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1 5 ª E T A P A Copyright © Inspirali Educação. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio e processo, sem a prévia autorização escrita da Inspirali Educação. 21-64147 CDD-610.07 NLM-WB 100 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Bússola inspirali [livro eletrônico] : aluno : 5ª etapa / [organização José Lúcio Machado, Lena Vânia Carneiro Peres, Débora Cristina Alavarce]. -- 1. ed. -- Santo André, SP : Difusão Editora : Inspirali Educação, 2021. -- (Bússola Inspirali ; 1) PDF ISBN 978-65-88166-22-2 1. Aprendizagem - Metodologia 2. Currículos 3. Estudantes de medicina 4. Medicina - Estudantes 5. Medicina - Estudo e ensino 6. Medicina e saúde I. Machado, José Lúcio. II. Peres, Lena Vânia Carneiro. III. Alavarce, Débora Cristina. IV. Série. Índices para catálogo sistemático: 1. Medicina e saúde : Estudo e ensino 610.07 Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964 5 SUMÁRIO 5ª E T A P A HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS...........................................................................7 Objetivos e estratégias educacionais.......................................................................8 Detalhar, relacionar e diferenciar.................................................................................9 Objetivos Específicos....................................................................................................10 Cognitivas............................................................................................................10 Psicomotoras......................................................................................................11 Atitudinais...........................................................................................................12 Cronograma EC/HM ................................................................................................ 13 PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS...................................................................................15 SITUAÇÕES-PROBLEMAS E ROTEIROS....................................................................18 Complexo temático I - Dor.........................................................................................................19 Árvore temática 1..........................................................................................................21 Agenda para TBL............................................................................................................49 Complexo temático II - Febre, inflamação e infecção familiar..........................................50 Árvore temática 2..........................................................................................................52 Agenda para TBL............................................................................................................74 Complexo temático III Dor abdominal, diarreia, vômitos e icterícia............................... 75 Árvore temática 3..........................................................................................................77 Agenda para TBL.........................................................................................................100 6 ÍCONES ÍCONE SIGNIFICADO Vídeo disparador disponível na plataforma. Vídeoaula ou podcast disponível na plataforma. Vídeo interativo disponível na plataforma. Vídeo de animação disponível na plataforma. Aula interativa disponível na plataforma. Material de apoio disponível na plataforma. Tarefa, questionário ou caso disponível na plataforma. 7 HABILIDADES/ ESTAÇÕES CLÍNICAS 5ª E T A P A 8 OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS EDUCACIONAIS HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS 9 As atividades de Estações Clínicas (EC) fazem parte da unidade curricular Habilidades Médicas (HM), da 1ª a 8ª etapa, divididas nos dois primeiros ciclos e abordam os elementos de comunicação em consulta, exame físico, raciocínio clínico e relacionamento médico+paciente, através de oficinas práticas, sala de aula invertida, simulações com pacientes padronizados, discussões em pequenos grupos (sínteses provisórias e novas sínteses). As ECs trabalham as competências cognitivas (compreender os elementos da consulta e como utilizá-los na proposta de cuidado), psicomotoras (realizar os exames físicos apropriados) e atitudinais (reconhecer a pessoa entrevistada, valorar o que lhe foi dito e compor estes valores na experiência terapêutica). Nesta etapa haverá uma interação maior com os temas de NCS e PM SUS, que deverão ser correlacionados com as vivências dos estudantes no cenário de prática. DETALHAR, RELACIONAR E DIFERENCIAR Chegamos ao aprofundamento dos raciocínios etiológicos e diferenciais, aproveitando os módulos de queixas relacionadas à dor, febre e inflamação, nos quais os estudantes iniciam pela propedêutica neurológica e ortopédica, procurando desenvolver as ferramentas para hierarquizar e embasar seus diagnósticos, e de sugerir os exames complementares para incrementar sua acurácia. Para trabalhar o aspecto psicossocial, os pacientes serão de comunidades ou segmentos populacionais vulneráveis. O segundo módulo traz pessoas com quadros febris, perda de peso e mal estar, com detalhes na história (pessoal e epidemiológica) e no exame físico que auxiliam quanto aos seus diagnósticos e escolha dos exames laboratoriais e de imagem. Objetivos e Estratégias educacionais 10 COMPETÊNCIAS ESPERADAS Ao final desta etapa espera-se que os estudantes sejam capazes de demonstrar as seguintes competências, descritas aqui através da taxonomia de Bloom. COGNITIVAS 1. Aplicar de forma mais segura o Método Clínico Centrado na Pessoa, sendo capaz de aplicar os elementos do SIFE (Sentimentos, Ideias, Funcionamento e Expectativa). 2. Registrar esses dados no formato de história clínica, seja no modelo tradicional, seja no modelo SOAP, que permita discutir os elementos da entrevista em pequeno grupo. 3. Identificar a maioria dos problemas da pessoa entrevistada, e trazer ofertas - mais detalhadas e vinculadas à realidade da pessoa - de cuidados relacionados. 4. Utilizar o protocolo SPIKE de comunicação de más notícias quando necessário. 5. Organizar o seu raciocínio clínico a partir de diagnósticos sindrômicos e diferenciais, valorizando os dados epidemiológicos de cada caso. 6. Sugerir condutas farmacológicas básicas de tratamento. 7. Sugerir exames complementares que auxiliem na condução dos casos. Objetivos Específicos 11 PSICOMOTORAS 1. Realizar a aferição de peso, altura e circunferência abdominal em adultos. 2. Calcular e interpretar o Índice de Massa Corpórea a partir dos dados anteriores. 3. Aferir a pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura, em pessoa adulta, de forma habilidosa. 4. Aplicar alguma escala de dor para pessoas que tragam essa queixa. 5. Realizar o exame físico quantitativo, de forma habilidosa. 6. Realizar exame de linfonodos, de forma habilidosa. 7. Realizar exame de orocospia, de forma habilidosa. 8. Realizar exame cardíaco, de forma habilidosa. 9. Realizar exame pulmonar, de forma habilidosa. 10. Realizar o exame abdominal, de forma mais habilidosa. 11. Realizar o exame de mamas, mesmo de forma mecanizada. 12. Realizar as principais manobras de exame ortopédico. 13. Realizar as principais manobras de exame neurológico. 14. Realizar de forma mecanizada a otoscopia. 15. Realizar o exame de tireoide, mesmo de forma mecanizada. 16. Ao final, consegue explicar à pessoa o significado desses achados. 12 ATITUDINAIS 1. Reconhecer e manter um diálogo com a pessoa entrevistada. 2. Acolher as informações obtidas sem juízo de valor. 3. Respeitar o sigilo da entrevista. 4. Aprofundar elementos da vida da pessoa, que impactem no seu processo de saúde e doença (condições de moradia, de trabalho, relacionamentosafetivos). 5. Valorar estes elementos de forma a promover uma melhor pactuação de cuidados. 6. Ser capaz de explicar, depois da entrevista, quem foi essa pessoa, sua vida, suas relações e como estas impactam em seus problemas. ESTAÇÃO TEMA 1 Introdução do semestre, cronograma, conteúdos e avaliações. 1ª Oficina - Diagnóstico etiológico e diferencial 2 2ª Oficina - Exame ortoneuro 3 1ª Simulação 4 2ª Simulação 5 3ª Simulação 6 Síntese provisória 7 Nova síntese 8 APA meio semestre Reteste 9 3ª Oficina - Exame dermatológico em adultos e crianças 4ª Oficina - Quadros febris e de internação 10 4ª Simulação 11 5ª Simulação 12 6ª Simulação Cronograma EC/HM https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 13 Síntese provisória 14 Nova síntese APA de final de etapa 15 Avaliação prática 16 Avaliação prática 17 Avaliação prática PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS 5ª E T A P A TEMA INTENCIONALIDADE DATA (a ser definida pela coordenação) 1 Acolhimento dos estudantes, divisão de grupos por diversidade (Reflexão da Prática). Discussão do funcionamento da 5a Etapa PMSUS (Reflexão da Prática, UBS e Estágio em Atenção Especializada e Urgência e Emergência). 2 Oficina de trabalho 1 - A pandemia da covid-19 e as vacinas no brasil e no mundo Nova síntese 1 - Pandemia covid-19 e as vacinas no brasil e no mundo Oficina de trabalho 2 - Atenção integral à saúde do adulto 3 Nova síntese 2 Oficina de trabalho 3 - Atenção integral aos pacientes portadores de hipertensão arterial D1 /AF Avaliação Cognitiva - D1 5 Oficina de trabalho 4 - Atenção integral aos pacientes portadores de diabetes mellitus. Nova Síntese 4 D1 /AF Devolutiva de Avaliação Cognitiva D1, APA e portfólio 6 Oficina de trabalho 5 - Atenção integral aos pacientes portadores de tuberculose Nova síntese 5 Cronograma PMSUS 7 Oficina de trabalho 6 - Atenção integral aos pacientes portadores de hanseníase Debater sobre aspectos epidemiológicos da Hanseníase no Brasil, sua relação com as condições de vida e a atenção integral aos pacientes portadores desse agravo e estimular a discussão sobre o política de controle da Hanseníase. Identificar questões de aprendizagem. Nova síntese 6 Discutir sobre aspectos epidemiológicos da Hanseníase no Brasil, sua relação com as condições de vida e a atenção integral aos pacientes portadores desse agravo e estimular a discussão sobre o política de controle da Hanseníase a partir das questões de aprendizagem. 8 Mesa redonda - Atenção integral à população vulnerável Debater sobre aspectos epidemiológicos da população privada de liberdade, população em situação de rua, profissionais do sexo, emigrantes. Como construir popiticas publicas para cuidar de população vulneravel. D2/AF Avaliação Cognitiva D1 Realizar Avaliação Cognitiva D2 e Data de Entrega de Portfólio no Class Room D2/AF Devolutiva de Avaliação Cognitiva D2, APA E portfólio Realizar Devolutiva da Avaliação cognitiva D2, APA E PORTFÓLIO 18 SITUAÇÕES - PROBLEMAS E ROTEIROS 5ª E T A P A 19 DOR COMPLEXO TEMÁTICO I 20 “Todo conhecimento comporta o risco do erro e da ilusão. A educação do futuro deve enfrentar o problema de dupla face do erro e da ilusão. O maior erro seria subestimar o problema do erro; a maior ilusão seria subestimar o problema da ilusão. ” (Edgar Morin) Árvore temática 1 https://www.ulife.com.br/inspirali 22 SP 1.1 - Tá quente... SITUAÇÕES - PROBLEMAS E ROTEIROS Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Pele. Epiderme: estratos basal, espinhoso, granuloso, córneo e lúcido. Derme: papilar e reticular. Caracterizar os receptores gerais: • Terminações nervosas e livres e encapsuladas. Morfologia dos nociceptores. https://www.ulife.com.br/inspirali 23 Classificação das fibras nervosas quanto à quantidade de mielina: • Fibras A, B e C Caracterizar o homúnculo sensitivo. Diferenciar dor crônica e aguda. Descrever as vias de dor crônica e aguda. Descrever o número de neurônios em cada via bem como a sua localização. Reconhecer a indicação dos exames de imagem (US, TC e RM) na pesquisa e na identificação das alterações infecciosas decorrentes de lesão de natureza mecânica (contusão) e térmica (queimadura). Descrever os sinais cardinais e quais deles estão relacionados com a dor. Compreender como a lesão de natureza mecânica (contusão) e térmica (queimadura) desencadeiam dor, por meio do estudo dos mediadores químicos relacionados com a inflamação local. Rever os conceitos de necrose e aplicar a lesão à histologia da pele. Por que essa região teria uma maior chance de infecção? Indicação dos exames de imagem na pesquisa de alterações agudas decorrentes de lesão de natureza mecânico (contusão) e térmica (queimadura). 24 ABBAS, A. K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases patológicas das doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. BEAR, M. F.; CONNORS, B. W.; PARADISO, M. A. Neurociências: desvendando o sistema nervoso. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. DANGELO, J.G., FATTINI, C.A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. LUNDY-EKMAN, Laurie. Fundamentos para a reabilitação. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, ago. 2019 MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 25 Aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos fármacos anti-inflatórios não esteroidais (AINES) Medicina Laboratorial Caso de aplicação: MHS, 16 anos de idade, foi ao consultório médico devido a fortes crises de cólicas menstruais. Sua menarca foi aos 13 anos de idade. Sua menstruação dura em média quatro a cinco dias com ciclos regulares de 28 dias. Durante os primeiros dois a três dias de sua menstruação, MHS tem cólicas muito fortes que às vezes limita suas atividades de rotina. As cólicas têm ocorrido desde a menarca e parecem ter piorado no último ano. MHS toma paracetamol e pílulas para "cólica menstrual", as quais não necessitam de prescrição, sem alívio efetivo da dor. A jovem não tem nenhuma história clínica significativa, não toma medicamentos regularmente e não é sexualmente ativa. O exame físico é normal. Você avalia o problema como dismenorreia primária e prescreve diclofenaco para ser usado quando necessário. A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão: 1) Baseando-se nos respectivos mecanismos de ação, justifique o uso do paracetamol e do diclofenaco? 2) Qual é o mecanismo de ação e principais efeitos terapêuticos dos AINEs? 3) Como justifica-se a toxicidade e principais contraindicações dos AINEs ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 26 Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7ª edição, Brasília, 2010. Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman e Gilman. Editora Artmed, 13ª edição, São Paulo, 2019. REFERÊNCIAS 27 SP 1.2 - Nem existe mais? Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Formação e constituição dos nervos e gânglios espinais Formação dos plexos lombar e lombossacral descrevendo o território de inervação dos nervosterminais. Plexo lombar: nervos obturatório e femoral Plexo lombossacral: nervos glúteo superior e inferior, cutâneo posterior da coxa, e isquiático Descrever: neuropraxia, axoniotmese e neurotmese Compreender como pode ocorrer a dor neuropática por amputação de membros, com principal atenção para os elementos celulares e mediação química envolvida. https://www.ulife.com.br/inspirali 28 Reconhecer a indicação dos exames de imagem (RX, US, TC e RM) na pesquisa e na identificação das alterações inflamatórias/infecciosas e de complicações decorrentes da amputação de membros, afastando causas reais de dor referida na região acometida. 29 BEAR, M. F.; CONNORS, B. W.; PARADISO, M. A. Neurociências: Desvendando o sistema nervoso. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. Laurie Lundy-Ekman. Fundamentos para a Reabilitação. 5ª ed. ELSEVIER, agosto de 2019. DANGELO JG, FATTINI CA. Anatomia Sistêmica e Segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. MOORE K L, DALLEY A F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Ganabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE M, SCHULTE E, SCHUMACHER U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 30 Aspectos farmacológicos e uso terapêutico de gabapentina para o tratamento de dor crônica. Medicina Laboratorial Caso de aplicação: J.M. sexo masculino, 37 anos, trabalha na equipe de manutenção de trilhos de trem. Sofreu um acidente de trabalho quando uma barra de ferro de 50 kg caiu sobre seu braço esquerdo provocando esmagamento deste membro. Foi levado ao hospital e após avaliações, submeteram J.M. a uma cirurgia para amputação do membro esmagado. Após recuperação cirurgica, o paciente recebeu alta e pode retornar para sua casa. 15 dias após a alta, J.M. retorna ao hospital com queixas de dores no membro amputado o que tem lhe causado bastante desconforto. Como tratamento da dor, foi receitado para o Paciente gabapentina. ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 31 Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7ª edição, Brasília, 2010. Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman e Gilman. Editora Artmed, 13ª edição, São Paulo, 2019. REFERÊNCIAS 32 SP 1.3 - Não me toque! Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Articulação sinovial: cápsula articular, cavidade articular, líquido sinovial e cartilagem articular. Músculo estriado esquelético: • Macroscopia: identificar tendões, aponeuroses e ventre muscular. • Microscopia: conceituar miofibrilas e sarcômeros. Fuso neuromuscular: • Localização, morfologia (zona equatorial sensitiva e polos motores), inervação (motoneurônio gama, terminações anulo- espirais e terminações sensitivas em ramalhete e função. https://www.ulife.com.br/inspirali 33 Conceituar miótomo. Conceituar tônus muscular. Identificar: • Músculos do ombro • M. deltoide • M. supraespinal* • M. infraespinal* • M. redondo maior • M. redondo menor* • M. subescapular* • Estes músculos são considerados componentes do “manguito rotador”. • Músculos do dorso • M. trapézio • M. latíssimo do dorso • M. rombóide maior • M. rombóide menor • M. levantador da escápula • M. eretor da espinha • M. iliocostal • M. longuíssimo • M. espinal Aponeurose toracolombar. Identificar em exames por imagem as articulações sinoviais com morfologia normal e alterada. Citar os principais mecanismos patogênicos relacionados à sensação dolorosa da fibromialgia, localizando anatomicamente os pontos-gatilho de dor. Caracterizar e identificar nos exames de imagem (US, TC e RM), sinais de processo inflamatório envolvendo estruturas mio-tendíneas. 34 BEAR, M. F.; CONNORS, B. W.; PARADISO, M. A. Neurociências: desvendando o sistema nervoso. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. LUNDY-EKMAN, Laurie. Fundamentos para a reabilitação. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, ago. 2019. DANGELO, J. G., FATTINI, C.A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 35 Aplicação de fármacos antidepressivos e fármacos anti- inflamatórios não esteroidais para o tratamento de fibromialgia. Medicina Laboratorial Caso de aplicação: L. D., 39 anos, sexo feminino. É professora e buscou atendimento médico reclamando de dores difusas e constantes na região da cabeça, ombros e braços. Relata que as dores têm impedido que consiga fazer suas atividades diárias, por vezes sente-se muito irritada e desmotivada, alegando sentir-se triste na maior parte do tempo devido as intensas dores. Após avaliação e realização de exames foi diagnosticada com fibromialgia, e para o tratamento foi receita uma combinação de amitriptilina e cetoprofeno. 1) Qual o mecanismo de ação dos fármacos antidepressivos? 2) Quais as principais classes de antidepressivos e qual delas é a mais indicada para o tratamento de fibromialgia? 3) Quais os efeitos adversos resultantes do uso abusivo de fármacos antidepressivos? 4) Qual a importância da combinação de antidepressivos e antiinflamatórios não esteroidais (AINES) para o tratamento de fibromialgia? ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 36 Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7ª edição, Brasília, 2010. Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman e Gilman. Editora Artmed, 13ª edição, São Paulo, 2019. REFERÊNCIAS 37 SP 1.4 - “Uma pedra no caminho” Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Ureteres: • Constituição histológica (epitélio de transição e camadas musculares) Trajeto e constrições Inervação simpática originada nos segmentos T10 à L1. Descrever a formação, trajeto e território de inervação do nervo genitofemoral Descrever a formação do nervo espinal Conceituar dermátomo Conceituar dor referida https://www.ulife.com.br/inspirali 38 Diferenciar dor irradiada e dor referida Correlacionar a impactação de um cálculo com a fisiopatologia da hidronefrose e da infecção urinária, listando os principais agentes causadores de infecção. Descrever o exame contrastado denominado urografia excretora, identificando o contraste utilizado, via de administração do meio de contraste, indicações e contra indicações do método e do contraste utilizado, e as estruturas opacificadas pelo contraste neste estudo. Caracterizar e identificar imagem calculosa e hidronefrose nos exames de imagem (RX, US, TC ). Descrever o exame contrastado denominado urografia excretora, identificando o contraste utilizado, via de administração do meio de contraste, indicações e contra indicações do método e do contraste utilizado, e as estruturas opacificadas pelo contraste neste estudo.Caracterizar e identificar imagem calculosa e hidronefrose nos exames de imagem (RX, US, TC ). 39 ABBAS, AK, KUMAR, V. ROBBINS & COTRAN. Bases Patológicas das Doenças. 9.ed. Elsevier, 2016 BEAR, M. F.; CONNORS, B. W.; PARADISO, M. A. Neurociências: Desvendando o sistema nervoso. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. Laurie Lundy-Ekman. Fundamentos para a Reabilitação. 5ª ed. ELSEVIER, agosto de 2019 DANGELO JG, FATTINI CA. Anatomia Sistêmica e Segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. MOORE K L, DALLEY A F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Ganabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE M, SCHULTE E, SCHUMACHER U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 40 Aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos fármacos antiespasmódicos. Medicina Laboratorial Caso de aplicação: M. C., 27 anos, sexo masculino. Procurou atendimento médico com dor abdominal discreta, generalizada e mal definida que perdura por cerca de 48 horas e tornou-se mais forte na região do flanco direito nas últimas horas. Chegou ao PS do hospital, com queixa de náuseas e dor de grande intensidade, em cólica, que comprometia não apenas a região lombar, mas a virilha e o testículo ipsilateral. A punho-percussão à direita era extremamente dolorosa (Giordano positivo). Após avaliação e realização de exames M. C. foi diagnosticado com pedras nos rins. Ao paciente foi receitado analgésicos, antiinflamtório e antiespasmódico. A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão: 1) Qual é o mecanismo de ação e principais efeitos terapêuticos dos antiespasmódicos? 2) Quais os possíveis efeitos adversos que os antiespasmódicos podem causar? ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 41 Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7ª edição, Brasília, 2010. Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman e Gilman. Editora Artmed, 13ª edição, São Paulo, 2019. REFERÊNCIAS 42 SP 1.5 - Cuidados, o quê? Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Tipos de substância óssea: • Tecido ósseo compacto e esponjoso: matriz, células e inervação. Descrever a morfologia da coluna vertebral: • Coluna vertebral. • Canal vertebral. • Forames intervertebrais. https://www.ulife.com.br/inspirali 43 Características de uma vértebra típica: • Corpo vertebral. • Forame vertebral. • Arco vertebral. • Pedículo do arco vertebral. • Lâmina do arco vertebral. • Processo espinhoso. • Processo transverso (processo costiforme nas vértebras lombares). • Processo articular superior. • Processo articular inferior. • Vértebras cervicais (CI-CVII). • Forame transversário. ATLAS (CI): • Face articular superior. • Face articular inferior. • Arco anterior do atlas. • Arco posterior do atlas. ÁXIS (CII): • Dente do áxis. • Vértebras torácicas (TI-TXII). • Fóvea costal superior. • Fóvea costal inferior. • Fóvea costal do processo transverso. • Vértebras lombares (LI-LV). • Processo costiforme. • Processos mamilares. • Sacro (SI-SV). • Base do sacro. • Promontório. • Asa do sacro. • Processo articular superior. • Face auricular. • Face pélvica. • Forames sacrais anteriores. • Face dorsal. • Crista sacral mediana. 44 • Crista sacral mediana. • Forames sacrais posteriores. • Canal sacral. • CÓCCIX (CoI - CoIV). Caracterizar o plexo venoso vertebral, suas características morfológicas e correlações anatômicas com as veias das cavidades pélvica, lombar, torácica e cranial. Plexo venoso vertebral interno e externo: • Veias intervertebrais. • Veias vertebrais. • Veias intercostais posteriores. • Veias lombares. • Veias sacrais laterais. Plexo basilar. Definir metástases, com principal atenção às vias de disseminação das neoplasias. Citar quais neoplasias estão altamente relacionadas às metástases ósseas. Descrever quais os tipos de lesões ósseas podem ocorrer por metástases. Por qual razão geram dor? Explicar como a anatomia patológica pode auxiliar na investigação do sítio primário da neoplasia. Caracterizar nos exames de imagem, lesões com características secundárias (metástases), notadamente no cérebro, pulmão, fígado e nos ossos. Reconhecer a indicação e a importância dos exames de imagem (RX, US, TC, RM, PETSCAN) e de medicina nuclear na pesquisa, identificação e seguimento das metástases, bem como nos controles evolutivos pós-operatório/ quimioterápico/radioterápico. 45 Observar a importância do uso do meio de contraste (iodo e gadolínio) na caracterização de lesões metastáticas. Diferenciar nos exames de imagem lesões osteolíticas e osteoblásticas. 46 ABBAS, A.K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases patológicas das doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. BEAR, M. F.; CONNORS, B. W.; PARADISO, M. A. Neurociências: desvendando o sistema nervoso. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. LUNDY-EKMAN, Laurie. Fundamentos para a reabilitação. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, ago. 2019. DANGELO, J.G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. MOORE, K, L,, DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 47 Aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos fármacos analgésicos opioides Medicina Laboratorial Caso de aplicação: Luiz, 87 anos apresentava quadro demencial moderado causado pela doença de Alzheimer e câncer de próstata com metástase óssea. Neste momento é encaminhado para os cuidados paliativos. Fora prescrito para o paciente Ultracet® uma associação entre paracetamol e tramadol. No entanto o controle da dor não fora suficiente. A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão: 1) Qual o mecanismo de ação dos analgésicos opioides? 2) Quais efeitos adversos podem ocorrer a partir do abuso de analgésicos opioides? 3) Discuta a importância dos analgésicos opioides no tratamento de dor oncológica. ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 48 Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7ª edição, Brasília, 2010. Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman e Gilman. Editora Artmed, 13ª edição, São Paulo, 2019. REFERÊNCIAS 49 Agenda para TBL TBL TEMA 1 2 3 4 5 TBLs produzidos e publicados no U-Life https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 50 FEBRE, INFLAMAÇÃO E INFECÇÃO COMPLEXO TEMÁTICO II 51 “Eu não nasci rodeada de livros, e sim rodeada de palavras.” Conceição Evaristo. Árvore temática 2 https://www.ulife.com.br/inspirali 53 SP 2.1 - Tem que esperar... Laboratório de Práticas MorfofuncionalROTEIRO PARA ESTUDO Rever a morfologia das tonsilas: • Caracterizar o anel de Waldeyer. • Tonsilas palatinas: epitélio, folículos linfáticos e criptas. • Diferenciar histologicamente tonsilas palatinas e faríngeas. Rever a morfologia dos linfonodos: • Córtex: • Cortical superficial: cápsula, seio subcapsular, septos, seios trabeculares e folículos. • Paracortical ou cortical profunda. • Medula: cordões celulares (medulares) e seios medulares. Descrever a rede de linfonodos cervicais: • Cadeias superficial e profunda. https://www.ulife.com.br/inspirali 54 Caracterizar o linfonodo jugulodigástrico e descrever sua relação mofofuncional com as tonsilas. Caracterizar sua relevância na avaliação clínica. Recordar as vias superiores nos exames de imagem (RX, TC e RM). Reconhecer e descrever as principais cadeias linfáticas cervicais. Caracterizar e descrever o aspecto de um linfonodo normal de um reacional nos exames de imagem. Diferenciar os aspectos da normalidade dos de afecções das vias aéreas superiores (faringoamigdalite aguda, rinossinusite aguda e rinofaringite aguda). 55 ABBAS, A.K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases patológicas das doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. DANGELO, J.G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 56 Aspectos farmacológicos dos antibióticos e a combinação com o uso de anti-inflamatórios não esteroidais (AINES). Medicina Laboratorial Caso de aplicação: Paciente de 54 anos, sexo masculino, em quadro de sequela pós- traumatismo cranioencefálico grave, está internado no Hospital há 40 dias e em ventilação mecânica. No momento evolui com quadro de pneumonia associada à ventilação mecânica. A cultura quantitativa de secreção traqueal diagnosticou uma bactéria gram-negativa: Acinetobacter baumannii. Iniciou a terapêutica com Amoxacilina, visto que não houve melhora do quadro, houve alteração para Piperacilina com Tazobactam. Melhora do quadro de forma satisfatória.. A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão: 1) Qual a diferença entre as moléculas do caso, considerando seu mecanismo de ação. 2) Quais suas reações adversas? 3) Qual a importância do uso combinado de antibióticos e AINES para o tratamento de infecções. ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 57 Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7ª edição, Brasília, 2010. Laurence L. Brunton, Randa Hilal-Dandan, Björn C. Knollmann. As Bases Farmacológicas da Terapêutica de Goodman e Gilman. Editora Artmed, 13ª edição, São Paulo, 2019. REFERÊNCIAS 58 SP 2.2 - Logo agora?! Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Nervo trigêmeo: • Origem real, origem aparente encefálica e origem aparente craniana dos ramos V-1, V-2 e V-3. Gânglio trigemianal: localização. Nervo oftálmico: • Descrever a origem aparente craniana. • Identificar e descrever morfofuncionalmete seus ramos terminais (nervo frontal, nervo nasociliar e nervo lacrimal). Nervo maxilar: • Descrever a origem aparente craniana e de modo geral seus aspectos funcionais. https://www.ulife.com.br/inspirali 59 Nervo mandibular: • Descrever a origem aparente craniana e de modo geral seus aspectos funcionais. • Caracterizar as túnicas do bulbo ocular: externa, média e interna. Músculos do bulbo do olho: identificar e descrever funcionalmente os músculos extrínsecos do bulbo do olho. Músculos reto superior, reto inferior, reto medial, reto lateral, oblíquo superior e oblíquo inferior. Vascularização do bulbo do olho: • Artéria carótida interna: • Artéria oftálmica. • Artéria central da retina e artérias ciliares. Veia central da retina e veias oftálmicas. Compreender como as infecções virais podem levar a acometimento visceral. Compreender a relação de sinais de hemorragia com processos infecciosos. Identificar e definir as alterações hemorrágicas mais comuns: petéquias, púrpuras, equimoses e hematomas. Caracterizar as principais alterações morfológicas na dengue, com ênfase nos pulmões, fígado, rim, encéfalo, baço, linfonodos e medula óssea. Existe algum achado patognomônico? Descrever os músculos extrínsecos oculares e caracterizar um processo inflamatório envolvendo a região retro ocular. Reconhecer a imagem de um sangramento nos exames de imagem (US, TM e RM). 60 ABBAS, A.K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases patológicas das doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. DANGELO, J. G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 61 O uso de fármacos analgésicos não opioides e anti- inflamatórios não esteroidais (AINES) para o tratamento de doenças febris agudas. Medicina Laboratorial Caso de aplicação: L. C., 38 anos, sexo feminino. Procurou atendimento médico após viagem para uma cidade do interior de São Paulo cujos índices de casos de dengue aumentaram significativamente. Relatou febre, cefaléia, astenia, anorexia, dor lombar, dores nos membros inferiores e hiperestesia cutânea a cerca de 3 dias. Negava prurido, queixas digestivas, respiratórias ou urinárias.. A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão: 1) Qual o mecanismo de ação dos analgésicos não opioides? 2) Como os AINES atuam para diminuir a febre? 3) Como justifica-se a toxicidade e principais contraindicações dos analgésicos não opioides? ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 62 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7. ed. Brasília, 2010. BRUNTON, Laurence L., HALIL-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. REFERÊNCIAS 63 SP 2.3 - Complicou. Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Seios paranasais: • Frontal, esfenoidal, maxilar e células etmoidais. • Anatomia e topografia. • Drenagem venosa. • Revestimento histológico (epitélio respiratório). Dura-máter: • Parte encefálica da dura-máter. • Foice do cérebro • Foice do cerebelo • Tentório do cerebelo • Diafragma da sela Parte espinal da dura-máter • Espaço extradural (peridural). https://www.ulife.com.br/inspirali 64 Seios da dura-máter: • Seio sagital superior • Seio sagital inferior • Seio reto • Seio occipital • Confluência dos seios • Seio transverso • Seio sigmóideo • Seio cavernoso • Seios petrosos superior e inferior • Seio esfenoparietal •Como definir o local para colher líquido cerebrospinal do espaço subaracnóide? Identificar em exames por imagem a topografia da dura-máter Compreender os tipos de meningites quanto a seus agentes, e através do estudo de sua fisiopatologia e processo inflamatório desencadeante, compreender as alterações do exame do líquido cerebrospinal. Identificar as meninges craniana e espinhal nos exames de imagem (TC e RM). Caracterizar os seios durais e principais cisternas nos exames de imagem (TC e RM). Reconhecer os aspectos por imagem de uma meningite aguda e a importância da administração do meio de contraste nas pesquisas de processos inflamatórios. 65 DANGELO, J.G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 66 Aspectos farmacológicos dos anti-inflamatórios esteroidais e relevância do uso combinado destes agentes com fármacos antibióticos Medicina Laboratorial Caso de aplicação: H. J., 2 anos, sexo masculino, chegou ao PS acompanhado pela mãe com quadro febril persistente que evoluiu após diagnóstico de sinusite. A temperatura foi aferida (39,7oC), e foi constatada orofaringe hiperemiada e mucosas discretamente hipocoradas e hipo-hidratadas. Exames de tórax e abdome estavam normais porém o exame neurológico mostrou rigidez de nuca, sinais de Kernig e Brudzinski presentes e ausência de papiledema à fundoscopia óptica. Após maiores avaliações foi diagnosticada meningite bacteriana e para criança foi indicado o tratamento com dexametasona e ceftriaxona 100mg/kg/dia, divididos em duas doses, ambos EV. A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão: 1) Qual o mecanismo de ação dos anti-inflamatórios esteroidais? 2) Como justifica-se a toxicidade e principais contraindicações dos anti-inflamatórios esteroidais? 3) Qual o mecanismo de ação da classe de antibiótico citada no caso? 4) Qual a relevância do uso combinado de anti-inflamatório esteroidal e antibiótico para o tratamento de meningite bacteriana? ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 67 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7. ed. Brasília, 2010. BRUNTON, Laurence L., HILAL-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. REFERÊNCIAS 68 SP 2.4 - Hospital, nunca mais! Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Descrever aberturas superior e inferior do tórax. Conceituar cavidade torácica. Parede torácica: • Vértebras torácicas (TI-TXII). • Fóvea costal superior. • Fóvea costal inferior. • Fóvea costal do processo transverso: • Esterno. • Manúbrio do esterno. • Incisura jugular. • Incisuras claviculares. • Ângulo do esterno. • Corpo do esterno. • Incisuras costais. • Processo xifóide. https://www.ulife.com.br/inspirali 69 Costelas: • Cabeça da costela. • Face articular da cabeça da costela. • Colo da costela. • Tubérculo da costela. • Face articular do tubérculo da costela. • Ângulo da costela. • Corpo da costela. • Sulco da costela. • (I-VII costelas: verdadeiras; VIII-X: falsas; XI-XII: falsas flutuantes). Articulações costovertebrais: • Localizar: • Articulação da cabeça da costela (entre cabeça da costela e corpo vertebral). • Articulação costotransversária (entre tubérculo da costela e processo transverso). • Articulações esternocostais (entre esterno e cartilagens costais). • Articulações costocondrais (entre costelas e cartilagens costais). • Articulações manubrioesternale xifoesternal. Músculos: • Músculos intercostais externos. • Músculos intercostais internos. • Músculo intercostal íntimo. • Músculos levantadores das costelas. • Músculo tranverso do tórax. • Músculo serrátil posterior superior. • Músculo serrátil posterior inferior. • Músculo serrátil anterior. • Músculo diafragma. Divisão da cavidade abdominal em quadrantes anatômicos: • Plano mediano anterior. • Plano transumbilical. • Quadrantes superiores direito e esquerdo. • Quadrantes inferiores direito e esquerdo. 70 Divisão da cavidade abdominal em regiões clínicas: • Plano medioclavicular ou hemiclavicular. • Plano subcostal, alguns autores adotam outro plano, o plano transpilórico. • Plano intertubercular, alguns autores adotam outro plano, o plano • interespinal. • Regiões clínicas superiores. • hipocôndrio direito. • epigástrio. • hipocôndrio esquerdo. • Regiões clínicas médias. • lateral (flanco) direito. • mesogástrio (região umbilical). • lateral (flanco) esquerdo. • Regiões clínicas inferiores. • Inguinal direita (fossa ilíaca direita - termo próprio da clínica). • Hipogástrio (região púbica, ou suprapúbica). • Inguinal esquerda (fossa ilíaca esquerda - termo próprio da clínica). Compreender quais eventos anatomopatológicos podem ser vistos em um paciente com sepse. Compreender a fisiopatologia da Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA), bem como as alterações morfológicas envolvidas nesse processo e sua relação com a clínica do paciente. Reconhecer os sinais de infecção renal (pielonefrite aguda) e pulmonar (pneumonias) nos exames de imagem. 71 ABBAS, A.K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases patológicas das doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. DANGELO, J. G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 72 Resistência bacteriana aos antibióticos. Medicina Laboratorial Caso de aplicação: "Pesquisadores e médicos atentos ao problema da resistência de bactérias e fungos acreditam que o uso desenfreado de antibióticos no tratamento de covid-19 tornará ainda mais drástico o cenário atual, em que já há falta de antibióticos capazes de combater certas doenças e microrganismos — que, por vários fatores, têm se mostrado fortes e hábeis em driblar esses medicamentos. Antes da pandemia, a situação já era preocupante: no cenário mais drástico, até 2050, a chamada resistência microbiana (doenças resistentes a antibióticos) poderá estar associada a 10 milhões de mortes anuais, afirmou a Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2019. Hoje, acredita-se que pelo menos 700 mil pessoas morrem por ano devido à essa resistência microbiana" (https://www.bbc.com/portuguese/geral-54532598 acesso 19/11/20). A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão: 1) Quais mecanismos favorecem a resistência bacteriana a antibióticos? ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 73 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de AssistênciaFarmacêutica e Insumos Estratégicos, 7. ed. Brasília, 2010. BRUNTON, Laurence L., HILAL-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C.. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. REFERÊNCIAS 74 Agenda para TBL TBL TEMA 1 2 3 4 TBLs produzidos e publicados no U-Life https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 75 DOR ABDOMINAL, DIARREIA, VÔMITOS E ICTERÍCIA COMPLEXO TEMÁTICO III 76 “Aquele que tem um porquê para viver pode suportar quase qualquer como.” Friedrich Nietzsche Árvore temática 3 https://www.ulife.com.br/inspirali 78 SP 3.1 - Caminhada extensa Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Anatomia do intestino delgado. Duodeno: • Parte superior. • Parte descendente. • Parte horizontal. • Parte ascendente. • Papila maior do duodeno (papila duodenal maior). • Flexura duodenojejunal. Jejuno (alças jejunais). Íleo (alças ileais). https://www.ulife.com.br/inspirali 79 Histologia do intestino delgado: • Camada mucosa (diferenciar a mucosa das diferentes partes do intestino delgado, com ênfase nas estruturas e células constituintes). • Camada submucosa. • Camada muscular. • Camada serosa. Descrever a fisiopatologia da Doença Celíaca e como ela leva à diarreia, com suas repercussões morfológicas e comparação com a histologia normal do intestino delgado, com foco nas alterações da mucosa. Recordar os aspectos imaginológicos das vilosidades intestinais nos principais exames (trânsito intestinal, enema opaco, TC), comparando o padrão normal com o padrão encontrado nas síndromes de má absorção. 80 ABBAS, A.K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases patológicas das doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. DANGELO J. G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 81 Aspectos farmacológicos dos fármacos anti-inflamatórios esteroidais Medicina Laboratorial Caso de aplicação: P. J., 27 anos, sexo masculino. Procurou atendimento médico, pois apresentava diarreia com frequência de mais de 3 episódios diários sem muco, pus ou sangue. Não sentia dores e relatou distensão abdominal além de episódios de flatulência. Após avaliação delicada e realização de diversos exames, recebeu o diagnóstico de Doença Celíaca. A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão: 1. Como atuam os fármacos anti-inflamatórios esteroidais? 2. Como os anti-inflamatórios esteroidais diminuem o recrutamento de células do sistema imune? ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 82 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7. ed. Brasília, 2010. BRUNTON, Laurence L., HILAL-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. ed. Porto AlegreÇ Artmed, 2019. REFERÊNCIAS 83 SP 3.2 - De uma hora para outra... Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Anatomia do intestino grosso: • Intestino Grosso: • Saculações do colo. • Tênias do colo. • Apêndices omentais. • Flexura direita do colo. • Flexura esquerda do colo. • CECO: • Papila ileal. • Valva ileocecal – lábio ileocecal. • Valva ileocecal – lábio ileocólico. • Apêndice vermiforme. https://www.ulife.com.br/inspirali 84 • Colo ascendente. • Colo transverso. • Colo descendente. • Colo sigmoide. • Reto: • Ampola do reto. • Prega superior do reto. • Prega média do reto. • Prega inferior do reto. Canal anal: • Linha pectínea - pectinada (linha anorretal). • Colunas anais. • Seios anais. Inervação do intestino grosso. Histologia do intestino grosso: • Camada mucosa (estruturas e células constituintes). • Camada submucosa. • Camada muscular. • Camada serosa. Peritônio - andar inframesocólico: • Mesocolo transverso. • Mesentério. • Mesoapêndice. • Mesocolo sigmoide. • Sulco paracólico direito. • Sulco paracólico esquerdo. • Andar direito ou superior. • Andar esquerdo ou inferior. • Escavação retouterina (fundo de saco de Douglas). • Escavação vesicouterina. • Escavação retovesical (sexo masculino). 85 Inervação do peritônio visceral e parietal. Caracterizar “Ponto de Mcburney” e sua relevância clínico-cirúrgica. Descrever a fisiopatologia da apendicite aguda e a evolução do seu quadro morfológico, relacionado à evolução clínica do paciente. Recordar e descrever os achados característicos de apendicite aguda nos exames de imagem (USG e TC) 86 ABBAS, A. K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases patológicas das doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. DANGELO J. G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 87 Aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos fármacos anestésicos gerais Medicina Laboratorial Caso de aplicação: P. J. 28 anos, sexo masculino, foi admitido na Emergência do Hospital com quadro de dor abdominal difusa contínua há 24 horas, de início insidioso e que melhorou parcialmente com o uso de analgésicos, associada a náuseas. Ao exame, apresentava-se lúcido, hidratado, eupneico, anictérico, acianótico, PA: 140 x 90 mmHg, FC: 90 bpm. AR: MV presentes, sem ruídos adventícios. Abdome: Globoso, distendido, peristalse presente, hipertimpânico, doloroso à palpação profunda sem dor a descompressão brusca. Aos exames complementares, apresentava hemograma com 12.000 leucócitos sem desvio à esquerda, proteína C reativa de 10 mg/dL e Rx de abdome agudo sem alterações evidentes. Após análise dos exames, o paciente recebeu diagnóstico de apendicite e foi encaminhado ao centro cirúrgico, para indução anestésica e realização do procedimento cirúrgico. A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão: 1) Qual o mecanismo de ação dos fármacos anestésicos gerais? 2) Quais efeitos adversos os fármacos anestésicos gerais podem causa? ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 88 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7. ed. Brasília, 2010. BRUNTON, Laurence L., HILAL-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. edi. Porto Alegre: Artmed, 2019. REFERÊNCIAS 89 SP 3.3 - Excesso... Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Anatomia do fígado: • Descrever a topografia do fígado. • Conceituar segmentação hepática. • Face diafragmática. • Face visceral. • Lobo hepático direito. • Lobo hepáticoesquerdo. • Lobo caudado. • Lobo quadrado. Vesícula biliar: fundo, corpo e colo. Ligamento redondo do fígado. Ligamento falciforme. https://www.ulife.com.br/inspirali 90 Ligamento coronário. Espaço subfrênico D/E. Vias biliares. Ducto hepático direito. Ducto hepático esquerdo. Ducto hepático comum. Ducto cístico. Ducto colédoco. Descrever a formação da veia porta-hepática. Descrever as principais anastomoses porto-sistêmicas que envolvem os vasos sanguíneos abaixo: • Veia gástrica esquerda e plexo venoso esofágico. • Veia retal superior e plexo venoso retal. • Veias paraumbilicais. • Veias epigástricas superficiais. • Veias toracoepigástricas. • Veias torácicas laterais. Histologia do fígado: • Ácino hepático: • Hepatócitos. • Espaço de Disse. • Células de Kupfer • Tríade portal microscópica. • Capilares sinusoides. 91 Cavidade peritoneal – andar supramesocólico: • Recesso subfrênico esquerdo. • Recesso hepatorrenal. • Omento maior. Conceituar paracentese. Recursos imaginológicos a serem utilizados para diagnosticar doenças hepática e a presença de ascite por USG, ressonância e tomografia. Compreender a fisiopatologia das lesões hepáticas relacionadas ao consumo de álcool: esteatose, esteato-hepatite e sua evolução para a cirrose. Discutir as alterações morfológicas características de cada uma dessas doenças (esteatose, esteato-hepatite e cirrose). Descrever as complicações da hipertensão portal com base no estudo anatômico da drenagem venosa e anastomoses envolvidas no processo, com foco na formação das varizes esofágicas. Caracterizar e descrever os achados por imagem encontrados nas hepatopatias crônicas, notadamente na cirrose hepática, diferenciando os achados de uma fase aguda X crônica, bem como das possíveis complicações (ascite, hipertensão portal, varizes esofágicas, trombose da veia porta, Síndrome de Budd Chiari). 92 ABBAS, A. K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases patológicas das doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. DANGELO, J. G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 93 Aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos do orlistate Medicina Laboratorial Caso de aplicação: T. R, 45 anos, sexo masculino. Foi até a UBS para consultas de rotina. Na anamnese relatou que se sente bem, apesar da dieta rica em lipídeos e de consumir bebidas alcoólicas com frequência. Foi solicitado uma série de exames. No retorno, T.R. foi informado de que esteva com esteatose hepática e que precisaria rever seus hábitos de vida, para que este quadro pudesse regredir. O paciente perguntou se poderia utilizar algum medicamento que continha orlistate para tentar reverter o quadro de esteatose, a médica informou que o medicamento poderia auxiliar, mas que os hábitos de vida deveriam ser revistos. A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão: 1) Qual o mecanismo de ação do orlistate? 2) De que maneira o orlistate poderia contribuir para auxiliar no tratamento relatado no caso? 3) Quais efeitos adversos poderiam surgir após o uso da substância relatada no caso? ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 94 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7. ed. Brasília, 2010. BRUNTON, Laurence L., HILAL-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. REFERÊNCIAS 95 SP 3.4 - Falta tempo...! Laboratório de Práticas Morfofuncional ROTEIRO PARA ESTUDO Anatomia do estômago: • Cárdia. • Fundo gástrico. • Corpo gástrico. • Parte pilórica. • Piloro. • Curvatura gástrica maior. • Curvatura gástrica menor. • Pregas gástricas. Histolgia do estômago: • Camada mucosa. https://www.ulife.com.br/inspirali 96 Anatomia do duodeno: • Parte superior. • Parte descendente. • Parte horizontal. • Parte ascendente. • Papila maior do duodeno (papila duodenal maior). • Flexura duodenojejunal. Histologia do duodeno: • Camada mucosa. Caracterizar bolsa omental, forame omental e omento menor. Descrever o mecanismo de defesa das mucosas do trato digestório, identificando quais agentes podem levar a proteção ou ataque da mucosa. Relacionar esses mecanismos de defesa com a histologia do órgão. Relacionar o efeito do estresse na mucosa gástrica e duodenal, com o aparecimento de úlceras. Descrever o papel do H. Pylori na instalação da úlcera péptica. Descrever as características morfológicas da úlcera péptica. Reconhecer no RX contrastado (EED) os aspectos característicos das úlceras gástricas e duodenais. 97 ABBAS, A. K.; KUMAR, V.; ASTER, J. C. Robbins & Cotran patologia: bases patológicas das doenças. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. DANGELO, J. G., FATTINI, C. A. Anatomia sistêmica e segmentar: para o estudante de medicina. São Paulo: Atheneu, 2004. MOORE, K. L., DALLEY, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. SOBOTTA, Johannes; PUTZ, Reinhard; PABST, Reinhard. Atlas de anatomia humana. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. SCHUNKE, M., SCHULTE, E., SCHUMACHER, U. Prometheus, atlas de anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. REFERÊNCIAS 98 Aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos fármacos inibidores da bomba de prótons. Medicina Laboratorial Caso de aplicação: T. M., 32 anos, sexo feminino procurou atendimento médico com queixa de dor em queimação na região epigástrica, que piora quando se deita após alimentação. Procurou um especialista que, por intermédio de uma endoscopia digestiva alta, diagnosticou gastrite. Foi prescrito omeprazol para o tratamento. A partir do caso clínico, responda as questões disparadoras da discussão: 1) Como atuam os fármacos inibidores da bomba de prótons? 2) Quais efeitos adversos estes fármacos podem causar? 3) Quais os principais representantes deste classe de fármacos? ROTEIRO PARA ATIVIDADE NO LABORATÓRIO https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 99 MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7. ed. Brasília, 2010. BRUNTON, Laurence L., HILAl-DANDAN, Randa, KNOLLMANN, Björn C. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman e Gilman. 13. ed. Porto Alegre: Artmed, 2019. REFERÊNCIAS 100 Agenda para TBL TBL TEMA 1 2 3 4 TBLs produzidos e publicados no U-Life https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 101