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IESC V 
MANUAL DO PROFESSOR 
 
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 2 
 
 
Integração Ensino-Serviço-Comunidade V 
Curso de Medicina 
Período: 5º Período 2023.1 
Carga Horária: 
Prática 60 horas 
Teórica 20 horas 
 
Docentes responsáveis pelo Módulo: 
Profª. Veronica Ferreira de Souza Fernandes 
Prof. Mauro Mendes Pinheiro Machado 
 
Coordenação da Elaboração e Planejamento do Módulo IESC V 
Versão 2022.1 
Prof. Daniel Riani Gotardelo 
Profa. Marcia Hiromi Sakai – Afya Educacional 
 
Equipe de Elaboração e Planejamento do Módulo IESC V 
Versão 2022.2 
Profª. Veronica Ferreira de Souza Fernandes – FASA ITABUNA 
Profª. Prof. Lanuza Borges Oliveira - IESVAP 
Prof. Vinícius Lana Ferreira - UNIVAÇO 
 
 
Equipe de Elaboração e Planejamento do Módulo IESC V 
Versão 2023.1 
Profª. Aralinda Nogueira Pinto de Sá- FCM-PB 
Profª. Layza de Souza Chaves Deininger - FCM-PB 
Profª. Veronica Ferreira de Souza Fernandes – FASA ITABUNA 
Profª. Lanuza Borges Oliveira – UNIFIPMOC 
Prof. Vinícius Lana Ferreira – UNIVAÇO 
Profª. Marcia Hiromi Sakai – Afya Educacional 
Profª. Maria José Sparça Salles
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 3 
 
Sumário 
1 Apresentação ................................................................................................................ 4 
2 Conhecimentos, Habilidades e Atitudes ................................................................... 4 
3 Ementa ........................................................................................................................... 5 
4 Objetivos ....................................................................................................................... 5 
5 Estratégias de Ensino-Aprendizagem ....................................................................... 5 
6 Atividades Educacionais por Semana ....................................................................... 3 
7 Sistema de avaliação ................................................................................................... 7 
8 Bibliografia Básica ..................................................................................................... 11 
9 Bibliografia Complementar ....................................................................................... 11 
10 Anexos ......................................................................................................................... 12 
 
 
 
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 4 
 
1 Apresentação 
A Integração Ensino-Serviço-Comunidade ocorrerá nas oito primeiras fases do 
curso, superando 430 horas de atividades teóricas e práticas. Pautado nas diretrizes do 
Sistema Único de Saúde (SUS), as atividades educacionais estão voltadas para o 
desenvolvimento dos conhecimentos, habilidades e atitudes relacionados ao cuidado e 
enfrentamento das necessidades de saúde do indivíduo, da família e da sociedade, por 
meio das ações de promoção da saúde; à prevenção e tratamento das doenças e agravos; 
e à reabilitação. Desta forma, este eixo visa contribuir para o acesso universal e equitativo, 
individual e coletivo, aos serviços de saúde. 
Os módulos contemplam temas teóricos e práticos ligados à promoção da saúde e 
prevenção de doenças, na ótica da atenção primária à saúde, sob orientação docente e 
supervisão direta de preceptores especialistas. A partir do 9º período, os alunos passam a 
conviver em tempo integral, no âmbito do estágio curricular obrigatório, na realidade das 
unidades básicas de saúde. 
2 Conhecimentos, Habilidades e Atitudes 
• Aplicar os princípios do SUS na prática em saúde; 
• Entender a saúde como direito e garantir a integralidade e a equidade do cuidado, 
atenção à saúde em nível individual, familiar e coletivo, valorizando a diversidade 
biológica, étnico-racial, de gênero, de orientação sexual, socioeconômica, 
política, ambiental, cultural e demais aspectos que compõem a diversidade 
humana; 
• Aplicar técnicas de cuidado clínico com enfoque no indivíduo, em todas as faixas 
etárias; 
• Aplicar, na prática profissional, os princípios da medicina baseada em evidências; 
• Promover a interação com outros profissionais e instituições envolvidos nos 
cuidados com o paciente, por meio de trabalho em equipe e em rede; 
• Analisar a dinâmica das políticas de saúde; 
• Avaliar determinantes e riscos relacionados aos agravos da saúde e sua interação 
com o ambiente; 
• Vivenciar o sistema de saúde vigente no país, considerando a atenção integral da 
saúde em um sistema regionalizado e hierarquizado de referência e contra 
referência, as redes de atenção à saúde e o trabalho em equipe; 
• Analisar a legislação e as políticas de saúde; 
• Aplicar as políticas de educação ambiental, em direitos humanos e de educação 
das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana 
e indígena; 
• Aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação 
permanente; 
• Aplicar, para a tomada de decisão, os princípios morais, éticos e bioéticos com 
responsabilidades legais inerentes à profissão e ao estudante de Medicina; 
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 5 
 
• Atuar na saúde do indivíduo nos diversos ciclos de vida, considerando seu 
contexto familiar e comunitário; 
• Aplicar planos terapêuticos, considerando a gestão do cuidado e os conceitos de 
clínica ampliada; 
• Construir a interdisciplinaridade. 
3 Ementa 
Atenção à Saúde Mental. Atenção à Saúde do Idoso. Atenção à Saúde de Pessoas com 
limitações físicas. Sistemas de Classificação. Práticas Integrativas e Complementares. 
Direitos humanos com foco na valorização à vida. Interdisciplinaridade. Medicina 
baseada em evidências. Educação em saúde. Interprofissionalismo. 
4 Objetivos 
• Conhecer habilidades de comunicação na abordagem dos problemas de saúde 
mental; 
• Conhecer propostas terapêuticas para sintomas depressivos/ansiedade; 
• Caracterizar comportamentos de risco na saúde mental; 
• Compreender a prescrição de psicofármacos na atenção primária à saúde (APS); 
• Identificar a polifarmácia e formas de desprescrição medicamentosa na APS; 
• Conhecer possibilidades terapêuticas no cuidado com a saúde mental de grupos 
vulneráveis: o uso das práticas integrativas e complementares (PICs); 
• Analisar a Saúde e espiritualidade como ferramenta de apoio à saúde; 
• Compreender os Cuidados paliativos na APS (conceitos, práticas da equipe 
multiprofissional e abordagem familiar); 
• Conhecer e aplicar a Avaliação multidimensional do idoso e conhecer a escala do 
Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20); 
• Identificar os Cuidados com o cuidador; 
• Conhecer a abordagem aos abusos e maus-tratos em idosos; 
• Compreender a abordagem de dor crônica na APS; 
• Reconhecer cuidados preventivos do paciente com neuropatia; 
• Analisar a Prevenção de quedas em idosos (enfoque na perda do trofismo 
muscular, comprometimento da marcha e segurança do paciente); 
• Aprofundar a avaliação nutricional do idoso; 
• Entender a abordagem da somatização e dos sintomas sem explicação biológica. 
5 Estratégias de Ensino-Aprendizagem 
• Palestras 
• Trabalho de campo 
• Role Play/Dramatização 
• Problematizações 
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 6 
 
• TBL (Team Based Learning) 
• Gamificação 
• Mapa conceitual 
Discussão em grupos 
6 Atividades Educacionais por Semana 
 
TEÓRICAS ATIVIDADES PRÁTICAS 
1 Conhecer a abordagem à Saúde Mental na 
APS /Habilidades de comunicação. 
Apresentar o módulo e plano de ensino (ementa,objetivos, estratégias de 
ensino-aprendizagem, sistema de avaliação e sistema de promoção). 
 
Pactuar as atividades práticas e instruções para elaboração do diário de 
campo e do Projeto terapêutico singular (PTS). 
2 Compreender a abordagem de Sintomas 
depressivos e de ansiedade na APS. 
Conhecer e aplicar a abordagem inicial de escuta na APS ao usuário em 
sofrimento psíquico, utilizando anamnese e exame do estado mental. 
Identificar as propostas terapêuticas adequadas ao paciente (famílias) com 
sintomas depressivos/ansiedade e realizar a tomada de decisão compartilhada. 
3 Compreender a utilização de Psicofármacos 
na APS 
Realizar um levantamento dos psicofármacos mais prescritos na APS e 
correlacionar com os diagnósticos mais prevalentes. 
 
Identificar as propostas terapêuticas adequadas ao paciente (famílias) com 
sintomas depressivos/ansiedade e realizar a tomada de decisão compartilhada. 
4 Conhecer aspectos referentes à Reforma 
Psiquiátrica 
Conhecer a estruturação da rede de atenção à saúde voltada para saúde 
mental. (RAPS) 
5 Sistematizar o conhecimento sobre 
desprescrição e polifarmácia na APS. 
Reavaliar indicações medicamentosas em pacientes com 5 ou mais 
medicações, de acordo com as perguntas norteadoras. 
6 Refletir acerca da abordagem à saúde 
mental de grupos vulneráveis (idoso, 
criança, adolescente, indígena, população 
de rua). 
Planejar uma ação coletiva com práticas integrativas e complementares no 
cuidado com a saúde mental. 
7 Refletir a respeito da saúde e 
espiritualidade. 
Acompanhar processo de trabalho do médico da UBS 
8 Conhecer as práticas integrativas e 
complementares (PICs) 
Planejar, Executar uma ação coletiva com práticas integrativas e 
complementares (PICs) no cuidado com a Saúde Mental. 
N1 N1 
9 Abordar sobre cuidados paliativos na APS. Identificar pacientes na assistência domiciliar e em cuidados paliativos com a 
equipe (visita domiciliar), realizar a escuta e orientar adequadamente o 
cuidador e familiares. 
10 Compreender a avaliação multidimensional 
e aspectos da Saúde do idoso. 
Realizar a avaliação multidimensional no idoso (visita domiciliar/consulta). 
E 
Aplicação do PTS Planejado. 
11 Sistematizar o conhecimento sobre 
síndromes demenciais. 
Aplicar o instrumento Mini-Exame do Estado Mental - “MINIMENTAL”. 
 
Aplicação do PTS Planejado. 
 
Reavaliar PTS planejado. 
12 Compreender sarcopenia e síndrome do 
idoso frágil. 
Realizar avaliação da força do Idoso em visita domiciliar ou consulta – Teste 
time-up and go e Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20) - 
caderneta do idoso. 
13 Compreender os aspectos relacionados a 
queda em pessoas idosas. 
 
Realizar avaliação da força do Idoso em visita domiciliar ou consulta – Teste 
time-up and go e Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20) - 
Caderneta do idoso. 
14 Refletir sobre abusos e Maus-tratos contra 
os idosos. 
Discutir, em conjunto com o(a) preceptor(a), e aplicar as orientações sobre os 
cuidados com o(a) cuidador(a) de acordo com a Avaliação da Escala de Zarit. 
 
Aplicação do PTS Planejado. 
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 7 
 
15 Compreender a relevância dos cuidado com 
o cuidador. 
Realizar entrevista com o(a) cuidador (a) utilizando a Escala de Zarit Reduzida. 
Aplicação do PTS Planejado/ preparar apresentação do PTS. 
16 Conhecer a abordagem da dor crônica na 
APS 
Aplicar orientações terapêuticas não medicamentosas para tratamento da dor 
crônica em grupos de idosos (consolidados ou não) com a equipe da Estratégia 
de Saúde da Família. 
Preparar apresentação do PTS. 
17 Compreender os aspectos relacionados à 
Neuropatia periférica. 
Realizar avaliação sensório-motora do pé. 
Identificar situações de risco e propor mudanças em ambientes com riscos de 
quedas durante uma visita domiciliar. 
18 INTEGRADORA APRESENTAÇÃO DO PTS 
 
 
7 Sistema de avaliação 
A avaliação do estudante de medicina envolve as dimensões do saber, saber fazer, 
saber ser e saber conviver durante a graduação, a fim de bem exercer a profissão médica. 
Avaliar essas dimensões na formação dos futuros médicos significa verificar não 
apenas se os alunos assimilaram os conhecimentos, mas sim, quanto e como eles os 
mobilizam para resolver situações-problema, reais ou simuladas, e se desenvolveram as 
habilidades e atitudes necessários, relacionadas, com o exercício profissional. 
Coerente com a metodologia de ensino empregada no curso de Medicina, a 
avaliação do desempenho acadêmico é periódica e sistemática, processual e composta de 
procedimentos e instrumentos diversificados, incidindo sobre todos os aspectos 
relevantes: conhecimentos, habilidades e atitudes trabalhados e a construção das 
competências profissionais. 
Neste contexto, o processo de avaliação verificará o progresso do estudante, 
apontando as debilidades e as potencialidades dos estudantes nas áreas avaliadas, com a 
finalidade diagnóstica, formativa e somativa, oportunizando ao estudante elementos para 
buscar a sua formação em um processo de ação-reflexão-ação. 
A avaliação da e para a aprendizagem pressupõe a aplicação de diversos métodos e 
técnicas avaliativas acompanhar o desenvolvimento cognitivo, das habilidades e das atitudes para 
além da finalidade somativa. (Miller, 1976) 
 
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 8 
 
Figura 1: Pirâmide de Miller e tipos de avaliação 
De acordo com Collares (2019), para avaliar as habilidades comportamentais 
complexas devemos inverter a pirâmide de Miller (figura 2), pois a maioria dos testes 
utilizados não avaliam as competências profissionais preconizadas para o século XXI. 
 
 
Figura 2: Pirâmide de Miller invertida para avaliação de habilidades complexas 
Desta forma, o sistema de avaliação do estudante deverá ter: 
• Validade 
• Fidedignidade 
• Viabilidade 
• Equivalência 
• Impacto educacional 
• Aceitabilidade 
A avaliação será processual e multimétodos, superando a dicotomia entre a 
avaliação formativa e somativa, para promover a aprendizagem significativa. Aplicar-se-
á a proposição de Philippe Perrenoud, que considera “como formativa toda prática de 
avaliação contínua que pretenda contribuir para melhorar as aprendizagens em curso”, 
desta forma, o feedback será feito ao estudante sobre os erros e acertos de seu desempenho 
em todos os tipos de avaliação aplicados, permitindo ao aluno a reflexão sobre as suas 
necessidades para melhorar a sua aprendizagem. 
 
 
 
 
 
 
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 9 
 
 
7.1 Composição da Nota 
Integração Ensino, Serviço e Comunidade I, II, III, IV e V (IESC/Comunidades) 
IESC 
Média: 70 
Tipo de avaliação Pontos Obs.: 
Conheciment
os, 
Habilidades e 
Atitudes 
Teste de Progresso 
Institucional 
10 Aplicação conforme calendário 
N1 específica 15 Aplicação conforme calendário 
Integradora 20 Aplicação conforme calendário 
Avaliação Diária 15 
Encontro 
Interdisciplinar 
25 
15: Acompanhamento e 
elaboração 
10: Apresentação/Retorno à 
comunidade 
Logbook/Diário de 
Campo 
15 
Total 100 
Cada período terá ferramentas diferentes para avaliar a atividade interdisciplinar. 
1º: Relato de experiência 
2º: Projeto de Intervenção 
3º: Projeto Terapêutico Singular 
4º a 8º: a definir por cada etapa (cada escola definirá a forma mais adequada): projeto de 
intervenção, projeto associado ao TCC, etc. 
*Informado que a estrutura do portfólio no sistema online já está pronta. Falta implementar 
as ferramentas para Logbook e diário de campo. 
*O diagnóstico situacional é uma das etapas do projeto de intervenção. 
*Considerar fazer uma mostra científica em todo fim de período (ou fim do ano) para valer 
como apresentação.7.2 Sistema de Promoção 
É aprovado no módulo o estudante com média final igual ou superior a 70 e 
frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento). 
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 10 
 
É reprovado no módulo o estudante com média final inferior a 70 e/ou frequência 
inferior a 75% (setenta e cinco por cento). 
Para os módulos do eixo de Integração Ensino-Serviço não é previsto o regime de 
Exame Especial. 
 
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 11 
 
8 Bibliografia Básica 
GUSSO, G; LOPES, J. M. C. Tratado de Medicina de Família e Comunidade - 
Princípios, Formação e Prática. 2 ed. Artmed, 2018. 
FREITAS, Elizabete, V. de; PY, Ligia (Eds.). Tratado de Geriatria e Gerontologia. 4ª 
ed. Grupo GEN, 2016. Disponível em: Minha Biblioteca. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção 
Básica. Saúde mental. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, 
Departamento de Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. 
Brasília: Ministério da Saúde, 2013. (Caderno 34) 
9 Bibliografia Complementar 
DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. 
3ª Ed. Disponível em: Minha Biblioteca. 
SOLHA, Raphaela Karla Toledo. Sistema Único de Saúde - Componentes, Diretrizes 
e Políticas Públicas. Érica Saraiva, 2014. Minha Biblioteca. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536513232/pageid/3. 
ROLLNICK, Stephen; MILLER, William R.; BUTLER, Christopher C. Entrevista 
motivacional no cuidado da saúde. Porto Alegre: ArtMed, 2009. Recurso online. ISBN 
9788536318660. Disponível em: 
http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536318660>. Acesso em: 19 set. 
2017. 
TOY, Eugene C.; BRISCOE, Donald; BRITTON, Bruce. Casos clínicos em medicina 
de família e comunidade. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. Recurso online. ISBN 
9788580552706. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788580552706. Acesso: 19 set. 2017. 
TAYLOR, Robert B.; PAULMAN, Paul M.; PAULMAN, Audrey A.; HARRISON, 
Jeffrey D. Taylor: manual de saúde da familia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 
2009. E-book. 978-85-277-2527-9. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2527-9/. Acesso em: 29 
jun. 2022. 
WONCA GLOBAL FAMILY DOCTOR. Practical Evidence About Real Life Situations. 
Disponível em: http://www.globalfamilydoctor.com/Resources/PEARLS.aspx. 
BRASIL, Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Portaria 2.436 de 
21 de setembro de 2017. Brasil, 2017. 
 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536513232/pageid/3.
http://www.globalfamilydoctor.com/Resources/PEARLS.aspx.
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 12 
 
10 Anexos 
10. Anexo I - – Modelos da Avaliação Diária no CANVAS 
 
 
 
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 13 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 14 
 
ANEXO II – DETALHAMENTO IESC V 
 
 
TEÓRICAS Objetivos específicos REFERÊNCIAS ATIVIDADES PRÁTICAS Sugestão metodológica 
1 Conhecer a 
abordagem à 
Saúde Mental na 
APS /Habilidades 
de comunicação. 
Conhecimentos: 
- Conhecer a importância da abordagem 
à pessoa com problemas emocionais ou 
transtornos mentais. 
- Conhecer as situações de saúde 
mental comuns na Atenção Básica 
- Compreender o exame mental, 
manejo e avaliação da pessoa com 
transtorno mental na APS. 
 
Habilidades: 
Aplicar Questionário 
“Maslach Burnout Inventory”. 
GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado 
de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e 
Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, p. 2388. Cap. 36. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. 
Departamento de Atenção Básica. Saúde mental / Ministério da 
Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção 
Básica, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – 
Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 176 p. : il. (Cadernos de 
Atenção Básica, n. 34) 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_
basica_34_saude_mental.pdf 
Apresentar o módulo e plano 
de ensino (ementa, objetivos, 
estratégias de ensino-
aprendizagem, sistema de 
avaliação e sistema de 
promoção). 
 
Pactuar as atividades 
práticas e instruções para 
elaboração do diário de 
campo e do Projeto 
terapêutico singular (PTS). 
Cine Viagem: 
"As Vantagens de Ser Invisível". 
Role play – Recordar o MCCP e a 
abordagem humanizada. 
Apresentar o módulo na prática 
devido a maior carga horária. 
2 Compreender a 
abordagem de 
Sintomas 
depressivos e de 
ansiedade na 
APS. 
- Conhecer os conceitos e como 
identificar sintomas depressivos e de 
ansiedade na APS. 
- Conhecer a abordagem inicial de 
escuta na APS ao usuário em sofrimento 
psíquico. 
- Conhecer a conduta proposta para os 
transtornos de ansiedade e depressão 
na APS. 
 
 
 
GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C. DIAS, Lêda C. (Orgs). Tratado 
de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e 
Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, p. 2388. Cap. 239. 
 
 
 
Conhecer e aplicar a 
abordagem inicial de escuta na 
APS ao usuário em sofrimento 
psíquico, utilizando anamnese 
e exame do estado mental. 
Identificar as propostas 
terapêuticas adequadas ao 
paciente (famílias) com 
sintomas 
depressivos/ansiedade e 
realizar a tomada de decisão 
compartilhada. 
Encontro teórico: 
Vídeo: “Como lidar com o 
sentimento de ansiedade” 
Disponível em: 
..................................................... 
Visita domiciliar com foco na 
observação de determinantes 
sociais da saúde que possa ser 
fator preditor de sofrimento 
psíquico. 
Iniciar desenvolvimento de 
proposta de PTS. 
3 Compreender a 
utilização de 
Psicofármacos na 
APS 
- Discutir o uso de antidepressivo na APS 
e suas indicações em outras condições 
clínicas. 
- Conhecer os principais Medicamentos 
da saúde mental na APS. 
 
GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs). Tratado 
de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e 
Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388. Cap 236. 
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. 
Departamento de Atenção Básica. Saúde mental / Ministério da 
Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de 
Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas 
Realizar um levantamento dos 
psicofármacos mais prescritos 
na APS e correlacionar com os 
diagnósticos mais prevalentes. 
 
Identificar as propostas 
terapêuticas adequadas ao 
paciente (famílias) com 
Realizar entrevista com a equipe 
multidisciplinar sobre o 
atendimento em saúde mental 
na UBS (acolhimento, 
prescrição, apoio matricial, 
práticas integrativas). 
 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdf
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 15 
 
Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 176 p. : il. 
(Cadernos de Atenção Básica, n. 34) 
 
sintomas 
depressivos/ansiedade e 
realizar a tomada de decisão 
compartilhada. 
Continuar o desenvolvimento de 
proposta de PTS. 
4 Conhecer 
aspectos 
referentes à 
Reforma 
Psiquiátrica 
- Conhecer a nova política Nacional de 
Saúde Mental e a contextualização 
histórica da reforma psiquiátrica no 
Brasil. 
- Entender o processo de 
desinstitucionalização. 
- Compreender a rede de cuidados 
voltados para a saúde mental.- Debater sobre os principais desafios da 
reforma psiquiátrica. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à 
Saúde.DAPE. Coordenação Geral de Saúde Mental. Reforma 
psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil. Documento 
apresentado à Conferência Regional de Reforma dos Serviços de 
Saúde Mental: 15 anos depois de Caracas. OPAS. Brasília, 
novembro de 2005. 
 
LEI No 10.216, de 6 de Abril de 2001. (Lei da reforma 
psiquiátrica) 
Conhecer a estruturação da 
rede de atenção à saúde 
voltada para saúde mental. 
(RAPS) 
Encontro teórico: 
Documentário: “Luta 
antimanicomial”. 
................................................... 
Visita a pontos da rede de 
atenção à saúde que prestam 
assistência à saúde mental 
(CAPS, NASF, APAE, etc.). 
Concluir a proposta de PTS. 
5 Sistematizar o 
conhecimento 
sobre 
desprescrição e 
polifarmácia na 
APS. 
- Caracterizar a polifarmácia. 
- Conhecer o manejo da polifarmácia na 
APS. 
- Identificar os benefícios da 
desprescrição. 
MANGIN, D; HEATH, I. Polifarmácia. IN: GUSSO, Gustavo; LOPES, 
José M.C. DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado de Medicina de Família 
e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: 
ARTMED, 2019. Cap. 30. 
 
COBOS, E.M.P.I et al. Desprescrição dos medicamentos na 
atenção primária à saúde. IN: . IN: GUSSO, Gustavo; LOPES, José 
M.C. DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado de Medicina de Família e 
Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: 
ARTMED, 2019. Cap. 109 
Reavaliar indicações 
medicamentosas em pacientes 
com 5 ou mais medicações, de 
acordo com as perguntas 
norteadoras. 
Pactuar aplicação do PTS com a 
equipe. Utilizar método de 
desprescrição com usuário da 
atenção primária com 
polifarmácia. 
Ou 
Sala de espera. 
6 Refletir acerca da 
abordagem à 
saúde mental de 
grupos 
vulneráveis 
(idoso, criança, 
adolescente, 
indígena, 
população de 
rua). 
- Conhecer os principais aspectos da 
atenção psicossocial a crianças e 
adolescentes na APS. 
- Debater os principais aspectos a 
atenção psicossocial à pessoa idosa. 
- Debater os principais aspectos 
relacionados à saúde mental da 
população de rua. 
- Debater os principais da atenção 
psicossocial aos povos indígenas. 
 
SILVA, S.P. et al. Saúde mental de pessoas em situação de rua: 
comportamentos e vulnerabilidades no contexto urbano. Rev 
Saúde, v.5, n. 3-4, 2021. 
 
LEANDRO-FRANÇA, C.; MURTA, S. G. Prevenção e promoção da 
saúde mental no envelhecimento: conceitos e intervenções. 
Psicol Cienc Prof, v.34, n.2, jun, 2014. 
https://doi.org/10.1590/1982-3703001152013 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. 
Departamento de Atenção Básica. Saúde mental / Ministério da 
Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de 
Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas 
Planejar uma ação coletiva 
com práticas integrativas e 
complementares no cuidado 
com a saúde mental. 
Encontro teórico: 
Sala invertida 
..................................................... 
Conhecer na IES, ou fora desta, 
possíveis situações de aplicação 
de PICs para melhor 
conhecimento da prática. 
Sala de aula Invertida 
(Pequenos grupos apresentam, 
cada um, um tipo de prática 
integrativa). 
http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2010.216-2001?OpenDocument
https://doi.org/10.1590/1982-3703001152013
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 16 
 
Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 176 p. : il. 
(Cadernos de Atenção Básica, n. 34) Cap. 6.6 
7 Refletir a respeito 
da saúde e 
espiritualidade. 
Debater sobre religiosidade e 
espiritualidade como determinantes de 
saúde. 
 
GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs.). 
Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, 
Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388. Cap. 
95. 
Acompanhar processo de 
trabalho do médico da UBS 
Promover, no cenário de prática, 
com usuários ou profissionais, 
um momento de aplicação de 
uma prática integrativa. 
8 Conhecer as 
práticas 
integrativas e 
complementares 
(PICs) 
- Conhecer as práticas integrativas e 
complementares (PICs) 
Medicina tradicional chinesa 
Homeopatia 
Fisioterapia e plantas medicinais 
Medicina antroposófica 
GUSSO, Gustavo; LOPES, José MC, DIAS, Lêda C, organizadores. 
Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, 
Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, 2388 p. Cap 
93 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. 
Departamento de Atenção Básica. Saúde mental / Ministério da 
Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de 
Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas 
Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 176 p. : il. 
(Cadernos de Atenção Básica, n. 34) pag. 131. 
Planejar, Executar uma ação 
coletiva com práticas 
integrativas e complementares 
(PICs) no cuidado com a Saúde 
Mental. 
Capacitação da equipe de saúde 
para PICs. 
 
N1 N1 N1 N1 
9 Abordar sobre 
cuidados 
paliativos na APS. 
Caracterizar cuidados paliativos e seus 
princípios. 
 
- Conhecer a organização do serviço 
para os cuidados paliativos 
- Descrever o prognóstico e atuação da 
equipe de atenção básica 
GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs.). 
Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, 
Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388. Cap. 
106. 
Identificar pacientes na 
assistência domiciliar e em 
cuidados paliativos com a 
equipe (visita domiciliar), 
realizar a escuta e orientar 
adequadamente o cuidador e 
familiares. 
 
 
Realizar visita domiciliar em 
pacientes sob cuidados 
paliativos. 
Ou 
iniciar aplicação do PTS 
planejado. 
10 Compreender a 
avaliação 
multidimensional 
e aspectos da 
Saúde do idoso. 
- Conhecer a avaliação da pessoa idosa 
em suas diferentes dimensões. 
- Conhecer as doenças crônicas do 
idoso e abordagem nos casos de 
múltiplas morbidades na APS. 
GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. 
(Organizadores.). Tratado de Medicina de Família e 
Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: 
ARTMED, 2018, p. 2388. Cap. 89. 
Realizar a avaliação 
multidimensional no idoso 
(visita domiciliar/consulta). 
E 
Aplicação do PTS Planejado. 
Encontro teórico: Demonstração 
do aplicativo IVCF20. 
............................................. 
Utilização do aplicativo IVCF20 
com pacientes idosos no cenário 
de prática. 
11 Sistematizar o 
conhecimento 
-Identificar os tipos de demência na 
pessoa idosa. 
GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs.). 
Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, 
Aplicar o instrumento Mini-
Exame do Estado Mental - 
“MINIMENTAL”. 
Utilizar o Minimental no 
atendimento aos pacientes. 
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 17 
 
sobre síndromes 
demenciais. 
- Abordar a conduta para pessoa com 
demência na APS (quando referenciar). 
- Conhecer prognóstico e complicações. 
- Abordar sobre a atuação da Atenção 
básica no processo de demência 
Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388. Cap. 
229. 
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. 
Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da 
pessoa idosa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à 
Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério 
da Saúde, 2007. 192 p.: il. – (Série A. Normas e Manuais 
Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica; n. 19) Cap. 17 
 
Aplicação do PTS Planejado. 
 
Reavaliar PTS planejado. 
12 Compreender 
sarcopenia e 
síndrome do idoso 
frágil. 
- Caracterizar idoso frágil e sarcopenia. 
- Conhecer epidemiologia, fisiopatologia 
e fatores predisponentes, diagnóstico e 
abordagem terapêutica do idoso frágil. 
- Conhecer causas, classificação, estágios 
e abordagem da sarcopenia. 
- Identificar outras condiçõesrelacionadas à sarcopenia. 
De, FREITAS, Elizabete, V. e PY, Ligia (eds.). Tratado de Geriatria e 
Gerontologia, 4ª edição. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo 
GEN, 2016. Cap. 90 e 91. 
Realizar avaliação da força do 
Idoso em visita domiciliar ou 
consulta – Teste time-up and 
go e Índice de Vulnerabilidade 
Clínico-Funcional (IVCF-20) - 
caderneta do idoso. 
Realizar visita domiciliar com 
foco na visualização de 
ambientes com risco de quedas 
e identificação de idoso frágil. 
 
13 Compreender os 
aspectos 
relacionados a 
queda em 
pessoas idosas. 
- Compreender os aspectos relacionados 
ao controle postural e quedas em 
idosos. 
- Identificar os fatores de risco para 
quedas em idosos. 
- Caracterizar quedas na pessoa idosa 
(epidemiologia, complicações, causas, 
fatores associados. 
- Conhecer a avaliação clínica, manejo e 
prevenção de quedas. 
FREITAS, Elizabete, V. de; P.Y., Ligia (Eds.). Tratado de Geriatria e 
Gerontologia. 4ª edição. Grupo GEN, 2016. Cap. 94. Disponível 
em: Minha Biblioteca. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. 
Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da 
pessoa idosa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à 
Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério 
da Saúde, 2007. 192 p.: il. – (Série A. Normas e Manuais 
Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica; n. 19) Cap. 12 
Realizar avaliação da força do 
Idoso em visita domiciliar ou 
consulta – Teste time-up and 
go e Índice de Vulnerabilidade 
Clínico-Funcional (IVCF-20) - 
Caderneta do idoso. 
Realizar visita domiciliar com 
foco em propor modificações 
ambientais, de maneira a 
prevenir quedas. 
 
14 Refletir sobre 
abusos e Maus-
tratos contra os 
idosos. 
- Caracterizar e descrever os tipos de 
violência contra idosos. 
- Conhecer a prevalência e fatores de 
risco para violência contra idosos. 
- Identificar a violência contra o idoso. 
-Refletir sobre a abordagem e 
prevenção da violência contra o idoso 
- Refletir sobre a violência intrafamiliar 
e maus tratos contra a pessoa idosa. 
 
LEI No 10.741, de 1º de outubro de 2003. 
 
GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs.). 
Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, 
Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388. Cap. 
83. 
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. 
Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da 
pessoa idosa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à 
Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério 
Discutir, em conjunto com o(a) 
preceptor(a), e aplicar as 
orientações sobre os cuidados 
com o(a) cuidador(a) de 
acordo com a Avaliação da 
Escala de Zarit. 
 
E 
 
Aplicação do PTS Planejado. 
Conhecer a ficha de notificação 
de violência. 
http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2010.741-2003?OpenDocument
IESC V - MANUAL DO PROFESSOR 
Manual do Professor – Circulação Restrita 18 
 
da Saúde, 2007. 192 p.: il. – (Série A. Normas e Manuais 
Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica; n. 19) Cap. 7.3 
15 Compreender a 
relevância dos 
cuidado com o 
cuidador. 
- Caracterizar o cuidador e avaliar o 
estresse da pessoa cuidadora 
 
YAVO, Ivete de Souza; CAMPOS, Elisa Maria Parahyba. Cuidador 
e cuidado: o sujeito e suas relações no contexto da assistência 
domiciliar. Psicologia: teoria e prática. São Paulo, v. 18, n. 1, p. 
20-32, abr. 2016. 
 
 
Realizar entrevista com o(a) 
cuidador (a) utilizando a Escala 
de Zarit Reduzida. 
Aplicação do PTS Planejado/ 
preparar apresentação do PTS. 
Encontro teórico: 
Calculadora de Sobrecarga do 
cuidador. 
Disponível em: 
https://dms.ufpel.edu.br/casca/
modulos/zarit-main#comp/zarit-
main. 
.................................................. 
Utilizar a calculadora de 
sobrecarga do cuidador em 
visita domiciliar. 
16 Conhecer a 
abordagem da 
dor crônica na 
APS 
- Conceituar dor crônica. 
- Conhecer a abordagem da dor crônica 
na APS. 
- Compreender, causas, mensuração e 
abordagem da dor crônica na APS. 
GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C. DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado 
de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e 
Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388, cap. 103. 
Aplicar orientações 
terapêuticas não 
medicamentosas para 
tratamento da dor crônica em 
grupos de idosos 
(consolidados ou não) com a 
equipe da Estratégia de Saúde 
da Família. 
Preparar apresentação do PTS. 
Realizar atividade de educação 
em saúde voltada para a 
população idosa sobre 
terapêuticas alternativas para 
dor crônica. 
17 Compreender os 
aspectos 
relacionados à 
Neuropatia 
periférica. 
- Abordar o diagnóstico da neuropatia 
periférica na APS. 
- Conhecer e distinguir as 
mononeuropatias e polineuropatias 
 
 
FAUCI, Anthony S.; BRAUNWALD, Eugene; KASPER, Dennis L. et 
al. Manual de medicina de Harrison. Porto Alegre: Artmed, 
2017. Cap 459. 
 
GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs.). 
Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, 
Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2002. Cap. 
233. 
 
Realizar avaliação sensório-
motora do pé. 
 
Identificar situações de risco e 
propor mudanças em 
ambientes com riscos de 
quedas durante uma visita 
domiciliar. 
Realizar avaliação sensório 
motora do pé em paciente com 
DM. 
18 INTEGRADORA 
 
INTEGRADORA 
 
 APRESENTAÇÃO DO PTS APRESENTAÇÃO DO PTS 
 
https://dms.ufpel.edu.br/casca/modulos/zarit-main#comp/zarit-main.
https://dms.ufpel.edu.br/casca/modulos/zarit-main#comp/zarit-main.
https://dms.ufpel.edu.br/casca/modulos/zarit-main#comp/zarit-main.

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