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Engenharia de Trânsito
Mobilidade
Segurança
Acessibilidade
Planejamento
Monitoramento
Qualidade de Vida
1
Engenharia de Trânsito
ELEMENTOS DO TRÁFEGO: 
O usuário
O veículo
A via
Motoristas
Passageiros
Pedestres
Ciclistas
Moradores
2
ENGENHARIA DE TRÂNSITO
Profª. SONALY BEATRIZ
Estatísticas de acidentes no Estado de São Paulo
Fontes: SSP (SP), DATASUS, CET-SP, Secretaria dos Transportes, DPRF.
 
Dados gerais
População em 2010: 41,3 milhões de habitantes. 
Frota de veículos: 20,5 milhões em 2010. Superfície: 248.000 km2
Avaliação do número de mortos no trânsito:
(Revisado em 05/07/2013)
SSP (SP), ano 2010: 4.638 mortos nas vias federais, estaduais e municipais.
Ministério da Saúde (DATASUS), óbitos ocorridos no Estado: 7.174 em 2010, 7.377 em 2011.
CET-SP: mortos no Município de São Paulo: 1.357 em 2010,1.365 em 2011
 
Secretaria dos Transportes, ano 2009: 2.287 mortos nas rodovias estaduais
DPRF, mortos nas rodovias federais do Estado: 401 em 2010, 387 em 2011.
ENGENHARIA DE TRÂNSITO
Profª. SONALY BEATRIZ
ENGENHARIA DE TRÂNSITO
Profª. SONALY BEATRIZ
Engenharia de Trânsito
 
Interfaces:
Engenharia 
Arquitetura
Urbanismo
Paisagismo
Sociologia
Economia 
Psicologia
Pedagogia
Direito
...
6
Profª. SONALY BEATRIZ
ELEMENTOS DA ENGENHARIA DE TRÁFEGO
Estudo das Características do Tráfego
• estudo do usuário da via;
• estudo dos veículos;
• estudo da velocidade, tempo de viagem e os atrasos;
• volume de tráfego;
• origem/destino;
• capacidade viária;
• estudo do estacionamento;
• acidentes;
• transporte público.
Operação do Tráfego
Medidas regulamentadoras:
• leis e normas;
• regulamentação da operação.
Planos de controle de tráfego:
• tipo de sinalização/controle a ser adotado para determinada situação.
Planejamento de Tráfego
• estuda as características das viagens urbanas, inclusive transporte público;
• condução dos principais estudos de transportes;
• técnicas usadas para a compreensão dos planos de transporte.
Projeto Geométrico
• projeto de vias e interseções, estacionamentos e terminais.
 Administração
• órgãos adminstradores do tráfego;
• programas de educação do trânsito;
• legislação regulamentadora.
Engenharia de Trânsito
 
11
Engenharia de Trânsito
 
O usuário
O veículo
A via
Motoristas
Passageiros
Pedestres
Ciclistas
Moradores
12
Engenharia de Trânsito
O usuário de sistemas de tráfegos pode ser analisado como o elemento do sistema que, recebendo uma informação, processa-a e produz uma reação.
INFORMAÇÃO
REAÇÃO
A
T
13
Engenharia de Trânsito
entrada é a informação recebida pelo usuário e, a saída são as reações correspondentes e o delta é o tempo entre as duas.
A
T
Composto de
quatro parcelas e conhecido como PIEV:
Perception - PERCEPÇÃO
Identification - IDENTIFICAÇÃO
Emotion - DECISÃO
Volition - AÇÃO
14
Reação a Estímulos Externos
• P - percepção: a sensação é recebida pelos sentidos, transmitida ao cérebro e reconhecida.
• I - identificação: envolve identificação e compreensão (relacionado com recordações anteriores)
• E - julgamento ou emoção: envolve o processo de decisão. (parar, ir ao lado)
• V - reação (volution): execução da decisão.
Fatores Visuais na Percepção e Reação
• Acuidade Visual: menor detalhe que pode ser percebido pelo olho, independente do iluminamento. Normal: cone de 3 a 5 graus. Limite: cone de 10 a 12 graus.
• Visão Periférica: indivíduo que pode ver os objetos sem clareza de detalhes ou cores. Normal: 120 a 180 graus.
Percepção do Movimento
• Estimar distâncias e velocidades. (colisões)
Engenharia de Trânsito
 
VELOCIDADE
(km/h)
VISÃO PERIFÉRICA
(graus)
DISTÂNCIA FOCAL
(metros)
40
100
180
50
90
230
75
60
365
100
40
500
17
Engenharia de Trânsito
VEÍCULO VISIBILIDADE
18
Engenharia de Trânsito
 
Um exemplo técnico:
	X é o veículo na via principal	Y é o veículo na via secundária	Z é o ponto de conflito de interseção
19
Engenharia de Trânsito
	v = velocidade do veículo X
 	t1 = tempo PIEV do veículo Y
 	t2 = tempo necessário 
para o veículo Y vencer
 a distância AC	t3 = tempo de segurança a ser respeitado entre a passagem do veículo Y e a chegada do veículo X ao ponto Z
O TRIÂNGULO DE VISIBILIDADE DO VEÍCULO   Y = 
v (t1 + t2 + t3), onde:
20
Complexidade da Tarefa de Dirigir
Limitações Físicas, Mentais e Emocionais
• Variabilidade dos motoristas: quanto à idade, sexo, conhecimento e habilidade ao dirigir, nervosismo, impaciência...
• Quanto ao desejo dos motoristas: motivação para a viagem.
Efeito de Fadiga (mental ou física)
• Causa: vibrações, excesso de calor, longos períodos sem pausa. 
Distração
• motivos externos ou internos.
Engenharia de Trânsito
Em resumo, o tempo total de reação (PIEV) é uma grandeza de valor variável de
pessoa para pessoa e cresce com o aumento tanto do número de alternativas possíveis
de serem adotadas pelo usuário como da complexidade do julgamento necessário.
Sob condições reais, o PIEV total varia dentro da faixa de 0,5 a 4 s, dependendo, da complexidade da situação. 
O PIEV aumenta com a idade, a fadiga, o teor de álcool ou outras drogas no organismo, deficiências físicas etc.
23
Quanto aos Pedestres
• estudos dos locais onde ocorrem altas taxas de atropelamento.
• fatores: físicos, mentais ou emocionais.
• velocidade de caminhada: 1,0 a 1,5 m/s.
• tempo de reação: 4,0 a 5,0 segundos.
Engenharia de Trânsito
Profª. SONALY BEATRIZ
FIM DO MODULO “2” AULA SOBRE ELEMENTOS DE TRAFEGO ENGENHARIA TRÂNSITO
Engenharia de Trânsito
Em busca da diminuição da convergência
De fatores de risco, associados à ocorrência
De acidentes!
26
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image7.wmf
Tráfego
Engenharia
Fiscalização
Educação
oleObject1.bin
Tráfego
Engenharia
Fiscalização
Educação
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image10.wmf
28,5
31,5
58
12,2
9,3
5,7
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Figura 2 - A visibilidade permitida por automóveis
o
o
o
o
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