Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

CONCEITOSCONCEITOS
PatologiaPatologia
É o ramo da ciência médica que estuda as alterações
morfológicas e fisiológicas dos estados de saúde.
Quando essas alterações não são compensadas
podemos dizer que um indivíduo está doente. 
• SAÚDE: Um estado de adaptação do organismo ao
ambiente físico, psíquico ou social em que vive, sentindo-
se bem e sem apresentar sinais ou sintomas. Difinição
OMS: “bem estar físico, mental e social do homem”.
• DOENÇA: Um processo que implica na ausência da
adaptação ao ambiente, psíquico ou social, no qual o
indivíduo sente- se mal e apresenta alterações orgânicas
visíveis. Neste caso, há uma alteração de forma e de
função não compensada de uma célula e de um órgão
de um indivíduo.
Apesar do significado, a Patologia não estuda todos os
aspectos das doenças, pois está mais voltada para a
análise das alterações que elas provocam em células,
tecidos e órgãos.
TIPOS DE PATOLOGIATIPOS DE PATOLOGIA
Quando o meio interno não está em equilíbrio, seja por
mudanças externas, seja por disfunções internas, ocorre
uma perturbação da homeostase, o que pode resultar
em doença. Caso a homeostase não seja restabelecida,
pode ocorrer a morte do indivíduo. 
Entre as variáveis que devem permanecer em equilíbrio
para que haja a homeostase, podemos destacar a
temperatura corpórea, o pH dos líquidos corporais, a
pressão arterial e a frequência cardíaca.
Para garantir a homeostase, o nosso organismo conta
com alguns recursos: o sistema nervoso e o sistema
endócrino. O sistema nervoso informa que algo de
errado está acontecendo no interior do corpo e produz
uma resposta a determinado estímulo. O sistema
endócrino, por sua vez, secreta mensageiros químicos.
Os mecanismos de controle da homeostase ocorrem
normalmente por processos de feedback negativo, ou
seja, processos que revertem a direção de uma
determinada mudança. Se a pressão arterial está alta,
por exemplo, diversas reações acontecem para que a
pressão caia. Por meio dessas alterações, é possível
controlar quando uma variável está em excesso ou
deficiente no organismo.
Patologia GERAL: Essa área volta-se para o estudo das
reações presentes em células e tecidos em decorrência
de uma doença. Nesse caso, o estudo analisa as reações
básicas, portanto, não realiza a análise das reações
específicas de um determinado tecido.
• Patologia SISTÊMICA ou Patologia ESPECIAL: Essa área é
voltada para o estudo das respostas específicas que
ocorrem em órgãos e tecidos em decorrência de uma
determinada doença (estuda as doenças específicas de
cada orgão).
HOMEOSTASEHOMEOSTASE
• Homeostase: pode ser definida como a habilidade de
manter o meio interno em um equilíbrio quase
constante, independentemente das alterações que
ocorram no ambiente externo.
• Meio interno: é definido como os fluidos que circulam
pelas nossas células, o chamado líquido intersticial.
Para manter a homeostasia, nosso meio interno deve
manter certos valores sem alterações. Isso é conseguido
graças a diversos processos fisiológicos que ocorrem de
maneira coordenada e que garantem o equilíbrio. 
Os processos de respiração, digestão e excreção
garantem, por exemplo, que o meio interno tenha
oxigênio e nutrientes necessários à célula e que
substâncias tóxicas que possam causar danos ao corpo
sejam retiradas do organismo.
AGRESSÃO E DEFESAAGRESSÃO E DEFESA
LIQUIDO INTERSTICIAL
Linfa é o nome dado ao líquido viscoso e transparente
derivado do fluído intersticial contido no interior do
sistema linfático. Esse líquido circula lentamente no
nosso organismo, uma vez que, diferentemente do
sistema cardiovascular, não conta com uma bomba que
garante o impulso necessário para a sua circulação.
Apresenta composição semelhante ao plasma sanguíneo,
porém possui menor quantidade de proteínas.
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-nervoso.htm
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-endocrinico.htm
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-endocrinico.htm
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-respiratorio.htm
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-digestivo.htm
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-excretor.htm
GLUCAGON: (células (α) alfa) é um polipeptídeo,
secretado pelas células das ilhotas de Langerhans,
composto por 29 aminoácidos, tendo como função
principal aumentar a concentração de glicose no sangue,
contrapondo-se aos efeitos da insulina.
INSULINA: ajuda no transporte do açúcar do sangue
para as células do corpo, onde será usado como energia.
Quando se tem diabetes, o corpo não produz insulina ou
não produz o suficiente, ou ainda a insulina produzida
não funciona adequadamente.
SOMATOSTATINA: é um hormônio protéico produzido
pelas células delta do pâncreas, em lugares
denominados Ilhotas de Langerhans. Intervém
indiretamente na regulagem da glicemia, e modula a
secreção da insulina e glucagon. A secreção da
somatostatina é regulada pelos altos níveis de glicose,
aminoácidos e de glucagon.
POLIPEPTÍDEO PANCREÁTICO (PP): é um hormônio
produzido por células das ilhotas pancreáticas diferentes
das que produzem insulina, glucagon e somatostatina.
Sua liberação está relacionada com jejum, ingestão de
refeição proteica, exercício e hipoglicemia. Este
hormônio tem utilidade como marcador de tumores de
ilhotas pancreáticas e de outras formas de adenomas
endócrinos múltiplos. Este polipeptídeo é liberado no
plasma durante o estimulo alimentar especialmente
proteínas e gorduras, seu papel fisiológico incluem entre
outros a inibição do estímulo gástrico e secreção
exócrina pancreática. As ações do PP são mediadas por
receptores específicos. O PP é também produzido por
tumores de atividade endócrina no pâncreas e trato
gastrointestinal. Estes tumores frequentemente
produzem vários peptídeos hormonais nas combinações
PP-VIP, PP-glucagon ou PP-gastrina.
A homeostase glicêmica é um estado metabólico
imprescindível para a sobrevivência do ser humano.
DIVISÕES DA PATOLOGIADIVISÕES DA PATOLOGIAHOMEOSTASE GLICÊMICA
A homeostase glicêmica tem como finalidade manter em
taxas ideais o açúcar (glicose) em circulação na corrente
sanguínea. O equilíbrio fisiológico do nível de glicose
sanguíneo é vital porque, quando frequentemente
alterada para baixo (hipoglicemia) ou para cima
(hiperglicemia), a glicemia poder interferir negativamente
no corpo como um todo.
Essa área volta-se para o estudo das reações presentes
em células e tecidos em decorrência de uma doença.
Nesse caso, o estudo analisa as reações básicas,
portanto, não realiza a análise das reações específicas.
Essa área é voltada para as respostas específicas que
ocorrem em órgãos e tecidos em decorrência de uma
determinada doença.
A Patologia Clínica, também chamada de Medicina
Laboratorial, é uma especialidade médica que se baseia
na análise de exames de laboratório clínico, como
exames de sangue, urina, fezes e outros materiais
biológicos. Nessa análise, visa-se quantificar a presença
de algumas substâncias, moléculas ou mesmo células
que se encontram de maneira anormal no material
analisado.
Essa especialidade permite identificar modificações no
funcionamento do corpo, o que pode ajudar na
prevenção, no diagnóstico e até no tratamento de uma
determinada doença. Entretanto, isso só é conseguido se
os exames apresentarem resultados confiáveis e a
análise de dados for feita de maneira criteriosa. O
médico especialista em Medicina Laboratorial é chamado
de patologista clínico.
A Anatomia Patológica é uma especialidade médica que
analisa as alterações causadas pelas doenças em
amostras de células e tecidos. Assim como na Patologia
Clínica, o estudo adequado das alterações permite
identificar doenças como o câncer e garante um
tratamento adequado.
Etiologia é o estudo da causa e origem de um evento.
Nas áreas da saúde e ciências biológicas, a busca pelos
agentes etiológicos de doenças influencia diretamente na
compreensão do ciclo de transmissão e, assim,
determinação de formas de evitar o contágio de
enfermidades.
É o momento da implantação e evolução da doença. Ou
seja, estudao modo como os agentes etiopatogênicos
agridem o organismo e como os sistemas de defesa
reagem, produzindo a doença.
PATOLOGIA GERAL
PATOLOGIA ESPECIAL OU SITÊMICA
PATOLOGIA CLÍNICA
ANATOMIA PATOLÓGICA
ETIOLOGIA
PATOGÊNESE
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sangue.htm
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/formacao-urina.htm
AGRESSÕES
ALTERAÇÕES
MORFOLÓGICAS
ALTERAÇÕES
MOLECULARES
ALTERAÇÕES
FUNCIONAIS
CAUSA INCUBAÇÃO
PERÍODO
PRODÔMICO
PERÍODO
ESTADO EVOLUÇÃO
LESÃO
AGRESSÃO DEFESA
ADAPTAÇÃO
Os agentes agressores são responsáveis por provocar
lesões. As lesões podem ser classificadas como:
• LESÕES EXÓGENAS: Ocorrem do meio ambiente para o
organismo (contaminações, doenças infecciosas,
choques físicos).
• LESÕES ENDÓGENAS endógenas: Ocorrem através do
próprio organismo (doenças auto- imune, distúrbios
hormonais, alterações metabólicas).
• LESÕES IDIOPÁTICAS: Sem origem diagnosticada.
É o conjunto de alterações morfológicas, moleculares, e
ou funcionais que surgem nos tecidos após as
agressões. 
Entende-se que o processo patológico é compreendido
de eventos que culminem em alterações da
Homeostasia.
• ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS: São alterações
macroscópicas ou microscópicas. Apresentam alterações
celulares e estruturais.
• ALTERAÇÕES MUSCULARES: São detectadas em
métodos bioquímicos ou biomoleculares. Caracterizado
pelo desequilíbrio na concentração de substâncias no
organismo.
• ALTERAÇÕES FUNCIONAIS: São fenômenos
fisiopatológicos (envolve os sistemas). Implica na perda
de função ou comprometimento de um determinado
sistema.
MECANISMOS DE AGRESSÃOMECANISMOS DE AGRESSÃOFISIOPATOLOGIA
Fisiopatologia é o estudo das funções anormais ou
patológicas dos vários órgãos e aparelhos do organismo.
A natureza das alterações morfológicas e sua distribuição
nos diferentes tecidos influenciam o funcionamento
normal e determinam as características clínicas, o curso
e também o prognóstico da doença.
PROCESSOS PATOLÓGICOSPROCESSOS PATOLÓGICOS
ASPECTOS CRONOLÓGICOS DE UMAASPECTOS CRONOLÓGICOS DE UMA
DOENÇADOENÇA
AGENTE
AGRESSOR
PERÍODO ONDE O
INDIVÍDUO JÁ TEM
CONTATO COM O
AGENTE
AGRESSOR MAS
AINDA NÃO
MANIFESTOU A
DOENÇA.
 MANIFESTAÇÕES
DE SINTOMAS,
PORÉM SINTOMAS
INESPESPECÍFICOS
ESTABELECIMENTO
DEFINITIVO DA
DOENÇA, COM A
PRESENÇA DE
SINTOMATOLOGIA
CLÁSSICA DA
DOENÇA.
CURA COM OU
SEM SEQUELAS;
CRONIFICAÇÃO;
COMPLICAÇÃO;
ÓBITO;
A ação dos agentes agressores, qualquer que seja sua
natureza, se faz basicamente por dois mecanismos: 
• AÇÃO DIRETA: lesão (por meio de alterações
moleculares e morfológicas).
• AÇÃO INDIRETA: (células de defesa- adaptação ou lesão)
através de mecanismos que permitam adaptações: as
adaptações visam neutralizar o agente agressor e
impedir danos mais severos ao organismo.
Os mecanismos de defesa, quando acionados, podem
também gerar lesão ao organismo. Isto se justifica devido
aos objetivos dos mecanismos de defesa que priorizam
matar, lesar e eliminar invasores, que por sua vez podem
apresentar semelhança com as células do organismo.
LESÕES
LESÃO
LESÃO IRREVERSÍVELLESÃO REVERSÍVEL
MORTE CELULARADAPTAÇÃO
CÉLULA
SAUDÁVEL
Na presença de um dano contínuo, a lesão torna- se
irreversível e a célula não consegue se recuperar e
morre.
O processo de adaptação não ocorrerá com
sucesso se a célula não tiver um suprimento
suficiente de oxigênio e nutrientes ou algum
problema com suas organelas e processos
enzimáticos, isso resultará em uma não
adaptação e consequentemente a uma lesão que
esta por sua vez, afetará o tecido em questão e
levará (se em caso de lesão irreversível) à morte
celular.
OBS.:
FISIOLÓGICOFISIOLÓGICO PATOLÓGICOPATOLÓGICO
morre.
MORTE CELULAR
A incapacidade do organismo de adaptar e manter as
funções vitais pode culminar na morte celular. Embora
existam diversas causas para inúmeras patologias, o
mecanismo de morte celular é resultante de 4
mecanismos que podem ocorrer de forma independente
ou em ação conjunta.
• Rompimentos ou lesões da MEMBRANA CELULAR
• Processos que interfiram na produção de ATP (energia
celular)
• Fatores inibitórios da SÍNTESE DE PROTEÍNAS
• Lesões que comprometam a integridade do DNA.
NECROSE X APOPTOSENECROSE X APOPTOSE
FISIOLÓGICOFISIOLÓGICO
NECROSENECROSEAPOPTOSEAPOPTOSE
Tamanho celular
Núcleo
Membrana plasmática
Conteúdos celulares
Inflamação próxima
Aumentado
Picnótico
Rompida
Digestão enzimática
Frequente
Diminuído
Fragmentado
Intacta (estrutura alterada)
Instactos
Não
Obs.:
A apoptose em alguns
casos específicos pode
ser patológica.
TIPOS:TIPOS:

Mais conteúdos dessa disciplina