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manual_drenagem_rodovias

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equivalente de pedra para “rip-rap”.............. 204 
Figura 82 Dissipador contínuo ao longo do aterro ..................................................... 205 
Figura 83 Bacia de contribuição da plataforma.......................................................... 206 
 
 
Figura 84 Parâmetro no escalonamento do talude .................................................... 207 
Figura 85 Escalonamento de aterro – altura máxima ................................................ 210 
Figura 86 Corta–rios .................................................................................................. 211 
Figura 87 Esquemas de drenos em muros de arrimo................................................ 216 
Figura 88 Camada drenante ...................................................................................... 224 
Figura 89 Camada drenante conectada a dreno profundo ........................................ 224 
Figura 90 Curvas para agregados de graduação ...................................................... 225 
Figura 91 Filtro separador ......................................................................................... 227 
Figura 92 Elementos para o dimensionamento da camada drenante........................ 229 
Figura 93 Nomograma para determinação da seção de vazão ................................. 233 
Figura 94 Comportamento da água drenada nos pavimentos................................... 235 
Figura 95 Elementos de cálculo do dreno lateral da base ......................................... 236 
Figura 96 Área de vazão máxima (I = L) ................................................................... 237 
Figura 97 Área de vazão máxima (I < L).................................................................... 238 
Figura 98 Seções de drenos profundos..................................................................... 250 
Figura 99 Curvas granulométricas............................................................................. 251 
Figura 100 Rebaixamento do lençol freático................................................................ 255 
Figura 101 Perfil dos lençóis freáticos rebaixados....................................................... 258 
Figura 102 Drenos em espinha de peixe ..................................................................... 262 
Figura 103 Elementos de um dreno sub-horizontal ..................................................... 266 
Figura 104 Dreno sub-horizontal com controle na saída ............................................ 266 
Figura 105 Ábacos para dimensionamento de drenos sub-horizontais (Adup Kenny - 
ETAL, 1977) .............................................................................................. 267 
Figura 106 Ábacos para dimensionamento de drenos sub-horizontais (Adup Kenny - 
ETAL, 1997) .............................................................................................. 268 
Figura 107 Modelo de espaçamento de drenos verticais de areia............................... 273 
Figura 108 Bocas de lobo............................................................................................ 283 
Figura 109 Capacidade de esgotamento das bocas-de-lobo simples em pontos baixos 
das sarjetas ............................................................................................... 286 
Figura 110 Seção na entrada da boca-de-lobo............................................................ 288 
Figura 111 Capacidade de esgotamento das bocas-de-lobo simples em pontos 
intermediários das sarjetas........................................................................ 288 
Figura 112 Capacidade de esgotamento das grelhas localizadas em pontos baixos das 
sarjetas ..................................................................................................... 290 
 
 
Figura 113 Capacidade de esgotamento das grelhas localizadas em pontos baixos das 
sarjetas ..................................................................................................... 292 
Figura 114 Esquema geral de grelha .......................................................................... 293 
Figura 115 Coeficiente de distribuição (n) – Àbaco de Caquot ................................... 307 
Figura 116 Coeficiente de deflúvio f ............................................................................ 308 
Figura 117 Capacidade de escoamento dos condutos circulares operando em regime 
livre a plena seção..................................................................................... 309 
Figura 118 Tipos básicos de ensaios de tração para geotexteis ................................. 318 
Figura 119 Mecanismo de filtração.............................................................................. 322 
Figura 120 Ábaco para escolha do fator “C” ................................................................ 326 
Figura 121 Composição granulométrica ...................................................................... 327 
 
 
LISTA DE TABELAS 
Tabela 1 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros tubulares de concreto 
trabalhando como canal (ec = d) ............................................................... 51 
Tabela 2 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros celulares de concreto 
trabalhando como canal (ec = d) ............................................................... 52 
Tabela 3 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros circulares metálicos 
trabalhando como canal (ec = d) ............................................................... 53 
Tabela 4 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros circulares metálicos 
corrugados trabalhando como canal (ec = d) ............................................ 54 
Tabela 5 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros circulares metálicos 
corrugados trabalhando como canal (ec = d) ............................................ 55 
Tabela 6 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros circulares metálicos 
corrugados trabalhando como canal (ec = d) ............................................ 56 
Tabela 7 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros circulares metálicos 
corrugados trabalhando como canal (ec = d) ............................................ 56 
Tabela 8 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros circulares metálicos 
corrugados trabalhando como canal (ec = d) ............................................ 57 
Tabela 9 Vazão, velocidade e declividade crítica para bueiros circulares metálicos 
corrugados trabalhando como canal (ec = d) ............................................ 58 
Tabela 10 Vazão, velocidade e declividade crítica para bueiros circulares metálicos 
corrugados trabalhando como canal (ec = d) ............................................ 59 
Tabela 11 Vazão, velocidade e declividade crítica para bueiros circulares metálicos 
corrugados trabalhando como canal (ec = d) ............................................ 60 
Tabela 12 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros lenticulares metálicos 
corrugados trabalhando como canal (ec = d) ............................................ 61 
Tabela 13 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros lenticulares metálicos 
corrugados trabalhando como canal (ec = d) ............................................ 62 
Tabela 14 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros lenticulares metálicos 
corrugados trabalhando como canal (ec = d) ............................................ 63 
Tabela 15 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros elípticos metálicos 
corrugados trabalhando como canal (ec = d) ............................................ 64 
Tabela 16 Vazão, velocidade e declividade crítica de bueiros elípticos metálicos 
corrugados trabalhando