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<p>Direito do Trabalho/Legislação Social</p><p>ATIVIDADE – AULA 6</p><p>Com base nos conhecimentos adquiridos nessa aula, vamos responder as questões</p><p>1. LÚCIA trabalha em uma empresa cumprindo a seguinte jornada de trabalho: nos 10 primeiros dias do mês, de segunda-feira a sábado, de 08:00 às 16:00h; nos 10 dias seguintes, de segunda-feira a sábado, de 16:00 às 24:00h; nos últimos 10 dias do mês, de segunda-feira a sábado, de 24:00 às 8:00h – e assim sucessivamente em cada mês -, sempre com intervalo de 1 hora para refeição. Não existe acordo coletivo nem convenção coletiva regrando a matéria para sua categoria profissional.</p><p>Com base no caso apresentado, analise se a fixação da jornada de trabalho de LÚCIA está correta e quais as implicações para a empresa. Fundamente sua resposta.</p><p>R: A jornada de trabalho de Lúcia com mudanças de turno de 8 horas a cada 10 dias, incluindo horários noturnos, e um intervalo de 1 hora para refeição, pode gerar desafios logísticos e de conformidade com a legislação trabalhista, que a empresa deve considerar cuidadosamente para garantir o bem-estar e a conformidade legal dos funcionários.</p><p>Jornada de trabalho</p><p>A jornada de trabalho é um elemento fundamental nas relações trabalhistas, e sua configuração deve seguir padrões que atendam tanto às necessidades do trabalhador quanto aos requisitos legais.</p><p>No caso de Lúcia, uma funcionária que trabalha em uma empresa com uma jornada peculiar, dividida em três turnos ao longo do mês e intervalos de uma hora para refeição, é importante analisar cuidadosamente a conformidade dessa jornada com a legislação trabalhista e as implicações que ela pode ter tanto para o trabalhador quanto para a empresa.</p><p>Neste contexto, é fundamental considerar os aspectos legais, bem como os desafios práticos que essa configuração de jornada pode trazer para ambas as partes envolvidas.</p><p>2. BRUNO é casado com AMANDA, e ambos são empregados da empresa Pequenas Reformas Ltda., como engenheiros – os únicos que a empresa possui para gerenciar as 12 obras de reforma em andamento, sendo que o cronograma de metade delas está em atraso. O casal possui um filho, Rogério, estudante, de 16 anos. Bruno e Amanda foram admitidos na mesma data (11/04/2023), e comunicados por escrito, em 3 de julho de 2024, que terão as férias do período 2023/2024 concedidas nos meses de setembro (para Bruno) e outubro (para Amanda). Cientificados, ambos procuram, no mesmo dia, o setor de Recursos Humanos da empresa alegando que, pela Lei, têm direito ao aproveitamento das férias em conjunto e que desejam transformar 1/3 das férias em dinheiro. O gerente do setor diz que, se saírem juntos, as obras ficarão prejudicadas.</p><p>Diante do caso apresentado, é direito de Bruno e Amanda aproveitar as férias em conjunto, uma vez que têm filho estudante menor de 18 anos, bem como converter 1/3 das férias em dinheiro? Justifique.</p><p>R: Não há esse direito, pois a obrigatoriedade de coincidência das férias no trabalho com as férias escolares aplica-se apenas ao menor de 18 anos que seja estudante e empregado da empresa, na forma do Art. 136, § 2º, da CLT OU Não há direito potestativo porque o aproveitamento das férias em conjunto traria transtorno ao serviço, na forma do Art. 136, § 1º, da CLT. Não há como impor a conversão das férias em pecúnia porque o requerimento não foi feito no prazo previsto em Lei – 15 dias antes do término do período aquisitivo, conforme Art. 143, § 1º, da CLT</p><p>ATENÇÃO: somente será admitido o envio de uma resposta. Logo, a atividade, uma vez enviada e corrigida, com o Feedback do professor, não poderá ser reenviada para nova correção.</p><p>image1.jpg</p>