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<p>INSTITUTO DE ENSINO DOM BOSCO</p><p>José Maria Pereira Coimbra</p><p>Renata Batista da Silva</p><p>Suellen Cristine dos Reis Oliveira</p><p>SÍFILIS</p><p>CARAGUATATUBA - SP</p><p>2024</p><p>INSTITUTO DE ENSINO DOM BOSCO</p><p>José Maria Pereira Coimbra</p><p>Renata Batista da Silva</p><p>Suellen Cristine dos Reis Oliveira</p><p>SÍFILIS</p><p>CARAGUATATUBA - SP</p><p>2024</p><p>Trabalho apresentado como</p><p>requisito de nota para avaliação da</p><p>disciplina de Saúde do Homem do</p><p>Instituto de Ensino Dom Bosco</p><p>ministrada pela Profª Maria Helena</p><p>Barbosa</p><p>SUMÁRIO</p><p>1. CONCEITO ................................................................................................. 4</p><p>2. FISIOPATOLOGIA .................................................................................... 4</p><p>3. SINAIS E SINTOMAS ................................................................................ 5</p><p>4. TRATAMENTO .......................................................................................... 7</p><p>5. DIAGNÓSTICO .......................................................................................... 7</p><p>6. COMPLICAÇÕES ...................................................................................... 8</p><p>7. PREVENÇÃO ............................................................................................. 9</p><p>8. INCIDÊNCIA............................................................................................... 9</p><p>9. CUIDADOS DE ENFERMAGEM............................................................... 9</p><p>10. CONCLUSÃO .......................................................................................... 10</p><p>11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ....................................................... 11</p><p>4</p><p>1. CONCEITO</p><p>A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) causada pela</p><p>bactéria Treponema pallidum. Atinge apenas o ser humano, é curável e pode</p><p>apresentar diversas manifestações clínicas em diferentes estágios (sífilis primária,</p><p>secundária, latente e terciária). Nas fases primária e secundária da infecção, a</p><p>possibilidade de transmissão é maior. A sífilis pode ser transmitida por relação sexual</p><p>desprotegida com uma pessoa infectada ou para a criança durante a gestação ou</p><p>parto (SANTOS e PEREIRA, 2018).</p><p>A infecção por sífilis pode não só pôr em perigo a saúde do adulto, como</p><p>também pode ser transmitida para o bebê durante a gestação. O acompanhamento</p><p>das gestantes e parcerias sexuais durante o pré-natal previne a sífilis congênita e é</p><p>essencial. Nas formas mais graves da doença, como no caso da sífilis terciária, a falta</p><p>de tratamento adequado pode levar a complicações graves como lesões cutâneas,</p><p>ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo se agravar o quadro clínico e levar</p><p>à morte (GUERRA et al., 2017).</p><p>2. FISIOPATOLOGIA</p><p>As espiroquetas são bacilos espiralados, flexíveis, móveis e finos,</p><p>anaeróbios facultativos e podem ser visualizados na microscopia de campo escuro ou</p><p>por imunofluorescência (LASAGABASTER e GUERRA, 2019).</p><p>Lasagabaster e Guerra (2018) afirmam também que seus corpos</p><p>espiralados são circundados por uma membrana citoplasmática, na qual existe uma</p><p>camada de peptideoglicano que dá estabilidade as suas estruturas, comportando-se</p><p>como organelas de locomoção. Apresentam crescimento lento in-vitro, sendo inviável</p><p>o inóculo em meio de cultura.</p><p>As espiroquetas penetram nas mucosas, principalmente após contato</p><p>sexual, pelas pequenas erosões após o coito, produzem diversas lipoproteínas que</p><p>ativam o sistema inume e causam a destruição local dos tecidos. Invadem o sistema</p><p>linfático e se disseminam por via hematogênica. Se não tratada, causam infecção</p><p>generalizada atingindo todos os tecidos do corpo (BRASIL, 2010).</p><p>5</p><p>3. SINAIS E SINTOMAS</p><p>A infecção apresenta diferentes estágios clínicos, cada um com</p><p>características específicas e manifestações clínicas distintas. Os sinais e sintomas da</p><p>sífilis adquirida são classificadas em:</p><p>• Sífilis primária: caracteriza-se pelo surgimento de uma lesão ulcerada</p><p>geralmente única, conhecida como cancro duro, no local de entrada da bactéria</p><p>como mostra a Imagem 1. O cancro duro é indolor, altamente contagioso,</p><p>firmemente aderido à pele ou às mucosas, como a região peniana, vagina, colo</p><p>uterino, ânus e boca, que aparecem entre 10 e 90 dias após o contágio pela</p><p>bactéria (BRASIL, 2022).</p><p>Imagem 1 – Cancro duro da sífilis primária em região oral</p><p>Fonte: Oliveira et al., 2023.</p><p>Essa lesão tende a desaparecer espontaneamente em algumas semanas,</p><p>mesmo sem tratamento. No entanto, isso não significa resolução, pois a infecção entra</p><p>em fase de latência, podendo reaparecer em alguns meses (BRASIL, 2022).</p><p>• Sífilis secundária: os sinais e sintomas tendem a aparecer entre 6 semanas a</p><p>6 meses após a ferida inicial, que teve cicatrização espontânea. Há o</p><p>aparecimento de manchas corporais indolores como mostra na Imagem 2,</p><p>localizadas geralmente na planta dos pés e palma das mãos (AMEMIYA e</p><p>GAGLIANI, 2016).</p><p>6</p><p>Imagem 2 – Lesões cutâneas da sífilis secundária</p><p>Fonte: UFPR, 2021.</p><p>• Sífilis terciária: pode surgir após 40 anos da primeira infecção, com sinais e</p><p>sintomas principalmente cutâneos, ósseos, cardiovasculares e neurológicos,</p><p>que podem evoluir ao óbito (AVELLEIRA e BOTTINO, 2006).</p><p>• Sífilis latente (fase assintomática): não há o aparecimento de sinais e</p><p>sintomas e tem sua duração variável, podendo ser interrompida pelo</p><p>aparecimento de sinais e sintomas da forma secundaria ou terciária. É dividida</p><p>em sífilis latente recente menos um ano de infecção e sífilis latente tardia mais</p><p>de um ano de infecção (BRASIL, 2022).</p><p>Já os sinais e sintomas da sífilis congênita são classificações em dois</p><p>períodos:</p><p>• Precoce: surge em crianças até o 2 ano de vida e geralmente é assintomática,</p><p>mas pode apresentar prematuridade, baixo peso, hepatoesplenomegalia,</p><p>lesões da pele (ROCHA et al., 2021).</p><p>• Tardia: surge em crianças após 2 anos de vida e suas manifestações clínicas</p><p>são raras, podendo apenas apresentar cicatrização dos órgãos lesados</p><p>precocemente pela doença (BEZERRA et al., 2020).</p><p>7</p><p>4. TRATAMENTO</p><p>O tratamento da sífilis é feito com Penicilina G benzatina com alta eficácia</p><p>no combate às bactérias. Porém, devido ao uso inadequado ou excesso dessa droga,</p><p>as bactérias estão se tornando resistentes a esse antibiótico, reduzindo as opções de</p><p>tratamento para a doença, dificultando a erradicação dela (SOLINO et al., 2020).</p><p>Por esse motivo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou a</p><p>necessidade de regrar o uso desse antibiótico, sendo agora utilizado uma única dose</p><p>de Benzilpenicilina benzatina (Benzetacil) (BRASIL, 2022).</p><p>5. DIAGNÓSTICO</p><p>De acordo com o Manual técnico para o diagnóstico da sífilis, elaborado</p><p>pelo Ministério da Saúde em 2021, é necessário para definir o diagnóstico dessa</p><p>infecção correlacionar os dados clínicos, os resultados de testes diagnósticos, o</p><p>histórico de infecções passadas e a investigação de exposição recente.</p><p>Através do teste rápido onde pode ser realizado na Unidade Básica de</p><p>Saúde, é a primeira etapa para o diagnóstico da sífilis. Caso o resultado seja reagente,</p><p>uma amostra de sangue deverá ser coletada e encaminhada para a realização de um</p><p>teste laboratorial para a conclusão do diagnóstico (PAULA et al. 2022).</p><p>O diagnóstico completo da sífilis é realizado por meio de testes</p><p>laboratoriais. O teste não treponêmico, como o VDRL (Venereal Disease Research</p><p>Laboratory) ou o RPR (Rapid Plasma Reagin), que é utilizado como triagem inicial</p><p>para detectar a presença de anticorpos contra a IST no sangue (BRASIL, 2021).</p><p>Caso o resultado seja positivo, é necessário realizar um teste treponêmico,</p><p>como o FTA-ABS (Fluorescent Treponemal Antibody Absorption)</p><p>ou o TP-PA</p><p>(Treponema pallidum Particle Agglutination), para confirmar a infecção e identificar se</p><p>é atual ou antiga. O teste treponêmico fica positivo para o resto da vida, logo deve-se</p><p>recorrer ao VDRL para saber se o paciente foi tratado (BRASIL, 2021).</p><p>8</p><p>6. COMPLICAÇÕES</p><p>Se a infecção não for tratada, continua a avançar no organismo, surgindo</p><p>manchas em várias partes do corpo (inclusive nas palmas das mãos e solas dos pés),</p><p>queda de cabelos, cegueira, doença do coração, paralisias. Quando ocorre a infecção</p><p>nas gestantes, poderá causar aborto/natimorto ou má formação do feto (BRASIL,</p><p>2024).</p><p>Na sífilis congênita, as complicações da doença por falta de tratamento ou</p><p>tratado inadequadamente na gestação são: surdez, cegueira, deficiência mental, e</p><p>complicações tardias, que surgem após os 2 anos de idade, como a tíbia em "lâmina</p><p>de sabre", fronte olímpica, nariz em sela, dentes incisivos medianos superiores</p><p>deformados (dentes de Hutchinson), mandíbula curta, arco palatino elevado, ceratite</p><p>intersticial, entre outras complicações (ROCHA et al., 2021).</p><p>E existe uma complicação importante da sifílis caso não seja tratada</p><p>adequadamente, conhecida como neurossífilis, onde ocorre quando a infecção atinge</p><p>o sistema nervoso central. Essa forma pode se manifestar de diferentes maneiras,</p><p>dependendo da região afetada. Os sintomas neurológicos podem incluir demência,</p><p>alterações comportamentais, paralisias, perda de coordenação, comprometimento</p><p>visual e auditivo, entre outros (ANDRADE et al., 2022).</p><p>Andrade et al. (2022) destacam ainda que a neurossífilis pode ocorrer em</p><p>qualquer estágio da infecção, inclusive em estágios iniciais. A sua forma precoce pode</p><p>ser assintomática ou se apresentar como meningite, enquanto o tipo tardio (após entre</p><p>10 e 20 anos) é mais grave, com ataxia locomotora e demência paralítica. Outras</p><p>apresentações da infecção no sistema nervoso central são otossífilis (zumbido,</p><p>vertigem, perda auditiva) e sífilis ocular (uveíte posterior, cegueira).</p><p>9</p><p>7. PREVENÇÃO</p><p>A melhor forma de evitar o contato com a sífilis é a prevenção, sendo assim</p><p>se iniciando com a educação sexual. Conscientizar a população, sobretudo os mais</p><p>jovens, que o sexo deve ser protegido, seja ele oral, vaginal ou anal. Os preservativos</p><p>devem ser usados regularmente, sem exceções (AVELLEIRA e BOTTINO, 2006).</p><p>Ainda na prevenção, Paula et al. (2022) afirmam que é essencial o</p><p>diagnóstico precoce. Sendo importante a realização dos testes rápidos por mulheres</p><p>com intenção de engravidar ou as que iniciaram seu pré-natal.</p><p>8. INCIDÊNCIA</p><p>De acordo com o Ministério da Saúde (2022), em até junho de 2022, foram</p><p>registrados no Brasil 79.587 casos de sífilis adquirida, de sífilis na gestação 31.090</p><p>casos e de sífilis congênita 12.014 casos.</p><p>A maior parte dos casos notificados de sífilis de acordo com o Boletim</p><p>Epidemiológico de 2023 divulgado pelo Ministério da Saúde, concentraram-se no sexo</p><p>masculino (60,7%) e nas faixas etárias de 20 a 29 anos (36,0%) e 30 a 39 anos</p><p>(22,4%). Ressalta-se que, entre adolescentes (13 a 19 anos), os casos de sífilis</p><p>adquirida aumentaram 2,6 vezes quando comparados os anos de 2015 e 2022.</p><p>9. CUIDADOS DE ENFERMAGEM</p><p>É de grande importância que o profissional de enfermagem tenha</p><p>conhecimento técnico/científico adequado para tratar e acompanhar os pacientes</p><p>portadores de sífilis, tanto a nível primário quanto a nível secundário (SILVA et al.,</p><p>2023).</p><p>Na Estratégia Saúde da Família (ESF), o enfermeiro é responsável pela</p><p>escuta ativa, solicitação de testes treponêmicos e não treponêmicos, aconselhamento,</p><p>prescrição de medicamentos e acompanhamento no pós-teste positivo (PAULA et al.,</p><p>2022).</p><p>A oferta de testes disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS),</p><p>nos casos de sífilis adquirida e sífilis gestacional, durante o pré-natal, além de reduzir</p><p>10</p><p>o tempo de espera, nos casos de exames laboratoriais, promove rompimento da</p><p>cadeia de transmissão e agilidade na tomada de decisão terapêutica pelo enfermeiro</p><p>junto com sua equipe (SOUSA et al., 2017).</p><p>10. CONCLUSÃO</p><p>É fundamental promover a conscientização sobre os métodos de</p><p>prevenção, como o uso de preservativos, a realização regular dos testes de detecção</p><p>e a busca por tratamento adequado dessa infecção. Somente através de esforços</p><p>coordenados de educação, prevenção e tratamento, poderemos reduzir a incidência</p><p>e o impacto dessa IST na sociedade.</p><p>11</p><p>11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>AMEMIYA, É. E.; GAGLIANI, L. H. Sífilis: Aspectos clínicos, epidemiológicos e</p><p>diagnósticos no Brasil. UNILUS Ensino e Pesquisa, v. 13, n. 30, p. 134-153, 2016.</p><p>Disponível em: <http://revista.lusiada.br/index.php/ruep/article/view/539> Acesso em:</p><p>13 de mai de 2024.</p><p>ANDRADE, C. H. S. et al. Complicações da Neurossífilis: uma revisão integrativa</p><p>Complications of Syphilis: an integrative review. Brazilian Journal of Development,</p><p>v. 8, n. 7, p. 50002-50013, 2022. Disponível em: <DOI:10.34117/bjdv8n7-084> Acesso</p><p>em: 15 de mai de 2024.</p><p>AVELLEIRA, J. C. R.; BOTTINO, G. Sífilis: diagnóstico, tratamento e controle. Anais</p><p>brasileiros de dermatologia, v. 81, p. 111-126, 2006. Disponível em:</p><p><https://www.scielo.br/j/abd/a/tSqK6nzB8v5zJjSQCfWSkPL/?lang> Acesso em: 13 de</p><p>mai de 2024.</p><p>BEZERRA, L. F. et al. A abordagem clínica e terapêutica da sífilis congênita: uma</p><p>revisão de literatura. Revista de Medicina e Saúde de Brasília, v. 9, n. 2, 2020.</p><p>Disponível em: <https://portalrevistas.ucb.br/index.php/rmsbr/article/view/12164></p><p>Acesso em: 14 de mai de 2024.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde de A a Z: Sífilis. Brasília, DF: Ministério da</p><p>Saúde, 2024. Disponível em: <https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-</p><p>a-z/s/sifilis> Acesso em: 12 de mai de 2024.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de</p><p>DST, Aids e Hepatites Virais. Sífilis: Estratégias para Diagnóstico no Brasil.</p><p>Brasília, 2010. Disponível em:</p><p><https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/sifilis_estrategia_diagnostico_brasil.pdf</p><p>>Acesso em: 13 de mai de 2024.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de</p><p>Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Protocolo</p><p>Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com</p><p>Infecções Sexualmente Transmissíveis – IST. Brasília, 2022. Disponível em:</p><p><https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/pcdts/2022/ist/pcdt-ist-2022_isbn-</p><p>1.pdf/view> Acesso em: 13 de mai de 2024.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de</p><p>Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Manual</p><p>técnico para o diagnóstico da sífilis. Brasília, 2021. Disponível em:</p><p><https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-</p><p>z/s/sifilis/publicacoes/manual-tecnico-para-o-diagnostico-da-sifilis.pdf> Acesso em:</p><p>15 de mai de 2024.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de</p><p>Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Boletim</p><p>Epidemiológico - Sifílis 2023. Brasília, 2023. Disponível em:</p><p>12</p><p><https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-</p><p>conteudo/publicacoes/boletins/epidemiologicos/especiais/2023/boletim-</p><p>epidemiologico-de-sifilis-numero-especial-out.2023> Acesso em: 15 de mai de 2024.</p><p>LASAGABASTER, M. A.; GUERRA, L. O. Sífilis. Enferm. infecc. microbiol. clín.(Ed.</p><p>impr.), p. 398-404, 2019. Disponível em: <https://www.elsevier.es/es-revista-</p><p>enfermedades-infecciosas-microbiologia-clinica-28-articulo-sifilis-</p><p>S0213005X19300072> Acesso em: 13 de mai de 2024.</p><p>OLIVEIRA, A. R. et al. Sífilis: aspectos clínicos, manifestações orais, diagnóstico e</p><p>tratamento. Anais do COPAM, v. 2, p. 20-20, 2023. Disponível em:</p><p><https://anais.unipam.edu.br/index.php/copam/article/view/2743> Acesso em: 13 de</p><p>mai de</p><p>2024.</p><p>PAULA, M. A. et al. Diagnóstico e tratamento da sífilis em gestantes nos serviços de</p><p>Atenção Básica. Ciência & Saúde Coletiva, v. 27, p. 3331-3340, 2022. Disponível</p><p>em: <https://www.scielosp.org/article/csc/2022.v27n8/3331-3340/pt/> Acesso em: 15</p><p>de mai de 2024.</p><p>ROCHA, A. F. B. et al. Complicações, manifestações clínicas da sífilis congênita e</p><p>aspectos relacionados à prevenção: revisão integrativa. Revista brasileira de</p><p>enfermagem, v. 74, p. e20190318, 2021. Disponível em:</p><p><https://www.scielo.br/j/reben/a/VHkQjypb65Nq9jcKTTFpbhc/?lang=pt> Acesso em:</p><p>14 de mai de 2024.</p><p>SANTOS, M. S.; PEREIRA, L. L. V. A importância da informação sobre a</p><p>sífilis. Revista Científica Unilago, v. 1, n. 1, 2018. Disponível em:</p><p><https://revistas.unilago.edu.br/index.php/revista-cientifica/article/view/82> Acesso</p><p>em: 12 de mai de 2024.</p><p>SILVA, E. M. Cuidados de enfermagem diante do diagnóstico de sífilis. Revista Ibero-</p><p>Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 9, n. 8, p. 215-229, 2023.</p><p>Disponível em: <https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/10763> Acesso em:</p><p>15 de mai de 2024.</p><p>SOLINO, M. S. S. et al. Desafios do enfermeiro na assistência de enfermagem aos</p><p>usuários com diagnóstico de sífilis: revisão integrativa. Brazilian Journal of Health</p><p>Review, v. 3, n. 5, p. 13917-13930, 2020. Disponível em:</p><p><https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/17753> Acesso</p><p>em: 15 de mai de 2024.</p><p>SOUSA, W. B. et al. Cuidados de enfermagem diante do controle da sífilis adquirida e</p><p>congênita: uma revisão de literatura. In: Congresso brasileiro de ciência da saúde–</p><p>CONBRACIS, Anais... Campina Grande. 2017. Disponível em:</p><p><https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/conbracis/2017/TRABALHO_EV071</p><p>_MD1_SA4_ID1417_01052017111741.pdf> Acesso em: 15 de mai de 2024.</p><p>UFPR. Universidade Federal do Paraná, Jandaia do Sul. Sífilis. Paraná, 2021.</p><p>Disponível em: <https://jandaiadosul.ufpr.br/sifilis/> Acesso em: 13 de mai de 2024.</p><p>https://www.scielo.br/j/reben/a/VHkQjypb65Nq9jcKTTFpbhc/?lang=pt</p><p>1. CONCEITO</p><p>2. FISIOPATOLOGIA</p><p>3. SINAIS E SINTOMAS</p><p>4. TRATAMENTO</p><p>5. DIAGNÓSTICO</p><p>6. COMPLICAÇÕES</p><p>7. PREVENÇÃO</p><p>8. INCIDÊNCIA</p><p>9. CUIDADOS DE ENFERMAGEM</p><p>10. CONCLUSÃO</p><p>11. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p>

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