perderá a recompensa). 
A mudança entre poieõ. "fazer”, e ergazõ. “traba­
lhar”, deve ser mantida. Contraste com Mt 26.10 
(ergazõ e ergon).
2. apistos (àTucToc;) é usado com significados 
um tanto quanto paralelos ao n° 1: (a) “indigno de 
confiança” (formado de a. elemento de negação, e o 
n° I ). nào merecedor de confiança ou crença, é dito 
acerca de coisas "incríveis” (At 26.8): (b) “incrédu­
lo. descrente, desconfiado”, usado como substanti­
vo. "incrédulo, infiel" (Mt 17.17; Mc 9.19; Lc9.41; 
12.46: Jo 21.27; I Tm 5.8; Tt 1.15: Ap 21.8). A 
palavra é muito freqüente em 1 e 2 Coríntios. Veja
FIEI. 655 FIGURA
CRER. INCRÍVEL. INFIEL. Na Septuaginta. con­
sulte Pv 17.6: 28.25: Is 17.10.1
FIGO
1. sukon (c t ü k o i ’ ) denota “o fruto maduro de uma 
suke. figueira” (veja FIGUEIRA: cf. o n° 2). ocorre 
em Mt 7.16; Mc 11.13: Lc 6.44; Tg 3.2.1
2. olunthos (òÀinOoç) denota “figo verde”, que 
cresce no inverno e. em geral, cai na primavera (Ap
6.13)/H Na Septuaginta. consulte Ct 2.13.1
FIGUEIRA BRAVA
sukomorea (ouKO|iOp€a) ocorre em Lc 19.4 
(“sicômoro”. ARA)-1 Esta árvore é da espécie da 
figueira, com folhas como as da amoreira e frutos 
como as da figueira. É um pouco menor em altura 
que a amoreira e se alastra cobrindo uma área de 18 
a 24 metros de diâmetro. É plantada freqüentemen­
te às margens dc estradas, e era satisfatória para a 
finalidade de Zaqueu. Assentado nos galhos mais 
baixos, ele facilmente encontrava-se dentro da dis­
tância da fala de Jesus.
FIGUEIRA
suke ou sukea (auicfj ou cruicéa), “figueira", é 
encontrado em Mt 21.19-21: 24.32: Mc I 1.13,20. 
21; 13.28: Lc 13.6.7; 21.29: Jo 1.48.50: Tg 3.12; 
Ap 6.13 (veja sukon. no verbete FIGO).1
Nota: Uma figueira com folhas já deve ter frutos 
tenros, ou será estéril ao longo da estação. Em Isra­
el. os primeiros figos amadurecem em fins de maio 
ou começo de junho. A árvore mencionada em Mc
11.13 já deveria ter fruto, verde na verdade, mas 
existente. Em algumas regiões, as “figueiras” davam 
os primeiros frutos debaixo das folhas e os últimos 
frutos, acima delas. Nesse caso, as folhas eram sinal 
de que deveria haver fruto, escondidos de longe, 
debaixo das folhas. A condenação desta figueira en­
contrava-se na ausência de qualquer sinal de fruto.
FIGURA (1)
A. Substantivo:».
1. eidos (eíóoç). "aquilo que é \ isto. aparência", 
é traduzido em Lc 9.29 por "aparência", acerca do 
semblante do Senhor na transfiguração. Veja APA­
RÊNCIA e Nota no verbete IMAGEM. n° I.
2. prosõpon (“ póoioiTov). “face. semblante” , é 
traduzido em Tg 1.11 por “aparência”, a respeito 
da flor da erv a. Veja SEMBLANTE. Contraste com 
Tg 1.24. “de como era", que é tradução de hopoios, 
“de que tipo”.
3. schema (axniia). "figura, forma, configuração, 
aspecto" (cognato de echõ. "ter”), é traduzido em 1 
Co 7.31 por “aparência", acerca do mundo, que sig­
nifica aquilo que inclui o modo de vida. açòes. etc., da 
humanidade em geral: em Fp 2.8. é usado acerca do 
Senhor no fato de Ele ser encontrado “na forma" de 
homem, e significa o que Ele era à vista dos homens, 
“o modo e a forma exteriormente perceptíveis de Sua 
existência, da mesma maneira que as palavras prece­
dentes morphe, "forma”, e homoiõma, “semelhan­
te", descrevem o que Ele era em Si mesmo como 
Homem” (Gifford, On The Incamation, p. 44). “Os 
homens viam em Cristo uma forma, procedimento, 
linguagem, ação. modo humanos de vida. I...] em ge­
ral, o estado e relações de um ser humano, de maneira 
que no modo da Sua aparência Ele se fez conhecido e 
foi reconhecido como homem” (Meyer).
4. tupos ( t ú t t o ç ) . "tipo. figura, exemplo”, é tra­
duzido em At 7.44 por "modelo”, dito acerca do 
Tabcmáculo. Veja MODELO.
B. Advérbio.
houtõs (o í 'T io < ; ) . "assim, então, deste modo”, 
ocorre em Mc 2.12. Veja ASSIM ( I ). ASSIM (2). 
ATÉ MESMO. n° 5. IGUALMENTE, MODO. O 
QUE.
C. Verbos.
1. metaschematizõ (}iÇTaaxniiaTiC^)- “mudar 
na forma ou na aparência" (formado de meta. “se­
gundo”. aqui implicando mudança, schema. veja A. 
n° 3), é traduzido em Fp 3.21 por "transformará", 
em referência aos corpos dos crentes quando forem 
transformados ou levados à vinda do Senhor: em 2 
Co 11.13.14.15. pelo verbo “transfigurar", acerca 
de Satanás e seus ministros humanos, os falsos após­
tolos: cm 1 Co 4.6. é usado à guisa de dispositivo 
retórico, com o significado de transferir por figura. 
Veja MUDAR. TRANSFORMAR.!
2. suschematizõ (<jujxiW1o t íC<*>). "dar a mesma 
figura ou aparência conforme, conformar" (formado 
de sun. "com", e schema: cf. o n° 1), usado na voz 
passiva, significa “moldar-se. ser moldado” (Rm 
12,2; 1 Pe 1.14). Veja CONFORMAR.'!
Nota: Em Rm 12.2, ser exteriormente “confor­
mado” segundo as coisas desta era é posto em con­
traste com ser "transformado" (ou transfigurado) 
interiormente pela renovação dos pensamentos atra­
vés do poder do Espírito Santo. Distinção seme­
lhante é válida em Fp 3.21; o Senhor “transforma­
rá" ou mudará exteriormente o corpo de nossa hu­
milhação. e o "conform ará" em sua natureza 
(summorphos) ao corpo da Sua glória.
FIGURA 656 FILHA
D. Adjetivo.
summorphos (aúpuopcboq). “tendo igual forma 
com" (formado de sun, “com", e morphe. “forma” ), 
é usado em Rm 8.29 e Fp 3.21. Veja CONFOR­
M AR/!
FIGURA (2)
A. Substantivos.
1. tupos (túttoc;) é traduzido em Tt 2.7 por 
“exemplo”; em Hb 8.5. por ‘modelo". Veja MO­
DELO.
2. hupotupõsis (ÚTrOTÚTTüKJiç) é trad u z id o em 1 
Tm 1.16 por “exemplo”: em 2 Tm 1.13. por "mode­
los”. Veja FORMA. MODELO-f
3. hupodeigma (úiróSctyiia) é traduzido em Hb 
9.23 por “figura". Veja CÓPIA.
B. Adjetivo.
ontitupos (ch'7iTÚ7Toç) é traduzido em Hb 9.24 
por “figura”. Veja FIGURA (2). n° 2.
FIGURA (3)
1 . tupos ( t ú t t o c ) . “tipo. figura, padrão”, é tradu­
zido em At 7.43 por “figuras" (ou seja. representa­
ções de deuses); em At 7.44. por “modelo", e em 
Rm 5.14. alude a Adão como “figura" de Cristo. 
Veja MODELO.
2. antirupos ( à i m tuttoç), adjetivo, usado como 
substantivo, denota, literalmente, “um revide”:me­
taforicamente. “resistente, adverso”; portanto, num 
sentido passivo, “revidado”: no Novo Testamen­
to. metaforicamente, “correspondendo a”: (a ) có­
pia de um arquétipo (anti, “correspondendo a", e 
o n° 1), ou seja, o evento, pessoa ou circunstância 
que corresponde ao tipo (Hb 9.24. acerca do Ta- 
bernáculo que. com sua estrutura e pertences, era 
um padrão do “lugar santo", o “próprio Céu", “o 
verdadeiro", no qual Jesus entrou “para agora com­
parecer. por nós, perante a face de Deus” ). O Ta- 
bernáculo terreno representava antecipadamente o 
que hoje é tornado bom em Cristo: era uma “figu­
ra" ou “parábola" (Hb 9.9) “para o tempo presen­
te", ou seja, apontando para o tempo presente, c 
não “para o tempo então presente" (veja mais adi­
ante): (b) “um tipo correspondente” (1 Pe 3.21, 
dito acerca do batismo): as circunstâncias do dilú­
vio, a arca e seus ocupantes, formavam um tipo. e 
o batismo forma “um tipo correspondente" (não 
um antítipo). cada um apresentando as realidades 
espirituais da morte, sepultamento e ressurreição 
dos crentes em sua identificação com Cristo. Não 
se trata de um caso de tipo e antítipo. mas de dois
tipos: em Gênesis, o tipo. e o batismo, o tipo cor- 
respondente.1
3. parabole (uapa(k>Xr|). “arremesso ou coloca­
ção lado a lado" (formado de para. “ao lado de", e 
ballò. “lançar") com vistas à comparação ou seme­
lhança. uma parábola, é traduzido em Hb 9.9 por 
“alegoria", e em Hb 11.19. por “figura", onde o re­
torno de Isaque era (parabolicamente. no sentido 
literal do termo) figurativo da ressurreição. Veja o n°
2, letra “a ” . Veja PARÁBOLA.
Notas: ( 1 ) 0 substantivo sinônimo hupotupõsis, 
“exemplo, padrão", que aparece em 1 Tm 1.16: 2 
Tm 1.13. denota simplesmente uma delineação ou 
esboço.f
(2) Quanto ao termo metaschematizõ. que apa­
rece em 1 Co 4.6 (“semelhança”), onde o fato decla­
rado é designado a mudar sua aplicação, ou seja, de 
Paulo e Apoio às circunstâncias em Corinto. veja 
FIGURA ( I ).
FILACTÉRIO
phulakterion (4>uXaKTrjpiov'), primariamente 
“posto ou destacamento avançado” ou “fortifica­
ção” (cognato dc phutax, “guarda”), então, “qual­
quer tipo de proteção", tornou-se usado sobretudo 
para denotar “amuleto”. No Novo Testamento, de­
nota um filete de oração, o "filactério” . pequena tira 
de pergaminho com porções escritas da lei: era amar­
rado com uma correia de couro na testa ou no braço 
esquerdo à altura do coração, para lembrar ao usuá­
rio o dever de guardar os mandamentos de Deus na 
cabeça e no coração (cf. Êx 13.16: Dt 6.8: 1 1.18). 
Supunha-se que tinha potência como encantamento 
contra males e demônios. Os fariseus alargavam os 
“filactérios" para tomar conspícuo a superior avi­
dez que tinham em serem cuidadosos com a lei de 
Deus (Mt 23.5 ).$
FILHA
1. thugater (Ouyc/Trip), "filha", é usado acerca 
de: («) o relacionamento natural (freqüente nos Evan­
gelhos): (b) relacionamento espiritual para com Deus 
(2 Co 6.18), no sentido da realização prática da 
aceitação com Deus e da Sua aprovação (cf. Is 43.6), 
o único lugar no Novo Testamento onde se aplica ao 
relacionamento espiritual: (c ) os habitantes de uma 
cidade ou região (Mi 21.5:Jo 12.15: cf. Is 37.22: Sf
3.14, na Septuaginta): (d) as mulheres que seguiram 
Cristo ao Calvário (Lc 23.28): (e) as mulheres da 
posteridade de Arão (Lc 1.5); (f) uma descendente 
de Abraão (Lc 13.16).

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