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AVICULTURA PROFESSORA: SHEILA KREUTZFELD DE FARIAS ABATE E INSPEÇÃO INTRODUÇÃO • Proteger a saúde humana; dar suporte a produção no serviço da defesa sanitária; • Promover educação sanitária de forma abrangente e contínua. ObjetivoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO • Controlar a transmissão de DTAs (zoonoses), eliminar fontes de contaminação, garantindo a higiene em toda a cadeia produtiva. ImportânciaINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO FLUXOGRAMA DE ABATEINSPEÇÃO DE AVES GRANJA RECEPÇÃ O ÁREA SUJA ÁREA LIMPA Dieta hídrica Jejum Apanha FRIGORÍFICO INSPEÇÃO Banho de aspersãoRepouso Pendura Insensibilização Sangria Escaldagem Depenagem Lavagem Evisceração INSPEÇÃO Lavagem Pré- resfriamento Resfriamento Gotejamento Embalagem Expedição INTRODUÇÃO DIETA HÍDRICA E JEJUM • Evitar contaminação carcaça; • 8 a 12 horas antes do abate; APANHA: • Pessoal treinado; • Máximo 10 animais/engradado. GranjaINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO VEÍCULO TRANSPORTADOR • Higienização do veículo e engradados em local próprio e separado, com água sob pressão e desinfetante (amônia quaternária), antes e após desembarque das aves. GranjaINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO • Realizar o transporte nas horas mais amenas do dia, preferencialmente, no início da manhã ou no final da tarde; • Fator de estresse para as aves. TransporteINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO REPOUSO E BANHO DE ASPERSÃO: • Repouso 2 horas antes do abate em plataforma coberta; • Banho de aspersão redução estresse calórico; • Bem estar animal, sangria eficiente e qualidade final. RecepçãoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO INSPEÇÃO ANTE-MORTEM • Impedir entrada de animais sujos ou com patologias; • Feita exclusivamente pelo Médico Veterinário; • Avaliar sanidade do lote, atestado sanitário, GTA e nota fiscal; • Palpação papo das aves - jejum; • Cianose das cristas, diarreia, desnutrição, sinais neurológicos, prostração, entre outros. • Necrópsia. InspeçãoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO • Visar a qualidade e bem estar das aves, sem causar estresse excessivo. DescarregamentoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO • Profissionais treinados; • Evitar traumatismos de asas e coxas; • Fluxo de sangue para a cabeça, facilitando a sangria; • Caixas para higienização em local adequado. PenduraINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO • Abate humanitário e bem estar animal; • Facilidade sangria; • Eletronarcose; • Voltagem e amperagem monitoradas. InsensibilizaçãoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO • Deve ser feito no máximo em 12 segundos após insensibilização; • Duração de no mínimo 3 minutos; • Corte artéria carótida e veias jugulares. SangriaINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO SangriaINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO • Imersão em água a 60°C; • Duração de 1min/30 por ave; • Troca de água a cada 8 horas ou de acordo com a inspeção sanitária; • Fonte de contaminação. EscaldagemINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO • Imediatamente após a escaldagem; • Evitar pressão excessiva, para não haver ruptura da pele; • Transporte das penas através de calhas com água corrente; • Toalete manual. DepenagemINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO Escaldagem e depenagemINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO DepenagemINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO Área suja após depenagemINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO Passagem área suja para área limpaINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO • Lavagem; • Oclusão cloaca; • Abertura abdômen; • Separação vísceras; • Extração pulmões; • Eventração; • Toalete (papo, esôfago e traqueia). EvisceraçãoINSPEÇÃO DE AVES INSPEÇÃO INTRODUÇÃO EvisceraçãoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO EvisceraçãoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO EvisceraçãoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO EvisceraçãoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO REALIZADA EM 3 LINHAS: • Linha A:exame interno da carcaça. Observar a cavidade torácica e abdominal; pulmões, sacos aéreos, rins e órgãos sexuais, para detecção de patologias ou alterações. Inspeção post-mortemINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO REALIZADA EM 3 LINHAS: • Linha B:exame de vísceras. Observar baço, fígado, moela, coração, intestino e vesícula biliar. Palpar órgãos, odor, coloração, forma, tamanho e consistência. Conjunto sanitário esterilizado a 85°C Inspeção post-mortemINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO REALIZADA EM 3 LINHAS: • Linha C:exame externo da carcaça, remoção de partes fraturadas, com hematoma, abscessos localizados ou outras alterações. Caixas vermelhas para partes condenadas e brancas para partes com aproveitamento parcial. Inspeção post-mortemINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO • A carcaça é imersa em água hiperclorada a 16°C, seguido por resfriamento com água até 4°C, para que a carcaça esteja em torno de 7°C. • Miúdos resfriados a 4°C; • Gotejamento: máximo de 8% de absorção de água. Pré-resfriamento e resfriamentoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO • Frango refrigerado: - 1°C a 4°C; • Frango congelado: - 12°C. • Expedição em plataforma coberta, veículo isotérmico ou com unidade formadora de frio acoplada. Embalagem e expediçãoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO • Sangria deficiente: pele muito vermelha (condenação total se for área extensa, ou condenação parcial); • Escaldagem excessiva: carne com aspecto de “cozida”, dura. Condenação total ou parcial, de acordo com a extensão; • Contaminação: ruptura de intestino ou vesícula biliar, condenação total ou parcial, de acordo com a extensão. Critério de julgamento e destinoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO CAUSAS MAIS FREQUENTES DE CONDENAÇÃO EM AVES: • Contusão, fraturas e hematomas – condenação parte afetada. Critério de julgamento e destinoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO CAUSAS MAIS FREQUENTES DE CONDENAÇÃO EM AVES: • Caquexia, subnutrido – condenação total. Critério de julgamento e destinoINSPEÇÃO DE AVES INTRODUÇÃO PRINCIPAIS MICRORGANISMOS NA CARNE DE AVES • Deteriorantes: Pseudomonas e Achromobacter. • Patogênicas: Samonella spp., Campylobacter jejuni, Listeria monocytogenes, Escherichia coli, Staphilococcus aureus. Microbiologia da carneINSPEÇÃO DE AVES OBRIGADA