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Projeto estrutural de edificios - José Samuel Giongo

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B.Z. Pieces longues en voiles minces. Paris, Eyrolles, 1962. 
 
2. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 1259:1989: Projeto e 
execução de argamassa armada. Rio de Janeiro, 1989. 
 
3. FUSCO, P.B. Estruturas de concreto: fundamentos do projeto estrutural. São Paulo. 
MCGraw-Hill/Editora da Universidade de São Paulo, 1976. 
 
4. ANDRADE, J.R.L. Estruturas correntes de concreto armado: 1a. parte. São Carlos, 
EESC-USP, 1982. 
 
5. HANAI, J.B. Construções de argamassa armada: fundamentos tecnológicos para 
projeto e execução. São Paulo, Pini, 1992. 
 
6. MacGREGOR, J.G. Reinforced concrete: mechanics and design. 2.ed. Englewood 
Cliffs, Prentice-Hall, 1992. 
 
7. LAJOTEC INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ARTEFATOS DE CIMENTO. Pré-lajes, 
São Carlos, SP, (Catálogo técnico) 
 
8. LAJES PAOLI CONSTRUTORA INDUSTRIAL. Catálogo técnico. São Paulo, SP. 
 
9. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA CONSTRUÇÃO INDUSTRIALIZADA. Manual 
técnico de pré-fabricados de concreto. São Paulo, ABCI/Projeto, 1987. 
 
10.FIGUEIREDO FILHO, J.R. Sistemas estruturais de lajes sem vigas: subsídios para 
o projeto e execução. São Carlos, 1989. Tese (Doutorado) - Escola de Engenharia 
de São Carlos , Universidade de São Paulo. 
 
11.ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 2003:2003 Projeto de 
estruturas de concreto. Rio de Janeiro, 2003. 
 
José Samuel Giongo – USP – EESC – SET – Concreto armado: projeto estrutural de edifícios – Setembro de 2006 31
12.PROENÇA, S.P.B. Notas de aulas sobre cascas. São Carlos, EESC-USP, 1966. 
 
13.LEONHARDT, F.; MONNIG, E. Construções de concreto: princípios básicos sobre a 
armação de estruturas de concreto armado. Rio de janeiro, Interciência, 1978. v.3. 
 
14.CORRÊA, M.R.S. Aperfeiçoamento de modelos usualmente empregados no projeto 
de sistemas estruturais de edifícios. São Carlos, 1991. Tese (Doutorado) - Escola de 
Engenharia de São Carlos de São Carlos, Universidade de São Paulo. 
 
15.LIN, T.Y.; STOTESBURY, S.D. Structural concepts and systems for architects and 
engineers. New York, John Wiley & Sons. 1981. 
 
16.TARANATH, B.S. Structural analysis and design of tall buildings. New York, 
McGraw-Hill, 1988. 
 
17.AÇOMINAS. Edifícios de andares múltiplos. Belo Horizonte, 1979. (Coletânea 
Técnica do Uso do Aço, v.1). 
 
18.MARGARIDO, A.F., Arranjos estruturais dos edifícios em aço. In: SEMINÁRIO 
SOBRE OS EDIFÍCIOS DE ESTRUTURAS METÁLICAS. São Paulo, 26-27 jun. 
1986. Anais. São Paulo, EPUSP, 1986. p.39-70. 
 
19.ENGEL, H. Sistemas estruturais. São Paulo, Hemus, 1981. 
 
20.MASCARÓ, J.L. O custo das decisões arquitetônicas. São Paulo, Nobel, 1985. 
 
21.CONSTRUÇÃO SÃO PAULO, Pini, fevereiro, 1994. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
José Samuel Giongo – USP – EESC – SET – Concreto armado: projeto estrutural de edifícios – Setembro de 2006 33
2. AÇÕES A CONSIDERAR NOS PROJETOS DE EDIFÍCIOS 
 
 
2.1 INTRODUÇÃO 
 
2.1.1 GENERALIDADES 
 
 A NBR 8681:2002, define ações como sendo as causas que provocam o 
aparecimento de esforços solicitantes ou deformações nas estruturas. Diz ainda que, 
do ponto de vista prático, as forças e as deformações impostas pelas ações são 
consideradas como se fossem as próprias ações. É corrente a designação de ações 
indiretas para as deformações impostas e de ações diretas para as forças. 
 O EUROCODE 2[1989] define ações como sendo forças ou cargas aplicadas 
nas estruturas, podendo ser diretas, por exemplo, o peso próprio da estrutura ou 
indiretas, por exemplo, as deformações em virtude do efeito de variação de 
temperatura, recalques de apoios, retração. 
 A NBR 6118:2003 indica que na análise estrutural deve ser considerada a 
influência de todas as ações que possam produzir efeitos significativos para a 
segurança da estrutura em exame, levando-se em conta os possíveis estados limites 
últimos e os de serviço. 
 De acordo com a NBR 8681:2003, as ações que atuam nas estruturas podem 
ser subdivididas em: ações permanentes, ações variáveis, ações excepcionais e 
cargas acidentais. 
 
2.1.2 AÇÕES PERMANENTES 
 
 As ações permanentes são aquelas que ocorrem nas estruturas com valores 
constantes ou de pequena variação em torno de sua média, durante praticamente toda 
a vida da construção. As ações permanentes podem ser diretas ou indiretas. 
 
2.1.2.1 Ações permanentes diretas 
 
 As ações permanentes diretas são assim consideradas aquelas oriundas dos 
pesos próprios dos elementos da construção, incluindo-se o peso próprio da estrutura e 
de todos os elementos construtivos permanentes, os pesos dos equipamentos fixos e 
os empuxos relativos ao peso próprio de terras não removíveis e de outras ações 
permanentes sobre a estrutura aplicadas. 
 Em casos particulares, por exemplo, reservatórios e piscinas, os empuxos 
hidrostáticos também podem ser considerados permanentes. 
 Entre as ações permanentes diretas, no caso de estruturas de edifícios, podem 
ser incluídos os pesos próprios dos elementos de concreto armado, os pesos próprios 
dos pisos e revestimentos e das paredes divisórias que podem ser em alvenaria de 
tijolos. 
 
2.1.2.2 Ações permanentes indiretas 
 
 Nos casos de estruturas de concreto as ações permanentes indiretas podem ser 
consideradas como as forças de protensão em peças de concreto protendido, os 
recalques de apoio por causa de deslocamentos dos elementos estruturais que servem 
de apoio ou por recalques do solo e retração dos materiais. A retração é uma ação 
importante no caso de elementos estruturais protendidos ou de pequena espessura. 
 
 
Capítulo 2 - Ações a considerar nos projetos de edifícios 34
2.1.3 AÇÕES VARIÁVEIS 
 
 São as que ocorrem nas estruturas com valores que apresentam variações 
significativas em torno de sua média, durante a vida da construção. São as ações de 
uso das construções (pessoas, móveis, materiais diversos, veículos), bem como seus 
efeitos (forças de frenação, de impacto e centrífugas), efeitos do vento, das variações 
de temperatura, do atrito nos aparelhos de apoio e das pressões hidrostáticas e 
hidrodinâmicas. 
 Em função de sua probabilidade de ocorrência durante a vida da construção, as 
ações variáveis são classificadas em normais ou especiais. 
 
2.1.3.1 Ações variáveis normais 
 
 São aquelas com probabilidade de ocorrência suficientemente grande para que 
sejam obrigatoriamente consideradas no projeto estrutural. 
 Neste caso se incluem as ações variáveis normais, também chamadas cargas 
acidentais, que atuam nas estruturas dos edifícios, mais precisamente sobre as lajes 
dos pavimentos que são relativas ao uso por pessoas que a utilizam, mobiliário, 
veículos, bibliotecas, etc. 
 
2.1.3.2 Ações variáveis especiais 
 
 São consideradas ações variáveis especiais as ações sísmicas ou cargas 
acidentais de intensidade especiais. 
 Como cargas acidentais especiais podem ser citadas como exemplos aquelas 
constituídas por caminhões preparados para transporte de componentes de turbinas 
para usinas hidrelétricas. As pontes e viadutos das estradas de tráfego normal são 
projetadas para os veículos - tipos especificados nas normas brasileiras. Nos casos 
daquele tipo de transporte os projetos das pontes devem ser revistos, antes de se 
autorizar a viagem e, se for o caso, as estruturas precisam ser reforçadas. O conjunto 
das ações em um elemento estrutural de ponte é chamado de trem-tipo. 
 
2.1.4 AÇÕES EXCEPCIONAIS 
 
 São aquelas que têm duração extremamente curta e muito baixa probabilidade 
de ocorrência durante a vida da construção, mas que precisam ser consideradas nos 
projetos de determinadas estruturas. 
 São as ações decorrentes