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33 a solução para o seu concurso! Editora LÍNGUA PORTUGUESA Professor de Ensino Fundamental II e Médio - Inglês CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 33 a solução para o seu concurso! Editora PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL - PRODUÇÃO E ESCUTA: CONVÍVIO SOCIAL Reading Comprehension Interpretar textos pode ser algo trabalhoso, dependendo do assunto, ou da forma como é abordado. Tem as questões sobre o texto. Mas, quando o texto é em outra língua? Tudo pode ser mais assustador. Se o leitor manter a calma, e se embasar nas estratégias do Inglês Instrumental e ter certeza que ninguém é cem por cento leigo em nada, tudo pode ficar mais claro. Vejamos o que é e quais são suas estratégias de leitura: Inglês Instrumental Também conhecido como Inglês para Fins Específicos - ESP, o Inglês Instrumental fundamenta-se no treinamento instrumental dessa língua. Tem como objetivo essencial proporcionar ao aluno, em curto prazo, a capacidade de ler e compreender aquilo que for de extrema importância e fundamental para que este possa desem- penhar a atividade de leitura em uma área específica. ESTRATÉGIAS DE ESCUTA DE TEXTOS Estratégias de leitura • Skimming: trata-se de uma estratégia onde o leitor vai buscar a ideia geral do texto através de uma leitura rápida, sem apegar-se a ideias mínimas ou específicas, para dizer sobre o que o texto trata. • Scanning: através do scanning, o leitor busca ideias especí- ficas no texto. Isso ocorre pela leitura do texto à procura de um detalhe específico. Praticamos o scanning diariamente para encon- trarmos um número na lista telefônica, selecionar um e-mail para ler, etc. • Cognatos: são palavras idênticas ou parecidas entre duas línguas e que possuem o mesmo significado, como a palavra “ví- rus” é escrita igualmente em português e inglês, a única diferença é que em português a palavra recebe acentuação. Porém, é preciso atentar para os chamados falsos cognatos, ou seja, palavras que são escritas igual ou parecidas, mas com o significado diferente, como “evaluation”, que pode ser confundida com “evolução” onde na ver- dade, significa “avaliação”. • Inferência contextual: o leitor lança mão da inferência, ou seja, ele tenta adivinhar ou sugerir o assunto tratado pelo texto, e durante a leitura ele pode confirmar ou descartar suas hipóteses. • Reconhecimento de gêneros textuais: são tipo de textos que se caracterizam por organização, estrutura gramatical, vocabulário específico e contexto social em que ocorrem. Dependendo das mar- cas textuais, podemos distinguir uma poesia de uma receita culiná- ria, por exemplo. • Informação não-verbal: é toda informação dada através de figuras, gráficos, tabelas, mapas, etc. A informação não-verbal deve ser considerada como parte da informação ou ideia que o texto de- seja transmitir. • Palavras-chave: são fundamentais para a compreensão do texto, pois se trata de palavras relacionadas à área e ao assunto abordado pelo texto. São de fácil compreensão, pois, geralmente, aparecem repetidamente no texto e é possível obter sua ideia atra- vés do contexto. • Grupos nominais: formados por um núcleo (substantivo) e um ou mais modificadores (adjetivos ou substantivos). Na língua inglesa o modificador aparece antes do núcleo, diferente da língua portuguesa. • Afixos: são prefixos e/ou sufixos adicionados a uma raiz, que modifica o significado da palavra. Assim, conhecendo o significado de cada afixo pode-se compreender mais facilmente uma palavra composta por um prefixo ou sufixo. • Conhecimento prévio: para compreender um texto, o leitor depende do conhecimento que ele já tem e está armazenado em sua memória. É a partir desse conhecimento que o leitor terá o entendimento do assunto tratado no texto e assimilará novas in- formações. Trata-se de um recurso essencial para o leitor formular hipóteses e inferências a respeito do significado do texto. O leitor tem, portanto, um papel ativo no processo de leitura e compreensão de textos, pois é ele que estabelecerá as relações entre aquele conteúdo do texto e os conhecimentos de mundo que ele carrega consigo. Ou mesmo, será ele que poderá agregar mais profundidade ao conteúdo do texto a partir de sua capacidade de buscar mais conhecimentos acerca dos assuntos que o texto traz e sugere. Não se esqueça que saber interpretar textos em inglês é muito importante para ter melhor acesso aos conteúdos escritos fora do país, ou para fazer provas de vestibular ou concursos. ROTINAS DE SALA/ INTERAÇÃO DISCURSIVA Organizando a sala de aula Uma professora mineira, do Vale do Jequitinhonha, costuma dizer que precisamos de escola que dêem, às crianças e aos ado- lescentes, “passaporte para viajar pelo mundo e também para es- corregar nos anéis de Saturno com Emilia, Narizinho e o Visconde; que lhes apresente Alice, a que sabe o caminho no “País das Ma- ravilhas”, e os transforme em desbravadores das infinitas terras do Conhecimento”. Para ela uma escola assim certamente faz muita diferença na vida de seus alunos. Você não acha que a professora tem razão? Escolas como es- sas não são nunca esquecidas. Mas qual é a essência de escolas assim? Seguramente, ela está naqueles que lhes dão vida: o gestor, a equipe pedagógica, os funcionários e os alunos, com suas respec- CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 3434 a solução para o seu concurso! Editora tivas famílias. São essas pessoas que fazem a diferença nas escolas: emprestam-lhe luzes, fazem com que brilhem e saiam da vala co- mum. Você pode perguntar agora: mas quais são as características de uma equipe pedagógica assim? Para nós, escolas que despertam vocações produzem profissionais felizes e mais qualificados estão intensamente envolvidas com o conhecimento. Por essa razão, con- tagiam seus alunos, fazem com que se apaixonem por aprender, constroem novas idéias, enfrentam desafios e buscam soluções. Mas como elas atuam? A resposta é simples: sempre em favor dos alunos. Todos que trabalham nessas escolas sabem que as crian- ças e os jovens precisam aprender e que não podem perder tempo. É por essa razão que agilizam o tempo pedagógico, em especial na sala de aula: a chamada não ocupa metade do período; a classe nunca fica à toa, esperando o professor preparar a aula ou corrigir cader- nos dos alunos. Para essas pessoas, todo o período escolar é usado em prol da aprendizagem, e elas se esforçam para que todo o tempo disponível se transforme em tempo útil para aprender de maneiras diferentes e interessantes. Nas escolas em que trabalham, já se espera que haja um certo ruído típico dos diálogos, da troca de idéias, dos debates do arrastar de móveis, para permitir trabalhos em grupo. Da mesma forma, em suas escolas há muitos materiais pedagógicos, muitos jogos, muitos livros, que podem ser encontrados na própria sala de aula ou guar- dados em locais em que os alunos e professores possam pegá-los e levá-los para lá. O bom gestor sabe que esta é uma questão impor- tante: todo o material de trabalho está na escola para ser usado, e não para ser guardado a sete chaves, para que não se “estrague”. Equipes escolares que fazem a diferença trabalham como um time: de forma integrada, articulada, planejada. Todos os seus mem- bros sabem que ensinar é um ofício sofisticado que vai ganhando em competência na medida em que é exercitado sob a coordenação de um gestor que tem compromisso com o sucesso de todos. Mas um bom profissional não se faz de uma hora para outra, nem do dia para a noite. Em especial, ele não se faz sozinho: a tro- ca com os colegas, as sugestões recebidas, os modelos de atuação observados, a orientação de um diretor experiente são essenciais para a constituição de um bom professor. É no intuito de colaborar com você que sugerimos algumas pistas que podem ajudá-lo a fazer parte da história de vida de seus professores. Vale a pena tentar! Mostre aos professores que: 1- A rotina escolar deve ser usada em proveito dos alunos e do professor. Quantas vezes você não passapor salas de aula em que há uma gritaria constante do professor e dos alunos? Quantas vezes você não escuta: “Professora, acabei a lição! E agora, o que é que eu faço?”. Você já parou para pensar nos motivos que levam as coi- sas a serem assim? Você já se deu conta de que tempo gasto em bobagem é tempo “roubado” da aprendizagem dos alunos? Para que esse ambiente deixe de ser tumultuado e se transforme em produtivo, é fundamental que se esclareça, para os alunos, qual vai ser a rotina diária dos trabalhos. Essa informação ajuda a orientar, torna-os mais autônomos e, melhor ainda, libera o professor para ajudar aqueles que estão precisando de auxílio. 2- É importante estabelecer as regras do jogo. Professor competente investe, junto com seus alunos, na cons- trução coletiva das regras de conduta, definindo os direitos e os deveres que regularão o cotidiano em sala de aula. Esse professor sabe que é preciso envolver os alunos na definição do que é possí- vel e aceitável em sala de aula, deixando claro que as regras acorda- das podem sempre ser mudadas, caso deixem de ser consensuais. Isso implica constante negociação, mas permite ao professor apelar, sempre que necessário, ao acordo firmado pela classe. 3- A sala de aula precisa ser um lugar bonito e organizado. Uma sala de aula suja, de aspecto desleixado, com cadeiras quebradas, é o primeiro indício de que algo vai mal com a classe e com o professor. Ninguém gosta de estar em um ambiente feio e mal cuidado. A hostilidade do ambiente causa desprazer, e o des- prazer repercute na aprendizagem. A forma como arrumamos a sala de aula reflete, ainda, a concepção de aprendizagem daquele que ensina: cadeiras enfileiradas, com alunos um atrás do outro, in- dicam que se espera apenas atenção aos ensinamentos do mestre, sem conversas entre colegas nem confronto de idéias. Quando a sala é “viva”, isto é, quando seu arranjo muda em função da tarefa, ela evidencia uma distinta concepção do significado de aprender: um ato dinâmico, estimulante e instigante, do qual todos querem, podem e devem participar. A dinâmica da sala de aula A interação professor/aluno A sala de aula é o espaço no qual professores e alunos se en- contram e interagem em torno do conhecimento. Essa interação, que constitui a dinâmica da sala de aula, é em grande parte decor- rente da forma como o professor vê o processo de ensino-aprendi- zagem. A idéia que se tinha no passado, de alunos como pessoas relativamente fáceis de serem moldadas e dirigidas a partir do exte- rior, não existe mais. Foi substituída pelo entendimento de que, ao contrário, eles selecionam determinados aspectos do meio físico e social, os assimilam e processam, conferindo-lhes significados. Com isso, a concepção de aprendizagem muda radicalmente. Se antes a aprendizagem era vista como produto exclusivo do comportamento do professor e da metodologia de ensino adotada, agora as contribuições dos próprios alunos são ressaltadas: seus conhecimentos, capacidades e habilidades prévias; sua percepção da escola e do professor; suas expectativas e atitudes diante do ensino. É com crianças e jovens que já contam com tudo isso que o professor tem de lidar em sala de aula: uns são mais cordatos, outros mais difíceis; uns acatam, outros resistem. Pouco a pouco, os alunos vão se apropriando dos ensinamentos da escola, à luz do que já conhecem. Nessa medida, constroem seus conhecimentos. Mas, como vimos, nossos alunos não constroem sozinhos seus conhecimentos. O caráter construtivo da aprendizagem só aparece na interação mantida com os professores e colegas. A construção do conhecimento é, portanto, um processo coletivo, que envolve alunos, professor e conteúdos de aprendizagem. Compete ao pro- fessor ajudar seus alunos a se apropriar dos conteúdos escolares. Mas em que consiste o auxílio que o professor deve dar? Tudo indi- ca que a “boa” ajuda está diretamente ligada à forma como o aluno é percebido. Se ele for visto como competente, menores serão o direcio- namento e o nível de ajuda fornecido pelo professor. E vice-versa: para uma percepção de menor competência, maior a ajuda e o dire- cionamento. Claro que quanto mais afinado o “olhar” do professor com a situação efetivamente vivida pelo aluno, mais ajustado será seu auxílio e mais eficaz seu ensino. Em outras palavras a eficácia do ensino depende, em grande parte, de quanto as intervenções reali- zadas pelos educadores são compatíveis com o nível de dificuldade que os alunos enfrentam: mais dificuldades, maior a ajuda; menos dificuldades, menor a ajuda, até que ela se torne dispensável, pois o aluno aprendeu. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 35 a solução para o seu concurso! Editora Nesse sentido, é importante destacar que se a ajuda é essencial para a aprendizagem, ela é, ao mesmo tempo, transitória. Diminui e, eventualmente, desaparece à medida que o aluno ganha, na per- cepção do professor, autonomia e responsabilidade. Podemos dizer, então, que a interação social em sala de aula, para ser produtiva, requer algumas condições.Assim, para se beneficiar da ajuda do professor, é preciso que ela: • Seja percebida como necessária. • Corresponda à necessidade de quem a recebe. • Seja formulada de forma compreensível. • Seja prestada tão logo a dificuldade se manifeste. • Possa ser utilizada assim que for recebida. Os desafios da interação Se a interação social é central na aprendizagem, ela também traz muitos desafios. Como o professor deve proceder, ao tentar retirar paulatinamente a ajuda que oferece? Que procedimentos utilizam para verificar se o aluno realmente aprendeu? O que faz, ao se dar conta de que a aprendizagem não ocorreu? Por que, em certas condições, parece ser tão difícil ensinar? Que papéis desem- penham, nessa dificuldade, a natureza da tarefa e a dos conteúdos a serem trabalhados? Claro que não há respostas prontas, mas é possível fazer algumas suposições. Assim, diríamos que o professor eficiente é aquele que, quando interage com seus alunos, segue um roteiro cujos principais pontos são: Estabelecer, no começo do ano escolar, a rotina diária e as re- gras de conduta a serem seguidas por todos. “ Conhecer bem os alunos: suas competências, seus conheci- mentos e habilidades, bem como suas referências socioculturais e seus interesses. “ Preparar bem a aula, articulando o que os alunos conhecem e os conteúdos que precisam ser aprendidos, imprimindo fluidez e ritmo nas lições. “ Introduzir um conteúdo novo fazendo perguntas, problema- tizando situações, verificando quais são as hipóteses dos alunos so- bre o assunto. “ Empregar tarefas diversificadas, compatíveis com o nível de dificuldade dos alunos e adequadas às suas necessidades. “ Oferecer material de consulta variado e relevante. “ Criar condições para os alunos sistematizarem os conteúdos aprendidos, usando estratégias de fixação e, em especial, de aplica- ção dos novos conceitos. “ Incentivar o pensamento independente. “ Encorajar a autonomia do aluno. “ Abrir possibilidades efetivas de obtenção de ajuda para todos. “ Avaliar sistematicamente a aprendizagem. “ Fazer dos erros cometidos pelos alunos oportunidades de aprendizagem. “ Propiciar ocasiões para recuperação e reforço da aprendiza- gem. “ Retomar os conteúdos aprendidos antes de introduzir novos. Professor é uma peça chave no processo de aprendizagem de seus alunos, mas não é a única. Os próprios colegas constituem, em determinadas circunstâncias, influência educativa importante na aprendizagem, um papel antes reservado apenas ao professor. Mas por que se diz em algumas circunstâncias? Na verdade, porque é, sobretudo, em atividades que envolvem colaboração que os alunos conseguem atuar como docentes, ensinando seus companheiros. Se essa atividade for competitiva, pouco ou nenhum impacto é ob- servado: um aluno impõe seu ponto de vista aos outros, e ponto final. De igual maneira, nada se ganha quando não há o que trocar. Esse é caso quando todos têma mesma visão sobre o assunto. Em tarefas de colaboração, por sua vez, o resultado na aprendizagem é evidente: todos progridem mais do que em atividades realizadas individualmente pelos mesmos alunos. Isso significa que tarefas em colaboração promovem o progresso intelectual porque: “ Levam cada membro do grupo a estruturar melhor sua ativi- dade, ao explicá-la e articulá-la com os demais. “ Facilitam a compreensão, levando ao aprimoramento e/ou ao aparecimento de novas competências individuais. “ Promovem o diálogo de pontos de vista diferentes, de modo que se pode comparar a própria visão com a alheia. “ Permitem identificar a natureza da divergência existente en- tre as posições em jogo. Trabalho diversificado Grande parte do que se chama “problema de aprendizagem” é, na verdade, “problema de ensino”. Ensinar é mesmo difícil, quando temos em sala de aula cerca de 40 alunos, todos eles tão diferentes entre si! Como proceder para que todos aprendam? Em geral, as escolas optam por dois caminhos: um deles é tentar formar classes homogêneas em termos de conhecimentos, esquecendo-se de que esse procedimento tem forte impacto no autoconceito do aluno. Sempre se sabe em que “classe” se está: se na dos fortes, na dos médios ou na dos fracos. Se o aluno estiver na sala dos “bons”, ele vai se achar o máximo e fazer de tudo para continuar assim. Mas se estiver na dos “fracos” e, pior, se tiver sido remanejado, ou seja, sistematicamente despejado de uma classe para outra, sucessivas vezes (como é freqüente acontecer), o resultado é só um: descrença na própria competência para aprender, desânimo, nenhuma vonta- de de estudar. O autoconceito fica destroçado. Além disso, formar classes homogêneas implica desconsideração pelo fator idade, que determina grande parte dos interesses e motivações dos alunos. Colocar alunos mais velhos com mais novos cria, geralmente, di- ficuldade para os dois lados. Resumindo: organizar classes homo- gêneas é impossível, porque as crianças ou os jovens são sempre diferentes. O outro caminho é buscar trabalhar de forma diversificada, mantendo o grupo-classe coeso estimulado. Você pode estar se perguntando: mas não é muito mais fácil para o professor ensinar crianças que se encontram em um mesmo patamar de conhecimen- tos e habilidades? E nós responderemos categoricamente que não, que este é um mito perverso da cultura pedagógica brasileira. E sabe por que? Porque a interação entre iguais, conforme vimos, fica muito empobrecida e sem graça. Quando você tem, em uma mes- ma sala, alunos que aprendem mais depressa e outros mais deva- gar, um estimula o outro. Os que tem ritmo mais acelerado podem ajudar os mais lentos e, ao agir assim, são obrigados a organizar seu próprio pensamento, percebendo suas falhas e seus pontos fortes. Os que caminham de maneira mais vagarosa, por sua vez, sentem- -se desafiados a aprender. Para trabalhar com grupos heterogêneos - dado que as crianças são sempre diferentes entre si - cabe temperar a aula, ter um bom manejo de classe e, em especial, saber usar estratégias variadas, para que todos recebam a atenção necessária por parte do docen- te. É importante, portanto, fazer exposições para o grupo como um todo, formar grupos de colegas para trabalho coletivo e abrir tempo e espaço para atendimento individualizado. Com isso, a interação professor-aluno fica mais dinâmica e o professor pode acompanhar mais de perto o processo de aprendizagem de seus alunos. Vamos ver as vantagens de cada uma dessas estratégias de ensino? “ Atendimento individualizado. Como se sabe, cada aluno é único, diferente de todos os demais. Por isso, é compreensível que os professores tenham como aspiração oferecer orientação mais in- dividualizada, que lhes permita atender todos e cada um. É esse um CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 3636 a solução para o seu concurso! Editora dos grandes motivos pelo qual os professores reclamam por terem tantos alunos na classe: acham que não conseguem ensinar todos na medida em que gostariam. O contato mais próximo possibilita conhecer melhor cada aluno, suas características, suas dificuldades e dúvidas. Quando um aluno não está conseguindo entender de- terminado conteúdo ou realizar certa tarefa, é vital que o professor dedique mais de seu tempo a ele. Procurar criar espaços, ainda que semanais, para, por exemplo, dedicar-se a necessidades específicas de alguns alunos pode ser mais proveitoso do que tentar avançar com todos sem que haja condições para tal. “ Trabalho em grupo - Esta modalidade de ensino leva os alu- nos a interagir com seus colegas e com o professor, permitindo que recursos individuais sejam partilhados. No grupo, os alunos pare- cem se sentir mais à vontade para apresentar suas idéias, contrapor pontos de vista, fazer perguntas. Com a ajuda da professora, apren- dem a planejar seu trabalho, a “negociar” entendimentos divergen- tes, a organizar sua maneira de proceder, a perseguir soluções e avaliá-las em face dos resultados alcançados. Em grupo, chegam a conclusões que sozinhos, não encontrariam. O trabalho em grupo cria situações que favorecem a troca, o desenvolvimento da sociabi- lidade, da cooperação e do respeito mútuo entre os alunos. “ Trabalho com o conjunto da classe. Este tipo de estratégia é excelente ocasião para sistematizar conhecimentos, estimular o esclarecimento de dúvidas e articular conceitos. Além disso, ofere- ce, a todos os alunos, a noção de que eles estão acompanhando o ritmo da classe e, assim, preserva o autoconceito de cada um. Mas sempre existe um outro lado. O risco de trabalhar com o conjunto da classe é que alguns alunos, justamente os que enfrentam maior dificuldade, podem ficar “perdidos”, e os mais avançados, aborreci- dos e entediados. Por essa razão, é preciso saber muito bem quan- do recorrer a esta forma de ensinar. A ordem é, mais uma vez, fazer um planejamento cuidadoso do ensino, levando em conta o que se conhece de cada aluno. “ Todas essas estratégias devem ser usadas em sala de aula, discriminando-se, com sabedoria e bom senso, qual delas usar em cada momento. O principal critério a ser seguido está nos objetivos da tarefa: o “como fazer” é uma conseqüência do “para que fazer”! As representações mútuas de professores e alunos Um dos componentes básicos para se compreender o tipo de relação que se estabelece entre professores e alunos são as repre- sentações, ou seja, as imagens que uns fazem dos outros. Grande parte de nossa maneira de ser depende da forma como percebemos e interpretamos as ações e falas daqueles que nos cercam. Esse é um princípio sempre válido nas relações humanas e afeta, conse- qüentemente, a totalidade do processo de ensino-aprendizagem. A representação que o professor faz de seus alunos influi sobre o que pensa e espera deles. Ela leva o professor a valorizar uns alunos e a menosprezar outros; a ser complacente com uns e rigoroso com outros; a se sentir motivado com uns e desanimado com outros. As imagens que se fazem do outro, as representações, atuam também sobre os alunos. A depender delas, o apreço pelo profes- sor será maior ou menor. A atenção ao que ele diz irá igualmente variar, bem como a importância dada à disciplina que ele leciona. Mas de onde vêm as representações? Provavelmente, sua princi- pal fonte está no encontro que se dá entre alunos e professores e na observação recíproca das características e dos comportamentos de cada um. Com isso, constroem-se imagens iniciais que acabam sendo, freqüentemente, reafirmada no decorrer das atividades co- tidianas. O professor tende a comparar o aluno que está diante dele com a representação do aluno ideal, construída ao longo de sua tra- jetória profissional: se ele se enquadra nessa representação, é bem aceito; caso contrário, quando se afasta dessa imagem, é encarado de forma negativa. Como os professores tem trajetórias parecidas, a represen- tação de aluno ideal tende a ser bastante semelhante. Assim, osprofessores investem mais em alunos bonitos, bem arrumados e cheirosos; naqueles que demonstram maior motivação, responsabi- lidade e participação; nos que evidenciam aprender com facilidade; nos que vão para a escola com o material pedido. De igual modo, muito antes de entrar na escola, os alunos já formaram uma idéia também idealizada do que é um professor: ouviram seus irmãos ou pais falarem sobre seus professores, viram aulas na televisão, escutaram histórias sobre docentes. Essa idéia é ativada diante do professor que está à sua frente. Despertando sentimentos positivos ou negativos. Perigo! As representações dos professores acerca de seus alunos ge- ram expectativas de desempenho escolar. Conheça o efeito Pigma- lião, descoberta em uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, na década de 60. O estudo chama-se “Pigmalião em sala de aula”. Sabe quem foi Pigmalião? Ele é o personagem central de uma lenda. Se- gundo consta, foi um escultor que se apaixonou pela estátua de uma linda mulher, esculpida por ele mesmo. Os deuses decidiram, depois de ele muito insistir, conceder vida à estátua. Um grupo de pesquisadores pôs à prova a hipótese de que os alunos sobre os quais os professores têm mais expectativas, acredi- tando que podem aprender mais facilmente, são, efetivamente, os que fazem maiores progressos. Após aplicarem um teste de inteli- gência em todos os alunos de uma dada série, foram selecionados, ao acaso, 20% deles. Esse grupo de alunos foi apresentado para seus professores como o grupo de “gênios”, aqueles que certamen- te se sairiam bem nos estudos. Mas, de fato, ninguém consultou os resultados do teste de Q. I. (Quociente de Inteligência), de modo que havia de tudo naquele grupo: desde pessoas muito inteligentes até outras nem tanto. No final do ano letivo, os pesquisadores voltaram à escola, e sabe o que descobriram? Que tiveram êxito e foram reconhecidos efetivamente como ótimos alunos aqueles que os pesquisadores ti- nham indicado como tal. Os que não faziam parte do grupo foram, muitas vezes, desencorajados por seus professores, que não acredita- vam em suas possibilidades de aprender. Com isso ficamos sabendo que as expectativas que criamos para nossos alunos (ou para nossos professores) podem acabar por se transformar em realidade. Cren- ças e expectativas tornam-se, com freqüência, profecias que acabam por se confirmar. Assim, se quisermos levar todos os nossos alunos a aprender, é importante que tenhamos acerca deles crenças e ex- pectativas positivas. Os professores são uma espécie de Pigmalião: tem o poder de esculpir seus alunos de acordo com seus desejos e expectativas. PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS Produção textual em inglês É essencial ainda que o aluno seja incentivado a escrever textos que atendam a funções comunicativas variadas em gêneros diferen- tes, de modo a perceber a produção textual como uma prática so- cial de interlocução comum do dia-a-dia, distanciando-se da noção de produzir textos simplesmente para cumprir uma tarefa escolar. Devem ser priorizados os gêneros que já fazem parte do cotidiano CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 37 a solução para o seu concurso! Editora do aluno pelas práticas de leitura e produção de textos em língua materna e aqueles que é chamado a realizar pela escrita por meio da língua estrangeira. Recomenda-se que a tarefa de escrita corresponda a situações reais de interlocução e que contenha especificações relativas às condições de produção: a que gênero pertence o texto que vai ser produzido, incluindo sua função comunicativa básica; o contexto e o público-alvo aos quais o texto será dirigido; o ponto de vista sob o qual se vai escrever, onde e quando o texto será publicado. O professor de língua estrangeira poderá submeter as propostas de tarefas de escrita que elabora para o seu contexto de ensino a estas perguntas: (Quem escreve? Sobre o que? Para quem? Para que? Quando? De que forma? Onde?), de modo a verificar se especificou com clareza as condições de produção sob as quais o aluno vai pro- duzir seus textos. Etapa 1: Pré-escrita 1.1. Levantamento de idéias (brainstorming) Com base nas condições de produção especificadas para a tare- fa de escrita, o aluno terá a oportunidade de discutir sobre o tema e o gênero do texto que vai produzir – discussões em grupos, acesso à Internet, leituras, atividades de compreensão escrita ou oral que precederam a tarefa de produção de textos podem ser úteis nesta etapa de levantamento de idéias. 1.2. Planejamento (plano textual) Sugere-se que o aluno produza o seu plano textual (um esque- ma do que pretende escrever) com base no levantamento de idéias feito na etapa anterior e nas condições de produção especificadas para a tarefa de escrita com a qual se encontra envolvido. É essen- cial que o aluno incorpore a noção de que o planejamento é uma etapa importante que pode contribuir para a produção de um texto claro, coerente e bem organizado, em função do gênero textual e dos objetivos de escrita. Etapa 2: O processo de escrita: Primeiro rascunho — Revisão — Segundo rascunho — Revisão etc. — Edição final e “publicação” Esta é a etapa mais especificamente ligada ao processo cíclico da produção do texto (Fig. 6) que inclui as múltiplas revisões feitas pelos próprios colegas. Duplas podem ser formadas de modo que um aluno revise o trabalho do outro, ao longo da produção textual e cada dupla deve ser incentivada a discutir sobre as revisões suge- ridas, sendo que as refacções devem ser efetuadas. Recomenda-se que o professor e a turma estabeleçam os cri- térios para as revisões — é essencial que elas se centrem não só nas características textuais: organização, coerência, coesão, clareza, usos adequados dos articuladores de idéias, seleção adequada do léxico e dos recursos gráficos, como também nos aspectos de cor- reção gramatical, em função das condições de produção estabele- cidas para a tarefa de escrita. É importante que o aluno incorpore a noção de que o texto se aperfeiçoa ao longo do processo de rascu- nhos sucessivos, discussões, reflexões e reescritas até a versão final. O aluno pode usar editores de texto e programas de apresen- tação para facilitar e respaldar o trabalho de produção e edição de textos. Deverá ser incentivado a compor seus textos com as carac- terísticas gráficas próprias do gênero textual que está produzindo (o layout de um artigo de opinião é diferente do de uma resenha ou do de um folder, por exemplo). Ao fazer uso dos recursos básicos de diagramação (configuração de página, tipologia variada, recursos gráficos e visuais), é possível ao aluno produzir um layout para o seu texto muito semelhante ao do layout do gênero tal como ele se apresenta nos diferentes suportes (jornais, revistas, livros etc) em situações reais de comunicação. Os programas de verificação ortográfica, os de gramática e os dicionários on-line são outros recursos da tecnologia que também podem ser usados durante o processo de produção textual. Suge- re-se que o aluno seja incentivado a fazer uso de dicionários de si- nônimos, de gramáticas normativas, de anotações de sala de aula como recursos de apoio ao seu trabalho de escrita, mesmos em si- tuações formais de avaliação. É essencial que o texto produzido seja socializado por meio de “publicações” que podem ser feitas no mural da sala, em portafó- lios individuais, nos sites da turma etc. Os cartões postais, as cartas ou bilhetes produzidos podem ser enviados aos seus destinatários; as entrevistas podem ser “realizadas” por meio de atividades de “faz de conta” (role play); os cartazes podem ser afixados pelos cor- redores da escola etc. O importante é que o aluno-produtor de tex- to perceba que o seu texto atendeu às suas funções comunicativas básicas ao ser lido por um leitor que o fez funcionar lingüística e tematicamente no processo de construção de sentidos. Etapa 3: Pós-escrita Esta etapa é dedicada a reflexões e sistematizações não só sobre as característicaspróprias de cada um dos gêneros textuais produzidos em sala, como também sobre os aspectos gramaticais relacionados a tais textos, visando, principalmente, ao desenvolvi- mento do conhecimento textual e do léxico- sistêmico (os mecanis- mos de coesão, os articuladores de idéias, os modalizadores estão, por exemplo, entre os aspectos que precisam ser sistematizados numa abordagem de ensino que vê a escrita como processo). Fonte: http://englishcaxambu.blogspot.com/2013/03/roteiro-para- -producao-de-texto-em-ingles.html PRÁTICAS INVESTIGATIVAS: SAUDAÇÕES, CUMPRIMEN- TANDO EM INGLÊS; PALAVRAS E/OU EXPRESSÕES TÍPICAS DE BRINCADEIRAS; ANIVERSÁRIO; ORIGEM; FAMÍLIA; RE- SIDÊNCIA; Vestimentas CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 3838 a solução para o seu concurso! Editora T-shirt = camiseta Sweatshirt = Blusa de moletom Shirt = camisa Suit = terno Pants:calça Tie = gravata Wedding dress = vestido de noiva Jacket = jaqueta Skirt = saia Coat = casaco Shorts = Bermuda Dress = vestido Underpants = cueca Panties = calcinha Bra = sutiã Nightgown = camisola Pajamas = pijama Robe = roupão Scarf = cachecol Uniform = uniforme Singlet = regata Swimming Trunks = sunga Swimsuit = maiô Bikini = biquíni Cotidiano U.S. Money US$ 1 Dollar = 100 cents bills - $1, $5, $10, $20, $50, $100 Coins – 1c, 5c, 10c, 25c, $1 Penny = 1 cent Nickel = 5 cents Dime = 10 cents Quarter = 25 cents Ways to pay Check = cheque Cash = em dinheiro Note/bill = nota Coin = moeda Credit card = cartão de crédito Materials Acrylic = acrílico Cotton = algodão Denim = brim Fleece/wool = lã Gold = ouro Leather = couro Linen = linho Plastic= plástico Rubber = borracha Silk = seda Silver = prata Educação Nursery School = pré-escola Elementary school ou Primary School = Ensino fundamental I Secondary school = Ensino fundamental II High school = Ensino médio College/University = Faculdade/universidade Subjects Inglês: English Matemática: Mathematics (Math) História: History Geografia: Geography Química: Chemistry Física: Physics Ciência: Science Biologia: Biology Educação Física: Physical Education (P.E.) Artes: Arts Música: Music Literatura: Literature Redação: Writing Português: Portuguese Espanhol: Spanish Diversão e mídia Movies/cinema = cnema Theater = teatro Bar/Pub = bar Restaurant = restaurante Café = lanchonete Park = parque Concert = show Play = peça de teatro Tecnologia Cellphone/mobile phone = celular Laptop = notebook Personal computer(PC) = Computador Printer = impressora Keyboard = teclado Mouse = mouse Television = televisão Meio ambiente Environment = meio ambiente Ozone layer = camada de ozônio Water = água Tree = árvore Weather = clima Animals = animais Air = ar Wind = vento Rain = chuva Snow = neve Fog = neblina Hurricane = furacão Storm = tempestade Lightning = relâmpago Thunder = trovão Comida e bebida Bread — Pão Butter — Manteiga Cake — Bolo Cheese — Queijo Chicken — Frango Chips — Salgadinhos Chocolate — Chocolate Corn flakes — Cereal Egg — Ovo Fish — Peixe CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 39 a solução para o seu concurso! Editora French fries — Batata-frita Ham — Presunto Ice cream — Sorvete Jam — Geleia Jello — Gelatina Margarine — Margarina Mashed potatoes — Purê de batatas Meat — Carne Pancacke — Panqueca Pasta — Macarrão Peanut — Amendoim Peanut butter — pasta de amendoim Pepper — Pimenta Pie — Torta Pizza — Pizza Popsicle — Picolé Potato chips — Batata-frita Rice — Arroz Salt — Sal Sandwich — Sanduíche Sliced bread — Pão fatiado Soup — Sopa Sugar — Açúcar Toast — Torrada Water cracker — Bolacha de água e sal Meat (carne) Bacon — Bacon Barbecue — Churrasco Beef — Carne de vaca Beef Jerky — Carne seca Blood sausage —Chouriço Carp — Carpa Chicken — Frango Chicken legs — Pernas de Frango Chicken wings — Asas de Frango Cod — Bacalhau Crab — Caranguejo Duck — Pato Fish — Peixe Grilled fish — Peixe grelhado Ground beef — Carne moída Hamburger — Hambúrguer Lobster — Lagosta Meatball — Almôndega Mortadella — Mortadela Pork chops — Costeletas de porco Pork legs — Pernas de porco Pork loin — Lombo de porco Rib cuts — Costela Roast chicken — Frango assado Salami — Salame Salmon — Salmão Sausage — Linguiça Shrimp — Camarão Sirloin — Lombo Smoked sausage — salsicha defumada Squid — Lula Steak — Bife Stew meat — Guisado de carne T-bone steak — Bife t-bone Tenderloin — Filé mignon Tuna — Atum Turkey — Peru Veal — Vitela Vegetables (vegetais) Anise — Anis Asparagus — Espargos Beans — Feijão Beet — Beterraba Broccoli — Brócolis Cabbage — Repolho Carrot — Cenoura Cauliflower — Couve-flor Celery — Aipo/Salsão Corn — Milho Cucumbers — Pepinos Eggplant — Berinjela Garlic — Alho Ginger — Gengibre Green onion — Cebolinha verde Heart of Palms — Palmito Leeks — Alho-poró Lettuce — Alface Manioc — Mandioca Mushroom — Cogumelo Okra — Quiabo Olives — Azeitonas Onion — Cebola Pepper — Pimenta Pickles — Picles Potato — Batata Pumpkin — Abóbora Radish — Rabanete Rucola — Rúcula Snow pea — Ervilha Spinach — Espinafre Sweet potato — Batata doce Tomato — Tomate Turnip — Nabo Watercress — Agrião Yams — Inhame Fruits (frutas) Apple — Maçã Apricots — Damascos Avocado — Abacate Banana — Banana Blackberry — Amora Blueberry — Mirtilo Cashew nut — Castanha de Cajú Cherry — Cereja Coconut — Coco Figs — Figos Grapes — Uvas Guava — Goiaba Honeydew melon — Melão Jackfruit — Jaca Kiwi — Kiwi Lemon — Limão Mango — Manga Orange — Laranja Papaya — Mamão Passion fruit — Maracujá Peach — Pêssego CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 4040 a solução para o seu concurso! Editora Pear — Pera Pineapple — Abacaxi Plum — Ameixa Prune — Ameixa-seca Start fruit — Carambola Strawberry — Morango Tamarind — Tamarindo Tangerine — Tangerina Watermelon — Melancia Drinks (bebidas) Beer — Cerveja Brandy — Aguardente Champagne — Champanhe Chocolate — Chocolate Cocktail — Coquetel Coffee — Café Coffee-and-milk — Café-com-leite Draft beer — Chope Gin — Gim Hot chocolate — Chocolate quente Juice — Suco Lime juice — Limonada Liqueur — Licor Milk — Leite Mineral water — Água mineral Red wine — Vinho tinto Rum — Rum Soda — Refrigerante Sparkling mineral water — Água mineral com gás Still mineral water — Água mineral sem gás Tonic water — Água tônica Vodka — Vodca Water — Água Whiskey —Uísque White wine —Vinho branco Yogurt — Iogurte Tempo livre, “hobbies” e lazer Bowling = boliche Camping = acampar Canoeing = canoagem Card games = jogos de baralho Chess = xadrez Cooking = cozinhar Crossword puzzl = palavras cruzadas Dancing = dançar Drawing = desenhar Embroidery = bordado Fishing = pesca Gardening = jardinagem Hiking = caminhar Hunting = caçar Jogging = corrida Knitting = tricotar Mountaineering = escalar montanhas Painting = pintar Photography = fotografia Playing video games = jogar vídeo games Reading = leitura Riding a bike = andar de bicicleta Sculpting = esculpir Sewing = costurar Singing = cantar Skating = andar de patins ou skate Skiing = esquiar Stamp collecting = colecionar selos Surfing = surfar Working out = malhar Saúde e exercícios Health Problems and Diseases (problemas de saúde e doen- ças) Skin occurrences (Ocorrências na pele) Blemish – mancha Bruise - contusão Dandruff - caspa Freckle – sarda Itching – coceira Pimple – espinha Rasch – erupção da pele Scar - cicatriz Spot – sinal, marca Wart – verruga Wound - ferida Wrinkle – ruga Aches (Dores) Backache – dor nas costas Earache – dor de ouvido Headache – dor de cabeça Heartache – dor no peito stomachache – dor de estômago Toothache – dor de dente Cold and Flu (Resfriado e Gripe) Cough – tosse Fever – febre Running nose – nariz entupido Sneeze – espirro Sore throat – garganta inflamada Tonsilitis – amigdalitis Other Diseases (Outras doenças) Aneurism - aneurisma Appendicitis - apendicite Asthma – asma Bronchitis – bronquite Cancer – câncer Cirrhosis - cirrose Diabetes – diabetes CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 41 a solução para o seu concurso! Editora Hepatitis – hepatite High Blood Pressure – hipertensão (pressão alta) Pneumonia – pneumonia Rheumatism – reumatismo Tuberculosis – tuberculose Moradia; Povos elínguas Sentimentos, opiniões e experiências Happy = feliz Afraid = com medo Sad = triste Hot = com calor Amused = divertido Bored = entediado Anxious = ansioso Confident = confiante Cold = com frio Suspicious = suspeito Surprised = surpreso Loving= amoroso Curious = curioso Envious = invejoso Jealous = ciumento Miserable = miserável Confused = confuso Stupid = burro Angry = com raiva Sick = enjoado/doente Ashamed = envergonhado Indifferent = indiferente Determined = determinado Crazy = louco Depressed = depressivo Frightened = assustado Interested = interessado Shy = tímido Hopeful = esperançoso Regretful = arrependido Scared = assustado Stubborn = teimoso Thirsty = com sede Guilty = culpado Nervous = nervoso Embarrassed = envergonhado Disgusted = enojado Proud = orgulhoso Lonely = solitário Frustrated = frustrado Hurt= magoado Hungry = com fome Tired= cansado Thoughtful = pensativo Optimistic = otimista Relieved = aliviado Shocked = chocado Sleepy = com sono Excited = animado Bad = mal Worried = preocupado Identificação pessoal First name = Primeiro nome Middle name = Nome do meio Last name = Último nome Full name = Nome completo Date of Birth = Data de nascimento Age = Idade Sex = Sexo Place of Birth = Local de nascimento Nationality = Nacionalidade Occupation = Ocupação/profissão CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 4242 a solução para o seu concurso! Editora Address = Endereço City = Cidade Country = País Zip code/Post code = Código postal (CEP) Phone number = Número de telefone E-mail address = Endereço de e-mail Lugares e edificações Airport – Aeroporto Amusement park – Parque de diversões Aquarium – Aquário Art gallery – Galeria de arte ATM (Automatic Teller Machine) – Caixa eletrônico Auto repair shop ou Garage – Oficina mecânica Avenue – Avenida Baby store – Loja infantil ou bebê Barber shop – Barbearia Bakery – Padaria Bank – Banco Beach – Praia Beauty salon/parlor/shop – Salão de beleza Block – Quarteirão Bookstore ou Bookshop – Livraria Bridge – Ponte Building – Edifício ou Prédio Bus station – Rodoviária Bus stop – Ponto de ônibus Butcher shop – Açougue Cabstand ou Taxi stand – Ponto de taxi Capital – Capital Cathedral – Catedral Cemetery – Cemitério Chapel – Capela Church – Igreja Circus – Circo City – Cidade Clothing store – Loja de roupas Club – Clube Coffee shop – Cafeteria College – Faculdade Computer store – Loja de informática Concert hall – Casa de espetáculos ou Sala de concertos Convenience store – Loja de conveniência Corner – Esquina Costume store – Loja de Fantasia Court – Quadra de esportes ou pode ser Tribunal ou comumen- te chamado de Fórum, depende do contexto. Crosswalk/Pedestrian crossing/Zebra crossing – Faixa de pe- destres Cul-de-sac ou Dead end street – Beco ou Rua sem saída City hall – Prefeitura Dental clinic – Clinica dentária ou Consultório Odontológico Downtown – Centro da cidade Driving school – Auto escola Drugstore – Farmácia ou Drogaria Factory – Fábrica Field – Campo Fire station – Posto ou Quartel de bombeiros Fishmonger’s – Peixaria Flower show – Floricultura Food Truck – Food Truck ou Caminhão que vende comida Gas station – Posto de gasolina Glasses store ou Optical store – Loja de Ótica Greengrocer – Quitanda Grocery store – Mercearia Gym – Academia de ginástica Hair salon – Cabeleireiro Hardware store – Loja de ferramentas Health Clinic/Center – Clinica ou Posto de saúde Hospital – Hospital Hotel – Hotel House – Casa Ice Cream Shop/Parlor – Sorveteria Intersection ou Crossroad – Cruzamento Jail ou Prison – Cadeia ou Prisão Jewelry store – Joalheria Kiosk – Quiosque Lake – Lago Laundromat ou Laundry – Lavanderia Library – Biblioteca Lottery retailer ou Lottery kiosk – Casa lotérica Mall – Shopping center Metropolis – metrópole Monument – Monumento Mosque – Mesquita Movie theater – Cinema Museum – Museu Neighborhood – Bairro Newsstand – Banca de jornal Office – Escritório One-way street – Rua de mão única ou sentido único Outskirts ou Suburb – Periferia ou Subúrbio Park – Parque Parking lot – Estacionamento Penitentiary – Presídio ou Penitenciária Perfume shop – Perfumaria Pet Shop – Pet Shop Pizzeria – Pizzaria Place – Lugar Playground – Parque infantil Police station – Delegacia de polícia Port – Porto Post office – Agência de correios Pub – Bar Real estate agency – Imobiliária Reference point ou Landmark – Ponto de referência Restaurant – Restaurante River – Rio Road – Estrada Rotary ou Roundabout – Rotatória School – Escola Shoe store – Sapataria Sidewalk – Calçada Snack bar – Lanchonete Square – Praça Stadium – Estádio Station – Estação Stationery store – Papelaria Steak House – Churrascaria Store – Loja Street – Rua Subway station – Estação de metrô Supermarket – Supermercado Synagogue – Sinagoga Temple – Templo Town – Cidade pequena ou Município Toy store ou Toy shop – Loja de brinquedos Train station – Estação de trem CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 43 a solução para o seu concurso! Editora Travel agency – Agência de viagens University – Universidade Zoo – Zoológico Relacionamento com outras pessoas Parents – pais Father – pai Mother – mãe Son – filho Daughter – filha Siblings – irmãos Brother – irmão Sister – irmã Halfbrother – meio-irmão Halfsister – meia-irmã Only child – filho único Wife – esposa Husband – esposo Fiancé – noivo Bride – noiva Uncle – tio Aunt – tia Cousin – primo e prima Nephew – sobrinho Niece – sobrinha Grandparents – avós Grandfather – avô Grandmother – avó Grandson – neto Granddaughter – neta Great grandfather – bisavô Great grandmother – bisavó Great grandson – bisneto Great granddaughter – bisneta Father-in-law – sogro Mother-in-law – sogra Brother-in-law – cunhado Sister-in-law – cunhada Stepfather – padrasto Stepmother – madrasta Stepson – enteado Stepdaughter – enteada Foster parents – pais adotivos Foster father – pai adotivo Foster mother – mãe adotiva Transporte e serviços Airliner: Avião comercial (Aviões maiores geralmente chama- dos de boeing) Airplane ou apenas plane: Avião Bike: Bicicleta Boat: Barco ou bote Bus: Ônibus Canoe: Canoa Car: Carro Carriage: Carruagem Cruiser: Cruzeiro Ferry: Balsa Glider: Planador Helicopter ou chopper (informal): Helicóptero Jet: Jato ou como falamos às vezes, jatinho Moped ou scooter: Motocicleta ou mobilete (Patinete também pode ser chamado de scooter) Motorbike: Motocicleta ou simplesmente moto Motorboat: Lancha Ocean liner: Transatlântico On foot: A pé Pickup truck: Caminhonete Raft: Jangada Roller skates: Patins Sailboat: Veleiro ou barco à vela School bus: Ônibus escolar Ship: Navio Skateboard: Skate Streetcar ou trolley: Bonde Subway ou metro (inglês americano) ou The underground ou informalmente the tube (inglês britânico): Metrô Taxi ou cab: Táxi Train: Trem Truck: Caminhão Van: Furgão ou van Compras Algumas placas com informações importantes: Out to lunch – Horário de almoço Buy one get one free – Pague um, leve dois. Outras formas de passar essa mesma ideia são: BOGOF (sigla para a mesma expres- são) e two for one (dois por um). Clearance sale/Reduced to clear/Closing down sale – Liquida- ção Conversando com atendentes Excuse me, I’m looking for… – Licença, eu estou procurando por… I’m just looking/browsing, thanks. – Estou só olhando, obri- gado(a). Do you have this in… – Você tem isso em…Complete com o que você precisa que mude na peça: A bigger size (um tamanho maior)? / Yellow (amarelo)? / Pink (rosa)? Could I return this? – Eu poderia devolver isso? Could I try this on? – Posso provar? What are the store’s opening hours? – Qual o horário em que a loja abre? Esporte Individual Sports - Esportes Individuais Athletics - Atletismo Automobilism - Automobilismo Artistic Gymnastics - Ginástica Artística Boxing - Boxe Bowling - Boliche Canoeing - Canoagem Cycling - Ciclismo Equestrianism - Hipismo Fencing - Esgrima Golf - Golfe Jiujitsu - Jiu-Jítsu Judo - Judô Karate - Caratê Motorcycling - Motociclismo Mountaineering - Alpinismo Olympic Diving - Salto Ornamental Skiing - Esqui Sumo - Sumô Surfing - Surfe Swimming - Natação Table tennis- Tênis de mesa/Pingue-pongue CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 4444 a solução para o seu concurso! Editora Taekwon-Do - Taekwon-Do Tennis - Tênis Triathlon - Triatlo Weightlifting - Halterofilismo Team Sports - Esportes Coletivos Badminton – Badminton Baseball - Beisebol Basketball - Basquete Beach Soccer - Futebol de Areia Beach Volleyball - Vôlei de Praia Football – Futebol Americano Footvolley - Futevôlei Futsal - Futsal Handball - Handebol Hockey - Hóquei Polo - Polo Rhythmic Gymnastics - Ginástica Rítmica Rugby - Rúgbi Soccer - Futebol Synchronized Swimming - Nado Sincronizado Volleyball - Vôlei Water Polo - Polo Aquático Mundo natural Animais em inglês: principais animais domésticos (pets) Bird: Pássaro; Bunny: Coelhinho; Cat: Gato; Dog: Cachorro; GuineaPig: Porquinho da Índia; Mouse: Rato/Camundongo; Parrot: Papagaio; Rabbit: Coelho; Turtle: Tartaruga. Animais em inglês: principais nomes de aves Chicken: Galinha; Rooster: Galo; Pigeon: Pomba; Peacock: Pavão; Hawk: Falcão; Swan: Cisne; Sparrow: Pardal; Duck: Pato. Animais em inglês: principais animais selvagens Alligator: Jacaré; Bat: Morcego; Bear: Urso; Crocodile: Crocodilo; Deer: Viado; Elephant: Elefante; Eagle: Águia; Giraffe: Girafa; Hippo: Hipopótamo; Kangaroo: Canguru; Lion: Leão; Monkey: Macaco; Owl: curuja; Pig: Porco; Snake: Cobra; Squirrel: Esquilo; Stag: Cervo; Tiger: Tigre; Zebra: Zebra; Wolf: Lobo. Animais em inglês: principais insetos Ant: Formiga; Mite: Ácaro; Bee: Abelha; Beetle: Besouro; Butterfly: Borboleta; Caterpillar: Lagarta; Cockroach: Barata; Cricket: Grilo; Fly: Mosca; Flea: Pulga; Firefly: Vagalume; Grasshoper: Grilo; Ladybug: Joaninha; Louseorlice: Piolho; Mosquito: Pernilongo/Mosquito; Snail: Caracol; Spider: Aranha; Tick: Carrapato; Termite: Cupim. Animais em inglês: principais animais marítimos Crab: Caranguejo; Dolphin: Golfinho; Fish: Peixe; Octopus: Polvo; Penguin: Pinguim; Seal: Foca; Shark: Tubarão; Whale: Baleia. Animais em inglês: principais tipos de peixes Carp: Carpa; Dogfish: Cação; Dried Salted Cod: Bacalhau; Flounder: Linguado; Hake: Pescada; Scabbardfish: PeixeEspada; Tuna: Atum; Tilapia: Tilápia; Trout: Truta. Animais brasileiros em inglês Capivara: Capybara; Boto Cor-de-rosa: Pink Dolphin; Lobo guará: Maned Wolf; Mico Leão Dourado: Golden Lion Tamarin; Onça Pintada: Jaguar; Tamanduá Bandira: Giantanteater; Tatu: Armadilo; Tucano: Toucan; Quati: Coati. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 45 a solução para o seu concurso! Editora Plantas em inglês PORTUGUÊS INGLÊS árvore tree alecrim rosemary ameixieira plum tree arbusto bush / shrub azaleia azalea azevinho holly açafrão turmeric bordo maple bromélia bromeliads bétula birch canela cinnamon carvalho oak castanheiro horse chestnut tree caule stem cebola onion cebolinha green onion cedro cedar cerejeira cherry tree coentro cilantro colorau red spice mix cominho cumin coqueiro coconut tree cravo clove erva herb ervas finas fine herbs figueira fig tree folha de louro bay leaves gengibre ginger girassol sunflower grama grass lírio lily macieira apple tree manjericão basil margarida daisy melissa melissa musgo moss noz moscada nutmeg oliveira olive tree orquídea orchid orégano oregano papoula poppy pereira pear tree pinheiro pine tree planta plant páprica paprika rosa rose salgueiro willow salsa parsley samambaia fern tulipa tulip violeta violet vitória-régia waterlily Viagens e férias Vocabulário Time off. — Tempo fora do trabalho. Day off. — Dia de folga. Vacation. — Férias. Go away. — Ir viajar. Travel. — Viajar. Take a trip. — Fazer uma viagem. Take time off. — Tirar um tempo fora do trabalho. Go to the beach. — Ir para a praia. Go to the country. — Ir para o interior. Como foram suas férias How was your vacation? — Como foram as suas férias? It was good. — Foram boas. It was amazing. — Foram demais. It was very relaxing. — Foi muito relaxante. Para onde você foi Where did you go? — Onde você foi? We went to the beach. — Nós fomos para a praia. I went to the country with my family. — Eu fui para o interior com minha família. We took a trip to Hawaii. — Nós fizemos uma viagem para o Hawaii. We went to visit our family in France. — Nós fomos visitar a nossa família na França. Who did you go with? — Com quem você foi? I went with my sister and brother. — Eu fui com a minha irmã e meu irmão. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 4646 a solução para o seu concurso! Editora I went with my husband and kids. — Eu fui com meu marido, esposo e crianças. I went with my wife and kids. — Eu fui com a minha esposa e crianças. I went with my classmates. — Eu fui com os meus colegas de aula. Como você viajou How did you go? — Como que você foi? We went by plane. — Nós fomos de avião. We went by car. — Nós fomos de carro. Coisas para fazer nas férias Read. — Ler. Read. — Leu. (Só muda a pronúncia) Go swimming. — Ir nadar ou nadar. Went swimming. — Fui ou foi nadar. Play beach soccer. — Jogar futebol de areia ou de praia. Played beach soccer. — Jogou futebol de areia. Make a bonfire. — Fazer uma fogueira. Made a bonfire. — Fez uma fogueira Play the guitar. — Tocar violão. Played the guitar. — Tocou violão. Throw a bonfire party. — Dar uma festa com fogueira. Threw a bonfire party. — Deu uma festa com fogueira. Write messages in the sand. — Escrever mensagens na areia. Wrote messages in the sand. — Escreveu mensagens na areia. Walk on the boardwalk. — Caminhar no calçadão de madeira. Walked on the boardwalk. — Caminhou no calçadão de ma- deira. atch free summer concerts. — Assistir shows de verão gratuito. Watched free summer concerts. — Assistiu shows de verão gra- tuito. Have a picnic. — Ter um piquenique. Had a picnic. — Teve um piquenique. Play frisbee. — Jogar frisbee. Played frisbee. — Jogou frisbee. Look for seashells. — Procurar por conchas do mar. Looked for seashells. — Procurou por conchas do mar. Watch the sunset. — Assistir o pôr-do-sol. Watched the sunset. — Assistiu o pôr-do-sol. Search for historic sites. — Procurar por lugares históricos. Searched for historic sites. — Procurou por lugares históricos. Get a tan. — Pegar um bronzeado. Got a tan. — Pegou um bronzeado. Go sunbathing ou go tanning. — Ir tomar banho de sol, se bron- zear. Went sunbathing. — Foi se bronzear. Get a sunburn. — Pegar uma queimadura do sol. Got a sunburn. — Pegou uma queimadura do sol. Get sunburn. — Se queimar, ser queimado pelo sol. Got sunburn. — Se queimou do sol. Wear sunscreen ou wear sunblock. — Usar protetor solar. Wore sunscreen. — Usou protetor solar. Use tanning lotion. — Usar bronzeador. Used tanning lotion. — Usou bronzeador. Tempo As horas em inglês podem vir acompanhadas de algumas ex- pressões de tempo como: Day: dia Today: hoje Yesterday: ontem The day before yesterday: anteontem Tomorrow: amanhã The day after tomorrow: depois de amanhã Morning: manhã Afternoon: tarde Evening: noite Night: noite Tonight: esta noite Midday: meio-dia At noon: ao meio-dia Midnight: meia noite At midnight: à meia-noite Para informar as horas em inglês usa-se o “it is” ou “it’s” e os números correspondentes (da hora e dos minutos): Exemplo: 4:35 – It is four thirty-five. A expressão “o’clock” é utilizada para indicar as horas exatas: Exemplo: 3:00 – It is three o’clock. A expressão “past” é usada para indicar os minutos antes do 30: Exemplo: 6:20 – It is six twenty ou It is twenty past six. A expressão “a quarter” é usada para indicar um quarto de hora (15 minutos): Exemplo: 3:15 – It is three fifteen ou It is a quarter past three. A expressão “half past” é usada para indicar meia hora (30 mi- nutos): Exemplo: 8:30 – It is eight thirty ou It is half past eight. Note que depois dos 30 minutos, em vez da expressão “past”, utilizamos o “to”: Exemplo: 8.45 – It is eight forty-five ou It is a quarter to nine. Utilizamos as expressões a.m. e p.m. para indicar quando o ho- rário em inglês ocorre antes ou depois de meio-dia. a.m. – antes do meio-dia p.m. – depois do meio-dia Trabalho e empregosAccountant = contador Actor = ator Actress = atriz Administrator = administrador Agronomist = agrônomo Anthropologist = antropólogo CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 47 a solução para o seu concurso! Editora Archaeologist / archeologist = arqueólogo Architect = arquiteto Astronaut = astronauta Astronomer = astrônomo Athlete = atleta Babysitter, baby-sitter, sitter, nanny (ame) = babá Baker = padeiro Bank clerk = bancário Banker = banqueiro; bancário Bank teller = caixa de banco Barber = barbeiro Barista = barista (quem tira café em casas especializadas) Bartender = barman Bellhop, bellboy = mensageiro (em hotel) Biologist = biólogo Biomedical scientist = biomédico Blacksmith = ferreiro Bricklayer, mason = pedreiro Broker = corretor (de seguros, de investimentos etc., menos de imóveis) Butcher = açougueiro Butler, major-domo = mordomo Buyer = comprador Cabdriver, cab driver, taxi driver, cabby, cabbie = taxista Cabinet-maker = marceneiro Carpenter = carpinteiro Cartoonist = cartunista Cattle breeder, cattle raiser, cattle farmer, cattle rancher = pe- cuarista Cashier = caixa Chef = chef Chemist (bre) = farmacêutico Chemist (ame) = químico Civil Servant = servidor público, funcionário público Clerk = auxiliar de escritório Coach = treinador, técnico esportivo Cobbler = sapateiro Comedian = comediante Commentator = comentarista (rádio e TV) Composer = compositor Computer programmer = programador Conference interpreter = intérprete de conferência Contractor = empreiteiro Consultant = consultor Cook = cozinheiro Dancer = dançarino Dentist = dentista Designer = designer, projetista, desenhista Diplomat = diplomata Doctor, medical doctor, physician = médico Doorman = porteiro Driver = motorista, piloto de automóvel Economist = economista Editor = editor; revisor Electrician = eletricista Engineer = engenheiro, maquinista Farmer = fazendeiro; produtor rural; agricultor Filmmaker = cineasta, produtor de cinema, diretor de cinema Firefighter, fireman = bombeiro Fisherman = pescador Flight attendant = comissário de bordo Foreman = capataz; encarregado Garbageman (ame); dustman (bre) = lixeiro Gardener = jardineiro Geographer = geógrafo Geologist = geólogo Geographer Geógrafo(a) Glazer = vidraceiro Graphic designer = designer gráfico Gravedigger = coveiro Guide = guia Hairdresser, hairstylist = cabeleireiro Headmaster, principal (ame) = diretor (de escola) Historian = historiador Housewife = dona de casa Illustrator = ilustrador Interior designer = designer de interiores, decorador Interpreter = intérprete Jailer = carcereiro Janitor, superintendent, custodian = zelador Journalist = jornalista Jeweller (bre), Jeweler (ame) = joalheiro Judge = juiz (de direito) Lawyer = advogado Librarian = bibliotecário Lifeguard = salva-vidas, guarda-vidas Locksmith = serralheiro; chaveiro Maid = empregada doméstica Male nurse = enfermeiro Manager = gerente Mathematician = matemático Mechanic = mecânico Medic = militar do Serviço de Saúde; médico Meteorologist = meteorologista Midwife = parteira Miner = mineiro Milkman = leiteiro model = modelo Musician = músico Nanny (ame) = babá Nurse = enfermeiro, enfermeira Occupational therapist = terapeuta ocupacional Optician, optometrist = oculista Painter = pintor Paleontologist = paleontólogo Paramedic = paramédico Personal TRAINER = personal Pharmacist = farmacêutico (ame) Cf. CHEMIST Philosopher = filósofo Photographer = fotógrafo Physicist = físico Physiotherapist = fisioterapeuta Pilot = piloto (menos de automóvel), prático Playwright = dramaturgo Plumber = encanador, bombeiro (RJ) Poet = poeta Police officer, officer, constable = policial Politician = político Porter = porteiro Postman, mailman = carteiro Producer = produtor (em geral artístico) Professor = professor (universitário) Proofreader = revisor Psychiatrist = psiquiatra Psychologist = psicólogo Publisher = editor Real estate agent, realtor = corretor de imóveis Receptionist = recepcionista CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 4848 a solução para o seu concurso! Editora Referee = árbitro, juiz (esportes), perito (responsável por análi- se de artigos científicos) Reporter = repórter Researcher = pesquisador Sailor, seaman = marinheiro Salesman* = vendedor Sales representative, sales rep = vendedor Saleswoman* = vendedora Scientist = cientista Screenwriter = roteirista Sculptor = escultor Seamstress = costureira Secretary = secretária Shopkeeper (ame), storekeeper (bre), shop owner, merchant = lojista, comerciante Singer, vocalist = cantor Social worker = assistente social Speech therapist = fonoaudiólogo Statistician = estatístico Systems analyst = analista de sistemas Tailor = alfaiate Teacher = professor Operator = operador Operator, telephone operator = telefonista Teller = caixa (geralmente de banco) Trader = trader, operador (em bolsa de valores) Translator = tradutor Travel agent = agente de viagens Treasurer = tesoureiro Valet = manobrista Vet, veterinarian = veterinário Waiter* = garçom Waitress* = garçonete Welder = soldador Writer = escritor Zoologist = zoólogo A Marinha Proa = Bow Popa = Stern \ astern Bombordo = port Boreste = starboard Convés = deck Linha d aqua = water line Castelo de Proa = forecastle Boca = beans Comprimento (LOA) = length overall Obras Vivas = botton Obras Mortas = topsides Pontal = depth Calado de Vante = Draught forward Tombadilho = Fanny Calado a ré = draught forward Costado = ribcage Plano diametral = diametral plane Bochecha = tack Alheta = wing \ quarter Passadisso = gangway \ bridge Casco = hull Borda livre = free board Displacement = tonelagem Notice to marine = aviso aos navegantes List of Lights = lista de faróis Full Load = plena carga Fuel = combustível Cruising speed = velocidade de cruzeiro Draft = projeto Length = comprimento Inland Waters = águas interiores Bússula = compass Ship = navio Ocean liner = navio transatlântico Tug = rebocador Gross Tonnage = arqueação bruta Tanker Ship = Navio Petroleiro Plataform Ship = navio plataforma Vessel = navio embarcação Broken = quebrado Rope = cabo Boom = pau de carga Starboard = boreste Port = bombordo Speed = velocidade Ahead = a frente Crew = tripulação Stern = popa Fire = fogo Fireman = bombeiro Hose = mangueira Fire Hose = mangueira de incêndio Tonnage Length = comprimento tonelagem Scend = Caturro Heel = adernar (mesmo que banda) Bulkhead = Antepara Flush Deck = convés corrido Hold = porão Bollard = cabeço no cais Bitt = cabeço no navio Profissões a bordo no navio Captain of Long Haul = capitão de longo curso Auxiliary Health = auxiliar de saúde Steward = taifeiro Cook = cozinheiro Pumpman = bombeiro (trabalha com bombas) Nurse = enfermeiro Officer = oficial Skipper = patrão Helmsman = timoneiro Bo’sun = mestre ou contra mestre Seaman = homem do mar Sailor = marinheiro Engineer = chefe de máquinas Mid Ship = meio navio Ship’s Articles = rol de equipagem Ship’s Log = diário de bordo Insurance Certificate = certificado de seguro Customs Clearance = aduaneiro Charter Party = Fretamento Bill of Health = certificado de saúde Charts = cartas hidrográficas International Convention for the Safety of Live at Sea = conven- ção internacional de salvaguarda da vida humana no mar. (Solas) STCW = Standards of training certification and watchkeeping = convenção internacional sobre normas de formação certificação e service de quarto para marinheiro. EPP = personal projective equipament = EPI equipamento de proteção individual. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 49 a solução para o seu concurso! Editora Fire Extinguisher = extintor de incêndio Rudder = leme Helm = timão Bosun’s Locker = paiol do mestre Oars = remos Buoy = boia Fire Alarm = alarme de incêndio Rope Ladder = escada de quebra peito Gangway = passadiço Ports = portos Port Captaincy = capitania dos portos Yacht Harbours = docas de recreio Coast Guard = guarda costeira Watch Tower = posto de vigia Life Boat Station = Estação de Salva Vidas Dependências a bordo Galley = cozinha Crew Mess = refeitório da tripulação Stateroom = cabine de dormir Amarração de cabosRope = cabo \ corda Dock line = cabo de amarração Warp = lais de guia Reef Knot = nó direito Volta do Fiel = clove hitch Fisherman’s Bend = volta do Anete Kink = coca (nó na mangueira) Yarn = fibra Order = ordem Anchor = ancora Estivagem de carga Rope Sling = linga de cabo Bags Balles = bolsas de fardos Steel plates = chapas de aço Homem ao mar = man over board Merchant Ship = Navio mercante Chamadas e comunicações Não especificado = unspecified Explosion = explosão Alagado = flooding Collision = colisão Grounding = encalhando Adernado = listing Capsizing = emborcando Sin King = naufragando Disabled = sem governo Adrift = a deriva Abandonar o navio = abandoning ship Piracy = pirataria Ataque armado = armed attack Grande = big REGISTRO FORMAL E INFORMAL (CAN/COULD); VERBOS MODAIS: SHOULD, MUST, HAVE TO, MAY E MIGHT Os verbos modais da língua inglesa, também conhecidos como modal verbs, mostram possibilidade, intenção, habilidade ou ne- cessidade. Por serem um tipo de verbo auxiliar são usados junto com o verbo principal da frase. Eles podem ser complicados, espe- cialmente quando se trata de usá-los em uma frase. A boa notícia é que eles são simples quando você aprende como eles funcionam. Abaixo, explicamos tudo o que você precisa saber para usar verbos modais com facilidade. Os verbos modais são usados para expressar certas condições hipotéticas, como conselhos, capacidade ou solicitações. Eles são usados ao lado de um verbo principal para mudar um pouco seu sig- nificado. Por serem verbos auxiliares, não podem necessariamente ser usados sozinhos. (Um verbo modal só deve aparecer sozinho se estiver claro no contexto qual é o verbo principal.) Considere a diferença entre esses dois exemplos: • I dance every Saturday. (Eu danço todo sábado) • I can dance every Saturday. (Eu posso dançar todo sábado O primeiro exemplo é uma simples declaração factual. O inter- locutor participa de uma atividade de dança todas as semanas aos sábados. O segundo exemplo usa o verbo modal can. Observe como o significado muda um pouco. O orador não dança todos os sába- dos; ele está dizendo que é capaz de dançar ou que pode dançar todos os sábados, se precisarem. É hipotético. Os verbos modais são bastante comuns em inglês, e você pro- vavelmente já os viu centenas de vezes sem realmente saber seu nome. Os mais utilizados são: • can • may • might • could • should • would • will • must Confira a seguir o significado, contexto e uso de cada um deles. Can O verb modal can significa poder e conseguir (ou sabe - habili- dade), expressando tanto uma possibilidade quanto uma habilida- de, mas pode assumir o significado de permissão também. Confira os exemplos de seu uso na afirmativa, na negativa e na interroga- tiva. • Afirmativa: She can play the piano (Ela sabe tocar piano) - habilidade • Negativa: We can not/can’t go with you (Nós não podemos ir com você) - possibilidade • Interrogativa: Can I visit grandma this weekend? (Eu posso visitar a vovó esse fim de semana?) - permissão Observe que na negativa acrescenta-se o not (não) após o ver- bo modal ou implanta-o no próprio verbo através de uma modifi- cação contraída. Essa regra se aplica a outros verbos modais como veremos a seguir. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 5050 a solução para o seu concurso! Editora May O verbo modal may pode ser considerado a versão formal do can, mas que, por sua vez, expressa apenas possibilidade, pedido ou permissão. • Afirmativa: He may get it wrong. (Ele pode entender errado) - possibilidade • Negativa: My family may not like it (Minha família pode não gostar disso) - possibilidade • Interrogativa: May I be excused? (Você pode me dar licença?) - permissão Could O could significa poderia, ou conseguiria, indica uma possibili- dade ou habilidade e também pode indicar uma sugestão, pedido ou permissão, mas também pode significar podia ou conseguia (ou sabia - habilidade), o passado do verbo modal can. Observe seus usos: • Afirmativa: She could play the piano (Ela sabia tocar piano) –habilidade, age como passado de can • Negativa: We could not/couldn’t tell her that (Nós não podí- amos contar isso a ela) – permissão ou possibilidade • Interrogativa: Could you pass me the salt? (Você poderia me passar o sal?) – possibilidade ou pedido Might O verbo modal might pode ser considerado a versão formal do could, mas, assim como o may, expressa apenas possibilidade ou pedido. Ele também pode assumir um papel de dedução. • Afirmativa: She might be a little sad get it wrong. (Ela pode estar um pouco triste) – possibilidade/dedução • Negativa: Our cousins might not come to the party. (Meus primos podem não vir à festa) - possibilidade • Interrogativa: Might I help you? (Eu posso te ajudar?) - pedido Should O verbo modal should significa dever ou deveria com sentido de sugestão, conselho ou aviso. Confira seu uso: • Afirmativa: You should wash your hands (Você deveria lavar suas mãos) • Negativa: Anna should not/shouldn’t be upset (Anna não de- veria estar chateada) • Interrogativa: Should I try and talk to him? (Eu devo tentar falar com ele?) Must O verbo modal must significa dever com sentido de obrigato- riedade, proibição, regra, em outros casos pode indicar uma de- dução, presumindo a ação ou o sentimento do sujeito da oração. Confira seu uso: • Afirmativa: Monica must be so happy with the pregnancy (A Monica deve estar tão feliz com a gravidez) - dedução • Negativa: You must not swear (Você não deve falar palavrões) - proibição • Interrogativa: Must we visit him? (Nós devemos visitá-lo?) - obrigação Would Diferentemente dos demais verbos modais, o would por si só não se traduz na língua inglesa, mas age como modificador do verbo que o segue, transformando-o em um verbo no futuro do pretérito indicativo, ou seja, verbos terminados em -ria, os quais representam uma situação que possivelmente teria ocorrido em al- gum momento antes de determinada situação no passado. O modal would também pode conferir sentido de possibilidade, desejo ou pedido (ou sugestão no sentido de oferta). Confira a seguir: • Afirmativa: We would love to go. (Nós amaríamos ir) - desejo • Interrogativa: Dad wouldn’t understand this situation? (Papai não entenderia essa situação.) - possibilidade • Interrogativa: Would you like some water? (Você gostaria de um pouco de água?) – pedido/sugestão Will O verbo modal will age diferente dos demais verbos modais, pois modifica o tempo verbal do verbo que o segue, transformando a oração em um futuro simples, não possuindo significado em si próprio. • Afirmativa: I will visit my friends abroad. (Eu visitarei meus amigos no exterior) • Negativa: They will not/won’t believe me. (Eles não acredi- tarão em mim) • Interrogativa: Will you be there? (Você estará lá?) PALAVRAS COGNATAS E FAMILIARES A língua inglesa apresenta uma grande quantidade de cognatos com a língua portuguesa. Esse fato ocorre principalmente devido à origem das palavras inglesas – o grego e o latim, que é a mesma origem das palavras em português. As palavras cognatas do inglês para o português são parecidas tanto no significado quanto na forma, e são muito usadas na língua inglesa – representam cerca de 30% de um texto em inglês. Não há registros da existência de um texto longo em inglês que não apre- sente, no mínimo, uma palavra cognata com a língua portuguesa. Os cognatos possuem três classificações: idênticos, semelhan- tes e vagamente parecidos. No entanto deve-se ficar atento as pala- vras não cognatas. Essas palavras possuem uma grafia semelhante a algumas palavras da língua portuguesa, porém seu significado se difere totalmente do significado das palavras em português. Veja quais são as principais palavras cognatas do idioma inglês para o português e seu significado: Accidental: acidental Creation: criação Comedy: comédia Comic: cômico Competition: competição Composition: composição Connect: conectar Different: diferente Economy: economia Emotion:emoção Example: exemplo Future: futuro Garage: garagem Human: humano Idea: ideia Important: importante Material: material Minute: minuto Mission: missão Music: música Pages: páginas Persistente: persistente CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 51 a solução para o seu concurso! Editora Positive: positivo Potential: potencial Offensive: ofensivo Other: outro Reaction: reação Regular: regular Television: televisão Video: vídeo Falsos cognatos Falsos cognatos ou heterossêmanticos são palavras cuja grafia em dois idiomas é semelhante, mas a origem em ambas as línguas é distinta, fazendo com o que o significado das palavras em idiomas diferentes apresente divergências. Existem dois tipos de falsos cognatos: Estruturais: diferem na estrutura gramatical, possuindo uma semelhança na grafia, mas não possuem o mesmo sentindo e o mesmo uso em ambos os idiomas Lexicais: palavras que possuem a mesma grafia, mas sua tradu- ção é divergente, alterando o sentindo real da palavra. Principais falsos cognatos inglês-português Conheça os principais falsos cognatos da língua inglesa para a língua portuguesa, com os seus respectivos significados: Actually: realmente Borrow: emprestar Call: telefonar Charge: cobrar Century: século College: faculdade Come: entrar Content: conteúdo Cops: policiais Fill: preencher Library: biblioteca Lunch: almoço Notebook: caderno Relatives: parentes Refrigerator: geladeira Sale: venda Say: dizer Soda: refrigerante Tax: imposto Truck: caminhão Fonte: https://www.guiadacarreira.com.br/educacao/fluencia-ingles- -conheca-palavras-cognatas/ NEGOCIAÇÃO DE SENTIDOS E CONFLITOS, RECURSOS LIN- GUÍSTICOS E PARALINGUÍSTICOS Frases para Expressar Opinião em Inglês Frases para Expressar Opinião em InglêsI think it’s… » Acho que está…; Acho que é… In my opinion, … » Na minha opinião, … In my view, … » No meu ponto de vista, … I believe that… » Eu acredito que…; Eu creio que… It seems to me that… » Me parece que… The way I see it… » Do modo como vejo…; Do jeito como enca- ro…; Da forma como vejo… From where I stand… » Do modo como vejo… From my perspective… » Do modo como vejo…; Da forma como vejo… To my mind, … » Do modo como vejo…; Em minha opinião… As far as I’m concerned… » Até onde eu sei… My impression is that… » Minha impressão é que… I am under the impression that… » Eu tenho a impressão que… Can I sleep on it before giving you my decision? » Posso pensar um pouquinho mais antes de me decidir? I’m not so sure, I’d like to think it over. » Não tenho tanta certe- za, gostaria de pensar melhor. Usos e Exemplos Como você pode notar, várias dessas frases não são difíceis de usar. Tudo o que você precisa é saber o que deseja dizer. I think it’s just perfect. I think it’s awful. I think it’s not the right thing to do. I think it’s too late for that. In my opinion, he’s not the right person to do that. In my opinion, this is unacceptable. In my point of view, you did that right thing. From my perspective, it is just terrible. The way I see it, this looks like a very good deal. The way I see it, she’s not going to achieve her goals doing the same thing she always does. As far as I’m concerned, the whole process needs some impro- vement. In my point of view, they’re not going solve this too soon. I believe that they’re totally wrong. I believe that he isn’t good enough to take that position. It seems to me that we’re really in trouble. It seems to me that your sister isn’t helping us tomorrow. It seems to me that this whole thing is a mistake. From where I stand, it appears that you’re going to have to pay a lot of money to get this matter settled. Já outras frases são mais fechadas e você deve usá-las da forma como são: Can I sleep on it before giving you my decision? I’m not so sure, I’d like to think it over. No geral, o uso dessas frases para expressar opinião em inglês dependerá muito mais do que você realmente quer dizer. O impor- tante é tê-las na ponta da língua e assim ser capaz de usá-las con- forme o contexto permitir. Fonte: https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/ensino_funda- mental/expressoes-que-usamos-para-dar-opiniao-2/ UTILIZAR A LÍNGUA INGLESA PARA INFORMAR/COMUNI- CAR/FALAR DO FUTURO: PLANOS, PREVISÕES, POSSIBILI- DADES E PROBABILIDADES - Futuro próximo. Exemplo: The train leaves at 9 pm. Observações: - Alguns verbos não são normalmente usados nos tempos con- tínuos. Devemos usá-los, preferencialmente, nas formas simples: see, hear, smell, notice, realize, want, wish, recognize, refuse, un- derstand, know, like, love, hate, forget, belong, seem, suppose, appear, have (= ter, possuir), think (= acreditar). CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 5252 a solução para o seu concurso! Editora - Verbos monossilábicos terminados em uma só consoante, precedida de uma só vogal, dobram a consoante final antes do acréscimo de –ing. Exemplos: Run → running swim → swimming - Verbos dissilábicos terminados em uma só consoante, prece- dida de uma só vogal, dobram a consoante final somente se o acen- to tônico incidir na segunda sílaba. Exemplos: prefer → preferring admit → admitting listen → listening enter → entering - Verbos terminados em –e perdem o –e antes do acréscimo de –ing, mas os terminados em –ee apenas acrescentam –ing. Exemplos: make → making dance → dancing agree → agreeing flee → fleeing - Verbos terminados em –y recebem –ing, sem perder o –y. Exemplos: study → studying say → saying - Verbos terminados em –ie, quando do acréscimo de –ing, per- dem o –ie e recebem –ying. Exemplos: lie → lying die → dying Porém, os terminados em –ye não sofrem alterações. dye → dyeing Formas afirmativa, negativa e interrogativa Immediate Future O simple future é um das formas usadas para expressar ações futuras. Em geral vem acompanhado de palavras que indicam fu- turo, como: tomorrow, next. Geralmente, usamos a palavra “will”. Posteriormente, você verá que também podemos utilizar “be going to” para formar o futuro e a diferença de utilização entre eles. Example: Affirmative: What will you study? Negative: I will study English. Interrogative: I won’t study English. Note: we use the auxiliary verb WILL + verbs in infinitive (wi- thout “to” ). IDENTIFICAR O ASSUNTO, O CONTEXTO, A FINALIDADE E OS INTERLOCUTORES EM TEXTOS ORAIS PRESENTES NAS DIVERSAS MÍDIAS; INFERIR INFORMAÇÕES ESPECÍFICAS EM TEXTOS ORAIS Prezado Candidato, o tema acima supracitado, já foi abordado em tópicos anteriores. COMPOR APRESENTAÇÕES ORAIS SOBRE TEMAS SOCIAIS RELEVANTES; ESCUTA DE TEXTOS ORAIS E MULTIMODAIS DE CUNHO ARGUMENTATIVO Os textos multimodais combinam dois ou mais modos, como linguagem escrita, linguagem falada, visual (imagem fixa e em movi- mento), áudio, gestual e significado espacial. A criação e compreen- são de textos multimodais digitais envolve o uso de tecnologias de comunicação, no entanto, os textos multimodais também podem ser baseados em papel ou performances ao vivo. Ter a capacidade de criar uma gama de textos falados, escritos e multimodais cada vez mais complexos e sofisticados para diferen- tes propósitos e públicos, com precisão, fluência e propósito, tem se tornado uma necessidade cada vez mais recorrente no mercado de trabalho. A criação de textos multimodais é uma prática cada vez mais comum nas salas de aula contemporâneas. Alguns desses textos multimodais costumam ser simples de produzir, como pôsteres, storyboards, apresentações orais, livros ilustrados, brochuras, apre- sentações de slides (PowerPoint), blogs e podcasts. Mas também existem as produções de texto multimodal digital mais complexas que incluem páginas da web, histórias digitais, histórias interativas, animação e filme. Os autores precisam ser capazes de criar textos multimodais para diferentes propósitos e públicos, com precisão, fluência e ima- ginação. Para fazer isso, precisam saber como o significado é trans- mitido através dos vários modos usados no texto, bem como vários modos trabalham juntos de diferentes maneiras para transmitir a históriaou a informação a ser comunicada. E é crucial saber escolher criativa e propositalmente diferentes modos de transmitir um significado particular em diferentes mo- mentos em seus textos e como manipular as várias combinações de diferentes modos em todo o texto para melhor contar sua história. O tipo mais comum de texto multimodal é aquele que faz rela- ção entre a palavra escrita e imagens. O uso de ilustrações, fotogra- fias, iconografia, dentre outros elementos visuais que acompanham o texto escrito é algo ocorre com frequência e não é nada incomum. O segredo aqui é que essa combinação é uma ferramenta poderosa para auxiliar na compreensão global de um texto em um idioma estrangeiro do qual se tem conhecimento básico ou inicial. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 53 a solução para o seu concurso! Editora A compreensão global se baseia em entender o significado geral do que você está ouvindo ou lendo. Pode ser comparada à com- preensão seletiva, que significa compreender informações específicas do texto, e à compreensão detalhada, que significa compreender tudo. As compreensões globais, seletivas e detalhadas têm paralelos com as três habilidades de leitura de skimming, scanning (as quais já abordamos) e leitura intensiva. A imagem um papel de crucial importância nesse processo, em especial diante da interpretação de um texto. Ao fazer a associação imagética de uma imagem com o texto escrito é possível obter informações complementares que dão indicações ou sugestões com relação ao que se pretende comunicar no todo. Esse tipo de leitura está muito presente na interpretação de textos presentes em tirinhas ou quadrinhos. Observe: Geralmente em quadrinhos, cartuns e tirinhas, a análise das imagens que acompanham o texto é um processo que ajuda na com- preensão geral do texto escrito de forma muito facilitada, pois grande parte da comunicação se dá na imagem. A análise da ilustração presente na tirinha acima permite que o leitor identifique as emoções dos personagens. O primeiro parece ami- gável no primeiro quadro e o segundo parece cansado (informação evidenciada pela sua expressão, olhos pequenos e pela xícara de café ao seu lado); já no segundo e terceiro quadro, vemos o primeiro personagem com uma expressão triste ou confusa, o que indica um ques- tionamento acerca do primeiro; e, por fim, no último quadro vemos o personagem cansado dormindo e sonhando com seu trabalho, o que nos indica todo o contexto global da tirinha e nos ajuda a chegar na conclusão: Ele está cansado porque trabalha até nos seus sonhos. Essa conclusão é a mesma que se tira ao fazer a leitura das falas dos personagens, o que indica a tamanha importância do recurso imagético presente nesse tipo de conteúdo e análise. Em outros casos, porém, a significância e relevância da imagem com relação ao texto tem menor proporção, mas ainda é capaz de indicações, sugestões ou auxílio na compreensão global e em sua relação com o texto escrito. Em um artigo ou em uma peça jornalística, por exemplo, a presença de imagens é menor ou diminuída dependendo do veículo de co- municação, mas ainda assim tem poder de comunicar a mensagem e fazer o leitor compreender rapidamente, por vezes, antes mesmo de realizar a leitura do texto em si. Nesse caso, título e imagem são elementos que combinam e formam sentido que antecede o próprio texto. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 5454 a solução para o seu concurso! Editora Observe o jornal que noticiou a morte da Rainha Elizabeth II. Antes mesmo de ter qualquer compreensão do que se trata, sa- bemos sobre quem se trata o texto e, pelo tamanho da imagem, sabemos que é uma notícia de extrema relevância, por se tratar de sua Majestade, a Rainha, na capa, mas também por tomar prati- camente todo o assunto da capa, sem nenhuma outra imagem in- serida como tópico de relevância ou nenhuma outra notícia tendo destaque. Em um segundo momento, a análise da língua escrita permite uma compreensão mais aprofundada do que se trata. Sem ela, ape- nas a imagem da Rainha não seria suficiente obter o conhecimento de que ela faleceu, ao entender a informação escrita, ainda que em trechos ou pedaços, nesse caso, permite que o leitor tenha todas as informações que necessita para realizar a análise e interpretação de um texto. Conhecimento léxico, gramatical e vocabular jamais pode ser substituído pela compreensão imagética, mas o exercício de com- preensão de ambos e da relação entre eles é crucial para uma total compreensão da língua inglesa em textos, para além da compreen- são global limitada. PRÁTICAS DE LEITURA DE TEXTOS: ESTRATÉGIAS DE LEITU- RA/PRÁTICAS DE LEITURA/LETRAMENTO “Quanto mais você lê, mais coisas você sabe. Quanto mais você aprende, mais lugares você vai.” Essa é uma citação famosa do Dr. Suess. E é completamente verdadeira. A importância das habilida- des de leitura deve ser enfatizada sempre. Quando um professor demonstra preocupação nesta área, é com o devido motivo. A leitura é fundamental para nos ajudar a encontrar e trans- mitir informações. É uma habilidade essencial que é desenvolvida desde uma idade muito jovem. Entenda por que a leitura é benéfica para todos nós e como a importância da compreensão da leitura é essencial para entender o mundo ao nosso redor. A leitura tem muitos benefícios, mas é uma habilidade que mesmo muitos adultos não usam o suficiente. Além da necessidade da leitura para sobreviver no mundo de hoje, vejamos alguns outros benefícios da leitura e como eles podem contribuir positivamente para o desenvolvimento. Ler ajuda você a descobrir o mundo A leitura é uma porta de entrada para aprender tudo sobre tudo. Ele ajuda você a descobrir coisas novas e a se educar em qual- quer área da vida em que esteja interessado. Você pode encontrar um livro sobre praticamente qualquer assunto que possa imaginar, mergulhar e começar a aprender. Seu filho pode aprender sobre seus interesses (e até sobre si mesmo) lendo coisas de que gosta. • Ler desenvolve a imaginação e a criatividade Quando assistimos à televisão ou a um filme, todas as informa- ções nos são dadas na tela – não há nada que precisemos imaginar. Um livro em sua forma pura é apenas palavras em uma página, e nossas mentes precisam fazer o trabalho, imaginando as palavras ganhando vida. Isso faz maravilhas para desenvolver nossa criativi- dade e imaginação. • A leitura melhora o vocabulário e a comunicação Dar a alguém o acesso a um mundo de palavras é uma das me- lhores maneiras de melhorar seu vocabulário e aprimorar suas ha- bilidades de ortografia. O novo conhecimento adquirido através do prazer tende a permanecer na mente e nem parece trabalho! Suas habilidades de comunicação escrita e falada podem ser melhoradas através da leitura regular. • A leitura ajuda a construir uma boa autoimagem e a intera- gir bem com os outros Aprender novos conceitos, descobrir lugares interessantes e entender as perspectivas dos outros é fundamental para construir uma autoimagem completa – sem mencionar o aumento da autoes- tima de ser capaz de ler bem! É nas primeiras idades que as crianças podem ser mais facilmente influenciadas, e ter uma experiência de leitura positiva pode fazer maravilhas para ajudá-las a formar uma percepção positiva de si mesmas. A leitura também traz benefícios sociais. As crianças podem discutir histórias com outras pessoas e formar amizades sobre interesses compartilhados. • Ler melhora a concentração e reduz o estresse A leitura não apenas concentra sua atenção inteiramente na tarefa em mãos, mas também o mergulha na informação, melho- rando a concentração e a memória do que você lê. Envolver-se com- pletamente em um livro pode nos ajudar a relaxar e ficar calmo. — LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS A compreensão de leitura é a capacidade de entender uma passagem escrita de um texto. É a ponte entre o leitor passivo e o leitor ativo, e o elo crucial para uma leitura eficaz – essencial para uma vida acadêmica, profissional e pessoal rica.A compreensão da leitura envolve vários processos diferentes, como imaginar o que as palavras descrevem, entender o contexto de um texto e ser ca- paz de responder a perguntas relacionadas a ele. Pense em um li- vro que você leu antes e tente resumir sobre o que era o livro. Se você puder responder a perguntas sobre um livro ou texto, explicar eventos importantes que aconteceram em uma história e tiver uma opinião sobre porque os eventos ocorreram, você está demonstran- do habilidades de compreensão. Sem habilidades de leitura e com- preensão, temos dificuldades para crescer academicamente, pois a leitura é a base para todas as disciplinas acadêmicas, como História, Matemática e Ciências. Ela também influencia a capacidade de escrever. A fluência de leitura também é uma parte muito importante da compreensão da leitura, pois os leitores que passam o tempo decodificando palavras muitas vezes perdem a compreensão do que está sendo lido. É vi- tal se concentrar no básico para fornecer uma base sólida de com- preensão de leitura. Isso pode incluir prestar mais atenção, análise auditiva, combinação de sons, memória, velocidade de processa- mento e percepção visual. A falta de fortes habilidades de com- preensão de leitura afeta o sucesso de uma pessoa na escola, na faculdade e na vida adulta em geral, pois grande parte do progresso depende da compreensão, análise e aplicação das informações co- letadas por meio da leitura. A interpretação, por sua vez, é a explicação ou declaração do significado de algo, mas principalmente o de um texto. Também pode ser definida como a explicação de ações, ditos ou eventos, que podem ser entendidos de mais de uma maneira. Essa ação é consequência do ato de interpretar. Quando uma pessoa interpreta um evento, conteúdo ou material publicado, pode entendê-lo de mais de uma maneira, mas sempre dentro da estrutura do conceito que está analisando. A interpretação de textos diz respeito a buscar significado de um material escrito para encontrar significado. Um processo sujeito a conhecimentos, valores, critérios e julgamentos individuais, mas também ligados ao estado de espírito do leitor ao ler e às intenções do autor. Dessa forma, a interpretação dentro da literatura é a de- codificação do texto, de certa forma sendo traduzido para dar-lhe outro significado. Nesse sentido, está relacionado à hermenêutica, que como objetivo explicar o que se pretende comunicar verbal- mente, não verbalmente e por meio da escrita. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 55 a solução para o seu concurso! Editora A interpretação de texto em inglês é uma competência impor- tante para realizar provas. Ainda que não se saiba um idioma por completo, ainda que você não seja fluente, é possível interpretar e compreender um texto em inglês através de um recurso chamado inglês instrumental, um recurso criado para guiar pessoas até um nível de fluência mais específico. Através do inglês instrumental é possível realizar provas, exames e testes para concursos, vestibula- res, entre outros. — PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE LEITURA Para ler em inglês, não são os detalhes gramaticais e as regras que importam inicialmente, mas as estruturas, o significado de pa- lavras e expressões e uma compreensão geral de texto. O primeiro passo para interpretar um texto é saber do que se trata seu tema. Algumas palavras semelhantes, nomes de pessoas, lugares e dados contidos no texto podem ser chave para encontrar boas informa- ções que podem facilitar a leitura. Existem duas técnicas de inter- pretação textual muito úteis para os não falantes do idioma, são elas o skimming e o scanning. Confira a seguir: • Skimming Para textos longos, o skimming se faz primordial, pois permite que o leitor obtenha informações sem precisar passar os olhos por cada letra do texto e perca tempo precioso durante uma prova. Esta técnica consiste em uma leitura em pedaços, ou seja, uma leitura apenas de trechos, frases ou pequenos parágrafos do texto que sal- tam aos olhos e parecem mais providos de dados, a fim de que se possa responder algumas perguntas básicas como: — Qual a opinião do autor diante do tema? — Por que o problema acontece? — Qual sua resolução? Além destas perguntas, é possível formular outras que podem ser úteis de acordo com o contexto e da temática da leitura. Com esta técnica o texto pode ser lido com mais rapidez e pode ser in- terpretado com mais facilidade sem prender o leitor à detalhes que não fazem diferença no momento de responder questões. • Scanning No processo de scanning, os olhos devem se fixar em palavras- -chaves, nomes, dados, estatísticas, datas, números e toda e qual- quer informação relevante que possa servir como organizadores de texto, bullet points. Esta técnica consiste em grifar ou marcar estas informações úteis para que se possa visualizá-las melhor no mento de responder uma questão. É também uma técnica ágil que pode encurtar o tempo de leitura. O mais importante durante a interpretação não é a leitura e sim o conteúdo inserido no texto. Uma vez que estes são encontrados, torna-se mais fácil interpretar o texto e compreender a mensagem que ele pretende passar. Diante disso, ler, especialmente em outro idioma, exige prática e se um leitor eficaz vai além de completar a leitura na íntegra ou usar marcadores de texto. Há uma variedade de práticas e estraté- gias que você pode usar para ler de forma eficaz e reter as informa- ções que lê. Considere as seguintes dicas e ideias rápidas para aproveitar ao máximo seu tempo de leitura: • Agende um horário para ler: A leitura é uma coisa fácil de adiar, porque muitas vezes não há uma data exata para acontecer. Ao agendar um horário a cada semana para fazer sua leitura, é mais provável que você a complete como se fosse uma tarefa. Produzir um guia de estudo ou tomar notas da leitura pode ajudar a direcio- nar seu pensamento enquanto lê. • Prepare-se para o sucesso: Escolha um local propício à leitu- ra. Estabeleça uma meta razoável para ela e um limite para quanto tempo você irá realizar essa atividade. Essas técnicas tornam a lei- tura mais fácil e ajudam a estabelecer o seu início e o seu término. • Escolha e use uma estratégia de leitura específica: Existem muitas estratégias que o ajudarão a ler e reter informações ativa- mente. Ao escolher conscientemente uma maneira de abordar sua leitura, você pode começar a primeira etapa da preparação para de uma prova ou para escrever uma redação. Lembre-se: bons leitores geram escritores mais fortes. • Monitore sua compreensão: Ao terminar uma seção, pergun- te a si mesmo: “Qual é a ideia principal desta seção? Posso respon- der a uma pergunta da prova sobre este tópico?” As perguntas no final dos capítulos são particularmente boas para focar sua atenção e avaliar sua compreensão. Se você estiver tendo dificuldade em lembrar de informações ou responder a perguntas sobre o texto, faça uma busca no texto e procure pontos-chave e respostas. Téc- nicas de autocorreção, como revisitar o texto, são essenciais para avaliar sua compreensão e são uma técnica marcante de leitores avançados. • Tome notas enquanto lê: Sejam anotações nas margens do livro ou anotações em um pedaço de papel ou caderno separado, envolva-se com a leitura por meio de suas anotações – faça pergun- tas, responda a perguntas, faça conexões e pense em como essas ideias se integram a outras fontes de informação (como palestras, documentários, outras leituras etc.). — LETRAMENTO O termo letramento é mais comumente definido como a ca- pacidade de ler e escrever. Mas não é tão simples quanto parece. As habilidades de leitura e escrita variam em diferentes culturas e contextos, e também estão mudando constantemente. Hoje em dia, a ‘leitura’ engloba mídias visuais e digitais com- plexas, bem como material impresso. Uma pessoa idosa que pode ler o jornal pode ter dificuldades para obter informações do Google. Da mesma forma, diferentes culturas terão diferentes percep-ções de letramento e alfabetização. As tradições de escrita da língua inglesa tornam a compreensão da leitura uma parte essencial do letramento, mas isso pode não ser tão importante em culturas ou grupos que raramente leem material impresso. Idealmente, todo individuo precisa de letramento para se en- volver com a palavra escrita na vida cotidiana. Pense em quantas ve- zes você usa suas próprias habilidades de leitura na vida cotidiana. Não são apenas textos como esse que exigem a alfabetização, mas também sinais, rótulos e mensagens em seu telefone. O mesmo vale para a escrita. Hoje em dia, até mesmo as chamadas telefôni- cas deram lugar a mensagens instantâneas e comunicação baseada em texto, tornando a capacidade de ler ainda mais importante. Mas além do nível funcional, o letramento desempenha um papel vital na transformação das pessoas em cidadãos socialmente engajados. Ser capaz de ler e escrever significa ser capaz de acom- panhar os eventos atuais, comunicar-se de forma eficaz e entender os problemas que estão moldando nosso mundo. Quando se trata de um idioma estrangeiro, o letramento pode se dar de diferentes formas. No Brasil, o aprendizado do idioma ain- da não é algo presente de forma significativa no processo de alfa- betização na infância, ou seja, nosso país não é bilíngue e a grande maioria da população jamais aprende outro idioma. Parte da população que se enquadra na lista dos falantes de um segundo idioma, possuem o inglês como segunda língua (ESL ou TESL), esse termo tradicional é usado para definir o uso ou estudo da língua inglesa por falantes não nativos de um ambiente de língua inglesa (também é conhecido como inglês para falantes de outros idiomas). Também conhecido como inglês para falantes de outros CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 5656 a solução para o seu concurso! Editora idiomas. ESL também se refere a abordagens especializadas para o ensino de línguas projetadas para aqueles cuja língua principal não é o inglês. Se você estiver aprendendo inglês em um país onde o inglês não é comum, seja qual for o seu idioma nativo, você pode adicio- nar o inglês como outra habilidade linguística. Esteja você no ensino médio, faculdade ou prestando concurso, estudar inglês é um requi- sito na atualidade, pois é a língua que o mundo fala. AVALIAÇÃO DE TEXTOS LIDOS: ELEMENTOS DE UMA NAR- RATIVA; RECURSOS MULTIMODAIS. CARACTERÍSTICAS Como concurseiro, você lerá os materiais o tempo todo, tanto os indicados por editais, quanto aqueles que você selecionar por conta própria e o material que você lê pode ser impresso, digital ou ambos. Conhecer o seu propósito para a leitura pode ajudá-lo a ob- ter mais significado de um texto e, para isso, é necessário que você retenha as informações que leu antes de ser capaz de avaliá-las. A leitura crítica, análise ou avaliação de textos é um tipo de leitura ativa em que o leitor analisa o conteúdo durante e após a leitura. Envolve revisar o texto, identificar seus pontos fortes e fracos e avaliar sua credibilidade. Ao ler um texto, é uma boa ideia destacar pontos importantes ou usar post-its para registrar seus pensamentos e perguntas. Se o material estiver em formato digital, o dispositivo de leitura provavelmente terá ferramentas que permi- tem fazer anotações e destacar informações. Ao fazer anotações, os organizadores gráficos podem ser uma técnica valiosa para registrar e analisar informações. • Elementos e características de uma narrativa Para aprimorar suas habilidades e compreensão na leitura críti- ca de narrativas é preciso entender os elementos que a compõem. Esses elementos são: theme, plot, characters, point of view, setting, theme, conflict, and style. Conheça cada um deles: Theme (Tema): Definição: O tema é talvez o conceito literário mais importante, porque é a ideia abrangente que o escritor da história deseja que o leitor entenda. Todos os outros conceitos literários são usados para criar tema. O tema é o comentário do autor sobre um assunto. Por exem- plo, em Otelo de Shakespeare, um dos principais temas é a facili- dade com que a percepção humana pode ser manipulada quando emoções poderosas estão em jogo. Para determinar o tema, exami- ne outros elementos literários da história. Perguntas a serem consideradas: primeiro identifique o(s) as- sunto(s) da história e depois pergunte “O que o escritor está tentan- do dizer sobre esse assunto? Que ferramentas literárias o escritor usa para criar esse tema?” Plot (Enredo): Definição: O enredo é a estrutura da narrativa conforme ela se move através do tempo. A maioria das narrativas (mas não todas) segue essa tradição estrutura do enredo. Consiste na exposição (in- trodução de cenário e personagens), ação crescente (eventos que constroem conflitos para o protagonista), clímax (a tensão do confli- to atinge o ponto mais alto, ponto mais intenso), ação de queda (os eventos que seguem o clímax) e desfecho (a resolução do conflito). Questões a considerar: Qual é a relação entre os acontecimen- tos da história? Como as ações informam o tema da a história? Characters (Personagens): Definição: Personagens são as pessoas envolvidas na narrativa. O processo pelo qual um escritor cria um personagem é chamado de caracterização. O personagem principal ou central, muitas vezes considerado o herói, é chamado de protagonista. O personagem principal que se opõe ao protagonista é o antagonista, às vezes con- siderado o vilão. A análise literária de personagens geralmente se concentra em ser ou não e em que medida um personagem mudan- ças ao longo da história. Questões a considerar: Qual é a motivação de cada persona- gem? Como os personagens crescem ou se transformam ao longo da história? Ou eles não crescem ou mudam? O que faz o seu cres- cimento ou falta de crescimento dizer sobre o tema da história? Conflict (Conflito): Definição: Conflito refere-se à questão ou problema que os per- sonagens de uma história são confrontados. A narrativa é estrutura- da em torno de como os personagens enfrentam o conflito. Os qua- tro tipos gerais de conflitos são: 1) pessoa vs. pessoa (um casal em processo de divórcio); 2) pessoa vs. eu (protagonista lutando com depressão); 3) pessoa vs. natureza (protagonista tentando sobrevi- ver a um desastre natural); e 4) pessoa vs. sociedade (protagonista da luta pelos direitos civis). A interação de personagem e conflito cria o efeito da história e é o principal indicador de significado. Questões a considerar: Como o conflito afeta os personagens principais da história? Como está a resolução de conflitos de o que a resolução diz sobre o tema? Como o conflito muda os personagens principais? Setting (Contexto): Definição: Este elemento pode se referir a um tempo e lugar em que a história se passa. O local pode funcionar simbolicamente ou pode simplesmente ser um pano de fundo onde a história vai ocorrer. Questões a considerar: Como o local, hora e/ou data da história afetar o tema? Como o cenário afeta a forma como os personagens responder ao conflito? Point of view (Ponto de vista): Definição: Refere-se à perspectiva a partir da qual a história é contada. Este elemento inclui narradores oniscientes em primeira pessoa, terceira pessoa e terceira pessoa. * Narrador em primeira pessoa: conta a história da perspecti- va de um ou vários personagens com a palavra “eu” ou “nós”. Os leitores, como se fossem seus próprios olhos, podem vislumbrar as ações dos personagens. * Narrador limitado em terceira pessoa: conta a história de uma perspectiva externa da perspectiva de um dos personagens (geralmente o protagonista). O narrador limitado em terceira pes- soa pode relatar eventos, pensamentos, ações, mas está limitado a esse único personagem. Por exemplo, se a narração for do ponto de vista do protagonista, o narrador não consegue relatar eventos que estão acontecendo na cidade de onde está o protagonista, nem podem relatar os pensamentos interiores de qualquer outro perso- nagem. Terceiroa narração limitada por pessoa usa os pronomes “ele”, “ela” ou “eles”. * Narrador onisciente em terceira pessoa: também conta a his- tória de uma perspectiva externa, mas isso narrador não se limita a ações e pensamentos de um personagem. Este narrador conhece todas as formações da história e pode relacionar os acontecimentos da história, as ações e a fala de cada um, bem como os pensamen- tos interiores de qualquer personagem. Não há limites para este narrador. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 57 a solução para o seu concurso! Editora Questões a considerar: O narrador reflete uma perspectiva in- terna ou externa da história? Por que o autor escolheu esse ponto de vista? O que mudaria se a história fosse contada de um ponto de vista diferente? Style (Estilo): Definição: Este elemento refere-se à forma como o escritor usa a linguagem, incluindo dicção, voz, tom, estilo de frase, etc. Prestar atenção a esses detalhes permite que o leitor identifique como e por que a escolha de palavras e estilo de frase, etc. podem ajudar a criar o efeito e o significado da história. Questões a considerar: A dicção é difícil ou simples de enten- der? As frases são curtas ou complexo? Por que o escritor fez essas escolhas estilísticas? Como essas escolhas adicionam ou diminuem o efeito da história? RELAÇÕES ENTRE TEXTO E IMAGEM, COM FOCO NA COM- PREENSÃO GLOBAL No mundo globalizado em que vivemos não é possível desasso- ciá-lo da língua inglesa. Esse idioma se encontra presente em mui- tos lugares ao nosso redor como, por exemplo, em nomes de lojas, nomes de restaurantes, em placas, em produtos. Podemos dizer, então, que o inglês se tornou uma língua global, ou seja, se tornou um idioma que facilita a comunicação entre diversas pessoas que possuem línguas maternas diferentes. Ao afirmarmos isso, a língua inglesa perpassa em várias esferas do conhecimento, dessa forma, os alunos conseguem perceber os diversos contextos em que uma língua estrangeira é utilizada. Ou seja, em diversos textos, materiais, gêneros textuais diversos, etc. Dessa forma, o aluno é levado à necessidade de ler textos de assuntos diferentes. Assim, para que a aquisição do conhecimento aconteça, o aluno necessita buscar várias fontes e, dessa forma, a compreensão de textos em língua estrangeira é essencial, principal- mente a língua inglesa, que hoje é uma língua universal. Para a compreensão eficaz de textos em língua estrangeira é necessário que compreendamos algumas estratégias de leitura que facilitarão esse processo como, por exemplo, as estratégias de scanning e skimming, entre outras. A seguir, discutiremos e apre- sentaremos exemplos dessas estratégias de leitura. fonte: https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/ensino_funda- mental/leitura-de-textos-em-lingua-inglesa/ ANÁLISE DA ESTRUTURA COMPOSICIONAL DE TEXTO; Muitos têm dificuldade em ler textos em Língua Inglesa, dizem que não tem vocabulário suficiente ou mesmo que não entendem nada do idioma. Alguns alunos, apesar de apresentarem algum vo- cabulário, também se atrapalham, porque precisam consultar mui- tas vezes o dicionário, ou porque se deparam com muitos significa- dos e não conseguem distinguir qual usar. Esta aula discorre sobre algumas estratégias para ler textos nesse idioma que vão otimizar o tempo de pesquisa do estudante, bem como aprofundar e tornar mais eficiente a sua leitura em outra língua. Para isso, primeiramente, é importante conhecer as noções de tipo textual e gênero textual. Observe a imagem que foi dada. Ao tentarmos entendê-la, a primeira coisa que percebemos é que ela é composta de uma parte não verbal (imagem) e de uma parte ver- bal, um texto. Pois bem, antes de começarmos a discutir que TIPO TEXTUAL a imagem contém e que GÊNERO TEXTUAL é o que está contido nesse espaço. Precisamos destrinchar dois conceitos muito importantes dos estudos da Língua Portuguesa e consequentemen- te, muito importantes para ter um melhor aproveitamento de leitu- ra: tipo textual e gênero textual. Tipo textual se refere à maneira de construir um texto: se ele é narrativo, descritivo, argumentativo ou se ele é uma mistura de dois ou dos três conceitos. Por exemplo, um romance é predominante- mente narrativo, uma pesquisa educacional é predominantemente argumentativa, um manual de instruções é predominantemente descritivo e assim por diante. Gênero textual se refere à estrutura pela qual o texto nos é passado. O estilo da mensagem é o tipo e o estilo da estrutura é o gênero. Se olharmos rapidamente cada um dos textos acima, pela configuração dos mesmos, saberemos a que gêneros textuais eles pertencem pela forma com a qual estão organizados. Pode ser uma carta, um rótulo de alimento, uma poesia, um cartão postal, bilhete, e-mail.. fonte: https://sme.goiania.go.gov.br/conexaoescola/eaja/ingles-os-ti- pos-de-texto-e-os-generos-textuais-na-lingua-inglesa/ INSTRUÇÕES DE JOGOS E ATIVIDADES LÚDICAS RELACIO- NADAS À APRENDIZAGEM DA LÍNGUA; AMBIENTES VIR- TUAIS E/OU APLICATIVOS PARA CONSTRUIR REPERTÓRIO LEXICAL NA LÍNGUA INGLESA A abordagem de aprendizagem é muito mais global e está ga- nhando ritmo nos dias de hoje. Os recursos auxiliares de ensino mo- dernos são importantes e preferidos na era tecnológica. Um sistema educacional moderno usa a tecnologia para transmitir educação. O crescente uso de jogos digitais e ciências aplicadas em ambientes de aprendizagem tem afetado tanto o ensino dos educadores quan- to o aprendizado dos alunos. A Aprendizagem Baseada em Jogos (GBL) pode ser usada com sucesso para melhorar tanto a aprendizagem quanto o ensino. Sig- nifica simplesmente incluir jogos em sua instrução. Um dos maiores desafios para o educador é o sucesso no ensino de grupos gigantes de alunos, todos com personalidades totalmente diferentes, capa- cidades e preferências de aprendizagem diferentes. Com grandes expectativas de tudo digital, os alunos desejam variedade de atividades, recompensas, surpresas e humor para manter seu interesse em aprender. Encontrar novas maneiras de atrair a atenção dos alunos e envolvê-los no processo de aprendi- zagem é uma das principais questões hoje em dia. Aprender não é apenas memorização. Os alunos não poderão obter nenhuma in- formação e habilidades com um processo de aprendizado maçante, mas eles entendem a aplicação de habilidades e conhecimentos para resolver problemas da vida real com a ajuda de um processo de aprendizado eficaz. O conhecimento e as habilidades adquiridas por meio do aprendizado baseado em jogos são retidos por mais tempo do que as informações de outros métodos de aprendizado. Um processo de aprendizagem eficaz é aquele em que você está totalmente en- volvido no que está fazendo. Para tornar o aprendizado eficaz, o aprendizado baseado em jogos requer jogos bem projetados e com tarefas de aprendizado bem implementadas. Um jogo educacional bem projetado pode combinar os objeti- vos de aprendizagem do sistema educacional com a diversão, o pro- duto acabado de um jogo comercial e jogos personalizados. Jogos CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 5858 a solução para o seu concurso! Editora projetados especificamente com o propósito de educar as crianças podem motivar em grande medida a autoaprendizagem e as habili- dades de resolução de problemas. Aprendizagem Baseada em Jogos significa simplesmente incluir a matéria de conhecimento do assun- to em jogos. Todos os tipos de jogos são processos de aprendizado, seja jogos casuais por diversão ou algo sério. Existem três abordagens para incorporar jogos e atividades no processo de aprendizagem. A primeira abordagem é baseada em alunos projetando e criando seus próprios jogos de acordo com suas necessidades; o segundo se concentra em professores, treina- dores ou desenvolvedores que projetam jogos educacionais do zero de acordo com o nível de conhecimento dos alunos; e o terceiro é integrar jogos pré-fabricados comerciais nas atividades de sala de aula para uma aprendizagem eficaz.A Aprendizagem Baseada em Jogos desempenha um papel importante no ensino, fazendo com que os alunos colaborem, se comuniquem, interajam e trabalhem em equipe. Jogos estratégicos melhoram o funcionamento do cérebro. O jogo cria uma dinâmica que pode inspirar os alunos a desenvolver habilidades e construir uma conexão emocional com o aprendizado e o assunto. Os jogos podem ser personalizados para individualizar o ensino, ajudando os alunos a se tornarem pensadores mais confiantes e independentes. Um dos aspectos-chave da aprendizagem baseada em jogos é que cada aluno recebe feedback imediato sobre seu desempe- nho, com sugestões sobre como eles podem melhorar. Deve-se ter cuidado ao usar a abordagem de aprendizagem baseada em jogos, pois pode ser difícil alinhar os objetivos de aprendizagem com o modelo educacional na dinâmica do jogo. Deve cumprir os objeti- vos e alcançar o alinhamento adequado com o currículo. A aprendizagem baseada em jogos mudou o foco da aprendiza- gem com palestras e tarefas escritas para a aprendizagem com jo- gos e tornou-se uma parte indispensável da educação moderna. Ser um membro bem integrado da sociedade contemporânea requer mais do que apenas o domínio das habilidades básicas de leitura e escrita. Ele permite que os alunos descubram novos métodos de trabalho para atingir metas e objetivos de maneira interativa. Es- peremos que as últimas tendências da aprendizagem baseada em jogos contribuam para a melhoria da aprendizagem dos alunos e para a qualidade do conhecimento e das competências que adqui- rem. Que este tipo de avaliação ajude a obter melhores resultados dos alunos. Na prática, anos atrás, antes do surgimento dos jogos digitais ou sequer da internet, os jogos e atividades lúdicas já eram elemen- tos utilizados em salas de aula para se usar como forma de estimu- lar o aprendizado de uma outra língua. No ensino da língua inglesa, instruções de jogos, manuais e atividades lúdicas com sequências de instruções ou informações cruciais para sua realização podem não apenas aumentar o repertório e vocabulário de um indivíduo, mas também auxiliá-lo no processo de assimilação do idioma e na compreensão gramatical, de acordo com as exigências da brincadei- ra, jogo ou atividade. Jogos de tabuleiro, por exemplo, são exemplos excelentes de atividades lúdicas que permitem uma imersão no idioma, em es- pecial quando as casas do tabuleiro possuem informações escritas ou quando o jogo possui cartas com instruções para cada casa com ações que devem ser feitas pelos jogadores a fim de dar seguimen- to na partida. Qualquer jogo na língua inglesa tem potencial de ensino, mas educadores tem encontrado formas de adaptar jogos como para propósitos estritamente educacionais e de divertimento no processo de aprendizagem de alunos. Observe um exemplo a seguir: O objetivo do jogo em questão é tornar o processo gramatical de conjugar verbos regulares da língua inglesa no tempo passado de forma lúdica, intuitiva e interativa, tornando o processo mais divertido e auxiliando na memorização dos recursos linguísticos e regras gramaticais por meio de elementos visuais, pela assimilação dos movimentos físicos feitos rodar o dado ou mover as peças e da memória, bem como pela prática oral de orações. Assim também funciona com ambientes virtuais e com o uso de aplicativos para o desenvolvimento de repertório lexical da lín- gua inglesa. Nunca houve um momento melhor para aprender um novo idioma. De acordo com o Conselho Americano de Ensino de Línguas Estrangeiras, estudar novas línguas traz inúmeros benefí- cios cognitivos. E pesquisas sugerem que quem aprende um novo idioma tem uma percepção mais positiva de pessoas de outras cul- turas, algo que todos podemos usar hoje em dia. Com sites e aplicativos de idiomas que você pode acessar ou baixar diretamente no seu telefone, hoje é possível aprender um novo idioma com muito mais facilidade. Muitos deles têm aulas que variam de iniciantes a níveis de quase fluência, em uma varieda- de de métodos de entrega para se adequar a diferentes estilos de aprendizado. Um dos maiores atrativos de aplicativos de idiomas é a baixa di- ficuldade em usar, pois são muito fáceis e intuitivos. Um download rápido para o seu celular permite que você comece a aprender seu idioma de destino imediatamente, onde quiser (alguns aplicativos e CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 59 a solução para o seu concurso! Editora versões atualizadas nem exigem conexão com a Internet). Em geral, com aulas são simples, curtas e divertidas, levando de cinco a dez minutos por dia. Os aplicativos de idiomas de hoje também são flexíveis e com- pletos. Muitos permitem o uso de seu próprio material de origem ou a criação de suas próprias aulas, principalmente com aplicativos de flashcard inteligentes. Os aplicativos de idiomas também costu- mam apresentar leitura, escrita, audição e fala, e alguns até ofere- cem conversas com parceiros ao vivo ou de IA. Com essa facilidade de uso, há, é claro, uma desvantagem. ‘Você recebe o que você paga’, como diz o ditado, e com o apren- dizado não é diferente. Tudo se resume a como se define “apren- der uma língua”. Essa frase é enganosamente reducionista. Uma língua não é um monólito singular, mas sim um complexo sistema interconectado de componentes que constroem uma maneira de se comunicar. O léxico consiste nas palavras individuais, que os falantes devem memorizar. A sintaxe e a gramática dizem aos falantes como estruturar adequadamente essas palavras em uma frase. Depois, há o sistema de escrita, que é a representação visual de palavras ou sons que permitem a construção de palavras (por exemplo, em inglês, o sistema de escrita é o alfabeto). O que os aplicativos de aprendizado de idiomas podem prome- ter facilmente é familiarizar os usuários com seus idiomas de des- tino. Mas quando se trata de se tornar verdadeiramente fluente, eles podem não ser suficientes para a maioria das pessoas que es- peram ter conversas reais com falantes nativos. Em outras palavras, os aplicativos de idiomas fornecem um ótimo ponto de partida para novos alunos de um idioma, principalmente idiomas que são muito mais diversos do que a língua nativa do aluno. Para idiomas que têm um sistema de escrita diferente, como japonês, russo ou coreano, os aplicativos de idiomas podem ser uma excelente maneira de aprender. Duolingo e Memrise usam uma combinação de cartões de memória flash e exercícios simples de correspondência para treiná-lo a reconhecer símbolos em um novo sistema de escrita, enquanto Babbel dá um passo extra com explicações na aula sobre como novos símbolos ou sons funcionam. Esses aplicativos também são melhores para ensinar frases básicas de conversação que são úteis quando você está viajan- do. Quando você visita uma cidade em um país estrangeiro, é útil aprender algumas frases como “Onde fica o banheiro?” ou “Quan- to custa?” Usar um livro de frases para memorizar essas frases em outro idioma é uma maneira rápida e suja de fazer o trabalho, mas isso não é realmente “aprender” as frases, é apenas memorizá-las. Embora sirvam como um excelente começo para o idioma, os aplicativos de idiomas, de acordo com o artigo do NYT, não ajudarão os alunos a atingir o nível mais alto de fluência sem ajuda adicional na forma de aprendizado intensivo (como participar de um curso ou encontrar um tutor humano). ORGANIZAÇÃO DE UM DICIONÁRIO BILÍNGUE, RECONHE- CER AS CARACTERÍSTICAS DE UM VERBETE DE DICIONÁ- RIO Os dicionários bilíngues podem ser listas simples com duas co- lunas ou produtos mais elaborados, com a marcação da categoria gramatical das entradas e palavras equivalentes, equivalências de locuções, de fraseologia e até tabelas, gráficos e desenhos. Geral- mente são feitos para relacionar os dois idiomas em ambas as dire- ções (bidirecional), embora existam dicionários bilíngues monodi- recionais. As relações sociolinguísticas entre as línguas comparadas podem servir de motivaçãopara a criação do dicionário (não esque- çamos que geralmente são produtos comerciais): relacionar duas línguas cujos falantes ainda estão distantes entre si, outras cujos usuários começam a manter trocas socioeconômicas nas quais se percebem dificuldades de entendimento mútuo , outras que pos- suem igual status jurídico e, portanto, devem ser respeitadas por as entidades nacionais ou internacionais correspondentes (por exem- plo à EFTA NATO, União Europeia, FAO, UNESCO ou diretamente à ONU) ou outras que mantenham uma relação de diglossia onde o dicionário sirva para dignificar a língua B. • Dicionários Bilíngues e o Ensino Os dicionários têm fundamental importância no processo de ensino e aprendizagem de uma língua estrangeira, como compro- vam os estudos de autores como Tomaszcyk (1979, 1983), Schmitz (1984), Werner (1997, 2006) Tosqui (2002), Humblé (2001), Zgusta (2006), dentre outros. Sejam monolíngues ou bilíngues, é inegá- vel as contribuições dessas obras que, por natureza, são elabora- das para esclarecer e ensinar a língua ou línguas que contemplam. Com o intuito de enfatizar o papel fundamental dos dicionários na aprendizagem, McSpaden (1956 apud WELKER, 2008, p. 44) afirma que os “dicionários são alguns de nossos instrumentos mais impor- tantes e úteis”. Neste contexto, surge a questão que educadores e aprendizes se perguntam: - qual dicionário consultar? É sabido que existem diversos tipos de dicionários que podem colaborar para a aprendizagem de idiomas: monolíngues, bilíngues, multilíngues, onomasiológicos, de temas específicos (dicionário de preposições, dicionário de gírias) e ainda, dicionário de sinônimos e antônimos, estes são apenas exemplos de uma infinidade de títulos disponíveis na mídia impressa e eletrônica, em diversos tamanhos, cores e to- dos intitulados: dicionário. Consideramos que todos os dicionários possuem natureza pedagógica e que proporcionam conhecimento ao consulente. No entanto, o objeto deste estudo é o dicionário bilíngue escolar (DBE), especificamente elaborado para atender ao consulente aprendiz, dentre estes, destacamos os dicionários es- colares português-inglês/inglês-português para alunos brasileiros. Primeiramente, apresentamos alguns esclarecimentos sobre o processo de categorizar, com o objetivo de conscientizar o leitor da complexidade e da inexistência de consenso no que se refere a esta tarefa. Na sequência, expomos a categorização de dicionários bilíngues (DBs) estabelecidos por Duran e Xatara (2007) e a Teo- ria das Funções Lexicográficas (TFL) firmada por Bergenholtz e Tarp (2003). Posteriormente, analisamos dois dicionários bilíngues esco- lares português-inglês/inglês-português, por meio da aplicação dos critérios e da TFL consideradas. Ao final do artigo, serão apresen- tados os traços característicos dos dicionários bilíngues escolares analisados, que servirão de referência ao trabalho do lexicógrafo, no atendimento das necessidades do usuário-aprendiz e servirão a estes, no sentido de instruí-los para que possam avaliar e escolher os dicionários que melhor atendam à busca que realizam. Começo de conversa: o que é categorizar? Segundo o dicionário Aurélio online4 categorizar significa: dis- por em categorias. Ao tratar da categorização de obras lexicográfi- cas, Duran e Xatara (2007, p. 311) afirmam que: “A atividade de categorização é parte do processo cognitivo e, para categorizar, é preciso olhar um fenômeno de determinado ponto de vista. Cada ponto de vista pode dar origem a um critério de categorização, e o conjunto de categorizações de um determina- do fenômeno contribui para a formação de seu conceito.” Ainda sobre o ato de categorizar, referente à lexicografia, Bider- man (2006, p. 35) coloca que: “A atividade de nomear resulta do processo de categorização. Por sua vez, a categorização fundamenta-se na capacidade de dis- criminação de traços distintivos entre os referentes percebidos ou CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 6060 a solução para o seu concurso! Editora apreendidos pelo aparato sensitivo e cognitivo do homem. A esse processo segue-se o ato de nomear. Por essa razão a categorização é o processo em que se baseia a semântica de uma língua natural, por meio do qual o homem desenvolveu a capacidade de associar palavras a conceitos.” Ou seja, as formas de categorização renovam-se de acordo com as inovações e produtos que surgem a cada dia. Percebe-se a ne- cessidade de categorizar algo quando os produtos começam a dis- tinguir-se de alguma maneira. No caso do dicionário, a necessidade por categorização começou quando passaram a existir no mercado vários produtos intitulados como dicionário, com características e traços distintivos entre si. Nos anos 1980, em um dos livros pionei- ros que tratou dos dicionários voltados para o ensino, Kirkpatrick (1988, p.7) alertou para a falsa concepção de que os dicionários são todos iguais e nunca mudam. O autor sinalizou que o público, em geral, precisava conscientizar-se dos vários tipos de dicionários que surgiam. Quase três décadas depois, observamos que os dicionários se multiplicaram em diversos tipos e formatos, além do que era pos- sível prever. Atualmente, um dos critérios de categorização dos di- cionários é referente ao suporte utilizado, já que podemos ter dicio- nários impressos e eletrônicos. Estes últimos, frutos da associação da lexicografia com a tecnologia, são chamados e-dicionários5 e apresentam-se digitalizados, online e sob o formato de aplicativos. Diante da diversidade de obras lexicográficas, a categorização torna-se assunto relevante no meio acadêmico-científico e social, uma vez que não se trata apenas de identificar os tipos de dicioná- rios existentes, mas, também, de estudar e avaliar as obras e suas inovações. Além disso, a categorização visa legitimar as várias pu- blicações que surgem na mídia eletrônica e que se intitulam dicio- nários, colaborar para a elaboração de obras adequadas, e oferecer ao usuário referência para escolha das obras a serem utilizadas em situações pontuais, ao longo do processo de aprendizagem. Em busca do conceito de dicionário escolar, Kinable (2015, p. 12) relata reflexões sobre a difícil tarefa de conceituá-lo. O autor comenta que no processo de categorização deve-se considerar que ao redor do aspecto central de um protótipo6 estão as instâncias da categorização que compartilham algumas, mas nem todas as carac- terísticas do protótipo em questão e que, portanto, deve-se sempre prever uma certa flexibilidade ao lidar com este assunto. Apesar da dificuldade e da flexibilidade inerentes ao processo de categorização, acreditamos que uma proposta de categorização de DBEs seja benéfica para o lexicógrafo e para o usuário-aprendiz, pois ajudará àquele a identificar as necessidades do público de des- tino da obra lexicográfica e a este a compreender que deve assumir uma postura avaliativa na escolha da obra que melhor se adapta à sua necessidade e à função motivadora da busca que realiza. Inspi- rados nas reflexões de Kinable (2015) e respaldados nas definições apresentadas no início desta seção, o ato de categorizar deve ser entendido, neste artigo, como a busca de traços distintivos essen- ciais e periféricos de um dicionário bilíngue escolar. Critérios para categorização de dicionários bilíngues Duran e Xatara (2007) apresentam um critério aplicável à cate- gorização de todos os dicionários, referente ao número de línguas, nomeando-os: –– Monolíngue: dicionário que apresenta só uma língua; –– Bilíngue: dicionário que coloca duas línguas em contato; –– Trilíngue: dicionário que coloca três línguas em contato; –– Multilíngue: dicionário que coloca quatro ou mais línguas em contato. As autoras apontam cinco critérios para a categorização de dicionários bilíngues, sendo que dois deles se aplicam, também, à categorização de dicionários monolíngues (extensão e forma de or- ganização da nomenclatura) e três critérios exclusivos do dicionário bilíngue(funcionalidade, direcionalidade e reciprocidade): a) Extensão: relacionada ao tamanho dicionário e à quantidade de entradas que oferece, a exemplo dos denominados minidicio- nários, dicionários de bolso, dicionários de mesa, dicionários em volumes, dicionários enciclopédicos, etc. b) Forma de organização da nomenclatura: refere-se à organi- zação das entradas (ordem alfabética, por temas, grupos, etc.). O DB visual é um exemplo de organização de nomenclatura que foge da convencional ordem alfabética. c) Funcionalidade: refere-se diretamente à função básica do DB. No caso, são duas: apoio à codificação e apoio à decodificação. A função de codificar está ligada à produção em língua estrangeira, portanto o dicionário parte da direção língua materna à língua es- trangeira. A função de decodificar está associada à compreensão da língua, por isso segue na direção: língua estrangeira à língua ma- terna. d) Reciprocidade: refere-se à língua materna do público-alvo do dicionário. Segundo Duran e Xatara (2007), o DB recíproco é aquele que tem como público-alvo, tanto os falantes da língua fonte quan- to os falantes da língua-alvo. Enquanto um público o utiliza para decodificar, outro o utiliza para codificar. Quando recíproco, isso acontece nas duas direções. O dicionário não-recíproco, atende as necessidades de apenas uma das línguas em questão. Em geral, os dicionários não-recíprocos tendem a especificar no título o público- -alvo a que se destinam, como o Dicionário de Figuras para falantes adolescentes e adultos de chineses estudantes de inglês (Picture Dictionary for Chinese speaking teenage and adults students of En- glish). e) Direcionalidade: esse critério diz respeito à direção proposta pelo dicionário. Um dicionário que contempla apenas uma direção, por exemplo: A->B ou B->A, é um dicionário monodirecional. Já aquele que contempla as duas direções, é considerado bidirecional, como o Dicionário Michaelis português-inglês/inglês português. Fonte https://seer.ufs.br/index.php/Travessias/article/download/9142/7164/ RELACIONAR AS PARTES DE UM TEXTO (PARÁGRAFOS) PARA CONSTRUIR SEU SENTIDO GLOBAL; IDENTIFICAR A(S) INFORMAÇÃO(ÕES) RELEVANTE(S) DE PARTES DE UM TEXTO EM LÍNGUA INGLESA; ANALISAR O CONTEÚDO DE TEXTOS, DE PORTADORES E MODALIDADES DIVERSAS, COMPARANDO DIFERENTES PERSPECTIVAS APRESENTA- DAS SOBRE UM MESMO ASSUNTO; ELEMENTOS DE PERSU- ASÃO; FUNÇÃO DA ESTRUTURA, DO OBJETIVO DO TEXTO E DE SUAS CARACTERÍSTICAS; SITUAÇÃO COMUNICATIVA, OS INTERLOCUTORES, A FINALIDADE OU O PROPÓSITO, A CIRCULAÇÃO, O PORTADOR, A LINGUAGEM, A OR- GANIZAÇÃO, A ESTRUTURA, O TEMA E O ASSUNTO DO TEXTO; LÍNGUA INGLESA Aprender a língua inglesa propicia a criação de novas formas de engajamento e participação dos alunos em um mundo social cada vez mais globalizado e plural, em que as fronteiras entre países e interesses pessoais, locais, regionais, nacionais e transnacionais es- tão cada vez mais difusas e contraditórias. Assim, o estudo da língua inglesa pode possibilitar a todos o acesso aos saberes linguísticos CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 61 a solução para o seu concurso! Editora necessários para engajamento e participação, contribuindo para o agenciamento crítico dos estudantes e para o exercício da cidadania ativa, além de ampliar as possibilidades de interação e mobilidade, abrindo novos percursos de construção de conhecimentos e de continuidade nos estudos. É esse caráter formativo que inscreve a aprendizagem de inglês em uma perspectiva de educação linguísti- ca, consciente e crítica, na qual as dimensões pedagógicas e políti- cas estão intrinsecamente ligadas. Ensinar inglês com essa finalidade tem, para o currículo, três implicações importantes. A primeira é que esse caráter formativo obriga a rever as relações entre língua, território e cultura, na me- dida em que os falantes de inglês já não se encontram apenas nos países em que essa é a língua oficial. Esse fato provoca uma série de indagações, dentre elas, “Que inglês é esse que ensinamos na escola?”. Alguns conceitos parecem já não atender as perspectivas de compreensão de uma língua que “viralizou” e se tornou “miscige- nada”, como é o caso do conceito de língua estrangeira, fortemente criticado por seu viés eurocêntrico. Outras terminologias, mais re- centemente propostas, também provocam um intenso debate no campo, tais como inglês como língua internacional, como língua global, como língua adicional, como língua franca, dentre outras. Em que pese as diferenças entre uma terminologia e outra, suas ênfases, pontos de contato e eventuais sobreposições, o tratamen- to dado ao componente na BNCC prioriza o foco da função social e política do inglês e, nesse sentido, passa a tratá-la em seu status de língua franca. O conceito não é novo e tem sido recontextualizado por teóricos do campo em estudos recentes que analisam os usos da língua inglesa no mundo contemporâneo. Nessa proposta, a lín- gua inglesa não é mais aquela do “estrangeiro”, oriundo de países hegemônicos, cujos falantes servem de modelo a ser seguido, nem tampouco trata-se de uma variante da língua inglesa. Nessa per- spectiva, são acolhidos e legitimados os usos que dela fazem fa- lantes espalhados no mundo inteiro, com diferentes repertórios linguísticos e culturais, o que possibilita, por exemplo, questionar a visão de que o único inglês “correto” – e a ser ensinado – é aquele falado por estadunidenses ou britânicos. Mais ainda, o tratamento do inglês como língua franca o des- vincula da noção de pertencimento a um determinado território e, consequentemente, a culturas típicas de comunidades específicas, legitimando os usos da língua inglesa em seus contextos locais. Esse entendimento favorece uma educação linguística voltada para a in- terculturalidade, isto é, para o reconhecimento das (e o respeito às) diferenças, e para a compreensão de como elas são produzidas nas diversas práticas sociais de linguagem, o que favorece a reflexão crítica sobre diferentes modos de ver e de analisar o mundo, o(s) outro(s) e a si mesmo. A segunda implicação diz respeito à ampliação da visão de le- tramento, ou melhor, dos multiletramentos, concebida também nas práticas sociais do mundo digital – no qual saber a língua in- glesa potencializa as possibilidades de participação e circulação – que aproximam e entrelaçam diferentes semioses e linguagens (verbal, visual, corporal, audiovisual), em um contínuo processo de significação contextualizado, dialógico e ideológico. Concebendo a língua como construção social, o sujeito “interpreta”, “reinventa” os sentidos de modo situado, criando novas formas de identificar e expressar ideias, sentimentos e valores. Nesse sentido, ao assumir seu status de língua franca – uma língua que se materializa em usos híbridos, marcada pela fluidez e que se abre para a invenção de novas formas de dizer, impulsionada por falantes pluri/multilíngues e suas características multiculturais –, a língua inglesa torna-se um bem simbólico para falantes do mundo todo. Por fim, a terceira implicação diz respeito a abordagens de en- sino. Situar a língua inglesa em seu status de língua franca implica compreender que determinadas crenças – como a de que há um “inglês melhor” para se ensinar, ou um “nível de proficiência” espe- cífico a ser alcançado pelo aluno – precisam ser relativizadas. Isso exige do professor uma atitude de acolhimento e legitimação de diferentes formas de expressão na língua, como o uso de ain’t para fazer a negação, e não apenas formas “padrão” como isn’t ou aren’t. Em outras palavras, não queremos tratar esses usos como uma ex- ceção, uma curiosidade local da língua, que foge ao “padrão” a ser seguido. Muito pelo contrário – é tratar usos locais do inglês e re- cursos linguísticos a eles relacionados na perspectiva de construção de um repertório linguístico, que deve ser analisado e disponibiliza- do ao aluno para dele fazer uso observando sempre a condição de inteligibilidadena interação linguística. Ou seja, o status de inglês como língua franca implica deslocá-la de um modelo ideal de falan- te, considerando a importância da cultura no ensino-aprendizagem da língua e buscando romper com aspectos relativos à “correção”, “precisão” e “proficiência” linguística. Essas três implicações orientam os eixos organizadores propos- tos para o componente Língua Inglesa, apresentados a seguir. O eixo Oralidade envolve as práticas de linguagem em situ- ações de uso oral da língua inglesa, com foco na compreensão (ou escuta) e na produção oral (ou fala), articuladas pela negociação na construção de significados partilhados pelos interlocutores e/ ou participantes envolvidos, com ou sem contato face a face. As- sim, as práticas de linguagem oral presenciais, com contato face a face – tais como debates, entrevistas, conversas/diálogos, entre outras –, constituem gêneros orais nas quais as características dos textos, dos falantes envolvidos e seus “modos particulares de falar a língua”, que, por vezes, marcam suas identidades, devem ser con- siderados. Itens lexicais e estruturas linguísticas utilizados, pronún- cia, entonação e ritmo empregados, por exemplo, acrescidos de estratégias de compreensão (compreensão global, específica e de- talhada), de acomodação (resolução de conflitos) e de negociação (solicitação de esclarecimentos e confirmações, uso de paráfrases e exemplificação) constituem aspectos relevantes na configuração e na exploração dessas práticas. Em outros contextos, nos quais as práticas de uso oral acontecem sem o contato face a face – como assistir a filmes e programações via web ou TV ou ouvir músicas e mensagens publicitárias, entre outras –, a compreensão envolve escuta e observação atentas de outros elementos, relacionados principalmente ao contexto e aos usos da linguagem, às temáticas e a suas estruturas. Além disso, a oralidade também proporciona o desenvolvimen- to de uma série de comportamentos e atitudes – como arriscar-se e se fazer compreender, dar voz e vez ao outro, entender e acolher a perspectiva do outro, superar mal-entendidos e lidar com a insegu- rança, por exemplo. Para o trabalho pedagógico, cabe ressaltar que diferentes recursos midiáticos verbo-visuais (cinema, internet, tele- visão, entre outros) constituem insumos autênticos e significativos, imprescindíveis para a instauração de práticas de uso/interação oral em sala de aula e de exploração de campos em que tais práticas possam ser trabalhadas. Nessas práticas, que articulam aspectos diversos das lingua- gens para além do verbal (tais como o visual, o sonoro, o gestual e o tátil), os estudantes terão oportunidades de vivência e reflexão sobre os usos orais/ oralizados da língua inglesa. O eixo Leitura aborda práticas de linguagem decorrentes da interação do leitor com o texto escrito, especialmente sob o foco da construção de significados, com base na compreensão e inter- pretação dos gêneros escritos em língua inglesa, que circulam nos diversos campos e esferas da sociedade. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 6262 a solução para o seu concurso! Editora As práticas de leitura em inglês promovem, por exemplo, o de- senvolvimento de estratégias de reconhecimento textual (o uso de pistas verbais e não verbais para formulação de hipóteses e inferên- cias) e de investigação sobre as formas pelas quais os contextos de produção favorecem processos de significação e reflexão crítica/ problematização dos temas tratados. O trabalho com gêneros verbais e híbridos, potencializados principalmente pelos meios digitais, possibilita vivenciar, de ma- neira significativa e situada, diferentes modos de leitura (ler para ter uma ideia geral do texto, buscar informações específicas, com- preender detalhes etc.), bem como diferentes objetivos de leitura (ler para pesquisar, para revisar a própria escrita, em voz alta para expor ideias e argumentos, para agir no mundo, posicionando-se de forma crítica, entre outras). Além disso, as práticas leitoras em língua inglesa compreendem possibilidades variadas de contextos de uso das linguagens para pesquisa e ampliação de conhecimentos de temáticas significativas para os estudantes, com trabalhos de na- tureza interdisciplinar ou fruição estética de gêneros como poemas, peças de teatro etc. A vivência em leitura a partir de práticas situadas, envolvendo o contato com gêneros escritos e multimodais variados, de importân- cia para a vida escolar, social e cultural dos estudantes, bem como as perspectivas de análise e problematização a partir dessas leitu- ras, corroboram para o desenvolvimento da leitura crítica e para a construção de um percurso criativo e autônomo de aprendizagem da língua. Do ponto de vista metodológico, a apresentação de situações de leitura organizadas em pré-leitura, leitura e pós-leitura deve ser vista como potencializadora dessas aprendizagens de modo con- textualizado e significativo para os estudantes, na perspectiva de um (re) dimensionamento das práticas e competências leitoras já existentes, especialmente em língua materna. As práticas de produção de textos propostas no eixo Escrita consideram dois aspectos do ato de escrever. Por um lado, enfa- tizam sua natureza processual e colaborativa. Esse processo envolve movimentos ora coletivos, ora individuais, de planejamento-pro- dução-revisão, nos quais são tomadas e avaliadas as decisões sobre as maneiras de comunicar o que se deseja, tendo em mente aspec- tos como o objetivo do texto, o suporte que lhe permitirá circulação social e seus possíveis leitores. Por outro lado, o ato de escrever é também concebido como prática social e reitera a finalidade da escrita condizente com essa prática, oportunizando aos alunos agir com protagonismo. Trata-se, portanto, de uma escrita autoral, que se inicia com tex- tos que utilizam poucos recursos verbais (mensagens, tirinhas, foto- legendas, adivinhas, entre outros) e se desenvolve para textos mais elaborados (autobiografias, esquetes, notícias, relatos de opinião, chat, fôlder, entre outros), nos quais recursos linguístico-discursivos variados podem ser trabalhados. Essas vivências contribuem para o desenvolvimento de uma escrita autêntica, criativa e autônoma. O eixo Conhecimentos linguísticos consolida-se pelas práticas de uso, análise e reflexão sobre a língua, sempre de modo contex- tualizado, articulado e a serviço das práticas de oralidade, leitura e escrita. O estudo do léxico e da gramática, envolvendo formas e tempos verbais, estruturas frasais e conectores discursivos, entre outros, tem como foco levar os alunos, de modo indutivo, a desco- brir o funcionamento sistêmico do inglês. Para além da definição do que é certo e do que é errado, essas descobertas devem propiciar reflexões sobre noções como “adequação”, “padrão”, “variação lin- guística” e “inteligibilidade”, levando o estudante a pensar sobre os usos da língua inglesa, questionando, por exemplo: “Essa forma de usar o inglês estaria ‘adequada’ na perspectiva de quem? Quem define o que é o ‘correto’ na língua? Quem estaria incluí- do nesses usos da linguagem? Quem estaria silenciado?” De modo contrastivo, devem também explorar relações de semelhança e dif- erença entre a língua inglesa, a língua portuguesa e outras línguas que porventura os alunos também conheçam. Para além de uma comparação trivial, com vistas à mera curiosidade, o transitar por diferentes línguas pode se constituir um exercício metalinguístico frutífero, ao mesmo tempo em que dá visibilidade a outras línguas, que não apenas o inglês. A proposição do eixo Dimensão intercultural nasce da com- preensão de que as culturas, especialmente na sociedade con- temporânea, estão em contínuo processo de interação e (re)con- strução. Desse modo, diferentes grupos de pessoas, com interesses, agendas e repertórios linguísticos e culturais diversos, vivenciam, em seus contatos e fluxos interacionais, processos de constituição de identidades abertase plurais. Este é o cenário do inglês como lín- gua franca, e, nele, aprender inglês implica problematizar os difer- entes papéis da própria língua inglesa no mundo, seus valores, seu alcance e seus efeitos nas relações entre diferentes pessoas e pov- os, tanto na sociedade contemporânea quanto em uma perspectiva histórica. Nesse sentido, o tratamento do inglês como língua franca impõe desafios e novas prioridades para o ensino, entre os quais o adensamento das reflexões sobre as relações entre língua, identi- dade e cultura, e o desenvolvimento da competência intercultural. É imprescindível dizer que esses eixos, embora tratados de for- ma separada na explicitação da BNCC, estão intrinsecamente liga- dos nas práticas sociais de usos da língua inglesa e devem ser assim trabalhados nas situações de aprendizagem propostas no contexto escolar. Em outras palavras, é a língua em uso, sempre híbrida, polif- ônica e multimodal que leva ao estudo de suas características es- pecíficas, não devendo ser nenhum dos eixos, sobretudo o de Con- hecimentos linguísticos, tratado como pré-requisito para esse uso. Cumpre destacar que os critérios de organização das habili- dades na BNCC (com a explicitação dos objetos de conhecimento aos quais se relacionam e do agrupamento desses objetos em un- idades temáticas) expressam um arranjo possível (dentre outros). Portanto, os agrupamentos propostos não devem ser tomados como modelo obrigatório para o desenho dos currículos. Considerando esses pressupostos, e em articulação com as competências gerais da Educação Básica e as competências espe- cíficas da área de Linguagens, o componente curricular de Língua Inglesa deve garantir aos alunos o desenvolvimento de competên- cias específicas. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE LÍNGUA INGLESA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL 1. Identificar o lugar de si e o do outro em um mundo pluri- língue e multicultural, refletindo, criticamente, sobre como a aprendizagem da língua inglesa contribui para a inserção dos su- jeitos no mundo globalizado, inclusive no que concerne ao mundo do trabalho. 2. Comunicar-se na língua inglesa, por meio do uso variado de linguagens em mídias impressas ou digitais, reconhecendo-a como ferramenta de acesso ao conhecimento, de ampliação das perspec- tivas e de possibilidades para a compreensão dos valores e inter- esses de outras culturas e para o exercício do protagonismo social. 3. Identificar similaridades e diferenças entre a língua inglesa e a língua materna/outras línguas, articulando-as a aspectos sociais, culturais e identitários, em uma relação intrínseca entre língua, cul- tura e identidade. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 63 a solução para o seu concurso! Editora 4. Elaborar repertórios linguístico-discursivos da língua inglesa, usados em diferentes países e por grupos sociais distintos dentro de um mesmo país, de modo a reconhecer a diversidade linguística como direito e valorizar os usos heterogêneos, híbridos e multimo- dais emergentes nas sociedades contemporâneas. 5. Utilizar novas tecnologias, com novas linguagens e modos de interação, para pesquisar, selecionar, compartilhar, posicionar-se e produzir sentidos em práticas de letramento na língua inglesa, de forma ética, crítica e responsável. 6. Conhecer diferentes patrimônios culturais, materiais e im- ateriais, difundidos na língua inglesa, com vistas ao exercício da fruição e da ampliação de perspectivas no contato com diferentes manifestações artístico-culturais. 4.1.4.1. LÍNGUA INGLESA NO ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS FINAIS: UNIDADES TEMÁTICAS, OBJETOS DE CONHECIMENTO E HABILIDADES A BNCC de Língua Inglesa para o Ensino Fundamental – Anos Finais está organizada por eixos, unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades. As unidades temáticas, em sua grande maioria, repetem-se e são ampliadas as habilidades a elas corre- spondentes. Para cada unidade temática, foram selecionados obje- tos de conhecimento e habilidades a ser enfatizados em cada ano de escolaridade (6º, 7º, 8º e 9º anos), servindo de referência para a construção dos currículos e planejamentos de ensino, que devem ser complementados e/ou redimensionados conforme as especifi- cidades dos contextos locais. Tal opção de apresentação da BNCC permite, por exemplo, que determinadas habilidades possam ser trabalhadas em outros anos, se assim for conveniente e significativo para os estudantes, o que também atende a uma perspectiva de currículo espiralado. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 6464 a solução para o seu concurso! Editora CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 65 a solução para o seu concurso! Editora CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 6666 a solução para o seu concurso! Editora TEXTOS ARGUMENTATIVOS DA ESFERA JORNALÍSTICA Os textos jornalísticos são textos elaborados no campo da co- municação social e do jornalismo como áreas profissionais. Nesse sentido, os textos são desenvolvidos com o objetivo de atualizar o leitor ou o público sobre uma situação, informação ou evento que seja de interesse da opinião pública como um todo ou de grandes grupos de pessoas. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 67 a solução para o seu concurso! Editora A característica mais importante que permite identificar este tipo de texto com outros tem a ver com a relação que existe no seu desenvolvimento e os acontecimentos importantes de que trata, uma vez que obedece a uma intenção informativa e de conheci- mento geral. Há uma série de características que nos permitem identificar esse tipo de texto de outros textos não literários que podemos en- contrar facilmente em nosso cotidiano. Assim, apresentamos abai- xo os seguintes aspectos: • Período de validade Um ponto crucial deste tipo de texto prende-se com o facto de estar sujeito a um tempo ou período de validade, isto significa que a informação que apresenta, embora seja recente, exige leitura e en- vio imediatos, pois com o passar do tempo perde relevância entre o público-alvo. Este é um fator de distinção muito importante que diferencia o texto jornalístico de outros tipos de texto não literário, mas também do texto literário. • Produção em massa Para atingir grande parte da população ou público, esse tipo de texto é impresso em massa com material relativamente barato. Isso porque, após seu curto período de validade, geralmente não são guardados para leitura novamente, mas são descartados em muito pouco tempo. • Critérios de interpretação Outro aspecto importante sobre o texto jornalístico correspon- de aos critérios de interpretação que o autor deve ter para a história que apresenta. Isso se deve ao fato de o texto jornalístico se basear em um processo hermenêutico em que parte da realidade, ou seja, de fatos, personagens, documentos, experiências ou obras para co- meçar pela descrição, seguida da compreensão para a explicação. • Modo de escrita Este texto está organizado de forma hierárquica, o que permite que as informações centrais apareçam primeiro, enquanto as infor- mações complementares e os detalhes necessários são adicionados posteriormente. Essas informações podem ser apresentadas em partes ou blocos ao longo do texto. • Uso da linguagem Esse tipo de texto caracteriza-se por utilizar uma linguagem determinada de acordo com o tema escolhido, utilizando muitos substantivos abstratos, recorrendo a recursos linguísticos como ad- jetivos qualificadores, entonações enunciativas, neologismos, entre outros elementos escolhidos pelos autores. Em geral, mantém a linguagem simples e clara para que o leitor possa entendê-la facil- mente. TIPOS DE TEXTO ARGUMENTATIVO JORNALÍSTICO • Coluna de opinião Nesse formato de texto jornalístico, o autor apresenta um texto assinado ou não por ele próprio, no qual oferece uma opinião, ava- liação ou ponto de vista em relação a um assunto atual. No entanto, as colunas de opinião muitas vezes também refletem a avaliação de um autor sobre um tópico relevante ao longo do tempo. Este texto pode ter diferentes tempos de aparição de acordocom o meio em que é publicado. • Artigo de opinião É um tipo de texto que, por meio de argumentação e persuasão, expressa uma posição em relação a um tema ou fato específico. Para tanto, o artigo é composto por uma estrutura que permite ao autor apresentar suas teses, ideias e a formulação de argumentos que servem de base para suas avaliações na conclusão do texto. É um formato que também busca influenciar a opinião pública por meio de ideias sustentadas por uma linguagem clara e concisa. • Editorial jornalístico É um tipo de texto que expressa informações em relação a uma avaliação de uma situação ou um tema de grande importância. Nesse caso, o editorial jornalístico é construído por um grupo de editores que expressam sua avaliação ou julgamento em relação a uma experiência específica, seja ela de cunho social ou cultural. No entanto, um dos temas mais recorrentes do editorial tem a ver com política e assuntos afins. A diferença entre um editorial e uma coluna é simples. Um edi- torial é a visão coletiva do jornal e geralmente não é assinado. Uma coluna é a opinião de uma determinada pessoa e geralmente refle- te apenas sua opinião particular. Se você escrever um editorial, ele deve refletir o consenso da equipe editorial do seu jornal. Você nunca deve usar o pronome “eu” enquanto escreve. Se você escrever uma coluna, ela deve re- fletir sua opinião pessoal e saber que foi escrita por você. Em uma coluna, você pode absolutamente usar “eu”, visto que é um ponto de vista pessoal. PRÁTICAS DE PRODUÇÃO DE TEXTOS ESCRITOS: ESTRA- TÉGIAS DE PRODUÇÃO TEXTUAL/PRODUÇÃO DE TEXTOS: PRODUZIR TEXTOS COMO PICTIONARY, SKETCHES, HIS- TÓRIAS EM QUADRINHOS, CARTAZES, CHATS, BLOGUES, AGENDAS, LEGENDAS PARA FOTOS/ ILUSTRAÇÕES, VÍDE- OS, INFOGRÁFICOS, FÓRUNS DE DISCUSSÃO ON-LINE, FOTORREPORTAGENS, CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS, MEMES, MENSAGENS INSTANTÂNEAS, TWEETS Linguagem formal Normalmente usada no meio profissional, literário e acadêmi- co, a linguagem formal também é utilizada para conversar com co- legas de trabalho, pessoas que não temos muita intimidade ou que estamos conhecendo no momento. Também usamos a linguagem formal na escrita ou para con- versar com pessoas mais velhas, como demonstração de respeito e educação. Por isso, a linguagem formal traz frases mais longas e não admite contrações de palavras, gírias ou expressões consideradas descontraídas ou coloquiais. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 6868 a solução para o seu concurso! Editora Exemplo: – Good morning, Mr. Morgan. – Good morning, Mrs. Johnson. How are you doing today? – I’m doing fine, thank you. If you don’t mind, I would like to introduce someone to you. – Oh, it will be a pleasure. – This is Mr. Brown, our new manager. This is Mr. Morgan, our CEO. – Nice to meet you Mr. Brown. Welcome to our company. – Thank you very much, sir. Linguagem informal A linguagem informal é aquela usada todos os dias em con- versas com os amigos, família ou pessoas próximas, na Internet ou situações que não precisam de formalidade. Ela não exige tanta atenção às regras gramaticais e conta com frases mais simples e sentenças curtas. – Hey, man! What’s up? – Hi buddy, I’m pretty cool. Where were you last night? Didn’t see you at Joe’s party. – I was visiting my grandma, man. Was it good? – It was awesome! We missed you there. – I’m going next time. Wanna hang out this weekend? – Sure, man! I call you later so we can set everything up. – It’s a deal. See ya! – Bye, take care. CONSTRUÇÃO DE PLANTA BAIXA NOMEANDO OS ESPA- ÇOS/LOCAIS EM INGLÊS Prezado Candidato, o tema acima supracitado, já foi abordado em tópicos anteriores. RECURSOS VERBAIS E NÃO VERBAIS PARA CONSTRUÇÃO DA PERSUASÃO EM TEXTOS DA ESFERA PUBLICITÁRIA, DE FORMA ADEQUADA AO CONTEXTO DE CIRCULAÇÃO (PRO- DUÇÃO E COMPREENSÃO) Interpretação de textos não verbais: a etimologia da palavra texto está relacionada com o ato de tecer, entrelaçar, construir so- brepondo. Texto, portanto, é da mesma família de palavras como textura, tecido e tessitura. Mas, afinal, de que é constituído um texto não-verbal? Será apenas “sem” palavras? Interpretação de textos não-verbais e mistos Dos anos 90 até a atualidade a concepção de texto tem sido ampliada. Consideramos um texto todo enunciado verbalizado ou não, o qual possa atender à finalidade comunicativa e constituir sentido. Como Interpretar textos não-verbais Interpretar textos não verbais ou mistos envolve as seguintes operações: analisar, explicar, identificar, comparar, etc. Porém es- ses tipos de texto requerem do estudante sensibilidade para ler outros códigos, como os gestos, as expressões fisionômicas, as co- res, a própria imagem, e aquilo que está nas entrelinhas. Como vimos, um texto pode ser constituído apenas de lingua- gem verbal, como ocorre com a notícia, a carta ou a anedota; nes- se caso, ele é chamado de texto verbal. Também pode ser constituído de linguagem visual, como a fo- tografia e a pintura; ou de linguagem musical, como uma música; ou da linguagem da dança, como um espetáculo de balé. Nesses casos, ele é chamado de texto não-verbal. E pode, ainda, ser constituído pelo cruzamento de mais de uma linguagem, como, por exemplo, das linguagens verbal e mu- sical, como a canção. Nesses casos, temos os textos em linguagem mista. O produto final de toda enunciação, feita em que linguagem for, é chamado de texto. Assim, são textos: um gráfico, um cartum, uma pintura, uma melodia, um poema, um filme, uma escultura, etc. em muitos casos, dependendo da situação, até mesmo o silên- cio pode ser considerado um texto. PRÁTICAS DE ANÁLISE LINGUÍSTICA: REPERTÓRIO LEXI- CAL/ REFLEXÃO SOBRE O FUNCIONAMENTO LINGUÍSTI- CO: FAMÍLIA, ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, PARTES DO COR- PO E VERBOS RELATIVOS A MOVIMENTOS CORPORAIS DO BRINCAR; NÚMEROS CARDINAIS, ORDINAIS, VOCA- BULÁRIO RELATIVO À ESCOLA, CORES, BRINQUEDOS FA- VORITOS, PREPOSIÇÕES DE LUGAR; NÚMEROS CARDINAIS E ORDINAIS, MESES DO ANO, DIAS DA SEMANA, ATIVI- DADES ESCOLARES E FAVORITAS; CARACTERÍSTICAS FÍSI- CAS E PESSOAIS; MORADIA, PARTES DA CASA E MOBÍLIA, PRONOMES E VERBOS TO BE E THERE TO BE; USOS DO PRESENTE DO INDICATIVO, PRESENTE CONTÍNUO, DO MODO IMPERATIVO, DO APÓSTROFO (’) + S, DOS PRONOMES DO CASO RETO E ADJETIVOS POSSESSI- VOS; PRONÚNCIA E POLISSEMIA Prezado Candidato, o tema acima supracitado, já foi abordado em tópicos anteriores. REFLEXÃO SOBRE O FUNCIONAMENTO LINGUÍSTICO: PAS- SADO SIMPLES E CONTÍNUO (FORMAS AFIRMATIVA, NE- GATIVA E INTERROGATIVA), PRONOMES DO CASO RETO E DO CASO OBLÍQUO, VERBO MODAL CAN (PRESENTE E PASSADO); PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS Infinitive A forma infinitiva do inglês é to + verbo Usos: - após numerais ordinais He was the first to answer the prohne. - com too e enough This house is too expensive for me to buy. He had bought food enough to feed a city! CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 69 a solução para o seu concurso! Editora - após o verbo want I want you to translate the message. - após os verbos make, let e have (sem to) This makes me feel happy. Let me know if you need any information. - após o verbo help (com ou sem to) She helped him (to) choose a new car. Observações: Certos verbos admitem o gerund ou infinitive sem alteração de sentido. It started raining. / It started to rain. He began to clean the house. / He began cleaning the house. O verbo STOP admite tanto o gerund quanto o infinitive com alteração de sentido. He stopped smoking. (= Ele parou de fumar.) He stopped to smoke. (= Ele parou para fumar.) Imperative O imperativo, é usado para dar ordens, instruções, fazer pedi- dos e até mesmo aconselhar alguém. É uma forma verbal utilizada diariamente e que muita gente acaba não conhecendo. A forma afirmativa sempre inicia com o verbo. Exemplos: Eat the salad. – Coma a salada. Sit down! – Sente-se Help me! – Me ajude! Tell me what you want. – Me diga o que você quer. Be careful! – Tome cuidado! Turn the TV down. – Desligue a televisão. Complete all the sentences.– Complete todas as sentenças. Be quiet, please! – Fique quieto, por favor! Frases na forma negativa sempre acrescentamos o Don’t antes do verbo. Exemplos: Don’t be late! – Não se atrase! Don’t yell in the church! – Não grite na igreja! Don’t be scared. – Não se assuste. Don’t worry! – Não se preocupe! Don’t drink and drive. – Não beba e dirija. Simple Present O Simple Present é a forma verbal simples do presente. O você precisa fazer para usar o Simple Present é saber os verbos na sua forma mais simples. Por exemplo “to go” que significa ir, é usado em “I go” para dizer eu corro. Exemplos de Simple Present: I run – Eu corro You run – Você corre/Vocês correm We run – Nós corremos They run – Eles correm Regras do Simple Present As únicas alterações que acontecem nos verbos se limitam aos pronomes he, she e it. De modo geral, quando vamos usar o Simple Present para nos referirmos a ele, ela e indefinido, a maioria dos verbos recebe um “s” no final: He runs – Ele corre She runs – Ela corre It runs – Ele/ela corre Para verbos que têm algumas terminações específicas com “o”, “s”, “ss”, “sh”, “ch” “x” ou “z”, deve-se acrescentar “es” no final: He goes – Ele vai She does – Ela faz It watches – Ele/ela assiste Quando o verbo termina com consoantes e “y” no final. Por exemplo, os verbos study, try e cry e têm consoantes antes do “y”. Nesses casos, você deve tirar o “y” e acrescentar “ies” no lugar. Veja o exemplo: He studies – Ele estuda She tries – Ela tenta It cries – Ele/ela chora Com verbos que também terminam com “y” e têm uma vogal antes, permanece a regra geral da maioria dos verbos: acrescentar apenas o “s” ao final da palavra. He enjoys – Ele gosta She stays – Ela fica It plays – Ele/ela brinca Formas afirmativa, negativa e interrogativa Present Continuous - Usamos o Present Continuous para ações ou acontecimentos ocorrendo no momento da fala com as expressões now, at present, at this moment, right now e outras. Exemplo: She is running at the park now. - Usamos também para ações temporárias. Exemplos: He is sleeping on a sofá these days because his bed is broken. Forma contraída I will study - I’ll study You will travel - You’ll travel He will / She will eat - He’ll / She’ll eat It will happen - It’ll happen We will work - We’ll work CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 7070 a solução para o seu concurso! Editora You will dance - You’ll dance They will do - They’ll do Simple Past With most verbs, the simple past is created simply by adding “ED”. That form belongs for all to the people, not varying in the 3rd person. Simple past is used to indicate an accomplished action and totally finished in the past, corresponding in Portuguese, the perfect pre- terite as imperfect preterite. Ex.: Santos Dumont lived in France. He created the 14 Bis. Regra geral Acrescenta-se “ed” Play – played Verbos terminados em “e” Acrescenta-se “d” Like – liked Verbos terminados em y precedido de consoante Mudam o y para i e acrescentam “ed” Study – studied Example: To work I worked You worked He worked She worked It worked We worked They worked Simple past – negative and interrogative form Usos: – ações definidas no passa do com yesterday, ...ago, last night (week,month etc) e expressõesque indiquem ações completamente terminadas no passado. Exemplos: Peter flew to London last night. Cabral discovered Brazil in 1500. – ações habituais no passado com as mesmas expressões e advérbios que indicam ações habituais no presente. Exemplos: They visited rarely visited their grandparents. She often got up at 6. – após as if e as though (= como se) e após o verbo wish. Exemplos: She behaves as if she knew him. I wish I had more time to study. – No caso do verbo BE, todas as pessoas terão a mesma forma (were). Exemplos: She acts as though she were a queen. I wish I were younger. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 71 a solução para o seu concurso! Editora – após if only (= se ao menos) Exemplos: If only I knew the truth. If only he understood me. OBSERVAÇÕES 1. As regras de “dobra” de consoantes existentes para o acrés- cimo de -ing aplicam-se quando acrescentarmos -ed. stop → stopped prefer → preferred 2. Verbos terminados em -y perdem o -y e recebem o acrés- cimo de -ed quando o -y aparecer depois de umaconsoante. Caso contrário, o -y permanece. rely → relied play → played Past Continuous Usos: – ação que estava ocorrendo no passado quando outra ação passada começou. Exemplos: They were having a bath when the phone rang. She was watching TV when Stanley arrived. – ação ou acontecimento que continuou por algum tempo no passado. Exemplos: This time last year I was living in London. I saw you last night. You were waiting for a bus. Present Perfect Usos: – ação indefinida no passado, sem marca de tempo. Isso o dife- rencia do Simple Past. We have finished our homework. Jane has traveled to London. They have accepted the job offer. – com os advérbios EVER, NEVER, ALREADY, YET, JUST, SO FAR, LATELY, RECENTLY e expressões como ONCE, TWICE, MANY TIMES, FEW TIMES etc. Have you EVER seen a camel? She has NEVER been to Greece. The students have ALREADY written their compositions. The bell hasn’t rung YET. Our cousins have JUST arrived. We have read five chapters SO FAR. She has traveled a lot LATELY. Have you seen any good films RECENTLY? I have flown on an airplane MANY TIMES. – com SINCE (= desde) e FOR (= há, faz) She has lived in New York SINCE 2013. She has lived in New York FOR 7 years. REFLEXÃO SOBRE O FUNCIONAMENTO LINGUÍSTICO: FU- TURO SIMPLES (GOING TO E WILL), FORMAS AFIRMATIVA, NEGATIVA E INTERROGATIVA, COMPARATIVOS E SUPER- LATIVOS, QUANTIFICADORES E PRONOMES RELATIVOS (WHO, WHICH, THAT, WHOSE) A cláusula relativa, ou Relative Clause, é um tipo de oração de- pendente. Há um sujeito e um verbo, mas ele não pode ficar sozi- nho em uma frase. Às vezes é chamada de “cláusula adjetiva” por- que funciona como um adjetivo – fornece mais informações sobre um substantivo. A cláusula relativa sempre começa com um “pro- nome relativo”, que substitui um substantivo, uma frase nominal ou um pronome quando combinados. Pronome Refere-se a Uso Who Pessoas Substitutos para substanti- vos/pronomes sujeitos (he, she, we, they) Whom Pessoas Substitutos para substan- tivos/pronomes de objetos (him, her, us, them) CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 7272 a solução para o seu concurso! Editora Whose Pessoas ou coisas Substitutos para substanti- vos/pronomes possessivos (his, hers, ours, theirs) That Pessoas ou coisas Pode ser usado para sujei- to ou objeto e só pode ser usado em cláusulas relativas restritivas Which Coisas Pser usado para sujeito ou objeto, pode ser usado em cláusulas relativas não res- tritivas e também pode ser usado em cláusulas relativas restritivas As orações relativas são partes não essenciais de uma frase. Eles podem adicionar significado, mas se forem removidas, a fra- se ainda funcionará gramaticalmente. Existem dois tipos amplos de orações relativas em inglês. É importante distinguir entre eles porque afeta a escolha do pronome usado para introduzir a oração. Defining clauses Uma cláusula definidora ou identificação nos diz de qual pes- soa ou coisa específica estamos falando em um grupo maior de pes- soas ou coisas. Se uma cláusula relativa definidora for removida, o significado da sentença muda significativamente. Uma cláusula relativa de definição não é separada do resto da frase por vírgulas ou parênteses. Consideramos definidor quando o pronome relativo é o sujeito de uma cláusula relativa definidora. Nesse caso podemos usar ‘who’, ‘which’ ou ‘that’. Usamos ‘who’ para pessoas e ‘which’ para coisas. Podemos usar ‘that’ para pessoas ou coisas. Exemplos: • The girl who talked to me at school was very beautiful. (A menina que conversou comigo na escola era muito bonita.) • The cell phone that was stolen from him yesterday was fou- nd. (O celular que foi roubado dele ontem foi encontrado.) • The boy who drew the pictureshas been awarded. (O meni- no que desenhou as imagens foi premiado.) • The TV show which we watched last night was so funny. (O programa de TV que assistimos ontem à noite foi tão engraçado) Non-defining clauses Uma cláusula não definidora ou não essencial nos dá mais in- formações sobre a pessoa ou coisa sobre a qual estamos falando. Se uma cláusula relativa não definidora é removida de uma sentença, perdemos alguns detalhes, mas o significado geral da sentença per- manece o mesmo. Cláusulas relativas não definidoras são sempre separadas do resto da frase com vírgulas ou parênteses. Exemplos: • The doctor, whose name was Louis, prescribed me painkil- lers. (O doutor, cujo nome era Louis, me prescreveu analgésicos) • Cats, which are the cutest pets, live up to 13 years. (Gatos, os quais são os animais de estimação mais fofos, vivem até 13 anos) • The painter, who died in 1876, was very famous for his art. (O pintor, que morreu em 1876, era muito famoso por sua arte) • The city we visited, where it rains a lot, is incredible. (A cida- de que visitamos, onde chove muito, é incrível) INGLÊS NA COMUNIDADE; ESCOLAS AO REDOR DO MUNDO; A LÍNGUA INGLESA NO MUNDO; A LÍNGUA INGLESA COMO LÍNGUA MATERNA, FRANCA E /OU OFICIAL NO MUNDO; MANIFESTAÇÕES CULTURAIS; CO- MUNICAÇÃO INTERCULTURAL; EXPANSÃO DA LÍNGUA INGLESA: CONTEXTO HISTÓRICO; A LÍNGUA INGLESA COMO LÍNGUA DE COMUNICAÇÃO INTERNACIONAL; CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES NO MUNDO GLO- BALIZADO O Inglês que conhecemos hoje, sendo uma língua germânica ocidental, teve sua origem na Grã-Bretanha e, após a constante ex- pansão do Império Britânico, o idioma foi se disseminando durante os séculos XVIII e XIX. Por este motivo, através da colonização do Império Britânico, a maioria dos países que hoje têm como nativa a língua inglesa, foram ex-colônias da Grã-Bretanha, como os Estados Unidos, África do Sul e Canadá. Fazendo assim, com que seja o segundo idioma mais comum utilizado no mundo ocidental. A língua inglesa é amplamente aprendida como uma segunda língua e usada como língua ofi- cial da União Europeia, das Nações Unidas e de muitos países da Commonwealth (Comunidade das Nações, é uma organização inter- governamental composta por 53 países membros independentes), bem como de muitas outras organizações mundiais. É o terceiro idioma mais falado em todo o mundo como primeira língua, depois do Mandarim e do Espanhol. • Inglês = falantes nativos: 379 milhões / falantes não nati- vos: 753 milhões • Chinês Mandarim = falantes nativos: 918 milhões / falan- tes não nativos: 199 milhões • Hindi = falantes nativos: 341 milhões / falantes não nati- vos: 274 milhões Dados coletados da Ethnologue (2020). A ONU (Organização das Nações Unidas) é uma das principais referências no reconhecimento de países em âmbito internacional e reconhece atualmente 193 países. Certamente, aprendendo a lín- gua inglesa você já consegue se comunicar com grande parte dos habitantes do mundo. Países que falam a língua inglesa Devido à fusão das palavras de tantos outros idiomas ao lon- go da história, o inglês contém um vocabulário gigantesco. A língua inglesa moderna não só absorveu palavras de outras línguas euro- peias, como também de todo o mundo, incluindo palavras do hindi e de origens africanas. Podemos observar uma lista de mais de 250.000 palavras dis- tintas do idioma no Oxford English Dictionary, não incluindo muitos termos técnicos, científicos ou gírias. Os países com maior população de falantes nativos da língua Inglesa são, em ordem decrescente: Estados Unidos (215 milhões), Reino Unido (61 milhões), Canadá (18,2 milhões), Austrália (15,5 milhões), Nigéria (4 milhões), Irlanda (3,8 milhões), África do Sul (3,7 milhões), e Nova Zelândia (3,6 milhões), conforme censo de 2006. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 73 a solução para o seu concurso! Editora • Países onde o inglês é língua nativa países onde o inglês é língua oficial mas não nativa países onde o inglês é o segundo idio- ma oficial Austrália Bahamas Estados Unidos Granada Guiana Inglaterra Escócia Gales Irlanda Jamaica Nova Zelândia Trinidad Botsuana Fiji Gâmbia Gana Libéria Maurício Nigéria Rodésia Serra Leoa Uganda Zâmbia Camarões Índia Lesoto Malui Malta Namíbia Nauru Filipinas Singapura África do Sul Suazilândia Tanzânia Tonga Samoa Ocidental. • Língua inglesa, o idioma global O inglês, com o passar do tempo, deixou de ser uma linguagem que pertence apenas às pessoas que são etnicamente inglesas. O uso do idioma cresceu tanto ao redor do mundo que se identifica como comunicação internacional mais usada. Muitos falantes do inglês na África tornaram-se parte de uma comunidade linguística “afro-saxã” que une africanos de diferentes países. O inglês moderno, por vezes denominado como a primeira lín- gua franca global, também é considerado como a primeira língua mundial. O idioma é o mais usado no universo das publicações de jornais e livros, nas telecomunicações internacionais, na publicação científica, no comércio internacional, no entretenimento de massa e na diplomacia. No Brasil aproximadamente 5% da nossa população fala in- glês apesar de não possuir fluência, o que nos coloca em 41º num ranking de número de falantes do idioma por pessoa. Identidade e globalização Identidade cultural é um conjunto híbrido e maleável de ele- mentos que formam a cultura identitária de um povo, ou seja, que fazem com que um povo se reconheça enquanto agrupamento cul- tural que se distingue dos outros. É difícil definir uma identidade cultural específica, pois ela é maleável e depende do momento e das peculiaridades culturais de uma determinada sociedade. Atualmente, o maior desafio para se manter a identidade cul- tural dos grupos sociais é a globalização, que determina padrões culturais baseados na cultura estadunidense, que tem se tornado hegemônica no mundo. O que é identidade cultural? A palavra identidade está associada, historicamente, ao que algo é. Na Filosofia, a essência é a definição do que algo é, ou seja, a identidade é a definição da essência. A identidade cultural não está distante da definição de identidade, pois ela é a identificação essencial da cultura de um povo. O que um povo produz linguística, religiosa, artística, científica e moralmente compõe o seu conjunto de produção cultural. Esse conjunto tende a seguir certos padrões dentro de sociedades, o que cria um aspecto identitário para as cul- turas de determinadas sociedades. A identidade cultural é, justamente, esse padrão que identifica uma produção cultural a certo grupo social. Por exemplo, podemos associar certos tipos de roupas e um ritmo musical específico à cul- tura hip hop, que surgiu nos centros urbanos a partir da década de 1980. Também identificamos algumas pinturas corporais como dos índios habitantes das aldeias indígenas brasileiras, assim como e identificamos as flautas feitas de bambu tocadas em certos ritmos com os nativos do território boliviano. A identidade cultural fun- ciona, portanto, criando laços que ligam certos elementos a povos específicos. A importância da identidade cultural no século XXI O século XXI vivencia o ápice da globalização. O fenômeno da globalização começou com força na década de 1960, período da Guerra Fria (quando Estados Unidos e União Soviética disputavam a hegemonia do poder político no mundo). Com o fim da União So- viética, no final da década de 1980, o capitalismo estadunidense passou a dominar as relações comerciais e políticas. Com isso, houve uma invasão da cultura norte-americana em países da América do Sul, países africanos e países orientais. Essa invasão da cultura norte-americana como modo cultural hegemôni- co ocasionou uma mudança de perspectiva, que colocou o hábito cultural imposto no lugar do hábito cultural tradicional. Podemos perceber, por exemplo, que o gosto musical dos bra- sileiros mudou ao longo dos tempos. Se até a década de 1960 os brasileiros consumiam mais uma música brasileira deorigem regio- nal, a partir dessa década, passou-se a ouvir mais músicas estran- geiras. Com o fenômeno da importação de filmes e programas tele- visivos dos Estados Unidos e, a partir dos anos 2000, com o advento da popularização da internet, a música consumida pela população brasileira sofreu uma influência norte-americana muito maior. Exemplos de identidade cultural É difícil delinear exemplos claros de identidade cultural, visto que a cultura é um termo muito amplo e maleável. No entanto, alguns aspectos culturais podem ser separados e postos como exemplos de elementos identitários de determinadas culturas. Listamos a seguir alguns exemplos de identidade cultural que são associados a algumas culturas: • Religiosidade: as diversas religiões são elementos identitários de certos grupos culturais. Cristãos (católicos, protestantes ou espí- ritas), judeus, muçulmanos, candomblecistas, budistas, hinduístas ou qualquer outra denominação religiosa compreendem grupos identitários que se relacionam a determinadas culturas. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 7474 a solução para o seu concurso! Editora • Artes plásticas: os artefatos produzidos por artistas plásticos e artesãos também são fortes elementos de identidade cultural de um povo. Os adereços corporais, a pintura e a escultura podem re- presentar de maneira efetiva uma cultura. • Música: é um elemento de identidade cultural muito eficaz. De acordo com o ritmo ou com os instrumentos utilizados, é possí- vel estabelecer de onde a música se originou, havendo uma noção de identidade cultural implícita nessa relação. A música sertaneja composta por viola caipira, por exemplo, remete ao sertão do Bra- sil, enquanto os ritmos rápidos com tambores e chocalhos remetem aos ritmos africanos ou de origem africana. • Culinária: forte elemento de identidade cultural. É comum associarmos as massas à culinária italiana, o bacalhau à culinária portuguesa, o sushi à culinária japonesa, a paella à culinária espa- nhola, a feijoada à culinária brasileira e a cerveja à culinária alemã. Os hábitos culinários dizem muito a respeito da cultura em questão. REFERÊNCIAS https://www.handful.com.br/quais-paises-tem-o-ingles-como-lingua- -oficial/ https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/identidade-cultural. htm#:~:text=Atualmente%2C%20o%20maior%20desafio%20para,s%- C3%A3o%20elementos%20da%20identidade%20cultural. DIMENSÃO INTERCULTURAL BRINCADEIRAS INFANTIS AO REDOR DO MUNDO O brincar e o jogar são momentos sagrados na vida de qual- quer indivíduo. É com a prática dos jogos e das brincadeiras que as crianças ampliam os conhecimentos sobre si, sobre os outros e sobre o mundo que está ao seu redor. Desenvolvem as múltiplas linguagens, exploram e manipulam objetos, organizam seus pen- samentos, descobrem e agem com as regras, assumem papel de líderes e se socializam com outras crianças, preparando-se para um mundo socializado. O brinquedo e o ato de brincar completam o mundo mágico infantil, pois é uma das principais formas de autodescoberta e vivências da própria criança, partindo da percepção de seus limites e de suas possibilidades, explorando seu ambiente através de suas brincadeiras de uma maneira saudável e produtiva, contribuindo assim, para a integração de suas primeiras experiências culturais. A importância do brinquedo decorre de sua capacidade de instigar a imaginação infantil. Ao ver o brinquedo, a criança é to- cada pela sua proposta, reconhece umas coisas, descobre outras, experimenta e reinventa, analisa, compara e cria. Sua imaginação se desenvolve e suas habilidades também. Sua sociabilidade se desenvolve: ela faz amigos, aprende a compartilhar e a respeitar o direito dos outros e as normas esta- belecidas pelo grupo, e a envolver-se nas atividades apenas pelo prazer de participar, sem visar recompensas nem temer castigos. Brincando, a criança estará buscando sentido para sua vida. Sua saúde física, emocional e intelectual depende, em grande parte, dessa atividade lúdica. A seguir um levantamento de como se divertem as crianças de outros países; algumas brincadeiras são já conhecidas aqui no Brasil. Alemanha - Esconde-esconde ao contrário Apenas uma criança irá se esconder e todas as outras irão procurar. Quem encontrar a criança se une a ela na próxima ro- dada e ficará junto com ela no esconderijo, enquanto os outros a procuram. E assim vai até que sobre apenas uma criança para pro- curar as demais, essa criança será a próxima a se esconder e, dessa maneira, o jogo recomeça. Austrália - “Que horas são, Seu Lobo?” Uma criança será o lobo e ficará de costas para as outras, afas- tado cerca de 15 metros. As outras crianças começam a perguntar que horas são ao lobo. O número de horas dito pelo lobo é o nú- mero de passos que as crianças devem dar em sua direção. Assim, cinco horas são cinco passos, oito horas são oito passos. Quando as crianças estiverem bem perto do lobo, ele se vira e diz: “Hora do jantar!” e tenta pegar as outras crianças. Quem for pego será o próximo lobo. Colômbia - Pare Uma das crianças lança uma bola para o alto e grita o nome de outra que estiver na brincadeira. Esta tem de tentar apanhar a bola antes que ela toque no chão. Se conseguir, repete-se o pro- cesso. Senão, assim que a pessoa a pegar, deve gritar “pare”, o que obriga todos a pararem de correr, dar três longos passos em dire- ção ao mais próximo e atirar a bola nele. Egito - Silêncio é ouro Forma-se uma grande roda. Em seguida, é escolhido o líder, que deve começar a fazer cosquinhas ou careta para o companhei- ro do lado. Este faz o mesmo para o seguinte, e assim sucessiva- mente. Quem der risada ou fizer algum barulho, perde o jogo. Gana - Da Ga Marque uma área do chão para ser a casa da serpente. A criança que será a serpente ficará dentro de sua casa e as outras crianças circulam pelo espaço restante e chamam a serpente. A serpente deve sair e tentar pegar as crianças. Quando agarra al- guma, essa fará parte da serpente e volta para a casa com ela de mãos dadas. E assim vai sucessivamente, a serpente vai aumen- tando de tamanho à medida que pega mais crianças. Se durante a correria a serpente se romper, as crianças que formam a serpente devem voltar correndo para sua casa. Itália - Mora O significado do nome deste jogo é justamente dedos. Duas pessoas, uma de frente para a outra, escondem as mãos atrás das costas. Ambos pensam qual a quantidade de dedos que o oponen- te vai mostrar. Depois chutam, no momento em que apresentam as mãos, quanto vai ser a somatória destes com o próprio número que irá se indicar. Quem acertar é o ganhador. Japão - Janken Pon As crianças brasileiras conhecem bem esta brincadeira. Depois de gritar “jan”, “ken” e “pon”, se deve fazer um gesto que repre- sente papel, pedra ou tesoura. O papel embrulha a pedra, a tesou- ra corta o papel e a pedra quebra a tesoura. Os coreanos, porém, vão além. O vencedor deve gritar “atchi muite hoi”, que quer dizer “olhe para este lado”. Se o oponente virar o rosto para o mesmo lugar apontado, ele perde definitivamente o jogo. Senão, é deter- minado empate. Paquistão - Oonch Neech É um jogo de pega-pega com algumas peculiaridades. O pe- gador tenta apanhar os outros participantes, mas estes podem fugir subindo em algum lugar mais alto. Valem árvores, cadeiras e muros, entre outros. Detalhe: a tradução do nome da brincadeira é “em cima e embaixo”. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 75 a solução para o seu concurso! Editora Suíça - Eu espio algo Esta brincadeira é bastante apreciada pelas crianças mais novas. O líder escolhe um objeto na sala e diz a frase: “eu espio algo”, fornecendo algum detalhe, como cor ou forma. Os outros participantes tentam então adivinhar o que é, fazendo perguntas. Pistas indicando se as suposições estão ou não corretas são dadas por meio da resposta do líder (quente, muito quente, frio, muito frio e morno). Taiwan - Apanhe os pintinhos Trata-se de um popular jogo de pega-pega de Taiwan.Pri- meiro, determina-se quem será a águia, a galinha e os pintinhos. A águia tem de se esforçar para apanhar os pintinhos, que são defendidos a todo custo pela galinha. Aquele que for apanhado, perde e será a ave na próxima rodada. Brincadeiras que estimulam o estudo de inglês Simon Says Em “Simon says”, chamada de “mestre mandou” aqui no Bra- sil, as crianças devem seguir as orientações de um mestre, que vai fazer pedidos que podem ser, por exemplo, para que eles façam um gesto ou peguem algum objeto que esteja próximo. Aqueles que demoram para cumprir a tarefa são eliminados até sobrar apenas um participante, que será o vencedor. As crian- ças precisam ficar atentas, pois o mestre pode fazer pegadinhas e pedir coisas que são impossíveis de se fazer, e aquele que fizer algum movimento de maneira precipitada, sem ter compreendido o pedido também é desclassificado. Para as crianças treinarem inglês, que tal criar uma regra em que o mestre só pode pedir coisas se falar no idioma? Dessa forma eles desenvolvem o raciocínio lógico, a interpretação e aprimoram o vocabulário. Blind Man’s Buff/Bluff É uma brincadeira muito antiga, que era a diversão dos aris- tocratas na Idade Média e resiste até hoje entre as crianças nos Estados Unidos. O jogo precisa de pelo menos dois participantes e consiste em deixar uma pessoa com os olhos vendados para que tente encontrar os demais jogadores apenas escutando os sons e tateando o ambiente. Em algumas partes do Brasil, esse jogo pode ser chamado de “Marco Polo”, “gato mia”, “cabra-cega” ou “cobra-cega”. O jogador que estiver vendado pode fazer perguntas para que os demais tenham que pronunciar algo e ele consiga rastrear o som. Broken Telephone Um clássico que também atravessou gerações de crianças nos Estados Unidos e aqui no Brasil, o “Broken Telephone”, ou “telefo- ne sem fio”, necessita de um número maior de participantes para que a brincadeira dê certo. Ela consiste em uma pessoa pensar em uma palavra ou frase e falar bem baixinho para quem está ao lado, e assim sucessivamen- te até chegar no último jogador, que deverá pronunciar em voz alta o que lhe foi dito. A parte cômica do jogo é que, como só se pode falar o termo uma vez e em voz baixa, a chance de errar a palavra ou frase no meio do percurso é grande, e o resultado final acaba sendo bem diferente do original. Esse jogo é ótimo para treinar a atenção, a pronúncia e o vo- cabulário dos pequenos em inglês, portanto incentive-os a brincar utilizando termos e expressões no idioma. Hangman O jogo “Hangman” também pode ser muito educativo para as crianças que estão aprendendo inglês. O passatempo é igual ao jogo da “forca” aqui no Brasil, e consiste em uma pessoa escolher uma palavra, dizer o tema a que está relacionada, fazer em um papel (ou qualquer outra superfície) tracinhos referentes às letras e desenhar uma forca. O oponente deve ir falando as letras que acha que compõem o termo até ter certeza do que é e revelar. Caso acerte a palavra, o ponto vai para quem estava adivinhando. Quem escolheu a palavra só ganha se o adivinhador errar as letras por vezes suficientes para montar um boneco (cabeça, tronco, braços, pernas e pés) na forca ou chutar a palavra e errar. Para os pequenos o desafio é lembrar como se escrevem as palavras que estão aprendendo em inglês. Esse exercício, além de ser ótimo para entreter a criançada, também estimula o pensa- mento na língua. Cops and Robbers A brincadeira tradicional “Cops and Robbers” é semelhante ao nosso “polícia e ladrão”, em que as crianças são divididas em dois grupos. Os cops devem esperar um tempo para que os robbers se escondam para depois iniciar as buscas e levá-los para a jail, ou cadeia. Os robbers podem salvar os que foram presos, caso consigam chegar a eles sem serem pegos pelos cops. Os policiais vencem se prenderem todos os ladrões. Já os vilões ganham a partida caso um tempo pré-determinado passe e ainda sobre um deles em liberdade. Fonte: Guia dos Curiosos e IBGE wizard.com.br HISTÓRIAS INFANTIS AO REDOR DO MUNDO: ENFOQUE MULTICULTURAL E PLURILÍNGUE, ENFOQUE EM PAÍSES ANGLÓFONOS A leitura é fundamental para o desenvolvimento do inglês, por isso separamos algumas histórias clássicas para ler com as crianças para elas aprenderem mais o idioma. Alguns títulos de livros famosos para você ler em inglês com as crianças e despertar ainda mais a imaginação e o gosto pelo idioma inglês. The Voyages of Doctor Dolittle, de Hugh Lofting Nosso primeiro livro da lista vai despertar muito a curiosidade e a imaginação do seu filho. The Voyages of Doctor Dolittle conta a aventura de um garoto, que faz amizade com Dr. Dolittle, um médi- co veterinário capaz de falar com os animais. Em pouco tempo Tommy, o menino, aprende a falar a língua dos animais e sai junto com Dolittle em busca de resolver um mis- tério muito intrigante envolvendo um amigo dele. Ler este livro junto com a criança vai também estimular que ela se dedique a aprender o inglês para descobrir novas formas de se comunicar com outras pessoas, assim como Tommy faz com os animais, quando se dedica a estudar a língua deles. The Magic of Oz, de L. Frank Baum Um clássico que atravessa gerações e possui fãs por todo o mundo. The Magic of Oz conta a história da menina Dorothy, órfã que vive com os tios em uma fazenda no Kansas. Certo dia um CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 7676 a solução para o seu concurso! Editora ciclone atinge a região em que vive, mas ela e seu cachorro e fiel escudeiro Totó não conseguem se proteger, sendo levados até uma terra distante chamada Oz. Lá ela percebe que existem criaturas mágicas como bruxas, magos, espantalhos, homens de lata e leões que falam, andam e possuem consciência humana. Orientada por Glinda, uma bruxa do bem, ela parte em busca de encontrar o famoso Mágico de Oz, para que ele a leve de volta ao Kansas. A leitura deste livro vai além do simples entretenimento. Ele dá lições importantes sobre amor, coragem, empatia e bondade, portanto acrescente-o à lista de obras para ler com seu filho. Es- colha uma edição que esteja em inglês, para incentivar que ela desenvolva o vocabulário no idioma. Hansel and Gretel, de Wilhelm Grimm e Jacob Grimm Mais uma obra que já foi lida por diversas gerações é Hansel and Gretel, aqui no Brasil traduzido como João e Maria. Depois de fazer muita algazarra e destruírem a torta de frutas que a madrasta estava fazendo, os irmãos João e Maria são mandados para a flo- resta para colher amora, para que a esposa do pai pudesse fazer novamente a receita. Depois de muito andar eles percebem que estão perdidos e famintos. João avista uma casa entre as árvores feita de doces e logo os dois partem para comer alguns pedaços para matar a fome. O que eles não sabem é que o casebre é de uma bruxa mui- to velha, que planeja prender os dois para devorá-los. A aventura se desenrola com um final feliz para a dupla, que consegue escapar e se livrar de vez das ameaças da bruxa. Este livro contém muitos ensinamentos sobre diversas questões da vida e que são mostradas para as crianças de forma lúdica. A leitura em inglês é fascinante, pois as versões mais recentes possuem linguagem mais atual e de fácil compreensão por parte dos pequenos, uma vez que é um livro infantil. Curious George – H.A. Rey and Margret Rey O livro conta a história de um macaco curioso chamado Curious George. Sua curiosidade despertou o interesse dos huma- nos que o levaram para a cidade, onde ele apronta várias aven- turas. Este livro contém frases curtas e simples, o que facilita o aprendizado do inglês. Where the Wild Things Are – Maurice Sendak Max é um menino que se comporta mal, por isso é mandado por sua mãe para o quarto sem jantar. Uma floresta surge no seu quarto junto com monstros chamados Wild Things. Este é considerado um dos livros infantis mais clássicos e co- nhecidos da literatura inglesa. O livro usa um vocabulário um pou- co mais avançadoe é excelente para aprender palavras de nível superior. The Little Prince – Antoine Saint-Exupéry O livro francês foi traduzido para praticamente todas as lín- guas, inclusive o inglês. Conta a história de um piloto que encontra um menino de cabelos de ouro no deserto do Saara. O aviador descobre que o menino vive no Asteroide B-612 e que há apenas uma rosa que fala com ele. O livro é repleto de belas lições e ensinamentos, tanto para as crianças quanto para os adultos. Peter and Wendy – J. M. Barrie and Fred Foreman Peter Pan é um menino que se recusa a crescer e se aborrece só de pensar na ideia. Já Wendy é uma menina que adora brincar fingindo que é adulta. Peter está sempre metido em alguma aven- tura mas, por ser esquecido, tudo parece inédito para ele. O es- quecimento o ajuda a não crescer, mas também o torna ingênuo. Alice in Wonderland, de Lewis Carroll Alice no País das Maravilhas é um clássico publicado em 1865. Conta a história de uma menina chamada Alice, que cai na toca de um coelho e mergulha em um lugar fantástico cheio de criaturas peculiares Peter Pan, de J. M. Barrie Peter Pan é uma obra que une gerações, assim como Alice no País das Maravilhas. Um dos clássicos infantis mais populares da literatura infantil conta a história dos habitantes da Terra do Nun- ca: Peter Pan, os meninos perdidos, Sininho, Capitão Gancho e os piratas. The Jungle Book, de Rudyard Kipling O Livro da Selva foi publicado originalmente em 1894 e conta a história de Mogli, um menino criado por lobos. Você certamente lembra desta história, né? No Brasil, a obra foi traduzida pelo escri- tor Monteiro Lobato e ganhou o título de “O Livro da Jângal”. Faça o download gratuito do livro The Voyages of Doctor Dolittle, de Hugh Lofting As Viagens de Dr. Dolittle faz parte de uma série de livros infantis que contam a história de um veterinário que fica famoso no mundo inteiro por ter a capacidade de conversar com diversos animais. A obra foi adaptada para um musical e para um filme com Eddie Murphy no papel do personagem principal. Você pode bai- xar o livro em inglês Extra: Grimm’s Fairy Tales Caso você seja um fã incondicional dos livros impressos, pode optar por coletâneas com fábulas infantis, como as escritas pelos Irmãos Grimm. Algumas das principais histórias dos autores ale- mães, como Chapeuzinho Vermelho e Rapunzel, estão na obra Grimm’s Fairy Tales. Se você quiser comprar a versão em inglês, pode fazer Como otimizar o aprendizado com a leitura Pode ser como entretenimento, de forma despretensiosa, ou utilizar as próximas dicas para maximizar a assimilação. • Leia com calma, no seu tempo; • Tenha um dicionário monolíngue para consultas rápidas; • Faça anotações sobre pontos a serem estudados; • Insira a leitura de na sua rotina. Fonte: www.wizard.com.br culturainglesacuritiba.com.br topwayschool.com CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 77 a solução para o seu concurso! Editora REFLEXÃO SOBRE O FUNCIONAMENTO LINGUÍSTICO: ORAÇÕES CONDICIONAIS As conditional sentences são frases bem comuns no inglês. São cinco construções no idioma, cada uma com as suas particula- ridades. Acompanhe o texto e entenda! As orações condicionais, conhecidas como conditionals sen- tences em inglês, recebem esse nome porque precisam de uma condição, como algo que você deve fazer ou uma situação que precisa existir para que outra coisa aconteça. Elas são usadas para falarmos sobre: • O que acontece de fato. • O que poderia acontecer. É um provável ou possível resulta- do no futuro. • O que nós gostaríamos que acontecesse, imaginando um resultado diferente para a situação presente. • O que poderia ter acontecido, ou seja, pensar sobre um resultado diferente para algo no passado. Normalmente, a conjunção “if” acompanha as frases condicio- nais, que são divididas em cinco formas de construção, cada uma com usos característicos. O “if” indica uma situação que precisa acontecer para que outra situação aconteça, ou seja, o resultado da ação só pode ocorrer se tiver a “if clause”. Acompanhe o texto e entenda cada um dos conditionals a seguir! Zero conditional O zero conditional (condicional zero) é utilizado para fazer referência a verdades gerais, regras e fatos científicos. Veja a estru- tura da frase: IF + SIMPLE PRESENT – SIMPLE PRESENT (oração condicional) + (oração principal) Confira alguns exemplos de frases no zero conditional: • If you heat water to 100 degrees, it boils. – Se você esquen- tar a água a 100 graus, ela ferve. • If you miss five classes, you fail the subject. – Se você per- der cinco aulas, você é reprovado na matéria. Você pode alterar a ordem das orações, como nos exemplos abaixo: • The roof gets wet if it rains. – O telhado fica molhado se chove. E a conjunção “if” pode ser substituída por “when”, veja: • When you heat water to 100 degrees, it boils. – Quando você esquenta a água a 100 graus, ela ferve. Você também pode usar o zero conditional para dar ordens ou instruções. A sentença ficará da seguinte forma: IF + SIMPLE PRESENT – INFINITIVE WITHOUT “TO” (oração condicional) + (oração principal) Confira exemplos de frases desse caso: • If I get late, start the meeting without me. – Se eu me atra- sar, comece a reunião sem mim. • If I miss the bus, pick me up at home. – Se eu perder o ôni- bus, me busque em casa. First conditional O first conditional (primeiro condicional) é utilizado em frases que falam sobre uma possível situação no futuro, que tem possibi- lidade de ocorrer. Veja como fica a estrutura: IF + SIMPLE PRESENT – WILL + VERB (oração condicional) + (oração principal) Confira alguns exemplos: • If I go to London, I will visit my friend Mary. – Se eu for a Londres, vou visitar minha amiga Mary. • If I see Charlie at the party, I’ll give him a hug. – Se eu vir o Charlie na festa, darei um abraço nele. • If it snows, I’ll stay home. – Se nevar, ficarei em casa. • I’ll see the Mona Lisa if I go to Paris. – Eu vou ver a Mona Lisa se eu for a Paris. Second conditional O second conditional (segundo condicional) é utilizado para falarmos de situações imaginárias ou improváveis de acontecer no momento. Confira a estrutura: IF + PAST SIMPLE – WOULD + VERB (oração condicional) + (oração principal) Veja os exemplos abaixo: • If I had your number, I would text you. – Se eu tivesse seu número, te mandaria uma mensagem. • If I had more free time, I would start learning French. – Se eu tivesse mais tempo livre, começaria a aprender francês. • I would save a lot of time if I bought a car. – Eu economiza- ria muito tempo se comprasse um carro. Third conditional O third conditional (terceiro condicional) faz referência ao passado. Esse caso fala de uma situação irreal e hipotética que poderia ter sido o resultado de determinada ação. Veja a estrutura da frase: IF + PAST PERFECT – WOULD/COULD/MIGHT HAVE + PAST PARTICIPLE (oração condicional) + (oração principal) Confira os exemplos a seguir: • If we had rented that apartment, we could have lived toge- ther. – Se nós tivéssemos alugado aquele apartamento, nós pode- ríamos ter morado juntos. • If you had not spent so much money, you could have trave- led to New York. – Se você não tivesse gastado tanto dinheiro, você poderia ter viajado para Nova Iorque. • He wouldn’t have passed the test if he hadn’t studied. – Ele não teria passado no teste se não tivesse estudado. Lembre-se de que para saber qual conditional usar em cada caso, você precisa ter como base o que quer expressar, o tempo da ação e qual o nível de possibilidade dela ocorrer. Confira um breve resumo sobre cada um dos condicionais: • Zero conditional: 100% de certeza de acontecer. Retrata fatos científicos, verdades gerais, instruções, fatos que sempre ocorrem. • First conditional: provável de acontecer. Fala sobre eventos que podem ocorrer no futuro. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 7878 a solução para o seu concurso! Editora • Second conditional: situação muito improvável deacontecer ou imaginária. Podem ser frases sobre situações que poderiam ser diferentes da realidade no momento. • Third conditional: hipotética. Fala de situações que pode- riam ter sido diferentes no passado. BÔNUS: mixed conditionals Também existem os condicionais mistos, conhecidos como mixed conditionals. Nesse caso, usamos essas formas para falar sobre algo que aconteceu no passado e que não pode ser mudado, mas cuja consequência está no presente. É uma junção do third e do second conditionals. Veja a estrutura e os exemplos: IF + HAD + PAST PERFECT – WOULD • If I hadn’t worked until late at night, I wouldn’t be tired today. – Se eu não tivesse trabalhado até tarde da noite, eu não estaria cansada hoje. • If I had finished my school paper, I would go out tonight. – Se eu tivesse terminado meu trabalho da escola, eu sairia hoje à noite. • If we had looked at the map, we wouldn’t be lost. – Se nós tivéssemos olhado no mapa, nós não estaríamos perdidos. Fonte: www.wizard.com.br USOS DE LINGUAGEM EM MEIO DIGITAL E CONECTO- RES (LINKING WORDS) Os conectivos são palavras muito importantes para os idio- mas, e o inglês não é exceção! Usamos as linking words no dia a dia, pois ajudam a dar coesão e coerência a uma frase e ao texto, além de permitirem a união de informações, explicações ou ideias. Adição e similaridade And: usada como se fosse o conectivo “e” no português, é considerada uma das linking words mais comuns do inglês. Exem- plo: • My brother needs to study geography and I need to finish my history homework today. – Meu irmão precisa estudar geogra- fia e eu preciso terminar a minha lição de história hoje. Also: equivalente ao “também” do português. Exemplo: • They traveled to London and also spent a weekend in Dublin during their vacations. – Eles viajaram para Londres e tam- bém passaram um fim de semana em Dublin durante as férias. As well as: usado para adicionar informações semelhantes em uma oração, como o nosso “assim como”. Exemplo: • Pop, as well as rock, is a very popular kind of music. – O pop, assim como o rock, é o um estilo de música muito popular. In addition to: em português, pode ser o “além de”. Exemplo: • In addition to the main course, I want a starter too. – Além do prato principal, vou querer uma entrada também. x Besides: seria o “além disso” na língua portuguesa, e é pareci- do com as linking words “also” e “in addition to”. Exemplo: • He’s a good cooker. Besides, he paints really well. – Ele é um bom cozinheiro. Além disso, ele pinta muito bem. Alternância e exclusão Or: usado para mostrar uma alternativa ou escolha entre dois ou mais elementos, como se fosse o “ou” do português. Veja: • Do you prefer Coke or Pepsi? – Você prefere Coca ou Pepsi? Neither… nor…: liga duas ideias negativas. Exemplo: • Neither my boyfriend nor your brother can cook. – Nem o meu namorado nem o seu irmão sabem cozinhar. Either… or…: Aponta uma possibilidade de escolha entre duas opções. Exemplo: • My father can travel either by car or by bus. – Meu pai pode viajar de carro ou de ônibus. Condição If: usado para demonstrar uma condição, equivalente ao “se” em português. Exemplo: • If he arrives late again to the meeting, he’ll be in trouble. – Se ele chegar atrasado novamente à reunião, ele terá problemas. As long as: mostra uma possibilidade. Traduzido como “desde que”: • We can have dinner together as long as you wait for me to leave work. – Podemos jantar juntos, desde que você me espere sair do trabalho. Unless: essa linking word é negativa e tem o sentido do co- nectivo if + not. Equivale aos nossos “a menos que” ou “a não ser que”: • I can’t wait for her unless she gets here in 20 minutes. – Eu não posso esperar por ela a menos que ela chegue aqui em 20 minutos. Causa e explicação As: é utilizado para unir uma ação à sua causa/motivo em uma frase, como nosso “já que”. Exemplo: • My mom left home at 2 p.m. as she wanted to be early at the party. – Minha mãe saiu de casa às 14h, já que queria chegar cedo à festa. Because: usado para dar uma explicação ou razão de uma situação, como se fosse o “porque” em português. Exemplo: • I missed the bus because it was raining a lot! – Perdi o ôni- bus porque estava chovendo muito! For: essa linking word, na forma de conjunção, demonstra causa ou razão, funcionando também como “porque”, de maneira formal, além de complementar a frase anterior: • I’m very happy with my new car for I’ve bought it with my savings. – Estou muito feliz com o meu carro novo porque o com- prei com minhas economias. Since: usada para indicar motivo/causa, equivale a “já que” ou “uma vez que”. Exemplo: • We should stay home since the weather is horrible. – De- víamos ficar em casa, já que o tempo está horrível. Contraste But: demonstra diferença de ideias, e é equivalente ao “mas” em português. Também pode ser usado como “com exceção de” em alguns casos. Exemplo: • I love all kinds of foods but Japanese. – Eu amo todos os tipos de comidas, menos a japonesa. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 79 a solução para o seu concurso! Editora Although: para apresentar uma ideia oposta, como se fosse “apesar de” ou “embora” na língua portuguesa. Exemplo: • My father bought chocolates for my mom, although he knew she was on a diet. – Meu pai comprou chocolates para mi- nha mãe, apesar de saber que ela estava de regime. However: usado para apresentar contraste em relação a uma colocação inicial, e equivalente a “porém” e a “no entanto” do português. Veja: • It’ll be a sunny weekend in London. However, there can be thunderstorms. – Será um fim de semana ensolarado em Londres. No entanto, podem ocorrer tempestades. Fonte: www.wizard.com.br QUESTÕES 1. (COLÉGIO PEDRO II - PROFESSOR – INGLÊS - COLÉGIO PEDRO II – 2019) TEXT 6 “Probably the best-known and most often cited dimension of the WE (World Englishes) paradigm is the model of concentric cir- cles: the ‘norm-providing’ inner circle, where English is spoken as a native language (ENL), the ‘norm-developing’ outer circle, where it is a second language (ESL), and the ‘norm-dependent’ expanding circle, where it is a foreign language (EFL). Although only ‘tentati- vely labelled’ (Kachru, 1985, p.12) in earlier versions, it has been claimed more recently that ‘the circles model is valid in the senses of earlier historical and political contexts, the dynamic diachronic advance of English around the world, and the functions and stan- dards to which its users relate English in its many current global incarnations’ (Kachru and Nelson, 1996, p. 78).” PENNYCOOK, A. Global Englishes and Transcultural Flows. New York: Routledge, 2007, p. 21. According to the text, it is possible to say that the “circles mo- del” established by Kachru (A) represents a standardization of the English language. (B) helps to explain the historicity of the English language. (C) establishes the current standards of the English language. (D) contributes to the expansion of English as a foreign langua- ge. 2. (COLÉGIO PEDRO II - PROFESSOR – INGLÊS - COLÉGIO PEDRO II – 2019) TEXT 5 “In other words, there are those among us who argue that the future of English is dependent on the likelihood or otherwise of the U.S. continuing to play its hegemonic role in world affairs. Since that possibility seems uncertain to many, especially in view of the mu- ch-talked-of ascendancy of emergent economies, many are of the opinion that English will soon lose much of its current glitter and cease to be what it is today, namely a world language. And there are those amongst us who further speculate that, in fifty or a hundred years’ time, we will all have acquired fluency in, say, Mandarin, or, if we haven’t, will be longing to learn it. […] Consider the following argument: a language such as English can only be claimed to have attained an international status to the very extent it has ceased to be national, i.e.,the exclusive property of this or that nation in par- ticular (Widdowson). In other words, the U.K. or the U.S.A. or who- soever cannot have it both ways. If they do concede that English is today a world language, then it only behooves them to also recog- nize that it is not their exclusive property, as painful as this might indeed turn out to be. In other words, it is part of the price they have to pay for seeing their language elevated to the status of a world language. Now, the key word here is “elevated”. It is precisely in the process of getting elevated to a world status that English or what I insist on referring to as the “World English” goes through a process of metamorphosis.” RAJAGOPALAN, K. The identity of “World English”. New Challenges in Language and Literature. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2009, p. 99- 100. The author’s main purpose in this paragraph is to (A) talk about the growing role of some countries in the spread of English in world affairs. (B) explain the process of changing which occurs when a lan- guage becomes international. (C) raise questions about the consequences posed to a langua- ge when it becomes international. (D) alert to the imminent rise of emergent countries and the replacement of English as a world language. 3. (PREFEITURA DE CABO DE SANTO AGOSTINHO - PE - PROFES- SOR II - INGLÊS - IBFC – 2019) There are a lot of _____ in the field. Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna. (A) sheep (B) sheeps (C) ship (D) ships 4. (PREFEITURA DE BLUMENAU - SC - PROFESSOR - INGLÊS – MATUTINO- FURB – 2019) What is the correct sequence for planning a practical writing class? Consider classroom actions (A through H below) with the cor- rect sequence of these actions: A - The teacher provides students with a short newspaper arti- cle about a pool in their city that can close and tells them that they will write a letter to the newspaper asking for the pool to be open. B - Students choose the top six reasons and the teacher writes them on the board. C - Groups check each other’s letters for grammatical and spelling errors and correct them. D - Teacher asks students in groups to brainstorm reasons for keeping pool open. E - Teacher asks students in his or her groups to write a draft of the letter using three of the reasons on the written list. F - Teacher collects all letters to send to newspaper editor. G - Groups tell their list of reasons for the whole class. H - Groups write an improved draft letter. Mark the correct sequence: (A) D – G – B – A – E – C – H – F. (B) A – D – G – B – E – C – H – F. (C) C – D – G – E – B – A – H – F. (D) A – D – C – B – E – G – H – F. (E) C – D – G – B – E – H – A – F.