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E. E. PROFESSORA ADRIANA CARDOSO - PEI LÍNGUA PORTUGUESA – PROFª ANDRÉIA Nome: ___________________________Turma:_____ Leia o texto e responda as questões 01, 02, 03 e 04. Para sempre Carlos Drummond de Andrade Por que Deus permite que as mães vão-se embora? Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba, veludo escondido na pele enrugada, água pura, ar puro, puro pensamento. Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio. Mãe, na sua graça, é eternidade. Por que Deus se lembra — mistério profundo — de tirá-la um dia? Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei: Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho. Disponível em: <https://opoderdaleituracom.wordpress. com/para-sempre- carlosdrummond-de-andrade/>. Acesso em: 12 jun. 2018. Questão 01 ––––––––––––––––––––––––––◊ No verso “tirá-la um dia”, o termo “la” foi empregado para substituir (A) mãe. (B) água. (C) graça. (D) chuva. Questão 02 ––––––––––––––––––––––––––◊ O tema do texto é o/a (A) constatação da brevidade da vida. (B) mistério do amor infinito de mãe. (C) desejo de que mãe fosse eterna. (D) exaltação da proteção materna. Questão 03 ––––––––––––––––––––––––––◊ Ao utilizar o ponto de interrogação em “Por que Deus permite/que as mães vão embora?”, o eu- lírico (A) cria uma polêmica. (B) espera uma resposta. (C) promove uma reflexão. (D) expressa uma desconfiança. Questão 04 ––––––––––––––––––––––––––◊ Segundo o texto, o eu lírico criaria uma lei em favor da mãe para que ela não (A) morresse nunca. (B) apagasse sua luz. (C) perdesse a sua graça. (D) tivesse a pele enrugada. Leia o texto e, a seguir responda as questões 05, 06, 07 e 08. Batman vs Superman: A Origem da Justiça Um filme de arrepiar! Em todos os sentidos! Ele desperta inúmeras sensações e arrasa em suas qualidades técnicas cinematográficas: atuação, trilha sonora, cenário, efeitos especiais…, mas, como de costume, apesar de poder gastar horas elogiando o belíssimo trabalho que foi feito nesse filme, quero chamar atenção para as reflexões que ele causa! Gosto de analisar o que está nas entrelinhas, o que nem todo mundo repara, ainda mais num filme como esse, que nos prende e envolve nossas emoções, injetando uma adrenalina sem igual! E Batman vs Superman tem bastante a oferecer no quesito “reflexão”. Em Batman vs Superman, temos duas grandes representações de heróis e justiça, cada um à sua maneira: o Homem Morcego e o Super Homem de Aço/Deus de Krypton. Ao imaginarmos essas duas personalidades ávidas pela justiça, não conseguimos pensar que sequer seriam afetadas pelos golpes baixos de “seres humanos normais”. Mas até os super-heróis sucumbem à mediocridade da humanidade. O interessante é que o próprio filme nos dá a resposta a esse fenômeno: “as pessoas odeiam o que não entendem”. Por isso são capazes de regredir o seu avanço, enquanto sociedade, para cometer erros do passado ao invés de aprender com eles. E essa é uma grande questão levantada em Batman vs Superman. Em uma das cenas, o jornalista Clark Kent critica a postura do editor do Planeta Diário, jornal para o qual trabalha. E, apesar de ser uma cena que pode parecer superficial, existe uma grande crítica à sociedade e não apenas aos meios de comunicação. A questão levantada diz respeito ao conteúdo do jornal. A resposta dada é simples: temos que falar sobre o que querem ler. Afinal de contas, se a mídia fala sobre o que atrai o público e antigamente a mídia “tinha mais conteúdo do que hoje”, é sinal de que, além das mídias, o povo também precisa mudar seu comportamento e deixar de ser pacificamente alienado. Como dizem, antigamente todos pareciam ter valores morais mais nobres do que hoje em dia. Não podemos perder isso! O caráter, o senso de justiça, do que é correto, do que é o bem! Inclusive, esse é um dos pensamentos que Batman tem sobre a humanidade: ainda dá tempo de corrigir nossos erros. Batman vs Superman: A Origem da Justiça é um filme extraordinário! Em vários aspectos! Está mais que recomendado! Além das várias frases de efeito que citei, ele possui uma mensagem, tipo “moral da história”, muito tocante para a situação que vivemos hoje: acredite no bem, ele existe. Está em mim, em você, em todos nós. Precisamos ter esperança de que nós, seres humanos, podemos corrigir nossos erros e sermos os nossos próprios super-heróis! Disponível em: < l1nq.com/FZoWD>.Acesso em: 08 jun. 2018 (adaptado). Questão 05 ––––––––––––––––––––––––––◊ No trecho “ao invés de aprender com eles.” (4º parágrafo), o termo sublinhado refere-se a (A) seres humanos normais. (B) erros do passado. (C) efeitos especiais. (D) super-heróis. Questão 06 –––––––––––––––––––––––––––◊ De acordo com texto, o jornalista Clark Kent critica (A) o que atrai o público. (B) a situação que vivemos hoje. (C) o caráter e o senso de justiça. (D) a postura do editor do Planeta Diário. Questão 07 ––––––––––––––––––––––––––◊ No trecho “Um filme de arrepiar!”, o ponto de exclamação foi empregado para indicar (A) ironia. (B) aprovação. (C) crítica. (D) surpresa. Questão 08 ––––––––––––––––––––––––––◊ O tema do texto é o/a(s) (A) consciência sobre a importância do cinema. (B) nostalgia pelos filmes de histórias em quadrinhos. (C) reflexões provocadas pelo filme Batman vs Supermam: A Origem da Justiça. (D) desejo de transformar a humanidade, assim como os super- heróis. Leia o texto e, a seguir, responda as questões 09, 10 e 11. Jovens empreendedores se capacitam em congresso, em Goiânia Evento pretende reunir três mil empresários para palestras, cursos e debates. Na capital goiana, empreendedores trabalham em espaços coworking. Visando difundir o empreendedorismo, promover o aprendizado e a geração de novos negócios e parcerias, é realizado em Goiânia o 19º Congresso Nacional de Jovens Empreendedores. O evento começou na quarta-feira (6), e vai até sexta-feira (8), no Centro de Eventos da Universidade Federal de Goiás (UFG). A entrada é gratuita. A organização espera que mais de 3 mil pessoas passem pelo congresso, participando de palestras, painéis, cursos e debates. De acordo com o presidente da Confederação Nacional de Jovens Empresários (Conaje), Rodrigo Paulino, o modelo de trabalho mais flexível, porém não menos promissor, atrai cada vez mais jovens. Para ele, “o empreendedorismo jovem está em um crescente. As pessoas começam a enxergar com bons olhos e a pensar e sonhar em ser empreendedor”. O presidente estima que 75% da população brasileira hoje já pensou em ser um empresário. “Acho que a tendência entre os jovens é que isso aumente”, opina Paulino. É o caso do estudante do último ano de Ciências Contábeis, Lucas Curcio, que pretende montar o próprio negócio em consultoria financeira assim que terminar o curso. “Acredito que seja o sonho de todo jovem brasileiro hoje, principalmente na área que atuo, financeira, de montar o negócio próprio”, afirma. Em comum, esses empresários em início da carreira têm o sonho de montar um grande negócio e as dúvidas de como alcançar esse objetivo. Na capital goiana, um dos locais onde esses jovens empreendedores são mais facilmente encontrados são em escritórios de modelo “coworking”. Neles, empreendedores de ramos diversos compartilham um mesmo espaço. O aluguel pode ir de R$ 80 a R$ 3 mil, variando de acordo com o ambiente utilizado e o tempo de trabalho ao longo do dia. Já as despesas com água, luz, internet e telefone são divididas entre os locatários. Disponível em: <http://g1.globo.com/goias/not icia/2013/11/jovens- empreendedoressecapacitam em-congresso-em-goiania.html>. Acesso em: 13 jun. 2018. Questão 09 –––––––––––––––––––––––––––◊ No trecho “Neles, empreendedoresde ramos diversos”, o termo “neles” está empregado no lugar de (A) cursos. (B) painéis. (C) novos negócios. (D) escritórios “coworking”. Questão 10 –––––––––––––––––––––––––––◊ No texto, o estudante de Ciências Contábeis, Lucas Curcio, pretende (A) difundir e divulgar o empreendedorismo. (B) montar o próprio negócio em consultoria financeira. (C) promover o aprendizado e a geração de novos negócios. (D) reunir três mil empresários para palestras, cursos e debates. Questão 11 –––––––––––––––––––––––––––◊ O texto trata, principalmente, do/a (A) modelo de trabalho mais flexível. (B) composição de escritórios cowrking. (C) congresso para jovens empreendedores. (D) capacitação de jovens empreendedores. Questão 12 ––––––––––––––––––––––––––◊ Leia o texto e, a seguir, responda. Disponível em: <http://turmadamonica.uol.com.br/tirinhas/ index.php?a=38>. Acesso em: 13 jun. 2018 No trecho “NENHUM PLATO QUEBLADO!”, o ponto de exclamação expressa uma ideia de (A) susto. (B) satisfação. (C) irritação. (D) surpresa. Leia o texto e, a seguir, responda as questões 13, 14 e 15. Memórias de um ribeirinho Daniele Oliveira Cunha (vencedora da Olimpíada de Língua Portuguesa 2010) Já faz tanto tempo, mas as lembranças dos meus tempos de infância vividos na zona rural não me saem da memória. Ao primeiro cantar do galo, meu pai já estava de pé e pronto para começar mais um longo e fatigado dia de trabalho. O vento frio da manhã acariciava nossos rostos, eu e meus irmãos pulávamos da cama e corríamos para a lojinha, atraídos pelo delicioso cheiro de café que só a mamãe sabia preparar. A mesa estava repleta dos produtos da terra, frutos do suor de um incansável ribeirinho que trabalhava de sol a sol para garantir o sustento da família. E, nos “maravilhosos” dias de sol, quando ainda brincávamos sem nos preocupar com a intensidade dos raios solares, íamos para o rio das Velhas, que passava perto lá de casa. O cheiro de mato verdinho adentrava em nossas narinas. O céu azul límpido irradiava felicidade. Ah, como era gostoso! Saíamos correndo e tchibum! Caíamos na água, nadávamos como peixinhos, flutuávamos sobre as águas que ainda não haviam sofrido os efeitos da poluição e chegávamos a adormecer, recebendo aquela brisa suave misturada ao calor do sol. Então, já cansados e famintos, íamos fazer a festa nos pés de jacas, subíamos nos mais altos galhos daquela frondosa árvore e saíamos de lá fartos. Como não tínhamos compromisso com horário, retornávamos ao rio para pescar. Quando me lembro disso, lágrimas vêm aos olhos, pois aquele majestoso rio, palco das nossas peraltices de criança, transformou- se em um pequeno riacho ofegante, que insiste em ressurgir após cada temporada de chuva. Mas nada à altura do que era antes. Naquela época, ele corria solto, tanto é que uma das nossas brincadeiras prediletas era disputar quem conseguia chegar à outra margem. Nisso passávamos quase o dia inteiro. Naquelas águas claras e límpidas perdíamos tempo a observar a briga dos peixes que disputavam os farelos que atirávamos na água. A ansiedade tomava conta de todos nós. O coração acelerava de tanta felicidade e quando um ingênuo peixinho caía em nossas mãos era uma folia! Não víamos o tempo passar. Só percebíamos quando o céu começava a escurecer, em um belo pôr do sol, levando consigo aquele lindo dia de diversão! Mas o tempo passou, e a infância marcante desse ribeirinho agora fica registrada apenas em minha memória. Um rio de águas límpidas, intermináveis dias de sol estão agora guardados em meu coração. Sinto saudades de uma época em que meus netos não terão a oportunidade de viver, de um tempo mágico, cheio de alegrias e encantos. Minha maravilhosa infância! (Texto baseado na entrevista feita com o Sr. Joaquim Santos Cunha, 53 anos) Disponível em: htt ps://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/vencedores-da- olimpiada-de-lingua-portuguesa-2010-memorias-de-um-ribeirinho.htm. Acesso em: 02 jan. 2019. Questão 13 –––––––––––––––––––––––––––◊ No trecho “Naquela época, ele corria solto...”, o termo “ele” refere-se ao (A) rio. (B) sol. (C) galo. (D) vento. Questão 14 –––––––––––––––––––––––––––◊ Do primeiro parágrafo, infere-se que o narrador sente (A) saudade da infância na fazenda. (B) alegria pelo carinho do vento no rosto. (C) cansaço pelo trabalho duro do dia a dia. (D) fome ao recordar dos produtos da terra. Questão 15 –––––––––––––––––––––––––––◊ O termo “nossas”, na frase “O cheiro de mato verdinho adentrava em nossas narinas.”, retoma o (A) pai e a mãe. (B) pai e os irmãos. (C) narrador e o pai. (D) narrador e seus irmãos Questão 16 –––––––––––––––––––––––––––◊ Leia o texto e responda. Disponível em: https://www.google.com/search?q=anuncios+publicitar ios+de+meio+ambiente. Acesso: 14 fev. 2019. A associação das linguagens verbal e não verbal permite concluir que a (A) preservação do meio ambiente deve começar hoje. (B) preservação do meio ambiente devia ter começado ontem. (C) destruição do meio ambiente é pouco expressiva comparando o ontem e hoje. (D) destruição do meio ambiente é grande quando se compara o ontem com o hoje. Leia o texto e, a seguir, responda as questões 17 e 18. O homem e a galinha Ruth Rocha Era uma vez um homem que tinha uma galinha. Era uma galinha como as outras. Um dia a galinha botou um ovo de ouro. O homem ficou contente. Chamou a mulher: — Olha o ovo que a galinha botou. A mulher ficou contente: —Vamos ficar ricos! E a mulher começou a tratar bem da galinha. Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha. Dava pão-de-ló, dava até sorvete. E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro. Vai que o marido disse: — Pra que este luxo todo com a galinha? Nunca vi galinha comer pão-de-ló. Muito menos sorvete! Vai que a mulher falou: — É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro! O marido não quis conversa: — Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo. Aí a mulher disse: —E se ela não botar mais ovos de ouro? — Bota, sim! – o marido respondeu. A mulher todos os dias dava farelo à galinha. E a galinha botava um ovo de ouro. Vai que o marido disse: — Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho. — E se ela não botar mais ovos de ouro? — Bota, sim. – respondeu o marido. Aí a mulher começou a dar milho pra galinha. E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro. Vai que o marido disse: — Pra que este luxo de dar milho pra galinha? Ela que cate o de- comer no quintal! — E se ela não botar mais ovos de ouro? — Bota, sim – o marido falou. E a mulher soltou a galinha no quintal. Ela catava sozinha a comida dela. Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro. Um dia, a galinha encontrou o portão aberto. Foi embora e não voltou mais. Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló. Disponível em: https://armazemdetexto.blogspot.com/2018/01/texto-o- homem-e-galinha-ruth-rocha-com.html. Acesso: 10 fev. 2019. Questão 17 –––––––––––––––––––––––––◊ De acordo com o texto, a galinha foi embora porque (A) gostava de luxo. (B) cansou de botar ovos. (C) encontrou o portão aberto. (D) queria encontrar um quintal maior. Questão 18 ––––––––––––––––––––––––––◊ De acordo com o texto, infere-se que o dono da galinha era (A) paciente. (B) miserável. (C) cuidadoso. (D) compreensivo. Questão 19 –––––––––––––––––––––––––◊ Leia o texto e, a seguir, responda. Disponível em: https://tirinhasdogarfield.blogspot.com/search?updated- max=2013-02-25T08:30:00-03:00&max-results=7. Acesso: 09 fev. 2019. A associação das linguagens verbal e não verbal revela que, no último quadrinho, o gato está (A) surpreso. (B) contente. (C) assustado. (D) indiferente. Leia o texto e, a seguir, responda as questões20, 21 e 22. Meus tempos de criança Rostand Paraíso Pulávamos os muros e ganhávamos os quintais das casas vizinhas, enormes e cheias de fruteiras e de toda a sorte de animais, gatos, cachorros, galinhas, patos, marrecos e outros mais. Chupando mangas, gostosas mangas, mangas-espada, mangas-rosa e manguitos, esses quase sempre os mais saborosos, dividíamos os times e organizávamos as peladas de fundo de quintal que exigiam grande malabarismo de nossa parte, com as frondosas árvores para driblar e grandes irregularidades no terreno para contornar. [...] Gostosas, memoráveis tardes que se prolongavam até a noitinha, parando-se apenas quando não havia mais sol e quando não podíamos mais ignorar os gritos que vinham de nossa casa, para tomar banho, mudar de roupa e ir jantar. As mesmas misteriosas ordens faziam-nos começar a desengavetar nossos times de botão para a temporada que iria se iniciar. Os botões eram polidos e engraxados. Descobríamos, nos botões das capas e dos jaquetões e, também, nas tampas de remédios, promissores craques. Nossos pais começavam a estranhar, sem encontrar qualquer explicação para o fato, o desaparecimento das tampas dos xaropes e dos botões das roupas. Esses craques em potencial, novos valores que surgiam, eram devidamente preparados e passávamos dias a lixá- los e, para lhes dar mais peso e maior aderência à mesa, a enchê- los com parafina derretida. Trabalho que levava às vezes algumas semanas, os novos craques sendo testados exaustivamente até que nos déssemos por satisfeitos e os considerássemos prontos e aprovados para as grandes competições pela frente. [...] Cada botão ganhava seu nome, Perácio, Leônidas, Patesko, Pitota, Sidinho, Siduca... botões que já não tenho mais, desaparecidos misteriosamente ao longo do tempo. Meu ponta- esquerda, Tarzan, que tantas alegrias me deu, com suas arrancadas para o campo adversário e com seus mirabolantes gols, que fim terá levado? Disponível em: https://tirinhasdogarfield.blogspot.com/search?updated- max=2013-02-25T08:30:00-03:00&max-results=7. Acesso: 09 fev. 2019. Preferíamos usar as bolas de farinha, arredondadas cuidadosamente na palma da mão e que permitiam um bom controle, correndo menos que as de miolo de pão e não tanto quanto as de borracha. Dentro daquelas regras que adotávamos e que permitiam que continuássemos a jogar enquanto não perdêssemos o controle da bola, éramos obrigados, quando nos sentíamos em condições de tentar o chute a gol, a avisar o adversário: “Defenda-se!” ou “Prepare-se!”, dando tempo a que ele posicionasse melhor o seu goleiro e puxasse, para junto dele, os beques, geralmente bem altos, com a finalidade de dificultar o chute rasteiro. As partidas eram irradiadas por um de nós, ao estilo de José Renato, o famoso locutor esportivo da PRA-8, e os gols, quando convertidos, eram gritados histericamente, incomodando toda a vizinhança. PARAÍSO, R. Antes que o tempo apague… 2ª ed. Recife: Editora Comunicarte, 1996. Disponível em: http://praticandogenerostextuaisnaescola.blogspot.com/p/coletanea-de- memorias-literarias-da.html. Acesso em: 07 fev. 2019. Questão 20 –––––––––––––––––––––––––––◊ O termo “los”, na frase “... passávamos dias a lixá-los ...”, refere-se aos (A) muros. (B) botões. (C) quintais. (D) jaquetões. Questão 21 –––––––––––––––––––––––––––◊ De acordo com o texto, infere-se que os garotos (A) ficavam felizes com as brincadeiras. (B) ansiavam parar as brincadeiras. (C) paravam assim que chamados. (D) retornavam rápido para casa. Questão 22 –––––––––––––––––––––––––◊ As crianças preferiam as bolas de farinha, porque (A) elas dificultavam o chute rasteiro. (B) elas se pareciam com as bolas de miolo de pão. (C) elas corriam mais rápido do que as de borracha. (D) com elas as crianças conseguiam melhor controle da bola. Questão 23 –––––––––––––––––––––––––◊ Leia o texto e, a seguir, responda as questões 23 e 24. Disponível em: http://sosvidaaoplanetaterra.blogspot.com/2012/03/escassez-de-agua- potavel.html. Acesso: 14 fev. 2019. A associação das linguagens verbal e não verbal permite concluir que o planeta Terra está (A) irritado. (B) doente. (C) distraído. (D) descansando. Questão 24 –––––––––––––––––––––––––◊ A linguagem não verbal é representada por (A) uma charge (B) um signo linguístico (C) um quadrinho (D) um emoji