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CASOS CONCRETOS 1 AO 13 PSICOLOGIA RESOLVIDOS

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em geral, produzem resultados de aceitáveis a bons. No entanto este grupo não é uma equipe, pois este é compreende seus objetivos e está engajado em alcançá-los de forma compartilhada. A comunicação entre os membros é verdadeira e as opiniões diferentes são estimuladas.
CASO CONCRETO 6
1- Uma das dimensões atuais da realidade brasileira é a questão da inclusão no mercado de trabalho de pessoas com deficiência, segundo a Lei nº 8.213/91 (Decreto Lei nº 3298/99) que tem trazido à tona situações de convívio com a diferença, bem como episódios de violência e segregação contra aqueles percebidos como diferentes. A partir do texto são feitas duas afirmações:
O mecanismo de ação do preconceito estabelece uma diferenciação e uma desvalorização social entre as pessoas, e os estereótipos tendem a homogeneizar os grupos percebidos como diferentes,
PORQUE
O estabelecimento de cotas para pessoas com deficiência pode reforçar a discriminação.
 
Pode-se afirmar que
(a) as duas afirmações são verdadeiras e a segunda justifica a primeira;
CORRETA (b) as duas afirmações são verdadeiras e a segunda não justifica a primeira;
(c) a primeira afirmação é verdadeira e a segunda é falsa;
(d) a primeira afirmação é falsa e a segunda é verdadeira;
(e) as duas afirmações são falsas.
2- Leia e relacione os textos a seguir.
O Governo Federal deve promover a inclusão digital, pois a falta de acesso às tecnologias digitais acaba por excluir socialmente o cidadão, em especial a juventude.
Projeto Casa Brasil de inclusão digital começa
em 2004.In: Mariana Mazza. JB online
Comparando a proposta acima com a charge, pode-se concluir que:
 
(a) o conhecimento da tecnologia digital está democratizado no Brasil;
(b) a preocupação social é preparar quadros para o domínio da informática;
(c) o apelo à inclusão digital atrai os jovens para o universo da computação;
(d) o acesso à tecnologia digital está perdido para as comunidades carentes;
CORRETA (e) a dificuldade de acesso ao mundo digital torna o cidadão um excluído social.
3- Desde a última quinta-feira, quando um grupo de intelectuais entregou ao Congresso Nacional um manifesto contrário à adoção de cotas raciais no Brasil, a polêmica foi reacesa. [...] O diretor executivo da Educação e Cidadania de Afrodescendentese Carentes (Educafro), frei David Raimundo dos Santos, acredita que hoje o quadro do país é injusto com os negros e defende a adoção do sistema de cotas.”(Agência Estado-Brasil, 03 jul. 2006.)
 
Ampliando ainda mais o debate sobre todas essas políticas afirmativas, há também os que adotam a posição de que o critério para cotas nas universidades públicas não deva ser restritivo, mas que considere também a condição social dos candidatos ao ingresso.
Analisando a polêmica sobre o sistema de cotas “raciais”, identifique, no atual debate social,
 a)um argumento coerente utilizado por aqueles que o criticam;
b)um argumento coerente utilizado por aqueles que o defendem.
 RESPOSTAS:
a)	Ao tornar obrigatório o sistema de cotas para negros, eles começam a ser vistos como incapazes de conseguir sua vaga em uma universidade por méritos avaliativos normais, tal fato gera preconceito e distinção entre os demais membros da sociedade. O que era uma forma de “remediar” torna-se prejudicial à convivência social.
b)	O sistema de cotas é favorável, pois é uma forma de ajudar aqueles negros que por muitas vezes estão à margem da sociedade. Assim, é possível incluí-los para que haja uma maior interação social.
CASO CONCRETO 7
1-O fato de que muitos jovens de estratos sócioeconômicos desfavorecidos não se reconhecem e não se auto-rotulam como "adolescentes" nos leva a considerar que:
 
(a) a adolescência não pode ser considerada "uma fase universal do desenvolvimento humano";
(b) "os adolescentes" destes estratos têm uma "adolescência" diferente das de outros estratos;
CORRETA (c) práticas sociais implicam necessariamente sistemas de significação que, por sua vez, definem relações e inserções sociais;
(d) a experiência sócio-cultural deste grupo de jovens reflete sua exclusão da experiência sócio-cultural hegemônica;
(e) nenhuma das respostas anteriores.
(XVII CONCURSO PÚBLICO DA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA- PSICÓLOGO/1998)
2-“Devemos ter cuidado de não dar como certo que o que vemos é o que existe, acreditamos que ver é crer, mas, na realidade funcionamos como se crer fosse ver.” (Ehrenberg)
 
Considere as afirmativas:
I.As pessoas interpretam seletivamente o que veem a partir dos seus interesses, antecedentes, experiências e atitudes.
II.A representação interna da experiência que se tem de um acontecimento não é exatamente o acontecimento em si, mas uma reelaboração interna e personalizada do mesmo.
III.O que o indivíduo percebe no mundo vê-se em parte limitado pelo seu equipamento sensorial e em parte limitado pelas suas hipóteses em relação ao mundo.
IV.A percepção é um processo ativo que surge da relação dialética sujeito-objeto.
É CORRETO afirmar que:
CORRETA (a)I,II,III e IV são verdadeiras;
(b)I e III são falsas;
(c)I e IV são falsas;
(d)Somente II e III são verdadeiras.
(PREFEITURA MUNICIPAL DE RIO DO SUL – PSICÓLOGO/2003)
3-A respeito do conceito de estereótipo podemos afirmar que nem sempre são avaliações prejudiciais de indivíduos e grupos. Partindo desta afirmativa, exemplifique uma situação em que podemos verificar a criação de um estereótipo que não contenha uma avaliação prejudicial.
RESPOSTA: Os estereótipos raramente são benignos, mas há casos como quando vemos uma pessoa pela primeira vez e temos uma imagem positiva dela, torna-se benigno.
4- Um treinador da seleção brasileira de futebol, certa vez, fez a seguinte declaração sobre a participação de homossexuais na seleção:
“Não tiraria, mas acho que ele nem seria convocado. Um jogador assumido causaria um impacto muito forte. Como foi nas Forças Armadas Norte-Americanas. O ambiente do futebol reagiria muito, é muito conservador”.
Numa escola, um diretor, após ler tal entrevista, comentou sobre a mesma com o professor de Educação Física. Em seguida, solicitou a exclusão de um atleta assumidamente homossexual do time de voleibol.
O diretor disse:“Tenho ódio desse tipo de gente. Um homossexual estimula a promiscuidade. Tire-o do time”.
O professor recusou-se a tomar tal atitude e disse ao diretor:“Ele foi convocado e eu não vou tirá-lo do time. Não é o homossexual quem tem de mudar, mas o ambiente que tem de deixar de ser conservador. Sua atitude é preconceituosa”.
Neste contexto e considerando-se o preconceito enquanto um fenômeno de grupo, análise as atitudes do Diretor da Escola e do Professor de Educação Física.
(ADAPTAÇÃO PREFEITURA DE OLINDA – PSICÓLOGO/2008)
RESPOSTA: O diretor e o professor têm percepções diferentes, um é conservador e o outro não. O diretor segue os pensamentos de outros iguais a ele, mas o professor o repreende corretamente.
CASO CONCRETO 8
1-A tendência antissocial pode ser encontrada:
 
I. Num indivíduo normal;
II. Num indivíduo neurótico;
III. Num indivíduo psicótico.
 
(a)apenas a alternativa I está correta;
(b) apenas a alternativa II está correta;
(c) apenas a alternativa III está correta;
(d) as alternativas I e III estão corretas;
CORRETA (e) as alternativas I, II e III estão corretas.
(PSICÓLOGO – TJ – SB /1999)
2. Temas como igualdade e diversidade, relacionados com comportamentos, violência e qualidade de vida, vêm sendo abordados com bastante frequência na literatura. Sobre esses aspectos, considere as afirmativas a seguir:
1. Psicólogos sociais que observaram grupos estigmatizados e pessoas com atitudes preconceituosas constataram que os estereótipos acarretam queda na qualidade de vida em ambos os grupos. Conflitos e medos intensificam os estereótipos.
2. Os preconceitos atuam no plano inconsciente, portanto, fogem ao controle. Para assumir o caráter manifesto, os preconceitos são modificados sob efeito de censura. Se há pressão do tempo, cansaço ou outra razão que afete a reflexão e o