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Nayra Ventura Fotos: google imagens • Os incisivos são frequentemente mais traumatizados, envolvendo o emocional, além da estetica - mais de um dente pode ser acometido; • A idade prevalente é de 7 a 14 anos; • Os homens são acometidos mais do que as mulheres, mas a prevalência entre as mulheres está aumentando devido a prática de esportes radicais; • O trauma dentário deve ser considerado emergência, mas em casos de risco de vida, o dente fica em 2º plano; • Quedas; • Acidentes automobilístico/e no trabalho; • Violência/agressão física; • Esportes de contato fisico; • Paciente classe II tem mais chances de desenvolver traumas (pois o trespesse horizontal, o famoso “overjet” é mais acentuado/protuído - o normal é de 0 a 3mm); • Selamento labial inadequado, no caso dos respiradores bucais; • Tratamento ortodôntico – para os pacientes que tem maloclusão; • Encaminhamento médico – para os respiradores bucais; • Equipamentes de segurança - cinto, capacete e cadeirinhas p crianças; • Orientar os pacientes – com relação as brincadeiras agressivas entre as crianças; • No caso dos pacientes que praticam esportes e/ou tem mais chances de desenvolver o trauma, é indicado o uso de protetor bucal; • Antes de realizar o exame intraoral do paciente, deve – se realizar uma anamnese (mesmo que breve), pois a mesma é imprescindível; Identificação do paciente: • Dependendo da idade do paciente, já consegue ter uma noção do estágio de rizogênese, antes do exame radiografico; Historia médica: • Se apresenta algum problema de saúde, se tem alergia e o esquema vacinal; História da doença atual: • Como aconteceu o trauma? Quando? Onde? Sofreu algum trauma anteriormente?; • Antes de avaliar os dentes, realiza – se uma avaliação geral, onde observamos: sinais e sintomas, assimetria do deslocamento, limitação de movimento e abertura de boca; • O exame clínico dentário, deve ser realizado minuciasamente e, além disso, também deve realizar os testes endodônticos; OBS.: os testes podem dar falsos resultados após o trauma, mas mesmo assim é importante realizá – los, pois serve para comparar depois nas próximas sessões de proservação. • A radiografia serve tanto para avaliação dentária/tecidos moles quanto para controle periodico e documento legal; • Pode realizar as radiografias convecionais (periapical e oclusal) e, além delas, a tomografia computadorizada também é muito indicada, pois ela é tridimensional (nos possibilitando observar reabsorção óssea inicial – interna e externa, fraturas e onível ósseo), porém o custo da mesma ainda é alto; • Com relação ao traumatismo dento – alveolar propriamente dito, o mesmo é dividido em dois grupos, como: Lesões de tecidos duro: • Subdividida em 7: trinca de esmalte, fratura coronária de esmalte, fratura coronária de esmalte e dentina com/ou sem exposição pulpar, fratura corono - radicular com/ou sem exposição pulpar e fraturas radiculares; Lesões dos tecidos de suporte: • Subdivida em 6: concurssão, subluxação, intrusão, extrusão, luxação lateral e avulsão; • Para a decisão do tratamento, vários fatores são levados em consideração, como: extensão do trauma, idade do paciente, oclusão/e os dentes vizinhos, grau de erupção do dente, a condição emocional e a exigência estética do paciente; • Fratura incompleta, não chegando a ter perca de estrutura dentária; • Só é vísivel quando o feixe de transluminação está paralelo ao dente, mas em alguns casos, podem ser vísiveis por visualização direta, ou seja, apenas secando o dente; Tratamento: • Nas trincas vísiveis, utiliza – se resina composta fluída (a flow) para selar esse espaço, além de previnir a descoloração e contaminação bacteriana das trincas; • Caso contrário, não é necessário tratamento; Acompanhamento: • Se tiver CERTEZA de que o dente sofreu apenas trinca, não é necessario acompanhamento; • Mas caso o dente tenha mais de um trauma, é necessário acompanhar o caso do paciente; • Fratura de coroa envolvendo apenas o esmalte e, apresenta perca de estrutura dentária; Tratamento: • Em alguns casos, quando tiver uma fratura pequena, pode ser realizado apenas alisamento da superficie; • Além do alisamento e regularização das margens, pode – se também fazer uma restauração com resina composta (mas dependendoda localização, é difícil devido ao contato oclusal); • Se o fragmento dentário estiver presente e em boas condições, pode realizar colagem; • Logo após, realiza a checagem da oclusão; Acompanhamento: • É necessário avaliação clínica e radiográficas: após 6 – 8 semanas e após1 ano; • Fratura que envolve esmalte e dentina, mas não expõem a polpa; • Expõem “apenas” dentina e, apresenta sintomatologia dolorosa, devido aos tubulos dentinários estarem expostos; Tratamento: • Caso o paciente chegue com o fragmento dentário, pode – se realizar a colagem; • Em sessão de urgência, pode realizar restauração provisória com CIV (para ceder a dor do paciente) e, assim que possível faz a restauração com resina; • Se tiver tempo, já pode fazer restauração definitiva com resina; • Se essa fratura estiver profunda, faz a proteção CDP (capeamento pulpar indireto), podendo utilizar o hidroxido de cálcio; Acompanhamento: • A proservação, tanto clínica quanto radiografica, é realizada após 6 – 8 semanas e 1 ano; • Fratura envolvendo a polpa, além do esmalte e da dentina; Tratamento: • Depende da extensão do trauma e do tempo em que o paciente procurou o profissional; • Caso a extensão não seja tão grande e o paciente não demorou a procurar atendimento, pode realizar o capemeanto pulpar direto • Mas caso o paciente apresente sintomatologia dolorosa, realiza a pulpotomia parcial (curetagem); • O certo é tentar realizar tratamento consevador sempre que possível, mas se for um caso de fratura muito extensa, onde necessite de pino/coroa e a restauração não segure/não fique adaptada, realiza o tratamento endodôntico; • Se o paciente tiver o fragmento, pode – se realizar a colagem do mesmo;• Se não tempo, realiza restauração provisória com CIV/resina e, substitui a restauração temporária assim que possivel; Acompanhamento: • Proservação clínica e radiográfica após 6 – 8 semanas, após 3 meses, após 6 meses e após 1 ano; – • Fratura que envolve esmalte, dentina e cemento; • • Geralmente, a fratura corono – radicular tem duas linhas de fratura (uma mais vísivel – que é a coroa - e a outra nem sempre é pescerptível pela radiografia, apenas na tomografia, que aí vai mostrar as linhas de fraturas, o nível da crista óssea e o nível – coroa raiz para definir o plano de tratamento mais adequado); Tratamento: • Depende do nível de complexidade do trauma (geralmente, é bem alto) e o tratamento pode ser multidisciplinar; • Em alguns casos, na urgência, pode ser indicada o uso de uma estabilização temporária, como a contenção; • Pode ser realizado a remoção do fragmento coronário/com mobibilidade e restaurar o dente, caso a polpa não estiver exposta; • Pode fazer uma extrusão ortodôntica e, logo após, quando termina, realiza a restauração do dente (pode ser necessaria a realização de cirurgia periodontal de recontorno); • Nos casos de luxação, pode fazer a extrusão cirúrgica e aí já reposiciona na posiciona; • Se caso o dente tenha necrosado, realiza o tratamento endodôntico e logo após, restaura; • Em alguns casos, é necessário a extração; Acompanhamento: • Reavalia o paciente clinicamente e radiograficamente após 1 semana, após 6 – 8 semanas, após 3 meses, após 6 meses, após 1 ano e após isso, anualmente, por no mínimo 5 anos; – • Fratura que envolve esmalte, dentina, cemento e a polpa; • Tratamento: • Se a rizogênese for incompleta, pode – se realizar pulpotomia parcial; • Se a rizogênese for completa e precisar de tratamento endodôntico, é indicado remoção da polpa, mas o isolamento é desafiador, pois a fratura está subgengival; Acompanhamento: • Avalia o paciente tanto clinicamente quanto radiograficamente após 1 semana, após 6 – 8 semanas, após 3 meses, após 6 meses, após 1 ano e após isso, anualmente, por no mínimo 5 anos; • Fratura da raiz que envolve dentina, polpa e cemento; • 0,5 a 7*% de prevalência entre as lesões traumáticas e envolve também fratura do processo alveolar; • A fratura pode ser oblíqua, horizontal ou uma combinação de ambas; • Em casos de fratura vertical, deve extrair; • Em casos de fratura horizontal, depende do tipo de posição, ou seja, se é nível cervical, médio ou no terço apical da raiz (tendo níveis diferentes de mobilidade, sensibilidade a percussão, deslocamento – em casos de fratura no nível apical, as chances de reparação é maior); • Algumas vezes, existe os danos transitórios pulpares, portanto quando os TVP são feito de imediato, pode dá falso resultado (mas não significa que o dente está necrosado, pois depende do dano transitório, o dente pode voltar a responder normalmente depois de um tempo – por isso não deve usar só esse fator para indicar a endo de imediato, deve associar a outros sinais e sintomas); Exame radiográfico: • A fratura pode ser localizado em qualque nível da raiz, mas quanto mais o tempo passar, mais a linha de fratura se afasta um fragmento do outro, depende da angulação; • Portanto, as radiografias recomendadas, são: uma periapical paralela, duas adicionais do dente com diferentes angulações (mesio/disto radial); • Caso essas radiografias, forneça informações insuficientes para o plano de tratamento, deve – se realizar a CBCT para determinar a localização, extensão e direção da fratura; Tratamento: • Nos casos de deslocamento, reposiciona o fragmento coronário com os dedos e checa o reposicionamento radiograficamente; • Pode estabilizar o fragmento coronário com o auxílio de contenção flexível, por 1 mês e caso a fratura seja próximo da cervical, a contenção pode ser mantida por até 4 meses; • Se o paciente demorar para procurar tratamento/não tratou e o dente por algum motivo necrosou, é o fragmento coronário – o apical não necrosa, a não ser que o paciente não procure tratamento e do fragmento coronário chegue ao terço apical, nesse caso, a endodontia é só no primeiro fragmento; • Além disso, se o paciente demorou a procurar tratamento e ambos necrosou/ver lesão perirradicular, realiza uma cirurgia para remover o ápice, porque não pode fazer o tratamento endodôntico todo, pois tem o ligamento periodontal; • Nos casos de pacientes jovens, onde o dente necrosa antes de terminar a rizogênese e o ápice está aberto, não realiza a técnica endodôntica convecional. Deve utilizar outros materiais que estimulem a formação de tecido duro, para que assim obture; • Em casos de fraturas cervicais acima da crista óssea e o dente tenha mobilidade, deve – se fazer a remoção do fragmento coronário, faz o tratamento endôntico e, logo após, coloca um pino/coroa. Acompanhamento: • É necessário avaliar o paciente clinicamente e radiograficamente após 4 semanas (na contenção flexível), após 6 – 8 semanas, após 4 meses (em caso de cervical), após 6 meses, após 1 ano e após isso, anualmente por pelo menos 5 anos; • A cada avaliação deve observar se precisa de novo tratamento, se o dente não está mais com mobilidade, se houve reparo; • Na fratura radicular, existe 3 tipos de reparo: tecido mineralizado (nos casos mais leves, onde consegue ver a linha de fratura, mas os fragmentos estão bem justapostos e tem tecido mineralizando), tecido conjuntivo (consegue observar os dois fragmentos separados no espaço entre eles – tendo arredondamento das margens – e algumas vezes pode ter calcificação pulpar) e tecido de granulação (quando tem infecção – afastamento); • As complicações pós fraturas pode ser: necrose, obliteração pulpar, reabsorção radicular (se tiver interna, precisa remover a polpa) e perda óssea marginal; • Lesão nos tecidos de suporte leve, que não apresenta sagramento, mobilidade anormal ou deslocamento de dente, mas apresenta grande sensibilidade a percussão e toque; • Não tem alteração radiográfica; • Nenhum tratamento é necessário (deve monitorar a vitalidade pulpar por pelo menos 1 ano) e o acompanhamento é simples (após 4 semanas e após 1 ano) por ser um trauma leve; • Lesão nos tecidos de suporte que possui mobilidade anormal (respondendo positivo ao teste de mobilidade), mas não tem deslocamento do dente; • Tem mobilidade devido ao rompimento de algumas fibras do ligamento periodontal • Tem um pequeno sagramento sucular(na hora do trauma); • Apresenta sensibilidade a palpação e toque; • Pode ter dano pulpar transitório; • Não tem alteração radiográfica; Tratamento: • O tratamento é similar ao da concurssão – geralmente, não faz nada, mas em alguns casos, onde o paciente é mais susceptível a sensibilidade e a dor, pode realizar alívio oclusal, preescreve dieta líquida e pastosa – por até 2* semanas - para não incomodar e causar sensibilidade ao morder os alimentos; • Em casos de pacientes com MUITA sensibilidade, deve – se fazer a contenção flexível por até 2 semanas para estabilizar o elemento dentário; • Na contenção deve – se envolver o dente traumatizado e mais 2 dentes de cada lado, além disso, não deve causar danos/lesar a gengiva e os lábios, deve permitir higienização, deve ter uma estética adequada e não deve interferir na oclusão. O material utilizado para colar o fio é a resina e o fio é o de nylon/o de 0,03 de amarria de ortodontia; Acompanhamento: • Tanto clinicamente quanto radiograficamente, é necessário acompanhar após 2 semanas (para remover a contenção), após 12 semanas, após 6 meses e após 1 ano; • Deslocamento parcial do dente para fora do alvéolo em uma direção incisal/axial, altamente frouxo sendo mantido por fibras gengivais intactas; • Apresenta sagramento, desalinhado e é sensível ao toque; • A fratura alveolar é rara; • Radiograficamente, quando o feixe está incididindo paralelamente, pode ter um aumento de espaço periodontal (tanto apical quanto lateralmente); • As radiografias recomendadas é em várias angulações, como: disto radial, mesio radial, oclusal e a tomografia; Tratamento: • Reposicionamento – delicado com a digital - do elemento dentário no alvéolo, onde deve – se realizar anestesia local, porque o procedimento geralmente é doloroso; • Estabiliza o dente com contenção flexível por 2 semanas (se houver fratura do osso marginal, a contenção deve ser prolongada por mais 4 semanas); • Deve – se monitorar a condição pulpar com TSP, além de associar a outros sinais e sintomas, e, se caso o dente necrose, indica o tratamento endodôntico; Acompanhamento: • Deve – se realizar avaliações clinicas e radiográficas após: 2 semanas, 4 semanas, 8 semanas, 12 semanas, 6 meses, 1 ano e após isso, anualmente por pelo menos 5 anos; • Deslocamento do dente que pode ser na direção por vestibular, por lingual, lateral do dente e zonas de ruptura de fibras periodontais; • Geralmente, é associado a uma fratura de osso alveolar ou compressão da parede do alvéolo/osso cortical; • Apresenta desalinhamento dos dentes; • Não apresenta mobilidade, pois o ápice da raiz está “travado” na fratura óssea; • O dente fica como se tivesse anquilosado, por isso apresenta som metálico a percussão; • Apresenta aumento do espaço do ligamento periodontal; • TSP negativo; • As radiografias recomendadas é em várias angulações, como: disto radial, mesio radial, oclusal e a tomografia; Tratamento: • Reposicionar o dente com o auxílio da digital (para deslocar o osso e recolocá – lo em seu local de origem) e, em alguns casos, necessita do fórceps; • O tratamento é sob anestesia local; • Estabiliza o dente com a contenção flexível por 4 semanas e, se houver fratura óssea prolonga por mais 4 semanas; • Nos casos de necrose pulpar, em dentes com rizogênese completa, coloca a MIC, pois nos casos de traumas geralmente acontece reabsorção radicular inflamatória e a mesma acontece nas células plásticas que atua em meio ácido e é preciso colocar um meio básico para parasilar essa reabsorção inflamatória externa; • Em caso de dentes permanentes, se o dente tiver rizogênese incompleta, as chances de sucesso é maior do que na completa, pois pode ter revascularização pulpar espontânea; Acompanhamento: • Deve – se realizar avaliações clinicas e radiográficas após: 2 semanas, 4 semanas, 8 semanas, 12 semanas, 6 meses, 1 ano e após isso, anualmente por pelo menos 5 anos; • Deslocamento axial do dente para dentro do osso alveolar, danificando as estruturas de suporte; • Apresenta desalinhamento oclusal; • Apresenta também um som metálico a percussão (como se estivesse anquilosado); • O dente não apresenta mobilidade (pois o dente vai está intruído) e não responde aos TSP; • O espaço do ligamento periodontal pode está ausente em uma parte ou em toda porção radicular (principalmente a apical); • O grau de formação radicular vai guiar no plano de tratamento; • As radiografias realizadas devem ser anguladas, periapicais e oclusais; Tratamento: • Em casos de rizôgene incompleta/com ápice aberto, SEMPRE espera reerupcionar espontaneamente, independente do grau de intrusão. Mas se em até 4 semanas, não observar reerupção, inicia reposicionamento ortodôntico; • Monitora a condição pulpar e nesses casos tem grandes chances de manter a vitalidade; • Deve – se orientar os pais e paciente quanto a proservação clínica e sobre a necessidade das consultas de acompanhamento; • Em casos de rizôgenese completa, depende de quanto o dente intruiu. Se intrui até 3mm, espera reerupcionar espontaneamente, porque a intrusão foi mínima e com isso espera 8 semanas, mas se caso não extrui nada, faz a intervenção/extrusão cirúrgica e o uso de contenção flexível por 4 semanas ou escolhe um dos/realiza a intervenção ortodôntica para evitar anquilose; Se a intrusão for de 3 a 7mm, não espera reerupcionar espontaneamente e faz a extrusão cirúrgica ou ortodôntica; Intrusão de 7mm ou mais, faz a extrusão cirúrgica. • A intrusão “esmaga” o feixe vascular nervoso, portanto em 98% dos casos há necrose pulpar, por isso não espera necrosar, coloca a MIC 15 dias após o trauma, pois tem grandes chances de acontecer reabsorção; • Trauma em que todo o dente (coroa e raiz) sai totalmente do alvéolo, sem fratura, rompendo todas as fibras; • É uma lesão grave e envolve uma série de fatores, como: o grau de desenvolvimento radicular, se está com o ápice aberto/ou completo, se fez reimplante imediato, se fez armazenou bem; • O tempo extraalveolar é de extrema importância, pois quando o dente sai, o ligamento vem junto (deve – se manter as células do mesmo vitais) e se o dente ficar muito tempo fora do alvéolo, pode ocorrernecrose. Quando ocorre necrose, a chance de reabsorção é MUITO grande; • O ideal do reimplante é de imediato, mas nem sempre isso é possível, por diversos motivos, incluindo: o fato do paciente não saber que o correto é apenas pegar na coroa do dente (e não na raiz, para evitar que as células do ligamento danifique), não saber diferencia qual a face vestibular ou palatina...; Tratamento: • O grau de formação radicular e a condição das fibras do ligamento periodontal vai importar na decisão do tratamento; • O reimplante imediato é o ideial; • Quanto maior o tempo extraalveolar, pior o prognóstico... Por causa da necrose do ligamento periodontal e do aparecimento da reabsorção radicular; • De preferência, é indicado que o dente não fique a seco, pois deve – se deixar as células do ligamento viáveis. Os meio de armazenamento indicado é: leite, soro, saliva e água; • Além disso, também deve observar a condição do dente e do alveólo, pois em alguns casos, o próprio coágulo já está formado lá no dente e o dente todo contaminado, sendo necessário fazer uma lavagem do dente; Complicações do reimplante: • Necrose pulpar (principalmente, se for em casos de ápice completo) • Reabsorção inflamatória; • Anquilose; • Reabsorção por substituição (quando há necrose do ligamento, o dente fica colado ao osso e o organismo reconhece o dente como se fosse osso, ou seja, ele começa a reabsorver dente e formar osso, até que não tenha mais raiz. Até então, essa reabsorção não tem cura e o dente vai ser perdido.); • Ademais, deve - de relatar todas as possibilidades de tratamento, mas mesmo assim o ideal é o reimplante, pois vai conseguir manter altura óssea, espaço e, vai precisar de um implante, se caso venha a perder esse dente futuramente, sendo assim essa “atitude” prévia pode ajudar no prognostico futuro. Sequelas mais frequentes de avulsção/reimplante: • Mobilidade; • Mudança de coloração dentária; • Fístula em dente infraposição; • Radiograficamente, pode ter reabsorção radicular, áreas radiolúcidas (lesão perriradicular), anquilose e obliteração pulpar;