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<p>CA D E R N O</p><p>Data de Nascimento</p><p>do(a) estudante</p><p>Nome do(a) estudante</p><p>P 0 9 0 1</p><p>2º AVALIE CE</p><p>2024</p><p>1877P0901</p><p>9º ano do Ensino Fundamental</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA</p><p>66335577225566553322</p><p>01 DCBA</p><p>02 DCBA</p><p>03 DCBA</p><p>04 DCBA</p><p>05 DCBA</p><p>06 DCBA</p><p>07 DCBA</p><p>08 DCBA</p><p>09 DCBA</p><p>10 DCBA</p><p>11 DCBA</p><p>12 DCBA</p><p>13 DCBA</p><p>14 DCBA</p><p>15 DCBA</p><p>16 DCBA</p><p>17 DCBA</p><p>18 DCBA</p><p>19 DCBA</p><p>20 DCBA</p><p>21 DCBA</p><p>22 DCBA</p><p>23 DCBA</p><p>24 DCBA</p><p>25 DCBA</p><p>26 DCBA</p><p>BL01P09</p><p>Leia os textos abaixo.</p><p>Texto 1</p><p>Qual é a diferença entre um avião e um carro voador?</p><p>Os carros voadores já começaram a ser uma realidade no mundo, com diversas empresas</p><p>assumindo contratos de fabricação e venda de protótipos1 e prazos de entrega de veículos.</p><p>Entretanto, aqueles cenários de filmes de ficção científica com engarrafamentos aéreos não</p><p>devem se concretizar, pelo menos não em um futuro próximo. [...]</p><p>Esses veículos se diferenciam ainda do avião elétrico, que tem por característica usar asas e</p><p>precisar da aceleração no chão para decolar. Empresas americanas já estão testando motores</p><p>elétricos em aviões, mas, por enquanto, ainda são usados motores convencionais para auxiliar</p><p>o voo. Um avião completamente elétrico possivelmente não estará em uso comercial antes de</p><p>2030. [...]</p><p>*Vocabulário:</p><p>1protótipos: primeiro tipo ou primeiro exemplar.</p><p>SUMMIT MOBILIDADE. Qual é a diferença entre um avião e um carro voador? 2022. Disponível em: <https://bit.ly/3VN4kCB>.</p><p>Acesso em: 6 jan. 2023. Fragmento.</p><p>Texto 2</p><p>Carro voador e tendências da mobilidade aérea urbana no Brasil</p><p>“Os Jetsons”, “Guerra nas estrelas”, “De volta para o futuro” e [...] muitas [...] produções de</p><p>ficção científica têm um ponto de engenharia em comum: com seus marcantes carros voadores,</p><p>popularizaram no imaginário de todos a possibilidade da mobilidade aérea urbana.</p><p>O conceito, segundo o professor-doutor da Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie</p><p>Dario Rais Lopes, é de um sistema de transporte aéreo seguro e eficiente que usará aeronaves</p><p>altamente automatizadas1 que operarão e transportarão passageiros ou cargas em altitudes mais</p><p>baixas, em áreas urbanas e suburbanas. “Essas aeronaves são os eVTOL. O acrônimo2 inglês</p><p>significa [...] veículo elétrico de pouso e decolagem verticais. Numa visão bem simplista, poderia</p><p>dizer que é um misto de carro com helicóptero elétrico”, explica.</p><p>Em termos operacionais, conforme ele, a diferença em relação aos últimos está na possibilidade</p><p>de voos a uma altitude inferior. Já quanto à tecnologia, muda a propulsão3. “Serão veículos</p><p>elétricos com menor impacto ambiental. Os eVTOL geram um ruído muito menor que o dos</p><p>helicópteros e não usam combustíveis fósseis. E se trabalha para que cheguem a operações [...]</p><p>sem piloto”, complementa Rais.</p><p>*Vocabulário:</p><p>1automatizadas: com funcionamento automático.</p><p>2acrônimo: palavra formada com as letras ou sílabas iniciais de uma sequência de palavras.</p><p>3propulsão: impulso para frente.</p><p>SILVA, Jéssica. Carro voador e tendências da mobilidade aérea urbana no Brasil. 2022. Disponível em: <https://bit.ly/3WSsmgL>.</p><p>Acesso em: 6 jan. 2023. Fragmento.</p><p>(P092107H6_SUP)</p><p>01) (P092107H6) Esses textos têm em comum o fato de</p><p>A) apontarem diferenças entre carros voadores e outros veículos.</p><p>B) citarem que diversas empresas estão fabricando carros voadores.</p><p>C) indicarem a opinião de um professor de engenharia sobre carros voadores.</p><p>D) mencionarem o significado em inglês do nome dado aos carros voadores.</p><p>P0901</p><p>1</p><p>BL01P09</p><p>Leia novamente os textos “Qual é a diferença...” e “Carro voador...” para responder às questões</p><p>abaixo.</p><p>02) (P092111H6) No Texto 1, no trecho “Um avião completamente elétrico possivelmente não estará em</p><p>uso...”, a palavra em destaque foi usada para</p><p>A) apontar a autorização para pilotar avião elétrico.</p><p>B) apresentar dúvida sobre a fabricação do avião elétrico.</p><p>C) expressar hipótese sobre a utilização do avião elétrico.</p><p>D) sugerir a previsão de sucesso do avião elétrico.</p><p>03) (P092119H6) No Texto 1, o trecho “... engarrafamentos aéreos não devem se concretizar,...” é um exemplo</p><p>de linguagem</p><p>A) científica.</p><p>B) formal.</p><p>C) informal.</p><p>D) regional.</p><p>04) (P092117H6) No Texto 2, no trecho “... para que cheguem a operações...” (3º parágrafo), os termos</p><p>destacados estabelecem relação de</p><p>A) adição.</p><p>B) conclusão.</p><p>C) finalidade.</p><p>D) proporção.</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Diário de uma saudade</p><p>18/9 – A notícia</p><p>Cheguei à escola, como sempre fazia. Levei de casa um pedaço daquele bolo de cenoura com</p><p>chocolate que mamãe faz e que o Paulinho amava mais do que cachorro-quente.</p><p>O Paulinho era meu vizinho e meu amigo desde sempre. Estávamos sempre juntos. Ele me</p><p>entendia como ninguém, até parecia que sabia ler minha mente. Estudávamos juntos em casa,</p><p>e ele me ajudava a aprender matemática, coisa que sempre me deixava meio atrapalhada. Eu o</p><p>ajudava nas redações, e ele dizia que um dia queria escrever bonito como eu.</p><p>Eu escrevi uma carta para ele, sei lá, tive vontade de falar coisas que a gente sente, mas quase</p><p>nunca fala. Tinha dobrado a carta bem dobradinha e colocado no meio do papel que embrulhava</p><p>o bolo. Imaginei que ele gostaria da surpresa. Talvez vocês estranhem essa coisa de escrever</p><p>carta, mas acho que elas são tão pessoais e marcantes... Cartas são registros, palavras escritas</p><p>em papel que atravessam séculos. [...]</p><p>Bem... voltando ao que dizia...</p><p>A aula começou, e nada do Paulinho. [...]</p><p>ESSLINGER, Ingrid; GEBRIM, Patricia. Diário de uma saudade. 1ª ed. Campinas: Fundação Educar DPaschoal, 2019. Disponível em:</p><p><https://online.pubhtml5.com/bczq/fpph/index.html#p=4>. Acesso em: 22 set. 2023. Fragmento. (P00035576_SUP)</p><p>05) (P00035576) Entende-se desse texto que a narradora</p><p>A) ajudou a professora durante a aula de redação.</p><p>B) aprendeu a receita de bolo de cenoura com sua mãe.</p><p>C) comprou um papel especial para fazer dobraduras.</p><p>D) preparou uma surpresa carinhosa para seu amigo.</p><p>P0901</p><p>2</p><p>BL01P09</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Uma homenagem curiosa ao homem-morcego</p><p>Em 1939, era lançada nas bancas dos Estados Unidos uma história em quadrinhos</p><p>apresentando um novo super-herói: Batman, o homem-morcego. Foi um sucesso! Apesar de não</p><p>ter superpoderes, o Batman é especialista em artes marciais e tem um monte de equipamentos</p><p>tecnológicos que o ajudam a combater o crime na cidade de Gotham. Ele luta contra vilões</p><p>temidos como Coringa, Duas-Caras, Pinguim, Charada e Hera-Venenosa, ao lado do seu fiel</p><p>ajudante Robin!</p><p>Ao longo de 80 anos – isso mesmo, 80 anos! – de histórias em quadrinhos, desenhos</p><p>animados, filmes, séries, videogames e muito mais, o Batman se tornou um dos super-heróis</p><p>mais famosos do mundo. Pode perguntar para seus pais, tios, avós… aposto que todo mundo</p><p>conhece o Batman. Alguns talvez até sejam fãs do homem-morcego, como o cientista colombiano</p><p>Pablo Lehmann Albornoz, professor na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), no</p><p>Rio Grande do Sul.</p><p>Em 2006, Pablo publicou um estudo no qual apresentava a descoberta de uma nova espécie</p><p>de peixe da Amazônia na Colômbia e no Peru – recentemente também encontrado no Brasil –,</p><p>pertencente a um grupo de pequenos bagres que os cientistas chamam de Otocinclus. Em grego</p><p>este nome quer dizer “ouvido com treliças”, por causa de uns buraquinhos nos ossos da cabeça</p><p>desses peixes. Diferente das outras espécies de Otocinclus, a que Pablo encontrou tinha uma</p><p>mancha preta muito curiosa na cauda, em forma de W, mas que também lembra a forma de um</p><p>morcego. Ou melhor, lembra o símbolo de morcego que o Batman estampa em seu peito. [...]</p><p>Ele pode ser ou não um batpeixe? Assim, a nova espécie ganhou o nome científico Otocinclus</p><p>batmani, em homenagem ao vigilante de Gotham. Eu gostei da homenagem. Afinal, o Batman é</p><p>o meu super-herói favorito!</p><p>COSTA, Henrique Caldeira. Uma homenagem curiosa ao homem-morcego. v. 304. 21. Out. 2019. Disponível em: http://chc.org.br/artigo/</p><p>batpeixe-329/ . Acesso em: 21 fev. 2022. Fragmento. (P070921I7_SUP)</p><p>06) (P070935I7) Nesse texto, no trecho “... uns buraquinhos nos ossos da cabeça...” (3º parágrafo), a palavra</p><p>destacada está no diminutivo para</p><p>A) indicar carinho.</p><p>B) marcar deboche.</p><p>C) mostrar quantidade.</p><p>D) revelar tamanho.</p><p>07) (P070927I7) Nesse texto, no trecho “... pequenos bagres que os cientistas chamam...” (3º parágrafo),</p><p>a palavra destacada significa</p><p>A) convocar.</p><p>B) nomear.</p><p>C) telefonar.</p><p>D) tocar.</p><p>P0901</p><p>3</p><p>BL01P09</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Disponível em: <https://shre.ink/2PSF>. Acesso em: 6 set. 2023. (P00035851_SUP)</p><p>08) (P00035851) Infere-se desse texto que</p><p>A) os cães pedem colo com frequência aos tutores.</p><p>B) os cães são mais bravos com os tutores que os gatos.</p><p>C) os gatos querem que a comida fique fora do pote.</p><p>D) os gatos são mais seletivos com comida que os cães.</p><p>P0901</p><p>4</p><p>BL01P09</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>O Sonho de Olga</p><p>A espuma escreve</p><p>com letras de alga</p><p>o sonho de Olga.</p><p>Olga é a menina que o céu cavalga</p><p>em estrela breve.</p><p>Olga é a menina que o céu afaga</p><p>e o seu cavalo em luz se afoga</p><p>e em céu se apaga.</p><p>A espuma espera</p><p>o sonho de Olga.</p><p>A estrela de Olga chama-se Alfa.</p><p>Alfa é o cavalo de estrela de Olga.</p><p>Quando amanhece, Olga desperta</p><p>e a espuma espera</p><p>o sonho de Olga,</p><p>a espuma escreve</p><p>com letras de alga</p><p>a cavalgada da estrela Alfa.</p><p>A espuma escreve com algas na água</p><p>o sonho de Olga...</p><p>MEIRELES, Cecília. Rola a chuva. In: Poesia Completa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. (P024275_SUP)</p><p>09) (P024276) Entende-se desse texto que</p><p>A) Olga gosta de brincar com a espuma do mar.</p><p>B) Olga gosta de dar nome para as estrelas.</p><p>C) Olga sonha que está viajando pelo céu.</p><p>D) Olga tem vontade de andar a cavalo.</p><p>10) (P024275) Nesse texto, o verso em que se atribui uma característica humana a um ser inanimado é:</p><p>A) “A estrela de Olga chama-se Alfa.”. (5ª estrofe)</p><p>B) “Alfa é o cavalo de estrela de Olga.”. (5ª estrofe)</p><p>C) “Quando amanhece, Olga desperta”. (6ª estrofe)</p><p>D) “A espuma escreve com algas na água”. (8ª estrofe)</p><p>P0901</p><p>5</p><p>BL01P09</p><p>Leia os textos abaixo.</p><p>Texto 1</p><p>Crítica: ‘Lilo, Lilo, Crocodilo’ é filme simpático que abraça e conforta</p><p>‘Lilo, Lilo, Crocodilo’ conta a história de Lilo [...], um crocodilo que tem a habilidade de cantar. [...]</p><p>Obviamente, Lilo, Lilo, Crocodilo foge de alguma originalidade: tem momentos que lembra</p><p>Paddington, outros lembra Meu Monstro de Estimação e até mesmo Stuart Little. Não há muito</p><p>frescor aqui, batendo sempre em teclas que já vimos. A mensagem também já é muito usada: a</p><p>de que devemos ser nós mesmos e respeitar as limitações do outro. Batida, mas bonitinha.</p><p>De resto, destaca-se a atuação de Javier Bardem [...]. Ele está totalmente fora de seu costume,</p><p>talvez em uma preparação para A Pequena Sereia, cantando, dançando, interagindo com um</p><p>crocodilo [...] e se divertindo à beça. Claro que é bom ver ele sério em cena, em papéis mais</p><p>densos. Mas que beleza encontrá-lo tão leve e divertido assim.</p><p>[...] Lilo, Lilo, Crocodilo diverte e encanta e, mesmo com pautas batidas, deve fazer o público</p><p>sair da sala de cinema com um sorrisão estampado no rosto e cantarolando a canção original –</p><p>que, se houver justiça, será indicada ao Oscar. Se tiver crianças em casa, vale a pena a visita aos</p><p>cinemas. Faz tempo que não surge um filme tão bonitinho assim. [...]</p><p>Mans, Matheus. Crítica: ‘Lilo, Lilo, Crocodilo’ é filme simpático que abraça e conforta. In: Esquina da Cultura. Disponível em:</p><p><https://www.esquinadacultura.com.br/post/critica-lilo-lilo-crocodilo-e-filme-simpatico-que-abraca-e-conforta>. Acesso em: 24 jan.</p><p>2023. Fragmento.</p><p>Texto 2</p><p>‘Lilo, Lilo, Crocodilo’ tem voz de Marcus Eni, o ‘pai’ do macaquinho Severino</p><p>Todos os banheiros do mundo têm bichinhos de vez em quando. Podem ser aqueles</p><p>mosquitinhos de asas redondas que ficam no ralo e no teto, pode ser um pernilongo, uma lagartixa,</p><p>as aleluias no verão. Mas só um banheiro de todo o planeta tem um crocodilo morando dentro.</p><p>O nome do bicho é Lilo, e ele está mais para pessoa do que para animal [...].</p><p>Lilo canta. Lilo fala, caminha em duas patas, gosta de comer caviar. E ele também usa cachecol.</p><p>Lilo é o protagonista do filme “Lilo, Lilo, Crocodilo”, que estreou recentemente nos cinemas. [...]</p><p>Aqui no Brasil, há também uma versão do filme com as vozes em português – o filme dublado.</p><p>Quem foi escolhido para dar vida a Lilo foi o Marcus Eni, famoso na internet por ser “pai” do</p><p>macaquinho Severino [...].</p><p>Morando sozinho em um apartamento na cidade, o crocodilo um dia se depara com a família</p><p>que se muda para lá, sem saber que o animal existe. Joshua é o filho da família, tem 10 anos, e</p><p>acaba encantado com aquele réptil cantor tão surpreendente e cativante. [...]</p><p>FRANCO, Marcella. ‘Lilo, Lilo, Crocodilo’ tem voz de Marcus Eni, o ‘pai’ do macaquinho Severino. In: Folha de S.Paulo. 2022.</p><p>Disponível em: <http://bit.ly/3WSel1Q>. Acesso em: 24 jan. 2023. Fragmento.</p><p>(P092143H6_SUP)</p><p>11) (P092143H6) Esses textos têm em comum o fato de</p><p>A) abordarem que é comum ter bichinhos em todos os banheiros do mundo.</p><p>B) compararem o filme “Lilo, Lilo, Crocodilo” ao filme “Stuart Little”.</p><p>C) demonstrarem que o crocodilo Lilo é um personagem que canta.</p><p>D) mencionarem o nome do dublador do protagonista do filme.</p><p>12) (P092144H6) No Texto 2, o trecho que traz uma opinião é</p><p>A) “Lilo canta. Lilo fala, caminha em duas patas, gosta de comer caviar.”. (3° parágrafo)</p><p>B) “Lilo é o protagonista do filme ‘Lilo, Lilo, Crocodilo’,...”. (3° parágrafo)</p><p>C) “... há também uma versão do filme com as vozes em português...”. (4° parágrafo)</p><p>D) “... aquele réptil cantor tão surpreendente e cativante.”. (5° parágrafo)</p><p>P0901</p><p>6</p><p>BL01P09</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Descobertas seis novas espécies de camaleão-pigmeu, répteis do tamanho de um polegar</p><p>O único lugar do mundo onde esses minúsculos animais são encontrados é na Tanzânia. O</p><p>camaleão-pigmeu é um réptil, com o tamanho aproximado de um polegar da mão humana, que</p><p>vive entre galhos de árvores nas florestas tropicais da costa leste do país africano.</p><p>E seis novas espécies desses pequenos seres foram descobertas na cadeia de treze</p><p>montanhas do chamado Arco Oriental da Tanzânia, uma região isolada, com mais de 20 mil km2,</p><p>rica em biodiversidade, na divisa com o Quênia.</p><p>Com a descoberta, agora o número de espécies de camaleão-pigmeu, Rhampholeon, chega a</p><p>26. Mais de 50% delas tem como habitat o Arco Oriental. Por causa de sua diversidade de fauna</p><p>e flora, esse ecossistema é muito comparado com o da Ilha de Galápagos, no Equador.</p><p>“Em nosso estudo, detectamos apenas variação morfométrica [medição das formas externas]</p><p>limitada entre as espécies. Distinguimos as novas espécies usando genética, combinada com</p><p>avaliação de características morfológicas e sua distribuição geográfica”, explicam os autores da</p><p>descoberta, no artigo científico em que descrevem os camaleões-pigmeus. [...]</p><p>CAMARGO, Suzana. Descobertas seis novas espécies de camaleão-pigmeu, répteis do tamanho de um polegar. Disponível em:</p><p><https://bit.ly/3Z3utyB>. Acesso em: 13 mar. 2023. Fragmento. (P092314H6_SUP)</p><p>13) (P092314H6) A informação principal desse texto está no trecho:</p><p>A) “... esses minúsculos animais são encontrados é na Tanzânia.”. (1° parágrafo)</p><p>B) “... vive entre galhos de árvores nas florestas tropicais da costa leste...”. (1° parágrafo)</p><p>C) “... seis novas espécies desses pequenos seres foram descobertas...”. (2° parágrafo)</p><p>D) “... esse ecossistema é muito comparado com o da Ilha de Galápagos, no Equador.”. (3° parágrafo)</p><p>P0901</p><p>7</p><p>BL01P09</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Amor em quatro patas</p><p>Chego ao pet shop e, ao passar pelos diversos corredores repletos de produtos, fico na dúvida</p><p>sobre qual a melhor cama para cães levar. Observando minha hesitação, uma cliente puxa</p><p>conversa: “É para um filhote ou para um animal adulto? Essa cor-de-rosa costuma ser muito boa.”</p><p>Grata pela gentileza, respondo que era para uma filhotinha que eu acabara de ganhar de</p><p>presente de Natal. Era a deixa que Keila, uma comerciante de meia idade, precisava para</p><p>compartilhar sua história: “Ah, você vai adorar! Desde que adotei minha cadela, a vida mudou</p><p>para melhor!”.</p><p>Pergunto como se deu adoção e Keila diz que</p><p>foi em setembro do ano passado. “Um dia,</p><p>cheguei para abrir minha loja e uma vira-latas preta, de manchas brancas, estava deitada na</p><p>porta. Ela portava coleira, parecia bem cuidada, mas tinha sede e fome”, conta.</p><p>A comerciante alimentou o animal, que permanecera na porta do comércio até o final do</p><p>expediente. “Foi então que percebi que ela estava com a pata machucada [...]”, lembra Keila.</p><p>Sensibilizada, ela resgatou a cadela e a levou até uma clínica veterinária. Fora informada de</p><p>que seria preciso operar o animal. [...]</p><p>Por ser mais velho e de médio porte, o animal não encontrou pessoas interessadas em adotá-lo.</p><p>No dia da alta, Keila criou coragem e anunciou à veterinária: “Ela vai ficar comigo”. Mal sabia a</p><p>comerciante que seria o início de uma grande mudança em sua vida – e para melhor. “Graças a</p><p>ela, sou obrigada a sair pelo menos duas vezes ao dia para levá-la para passear. Acabei fazendo</p><p>amizade com outros tutores de animais e trocando boas experiências de vida. [...] Ao chegar em</p><p>casa, sou coberta de lambidas e muito carinho”, relata a comerciante. A cadelinha foi batizada de</p><p>Kyra [...].</p><p>Antes de se despedir, ela me incentiva: “Fique tranquila, você será muito feliz com sua</p><p>cachorrinha”. E arremata: “Dizem que eu salvei a Kyra, mas foi ela quem me salvou”.</p><p>HAMU, Fabrícia. Amor em quatro patas. In: A força da palavra. Disponível em: <http://tinyurl.com/3ef5dkpe>. Acesso em: 5 set. 2023.</p><p>Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P00035720_SUP)</p><p>14) (P00035721) Nesse texto, no trecho “... precisava para compartilhar sua história.” (2º parágrafo), a</p><p>palavra destacada foi usada para indicar</p><p>A) comparação.</p><p>B) finalidade.</p><p>C) oposição.</p><p>D) tempo.</p><p>15) (P00035720) O fato que dá origem a essa história é Keila</p><p>A) abordar a narradora no pet shop.</p><p>B) fazer amizades com outros tutores.</p><p>C) levar Kyra à clínica veterinária.</p><p>D) sair duas vezes por dia com Kyra.</p><p>P0901</p><p>8</p><p>BL01P09</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Por que sentimos coceira embaixo dos pés?</p><p>A coceira pode indicar a presença de alguma irritação na região ou de uma micose (problema</p><p>causado por fungos). Além disso, já reparou que receber carinho nos pés causa cócegas? Isso</p><p>acontece graças aos nervos responsáveis pela sensibilidade presentes na pele, encontrados em</p><p>maior quantidade na região dos pés.</p><p>REVISTA RECREIO. Por que sentimos coceira embaixo dos pés? Nº 1002. p. 6. (P060882I7_SUP)</p><p>16) (P060885I7) Nesse texto, no trecho “... já reparou que receber carinho...”, o verbo destacado tem o</p><p>mesmo sentido de</p><p>A) consertou.</p><p>B) desculpou.</p><p>C) pagou.</p><p>D) percebeu.</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>No reino das letras felizes</p><p>Num lugar muito distante, existia um reino silencioso, habitado apenas por letras. Elas eram</p><p>muito desunidas: vivia cada uma para si, e nunca se reuniam para formar uma palavra sequer.</p><p>A rainha Alfa, que era muito alegre e comunicativa, resolveu acabar com aquele silêncio.</p><p>Chamou os seus conselheiros – Beta, Gama e Ômega – e ordenou:</p><p>– Quero que organizem um grande baile e que convidem todas as letras do reino e também</p><p>as dos demais reinos.</p><p>A rainha também disse:</p><p>– Quero que as letras do reino usem a criatividade e façam algumas apresentações a fim de</p><p>marcar para sempre a história do reino.</p><p>Tão logo a notícia se espalhou, houve grande alvoroço. Foi um corre-corre, um pensa-pensa...</p><p>Cada letra queria ter a melhor ideia.</p><p>Pensaram, pensaram, mas não conseguiram imaginar nada. Até que resolveram se juntar.</p><p>Conversa vai, conversa vem, uma delas falou:</p><p>– Companheiras, uma letra só não faz nada. Mas, se nos unirmos, poderemos transformar a</p><p>vida deste reino para sempre. [...]</p><p>HECK, Lenira Almeida. No reino das letras felizes. Disponível em: <https://bit.ly/3l59RrH>. Acesso em: 23 jan. 2023. Fragmento.</p><p>(P060703H6_SUP)</p><p>17) (P060705H6) Essa história termina quando</p><p>A) a rainha Alfa decide acabar com o silêncio do reino.</p><p>B) a rainha Alfa pede que as letras façam apresentações.</p><p>C) as letras entendem que juntas podem transformar o reino.</p><p>D) as letras ficam agitadas quando a notícia do baile se espalha.</p><p>P0901</p><p>9</p><p>BL01P09</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Fóssil de precursor dos pterossauros é encontrado no Rio Grande do Sul</p><p>Jurassic Park (1993) é um clássico atemporal do cinema – mas é bem verdade que,</p><p>cientificamente falando, ele tem alguns problemas – nem todos os animais do parque viveram</p><p>no período Jurássico, por exemplo. E nem todos eles eram dinossauros, como os pterossauros</p><p>– pois é, são coisas diferentes.</p><p>Para além de diferenças morfológicas e anatômicas, os dinossauros, em termos gerais,</p><p>são os grandes répteis pré-históricos, essencialmente terrestres. Já os répteis voadores estão</p><p>englobados na categoria de pterossauros. [...]</p><p>Ainda se sabe pouco sobre a origem e os precursores dos pterossauros – mas fósseis</p><p>recentemente encontrados no Rio Grande do Sul podem fornecer novas pistas.</p><p>Pesquisadores do Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (CAPPA),</p><p>[...] encontraram restos fossilizados de um animal que pode ter sido um dos precursores dos</p><p>pterossauros. O Venetoraptor gassenae, como foi batizado, apesar de terrestre, possuía</p><p>características que o aproximavam mais dos seus primos alados do que outros répteis terrestres.</p><p>PEREIRA, Caio César. Fóssil de precursor dos pterossauros é encontrado no Rio Grande do Sul. In: Superinteressante. 2023. Disponível</p><p>em: <https://shre.ink/afHZ>. Acesso em: 18 ago. 2023. Fragmento. (P00034821_SUP)</p><p>18) (P00034822) Nesse texto, a expressão “Venetoraptor gassenae” (4º parágrafo) é um exemplo de</p><p>linguagem</p><p>A) científica.</p><p>B) coloquial.</p><p>C) formal.</p><p>D) digital.</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Luna e suas aventuras</p><p>Era uma vez uma garotinha chamada Luna. Luna morava em um vilarejo cercado por</p><p>montanhas com sua família. Ela sempre sonhou em explorar as montanhas e descobrir todos os</p><p>seus segredos.</p><p>Um dia, ela decidiu que era hora de realizar seu sonho. Com a mochila cheia de comida e</p><p>água, ela se dirigiu para as montanhas.</p><p>Ao subir, ela encontrou desafios [...]. Mas Luna não desistiu. Com determinação e coragem,</p><p>ela continuou seu caminho.</p><p>Finalmente, ela alcançou o topo da montanha mais alta. Lá, ela descobriu um lindo lago de</p><p>águas cristalinas cercado por flores silvestres. Foi um momento mágico e ela se sentiu muito feliz</p><p>por ter conseguido algo que desejava há tanto tempo.</p><p>Quando ela voltou para casa, ela contou a sua família e amigos sobre sua aventura. Todos</p><p>ficaram surpresos e orgulhosos dela. [...]</p><p>Disponível: <https://kiddus.com/pt/blogs/blog/10-best-short-stories-for-children>. Acesso em: 15 ago. 2023. Fragmento. (P024629_SUP)</p><p>19) (P024630) Entende-se desse texto que Luna</p><p>A) dormiu olhando para as montanhas de seu vilarejo.</p><p>B) escalou as montanhas com dificuldade.</p><p>C) queria nadar no lago.</p><p>D) sabia plantar flores.</p><p>P0901</p><p>10</p><p>BL01P09</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>‘Cidade-horta’ inglesa alimenta moradores e inspira cultivo urbano no mundo</p><p>Nos últimos 14 anos, uma cidadezinha industrial do norte da Inglaterra sofreu uma transformação</p><p>radical. Todmorden passou a ter hortas em todo canto onde houvesse espaço: hospitais, [...]</p><p>escolas, [...] parques, terrenos baldios. Qualquer um pode colher os alimentos plantados.</p><p>Essa mudança na paisagem é consequência do projeto Incredible Edible (algo como “Incrível</p><p>comestível”), criado em Todmorden em 2008 por [...] um grupo de pessoas interessadas em</p><p>plantar na cidade. [...]</p><p>Hoje, o Incredible Edible já ultrapassou e muito os limites da cidade de 15 mil habitantes:</p><p>inspirou a formação de mais de 150 grupos espalhados pelo Reino Unido e experiências de</p><p>agricultura urbana em outros lugares do mundo.</p><p>A expectativa do projeto não é produzir alimentos para tornar cidades ou vilas autossuficientes,</p><p>mas provocar mudanças e discussões sobre o sistema alimentar, a terra e a comunidade.</p><p>Ainda assim, os grupos do Incredible Edible cultivam um total de 16.744 m2 – o equivalente</p><p>aproximado à área de dois campos de futebol, segundo o relatório 2018-2020 do projeto. Mais de</p><p>4.300 pessoas estão envolvidas. [...]</p><p>As hortas</p><p>de Todmorden fortaleceram a comunidade, geraram renda e fizeram com que a</p><p>população passasse a se alimentar melhor. Também impulsionaram a economia local: atraíram</p><p>visitantes de outras cidades, barracas de comida de rua surgiram [...].</p><p>Disponível em: <https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2022/05/20/cidade-horta-inglesa-alimenta-moradores-e-inspira-cultivo-</p><p>urbano-no-mundo.htm>. Acesso em: 11 jul. 2023. Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P018076_SUP)</p><p>20) (P018078) Nesse texto, no trecho “... em todo canto onde houvesse espaço:...” (1º parágrafo), o termo</p><p>em destaque foi utilizado para indicar</p><p>A) causa.</p><p>B) explicação.</p><p>C) lugar.</p><p>D) tempo.</p><p>P0901</p><p>11</p><p>BL01P09</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Sabonete</p><p>O sabonete estava acabando, mas acabando tanto que parecia um pedaço de folha sulfite.</p><p>Não dava pra encarar outro banho dessa forma, então decidi ir ao mercado perto de casa, tarde</p><p>da noite – mas, antes, tive o prazer de jogar o sabonete quase acabado no lixo. [...]</p><p>Fui até a garagem e, ao chegar em frente ao carro, fiquei estático por um tempo, sem acreditar</p><p>no que havia ali. Fiz o que qualquer adulto maduro faria: tirei o celular do bolso e liguei para a</p><p>minha mãe.</p><p>– Oi, filho.</p><p>– UM GANSO, mãe. Um-gan-so. [...]</p><p>– O quê? Onde?</p><p>– Dentro do estacionamento do prédio.</p><p>– Meu Jesus amado! Liga pra alguém.</p><p>– Eu liguei.</p><p>– Pra quem?</p><p>– Pra você, ué! Mãe é mãe, sempre sabe o que fazer.</p><p>– Corre na portaria e chama o segurança.</p><p>– Correr? [...] Eu tô parado pra não correr riscos, enquanto ele me encara fixamente.</p><p>– Filho do céu, eu não sei o que fazer, não. Como que esse bicho foi parar aí?</p><p>– [...] Ele abriu as asas, é uma ameaça. [...]</p><p>– Ah, mas eu vou até aí [...]!</p><p>– Venha! Mas venha com sabonete, porque aí eu não preciso mais ir até o mercado e a gente</p><p>resolve tudo.</p><p>O ganso desceu do carro.</p><p>– Ele tá no chão agora, continua me olhando.</p><p>– Vai se afastando, bem devagar. Até conseguir voltar para o elevador.</p><p>– Estou tentando.</p><p>– Tá, continua.</p><p>– ELE COMEÇOU A ANDAR! TÁ VINDO NA MINHA DIREÇÃO! [...]</p><p>– Aumenta um pouquinho a velocidade.</p><p>– ELE AUMENTOU TAMBÉM! ELE TÁ CORRENDO! MÃE, EU TÔ CORRENDO TAMBÉM!</p><p>Minha mãe caiu numa gargalhada tão, mas tão imensa, que demorou pra perceber que eu</p><p>havia parado de responder. Tinha desmaiado de medo.</p><p>Acordei no hospital, ela ao lado da cama. [...]</p><p>– Mãe, tá tudo bem comigo? Ele me machucou muito? Eu vou me recuperar?</p><p>Comecei a olhar para os braços, procurando pelos estragos.</p><p>– [...] nada aconteceu, você só passou vergonha. Ele ficou lá paradinho até a ambulância</p><p>chegar. Seu ganso era um pato.</p><p>PERDIZ, Helena. Sabonete. 2017. In: Escotilha. Disponível em: <https://shre.ink/2D6P>. Acesso em: 4 set. 2023. Fragmento.</p><p>(P00035843_SUP)</p><p>21) (P00035843) Essa história começa quando</p><p>A) o homem decide ir ao mercado comprar sabonete.</p><p>B) o homem vê um ganso em frente ao seu carro.</p><p>C) a mãe aconselha o filho voltar para o elevador.</p><p>D) a mãe conta ao filho que o animal era um pato.</p><p>P0901</p><p>12</p><p>BL01P09</p><p>Leia novamente o texto “Sabonete” para responder à questão abaixo.</p><p>22) (P00035844) Qual trecho desse texto há uma ironia?</p><p>A) “Fiz o que qualquer adulto maduro faria: tirei o celular do bolso e liguei para a minha mãe.”. (2º parágrafo)</p><p>B) “Eu tô parado pra não correr riscos, enquanto ele me encara fixamente.”. (12º parágrafo)</p><p>C) “Minha mãe caiu numa gargalhada tão, mas tão imensa, que demorou pra perceber que eu havia</p><p>parado de responder.”. (25º parágrafo)</p><p>D) “Comecei a olhar para os braços, procurando pelos estragos.”. (28º parágrafo)</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Disponível em: <https://bit.ly/3NNlsYw>. Acesso em: 4 maio 2023. (P014378_SUP)</p><p>23) (P014378) Entende-se desse texto que</p><p>A) a internet antecedeu a criação dos computadores.</p><p>B) a primeira forma de comunicação foi a escrita.</p><p>C) os celulares foram o último exemplar de meios de comunicação já criados.</p><p>D) os jornais foram a mídia mais usada da história da comunicação no mundo.</p><p>P0901</p><p>13</p><p>BL01P09</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Saiba como identificar se um alimento é orgânico</p><p>Alimentos orgânicos são produzidos de maneira natural, sem a utilização de agrotóxicos,</p><p>adubos químicos e outras substâncias sintéticas1. O consumo desse tipo de alimento pode trazer</p><p>benefícios para a saúde, além de impactos positivos sobre o meio ambiente e a movimentação</p><p>da economia de pequenos produtores.</p><p>O Guia Alimentar Para a População Brasileira [...] destaca que os alimentos orgânicos são</p><p>provenientes de sistemas que promovem o uso sustentável dos recursos naturais. [...]</p><p>Orgânicos podem ser encontrados em mercados, feiras livres e de produtores e nos chamados</p><p>“sacolões”.</p><p>Outras opções são a participação em grupos de compras coletivas, com vizinhos ou colegas</p><p>de trabalho, ou o comércio ambulante feito em veículos que adquirem os produtos em centrais</p><p>de abastecimento.</p><p>Para verificar a autenticidade de orgânicos, o consumidor deve observar se a embalagem</p><p>apresenta o selo Produto Orgânico Brasil.</p><p>O Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica (SisOrg) concede um selo que</p><p>garante que um alimento oferecido é, de fato, natural e livre de alterações químicas. Caso os</p><p>alimentos sejam vendidos por agricultores familiares sem certificação, o consumidor pode pedir o</p><p>documento que comprove o cadastramento do produtor como orgânico. [...]</p><p>*Vocabulário:</p><p>1substâncias sintéticas: substâncias processadas e produzidas em laboratórios.</p><p>ROCHA, Lucas. Saiba como identificar se um alimento é orgânico. 2023. In: CNN Brasil. Disponível em: <https://shre.ink/2qtN>.</p><p>Acesso em: 22 ago. 2023. Fragmento. (P00034643_SUP)</p><p>24) (P00034643) A informação principal desse texto está no trecho:</p><p>A) “... impactos positivos sobre o meio ambiente e a movimentação da economia de pequenos produtores.”.</p><p>(1º parágrafo)</p><p>B) “Orgânicos podem ser encontrados em mercados, feiras livres e de produtores e nos chamados</p><p>“sacolões”.”. (3º parágrafo)</p><p>C) “... o comércio ambulante feito em veículos que adquirem os produtos em centrais de abastecimento.”.</p><p>(4º parágrafo)</p><p>D) “Para verificar a autenticidade de orgânicos, o consumidor deve observar se a embalagem apresenta</p><p>o selo Produto Orgânico Brasil.”. (5º parágrafo)</p><p>25) (P00034644) Nesse texto, há uma opinião no trecho:</p><p>A) “Alimentos orgânicos são produzidos de maneira natural, sem a utilização de agrotóxicos,...”.</p><p>(1º parágrafo)</p><p>B) “O consumo desse tipo de alimento pode trazer benefícios para a saúde,...”. (1º parágrafo)</p><p>C) “... a participação em grupos de compras coletivas, com vizinhos ou colegas de trabalho,...”.</p><p>(4º parágrafo)</p><p>D) “...o consumidor pode pedir o documento que comprove o cadastramento do produtor como orgânico.”.</p><p>(6º parágrafo)</p><p>P0901</p><p>14</p><p>BL01P09</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Resenha – A Ilha do Tesouro</p><p>A matriz das histórias de piratas</p><p>É impossível ler A Ilha do Tesouro sem lembrar de alguma referência que você viu anteriormente</p><p>sobre piratas. E o mais legal é que esse livro é a fonte dessas referências [...].</p><p>Claro que esse não foi o primeiro livro sobre piratas (e nem a origem das lendas dos bucaneiros1),</p><p>mas ele se consagrou tanto que inspirou dezenas de outras obras até hoje.</p><p>No mais, é um livro simples, conciso, de bons momentos de aventura e aquela narração</p><p>agradável típica de infantojuvenis [...].</p><p>É divertido, tem personagens marcantes [...] e não tanto idealizados, algumas reviravoltas e</p><p>um ritmo interessante.</p><p>*Vocabulário:</p><p>1bucaneiros: piratas.</p><p>Disponível em: <https://bit.ly/3sqU5aq>. Acesso em: 7 fev. 2022. Fragmento. (P091165I7_SUP)</p><p>26) (P091172I7) No último parágrafo desse texto, a palavra “interessante” foi utilizada para</p><p>A) apontar uma qualidade dos piratas.</p><p>B) destacar uma ordem ao leitor.</p><p>C) expressar uma opinião do autor.</p><p>D) mostrar uma característica dos personagens.</p><p>P0901</p><p>15</p>

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