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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI PRÁTICA PROFISSIONAL ITABAIANA-SE ELABORAÇÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI ANA PAULA LIMA ANDRADE PROJETO DE INTERVENÇÃO DAILY ROUTINES A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO LITERÁRIO E SOCIOCULTURAL DO IDIOMA INGLÊS COM ALUNOS DO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL EM ESCOLAS PÚBLICAS. ITABAIANA-SE 2023 Trabalho apresentado a disciplina Prática Profissional, do Centro Universitário FAVENI, no Curso de LICENCIATURA EM LETRAS PORTUGUÊS/INGLÊS, como pré-requisito para aprovação. ORIENTAÇÕES DE PROJETO DE INTERVENÇÃO 1. TÍTULO A construção do conhecimento literário e sociocultural do idioma inglês com alunos do 6º ano do ensino fundamental em escolas públicas. 2. APRESENTAÇÃO Entender o mundo e suas diferentes realidades é um dos grandes desafios da educação atual. Ultimamente, as novas tecnologias facilitaram o acesso à informação e, ao mesmo tempo, possibilitaram o aparecimento de comunidades linguísticas cada vez mais globalizadas, plurais e difusas. Dentro deste contexto de revolução, os estudantes brasileiros precisam estar preparados para poder participar de forma crítica e responsável em sociedade, precisam ir além de conhecimentos sobre uma determinada área especifica, abrangendo propósitos mais amplos e contribuindo para uma formação crítica e ciente, aprendizes por toda a vida, e que possam atuar de forma autônoma em um mundo globalizado e em constante mudança. Aprender uma língua estrangeira propicia o acesso aos saberes linguísticos necessários à criação de novas formas de engajamento e participação dos alunos em um mundo social, principalmente através das novas tecnologias, contribuindo para o agenciamento crítico e para o exercício da cidadania ativa, além de ampliar as possibilidades de interação e mobilidade, abrindo novos percursos de construção de conhecimentos e de continuidade nos estudos (BRASIL, 2017). Considerando esse panorama, e alinhados com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o inglês pode ser visto como uma língua franca e adicional que pode ser usada por nativos e não nativos em diversas situações ao redor do mundo, aprendida por estudantes que já possuem conhecimentos de outra língua, seja a materna, seja outra (s). A língua adicional, portanto, não se baseia na apreensão de uma variedade linguística específica (estadunidense, britânica ou australiana, por exemplo), mas no desenvolvimento de habilidades comunicacionais translocais, ligadas ao pertencimento e ao engajamento social (LEUNG, 2016). A língua inglesa, ligada a formas de atuação no mundo, pode ser vista com base em uma perspectiva sociointeracionista; pois é por meio da língua que o estudante pode comunicar suas ideias, sentimentos, pensamentos, refletir e entender a si mesmo e ao outro participando das atividades sociais e culturais que podem fazer parte do seu cotidiano. Compreendendo que as práticas de linguagem ocorrem nas diversas atividades humanas e por meio de enunciados relativamente estáveis, abordar a língua inglesa de forma contextualizada, levando em consideração o estudo de diferentes gêneros textuais orais, escritos e multimodais, considerando sua experiência de vida, os conhecimentos adquiridos ao longo das aulas, a finalidade e o público desses textos. Pouco presente no contexto formal das escolas públicas, devido que até recentemente, a comunidade escolar poderia decidir qual língua adicional seria ensinada de acordo com o seu próprio contexto histórico-social, e de acordo com a BNCC, a língua inglesa passou a ser a língua adicional de ensino obrigatório apenas nos anos finais do Ensino Fundamental. Mesmo assim, a língua inglesa é bastante presente em vários contextos pelos quais os estudantes dessa faixa etária transitam – tais como aqueles ligados a músicas, filmes, jogos, mídias sociais, contato com pessoas que se comunicam em inglês, entre outros – acreditando-se que um melhor conhecimento dessa língua pode auxiliá-los a se tornarem mais aptos a compreender e a respeitar outras culturas e a conviver com diversas realidades. Ao mesmo tempo, ao aproximar-se de uma nova língua e de sua cultura, o estudante pode dirigir um novo olhar à sua própria língua materna e à sua cultura, passando a conhecer melhor a si mesmo. Além desses aspectos formativos, aprender uma língua adicional na contemporaneidade – neste caso específico, o inglês – amplia as possibilidades de acesso e compreensão dos sentidos veiculados em rede, por meio da consulta aos mais diversos recursos disponíveis no mundo virtual. Desse modo, como explica Celani (2009), é imprescindível avaliar e reconhecer o papel da língua inglesa como recurso de inclusão que possibilita ao cidadão maior inserção e atuação social, bem como maior chance de mobilidade social e de empregabilidade. A língua, como parte integrante da linguagem, é um sistema de representação constituído por signos linguísticos, social e cognitivamente construído (ABAURRE e PONTARA, 2006; MARCUSCHI, 2008). Dessa forma, compreendemos que a língua inglesa é dinâmica e mutável, dependente da realidade dos falantes e dos contextos em que é usada, significada e interpretada. O estudo do inglês se dá com base em textos autênticos, que proporcionam o contato do estudante com um uso real da língua e que permitem um estudo linguístico que abarca o contexto social, histórico e cultural. Buscando trazer textos em língua inglesa, provenientes de diversas partes do mundo, produzidos por falantes nativos e não nativos, já que concebemos o inglês como língua franca e como uma língua adicional para os estudantes brasileiros. A concepção de língua se associa à noção de gênero, ao considerar que falando e escrevendo por meio de gêneros, “entidades que funcionam em nossa vida cotidiana ou pública, para nos comunicar e para interagir com outras pessoas” (ROJO; BARBOSA, 2015, p. 16). Todo gênero se realiza em textos, que são dependentes de seu contexto de produção e de circulação. Dessa forma, para Marcuschi (2011, p. 20) ao acreditar que “quando ensinamos a operar com um gênero, ensinamos um modo de atuação sociodiscursiva numa cultura e não um simples modo de produção textual”. Desta forma os temas, os textos e as atividades deste projeto levam em consideração pouco conhecimento, experiências e opiniões estudantis. Ao mesmo tempo, buscar ajudar a expandir o que já sabe sobre linguagem para compreender o mundo de um jeito mais amplo e crítico, se sentir mais confiante e motivado a produzir textos orais, escritos e multimodais, esperando contribuir positivamente para o aprendizado de língua inglesa. E ainda, que os estudantes dos anos finais se sintam encorajado a pensar de forma mais crítica e a estudar inglês e que possam gradativamente desenvolver as habilidades necessárias ao aprendizado da língua e ampliar seus horizontes culturais, sabendo que o conhecimento faz de nós cidadãos livres e, portanto, aptos a construir um mundo melhor e mais justo. 3. OBJETIVOS O Objetivo geral Refletir sobre o ensino-aprendizagem e a construção de novos saberes cognitivos, afetivos e convívio social provenientes da língua inglesa com alunos do 6º ano do ensino fundamental em escolas públicas. Os objetivos específicos Partilhar leitura e compreensão de textos atrativos da língua inglesa. Localizar no texto informações sobre a rotina escolar. Conhecer o dia escolar dos estudantes britânico comparando com a rotina do estudante brasileiro; Utilizar o simple presente para descrever hábitos e rotinas, quanto de opiniões, fatos ou verdades. Trabalhar atividadesde compreensão e produção de textos orais, escritos valorizando os aspectos socioculturais de cada povo. 4. METODOLOGIA O ensino de língua inglesa, na escola, buscará garantir a aprendizagem das competências, à medida que viabiliza contextos em que o estudante possa mobilizar os conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários ao desenvolvimento dessas competências. Este projeto apresenta temática de interação discursiva e convívio social, práticas de letramentos e conscientização linguística, identidade e diversidade linguística e cultural presentes na vida dos estudantes. Para auxiliar os estudantes na compreensão, são atribuídos significados aos textos, apresentando atividades ao longo do projeto para refletir sobre o objetivo e estrutura dos gêneros textuais. Além disso, em alguns momentos, os estudantes são incentivados a ativar seus conhecimentos prévios sobre os textos. Em outros, são encorajados a estabelecer relações e a analisar os textos, considerando o contexto sócio-histórico-cultural em que estão inseridos. Da mesma forma, convidar os estudantes a conhecer novo vocabulário da língua inglesa, ouvindo, falando e até produzindo pequenas frases e textos, apresentando perguntas e orientações para que eles pensem a respeito desses aspectos e que se apropriem deles para produzir os seus próprios textos, atribuindo-lhes sentido e importância a sua prática social. O uso de português promover o engajamento e convida a discussão, fornecendo informações para estimular o aprendizado, como ensino da gramatica, atividades específicas e complementares abordadas no livro didático. Nos últimos anos, o papel do professor como mediador do processo de aprendizagem tem recebido mais atenção (BUTO, 2013; SALESI, 2013), particularmente no que diz respeito à mediação reflexiva, considerando professor e estudante como agentes do desenvolvimento da aprendizagem. Considerando os aspectos dos estudantes como construtores de seu próprio aprendizado, professores buscando orientar, incentivar a realizar atividades desafiadoras, que tenham objetivos que não sejam pura e simplesmente a memorização, mas discutir sobre temas que promovam uma formação cidadã. 5. CRONOGRAMA Projeto de intervenção Daily Routines Competências Competências Gerais (CG06). Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar- se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade. Competências Específicas de Linguagens (CA01). Compreender as linguagens como construção humana, histórica, social e cultural, de natureza dinâmica, reconhecendo-as e valorizando-as como formas de significação da realidade e expressão de subjetividades e identidades sociais e culturais. Competências Específicas de Língua Inglesa (CELI01). Identificar o lugar de si e o do outro em um mundo plurilíngue e multicultural, refletindo, criticamente, sobre como a aprendizagem da língua inglesa contribui para a inserção dos sujeitos no mundo globalizado, inclusive no que concerne ao mundo do trabalho. Habilidades Objeto do conhecimento(conteúdo) Datas Responsáveis (EF06LI04). Reconhecer, com o apoio de palavras cognatas e pistas do contexto discursivo, o assunto e as informações principais em textos orais sobre temas relacionados a indivíduos, à família e à comunidade, relacionando- os consigo mesmo, seus gostos e rotinas, os seus amigos, sua família, ou a sua comunidade. (EF06LI17). Construir repertório lexical relativo a temas familiares (escola, família, rotina diária, atividades de lazer, esportes, entre outros). Activity 1: Habits And Routine Activity 2: Text: A Day In The Life Of A Brazilian Studant Activity 3: Vocabulary 18/10/2022 Professora Marizete Gimenes Estagiaria Ana Paula Lima Andrade. (EF06LI19). Utilizar o presente do indicativo para identificar a si e outras pessoas do seu contexto, com verbos, inclusive “ser/estar” e descrever rotinas diárias. Activity 4: Comprehension Activity 5: Listen And Pronunciation Activity 6: Grammar. Simple Present (I, You, We, They) 25/10/2022 Professora Marizete Gimenes Estagiaria Ana Paula Lima Andrade. (EF06LI18). Reconhecer semelhanças e diferenças na pronúncia de palavras da Língua Inglesa e da língua materna e/ou outras línguas conhecidas. Activity 7: Practice Activity 8: Exercise Activity 9: Plus 01/11/2022 Professora Marizete Gimenes Estagiaria Ana Paula Lima Andrade. (EF06LI25) Identificar, por uma perspectiva crítica, a presença da Língua Inglesa na sociedade brasileira/comunidade (palavras, expressões, suportes e esferas de circulação e consumo) e seu significado, a partir de experiências do seu cotidiano (cosméticos da mercearia, nomes de lojas, cardápio da lanchonete, nome dos jogos etc.). Activity 11: Exercise Activity 12: Supplement Activity 13: Production Activity 14: Cultural Aspects: Gincana 08/11/2022 Professora Marizete Gimenes Estagiaria Ana Paula Lima Andrade. Obs. As atividades do projeto foram desenvolvidas no contra turno conforme o horário geral da escola. 6. RECURSOS NECESSÁRIOS Humanos: alunos, professores, equipe, estagiária. Materiais: quadro, pincel, apagador, material impresso e digital e livro didático. Áudios- visuais: Vídeo, TV e aparelho de som, datashow. 7. RESULTADOS ESPERADOS É esperado neste projeto o aprimoramento da leitura oral e interpretação textual, maior compreensão por parte dos alunos dos conteúdos abrangidos na disciplina de Inglês, utilizando dos recursos e espaços existentes na escola. Ressaltando que a avaliação deve ser formativa, somativa e continua contidas na proposta da escola e levando sempre em consideração o contexto e condições de ensino. Dentre esses meios de avaliação e de acordo com o intuito de desenvolver a autonomia, necessário se faz defender a importância da avaliação como momento em que o estudante tem protagonismo para pensar sobre seu próprio desempenho. Uma vez que todo processo avaliativo tem função diagnóstica em momentos específicos de provas, que, se bem utilizado, pode ser também uma ferramenta de monitoramento e acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem, uma vez que faz e fará parte da rotina dos estudantes em várias etapas da vida escolar, servindo também para o professor como forma de planejamento e replanejamento das ações educativas. 8. REFERÊNCIAS ABAURRE, Maria Luiza.; PONTARA, Marcela N. Gramática: texto: análise e construção de sentido. São Paulo: Moderna, 2006. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a base. Brasília, DF: MEC, 2017. BUTO, Marcia Yoshiko. Leitura e interpretação em Língua Inglesa por meio de um conceito de Vygotsky: – ZDP. In: NORTE, Mariângela Braga (Coord.). Desafios para a docência em língua inglesa: teoria e prática. São Paulo: Unesp, 2013. p. 9-27. Disponível em: <https:// acervodigital.unesp.br/bitstream/unesp/155335/1/unesp-nead- redefor2ed-e-book_tcc_lingua_inglesa.pdf>. Acesso em: 8 maio 2018. CELANI, Maria Antonieta A. Antonieta Celani fala sobre o ensino de língua estrangeira. Nova Escola, n. 222, maio 2009. Entrevista concedida a Daniela Almeida. Disponível em: <https://novaescola.org. br/conteudo/932/antonieta-celani-fala-sobre-o-ensino-de- lingua-estrangeira>. Acesso em: 26 nov. 2017. CELANI, Maria Antonieta. Concepções de linguagem de professores de inglês e suas práticas em sala de aula. In: CELANI, M. A. A. (Org.). Reflexões e ações (trans) formadoras no ensino-aprendizagem de inglês. Campinas: Mercado de Letras, 2010. BRASIL. Ministério da Educação. Currículo de Sergipe: educação infantilensino fundamental. Aracaju. 2019 LACOMBE, Isabel Alencar. KIRMELIENE, Viviane.NETO, Adolfo Tanzi. HODGSON, Elaine.MONTEIRO, Rafael Monteiro. Become. 1ª edição. São Paulo: FTD. 2018 LEUNG, Constant. English as an additional language – a genealogy of language-in- education policies and reflections on research trajectories. Language and Education 30, Issue 2, 2016. p. 158-174. MARCUSCHI, Luiz Antônio. Gêneros textuais: configuração, dinamicidade e circulação. Gêneros textuais: reflexões e ensino. São Paulo: Parábola, 2011. ROJO, Roxane; BARBOSA, Jacqueline. Hipermodernidade, multiletramentos e gêneros discursivos. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2015. RELATÓRIO FINAL DO PROJETO DE INTERVENÇÃO DAILY ROUTINES 1. INTRODUÇÃO Neste relatório, serão apresentados os resultados e documentações relativos às atividades desenvolvidas na prática obrigatória em atividade de aprendizagem, treinamento prático e aperfeiçoamento no Ensino Fundamental, realizado no curso de 2ª Licenciatura em Letras – Portuguesa/ Inglês Centro Universitário FAVENI – UNIFAVENI, correspondente à disciplina. Pratica profissional. O projeto foi realizado pela aluna Ana Paula Lima Andrade, orientada pelo guia de orientações do curso e setor pedagógico. A escola acolhida para executar o estágio foi o Colégio Estadual João XXIII, na cidade de Ribeirópolis no estado de Sergipe. A equipe gestora formada pelo diretor interino Evandro Barbosa Portela, coordenadoras Sandra de Fátima Santos, Médio Maria Ilda Oliveira Santos e o secretário Edmar Cruz; todos me trataram com atenção e disponibilização do PPP para formulação e execução da documentação e ações da prática educativa. O projeto foi desenvolvido com a turma de 6º ano “A” do Ensino Fundamental, no período de 18/10/2022 a 08/12/2022, no contra turno. A turma é formada por 20 alunos e tem como professora regente da disciplina inglês Marizete Gimenes. As atividades desenvolvidas no decorrer do projeto possibilitaram práticas de aperfeiçoamento para o bom exercício da carreira do professor de Língua Inglesa. Esta prática firma-se em apresentações temáticas contextualizadas, explorando conteúdos compostos por imagens e textos para provocar uma reflexão inicial e aguçar a curiosidade dos estudantes sobre o tema, tradução de texto do inglês para o português voltadas à compreensão e à interpretação, competências que elencam objetivos enfocando gêneros textuais e habilidades linguísticas a serem desenvolvidas em ambas as línguas, pois o uso da língua materna nesse momento, evita a insegurança pertinente aos estudantes em relação à língua inglesa e que possa contribuir para a participação do processo de construção de sentidos. Foram exploradas atividades como: Reading( leitura e compreensão de textos escritos); Vocabytary (apresentação de vocabulário novo de acordo com o tema); Listing (atividades voltadas para a compreensão auditiva de textos orais diversos); Grammar (trabalho com aspectos gramaticais contextualizado); Speaking (motivação para engajar o aluno em interações orais em língua inglesa) e Writing (processo que tem planejamento, escrita em si, revisão, edição e reescrita), privilegiando atitudes positivas, construtiva, criativa e crítica por parte do professor e do aluno. Os estudantes aprendem em ritmos diferentes e nem todos apresentam o mesmo desempenho, pois quando o ensino não é personalizado, o desnível de conhecimento pode significar problemas de aprendizagem, e nesse cenário, intervenções pedagógicas podem ser necessárias, minimizando as dificuldades que atrapalham o desenvolvimento no aprendizado. Conduzida pelo professor, essa interferência tem o objetivo de ajudá-los a aprender e superar os desafios. Não existem fórmulas prontas para ações de intervenção pedagógica, elas devem levar em conta características individuais de cada aluno, além do contexto e da realidade. O conteúdo foi planejado conforme o plano anual do professor regente da turma, incorporando temas reais. As competências e habilidades foram expressadas nas aprendizagens essenciais que devem ser asseguradas aos alunos nos diferentes níveis e ambientes. Portanto este relatório registra a promoção de novas experiências e resultados obtidos durante esse treino para a profissão como professor da língua inglesa, configurando-se como documento requisito para a avaliação final dos alunos na disciplina Prática Profissional. 2. DESENVOLVIMENTO O desenvolvimento está pautado na proposta pedagógica da escola baseada na BNCC e Currículo de Sergipe. Indicando desenvolvimento de competências e habilidades gerais e específicas na área de linguagem e suas tecnologias para o ensino da língua inglesa. Como suporte para a prática pedagógica, foram desenvolvidas atividades que visam oferecer condições para o aluno compreender a complexidade da realidade, aprimorar sua capacidade comunicativa e ampliar, significativamente, sua inserção no espaço em que vive. Considerando o texto em suas múltiplas formas, como o centro das práticas de linguagem, relacionando textos aos seus contextos de produção e o desenvolvimento de habilidades, que não podem ser desenvolvidas de forma descontextualizada, mas, por meio da leitura de gêneros que circulam nos diversos campos de atividade humana. Assim, foram organizadas por meio de leitura (reading, vocabytary), oralidade (listing, speaking) produção de textos (writing) e análise linguística/semiótica (grammar) distribuídas por campos de atuação (jornalístico-midiático, de atuação na vida pública, práticas de estudo e pesquisa e artístico-literário). Demonstrando que essas práticas derivam de situações da vida social, necessitando ser situadas em contextos significativos. Esta prática se estabeleceu a partir do diálogo entre a professora regente da turma e a estagiária que selecionou para ser ministrado situações de aprendizagem como: Livro didático Be Come, volume 6, componente curricular língua inglesa; Editora FTD 2018. Capítulo 4. My School day. Atividades: Habits And Routine, Text: A Day In The Life Of A Brazilian Studan, Vocabulary, Comprehension , Listen And Pronunciation , Grammar. Simple Present (I, You, We, They), Practice, Exercise, Plus, Exercise, Supplement. Production e Cultural Aspects como a gincana cultural. O primeiro dia de prática foi em dezoito de outubro de dois mil e vinte e dois, dia de terça feira, os dois primeiros horários. Como já tinha solicitado a autorização do diretor, coordenador e professor regente, cheguei à escola as 7:00hs para dar início as primeiras atividades, fui ao encontro da professora Marizete Gimenes e nos dirigimos para a sala de aula. A professora comunicou aos alunos que eu seria parceira deles por alguns dias e todos ficaram contentes. Fiz as devidas apresentações e comentei brevemente com os alunos sobre a minha necessidade de fazer uma nova graduação no caso licenciatura em letras português/inglês. Em seguida, dei início à aula colocando no quadro o assunto que seria trabalhado Activity1. Habits And Routine Activity. 2: Text: A Day In The Life Of A Brazilian Studant Activity 3: Vocabulary. Foram distribuídas apostilas impressas para todos os alunos, constando atividades voltadas ao desenvolvimento do conteúdo contido no livro didático adotado pela escola. Expliquei como seria a proposta do projeto, apresentando o tema central, com uso de gêneros textuais. Foi promovido discussões sobre o texto, buscando apresentar um propósito para a leitura, levá-los a antecipar informações e a opinar sobre o assunto a ser lido, bem como propiciar-lhes um momento em que revisitem a própria experiência acerca do tema e oportunidade de familiarizar-se com o novo idioma. Além de estratégias associadas à leitura e/ou à compreensão de textos, informações acerca das capacidades de leitura que estão sendo mobilizadaspara atribuir sentidos ao texto. É importante que o professor incentive os estudantes a levantarem seus próprios questionamentos e a acrescentá-los às perguntas propostas de modo a tornar o aprendizado da língua e a reflexão sobre o tema mais próximos da realidade na qual estão inseridos para solidificar e expandir o vocabulário. A maioria dos alunos fizeram as atividades. O professor encerrou a aula fazendo correção. Os alunos participaram com gosto, interagindo entre si e com o professor estagiário e desenvolvendo as atividades propostas com ajuda do professor regente, que permaneceu na sala acompanhado todo o processo. O segundo dia foi em vinte e cinco de novembro de dois mil e vinte e dois. Chegando à escola fomos para a sala dos professores esperar o toque do sinal de entrada dos alunos na sala, enquanto isto os professores começaram a chegar e então entramos na sala para começar mais um dia de trabalho. Os alunos se encontravam disperso, mais aos poucos todos começaram a sentar e se organizarem nas carteiras. Comecei minha aula solicitando o material distribuído na aula anterior, revisando o assunto e ressaltando a importância das tarefas de casa. Continuei com as Activity 4: Comprehension, Activity 5: Listen And Pronunciation Activity 6: Grammar. Simple Present (I, You, We, They). Explorando atividades de compreensão oral abordadas por meio de discussões e análises que levaram em considerações a experiência do estudante, seu contexto de vida e seu pensamento crítico. Foi destacado também a variação entre intensiva (sons, palavras, sentenças), extensiva (compreensão global) e seletiva (compreensão pontual). Apresentação dos aspectos gramaticais sobre o emprego de verbos no presente simples, necessários para a realização da produção oral e escrita. A abordagem da gramática é indutiva, de modo que o estudante possa construir conhecimento não apenas sobre a forma, mas sobre as situações de uso, para poder empregar esse conhecimento nas atividades propostas e na comunicação quando necessário. Os alunos participaram com gosto, interagindo entre si e com o professor estagiário e desenvolvendo as atividades propostas. O terceiro dia foi em primeiro de novembro de dois mil e vinte e dois. Chegando à escola fomos para a sala. Os alunos já se encontravam em seus devidos lugares. Comecei pedindo para os alunos pegar o material distribuído e continuei com Activity 7: Practice Activity 8: Exercise Activity 9: Plus. Estas atividades estão voltadas para a prática oral com o intuito de levá-lo a sentir-se motivado e a engajar-se em interações orais em língua inglesa. Os desafios para o desenvolvimento da produção oral são grandes pela falta de experiência deles com esse tipo de atividade, devido a ausência desta disciplina nos anos iniciais que podem levar a dificuldades na organização e condução de produções. Considerando tais fatores e a necessidade de desenvolver habilidades orais em língua inglesa na sala de aula, buscamos construir e estimular a oralidade, por meio de discussões e uso do idioma. A produção de texto escrito é vista como um processo que tem planejamento, escrita em si, revisão, edição e reescrita, caso seja necessário, precisam ser guiados, considerando o conteúdo e o propósito do texto, avaliando sua produção e os efeitos de sentido que podem causar. Os alunos participaram com gosto, interagindo entre si e com o professor estagiário e desenvolvendo as atividades propostas. O quarto dia foi em oito de novembro de dois mil e vinte e dois. Chegando à escola fomos para a sala de aula, os alunos já se encontravam em seus devidos lugares. Comecei pedindo para os alunos pegar o material para concluir as atividades finais do projeto: Activity 11: Exercise. Activity 12: Supplement. Activity 13: Production. Activity 14: Cultural Aspects com a Gincana cultural dos alunos do ensino fundamental. As tarefas da gincana foram organizadas pelos professores da área de linguagem. Entre as tarefas foram realizadas ações como: jogo passa e repassa, soletrando, quis de gramática, dança, música, poemas e poesias, explorando questões relacionadas a língua inglesa e para finalizar a culminância com a presença da equipe, pequenos agradecimentos e encerramento com comes e bebes. 3- CONCLUSÃO O projeto de intervenção foi uma experiência excelente em meu processo de formação, permitiu a articulação e consolidação dos conhecimentos teóricos em relação à prática docente. Foi constatado que o bom andamento depende do nosso esforço em aprender a teoria e também da preparação metodológica, requisito importante para o processo ensino e aprendizagem nas escolas. Seguindo com a aproximação entre professor e alunos, é preciso estar atento à clientela, perceber suas habilidades e dificuldades, permitindo que todos se sintam à vontade para participar do processo educativo de maneira consciente e ativa, centrada no aluno. Trabalhar a língua e seus usos nos contextos de comunicação fomenta nos alunos o interesse pelas produções textuais e análises linguísticas. Tal interesse foi intensificado com a associação dos textos literários e das atividades cognitivas. Enfim, o ensino da leitura e da escrita de uma língua teve avanço com as atividades dos projetos escolares que proporcionaram um encontro com o novo, com textos e culturas diferentes, essas atividades foram bastante positivas porque atenderam a necessidade que os adolescentes têm em explorar o novo, o desconhecido que provoca e atrai. Atividades em projetos de linguagens, avaliativos, artísticos e culturais trouxeram ânimo nos ambientes escolares, fomentando a vontade de continuar com propostas de mudar a comunidade, pois sabemos que a educação melhora as pessoas e ambiente. Centro Universitário Unifaveni Curso 2ª Licenciatura em Letras português/Inglês Ead Prática Profissional: Projeto de Intervenção Daily Routines Local: Colégio Estadual João XXIII Aluna Estagiária: Ana Paula Lima Andrade Turma: 6º Ano “A” Turno: Matutino. ACTIVITY 1: HABITS AND ROUTINE WHAT ARE YOUR DAILY HABITS? WHAT'S YOUR DAILY ROUTINE? ACTIVITY 2: A DAY IN THE LIFE OF A BRAZILIAN STUDANT My day start very early, I get up at six o’clock in the morning. I have breakfast at half past six. After breakfast, I go to school but I don’t take a bus. I walk to school, because we live near it. I start school at seven o’ clock. I stay there until noon. After school, I go home and I have lunch. After lunch I study and I do my homework. At five o’ clock I take a shower. At seven o’ clock all my Family is at home and we have dinner together. We talk about our day. After dinner, we watch TV or listen to good music. I don’t go to bed late. I go to bed before ten o’ clock. ACTIVITY 3: VOCABULARY Start: começo O’clock: horas Breakfast: café da manhã Walk: ir, andar School: escola Bus: ônibus Home: casa Study: estudar Shower: banho Dinner: jantar Bed: cama. ACTIVITY 4: COMPREHENSION 1. What time does the Brazilian student's day start? _____________________________________________________________ 2. What time does he have breakfast? ____________________________________________________________ 3. What time does school start? _____________________________________________________________ 4. What time does school end? _____________________________________________________________ 5. What does he do after school? _____________________________________________________________ 6. What does he do after lunch? _____________________________________________________________ 7. What does he do at five o'clock? _____________________________________________________________ 8. What does he do at seven o'clock? _____________________________________________________________ 9. What does he do after dinner? _____________________________________________________________10. What time he go to bed? _____________________________________________________________ ACTIVITY 5: LISTEN AND PRONUNCIATION Listen and number the following images. Then, repeat and pronounce them. 1. Wake up 2. Get up 3. Take a shower 4. Get dressed 5. Comb hair 6. Have breakfast 7. Go to work 8. Hve lunch 9. Cook dinner 10. Have dinner 11. Watch tv 12. Go to bed ACTIVITY 6: GRAMMAR. SIMPLE PRESENT (I, You, We, They) Leia as perguntas e escreva a melhor resposta de acordo com o contexto em que as palavras são usadas. I. "I play games with my friends in the playground." II. "I eat lunch in the canteen with my friends." III. "After lunch, we play in the playground." 1.O que contem nas perguntas? ( )Ações que acontecem no momento em que ele fala ( ) Hábitos e rotinas 2.Qual é a forma básica dos verbos das frases de I a III? ( )Play, eat, play ( ) Plays, eats, plays 3.Observe os exemplos e escolha a opção que melhor descreve a regra de formação do simple present. ( )No simple present, acrescenta-se -s ao verbo na forma básica para todas as pessoas. ( )No simple present, usa-se a forma básica do verbo na primeira e na segunda pessoa do singular e do plural. ACTIVITY 7: PRACTICE Answer the questions about your routine. 1.Do you have English classes on Mondays? ___________________________________________________________________ 2.What do you do during recess? ___________________________________________________________________ 3.What classes do you have on Fridays? ___________________________________________________________________ 4.Is there a school subject you don’t like? If so, why? __________________________________________________________________ ACTIVITY 8: EXERCISE Read the following poll. Then complete the sentences below in your notebook. Do we need math? 59% say yes 41% say no Yes, we do [...] Math Is Largely We need maths because it’s good for when you are older. […] Math is stupid [...] What an interesting maths-debate […] You don’t use it in real life. […] Math helps students learn to think logically. […] I don’t think we need math. […] 1. On this website, the user can … ( ) answer debates and polls. ( ) create debates and polls. 2. Math is necessary to… ( )43% of the responders. ( ) 59% of the responders. 3.In your opinion, do we need math? ( ) Yes, we do. ( ) No, we don’t. ACTIVITY 9: PLUS Procure no texto frases na forma negativa. ______________________________________________________________ ACTIVITY 10: EXERCISE Leia o parágrafo abaixo e complete-o com as palavras do boxe para conhecer a regra de formação da forma negativa do simple present. don’t - negativas - verbo - you Para formar frases _________________________________ no simple present com I, ___________, we, they, é preciso incluir do + not antes da forma básica do___________________ ou a forma contraída____________________________ ACTIVITY 11: EXERCISE Observe as perguntas e as respostas a seguir. Depois, complete as regras para a formação de yes-no questions e short answers no simple present. Use as palavras do boxe. I. “Do we need math? Yes, we do.” II. Do the schools in the UK have the same schedule of as the schools in Brazil? No, they don’t. don't - do (4) – confirmar - no - I - yes - you 1. Usamos yes-no questions para_____________________ informações. 2. No simple present, yes-no questions com ou they (1a e 2a pessoas do singular, e todas as pessoas do plural) começam com _______________________________ 3.A ordem de yes-no questions com I,_______________ , we ou they é: verbo auxiliar (___________________ ) + sujeito + verbo principal. 4.As short answers afirmativas com I, you, we ou they são formadas por _______+ sujeito + verbo auxiliar ( _____________________). 5. As short answers negativas com _______________ , you, we ou they são formadas por _____________________+ sujeito + verbo auxiliar ( ) + not ( ____don’t____________________________). ACTIVITY 12: SUPPLEMENT Qual é o uso que se faz do simple present? ( ) Falar de um evento futuro. ( ) Falar de fatos, opiniões ou verdades no presente. ACTIVITY 13: CULTURAL ASPECTS Which african countries have english as the language? ___________________________________________________________________ ACTIVITY 14: PRODUCTION Let’s play a guessing game! Refer back to your answers to the question “What do you do during recess?” Ask up to three questions to guess your classmate’s answers.