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foi a 
capacidade que deu origem ao primeiro computador (ENIAC), criado para Cálculos de balística na 2ª Guerra Mundial. 
Automatizar os processos manuais e semiautomáticos das empresas. Na medida em que as empresas descobriram a 
capacidade da TI em ajudar na padronização e automação dos processos, surgiram os primeiros sistemas contábeis, 
administrativos, financeiros, contas a pagar, contas a receber e folha de pagamento. Ou seja, sistemas que 
automatizavam rotinas das empresas. 
Armazenar grande quantidade de informação. O crescimento da capacidade de armazenamento e o barateamento 
das mídias propiciaram uma explosão e maciço investimento na automação dos sistemas corporativos. 
Permitir acesso rápido e com baixo custo de informação a qualquer parte do mundo. Graças ao rápido avanço das 
emergentes tecnologias de internet e telecomunicações, pudemos vivenciar a diminuição da distância entre pontos 
distantes, barateando a comunicação entre os mesmos. Os sistemas de e-commerce tornaram-se não só factíveis 
como uma excelente fonte de renda, agregado a uma boa logística de armazenagem e distribuição dos produtos. 
Permitir encontros virtuais e colaboração entre pessoas em qualquer parte do mundo, graças ao desenvolvimento 
de tecnologias de acesso remoto. O que permite, sem sombra de dúvida, aumento da eficácia e eficiência de pessoas 
trabalhando em grupo. 
A Tecnologia da Informação tornou-se tão vital para as empresas que mereceu, inicialmente nas grandes 
corporações, uma área específica para sua gestão. As antigas terminologias como CPD (centro de processamento de 
dados), área de informática, deram vez à área de TI. 
Para alcançar os objetivos traçados pela diretoria de TI, a empresa deve municiar-se da Tecnologia da Informação 
necessária para garantir a integridade sistêmica da empresa. Cabe ressaltar, entretanto, que o resultado da ação 
demandada pela área de TI só pode ser aferido mediante o sucesso das demais áreas envolvidas. Em outras palavras, 
o esforço e a dedicação implementados pela área de TI não trazem resultados para si, mas para as demais áreas da 
empresa e, fundamentalmente, para a empresa como um todo. 
Devemos lembrar que atualmente existem empresas 100% virtuais, ou seja, dependem 100% do bom 
funcionamento da Tecnologia da Informação. As empresas convencionais, que opcionalmente usam a internet para 
os negócios (e-business, e-commerce), podem até não parar por uma falha ou ineficiência temporária de seus 
sistemas ou de sua tecnologia, mas certamente passarão momentos difíceis com a falta de informação e 
dependendo do caso, podem até falir. 
Alguém, hoje em dia, consegue conceber um banco (Bradesco, Itaú-Unibanco, Santander, Banco do Brasil ou Caixa 
Econômica) funcionando um dia sem seus servidores em pleno vapor? Como cliente desse banco, como sobreviveria 
uma empresa corretora de ações, por exemplo? Impossível, não é? Certamente essa empresa cogitaria a troca de 
banco, caso a situação acontecesse novamente. 
A Tecnologia Da Informação Nas Empresas (E Seus Departamentos) 
Definimos então que um SI compreende todos os recursos tecnológicos (TI) e organizacionais (normas, 
procedimentos e práticas) que capturam, processam e distribuem a informação em uma organização. 
O uso da informação no âmbito operacional das empresas foi o foco nos primeiros anos de disseminação do uso de 
computadores nas empresas. Porém, uma vez consolidada a automação da operação, os gestores perceberam que a 
informação era uma arma valiosa, podendo subsidiar o processo decisório tanto do nível gerencial como do nível 
estratégico. Abaixo, alguns exemplos desse uso da TI, nos diversos segmentos corporativos: 
 
 
A Tecnologia da Informação e a economia 
As vedetes da TI ultimamente tem sido, sem sombra de dúvida, as tecnologias das redes de comunicações digitais, o 
que inclui a internet, intranets, extranets, redes privadas e as VANs. Tais tecnologias vêm agregando valor aos 
negócios das empresas que operam na economia digital (ou nova economia). 
Nessa nova modalidade de mercado e forma de realizar negócio, disponível aos que estão dispostos a investir nessas 
tecnologias emergentes, forma-se uma estrutura sobre a qual as organizações e pessoas interagem. Essa interação 
converge para o uso de tecnologias móveis como notebooks, palmtops, ipad, celulares e outros, dando mobilidade 
total às pessoas que, em qualquer parte do mundo podem realizar suas atividades individualmente ou em grupo. 
A plataforma formada pela convergência de todas as tecnologias citadas permite que todos os tipos de informações 
possam circular (dados, áudio, imagem e vídeo) e chegar a quem desejar. 
Na ECONOMIA DIGITAL as empresas potencializam suas capacidades de transformação, deixando de usar as 
estruturas organizacionais clássicas (em hierarquias e pirâmides) e passando a produzir produtos e serviços através 
de uma rede que integra fornecedores, clientes e outros agentes. Ou seja, transformam-se em empresas virtuais 
que agregam competências e recursos de diferentes empresas, e que se juntam para responder a uma oportunidade 
de negócios. 
A economia digital abrange todo e qualquer negócio realizado pela internet (e-business), porém o segmento que 
mais obteve vantagens para expansões foi o comércio de produtos e/ou serviços, que nessa nova economia ganhou 
a alcunha de e-commerce (comércio eletrônico). 
As Tecnologias da Informação Corporativas 
No e-commerce as empresas não mudaram seu negócio principal. Houve sim a oportunidade de expansão. As 
tecnologias propiciam as seguintes vantagens competitivas às empresas: 
Menor custo, pois há economia no espaço físico necessário à loja ou ao funcionamento da empresa prestadora de 
serviço e eliminação dos funcionários responsáveis pelo atendimento. 
Excelente atendimento ao cliente, que tem à sua disposição, em questão de segundos toda a gama de produtos e/ou 
serviços comercializados. 
Possibilidade de aumento do leque de produtos e serviços comercializados, em função da inexistência de espaço 
físico para o comércio. 
Possibilitam parcerias com empresas afins ou que vendem produtos e/ou serviços complementares. 
Nova modalidade de transação comercial com os fornecedores, que podem se encarregar diretamente pela 
reposição dos estoques na medida em que os respectivos pontos de reposição são atingidos em função de vendas. 
Arquitetura da Tecnologia da informação 
A arquitetura da Tecnologia da Informação é um plano de alto nível (estratégico) dos recursos de Tecnologia da 
Informação de uma organização, garantindo que a estrutura de TI atenda as necessidades de toda a organização, de 
forma integrada. A arquitetura de TI deve compreender: 
Os requisitos de informação de todos os usuários da organização. 
A Infraestrutura de TI. 
Todas as aplicações da empresa. 
 
A infra-estrutura da tecnologia da informação 
Conforme apontado na figura 1 (Arquitetura da TI na organização), a infraestrutura da Tecnologia da Informação de 
uma organização compreende: 
Instalações físicas; Componenetes da TI: Os componentes da TI já foram discutidos acima, na seção de Introdução, e, 
conforme pode ser visto na ilustração (figura 1 - Arquitetura da TI na organização), representam o alicerce da 
infraestrutura (base da pirâmide); Serviços da TI: Os serviços da TI compreendem: gerenciamento de dados (bancos 
de dados), desenvolvimento de sistemas e aspectos de segurança (cada vez mais necessários), dando a sustentação 
necessária ao bom funcionamento das aplicações (Sistemas de Informação) da empresa; Gerência da TI: Mesmo 
diante de tanta tecnologia, a gestão humana continua sendo imprescindível para o bom funcionamento de toda a 
parafernália tecnológica. A gerência de TI representa a liderança da TI dentro da organização. 
A Tecnologia da Informação e a Estratégia das Organizações 
Já ficou claro que a TI é um meio para ser prover algo relevante para as corporações e, portanto,