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IESC V MANUAL DO PROFESSOR IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 2 Integração Ensino-Serviço-Comunidade V Curso de Medicina Período: 5º Período 2023.1 Carga Horária: Prática 60 horas Teórica 20 horas Docentes responsáveis pelo Módulo: Profª. Veronica Ferreira de Souza Fernandes Prof. Mauro Mendes Pinheiro Machado Coordenação da Elaboração e Planejamento do Módulo IESC V Versão 2022.1 Prof. Daniel Riani Gotardelo Profa. Marcia Hiromi Sakai – Afya Educacional Equipe de Elaboração e Planejamento do Módulo IESC V Versão 2022.2 Profª. Veronica Ferreira de Souza Fernandes – FASA ITABUNA Profª. Prof. Lanuza Borges Oliveira - IESVAP Prof. Vinícius Lana Ferreira - UNIVAÇO Equipe de Elaboração e Planejamento do Módulo IESC V Versão 2023.1 Profª. Aralinda Nogueira Pinto de Sá- FCM-PB Profª. Layza de Souza Chaves Deininger - FCM-PB Profª. Veronica Ferreira de Souza Fernandes – FASA ITABUNA Profª. Lanuza Borges Oliveira – UNIFIPMOC Prof. Vinícius Lana Ferreira – UNIVAÇO Profª. Marcia Hiromi Sakai – Afya Educacional Profª. Maria José Sparça Salles IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 3 Sumário 1 Apresentação ................................................................................................................ 4 2 Conhecimentos, Habilidades e Atitudes ................................................................... 4 3 Ementa ........................................................................................................................... 5 4 Objetivos ....................................................................................................................... 5 5 Estratégias de Ensino-Aprendizagem ....................................................................... 5 6 Atividades Educacionais por Semana ....................................................................... 3 7 Sistema de avaliação ................................................................................................... 7 8 Bibliografia Básica ..................................................................................................... 11 9 Bibliografia Complementar ....................................................................................... 11 10 Anexos ......................................................................................................................... 12 IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 4 1 Apresentação A Integração Ensino-Serviço-Comunidade ocorrerá nas oito primeiras fases do curso, superando 430 horas de atividades teóricas e práticas. Pautado nas diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), as atividades educacionais estão voltadas para o desenvolvimento dos conhecimentos, habilidades e atitudes relacionados ao cuidado e enfrentamento das necessidades de saúde do indivíduo, da família e da sociedade, por meio das ações de promoção da saúde; à prevenção e tratamento das doenças e agravos; e à reabilitação. Desta forma, este eixo visa contribuir para o acesso universal e equitativo, individual e coletivo, aos serviços de saúde. Os módulos contemplam temas teóricos e práticos ligados à promoção da saúde e prevenção de doenças, na ótica da atenção primária à saúde, sob orientação docente e supervisão direta de preceptores especialistas. A partir do 9º período, os alunos passam a conviver em tempo integral, no âmbito do estágio curricular obrigatório, na realidade das unidades básicas de saúde. 2 Conhecimentos, Habilidades e Atitudes • Aplicar os princípios do SUS na prática em saúde; • Entender a saúde como direito e garantir a integralidade e a equidade do cuidado, atenção à saúde em nível individual, familiar e coletivo, valorizando a diversidade biológica, étnico-racial, de gênero, de orientação sexual, socioeconômica, política, ambiental, cultural e demais aspectos que compõem a diversidade humana; • Aplicar técnicas de cuidado clínico com enfoque no indivíduo, em todas as faixas etárias; • Aplicar, na prática profissional, os princípios da medicina baseada em evidências; • Promover a interação com outros profissionais e instituições envolvidos nos cuidados com o paciente, por meio de trabalho em equipe e em rede; • Analisar a dinâmica das políticas de saúde; • Avaliar determinantes e riscos relacionados aos agravos da saúde e sua interação com o ambiente; • Vivenciar o sistema de saúde vigente no país, considerando a atenção integral da saúde em um sistema regionalizado e hierarquizado de referência e contra referência, as redes de atenção à saúde e o trabalho em equipe; • Analisar a legislação e as políticas de saúde; • Aplicar as políticas de educação ambiental, em direitos humanos e de educação das relações étnico-raciais e o ensino de história e cultura afro-brasileira, africana e indígena; • Aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação permanente; • Aplicar, para a tomada de decisão, os princípios morais, éticos e bioéticos com responsabilidades legais inerentes à profissão e ao estudante de Medicina; IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 5 • Atuar na saúde do indivíduo nos diversos ciclos de vida, considerando seu contexto familiar e comunitário; • Aplicar planos terapêuticos, considerando a gestão do cuidado e os conceitos de clínica ampliada; • Construir a interdisciplinaridade. 3 Ementa Atenção à Saúde Mental. Atenção à Saúde do Idoso. Atenção à Saúde de Pessoas com limitações físicas. Sistemas de Classificação. Práticas Integrativas e Complementares. Direitos humanos com foco na valorização à vida. Interdisciplinaridade. Medicina baseada em evidências. Educação em saúde. Interprofissionalismo. 4 Objetivos • Conhecer habilidades de comunicação na abordagem dos problemas de saúde mental; • Conhecer propostas terapêuticas para sintomas depressivos/ansiedade; • Caracterizar comportamentos de risco na saúde mental; • Compreender a prescrição de psicofármacos na atenção primária à saúde (APS); • Identificar a polifarmácia e formas de desprescrição medicamentosa na APS; • Conhecer possibilidades terapêuticas no cuidado com a saúde mental de grupos vulneráveis: o uso das práticas integrativas e complementares (PICs); • Analisar a Saúde e espiritualidade como ferramenta de apoio à saúde; • Compreender os Cuidados paliativos na APS (conceitos, práticas da equipe multiprofissional e abordagem familiar); • Conhecer e aplicar a Avaliação multidimensional do idoso e conhecer a escala do Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20); • Identificar os Cuidados com o cuidador; • Conhecer a abordagem aos abusos e maus-tratos em idosos; • Compreender a abordagem de dor crônica na APS; • Reconhecer cuidados preventivos do paciente com neuropatia; • Analisar a Prevenção de quedas em idosos (enfoque na perda do trofismo muscular, comprometimento da marcha e segurança do paciente); • Aprofundar a avaliação nutricional do idoso; • Entender a abordagem da somatização e dos sintomas sem explicação biológica. 5 Estratégias de Ensino-Aprendizagem • Palestras • Trabalho de campo • Role Play/Dramatização • Problematizações IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 6 • TBL (Team Based Learning) • Gamificação • Mapa conceitual Discussão em grupos 6 Atividades Educacionais por Semana TEÓRICAS ATIVIDADES PRÁTICAS 1 Conhecer a abordagem à Saúde Mental na APS /Habilidades de comunicação. Apresentar o módulo e plano de ensino (ementa,objetivos, estratégias de ensino-aprendizagem, sistema de avaliação e sistema de promoção). Pactuar as atividades práticas e instruções para elaboração do diário de campo e do Projeto terapêutico singular (PTS). 2 Compreender a abordagem de Sintomas depressivos e de ansiedade na APS. Conhecer e aplicar a abordagem inicial de escuta na APS ao usuário em sofrimento psíquico, utilizando anamnese e exame do estado mental. Identificar as propostas terapêuticas adequadas ao paciente (famílias) com sintomas depressivos/ansiedade e realizar a tomada de decisão compartilhada. 3 Compreender a utilização de Psicofármacos na APS Realizar um levantamento dos psicofármacos mais prescritos na APS e correlacionar com os diagnósticos mais prevalentes. Identificar as propostas terapêuticas adequadas ao paciente (famílias) com sintomas depressivos/ansiedade e realizar a tomada de decisão compartilhada. 4 Conhecer aspectos referentes à Reforma Psiquiátrica Conhecer a estruturação da rede de atenção à saúde voltada para saúde mental. (RAPS) 5 Sistematizar o conhecimento sobre desprescrição e polifarmácia na APS. Reavaliar indicações medicamentosas em pacientes com 5 ou mais medicações, de acordo com as perguntas norteadoras. 6 Refletir acerca da abordagem à saúde mental de grupos vulneráveis (idoso, criança, adolescente, indígena, população de rua). Planejar uma ação coletiva com práticas integrativas e complementares no cuidado com a saúde mental. 7 Refletir a respeito da saúde e espiritualidade. Acompanhar processo de trabalho do médico da UBS 8 Conhecer as práticas integrativas e complementares (PICs) Planejar, Executar uma ação coletiva com práticas integrativas e complementares (PICs) no cuidado com a Saúde Mental. N1 N1 9 Abordar sobre cuidados paliativos na APS. Identificar pacientes na assistência domiciliar e em cuidados paliativos com a equipe (visita domiciliar), realizar a escuta e orientar adequadamente o cuidador e familiares. 10 Compreender a avaliação multidimensional e aspectos da Saúde do idoso. Realizar a avaliação multidimensional no idoso (visita domiciliar/consulta). E Aplicação do PTS Planejado. 11 Sistematizar o conhecimento sobre síndromes demenciais. Aplicar o instrumento Mini-Exame do Estado Mental - “MINIMENTAL”. Aplicação do PTS Planejado. Reavaliar PTS planejado. 12 Compreender sarcopenia e síndrome do idoso frágil. Realizar avaliação da força do Idoso em visita domiciliar ou consulta – Teste time-up and go e Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20) - caderneta do idoso. 13 Compreender os aspectos relacionados a queda em pessoas idosas. Realizar avaliação da força do Idoso em visita domiciliar ou consulta – Teste time-up and go e Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20) - Caderneta do idoso. 14 Refletir sobre abusos e Maus-tratos contra os idosos. Discutir, em conjunto com o(a) preceptor(a), e aplicar as orientações sobre os cuidados com o(a) cuidador(a) de acordo com a Avaliação da Escala de Zarit. Aplicação do PTS Planejado. IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 7 15 Compreender a relevância dos cuidado com o cuidador. Realizar entrevista com o(a) cuidador (a) utilizando a Escala de Zarit Reduzida. Aplicação do PTS Planejado/ preparar apresentação do PTS. 16 Conhecer a abordagem da dor crônica na APS Aplicar orientações terapêuticas não medicamentosas para tratamento da dor crônica em grupos de idosos (consolidados ou não) com a equipe da Estratégia de Saúde da Família. Preparar apresentação do PTS. 17 Compreender os aspectos relacionados à Neuropatia periférica. Realizar avaliação sensório-motora do pé. Identificar situações de risco e propor mudanças em ambientes com riscos de quedas durante uma visita domiciliar. 18 INTEGRADORA APRESENTAÇÃO DO PTS 7 Sistema de avaliação A avaliação do estudante de medicina envolve as dimensões do saber, saber fazer, saber ser e saber conviver durante a graduação, a fim de bem exercer a profissão médica. Avaliar essas dimensões na formação dos futuros médicos significa verificar não apenas se os alunos assimilaram os conhecimentos, mas sim, quanto e como eles os mobilizam para resolver situações-problema, reais ou simuladas, e se desenvolveram as habilidades e atitudes necessários, relacionadas, com o exercício profissional. Coerente com a metodologia de ensino empregada no curso de Medicina, a avaliação do desempenho acadêmico é periódica e sistemática, processual e composta de procedimentos e instrumentos diversificados, incidindo sobre todos os aspectos relevantes: conhecimentos, habilidades e atitudes trabalhados e a construção das competências profissionais. Neste contexto, o processo de avaliação verificará o progresso do estudante, apontando as debilidades e as potencialidades dos estudantes nas áreas avaliadas, com a finalidade diagnóstica, formativa e somativa, oportunizando ao estudante elementos para buscar a sua formação em um processo de ação-reflexão-ação. A avaliação da e para a aprendizagem pressupõe a aplicação de diversos métodos e técnicas avaliativas acompanhar o desenvolvimento cognitivo, das habilidades e das atitudes para além da finalidade somativa. (Miller, 1976) IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 8 Figura 1: Pirâmide de Miller e tipos de avaliação De acordo com Collares (2019), para avaliar as habilidades comportamentais complexas devemos inverter a pirâmide de Miller (figura 2), pois a maioria dos testes utilizados não avaliam as competências profissionais preconizadas para o século XXI. Figura 2: Pirâmide de Miller invertida para avaliação de habilidades complexas Desta forma, o sistema de avaliação do estudante deverá ter: • Validade • Fidedignidade • Viabilidade • Equivalência • Impacto educacional • Aceitabilidade A avaliação será processual e multimétodos, superando a dicotomia entre a avaliação formativa e somativa, para promover a aprendizagem significativa. Aplicar-se- á a proposição de Philippe Perrenoud, que considera “como formativa toda prática de avaliação contínua que pretenda contribuir para melhorar as aprendizagens em curso”, desta forma, o feedback será feito ao estudante sobre os erros e acertos de seu desempenho em todos os tipos de avaliação aplicados, permitindo ao aluno a reflexão sobre as suas necessidades para melhorar a sua aprendizagem. IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 9 7.1 Composição da Nota Integração Ensino, Serviço e Comunidade I, II, III, IV e V (IESC/Comunidades) IESC Média: 70 Tipo de avaliação Pontos Obs.: Conheciment os, Habilidades e Atitudes Teste de Progresso Institucional 10 Aplicação conforme calendário N1 específica 15 Aplicação conforme calendário Integradora 20 Aplicação conforme calendário Avaliação Diária 15 Encontro Interdisciplinar 25 15: Acompanhamento e elaboração 10: Apresentação/Retorno à comunidade Logbook/Diário de Campo 15 Total 100 Cada período terá ferramentas diferentes para avaliar a atividade interdisciplinar. 1º: Relato de experiência 2º: Projeto de Intervenção 3º: Projeto Terapêutico Singular 4º a 8º: a definir por cada etapa (cada escola definirá a forma mais adequada): projeto de intervenção, projeto associado ao TCC, etc. *Informado que a estrutura do portfólio no sistema online já está pronta. Falta implementar as ferramentas para Logbook e diário de campo. *O diagnóstico situacional é uma das etapas do projeto de intervenção. *Considerar fazer uma mostra científica em todo fim de período (ou fim do ano) para valer como apresentação.7.2 Sistema de Promoção É aprovado no módulo o estudante com média final igual ou superior a 70 e frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento). IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 10 É reprovado no módulo o estudante com média final inferior a 70 e/ou frequência inferior a 75% (setenta e cinco por cento). Para os módulos do eixo de Integração Ensino-Serviço não é previsto o regime de Exame Especial. IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 11 8 Bibliografia Básica GUSSO, G; LOPES, J. M. C. Tratado de Medicina de Família e Comunidade - Princípios, Formação e Prática. 2 ed. Artmed, 2018. FREITAS, Elizabete, V. de; PY, Ligia (Eds.). Tratado de Geriatria e Gerontologia. 4ª ed. Grupo GEN, 2016. Disponível em: Minha Biblioteca. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental. Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. (Caderno 34) 9 Bibliografia Complementar DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. 3ª Ed. Disponível em: Minha Biblioteca. SOLHA, Raphaela Karla Toledo. Sistema Único de Saúde - Componentes, Diretrizes e Políticas Públicas. Érica Saraiva, 2014. Minha Biblioteca. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536513232/pageid/3. ROLLNICK, Stephen; MILLER, William R.; BUTLER, Christopher C. Entrevista motivacional no cuidado da saúde. Porto Alegre: ArtMed, 2009. Recurso online. ISBN 9788536318660. Disponível em: http://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536318660>. Acesso em: 19 set. 2017. TOY, Eugene C.; BRISCOE, Donald; BRITTON, Bruce. Casos clínicos em medicina de família e comunidade. 3. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. Recurso online. ISBN 9788580552706. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788580552706. Acesso: 19 set. 2017. TAYLOR, Robert B.; PAULMAN, Paul M.; PAULMAN, Audrey A.; HARRISON, Jeffrey D. Taylor: manual de saúde da familia. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. E-book. 978-85-277-2527-9. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-2527-9/. Acesso em: 29 jun. 2022. WONCA GLOBAL FAMILY DOCTOR. Practical Evidence About Real Life Situations. Disponível em: http://www.globalfamilydoctor.com/Resources/PEARLS.aspx. BRASIL, Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Portaria 2.436 de 21 de setembro de 2017. Brasil, 2017. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788536513232/pageid/3. http://www.globalfamilydoctor.com/Resources/PEARLS.aspx. IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 12 10 Anexos 10. Anexo I - – Modelos da Avaliação Diária no CANVAS IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 13 IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 14 ANEXO II – DETALHAMENTO IESC V TEÓRICAS Objetivos específicos REFERÊNCIAS ATIVIDADES PRÁTICAS Sugestão metodológica 1 Conhecer a abordagem à Saúde Mental na APS /Habilidades de comunicação. Conhecimentos: - Conhecer a importância da abordagem à pessoa com problemas emocionais ou transtornos mentais. - Conhecer as situações de saúde mental comuns na Atenção Básica - Compreender o exame mental, manejo e avaliação da pessoa com transtorno mental na APS. Habilidades: Aplicar Questionário “Maslach Burnout Inventory”. GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, p. 2388. Cap. 36. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 176 p. : il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 34) https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_ basica_34_saude_mental.pdf Apresentar o módulo e plano de ensino (ementa, objetivos, estratégias de ensino- aprendizagem, sistema de avaliação e sistema de promoção). Pactuar as atividades práticas e instruções para elaboração do diário de campo e do Projeto terapêutico singular (PTS). Cine Viagem: "As Vantagens de Ser Invisível". Role play – Recordar o MCCP e a abordagem humanizada. Apresentar o módulo na prática devido a maior carga horária. 2 Compreender a abordagem de Sintomas depressivos e de ansiedade na APS. - Conhecer os conceitos e como identificar sintomas depressivos e de ansiedade na APS. - Conhecer a abordagem inicial de escuta na APS ao usuário em sofrimento psíquico. - Conhecer a conduta proposta para os transtornos de ansiedade e depressão na APS. GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C. DIAS, Lêda C. (Orgs). Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, p. 2388. Cap. 239. Conhecer e aplicar a abordagem inicial de escuta na APS ao usuário em sofrimento psíquico, utilizando anamnese e exame do estado mental. Identificar as propostas terapêuticas adequadas ao paciente (famílias) com sintomas depressivos/ansiedade e realizar a tomada de decisão compartilhada. Encontro teórico: Vídeo: “Como lidar com o sentimento de ansiedade” Disponível em: ..................................................... Visita domiciliar com foco na observação de determinantes sociais da saúde que possa ser fator preditor de sofrimento psíquico. Iniciar desenvolvimento de proposta de PTS. 3 Compreender a utilização de Psicofármacos na APS - Discutir o uso de antidepressivo na APS e suas indicações em outras condições clínicas. - Conhecer os principais Medicamentos da saúde mental na APS. GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs). Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388. Cap 236. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas Realizar um levantamento dos psicofármacos mais prescritos na APS e correlacionar com os diagnósticos mais prevalentes. Identificar as propostas terapêuticas adequadas ao paciente (famílias) com Realizar entrevista com a equipe multidisciplinar sobre o atendimento em saúde mental na UBS (acolhimento, prescrição, apoio matricial, práticas integrativas). https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdf https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_34_saude_mental.pdf IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 15 Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 176 p. : il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 34) sintomas depressivos/ansiedade e realizar a tomada de decisão compartilhada. Continuar o desenvolvimento de proposta de PTS. 4 Conhecer aspectos referentes à Reforma Psiquiátrica - Conhecer a nova política Nacional de Saúde Mental e a contextualização histórica da reforma psiquiátrica no Brasil. - Entender o processo de desinstitucionalização. - Compreender a rede de cuidados voltados para a saúde mental.- Debater sobre os principais desafios da reforma psiquiátrica. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde.DAPE. Coordenação Geral de Saúde Mental. Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil. Documento apresentado à Conferência Regional de Reforma dos Serviços de Saúde Mental: 15 anos depois de Caracas. OPAS. Brasília, novembro de 2005. LEI No 10.216, de 6 de Abril de 2001. (Lei da reforma psiquiátrica) Conhecer a estruturação da rede de atenção à saúde voltada para saúde mental. (RAPS) Encontro teórico: Documentário: “Luta antimanicomial”. ................................................... Visita a pontos da rede de atenção à saúde que prestam assistência à saúde mental (CAPS, NASF, APAE, etc.). Concluir a proposta de PTS. 5 Sistematizar o conhecimento sobre desprescrição e polifarmácia na APS. - Caracterizar a polifarmácia. - Conhecer o manejo da polifarmácia na APS. - Identificar os benefícios da desprescrição. MANGIN, D; HEATH, I. Polifarmácia. IN: GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C. DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019. Cap. 30. COBOS, E.M.P.I et al. Desprescrição dos medicamentos na atenção primária à saúde. IN: . IN: GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C. DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019. Cap. 109 Reavaliar indicações medicamentosas em pacientes com 5 ou mais medicações, de acordo com as perguntas norteadoras. Pactuar aplicação do PTS com a equipe. Utilizar método de desprescrição com usuário da atenção primária com polifarmácia. Ou Sala de espera. 6 Refletir acerca da abordagem à saúde mental de grupos vulneráveis (idoso, criança, adolescente, indígena, população de rua). - Conhecer os principais aspectos da atenção psicossocial a crianças e adolescentes na APS. - Debater os principais aspectos a atenção psicossocial à pessoa idosa. - Debater os principais aspectos relacionados à saúde mental da população de rua. - Debater os principais da atenção psicossocial aos povos indígenas. SILVA, S.P. et al. Saúde mental de pessoas em situação de rua: comportamentos e vulnerabilidades no contexto urbano. Rev Saúde, v.5, n. 3-4, 2021. LEANDRO-FRANÇA, C.; MURTA, S. G. Prevenção e promoção da saúde mental no envelhecimento: conceitos e intervenções. Psicol Cienc Prof, v.34, n.2, jun, 2014. https://doi.org/10.1590/1982-3703001152013 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas Planejar uma ação coletiva com práticas integrativas e complementares no cuidado com a saúde mental. Encontro teórico: Sala invertida ..................................................... Conhecer na IES, ou fora desta, possíveis situações de aplicação de PICs para melhor conhecimento da prática. Sala de aula Invertida (Pequenos grupos apresentam, cada um, um tipo de prática integrativa). http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2010.216-2001?OpenDocument https://doi.org/10.1590/1982-3703001152013 IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 16 Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 176 p. : il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 34) Cap. 6.6 7 Refletir a respeito da saúde e espiritualidade. Debater sobre religiosidade e espiritualidade como determinantes de saúde. GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388. Cap. 95. Acompanhar processo de trabalho do médico da UBS Promover, no cenário de prática, com usuários ou profissionais, um momento de aplicação de uma prática integrativa. 8 Conhecer as práticas integrativas e complementares (PICs) - Conhecer as práticas integrativas e complementares (PICs) Medicina tradicional chinesa Homeopatia Fisioterapia e plantas medicinais Medicina antroposófica GUSSO, Gustavo; LOPES, José MC, DIAS, Lêda C, organizadores. Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2019, 2388 p. Cap 93 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde mental / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – Brasília : Ministério da Saúde, 2013. 176 p. : il. (Cadernos de Atenção Básica, n. 34) pag. 131. Planejar, Executar uma ação coletiva com práticas integrativas e complementares (PICs) no cuidado com a Saúde Mental. Capacitação da equipe de saúde para PICs. N1 N1 N1 N1 9 Abordar sobre cuidados paliativos na APS. Caracterizar cuidados paliativos e seus princípios. - Conhecer a organização do serviço para os cuidados paliativos - Descrever o prognóstico e atuação da equipe de atenção básica GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388. Cap. 106. Identificar pacientes na assistência domiciliar e em cuidados paliativos com a equipe (visita domiciliar), realizar a escuta e orientar adequadamente o cuidador e familiares. Realizar visita domiciliar em pacientes sob cuidados paliativos. Ou iniciar aplicação do PTS planejado. 10 Compreender a avaliação multidimensional e aspectos da Saúde do idoso. - Conhecer a avaliação da pessoa idosa em suas diferentes dimensões. - Conhecer as doenças crônicas do idoso e abordagem nos casos de múltiplas morbidades na APS. GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Organizadores.). Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388. Cap. 89. Realizar a avaliação multidimensional no idoso (visita domiciliar/consulta). E Aplicação do PTS Planejado. Encontro teórico: Demonstração do aplicativo IVCF20. ............................................. Utilização do aplicativo IVCF20 com pacientes idosos no cenário de prática. 11 Sistematizar o conhecimento -Identificar os tipos de demência na pessoa idosa. GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Aplicar o instrumento Mini- Exame do Estado Mental - “MINIMENTAL”. Utilizar o Minimental no atendimento aos pacientes. IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 17 sobre síndromes demenciais. - Abordar a conduta para pessoa com demência na APS (quando referenciar). - Conhecer prognóstico e complicações. - Abordar sobre a atuação da Atenção básica no processo de demência Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388. Cap. 229. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2007. 192 p.: il. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica; n. 19) Cap. 17 Aplicação do PTS Planejado. Reavaliar PTS planejado. 12 Compreender sarcopenia e síndrome do idoso frágil. - Caracterizar idoso frágil e sarcopenia. - Conhecer epidemiologia, fisiopatologia e fatores predisponentes, diagnóstico e abordagem terapêutica do idoso frágil. - Conhecer causas, classificação, estágios e abordagem da sarcopenia. - Identificar outras condiçõesrelacionadas à sarcopenia. De, FREITAS, Elizabete, V. e PY, Ligia (eds.). Tratado de Geriatria e Gerontologia, 4ª edição. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2016. Cap. 90 e 91. Realizar avaliação da força do Idoso em visita domiciliar ou consulta – Teste time-up and go e Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20) - caderneta do idoso. Realizar visita domiciliar com foco na visualização de ambientes com risco de quedas e identificação de idoso frágil. 13 Compreender os aspectos relacionados a queda em pessoas idosas. - Compreender os aspectos relacionados ao controle postural e quedas em idosos. - Identificar os fatores de risco para quedas em idosos. - Caracterizar quedas na pessoa idosa (epidemiologia, complicações, causas, fatores associados. - Conhecer a avaliação clínica, manejo e prevenção de quedas. FREITAS, Elizabete, V. de; P.Y., Ligia (Eds.). Tratado de Geriatria e Gerontologia. 4ª edição. Grupo GEN, 2016. Cap. 94. Disponível em: Minha Biblioteca. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2007. 192 p.: il. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica; n. 19) Cap. 12 Realizar avaliação da força do Idoso em visita domiciliar ou consulta – Teste time-up and go e Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20) - Caderneta do idoso. Realizar visita domiciliar com foco em propor modificações ambientais, de maneira a prevenir quedas. 14 Refletir sobre abusos e Maus- tratos contra os idosos. - Caracterizar e descrever os tipos de violência contra idosos. - Conhecer a prevalência e fatores de risco para violência contra idosos. - Identificar a violência contra o idoso. -Refletir sobre a abordagem e prevenção da violência contra o idoso - Refletir sobre a violência intrafamiliar e maus tratos contra a pessoa idosa. LEI No 10.741, de 1º de outubro de 2003. GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388. Cap. 83. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério Discutir, em conjunto com o(a) preceptor(a), e aplicar as orientações sobre os cuidados com o(a) cuidador(a) de acordo com a Avaliação da Escala de Zarit. E Aplicação do PTS Planejado. Conhecer a ficha de notificação de violência. http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2010.741-2003?OpenDocument IESC V - MANUAL DO PROFESSOR Manual do Professor – Circulação Restrita 18 da Saúde, 2007. 192 p.: il. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) (Cadernos de Atenção Básica; n. 19) Cap. 7.3 15 Compreender a relevância dos cuidado com o cuidador. - Caracterizar o cuidador e avaliar o estresse da pessoa cuidadora YAVO, Ivete de Souza; CAMPOS, Elisa Maria Parahyba. Cuidador e cuidado: o sujeito e suas relações no contexto da assistência domiciliar. Psicologia: teoria e prática. São Paulo, v. 18, n. 1, p. 20-32, abr. 2016. Realizar entrevista com o(a) cuidador (a) utilizando a Escala de Zarit Reduzida. Aplicação do PTS Planejado/ preparar apresentação do PTS. Encontro teórico: Calculadora de Sobrecarga do cuidador. Disponível em: https://dms.ufpel.edu.br/casca/ modulos/zarit-main#comp/zarit- main. .................................................. Utilizar a calculadora de sobrecarga do cuidador em visita domiciliar. 16 Conhecer a abordagem da dor crônica na APS - Conceituar dor crônica. - Conhecer a abordagem da dor crônica na APS. - Compreender, causas, mensuração e abordagem da dor crônica na APS. GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C. DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2388, cap. 103. Aplicar orientações terapêuticas não medicamentosas para tratamento da dor crônica em grupos de idosos (consolidados ou não) com a equipe da Estratégia de Saúde da Família. Preparar apresentação do PTS. Realizar atividade de educação em saúde voltada para a população idosa sobre terapêuticas alternativas para dor crônica. 17 Compreender os aspectos relacionados à Neuropatia periférica. - Abordar o diagnóstico da neuropatia periférica na APS. - Conhecer e distinguir as mononeuropatias e polineuropatias FAUCI, Anthony S.; BRAUNWALD, Eugene; KASPER, Dennis L. et al. Manual de medicina de Harrison. Porto Alegre: Artmed, 2017. Cap 459. GUSSO, Gustavo; LOPES, José M.C.; DIAS, Lêda C. (Orgs.). Tratado de Medicina de Família e Comunidade: Princípios, Formação e Prática. Porto Alegre: ARTMED, 2018, p. 2002. Cap. 233. Realizar avaliação sensório- motora do pé. Identificar situações de risco e propor mudanças em ambientes com riscos de quedas durante uma visita domiciliar. Realizar avaliação sensório motora do pé em paciente com DM. 18 INTEGRADORA INTEGRADORA APRESENTAÇÃO DO PTS APRESENTAÇÃO DO PTS https://dms.ufpel.edu.br/casca/modulos/zarit-main#comp/zarit-main. https://dms.ufpel.edu.br/casca/modulos/zarit-main#comp/zarit-main. https://dms.ufpel.edu.br/casca/modulos/zarit-main#comp/zarit-main.