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ENFERMAGEM PRÁTICA DE ASSISTÊNCIA EM ENFERMAGEM CENTRAL DE MATERIAL ESTERELIZADO 2023/1 PATRÍCIA DA SILVA CONDE PRÁTICA DE ASSISTÊNCIA EM ENFERMAGEM EM CENTRAL DE MATERIAL ESTERELIZADO CUIABÁ-MT 2023/1 PATRÍCIA DA SILVA CONDE PRÁTICA DE ASSISTÊNCIA EM ENFERMAGEM EM CENTRAL DE MATERIAL ESTERELIZADO Relatório final da prática de Assistência de Enfermagem em Central de Material Esterilizado, tendo como preceptora a Profª Mª Virginia Costa. Cuiabá-MT 2023/1 DECLARAÇÃO DE FREQUÊNCIA Declaro para os devidos finas que a aluna PATRICIA DA SILVA CONDE, cumpriu 30 horas de prática supervisionada na Instituição Cedente Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique de Aquino – Cuiabá-MT, no período de 03/04 a 25/05/2023. CUIABÁ-MT, 13 de julho de 2023. ___________________________________________ Prof. Enf. Mª. Virginia Costa _________________________________________________ Enf. Adriana Delmondes Godoy Coordenadora da Prática Supervisionada FACULDADE FASIPE - CURSO DE ENFERMAGEM Credenciada Portaria MEC 1175 de 05/12/07 Autorizada SESU/MEC 1069 de 27/12/07 ATESTADO DE ÉTICA Eu, PATRÍCIA DA SILVA CONDE, nascida em 03 /01 /1981 e com estado civil solteira, portadora da Cédula de Identidade N° 32.860.156-1 SSP-SP, aluna regularmente matriculada na Faculdade de Cuiabá - FASIPE no 8 º semestre do curso Bacharel em Enfermagem, período 2023/01, sob o Nº de Matrícula 9419100427 e com horário de aula no período matutino, atesto para os devidos fins de direito que as dados e informações observadas no decorrer da Pratica Curricular na Unidade Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique de Aquino situada a Rua Óbidos, S/N no bairro CPA I Cuiabá-MT , cabe a mim sigilo profissional, segundo o código de ética profissional da enfermagem cita: Art. 85 – Divulgar ou fazer referência a casos, situações ou fatos de forma que os envolvidos possam ser identificados. Fica assim firmado o meu compromisso com a instituição cedente acima citada. Cuiabá, 03 de abril de 2023. Patrícia da Silva Conde – 306.144.698-21 FACULDADE FASIPE - CURSO DE ENFERMAGEM Credenciada Portaria MEC 1175 de 05/12/07 Autorizada SESU/MEC 1069 de 27/12/07 PARECER DOS SUPERVISORES DA PRÁTICA Aluno: Patrícia da Silva Conde Curso: Enfermagem Semestre letivo: 8º Parecer dos Supervisores de Prática quanto ao trabalho do Estagiário(a): O aluno/estagiário: ( ) alcançou os objetivos propostos para o estágio supervisionado ( ) alcançou parcialmente os objetivos propostos para o estágio supervisionado ( ) não alcançou os objetivos propostos Aconselha: ( ) aprovação do(a) ( ) repetição de parte do ( ) reprovação do(a) estagiário(a) Classifica: Conceito / nota final: Observações Finais: .................................................................................................................................................... .................................................................................................................................................... SUPERVISORES DE PRÁTICA Nome: Assinatura Nome: Assinatura: Nome: Assinatura: Data: / / FACULDADE FASIPE - CURSO DE ENFERMAGEM Credenciada Portaria MEC 1175 de 05/12/07 Autorizada SESU/MEC 1069 de 27/12/07 estagiário(a) estágio Ficha de Avaliação da Prática Supervisionada ITENS A SEREM AVALIADOS PELO PRECEPTOR DE PRÁTICA I – ASPECTOS GERA IS PONTUAÇÃO 1. Assiduidade e Pontualidade 0,8 2. Apresentação Pessoal 3. Relações Interpessoais (colegas, equipe de saúde e paciente. 4. Responsabilidade e Senso Crítico 5. Comportamento Ético Profissional 6. Iniciativa e Interesse 0,5 Sub-Total I 1,3 II – ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PONTUAÇÃO 1. Atuação em procedimentos específicos da disciplina 1,5 2. Conhecimento técnico-científico das atividades Desenvolvidas 1,5 3. Apresentação do Caso de Caso 1,0 4. Registro das atividades desenvolvidas 07 5. Estudo de Caso/ Desenvolvimento na escrita 20 6. Educação em Saú de 10 7. Relatório diários + anexos* 10 Sub-Total II 8,7 SUB-TOTAL I SUB-TOTAL II NOTA FINAL Observações: _____________________________________________________________ SUPERVISOR DE PRÁTICA Nome: Assinatura e carimbo Data: / / FACULDADE FASIPE - CURSO DE ENFERMAGEM Credenciada Portaria MEC 1175 de 05/12/07 Autorizada SESU/MEC 1069 de 27/12/07 Aluna : Patríca da Silva Conde Assinatura: Unidade Concedente: Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique de Aquino Total de horas cumpridas no período: 30 horas 1- Central de Material Esterilizado A Resolução nº 50, de 21 de fevereiro de 2002 do Ministério da Saúde (ANVISA), considera o Centro de Material Esterilizado como uma unidade de apoio técnico; que tem como finalidade o fornecimento de materiais médico-hospitalares adequadamente processados; proporcionando assim condições para o atendimento direto e assistência à saúde dos indivíduos enfermos e sadios. Todo hospital deve ser considerado um ambiente insalubre, pois concentram hospedeiros suscetíveis e microorganismos patogênicos resistentes. Em nenhum outro ambiente há uma associação tão complexa de fatores de riscos. Portanto é necessário reduzir a contaminação microbiana, que incluem procedimentos de limpeza e desinfecção de áreas, assim como de limpeza, desinfecção e esterilização de artigos médicos hospitalares. A Central de Material Esterilizado (CME), é um setor essencial em hospitais, clínicas e demais serviços de saúde que realizam procedimentos invasivos. Trata-se de uma unidade responsável pela limpeza, desinfecção, esterilização e distribuição de materiais utilizados em procedimentos médicos, tais como instrumentos cirúrgicos, equipamentos e outros utensílios. A CME tem um papel fundamental na prevenção de infecções hospitalares, ao garantir que os materiais utilizados em procedimentos estejam completamente limpos e esterilizados antes de serem utilizados nos pacientes. Além disso, a central também é responsável por monitorar a qualidade da água utilizada na esterilização e pelos processos de desinfecção e esterilização utilizados. A equipe da CME, é formada por profissionais qualificados, como enfermeiros, técnicos em enfermagem, farmacêuticos e biomédicos, que trabalham em conjunto para garantir a segurança dos pacientes. É importante ressaltar que a CME deve seguir rigorosas normas e regulamentações sanitárias para garantir a efetividade dos processos de limpeza e esterilização. • Conceito: Setor destinado à limpeza, acondicionamento, esterilização, guarda e distribuição de materiais esterilizados. • Objetivo: Fornecer materiais livres de contaminação para utilização nos diversos procedimentos clínicos e cirúrgicos e padronizar os procedimentos para o processamento de materiais. FACULDADE FASIPE - CURSO DE ENFERMAGEM Credenciada Portaria MEC 1175 de 05/12/07 Autorizada SESU/MEC 1069 de 27/12/07 • Localização: Deve ficar nas proximidades dos centros fornecedores, como almoxarifado e lavanderia e possuir facilidade de transporte e comunicação com os centros recebedores, como Centro Cirúrgico, Emergência, Centro Obstétrico e demais unidades. Deve ter acesso dispor de vestiários e sanitários própriospara as áreas. Estrutura e Organização A CME deve ser uma área autônoma e independente do Centro Cirúrgico (CC), e gerenciada por um profissional habilitado. A Resolução RDC Nº 50, de 21 de fevereiro de 2002, estabelece que todos os estabelecimentos assistenciais de saúde, deve existir CME, quando houver centros cirúrgico, obstétrico e/ou ambulatorial, hemodinâmica, emergência de alta complexidade e urgência. A unidade pode se localizar fora do Estabelecimento de Assistência de Saúde (EAS). Para cumprimento da Resolução RDC nº 15/2012, os CME são classificados em CME Classe I e CME Classe II. ❖ § 1º O CME Classe I é aquele que realiza o processamento de produtos para a saúde não-críticos, semicríticos e críticos de conformação não complexa, passíveis de processamento. ❖ § 2º O CME Classe II é aquele que realiza o processamento de produtos para a saúde não-críticos, semicríticos e críticos de conformação complexa e não complexa, passíveis de processamento. A CME é composta pelas seguintes áreas: 1- Área Contaminada: É a área destinada ao recebimento de material contaminado proveniente de todas as unidades do hospital e onde é efetuada a limpeza do material. 2- Área de Preparo: É a área onde os materiais são inspecionados, preparados, empacotados e identificados para posterior esterilização e onde se prepara todo o material de consumo. 3- Área de Esterilização: É a área em que se esterilizam os materiais. 4- Área de Armazenamento: É um local de grande importância, pois nele fica estocado todo o material esterilizado a ser distribuídos para as unidades do hospital. 5- Área de Dispensação: É a área onde se processa a distribuição do material estéril. Classificação de Áreas: ➔ Áreas Não Criticas: São todas as áreas não ocupadas por pacientes ou as quais este não tem acesso. ➔ Áreas Semi Críticas: São as áreas ocupadas por pacientes portadores de doenças não infecciosas ou de doenças infecciosas de baixa transmissibilidade. Ex: ambulatório, enfermaria, radiologia etc. ➔ Áreas Críticas: São áreas que abrigam pacientes com baixa resistência imunológica ou em que se realizam cirurgias e partos, ou seja, onde se realizam procedimentos onde o paciente pode adquirir infecção ou da manipulação de materiais infectantes. Ex: RPA, hemodiálise, anatomia patológica etc. 1.2- Atenção Primária em Saúde A atenção primária em saúde é um conjunto abrangente de ações e procedimentos de assistência, prevenção e promoção de saúde realizadas na rede pública pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e pelas equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF). No Brasil cerca de um terço dos enfermeiros atua na atenção primária, onde grande parte da população utiliza a rede para suplementar as ações de promoção e prevenção de saúde. Na rede pública, as Equipes de ESF e as UBS devem garantir o acesso à Atenção Primária, com princípios, elementos e características abaixo: • Ser porta de entrada preferencial do sistema de saúde e contato inicial dos usuários com a rede assistencial; • Cada Unidade Básica de Saúde ou Equipe ESF tem sobre seus cuidados um território adscrito delimitado e com uma população definida e devidamente cadastrada; • Continuidade e integralidade da atenção e coordenação da assistência dentro do sistema de saúde; • Cuidado humanizado com cada usuário, mas centrado na família e focado na comunidade; • Busca de um equilíbrio adequado das ações curativas com as preventivas, de promoção em saúde; • Boa resolutividade com recursos de avaliação clínica cuidadosa, exame físico detalhado, procedimentos básicos bem executados, bom vínculo com os usuários, gestão eficiente dos recursos; com maior necessidade de tecnologia sofisticada, cara ou de recursos de maior nível de complexidade. • Dentro da estrutura de recursos e capacidade de assistência disponível para os casos mais complexos, organização de lista de espera por prioridade e critérios de risco, vulnerabilidade, resiliência e imperativos éticos. Estratégia de Saúde da Família e Unidade Básica de Saúde: As diretrizes da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB/SUS) determinam que a Estratégia de Saúde da Família seja o modelo e a estratégia prioritária da expansão e consolidação de Atenção Primária de Saúde e ser implantado preferencialmente com caráter substitutivo ao trabalho feito antes nos Postos de Saúde, Centros de Saúde, ambulatórios ou em outros serviços de saúde, compartilhando os espaços de infraestrutura física e administrativa. Nesse sistema misto, cada Unidade Básica de Saúde pode coordenar o trabalho de três ou quatro equipes de Saúde da Família, mas esse número varia com a estratégia específica adotada em cada município. 1.3- Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique de Aquino - CPA I Cuiabá-MT A Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique de Aquino, foi inaugurada em 05 de novembro de 2013, com a proposta de realizar cerca de 25 mil atendimentos mensais, abrangendo os bairros CPA I, CPA II, Morada do Ouro, Centro América e Tancredo Neves. Consta com um Núcleo de Apoio à Saúde da Família, tendo como foco principal levar a saúde para mais perto das famílias e, diante disso, uma melhora na qualidade de vida da população. A Unidade conta também conta com a Estratégia do Programa Saúde da Família onde a prioridade é o foco nas ações de prevenção, promoção e recuperação da saúde. Fica evidente sua importância da Unidade para toda comunidade local, pois além dos 25 mil atendimentos mensais, a Unidade realiza a dispensação de mais de 100 medicamentos psicotrópicos. Seu funcionamento se dá em horário estendido para gerar atendimentos aqueles usurário que trabalham durante o dia, hoje a Unidade realiza atendimentos em livre demanda. O horário de atendimento se dá das 07:00 as 21:00 horas. 2- LOCALIZAÇÃO DA PRÁTICA Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique de Aquino situada a Rua Óbidos, S/N no bairro CPA I Cuiabá no Estado de Mato Grosso Brasil. 3- ESTRUTURA FÍSICA DA UNIDADE As UBS devem ser projetadas, construídas ou reformadas seguindo as normas da Vigilância Sanitária e usando como referência o Manual de Infraestrutura do Departamento de Atenção Básica do SUS. O projeto deve cuidar do conforto e acesso dos clientes e funcionários e da funcionalidade (ventilação, iluminação, temperatura, facilidade de limpeza, fluxo de pessoas com deficiências, telefonia, rede de computadores, acesso a internet, etc.). O número de consultórios precisa ser suficiente para as atividades de todos os profissionais da UBS e das equipes ESF existentes, inclusive dos consultórios com banheiros e estrutura para atendimento ginecológico. A estrutura física da Unidade Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique de Aquino contém: Hall de entrada Atendimento de portaria Sala de espera Sanitários públicos Recepção Sala da Coordenação Consultório para cada equipe médica (5 equipes) Consultório para cada equipe de enfermagem (5 equipes) Consultório com banheiro para exame ginecológico (3 salas) Sala de espera para vacinas Sala de vacinas Sala de curativos Sala de reunião Sala Administrativa Sala de Triagem Sala de Enfermagem Sala de acolhimento Sala para realização de Testes Covid-19 Copa e cozinha Banheiro para funcionários (4 banheiros) Dispensação de medicamentos Coleta de exames Farmácia Consultório Odontológico para cada equipe (5 consultórios) Depósito de materiais de limpeza Copa dos funcionários Almoxarifado Expurgo Lixo e resíduos Sala de reunião Sala administração CME Sala dos ACS Sala da Equipe multidisciplinar de Atenção domiciliar (EMAD) A Unidade conta com atendimento em dias úteis das 07:00 as 17:00 horas, com intervalo para descanso das 07:00 as 21:00 horas. 4- RECURSOS HUMANOS (EQUIPE MULTIPROFISSIONAL) A Estratégia Saúde da Família é o modelo mais importante de AtençãoPrimária de Saúde que vem sendo implantada no Brasil desde a década de 90 como estratégia básica para a reforma setorial. A Estratégia Saúde da Família no Brasil já conta com cerca de 40000 equipes em mais de 500 municípios com uma população atendida estimada em cerca de 120 milhões de pessoas (DATASUS, 2014). Para a Política Nacional de Atenção Básica, a existência de equipe multiprofissional deve ser composta, por no mínimo, médico generalista ou especialista em Saúde da Família ou médico da Família e Comunidade, enfermeiro generalista ou especialista em Saúde da Família, auxiliar ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde. A equipe que presta atendimentos e cuidados aos usuários é composta por 1 médico, 1 enfermeiro, 2 técnicos de enfermagem e 5 agentes comunitário de saúde. O número de ACS deve ser suficiente para cobrir 100% da população cadastrada, com um máximo de 750 pessoas por ACS e de 12 ACS por equipe de Saúde da Família, não ultrapassando o limite máximo recomendado de pessoas por equipe (MS, 2014). Enfermeiras responsáveis pela Unidade. CARGO HORÁRIO Enfermeira Juliane 08:00 as 17:00 hrs Enfermeira Sandra 08:00 as 17:00 hrs Enfermeira Dayana 12:00 as 21:00 hrs Enfermeira Janaina 12:00 as 21:00 hrs 5- TERRITORIZAÇÃO (UBS) Na ESF cada equipe de saúde fica responsável por uma comunidade de cerca de 3.000 a 4.000 pessoas ou 600 a 1.000 famílias dentro de um território com limites definidos. Essa proporção é uma referência básica, pois o número de clientes deve ser adequado à carga de demanda de trabalho assistencial, considerando o grau de risco e vulnerabilidade da população adscrita e o percentual dessas famílias que depende ou usa o sistema de saúde público. A população da área adscrita deve ser cadastrada e as famílias de maior risco devem ser visitadas pelo menos uma vez por mês por um ACS da equipe. Precisam saber que estão vinculados a uma equipe específica. O Artigo 3 da Lei 11.350, de 05 de outubro de 2006 diz que, o “Agente Comunitário de Saúde tem como atribuição o exercício de atividades de prevenção de doenças e promoção da saúde, mediante ações domiciliares ou comunitárias, individuais ou coletivas (...)”, ratificando em seu parágrafo quinto a realização de visitas domiciliares periódicas para monitoramento de situações de risco à família. Ter território adstrito sobre o mesmo, de forma a permitir o planejamento, a programação descentralizada e o desenvolvimento de ações setoriais e intersetoriais com impacto na situação, nos condicionantes e nos determinantes da saúde das coletividades que constituem aquele território, sempre em consonância com o princípio da equidade. (MINISTÉRIO DA SAÚDE,2012). 6- ESCALA DO PESSOAL DE ENFERMAGEM As ações de saúde precisam ser planejadas e sistematizadas com a participação de todos os profissionais, com o estabelecimento de rotinas e metas coletivas dentro das normas da portaria 2488 de 2011 e das diretrizes definidas pelo gestor local. Conseguir que a equipe trabalhe como um time (integração, interação, corresponsabilidade, visão e articulação da função e cada um dentro de planos e objetivos comuns, comunicação, trabalho conjunto, etc.) é um grande desafio. O trabalho com grupo de usuários com presença de todos os profissionais da equipe é uma boa oportunidade de troca de saberes e experiências, melhorando a coordenação e a dinâmica das ações. A equipe deve ter uma postura proativa com ações planejadas e sistematizadas, trabalhando de forma integrada com a comunidade na escolha de prioridade, respeitando os planos e programas de saúde. As escalas dos profissionais de enfermagem devem ser desenvolvidas de acordo com as principais ações e serviços assistenciais típicos da unidade como exemplo podemos citar: ✓ Atendimento de casos agudos; ✓ Consultas de puericultura; - Consultas de pré-natal; - Consultas de saúde da mulher; - Reuniões de grupo para promoção de saúde; ✓ Atividades de grupo de treinamento e capacitação para autocuidado de doenças crônicas; ✓ Vigilância epidemiológica, da saúde do trabalhador e saúde ambiental; ✓ Curativos; -Vacinas; - Exames preventivos; - Eletrocardiograma; - Coleta de exames 7- NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA (USF) A informação em saúde deve ser entendida como um instrumento de apoio decisório para o conhecimento da realidade socioeconômica, demográfica e epidemiológica, para o planejamento, gestão, organização e avaliação nos vários níveis que constituem o SUS (Saúde e Cidadania, 1990). Comunicação obrigatória à autoridade de saúde, realizada pelos médicos, profissionais de saúde ou responsáveis pelos estabelecimentos de saúde, públicos ou privados, sobre a ocorrência de suspeita ou confirmação de doença, agravo ou evento de saúde pública. A notificação compulsória pode ser imediata, semanal, negativa e vigilância de sentinela. Cada uma respeitando os prazos e responsabilidades. O envio dos instrumentos de coleta de notificação deve ser feito mesmo na ausência de casos, configurando-se o que se denomina notificação negativa, que funciona como um indicador de eficiência do sistema de informações. Os parâmetros para inclusão de doenças e agravos na lista de notificação compulsória devem obedecer a alguns critérios como potencial de disseminação (transcendência, vulnerabilidade, compromissos internacionais) e magnitude (ocorrência de emergência de saúde pública, epidemias e surtos). O Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB) foi instituído pela Portaria GM/MS nº 1.412, de 10 de julho de 2013, passando a ser o sistema de informação da Atenção Básica vigente para fins de financiamento e de adesão aos programas e estratégias da Política Nacional de Atenção Básica, substituindo o Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB). O SISAB integra a estratégia do Departamento de Saúde da Família (DESF/SAPS/MS) denominada e-SUS Atenção Primária (e-SUS APS), que propõe o incremento da gestão da informação, a automação dos processos, a melhoria das condições de infraestrutura e a melhoria dos processos de trabalho. Além do SISAB, temos os sistemas e-SUS APS para captar os dados, que é composto por dois sistemas de software que instrumentalizam a coleta dos dados que serão inseridos no SISAB. São eles: 1) Coleta de Dados Simplificado (CDS); 2) Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) e 3) Aplicativos (App) para dispositivos móveis, como o e-SUS Território e Atividade Coletiva. Nesse sentido, os sistemas e-SUS APS foram desenvolvidos para atender os processos de trabalho da Atenção Primária para a gestão do cuidado em saúde, podendo ser utilizado por profissionais de todas as equipes e unidades da APS, Atenção Domiciliar (AD), além dos profissionais que realizam ações no âmbito de programas como o Saúde na Escola (PSE) e a Academia da Saúde. Com o SISAB, será possível obter informações da situação sanitária e de saúde da população do território por meio de relatórios de saúde, bem como de relatórios de indicadores de saúde por estado, município, região de saúde e equipe. 8- ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Unidade Concedente: Clínica da Saúde Da Família Dr. Henrique de Aquino -Cuiabá PERMANÊNCIA PROCEDIMENTOS REALIZADOS Visto do Supervisor Data Entrada Saída Local 1 03/04 09:30 10:30 Fasipe Reunião para orientações de saída de Campo e divisão do cronograma conforme calendário escolar, paramentação e materiais de bolso. 2 16/05 13:00 17:00 Clínica da Família Prática no campo de estágio – Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique Aquino – CPA I 3 17/05 13:00 17:00 Clínica da Família Prática no campo de estágio – Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique Aquino – CPA I 4 23/05 13:00 17:00 Clínica da Família Prática no campo de estágio –Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique Aquino – CPA I 5 25/05 13:00 17:00 Clínica da Família Este dia foi dedicado para a construção do estudo de caso 6 13/07 Entrega dos relatórios FACULDADE FASIPE - CURSO DE ENFERMAGEM Credenciada Portaria MEC 1175 de 05/12/07 Autorizada SESU/MEC 1069 de 27/12/07 FICHA DE CONTROLE DE PROCEDIMENTOS REALIZADOS PLANO BÁSICO Práticas de Enfermagem em Centro de Materiais Esterilizados Aluno: Patrícia da Silva Conde Curso: Enfermagem Semestre Letivo: 2023.1 Carga horária total realizada: 30 horas Período de estágio previsto: 03/04 a 25/05/2023 9 - RELATÓRIO DA PRÁTICA DATA ATIVIDADE DESENVOLVIDA 03/04 Reunião sobre saída de Campo, para aulas Práticas de Enfermagem em Central de Materiais Esterilizado na faculdade, sob orientação da professora Virginia Costa, abordando sobre consulta de enfermagem, orientações sobre o cronograma da escala dos alunos, assim como os Cadernos de atenção a ser estudados. 16/05 Primeiro dia de prática em Assistência de Enfermagem Central de Material Esterilizado na Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique Aquino – CPA I, fui direcionada até a sala de CME. Neste dia observamos o fluxo do local, a forma correta de manusear os materiais e produtos. E logo após trabalhamos da seguinte maneira: ➔ Realizamos educação em saúde com os profissionais da Unidade em relação antissepsia das bancadas e maçanetas; ➔ Manter portas e janelas abertas para uma boa ventilação; ➔ Informações corretas de antissepsia de objetos inanimados, sendo orientados a realizar a limpeza com álcool 70% e pano limpo sempre do menos contaminado para o mais contaminado. Após o término da Educação em Saúde, fomos direcionados para a sala de reunião para discutirmos e detalhar sobre o trabalho realizado. Diante o exposto fomos orientados pela FACULDADE FASIPE - CURSO DE ENFERMAGEM Credenciada Portaria MEC 1175 de 05/12/07 Autorizada SESU/MEC 1069 de 27/12/07 NOME: PATRÍCIA DA SILVA CONDE R.A.: 914100427 CURSO: ENFERMAGEM TELEFONE (contato): 65 99800-0046 INSTITUIÇÃO CONCEDENTE: Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique Aquino – CPA I PROFESSOR SUPERVISOR: Virginia Costa DISCIPLINA: ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM EM CENTRAL DE MATERIAL ESTERELIZADO DATA DE INÍCIO: 03/ 04/2023 DATA DE TÉRMINO: 25/05/2023 HORÁRIO DE ESTÁGIO: ( ) Matutino (X ) Vespertino preceptora Profª Virginia Costa a realizar um estudo dirigido sobre CME o qual está apresentado abaixo. Central de material esterilizado - unidade destinada à recepção, limpeza, descontaminação, inspeção, preparo, esterilização, guarda e distribuição dos materiais utilizados nas diversas unidades de um estabelecimento de saúde. Pode localizar-se dentro ou fora da edificação usuária dos materiais. A classificação de áreas críticas, semicríticas e não críticas é feita de acordo com o risco de aquisição de infecção por clientes e profissionais. Este risco é determinado pelo volume de matéria orgânica presente no ambiente, o grau de susceptibilidade do indivíduo e o tipo de procedimento realizado. Considerando que os procedimentos realizados em Unidade Básica de Saúde – UBS e Ambulatórios são de baixa invasão as áreas podem ser classificadas como áreas semicríticas e áreas não críticas. Entretanto para fins de racionalização de frequência e tipo de produtos utilizados algumas áreas da Unidade Básica de Saúde e do Ambulatório. Áreas críticas: • Centro de Material e Esterilização – CME (área de expurgo, preparo e esterilização). • Sala de curativos • Sala de vacinas. • Sala de coleta de exames de laboratório (Papanicolaou). • Consultório odontológico. • Sala para realização de pequenos procedimentos cirúrgicos (biópsias, retirada de nevos, colposcopia e outros) • Sanitários Na Atenção Básica, as áreas podem ser classificadas como: ⇒ áreas semicríticas e áreas não críticas. Áreas semicríticas: • Consultórios • Sala de inalação • Sala de medicação • Sala de fisioterapia Áreas não críticas: • Administração • Almoxarifado • Auditórios Considerando a CME área crítica, é indicada a frequência diária da limpeza e sempre que necessário, recomenda-se a utilização de desinfetante no piso do expurgo. Deve-se dar ênfase à frequência aumentada de limpeza das superfícies mais tocadas, como por ex; bancadas de trabalho, maçanetas. SALA DE EXPURGO Esta área é um espaço fisicamente definido para recepção, separação e lavagem de produtos para saúde. A organização do expurgo visa o adequado processamento dos referidos artigos. 17/05 Segundo dia de prática em Assistência de Enfermagem Central de Material Esterilizado na Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique Aquino – CPA I, na sala de CME fomos montar kits para curativos da seguinte forma: Um kit curativo é preparado para auxiliar na higienização de feridas e pequenos procedimento cirúrgicos, a Unidade tem uma alta demanda na realização de curativos. Para realizar um simples curativo, é necessário que tenha em mãos os instrumentais cirúrgicos estéreis apropriados para a situação, que geralmente já são separados em “kits” e em embalagens já esterilizadas. É importante que tenha um campo estéril para algumas situações. Cada kit curativo pode ser composto por: • 1 pinça Kelly reto; • 1 pinça anatômica • 1 pinça dente-de-rato; • 1 cuba rim; • 1 campo cirúrgico. SALA DE PREPARO E ESTERILIZAÇÃO DE PRODUTOS PARA SAÚDE Os produtos para saúde são encaminhados à área de preparo para serem inspecionados quanto à integridade, limpeza e funcionalidade pela área técnica que o que o utiliza, em seguida embalados, esterilizados, estocados e distribuídos Materiais necessários para uso diário: • Papel grau cirúrgico ou crepado, ou manta de polipropileno • Tesoura • Indicador químico classe 1 (fita adesiva "zebrada") ou embalagem impregnada ou rótulo impregnado • Indicador químico a partir da classe 4, para monitorar as condições específicas do ciclo de esterilização • Indicador: biológico • Cadernos de registros dos controles de esterilização • Carimbo de identificação do profissional Estrutura fixa da sala: • Autoclave • Seladora, em caso do papel cirúrgico /polietileno/propileno • Armário ou prateleira para armazenamento e estocagem • Mesa auxiliar e/ou bancada de trabalho • Incubadoras para indicador biológico • Lixeira com pedal • Mesa tipo escrivaninha • Cadeira Cuidados diários com a sala: • Checar a autoclave quanto: funcionamento elétrico e reservatório de água • Proceder diariamente a limpeza da câmara interna e externa da autoclave com água e detergente, removendo o resíduo do detergente com pano umedecido com água • Manter a sala limpa e organizada Técnica de Preparo dos produtos para saúde: • Higienizar as mãos • Colocar luvas de procedimento • Inspecionar o produto quanto a integridade, limpeza e funcionalidade • Colocar no pacote o indicador químico • Embalar com invólucro recomendado • Lacrar • Identificar no lacre (fita adesiva): nome do produto, data e nome do profissional que preparou ( responsável pelo material = considerar especificidade) Esterilização dos produtos para saúde: • Colocarna autoclave os produtos para saúde • Dispor os pacotes dentro da câmara, deixando espaço entre eles para facilitar a circulação do vapor e drenagem do ar e do vapor • Ordenar os pacotes mais pesados em baixo • Utilizar até 70% da capacidade da câmara da autoclave, deixando as paredes da câmara livres sem apoiar os pacotes • Colocar o indicador biológico em, no mínimo, 2 posições estratégicas - fundo e frente próximo ao dreno, mas dependendo do tamanho da autoclave pode usar em outras posições • Ligar o aparelho conforme instruções do fabricante, fixadas em local de fácil acesso. • Aguardar o ciclo de esterilização, observando se a temperatura e pressão corretas foram atingidas • Ao término do ciclo e, após o manômetro ter indicado ausência total de pressão, entreabrir a porta por 10 minutos para a saída do vapor • Higienizar as mãos • Verificar a integridade, ausência de umidade e manchas nos pacotes • Não colocar os pacotes quentes em superfícies frias, para evitar a condensação do vapor que ainda resta dentro deles. 23/05 Terceiro dia de prática em Assistência de Enfermagem Central de Material Esterilizado na Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique Aquino – CPA I, sala de CME fomos montar kit para Cateterismo Vesical e kit de gazes para autoclavar. Vamos precisar de: • 1 cuba rim • 1 cúpula pequena • 8 gazes IV • 2 folhas de papel crepado ou Kraft • 1 pinça Pean, Kocher ou Kelly • 1 Campo fenestrado Neste dia de aula prática na Unidade aprendemos um pouco mais sobre o armazenamento dos produtos, realizamos retirada de pontos. A retirada de pontos consiste na retirada de fios cirúrgicos, colocados para aproximar as bordas de uma lesão. É indicada quando se deseja retirar fios cirúrgicos após cicatrização de ferida operatória, ou por alguma intercorrência com esta. Realizado pelo profissional enfermeiro. Paciente: E. C. G., 17 anos, acompanhado na Unidade com a mãe M. L. G., para a retirada de 7 incisões cirúrgicas localizadas na região frontal do crânio. Para o procedimento utilizamos os seguintes materiais. Material a ser utilizado • Tesoura de Íris; • Gazes (estéril); • Pinça Kelly ou anatômica ou dente de rato ou Kocker (pacote de retirada de pontos); • Luvas para Procedimento; • Soro Fisiológico 0,9%; • Antisséptico do tipo clorexidina aquosa a 2%; • Avental. Procedimento Técnico • Orientei o usuário sobre o procedimento; • Realizei a higienizar as mãos; • Preparei o material (abri o pacote de retirada de ponto usando técnica asséptica e coloquei o cabo das pinças voltadas para a borda proximal do campo); • Expus a área; • Realizei antissepsia do local de retirada dos pontos (umedecendo a gaze com Clorexidina Aquosa, fiz a limpeza do local a partir da incisão cirúrgica - área menos contaminada e após umedeci outra gaze com SF 0,9% promovendo a limpeza da forma como explicada anteriormente), a ferida estiva limpa, e iniciei a limpeza no sentido de dentro para fora; • Segurei com a mão dominante o ponto cirúrgico, cortando-o com a mão não dominante; • Tracionei o ponto pelo nó e cortá-lo, com a tesoura de Íris, em um dos lados junto à pele; • Coloquei os pontos, já cortados, sobre uma gaze para desprezá-los na bandeja auxiliar ou saco de lixo branco leitoso; • Fiz uma leve compressão no local com gaze seca; • Desprezei o material utilizado em local apropriado; • Retirei EPI e Higienizar as mãos; Observações • Durante a inspeção observou-se a ausência da presença de sinais flogísticos ou deiscência de pontos antes de realizar a retirada. 25/05 Estudo de Caso: Realização de curativo em membro inferior esquerdo com Erisipela Bolhosa a cada 24 horas, porém o paciente não apresenta evolução do quadro clínico. Paciente: Sr. R. A., 75 anos, sexo masculino, branco, casado, evangélico, aposentado, natural de Alta-Floresta MT, residente no a rua 13, CPA 1 em Cuiabá-MT, compareceu a Unidade Clínica da Saúde da Família Dr. Henrique Aquino, acompanhado da filha N. A., para realizar curativo em membro inferior esquerdo, devido a Erisipela Bolhosa e administração de Ceftriaxona 1 g IV. Paciente relata estar com dificuldade para deambular e nos últimos dias deambula com auxílio de dispositivo. Segundo informações dadas pela filha, seu R. A., mora em moradia própria com a esposa ao lado da casa da filha, em uma casa de alvenaria, com 12 cômodos bem distribuídos, com água potável encanada, fossa séptica, a filha é sua principal cuidadora. Paciente repousa 8 horas no período noturno, faz boa ingesta hídrica durante o dia, alimenta-se 4x ao dia, evacuação presente todos os dias, não faz uso de bebidas alcoólicas e drogas, não é fumante. Durante a inspeção o paciente apresenta-se lucido e orientado em tempo e espaço, ativo e colaborativo, deambulando com auxílio de dispositivo e ausência de déficit cognitivo, normocorado, eupneico, acianótico e anictericia. Sinais vitais revelam: PA 120/80 mmHg; FC: 65 bpm; FR: 18 rpm; Tax: 36,5º C; spo: 98%; peso: 78 kg; estatura: 1,80 m; IMC 24,1 Kg/m², encontra-se no peso adequado. Diagnóstico de enfermagem de acordo com o Nanda • Deambulação prejudicada relacionada a dor e força muscular insuficiente; • Condição associada ao equilíbrio prejudicado e prejuízo musculoesquelético. Intervenções: • Promover e estimular a alimentação saudável; • Rever medicações; • Repouso com elevação do membro; • Realizar compressas fria no membro quando possível; • Realizar curativo a cada 24 horas. As práticas educativas em saúde e nutrição devem ter como eixos centrais a promoção de saúde, compreendida como promoção da qualidade de vida e da cidadania, e o incentivo à adoção de padrões alimentares sustentáveis e que preservem a saúde, a cultura, o prazer de comer, a vida, os recursos naturais e a dignidade humana (integralidade, coordenação de cuidados). Sendo de suma importância a equipe de saúde orientar sobre frequência à recorrência dos episódios de erisipela, e na maioria das vezes isso ocorre por falta de higiene cuidadosa do paciente, não tratamento das micoses interdigitais ou predisposição imunológica à afecção. Nos casos de recidiva, deve ser pesquisada e eliminada a infecção secundária por Staphlilococcus aureus. Infecção relacionada a Assistência à Saúde As infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) são um dos eventos adversos mais frequentes associados à assistência à saúde e um grave problema de saúde pública, pois aumentam a morbidade, a mortalidade e os custos a elas relacionados, além de afetar de forma negativa a segurança do paciente e a qualidade dos serviços de saúde. Ineficácia do Tratamento Paciente em tratamento a duas semanas e não está apresentando evolução do quadro, realiza curativo de forma estéril com cobertura com bota Unna e ceftriaxona 1g IV a cada 24 horas. Devido a falta de evolução do quadro, pedimos a equipe de segurança do paciente para que nos auxiliasse com o caso. Pedimos para a equipe de limpeza para uma limpeza terminal na sala de curativos e fomos verificar como estava sendo feito a desinfecção dos kits para curativos. A desinfecção dos kits para curativos é um método capaz de eliminar a maioria dos organismos causadores de doenças, com exceção dos esporos. È classificada em vários níveis e possui alguns fatores que influenciam na eficácia da sua operação. Foi constatado que alguns fatores estavam interferindo na eficácia da desinfecção como: • Limpeza prévia mal executada • Tempo de exposição ao germicida insuficiente • Solução germicida com ação ineficaz • Temperatura e ph do processo A Equipe de Enfermagem juntamente com a Equipe de Segurança do Paciente está investigando as causas reais do déficit dedesinfecção dos Kits para curativos e irá tomar as providencias cabíveis para que isso não ocorra, pois além de gerar danos aos pacientes, acaba gerando maiores gastos e a sobrecarga nos serviços de saúde. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MINISTÉRIO DA SÁUDE, Política Nacional de Atenção Básica, DF. 2012. MINISTÉRIO DA SÁUDE, Cadernos de Atenção Básica, V.39, Núcleo de Apoio à Saúde da Família, DF. 2012. MINISTÉRIO DA SÁUDE, Cadernos de Atenção Básica, V.13, Controle dos Cânceres do Colo do Útero e da Mama, DF. 2006 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PERNAMBUCO (UMA-SUS), Atenção Integral à Saúde da Criança, Recife. 2016 FUNASA, junho/2001 – Vacinação MINISTÉRIO DA SÁUDE, Acolhimento, DF. 2009 MINISTÉRIO DA SÁUDE, Política Nacional de Humanização, DF. 2013 SPAGESP – Sociedade de Psicoterapia Analíticas Grupais do Estado de São Paulo, Revista da SPAGESP, 17 (1), 14-27. Oliveira, Reynaldo Gomes de. Enfermagem na Atenção Primária, 2019. https://www.souenfermagem.com.br/estudos/central-de-material-esterilizado-cme/ https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/informe_tcnico_40_esteriliz acao_de_produtos_unidades_da_atencao_basica_da_secretaria_municipal_de_saude_sp_ago_201 2_1447334237.pdf https://www.souenfermagem.com.br/estudos/central-de-material-esterilizado-cme/ https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/informe_tcnico_40_esterilizacao_de_produtos_unidades_da_atencao_basica_da_secretaria_municipal_de_saude_sp_ago_2012_1447334237.pdf https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/informe_tcnico_40_esterilizacao_de_produtos_unidades_da_atencao_basica_da_secretaria_municipal_de_saude_sp_ago_2012_1447334237.pdf https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/informe_tcnico_40_esterilizacao_de_produtos_unidades_da_atencao_basica_da_secretaria_municipal_de_saude_sp_ago_2012_1447334237.pdf