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Ação do projeto Gentileza: Por que a diversidade cultural é essencial para o desenvolvimento da criança?
APRESENTAÇÃO 
As diversidades existem e é um tema que deve ser abordado nas unidades escolares iniciando-se na Educação Infantil e percorrerá a vida do cidadão para sempre Percebe-se que as crianças/estudantes possuem distintos temperamentos, atitudes, credos, características físicas, etc., deve-se criar situações de aprendizagem em que a questão aqui presente seja abordada nas instituições educativas que levam o respeito às diferenças e à transformação das mentalidades. Isso implica um exercício de rever o que se ensina e como se ensina. É responsabilidade dos educadores lidar com a diversidade na escola e ensinar aos seus alunos a respeitar as diferenças. Afinal, a heterogeneidade não é desordem e caos — é unir diferentes pensamentos, ideais e manifestações que sejam capazes de fortalecer e enriquecer o ser humano. Diversidade não é o desigual, esquisito e deslocado: é promover o resgate da verdadeira raiz da pluralidade de línguas, raças e condutas que não podem ser prejulgadas. Segundo os Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil para que seja incorporada pelas crianças, a atitude de aceitação do outro em suas particularidades precisa estar nos atos e atitudes dos adultos com quem convivem na instituição (BRASIL, 1998, p.41). Mas, o que é ser diferente? O diferente e a diferença são partes da descoberta de um sentimento que, armado pelos símbolos da cultura, nos diz que nem tudo é o que eu sou e nem todos são como eu sou (Brandão 1986 apud GUSMÃO, 2000, 12). As crianças têm diferentes origens e histórias de vida, portanto, não podemos negar essas diferenças que os tornam seres humanos concretos, sujeitos sociais e históricos (GUSMÃO, 2000). Acreditamos que tratar as crianças com igualdade é saber respeitar as suas diferenças. A autora ainda acrescenta que a pluralidade cultural de grupos étnicos, sociais ou culturais necessita ser pensada como matéria-prima da aprendizagem, porém nunca como conteúdo de dias especiais, datas comemorativas ou momentos determinados em sala de aula. Nesse sentido, o grande desafio da educação é estabelecer um processo de aprendizagem baseado na comunicação e na troca visando eliminar práticas de discriminação e de exclusão presentes no contexto social educativo (GUSMÃO, 2000). As Diretrizes Curriculares Nacionais confirmam a proposta apresentada pelo Referencial Curricular e apontam que o trabalho pedagógico realizado dentro das instituições de Ensino e devem assegurar a dignidade da criança como pessoa humana e a proteção contra qualquer forma de violência física ou simbólica e negligência (BRASIL, 2010, 21). Essas Diretrizes concebem a criança como sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva (BRASIL, 2010, 12). Por isso, é necessário tirar a diversidade do papel e incluir no dia-a-dia das instituições de ensino, principalmente na Educação Infantil que é um ambiente adequado para a formação dos valores humanos das crianças pequenas (BARBOSA, 2009).
Justificativa:
	O reconhecimento das diversidades, como também as lutas de combate às diferenças nos obrigam a pensar formas de ver e fazer no mundo. Educadores e professores devem estabelecer novos referenciais ao elaborar conteúdos e estratégias pedagógicas acerca das questões fundamentais para o respeito às diferenças: as relações de gênero, as relações étnico-raciais e a diversidade. A implantação dos direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, configurados na BNCC, está demarcada no PNE e tem sido um tema com forte apelo na sociedade, sendo tratado pelas conferências, com especial centralidade. As discussões no campo do currículo devem considerar e contemplar a relação entre diversidade, identidade étnico-racial, igualdade, inclusão e direitos humanos, garantindo também as especificidades linguísticas, a história e a cultura dos diferentes segmentos e povo . O presente, será realizado na EM Antonio Marques Figueira com os alunos dos quartos Anos durante o 4º bimestre visando promover a valorização das diferenças e das diversidades que enriquecem o nosso cotidiano escolar.
A globalização interfere muito nas relações culturais. Isso porque as pessoas de todos os lugares do planeta se conectam economicamente e, por consequência, culturalmente. A proximidade que o mundo globalizado representa pode ser muito benéfica, pois permite que as pessoas aprendam entre si e expandam os seus horizontes de pensamento.
Os nossos meios de comunicação exercem um papel significativo na disseminação dos diferentes conhecimentos. A televisão, por exemplo, mostra, além das notícias, o entretenimento produzido em diferentes regiões e abordagens, o que possibilita conhecer mais sobre os valores intrínsecos de outros povos.
Essa dinâmica mudou ainda mais com a internet, que permite um contato mais direto com pessoas do mundo todo. Além das vantagens, a mudança também representa desafios, pois a intolerância ainda se mostra muito presente nos meios digitais, o que gera problemas como o cyberbullying.
As trocas de saberes e a convivência harmoniosa com a diversidade cultural permitem melhores relações, para uma sociedade mais desenvolvida em todos os aspectos. Assim, é preciso que todas as culturas tenham voz e sejam respeitadas dentro de seus próprios parâmetros.
A escola tem um papel muito importante na promoção e valorização da diversidade. É preciso que os estudantes tenham a oportunidade de conhecer a história e os costumes das diferentes regiões do Brasil e também de outros países.
As metodologias de ensino devem favorecer também a troca de saberes e promover a valorização das diferenças, para evitar qualquer tipo de preconceito. Estimular a curiosidade nas crianças é um ótimo caminho para isso.A declaração de preservação à diversidade da UNESCO aborda também o uso da tecnologia como aliado na troca de informações e na preservação das diferentes culturas, pois, como vimos, ela transforma as relações globais e permite a maior conexão entre pessoas.Dessa forma, a escola deve promover o letramento digital, para que as crianças desenvolvam as suas habilidades de usar a tecnologia como ferramenta para a comunicação e para a melhoria da sua vida prática. Nesse contexto, o ensino deve preservar o respeito e o uso responsável desses instrumentos.A instituição também pode usar recursos artísticos para valorizar as culturas, como filmes, histórias, pinturas, músicas, entre outros. Isso amplia o repertório dos estudantes e ajuda a compreender os outros povos de maneira mais empática.O ensino deve usar a diversidade cultural como forma de melhorar os conhecimentos dos estudantes e estimular a sua autoestima e respeito ao outro, e não para segregar. Assim, é interessante que eles aprendam a reconhecer as diferenças e as semelhanças, para que convivam bem com isso.
É importante dizer que nenhuma criança nasce preconceituosa, ela aprende a ser assim. O contrário também é verdadeiro, ou seja, elas aprendem a conviver de maneira respeitosa com as diferenças, se forem estimuladas e conscientizadas desde pequenas.
Nesse sentido, os pais assumem, igualmente, uma função preponderante no processo de ensinar sobre a importância da diversidade cultural, uma vez que é no seio familiar que os pequenos aprendem a se relacionar consigo e com os outros.
Por meio do diálogo e de atitudes práticas, a família ajudar a criar o sentimento de justiça e equidade nas crianças, de modo a compreender que o fato de sermos diferentes não significa que haja grupos culturais superiores, nem inferiores.
OBJETIVOS:
Geral: Estimular o respeito às diversidades buscando resgatar a valorização das diversas culturas e o sentimento de igualdade de direitos e do respeito às diferenças
Específicos: • Promover o autoconhecimento e valorização das crianças tanto nas aulas online ou presencial; 
• Melhorar as relações entre as crianças,professores e famílias; 
• Diminuir a ocorrência de casos discriminatórios nas salas de aula; 
• Mostrar as crianças as vantagens da igualdade racial;
• Contribuir para a formação de futuros cidadãos sensíveis às diferenças, capazes de defender e garantir direitos de igualdade social;
METODOLOGIA:
Ao conhecer os fatos e compreender a pluralidade que os cercam, os alunos tendem a se sentirem responsáveis pela transformação do seu ambiente e de sua história. A base para lidar com a diversidade em sala de aula é apresentar e esclarecer os seguintes ão de pessoa, grupos, referências e fatos do cotidiano, e de como é termos: • Preconceito: a ideia ou julgamento preconcebido, sobre um povo ou uma pessoa; • Discriminação: quando os preconceitos são externados com ações ou atitudes que ferem os direitos das pessoas, utilizando para isso critérios injustos, como religião, idade, raça, gênero etc.; • Racismo: trata-se da superioridade de uma raça humana em relação às demais, características morais ou intelectuais pelo fato de se considerar superior a alguém. Portanto, será proposto o desenvolvimento de temas que agreguem valores e possibilitam à criança experimentar situações que abordam os contextos logo acima sugeridos, bem como dar sustento à construção de uma pessoa íntegra, de caráter, emancipadora e com respeito aos distintos propósitos e relevâncias da vida em sociedade. Apresentado de maneira gradativa e observando os tempos de respostas que a criança dá para cada uma das experiências que serão trazidas ao trabalho em grupo, por intermédio de dinâmicas, reconhecimento e identificaçpossível o educando verificar as diferenças existentes em nosso meio, nas suas elencadas manifestações, quais sejam: gênero, étnico-racial, socioeconômica, crença e fé e outros pertencimentos. Conforme o progresso dos devidos encaminhamentos, alternar as formas de intervenção, acrescentando e/ou desdobrando para outras capacidades que possam ser demonstradas por vídeos, músicas, revistas, teatro, ilustrações e outras que tragam com propriedade os retratos e relatos do dia-dia
ESTRATÉGIAS DE TRABALHO:
 Para promover o respeito e a valorização da diversidade na sala de aula, é essencial propor a prática de atividades que estejam adequadas à idade do aluno e ao contexto vivenciado na escola. Diante disso, as propostas de trabalhos sugeridas são as seguintes:
 • Fortalecer a autoestima a partir da representatividade; 
• Promover dinâmicas de integração entre as crianças;
 • Executar dinâmicas que estimulem valores;
 • Explorar a diversidade por meio de filmes infantis; 
• Usar os personagens da literatura infantil; 
• Retratar a cultura local; 
• Fortalecer a importância do respeito por tudo, ainda que diferente; 
• Verificar experiências distintas daquelas vividas junto das famílias.
RECURSOS: 
 • Humanos (ainda a serem elencados);
 • Materiais (de acordo com o planejamento de cada turma e a oferta.)
CRONOGRAMA: Tempo estimado:
	ATIVIDADE 
	DATA PREVISTA
	Organização e Definição do desenvolvimento do Projeto entre os profissionais envolvidos.
	
	Apresentação do Projeto a gestão escolar
	
	Roda de conversa: Apresentação do projeto aos alunos, falando sobre o tema e seus objetivos
	
	Roda de conversa: Apresentação do projeto aos alunos, falando sobre o tema e seus objetivos
	
	Proclamação da República / Dia da bandeira / Consciência Negra: Leitura deleite, vídeos para reflexão, músicas e danças, desenhos, pinturas livres e direcionadas e outros.
	
	Culminância: Apresentações dos trabalhos a ser pensado na data em consideração ao período de pandemia. 
	
CULMINÂNCIA: 
Será montado uma curadoria com diferentes imagens e ou objetos relacionados ao tema e trabalhos produzidos pelos alunos para exposição. Vídeos produzidos pelos alunos com apresentações de músicas e danças realizados em sala ou vídeo aula,
AVALIAÇÃO: 
A avaliação acorrerá de forma contínua, durante todo desenvolvimento do projeto, levando em consideração, interesse, participação, cooperação em todas as atividades propostas no período. Será feito as observações com anotações e relatório final.
REFERENCIAS: 
ALBRECHT, serlei. Buscando um novo olhar sobre as diferenças. Disponível em <...serleialbrecht.blogspot.com>. Acesso em 10/02/2021. 
BARBOSA, Maria C. S. Praticar uma educação para a diversidade no dia-a-dia da escola de educação infantil. Reflexões sobre as práticas pedagógicas.
 Novo Hamburgo: Feevale; s/a. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular: Educação Infantil e Ensino Fundamental. Brasília: MEC/Secretaria de Educação Básica, 2017. 
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília: MEC, SEB,
. GUSMÃO, Neusa M. M. Desafios da Diversidade na Escola. Revista Mediações, Londrina, v.5, n.2, p.9-28, jul/dez, 2000
SUZANO/SP
2023
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