A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
11 pág.
Resumo de Visão - fonte Purves - Biofísica

Pré-visualização | Página 4 de 4

para decréscimos na luminância. 
- Quantidades iguais 
- Há indícios que informações sobre aumentos ou decréscimos na luminância é levada 
separadamente para o encéfalo por axônios desses dois tipos de cels ganglionares da retina. 
- Cels ganglionares se adaptam rapidamente a mudanças na luminância, então sua taxa de 
disparos “de repouso” sob iluminação constante é baixa. Um aumento na taxa de disparos 
acima dos níveis de repouso serve como um sinal confiável, mas um decréscimo na taxa de 
disparo a partir da uma tava inicialmente baixa não é. Assim, alterações na luminância 
sinalizadas por 2 classes de cels adaptáveis fornecem informações sem ambiguidade a respeito 
de aumentos ou decréscimos na luminância. 
 Contribuição dos circuitos da retina à adaptação à luz 
Além de tornar as cels ganglionares particularmente sensíveis à fronteira claro-escuro na cena 
visual, os mecanismos centro-periferia contribuem de forma significativa para o processo de 
adaptação à luz. 
A taxa de disparo não é a medida absoluta da intensidade da luz, mas sinaliza a diferença no 
nível de iluminação de fundo. 
Mudanças no potencial de membrana das cels horizontais que estabelecem sinapses com os 
terminais do fotorreceptor são relativamente pequenas, e a resposta do fotorreceptor à luz é 
determinada principalmente por sua cascata de fototransdução. 
 Via de processamento 
Nervos ópticos  quiasma óptico  metade das cels vai para o mesmo lado e metade vai pra 
outro (em humanos). Proporção depende da binoculização da espécie.  Tálamo  Córtex 
visual primário.