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Drenagem de Rodovias 119 
MT/DNIT/DPP/IPR 
Figura 29 - Profundidade critica para bueiros circulares metálicos corrugados 
 
 
 
Manual de Drenagem de Rodovias 120 
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Figura 30 - Profundidade critica tubulação oval de concreto de eixo longo horizontal 
 
 
Manual de Drenagem de Rodovias 121 
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Figura 31 - Profundidade critica tubulação oval de concreto de eixo longo vertical 
 
Manual de Drenagem de Rodovias 122 
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Figura 32 - Profundidade critica para bueiro lenticular em aço corrugado 
 
Manual de Drenagem de Rodovias 123 
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2.1.4 CURVAS DE COMPORTAMENTO 
Quando os projetos dos bueiros não exigem grande rigor no dimensionamento, este pode 
ser feito mais rapidamente apoiado nas "curvas de comportamento". 
Estas curvas são aplicáveis, dentro de certos limites de alturas de represamento (HW) e 
de descargas, para cada comprimento e tipo de bueiro. 
As curvas da Fig. 33 foram traçadas para um bueiro de 1,20 m de diâmetro e 60 m de 
comprimento. Usualmente os gráficos são feitos para intervalos de comprimentos de 7,5 a 
15 m. Os traçados foram obtidos com emprego dos nomogramas constantes neste 
Capítulo. A primeira relação de valores, pelos nomogramas para Controle de Entrada,e a 
segunda, para Controle de Saída. 
Tabela 28 - Dados para curva de controle de entrada 
D
*HW ⎟⎠
⎞⎜⎝
⎛ /s3m*Q 1,2
D
WH
WH ×= 
0,15 0,59 0,61 
0,18 0,81 0,73 
0,21 1,04 0,85 
0,24 1,29 0,98 
0,27 1,57 1,10 
0,30 1,82 1,22 
0,34 2,07 1,34 
0,40 2,52 1,59 
0,46 2,86 1,83 
0,52 3,14 2,07 
0,61 3,53 2,44 
0,76 4,06 3,05 
0,91 4,62 3,66 
*Nom. 5 - Tubo com boca de montante saliente (3) 
Manual de Drenagem de Rodovias 124 
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Figura 33 - Curvas do comportamento hidráulico para bueiro circulares de chapa 
corrugada para processo não destrutivo com 1.2 m de diâmetro e boca de 
montante saliente 
 
Manual de Drenagem de Rodovias 125 
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Tabela 29 - Dados para as curvas de controle de saída 
Q dc 2
Dcd + H HW para vários Io 
(m3/s) 
Nom. 16 
(m) 
(m) 
Nom. 11 
(m) 
0% 0,5% 1% 1,5% 2,0% 
0,56 0,40 0,79 0,06* 0,85 - - - - 
1,12 0,58 0,91 0,24 1,16 0,85 0,55 0,24 - 
1,68 0,70 0,98 0,60 1,55 1,25 0,95 0,64 0,34 
2,24 0,82 1,04 1,01 2,04 1,74 1,43 1,13 0,82 
2,80 0,95 1,10 1,59 2,68 2,38 2,07 1,77 1,46 
3,36 1,01 1,10 2,29 3,38 3,08 2,77 2,47 2,16 
3,92 1,07 1,16 3,11 4,27 3,96 3,66 3,35 3,05 
4,48 1,13 1,16 4,15 5,30 5,00 4,69 4,39 4,08 
oILohHWH ×−+= onde, 2
Dcd
ch
+ 
*Nom. 11 - ou pela equação 2.02 
2.1.5 TABELAS DIVERSAS 
Coeficiente de perdas da entrada 
Coeficiente Ke para determinação de perda na entrada de uma estrutura, seja bueiro, seja 
um conduto, operando cheio ou parcialmente cheio, com controle de saída: 
Perda na entrada: 2g
2V
eKeH ×= 
Manual de Drenagem de Rodovias 126 
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Tabela 30 - Coeficientes de perda em entradas de estruturas: Ke 
TIPO DE ESTRUTURA E DE ENTRADA Coeficiente Ke 
Tubo de concreto 
Bolsa projetando-se para fora do aterro. 0,2 
Ponta projetando-se para fora do aterro. 0,5 
Muro de testa ou muro de testa com muros de ala - Final do tubo 
Em bolsa 0,2 
Em ponta 0,5 
Arredondado (R = 1/2 D) 0,2 
Final do tubo em bisel para adaptar -se à saia do aterro. 0,7 
Com seção terminal de entrada conformada com a saída do aterro. 0,5 
Bueiro metálico corrugado e Bueiro Celular de Concreto 
Projetando-se para fora do aterro (sem muro de testa). 0,9 
Muro de testa ou muro de testa com muros de ala e final do tubo em ângulo reto 0,5 
Final do tubo em bisel para adaptar -se à saia do aterro 
(somente para bueiros metálicos corrugados) 
0,7 
Seção terminal de entrada conformada com a saia do aterro 0,5 
Muro de testa paralelo ao aterro (sem muros de ala). 
Borda em ângulo reto - Bordas arredondadas (R = 1/12 D) 
0,5 
Muros de ala em ângulos entre 30° e 75° em relação ao bueiro 
Geratriz reta 0,4 
Geratriz arredondada 0,2 
Muros de ala em ângulo entre 10° e 20° em relação ao bueiro 
Geratriz reta 0,5 
Muros de Ala Paralelos 
Geratriz reta 0,2 
 
 
 
 
 
Manual de Drenagem de Rodovias 127 
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Tabela 31 - Velocidades máximas admissíveis para a água 
COBERTURA SUPERFICIAL Velocidade máxima m/s 
Grama comum firmemente implantada 1,50 – 1,80 
Tufos de grama com solo exposto 0,60 – 1,20 
Argila 0,80 – 1,30 
Argila coloidal 1,30 – 1,80 
Lodo 0,35 – 0,85 
Areia fina 0,30 – 0,40 
Areia média 0,35 – 0,45 
Cascalho fino 0,50 – 0,80 
Silte 0,70 – 1,20 
Alvenaria de tijolos 2,50 
Concreto de cimento portiand 4,50 
Aglomerados consistentes 2,00 
Revestimento betuminoso 3,00 – 4,00 
 
Tabela 32 - Valores dos coeficientes de rugosidade n para cursos d'água natural 
- Arroios Menores – 
Largura à superfície no estágio de inundação menor que 30,00m 
Cursos d'água em região plana 
Limpo,regular, cheio e de fundo regular 0,025 0,030 
Idem, mas com pedras e vegetação 0,030 0,035 
Limpo, sinuoso, algumas piscinas e bancos de areia 0,033 0,040 
Idem, alguma vegetação e pedras 0,035 0,045 
Alguma vegetação, plantas livres nas margens 0,040 0,048 
Alguma vegetação, plantas pesadas nas margens 0,050 0,070 
Correntes muito lentas, cheias de plantas e piscinas profundas 0,050 0,070 
Alguma vegetação, densos salgueiros nas margens 0,060 0,080 
Para árvores dentro do canal com ramos submersos no estágio alto todos os valores 
acima devem ser acrescidos de 0,01 0,02 
Para seção irregular, com charcos, meandros suaves, aumente os valores acima de 0,01 0,02 
Correntes montanhosas, sem vegetação no canal, margens íngremes, 
árvores e plantas ao longo das margens submersas no alto estágio 
Fundo de cascalho, seixo rolado e poucos matacões 0,040 0,050 
Fundo de seixos com grandes matacões 0,050 0,070 
Várzeas (adjacente ao curso d'água natural) 
Manual de Drenagem de Rodovias 128 
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Pasto sem arbustos: 
Capim baixo 0,025 0,030 
Capim alto 0,030 0,040 
Áreas cultivadas 
Semeadura 0,030 0,040 
Vegetação rasteira alinhada 0,035 0,045 
Vegetação rasteira não alinhada 0,040 0,050 
Mato cerrado,arbustos dispersos 0,050 0,070 
Arbustos pequenos e árvores 0,050 0,080 
Vegetação de média a densa 0,070 0,110 
Árvores de grande porte 
Salgueiros densos em verão 0,115 0,200 
Terra limpa com tocos de árvores (250 a 400 por Ha sem renovos) 0,040 0,050 
Idem, mas com grande crescimento de renovos 0,060 0,080 
Arvoredo denso, algumas árvores baixas, 
pouca vegetação rasteira, estágio caudaloso sob os ramos 
0,100 0,120 
Idem, mas com o estágio caudaloso atingindo os ramos 0,120 0,160 
 
Tabela 33 - Valores dos coeficientes de rugosidade n para cursos d'água natural 
- Arroios Maiores – 
Largura à superfície no estágio de inundação maior que 30,00m 
 ( O valor de n é menor que aqueles para arroios menores de características equivalentes 
 uma vez que as margens são relativamente menos influentes) 
Seção regular sem matacões ou arbustos 0,025 0,060 
Seção irregular e não trabalhada 0,035 0,100 
Tabela 34 - Valores dos coeficientes de rugosidade n 
Condutos 
Ferro Fundido 
Revestido 0,010 0,011 
Não revestido 0,011 0,014 
Metálico com corrugação de 68 x 13mm 0,019 0,021 
Metálico com corrugação de 76 x 25mm 0,021 0,025 
Metálico com corrugação de 152 x 51mm 0,024 0,028 
Bueiros para processo não destrutivo 0,024 0,028 
 
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Continuação da tabela 34 
Cimento 
Superfície acabada 0,010 0,013 
Argamassa 0,011 0,013 
Canais abertos revestidos 
Concreto, com superfície