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Tecnologia da
Construção Civil
2
0
2
4
Maria Eloize Siqueira Barbosa Gabriela Alves Medeiro
MANUAL
Universidade Tecnológica Federal do Paraná
APRESENTAÇÃO
Manual de construção de edifícios que tem
como objetivo orientar futuros engenheiros civis
na aplicação de diversas técnicas construtivas,
afim de proporcionar sempre um melhor
resultado na aplicação das mesmas para
edificações. 
O conteúdo abrange áreas como
impermeabilização, isolamento térmico e
acústico, instalações hidráulicas e sanitárias,
revestimentos, argamassados e não
argamassados, pinturas, pisos, e pavimentações,
vidros e esquadrias, instalações elétricas,
incluindo cabos, tomadas, interruptores,
iluminação e instalações complementares,
como instalações de ar condicionado, piscinas e
automação.
NBR 15.575
Com isso, o manual foi escrito
utilizando a norma de
desempenho NBR 15575 / 2021
como base para informações, em
conjunto com as normas citadas
na introdução de cada capitulo
abordado.
A NBR 15.575 é uma norma que
trata do desempenho de
edificações habitacionais e
apresenta características
indispensáveis de uma obra para o
consumidor, com o objetivo de
prezar pelo conforto, acessibilidade,
higiene, estabilidade, vida útil da
construção, segurança estrutural e
contra incendios.
SUMARIO
Impermeabilizante 04
Isolamento Térmico 14
Isolamento Acústico 22
Instalações Hidrossanitárias 30
Revestimento Argamassado 47
Revestimento não Argamassado 55
Sistema de Pintura 66
Pisos e Pavimentações 73
Esquadrias e Vidros 83
Instalações Elétrica 95
ImpermeabilizaçãoIntrodução
Definição
A impermeabilização na
construção civil trata-se de um
procedimento adotado com o
objetivo de vedar, de colmatar ou
de selar os materiais porosos e
suas possíveis falhas, que são
causadas por defeitos técnicos ou
por momentos estruturais
durante a execução.
A aplicação do procedimento é
feita com diferentes composições,
a fim de evitar a ação das
intempéries a partir de infiltrações
em qualquer parte da obra - lajas,
banheiros, paredes, coberturas,
aberturas, muros, entre outros.
Quando o responsável pela
construção não valoriza essa
etapa, ele coloca toda a estrutura
e vários outros elementos
totalmente à mercê de patologias,
como bolor, oxidação, manchas e
deterioração de peças. 
Esse processo de
impermeabilização amplia a vida
útil das construções, bem como
promover a saúde, a segurança e
o bem - estar das pessoas.
Ademais, um profissional que tem
a função de planejar um projeto
de construção civil, precisa
contemplar igualmente um
projeto de isolamento térmico da
obra e tem o dever de
desenvolvê-la em conformidade
total com as normas da ABNT.
“Conjunto de operações e
técnicas construtivas
(serviços), composto por
uma urna ou mais camadas,
que tem por finalidade
proteger as construções
contra a ação deletéria de
fluidos, de vapores e da
umidade”
04
NBR 9574/1986: Execução de impermeabilização Procedimento.
NBR 9575/2003: Impermeabilização – Seleção e Projeto. 
NBR 9686/1986: Solução asfáltica empregada como material de
imprimação na impermeabilização. 
NBR 9952/1998: Manta asfáltica com armadura para
impermeabilização - Requisitos e Métodos de Ensaio. 
NBR 11905/1995: Sistema de impermeabilização composto por
cimento impermeabilizante e polímeros. 
NBR 13321/1995: Membrana acrílica com armadura para
impermeabilização - Especificação. 
NBR 13532/1995: Elaboração de projetos de edificações -
Arquitetura. 
NBR 13724/1996: Membrana asfáltica para impermeabilização com
estruturante, aplicada à quente.
A impermeabilização tem como principais importâncias: 
Proteger as superfícies da umidade, manchas, fungos e etc.
Deixas os ambientes mais salubres;
Preservar as construções contra intemperismo;
Aumentar a vida útil das estruturas;
Impedir a corrosão das armaduras presentes no concreto;
NORMAS TÉCNICAS
Importância.
05
Tipos e
Materiais
Os impermeabilizantes são
classificados como dois tipos: os rígidos
e os flexíveis, onde, os rígidos são
utilizados em elementos que não há
movimento ou atrito e os flexíveis para
estruturas que possuem
movimentação ou atrito das
superfícies.
Os impermeabilizantes rígidos
desempenham um papel crucial na
proteção e durabilidade das estruturas
na construção civil. eles são
especialmente projetados para áreas
onde não há movimentação
significativa ou atrito superficial.
Rígidos
São formulados por materiais que
proporcionam alta resistência e rigidez.
Geralmente à base de cimentos
modificados, agregados minerais e
aditivos, esses produtos são capazes
de formar uma camada sólida que
protege contra a penetração de águas
substâncias nocivas.
Características
Indicação
São indicados para locais que não
estão sujeitos à: Movimentação; Forte
exposição solar; Variações térmicas e
vibração. Como: caixas d’água, piscinas
enterradas, fundações.
Antes da aplicação do impermeabilizantes,
deve-se preparar adequadamente a
superfície removendo qualquer resíduo
solto e reparar fissuras e áreas irregulares
com argamassas.
Execução 
Deve-se observar o projeto de
impermeabilização e executar de acordo
com o que foi especificado.
A aplicação pode ser feita por meio de
pinceis, rolos ou projeção, e deve-se sempre
seguir as recomendações do fabricante
quanto a quantidade e aplicação e
espessuras.
Vantagens
Alta durabilidade e resistência
mecânica;
Proteção contra penetração de águas e
agentes corrosivos; 
Ideal para estruturas sem
movimentação ou deformação;
Desvantagens
Não indicado para estruturas que
sofrem deformação;
Pode se deteriorar ou trincar caso usado
em estruturas sujeitas a vibrações;
Manutenção
A manutenção regular é essencial para
preservar a eficácia do impermeabilizante
rígido. Devem ser realizadas para identificar
rachaduras, desgaste ou áreas com perda
de aderência. Os reparos devem ser
efetuados prontamente para evitar 
danos maiores.
06
VEDACIT VEDATOP é uma argamassa polimérica semiflexível
impermeável, indicada para vedação e eliminação da
umidade, atende pressão positiva e negativa. Pode ser
aplicado sobre concreto, bloco cerâmicos e de concreto,
fibrocimento e demais bases cimentícias. VEDACIT VEDATOP
não é tinta de acabamento, mas permite que as paredes
receberam pintura à base de água
ARGAMASSA COM ADITIVO
HIDRÓFUGO
Custo
Custo
ARGAMASSA POLIMÉRICA
IMPERMEAVEL
Este aditivo impermeabilizante deve ser homogêneo
conforme as condições climáticas e o tempo de
armazenamento, o VEDACIT poderá apresentar consistência
mais fluida. A sua qualidade, entretanto, não sofre qualquer
alteração, pois a quantidade de ingredientes ativos
permanece constante, independendo da sua viscosidade. 
Mais info
Mais info
Indicação de uso
Banheiros;
Piscinas;
Cozinha;
Paredes;
Alicerce e baldrames;
Concretos;
Lavanderia;
Muros de arrimo;
caixa d’água;
Reservatórios;
Alvenaria;
Indicação de uso
Banheiros;
Piscinas;
Cozinha;
Paredes;
Alicerce e baldrames;
Concretos;
Lavanderia;
Muros de arrimo;
caixa d’água;
Reservatórios;
Alvenaria;
07
Os impermeabilizantes flexíveis
desempenham um papel crucial na
proteção de superfícies contra a
penetração de água e umidade. Eles
são projetados para criar uma barreira
resistente à água em várias
estruturas, como telhados, lajes, pisos,
paredes e outras superfícies expostas
a condições úmidas ou de chuva.
Flexíveis
Os impermeabilizantes flexíveis têm
como função principal proteger
superfícies da entrada de água e
umidade. Diferentes tipos de
impermeabilizantes flexíveis, como
membranas líquidas e revestimentos
elastoméricos, podem variar em
composição e características.
Características
É importante seguir as
recomendações do fabricante quanto
à espessura da camada e ao número
de demãos necessárias para garantir
uma proteção eficaz.
Execução 
Pincelamento ou Rolo Trincha 
Aspersão ou Pulverização 
Rodo ou Espátula 
Aplicação com Manta
Injeção de Resina 
Autoadesivos 
Mistura de Componentes 
Máquinas de Projeção 
Imersão
Indicação
São indicados para locais que estão
sujeitos à: Movimentação; Forte
exposição solar; Variações térmicase
vibração. 
Lajes e Terraços 
Paredes Externas 
Piscinas e Tanques 
Banheiros e Cozinhas 
Fundação Jardineiras e Flores 
Pisos Elevados 
Detalhes Construtivos 
Coberturas Metálicas 
Áreas Comerciais e Industriais
Vantagens
Pode ser usado em estruturas
rígidas;
Proteção contra penetração de
águas e agentes corrosivos; 
Ideal para estruturas com
movimentação ou deformação;
Manutenção
A manutenção dos impermeabilizantes
flexíveis é vital para sua eficácia e
durabilidade. Isso envolve inspeções
regulares, limpeza, reparos imediatos,
respeito aos prazos de reaplicação e
atenção a detalhes críticos. 
Evite impactos, produtos químicos
agressivos e proteja contra raios UV. 
Mantenha a drenagem adequada e, se
necessário, consulte profissionais
especializados. 
Sempre siga as orientações do fabricante
para garantir a eficácia contínua do sistema
de impermeabilização.
08
VEDACIT VEDAPREN é uma manta líquida à base de asfalto e
secagem de 6 horas entre demãos. É aplicada a frio, pronta
para uso e moldada no local. Cobre a estrutura com uma
proteção impermeável, apresenta ótimas características de
elasticidade e tem uma boa durabilidade.
VEDACIT MANTA ASFÁLTICA
ALUMÍNIO (POLIÉSTER)
Custo
Custo
MANTA LÍQUIDA A BASE DE
ASFALTO
VEDACIT MANTA ASFÁLTICA ALUMÍNIO (POLIÉSTER) com
acabamento de alumínio poliéster proporciona proteção
contra umidade e temperaturas mais amenas no interior do
imóvel.
Mais info
Mais info
Indicação de uso
Coberturas e Telhados;
Lajes sem trafego;
Indicação de uso
Banheiros;
Jardineira;
Cozinha;
Área de serviço;
Laje de cobertura;
Calhas de concreto;
Terraço;
Floreira;
Lajes;
09
Procedimento
Preparação da
superfície
O concreto deve estar com a
superfície limpa, sem óleos, graxas e
partículas soltas. Nos casos de
recuperação do concreto, escarificar e
lavar com jato de água sob pressão, a
fim de remover todas as partículas
soltas. Aguardar a secagem. 
Caimento
Toda superfície a ser
impermeabilizada que requeira
escoamento de água deve ter um
caimento mínimo de 1% na direção dos
coletores.
Pontos críticos
Preste atenção especial às juntas,
conexões, cantos e áreas de transição,
pois são pontos críticos onde a água
pode se infiltrar. Utilize materiais de
selagem apropriados para garantir
uma vedação eficaz. 
Teste de integridade
Após a aplicação do
impermeabilizante, é aconselhável
realizar testes de integridade para
verificar se não há vazamentos ou
áreas com problemas. Isso pode incluir
testes de inundação, testes de
pressão de água ou outros métodos
de teste adequados.
Manutenção regular
Mesmo com uma execução adequada, é
importante realizar manutenção regular
para garantir que a impermeabilização
permaneça eficaz ao longo do tempo.
Verifique periodicamente quanto a danos
ou desgastes e faça os reparos
necessários.
Aplicação
A aplicação dos impermeabilizantes variam
de acordo com as áreas que serão aplicadas.
Alguns impermeabilizantes são aplicados
como revestimentos líquidos que são
espalhados sobre a superfície, enquanto
outros envolvem a colocação de mantas ou
membranas. 
Impermeabilizante
liquido
Se estiver usando uma membrana líquida,
ela geralmente é aplicada com pincel, rolo ou
pulverizador. Certifique-se de aplicar uma
camada uniforme, seguindo as instruções do
fabricante.
Impermeabilizante
cimentício
Esses são aplicados como uma argamassa
ou revestimento à base de cimento. Siga as
instruções de mistura e aplicação
cuidadosamente. 
Mantas Asfálticas
Mantas asfálticas são aplicadas por
sobreposição. Aqueça o material asfáltico
para permitir a aderência adequada e
aplique as mantas, garantindo que não haja
bolhas de ar presas, é colocada do meio para
as bordas.
Proteção mecânica
Em muitos casos, é recomendável
fornecer proteção mecânica adicional
sobre a camada de
impermeabilização, especialmente em
áreas sujeitas a tráfego pesado ou
impactos. 10
Devido às constantes modificações nas normas, principalmente
de desempenho, e o surgimento de novos equipamentos que
revolucionam o mercado, os produtos passam por diversas
modificações e até mesmo reformulações, sendo essa uma
modificação necessária para acompanhar a demanda do setor
da construção civil. 
Tais mudanças sempre buscam facilitar, acelerar e garantir maior
rendimento e qualidade dos serviços. 
Se tratando de sistemas de impermeabilização sempre
buscamos o produto que mais se adeque às necessidades,
apresentando a melhor solução para o problema apresentado
com o melhor custo benefício para ambas as partes. 
Atualmente é possível encontrar no mercado uma infinidade de
produtos para cada situação específica, sem deixar de lado a
qualidade e a tecnologia empregada para a otimização do
sistema.
Tudo isso influencia diretamente sobre a sustentabilidade, na
qual, empregando bons meios de impermeabilização, é possível
obter uma excelente eficiência energética e de recursos, assim
como criar sistemas sustentáveis que reduzem o consumo de
água.
Novas Tecnologias e
Sustentabilidade
Introdução
11
impermeabilidade;
pode ser associado a sistemas de
estética adequada;
fácil conserto em caso de necessidade;
resistência mecânica, boa resistência a
abrasão e excelente resistência química;
excelente alongamento;
antibacteriano (não prolifera fungos e
bactérias);
fácil limpeza e higienização;
cura em temperaturas negativas;
temperatura ideal de operação de - 30
°C a + 35 °C);
De execução e cura ultra rápidos, pode ser
refeita uma impermeabilização de 500 m2
em menos de 1 dia dependendo da
situação. (impermeabilização ultra rápida).
Características
Resina 
PMMA
Este sistema de impermeabilização
não destrutiva é 100% impermeável,
podendo ser moldado nas mais
difíceis superfícies e interferências
(vide arremates técnicos). 
É a melhor solução técnica na
recuperação de patologias de
impermeabilização pois em
momento algum se expõe ( o local
não fica debilitado como nas outras
tecnologias) a região abaixo com a
retirada da impermeabilização
existente.
Pode ser aplicado em espelhos d
´água, tanques, coberturas, áticos,
piscinas, estacionamentos
descobertos (deckparking), áreas
descobertas sujeitas a tráfego de
pedestres ou veículos.
Possui basicamente 4 formulações
diferentes que podem atender
especificações de antiderrapância
(rampas de estacionamentos), áreas
sem tráfego, áreas de tráfego de
pedestres (STP) e áreas de veículos
(STV).
Indicação de uso
O PMMA (Polimetilmetacrilato) é
um tipo de polímero
termoplástico, frequentemente
usado em aplicações de
impermeabilização. É um material
sintético que possui alta
resistência mecânica e química,
além de ser altamente durável e
resistente à intempérie.
Selo de qualidade
Como não há quebras (sem demolições)
não gera entulhos, atendendo a selos de
qualidade como ISO, LEED, AQUA e Green
Building.
12
São adotadas estratégias que
promovem a infiltração da água no
solo, que evita o escoamento
superficial e contribui para a recarga
dos lençóis freáticos. Como exemplo:
A impermeabilização verde é uma
técnicas de impermeabilização
com práticas sustentáveis e
conservação ambiental que tem
como objetivo reduzir os impactos
negativos da impermeabilização
convencional, que geralmente
utiliza materiais impermeáveis
como concreto, asfalto e
membranas sintéticas.
Economia financeira;
Diminuição do consumo de água
potavel;
Redução de inundações;
Melhor qualidade de vida;
Diminui temperatura do local;
Características
Selo de qualidade
Como não há quebras (sem demolições)
não gera entulhos, atendendo a selos de
qualidade como ISO, LEED, AQUA e Green
Building.
Manutenção
Bem como um jardim, a impermeabilização
verde precisa de manutenção.
É recomentado a visita de um profissional
de uma a duas vezes por ano para garantir
que espécies indesejadas de plantas não
estejam crescendo. Além disso, caso a
vegetação não esteja crescendo de forma
saudável, o tratamento de feito com uma
pequena porção de fertilizante com 
composto orgânico.
Telhados verdes
São telhados que possuem uma
camada de vegetação sobre a
superfície impermeável. A vegetaçãoabsorve a água da chuva, reduzindo o
escoamento e proporcionando
isolamento térmico. 
Jardins de chuva
São áreas paisagísticas projetadas
para captar e filtrar a água da chuva
que escoa de superfícies
impermeáveis, como telhados e
calçadas. A água é direcionada para
esses jardins, onde é absorvida pelo
solo e tratada naturalmente. 
Pavimento permeavel
São superfícies porosas que
permitem a infiltração da água no
solo. Eles podem ser feitos de
materiais como blocos de concreto
vazados, pavimentos de grama ou
cascalho.
Imperm. 
Verde
13
Isolamento
Térmico
Introdução
Definição
O isolamento térmico
desempenha o papel de preservar
a estabilidade térmica em
ambientes, reduzindo as perdas e
as trocas de calor entre o interior e
o exterior de uma estrutura. 
Dessa forma, ele contribui para
manter o interior de uma
residência mais agradável durante
o verão, mantendo-a fresca, e
mais acolhedora no inverno, sem
a dependência de dispositivos de
climatização, como aquecedores,
radiadores, ventiladores ou
sistemas de ar-condicionado.
 O isolamento térmico é
alcançado por meio do uso de
materiais com excelente
capacidade de isolamento, ou seja,
materiais com baixo coeficiente
de condutividade térmica. 
Além disso, é crucial que o
isolamento mantenha suas
propriedades ao longo do tempo,
evitando a necessidade de
manutenção constante. 
Ademais, um profissional que tem
a função de planejar um projeto
de construção civil, precisa
contemplar igualmente um
projeto de isolamento térmico da
obra e tem o dever de
desenvolvê-la em conformidade
total com as normas da ABNT.
“Isolamento térmico é a
capacidade de um material
em reduzir a entrada ou
saída de calor de um
ambiente para outro e/ou de
um ambientes externo para
um ambiente”
14
NBR 15220-1/2005: Desempenho térmico de edificações -
Parte 1: Definições, símbolos e unidades. 
NBR 15220-2/2022: Desempenho térmico de edificações -
Parte 2: Componentes e elementos construtivos das
edificações - resistência e transmitância térmica - modelos
de cálculo. 
NBR 15220-3/2005: Desempenho térmico de edificações -
Parte 3: Zoneamento bioclimático brasileiro e diretrizes
construtivas para habitações unifamiliares de interesse
social. 
TR15220-3-1/2024: Desempenho térmico de edificações - Parte
3 -1: Zoneamento Bioclimático por desempenho - Lista de
cidades brasileiras.
O Isolamento térmico tem como principais importâncias: 
Proteger o ambiente de umidade, manchas, fungos e etc.
Deixas os ambientes aconchegante;
Economizar energia;
Garantir conforto térmico e acústico;
Mais sustentabilidade e ganho de espaço útil;
NORMAS TÉCNICAS
Importância.
15
Tipos e
Materiais
Materiais isolantes térmicos, como lã
de vidro, lã de rocha, espuma de
poliuretano, poliestireno expandido e
fibra de celulose, são especificamente
desenvolvidos para resistir à
transferência de calor. 
Esses materiais atuam reduzindo a
condução térmica, convecção e, em
alguns casos, radiação.
Materiais Isolantes
O isolamento térmico pode ser
abordado de duas maneiras principais:
através de materiais isolantes e por
meio de condutores térmicos. 
O isolante térmico é um tipo de
material que tem como objetivo
reduzir a entrada ou saída de calor de
um ambiente para o outro. 
Ou seja, ele cria uma barreira que
impede que os transfiram entre si,
resultando em uma temperatura mais
agradável dentro dos ambientes.
Tem como principais características:
Temperatura tem que varia de 20
a 24 graus;
A umidade do ambiente tem que
estar entre 40 e 60%;
 velocidade do vente é 0,07m/s; 
A radiação (reflexo);
Taxa metabólica;
Roupa/vestimenta;
Características
O uso do isolante térmico é comum em
revestimento de portas, turbinas,
tubulações com alta temperatura e em
vedações de expansão, também muito
utilizado em petroquímicas, no
revestimento de reatores, na indústria
cerâmica atuando em fornos de calcinação
e estufas e na construção civil como
revestimento de telhados, pisos e paredes.
Indicação
Vantagens
A utilização do isolamento térmico pode
melhorar a eficiência energética das
edificações, da seguinte forma:
Economia no consumo de energia
elétrica;
Pelo fato do isolamento térmico
restringir a entrada de calor; 
Redução do uso do sistema de
condicionamento de ar;
Diminuição da emissão de poluentes
para o meio ambiente devido a redução
de utilização de sistemas elétricos e
mecânicos;
Aumento do período onde a
temperatura interna do ambiente fica
mais confortável aos usuários;
Redução do ruído procedente de
ambientes vizinhos e externos;
Redução da flutuação da temperatura
interna.
Manutenção
A manutenção regular é essencial para
preservar a eficácia do impermeabilizante
rígido. Inspeções periódicas devem ser
realizadas para identificar rachaduras,
desgaste ou áreas com perda de aderência.
Os reparos devem ser efetuados
prontamente para evitar danos maiores.
16
EPIs
Óculos de segurança
Mascaras
Luvas de borracha
Custo
Custo
EPIs
Óculos de segurança
Mascaras
Luvas de borracha
É fabricada a partir de rochas basálticas especiais e outros
minerais aquecidos a cerca de 1500ºC e apresentam uma
diversidade de dimensões, espessuras, formatos e revestimentos,
incluindo opções leves, flexíveis e rígidas. Características
projetadas para facilitar tanto o manuseio quanto a instalação,
proporcionando, ao mesmo tempo, a vantagem de exigir um
investimento reduzido. 
LÃ DE ROCHA
Indicação de uso
Forros;
Cobertura;
Miolo de paredes;
Dutos de ar-condicionado;
Divisórias de fabrica;
Paredes de dry-wall;
Procedimento
A superfície deve estar limpa e o material deve ser perfeitamente
cortado para melhor encaixe. Após a fixação do material, seguir
com a aplicação do revestimento e finalização com acabamento
quando necessário. É fundamental sempre seguir as
recomendações fornecidas pelo fabricante.
Os materiais isolantes úmidos são adesivos, se moldam às
superfícies e cavidades onde são aplicados, o que permite a sua
aplicação em superfícies verticais, ou em cavidades abertas. Estes
isolantes compreendem diversos tipos de espumas à base de
poliuretano ou poliisocianurato
ESPUMA EXPANSIVA
Indicação de uso
Forros;
Cobertura;
Miolo de paredes;
Batentes;
Divisórias de fabrica;
Paredes de dry-wall;
Procedimento
A superfície deve estar limpa e o material a ser aplicado deve ser
perfeitamente aplicado. Após a fixação do material, fazer o
nivelamento e seguir com a aplicação do revestimento e
finalização com acabamento quando necessário. É fundamental
sempre seguir as recomendações fornecidas pelo fabricante. 
17
EPIs
Óculos de segurança
Mascaras
Luvas de borracha
Custo
Custo
EPIs
Óculos de segurança
Mascaras
Luvas de borracha
Maxithermic Extreme é um revestimento térmico (tinta térmica)
produzido com nanotecnologia aplicada, suas micro esferas
cerâmicas, misturadas com resinas e aditivos, ajudam na reflexão
da radiação solar. Sua aplicação em áreas externas, refletem 90%
da radiação (UV, onda curta e onda longa) impedindo que o calor
da superfície irradie para dentro do edifício ou estrutura 
MAXI THERMIC EXTREME
Indicação de uso
Telhados;
Paredes externas;
Veículos de transporte;
Toldos;
Lonas expostas ao sol;
Composições ferroviárias;
Procedimento
Limpeza da superfície é essencial, usando ar comprimido,
vassoura ou pano. Certifique-se de ausência de contaminantes.
Opções de aplicação incluem rolo, trincha, pincel, pistola de pintura
e airless, com este último cobrindo até 200m² por hora, por
demão.
É uma solução altamente eficaz para isolamento térmico e
acústico. Sua composição envolve a união de duas lâminas de
vidro, entre as quais é inserida uma camada de ar desidratado.
 Essa estrutura forma uma câmara através de um espaçador de
alumínio, criando um vácuo que dificulta a propagação do calor.
São fabricados em uma variedade de configurações para atender
às necessidades específicas de isolamento. 
As opções incluem diferentes câmaras (6, 8, 10, 12, 16 ou 24 mm),
espessuras de lâminas e combinações de vidro, como laminados
e temperados.
VIDRO INSULADO
Procedimento
Para aplicar vidroduplo, meça a área, prepare a superfície, aplique
adesivo, posicione o vidro e aguarde a secagem. Isso assegura 
uma instalação eficaz com benefícios de isolamento térmico e
acústico. 
18
A busca por eficiência energética e conforto térmico na
construção civil tem se tornado cada vez mais importante devido
aos desafios ambientais e à necessidade de reduzir o consumo
de energia. O isolamento térmico desempenha um papel crucial
nesse contexto, pois ajuda a controlar a transferência de calor
entre o interior e o exterior dos edifícios. 
Nas últimas décadas, temos testemunhado uma série de
inovações significativas no campo do isolamento térmico, todas
elas com o objetivo de melhorar o desempenho dos edifícios em
relação à conservação de energia e ao conforto dos ocupantes. 
Essas inovações abrangem uma ampla gama de áreas, desde o
desenvolvimento de materiais isolantes altamente eficientes até
a aplicação de tecnologia de ponta, como sensores e sistemas de
controle inteligentes. 
Além disso, a sustentabilidade tem sido uma preocupação
central, levando ao desenvolvimento de isolantes térmicos mais
ecológicos e à integração de estratégias de isolamento em
projetos de construção sustentável.
Neste contexto, este conjunto de avanços tecnológicos está
moldando o futuro da construção civil, permitindo a criação de
edifícios mais eficientes, econômicos e ecologicamente corretos. 
Novas Tecnologias e
Sustentabilidade
Introdução
19
Dentre suas características marcantes,
também podemos destacar:
É hipoalergênica, não irrita a pele no
manuseio;
Ecológica;
É autoextinguível;
Não prolifera fungos e/ou bactérias;
É aprovada pelo PSQ Drywall;
Diminui o tempo de obra por conta de
sua eficiência;
Está de acordo com as normas técnicas
do Corpo de Bombeiros;
Oferece excelente custo-benefício;
Garante uma obra mais limpa e prática;
E garante economia no bolso do
consumidor, graças ao conforto térmico
que proporciona.
Características
LÃ DE
PET
Comercializada em forma de manta,
a lã de PET pode ser utilizada como
isolante acústico e isolante térmico
em paredes, forros e revestimentos
drywall.
É um produto versátil e fácil de
manusear, o que é uma adição muito
positiva para todos os projetos em
drywall.
Ela funciona como uma barreira à
transmissão de frio ou calor. Assim,
evita que um ambiente sofra
variações muito perceptíveis ao longo
do dia, de forma a garantir o conforto
e bem-estar das pessoas, além de
diminuir a necessidade da utilização
do ar-condicionado, ventiladores ou
aquecedores.
Amiga do meio ambiente;
Fácil manuseio e instalação;
Pode ser manuseado com
rapidez , segurança e
praticidade;
Pode ser utilizada em todo tipo
de projeto drywall;
O material não causa alergias;
Dispensa o uso de EPIs;
Vantagens
A lã de PET é um material 100%
sustentável, já que além de ser
fabricada a partir de garrafas PET
recicladas, ela também pode ser
reaproveitada após o seu uso.
Mais do que isso, o seu processo
de produção dispensa o uso de
resinas e água.
Modelos
Lã de PET exclusiva para Montante de
48mm – 350gr/m² 
Lã de PET exclusiva para Montante de
70mm – 525gr/m²
20
Dentre suas características marcantes,
também podemos destacar:
Tecnologia patenteada;
Eficiência térmica;
Não propaga chamas;
Resistência à umidade;
Praticidade de manuseio;
Leve;
Agilidade na instalação;
Estética;
Melhor aproveitamento de material;
Produto atóxico. Não causa irritação na
pele.
Características
MANTA
3TC
Além disso, é revestido com lâminas
que refletem 97% da radiação solar.
Como controla a entrada de fluidos e
vapores devido às camadas de
materiais, ele consegue combater,
também, a convecção.
Sendo assim, ele é um ótimo
isolamento térmico e um grande
aliado de climatizadores, que
dependem disso para ser mais
eficientes
O princípio da tecnologia 3TC é
basicamente o mesmo utilizado nas
garrafas térmicas e nos copos
Stanley. A manta térmica ajuda a
manter a temperatura interna
estável, evitando que a temperatura
externa interfira no ambiente interno.
O produto faz com que os raios se
dispersem, evitando a transferência
do calor e fazendo com que o
ambiente interno sofra menos com o
aumento de temperatura
A Manta Térmica 3TC é um material
versátil, leve, flexível, de fácil
instalação, com grande durabilidade e
que se adapta a diversos projetos.
Aplicação
A 3TC Isolamento traz uma
tecnologia exclusiva que controla
os três tipos de transferência de
calor (condução, convecção e
radiação). Por ser feito de
poliestireno expandido, o produto
evita a transferência térmica por
condução.
Indicação
A aplicação da manta térmica 3TC possui
uma indicação de aplicação muito versatil.
Residenciais 
Agrícolas;
Containers;
Comerciais;
Industriais;
Veículos;
21
Isolamento
Acústico
Introdução
Definição
NBR 10151
O conforto acústico é essencial
para garantir a qualidade de vida,
sendo que a poluição acústica das
cidades vem se tornando um
grande problema de saúde pública
ao influenciar os níveis de stress e
cansaço mental da população. 
Um espaço que barra os sons
externos assegura mais
tranquilidade para a área interna,
proporcionando um ambiente
adequado tanto para a boa
realização de tarefas e reuniões
quanto para o descanso e
relaxamento. 
Há casos em que o sistema de
isolamento acústico colabora não
com a entrada dos ruídos
externos, mas sim com a saída do
som interno. Um exemplo são as
casas noturnas ou bares, onde o
som produzido tem alto impacto
na vizinhança em zonas
residenciais.
Ademais, um profissional que tem
a função de planejar um projeto
de construção civil, precisa
contemplar igualmente um
projeto de isolamento térmico da
obra e tem o dever de
desenvolvê-la em conformidade
total com as normas da ABNT.
investir na acústica é melhorar a
experiência de quem circula no
local e agregar valor ao espaço. E
saiba que, para isso, não é preciso
diminuir a estética do ambiente.
““Isolamento acústico refere-
se às técnicas e materiais
usados para reduzir a
transmissão de som entre
espaços, criando ambientes
mais silenciosos e
confortáveis ”
22
O Isolamento acústico tem como principais importâncias: 
Deixar o ambiente mais relaxante silencioso.
Deixas os ambientes aconchegante;
Economizar energia;
Melhor qualidade de vida;
Mais sustentabilidade;
NBR 10151: Acústica - Medição e avaliação de níveis de pressão
sonora em áreas habitadas - Aplicação de uso geral.
NBR 10152: Acústica - Níveis de pressão sonora em ambientes
internos a edificações.
NORMAS TÉCNICAS
Importância.
23
Tipos e
Materiais
O isolamento sonoro de uma estrutura
é medido pelo Índice de Redução
Sonora (IRS), que indica a capacidade
da superfície de impedir a passagem
do som. 
Além disso, outros parâmetros, como
o Tempo de Reverberação (TR) e o
Nível de Pressão Sonora (NPS),
também são utilizados para avaliar e
projetar soluções de isolamento
acústico eficazes.
Parâmetros 
Vantagens
Tranquilidade e relaxamento;
Melhora na qualidade de sono;
Concentração e Produtividade;
Bem-Estar e Saúde Mental;
Valorização do Imóvel;
A medição e análise do som são
etapas fundamentais no processo de
isolamento acústico. 
Através do uso de equipamentos
adequados, como medidores de nível
de pressão sonora e analisadores de
frequência, é possível quantificar e
avaliar a qualidade acústica de um
ambiente. 
A análise dos resultados obtidos
permite identificar pontos de melhoria
e garantir que as soluções adotadas
sejam eficientes.
Medição do som
O uso do isolante acústico é comumente
utilizadas para minimizar a transmissão
sonora em paredes, pisos, lajes, coberturas
e telhados, garantindo ambientes mais
silenciosos e agradáveis.
Podendo ser aplicado em imóveis,
estabelecimentos comerciais, restaurantes,
estúdios, casas de shows, teatros, escolas,
entre outros locais que buscam conforto
acústico.
Indicação
O isolamento acústico é a técnica
utilizada para reduzir a transmissão de
sons indesejados entre ambientes,
proporcionando maior conforto
acústico. 
Ele envolve a adoção de materiais e
técnicas que minimizam a propagaçãodo som, impedindo sua passagem
através de superfícies.
24
ESPUMA ACÚSTICA
Custo
Mais info
Custo
Mais info
Corte a espuma com estilete para espessuras até 5 cm e
com navalhas ou facas de corte profundo para espessuras
maiores. Faça um encaixe preciso na superfície e cole
preferencialmente com cola de contato.
Aplicação
PISO TRISOFT
Material composto por polímeros sintéticos de alta
densidade e uma estrutura porosa, que contribui para a
redução do eco e da reverberação. Sua versatilidade,
facilidade de instalação e baixa necessidade de manutenção
a tornam uma escolha popular para melhorar o conforto
acústico em diferentes espaços, promovendo ambientes
mais agradáveis e saudáveis. 
Solução acústica projetada para prevenir a transmissão de
ruídos, como passos ou arraste de objetos, entre diferentes
andares, esse produto destaca-se por sua facilidade de
instalação. Possui propriedades autoextinguíveis, é
totalmente reciclável e atende aos requisitos da logística
reversa.
Desdobre a manta sobre a laje, deixando bordas dobradas
para o rodapé. Faça cortes para ajustar cantos, evitando
vãos. Repita o processo em paralelo, unindo as mantas com
fita adesiva. Assegure que o contrapiso não toque na 
laje, aplicando massa nivelada. Aguarde a cura total do
contrapiso para garantir isolamento adequado.
Aplicação
Ondulados
25 a 87 mm de espessura
Lisos
20 a 62 mm de espessura
Preserva desempenho pós-
instalação, absorve ruídos.
 Instalação fácil, segura, sem EPIs.
Material seguro, não cancerígeno,
atóxico, antialérgico.
25
VIAPOL ANTIRRUÍDO
Custo
Mais info
Custo
Mais info
Para instalar a Manta, desenrole-a sobre a laje, subindo cerca
de 10 cm nas paredes sempre que possível. Se não for
possível, utilize o Rodapé. Feche as emendas com fita
(largura mínima de 5 cm). Posicione a face do asfalto para
cima, com o geotêxtil na laje. Essas etapas garantem uma
aplicação eficaz para absorção sonora por impacto em pisos
Aplicação
O EPS também oferece isolamento acústico eficiente. Suas
propriedades absorventes de som ajudam a reduzir a
transmissão de ruídos indesejados, proporcionando um
ambiente mais tranquilo e confortáveis, obtendo um
conforto acústico maior de 30 dB
Vantagens
POLIESTIRENO EXPANDIDO
Estruturada em não tecido de fibra de vidro, destaca-se por
apresentar conforto acústico e durabilidade durante a vida
útil da obra. Produzida com asfalto especial acoplada ao
geotêxtil de alta gramatura, criando um composto acústico,
adequado à absorção sonora por impacto em caso de pisos
de edificações.
O EPS é um material versátil e altamente eficiente em
termos de isolamento térmico e acústico. Suas propriedades
únicas tornam-no adequado para uma variedade de
aplicações. Além disso, o EPS é sustentável, contribuindo
para a eficiência energética e a redução do impacto
ambiental.
Manta Viapol Antirruído: 
Rolos de 5 m²: 5m x 1m.
Consumo aproximado:
1,0 m²/m².
O EPS é um ótimo isolante
acústico, e bloqueia o som em
torno de 85% de sua propagação
26
O silêncio é um recurso cada vez mais escasso em nosso mundo
moderno, onde estamos constantemente rodeados por ruídos
indesejados. Seja em nossas casas, escritórios, escolas ou
mesmo nos espaços públicos, o barulho constante pode afetar
nossa qualidade de vida, nossa concentração e nosso bem estar. 
É nesse cenário que o isolamento acústico se destaca como uma
tecnologia crucial e uma solução para mitigar os efeitos nocivos
do ruído. 
O isolamento acústico não apenas nos permite desfrutar de
ambientes mais tranquilos, mas também desempenha um papel
significativo na preservação da nossa saúde auditiva e na criação
de espaços mais confortáveis. 
Nesta exploração, iremos mergulhar nas técnicas, tecnologias e
avanços mais recentes no campo do isolamento acústico,
revelando como essas inovações estão moldando o modo como
experimentamos o som em nosso entorno.
O sucesso de qualquer empreendimento na construção civil não
se limita apenas à robustez e estética das estruturas que
criamos. A qualidade de vida e o bem-estar dos ocupantes
também desempenham um papel crucial no nosso
compromisso de entregar espaços verdadeiramente habitáveis e
funcionais
Novas Tecnologias e
Sustentabilidade
Introdução
27
 Excelente desempenho térmico e
acústico;
Excelente resistência mecânica; 
Elevada durabilidade sem perda de
características;
Produto natural saudável;
Conforto com isolamento saudável;
Permite economia energética;
Eficácia a longo prazo;
Recuperação e utilização de resíduos de
casca de coco;
Inodoro;
Resistente à podridão;
Resistente ao bolor;
Características
CORKOCO
Possíveis aplicações: Viga de metal
sobre parede de alvenaria com
isolamento Corkoco, tecto falso
acústico.
Recomendações de aplicação::
Verifique o método de aplicação
adequado para cada área de
aplicação.
Aplicação
A CORKOCO é uma solução que
conjuga dois produtos naturais de
características únicas, a cortiça e o
coco, garantindo elevadas
prestações em isolamento
acústico. É especialmente
indicado para aplicação em tetos,
paredes e pisos.
Indicação
A aplicação do corkoco possui uma
indicação de aplicação um pouco
especifica, sendo indicada para:
Tetos; 
Paredes;
Pisos;
Apresenta vantagens como
excelente desempenho térmico e
acústico, resistência mecânica
notável, durabilidade prolongada sem
perda de características, sendo um
produto natural e saudável.
Proporciona conforto por meio de
isolamento saudável e possibilita
economia energética.
Vantagens
28
Economia energética;
Melhora o isolante térmico e
acústico;
Ambiente mais saudável;
Durabilidade técnica;
Economia nos custos de
manutenção;
Possibilidades infinitas de
acabamentos;
Vantagens
FACHADA
VENTILADA
Isolante térmico;
Estrutura de alumínio;
Painéis de fachada ventilada de
diversos materiais;
Composição
Certificação
Fachadas ventiladas contribuem
para o atendimento aos critérios de
certificações e normas ambientais,
como o LEED – Leadership in Energy
and Environmental Design.
Muito usadas na Europa, as
fachadas ventiladas reduzem
custos com energia, calefação e
refrigeração ao mesmo tempo
em que isolam e atenuam a
propagação do som, tanto dos
ruídos quanto dos barulhos
internos.
Com revestimentos externos feitos
de materiais com pedra, vidro e
cerâmica, as fachadas ventiladas
atendem os requisitos de normas
ambientais da construção civil como
os impostos pelo LEED. 
Sistema da fachada
A fachada ventilada é um sistema
constituído por diversas camadas.
A camada aparente, que define a estética
da edificação e garante a proteção à
parede da edificação e é composta por
painéis modulares.
Os painéis modulares, que são fixados na
parede da edificação a partir de perfis
metálicos ou em madeira, mantendo um
espaçamento entre as duas camadas.
A câmara de ar resultante deste
espaçamento é responsável por permitir a
ventilação natural. Que ao garantir o efeito
chaminé, assegura o funcionamento do
sistema.
Isolamento
A fachada ventilada, fornece atenuação
adequada na faixa de 250 a 2500 Hz,
podendo aumentar, na maioria dos casos, o
isolamento em torno de 3 a 4 dB (A) na
faixa de frequências média/alta (1000Hz), e 
pode aumentar em até 7 dB (A).
29
Instalações
Hidrossanitárias
Introdução
Definição
O conforto acústico é essencial
para garantir a qualidade de vida,
sendo que a poluição acústica das
cidades vem se tornando um
grande problema de saúde pública
ao influenciar os níveis de stress e
cansaço mental da população. 
Um espaço que barra os sons
externos assegura mais
tranquilidade para a área interna,
proporcionando um ambiente
adequado tanto para a boa
realização de tarefas e reuniões
quanto para o descanso e
relaxamento. 
Há casos em que o sistema de
isolamento acústico colabora não
com a entrada dos ruídos
externos, mas sim com a saída do
som interno. Um exemplo são as
casas noturnas ou bares, onde o
som produzido tem alto impacto
na vizinhança em zonas
residenciais.
Ademais, um profissional que tem
a função de planejar um projeto
de construçãocivil, precisa
contemplar igualmente um
projeto de isolamento térmico da
obra e tem o dever de
desenvolvê-la em conformidade
total com as normas da ABNT.
investir na acústica é melhorar a
experiência de quem circula no
local e agregar valor ao espaço. E
saiba que, para isso, não é preciso
diminuir a estética do ambiente.
““Sistema composto por
tubulações, equipamentos,
reservatórios e dispositivos,
projetado para fornecer água
e coletar em quantidade
adequada para atendendo
aos aparelhos e pontos de
utilização em uma edificação.”
30
As instalações hidráulicas tem como principais importâncias: 
Fornecimento de água potável;
Fornecimento de rede de esgoto;
Fornecimento de água quente e água fria;
NBR 5626/2020: Sistemas prediais de água fria e água quente
- Projeto, execução, operação e manutenção.
NBR 12483/2015: Chuveiros elétricos - Requisitos gerais.
NBR 14011/2015: Aquecedores instantâneos de água e
torneiras elétricas - Requisitos gerais.
NBR 15884-3/2010: Sistema de tubulações plásticas para
instalações prediais de água quente e fria - Policloreto de
Vinila Clorado (CPVC) - Parte. 3: Montagem, instalações,
armazenamento e manuseio.
NBR 15857/2011: Válvula de descarga para limpeza de bacias
sanitárias - Requisitos e métodos de ensaio.
NBR 8160/1999: Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto
e execução
NORMAS TÉCNICAS
Importância.
31
Abastecimento Indireto
Nesse sistema o abastecimento não ocorre
através do uso de reservatórios, a água
provem apenas da rede de distribuição. No
entanto caso haja falta de água pela
distribuidora o usuário ficará sem água. 
Abastecimento DiretoTipos e
Materiais
O sistema hidráulico de uma
edificação é responsável pelo
fornecimento de água potável e pela
distribuição dessa água para os
pontos de uso, como torneiras,
chuveiros, descargas, entre outros.
Esse sistema é composto por uma
rede de tubulações, válvulas, registros
e dispositivos de controle, que
permitem a distribuição adequada da
água por toda a edificação. Essa
distribuição possui certos
componentes responsáveis pelo seu
funcionamento, sendo eles:
Sistema Hidráulico
O abastecimento de água pode vir por
sistemas. Abastecimento direto,
indireto e misto. Este abastecimento
inicia-se desde a captação da água
até sua eventual distribuição. 
Rede de
abastecimento
No sistema indireto há o uso de reservatórios
de água, garantindo o uso de água mesmo
quando há a interrupção de fornecimento
pela rede pública. O dimensionamento das
caixas é calculado de acordo com uso diário, o
tipo de edificação e a quantidade de pessoas.
Abastecimento Misto
O sistema direto fica responsável por
abastecer as torneiras externas, tanques e
pontos de utilização no térreo. Já o sistema
indireto, fica encarregado de abastecer os
demais pontos de utilização que não contam
com pressão suficiente para serem
abastecidos diretamente.
32
Conjunto de tubulações que distribui a
água proveniente da rede de
abastecimento para os diferentes pontos
de consumo na edificação. É geralmente
localizado no ponto mais alto do edifício,
permitindo que a água seja distribuída
para os andares inferiores por meio de
ramais, e pode ser concentrado ou
ramificado.
Barrilete
As COLUNAS de distribuição de água fria
derivam do barrilete, descem na posição
vertical e alimentam os RAMAIS nos
pavimentos que, por sua vez, alimentam
os SUB-RAMAIS das peças de utilização.
Cada coluna deverá conter um
registro de gaveta posicionado à
montante do primeiro ramal.
Deve-se utilizar coluna exclusiva para
válvulas de descarga para evitar
interferências com os demais pontos
de utilização (golpe de aríete).
Ramais: São tubulações que levam a água do
barrilete até os pontos de uso, como torneiras,
chuveiros e descargas. 
Sub - Ramais: Tubulação que liga o ramal à
peça de utilização ou à ligação do aparelho
sanitário. 
Ramais prediais: Tubulação compreendida
entre a rede pública de abastecimento e a
instalação predial. O limite entre o ramal
predial e o alimentador predial deve ser
definido pelo regulamento da Cia.
Concessionária de Água local. 
Coluna de distribuição: Tubulação derivada do
barrilete e destinada a alimentar os ramais. 
Reservatório inferior: Reservatório intercalado
entre o alimentador predial e a instalação
elevatória, reserva água e a funciona como
poço de sucção da instalação elevatória. 
Reservatório superior: Reservatório ligado ao
alimentador predial ou a tubulação de
recalque, destinado a alimentar a rede predial
ou a tubulação de recalque.
Alimentador predial: Tubulação que liga 
o abastecimento a um reservatório 
de água de uso doméstico.
Componentes de
instalação
Colunas, Ramais e
Sub - Ramais
33
As instalações de água fria são o
conjunto de tubulações, dispositivos,
equipamentos e reservatórios que
têm a finalidade de abastecer os
pontos de utilização de água em uma
edificação. 
Os tubos com um diâmetro menor
são utilizados para conduzir a água
potável e os maiores são utilizados
para saída do esgoto, o preço pode
variar conforme a espessura das
paredes do tubo, o material que lhe
constitui e o diâmetro de sua
passagem.
Os tubos utilizados para água fria mais
comuns são: PVC marrom soldável,
PVC branco roscável e PVC branco
para esgoto e água pluvial.
Água Fria
Lixar as superfícies a serem soldadas
utilizando lixa; 
Observar que o encaixe deve ser bastante
justo, quase impraticável sem o adesivo,
pois sem pressão não se estabelece a
soldagem; 
Limpar as superfícies lixadas com Solução
Limpadora, eliminando impurezas e
gorduras.
Distribuir uniformemente o adesivo com
um pincel ou o bico da própria bisnaga nas
bolsas e nas pontas a serem soldadas a
superfícies tratadas; 
Encaixe de uma vez as extremidades a
serem soldadas, promovendo, enquanto
encaixar, um leve movimento de rotação
entre as peças 1/4 volta até que atinjam a
posição definitiva. 
Encaixar as partes e remover qualquer
excesso de adesivo e esperar 1 hora para
encher a tubulação de água e 12 horas
para fazer o teste de pressão. 
Procedimento
PVC: são feitos de policloreto de vinila 
são os mais comuns e mais utilizados,
no entanto não suportam
temperaturas acima de 25 graus
Celsius. 
CPVC: são tubos de policloreto de vinila
clorado são mais resistentes e
indicados não apenas para água fria,
mas também para água quente. São
soldados a frio e mais práticos para
montagem do sistema hidráulico. 
PEX: os tubos de polietileno reticulado
(PEX) são flexíveis, possuem
resistência térmica e são mais
duráveis que os tubos de 
PVC PPR: são feitos de polipropileno
copolímero random (PPR) e não
necessita de soldagem, pasta ou
colas, além de possuir elevada
resistência térmica. 
Mais Indicados
34
RESERVATÓRIOS
Custo
Mais info
Custo
Mais info
REGISTROS E VÁLVULAS
As caixas d’água de polietileno para armazenagem de água
potável em residências, comércios e indústrias são
fabricadas com material atóxico, não passam cheiro nem
gosto à água
Aplicação
Os tubos e Conexões unidos por solda são recomendados
para instalações permanentes, que não serão mexidas por
longos anos. 
Caixa d’água;
Adaptadores;
Torneira e boia;
Registros;
O registro e válvulas de água serve, basicamente, para
controlar o fluxo de água, atuando tanto na regulagem
quanto no bloqueio da saída de água da instalação
hidráulica. 
Registro de gaveta;
Registro de esfera;
Registro de pressão;
Válvula de retenção;
Aplicável em diferentes padrões de obras, sejam elas
horizontais, verticais ou industriais. em diferentes 
padrões de obras, sejam elas horizontais, verticais ou
industriais
Aplicação
35
TUBO PVC SOLDÁVEL
Custo
Mais info
Custo
Mais info
TUBULAÇÃO ROSCAVEL
Podem ser utilizados em todos os tipos e padrões de obra:
residenciais, comerciais e industriais. Suportam pressão de
serviço de até 75 m.c.a. 
Aplicação
Os tubos e Conexões unidos por solda são recomendados
para instalações permanentes, que não serão mexidas por
longos anos. 
Tubos de 3 E 6m;
Adaptadores;
Curvas e luvas;
Joelho e cotovelo;
Tê e Cruzeta;
Os Tubos e Conexões roscáveisapresentam mais facilidade
para uma futura mudança na rede hidráulica, já que podem
ser facilmente desmontados. 
Tubos de 3 E 6m;
Nípel e plug;
Bucha e tubos;
União e flange;
Joelho e curva;
Aplicável em diferentes padrões de obras, sejam elas
horizontais, verticais ou industriais. em diferentes 
padrões de obras, sejam elas horizontais, verticais ou
industriais
Aplicação
36
Antes de soldar, veri que se o encaixe
entre a ponta do tubo e a bolsa da
conexão está bem justo. É necessário que
exista uma interferência entre as peças,
pois não se estabelece a soldagem se não
ocorrer pressão entre as superfícies que
estão sendo unidas.
PASSO 1: Com auxílio do pincel aplicador,
proceda à distribuição uniforme do
Adesivo Aquatherm ou Adesivo Especial
TIGRE na bolsa da conexão e, em seguida,
na ponta do tubo. Evite excesso de
adesivo.
PASSO 2: Encaixe de uma vez as
extremidades a serem soldadas, dê ¼ de
volta e mantenha a junta sobre pressão
manual por aproximadamente 30
segundos, até que o adesivo adquira
resistência.
IMPORTANTE:
Eventuais excessos de adesivo devem ser
retirados com uma estopa. Não inter ra na
junta soldada nos primeiros 15 min. Aguarde 8
horas para encher a tubulação de água e 24
horas para fazer o teste de pressão
A instalação de água quente é um
conjunto formado por aparelhos,
componentes e materiais que, juntos,
permitem que a água que sai de
torneiras, chuveiros, duchas e
banheiras, por exemplo, esteja
aquecida. 
Essas tubulações operam em
temperatura média de até 70°C, limite
definido pela NBR 5626 – Sistemas
prediais de água fria e água quente.
Água Quente Execução
Esta etapa requer planejamento e
uma mão de obra especializada
capaz de realizar o trabalho de
maneira precisa e correta, pois
eventuais patologias se tornam
complicadas de serem resolvidas. 
As tubulações responsáveis por
transportar a água quente são feitas
para suportar temperaturas de até
70ºC, sendo então constituídas de
materiais resistentes e possuem um
valor mais elevado se comparados
aos utilizados em água fria. 
A NBR 7198: Projeto e execução de
instalações prediais de água quente,
dita os procedimentos para execução
dessas instalações de maneira
correta. 
Existem diversos tipos de cano e
conexões. Dentre eles se destacam:
cobre, CPVC, PPR e PEX.
Procedimento
37
AQUATHERM
Custo
Mais info
Custo
Mais info
LINHA PPR
Recomendado para linhas de recalque em edifícios de
grande porte. Suporta até 240 m.c.a. e picos de temperatura
de até 98°C. 
Aplicação
especialmente desenvolvida para instalações prediais de
água quente (ou fria). Fabricada de “CPVC”, possui alta
resistência a temperaturas mais elevadas.
Tubos;
Adaptadores;
Curvas e luvas;
Joelho e cotovelo;
Tê e Cruzeta;
Alinha PPR apresenta temperatura média de 80° C com vida
útil de até 50 anos. A conexão é feita por termofusão de
260°C onde as conexões e tubos são aquecidas e se fundem
tornando uma tubulação contínua, Além de serem livres de
materiais tóxicos e de corrosão.
Tubos;
Luvas;
Conector;
Selim e Cap;
Joelhos e curvas;
A linha é utilizada em residências, hotéis, clubes, hospitais,
em sistemas de calefação e em instalações navais e
industriais
Aplicação
38
LINHA PEX
Custo
Mais info
Custo
Mais info
COBRE
As linhas têm a função de conduzir água quente e fria em
instalações hidráulicas prediais, como também podem ser
utilizadas em sistemas de aquecimento solar, sistemas de
refrigeração e calefação.
Aplicação
As linhas são fabricadas de PEX (polietileno reticulado), que,
além de excelente resistência à temperatura, possuem
excelentes resistência química, desempenho hidráulico,
resistência à deformação e extremamente flexível.
Joelhos;
Luvas; 
Conexões;
Tê.
Essas instalações são feitas através de soldagem ou
rosqueamento. Possuem resistentes a corrosão e elevada
vida útil além de suportar temperaturas superiores a 100 ° C
bem como resistência mecânica à pressão e à corrosão. 
Tubos;
Luvas;
Conector;
Selim e Cap;
Joelhos e curvas;
Os tubos e conexões de cobre podem conduzir água fria,
água quente ou gás. 
Aplicação
39
O Sistema de aquecimento é dividido
em 3 modalidades, individual, central
privado e central coletivo, onde:
Individual: Alimenta uma única peça
de utilização, como um chuveiro ou
torneira elétrica.
Central Privado: Atende somente uma
unidade habitacional (ex: cozinha,
banheiros e área de serviço de um
apto).
Central Coletivo: Um único conjunto
de aquecimento alimenta várias
unidades de um edifício (edifício
residencial, hotel, motel).
Sistema de
Aquecimento
Aparelho que utiliza Gás Liquefeito de Petróleo
(GLP) ou Gás Natural (GN) para acender uma
chama que aquece a água. 
Esse sistema necessita de infraestrutura
suficiente para transportar água em
determinada temperatura e no ponto de
consumo tanto a água quente como a fria se
misturam de maneira regulável pelo usuário. 
Todo esse sistema utiliza um aquecedor de
passagem onde a água passa por uma série
de serpentinas aquecidas por uma chama. 
Esses aquecedores precisam ser instalados
de acordo com os pontos onde se deseja a
água aquecida, além de precisar de acesso á
uma área externa para sua chaminé. 
A desvantagem deste tipo de aquecimento
são os custos para se instalar, pois demanda
uma infraestrutura pré estabelecida e espaço
suficiente para acoplá-lo. longo prazo se torna
mais eficiente e viável do que o aquecimento
elétrico.
Aquecedor a Gás
Os aquecedores de água são
equipamentos usados para
esquentar e liberar água quente para
diferentes pontos do imóvel e podem
ser encontrados em diversos
modelos, podendo ser a gás, elétrico e 
solar.
Aquecedores
Similar ao chuveiro elétrico, deve ser
instalado no ponto de água da parede
e ligado na torneira com misturador
ou do tipo monocomando. No entanto
o custo de implantação desse
sistema não é elevado. 
Aquecedor Elétrico
Equipamento que utiliza a luz solar para o
aquecimento de água para banho, piscinas,
processos industriais, etc. 
Esse sistema é o melhor dos sistemas de
aquecimento pois traz aproveitamento da
energia solar e economiza energia. 
A desvantagem desse sistema é o processo
de instalação que demanda mão de obra
qualificada além de ter um custo elevado de
instalação. 
Outro fator negativo é que em dias nublados
a geração de energia será afetada.
Aquecedor Solar
40
AQUECEDOR A GÁS Custo
Custo
Custo
chuveiro;
lavatório;
cozinha;
residência com 3 pessoas;
pousadas; 
ordenhas mecânicas.
Esse sistema é o melhor dos sistemas de aquecimento pois
traz aproveitamento da energia solar e economiza energia. 
AQUECEDOR SOLAR
AQUECEDOR ELÉTRICO
Similar ao chuveiro elétrico,
deve ser instalado no ponto
de água da parede e ligado
na torneira com misturador
ou do tipo monocomando. 
Esse sistema necessita de
infraestrutura suficiente
para transportar água em
determinada temperatura
e no ponto de consumo
tanto a água quente como
a fria se misturam de
maneira regulável pelo
usuário. 
41
O sistema é responsável por coletar e
escoar água residual de uma
construção. Essa água é denominada
efluente e é composta por água,
material fecal, urina, água proveniente
de lavagens e limpeza de ambiente.
Sistema de Esgoto Ralos: São caixas que possuem grelha na
parte superior, que recebem as águas de
chuveiros ou de lavagem de pisos. Quando
contêm sifão, chamamos de ralos sifonados.
Ramal de descarga: Tubulação que recebe
diretamente os efluentes dos aparelhos
sanitários. 
Ramal de esgoto: Recebe os efluentes dos
ramais de descarga, diretamente ou a partir
de um desconector (caixa sifonada). 
Tubo de queda: Tubulação vertical existente
nos prédios de dois ou mais andares que
recebe os efluentes dos ramais de esgoto e
dos ramais de descarga. 
Instalação primária de esgoto: Conjunto de
tubulações que contêm os gases
provenientes do coletor público ou da fossa
séptica. 
Caixas sifonadas: Peças que recebem
as águas servidas de lavatórios,
banheiras, box, tanques e pias, ao
mesmo tempo em que impedem o
retorno dos gases contidos nos
esgotos para os ambientes internos.Também podem recolher as águas
de lavagem de piso, através da grelha
superior, e protegem a instalação
contra a entrada de insetos, graças ao
fecho hídrico.
Aparelhos sanitários: são ligados à
instalação predial, permitindo o uso da
água para higiene. 
Sifões ou desconectores: peças que
contêm uma camada líquida
chamada de “fecho hídrico”,
fundamentais para impedir a
passagem dos gases contidos nos
esgotos. A norma brasileira NBR 8160
recomenda um mínimo de 5 cm para
altura dos fechos hídricos dos
desconectores.
Componentes
Instalação primária de esgoto: Conjunto de
tubulações que contêm os gases
provenientes do coletor público ou da fossa
séptica. 
Instalação secundária de esgoto: É o conjunto
de tubulações e dispositivos para o qual os
gases do esgoto não têm acesso. Neste caso,
a passagem dos gases é impedida pelos
fechos hídricos dos sifões ou desconectores.
Subcoletor: É a tubulação horizontal que
recebe os efluentes de um ou mais tubos de
queda (no caso de prédios) ou de ramais de
esgoto. 
42
Coletor predial: trecho final da
tubulação que conduz o esgoto até a
rede pública de coleta, ou ao sistema
de esgoto individual.
Ramal de ventilação: trecho de
tubulação que interliga o desconector,
ou ramal de descarga, a uma coluna
de ventilação.
Coluna de ventilação: nome dado ao
tubo ventilador vertical que se
prolonga por um ou mais pavimentos.
Dispositivos de
Inspeção
A linha de Caixas Sifonadas e Ralos TIGRE é
fabricada de PVC e oferece várias opções de
dimensões para uso em áreas de serviços,
banheiros, terraços e quaisquer outros pontos
onde seja necessário conectar ramais de
descarga de esgoto.
O esgoto, ou águas residuárias, são os
despejos líquidos de casas, edifícios,
estabelecimentos comerciais,
instituições e indústrias. Podemos
dividi-los conforme o tipo de efluente.
Caminho do esgoto
Caixas Sanfonadas e
Ralos
Manual Tigre
43
CAIXA DE GORDURA
Custo
Mais info
Custo
Mais info
CAIXA DE INSPEÇÃO
A caixa de gordura, foi dimensionada para atender 1 cozinha
residencial, conforme especificação da norma NBR- 8160 de
projetos de esgotos.
Aplicação
Caixa que recebe o esgoto vindo diretamente do ramal da
cozinha. Possui um sifão que retém a gordura dentro da
caixa, impedindo que esta seja conduzida pela tubulação.
Desta forma, pode se efetuar limpeza periódica para eliminar
a gordura e demais materiais que ficam ali retidos.
São destinadas a permitir a inspeção, limpeza, desobstrução,
junção, mudanças de declividade e mudanças de direção
das tubulações.
A aplicação da caixa de inspeção é realizada de acordo com
a NBR 8160: Tubos e conexões para esgoto predial
Aplicação
44
A presença de sistemas de abastecimento de água potável e de
distribuição garante acesso adequado à água, elemento
essencial para o dia a dia. Juntamente com isso, sistemas de
coleta e tratamento de esgoto asseguram o descarte correto de
resíduos, prevenindo a contaminação do solo e das águas
subterrâneas. Além disso, sistemas de drenagem pluvial evitam
inundações e erosões, protegendo a infraestrutura construída.
No contexto atual de preocupação com a sustentabilidade,
projetos hidrossanitários bem planejados podem incluir sistemas
de reúso de água, captação de água da chuva e tecnologias
eficientes para redução do consumo hídrico. Essas estratégias
não apenas reduzem os impactos ambientais, mas também
podem resultar em economia de recursos financeiros a longo
prazo.
Em resumo, as instalações hidrossanitárias são a espinha dorsal
de qualquer edificação moderna, contribuindo para a qualidade de
vida dos ocupantes, a preservação do meio ambiente e a
sustentabilidade econômica. O papel crucial dessas instalações
exige a colaboração de arquitetos, engenheiros e profissionais
afins para criar espaços funcionais, seguros e ecologicamente
responsáveis. Portanto, a consideração cuidadosa e a integração
das instalações hidrossanitárias desde as fases iniciais do projeto
são vitais para o sucesso global da edificação.
Novas Tecnologias e
Sustentabilidade
Introdução
45
Ter um sistema de captação de água da
chuva é só o primeiro passo; ele exige
limpeza e manutenção constantes para
garantir bom funcionamento e qualidade.
A norma da ABNT recomenda, por exemplo,
inspeção mensal e limpeza trimestral no
dispositivo que faz o descarte de detritos (o
pré-filtro).
A água armazenada precisa ser protegida
do contato com animais, luz solar e calor,
entre outros fatores
Cuidados
COLETA DE
ÁGUA DA CHUVA
Fazer um balanço hídrico para
descobrir o quanto de água você
utiliza para descobrir se é viável a
instalação.
Caso ter esse sistema seja uma boa
ideia, é preciso projetá-lo de acordo
com as regulamentações da norma
técnica brasileira NBR 15527, que
explicita os requisitos para
aproveitamento de água de chuva
em áreas urbanas.
Aplicação
O aproveitamento da água da
chuva é uma ótima alternativa
não só aos gastos excessivos na
conta, como também em
questões de sustentabilidade.
Pode ser utilizado como cisterna
subterrânea ou em coberturas ou
como Jardim de Chuva em
praças, áreas verdes e calçadas.
A água coletada pode ser usada
para fins diversos não potáveis,
como irrigação de plantas,
descarga de sanitários, contra
incêndio ou como infiltração para
recarga de aquíferos.
Indicação
A coleta de água da chuva pode ser
indicada para ambientes residenciais,
fazendas e empresas.
Menos risco de racionamento de
água;
Redução de enchentes;
Água para consumo próprio;
Economia com a conta;
Irrigação das plantas;
Aumenta a geração de emprego;
Valorização imobiliária;
Água para limpeza de carros,
áreas comuns e calçadas;
Vantagens Sistema de Captação
Os componentes do sistema de captação
da água da chuva podem mudar conforme
o projeto, mas ele geralmente envolve
calhas, condutores, filtros, reservatórios e
bombas.
46
Introdução
Definição
NBR 7200
Os revestimentos, sejam em
superfícies internas ou externas,
exercem papel importante de
regularização,
impermeabilização, proteção
contra intempéries e melhoria
das condições termoacústicas
nos ambientes. 
Assim ocorre também com os
revestimentos argamassados,
muito utilizados na construção
civil brasileira. 
Esse sistema pode ser definido
como um revestimento
multicamadas capaz de
recobrir a superfície de concreto
ou alvenaria, ao mesmo tempo
em que cria um substrato
adequado para receber o
acabamento final (pintura,
cerâmica, pastilha etc.). 
Os revestimentos em
argamassa são geralmente
compostos por camadas
superpostas, contínuas e
uniformes: chapisco, emboço e
reboco, também chamados de
massa única. 
Cada uma delas tem uma
função e requer cuidados
específicos com relação ao
traço e à forma de execução.
“Revestimento multicamadas
capaz de recobrir a superfície
de concreto ou alvenaria, ao
mesmo tempo em que cria
um substrato adequado para
receber o acabamento final
(pintura, cerâmica, pastilha
etc.)”
Revestimento 
Argamassado
47
O revestimento argamassado tem como principais
importâncias: 
Proteger o ambiente de umidade e agentes externos;
Acabamento liso ou texturizado, melhorando a estética; 
Aumenta a durabilidade das estruturas ao fornecer uma
camada de proteção
Contribui para o isolamento térmico e acústico; 
Nivelamento e uniformidade;
NBR 7200/1998: Execução de revestimento de paredes e tetos
de argamassas inorgânicas - Procedimento.
NBR 13529/2013: Revestimento de paredes e tetos de
argamassas inorgânicas - Terminologia.
NBR 13749/2013: Revestimento de paredes e tetos de
argamassas inorgânicas - Especificação.
NORMAS TÉCNICAS
Importância.
48
CUIDADOS
Os revestimentos são usados na
aplicação de materiais para proteção
acabamento sobre a vedação ou
estrutura de uma edificação. 
Tem a função de regularizar a
superfície, proteger contra intempéries,
aumentar a resistência, atender a
propósitos estéticos e de acabamento.
Para cada tipo de revestimento, há as
principais normas a serem seguidas:
Aplicações
Divisões
Chapisco: camada impermeabilizante, 
aumenta a aderência e fixação da
próxima camada;
Massa única (Emboço/reboco):Camada
de nivelamento, que evita a entrada de
água, melhora a durabilidade da pintura,
evita o mofo que geralmente se forma
na parede. 
As linhas de referências que forem
feitas devem estar alinhadas com os
batentes e contramarcas (O primeiro
alinhamento se faz dos extremos da
parede).
Lembrar de retirar as taliscas pois
causam fissuras. 
Por conta da ergonomia as camadas
da parte de baixo e a de cima não
ficam com o mesmo acabamento,
se atentar com a força utilizada com
as ferramentas.
Proporcionamento correto dos
materiais: agregado miúdo só
tamanho médio acaba gastando
muito. No chapisco se utiliza areia
média e na massa única uma
porcentagem de areia fina e de areia
média. 
Aplicar a camada de baixo da parede
com aditivo hidrofugante por conta
das patologias devido a
impermeabilização.
Traços
Chapisco:
O traço dessa camada é de 1:3 a 1:4 ;
A espessura vai de 5 à 7 mm ;
Tempo de cura de 1 à 3 dias;
Emboço/reboco:
O traço dessa camada é de 1:2:8 ou
1:2:6 ; 
A espessura vai de 1,50 cm e o máximo
de 2,50 cm ;
Tipos de
49
O substrato deve ser saturado
com água limpa para não
penetrar a água de lavagem;
Após isso, o substrato deve ser
limpo, livre de pó, graxa, óleo e
outros;
Deixar o substrato secar após a
lavagem;
Deve estar em consistência
fluida para ser lançada;
Fazer o lançamento na parede a
uma distância de 30 cm a 60 cm,
com cuidado para não cobrir
completamente a base;
Se aplicar com o rolo, passar de
baixo para cima;
A espessura da camada deve
ser de 5 mm a 7 mm;
Deixar que aconteça a cura no
tempo de 1 a 3 dias;
Em lugares muito quentes,
proteger do sol e vento através
de processos que mantenham a
umidade da superfície por no
mínimo 12h após aplicar
chapisco
O emboço é a camada de revestimento
executada para cobrir e regularizar a
superfície da base ou chapisco,
propiciando uma superfície que permita
receber outra camada, de reboco ou de
revestimento decorativo, ou que se
constitua no acabamento final.
Por fim, o reboco é a camada que propicia
uma superfície plana e lisa permitindo
receber o revestimento decorativo ou que
se constitua no acabamento final. Para
faze-lo de maneira correta basta seguir os
passos:
Umedecer a superfície;
Aplicar a camada de argamassa de
baixo para cima utilizar mestras para
ajudar a determinar a espessura;
Colocar a talisca aplicada sobre as
mestras, nivelando-se com as guias de
referência. A talisca precisa ser áspera.
Traço de 1:2:6 (areia fina), ou cal:areia
fina; 
Sarrafear após a aplicação da
talisca/mestra;
Desempenaar para tirar imperfeições
ou ondulações;
Fazer o acabamento com espuma;
Deixar secar 25 dias antes de aplicar a
pintura.
A NBR 13749:2013 determina os seguintes
valores de espessuras admissíveis (mm):
Paredes internas: 5 ≤ e ≤ 20
Paredes externas: 20 ≤ e ≤ 30
Tetos internos e externos: e ≤ 20
Aplicação do Aplicação da 
massa única 
50
CustoADITIVO PARA CHAPISCO
BIANCO 18KG BRANCO VEDACIT 
Custo
Custo
Cimento CP II F 32 Todas as
Obras 50kg Votoran
AREIA MÉDIA LAVADA
EMBOÇO:
É uma argamassa
constituída por cimento, cal
e areia grossa e os traços
geralmente utilizados são
1:1:4, em volume, para
revestimentos externos e
1:1:6 para revestimentos
internos.
CHAPISCO:
É utilizado um traço 1:3 de
cimento e areia e
recomenda-se o acréscimo,
na água, de um aditivo que
confere à argamassa
propriedades adesivas para
melhor aderência a base
ou substrato.
REBOCO:
Essa é a última camada de
argamassa constituída por
cimento, cal hidratada, areia
e eventualmente aditivos,
comumente usados com o
traço de 1:2:6 para ambientes
internos e de 1:2:4 para
ambientes externos. 51
A construção civil é um setor em constante evolução,
impulsionado por avanços tecnológicos que têm transformado
significativamente os métodos tradicionais de construção. Uma
área que tem se beneficiado enormemente dessas inovações é
a de revestimentos argamassados. 
A argamassa, usada há séculos para proteger e embelezar
edificações, está passando por uma verdadeira revolução
tecnológica. Essas novas tecnologias estão redefinindo padrões
de qualidade, eficiência, sustentabilidade e durabilidade, trazendo
benefícios tanto para os profissionais da construção quanto para
os usuários finais.
A aplicação de revestimento argamassado é uma etapa crítica
na construção, influenciando não apenas a estética, mas
também a integridade estrutural e a durabilidade das edificações.
Tradicionalmente, a argamassa era misturada e aplicada
manualmente, um processo que, embora eficaz, era intensivo em
mão-de-obra e sujeito a variações na qualidade. 
Hoje, novas tecnologias estão otimizando esses processos,
proporcionando resultados mais consistentes e de alta qualidade.
Novas Tecnologias e
Sustentabilidade
Introdução
52
Vencedor do prêmio inovação varejo na
FEICON 2023, o ICFLEX oferece
acabamentos versáteis, aplicação ágil e
espessura ajustável de 4 a 8 mm. Ideal para
diversos tipos de paredes, incluindo
acabamento ou nivelamento em
superfícies já rebocadas.
Atende a norma americana ISO 13007-2,
categoria S2 (altamente deformável, acima
de 5mm). Além de possuir aderência de 50%
acima da norma de argamassa de
revestimento (reboco) da ABNT NBR
15258/2005.
PRÊMIOS E
CERTIFICAÇÕES
ICFLEX-REBOCO
FLEXÍVEL ANTI
FISSURAS
Feita pela empresa Iforms (ICF
Argamassas, Tintas e Aditivos).
Eles apresentaram um reboco
flexível bicomponente nivelador
de paredes e tetos,
hidrorrepelente e propriedades
para combater fissuras e
umidade. 
Elimina quatro etapas na obra,
substituindo o chapisco, reboco,
textura e selador. Aceita, direto
sobre ele, todos os tipos de tinta,
massa corrida, grafiato, cimento
queimado, etc. 
Indicação
Formas de ICF
EPS em geral
Tijolos
Bloco de concreto
Bloco de concreto Celular
Cerâmicas antigas
Paredes pintadas (desde que não
estejam descascando)
Paredes Rebocadas
Gesso Acartonado
Steel frame
Paredes de concreto
Reduz o custo de alvenaria em
40%;
Reduz o consumo de água em
95%;
Acelerar até quatro vezes o
tempo de realização da obra.
Como o material vem em
bisnagas, sua aplicação permite
um serviço limpo e sem
desperdícios, o que gera, ainda,
economia financeira
Vantagens
O rendimento do produto é
impressionante. Empresas como
a Biomassa Brasil, que investiu na
inovação de argamassas e
participou da Braskem Labs Scale,
programa de aceleração de
empreendedores.
A Massa DunDun é outra marca
de argamassa polimérica que
inovou no mercado da construção
civil pelos benefícios que
acompanham deste produto.
53
Potente bomba de pistão com 2
cilindros KA 230 (1 bomba para
funcionamento, 1 pistão para equilíbrio)
Nova cabeça da válvula maior
Compressor integrado
Misturador embutido
Motor potente
Também disponível com bomba de
pistão KA 139 no lugar de KA 230 e com
motor a diesel.
CARACTERÍSTICAS
PRINCIPAIS
PUTZMEISTER
P 13 
Misture, Bombeie e Pulverize
com uma máquina para
argamassa robusta e potente.
 A simples Putzmeister P 13 é
uma bomba de pistão duplo
robusta. A robusta bomba de
pistão duplo KA 230 foi
desenvolvida especialmente
para lidar com misturas
realizadas no próprio canteiro
de obras, como cal, cimento e
todos os tipos de areia - britada,
de dunas, areia de rio/mar
lavada, de deserto ou de
qualquer outro tipo com
tamanho de partícula até 10
mm.
Indicação
Além de ser extremamente potente, é
resistente ao desgaste e confiável. Esta
bomba é adequada para misturas
feitas no local ou rebocos externos e
internos em sacos, pastas de bentonita,
argamassas especiais, rebocos
isolantes, reboco de cimento, reboco de
cimento e cal, argamassa alvenaria leve
e betonilha para contrapiso
autonivelante bem como para o
preenchimento de microestacas em
obras de construção de túneis.
Aumento da Velocidade de
Aplicação
Redução do Tempo de
Trabalho
Aplicação Uniforme
Redução de Erros Humanos
Economia de Materiais
Versatilidade
Redução da Mão-de-Obra
Vantagens
Mais informações
54
Revestimento 
Não - Argamassado
Introdução
Definição
NBR 7200
Os revestimentos não
argamassados, são aqueles
que são inseridos sobre o
emboço com argamassa
colanteou estruturas
especiais de fixação. 
Entre os mais utilizados
estão os revestimentos
cerâmicos, pedras naturais,
mármores e granitos,
madeira e ainda,
revestimentos plásticos.
“Os revestimentos não
argamassados, são aqueles em
sua concepção são utilizados
outros matérias além da própria
argamassa, todavia é executada
aqui uma camada de emboço
para regularização e a
argamassa de junta que fixará o
elemento de acabamento com
o referido emboço.” 55
O revestimento não argamassado tem como principais
importâncias: 
Economia de Tempo;
Menos Resíduos;
Flexibilidade e Facilidade de Manutenção;
Estética e Variedade de Design;
NBR 7200/1998: Execução de revestimento de paredes e tetos
de argamassas inorgânicas - Procedimento.
NBR 13529/2013: Revestimento de paredes e tetos de
argamassas inorgânicas - Terminologia.
NBR 13749/2013: Revestimento de paredes e tetos de
argamassas inorgânicas - Especificação.
NORMAS TÉCNICAS
Importância.
56
CUIDADOS
É um método alternativo que foge um
pouco do tradicional, no caso a
argamassa. Vai oferecer variedades de
acabamento e também podendo ser
mais leves e rápidas de instalar. 
O revestimento não argamassado tem
o mesmo intuito de proteção e
revestimentos das estruturas,
normalmente são aplicados após um
tempo necessário de cura da massa
única. Podendo ter também a utilização
de sistemas de fixação mecânica,
instalados ou encaixados.
Por ser utilizado de outros métodos que
não sejam a argamassa, é possível
observar vantagens incluído reduções
de custo de mão de obra, aceleração
do processo de instalação e a
diminuição dos resíduos de construção. 
Alguns exemplos são o revestimento
cerâmico, gesso, madeira, pedras
naturais, revestimento metálico,
revestimento cimentícios, vinílico, entre
outros.
Aplicações Limpeza Adequada: Certifique-se de
que a superfície onde o revestimento
será aplicado esteja limpa, seca e livre
de poeira, graxa, óleo ou qualquer
outro contaminante que possa
comprometer a aderência.
Correção de Irregularidades: Verifique
e corrija quaisquer imperfeições ou
irregularidades na superfície base,
como rachaduras, buracos ou
desalinhamentos.
Qualidade dos Materiais: Utilize
materiais de alta qualidade e
compatíveis com o tipo de
revestimento escolhido. 
Adesivos e Fixadores Adequados:
Escolha os adesivos, colas e fixadores
corretos para cada tipo de
revestimento.
Temperatura e Umidade: Evite aplicar
revestimentos em condições de
temperatura extrema ou alta
umidade, pois isso pode afetar a
aderência e o tempo de cura dos
adesivos.
Proteção contra Intempéries: Em
áreas externas, proteja a superfície de
aplicação contra chuva e sol direto
Tipos e
PEI/ RESISTÊNCIA/ APLICAÇÃO
57
Mais info
Custo
Mais info
CERÂMICAS
Custo PASTILHAS
AC-I (interior)
AC-II (exterior)
AC-III (alta resistência)
AC-III-E (alta resistência especial/específica)
Aplicação
A fixação das cerâmicas é um processo que deve ser feito
com cuidado e profissionalismo, pois em sua maioria, são
fixadas com argamassas industrializadas, AC-I, AC-II e AC-III,
dependendo de onde vão ser fixadas as peças.
As pastilhas são revestimentos cerâmicos que devem ser
aplicados com argamassas especiais e são muito utilizadas
em áreas molhadas, como banheiros e piscinas, e também
em fachadas de construções verticais, isso por se
apresentarem com uma infinidade de formas e cores que
podem deixar qualquer ambiente mais bonito e agradável.
58
Mais info
Custo
Mais info
AZULEJOS
Custo GESSO
Os azulejos também são peças que possuem modelos
variados e também precisam de uma atenção especial
quando vamos fazer a aplicação. É importante que a
espessura da argamassa de rejuntamento seja a menor
possível e seu PEI pode ser de nível baixo, mantendo assim o
azulejo na parede e não utilizar como piso.
O gesso é um tipo de revestimento não argamassado
extremamente usado na construção civil para realização de
forros, paredes de divisórias e detalhes em geral. Material
pulverulento de coloração branca e fina, extraído da
calcinação da rocha gipsita, quando esse material é
misturado a água inicia sua fase de pega extremamente
rápida, ainda assim encontramos placas prontas que são
parafusadas a fim de ter uma limpeza e rapidez maior nas
obras.
Hoje em dia quatro tipos
de gesso são bastante
utilizados sendo eles:
Gesso acartonado
Gesso em pó
Gesso em placas 
Gesso em blocos
59
Custo Mais info
Além da estética esse revestimento vai oferecer grande
durabilidade e resistência sendo ideal para áreas de alto tráfego e
ambientes externos. Vai do mármore clássico até a ardósia, sendo
versátil na aplicação podendo ser aplicado em paredes, chão,
bancadas e fachadas. Algumas das pedras mais usadas são:
Ardósia: É um xisto argiloso e apresenta aspecto rústico, é possível
encontrá-la em diferentes tons, como grafite, branco, preto, roxo e
ferrugem. Pode ser aplicada em sua forma natural ou lixada.
Recomendada para paredes por ficar, escorregadia quando
molhada.
Mármore: Originado do calcário e é uma das mais elegante no
mercado, sendo encontrada em diversas cores. Utilizadas em
paredes, pisos, bancadas, entre outras.
Pedra Madeira: Muito resistente com coloração amarela e aspecto
rústico. Aplicada em áreas externas já que não sofre alteração de
agentes externos. Possui alto valor mas a durabilidade faz com
que seja escolhida para fachadas principalmente.
Pedra São Tomé: Opção mais versátil para revestimento, muito
aplicado em áreas de lazer. Pode ser aplicada em diversos
formados como, retangular, filete, mosaico, quadrado, entre outros.
Ônix: Luxuosa e usada em ambientes internos, sendo
encontrada nas cores branca e preta.
Quartzo: Uma das mais resistentes e encontrada em abundância.
Sendo pouco porosa é utilizada em decorações mas também na
cozinha por ser impermeável, tendo a cor preta, dourado, marrom,
branco e azul.
Granito: Aparência granulada com pontos preto e muito procurada.
Pode ser aplicada no ambiente interno e externo, revestindo pisos,
parede, bancadas, entre outros. Baixa porosidade e resistente a
riscos e impactos.
Hijau: Rocha vulcânica queridinha para revestir piscina, com
coloração esverdeada. Pode ser aplicada em paredes, fachadas,
calçadas e garagens. Alta resistência à umidade e abrasão.
PEDRAS NATURAIS
60
Custo
Mais info
Prática que combina a beleza natural da madeira com a
funcionalidade de proteção e decoração, desempenha um papel
crucial na arquitetura e no design de interiores, proporcionando
durabilidade, resistência e uma estética única. 
A madeira permite uma vasta variedade de estilos podendo ir do
rústico até o moderno, além de oferecer proteção contra
desgastes, impactos e elementos ambientais.
REVESTIMENTO DE
MADEIRA
Por sua versatilidade, o
revestimento em madeira
permite ser utilizado tanto no
chão mas também em paredes.
Para um ambiente elegante e
sofisticado que traz aconchego a
madeira vai ser uma ótima
escolha. 
Alguns dos revestimentos mais
usados são:
Assoalho;
Revestimentos em paredes;
Deck de Madeira; 
Forro;
Revestimentos para fachas;
Rodapés.
Para a execução em paredes temos revestimentos que
necessitam de uma mão de obra mais especializada e outras não
muito. Normalmente, são utilizadas lâminas de madeiras e para
sua aplicação são necessários lixa, verniz, pincel, rolo, espátula e
cola. 
Começa lixando e aplicando o verniz para a proteção da madeira,
após a secagem do verniz aplicar a cola na parede e na lâmina de
maneira uniforme e sem excessos. Aplicar na superfície e apertar
tirando todo o ar e sem deixar bolhas. As ripas também podem
ser aplicadas como revestimentos, sendo instaladas diretamente
na parede. A execução é basicamente a mesma.
61
Custo
OUTROS:
Cortiça:
Metálico:
Vinilico:
Custo
Custo
62
Ao aplicar os revestimentos de piso
deve-se primeiramente lavar o
pavimento antes de aplicar o piso e a
argamassa colante. Uma superfície
limpa é crucial.
Processo de
aplicação
 O assentamento mais
comum é o cruzado da argamassa
que está na parte inferior do piso e da
argamassa que está no contrapiso.Porém em paralelo (as duas passadas
na mesma direção) favorece o
desempenho e fica com menos
vazios. Os vazios fazem fissurar,
trincar, ficar oco eles acontecem
quando aplica-se a argamassa
somente no piso ou somente no
contrapiso
Ferramentas
As ferramentas que não podem faltar
no processo de colocação dos
revestimentos são os espaçadores ou
as cunhas de nivelamento
Esses são os procedimentos de
aplicações comuns na maioria dos
revestimentos, porém cada tipo de
revestimento possui suas
especificações de como aplicar. E os
fornecedores de pastilhas,
cerâmicas, pedras, gessos, papéis de
parede, porcelanatos e outros
materiais disponibilizam os cuidados
extras que deve se atentar.
63
O setor da construção civil está em constante evolução,
impulsionado pela necessidade de soluções mais eficientes,
sustentáveis e inovadoras. 
Dentro deste contexto, os revestimentos não argamassados
emergem como uma alternativa moderna e versátil, desafiando
os métodos tradicionais e apresentando uma série de vantagens
que atendem às demandas contemporâneas de rapidez,
qualidade e estética.
As novas tecnologias de revestimento não argamassado
revolucionaram o mercado, introduzindo materiais e sistemas
que oferecem facilidades de aplicação, durabilidade e design
aprimorado. 
Estas tecnologias são caracterizadas pelo uso de adesivos de alta
performance, fixações mecânicas avançadas e materiais de
revestimento inovadores que eliminam a necessidade de
argamassa tradicional. 
Como resultado, os processos de construção tornam-se mais
ágeis, econômicos e menos impactantes ambientalmente.
Novas Tecnologias e
Sustentabilidade
Introdução
64
Revestimentos que possuem a tecnologia
Cleantec, oferecem diversos benefícios
para obras residenciais e comerciais, devido
a um processo parecido com o da
fotossíntese, onde o material transforma
gás carbônico em oxigênio.
Nos ambientes internos, o Cleantec inibe a
proliferação de bactérias que causam
doenças, além de reduzir o odor e o mofo.
Já nas fachadas, o sistema facilita a
limpeza dos revestimentos e auxilia na
purificação do ar.
Tecnologia
DENOX 
Após observar os problemas nos
grandes centros urbanos ao redor
do mundo, provocados pela
grande quantidade de fábricas,
carros e queimadas de matas e
florestas, a Castelatto
desenvolveu produtos com a
tecnologia Denox, que podem ser
usados em pisos e paredes.
Como o próprio nome diz DE
refere-se a degradação dos NOx,
que são Óxidos e dióxidos de
nitrogênio. 
Com a utilização de
revestimentos com Denox, ocorre
uma reação química dos gases
poluentes, transformando-os em
nitratos, que são elementos
benéficos para a natureza e serve
de adubo para plantas, resultando
na diminuição da contaminação
do ar.
ClenTec
65
Introdução Sistemas de
pinturas
Definição
Entende-se por “pintura” a
camada de recobrimento de uma
superfície, com funções protetora
e decorativa, obtida através da
aplicação de tintas e vernizes.
O sistema de pintura é um
conjunto de várias camadas que
recobrem tal superfície.
A tinta mais tradicional, usada em
edifícios residenciais e comerciais,
é composta basicamente por
solvente, resina, pigmento
(corante) e aditivos.
Resina: Responsável pela
formação da película protetora,
após secagem da tinta;
Solvente: Possibilitam que a tinta
se comporte como um líquido, o
que facilita sua aplicação;
Pigmentos: Responsáveis pela cor,
tonalidade e poder de cobertura
da tinta;
Aditivos: São adicionados para
garantir características específicas,
como a secagem rápida, poder
bactericida, entre outros.
“A pintura é a aplicação de tintas,
pigmentos ou outros materiais
coloridos sobre uma superfície para
decorá-la, protegê-la ou dar-lhe
acabamento. É uma técnica
artística e prática que pode ser
utilizada em diversas áreas.”
NBR 13245
66
A pintura tem como principais importâncias: 
Proteção contra umidade e corrosão;
Aumento da vida útil;
Controle de fungos e mofo;
Branding;
Reflexão de calor;
NBR 13245 - Execução de Pintura em Edificações
NBR 11702 - Tintas para Construção Civil
NBR 15079 - Sistema de Pintura Imobiliária com Tintas à Base
de Água
NBR 13241 - Preparação de Superfícies para Pintura
NORMAS TÉCNICAS
Importância.
67
PROCEDIMENTO
Pintura de Paredes e Tetos: A pintura é
amplamente usada para decorar e
proteger as superfícies internas de
edifícios, como paredes e tetos.
Pintura de Fachadas: A pintura de
fachadas é fundamental para proteger
as estruturas e melhorar a estética
dos edifícios.
Pintura de Estruturas Metálicas: Pintura
é aplicada em estruturas metálicas,
como vigas e pilares, para evitar a
corrosão.
Pintura de Pisos: Esmaltes de epóxi
são usados em pisos industriais para
fornecer resistência a desgaste e
produtos químicos.
Pintura de Paredes Externas de
Edifícios: Pintura de paredes externas
ajuda a proteger contra intempéries e
elementos naturais.
Pintura de Drywall: Placas de drywall
são frequentemente pintadas para
finalizar paredes internas em edifícios.
Pintura de Marcação em Construção:
Pintura é usada para marcações
temporárias em locais de construção,
como identificação de áreas de
trabalho ou demarcação de zonas de
segurança.
Aplicações
 Limpeza1.
 Selador2.
 Massa Corrida (duas demãos)3.
 Fundo preparador4.
 2 a 3 demãos de tinta5.
Diminui e uniformiza a absorção ;
Isola o substrato ;
Melhora a aderência ;
Reduz o consumo de tinta.
Fundo preparador
Correção de irregularidades;
Camadas finas;
Material pastoso;
Superfície com textura lisa.
Massa corrida
Parte vísivel do sistema;
Película sólida, aderente e flexível;
Atribui brilho, cor e textura.
Tinta
Quanto mais brilhosa a tinta menor
concentração de pigmentos, quanto
mais fosca maior concentração de
pigmentos.
Inf extra:
68
Custo
Custo
Custo
TINTA LATEX PVA SUVINIL
TINTA ACRÍLICA CORAL
TINTA ESMALTE CORALIT
TINTA ZARCÃO SUVINILCusto
69
Recomendada para ambientes
internos e secos. ACABAMENTO
FOSCO.
Recomendado para áreas
externas e internas molhadas ou
secas. Geralmente mais cara, e
possui diversos tipos de
acabamento (fosca, acetinada e
brilhante)
Dura mais, maior resistência, seca
mais rápido e não tem cheiro.
Indicada para metais e madeira.
ACABAMENTO DIVERSOS.
Utilizada em aço.
CustoTINTA PINTA PISO CORAL
Custo
Custo
VERNIZ TINGE E PROTEGE
SUVINIL
CAL PARA PINTURA BÁSICA
VOTORAN
70
Áreas com muita movimentação,
utilizadas em pisos de
estacionamentos cobertos. Cria
uma camada mais espessa.
Tinta Epóxi
Sustentável, com baixo custo
e baixa resistência.
Tinta sem pigmento, que trata e
protege as superfícies.
Produtos mais competitivos, de alta performance, que atendam
as necessidades dos clientes e que sejam cada vez mais
sustentáveis, agregando valor à tinta, são diferenciais e
características que os fornecedores de tintas buscam em seus
novos desenvolvimentos. 
O mercado de tintas no Brasil apresenta uma dinâmica própria, se
diferenciando de outros países na região quanto à tecnologia
empregada e requisitos técnicos dos produtos. 
Ao longo das últimas décadas, as fábricas foram sendo
adaptadas para utilizar materiais de fácil processamento,
sobretudo aditivos na forma líquida. 
Com o advento das tintas indicadas para maior diluição, os
espessantes passaram a desempenhar um papel fundamental
dentro da formulação da tinta a fim de manter as propriedades
adequadas para aplicação.
Novas Tecnologias e
Sustentabilidade
Introdução
71
Uma das maiores inovações em tintas
atualmente, pesquisadores ao redor do
mundo vêm desenvolvendo tintas capazes
de absorver a energia do Sol e convertê-la
em energia.
No Instituto de Tecnologia de Melbourne, na
Austrália, os cientistas criaram uma tinta
solar que absorve vapor d’água e, a partir
dele, produz hidrogênio que é considerado a
energia do futuro, pois é renovável e não
poluente. 
A ideia é aplicá-la a qualquer superfície.
Caso obtenham sucesso, casas, edifícios,
telhados, muros e portões poderão ser
fonte de produção e captação de energia
limpa. Outras pesquisas como esta
também são feitas no Canadá e naCoreia
do Sul.
Textura de
mármore
Para quem não pode gastar
muito com as caras pedras de
mármore, uma solução inovadora
é a utilização de tintas que dão
um efeito marmorizada a parede
após a pintura.
Tintas solares
Tinta que absorve
poluição
A tinta contra a poluição é feita à
base de cimento, que é associado
a um princípio ativo fotocatalítico,
conferindo ao material a
capacidade de absorção de gases
poluentes como CO₂. 
Ao ser estimulado pela luz - tanto
natural quanto artificial - os ativos
fotossensíveis, como o dióxido de
titânio, começam o processo de
absorção, reduzindo em cerca de
50% o nível desses poluentes no
ambiente. 
Estudos mostraram que uma
parede de 1m2 pintada com a
tinta absorvente apresenta
eficiência fotossintética similar a
de uma árvore grande. 
Os gases produzidos por
automóveis durante um ano
podem ser eliminados com 
apenas 100 m2. A Tinta também
pode atuar eliminando bactérias,
vírus e fontes de mau cheiro em
residências.
72
Introdução Pisos e
pavimentações
Definição
A pavimentação desempenha um
papel fundamental na infraestrutura
moderna, oferecendo uma série de
qualidades essenciais que
impulsionam o desenvolvimento das
comunidades. 
Além de proporcionar segurança, a
pavimentação garante durabilidade
e acessibilidade, facilitando o acesso
a áreas remotas e melhorando a
mobilidade de pessoas com
necessidades especiais. Além disso,
seu impacto econômico é
significativo.
O contrapiso é uma camada de
argamassa ou concreto que é
aplicada sobre o solo natural ou
sobre uma base de subpavimento
em uma construção. 
É essencial para garantir que o piso
final fique nivelado e uniforme,
evitando irregularidades que possam
comprometer a instalação de
revestimentos e causar problemas
estruturais ao longo do tempo. 
Sua espessura e composição podem
variar dependendo das necessidades
específicas do projeto e do tipo de
piso que será instalado. 
O processo de preparação e
aplicação do contrapiso deve seguir
as normas e práticas recomendadas
para garantir sua resistência e
durabilidade adequadas.
“A pavimentação é muito
importante nas edificações,
desenvolvendo papel de
infraestrutura, estética e
mobilidade.”
NBR 6118
73
O piso e pavimento tem como principais importâncias: 
Funcionalidade e Segurança;
Estética e ambiente;
Protegem o substrato contra desgaste, impactos e danos
mecânicos;
Isolamento térmico e acústico;
Facilitam a limpeza e manutenção, contribuindo para a
higiene dos espaços;
NBR 13755 - Revestimento de piso intertravado com peças de
concreto - Procedimento
ABNT NBR 14050 - Argamassa colante industrializada para
assentamento de placas cerâmicas - Requisitos
NBR 13754 - Piso vinílico - Requisitos e métodos de ensaio
NBR 9575 - Execução de pavimento de concreto simples para
rodovias e outras áreas sujeitas a tráfego de veículos
pesados - Procedimento
NBR 7182- Solo - Ensaio de compactação.
NORMAS TÉCNICAS
Importância.
74
CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO
TRÁFEGO DO AMBIENTE
Presente em todas as obras, de
forma geral, os pisos, contrapisos e
pavimentações desempenham
uma função importante dentro da
construção civil. 
São responsáveis por cobrir a base
da construção, assim como nivelar
a superfície e também, em alguns
casos, servir de base para a
aplicação de outro revestimento.
CONTRAPISO RESIDENCIAL
PISOS INDUSTRIAIS
CALÇADAS
QUADRAS
VIAS PÚBLICAS
ESTACIONAMENTOS
Vale ressaltar que, o mesmo é
principalmente destinado a receber
o trânsito de pessoas ou até
mesmo de veículos, sendo
confeccionado de acordo com a
intensidade do fluxo que transita
sobre ele.
Aplicações
CLASSE I (TRÁFEGO LEVE)
Banheiros e quartos.
CLASSE II (TRÁFEGO MÉDIO)
Interiores residenciais de menor tráfego.
CLASSE III (TRÁFEGO MÉDIO/INTENSO)
Lojas e corredores.
CLASSE IV (TRÁFEGO INTENSO)
Bancos, hotéis, hospitais, escolas,
restaurantes.
CLASSE V (TRÁFEGO SUPER INTENSO)
Indústrias, aeroportos, rodovias.
75
Procedimentos
Residencial
Industrial
 Quando for necessário dividir a
pavimentação em seções, é
essencial deixar esperas nas
ferragens e aplicar uma luva
engraxada, permitindo que a
outra seção trabalhe sem
restrições.
Compactação da base: umedeça o
solo para evitar a perda de água
devido ao amassamento. Coloque
as taliscas, garantindo o nível e o
caimento corretos. Realize as
mestras. Preencha com concreto e
alise a superfície. Faça a cura
adequada por aproximadamente 7
dias.
Compactação do substrato:
umedeça o solo para prevenir a
perda de água devido ao
amassamento. Adicione um lastro
de brita ou uma manta geotêxtil.
Realize o posicionamento correto
da armadura. Coloque as taliscas,
assegurando o nível e o caimento
adequados. Lançe o concreto e
alise a superfície. Faça a cura
adequada por cerca de 7 dias.
Execute as juntas de dilatação com
o distanciamento apropriado e
preencha-as com um material
deformável.
76
O processo envolve várias etapas como terraplanagem,
compactação do solo, colocação de barras de transferência,
dentre outras mais que fazem parte da pavimentação de
concreto. Os preços costumam variar entre R$ 40 e R$ 150 o m2.
CUSTOS-PAVIMENTAÇÃO
77
CustoPISOS DE TABUA MACIÇA
Custo
Custo
PISOS DE PARQUET
PISOS LAMINADOS
78
Feitos de tábuas de madeira maciça, esses pisos são cortados
de uma única peça de madeira. São duráveis e podem ser
lixados e refinados várias vezes ao longo dos anos. 
Embora não sejam feitos de madeira maciça, os pisos laminados
têm uma camada superior que imita a aparência da madeira.
São mais econômicos do que os pisos maciços e oferecem uma
variedade de padrões e cores.
São compostos por pequenas peças geométricas de madeira,
geralmente formando padrões decorativos. O parquet é
conhecido por criar designs intricados no piso. 
CustoCERÂMICA ESMALTADO
Custo
Custo
PISO DE PORCELANATO
CERMÂMICA ACETINADO
79
Este tipo de cerâmica é coberto por uma camada de esmalte,
o que lhe confere uma superfície brilhante e resistente a
manchas. Pode ser utilizada em diversas áreas, incluindo
cozinhas e banheiros.
Possui uma superfície mais opaca e menos brilhante em
comparação com a cerâmica esmaltada. Geralmente é
escolhida para áreas que exigem maior resistência ao
escorregamento, como banheiros e áreas externas
O porcelanato é uma cerâmica mais densa e menos porosa,
resultando em maior resistência à umidade e manchas. Pode
ser usado em praticamente todos os ambientes, inclusive em
áreas externas. 
Pisos permeáveis são superfícies que permitem a
passagem de água através de seus materiais, permitindo
que a água se infiltre no solo ao invés de se acumular na
superfície. Esse tipo de pavimento é projetado para reduzir o
escoamento pluvial, promovendo a recarga do lençol freático,
minimizando enchentes e preservando a qualidade da água.
Existem diferentes tipos de pisos permeáveis, cada um com
suas características específicas.
Custo
PISOS DIRECIONAIS Custo
PISOS PERMEÁVEIS
Construídos, especialmente para fornecer orientação a pessoas
com deficiência visual. Eles são projetados para serem
perceptíveis ao toque ou à sola do sapato, ajudando a direcionar o
fluxo de tráfego e fornecer informações sobre o ambiente. 
Os pisos direcionais são geralmente fabricados com materiais
duráveis como aço inoxidável, plástico, concreto ou cerâmica, com
superfícies texturizadas para serem detectadas pelos pés ou
bengalas. Utilizam cores contrastantes, como amarelo, vermelho e
branco, para melhorar a visibilidade, especialmente para pessoas
com baixa visão.
80
Apresentam padrões distintos,
como listras ou relevos, para
indicar a direção, com setas
sendo comuns. Estes pisos são
colocados em locais
estratégicos, como calçadas,
corredores e áreas de transição.
A norma ABNT NBR 16537
estabelece requisitos para a
instalação de pisos táteis
direcionais e de alerta no Brasil.
A construção civil é um dos setores que mais geram impactos
ambientais em todo o mundo. Diante desta realidade, optar pela
sustentabilidade já se tornou uma questão de necessidade. Isso
significa que na hora de construir ou reformar, é preciso se
atentaràs metodologias e materiais aplicados em cada etapa do
processo 
O mercado de tintas no Brasil apresenta uma dinâmica própria, se
diferenciando de outros países na região quanto à tecnologia
empregada e requisitos técnicos dos produtos. 
Ao longo das últimas décadas, as fábricas foram sendo
adaptadas para utilizar materiais de fácil processamento,
sobretudo aditivos na forma líquida. 
Com o advento das tintas indicadas para maior diluição, os
espessantes passaram a desempenhar um papel fundamental
dentro da formulação da tinta a fim de manter as propriedades
adequadas para aplicação.
Novas Tecnologias e
Sustentabilidade
Introdução
81
Pavimentos de Concreto de
Ultra-Alto Desempenho
(UHPC)
Os Pavimentos de Concreto de
Ultra-Alto Desempenho são uma
classe especial de concreto
projetada para atender a
requisitos excepcionais de
resistência, durabilidade e
desempenho. Esses pavimentos
são conhecidos por várias
características distintas:
Força Extraordinária
Durabilidade Excepcional
Espessura Reduzida
Resistência a produtos
químicos
Design Flexível
Redução a manutenção
Sustentabilidade
Pavimentos
Impressos em 3D
Os Pavimentos Impressos em 3D
representam uma tecnologia
inovadora que combina a
impressão 3D com materiais de
pavimentação para criar
superfícies de estradas e passeios
personalizadas e complexas. Aqui
estão alguns detalhes sobre essa
inovação:
Personalização e design
complexo
Redução de desperdício de
material
Rapidez de Construção
Facilidade de preparo
Redução de impacto
ambiental
Aplicação Diversas
Potencial de Automação
Monitoramento Integrado
Sustentabilidade
82
Esquadrias e VidrosIntrodução
Definição
Esquadrias são elementos
fundamentais na arquitetura e
construção civil, desempenhando
um papel crucial no
funcionamento e estética de
edifícios. O termo "esquadrias"
refere-se às estruturas que
compõem as aberturas em uma
construção, como portas e janelas.
Elas desempenham um papel
vital na ventilação, iluminação e
isolamento térmico e acústico de
um ambiente. 
As esquadrias podem ser
fabricadas a partir de diversos
materiais, como alumínio,
madeira, aço e PVC, cada um com
suas características específicas. 
A escolha do material geralmente
leva em consideração fatores
como durabilidade, resistência às
intempéries, estética e
manutenção. 
Além disso, as esquadrias
evoluíram ao longo do tempo,
incorporando tecnologias que
melhoram o desempenho
energético dos edifícios. 
Vedantes eficientes, vidros
especiais e sistemas de abertura
inovadores são exemplos de
avanços que contribuem para a
eficiência e sustentabilidade das
esquadrias.
Esquadria é o nome dado às
peças que emolduram e se
ajustam em vãos, como
janelas e portas, e podem
ser instaladas nas aberturas
de uma construção, tanto as
que dão acesso ao exterior
quanto as de passagem
internas.
83
As esquadrias e vidros tem como principais importâncias: 
Funcionalidade e Segurança;
Estética e ambiente;
Protegem de agentes externos como sol, chuva e vento;
Isolamento térmico e acústico;
NBR 10821-1/11 - Esquadrias para edificações - Parte 1:
Esquadrias externas e internas - Termologia;
NBR 10821-2/11 - Esquadrias para edificações - Parte 2:
Esquadrias Externas - Requisitos e classificação;
NBR 10821-3/11 - Esquadrias para edificações - Parte 3:
Esquadrias externas e internas - Métodos de ensaio;
NBR 15873/10 - Coordenação modular para edificações;
NBR 10821/11 - Caixilhos para edificações - Janelas;
NBR 7199/89 - Projeto, execução e aplicações de vidro na
construção civil;
NBR 6123/90 - Forças devidas ao vento em edificações -
Procedimento;
NBR 293:2004 - Terminologia dos vidros planos e dos
componentes acessórios para sua aplicação
NORMAS TÉCNICAS
Importância.
84
Alumínio
Amplamente utilizadas devido à sua
resistência, leveza e durabilidade, as
esquadrias de alumínio são ideais para locais
expostos à umidade, pois não enferrujam
com o tempo. 
Disponíveis em uma variedade de cores e
acabamentos, permitem personalização
conforme o estilo arquitetônico do projeto.
Materiais das
Esquadrias
As esquadrias em vidro são uma
solução moderna e elegante para
integrar espaços internos e externos,
oferecendo visão panorâmica e
abundante entrada de luz natural. 
Compostas por estruturas de alumínio
ou PVC que abrigam painéis de vidro,
elas proporcionam isolamento acústico
e térmico e resistência às condições
climáticas. 
Estas esquadrias garantem um toque
contemporâneo, valorizando a estética
e promovendo uma harmoniosa
conexão com o ambiente externo
Vidro
As esquadrias em madeira são
conhecidas por sua estética tradicional
e charme rústico, oferecendo bom
isolamento térmico e acústico, além de
serem duráveis e resistentes.
Contudo, exigem manutenção
periódica para preservar sua qualidade
e evitar deterioração por umidade.
Madeira
PVC
As esquadrias de PVC são eficientes, práticas,
esteticamente agradáveis e de baixa
manutenção. Conhecidas por sua resistência
à corrosão, elas garantem bom isolamento
térmico e acústico. 
Não necessitam de pintura, possuem
excelente vedação e contribuem para um
acabamento estético encantador.
Aço
Se resistência, versatilidade e segurança são
prioridades, as esquadrias de aço podem
atender às suas necessidades. Ideais para
projetos comerciais e industriais onde
durabilidade é essencial, permitem a criação
de designs arrojados e elegantes,
combinando funcionalidade e estética.
85
Caixilho / folha
As folhas da esquadria é o elemento de
vedação principal da estrutura. No caso de
uma esquadria para porta, a folha ou caixilho
seria, literalmente, a porta – ou seja, a
estrutura que se movimenta através das
dobradiças e permite controle intempéries,
luz e entrada/saída de pessoas. 
As esquadrias podem ter caixilhos fixos ou
móveis e podem ser fabricados de diversos
materiais, como o vidro.
Componentes
das Esquadrias
Os principais componentes de uma 
esquadria são três: o contramarco, o
marco e o caixilho/folha.
As esquadrias devem ser especificadas
por profissionais experientes no
assunto. É interessante procurar
consultoria especializada, pois assim
garantimos a projeção de estruturas
seguras, com estanqueidade e bom
acabamento.
O contramarco é um quadro
suplementar instalado diretamente na
parede que delimita o vão da
esquadria. 
Ele melhora a vedação da estrutura e
facilita o preenchimento do vão,
ajudando o instalador a alcançar
exatidão nas dimensões e garantindo
bons resultados no acabamento final,
especialmente para aqueles
acabamentos que precisam ser
finalizados no vão.
Contramarco
Aplicação
Aplicar esquadrias corretamente é essencial
para garantir não apenas a funcionalidade,
mas também a durabilidade e a estética do
ambiente. Os passos básicos para a
aplicação de esquadrias são:
Planejamento e medição;
Preparação do ambiente;
Instalação das esquadrias;
Teste de funcionamento;
Acabamentos finais;
Manutenção;
Seguindo esses passos, você poderá realizar
a aplicação das esquadrias de maneira
eficiente e segura, assegurando um
ambiente bem projetado e funcional.
O marco é o componente visível da
esquadria que delimita o vão. No caso
de uma porta, ele seria o batente onde
são parafusadas as dobradiças. 
Suas funções variam conforme o
modelo da esquadria, mas
essencialmente, ele recebe outro
elemento fundamental: os caixilhos ou
as folhas da esquadria.
Marco
86
As esquadrias de abrir de correr possuem folhas que
deslizam lateralmente, permitindo abertura parcial ou total,
ideais para ambientes com espaço restrito, pois não
requerem área livre para abrir. 
Elas têm uma estética moderna e elegante, sendo
comumente usadas em varandas, sacadas e grandes vãos,
proporcionando uma integração harmoniosa entre os
ambientes internos e externos.
ESQUADRIAS DE ABRIR
Custo Janelas
Custo Janelas
ESQUADRIAS DE CORRER
As esquadrias de abrir de giro são aquelas que se abrem em
torno de um eixo vertical ou horizontal, utilizando dobradiças
para permitir a abertura da folha para dentro ou para fora. 
Elas são populares devido à sua praticidade e versatilidade,
proporcionandoampla abertura, maior fluxo de ar e
iluminação natural. 
Além disso, quando fechadas, oferecem excelente vedação,
garantindo isolamento térmico e acústico.
Custo Portas
Custo Portas
87
C
u
st
o
 P
o
rt
a
s
As esquadrias em modelos pivotantes são uma escolha
elegante e funcional, girando em torno de um eixo vertical ou
horizontal para uma abertura suave e controlada. 
Ideais para espaços que requerem ventilação adequada e
entrada generosa de luz natural, as pivotantes permitem
ajustar a abertura conforme as necessidades do ambiente. 
São frequentemente utilizadas em residências, escritórios e
estabelecimentos comerciais que valorizam estilo e
funcionalidade.
ESQUADRIAS CAMARÃO
Custo Janelas
Custo Janelas
ESQUADRIAS PIVONETE
Ideal para pequenos espaços, a esquadria modelo camarão
é prática e versátil, maximizando a área disponível. 
Composta por duas ou mais folhas que se dobram sobre si
mesmas e deslizam lateralmente, ela permite uma ampla
abertura sem ocupar espaço. 
Este modelo é ideal para varandas, sacadas e ambientes
que necessitam de passagem livre, proporcionando um
visual charmoso e moderno, boa ventilação e abundante
iluminação natural.
Custo Portas
Custo Portas
88
Custo
Os basculantes são muito usados em áreas como lavanderias
e banheiros, por serem menores e permitirem ventilação do
espaço. 
Custo
Custo
ESQUADRIA FIXA
ESQUADRIA DE GUILHOTINA
Os modelos de esquadria de
guilhotina possuem folhas
deslizantes verticalmente, com
uma fixa e outra móvel, permitindo
um controle versátil do fluxo de ar. 
São ideais para ambientes com
restrição de espaço para abertura,
podendo ser abertas parcial ou
totalmente para manter o
ambiente arejado. 
Os modelos de esquadria fixa
são ideais para proporcionar
iluminação natural e preservar
vistas panorâmicas nos
ambientes. 
São frequentemente aplicadas
em residências, escritórios e
espaços comerciais que
valorizam conceitos estéticos e
iluminação.
ESQUADRIAS BASCULANTE
89
Aplicações
A versatilidade dos vidros na construção civil
possibilita uma ampla gama de aplicações.
Nas fachadas, os vidros podem ser utilizados
para criar efeitos visuais, conferir leveza e
transparência, além de permitir o controle
térmico e acústico do ambiente. 
Nas janelas, são essenciais para o isolamento
acústico e térmico, proporcionando conforto
aos ocupantes dos espaços. Em divisórias de
ambientes, os vidros oferecem privacidade
sem sacrificar a iluminação natural. 
Além disso, os vidros também são utilizados
em coberturas, escadas, guarda-corpos, pisos
e até mesmo como elementos estruturais.
VIDROS
Os vidros desempenham um papel
crucial na construção civil, contribuindo
para o conforto, a segurança e a
sustentabilidade dos espaços
construídos. 
Sua transparência permite a entrada
de luz natural, reduzindo a necessidade
de iluminação artificial e
proporcionando ambientes mais
agradáveis e saudáveis. 
Além disso, os vidros são utilizados em
fachadas, janelas, portas, divisórias e
coberturas, conferindo beleza estética e
valor arquitetônico aos projetos.
Diversos tipos de vidros são
empregados na construção civil, cada
um com características e propriedades
específicas que atendem a diferentes
necessidades e demandas
arquitetônicas. Alguns dos tipos mais
indicados são:
Vidro comum;
Vidro temperado;
Vidro laminado;
Vidro refletivo;
Vidro insulado;
Vidro extraclaro;
Tipos Normas Técnicas
No Brasil, as normas técnicas regulamentam
o uso de vidros na construção civil. A NBR
7199 estabelece critérios de
dimensionamento, especificações de
segurança e recomendações para a
instalação de vidros em edificações. 
Além disso, a ABNT NBR 16259 define os
requisitos para o desempenho térmico de
esquadrias, que incluem os vidros. É
fundamental seguir essas normas para
garantir a qualidade, a segurança e a
durabilidade dos vidros utilizados nos projetos
de construção civil.
90
Custo
Custo
Muito comum na construção civil e arquitetura, o vidro
temperado é utilizado em fechamentos de casas, fachadas,
divisórias, portas, janelas, móveis e, especialmente, em boxes
de banheiro. Passa por um tratamento térmico que o torna
cinco vezes mais resistente a impactos que o vidro comum,
apresentando elevados níveis de resistência e segurança. 
VIDRO TEMPERADO
Custo
VIDRO COMUM (FLOAT)
Como o próprio nome sugere, o vidro comum, também
conhecido como FLOAT, é base para a criação de outros
tipos de vidro. Ele proporciona grande uniformidade e evita
distorções ópticas.
O vidro comum pode ser
utilizado em esquadrias ou
servir de matéria-prima para a
produção de vidros laminados,
espelhos, entre outros. Pode
ainda, compor móveis como
tampos de mesa
Considerado um vidro de
segurança, o vidro temperado,
ao se quebrar, estilhaça-se em
pequenos fragmentos pouco
cortantes, minimizando o risco
de acidentes.
VIDRO LAMINADO
Segurança e proteção são as palavras que melhor definem o
vidro laminado. Composto por duas ou mais camadas de
vidro intercaladas por uma película de PVB ou EVA de grande
resistência, quando quebra, os fragmentos ficam presos na
película, evitando ferimentos.
Indicado para ambientes que
precisam de maior proteção,
como fachadas, parapeitos,
sacadas, claraboias e
coberturas, o vidro laminado
filtra até 99% dos raios
ultravioletas. 91
Custo
Custo
Também chamado de vidro duplo, o vidro insulado é
composto por duas lâminas de vidro intercaladas por uma
câmara de ar. Ele é conhecido por reduzir a entrada de ruídos
externos e de calor. É possível embutir uma persiana na
câmara de ar, agregando privacidade ao ambiente. 
VIDRO INSULADO
Custo
VIDRO REFLETIVO
É um vidro de controle solar que reduz a entrada de calor e
raios UV no ambiente, protegendo móveis, tapetes e
materiais decorativos do desgaste solar, além de manter a
temperatura interna agradável. 
Com um aspecto espelhado, o
vidro refletivo fornece
privacidade ao impedir a visão
de fora para dentro durante o
dia. Ele pode ser aplicado em
varandas, sacadas, coberturas,
fachadas, portas e janelas.
Por isso, é amplamente
utilizado em divisórias de salas
de reuniões, consultórios,
ambientes climatizados,
estúdios de gravação, entre
outros.
VIDRO EXTRACLARO
O vidro extraclaro é fabricado com baixo teor de óxido de
ferro, garantindo nitidez e reduzindo o tom esverdeado. Pode
ser utilizado como vidro comum, laminado, temperado, curvo
ou duplo. 
É recomendado para vitrines,
fachadas, portas, janelas e
outros elementos que
necessitam de transparência,
mantendo as cores dos
objetos vivas e naturais, o que
o torna muito utilizado na
indústria moveleira. 94
Produtos mais competitivos, de alta performance, que atendam
as necessidades dos clientes e que sejam cada vez mais
sustentáveis, agregando valor à tinta, são diferenciais e
características que os fornecedores de tintas buscam em seus
novos desenvolvimentos. 
O mercado de tintas no Brasil apresenta uma dinâmica própria, se
diferenciando de outros países na região quanto à tecnologia
empregada e requisitos técnicos dos produtos. 
Ao longo das últimas décadas, as fábricas foram sendo
adaptadas para utilizar materiais de fácil processamento,
sobretudo aditivos na forma líquida. 
Com o advento das tintas indicadas para maior diluição, os
espessantes passaram a desempenhar um papel fundamental
dentro da formulação da tinta a fim de manter as propriedades
adequadas para aplicação.
Novas Tecnologias e
Sustentabilidade
Introdução
93
Vidro Smart Glass
O smart glass integra uma categoria de
vidros especiais conhecida como vidros
inteligentes ou vidros polarizados. Este
vidro oferece controle de privacidade,
possibilitando também a retroprojeção
de imagens. 
Sua propriedade de alternar entre
transparência e opacidade confere
uma funcionalidade versátil, adequada
para diversas aplicações em ambientes
onde o controle visual é essencial.
Muitos benefícios são trazidos ao
projeto em diversos pontos diferentes,
como:
Versatilidade visual;
Economia de energia;
Conforto visual;
Projeção de imagem;
Janelas
Eletrocrómicas
Em desenvolvimento por
pesquisadoresdo Laboratório Nacional
de Energia Renovável (NREL) do
Departamento de Energia dos EUA, as
janelas inteligentes eletrocrômicas
escurecem e se transformam em
células solares quando aquecidos
.
A tecnologia “termocrômica
fotovoltaica”, como é chamada pelos
pesquisadores, pode trocar as cores
quando aquecida pela luz solar para
bloquear o brilho e reduzir a
necessidade de resfriamento, ao
mesmo tempo que capta energia
dessa luz.
94
Instalações 
Elétricas
Introdução
Definição
As instalações elétricas estão
presentes em nosso cotidiano e
são um processo fundamental e
indispensável em qualquer obra.
Nessa fase, a atenção aos
mínimos detalhes é crucial para
evitar problemas futuros.
É essencial estar atento aos
pontos de eletricidade, ou seja, os
locais no ambiente onde você
pode instalar lâmpadas,
interruptores e tomadas.
As instalações elétricas consistem
em um conjunto de
componentes e equipamentos
elétricos como cabos, disjuntores,
transformadores e painéis
elétricos, essenciais para o
funcionamento de um sistema
elétrico. Eles são responsáveis por
conectar fontes geradoras de
energia a cargas elétricas.
Em termos gerais, trata-se de
uma conexão entre a eletricidade
fornecida pelas concessionárias de
energia, que atende todo o
território nacional através do
sistema único interligado.
As instalações elétricas
dependem de diversos fatores,
como a quantidade de máquinas,
painéis elétricos, e também a
dimensão da planta elétrica de
cada fábrica ou indústria.
“Conjunto de equipamentos
que torna possível a
instalação de energia em
um projeto, constituída por
fios, cabos e outros
acessórios”.
95
NBR 5410
As instalações elétricas tem como principais importâncias: 
Integração de Tecnologias;
Conforto e Qualidade de Vida;
 Iluminação Adequada;
Climatização;
NBR 5410:2004 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão
ABNT NBR 5361:1998 - Disjuntores de baixa tensão
ABNT NBR 5413:1992 - Iluminância de interiores ± Procedimento
ABNT NBR 5418:1995 - Instalações elétricas em atmosferas
explosivas
ABNT NBR 5419:2001 - Proteção de estruturas contra descargas
atmosféricas
ABNT NBR 5597:1995 - Eletroduto rígido de aço-carbono e acessórios
com revestimento protetor, com rosca ANSI/ASME B1.20.1 -
Especificação
ABNT NBR 5598:1993 - Eletroduto rígido de aço-carbono com
revestimento protetor, com rosca
ABNT NBR 6147:2000 - Plugues e tomadas para uso doméstico e
análogo ± Especificação
NORMAS TÉCNICAS
Importância.
96
Transmissão
As linhas de transmissão alimentam
subestações abaixadoras, delas partem as
linhas de distribuição, que podem ser aéreas,
suspensas em postes ou subterrâneas.
Tipos e
materiais
Seus tipos podem ser classificados de
acordo com as suas 3 etapas :
Geração
Transmissão
Distribuição
Instalações elétricas
Distribuição
Média Tensão (1000 a 72.500 volts)
Baixa Tensão (até 1000 volts) – usual é 127V,
220V, 380V e 440V.
Material utilizado na instalação
elétrica residencial 
DISJUNTORES
20 amperes - iluminação e tomada
25 amperes - ar condicionado
32 amperes - chuveiros
50 amperes - quadro geral
97
Geração de energia:
Usina
hidrelética
Usina
termoelética
Usina
 nuclear
Placas
fotovoltaicas
Turbina
eólica
ELETRODUTOS
São os tubos de passagem até o disjuntor,
podem ser rígidos ou flexíveis , metal ou
plástico, embutidos na laje e na parede ou
não, de acordo com a obra em questão
Ainda de materiais importantes nas
instalações temos: as caixas de passagem,
as calhas, canaletas, interruptores e
tomadas e os CONDUTORES
 A intensidade da corrente
depende da potência e da
tensão. Baixa tensão aumenta a
corrente e o disjuntor
1º PASSO - TUBULAÇÃO
Recortar a alvenaria para instalação dos
eletrodutos.
2º PASSO - ENFIAÇÃO
Consiste na passagem dos condutores de
energia, auxiliada por arames guias. Os fios
dever ter suas extremidades presas ao
arame e puxada.
3º PASSO - ACABAMENTO 
Nesta fase são colocadas os aparelhos:
tomadas, interruptores, espelho e luminárias.
É sempre feita após a pintura.
Instalações
elétricas
Iluminação para ambientes
domésticos.
Tomadas elétricas para dispositivos
eletrodomésticos. 
Suporte a sistemas de climatização
e segurança.
Residencial:
Iluminação em espaços comerciais.
Alimentação de equipamentos
eletrônicos e de escritório.
Sistemas de emergência e
climatização para operações
comerciais.
Comercial:
98
Energia para máquinas e
equipamentos industriais.
Sistemas de controle e automação
para otimização de processos.
Iluminação em ambientes
industriais e distribuição eficiente de
energia.
Industrial:
Procedimentos
Sempre passar na horizontal e na
vertical pra evitar entupimento.
Quantidade de eletrodutos
compatível com a quantidade de
disjuntores.
Passar todos os eletrodutos antes
da concretagem da laje.
No corte dar uma umedecida para
não ter muito pó.
NUNCA EMPURRAR O FIO , SÓ PUXAR!
99
QUADRO DE ENERGIA / LUZ
O quadro de luz é onde todo o cabeamento da instalação elétrica
se encontra, incluindo circuitos de iluminação, tomadas e outras
cargas. 
Ele recebe e distribui energia por diversos disjuntores que
alimentam os circuitos para interruptores e aparelhos. Abriga
dispositivos de proteção, como disjuntores, o DR (interruptor
diferencial residual), e o DPS (dispositivo de proteção contra surtos).
CAIXA DE PASSAGEM
Uma caixa de passagem elétrica serve para armazenar e conduzir
mais facilmente os fios de energia, telefone, internet, televisão e
outros cabos até residências ou empresas, sem prejudicar o
aspecto visual da construção e dispensando o uso de postes e
fiações aparentes externas.
Tem o objetivo de proteger os fios elétricos de possíveis
infiltrações de água no solo, como também contra desgaste por
intempéries, garantindo melhor desempenho na condução de
energia.
DISJUNTORES
O disjuntor é um dispositivo eletromecânico que tem a função de
proteger as instalações elétricas, ou seja, assim que a corrente
elétrica que passa por ele ultrapassa o seu valor nominal, ele
interrompe o circuito impedindo o fornecimento de energia para
as cargas do circuito, evitando assim que elas e o circuito
danifiquem.
Ele atuará sempre que houver pico de corrente, sobrecarga e
curto-circuito.
DR E DPS
O DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos) desvia surtos de
energia para a terra, prevenindo danos aos aparelhos. Esse
dispositivo é crucial para garantir os eletrônicos e a segurança de
residências e empresas.
O DR (Diferencial Residual) é crucial em ambientes úmidos
como banheiros e cozinhas. Ele monitora a corrente elétrica
que entra e sai de um circuito. Se houver qualquer diferença
entre essas correntes, o DR interrompe imediatamente o
circuito para evitar acidentes graves. 
100
ELETRODUTO PVC RÍGIDO
Eletroduto rígido pvc é um produto utilizados para auxiliar na
organização ou distribuição de redes de fios e cabos elétricos ou
cabos de dados para Internet, de voz e imagem. 
Geralmente vemos diversos modelos e alternativas de Eletroduto
rígido pvc. Pode ser utilizado em instalações comerciais ou
residenciais.
ELETRODUTO FLEXIVEL
SIMPLES
O Eletroduto Flexível Corrugado é considerado o tipo mais popular
e usado na maior parte das instalações. 
Normalmente fabricado em PVC, é a solução ideal para
instalações elétricas que possuem trajetos sinuosos, exigindo alta
flexibilidade do eletroduto, sem perder a qualidade e resistência
ELETRODUTO FLEXIVEL
REFORÇADO
O Eletroduto Corrugado Reforçado é fabricado na coloração laranja
e possui maior resistência mecânica, ideal para embutir no
concreto, em lajes e contrapisos.
Essa linha é altamente testada, tornando-se a solução ideal
para projetos residenciais, comerciais e industriais.
CALHAS E CANALETAS
Trata-se de uma estrutura metálica ou plástica que permite a
passagem e proteção dos cabos, dessa forma, evitando
emaranhados e danos aos fios. 
A canaleta elétrica é projetada para acomodar cabos de diferentes
tipos e tamanhos, proporcionando um sistema seguro e eficiente
de condução elétrica.
Existem distintos tipos de projetos elétricos, como os voltados
para edifícios, indústriase para iluminação em áreas urbanas.
Cada um desses projetos apresenta características únicas,
objetivos específicos e custos individuais, o que pode resultar em
variações no orçamento. O preço médio de um projeto elétrico
por metro quadrado é influenciado por diversos fatores.
Além da complexidade do projeto, são levados em conta a
localização geográfica, o tamanho da área e requisitos
particulares, bem como o prazo de entrega do projeto. Em
termos gerais, os valores médios podem oscilar de R$ 20,00 a R$
50,00 por metro quadrado.
CUSTOS DE PROJETO
ELÉTRICO
101
Eletroduto ~20,00
Conector de emenda - 30,00
Canaleta - 20,00
Conjuntos - 6,00 a 20,00
Caixa de luz - 5,00 a 10,00
Disjuntor - 50,00 a 130,00
Custo
A função do interruptor é basicamente permitir ou interromper a
circulação da energia elétrica em um circuito e ele é acionado com
o toque do dedo para mudar a posição da tecla. O exemplo mais
conhecido é o interruptor utilizado para controlar o funcionamento
das lâmpadas
SIMPLES: indicados para ambientes pequenos e que possuam
apenas uma porta de acesso.
DUPLO: Possui duas seções e é capaz de acionar duas lâmpadas
ou um conjunto de lâmpadas.
MAIS SEÇÕES: Possuem respectivamente três, quatro, cinco e seis
seções (ou botões de acionamento, o que determina a
quantidade de lâmpadas ou conjuntos de lâmpadas que você
pode acionar a partir de um mesmo interruptor).
TOMADAS Custo
INTERRUPTORES
As tomadas são dispositivos permanentemente energizados que
servem para a ligação de outros equipamentos. Em residências
usamos basicamente dois tipos de tomadas: as tomadas de uso
geral (TUGs) e as tomadas de uso específico (TUE).
TOMADA DE USO GERAL:
são usadas para a ligação de equipamentos que necessitam de
correntes de até 10A (por exemplo, geladeiras, liquidificadores,
microondas, ventiladores, televisores, etc.), e entregam uma
potência máxima de 1200W para uma tensão de 127V ou e 2200W
para uma tensão de 220V.
TOMADA DE USO ESPECÍFICO:
As tomadas de uso específico são utilizadas para equipamentos
que demandam corrente igual ou superior a 10A. Elas são
utilizadas para ar-condicionados, torneiras elétricas, lavadoras de
louças e chuveiros elétricos, por exemplo.
É importante destacar que os pontos devem estar localizados a
no máximo 1,50m do ponto de utilização do aparelho.
102
DIMMER: Possui a função de ajustar a intensidade da iluminação.
Dessa maneira, são muito utilizados em salas e quartos com o
objetivo de deixar esses ambientes mais confortáveis e
aconchegantes.
Fluorescentes
Possuem filamento para acenderem;
Contêm gases que causam o seu
acendimento junto à corrente elétrica;
Mais econômicas e de melhor custo-
benefício (perdendo apenas paras as de
LED);
Uma desvantagem é o seu descarte
(locais especializados).
LED
Possuem durabilidade alta (Marcas
confiáveis); 
São bem acessíveis; 
Baixo consumo elétrico; 
Fitas, internas em plafons, spots e outros.
É a mais usada na atualidade;
ILUMINAÇÃO
É o conjunto de luzes que se instala
num determinado lugar com a
intenção de o iluminar.
A iluminação é levada a cabo através
de diversos elementos e artefatos,
como lâmpadas incandescentes,
lâmpadas fluorescentes ou lâmpadas
de LED
A energia passa através de um fio
de metal (filamento) aquecendo-o e
fazendo com que a luz surja por
meio da incandescência; 
Não ilumina muito bem (iluminação
amarelada e mais difusa); 
Não é a melhor opção econômica,
mas pode ser uma opção estética;
Incandescentes
103
Iluminação Geral
Ideal para salas de
estar, corredores e
áreas de circulação. 
Iluminação Ambiente
Bom para salas de estar
e quartos. Cria uma
atmosfera aconchegante
e destaca elementos
específicos. 
Iluminação de Tarefa
Oferece luz focada para
atividades específicas, como
leitura, escrita ou trabalho no
computador. Ideal para
escritórios, salas de estudo e
áreas de trabalho.
Iluminação de
Orientação
Ideal para ambientes como
corredores, escadas, áreas
de piscina, jardins e entradas
de residência. 
Tipos de
Iluminação
A temperatura da cor impacta
diretamente nas sensações e
percepções causadas no ambiente.
Então, é preciso prestar atenção nessa
característica para escolher o tipo de
iluminação mais adequado.
A luz branca, ou luz fria, deixa as
pessoas mais agitadas e produtivas.
Não é por acaso que ela é considerada
ideal para ambientes onde é
necessário ter atenção e agilidade. Em
escritórios por exemplo, ela favorece a
calma e a concentração, sem
comprometer a produtividade. 
Já a luz mais amarela, também
conhecida como luz quente, torna o
ambiente mais aconchegante e
confortável. Ela é indicada para
ambientes residenciais, pois traz uma
sensação de relaxamento.
104
Iluminação de
Emergência
Garante iluminação
suficiente em casos de
falta de energia. Essencial
em corredores, escadas e
saídas de emergência. 
Custo
Custo
Custo
Custo
ILUMINAÇÃO INDIRETA
ILUMINAÇÃO DIFUSA
ILUMINAÇÃO DE DESTAQUE
ILUMINAÇÃO DE
ORIENTAÇÃO
105
A iluminação indireta é ideal
para superfícies que
refletem, distribuindo a
mesma.
Deixa o ambiente
confortável, sem prejudicar a
visão, é a mais utilizada. 
O foco de luz fica em um
ponto específico, sendo
mais concentrada. 
Traz mais segurança na
circulação e evita possíveis
acidentes
A adoção de tecnologias inovadoras e práticas sustentáveis nas
instalações elétricas da construção civil marca um progresso
importante, ajustando o setor às exigências atuais de eficiência
energética e sustentabilidade ambiental. Vamos examinar como
esses componentes se combinam para definir o futuro das
instalações elétricas na construção.
Novas Tecnologias e
Sustentabilidade
Introdução
106
Certificações Sustentáveis
A busca por certificações sustentáveis na construção civil reflete
um compromisso crescente com práticas ambientalmente
conscientes e eficiência energética. 
Principais características incluem:
Padrões Sustentáveis: Certificações como LEED estabelecem
critérios rigorosos para avaliar o desempenho ambiental e
energético de edifícios, promovendo práticas construtivas
sustentáveis.
Eficiência Energética: Essas certificações incentivam a adoção de
tecnologias e práticas que visam reduzir o consumo de energia,
como sistemas de iluminação eficientes e fontes de energia
renovável.
Qualidade Ambiental Interna: Consideram aspectos relacionados
à qualidade do ar interno, iluminação natural e materiais de
construção sustentáveis para promover ambientes saudáveis.
Sistemas de Gestão
de Energia (EMS)
Nosso sistema de gestão de energia
(EMS) fornece aos operadores de
transmissão um maior insight sobre as
redes de transmissão e
subtransmissão, com a capacidade de
operar como um sistema autônomo
ou totalmente integrado ao nosso
sistema avançado de gestão de
distribuição (ADMS). Com aplicativos
para estimativa de estado, fluxo de
carga, fluxo de energia ideal, análise de
contingência, cálculo de falhas,
alteração de topologia ideal, índices de
desempenho e estabilidade de tensão,
nosso EMS permite que as
concessionárias visualizem, operem,
otimizem e mantenham melhor suas
redes de transmissão e
subtransmissão.
Sensores e
Automação
Os sistemas de sensores e automação
são uma revolução nas instalações
elétricas, introduzindo a capacidade de
adaptação dinâmica e eficiência a
ambientes residenciais e comerciais.
Principais aspectos incluem:
Adaptação Dinâmica: A presença de
sensores permite a detecção de
movimento, luz natural e outros
parâmetros, possibilitando ajustes
automáticos nas instalações elétricas
conforme as condições do ambiente.
Integração com Outras Tecnologias:
Esses sistemas podem ser integrados
a outras tecnologias, como sistemas de
automação residencial, proporcionando
controle centralizado e personalizado.
Eficiência Energética: A automação
permite o desligamento automático de
dispositivos e iluminação quando não
estão em uso, reduzindo o consumo de
energia. 107

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