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<p>2021 Edvania Costa. Todos os Direitos Reservados.</p><p>Visa repor todos os dentes do rebordo,</p><p>reconstruir partes ausentes, como osso alveolar</p><p>e fibromucosa gengival, podendo ser uni ou</p><p>bimaxilar.</p><p>Considerações Gerais</p><p> Transmissão de esforços:</p><p>→ Dento suportada</p><p>→ Mucoso suportada</p><p>→ Dento-mucoso suportada</p><p>→ Implanto suportada</p><p> Requisito Mastigatório:</p><p>→ Retenção = depende de boa moldagem, anatomia do</p><p>rebordo, saliva, fibromucosa, inserções musculares e</p><p>tecidos moles</p><p>→ Estabilidade = montagem dos dentes deve seguir a</p><p>região de rebordo para evitar interferência da</p><p>musculatura; posição da língua deve ser respeitada</p><p>Obs 1: explicar ao paciente que o padrão de mastigação com</p><p>a prótese não será igual ao padrão que se tinha com os</p><p>dentes naturais.</p><p>Obs 2: retençao= menor movimento no eixo vertical</p><p>estabilidade= menor movimento sentido latero-lateral</p><p> Requisito Fonético:</p><p>→ Espessura de resina no palato = se for muito grossa</p><p>altera a fala</p><p>→ Dimensão vertical = se reduzida ou aumentada, causa</p><p>comprometimento estético e funcional na fala</p><p>→ Posição dos dentes= se mal posicionados, podem</p><p>interferir na fala</p><p> Requisito Estético</p><p>→ Harmonia facial = tipos de dentes, montagem dos</p><p>dentes e base da dentadura (cor da “gengiva”)</p><p> Requisito Conforto</p><p>→ Estética</p><p>→ Retenção e estabilidade</p><p>→ Boa relacão maxilo-mandibular</p><p>Anatomia Protética</p><p> Estrutura de suporte</p><p>→ Ossos</p><p>→ Mucosa e submucosa</p><p> Estruturas limítrofes</p><p>→ Músculos</p><p>→ Ligamento</p><p>Área onde a prótese fica em contato com o rebordo</p><p>Maior que a área basal inferior/mandibular</p><p>Quanto maior a área basal, maior a retenção. Logo, a</p><p>área basal superior é mais retentiva que a inferior</p><p> Zona de suporte principal</p><p>→ é a crista do rebordo alveolar</p><p>→ absorve os esforços mastigatórios</p><p>→ é variável de acordo com = extensão, forma e altura</p><p>do rebordo</p><p>Obs 3: o rebordo pode ter 3 formas: paralelo, estrangulado ou</p><p>retentivo. O que retém melhor a prótese é o paralelo</p><p> Zona de suporte secundária</p><p>→ são as vertentes vestibulares e palatinas</p><p>→ absorve indiretamente os esforços mastigatórios</p><p>→ rugosidades e forames palatinos estão dentro desta</p><p>zona</p><p> Zona de selado periférico</p><p>→ fundo de vestíbulo</p><p>→ contorna a área basal</p><p>→ faz o vedamento periférico</p><p>Prótese Total</p><p>Requisitos das PTs</p><p>Área Basal / Chapeável Maxilar</p><p>1= zona de suporte</p><p>principal</p><p>2= zona de suporte</p><p>secundário</p><p>3= zona selado</p><p>periférico</p><p>4= zona selado</p><p>posterior</p><p>5= zona de alívio</p><p>Distribuição das forças</p><p>oclusais</p><p>Contornam a borda da prótese</p><p>1</p><p>3</p><p>3</p><p>2</p><p>1 2 3 4</p><p>5</p><p>6</p><p>7</p><p>8</p><p>4</p><p>5</p><p>2021 Edvania Costa. Todos os Direitos Reservados.</p><p> Zona de selado posterior</p><p>→ limite posterior da prótese</p><p>→ limite entre palato duro-mole</p><p>Obs 4: o limite da prótese e onde o palato mole começa a</p><p>vibrar, pois esta vibração tende a deslocar a prótese, por isso,</p><p>não estender após a linha vibratória.</p><p> Zona de alívio</p><p>→ zonas preenchidas com cera para evitar pressão nas</p><p>áreas inervadas</p><p>→ realizado no modelo anatômico</p><p>→ região anterior= rugosidades e rafes palatinas, tórus</p><p>palatino e espículas ósseas</p><p>Obs 5: em casos de tórus grandes, há necessidade de cirurgia</p><p>para remoção</p><p> Músculos que influenciam na estabilidade da PTS:</p><p>→ Orbicular dos lábios; bucinador; modíolos; tensor do</p><p>véu palatino; elevador do palato, músculo da úvula e</p><p>palatofaríngeo</p><p> Zona de suporte principal</p><p>→ é a crista do rebordo alveolar</p><p>→ absorve os esforços mastigatórios</p><p>→ é variável de acordo com = extensão, forma e altura</p><p>do rebordo</p><p> Zona de suporte secundária</p><p>→ são as vertentes vestibulares e linguais</p><p>→ absorve indiretamente os esforços mastigatórios</p><p> Zona de selado periférico</p><p>→ fundo de vestíbulo</p><p>→ contorna a área basal</p><p>→ faz o vedamento periférico</p><p> Zona de selado posterior</p><p>→ limite posterior da prótese</p><p>→ posterior a papila retromolar</p><p> Zona de alívio</p><p>→ quando o rebordo for em lâmina de faca (pontiagudo)</p><p>→ quando o rebordo for extremamente reabsorvido e o</p><p>forame mentoniano estiver na altura do rebordo</p><p>→ pequenos tórus e espículas ósseas</p><p> Músculos que influenciam na estabilidade da PTI:</p><p>→ Orbicular dos lábios; bucinador; modíolos da comissura</p><p>labial (convergência de vários músculos); temporal;</p><p>masséter; pterigoideo medial; milo-hióideo, gênio-hióideo</p><p>e genioglosso</p><p>1= imagem mostrando o modíolo na comissura</p><p>→ Pedir para o paciente fazer a movimentação da</p><p>língua e dos músculos durante a moldagem para a</p><p>prótese total</p><p>1= freio do lábio superior</p><p>2= arcos orbiculares superiores</p><p>3= freios laterais superiores</p><p>4= arcos zigomáticos</p><p>5= arcos das tuberosidades</p><p>6= sulcos hamulares (pterigomaxilares)</p><p>7= fóveas palatinas</p><p>8= linha vibratória</p><p>Área Basal / Chapeável Mandibular</p><p>1= freio do lábio inferior</p><p>2= arcos orbiculares inferiores</p><p>3= freios laterais inferiores</p><p>4= arcos do bucinador</p><p>5= linha oblíqua externa</p><p>6= arcos retrovestibulares</p><p>7= arcos retromilohioideos</p><p>8= linha oblíqua interna</p><p>9= freio lingual</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>5</p><p>6</p><p>7</p><p>8</p><p>9</p><p>1</p><p>2021 Edvania Costa. Todos os Direitos Reservados.</p><p>Objetivos</p><p>→ Identificar reflexões bucais de problemas sistêmicos</p><p>→ Detectar morbidade nas estruturas orais</p><p>→ Avaliar distúrbios funcionais do órgão mastigador= abertura,</p><p>fechamento e lateralidade</p><p>→ Averiguar necessidades estéticas</p><p>→ Planejar racionalmente o trabalho</p><p>→ Determinar necessidade de tratamentos prévios</p><p>→ Possibilitar diagnóstico/prognóstico</p><p>→ Estabelecer honorários justos</p><p>→ Registrar dados obtidos</p><p>→ Ouvir a queixa principal do paciente</p><p> Identificação inicial</p><p>→ História médica</p><p>dental Anamnese</p><p>da prótese</p><p> Exame extra-oral</p><p>→ Cor da pele= influencia na escolhe de cor dos dentes</p><p>→ Forma do rosto= influencia no formato dos dentes</p><p>escolhidos</p><p>→ Linha mediana da face, da mandíbula e maxila devem</p><p>coincidir, para manter o equilíbrio da oclusão</p><p>→ Queilite angular= ocorre quando há diminuição da DVO,</p><p>por acúmulo de saliva na área</p><p>→ Tonicidade da musculatura= palpar o músculo, pois quanto</p><p>mais tônico, maior a chance de deslocar a prótese</p><p>→ Perfil facial= avaliar relação maxilo-mandibular</p><p>→ ATMs= investigar se o paciente têm ruídos e sintomas</p><p> Exame intra-oral</p><p>→ Forma dos maxilares= triangular, retangular ou ovóide</p><p>→ Tamanho dos rebordos= grande, médio ou pequeno</p><p>→ Altura do rebordo= alto, médio ou baixo</p><p>→ Forma do rebordo= afilado, vertentes paralelas ou</p><p>retentivo</p><p>→ Superfície dos rebordos=liso, ondulado ou irregular</p><p>Obs 1: o liso e irregular são mais retentivos, já o ondulado</p><p>precisa de enxerto ou remoção cirúrgica</p><p>→ Tuberosidade da maxila= grande, média ou pequena</p><p>Obs 2: tuberosidades grandes pedem remoção cirúrgica pré-</p><p>protética, pois dificulta na estabilidade da prótese</p><p>→ Abóboda palatina= rasa, média ou profunda (alta)</p><p>(acrescentar cera no modelo para chegar na porção mais alta</p><p>do palato)</p><p>→ Tórus= se for grande, faz-se remoção cirúrgica pré-</p><p>protética; se pequeno, faz-se zona de alívio</p><p>→ Sulco hamular= avaliar profundidade de ambos os lados;</p><p>quanto mais fundo, mais retentivo</p><p>→ Espaço interrebordo= avaliar se houve extrusão óssea e se</p><p>há espaço satisfatório; avaliar classe do paciente (I, II ou III)</p><p>Obs 3: se ouver muita extrusão, há necessidade de cirurgia</p><p>pré-protética para nivelar o rebordo</p><p>→ Fibromucosa= cor, superfície e resiliência (flacidez)</p><p>→ Língua e assoalho bucal= tamanho, posição, mobilidade,</p><p>consistência e higiene</p><p>→ Forma do palato mole= tipos I(plano); II(pouco inclinado) e II</p><p>(verticalizado)I</p><p>→ Saliva= aquosa, normal, espessa ou ausente</p><p>→ Lábios</p><p>→ Inserções musculares= freios, músculos e bridas</p><p>→ Elementos dentários= avaliar se é possível reaproveitar raiz</p><p>ou dentes</p><p>→ Movimentos</p><p>mandibulares= avaliar biodinâmica dos</p><p>maxilares</p><p>→ Prótese velha</p><p> Exames complementares</p><p>→ Radiografias</p><p>→ Modelos de estudo</p><p>→ Laboratoriais= etapa pré-cirúrgica</p><p> Tipos de psicológicos</p><p>→ Receptivo</p><p>→ Céptico/desconfiado</p><p>→ Histérico/neurótico</p><p>→ Indiferente</p><p>Exame do Paciente Desdentado</p><p>Ficha Clínica</p><p>2021 Edvania Costa. Todos os Direitos Reservados.</p><p>É a reprodução do negativo da anatomia bucal</p><p>do paciente, existem dois tipos e são classificadas</p><p>em anatômica e funcional.</p><p>Moldagem Anatômica em PT</p><p> Objetivos</p><p>→ gerar um modelo de estudo</p><p>→ ter visão panorâmica do rebordo= região de freios,</p><p>flancos e seus estados de tensão</p><p>→ avaliar indicação de cirurgia pré-protética</p><p>→ confeccionar moldeira individual</p><p>→ preservar as estruturas de suporte</p><p>→ promover suporte adequado para a PT</p><p>→ promover confecção de PT retida e estável</p><p>→ promover melhor estética da PT</p><p>Material de Moldagem</p><p> Godiva em placa</p><p>→ anelástico (mais rígido)</p><p>→ necessita de plastificador de godiva</p><p>→ indicação= fibromucosa de revestimento firme,</p><p>consistente e aderente</p><p>→ contra indicação= rebordo retentivo, flácido e em</p><p>cicatrização, pois a godiva é muito consistente podendo</p><p>ferir o paciente no momento da remoção</p><p>→ ter cuidado para não queimar o paciente</p><p> Alginato</p><p>→ elástico (mais flexível)</p><p>→ mais usado por ser mais fácil a manipulação</p><p>→ indicação= fibromucosa de revestimento flácida, em</p><p>cicatrização e rebordo retentivo</p><p>Posição do Paciente</p><p> Moldando arcada superior</p><p>→ paciente ereto</p><p>→ evitar cabeça inclinada pra trás</p><p>→ CD posicionado atrás do paciente com a altura da</p><p>cavidade oral do paciente na direção do cotovelo do</p><p>profissional</p><p> Moldando arcada inferior</p><p>→ paciente ligeiramente inclinado para trás e mais alto</p><p>que anteriormente</p><p>→ CD posicionado lateralmente ao paciente</p><p>Moldagem com Godiva</p><p> Material</p><p>→ moldeiras em estoque não perfuradas</p><p>→ godiva em placa/bastão</p><p>→ vaselina</p><p>→ gral de borracha</p><p>→ plastificador de godiva</p><p>→ lamparina e álcool/ hannau</p><p>→ instrumental clínico</p><p>→ lecron</p><p>→ estilete</p><p> Seleção da moldeira</p><p>→ por tentativa, testar até encontrar a moldeira de</p><p>tamanho ideal</p><p>→ deve cobrir todas as área de suporte e ter uma folga</p><p> Preparação do material</p><p>→ adequada plastificação (temperatura) e manipulação</p><p>da godiva</p><p>→ colocar no plastificador e após a plastificação,</p><p>acomodar na moldeira</p><p>→ levar a moldeira com godiva no plastificador e, só</p><p>depois, introduzir na cavidade oral do paciente</p><p> Leitura do molde</p><p>→ superfície lisa e fosca</p><p>→ centralizado</p><p>→ ter copiado toda a área basal da futura prótese (freios,</p><p>flancos, papilas, linhas oblíquas, sulcos hamulares, etc)</p><p>→ ausência de bolhas e báscula</p><p>→ espessura uniforme</p><p>Obs 1= a godiva é reutilizável, então caso a moldagem</p><p>não dê certo, pode usar a mesma godiva já utilizada e</p><p>refazer o molde</p><p>Moldagem em Prótese Total</p><p>2021 Edvania Costa. Todos os Direitos Reservados.</p><p> Defeitos corrigíveis</p><p>→ falta de godiva no selado periférico e selado posterior</p><p>ou papilas digitais na borda do molde</p><p>→usar a lâmpada hannau, plastificar somente a área com</p><p>defeito e colocar novamente na boca do paciente</p><p> Defeitos não corrigíveis</p><p>→ molde descentralizado</p><p>→ báscula</p><p>→ falta de material na abóboda palatina e sulco</p><p>→ deficiência ou excesso de compressão no molde</p><p>Moldagem com Alginato</p><p> Material</p><p>→ alginato</p><p>→ moldeiras de estoque perfuradas</p><p>→ gral de borracha</p><p>→ espátula de alginato</p><p>→ dosador de água e pó</p><p>→ algodão</p><p>→ cera utilidade</p><p>→ instrumental clínico</p><p>→ lamparina e álcool</p><p>→ espátulas lecron, 07 e 31</p><p> Seleção da moldeira</p><p>→ por tentativa, testar até encontrar o tamanho ideal</p><p>→ deve cobrir toda a área de suporte e ter uma folga</p><p>→ envolver as bordas da moldeira com cera utilidade e</p><p>algodão</p><p> Preparação do material</p><p>→ quantidade correta, de acordo com as instruções do</p><p>fabricante</p><p> Leitura do molde</p><p>→ centralizado</p><p>→ toda a área basal da futura prótese</p><p>→ ausência de bolhas e báscula</p><p>→ textura homogênea</p><p>→ espessura uniforme</p><p>Moldagem Propriamente Dita</p><p>INTRODUZ A MOLDEIRA COM O MATERIAL NA</p><p>CAVIDADE ORAL</p><p>CENTRALIZA A MOLDEIRA, CABO NA DIREÇÃO DA</p><p>LINHA MÉDIA DO PACIENTE</p><p>COMPRESSÃO BILATERAL</p><p>REALIZAÇÃO DE MOVIMENTOS: TRAÇÃO DOS</p><p>LÁBIOS, BOCHECHAS, LÍNGUA E DEGLUTIÇÃO</p><p>AGUARDA A REAÇÃO DE PRESA E REMOVE O MOLDE</p><p>REALIZAR A LÍNGUA NO MOLDE INFERIOR</p><p> Lavagem</p><p>→ desinfetar com Hipoclorito de Sódio 1% (10 min)</p><p>→ Imergir ou borrifar e deixar no umidificador</p><p> Acidentes que podem ocorrer na</p><p>moldagem</p><p>→ náusea</p><p>→ ferimento na comissura labial</p><p>→ queimadura suave</p><p> Fazer a leitura do modelo</p><p>2021 Edvania Costa. Todos os Direitos Reservados.</p><p>Moldagem Funcional em PT</p><p>Ela visa, de forma definitiva, determinar a verdadeira área</p><p>de assentamento da prótese, bem como toda área</p><p>periférica da mesma, a fim de evitar deslocamentos</p><p>durante as diversas atividades executadas pelas estruturas</p><p>maxilo-faciais.</p><p> Objetivos</p><p>→ copiar fielmente todos os detalhes anatômicos da área</p><p>chapeável</p><p>→ obter extensão e delimitação correta da área</p><p>chapeável</p><p>→ comprimir as zonas de compressão</p><p>→ aliviar as zonas de alívio</p><p>→ obter a retenção, estabilidade e suporte adequados</p><p>→ obter uniformidade no assentamento e na espessura</p><p>das bordas</p><p>→ promover estética</p><p>→ dar conforto ao paciente</p><p>→ promover saúde dos tecidos gengivais</p><p> Características</p><p>→ dinâmica= registra todos os detalhes anatômicos</p><p>importantes da área chapeável, das inserções musculares</p><p>e de seus movimentos</p><p>→ pressão adequada (pressão seletiva)</p><p>→ posicionamento ideal da moldeira</p><p>→ deformação controlada= seguir as orientações do</p><p>fabricante para não ter alteração dimensional no molde</p><p>Técnica de Moldagem Usada na PT</p><p> Pressão seletiva</p><p>→ áreas de maior e menor pressão, fazendo a</p><p>simulação da PT na boca</p><p>→ existem zonas de alivio que são preconizadas, onde</p><p>não se deve pressionar</p><p>→ maior retenção e estabilidade por compatibilidade</p><p>com tecidos</p><p>→ aumenta um pouco o tempo de trabalho</p><p>Confecção da Moldeira Individual</p><p>→ feita no modelo de estudo adquirido na moldagem</p><p>anatômica</p><p>→ delimitação da área basal/chapeável</p><p>→ confecção de alívios</p><p>→ manipulação de resina acrílica e</p><p>acabamento/polimento</p><p> Materiais e instrumentos</p><p>→ resina acrílica</p><p>→ brocas de aço</p><p>→ espátulas 07, 31 e 36</p><p>→ lecron</p><p>→ pincel</p><p>→ lampararina</p><p>→ cera 7 ou 9</p><p>→ placa de vidro</p><p>→ maxcult, pedra montada e mandril</p><p>→ espátula pra gesso</p><p>→ potes dappen</p><p>→ vidro com tampa</p><p> Limites da área basal na maxila</p><p>→ freios do lábio superior</p><p>→ arcos orbiculares superiores</p><p>→ arcos zigomáticos</p><p>→ arcos das tuberosidades</p><p>→ sulcos hamulares (perigomaxilares)</p><p>→ fóveas palatinas</p><p>→ linha vibratória</p><p> Limites área basal mandibular</p><p>→ freio do lábio inferior e lingual</p><p>→ arcos orbiculares inferiores e assoalho</p><p>→ freios laterais inferiores</p><p>→ arcos do bucinador e linha oblíqua externa</p><p>→ arcos retrovestibular e molar</p><p>→ papilas retromolares</p><p>→ ligamentos pterigomandibulares</p><p>2021 Edvania Costa. Todos os Direitos Reservados.</p><p> Finalidades da zona de alívio</p><p>→ evitar compressão excessiva</p><p>→ evitar báscula</p><p>→ feitas áreas retentivas do modelo</p><p>→ o espaço da zona de alívio será preenchido por</p><p>material de moldagem</p><p> Ajuste da moldeira ao paciente</p><p>→ checar a adaptação da moldeira no paciente</p><p>→ pedir para o paciente movimentar a língua pra ver se</p><p>a moldeira também se movimenta e ir</p><p>adaptando/desgastando onde precisar</p><p>Etapas da Moldagem Funcional</p><p> 1ª Etapa</p><p>→ moldagem do selado periférico</p><p>→ godiva em bastão na borda da moldeira (por etapas)</p><p>→ pedir pro paciente movimentar os músculos</p><p> 2ª Etapa</p><p>→ siliconas, polissulfetos ou mercaptanas, poliéteres</p><p>(materiais elastômeros)</p><p>→ pasta ZOE= anelástico, com alta precisão e fidelidade,</p><p>(não usar em áreas com grande retenção)</p><p> Teste de retenção</p><p>vertical</p><p>→ Tracionamento vertical da moldeira= não pode ter</p><p>facilidade na retirada</p><p> Teste de retenção horizontal</p><p>→ Tracionamento horizontal= movimentar pra ver se</p><p>tem espaço sobrando nas laterais</p><p>→ Travamento póstero-anterior</p><p> Teste de estabilidade</p><p>→ compressão bilateral do 1º molar (pressionar de um</p><p>lado depois do outro pra checar movimento)</p><p>→ verificar báscula</p><p> Debrum e dicagem (encaixotamento)</p><p>→ colocar cera utilidade na borda do molde e envolver o</p><p>molde com lâmina de cera 7 ou 9</p><p>→ o encaixotamento facilita a definição das bordas e</p><p>facilita o vazamento do gesso</p><p>2021 Edvania Costa. Todos os Direitos Reservados. @bellcostaodonto</p><p>Meios Físicos de Retenção das PTs</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>Retenção da PT</p><p>BP</p><p>SL FM</p><p>SL</p><p>BP</p><p>FM</p><p>SL</p><p>BP</p><p>FM</p><p>BP</p><p>SL</p><p>2021 Edvania Costa. Todos os Direitos Reservados. @bellcostaodonto</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>↑ ↑ ↑</p><p>→</p><p>→</p><p>Meios Fisiológicos de Retenção das PTs</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>↓GRAU DE TONICIDADE ↑GRAU DE RETENÇÃO</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>Meios Psíquicos de Retenção das PTs</p><p>→</p><p>→</p><p>2021 Edvania Costa. Todos os Direitos Reservados. @bellcostaodonto</p><p>Meios Mecânicos e Cirúrgicos de Retenção das PTs</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>Meios de Estabilidade das PTs</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>Estabilidade da PT</p><p>2021 Edvania Costa. Todos os Direitos Reservados. @bellcostaodonto</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>Meios Mecânicos de Retenção e Estabilidade das PTs</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>A</p><p>B</p><p>DeterminantesoVerticaisodeoOclusão</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>Determinantes Horizontais deoOclusão</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>RegistroodaoDimensãooVertical no Paciente Desdentado</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>RelaçõesoIntermaxilaresona PT</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>é ç</p><p>→ á ê</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>Registro da RelaçãooCêntrica</p><p>→</p><p>→ “ ”</p><p>í</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>PlanosodeoOrientação</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p></p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>Material</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>SeleçãoodosoDentes Artificiais</p><p>https://seer.imed.edu.br/index.php/JOI/article/view/1249</p><p>https://doi.org/10.18256/2238-510X/j.oralinvestigations.v5n1p50-60</p><p>https://pt.slideshare.net/protesedentariauefs/registro-intermaxilar</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>Anatomia Oclusal</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>Forma</p><p>Tamanho</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>Cor dos Dentes</p><p>M</p><p>→</p><p>→</p><p>Controle Posterior, em que fase iniciar?</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p></p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p></p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>Instalação e Controle Posterior da PT</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p></p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p></p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p></p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p><p>→</p>

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