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1
5 ª E T A P A
Copyright © Inspirali Educação. Todos os direitos reservados.
Proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio e processo, sem a prévia 
autorização escrita da Inspirali Educação. 
21-64147 CDD-610.07
NLM-WB 100
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Bússola inspirali [livro eletrônico] : aluno :
5ª etapa / [organização José Lúcio Machado, 
Lena Vânia Carneiro Peres, Débora Cristina 
Alavarce]. -- 1. ed. -- Santo André, SP : 
Difusão Editora : Inspirali Educação, 2021. --
(Bússola Inspirali ; 1)
PDF
ISBN 978-65-88166-22-2
1. Aprendizagem - Metodologia 2. Currículos
3. Estudantes de medicina 4. Medicina - Estudantes 
5. Medicina - Estudo e ensino 6. Medicina e saúde
I. Machado, José Lúcio. II. Peres, Lena Vânia 
Carneiro. III. Alavarce, Débora Cristina. IV. 
Série.
Índices para catálogo sistemático:
1. Medicina e saúde : Estudo e ensino 610.07
Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964
5
SUMÁRIO 
5ª E T A P A
HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS...........................................................................7
 Objetivos e estratégias educacionais.......................................................................8
 Detalhar, relacionar e diferenciar.................................................................................9
	 	 Objetivos	Específicos....................................................................................................10
	 	 	 Cognitivas............................................................................................................10
 Psicomotoras......................................................................................................11
 Atitudinais...........................................................................................................12
Cronograma EC/HM ................................................................................................ 13
PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS...................................................................................15
SITUAÇÕES-PROBLEMAS E ROTEIROS....................................................................18
Complexo temático I - Dor.........................................................................................................19 
 Árvore temática 1..........................................................................................................21 
 Agenda para TBL............................................................................................................49
Complexo	temático	II	-	Febre,	inflamação	e	infecção	familiar..........................................50 
 Árvore temática 2..........................................................................................................52 
 Agenda para TBL............................................................................................................74
Complexo temático III Dor abdominal, diarreia, vômitos e icterícia............................... 75
 Árvore temática 3..........................................................................................................77
	 	 Agenda	para	TBL.........................................................................................................100
6
ÍCONES
ÍCONE SIGNIFICADO
Vídeo disparador disponível na plataforma.
Vídeoaula ou podcast disponível na plataforma.
Vídeo interativo disponível na plataforma.
Vídeo de animação disponível na plataforma.
Aula interativa disponível na plataforma.
Material de apoio disponível na plataforma.
Tarefa, questionário ou caso disponível na plataforma.
7
HABILIDADES/
ESTAÇÕES 
CLÍNICAS
5ª E T A P A
8
OBJETIVOS E 
ESTRATÉGIAS 
EDUCACIONAIS
HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS
9
As atividades de Estações Clínicas (EC) fazem parte da unidade curricular 
Habilidades Médicas (HM), da 1ª a 8ª etapa, divididas nos dois primeiros 
ciclos e abordam os elementos de comunicação em consulta, exame 
físico, raciocínio clínico e relacionamento médico+paciente, através 
de	oficinas	práticas,	sala	de	aula	invertida,	simulações	com	pacientes	
padronizados, discussões em pequenos grupos (sínteses provisórias e 
novas sínteses).
As ECs trabalham as competências cognitivas (compreender os 
elementos da consulta e como utilizá-los na proposta de cuidado), 
psicomotoras (realizar os exames físicos apropriados) e atitudinais 
(reconhecer a pessoa entrevistada, valorar o que lhe foi dito e compor 
estes valores na experiência terapêutica).
Nesta etapa haverá uma interação maior com os temas de NCS e PM 
SUS, que deverão ser correlacionados com as vivências dos estudantes 
no cenário de prática.
DETALHAR, RELACIONAR E DIFERENCIAR
Chegamos ao aprofundamento dos raciocínios etiológicos e 
diferenciais, aproveitando os módulos de queixas relacionadas à dor, 
febre	e	inflamação,	nos	quais	os	estudantes	iniciam	pela	propedêutica	
neurológica e ortopédica, procurando desenvolver as ferramentas 
para hierarquizar e embasar seus diagnósticos, e de sugerir os exames 
complementares para incrementar sua acurácia.
Para trabalhar o aspecto psicossocial, os pacientes serão de 
comunidades ou segmentos populacionais vulneráveis.
O segundo módulo traz pessoas com quadros febris, perda de peso e 
mal estar, com detalhes na história (pessoal e epidemiológica) e no 
exame físico que auxiliam quanto aos seus diagnósticos e escolha dos 
exames laboratoriais e de imagem.
Objetivos e 
Estratégias educacionais
10
COMPETÊNCIAS ESPERADAS
Ao	final	 desta	 etapa	espera-se	que	os	 estudantes	 sejam	capazes	de	
demonstrar as seguintes competências, descritas aqui através da 
taxonomia de Bloom.
COGNITIVAS
1. Aplicar de forma mais segura o Método Clínico Centrado na Pessoa, 
sendo capaz de aplicar os elementos do SIFE (Sentimentos, Ideias, 
Funcionamento e Expectativa). 
2. Registrar esses dados no formato de história clínica, seja no modelo 
tradicional, seja no modelo SOAP, que permita discutir os elementos da 
entrevista em pequeno grupo. 
3.	Identificar	a	maioria	dos	problemas	da	pessoa	entrevistada,	e	trazer	
ofertas - mais detalhadas e vinculadas à realidade da pessoa - de 
cuidados relacionados. 
4. Utilizar o protocolo SPIKE de comunicação de más notícias quando 
necessário. 
5. Organizar o seu raciocínio clínico a partir de diagnósticos sindrômicos 
e diferenciais, valorizando os dados epidemiológicos de cada caso. 
6. Sugerir condutas farmacológicas básicas de tratamento. 
7. Sugerir exames complementares que auxiliem na condução dos 
casos.
Objetivos
Específicos
11
PSICOMOTORAS
1. Realizar a aferição de peso, altura e circunferência abdominal em 
adultos. 
2. Calcular e interpretar o Índice de Massa Corpórea a partir dos dados 
anteriores. 
3. Aferir a pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória 
e temperatura, em pessoa adulta, de forma habilidosa. 
4. Aplicar alguma escala de dor para pessoas que tragam essa queixa.
 
5. Realizar o exame físico quantitativo, de forma habilidosa. 
6. Realizar exame de linfonodos, de forma habilidosa. 
7. Realizar exame de orocospia, de forma habilidosa. 
8. Realizar exame cardíaco, de forma habilidosa. 
9. Realizar exame pulmonar, de forma habilidosa. 
10.	Realizar	o	exame	abdominal,	de	forma	mais	habilidosa.	
11. Realizar o exame de mamas, mesmo de forma mecanizada. 
12. Realizar as principais manobras de exame ortopédico. 
13. Realizar as principais manobras de exame neurológico. 
14. Realizar de forma mecanizada a otoscopia. 
15. Realizar o exame de tireoide, mesmo de forma mecanizada. 
16.	Ao	final,	consegue	explicar	à	pessoa	o	significado	desses	achados.	
12
ATITUDINAIS
1. Reconhecer e manter um diálogo com a pessoa entrevistada. 
2. Acolher as informações obtidas sem juízo de valor. 
3. Respeitar o sigilo da entrevista. 
4. Aprofundar elementos da vida da pessoa, que impactem no seu 
processo de saúde e doença (condições de moradia, de trabalho, 
relacionamentosafetivos). 
5. Valorar estes elementos de forma a promover uma melhor pactuação 
de cuidados. 
6. Ser capaz de explicar, depois da entrevista, quem foi essa pessoa, 
sua vida, suas relações e como estas impactam em seus problemas. 
ESTAÇÃO TEMA
1
Introdução do semestre, cronograma, conteúdos e avaliações.
1ª	Oficina	-	Diagnóstico	etiológico	e	diferencial
2 2ª	Oficina	-	Exame	ortoneuro
3 1ª Simulação
4 2ª Simulação
5 3ª Simulação
6 Síntese provisória
7 Nova síntese
8
APA meio semestre
Reteste
9
3ª	Oficina	-	Exame	dermatológico	em	adultos	e	crianças			
	4ª	Oficina	-	Quadros	febris	e	de	internação	
10 4ª Simulação
11 5ª Simulação
12 6ª Simulação
Cronograma
EC/HM
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13 Síntese provisória
14
Nova síntese
APA	de	final	de	etapa
15 Avaliação prática
16 Avaliação prática
17 Avaliação prática
PRÁTICAS 
MÉDICAS NO 
SUS
5ª E T A P A
TEMA INTENCIONALIDADE DATA (a ser definida pela coordenação)
1
Acolhimento	dos	estudantes,	divisão	de	grupos	por	diversidade	(Reflexão	
da	Prática).	Discussão	do	funcionamento	da	5a	Etapa	PMSUS	(Reflexão	da	
Prática, UBS e Estágio em Atenção Especializada e Urgência e Emergência).
2
Oficina	de	trabalho	1	-	A	pandemia	da	covid-19	
e as vacinas no brasil e no mundo
Nova síntese 1 - Pandemia covid-19 e as vacinas 
no brasil e no mundo
Oficina	de	trabalho	2	-		Atenção	integral	à	saúde	
do adulto
3
Nova síntese 2
Oficina	de	trabalho	3	-		Atenção	integral	aos
 pacientes portadores de hipertensão arterial
D1 /AF Avaliação Cognitiva - D1 
5
Oficina	de	trabalho	4	-	Atenção	integral	aos	pacientes	portadores	de	
diabetes mellitus.
Nova Síntese 4
D1 /AF Devolutiva de Avaliação Cognitiva D1, APA e portfólio
6
Oficina	de	trabalho	5	-	Atenção	integral	aos	pacientes	portadores	de	
tuberculose
Nova síntese 5
Cronograma
PMSUS
7
Oficina	de	trabalho	6	-	Atenção	integral	aos	pacientes	portadores	de	
hanseníase
Debater sobre aspectos epidemiológicos da Hanseníase no Brasil, 
sua relação com as condições de vida e a atenção integral aos 
pacientes portadores desse agravo e estimular a discussão sobre 
o	política	de	controle	da	Hanseníase.	Identificar	questões	de	
aprendizagem.
Nova síntese 6
Discutir sobre aspectos epidemiológicos da Hanseníase no Brasil, 
sua relação com as condições de vida e a atenção integral aos 
pacientes portadores desse agravo e estimular a discussão sobre 
o política de controle da Hanseníase a partir das questões de 
aprendizagem.
8 Mesa redonda - Atenção integral à população vulnerável
Debater sobre aspectos epidemiológicos da população privada 
de	liberdade,	população	em	situação	de	rua,	profissionais	do	
sexo, emigrantes. Como construir popiticas publicas para cuidar 
de população vulneravel. 
D2/AF Avaliação Cognitiva D1 Realizar Avaliação Cognitiva D2 e Data de Entrega de Portfólio no 
Class Room
D2/AF Devolutiva de Avaliação Cognitiva D2, APA E portfólio Realizar Devolutiva da Avaliação cognitiva D2, APA E PORTFÓLIO
18
SITUAÇÕES - 
PROBLEMAS 
E ROTEIROS
5ª E T A P A
19
DOR
COMPLEXO TEMÁTICO I
20
“Todo conhecimento comporta o risco do erro e 
da ilusão. A educação do futuro deve enfrentar o 
problema de dupla face do erro e da ilusão. O maior 
erro seria subestimar o problema do erro; a maior 
ilusão seria subestimar o problema da ilusão. ”
(Edgar Morin)
Árvore 
temática 1
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22
SP 1.1 - Tá quente...
SITUAÇÕES - 
PROBLEMAS 
E ROTEIROS
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Pele.
Epiderme: estratos basal, espinhoso, granuloso, córneo e lúcido.
Derme: papilar e reticular.
Caracterizar os receptores gerais:
• Terminações nervosas e livres e encapsuladas. 
Morfologia dos nociceptores.
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23
Classificação	das	fibras	nervosas	quanto	à	quantidade	de	mielina:
• Fibras A, B e C
Caracterizar o homúnculo sensitivo.
Diferenciar dor crônica e aguda.
Descrever as vias de dor crônica e aguda.
Descrever o número de neurônios em cada via bem como a sua 
localização.
Reconhecer a indicação dos exames de imagem (US, TC e RM) na 
pesquisa	e	na	identificação	das	alterações	infecciosas	decorrentes	de	
lesão de natureza mecânica (contusão) e térmica (queimadura).
Descrever os sinais cardinais e quais deles estão relacionados com 
a dor.
Compreender como a lesão de natureza mecânica (contusão) e térmica 
(queimadura) desencadeiam dor, por meio do estudo dos mediadores 
químicos	relacionados	com	a	inflamação	local.
Rever os conceitos de necrose e aplicar a lesão à histologia da pele. 
Por que essa região teria uma maior chance de infecção?
Indicação dos exames de imagem na pesquisa de alterações agudas 
decorrentes de lesão de natureza mecânico (contusão) e térmica 
(queimadura).
24
ABBAS, A. K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases 
patológicas	das	doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
BEAR, M. F.; CONNORS, B. W.; PARADISO, M. A. Neurociências: 
desvendando	o	sistema	nervoso.	2.	ed.	Porto	Alegre:	Artmed,	2002.
DANGELO, J.G., FATTINI, C.A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
LUNDY-EKMAN, Laurie. Fundamentos para a reabilitação. 5. ed. Rio de 
Janeiro:	Elsevier,	ago.	2019
MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio 
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
25
Aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos 
fármacos anti-inflatórios não esteroidais (AINES)
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
MHS, 16 anos de idade, foi ao consultório médico devido a fortes crises 
de cólicas menstruais. Sua menarca foi aos 13 anos de idade. Sua 
menstruação dura em média quatro a cinco dias com ciclos regulares 
de 28 dias. Durante os primeiros dois a três dias de sua menstruação, 
MHS tem cólicas muito fortes que às vezes limita suas atividades 
de rotina. As cólicas têm ocorrido desde a menarca e parecem ter 
piorado no último ano. MHS toma paracetamol e pílulas para "cólica 
menstrual", as quais não necessitam de prescrição, sem alívio efetivo 
da	 dor.	 A	 jovem	não	 tem	 nenhuma	 história	 clínica	 significativa,	 não	
toma medicamentos regularmente e não é sexualmente ativa. O exame 
físico é normal. Você avalia o problema como dismenorreia primária e 
prescreve diclofenaco para ser usado quando necessário. A partir do 
caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão:
1)	 Baseando-se	 nos	 respectivos	mecanismos	 de	 ação,	 justifique	 o	 uso	 do	
paracetamol e do diclofenaco?
2)	Qual	é	o	mecanismo	de	ação	e	principais	efeitos	terapêuticos	dos	AINEs?
3)	Como	justifica-se	a	toxicidade	e	principais	contraindicações	dos	AINEs
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
NO LABORATÓRIO
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26
Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7ª	edição,	Brasília,	2010.
Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann. As Bases 
Farmacológicas da Terapêutica de Goodman e Gilman. Editora Artmed, 
13ª	edição,	São	Paulo,	2019.
REFERÊNCIAS
27
SP 1.2 - Nem existe mais?
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Formação e constituição dos nervos e gânglios espinais
Formação dos plexos lombar e lombossacral descrevendo o território de 
inervação dos nervosterminais.
Plexo lombar: nervos obturatório e femoral
Plexo lombossacral: nervos glúteo superior e inferior, cutâneo posterior da 
coxa, e isquiático
Descrever: neuropraxia, axoniotmese e neurotmese
Compreender como pode ocorrer a dor neuropática por amputação de 
membros, com principal atenção para os elementos celulares e mediação 
química envolvida.
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28
Reconhecer a indicação dos exames de imagem (RX, US, TC e RM) na pesquisa 
e	na	identificação	das	alterações	inflamatórias/infecciosas	e	de	complicações	
decorrentes da amputação de membros, afastando causas reais de dor 
referida na região acometida.
29
BEAR, M. F.; CONNORS, B. W.; PARADISO, M. A. Neurociências: 
Desvendando	o	sistema	nervoso.	2ª	ed.	Porto	Alegre:	Artmed,	2002.
Laurie Lundy-Ekman. Fundamentos para a Reabilitação. 5ª ed. ELSEVIER, 
agosto	de	2019.
DANGELO JG, FATTINI CA. Anatomia Sistêmica e Segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
MOORE K L, DALLEY A F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de 
Janeiro:	Ganabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE M, SCHULTE E, SCHUMACHER U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
30
Aspectos farmacológicos e uso terapêutico de gabapentina 
para o tratamento de dor crônica.
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
J.M. sexo masculino, 37 anos, trabalha na equipe de manutenção de 
trilhos de trem. Sofreu um acidente de trabalho quando uma barra de 
ferro	de	50	kg	caiu	sobre	seu	braço	esquerdo	provocando	esmagamento	
deste membro. Foi levado ao hospital e após avaliações, submeteram 
J.M. a uma cirurgia para amputação do membro esmagado. Após 
recuperação cirurgica, o paciente recebeu alta e pode retornar para sua 
casa. 15 dias após a alta, J.M. retorna ao hospital com queixas de dores 
no membro amputado o que tem lhe causado bastante desconforto. 
Como tratamento da dor, foi receitado para o Paciente gabapentina.
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
NO LABORATÓRIO
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31
Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7ª	edição,	Brasília,	2010.
Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann. As Bases 
Farmacológicas da Terapêutica de Goodman e Gilman. Editora Artmed, 
13ª	edição,	São	Paulo,	2019.
REFERÊNCIAS
32
SP 1.3 - Não me toque!
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Articulação sinovial: cápsula articular, cavidade articular, líquido sinovial e 
cartilagem articular.
Músculo estriado esquelético: 
• Macroscopia: identificar tendões, aponeuroses e ventre muscular.
• Microscopia: conceituar miofibrilas e sarcômeros.
Fuso neuromuscular:
• Localização, morfologia (zona equatorial sensitiva e polos 
motores), inervação (motoneurônio gama, terminações anulo-
espirais e terminações sensitivas em ramalhete e função.
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33
Conceituar miótomo.
Conceituar tônus muscular.
Identificar:
• Músculos do ombro
• M. deltoide
• M. supraespinal*
• M. infraespinal*
• M. redondo maior
• M. redondo menor*
• M. subescapular*
• Estes músculos são considerados componentes do “manguito 
rotador”.
• Músculos do dorso
• M. trapézio
• M. latíssimo do dorso
• M. rombóide maior
• M. rombóide menor
• M. levantador da escápula
• M. eretor da espinha
• M. iliocostal
• M. longuíssimo
• M. espinal
Aponeurose toracolombar.
Identificar	em	exames	por	imagem	as	articulações	sinoviais	com	morfologia	
normal e alterada.
Citar os principais mecanismos patogênicos relacionados à sensação dolorosa 
da	fibromialgia,	localizando	anatomicamente	os	pontos-gatilho	de	dor.
Caracterizar	 e	 identificar	 nos	 exames	 de	 imagem	 (US,	 TC	 e	 RM),	 sinais	 de	
processo	inflamatório	envolvendo	estruturas	mio-tendíneas.
34
BEAR, M. F.; CONNORS, B. W.; PARADISO, M. A. Neurociências: 
desvendando	o	sistema	nervoso.	2.	ed.	Porto	Alegre:	Artmed,	2002.
LUNDY-EKMAN, Laurie. Fundamentos para a reabilitação. 5. ed. Rio de 
Janeiro:	Elsevier,	ago.	2019.
DANGELO, J. G., FATTINI, C.A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio 
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
35
Aplicação de fármacos antidepressivos e fármacos anti-
inflamatórios não esteroidais para o tratamento de 
fibromialgia. 
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
L. D., 39 anos, sexo feminino. É professora e buscou atendimento médico 
reclamando de dores difusas e constantes na região da cabeça, ombros 
e braços. Relata que as dores têm impedido que consiga fazer suas 
atividades diárias, por vezes sente-se muito irritada e desmotivada, 
alegando sentir-se triste na maior parte do tempo devido as intensas 
dores. Após avaliação e realização de exames foi diagnosticada com 
fibromialgia,	 e	 para	 o	 tratamento	 foi	 receita	 uma	 combinação	 de	
amitriptilina e cetoprofeno.
1)	Qual	o	mecanismo	de	ação	dos	fármacos	antidepressivos?
2)	Quais	as	principais	classes	de	antidepressivos	e	qual	delas	é	a	mais	
indicada	para	o	tratamento	de	fibromialgia?
3)	Quais	os	efeitos	adversos	resultantes	do	uso	abusivo	de	fármacos	
antidepressivos?
4)	 Qual	 a	 importância	 da	 combinação	 de	 antidepressivos	 e	
antiinflamatórios	 não	 esteroidais	 (AINES)	 para	 o	 tratamento	 de	
fibromialgia?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
NO LABORATÓRIO
https://www.ulife.com.br/inspirali
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36
Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7ª	edição,	Brasília,	2010.
Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann. As Bases 
Farmacológicas da Terapêutica de Goodman e Gilman. Editora Artmed, 
13ª	edição,	São	Paulo,	2019.
REFERÊNCIAS
37
SP 1.4 - “Uma pedra no caminho”
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Ureteres:
• Constituição histológica (epitélio de transição e camadas musculares)
Trajeto e constrições
Inervação	simpática	originada	nos	segmentos	T10	à	L1.
Descrever a formação, trajeto e território de inervação do nervo genitofemoral
Descrever a formação do nervo espinal
Conceituar dermátomo
Conceituar dor referida
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38
Diferenciar dor irradiada e dor referida
Correlacionar	a	impactação	de	um	cálculo	com	a	fisiopatologia	da	hidronefrose	
e da infecção urinária, listando os principais agentes causadores de infecção.
Descrever	o	exame	contrastado	denominado	urografia	excretora,	identificando	
o contraste utilizado, via de administração do meio de contraste, indicações 
e contra indicações do método e do contraste utilizado, e as estruturas 
opacificadas	pelo	contraste	neste	estudo.
Caracterizar	e	 identificar	 imagem	calculosa	e	hidronefrose	nos	exames	de	
imagem (RX, US, TC ).
Descrever	o	exame	contrastado	denominado	urografia	excretora,	identificando	
o contraste utilizado, via de administração do meio de contraste, indicações 
e contra indicações do método e do contraste utilizado, e as estruturas 
opacificadas	pelo	contraste	neste	estudo.Caracterizar	e	 identificar	 imagem	calculosa	e	hidronefrose	nos	exames	de	
imagem (RX, US, TC ).
39
ABBAS, AK, KUMAR, V. ROBBINS & COTRAN. Bases Patológicas das
Doenças.	9.ed.	Elsevier,	2016
BEAR, M. F.; CONNORS, B. W.; PARADISO, M. A. Neurociências: 
Desvendando	o	sistema	nervoso.	2ª	ed.	Porto	Alegre:	Artmed,	2002.
Laurie Lundy-Ekman. Fundamentos para a Reabilitação. 5ª ed. ELSEVIER, 
agosto	de	2019
DANGELO JG, FATTINI CA. Anatomia Sistêmica e Segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
MOORE K L, DALLEY A F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de 
Janeiro:	Ganabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE M, SCHULTE E, SCHUMACHER U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
40
Aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos 
fármacos antiespasmódicos.
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
M. C., 27 anos, sexo masculino. Procurou atendimento médico com 
dor	abdominal	discreta,	generalizada	e	mal	definida	que	perdura	por	
cerca	de	48	horas	e	tornou-se	mais	forte	na	região	do	flanco	direito	nas	
últimas horas. Chegou ao PS do hospital, com queixa de náuseas e dor 
de grande intensidade, em cólica, que comprometia não apenas a região 
lombar, mas a virilha e o testículo ipsilateral. A punho-percussão à 
direita era extremamente dolorosa (Giordano positivo). Após avaliação 
e realização de exames M. C. foi diagnosticado com pedras nos rins. Ao 
paciente	foi	receitado	analgésicos,	antiinflamtório	e	antiespasmódico.
A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão:
1)	Qual	é	o	mecanismo	de	ação	e	principais	efeitos	terapêuticos	dos	
antiespasmódicos?
2)	Quais	os	possíveis	efeitos	adversos	que	os	antiespasmódicos	podem	
causar?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
NO LABORATÓRIO
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41
Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7ª	edição,	Brasília,	2010.
Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann. As Bases 
Farmacológicas da Terapêutica de Goodman e Gilman. Editora Artmed, 
13ª	edição,	São	Paulo,	2019.
REFERÊNCIAS
42
SP 1.5 - Cuidados, o quê?
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Tipos de substância óssea:
• Tecido ósseo compacto e esponjoso: matriz, células e inervação.
Descrever a morfologia da coluna vertebral:
• Coluna vertebral.
• Canal vertebral.
• Forames intervertebrais.
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43
Características de uma vértebra típica:
• Corpo vertebral.
• Forame vertebral.
• Arco vertebral.
• Pedículo do arco vertebral.
• Lâmina do arco vertebral.
• Processo espinhoso.
• Processo transverso (processo costiforme nas vértebras lombares).
• Processo articular superior.
• Processo articular inferior.
• Vértebras cervicais (CI-CVII).
• Forame transversário.
ATLAS (CI):
• Face articular superior.
• Face articular inferior.
• Arco anterior do atlas.
• Arco posterior do atlas.
ÁXIS (CII):
• Dente do áxis.
• Vértebras torácicas (TI-TXII).
• Fóvea costal superior.
• Fóvea costal inferior.
• Fóvea costal do processo transverso.
• Vértebras lombares (LI-LV).
• Processo costiforme.
• Processos mamilares.
• Sacro (SI-SV).
• Base do sacro.
• Promontório.
• Asa do sacro.
• Processo articular superior.
• Face auricular.
• Face pélvica.
• Forames sacrais anteriores.
• Face dorsal.
• Crista sacral mediana.
44
• Crista sacral mediana.
• Forames sacrais posteriores.
• Canal sacral.
• CÓCCIX (CoI - CoIV).
Caracterizar o plexo venoso vertebral, suas características morfológicas e 
correlações anatômicas com as veias das cavidades pélvica, lombar, 
torácica e cranial.
Plexo venoso vertebral interno e externo:
• Veias intervertebrais.
• Veias vertebrais.
• Veias intercostais posteriores.
• Veias lombares. 
• Veias sacrais laterais.
Plexo basilar.
Definir	 metástases,	 com	 principal	 atenção	 às	 vias	 de	 disseminação	 das	
neoplasias.
Citar quais neoplasias estão altamente relacionadas às metástases ósseas.
Descrever quais os tipos de lesões ósseas podem ocorrer por metástases. 
Por qual razão geram dor?
Explicar como a anatomia patológica pode auxiliar na investigação do sítio 
primário da neoplasia.
Caracterizar nos exames de imagem, lesões com características secundárias 
(metástases), notadamente no cérebro, pulmão, fígado e nos ossos. 
Reconhecer a indicação e a importância dos exames de imagem (RX, US, TC, 
RM,	PETSCAN)	e	de	medicina	nuclear	na	pesquisa,	identificação	e	seguimento	
das metástases, bem como nos controles evolutivos pós-operatório/
quimioterápico/radioterápico.
45
Observar a importância do uso do meio de contraste (iodo e gadolínio) na 
caracterização de lesões metastáticas. 
Diferenciar nos exames de imagem lesões osteolíticas e osteoblásticas.
46
ABBAS, A.K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases 
patológicas	das	doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
BEAR, M. F.; CONNORS, B. W.; PARADISO, M. A. Neurociências: 
desvendando	o	sistema	nervoso.	2.	ed.	Porto	Alegre:	Artmed,	2002.
LUNDY-EKMAN, Laurie. Fundamentos para a reabilitação. 5. ed. Rio de 
Janeiro:	Elsevier,	ago.	2019.
DANGELO, J.G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
MOORE, K, L,, DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio 
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
47
Aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos 
fármacos analgésicos opioides 
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Luiz, 87 anos apresentava quadro demencial moderado causado pela 
doença de Alzheimer e câncer de próstata com metástase óssea. Neste 
momento é encaminhado para os cuidados paliativos. Fora prescrito 
para o paciente Ultracet® uma associação entre paracetamol e 
tramadol.	No	entanto	o	controle	da	dor	não	fora	suficiente.	A	partir	do	
caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão:
1)	Qual	o	mecanismo	de	ação	dos	analgésicos	opioides?
2)	 Quais	 efeitos	 adversos	 podem	 ocorrer	 a	 partir	 do	 abuso	 de	
analgésicos opioides?
3) Discuta a importância dos analgésicos opioides no tratamento de 
dor oncológica.
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
NO LABORATÓRIO
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48
Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7ª	edição,	Brasília,	2010.
Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann. As Bases 
Farmacológicas da Terapêutica de Goodman e Gilman. Editora Artmed, 
13ª	edição,	São	Paulo,	2019.
REFERÊNCIAS
49
Agenda
para TBL
TBL TEMA
1
2
3
4
5
TBLs produzidos e publicados no U-Life
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50
FEBRE, INFLAMAÇÃO E 
INFECÇÃO
COMPLEXO TEMÁTICO II
51
“Eu não nasci rodeada de livros, e sim rodeada de 
palavras.”
Conceição Evaristo.
Árvore 
temática 2 
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53
SP 2.1 - Tem que esperar...
Laboratório de Práticas
MorfofuncionalROTEIRO
PARA ESTUDO
Rever a morfologia das tonsilas:
• Caracterizar o anel de Waldeyer.
• Tonsilas palatinas: epitélio, folículos linfáticos e criptas.
• Diferenciar histologicamente tonsilas palatinas e faríngeas.
Rever a morfologia dos linfonodos:
• Córtex: 
• Cortical	 superficial:	 cápsula,	 seio	 subcapsular,	 septos,	 seios	
trabeculares e folículos.
• Paracortical ou cortical profunda.
• Medula: cordões celulares (medulares) e seios medulares.
Descrever a rede de linfonodos cervicais:
• Cadeias	superficial	e	profunda.
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54
Caracterizar o linfonodo jugulodigástrico e descrever sua relação 
mofofuncional com as tonsilas. Caracterizar sua relevância na avaliação 
clínica.
Recordar as vias superiores nos exames de imagem (RX, TC e RM).
Reconhecer e descrever as principais cadeias linfáticas cervicais.
Caracterizar e descrever o aspecto de um linfonodo normal de um reacional 
nos exames de imagem.
Diferenciar os aspectos da normalidade dos de afecções das vias aéreas 
superiores (faringoamigdalite aguda, rinossinusite aguda e rinofaringite 
aguda).
55
ABBAS, A.K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases 
patológicas	das	doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
DANGELO, J.G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio 
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
56
Aspectos farmacológicos dos antibióticos e a combinação 
com o uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINES).
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
Paciente de 54 anos, sexo masculino, em quadro de sequela pós-
traumatismo	cranioencefálico	grave,	está	internado	no	Hospital	há	40	
dias e em ventilação mecânica. No momento evolui com quadro de 
pneumonia associada à ventilação mecânica. A cultura quantitativa 
de secreção traqueal diagnosticou uma bactéria gram-negativa: 
Acinetobacter baumannii. Iniciou a terapêutica com Amoxacilina, visto 
que não houve melhora do quadro, houve alteração para Piperacilina 
com Tazobactam. Melhora do quadro de forma satisfatória.. A partir do 
caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão:
1)	 Qual	 a	 diferença	 entre	 as	 moléculas	 do	 caso,	 considerando	 seu	
mecanismo de ação.
2)	Quais	suas	reações	adversas?
3)	Qual	a	importância	do	uso	combinado	de	antibióticos	e	AINES	para	o	
tratamento de infecções.
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
NO LABORATÓRIO
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57
Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7ª	edição,	Brasília,	2010.
Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann. As Bases 
Farmacológicas da Terapêutica de Goodman e Gilman. Editora Artmed, 
13ª	edição,	São	Paulo,	2019.
REFERÊNCIAS
58
SP 2.2 - Logo agora?!
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Nervo trigêmeo:
• Origem real, origem aparente encefálica e origem aparente craniana dos 
ramos V-1, V-2 e V-3.
Gânglio trigemianal: localização.
Nervo oftálmico: 
• Descrever a origem aparente craniana.
• Identificar	e	descrever	morfofuncionalmete	seus	ramos	terminais	(nervo	
frontal, nervo nasociliar e nervo lacrimal).
Nervo maxilar:
• Descrever a origem aparente craniana e de modo geral seus aspectos 
funcionais.
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59
Nervo mandibular:
• Descrever a origem aparente craniana e de modo geral seus aspectos 
funcionais.
• Caracterizar as túnicas do bulbo ocular: externa, média e interna.
Músculos	 do	 bulbo	 do	 olho:	 identificar	 e	 descrever	 funcionalmente	 os	
músculos extrínsecos do bulbo do olho.
Músculos reto superior, reto inferior, reto medial, reto lateral, oblíquo 
superior e oblíquo inferior.
Vascularização do bulbo do olho:
• Artéria carótida interna:
• Artéria oftálmica.
• Artéria central da retina e artérias ciliares.
Veia central da retina e veias oftálmicas.
Compreender como as infecções virais podem levar a acometimento visceral.
Compreender a relação de sinais de hemorragia com processos infecciosos.
Identificar	 e	 definir	 as	 alterações	 hemorrágicas	 mais	 comuns:	 petéquias,	
púrpuras, equimoses e hematomas.
Caracterizar as principais alterações morfológicas na dengue, com ênfase 
nos pulmões, fígado, rim, encéfalo, baço, linfonodos e medula óssea. Existe 
algum achado patognomônico?
Descrever os músculos extrínsecos oculares e caracterizar um processo 
inflamatório	envolvendo	a	região	retro	ocular.
Reconhecer a imagem de um sangramento nos exames de imagem (US, TM 
e RM).
60
ABBAS, A.K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases 
patológicas	das	doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
DANGELO, J. G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio 
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
61
O uso de fármacos analgésicos não opioides e anti-
inflamatórios não esteroidais (AINES) para o tratamento de 
doenças febris agudas.
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
L. C., 38 anos, sexo feminino. Procurou atendimento médico após 
viagem para uma cidade do interior de São Paulo cujos índices de 
casos	 de	 dengue	 aumentaram	 significativamente.	 Relatou	 febre,	
cefaléia, astenia, anorexia, dor lombar, dores nos membros inferiores 
e hiperestesia cutânea a cerca de 3 dias. Negava prurido, queixas 
digestivas, respiratórias ou urinárias.. A partir do caso clínico, responda 
as questões disparadoras da discussão:
1)	Qual	o	mecanismo	de	ação	dos	analgésicos	não	opioides?
2) Como os AINES atuam para diminuir a febre?
3)	 Como	 justifica-se	 a	 toxicidade	 e	 principais	 contraindicações	 dos	
analgésicos não opioides?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
NO LABORATÓRIO
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62
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7.	ed.	Brasília,	2010.
BRUNTON, Laurence L., HALIL-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C. 
As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. ed. 
Porto	Alegre:	Artmed,	2019.
REFERÊNCIAS
63
SP 2.3 - Complicou.
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Seios paranasais:
• Frontal, esfenoidal, maxilar e células etmoidais.
• Anatomia	e	topografia.
• Drenagem venosa.
• Revestimento histológico (epitélio respiratório).
Dura-máter:
• Parte encefálica da dura-máter.
• Foice do cérebro
• Foice do cerebelo
• Tentório do cerebelo
• Diafragma da sela
Parte espinal da dura-máter
• Espaço extradural (peridural).
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64
Seios da dura-máter:
• Seio sagital superior
• Seio sagital inferior
• Seio reto
• Seio occipital 
• Confluência	dos	seios
• Seio transverso 
• Seio sigmóideo
• Seio cavernoso
• Seios petrosos superior e inferior
• Seio esfenoparietal
•Como	 definir	 o	 local	 para	 colher	 líquido	 cerebrospinal	 do	 espaço	
subaracnóide?
Identificar	em	exames	por	imagem	a	topografia	da	dura-máter
Compreender os tipos de meningites quanto a seus agentes, e através 
do	 estudo	 de	 sua	 fisiopatologia	 e	 processo	 inflamatório	 desencadeante,	
compreender as alterações do exame do líquido cerebrospinal.
Identificar	 as	meninges	 craniana	e	espinhal	nos	exames	de	 imagem	 (TC	e	
RM). 
Caracterizar os seios durais e principais cisternas nos exames de imagem (TC 
e RM). 
Reconhecer os aspectos por imagem de uma meningite aguda e a importância 
da administração do meio de contraste nas pesquisas de processos 
inflamatórios.
65
DANGELO, J.G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio 
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
66
Aspectos farmacológicos dos anti-inflamatórios esteroidais 
e relevância do uso combinado destes agentes com fármacos 
antibióticos
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
H. J., 2 anos, sexo masculino, chegou ao PS acompanhado pela mãe 
com quadro febril persistente que evoluiu após diagnóstico de 
sinusite. A temperatura foi aferida (39,7oC), e foi constatada orofaringe 
hiperemiada e mucosas discretamente hipocoradas e hipo-hidratadas. 
Exames de tórax e abdome estavam normais porém o exame neurológico 
mostrou rigidez de nuca, sinais de Kernig e Brudzinski presentes e 
ausência de papiledema à fundoscopia óptica. Após maiores avaliações 
foi diagnosticada meningite bacteriana e para criança foi indicado o 
tratamento	com	dexametasona	e	ceftriaxona	100mg/kg/dia,	divididos	
em duas doses, ambos EV. A partir do caso clínico, responda as questões 
disparadoras da discussão:
1)	Qual	o	mecanismo	de	ação	dos	anti-inflamatórios	esteroidais?
2)	 Como	 justifica-se	 a	 toxicidade	 e	 principais	 contraindicações	 dos	
anti-inflamatórios	esteroidais?
3)	Qual	o	mecanismo	de	ação	da	classe	de	antibiótico	citada	no	caso?
4)	Qual	a	relevância	do	uso	combinado	de	anti-inflamatório	esteroidal	
e antibiótico para o tratamento de meningite bacteriana?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
NO LABORATÓRIO
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67
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7.	ed.	Brasília,	2010.
BRUNTON, Laurence L., HILAL-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C. 
As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. ed. 
Porto	Alegre:	Artmed,	2019.
REFERÊNCIAS
68
SP 2.4 - Hospital, nunca mais!
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Descrever aberturas superior e inferior do tórax.
Conceituar cavidade torácica. 
Parede torácica:
• Vértebras torácicas (TI-TXII).
• Fóvea costal superior.
• Fóvea costal inferior.
• Fóvea costal do processo transverso:
• Esterno.
• Manúbrio do esterno.
• Incisura jugular.
• Incisuras claviculares.
• Ângulo do esterno.
• Corpo do esterno.
• Incisuras costais.
• Processo xifóide.
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69
Costelas:
• Cabeça da costela.
• Face articular da cabeça da costela.
• Colo da costela.
• Tubérculo da costela.
• Face articular do tubérculo da costela.
• Ângulo da costela.
• Corpo da costela.
• Sulco da costela.
• (I-VII	costelas:	verdadeiras;	VIII-X:	falsas;	XI-XII:	falsas	flutuantes).
Articulações costovertebrais:
• Localizar:
• Articulação da cabeça da costela (entre cabeça da costela e 
corpo vertebral).
• Articulação costotransversária (entre tubérculo da costela e 
processo transverso).
• Articulações esternocostais (entre esterno e cartilagens costais).
• Articulações costocondrais (entre costelas e cartilagens costais).
• Articulações manubrioesternale xifoesternal.
Músculos:
• Músculos intercostais externos.
• Músculos intercostais internos.
• Músculo intercostal íntimo.
• Músculos levantadores das costelas.
• Músculo tranverso do tórax.
• Músculo serrátil posterior superior.
• Músculo serrátil posterior inferior.
• Músculo serrátil anterior.
• Músculo diafragma.
Divisão da cavidade abdominal em quadrantes anatômicos:
• Plano mediano anterior.
• Plano transumbilical.
• Quadrantes	superiores	direito	e	esquerdo.
• Quadrantes	inferiores	direito	e	esquerdo.
70
Divisão da cavidade abdominal em regiões clínicas:
• Plano medioclavicular ou hemiclavicular.
• Plano subcostal, alguns autores adotam outro plano, o plano transpilórico.
• Plano intertubercular, alguns autores adotam outro plano, o plano
• interespinal.
• Regiões clínicas superiores.
• hipocôndrio direito.
• epigástrio.
• hipocôndrio esquerdo.
• Regiões clínicas médias.
• lateral	(flanco)	direito.
• mesogástrio (região umbilical).
• lateral	(flanco)	esquerdo.
• Regiões clínicas inferiores.
• Inguinal direita (fossa ilíaca direita - termo próprio da clínica).
• Hipogástrio (região púbica, ou suprapúbica).
• Inguinal esquerda (fossa ilíaca esquerda - termo próprio da clínica). 
Compreender quais eventos anatomopatológicos podem ser vistos em um 
paciente com sepse.
Compreender	a	fisiopatologia	da	Síndrome	da	Angústia	Respiratória	Aguda	
(SARA), bem como as alterações morfológicas envolvidas nesse processo e 
sua relação com a clínica do paciente.
Reconhecer os sinais de infecção renal (pielonefrite aguda) e pulmonar 
(pneumonias) nos exames de imagem.
71
ABBAS, A.K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases 
patológicas	das	doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
DANGELO, J. G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio 
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
72
Resistência bacteriana aos antibióticos.
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
"Pesquisadores e médicos atentos ao problema da resistência de 
bactérias e fungos acreditam que o uso desenfreado de antibióticos 
no tratamento de covid-19 tornará ainda mais drástico o cenário 
atual, em que já há falta de antibióticos capazes de combater certas 
doenças e microrganismos — que, por vários fatores, têm se mostrado 
fortes e hábeis em driblar esses medicamentos. Antes da pandemia, 
a	 situação	 já	era	preocupante:	no	cenário	mais	drástico,	 até	2050,	 a	
chamada resistência microbiana (doenças resistentes a antibióticos) 
poderá	 estar	 associada	 a	 10	 milhões	 de	 mortes	 anuais,	 afirmou	 a	
Organização	Mundial	da	Saúde	(OMS)	em	2019.	Hoje,	acredita-se	que	
pelo	menos	700	mil	pessoas	morrem	por	ano	devido	à	essa	resistência	
microbiana" (https://www.bbc.com/portuguese/geral-54532598 
acesso	 19/11/20).	 A	 partir	 do	 caso	 clínico,	 responda	 as	 questões	
disparadoras da discussão:
1)	Quais	mecanismos	favorecem	a	resistência	bacteriana	a	antibióticos?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
NO LABORATÓRIO
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73
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de AssistênciaFarmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7.	ed.	Brasília,	2010.
BRUNTON, Laurence L., HILAL-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C.. 
As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. ed. 
Porto	Alegre:	Artmed,	2019.
REFERÊNCIAS
74
Agenda
para TBL
TBL TEMA
1
2
3
4
TBLs produzidos e publicados no U-Life
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75
DOR ABDOMINAL, 
DIARREIA, VÔMITOS
E ICTERÍCIA
COMPLEXO TEMÁTICO III
76
“Aquele que tem um porquê para viver pode suportar 
quase qualquer como.”
Friedrich Nietzsche
Árvore 
temática 3
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78
SP 3.1 - Caminhada extensa
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Anatomia do intestino delgado.
Duodeno:
• Parte superior.
• Parte descendente.
• Parte horizontal. 
• Parte ascendente.
• Papila maior do duodeno (papila duodenal maior).
• Flexura duodenojejunal.
Jejuno (alças jejunais).
Íleo (alças ileais).
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79
Histologia do intestino delgado:
• Camada mucosa (diferenciar a mucosa das diferentes partes do 
intestino delgado, com ênfase nas estruturas e células constituintes). 
• Camada submucosa. 
• Camada muscular. 
• Camada serosa.
Descrever	a	fisiopatologia	da	Doença	Celíaca	e	como	ela	leva	à	diarreia,	
com suas repercussões morfológicas e comparação com a histologia normal 
do intestino delgado, com foco nas alterações da mucosa.
Recordar os aspectos imaginológicos das vilosidades intestinais nos 
principais exames (trânsito intestinal, enema opaco, TC), comparando o 
padrão normal com o padrão encontrado nas síndromes de má absorção.
80
ABBAS, A.K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases 
patológicas	das	doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
DANGELO J. G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio 
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
81
Aspectos farmacológicos dos fármacos anti-inflamatórios 
esteroidais 
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
P. J., 27 anos, sexo masculino. Procurou atendimento médico, pois 
apresentava diarreia com frequência de mais de 3 episódios diários sem 
muco, pus ou sangue. Não sentia dores e relatou distensão abdominal 
além de	episódios	de	flatulência.	Após	avaliação	delicada	e	realização	
de diversos exames, recebeu o diagnóstico de Doença Celíaca. A partir 
do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão:
1.	Como	atuam	os	fármacos	anti-inflamatórios	esteroidais?
2.	Como	os	 anti-inflamatórios	esteroidais	diminuem	o	 recrutamento	
de células do sistema imune?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
NO LABORATÓRIO
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82
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7.	ed.	Brasília,	2010.
BRUNTON, Laurence L., HILAL-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C. 
As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. ed. 
Porto	AlegreÇ	Artmed,	2019.
REFERÊNCIAS
83
SP 3.2 - De uma hora para outra...
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Anatomia do intestino grosso:
• Intestino Grosso:
• Saculações do colo.
• Tênias do colo.
• Apêndices omentais.
• Flexura direita do colo.
• Flexura esquerda do colo.
• CECO:
• Papila ileal.
• Valva ileocecal – lábio ileocecal.
• Valva ileocecal – lábio ileocólico.
• Apêndice vermiforme.
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84
• Colo ascendente.
• Colo transverso.
• Colo descendente.
• Colo sigmoide.
• Reto:
• Ampola do reto.
• Prega superior do reto.
• Prega média do reto.
• Prega inferior do reto.
Canal anal:
• Linha pectínea - pectinada (linha anorretal).
• Colunas anais.
• Seios anais.
Inervação do intestino grosso.
Histologia do intestino grosso:
• Camada mucosa (estruturas e células constituintes).
• Camada submucosa.
• Camada muscular.
• Camada serosa.
Peritônio - andar inframesocólico:
• Mesocolo transverso.
• Mesentério.
• Mesoapêndice.
• Mesocolo sigmoide.
• Sulco paracólico direito.
• Sulco paracólico esquerdo.
• Andar direito ou superior.
• Andar esquerdo ou inferior.
• Escavação retouterina (fundo de saco de Douglas).
• Escavação vesicouterina.
• Escavação retovesical (sexo masculino).
85
Inervação do peritônio visceral e parietal.
Caracterizar “Ponto de Mcburney” e sua relevância clínico-cirúrgica.
Descrever	a	fisiopatologia	da	apendicite	aguda	e	a	evolução	do	seu	quadro	
morfológico, relacionado à evolução clínica do paciente.
Recordar e descrever os achados característicos de apendicite aguda nos 
exames de imagem (USG e TC)
86
ABBAS, A. K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases 
patológicas	das	doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
DANGELO J. G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio 
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
87
Aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos 
fármacos anestésicos gerais 
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
P. J. 28 anos, sexo masculino, foi admitido na Emergência do Hospital 
com quadro de dor abdominal difusa contínua há 24 horas, de início 
insidioso e que melhorou parcialmente com o uso de analgésicos, 
associada a náuseas. Ao exame, apresentava-se lúcido, hidratado, 
eupneico,	anictérico,	acianótico,	PA:	140	x	90	mmHg,	FC:	90	bpm.	AR:	
MV presentes, sem ruídos adventícios. Abdome: Globoso, distendido, 
peristalse presente, hipertimpânico, doloroso à palpação profunda 
sem dor a descompressão brusca. Aos exames complementares, 
apresentava	hemograma	com	12.000	leucócitos	sem	desvio	à	esquerda,	
proteína	C	reativa	de	10	mg/dL	e	Rx	de	abdome	agudo	sem	alterações	
evidentes. Após análise dos exames, o paciente recebeu diagnóstico 
de apendicite e foi encaminhado ao centro cirúrgico, para indução 
anestésica e realização do procedimento cirúrgico. A partir do caso 
clínico, responda as questões disparadoras da discussão:
1)	Qual	o	mecanismo	de	ação	dos	fármacos	anestésicos	gerais?
2)	Quais	efeitos	adversos	os	fármacos	anestésicos	gerais	podem	causa?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
NO LABORATÓRIO
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88
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7.	ed.	Brasília,	2010.
BRUNTON, Laurence L., HILAL-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C. 
As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. edi. 
Porto	Alegre:	Artmed,	2019.
REFERÊNCIAS
89
SP 3.3 - Excesso...
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Anatomia do fígado:
• Descrever	a	topografia	do	fígado.
• Conceituar segmentação hepática.
• Face diafragmática. 
• Face visceral.
• Lobo hepático direito.
• Lobo hepáticoesquerdo.
• Lobo caudado. 
• Lobo quadrado.
Vesícula biliar: fundo, corpo e colo.
Ligamento redondo do fígado.
Ligamento falciforme.
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90
Ligamento coronário.
Espaço subfrênico D/E.
Vias biliares.
Ducto hepático direito.
Ducto hepático esquerdo.
Ducto hepático comum.
Ducto cístico.
Ducto colédoco.
Descrever a formação da veia porta-hepática.
Descrever as principais anastomoses porto-sistêmicas que envolvem 
os vasos sanguíneos abaixo:
• Veia gástrica esquerda e plexo venoso esofágico.
• Veia retal superior e plexo venoso retal.
• Veias paraumbilicais.
• Veias	epigástricas	superficiais.
• Veias toracoepigástricas.
• Veias torácicas laterais.
Histologia do fígado:
• Ácino hepático: 
• Hepatócitos.
• Espaço de Disse.
• Células de Kupfer
• Tríade portal microscópica.
• Capilares sinusoides.
91
Cavidade peritoneal – andar supramesocólico:
• Recesso subfrênico esquerdo.
• Recesso hepatorrenal.
• Omento maior.
Conceituar paracentese.
Recursos imaginológicos a serem utilizados para diagnosticar doenças 
hepática	e	a	presença	de	ascite	por	USG,	ressonância	e	tomografia.
Compreender	a	fisiopatologia	das	lesões	hepáticas	relacionadas	ao	
consumo de álcool: esteatose, esteato-hepatite e sua evolução para a 
cirrose. 
Discutir as alterações morfológicas características de cada uma dessas 
doenças (esteatose, esteato-hepatite e cirrose).
Descrever as complicações da hipertensão portal com base no estudo 
anatômico da drenagem venosa e anastomoses envolvidas no processo, 
com foco na formação das varizes esofágicas. 
Caracterizar e descrever os achados por imagem encontrados nas 
hepatopatias crônicas, notadamente na cirrose hepática, diferenciando 
os achados de uma fase aguda X crônica, bem como das possíveis 
complicações (ascite, hipertensão portal, varizes esofágicas, trombose 
da veia porta, Síndrome de Budd Chiari).
92
ABBAS, A. K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases 
patológicas	das	doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
DANGELO, J. G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio 
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
93
Aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos do orlistate
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
T. R, 45 anos, sexo masculino. Foi até a UBS para consultas de rotina. Na 
anamnese relatou que se sente bem, apesar da dieta rica em lipídeos 
e de consumir bebidas alcoólicas com frequência. Foi solicitado uma 
série de exames. No retorno, T.R. foi informado de que esteva com 
esteatose hepática e que precisaria rever seus hábitos de vida, para 
que este quadro pudesse regredir. O paciente perguntou se poderia 
utilizar algum medicamento que continha orlistate para tentar reverter 
o quadro de esteatose, a médica informou que o medicamento poderia 
auxiliar, mas que os hábitos de vida deveriam ser revistos. 
A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão:
1)	Qual	o	mecanismo	de	ação	do	orlistate?
2) De que maneira o orlistate poderia contribuir para auxiliar no 
tratamento relatado no caso?
3)	Quais	efeitos	adversos	poderiam	surgir	 após	o	uso	da	 substância	
relatada no caso?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
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94
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7.	ed.	Brasília,	2010.
BRUNTON, Laurence L., HILAL-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C. 
As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. ed. 
Porto	Alegre:	Artmed,	2019.
REFERÊNCIAS
95
SP 3.4 - Falta tempo...!
Laboratório de Práticas
Morfofuncional
ROTEIRO
PARA ESTUDO
Anatomia do estômago:
• Cárdia.
• Fundo gástrico.
• Corpo gástrico.
• Parte pilórica.
• Piloro.
• Curvatura gástrica maior. 
• Curvatura gástrica menor.
• Pregas gástricas.
Histolgia do estômago:
• Camada mucosa.
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96
Anatomia do duodeno:
• Parte superior.
• Parte descendente.
• Parte horizontal.
• Parte ascendente.
• Papila maior do duodeno (papila duodenal maior).
• Flexura duodenojejunal.
Histologia do duodeno:
• Camada mucosa.
Caracterizar bolsa omental, forame omental e omento menor. 
 
Descrever o mecanismo de defesa das mucosas do trato digestório, 
identificando	quais	agentes	podem	levar	a	proteção	ou	ataque	da	
mucosa.
Relacionar esses mecanismos de defesa com a histologia do órgão.
Relacionar o efeito do estresse na mucosa gástrica e duodenal, com o 
aparecimento de úlceras.
Descrever o papel do H. Pylori na instalação da úlcera péptica.
Descrever as características morfológicas da úlcera péptica.
Reconhecer no RX contrastado (EED) os aspectos característicos das 
úlceras gástricas e duodenais.
97
ABBAS, A. K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases 
patológicas	das	doenças.	9.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Elsevier,	2016.
DANGELO, J. G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o 
estudante	de	medicina.	São	Paulo:	Atheneu,	2004.
MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio 
de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia 
humana.	22.	ed.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2006.
SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de 
anatomia.	Rio	de	Janeiro:	Guanabara	Koogan,	2007.
REFERÊNCIAS
98
Aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos fármacos 
inibidores da bomba de prótons.
Medicina
Laboratorial
Caso de aplicação:
T. M., 32 anos, sexo feminino procurou atendimento médico com queixa 
de dor em queimação na região epigástrica, que piora quando se deita 
após alimentação. Procurou um especialista que, por intermédio de 
uma endoscopia digestiva alta, diagnosticou gastrite. Foi prescrito 
omeprazol para o tratamento. A partir do caso clínico, responda as 
questões disparadoras da discussão:
1) Como atuam os fármacos inibidores da bomba de prótons?
2)	Quais	efeitos	adversos	estes	fármacos	podem	causar?
3)	Quais	os	principais	representantes	deste	classe	de	fármacos?
ROTEIRO PARA ATIVIDADE 
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99
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename 
/ Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos 
Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos 
Estratégicos,	7.	ed.	Brasília,	2010.
BRUNTON, Laurence L., HILAl-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C. 
As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. ed. 
Porto	Alegre:	Artmed,	2019.
REFERÊNCIAS
100
Agenda
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TBL TEMA
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2
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4
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