Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>67ª CONCAFRAS – PSE - CONCAFRINHAS</p><p>ALTA FLORESTA-MT/ ARAGUAÍNA-TO/ BELO HORIZONTE-MG/ MACAPÁ-AP/ URANDI-BA/ LONDRINA-PR</p><p>18 a 21 DE FEVEREIRO DE 2023</p><p>“CAMPANHA DE FRATERNIDADE AUTA DE SOUZA: OS OBREIROS DO SENHOR”</p><p>CURSO: Nível II		 TEMPO: 1 hora e 30 min.</p><p>Objetivo geral:</p><p>Compreender que a Campanha de Fraternidade Auta de Souza é uma das formas de divulgar as atividades desenvolvidas pelo Centro Espírita ou Posto de Assistência Espírita por meio da visita os lares deixando a mensagem espírita, aliviando dores e deixando à luz da Doutrina, oportunizando aos caravaneiros o aperfeiçoamento pessoal e arrecadando alimentos e roupas para as famílias carentes assistidas no Centro Espírita ou Posto de Assistência Espírita.</p><p>Objetivos Específicos:</p><p>· Compreender que a CFAS é um dos maiores trabalhos de divulgação da doutrina espírita e uma oportunidade de trabalho no bem.</p><p>· Conhecer a história de Auta de Souza e Sr. Nympho. Compreender como é realizada a Campanha de Fraternidade Auta de Souza.</p><p>· Reconhecer no trabalho da CFAS um meio eficaz e seguro de sermos “Obreiros do Senhor”, seguindo os ensinamentos de Jesus.</p><p>Objetivos Específicos</p><p>Tempo</p><p>Atividades Procedimentos</p><p>Recursos</p><p>Reconhecer nos ensinos de Jesus, um convite constante para o trabalho no bem, que vai proporcionar a evolução dos nossos espíritos.</p><p>Compreender que a CFAS, é um meio de trabalhar na Seara do Senhor,</p><p>Reconhecer e sentir que a prática da CFAS		é	uma</p><p>oportunidade de melhorarmos através da caridade e da reforma íntima. desenvolvendo o amor e servindo ao próximo.</p><p>Reconhecer nas ações de Auta de Souza e Sr. Nympho exemplos de Obreiros do Senhor.</p><p>30’</p><p>Recepção</p><p>Músicas alegres! Quando todas estiverem reunidas, deverão cantar a música: Trabalhadores do Amor (Divina luz de esperança...assim seremos obreiros do Senhor), antes da prece.</p><p>Incentivação FERNANDA</p><p>A aula começa com o Evangelizador fantasiado de construtor (Um capacete e um colete com um emblema da construtora “Obreiros do Senhor”). Ele explica sua função e esclarece que vem convidar as crianças a colaborarem com uma grande obra que a construtora está responsável sob a coordenação do grande obreiro Jesus.A seguir traz uma sacola com tijolos. Em cada um dos tijolos terá uma imagem colada de atitudes boas (exemplos de caridade, amor ao próximo, benevolência, exemplos de grandes mentores, etc.) e de atitudes ruins (Brigas, dissensões, guerras, egoísmo, etc.).</p><p>O Evangelizador vai tirar tijolo por tijolo e mostrar para as crianças, perguntando: “Esse tijolo está adequado para a construção da nossa obra?” Os tijolos com imagens de atitudes boas serão aproveitados, e os com a imagem de atitudes ruins serão deixados de volta na sacola.</p><p>Na medida em que forem respondendo, o Evangelizador vai deixar as crianças colocarem os tijolos com imagens de atitudes boas na casinha. Após agradecerá a colaboração de cada um dos “obreiros”, apontando que o trabalho de cada um, fazendo a sua parte, auxiliou na finalização desse trabalho magnífico, no campo do bem, da caridade e da fraternidade.</p><p>Ele então mostrará o resultado da obra para as crianças e revelará quem estará feliz com a obra realizada (boneco de Jesus). Jesus e os habitantes do planeta felizes. O Evangelizador mostrará para as crianças que esse é resultado do trabalho dos Obreiros do Senhor: O Mundo regenerado, o Reino de Paz e de Amor na Terra! E para isso é necessário que cada um de nós trabalhemos, a cada dia, na construção dessa obra magnífica, através da prática de cada uma das atitudes que vimos naqueles tijolinhos. Praticando o bem, dia após dia, nós estaremos colaborando na construção dessa grande obra que é o Mundo Regenerado!</p><p>Celular e caixa de som</p><p>Traje de construtor para o evangelizador. Sugestão TNT (Capacete, colete, cinto de ferramentas)</p><p>Sacolas de TNT.</p><p>Ferramentas .</p><p>35’</p><p>15’</p><p>10’</p><p>Desenvolvimento</p><p>LIVRÃO FEITO PELA KARINE</p><p>Depois perguntará: “Quem aqui quer ser um obreiro do Senhor? Quem aqui quer colaborar na grande obra de regeneração da humanidade?”</p><p>Após as crianças responderem, o Evangelizador avisará que agora as crianças vão conhecer dois grandes obreiros de Nosso Senhor Jesus Cristo! Dois espíritos que colaboraram, e ainda colaboram, na construção do Reino de Deus na Terra, na grande obra do bem! Esses dois obreiros são: Auta de Souza e Sr. Nympho de Paula Correia!</p><p>DIVISÃO EM DOIS GRUPOS</p><p>Cada grupo receberá uma imagem de Auta de Souza e de Seu Nympho para estudo, sendo que terão o auxílio/incentivação de um evangelizador em cada grupo.</p><p>Grupo 1 - Auta de Souza - Receberão um álbum seriado com a história de Auta de Souza sequenciada, onde elas estudarão em grupo.</p><p>Grupo 2 – Sr. Nympho - Receberão um álbum seriado com a sua história sequenciada, onde estudarão em grupo.</p><p>VÍDEO 1 Biografia Auta/Nimpho e CFAS ( 2:05)</p><p>Após o estudo em grupo, cada grupo apresentará para a turma inteira a história que leu, com o auxílio do Evangelizador, destacando os pontos principais da história de Auta de Souza e Seu Nympho, mostrando o quanto o trabalho que fizeram os transformaram em grandes Obreiros do Senhor.</p><p>VÍDEO 2 CFAS (último minuto vídeo)</p><p>Finalizar simulando a prática.</p><p>FIXAÇÃO</p><p>Atividades da cartilha ?! A depender do horário</p><p>O evangelizador entregará para cada criança a cartilha da Campanha da Fraternidade Auta de Souza, na qual todos lerão juntos, e ao final irão realizar os exercícios com o auxílios dos evangelizadores.</p><p>Preparação para a Prática</p><p>· Leitura de uma página do Evangelho Segundo o Espiritismo.</p><p>· Leitura de uma página das bases regulamentares da Campanha da Fraternidade.</p><p>· Leitura de uma poesia de autoria de Auta de Souza.</p><p>· Prece</p><p>Música: Canção da Alegria Cristã.</p><p>O evangelizador explica para as crianças que no momento da prática da Campanha da Fraternidade Auta de Souza, devemos nos comportar como Obreiros do Senhor, sem correria, sem gritos, com muita educação e vibrando pelos lares que vamos visitar.</p><p>Após a organização das crianças, será a saída para prática.</p><p>Ao retornarem da Campanha, deverão realizar a avaliação da prática realizada, devendo ser estimulado pelo Evangelizador, que as crianças reflitam o quanto foi bom divulgarem o Evangelho de Jesus entregando mensagens nos lares e arrecadando donativos para os mais necessitados.</p><p>Após a explicação inicial, o Evangelizador mostrará uma foto (computador) do livro O Evangelho segundo o Espiritismo para crianças, volume 2 e fará o comentário contido nela, referente ao assunto “Os obreiros do Senhor” contido no capítulo 20 do Evangelho segundo o Espiritismo.</p><p>Livrão feito pela Karine</p><p>Imagens de Seu Nympho e de Auta de Souza para divisão das crianças em grupos.</p><p>Álbum Seriado com A História de Auta de Souza e de seu Nympho.</p><p>Cartilha da CFAS</p><p>.</p><p>Referências Bibliográficas</p><p>· Allan Kardec. O Evangelho Segundo o Espiritismo;</p><p>· Bases e regulamentos da CFAS.</p><p>· Livro CFAS.</p><p>67ª CONCAFRAS – PSE - CONCAFRINHAS</p><p>ALTA FLORESTA-MT/ ARAGUAÍNA-TO/ BELO HORIZONTE-MG/ MACAPÁ-AP/ URANDI-BA/ LONDRINA-PR</p><p>18 a 21 DE FEVEREIRO DE 2023</p><p>ANEXO A - Biografia de Auta de Souza</p><p>Nascimento</p><p>Auta de Souza nasceu no Estado do Rio Grande do Norte, na pequena cidade de Macaíba, em 12 de Setembro de 1876. Quarto filho do casal Elói Castriciano de Souza e Henriqueta Leopoldina Rodrigues de Souza, Auta teve como irmãos mais velhos Henrique Castriciano, Irineu e o Júnior, e, como caçula, o João Câncio.</p><p>Desde a infância Auta estudou, segundo Clóvis Tavares, " As grandes lições do sofrimento humano". Sua mãe desencarnou antes que a " cotovia mística das rimas" completasse três anos de idade; o pai seguiu a companheira em 1881, quando Auta tinha, portanto, cinco anos. Os avós maternos de Auta recolhem-na e aos irmãozinhos, levando-os para Recife, para o " Velho sobrado do Arraial". A perda dos pais foi, em parte, suprida pela dedicação</p><p>da avozinha Dindinha - D. Silvina de Paula Rodrigues.</p><p>Aos sete anos já sabia ler e escrever, graças a um professor amigo e aos oito anos de idade "lia para as crianças pobres, para humildes mulheres do povo ou velhos escravos as páginas simples e ingênuas da História de Carlos Magno".</p><p>O triste desencarne do irmão</p><p>Na inesquecível noite de 15 de fevereiro de 1887 - Auta tinha dez anos - outra tragédia vem trazer nova e dura provação à "mais espiritual das poetisas brasileiras": o mano Irineu, o companheiro de todas as horas, é envolvido pelas chamas de uma lamparina de querosene, que explodiu. O menino resistiu ainda dezoito horas, mas foi, finalmente, juntar-se aos pais, no Além.</p><p>Essa sucessão de golpes dolorosos marcou profundamente sua alma sensível de mulher, caracterizada por uma pureza cristalina, uma fé ardente e um profundo sentimento de compaixão pelos humildes, cuja miséria tanto a comovia.</p><p>O sofrimento veio burilar a sua inata sensibilidade, que transbordou em versos comovidos e ternos, ora ardentes, ora tristes, lavrados à sombra da enfermidade, no cenário desolador do sertão de sua terra. Aos doze anos inicia seus estudos oficiais, no Colégio São Vicente de Paulo. Aí aprende o idioma francês, o que lhe permite ler os mestres da literatura francesa no original. Durante dois anos, estuda, recita, verseja, ajuda as irmãs do colégio, e, principalmente, aprimora sua fé, na leitura constante do Evangelho.</p><p>A enfermidade a acompanha</p><p>Aos 14 anos inicia "novos e doloridos passos do seu calvário". É a tuberculose que começa a ação devastadora. Desesperançada pelos médicos do Recife, vovó Dindinha retorna com os netos para Macaíba.</p><p>A grandeza de espírito de Auta mais uma vez se revela: mesmo molestada pela doença implacável, Auta escreve e ensina às crianças as primeiras noções de religião. A enfermidade, todavia, não detém a sua marcha. Torna-se necessário para D. Dindinha peregrinar pelo interior, à procura de clima seco: Angicos, Nova Cruz, Utinga, São Gonçalo, Serra da Raiz, etc., são visitadas. Mas a doença avançava, mais e mais...</p><p>Retorno à pátria espiritual</p><p>Porém, laureando-se na escola da dor, fez-se intérprete fiel das emoções de todos os que sofrem resignadamente. Por esse motivo, sua poesia recebeu a consagração do carinho popular. Foi na alma do povo que seus versos encontraram a mais profunda repercussão. Francisco Palma, num soneto, define-a como " A COTOVIA MÍSTICA DAS RIMAS". Em 07 de fevereiro de 1901, aos 24 anos de idade, Auta de Souza desencarna em Natal, capital do Rio Grande do Norte.</p><p>Obra de Auta de Souza</p><p>Escreveu um único volume de poemas, "Horto", publicado em 1900, pouco antes de sua morte, com prefácio de Olavo Bilac. A primeira edição esgotou-se em dois meses, ocorrendo fato análogo com a segunda edição, em 1911. Até o presente, quatro edições do "Horto", vieram a público - a terceira prefaciada por Alceu Amoroso Lima, em 1936, e a última, em 1970. Sua produção poética antes de se chamar "Horto", tinha o nome de "Dálias". Todo o livro é impregnado do sentimento cristão que sempre a inspirou. A mesma simplicidade, a mesma fé, a mesma ternura que emanam dos versos escritos em Espírito, pelas mãos de Francisco Cândido Xavier, podem ser identificados nos poemas da autora encarnada.</p><p>Entre a lavra da jovem enferma e a alma liberta, uma só diferença profundamente confortadora para quantos buscam o confronto sem a exclusiva preocupação de identificação do estilo - na existência física atormentada é a Ave Cativa, que canta seu anseio de liberdade, o coração resignado que busca no Cristo o consolo das bem-aventuranças prometidas aos aflitos da terra; além do túmulo é o pássaro liberto e feliz que, tornando ao ninho dos antigos infortúnios, vem trazer aos homens a mensagem de bondade e esperança, o apelo à Fé e à Caridade, indicando o rumo certo para a conquista da verdadeira vida.</p><p>ANEXO B – Biografia de Nympho de Paula Correa.</p><p>Nascido aos dezenove dias do mês de julho de 1918, na pequena e calma cidade de Poconé - MT, na Rua Antônio João, onde teve sua primeira moradia, sendo o primogênito de seus pais. Segundo sua mãe, Dona Tutonila Ghaiva Corrêa, a personalidade de Nympho é geniosa como a do avô, o Sr. Frederico Leôncio Ghaiva. É identificado pelos onze irmãos como cópia física fiel do pai, o Sr. Clarindo de Paula Corrêa.</p><p>Na infância estudou no Grupo Escolar de Poconé, onde conquistou muitas amizades e enraizou laços, principalmente, com a professora (que era também sua madrinha) a Sra. Maria Pinto de Campos, com quem manteve correspondência até o final da existência carnal da mesma.</p><p>Da infância o Sr. Nympho traz algumas recordações, tais como: a lembrança de agradecer a Deus pela oportunidade de ter conhecido e sido abençoado por uma pessoa amiga e meiga, a preta velha Norata, que com sua sabedoria popular e sensibilidade materna, o salvara de uma impertinente febre causada por uma pneumonia dupla. Lembra também com saudades das caminhadas que fazia próximo a Poconé em companhia de seu tio Filemaon Leôncio Ghaiva (Tio Felé), e com o Frei Carlos Vallet (04/11/1880 _ 26/01/1964) para extrair ervas desse local, pois o Frei manipulava remédios caseiros para seus fiéis.</p><p>Na fase juvenil, divertia-se com seus amigos na Sociedade Casa das Festas com sede à Rua Campos Sales com a 13 de julho, onde apresentava-se, impecavelmente, de terno branco com lenço marrom e sapato de duas cores como era sua preferência na época. Aos dezesseis anos conquistou seu primeiro emprego na Casa Caparossi, loja de estilo bazar, com endereço na Praça da Matriz n. 12, atualmente Loja Ângela Bijouterias. Ao aproximar a época de inscrever-se no serviço militar, Nympho e mais 22 colegas saíram de Poconé para Cuiabá, a fim de servir à Pátria. Incorpora-se, em 5 de novembro de 1937, ao Ministério da Guerra (atual Exército), onde ficou por quase dois anos no quartel. Após esse período, segue para Campo Grande, permanecendo como Cabo até 6 de janeiro de 1941, data em que se desvencilha do Exército, passando a ser funcionário civil do mesmo quartel, trabalhando num escritório na área de saúde.</p><p>Nesta nova fase de sua vida, conhece o Sr. Tito José Inácio, que era espírita e freqüentemente dialogavam sobre temas ligados ao Espiritismo. Este mesmo senhor lhe apresentou, em sua residência, a jovem Maria do Carmo, com quem o Sr. Nympho se casaria em 5 de junho de 1943, após breve período de conhecimento, namoro e noivado: cinco meses.</p><p>Dona Maria do Carmo Gomes era paulista de Santos e seguiu para Campo Grande, ainda menina, em virtude da profissão de seu pai. Vale lembrar que nessa época, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul formavam um mesmo Estado, sendo Cuiabá a capital.</p><p>Em 1944, o casal tornou-se espírita participando ativamente do Centro Espírita Discípulos de Jesus, ocasião em que o Sr. Nympho integra-se à Mocidade desta Instituição. Nesse mesmo ano, obtém aprovação num concurso interno do quartel para auxiliar de escritório, passando a ter estabilidade profissional, ocasião em que assumiu a direção do Centro Espírita Castro Alves. Participava conjuntamente das duas Casas Espíritas e com o Sr. Oli de Castro realizava a Campanha do Quilo.</p><p>Desta época traz muitas recordações, pois sempre teve uma tendência muito grande para os trabalhos de Assistência Social, haja vista as atividades que desenvolvia, tais como: visita aos presídios e atendimento às famílias necessitadas, fornecendo ainda muitos subsídios para o desenvolvimento de outras tarefas.</p><p>Em 29 de maio de 1944 nasceu sua primeira filha, Marilce; em 20 de julho de 1949, Izaura; em 08 de junho de 1958, Lúcia, sua terceira filha. Encerrando sua prole nasce em 07 de junho de 1965, Flávio.</p><p>Por motivos familiares, transfere-se para São Paulo capital, em 29 de abril de 1952, e passou a trabalhar como escrevente e datilógrafo no Estabelecimento de Finanças da 2ª Região Militar. Residia, na ocasião, à Rua Dona Veridiana, no Bairro Santa Cecília, seguindo após para o Bairro Casa Verde.</p><p>Desejando conhecer a Federação Espírita do Estado de São Paulo _ FEESP, segue para a Rua</p><p>Maria Paula, onde existia o antigo prédio, e é recebido por Dona Mariquinha que era na ocasião, a caseira responsável pelo ambiente.</p><p>Freqüentando a FEESP, funda a Campanha de Fraternidade que, após orientações vindas do médium Francisco Cândido Xavier, informando que o Espírito de Auta de Souza dirigia no Plano Maior, essa atividade; passa a denominar-se Campanha de Fraternidade Auta de Souza.</p><p>Em entrevista ao Jornal Auta de Souza, o Sr. Nympho responde o que o levou a fundar a Campanha:</p><p>"Ao chegar na Federação observamos o Diretor do Departamento de Assistência Social, José Gonçalves Pereira, dar dinheiro aos necessitados. Entretanto, sentimos que algo mais poderia ser feito. Propus mudanças e conseguimos apoio dos outros companheiros. Nunca imaginamos que o trabalho da Campanha cresceria tanto!</p><p>Com o fortalecimento e o crescimento da Campanha na Federação, chegamos a formar 10 grupos com uma média de 22 caravaneiros, todos os grupos possuíam coordenadores, sub-coordenadores e secretários para dar suporte ao trabalho e auxiliar na prestação de contas."</p><p>A Campanha expandiu-se para outros Centros Espíritas e o Sr. Nympho passou a coordenar reuniões para outros Estados. Surge a CONCAFRAS (Confraternização das Campanhas de Fraternidade Auta de Souza) em 1956 com o objetivo de reunir e unificar os propósitos da Campanha.</p><p>Tornou-se conselheiro da FEESP, respondendo por esta atribuição por 08 anos; foi diretor da Campanha por 17 anos e foi um dos fundadores da Casa Transitória de São Paulo.</p><p>Da capital paulista, deslocou-se no final de 1969, para o interior do Estado, para morar na cidade de Ribeirão Preto, planejando descansar do trabalho espírita. Sem revelar seu passado, começou a freqüentar o Centro Espírita Isabel Soares de Moraes, mas como não adiantou seu silêncio inicial, tornou-se presidente dessa instituição em menos de um ano de participação. Por problema de saúde em sua família, devido ao clima da metrópole, em 1984 mudou-se para Brasília e, chegando à Capital Federal, foi convidado para a presidência da Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza.</p><p>Apresentou-se o mais rápido possível para assumir o cargo, que exerceu até o ano de 1995, quando o transferiu ao nosso irmão João Rodarte.</p><p>Em 1994 foi realizada, na Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza, uma homenagem ao Sr. Nympho Corrêa pela Mocidade Espírita Eurípedes Barsanulfo, a qual o presenteou com uma mensagem de seus irmãos e parentes que segue abaixo:</p><p>Nympho Corrêa e Chico Xavier</p><p>"Bem, conhecemos o Chico, em Pedro Leopoldo, em 1956, passamos uma semana, convivendo com aquele grande companheiro, aquele grande irmão, aquele coração amigo de todos; um amigo do Plano Superior da vida. O Chico nos deu muito alento quando falava da Campanha. Ele me disse:</p><p>`Continue trabalhando, meu filho, trabalhe mesmo. Porque a Campanha vai levando mensagens espíritas a todos os lares.' Isso nos deu um incentivo muito grande.</p><p>Mais tarde, quando ele mudou para Uberaba, fomos muitas vezes visitá-lo com o grupo da Casa Transitória. Porque, veja bem, nós tínhamos participado da fundação da Casa Transitória em São Paulo e lá montamos uma barbearia.</p><p>Mandamos buscar umas máquinas elétricas nos Estados Unidos, mas não tínhamos nenhum barbeiro no grupo de voluntários. Então, convidamos um barbeiro velhinho que nos ensinou a cortar cabelo. Éramos um grupo de doze companheiros entre eles o Dr. Francisco, um engenheiro, dois funcionários do Banco do Brasil, eu e mais alguns colaboradores; assim fundamos a barbearia na Casa Transitória. E achamos por bem, viajar à Uberaba para cortar o cabelo das crianças do Chico e íamos, todo mês. Quando era sábado, das dez às onze horas da manhã o Chico nos convidava para assistirmos um pequeno trabalho, uma reunião que ele fazia, onde nós podíamos ouvir Dr. Bezerra de Menezes, aquele conselho salutar, maravilhoso; pudemos ouvir também Emmanuel e outros benfeitores espirituais, dando-nos sempre aquele incentivo. O Chico Xavier foi para nós aquela alma maravilhosa que todos os brasileiros e o mundo inteiro já conhece.</p><p>Nós ficamos, após seu desencarne, saudosos daquele coração amigo, daquele sorriso tão profundo e feliz. Que Deus abençoe o Chico, proporcionando-lhe uma assistência cada vez maior. Damos graças a Deus por termos conhecido o Chico Xavier."</p><p>"Realmente, nós morávamos em São Paulo-SP, mas o clima era prejudicial à minha filha Izaura. Ela sofria seriamente de bronquite, até que um dia um amigo médico disse-me assim:</p><p>_ Nympho, porque você não muda daqui? Muda para Sorocaba ou Ribeirão Preto onde o clima é melhor.</p><p>—Eu vou estudar essa possibilidade.</p><p>Cheguei em casa e falei para a minha esposa:</p><p>—Maria, o médico acha que nós deveríamos mudar daqui por causa da Izaura.</p><p>—Para onde, Nympho?</p><p>—Vamos mudar para Ribeirão Preto.</p><p>Eu então mandei buscar o jornal de fim de semana de Ribeirão Preto, e observei que tinha umas casinhas baratas lá. Consegui uma casinha simples e logo mudamos.</p><p>Chegando em Ribeirão Preto, eu pensei em não assumir função nenhuma lá, queria descansar. Mas não demorou muito quando numa tarde, eu saí com a minha filha passeando pelo nosso bairro, Vila Virgínia e eu perguntei para um menino:</p><p>—Menino, aqui tem Centro Espírita?</p><p>—Tem sim, senhor. Naquela rua lá, o senhor desce e vai encontrá-lo.</p><p>Nós descemos lá e fomos ver. Era o Centro Espírita Isabel Soares de Moraes. Então, eu falei para a vizinha:</p><p>—Quando é que o Centro funciona ?</p><p>—Todo sábado, hoje por exemplo, à noitinha, tem trabalho.</p><p>Quando foi às 19:30 h eu dei uma fugidinha e fui. O Centro estava aberto, cinco ou seis pessoas estavam estudando, lá no fundo, sentados em torno de uma mesa. Eu entrei de pé em pé, sentei-me bem perto e ninguém notou minha chegada. Bom! Eles estavam estudando O Livro dos Espíritos e começaram a fazer perguntas e deram uma resposta que eu não achei muito boa, então disse assim:</p><p>—Faça o favor, essa resposta aí não está muito adequada não. A turma se levantou, veio, me abraçou e perguntou:</p><p>—Quem é o senhor? O senhor veio de onde?</p><p>—Vim de São Paulo, estou morando aqui na Vila Virgínia.</p><p>A partir desse dia, fui me envolvendo cada vez mais com as atividades da Casa e daí cinco meses eu já era o presidente do Centro Espírita. A primeira coisa que eu fiz foi requerer no Estado, a mudança do nome do Centro para Sociedade Espírita Isabel Soares de Moraes.</p><p>O Centro tinha um salão pequeno, mas um bom terreno. Aliei com alguns companheiros, derrubamos tudo e construímos um sobrado. Só salas de aulas fizemos oito, salas para Mocidade, uma barbearia e fomos tocando em frente até que, um dia, decidi transferir-me para Brasília. Entreguei a direção para os companheiros que continuam na luta."</p><p>Nympho Corrêa em Brasília- DF</p><p>"Muito bem, nessa época eu me aposentei do Ministério do Exército e tínhamos também uma farmácia onde eu trabalhava nas horas de folga. Terminamos vendendo também a farmácia, porque minha esposa aconselhou-me vendê-la, pois os negócios não iam bem e corríamos o risco de falirmos. Eu vendi a farmácia e minha esposa ventilou a possibilidade de mudarmos para Brasília, já que nossos filhos Marilce e Flávio moravam lá. Fui na frente, aluguei uma casinha na cidade satélite Guará II. Morei dois meses naquela residência até comprar minha atual moradia, na mesma localidade.</p><p>Nympho em Brasília</p><p>Um fato interessante ocorreu enquanto ainda morava em Ribeirão Preto. No dia 25 de julho de 1983 um grupo de 4 pessoas de Brasília bateu à minha porta às 02:30 h da madrugada. Eles retornavam de Santos, da prévia da CONCAFRAS. Fizemos uma reunião inédita onde me falaram da idéia de construirmos, em Brasília, um prédio que abrigasse a futura Sociedade Auta de Souza, mas não sabíamos como faríamos. No entanto, ao mudar-me para a capital, esse grupo me convidou para assumir a apesar das dificuldades naturais dos meus 87 anos de idade."presidência da Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza; onde participo, até hoje, como médium, caravaneiro da Campanha de Fraternidade Auta de Souza e das atividades de assistência social.</p><p>ANEXO C –</p><p>Como foi fundada a CFAS</p><p>“Era preciso chamar o povo em geral à colaboração. Parece-nos que o trabalho pioneiro nesse sentido foi a CAMPANHA DO QUILO, onde os cidadãos eram chamados a colaborar com um quilo de qualquer mantimento.</p><p>Não se sabe ao certo a origem da Campanha do Quilo, mas com certeza a primeira Campanha feita em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, visando o amparo aos necessitados, foi a empreendida por Paulo de Tarso em favor da Casa do Caminho, durante as suas viagens. Consta também que Francisco de Assis fazia campanha de rua para depois distribuir com os pobres [...].</p><p>São Vicente de Paula, também fazia campanha para distribuir com os pobres, trabalho esse continuado até hoje pela Ordem dos Vicentinos, da Igreja Católica.</p><p>Dentro do Movimento Espírita, temos notícias que Eurípedes Barsanulfo utilizou a Campanha do Quilo para o seu trabalho assistencial (Eurípedes, O Homem e a Missão - Corina Novellino), mas a pessoa que primeiro recebeu orientação expressa da Espiritualidade maior, através do Dr. Bezerra de Menezes, para implantação de forma sistemática da Campanha do Quilo nos arraias espiritistas, foi Elias Alverne Sobreira, ainda encarnado, hoje (1995) com 88 anos, morador de Recife -PE, que ensinou a Oli de Castro a fazer a Campanha do Quilo e este ensinou ao Nympho de Paula Corrêa.” (Revista Auta Souza, nº 11, p.26-27).</p><p>Nympho Corrêa e a Campanha do Quilo</p><p>“Há alguns anos, vindo da cidade de Cuiabá, àquela época residindo em Campo Grande, hoje capital de Mato Grosso do Sul, […]. Eu era católico com freqüência assídua […]. Nos meados de 1944 passei a freqüentar a Mocidade do Centro Espírita Discípulos de Jesus [...].</p><p>Em 1950 transferiu-se para aquela cidade o entusiasta e trabalhador Espírita, irmão Oli de Castro, que musicou o hino da Alegria Cristã de autoria de Leopoldo Machado. Oli era sargento da Aeronáutica, vindo transferido da cidade de Recife, onde tomava parte de uma campanha que pedia alimentos pelas ruas, designada de Campanha do Quilo e o confrade Oli convocou alguns irmãos da Mocidade, para organização da referida campanha. Após um certo tempo de preparo, saímos às ruas da cidade, mais ou menos uns oito participantes, pedindo de porta em porta e arrecadando no mesmo dia, um quilo de alimento, os quais eram encaminhados ao Departamento de Assistência do Centro, em benefício das famílias ali assistidas.” (Revista Auta Souza, nº 11, p. 30 ).</p><p>Nympho Corrêa idealiza e funda a Campanha de Fraternidade</p><p>“[...] motivos de força maior levaram Nympho Corrêa para São Paulo, Capital, em junho de 1952. Na Capital Bandeirante tornou -se freqüentador da Federação Espírita de São Paulo e do então pequeno Departamento de Assistência Social da Federação. Logo notou as dificuldades enfrentadas pelo Órgão Assistencial da Federação Espírita de São Paulo. Notou também que as mensagens espíritas-cristãs continuavam restritas ao ambiente espírita, a invés de serem levadas aos lares famintos de novos conhecimentos para os seus espíritos.[...].</p><p>Em 3 de fevereiro de 1953, às 20:00 horas, em uma das dependências da Federação Espírita do Estado de São Paulo, à Rua Maria Paula, 158 (antigo prédio), reuni alguns amigos e apresentei o projeto de como organizar e funcionar uma campanha de rua, cujo nome deveria ser Campanha de Fraternidade. Sendo estudado carinhosamente pelos companheiros, foi aprovada e marcado o seu início para daí a um mês.</p><p>E, assim, a 3 de março de 1953, com a proteção dos Espíritos Maiores, o coração cheio de alegria, sem mesmo saber que estaria plantando ali uma grande árvore destinada a dar frutos de tanta beleza, a irradiar-se em múltiplas tarefas, futuro a fora, realizou-se a memorável primeira CAMPANHA DE FRATERNIDADE, na histórica cidade de São Paulo, no bairro de Pinheiros, em frente ao Cemitério do Araçá</p><p>- justamente em frente ao cemitério, como que simbolizando a ligação entre a chamada “morte”, com a vida eterna de todos nós, a bradar; “Unamos nossos esforços para que quando o Senhor chegar encontre</p><p>acabada a obra” - com doze caravaneiros [...].” (Revista Auta Souza, nº 11, p. 31-32).</p><p>A Campanha passa a levar o nome de Auta de Souza</p><p>“Após vencidas as primeiras lutas chegavam de Pedro Leopoldo, por intermédio de nosso muito querido Francisco Cândido Xavier, os primeiros incentivos do Alto, partido de um coração amoroso, cheio de boa vontade, o de AUTA DE SOUZA, em mensagens encorajadoras, concitando os caravaneiros a se unificarem no trabalho perseverante de levar aos lares a palavra amiga, a mensagem esclarecedora referente à Boa Nova de Jesus, no “IDE DE DOIS EM DOIS E PREGAI O MEU EVANGELHO” e também nos assistindo, nos inspirando e nos amparando nas lutas em prol da continuidade dos trabalhos.</p><p>Daí surgiu a idéia de dar seu querido nome à Campanha, passando, assim, a se denominar “CAMPANHA DE FRATERNIDADE “AUTA DE SOUZA” (Bases e regulamento da Campanha de Fraternidade Auta de Souza, 2.ed. p.19).</p><p>CFAS: Pensamento e Transformação Moral</p><p>“Pensar é agir, falar é movimentar forças vivas, de conseqüências por vezes inimagináveis. Compor um artigo, uma carta, um poema ou uma música, produzir um som ou simplesmente divagar idéias, tudo isso é atuar, agir, fazer, emitir e captar forças, agregar e desagregar formas mentais, participar da economia da vida, seja para o bem ou seja para o mal.[...].</p><p>Pensamento é sempre luz. Uma mente poderosamente intelectualizada, que pensa em ondas da alta freqüência vibratória, produz radiações que podem, por exemplo, ser verdes ou azuis; [...].</p><p>Quando os Gênios da Espiritualidade Superior insistem em que a maior necessidade humana, a mais urgente e a mais decisiva, é a da aquisição de amor e das virtudes morais, não o fazem por pieguismo</p><p>desarrazoado e inconseqüente.” (Áureo, Universo e Vida, 4.ed., p.77-78).</p><p>“Diz o Evangelho Segundo o Espiritismo: “Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para dominar suas más inclinações” (Capítulo XVII, item 4). Se chegarmos à Doutrina e desejarmos só doutrinar e evangelizar os outros, esquecemos de nós mesmos e aí a máscara se desintegra e vem o fracasso. Ninguém está isento da reforma íntima, até os espíritas “de gabinete”; todos precisam buscar na imagem dos apóstolos o verdadeiro caminho. Os espíritas apegados à letra devem recordar que Jesus não ficou [...] num gabinete de trabalho. [...], foi o primeiro a fazer a hoje denominada “Campanha de Fraternidade Auta de Souza”, quando pediu a Deus condição de alimentar o povo: [...].</p><p>A Doutrina Espírita é a religião do futuro, porque ensina o homem a possuir caráter, coração e força. (Luiz Sérgio, Driblando a Dor, p.120-121).</p><p>“Assimilamos os pensamentos daqueles que pensam como pensamos.</p><p>É que sentindo, mentalizando, falando ou agindo, sintonizamo-nos com as emoções e idéias de todas as pessoas, encarnadas ou desencarnadas, da nossa faixa de simpatia. Estamos invariavelmente atraindo ou repelindo recursos mentais que se agregam aos nossos, fortificando-nos para o bem ou para o mal segundo a direção que escolhemos. Em qualquer providência e em qualquer opinião somos sempre a soma de muitos. [...]</p><p>Pensando, conversando ou trabalhando, a força de nossas idéias, palavras e atos alcança, de momento, um potencial tantas vezes maior quantas sejam as pessoas encarnadas ou não que concordem conosco potencial esse que tende a aumentar indefinidamente, impondo-nos de retorno, as conseqüências de nossas próprias iniciativas.</p><p>Estejamos, assim, procurando incessantemente o bem, ajudando, aprendendo, servindo, desculpando e amando, porque, nessa atitude, refletiremos os cultivadores da luz, resolvendo, com segurança, o nosso</p><p>problema de companhia.”(Emmanuel, Pensamento e vida, 7.ed., p.40-43).</p><p>“Nem tudo o que fazemos num plano repercute visivelmente, de imediato, noutro plano, mas ninguém se engane quanto à natureza das forças vivas que alguém move quando anseia, deseja ou quer seja o que for, porque a vida, através dos mecanismos automáticos de sua justiça, jamais deixará de entregar-nos o resultado de nossas ações, ainda</p><p>que sejam ações apenas mentais, pois a mente é que comanda a vida.” (Áureo, Universo e Vida, 4.ed., p.77).</p><p>“Quando coléricos e irritadiços, agressivos e ásperos para com os outros, criamos por atividade reflexa o desalento e a intemperança, a crueldade e a secura para nós mesmos, e, quando, generosos e compreensivos, prestimosos e úteis para com aqueles que nos cercam, criamos consequentemente, a alegria e a tranqüilidade, a segurança e o bom ânimo para nós próprios.[...].</p><p>“A prática do bem, simples e infatigável, pode modificar a rota do destino, de vez que o pensamento claro e correto, com ação edificante interfere nas funções celulares, tanto quanto nos eventos humanos, atraindo em nosso favor, por nosso reflexo melhorado e mais nobre, amparo, luz e apoio, segundo lei do auxílio.” (Emmanuel, Pensamento e vida, 7.ed., p. 50-51;72-73).</p><p>image1.png</p>

Mais conteúdos dessa disciplina