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projeto de intervenção

Projeto de intervenção (Daily Routines) para a Licenciatura em Letras Português/Inglês que propõe desenvolver o conhecimento literário e sociocultural da língua inglesa com alunos do 6º ano do ensino fundamental em escolas públicas, alinhado à BNCC e à perspectiva sociointeracionista.

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CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRÁTICA PROFISSIONAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ITABAIANA-SE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ELABORAÇÃO DA PRÁTICA PROFISSIONAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CENTRO UNIVERSITÁRIO FAVENI 
 
 
 
 
 
 
 
ANA PAULA LIMA ANDRADE 
 
 
 
 
 
 
PROJETO DE INTERVENÇÃO DAILY ROUTINES 
A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO LITERÁRIO E SOCIOCULTURAL 
DO IDIOMA INGLÊS COM ALUNOS DO 6º ANO DO ENSINO 
FUNDAMENTAL EM ESCOLAS PÚBLICAS. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ITABAIANA-SE 
2023 
Trabalho apresentado a disciplina Prática 
Profissional, do Centro Universitário FAVENI, 
no Curso de LICENCIATURA EM LETRAS 
PORTUGUÊS/INGLÊS, como pré-requisito 
para aprovação. 
 
 
ORIENTAÇÕES DE PROJETO DE INTERVENÇÃO 
1. TÍTULO 
A construção do conhecimento literário e sociocultural do idioma inglês com alunos 
do 6º ano do ensino fundamental em escolas públicas. 
2. APRESENTAÇÃO 
Entender o mundo e suas diferentes realidades é um dos grandes desafios da 
educação atual. Ultimamente, as novas tecnologias facilitaram o acesso à informação 
e, ao mesmo tempo, possibilitaram o aparecimento de comunidades linguísticas cada 
vez mais globalizadas, plurais e difusas. Dentro deste contexto de revolução, os 
estudantes brasileiros precisam estar preparados para poder participar de forma crítica 
e responsável em sociedade, precisam ir além de conhecimentos sobre uma 
determinada área especifica, abrangendo propósitos mais amplos e contribuindo para 
uma formação crítica e ciente, aprendizes por toda a vida, e que possam atuar de forma 
autônoma em um mundo globalizado e em constante mudança. 
Aprender uma língua estrangeira propicia o acesso aos saberes linguísticos 
necessários à criação de novas formas de engajamento e participação dos alunos em 
um mundo social, principalmente através das novas tecnologias, contribuindo para o 
agenciamento crítico e para o exercício da cidadania ativa, além de ampliar as 
possibilidades de interação e mobilidade, abrindo novos percursos de construção de 
conhecimentos e de continuidade nos estudos (BRASIL, 2017). 
Considerando esse panorama, e alinhados com a Base Nacional Comum Curricular 
(BNCC), o inglês pode ser visto como uma língua franca e adicional que pode ser usada 
por nativos e não nativos em diversas situações ao redor do mundo, aprendida por 
estudantes que já possuem conhecimentos de outra língua, seja a materna, seja outra 
(s). A língua adicional, portanto, não se baseia na apreensão de uma variedade 
linguística específica (estadunidense, britânica ou australiana, por exemplo), mas no 
desenvolvimento de habilidades comunicacionais translocais, ligadas ao pertencimento 
e ao engajamento social (LEUNG, 2016). 
A língua inglesa, ligada a formas de atuação no mundo, pode ser vista com base 
em uma perspectiva sociointeracionista; pois é por meio da língua que o estudante pode 
comunicar suas ideias, sentimentos, pensamentos, refletir e entender a si mesmo e ao 
outro participando das atividades sociais e culturais que podem fazer parte do seu 
cotidiano. Compreendendo que as práticas de linguagem ocorrem nas diversas 
atividades humanas e por meio de enunciados relativamente estáveis, abordar a língua 
 
inglesa de forma contextualizada, levando em consideração o estudo de diferentes 
gêneros textuais orais, escritos e multimodais, considerando sua experiência de vida, 
os conhecimentos adquiridos ao longo das aulas, a finalidade e o público desses textos. 
Pouco presente no contexto formal das escolas públicas, devido que até 
recentemente, a comunidade escolar poderia decidir qual língua adicional seria 
ensinada de acordo com o seu próprio contexto histórico-social, e de acordo com a 
BNCC, a língua inglesa passou a ser a língua adicional de ensino obrigatório apenas 
nos anos finais do Ensino Fundamental. 
Mesmo assim, a língua inglesa é bastante presente em vários contextos pelos 
quais os estudantes dessa faixa etária transitam – tais como aqueles ligados a músicas, 
filmes, jogos, mídias sociais, contato com pessoas que se comunicam em inglês, entre 
outros – acreditando-se que um melhor conhecimento dessa língua pode auxiliá-los a 
se tornarem mais aptos a compreender e a respeitar outras culturas e a conviver com 
diversas realidades. Ao mesmo tempo, ao aproximar-se de uma nova língua e de sua 
cultura, o estudante pode dirigir um novo olhar à sua própria língua materna e à sua 
cultura, passando a conhecer melhor a si mesmo. 
Além desses aspectos formativos, aprender uma língua adicional na 
contemporaneidade – neste caso específico, o inglês – amplia as possibilidades de 
acesso e compreensão dos sentidos veiculados em rede, por meio da consulta aos 
mais diversos recursos disponíveis no mundo virtual. Desse modo, como explica Celani 
(2009), é imprescindível avaliar e reconhecer o papel da língua inglesa como recurso 
de inclusão que possibilita ao cidadão maior inserção e atuação social, bem como maior 
chance de mobilidade social e de empregabilidade. 
A língua, como parte integrante da linguagem, é um sistema de representação 
constituído por signos linguísticos, social e cognitivamente construído (ABAURRE e 
PONTARA, 2006; MARCUSCHI, 2008). Dessa forma, compreendemos que a língua 
inglesa é dinâmica e mutável, dependente da realidade dos falantes e dos contextos 
em que é usada, significada e interpretada. 
O estudo do inglês se dá com base em textos autênticos, que proporcionam o 
contato do estudante com um uso real da língua e que permitem um estudo linguístico 
que abarca o contexto social, histórico e cultural. Buscando trazer textos em língua 
inglesa, provenientes de diversas partes do mundo, produzidos por falantes nativos e 
não nativos, já que concebemos o inglês como língua franca e como uma língua 
adicional para os estudantes brasileiros. 
 
A concepção de língua se associa à noção de gênero, ao considerar que falando 
e escrevendo por meio de gêneros, “entidades que funcionam em nossa vida cotidiana 
ou pública, para nos comunicar e para interagir com outras pessoas” (ROJO; 
BARBOSA, 2015, p. 16). 
Todo gênero se realiza em textos, que são dependentes de seu contexto de 
produção e de circulação. Dessa forma, para Marcuschi (2011, p. 20) ao acreditar que 
“quando ensinamos a operar com um gênero, ensinamos um modo de atuação 
sociodiscursiva numa cultura e não um simples modo de produção textual”. 
Desta forma os temas, os textos e as atividades deste projeto levam em 
consideração pouco conhecimento, experiências e opiniões estudantis. Ao mesmo 
tempo, buscar ajudar a expandir o que já sabe sobre linguagem para compreender o 
mundo de um jeito mais amplo e crítico, se sentir mais confiante e motivado a produzir 
textos orais, escritos e multimodais, esperando contribuir positivamente para o 
aprendizado de língua inglesa. 
E ainda, que os estudantes dos anos finais se sintam encorajado a pensar de 
forma mais crítica e a estudar inglês e que possam gradativamente desenvolver as 
habilidades necessárias ao aprendizado da língua e ampliar seus horizontes culturais, 
sabendo que o conhecimento faz de nós cidadãos livres e, portanto, aptos a construir 
um mundo melhor e mais justo. 
3. OBJETIVOS 
O Objetivo geral 
 Refletir sobre o ensino-aprendizagem e a construção de novos saberes 
cognitivos, afetivos e convívio social provenientes da língua inglesa com alunos do 6º 
ano do ensino fundamental em escolas públicas. 
Os objetivos específicos 
Partilhar leitura e compreensão de textos atrativos da língua inglesa. 
Localizar no texto informações sobre a rotina escolar. 
Conhecer o dia escolar dos estudantes britânico comparando com a rotina do 
estudante brasileiro; 
Utilizar o simple presente para descrever hábitos e rotinas, quanto de opiniões, fatos 
ou verdades. 
Trabalhar atividadesde compreensão e produção de textos orais, escritos 
valorizando os aspectos socioculturais de cada povo. 
 
 
4. METODOLOGIA 
O ensino de língua inglesa, na escola, buscará garantir a aprendizagem das 
competências, à medida que viabiliza contextos em que o estudante possa mobilizar os 
conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários ao desenvolvimento 
dessas competências. 
Este projeto apresenta temática de interação discursiva e convívio social, 
práticas de letramentos e conscientização linguística, identidade e diversidade 
linguística e cultural presentes na vida dos estudantes. 
Para auxiliar os estudantes na compreensão, são atribuídos significados aos 
textos, apresentando atividades ao longo do projeto para refletir sobre o objetivo e 
estrutura dos gêneros textuais. Além disso, em alguns momentos, os estudantes são 
incentivados a ativar seus conhecimentos prévios sobre os textos. Em outros, são 
encorajados a estabelecer relações e a analisar os textos, considerando o contexto 
sócio-histórico-cultural em que estão inseridos. 
Da mesma forma, convidar os estudantes a conhecer novo vocabulário da língua 
inglesa, ouvindo, falando e até produzindo pequenas frases e textos, apresentando 
perguntas e orientações para que eles pensem a respeito desses aspectos e que se 
apropriem deles para produzir os seus próprios textos, atribuindo-lhes sentido e 
importância a sua prática social. 
O uso de português promover o engajamento e convida a discussão, fornecendo 
informações para estimular o aprendizado, como ensino da gramatica, atividades 
específicas e complementares abordadas no livro didático. 
Nos últimos anos, o papel do professor como mediador do processo de 
aprendizagem tem recebido mais atenção (BUTO, 2013; SALESI, 2013), 
particularmente no que diz respeito à mediação reflexiva, considerando professor e 
estudante como agentes do desenvolvimento da aprendizagem. 
Considerando os aspectos dos estudantes como construtores de seu próprio 
aprendizado, professores buscando orientar, incentivar a realizar atividades 
desafiadoras, que tenham objetivos que não sejam pura e simplesmente a 
memorização, mas discutir sobre temas que promovam uma formação cidadã. 
 
 
 
 
 
5. CRONOGRAMA 
Projeto de intervenção Daily Routines 
Competências 
Competências Gerais (CG06). Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-
se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo 
do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com 
liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade. 
Competências Específicas de Linguagens (CA01). Compreender as linguagens como construção 
humana, histórica, social e cultural, de natureza dinâmica, reconhecendo-as e valorizando-as como 
formas de significação da realidade e expressão de subjetividades e identidades sociais e culturais. 
Competências Específicas de Língua Inglesa (CELI01). Identificar o lugar de si e o do outro em 
um mundo plurilíngue e multicultural, refletindo, criticamente, sobre como a aprendizagem da língua 
inglesa contribui para a inserção dos sujeitos no mundo globalizado, inclusive no que concerne ao 
mundo do trabalho. 
Habilidades Objeto do 
conhecimento(conteúdo) 
Datas Responsáveis 
 (EF06LI04). Reconhecer, 
com o apoio de palavras 
cognatas e pistas do 
contexto discursivo, o 
assunto e as informações 
principais em textos orais 
sobre temas relacionados a 
indivíduos, à família e à 
comunidade, relacionando-
os consigo mesmo, seus 
gostos e rotinas, os seus 
amigos, sua família, ou a 
sua comunidade. 
(EF06LI17). Construir 
repertório lexical relativo a 
temas familiares (escola, 
família, rotina diária, 
atividades de lazer, 
esportes, entre outros). 
Activity 1: Habits And Routine 
Activity 2: Text: A Day In The Life 
Of A Brazilian Studant 
Activity 3: Vocabulary 
18/10/2022 
 
Professora 
Marizete Gimenes 
Estagiaria Ana 
Paula Lima 
Andrade. 
(EF06LI19). Utilizar o 
presente do indicativo para 
identificar a si e outras 
pessoas do seu contexto, 
com verbos, inclusive 
“ser/estar” e descrever 
rotinas diárias. 
Activity 4: Comprehension 
Activity 5: Listen And 
Pronunciation 
Activity 6: Grammar. Simple 
Present (I, You, We, They) 
25/10/2022 
 
Professora 
Marizete Gimenes 
Estagiaria Ana 
Paula Lima 
Andrade. 
 (EF06LI18). Reconhecer 
semelhanças e diferenças 
na pronúncia de palavras 
da Língua Inglesa e da 
língua materna e/ou outras 
línguas conhecidas. 
Activity 7: Practice 
Activity 8: Exercise 
Activity 9: Plus 
01/11/2022 
 
Professora 
Marizete Gimenes 
Estagiaria Ana 
Paula Lima 
Andrade. 
 
 
 
 
(EF06LI25) Identificar, por 
uma perspectiva crítica, a 
presença da Língua Inglesa 
na sociedade 
brasileira/comunidade 
(palavras, expressões, 
suportes e esferas de 
circulação e consumo) e seu 
significado, a partir de 
experiências do seu 
cotidiano (cosméticos da 
mercearia, nomes de lojas, 
cardápio da lanchonete, 
nome dos jogos etc.). 
Activity 11: Exercise 
Activity 12: Supplement 
Activity 13: Production 
Activity 14: Cultural Aspects: 
Gincana 
08/11/2022 
 
Professora 
Marizete Gimenes 
Estagiaria Ana 
Paula Lima 
Andrade. 
Obs. As atividades do projeto foram desenvolvidas no contra turno conforme o horário 
geral da escola. 
 
6. RECURSOS NECESSÁRIOS 
Humanos: alunos, professores, equipe, estagiária. 
Materiais: quadro, pincel, apagador, material impresso e digital e livro didático. 
Áudios- visuais: Vídeo, TV e aparelho de som, datashow. 
 
7. RESULTADOS ESPERADOS 
É esperado neste projeto o aprimoramento da leitura oral e interpretação textual, 
maior compreensão por parte dos alunos dos conteúdos abrangidos na disciplina de 
Inglês, utilizando dos recursos e espaços existentes na escola. 
Ressaltando que a avaliação deve ser formativa, somativa e continua contidas na 
proposta da escola e levando sempre em consideração o contexto e condições de 
ensino. 
Dentre esses meios de avaliação e de acordo com o intuito de desenvolver a 
autonomia, necessário se faz defender a importância da avaliação como momento em 
que o estudante tem protagonismo para pensar sobre seu próprio desempenho. 
Uma vez que todo processo avaliativo tem função diagnóstica em momentos 
específicos de provas, que, se bem utilizado, pode ser também uma ferramenta de 
monitoramento e acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem, uma vez 
que faz e fará parte da rotina dos estudantes em várias etapas da vida escolar, servindo 
também para o professor como forma de planejamento e replanejamento das ações 
educativas. 
 
 
8. REFERÊNCIAS 
ABAURRE, Maria Luiza.; PONTARA, Marcela N. Gramática: texto: análise e construção 
de sentido. São Paulo: Moderna, 2006. 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: educação é a 
base. Brasília, DF: MEC, 2017. 
BUTO, Marcia Yoshiko. Leitura e interpretação em Língua Inglesa por meio de um 
conceito de Vygotsky: – ZDP. In: NORTE, Mariângela Braga (Coord.). Desafios para a 
docência em língua inglesa: teoria e prática. São Paulo: Unesp, 2013. p. 9-27. 
Disponível em: <https:// acervodigital.unesp.br/bitstream/unesp/155335/1/unesp-nead-
redefor2ed-e-book_tcc_lingua_inglesa.pdf>. Acesso em: 8 maio 2018. 
CELANI, Maria Antonieta A. Antonieta Celani fala sobre o ensino de língua estrangeira. 
Nova Escola, n. 222, maio 2009. Entrevista concedida a Daniela Almeida. Disponível 
em: <https://novaescola.org. br/conteudo/932/antonieta-celani-fala-sobre-o-ensino-de-
lingua-estrangeira>. Acesso em: 26 nov. 2017. 
CELANI, Maria Antonieta. Concepções de linguagem de professores de inglês e suas 
práticas em sala de aula. In: CELANI, M. A. A. (Org.). Reflexões e ações (trans) 
formadoras no ensino-aprendizagem de inglês. Campinas: Mercado de Letras, 2010. 
BRASIL. Ministério da Educação. Currículo de Sergipe: educação infantilensino 
fundamental. Aracaju. 2019 
LACOMBE, Isabel Alencar. KIRMELIENE, Viviane.NETO, Adolfo Tanzi. HODGSON, 
Elaine.MONTEIRO, Rafael Monteiro. Become. 1ª edição. São Paulo: FTD. 2018 
LEUNG, Constant. English as an additional language – a genealogy of language-in-
education policies and reflections on research trajectories. Language and Education 30, 
Issue 2, 2016. p. 158-174. 
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Gêneros textuais: configuração, dinamicidade e circulação. 
Gêneros textuais: reflexões e ensino. São Paulo: Parábola, 2011. 
ROJO, Roxane; BARBOSA, Jacqueline. Hipermodernidade, multiletramentos e 
gêneros discursivos. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2015. 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO FINAL DO PROJETO DE INTERVENÇÃO DAILY ROUTINES 
 
1. INTRODUÇÃO 
 Neste relatório, serão apresentados os resultados e documentações relativos às 
atividades desenvolvidas na prática obrigatória em atividade de aprendizagem, 
treinamento prático e aperfeiçoamento no Ensino Fundamental, realizado no curso de 
2ª Licenciatura em Letras – Portuguesa/ Inglês Centro Universitário FAVENI – 
UNIFAVENI, correspondente à disciplina. Pratica profissional. O projeto foi realizado 
pela aluna Ana Paula Lima Andrade, orientada pelo guia de orientações do curso e 
setor pedagógico. A escola acolhida para executar o estágio foi o Colégio Estadual João 
XXIII, na cidade de Ribeirópolis no estado de Sergipe. 
A equipe gestora formada pelo diretor interino Evandro Barbosa Portela, 
coordenadoras Sandra de Fátima Santos, Médio Maria Ilda Oliveira Santos e o 
secretário Edmar Cruz; todos me trataram com atenção e disponibilização do PPP para 
formulação e execução da documentação e ações da prática educativa. 
O projeto foi desenvolvido com a turma de 6º ano “A” do Ensino Fundamental, no 
período de 18/10/2022 a 08/12/2022, no contra turno. A turma é formada por 20 alunos 
e tem como professora regente da disciplina inglês Marizete Gimenes. As atividades 
desenvolvidas no decorrer do projeto possibilitaram práticas de aperfeiçoamento para 
o bom exercício da carreira do professor de Língua Inglesa. 
Esta prática firma-se em apresentações temáticas contextualizadas, explorando 
conteúdos compostos por imagens e textos para provocar uma reflexão inicial e aguçar 
a curiosidade dos estudantes sobre o tema, tradução de texto do inglês para o 
português voltadas à compreensão e à interpretação, competências que elencam 
objetivos enfocando gêneros textuais e habilidades linguísticas a serem desenvolvidas 
em ambas as línguas, pois o uso da língua materna nesse momento, evita a 
insegurança pertinente aos estudantes em relação à língua inglesa e que possa 
contribuir para a participação do processo de construção de sentidos. 
Foram exploradas atividades como: Reading( leitura e compreensão de textos 
escritos); Vocabytary (apresentação de vocabulário novo de acordo com o tema); 
Listing (atividades voltadas para a compreensão auditiva de textos orais diversos); 
Grammar (trabalho com aspectos gramaticais contextualizado); Speaking (motivação 
para engajar o aluno em interações orais em língua inglesa) e Writing (processo que 
 
tem planejamento, escrita em si, revisão, edição e reescrita), privilegiando atitudes 
positivas, construtiva, criativa e crítica por parte do professor e do aluno. 
Os estudantes aprendem em ritmos diferentes e nem todos apresentam o mesmo 
desempenho, pois quando o ensino não é personalizado, o desnível de conhecimento 
pode significar problemas de aprendizagem, e nesse cenário, intervenções 
pedagógicas podem ser necessárias, minimizando as dificuldades que atrapalham o 
desenvolvimento no aprendizado. Conduzida pelo professor, essa interferência tem o 
objetivo de ajudá-los a aprender e superar os desafios. Não existem fórmulas prontas 
para ações de intervenção pedagógica, elas devem levar em conta características 
individuais de cada aluno, além do contexto e da realidade. 
O conteúdo foi planejado conforme o plano anual do professor regente da turma, 
incorporando temas reais. As competências e habilidades foram expressadas nas 
aprendizagens essenciais que devem ser asseguradas aos alunos nos diferentes níveis 
e ambientes. 
 Portanto este relatório registra a promoção de novas experiências e resultados 
obtidos durante esse treino para a profissão como professor da língua inglesa, 
configurando-se como documento requisito para a avaliação final dos alunos na 
disciplina Prática Profissional. 
2. DESENVOLVIMENTO 
O desenvolvimento está pautado na proposta pedagógica da escola baseada na 
BNCC e Currículo de Sergipe. Indicando desenvolvimento de competências e 
habilidades gerais e específicas na área de linguagem e suas tecnologias para o ensino 
da língua inglesa. Como suporte para a prática pedagógica, foram desenvolvidas 
atividades que visam oferecer condições para o aluno compreender a complexidade da 
realidade, aprimorar sua capacidade comunicativa e ampliar, significativamente, sua 
inserção no espaço em que vive. 
 Considerando o texto em suas múltiplas formas, como o centro das práticas de 
linguagem, relacionando textos aos seus contextos de produção e o desenvolvimento 
de habilidades, que não podem ser desenvolvidas de forma descontextualizada, mas, 
por meio da leitura de gêneros que circulam nos diversos campos de atividade humana. 
Assim, foram organizadas por meio de leitura (reading, vocabytary), oralidade (listing, 
speaking) produção de textos (writing) e análise linguística/semiótica (grammar) 
distribuídas por campos de atuação (jornalístico-midiático, de atuação na vida pública, 
práticas de estudo e pesquisa e artístico-literário). Demonstrando que essas práticas 
 
derivam de situações da vida social, necessitando ser situadas em contextos 
significativos. 
Esta prática se estabeleceu a partir do diálogo entre a professora regente da 
turma e a estagiária que selecionou para ser ministrado situações de aprendizagem 
como: Livro didático Be Come, volume 6, componente curricular língua inglesa; Editora 
FTD 2018. Capítulo 4. My School day. Atividades: Habits And Routine, Text: A Day In 
The Life Of A Brazilian Studan, Vocabulary, Comprehension , Listen And Pronunciation 
, Grammar. Simple Present (I, You, We, They), Practice, Exercise, Plus, Exercise, 
Supplement. Production e Cultural Aspects como a gincana cultural. 
 O primeiro dia de prática foi em dezoito de outubro de dois mil e vinte e dois, 
dia de terça feira, os dois primeiros horários. Como já tinha solicitado a autorização do 
diretor, coordenador e professor regente, cheguei à escola as 7:00hs para dar início as 
primeiras atividades, fui ao encontro da professora Marizete Gimenes e nos dirigimos 
para a sala de aula. A professora comunicou aos alunos que eu seria parceira deles 
por alguns dias e todos ficaram contentes. Fiz as devidas apresentações e comentei 
brevemente com os alunos sobre a minha necessidade de fazer uma nova graduação 
no caso licenciatura em letras português/inglês. Em seguida, dei início à aula colocando 
no quadro o assunto que seria trabalhado Activity1. Habits And Routine Activity. 2: Text: 
A Day In The Life Of A Brazilian Studant Activity 3: Vocabulary. 
 Foram distribuídas apostilas impressas para todos os alunos, constando atividades 
voltadas ao desenvolvimento do conteúdo contido no livro didático adotado pela escola. 
Expliquei como seria a proposta do projeto, apresentando o tema central, com uso de 
gêneros textuais. Foi promovido discussões sobre o texto, buscando apresentar um 
propósito para a leitura, levá-los a antecipar informações e a opinar sobre o assunto a 
ser lido, bem como propiciar-lhes um momento em que revisitem a própria experiência 
acerca do tema e oportunidade de familiarizar-se com o novo idioma. Além de 
estratégias associadas à leitura e/ou à compreensão de textos, informações acerca das 
capacidades de leitura que estão sendo mobilizadaspara atribuir sentidos ao texto. 
É importante que o professor incentive os estudantes a levantarem seus próprios 
questionamentos e a acrescentá-los às perguntas propostas de modo a tornar o 
aprendizado da língua e a reflexão sobre o tema mais próximos da realidade na qual 
estão inseridos para solidificar e expandir o vocabulário. 
A maioria dos alunos fizeram as atividades. O professor encerrou a aula fazendo 
correção. Os alunos participaram com gosto, interagindo entre si e com o professor 
 
estagiário e desenvolvendo as atividades propostas com ajuda do professor regente, 
que permaneceu na sala acompanhado todo o processo. 
O segundo dia foi em vinte e cinco de novembro de dois mil e vinte e dois. 
Chegando à escola fomos para a sala dos professores esperar o toque do sinal de 
entrada dos alunos na sala, enquanto isto os professores começaram a chegar e então 
entramos na sala para começar mais um dia de trabalho. Os alunos se encontravam 
disperso, mais aos poucos todos começaram a sentar e se organizarem nas carteiras. 
Comecei minha aula solicitando o material distribuído na aula anterior, revisando o 
assunto e ressaltando a importância das tarefas de casa. Continuei com as Activity 4: 
Comprehension, Activity 5: Listen And Pronunciation Activity 6: Grammar. Simple 
Present (I, You, We, They). Explorando atividades de compreensão oral abordadas por 
meio de discussões e análises que levaram em considerações a experiência do 
estudante, seu contexto de vida e seu pensamento crítico. Foi destacado também a 
variação entre intensiva (sons, palavras, sentenças), extensiva (compreensão global) e 
seletiva (compreensão pontual). 
Apresentação dos aspectos gramaticais sobre o emprego de verbos no presente 
simples, necessários para a realização da produção oral e escrita. A abordagem da 
gramática é indutiva, de modo que o estudante possa construir conhecimento não 
apenas sobre a forma, mas sobre as situações de uso, para poder empregar esse 
conhecimento nas atividades propostas e na comunicação quando necessário. 
Os alunos participaram com gosto, interagindo entre si e com o professor estagiário 
e desenvolvendo as atividades propostas. 
O terceiro dia foi em primeiro de novembro de dois mil e vinte e dois. Chegando à 
escola fomos para a sala. Os alunos já se encontravam em seus devidos lugares. 
Comecei pedindo para os alunos pegar o material distribuído e continuei com Activity 
7: Practice Activity 8: Exercise Activity 9: Plus. Estas atividades estão voltadas para a 
prática oral com o intuito de levá-lo a sentir-se motivado e a engajar-se em interações 
orais em língua inglesa. Os desafios para o desenvolvimento da produção oral são 
grandes pela falta de experiência deles com esse tipo de atividade, devido a ausência 
desta disciplina nos anos iniciais que podem levar a dificuldades na organização e 
condução de produções. Considerando tais fatores e a necessidade de desenvolver 
habilidades orais em língua inglesa na sala de aula, buscamos construir e estimular a 
oralidade, por meio de discussões e uso do idioma. A produção de texto escrito é vista 
como um processo que tem planejamento, escrita em si, revisão, edição e reescrita, 
 
caso seja necessário, precisam ser guiados, considerando o conteúdo e o propósito do 
texto, avaliando sua produção e os efeitos de sentido que podem causar. 
 Os alunos participaram com gosto, interagindo entre si e com o professor 
estagiário e desenvolvendo as atividades propostas. 
O quarto dia foi em oito de novembro de dois mil e vinte e dois. Chegando à 
escola fomos para a sala de aula, os alunos já se encontravam em seus devidos 
lugares. Comecei pedindo para os alunos pegar o material para concluir as atividades 
finais do projeto: Activity 11: Exercise. Activity 12: Supplement. Activity 13: Production. 
Activity 14: Cultural Aspects com a Gincana cultural dos alunos do ensino fundamental. 
As tarefas da gincana foram organizadas pelos professores da área de linguagem. 
Entre as tarefas foram realizadas ações como: jogo passa e repassa, soletrando, quis 
de gramática, dança, música, poemas e poesias, explorando questões relacionadas a 
língua inglesa e para finalizar a culminância com a presença da equipe, pequenos 
agradecimentos e encerramento com comes e bebes. 
3- CONCLUSÃO 
O projeto de intervenção foi uma experiência excelente em meu processo de 
formação, permitiu a articulação e consolidação dos conhecimentos teóricos em relação 
à prática docente. Foi constatado que o bom andamento depende do nosso esforço em 
aprender a teoria e também da preparação metodológica, requisito importante para o 
processo ensino e aprendizagem nas escolas. Seguindo com a aproximação entre 
professor e alunos, é preciso estar atento à clientela, perceber suas habilidades e 
dificuldades, permitindo que todos se sintam à vontade para participar do processo 
educativo de maneira consciente e ativa, centrada no aluno. 
Trabalhar a língua e seus usos nos contextos de comunicação fomenta nos 
alunos o interesse pelas produções textuais e análises linguísticas. Tal interesse foi 
intensificado com a associação dos textos literários e das atividades cognitivas. 
Enfim, o ensino da leitura e da escrita de uma língua teve avanço com as 
atividades dos projetos escolares que proporcionaram um encontro com o novo, com 
textos e culturas diferentes, essas atividades foram bastante positivas porque 
atenderam a necessidade que os adolescentes têm em explorar o novo, o 
desconhecido que provoca e atrai. Atividades em projetos de linguagens, avaliativos, 
artísticos e culturais trouxeram ânimo nos ambientes escolares, fomentando a vontade 
de continuar com propostas de mudar a comunidade, pois sabemos que a educação 
melhora as pessoas e ambiente. 
 
Centro Universitário Unifaveni 
Curso 2ª Licenciatura em Letras português/Inglês Ead 
Prática Profissional: Projeto de Intervenção Daily Routines 
Local: Colégio Estadual João XXIII Aluna Estagiária: Ana Paula Lima Andrade 
Turma: 6º Ano “A” Turno: Matutino. 
ACTIVITY 1: HABITS AND 
ROUTINE 
 
 
WHAT ARE YOUR DAILY 
HABITS? 
 
WHAT'S YOUR DAILY 
ROUTINE? 
 
 
 
 
 
 
ACTIVITY 2: A DAY IN THE LIFE OF A BRAZILIAN STUDANT 
 My day start very early, I get up at six o’clock in the morning. I have breakfast at 
half past six. After breakfast, I go to school but I don’t take a bus. I walk to school, 
because we live near it. I start school at seven o’ clock. I stay there until noon. After 
school, I go home and I have lunch. After lunch I study and I do my homework. At 
five o’ clock I take a shower. At seven o’ clock all my Family is at home and we have 
dinner together. We talk about our day. After dinner, we watch TV or listen to good 
music. I don’t go to bed late. I go to bed before ten o’ clock. 
 
ACTIVITY 3: VOCABULARY 
Start: começo 
O’clock: horas 
Breakfast: café da manhã 
Walk: ir, andar 
School: escola 
Bus: ônibus 
Home: casa 
Study: estudar 
Shower: banho 
Dinner: jantar 
Bed: cama. 
 
ACTIVITY 4: COMPREHENSION 
 
1. What time does the Brazilian student's day start? 
_____________________________________________________________ 
2. What time does he have breakfast? 
____________________________________________________________ 
3. What time does school start? 
_____________________________________________________________ 
4. What time does school end? 
_____________________________________________________________ 
5. What does he do after school? 
_____________________________________________________________ 
6. What does he do after lunch? 
_____________________________________________________________ 
7. What does he do at five o'clock? 
_____________________________________________________________ 
8. What does he do at seven o'clock? 
_____________________________________________________________ 
9. What does he do after dinner? 
_____________________________________________________________10. What time he go to bed? 
_____________________________________________________________ 
 
ACTIVITY 5: LISTEN 
AND PRONUNCIATION 
 Listen and number the 
following images. Then, 
repeat and pronounce 
them. 
1. Wake up 
2. Get up 
3. Take a shower 
4. Get dressed 
5. Comb hair 
6. Have breakfast 
7. Go to work 
8. Hve lunch 
9. Cook dinner 
10. Have dinner 
11. Watch tv 
12. Go to bed 
 
 
 
 
 
ACTIVITY 6: GRAMMAR. SIMPLE PRESENT (I, You, We, They) 
Leia as perguntas e escreva a melhor resposta de acordo com o contexto em que as 
palavras são usadas. 
I. "I play games with my friends in the playground." 
II. "I eat lunch in the canteen with my friends." 
III. "After lunch, we play in the playground." 
1.O que contem nas perguntas? 
 ( )Ações que acontecem no momento em que ele fala ( ) Hábitos e rotinas 
2.Qual é a forma básica dos verbos das frases de I a III? 
 ( )Play, eat, play ( ) Plays, eats, plays 
3.Observe os exemplos e escolha a opção que melhor descreve a regra de formação 
do simple present. 
 ( )No simple present, acrescenta-se -s ao verbo na forma básica para todas as 
pessoas. 
 ( )No simple present, usa-se a forma básica do verbo na primeira e na segunda 
pessoa do singular e do plural. 
 
ACTIVITY 7: PRACTICE 
Answer the questions about your routine. 
1.Do you have English classes on Mondays? 
___________________________________________________________________ 
2.What do you do during recess? 
___________________________________________________________________ 
3.What classes do you have on Fridays? 
___________________________________________________________________ 
4.Is there a school subject you don’t like? If so, why? 
__________________________________________________________________ 
 
ACTIVITY 8: EXERCISE 
 Read the following poll. Then complete the sentences below in your 
notebook. Do we need math? 
59% say yes 41% say no 
Yes, we do [...] Math Is Largely 
We need maths because it’s good for 
when you are older. […] 
Math is stupid [...] 
 
What an interesting maths-debate […] You don’t use it in real life. […] 
Math helps students learn to think 
logically. […] 
I don’t think we need math. […] 
 
1. On this website, the user can … 
 ( ) answer debates and polls. ( ) create debates and polls. 
2. Math is necessary to… 
 ( )43% of the responders. ( ) 59% of the responders. 
3.In your opinion, do we need math? 
 ( ) Yes, we do. ( ) No, we don’t. 
ACTIVITY 9: PLUS 
 Procure no texto frases na forma negativa. 
______________________________________________________________ 
 
 
 
 
ACTIVITY 10: EXERCISE 
 Leia o parágrafo abaixo e complete-o com as palavras do boxe para conhecer a 
regra de formação da forma negativa do simple present. 
 
don’t - negativas - verbo - you 
 
Para formar frases _________________________________ no simple present com 
I, ___________, we, they, é preciso incluir do + not antes da forma básica 
do___________________ ou a forma contraída____________________________ 
 
 
ACTIVITY 11: EXERCISE 
Observe as perguntas e as respostas a seguir. Depois, complete as regras para a 
formação de yes-no questions e short answers no simple present. Use as palavras 
do boxe. 
I. “Do we need math? Yes, we do.” 
II. Do the schools in the UK have the same schedule of as the schools in Brazil? No, 
they don’t. 
don't - do (4) – confirmar - no - I - yes - you 
 
1. Usamos yes-no questions para_____________________ informações. 
2. No simple present, yes-no questions com ou they (1a e 2a pessoas do singular, e 
todas as pessoas do plural) começam com _______________________________ 
3.A ordem de yes-no questions com I,_______________ , we ou they é: verbo auxiliar 
(___________________ ) + sujeito + verbo principal. 
4.As short answers afirmativas com I, you, we ou they são formadas por _______+ 
sujeito + verbo auxiliar ( _____________________). 
5. As short answers negativas com _______________ , you, we ou they são formadas 
por _____________________+ sujeito + verbo auxiliar ( ) + not ( 
____don’t____________________________). 
 
ACTIVITY 12: SUPPLEMENT 
 Qual é o uso que se faz do simple present? 
 ( ) Falar de um evento futuro. 
 ( ) Falar de fatos, opiniões ou verdades no presente. 
 
ACTIVITY 13: CULTURAL ASPECTS 
Which african countries have english as the language? 
___________________________________________________________________ 
 
ACTIVITY 14: PRODUCTION 
 Let’s play a guessing game! Refer back to your answers to the question 
“What do you do during recess?” Ask up to three questions to guess your 
classmate’s answers.

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