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MATERIAL DE ESTUDO PARA A V2

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SERÁ DE CRIME OMISSIVO PRÓPRIO OU ENTÃO A NORMA
MANDAMENTAL ESTARÁ PREVISTA DE FORMA GENERICA ESTABELECENDO 
A FIGURA DO GARANTIDOR ART 13º § 2º CP .
E AI A HIPOTESE É DE CRIME OMISSIVO IMPROPRIO OU COMISSIVO POR OMISSÃO.
O GARANTIDOR TEM O DEVER DE AGIR PARA IMPEDIR O RESULTADO ,
RESPONDENDO POR ESTE COMO SE TIVESSE DADO CAUSA A ESTE
CONDUTA DOLOSA E CONDUTA CULPOSA - DOLOSA EU QUERO
DOLO – CONDUTA DOLOSA ESTA PREVISTA NO ART 18 § 1º DO CP – 
2 ELEMENTOS IMPORTANTES NO DOLO
CONCIENCIA E VONTADE DE PRATICAR O CRIME E DOLO DIRETO – DOLO EVENTUAL
-DOLO DIRETO – QUER O RESULTADO – COM VONTADE COM CONCIENCIA
-DOLO EVENTUAL – PREVER O RESULTADO SEM SE IMPORTAR COM ELE ,NÃO SE IMPORTA
C/ O RESULTADO DE SUAS AÇÕES
IMPRUDENTE – IMPERITO – IMPERICIA – NEGLIGENTE ( DEVERES DE CUIDADO)
CUNDUTA CULPOSA – ART 18 § 2º CP - O AGENTE DA CAUSA A UM RESULTADO
NÃO DESEJADO ,OU ASSUMIDO POR INOBSERVANCIA DE UM DEVER DE CUIDADO
A CULPA TEM 6 ELEMENTOS
1)-CONDUTA – ATO HUMANO VOLUNTÁRIO
2)-INOBSERVAR DEVER DE CUIDADO
NÃO OBSERVAR REGRAS DE OFÍCIO – IMPERICIA –DIRIGIR SEM HABILITAÇÃO 
FAZER O QUE NÃO DEVERIA – IMPRUDENTE – DESCUMPRIR FAZENDO DEIXO DE TOMAR CUIDADO
NEGLIGENTE –FALTA DE CAULTELA 
3)-RESULTADO .NÃO EXISTE CRIME CULPOSO SE NÃO ACONTECER NECESSARIAMENTE
UM RESULTADO NATURALISTICO ,OU SEJA UMA EFETIVA TANSFORMAÇÃO NO MUNDO 
4)-NEXO DE CAUSALIDADE = NEXO CAUSAL – DEVE HAVER UM VINCULO DIRETO ENTRE 
A CONDUTA QUE INOBSERVA O DEVER DE CUIDADO E O RESULTADO
5)-PREVISIBILIDADE – O AGENTE RESPONDE CULPOSAMENTE ,JUSTAMENTE PORQUE DEU 
CAUSA A UM RESULTADO QUE LHE ERA PREVISIVEL E POR NÃO OBSERVAR O DEVER DE
CUIDADO , NÃO PREVIU 
OS EVENTOS IMPREVISIVEIS E INEVITÁVEIS NÃO PODEM SER ATRIBUIDOS AO AGENTE
6)-TIPICIDADE ART 18 parágrafo I ART 19 – O CRIME CULPOSO TEM QUE ESTAR 
PREVISTO DE FORMA EXPRESSA SE NÃO ,NÃO RESPONDE PELO CRIME
DOLO EVENTUAL X CULPA CONCIENTE ART 44º CP - 
Tanto o dolo eventual quanto na culpa conciente há a previsão 
do resultado,a diferença é que no dolo eventual ,o agente prossegue 
com sua conduta não se importando com o resultado ,assumindo 
o risco de sua ocorrencia.
já na culpa conciente o agente prossegue com sua conduta ,
pois acredita sinseramente que o resultado não ocorrerá ,apesar 
de sua previsão
questão controversa é o caso da embriaguez ao volante,
conforme decisão do stf ,tal hipótese não deve ser encarada 
necessariamente como dolo eventual
resultado e nexo de causalidade – quando se fala em resultado 
temos que lembrar das 2 espécies
a)resultado naturalistico ou material
b)resultado normativo ou jurídico
a)resultado naturalistico ou material – ocorre quando da
conduta resulta uma alteração física no mundo dos fatos
b)resultado normativo ou jurídico – ocorre quando da conduta 
resultar lesão ou perigo de lesão ao bem jurídico.
nem todos os crimes tem resultado naturalistico ,mas todos os 
crimes tem resultado jurídico ,porque não existe crime sem lesão 
ou perigo de lesão a um bem jurídico protegido
fato típico
1)conduta – dolosa – culposa
2)resultado
3)nexo de casualidade – nexo causal ( conduta – resultado ) 
(causa – efeito) art 13º cp
nexo causal é o vínculo entre conduta e resultado – 
o estudo da causalidade busca concluir se o resultado 
ocorreu da ação e pode se atribuir aquele agente
#art 13º cp – adotou a teoria da equivalencia dos antecedentes 
causais ,entendendo como causa ,toda ação ou omissão sem a qual o 
resultado não teria ocorrido- essa teoria também é conhecida com o nome de
condicio sine qua non = teoria da equivalencia
#para saber qual foi / foram o /os comportamento determinante 
do resultado ,a teoria supra mencionada acima ,sozinha não responde ,
sendo necessário evocar o processo de eliminação hipotético de thiren
(processo de leiminação hipotético dos antecedentes causais) – 
tal teoria consiste em no campo mental e da suposição o aplicável 
deve proceder ELIMINAÇÃO DA CONDUTA PARA CONCLUIR PELA PERSISTÊNCIA 
OU DESAPARECIMENTO DO RESULTADO
PERSISITINDO NÃO É CAUSA - NÃO PERSISTINDO ,DESAPARECENDO É CAUSA.
A TEORIA DO condicio sine qua non EM TESE PERMITE UM REGRESSO 
AO INFINITO ,ATRIBUINDO CAUSA A TODA AÇÃO OU OMISSÃO ,
SEM A QUAL O RESULTADO NÃO TERIA OCORRIDO – PARA EVITAR UM
 REGRESSO AO INFINITO ,DEVE-SE FAZER A ANÁLISE COM O DOLO OU A 
CULPA DE FORMA A RESPONSABILISAR CRIMINALMENTE APENAS QUEM AGIU 
COM UMA CONDUTA DOLOSA OU CULPOSA.
-CONCAUSAS – A EXPRESSÃO com=VÁRIOS ,MESMO TEMPO ,SIGNIFICA UMA
PLURALIDADE DE CAUSAS CONCORRENDO PARA O MESMO EVENTO- QUANDO 
HOUVER UMA PLURALIDADE DE CAUSAS CONCORRENDO PARA O MESMO EVENTO ,
DEVE-SE DESCOBRIR QUAL FOI A DETERMINANTE DAQUELE EVENTO
ANTECENDENTES = ANTES
CONCOMITANTES = DURANTE O MESMO TEMPO
SUPERVENIENTES =VEM DEPOIS
as concausas podem ser absolutamente independentes ou
relativamente independentes
nas primeiras a causa efetiva do resultado não se origina direta ou 
indiretamente da causa concorrente
veneno – disparo
na relativamente dependente ou independente – a causa efetiva do 
resultado origina-se direta ou indiretamente da causa concorrente – 
disparo de arma e ambulancia
-concausas absolutamente independentes
-concausas relativamente independentes
1)as concausas podem ser relativamente independentes – 
pré existentes – concomitantes ou supervenientes
a)pré-existentes – ocorre quando a causa determinante do evento
é anterior a causa concorrente
b)concomitante – ocorre quando a causa determinante do evento 
é simultânea a causa concorrente
c)superveniente – ocorre quando a causa determinante do evento 
é posterior a causa concorrente
INTER-CRIMIS - ITINERÁRIO PERCORRIDO PELO CRIME - O DIREITO PENAL SO PUNE
POR ATOS - PENSAR NÃO É CRIME
1)COGITAÇÃO – NÃO RESPONDE POR NADA
2)PREPARAÇÃO – ATOS PREPARATÓRIOS – COMPRA DA ARMA – NÃO RESPONDE POR NADA
3)EXECUÇÃO – INICIA - OU FICA NO MEIO DO CAMINHO OU CONSUMA
4) CONSUMAÇÃO ART 14º CP RESPONDE PELO CRIME
# PARA O DIREITO PENAL A CONDUTA ,SÓ PASSA A SER RELEVANTE APARTIR DO 1º ATO 
DA EXECUÇÃO . O ENTENDIMENTO QUE PREDOMINA ENTENDE QUE O INICIO DA EXECUÇÃO 
OCORRE NO EXATO INSTANTE QUE O AGENTE INICIA O VERBO – NÚCLEO PREVISTO NO TIPO PENAL
# INICIADA A EXECUÇÃO DO CRIME CASO O AGENTE CONSIGA CONCLUIR SUA AÇÃO – 
O CRIME ESTARÁ CONSUMADO ,ENTRETANTO É POSSIVEL QUE O AGENTE APÓS INICIADA 
A EXECUÇÃO NÃO ALCANCE a consumação.
a não consumação pode se dar por circunstancias alheias a vontade do agente 
ou pela própria vontade.
art 14º ii cp e art 15º cp
1) na tentativa eu quero mas não posso
2) na desistencia voluntária eu posso mas não quero
arrependimento eficaz ( consumado)
arrependimento posterior 
tipo e tipicidade
tipo penal – modelo de conduta incriminatória arT 121º - MATAR ALGUEM
TIPO É O QUE ESTA DESCRITO NO ARTIGO – PENA - SANSÃO
OS TIPOS PENAIS PODEM SER CLASSIFICADOS DE VÁRIAS FORMAS
QUANTO AO RESULTADO - E O TIPO PENAL PODE SER FORMAL OU MATERIAL 
CRIMES MATERIAS – CRIMES FORMAIS
-MATERIAIS – SÃO AQUELES QUE SO SE CONSUMAM NECESSARIAMENTE COM A 
OCORRENCIA DE UM RESULTADO NATURALISTICO ,OU SEJA UMA TRANSFORMAÇÃO NO 
MUNDO EXTERIOR
-FORMAIS – SÃO AQUELES QUE SE APERFEIÇOÃO OU SE CONSUMÃO ,INDEPENDENTE 
DE UM RESULTADO NATURALISTICO ,AINDA QUE EM TESE VENHA A OCORRER.
-CRIME MATERIAL HOMICIDIO – FURTO – LESÃO CORPORAL
-CRIME FORMAL – CORRUPÇÃO ATIVA - EXTORSÃO MEDIANTE SEQUESTRO
CRIMES INSTANTANEOS E PERMANENTES
-INSTANTANEO – HOMICIDIO – VENDER DROGAS – EXTUPRO
-PERMANENTES – SEQUESTRO – TER DROGA EM DEPÓSITO – CARCERE PRIVADO
RESULTADO MATERIALISTICO 
TIPO PENAL DO HOMICIDIO – MATAR ALGUEM
LESÃO CORPORAL – LESÃO AO CORPO
PEDIDO DE PROPINA É CRIME FORMAL
EXTORÇÃO MEDIANTE SEQUESTRO – CRIME FORMAL
OS CRIMES PODEM SER CLASSIFICADOS EM CRIME DE DANO E CRIME DE PERIGO
CRIME DE DANO – ACARRETA LESÃO AO BEM JURÍDICO
CRIME DE PERIGO – BASTA UM RISCO DE LESÃO 
- CRIME DE INCENDIO - CRIME DE PERIGO
- SOLTAR BALÃO - CRIME DE PERIGO
- DIRIGIR EMBRIAGADO - CRIME DE PERIGO
- DISPARO DE ARMA DE FOGO