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3 SOMOS 2024 - resolução d2 - wagnernamed

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Questões resolvidas

QUESTÃO 91 Resposta C
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que o vírus zika pressurizado possivelmente atuou como antígeno, desencadeando a produção de anticorpos específicos para evitar a infecção pelo vírus zika.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende que o vírus zika pressurizado possivelmente atuou como um corpo estranho (antígeno) no camundongo, porém não compreende que isso possivelmente levou à produção de anticorpos de resistência que evitariam a infecção contra o vírus zika.
C) CORRETA. O vírus zika pressurizado possivelmente atuou como um corpo estranho (antígeno) no camundongo, desencadeando a produção de antígenos específicos que evitariam a contaminação com o vírus zika.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que os corpos estranhos – vírus pressurizados – no organismo do camundongo provavelmente atuaram como antígenos, os quais possivelmente formaram anticorpos de resistência contra esse corpo estranho específico.
E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende que o vírus zika pressurizado possivelmente atuou como um corpo estranho no camundongo (antígeno), porém não compreende que esse mecanismo poderia gerar no camundongo a formação de anticorpos específicos que evitariam a infecção contra o vírus zika.

QUESTÃO 92 Resposta C
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se confunde ao realizar a distribuição eletrônica do nióbio no seu estado neutro, que possui 41 elétrons. Segundo o diagrama de Linus Pauling, a distribuição correta é 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6 5s2 4d3.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa, apesar de indicar corretamente o número de prótons e elétrons do nióbio, indica o número de massa desse elemento como número de nêutrons. Para se calcular o número de nêutrons do nióbio, é necessário subtrair o número atômico do número de massa: 93 2 41 5 52 nêutrons.
C) CORRETA. O texto menciona que o nióbio é obtido na forma pura a partir da oxidação do pentóxido de nióbio (Nb2O5) utilizando alumínio (Al) como agente redutor. Simplificadamente, esse processo pode ser representado pela equação Nb2O5 1 Al → Nb 1 Al2O3. Para garantir que a equação esteja corretamente balanceada, é necessário igualar o número de átomos de cada elemento em ambos os lados da equação. Assim, a equação balanceada é 3 Nb2O5 1 10 Al → 6 Nb 1 5 Al2O3, em que 3 moléculas de pentóxido de nióbio reagem com 10 átomos de alumínio, obtendo 6 átomos de nióbio na forma pura.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não identifica corretamente o período da tabela periódico em que o nióbio está localizado (5o período) e se confunde ao indicar que esse elemento pertence ao grupo dos metais de transição interna, quando, na verdade, o nióbio está localizado no grupo dos metais de transição externa.
E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se confunde ao determinar o número de oxidação do nióbio no pentóxido de nióbio (Nb2O5). Nesse composto, cada átomo de oxigênio apresenta NOx 22, totalizando o valor de 210. Assim, para garantir a neutralidade das cargas, cada átomo de nióbio deve apresentar NOx 15.

QUESTÃO 93 Resposta C
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o calor como uma variável de estado. Isso pode indicar uma confusão entre os conceitos de calor e energia interna do gás. Dessa forma, ao longo de um ciclo Q seria sempre nulo.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, equivocadamente, o trabalho como uma variável de estado, que, portanto, é nula ao longo de um ciclo. No entanto, isso seria verdadeiro apenas se o gás saísse de um estado e voltasse para o estado inicial seguindo exatamente o mesmo caminho de ida e volta.
C) CORRETA. A energia interna de um gás é uma variável de estado, portanto, ao longo de um ciclo, ΔU 5 Q 2 W ⇒ 0 5 Q 2 W ⇒ Q 5 W
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa inverte os sinais da primeira lei da Termodinâmica, tendo: ΔU 5 Q 1 W ⇒ 0 5 Q 1 W ⇒ Q 5 2W O que seria verdade se a notação considerada fosse W igual ao trabalho sofrido pelo gás.
E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, Q 5 0, o que indica uma confusão entre os parâmetros de energia interna e calor do gás. Outra possibilidade seria considerar o calor como variável de estado. Além disso, faz-se uma inversão de sinais na primeira lei da Termodinâmica (o que seria verdade se a notação considerada fosse W igual ao trabalho sofrido pelo gás), de forma que: ΔU 5 Q 1 W ⇒ ΔU 5 0 1 W ⇒ ΔU 5 1W

QUESTÃO 94 Resposta E
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que a troca da carne bovina pela carne ovina vai reduzir o seu impacto individual, mas não se dá conta de que há outras opções de dietas ainda mais eficientes, ou seja, não satisfaz o comando.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que o queijo é um alimento cuja produção gera um impacto baixo, mas não se dá conta de que o simples aumento de consumo de proteínas lácteas, sem estar associado à redução da ingestão de proteínas de grande impacto, não vai ser eficiente na redução do seu impacto individual.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que a carne de frango é a que gera menor impacto ambiental entre as carnes, mas não se dá conta de que há outras opções de dietas ainda mais eficientes, ou seja, não satisfaz o comando.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que o consumo de camarão criado em cativeiro tem um impacto individual menor do que alguns tipos de carne, mas ignora o fato de que, ainda assim, o consumo desse tipo de alimento tem um alto impacto ambiental e de que a expansão de áreas desmatadas também vai incrementar esse impacto.
E) CORRETA. As proteínas de origem vegetal têm um impacto ambiental muito menor do que qualquer proteína de origem animal, sendo uma opção nutricionalmente viável e que pode substituir as proteínas animais, promovendo, assim, uma grande redução no impacto ambiental individual.

QUESTÃO 95 Resposta E
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o papel do oxigênio no ciclo do nitrogênio.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende quem é o reagente limitante na conversão de nitrito a nitrato.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa generaliza o comportamento do gás carbônico na água, que leva à alteração do pH, ao comportamento de outros gases como o hidrogênio.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a formação de nitrito e a conversão deste a nitrato são ambas reações catalisadas por bactérias.
E) CORRETA. Para resolver a questão, é importante ter em mente as reações químicas envolvidas no ciclo de nitrogênio na água. NH3 (g) 1 H1 (aq) NH1 4 (aq) (1) 2 NH1 4 (aq) 1 3 O2 (g) 2 NO2 2 (aq) 1 4 H1 (aq) 1 2 H2O (l) (2) 2 NO2 2 (aq) 1 O2 (g) 2 NO2 3 (aq) (3) Uma alta de NO2 2 (aq) ocorre quando algum dos fatores envolvidos na equação 3 é limitante. Como o aquário é novo, com bombas de água em pleno funcionamento, ou seja, com boas condições de oxigenação, entende-se que o limitante da reação é o catalisador enzimático, as bactérias Nitrospira. Ações que deslocam o equilíbrio de formação do nitrito (equação 2) levariam a um pico de amônio em solução, o que não é uma remediação do

1 600 W 5 1,60 kW
E 5 5 240 ? 1,60 5 384 kWh
Se cada kWh custa R$ 0,37, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 142,10. Assim, o prejuízo do consumidor seria de R$ 151,20 2 R$ 142,10 5 R$ 9,10.

B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não entende qual grandeza deve calcular e relaciona o prejuízo do consumidor diretamente ao valor acrescido em sua conta mensal (R$ 36,00), ignorando a alteração do número de horas diárias de uso e os valores incompatíveis de potência.
C) CORRETA. O valor total gasto com o novo modelo do ar-condicionado é conhecido e dado por R$ 151,20 1 R$ 36,00 5 5 R$ 187,20. Para descobrir o prejuízo mensal do consumidor, resta saber quanto seria o gasto se o aparelho tivesse potência de 1 600 W. Para isso, deve-se descobrir o custo de cada kWh.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza os cálculos corretamente, mas se esquece de considerar que o tempo de uso diário aumentou de 6 para 8 horas. Assim: 6 horas/dia ? 30 dias 5 180 h/mês P 5 1 600 W 5 1,60 kW E 5 180 ? 1,60 5 288 kWh Como cada kWh custa R$ 0,30, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 86,40. Logo, o prejuízo do consumidor seria de R$ 187,20 2 R$ 86,40 5 R$ 100,80.
E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula corretamente o valor do kWh, mas computa o gasto total pela variação do número de horas diárias de uso (8 2 6 5 2 horas a mais por dia), e não pela quantidade total (8 horas por dia). Assim: 2 horas/dia ? 30 dias 5 60 h/mês P 5 1 600 W 5 1,60 kW E 5 60 ? 1,60 5 96 kWh Dessa forma, como cada kWh custa R$ 0,30, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 28,80. Logo, o prejuízo do consumidor seria de R$ 187,20 2 R$ 28,80 5 R$ 158,40.

Durante a etapa inicial para a realização de massa de fermentação natural, a massa é colonizada por diversos microrganismos. Porém, os lactobacilos e leveduras conseguem competir melhor pelos recursos disponíveis e produzem metabólitos que inibem o crescimento de outros organismos. Dessa forma, limitando ou excluindo competitivamente as populações de outros microrganismos.

A) CORRETA. Durante o a etapa inicial para a realização de massa de fermentação natural, a massa é colonizada por diversos microrganismos. Porém, os lactobacilos e leveduras conseguem competir melhor pelos recursos disponíveis e produzem metabólitos que inibem o crescimento de outros organismos. Dessa forma, limitando ou excluindo competitivamente as populações de outros microrganismos.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não reconhece que as leveduras e os lactobacilos se alimentam da mistura, não de outros organismos, deixando-os vivos.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa relaciona o crescimento das leveduras e dos lactobacilos com uma relação de compartilhamento de recursos, no qual cada população auxiliaria a outra, não identificando que o processo de crescimento de cada uma acontece, independentemente, ao menos que os recursos sejam muito limitados.

O aluno que assinala esta alternativa acredita que mudanças no ambiente possam induzir os seres vivos a se adaptarem a elas.

A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que mudanças no ambiente possam induzir os seres vivos a se adaptarem a elas.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o surgimento de uma nova forma de vida leva necessariamente à substituição das formas anteriormente existentes.
E) CORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o surgimento do gás

QUESTÃO 106 Resposta E
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez do solo, e não deixar o solo neutro, com pH igual a 7.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos, e não aumentar a acidez, que é o que ocorre quando se diminui o pH.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos, e não aumentar a acidez, que é o que ocorre quando se diminui o pH.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos para favorecer a absorção de nutrientes, fornecer Ca12 e Mg12 para as plantas e neutralizar o alumínio, o que pode ser feito adicionando-se ao solo sais que, sofrendo hidrólise, apresentem um caráter básico, o que não ocorre quando se adiciona MgSO4, que apresenta caráter ácido.
E) CORRETA. A calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos para favorecer a absorção de nutrientes, fornecer Ca12 e Mg12 para as plantas e neutralizar o alumínio, o que pode ser feito adicionando-se ao solo sais que, sofrendo hidrólise, apresentem um caráter básico, como é o caso do CaCO3 e MgCO3.

A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez do solo, e não deixar o solo neutro, com pH igual a 7.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos, e não aumentar a acidez, que é o que ocorre quando se diminui o pH.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos, e não aumentar a acidez, que é o que ocorre quando se diminui o pH.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos para favorecer a absorção de nutrientes, fornecer Ca12 e Mg12 para as plantas e neutralizar o alumínio, o que pode ser feito adicionando-se ao solo sais que, sofrendo hidrólise, apresentem um caráter básico, o que não ocorre quando se adiciona MgSO4, que apresenta caráter ácido.

QUESTÃO 108 Resposta E
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa incorretamente o ângulo V ao papel da pupila. Pode entender que, quanto maior o ângulo V, maior a entrada de luz no olho. Na realidade, V representa o ângulo visual e está conectado às extremidades do objeto observado, sem relação com a intensidade luminosa. A pupila é o componente do olho humano responsável pela regulação da entrada de luz. Ela se contrai quando há muita luminosidade e aumenta no escuro.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde foco e formação de imagens. O foco é a propriedade que permite observar em boa definição o contorno dos objetos e não está relacionado ao ângulo visual. O cristalino funciona como a lente do olho e altera sua configuração de modo a ajustar a distância focal para observar os objetos. Contudo, a distância focal não tem relação com o ângulo de observação; está relacionada à distância entre o objeto e a lente do cristalino.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o processo de formação de imagens. Em olhos que não necessitam da utilização de lentes, a imagem dos objetos sempre se forma sobre a retina. Quando há alterações no formato dos olhos, o cristalino não consegue formar as imagens adequadamente e acaba projetando-as antes ou depois da retina. Contudo, essa má formação de imagens também se relaciona à distância focal, e não ao ângulo de observação.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não conhece a definição de ponto próximo e ponto remoto. Esses são os nomes utilizados para as distâncias mínima e máxima que o olho humano consegue enxergar enquanto mantém a imagem em foco. Normalmente, elas são distâncias fixas de aproximadamente 25 cm para o ponto próximo e infinito para o ponto remoto, mas podem se alterar em pessoas mais velhas. São grandezas relacionadas ao foco dos objetos e

A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa incorretamente o ângulo V ao papel da pupila. Pode entender que, quanto maior o ângulo V, maior a entrada de luz no olho. Na realidade, V representa o ângulo visual e está conectado às extremidades do objeto observado, sem relação com a intensidade luminosa. A pupila é o componente do olho humano responsável pela regulação da entrada de luz. Ela se contrai quando há muita luminosidade e aumenta no escuro.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde foco e formação de imagens. O foco é a propriedade que permite observar em boa definição o contorno dos objetos e não está relacionado ao ângulo visual. O cristalino funciona como a lente do olho e altera sua configuração de modo a ajustar a distância focal para observar os objetos. Contudo, a distância focal não tem relação com o ângulo de observação; está relacionada à distância entre o objeto e a lente do cristalino.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o processo de formação de imagens. Em olhos que não necessitam da utilização de lentes, a imagem dos objetos sempre se forma sobre a retina. Quando há alterações no formato dos olhos, o cristalino não consegue formar as imagens adequadamente e acaba projetando-as antes ou depois da retina. Contudo, essa má formação de imagens também se relaciona à distância focal, e não ao ângulo de observação.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não conhece a definição de ponto próximo e ponto remoto. Esses são os nomes utilizados para as distâncias mínima e máxima que o olho humano consegue enxergar enquanto mantém a imagem em foco. Normalmente, elas são distâncias fixas de aproximadamente 25 cm para o ponto próximo e infinito para o ponto remoto, mas podem se alterar em pessoas mais velhas. São grandezas relacionadas ao foco dos objetos e

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Questões resolvidas

QUESTÃO 91 Resposta C
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que o vírus zika pressurizado possivelmente atuou como antígeno, desencadeando a produção de anticorpos específicos para evitar a infecção pelo vírus zika.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende que o vírus zika pressurizado possivelmente atuou como um corpo estranho (antígeno) no camundongo, porém não compreende que isso possivelmente levou à produção de anticorpos de resistência que evitariam a infecção contra o vírus zika.
C) CORRETA. O vírus zika pressurizado possivelmente atuou como um corpo estranho (antígeno) no camundongo, desencadeando a produção de antígenos específicos que evitariam a contaminação com o vírus zika.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que os corpos estranhos – vírus pressurizados – no organismo do camundongo provavelmente atuaram como antígenos, os quais possivelmente formaram anticorpos de resistência contra esse corpo estranho específico.
E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende que o vírus zika pressurizado possivelmente atuou como um corpo estranho no camundongo (antígeno), porém não compreende que esse mecanismo poderia gerar no camundongo a formação de anticorpos específicos que evitariam a infecção contra o vírus zika.

QUESTÃO 92 Resposta C
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se confunde ao realizar a distribuição eletrônica do nióbio no seu estado neutro, que possui 41 elétrons. Segundo o diagrama de Linus Pauling, a distribuição correta é 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p6 5s2 4d3.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa, apesar de indicar corretamente o número de prótons e elétrons do nióbio, indica o número de massa desse elemento como número de nêutrons. Para se calcular o número de nêutrons do nióbio, é necessário subtrair o número atômico do número de massa: 93 2 41 5 52 nêutrons.
C) CORRETA. O texto menciona que o nióbio é obtido na forma pura a partir da oxidação do pentóxido de nióbio (Nb2O5) utilizando alumínio (Al) como agente redutor. Simplificadamente, esse processo pode ser representado pela equação Nb2O5 1 Al → Nb 1 Al2O3. Para garantir que a equação esteja corretamente balanceada, é necessário igualar o número de átomos de cada elemento em ambos os lados da equação. Assim, a equação balanceada é 3 Nb2O5 1 10 Al → 6 Nb 1 5 Al2O3, em que 3 moléculas de pentóxido de nióbio reagem com 10 átomos de alumínio, obtendo 6 átomos de nióbio na forma pura.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não identifica corretamente o período da tabela periódico em que o nióbio está localizado (5o período) e se confunde ao indicar que esse elemento pertence ao grupo dos metais de transição interna, quando, na verdade, o nióbio está localizado no grupo dos metais de transição externa.
E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se confunde ao determinar o número de oxidação do nióbio no pentóxido de nióbio (Nb2O5). Nesse composto, cada átomo de oxigênio apresenta NOx 22, totalizando o valor de 210. Assim, para garantir a neutralidade das cargas, cada átomo de nióbio deve apresentar NOx 15.

QUESTÃO 93 Resposta C
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o calor como uma variável de estado. Isso pode indicar uma confusão entre os conceitos de calor e energia interna do gás. Dessa forma, ao longo de um ciclo Q seria sempre nulo.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, equivocadamente, o trabalho como uma variável de estado, que, portanto, é nula ao longo de um ciclo. No entanto, isso seria verdadeiro apenas se o gás saísse de um estado e voltasse para o estado inicial seguindo exatamente o mesmo caminho de ida e volta.
C) CORRETA. A energia interna de um gás é uma variável de estado, portanto, ao longo de um ciclo, ΔU 5 Q 2 W ⇒ 0 5 Q 2 W ⇒ Q 5 W
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa inverte os sinais da primeira lei da Termodinâmica, tendo: ΔU 5 Q 1 W ⇒ 0 5 Q 1 W ⇒ Q 5 2W O que seria verdade se a notação considerada fosse W igual ao trabalho sofrido pelo gás.
E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, Q 5 0, o que indica uma confusão entre os parâmetros de energia interna e calor do gás. Outra possibilidade seria considerar o calor como variável de estado. Além disso, faz-se uma inversão de sinais na primeira lei da Termodinâmica (o que seria verdade se a notação considerada fosse W igual ao trabalho sofrido pelo gás), de forma que: ΔU 5 Q 1 W ⇒ ΔU 5 0 1 W ⇒ ΔU 5 1W

QUESTÃO 94 Resposta E
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que a troca da carne bovina pela carne ovina vai reduzir o seu impacto individual, mas não se dá conta de que há outras opções de dietas ainda mais eficientes, ou seja, não satisfaz o comando.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que o queijo é um alimento cuja produção gera um impacto baixo, mas não se dá conta de que o simples aumento de consumo de proteínas lácteas, sem estar associado à redução da ingestão de proteínas de grande impacto, não vai ser eficiente na redução do seu impacto individual.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que a carne de frango é a que gera menor impacto ambiental entre as carnes, mas não se dá conta de que há outras opções de dietas ainda mais eficientes, ou seja, não satisfaz o comando.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que o consumo de camarão criado em cativeiro tem um impacto individual menor do que alguns tipos de carne, mas ignora o fato de que, ainda assim, o consumo desse tipo de alimento tem um alto impacto ambiental e de que a expansão de áreas desmatadas também vai incrementar esse impacto.
E) CORRETA. As proteínas de origem vegetal têm um impacto ambiental muito menor do que qualquer proteína de origem animal, sendo uma opção nutricionalmente viável e que pode substituir as proteínas animais, promovendo, assim, uma grande redução no impacto ambiental individual.

QUESTÃO 95 Resposta E
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o papel do oxigênio no ciclo do nitrogênio.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende quem é o reagente limitante na conversão de nitrito a nitrato.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa generaliza o comportamento do gás carbônico na água, que leva à alteração do pH, ao comportamento de outros gases como o hidrogênio.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a formação de nitrito e a conversão deste a nitrato são ambas reações catalisadas por bactérias.
E) CORRETA. Para resolver a questão, é importante ter em mente as reações químicas envolvidas no ciclo de nitrogênio na água. NH3 (g) 1 H1 (aq) NH1 4 (aq) (1) 2 NH1 4 (aq) 1 3 O2 (g) 2 NO2 2 (aq) 1 4 H1 (aq) 1 2 H2O (l) (2) 2 NO2 2 (aq) 1 O2 (g) 2 NO2 3 (aq) (3) Uma alta de NO2 2 (aq) ocorre quando algum dos fatores envolvidos na equação 3 é limitante. Como o aquário é novo, com bombas de água em pleno funcionamento, ou seja, com boas condições de oxigenação, entende-se que o limitante da reação é o catalisador enzimático, as bactérias Nitrospira. Ações que deslocam o equilíbrio de formação do nitrito (equação 2) levariam a um pico de amônio em solução, o que não é uma remediação do

1 600 W 5 1,60 kW
E 5 5 240 ? 1,60 5 384 kWh
Se cada kWh custa R$ 0,37, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 142,10. Assim, o prejuízo do consumidor seria de R$ 151,20 2 R$ 142,10 5 R$ 9,10.

B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não entende qual grandeza deve calcular e relaciona o prejuízo do consumidor diretamente ao valor acrescido em sua conta mensal (R$ 36,00), ignorando a alteração do número de horas diárias de uso e os valores incompatíveis de potência.
C) CORRETA. O valor total gasto com o novo modelo do ar-condicionado é conhecido e dado por R$ 151,20 1 R$ 36,00 5 5 R$ 187,20. Para descobrir o prejuízo mensal do consumidor, resta saber quanto seria o gasto se o aparelho tivesse potência de 1 600 W. Para isso, deve-se descobrir o custo de cada kWh.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza os cálculos corretamente, mas se esquece de considerar que o tempo de uso diário aumentou de 6 para 8 horas. Assim: 6 horas/dia ? 30 dias 5 180 h/mês P 5 1 600 W 5 1,60 kW E 5 180 ? 1,60 5 288 kWh Como cada kWh custa R$ 0,30, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 86,40. Logo, o prejuízo do consumidor seria de R$ 187,20 2 R$ 86,40 5 R$ 100,80.
E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula corretamente o valor do kWh, mas computa o gasto total pela variação do número de horas diárias de uso (8 2 6 5 2 horas a mais por dia), e não pela quantidade total (8 horas por dia). Assim: 2 horas/dia ? 30 dias 5 60 h/mês P 5 1 600 W 5 1,60 kW E 5 60 ? 1,60 5 96 kWh Dessa forma, como cada kWh custa R$ 0,30, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 28,80. Logo, o prejuízo do consumidor seria de R$ 187,20 2 R$ 28,80 5 R$ 158,40.

Durante a etapa inicial para a realização de massa de fermentação natural, a massa é colonizada por diversos microrganismos. Porém, os lactobacilos e leveduras conseguem competir melhor pelos recursos disponíveis e produzem metabólitos que inibem o crescimento de outros organismos. Dessa forma, limitando ou excluindo competitivamente as populações de outros microrganismos.

A) CORRETA. Durante o a etapa inicial para a realização de massa de fermentação natural, a massa é colonizada por diversos microrganismos. Porém, os lactobacilos e leveduras conseguem competir melhor pelos recursos disponíveis e produzem metabólitos que inibem o crescimento de outros organismos. Dessa forma, limitando ou excluindo competitivamente as populações de outros microrganismos.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não reconhece que as leveduras e os lactobacilos se alimentam da mistura, não de outros organismos, deixando-os vivos.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa relaciona o crescimento das leveduras e dos lactobacilos com uma relação de compartilhamento de recursos, no qual cada população auxiliaria a outra, não identificando que o processo de crescimento de cada uma acontece, independentemente, ao menos que os recursos sejam muito limitados.

O aluno que assinala esta alternativa acredita que mudanças no ambiente possam induzir os seres vivos a se adaptarem a elas.

A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que mudanças no ambiente possam induzir os seres vivos a se adaptarem a elas.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o surgimento de uma nova forma de vida leva necessariamente à substituição das formas anteriormente existentes.
E) CORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o surgimento do gás

QUESTÃO 106 Resposta E
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez do solo, e não deixar o solo neutro, com pH igual a 7.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos, e não aumentar a acidez, que é o que ocorre quando se diminui o pH.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos, e não aumentar a acidez, que é o que ocorre quando se diminui o pH.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos para favorecer a absorção de nutrientes, fornecer Ca12 e Mg12 para as plantas e neutralizar o alumínio, o que pode ser feito adicionando-se ao solo sais que, sofrendo hidrólise, apresentem um caráter básico, o que não ocorre quando se adiciona MgSO4, que apresenta caráter ácido.
E) CORRETA. A calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos para favorecer a absorção de nutrientes, fornecer Ca12 e Mg12 para as plantas e neutralizar o alumínio, o que pode ser feito adicionando-se ao solo sais que, sofrendo hidrólise, apresentem um caráter básico, como é o caso do CaCO3 e MgCO3.

A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez do solo, e não deixar o solo neutro, com pH igual a 7.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos, e não aumentar a acidez, que é o que ocorre quando se diminui o pH.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos, e não aumentar a acidez, que é o que ocorre quando se diminui o pH.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos para favorecer a absorção de nutrientes, fornecer Ca12 e Mg12 para as plantas e neutralizar o alumínio, o que pode ser feito adicionando-se ao solo sais que, sofrendo hidrólise, apresentem um caráter básico, o que não ocorre quando se adiciona MgSO4, que apresenta caráter ácido.

QUESTÃO 108 Resposta E
A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa incorretamente o ângulo V ao papel da pupila. Pode entender que, quanto maior o ângulo V, maior a entrada de luz no olho. Na realidade, V representa o ângulo visual e está conectado às extremidades do objeto observado, sem relação com a intensidade luminosa. A pupila é o componente do olho humano responsável pela regulação da entrada de luz. Ela se contrai quando há muita luminosidade e aumenta no escuro.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde foco e formação de imagens. O foco é a propriedade que permite observar em boa definição o contorno dos objetos e não está relacionado ao ângulo visual. O cristalino funciona como a lente do olho e altera sua configuração de modo a ajustar a distância focal para observar os objetos. Contudo, a distância focal não tem relação com o ângulo de observação; está relacionada à distância entre o objeto e a lente do cristalino.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o processo de formação de imagens. Em olhos que não necessitam da utilização de lentes, a imagem dos objetos sempre se forma sobre a retina. Quando há alterações no formato dos olhos, o cristalino não consegue formar as imagens adequadamente e acaba projetando-as antes ou depois da retina. Contudo, essa má formação de imagens também se relaciona à distância focal, e não ao ângulo de observação.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não conhece a definição de ponto próximo e ponto remoto. Esses são os nomes utilizados para as distâncias mínima e máxima que o olho humano consegue enxergar enquanto mantém a imagem em foco. Normalmente, elas são distâncias fixas de aproximadamente 25 cm para o ponto próximo e infinito para o ponto remoto, mas podem se alterar em pessoas mais velhas. São grandezas relacionadas ao foco dos objetos e

A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa incorretamente o ângulo V ao papel da pupila. Pode entender que, quanto maior o ângulo V, maior a entrada de luz no olho. Na realidade, V representa o ângulo visual e está conectado às extremidades do objeto observado, sem relação com a intensidade luminosa. A pupila é o componente do olho humano responsável pela regulação da entrada de luz. Ela se contrai quando há muita luminosidade e aumenta no escuro.
B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde foco e formação de imagens. O foco é a propriedade que permite observar em boa definição o contorno dos objetos e não está relacionado ao ângulo visual. O cristalino funciona como a lente do olho e altera sua configuração de modo a ajustar a distância focal para observar os objetos. Contudo, a distância focal não tem relação com o ângulo de observação; está relacionada à distância entre o objeto e a lente do cristalino.
C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o processo de formação de imagens. Em olhos que não necessitam da utilização de lentes, a imagem dos objetos sempre se forma sobre a retina. Quando há alterações no formato dos olhos, o cristalino não consegue formar as imagens adequadamente e acaba projetando-as antes ou depois da retina. Contudo, essa má formação de imagens também se relaciona à distância focal, e não ao ângulo de observação.
D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não conhece a definição de ponto próximo e ponto remoto. Esses são os nomes utilizados para as distâncias mínima e máxima que o olho humano consegue enxergar enquanto mantém a imagem em foco. Normalmente, elas são distâncias fixas de aproximadamente 25 cm para o ponto próximo e infinito para o ponto remoto, mas podem se alterar em pessoas mais velhas. São grandezas relacionadas ao foco dos objetos e

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<p>1</p><p>RESOLUÇÕES E RESPOSTAS</p><p>CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS</p><p>Questões de 91 a 135</p><p>QUESTãO 91 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que o vírus zika pressurizado possivelmente atuou</p><p>como antígeno, desencadeando a produção de anticorpos específicos para evitar a infecção pelo vírus zika.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende que o vírus zika pressurizado possivelmente atuou como</p><p>um corpo estranho (antígeno) no camundongo, porém não compreende que isso possivelmente levou à produção de</p><p>anticorpos de resistência que evitariam a infecção contra o vírus zika.</p><p>C) CORRETA. O vírus zika pressurizado possivelmente atuou como um corpo estranho (antígeno) no camundongo, desen-</p><p>cadeando a produção de antígenos específicos que evitariam a contaminação com o vírus zika.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que os corpos estranhos – vírus pressurizados – no</p><p>organismo do camundongo provavelmente atuaram como antígenos, os quais possivelmente formaram anticorpos de</p><p>resistência contra esse corpo estranho específico.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende que o vírus zika pressurizado possivelmente atuou como</p><p>um corpo estranho no camundongo (antígeno), porém não compreende que esse mecanismo poderia gerar no camun-</p><p>dongo a formação de anticorpos específicos que evitariam a infecção contra o vírus zika.</p><p>QUESTãO 92 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se confunde ao realizar a distribuição eletrônica do nióbio no seu</p><p>estado neutro, que possui 41 elétrons. Segundo o diagrama de Linus Pauling, a distribuição correta é 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6</p><p>4s2 3d10 4p6 5s2 4d3.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa, apesar de indicar corretamente o número de prótons e elétrons do</p><p>nióbio, indica o número de massa desse elemento como número de nêutrons. Para se calcular o número de nêutrons do</p><p>nióbio, é necessário subtrair o número atômico do número de massa: 93 2 41 5 52 nêutrons.</p><p>C) CORRETA. O texto menciona que o nióbio é obtido na forma pura a partir da oxidação do pentóxido de nióbio</p><p>(Nb2O5) utilizando alumínio (Al) como agente redutor. Simplificadamente, esse processo pode ser representado pela</p><p>equação Nb2O5 1 Al → Nb 1 Al2O3. Para garantir que a equação esteja corretamente balanceada, é necessário</p><p>igualar o número de átomos de cada elemento em ambos os lados da equação. Assim, a equação balanceada é</p><p>3 Nb2O5 1 10 Al → 6 Nb 1 5 Al2O3, em que 3 moléculas de pentóxido de nióbio reagem com 10 átomos de alumínio,</p><p>obtendo 6 átomos de nióbio na forma pura.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não identifica corretamente o período da tabela periódico em que o</p><p>nióbio está localizado (5o período) e se confunde ao indicar que esse elemento pertence ao grupo dos metais de transição</p><p>interna, quando, na verdade, o nióbio está localizado no grupo dos metais de transição externa.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se confunde ao determinar o número de oxidação do nióbio no</p><p>pentóxido de nióbio (Nb2O5). Nesse composto, cada átomo de oxigênio apresenta NOx 22, totalizando o valor de 210.</p><p>Assim, para garantir a neutralidade das cargas, cada átomo de nióbio deve apresentar NOx 15.</p><p>QUESTãO 93 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o calor como uma variável de estado. Isso pode indicar</p><p>uma confusão entre os conceitos de calor e energia interna do gás. Dessa forma, ao longo de um ciclo Q seria sempre</p><p>nulo.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, equivocadamente, o trabalho como uma variável de</p><p>estado, que, portanto, é nula ao longo de um ciclo. No entanto, isso seria verdadeiro apenas se o gás saísse de um estado</p><p>e voltasse para o estado inicial seguindo exatamente o mesmo caminho de ida e volta.</p><p>C) CORRETA. A energia interna de um gás é uma variável de estado, portanto, ao longo de um ciclo,</p><p>ΔU 5 Q 2 W ⇒ 0 5 Q 2 W ⇒ Q 5 W</p><p>SIMULADO ENEM 2024 – MAIO</p><p>Gabarito do 2o dia</p><p>Ciências da Natureza e suas Tecnologias</p><p>Matemática e suas Tecnologias</p><p>2</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa inverte os sinais da primeira lei da Termodinâmica, tendo:</p><p>ΔU 5 Q 1 W ⇒ 0 5 Q 1 W ⇒ Q 5 2W</p><p>O que seria verdade se a notação considerada fosse W igual ao trabalho sofrido pelo gás.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, Q 5 0, o que indica uma confusão entre os parâmetros de</p><p>energia interna e calor do gás. Outra possibilidade seria considerar o calor como variável de estado. Além disso, faz-se</p><p>uma inversão de sinais na primeira lei da Termodinâmica (o que seria verdade se a notação considerada fosse W igual</p><p>ao trabalho sofrido pelo gás), de forma que:</p><p>ΔU 5 Q 1 W ⇒ ΔU 5 0 1 W ⇒ ΔU 5 1W</p><p>QUESTãO 94 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que a troca da carne bovina pela carne ovina vai reduzir o</p><p>seu impacto individual, mas não se dá conta de que há outras opções de dietas ainda mais eficientes, ou seja, não satis-</p><p>faz o comando.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que o queijo é um alimento cuja produção gera um impacto</p><p>baixo, mas não se dá conta de que o simples aumento de consumo de proteínas lácteas, sem estar associado à redução</p><p>da ingestão de proteínas de grande impacto, não vai ser eficiente na redução do seu impacto individual.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que a carne de frango é a que gera menor impacto ambiental</p><p>entre as carnes, mas não se dá conta de que há outras opções de dietas ainda mais eficientes, ou seja, não satisfaz o</p><p>comando.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que o consumo de camarão criado em cativeiro tem um</p><p>impacto individual menor do que alguns tipos de carne, mas ignora o fato de que, ainda assim, o consumo desse tipo</p><p>de alimento tem um alto impacto ambiental e de que a expansão de áreas desmatadas também vai incrementar esse</p><p>impacto.</p><p>E) CORRETA. As proteínas de origem vegetal têm um impacto ambiental muito menor do que qualquer proteína de origem</p><p>animal, sendo uma opção nutricionalmente viável e que pode substituir as proteínas animais, promovendo, assim, uma</p><p>grande redução no impacto ambiental individual.</p><p>QUESTãO 95 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o papel do oxigênio no ciclo do nitrogênio.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende quem é o reagente limitante na conversão de nitrito</p><p>a nitrato.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa generaliza o comportamento do gás carbônico na água, que leva à</p><p>alteração do pH, ao comportamento de outros gases como o hidrogênio.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a formação de nitrito e a conversão deste a</p><p>nitrato são ambas reações catalisadas por bactérias.</p><p>E) CORRETA. Para resolver a questão, é importante ter em mente as reações químicas envolvidas no ciclo de nitrogênio na</p><p>água.</p><p>NH3 (g) 1 H1 (aq) NH1</p><p>4 (aq) (1)</p><p>2 NH1</p><p>4 (aq) 1 3 O2 (g) 2 NO2</p><p>2 (aq) 1 4 H1 (aq) 1 2 H2O (l) (2)</p><p>2 NO2</p><p>2 (aq) 1 O2 (g) 2 NO2</p><p>3 (aq) (3)</p><p>Uma alta de NO2</p><p>2 (aq) ocorre quando algum dos fatores envolvidos na equação 3 é limitante. Como o aquário é novo, com</p><p>bombas de água em pleno funcionamento, ou seja, com boas condições de oxigenação, entende-se que o limitante da</p><p>reação é o catalisador enzimático, as bactérias Nitrospira.</p><p>Ações que deslocam o equilíbrio de formação do nitrito (equação 2) levariam a um pico de amônio em solução, o que não</p><p>é uma remediação do problema por levar a um outro.</p><p>Dessa forma, é necessário reduzir a quantidade de amônio no aquário, o que pode ser atingido pela redução de alimentos</p><p>no sistema.</p><p>QUESTãO 96 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o comprimento de onda e a frequência são grandezas</p><p>proporcionais, sendo justificada por um equívoco da equação fundamental da ondulatória:</p><p>inviável esse processo de separação.</p><p>QUESTãO 131 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não atentou para o fato de que a difusão é a passagem passiva do</p><p>material através da matriz lipídica, além de ser um transporte ativo, com gasto energético.</p><p>B) CORRETA. A imagem aponta um transporte ativo primário e que, entre outras características, pode sofrer influências das</p><p>substâncias presentes no meio que podem saturar, inativar, competir ou inibir a ação da proteína carreadora, diminuindo</p><p>ou inibindo o seu potencial de transporte.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não atentou para o fato de que o transporte ativo secundário não</p><p>necessita da participação da molécula de ATP (gasto de energia), o que não ocorre no exemplo.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associou corretamente a imagem ao transporte ativo primário, porém</p><p>não atentou ao fato de que a alternativa considera que é um transporte a favor do gradiente, quando, na verdade, é um</p><p>transporte contra o gradiente de concentração.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desconsiderou que o transporte de moléculas polares e íons, a favor</p><p>do gradiente eletroquímico, não tem gasto energético.</p><p>QUESTãO 132 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica corretamente a reação química que ocorre no exemplo, mas</p><p>nomeia incorretamente o reagente da reação, por não considerar corretamente a maior sequência de carbonos como a</p><p>cadeia principal.</p><p>17</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica corretamente que ambas as estruturas do produto têm</p><p>classificação de cadeias semelhantes, mas inclui a insaturação da carbonila na cadeia principal, o que não é devido.</p><p>C) CORRETA. Os carbonos destacados na imagem a seguir são quaternários, pois se ligam a quatro outros carbonos e</p><p>quirais ao mesmo tempo, pois estão ligados, cada um, a quatro grupos diferentes.</p><p>O</p><p>1</p><p>OC C</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica corretamente o grupo funcional que aparece na estrutura</p><p>dos produtos, mas os associa à função orgânica cetona, sendo que essas carbonilas, por estarem na extremidade da</p><p>cadeia, são carbonilas de aldeído.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que há uma isomeria no composto, mas a associa incorre-</p><p>tamente à isomeria constitucional, em que a disposição dos grupos não tem relevância. No entanto, nos produtos existe</p><p>uma isomeria espacial denominada isomeria óptica.</p><p>QUESTãO 133 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde aceleração tangencial com aceleração centrípeta, acredi-</p><p>tando que em um movimento curvilíneo uniforme existe aceleração tangencial, quando, na realidade, ela ocorre apenas</p><p>em um movimento variado.</p><p>B) CORRETA. Como o movimento é retilíneo e uniforme, a única força que age sobre a bola é a centrípeta direcionada para</p><p>o centro.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde uma grandeza proporcional com uma grandeza inversa-</p><p>mente proporcional. A massa é proporcional à força; logo, quanto maior a massa, maior a força. Como é uma trajetória</p><p>curvilínea, a força magnus é a centrípeta, logo o aluno realiza o cálculo da força centrípeta pela fórmula F 5 mv2</p><p>R</p><p>.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde uma grandeza inversamente proporcional com uma grandeza</p><p>proporcional. Como a fórmula da força centrípeta é F 5 mv2</p><p>R</p><p>, as grandezas raio e força são inversamente proporcionais.</p><p>O correto é afirmar que quanto maior o raio, menor a força.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde um conceito errado de força centrípeta. Considera correta-</p><p>mente que a força centrípeta é perpendicular ao MCU, no entanto erra ao colocar que a força centrípeta está voltada para</p><p>fora da curva, e não para dentro.</p><p>QUESTãO 134 Resposta A</p><p>A) CORRETA. O rio está sob processo de eutrofização, fenômeno que ocorre como consequência do aumento da quanti-</p><p>dade de nutrientes no ambiente aquático, provenientes de adubos e/ou da matéria orgânica do esgoto. Nesse processo,</p><p>ocorre uma proliferação excessiva de algas e uma redução nos níveis de oxigênio dissolvido na água.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa reconhece que a poluição da água por rejeitos de mineração e petró-</p><p>leo leva à mortandade de peixes, mas ignora que as demais características apresentadas pelo corpo de água não se</p><p>relacionam com esse tipo de poluição.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que a água aquecida diminui a quantidade de oxigênio da</p><p>água, o que pode provocar a mortandade de peixes, mas confunde-se com a causa da coloração da água, acreditando</p><p>que pode ser devido a corantes e ignorando a informação do texto acerca da quantidade de algas.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa corretamente a presença de detergentes sintéticos e metais</p><p>pesados à morte de organismos aquáticos, mas ignora o fato de que metais pesados não estão relacionados ao processo</p><p>de eutrofização descritos no texto.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa foca apenas na mortalidade dos peixes, reconhecendo que os micro-</p><p>plásticos e uma possível alteração da salinidade da água podem levar à morte de animais aquáticos, mas ignora que</p><p>esses fatores não possuem relação com proliferação excessiva de algas e com a queda nas taxas de oxigênio.</p><p>QUESTãO 135 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera apenas a reação de oxidação que ocorre nas pilhas alca-</p><p>linas, na qual o Zn perde elétrons, ou seja, é oxidado, formando Zn21.</p><p>B) CORRETA. O texto trata das pilhas alcalinas, dispositivos eletroquímicos utilizados para armazenar energia elétrica.</p><p>De acordo com as informações, nas pilhas alcalinas, assim como nas pilhas de Leclanchè, ocorre a oxidação do Zn</p><p>(Zn → Zn21 1 2 e2) e redução do Mn41 (Mn41 1 2 e2 → Mn21). Dessa forma, é possível afirmar que o fluxo de elétrons</p><p>durante o funcionamento das pilhas alcalinas ocorre do Zn para o Mn41.</p><p>18</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa indica o fluxo de elétrons de forma invertida, indicando que os</p><p>elétrons fluem da espécie reduzida (Mn21) para a espécie que sofre oxidação (Zn).</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o fluxo de elétrons de forma errônea, indicando que os</p><p>elétrons fluem da espécie oxidada (Zn21) para a espécie que sofre redução (Mn41).</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera apenas a reação de redução que ocorre nas pilhas alcali-</p><p>nas, na qual o Mn41 ganha elétrons, ou seja, é reduzido, formando Mn21.</p><p>MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS</p><p>Questões de 136 a 180</p><p>QUESTãO 136 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o aluno de número 1 receberia o prêmio, pois tem a</p><p>maior nota na 1a prova.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o aluno de número 2 receberia o prêmio, pois tem o</p><p>desempenho mais regular ao longo das 5 provas, mas ele não tem a maior média.</p><p>C) CORRETA. Cálculo da média de cada aluno.</p><p>Aluno 1 5 20,0 1 10,0 1 15,0 1 16,0 1 17,7</p><p>5</p><p>⇒ Aluno 1 5 15,74</p><p>Aluno 2 5 16,0 1 16,0 1 16,0 1 16,0 1 15,5</p><p>5</p><p>⇒ Aluno 2 5 15,90</p><p>Aluno 3 5 15,8 1 17,0 1 15,2 1 16,0 1 16,0</p><p>5</p><p>⇒ Aluno 3 5 16,00</p><p>Aluno 4 5 12,0 1 20,0 1 19,5 1 18,0 1 10,3</p><p>5</p><p>⇒ Aluno 4 5 15,95</p><p>Aluno 4 5 13,0 1 17,0 1 19,0 1 14,0 1 17,0</p><p>5</p><p>⇒ Aluno 5 5 16,00</p><p>Portanto, os alunos 3 e 5 estão empatados com a maior média. Pelo critério de desempate, como o aluno de número 3</p><p>obteve as notas mais regulares ao longo das provas, ele será o premiado.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o aluno de número 4 receberia o prêmio, pois tem uma</p><p>nota 20,0 e a maior média nas provas 2, 3 e 4.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula as médias dos 5 alunos e verifica que os alunos de número 3</p><p>e 5 estão empatados com a maior média. No entanto, considera como critério de desempate a</p><p>maior nota obtida ao longo</p><p>das provas, concluindo que o aluno de número 5 seria premiado.</p><p>QUESTãO 137 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não identifica que o número de horas trabalhadas pelas máquinas e</p><p>o número de máquinas são grandezas inversamente proporcionais, assim:</p><p>9 horas 50 máquinas produção de x unidades</p><p>y horas 60 máquinas produção de 4</p><p>3</p><p>x unidades</p><p>y</p><p>9</p><p>5</p><p>6</p><p>5</p><p>? 4</p><p>3</p><p>5</p><p>24</p><p>9</p><p>⇒ y 5 24</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que, como a quantidade de unidades mensal aumentará em 1</p><p>3</p><p>,</p><p>a quantidade de horas também aumentará em 1</p><p>3</p><p>, resultando em 12 horas. Assim, assinala a alternativa mais próxima</p><p>desse valor.</p><p>C) CORRETA.</p><p>9 horas 50 máquinas produção de x unidades</p><p>y horas 60 máquinas produção de 4</p><p>3</p><p>x unidades</p><p>O número de horas trabalhadas pelas máquinas e o número de máquinas são grandezas inversamente proporcionais.</p><p>Por outro lado, o número de horas trabalhadas pelas máquinas e o número de unidades produzidas são grandezas dire-</p><p>tamente proporcionais. Assim, tem-se:</p><p>y</p><p>9</p><p>5</p><p>5</p><p>6</p><p>? 4</p><p>3</p><p>5</p><p>10</p><p>9</p><p>⇒ y 5 10</p><p>19</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não identifica que o número de horas trabalhadas pelas máquinas e</p><p>o número de máquinas são grandezas inversamente proporcionais, assim:</p><p>9 horas 50 máquinas produção de x unidades</p><p>y horas 60 máquinas produção de 4</p><p>3</p><p>x unidades</p><p>y</p><p>9</p><p>5</p><p>6</p><p>5</p><p>? 4</p><p>3</p><p>Além disso, multiplica de forma errada (em cruz) as frações, obtendo:</p><p>y</p><p>9</p><p>5</p><p>6</p><p>5</p><p>? 4</p><p>3</p><p>5</p><p>18</p><p>20</p><p>⇒ y 5 8,1</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa utiliza o seguinte procedimento ou outro equivalente:</p><p>9 horas 50 máquinas produção de x unidades</p><p>y horas 60 máquinas produção de 4</p><p>3</p><p>x unidades</p><p>O número de horas trabalhadas pelas máquinas e o número de máquinas são grandezas inversamente proporcionais.</p><p>Por outro lado, o número de horas trabalhadas pelas máquinas e o número de unidades produzidas são grandezas dire-</p><p>tamente proporcionais. Assim, tem-se:</p><p>y</p><p>9</p><p>5</p><p>5</p><p>6</p><p>? 4</p><p>3</p><p>No entanto, multiplicou de forma errada (em cruz) as frações, obtendo:</p><p>y</p><p>9</p><p>5</p><p>15</p><p>24</p><p>⇒ y > 5,6</p><p>QUESTãO 138 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não identifica que a face lateral é um trapézio e considera-o como um</p><p>quadrado com base menor igual ao lado da base menor do tronco, isto é, igual a 30 m. Logo, a área lateral de cada face</p><p>será 900 m2 e, multiplicando por 4, temos 3 600 m2.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula a soma das áreas da base 3 600 1 900 5 4 500. Essa é uma</p><p>conclusão equivoca, visto que o enunciado solicita a área lateral do poliedro (soma de todas as faces menos as bases).</p><p>C) CORRETA. Conforme a figura mostra e pelo texto-base, o poliedro é um tronco de pirâmide regular de base quadrada.</p><p>Logo, as faces laterais são trapézios isósceles de altura igual a H. Como a área da base maior do tronco é 3 600 m2,</p><p>então, o lado do quadrado (e, portanto, a base maior de cada trapézio) é √36 000 5 60 m, enquanto o lado da base menor</p><p>(e, portanto, a base menor de cada trapézio) é √900 5 30 m. Portanto, cada trapézio terá área igual a (30 1 60)</p><p>2</p><p>? 30,</p><p>que é igual a 1 350 m2. Como o tronco de pirâmide de base quadrada tem 4 faces laterais, então a área lateral é de</p><p>4 ? 1 350 5 5 400 m2.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende como calcular a área do trapézio e calcula a área</p><p>de cada face lateral como a média das áreas já dadas no enunciado, isto é, 3 600 1 900</p><p>2</p><p>5 2 250 que, multiplicando por 4,</p><p>resulta em 9 000 m2.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta equivocadamente o enunciado e calcula a área total da</p><p>superfície desse poliedro, mas a questão solicita apenas a área lateral. Obtém, portanto, 5 400 1 3 600 1 900 5 9 900 m2.</p><p>QUESTãO 139 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula apenas a área do círculo. Ele também se esquece de trans-</p><p>formar o diâmetro em raio. Para calcular a área do círculo, ele calcula π ? r2 5 3 ? 62 5 108 cm2.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula apenas a área do retângulo. Para calcular a área do retân-</p><p>gulo, basta multiplicar a altura pelo perímetro do círculo. Se o diâmetro do círculo é de 6 cm, o seu raio é de 3 cm. Temos,</p><p>então, que o perímetro é igual 2 ? π ? r 5 2 ? 3 ? 3 5 18 cm. A área da lateral é então 8 ? 18 5 144.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula errado a área do círculo. Ele calcula o perímetro no lugar da</p><p>área do círculo. Por outro lado, calcula corretamente a área do retângulo lateral. Para calcular a área do retângulo, basta</p><p>multiplicar a altura pelo perímetro do círculo. Se o diâmetro do círculo é de 6 cm, o seu raio é de 3 cm. Temos, então, que</p><p>o perímetro é igual 2 ? π ? r 5 2 ? 3 ? 3 5 18 cm. A área da lateral é então 8 ? 18 5 144. Para calcular a área do círculo, ele</p><p>fez 2 ? π ? r 5 2 ? 3 ? 3 5 18.</p><p>A soma dos dois é 144 1 18 5 162.</p><p>D) CORRETA. Para resolver essa questão, é necessário calcular as duas áreas de depois fazer a soma entre elas.</p><p>Para calcular a área do retângulo, basta multiplicar a altura pelo perímetro do círculo. Se o diâmetro do círculo é de 6</p><p>cm, o seu raio é de 3 cm. Temos, então, que o perímetro é igual 2 ? π ? r 5 2 ? 3 ? 3 5 18 cm. A área da lateral é então</p><p>8 ? 18 5 144 cm2.</p><p>Para calcular a área do círculo, deve-se fazer π ? r2 5 3 ? 32 5 27 cm2.</p><p>A soma dos dois é 144 1 27 5 171.</p><p>20</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula incorretamente a área do retângulo. Em vez de calcular o</p><p>perímetro do círculo para fazer a base do retângulo, ele multiplica a altura por duas vezes o diâmetro. A área da lateral é</p><p>então 8 ? 6 ? 6 5 288. Para calcular a área do círculo, deve-se fazer π ? r2 5 3 ? 32 5 27 cm2.</p><p>A soma dos dois é 288 1 27 5 315.</p><p>QUESTãO 140 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa troca a probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de duas ou</p><p>de três de suas portas com defeito pela probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de duas de suas portas com</p><p>defeito, ( 1</p><p>1 200)2</p><p>.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa troca a probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de duas</p><p>ou de três de suas portas com defeito pela probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de três de suas portas com</p><p>defeito, ( 1</p><p>1 200)3</p><p>.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa inverte numerador e denominador na fração e incorre em um erro de</p><p>cálculo, determinando a probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de duas ou de três de suas portas com defeito</p><p>de funcionamento da seguinte forma: (1 200</p><p>1 201)( 1</p><p>1 200)2</p><p>5 ( 1</p><p>1 201)( 1</p><p>1 200).</p><p>D) CORRETA. Uma a cada 1 200 travas elétricas de porta apresenta uma não conformidade, isto é, um defeito de funciona-</p><p>mento. Logo, as probabilidades de interesse são:</p><p>• Probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de duas de suas portas com defeito:</p><p>1</p><p>1 200</p><p>? 1</p><p>1 200</p><p>5 ( 1</p><p>1 200)2</p><p>• Probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de três de suas portas com defeito:</p><p>1</p><p>1 200</p><p>? 1</p><p>1 200</p><p>? 1</p><p>1 200</p><p>5 ( 1</p><p>1 200)3</p><p>Por conseguinte, a probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de duas ou de três de suas portas com defeito de</p><p>funcionamento é:</p><p>( 1</p><p>1 200)2</p><p>1 ( 1</p><p>1 200)3</p><p>5 ( 1</p><p>1 200)2</p><p>1 1 ( 1</p><p>1 200) 5 (1 200 1 1</p><p>1 200 )( 1</p><p>1 200)2</p><p>5 (1 201</p><p>1 200)( 1</p><p>1 200)2</p><p>.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa comete um erro de cálculo e considera que o expoente 2 aparece na</p><p>parcela (1 201</p><p>1 200) em vez de na parcela ( 1</p><p>1 200), determinando que a probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de</p><p>duas ou de três de suas portas com defeito de funcionamento é (1 201</p><p>1 200)2 ( 1</p><p>1 200).</p><p>QUESTãO 141 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa lê que os pontos parecem estar na mesma linha, desconsiderando</p><p>o valor de cada um. Apesar disso, o número real da quantidade de passageiros transportados</p><p>em março de 2019 é</p><p>8 513 151 e o de agosto de 2018 é 8 713 459. Portanto, não é a mesma quantidade.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera a mediana desse período como a média dos valores obti-</p><p>dos nos meses de fevereiro e março, obtendo 6 490 661,5 < 6 500 000.</p><p>C) CORRETA. Os valores de janeiro a abril de 2019 já estão em ordem crescente.</p><p>Assim, a mediana pedida é dada pela média entre os valores de fevereiro e março:</p><p>Md 5 8 239 263 1 8 513 151</p><p>2</p><p>5 16 752 414</p><p>2</p><p>5 8 376 207</p><p>Como 8 376 207 < 8 400 207.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o valor de janeiro é menor porque o mês de fevereiro</p><p>representa a menor quantidade de passageiros transportados em 2018 com a quantia de 5 985 449, e o mês de janeiro é</p><p>o primeiro do ano. No gráfico em questão, os pontos de janeiro e fevereiro estão próximos.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não nota o decrescimento entre março e abril, uma vez que o grá-</p><p>fico praticamente só aumenta. No entanto, de março a abril de 2017, é possível notar um decréscimo de 2 065 431 para</p><p>1 862 969 na quantidade de passageiros transportados.</p><p>21</p><p>QUESTãO 142 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Para calcular o volume da piscina, é necessário separar em duas partes: o prisma de base triangular e o</p><p>semicilindro, visto que até mesmo as alturas são diferentes. Como o diâmetro do semicírculo é de 4 m, o seu raio é a</p><p>metade, ou seja, 2 m.</p><p>Para o triângulo, temos base igual a 4 m e altura igual a 12 m, portanto seu volume 4 ? 12</p><p>2</p><p>? 2 5 48, e para a parte do</p><p>semicilindro, temos que a altura é de 1,5 m então, seu volume é de π ? r2</p><p>2</p><p>? 1,5 5 π ? 22</p><p>2</p><p>? 1,5 5 9. O volume total seria,</p><p>então, de 57 m3.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece de calcular o desnível da piscina. Ele calcula tudo com uma</p><p>altura de 2 m. Para o prisma, temos 4 ? 12</p><p>2</p><p>? 2 5 48, e para a parte do semicilindro, temos que a altura é de 2 m, então</p><p>seu volume seria de π ? 22</p><p>2</p><p>? 2 5 12. O volume total seria, então, de 60 m3.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece-se de dividir a área do círculo para obter o semicilindro. Para</p><p>o prisma de base triangular, temos 4 ? 12</p><p>2</p><p>? 2 5 48, e para a parte do semicilindro, temos que a altura é de 1,5 m, então</p><p>seu volume seria de π ? 22 ? 1,5 5 18. O volume total seria, então, de 66 m3.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula a área do semicilindro utilizando o diâmetro em vez do raio.</p><p>Para o prisma de base triangular, temos 4 ? 12</p><p>2</p><p>? 2 5 48, e para a parte do semicilindro, temos que a altura é de 1,5 m,</p><p>então seu volume seria de π ? 42</p><p>2</p><p>? 1,5 5 36. O volume total seria, então, de 84 m3.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece-se de dividir a área do prisma de base triangular por 2.</p><p>Para o prisma, temos 4 ? 12 ? 2 5 96, e para a parte do semicilindro, temos que a altura é de 1,5 m, então seu volume</p><p>seria de π ? 22</p><p>2</p><p>? 1,5 5 9. O volume total seria, então, de 105 m3.</p><p>QUESTãO 143 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, erroneamente, que o aumento do custo da água gaseifi-</p><p>cada é de 10% (em vez do valor correto de 30%).</p><p>Sendo X o novo preço do suco concentrado para evitar o aumento do preço do refrigerante e P o aumento percentual do</p><p>custo da água gaseificada, então:</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 P) ? 3,40]</p><p>Com P 5 10%, tem-se (colocando o valor puro, e não em porcentagem, na equação):</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 0,10) ? 3,40]</p><p>X 5 R$ 12,44</p><p>Por conseguinte, para não ser necessário aumentar o preço do “refrigerante de maracujá caseiro”, o valor melhor que apro-</p><p>xima a redução que deve haver no preço do litro do suco de maracujá concentrado seria 12,60 2 12,44 5 0,16 2 R$ 0,15.</p><p>B) CORRETA. O gelo é produzido pela própria lanchonete. O açúcar, por sua vez, é adicionado à bebida, durante a prepa-</p><p>ração, em uma quantidade predeterminada. Desse modo, os custos do gelo e do açúcar são fixos e sobram apenas os</p><p>custos do suco de maracujá concentrado e da água gaseificada na determinação do preço do “refrigerante de maracujá</p><p>caseiro”.</p><p>Atualmente, o preço do litro do suco concentrado é R$ 12,60 e o preço do litro da água gaseificada é R$ 3,40. Assim, uma</p><p>vez que a preparação de qualquer volume do “refrigerante caseiro de maracujá” envolve 3</p><p>5</p><p>partes de suco de maracujá</p><p>concentrado e 2</p><p>5</p><p>partes de água gaseificada, tem-se:</p><p>3</p><p>5</p><p>? 12,60</p><p>Suco</p><p>concentrado</p><p>14243</p><p>1 2</p><p>5</p><p>? 3,40</p><p>Água</p><p>gaseificada</p><p>14243</p><p>5 7,56 1 1,40 5 R$ 8,96</p><p>Logo, o suco de maracujá concentrado e a água gaseificada contribuem com R$ 8,96 do preço atual do “refrigerante de</p><p>maracujá caseiro”. Para evitar o aumento do preço refrigerante, o custo do suco concentrado deverá ser reduzido (ou</p><p>seja, a lanchonete poderá buscar um fornecedor que ofereça o suco a um preço menor), pois o custo da água gaseifi-</p><p>cada, comprada de um fornecedor específico, deverá aumentar de 20% em breve (isto é, vai passar de R$ 3,40 para</p><p>1,20 ? R$ 3,40 5 R$ 4,08).</p><p>22</p><p>Sendo X o novo preço do suco concentrado para evitar o aumento do preço do refrigerante, tem-se:</p><p>3</p><p>5</p><p>? X</p><p>Suco</p><p>concentrado</p><p>14243</p><p>1 2</p><p>5</p><p>? 4,08</p><p>Água</p><p>gaseificada</p><p>14243</p><p>5 8,96</p><p>X 5 5 ? (8,96 2 1,632)</p><p>3</p><p>⇒ X 5 R$ 12,21</p><p>Portanto, para não ser necessário aumentar o preço do “refrigerante de maracujá caseiro”, o valor melhor que aproxima</p><p>a redução que deve haver no preço do litro do suco de maracujá concentrado é 12,60 2 12,21 5 0,39 5 R$ 0,40.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, equivocadamente, que o aumento do custo da água gasei-</p><p>ficada é de 30% (em vez do valor correto de 20%).</p><p>Se X é o novo preço do suco concentrado para evitar o aumento do preço do refrigerante e P, o aumento percentual do</p><p>custo da água gaseificada, então:</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 P) ? 3,40]</p><p>Com P 5 30%, tem-se (colocando o valor puro, e não em porcentagem, na equação):</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 0,30) ? 3,40]</p><p>X 5 R$ 11,99</p><p>Portanto, para não ser necessário aumentar o preço do “refrigerante de maracujá caseiro”, o valor melhor que aproxima</p><p>a redução que deve haver no preço do litro do suco de maracujá concentrado seria 12,60 2 11,99 5 0,61 5 R$ 0,60.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, erroneamente, que o aumento do custo da água gaseifi-</p><p>cada é de 40% (em vez do valor correto de 20%).</p><p>Sendo X o novo preço do suco concentrado para evitar o aumento do preço do refrigerante e P o aumento percentual do</p><p>custo da água gaseificada, então:</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 P) ? 3,40]</p><p>Com P 5 40%, tem-se (colocando o valor puro, e não em porcentagem, na equação):</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 0,40) ? 3,40]</p><p>X 5 R$ 11,76</p><p>Portanto, para não ser necessário aumentar o preço do “refrigerante de maracujá caseiro”, o valor melhor que aproxima</p><p>a redução que deve haver no preço do litro do suco de maracujá concentrado seria 12,60 2 11,76 5 0,84 5 R$ 0,85.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, erroneamente, que o aumento do custo da água gaseifi-</p><p>cada é de 45% (em vez do valor correto de 20%).</p><p>Se X é o novo preço do suco concentrado para evitar o aumento do preço do refrigerante e P, o aumento percentual do</p><p>custo da água gaseificada, então:</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 P) ? 3,40]</p><p>Com P 5 45%, tem-se (colocando o valor puro, e não em porcentagem, na equação):</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 P) ? 3,40]</p><p>X 5 R$ 11,65</p><p>Por conseguinte, para não ser necessário aumentar o preço do “refrigerante de maracujá caseiro”, o valor melhor que apro-</p><p>xima a redução que deve haver no preço do litro do suco de maracujá concentrado seria 12,60 2 11,65 5 0,95 5 R$ 0,95.</p><p>QUESTãO 144 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desenvolve os cálculos corretamente, encontrando:</p><p>96</p><p>x</p><p>5 30</p><p>50</p><p>? 5</p><p>5</p><p>→ 96</p><p>x</p><p>5 3</p><p>5</p><p>→ x 5 160 kg de alimentos não perecíveis.</p><p>Mas o aluno marca a opção incorreta ao escolher</p><p>o gráfico que relaciona inversamente as grandezas/dias e quantidade</p><p>de kg de alimentos arrecadados e não percebe que o gráfico não tem os pontos relacionados corretamente.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe, corretamente, que as grandezas são proporcionais, mas</p><p>considera o prazo restante (após a contratação de mais 20 voluntários), como 10 dias, encontrando:</p><p>300</p><p>x</p><p>5 30</p><p>50</p><p>? 5</p><p>10</p><p>→ 300</p><p>x</p><p>5 3</p><p>5</p><p>? 1</p><p>2</p><p>→ 300</p><p>x</p><p>5 3</p><p>10</p><p>→ x 5 1 000 roupas.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe, corretamente, que as grandezas são proporcionais, mas</p><p>considera o prazo restante (após a contratação de mais 20 voluntários) como 10 dias, encontrando:</p><p>96</p><p>x</p><p>5 30</p><p>50</p><p>? 5</p><p>10</p><p>→ 96</p><p>x</p><p>5 3</p><p>5</p><p>? 1</p><p>2</p><p>→ 96</p><p>x</p><p>5 3</p><p>10</p><p>→ 96 ? 10 5 3x → x 5 320 kg de alimentos não perecíveis.</p><p>23</p><p>D) CORRETA. As três grandezas são diretamente proporcionais, visto que, quanto mais voluntários e dias de arrecadação,</p><p>mais roupas vão arrecadar. Assim, o gráfico que compara o número de voluntários com a quantidade de roupa arreca-</p><p>dada deve ser diretamente proporcional e crescente.</p><p>Finalmente, basta fazer:</p><p>300</p><p>x</p><p>5 30</p><p>50</p><p>? 5</p><p>5</p><p>→ 300</p><p>x</p><p>5 3</p><p>5</p><p>→ x 5 500 roupas.</p><p>Ou seja, o gráfico deve mostrar que para 30 voluntários foram arrecadadas 300 roupas e que para 50 voluntários serão</p><p>arrecadadas 500 roupas.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que as grandezas são diretamente proporcionais. Mas</p><p>considera que, nos 5 dias finais de prazo, existem apenas 20 voluntários, e não 50 (20 novatos somados aos 30 que já</p><p>estavam trabalhando).</p><p>Assim, encontra:</p><p>111</p><p>x</p><p>5 30</p><p>20</p><p>? 5</p><p>10</p><p>→ 111</p><p>x</p><p>5 3</p><p>2</p><p>? 111 ? 2 5 3x → x 5 74 L de suco/leite</p><p>O aluno comete, então, dois erros nessa questão, sendo o primeiro considerar que nos últimos dias existiam 20 voluntá-</p><p>rios trabalhando, e não 50. Além disso, não percebe que, apesar de o gráfico conter os valores nos eixos, é descendente</p><p>e não possui os pontos relacionados corretamente na linha da função.</p><p>QUESTãO 145 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o espaço amostral total de pessoas que possuem conta</p><p>em algum banco. Assim, o espaço amostral será de 297 1 133 1 20 5 450. Logo, a probabilidade de a pessoa sorteada</p><p>não possuir conta em nenhum banco é 78</p><p>450</p><p>5 13</p><p>75</p><p>.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o espaço amostral total de pessoas que participaram da</p><p>pesquisa. Assim, o espaço amostral será de 78 1 297 1 133 1 20 5 528. Logo, a probabilidade de a pessoa sorteada</p><p>não possuir conta em nenhum banco é 78</p><p>528</p><p>5 13</p><p>88</p><p>.</p><p>C) CORRETA. Como o sorteio só acontecerá entre pessoas que não investem, o espaço amostral será de 78 1 297 5 375.</p><p>Logo, a probabilidade de a pessoa sorteada não possuir conta em nenhum banco é 78</p><p>375</p><p>5 26</p><p>125</p><p>.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o evento é um sorteio para pessoas que já investem.</p><p>Assim, o espaço amostral será de 78 1 297 1 133 1 20 5 528. Logo, a probabilidade de a pessoa sorteada já investir é</p><p>(133 1 20)</p><p>528</p><p>5 153</p><p>528</p><p>5 51</p><p>176</p><p>.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o evento é um sorteio para pessoas possuem conta em</p><p>algum banco, mas não investem. Assim, o espaço amostral será de 78 1 297 5 375. Logo, a probabilidade de a pessoa</p><p>sorteada possuir conta em nenhum banco mas não investir é 297</p><p>375</p><p>5 99</p><p>125</p><p>.</p><p>QUESTãO 146 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o obelisco é um prisma, não observando que a sua parte</p><p>mais alta é uma pirâmide.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o obelisco é uma pirâmide, não observando que sua</p><p>parte mais alta tem uma inclinação maior.</p><p>C) CORRETA. A parte mais alta é uma pirâmide e a parte mais baixa não tem a mesma largura em toda sua extensão, não</p><p>sendo, portanto, um prisma.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a parte de baixo é um prisma reto, e o topo, uma</p><p>pirâmide.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a parte de baixo é um prisma oblíquo, e o topo, uma</p><p>pirâmide.</p><p>QUESTãO 147 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se esquece de multiplicar o termo p por 0,3. Assim, 9002 5</p><p>5 (5 0002) ? t</p><p>25</p><p>⇒ t 5 25 810 000</p><p>25 000 000</p><p>⇒ t 5</p><p>20 250 000</p><p>25 000 000</p><p>⇒ t 5 0,81, ou seja, 49 minutos.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se esquece de dividir o tempo t por 25. Além disso, comete um erro</p><p>de deslocamento de vírgula, encontrando que 0,3 ? 25 000 000 5 750 000. Assim, t 5 810 000</p><p>(0,3 ? 25 000 000)</p><p>⇒ t 5 810 000</p><p>750 000</p><p>⇒</p><p>⇒ t 5 1,08, ou seja, 1 hora e 5 minutos.</p><p>24</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde a massa com a quantidade de pessoas, se esquece de</p><p>dividir o tempo t por 25 e acredita que t é dado em minutos. Assim, 5 0002 5 (0,3 ? 9002) ? t ⇒ t 5 25 000 000</p><p>(0,3 ? 810 000)</p><p>⇒</p><p>⇒ t 5 25 000 000</p><p>243 000</p><p>⇒ t 5 103, ou seja, 1 hora e 43 minutos.</p><p>D) CORRETA. De acordo com o enunciado, a relação entre carne, pessoas e tempo será c2 5 (0,3p2) ? t</p><p>25</p><p>. Logo, para um</p><p>churrasco de 5 000 pessoas e 900 kg de carne: 9002 5 (0,3 ? 5 0002) ? t</p><p>25</p><p>⇒ t 5 25 810 000</p><p>(0,3 ? 25 000 000)</p><p>⇒ t 5 20 250 000</p><p>7 500 000</p><p>⇒</p><p>⇒ t 5 2,7, ou seja, 2 h e 42 minutos.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a relação entre carne, pessoas e tempo será</p><p>c 5 (0,3p) ? t</p><p>4</p><p>. Além disso, se esquece de multiplicar o termo p por 0,3. Logo, para um churrasco de 5 000 pessoas e</p><p>900 kg de carne: 900 5 5 000 ? t</p><p>25</p><p>⇒ t 5 25 ? 900</p><p>5 000</p><p>⇒ t 5 22 500</p><p>5 000</p><p>⇒ t 5 4,5, ou seja, 4 horas e 30 minutos.</p><p>QUESTãO 148 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa efetua a diferença entre as cotações do euro e do dólar e multiplica</p><p>o resultado pela cotação do barril de petróleo. Assim, faz (5,68 2 5,11) ? 105 5 0,57 ? 105 5 59,85.</p><p>B) CORRETA. Inicialmente, calcula-se o valor em reais do barril de petróleo, multiplicando o preço em dólar pela cotação</p><p>dessa moeda: 105 ? 5,11 5 R$ 536,55. Com o valor em reais, faz a conversão para euro, dividindo o valor encontrado por</p><p>5,68 (cotação da moeda em reais). Assim, chega-se a 536,55</p><p>5,68</p><p>5 94,46.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa divide o valor do barril de petróleo pelo quociente entre as cotações</p><p>do euro e do dólar. Assim, faz 105</p><p>(5,68</p><p>5,11)</p><p>5 105</p><p>1,11</p><p>5 94,59.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa multiplica o valor do barril de petróleo pela cotação do euro e divide</p><p>pela cotação do dólar. Assim, faz 105 ? 5,68</p><p>5,11</p><p>5 596,40</p><p>5,11</p><p>5 116,71.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa efetua a diferença entre as cotações do euro e do dólar e divide o</p><p>valor do barril de petróleo por esse valor. Assim, faz 105</p><p>(5,68 2 5 011)</p><p>5 105</p><p>0,57</p><p>5 184,21.</p><p>QUESTãO 149 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que os valores de juros indicados no gráfico correspondem</p><p>ao montante da aplicação.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera os juros do período 1 como sendo o capital inicial.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o capital inicial como sendo a soma dos dois valores apre-</p><p>sentados no gráfico.</p><p>D) CORRETA. Sendo C o capital inicial, temos que o montante do tempo 1 é C 1 300 e do tempo 2 é C 1 630.</p><p>C 1 630 5 C(1 1 i)2</p><p>C 1 300 5 C(1 1 i)1</p><p>Resolvendo o sistema, tem-se C 5 R$ 3 000,00.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acerta a taxa, entretanto calcula o valor do capital inicial em cima de</p><p>R$ 630,00 por um período apenas.</p><p>QUESTãO 150 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que a altura do triângulo retângulo é L ? √3. Assim,</p><p>L ? √3 5 1,5 e, consequentemente, L 5 1,5</p><p>√3</p><p>5 √3</p><p>2</p><p>. A área do hexágono será igual a 6 ? √3</p><p>2</p><p>? 1,5</p><p>2</p><p>5 6 ? 1,7</p><p>2</p><p>? 1,5</p><p>2</p><p>< 3,83 m2.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera</p><p>que o maior lado do retângulo será colinear à base do</p><p>hexágono e que a altura do triângulo retângulo é L ? √3. Assim, a altura de cada triângulo retângulo será metade do menor</p><p>lado do retângulo, ou seja, 4</p><p>2</p><p>5 2 m. A altura do triângulo retângulo é igual a L ? √3, ou seja, L ? √3 5 2 e consequente-</p><p>mente L 5 2</p><p>√3</p><p>5 2√3</p><p>3</p><p>. A área do hexágono será igual a 6 ? 2√3</p><p>3</p><p>? 2</p><p>2</p><p>5 6 ? 2 ? 1,7</p><p>3</p><p>? 2</p><p>2</p><p>5 6,80 m2.</p><p>25</p><p>C) CORRETA. A maior área que um hexágono regular pode ocupar em um retângulo será quando dois lados do hexágono</p><p>forem colineares aos lados do retângulo. Isso só acontecerá se esse lado do retângulo for o maior lado, como mostra a</p><p>figura.</p><p>3 m</p><p>Assim, como o hexágono é formado por seis triângulos equiláteros, a altura de cada triângulo retângulo será metade do</p><p>menor lado do retângulo, ou seja, 3</p><p>2</p><p>5 1,5 m. A altura do triângulo equilátero é igual a L ? √3</p><p>2</p><p>, ou seja, L ? √3</p><p>2</p><p>5 1,5 e con-</p><p>sequentemente L 5</p><p>3</p><p>√3</p><p>5 √3. A área do hexágono será igual a 6 ? √3 ? 1,5</p><p>2</p><p>5 6 ? 1,7 ? 1,5</p><p>2</p><p>5 7,65 m2.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o maior lado do retângulo será colinear à base do</p><p>hexágono. Assim, a altura de cada triângulo equilátero será metade do menor lado do retângulo, ou seja, 4</p><p>2</p><p>5 2 m. A altura</p><p>do triângulo equilátero é igual a L ? √3</p><p>2</p><p>, ou seja, L ? √3</p><p>2</p><p>5 2 e consequentemente L 5 4</p><p>√3</p><p>5 4√3</p><p>3</p><p>. A área do hexágono será</p><p>igual a 6 ? 4√3</p><p>3</p><p>? 2</p><p>2</p><p>5 6 ? 4 ? 1,7</p><p>3</p><p>? 2</p><p>2</p><p>5 13,60 m2. Esse raciocínio está equivocado, pois o hexágono não caberá na parede,</p><p>como mostra a figura:</p><p>H G C</p><p>A E B</p><p>FI</p><p>4</p><p>3</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que a área do triângulo é base ? altura. Assim, a área do</p><p>hexágono será igual a 6 ? √3 ? 1,5 5 6 ? 1,7 ? 1,5 5 15,30 m2.</p><p>QUESTãO 151 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Com a nova configuração, o Boeing passará a ter 186 assentos; dessa forma, o número de maneiras possí-</p><p>veis de escolherem os seus assentos é dado por C186,5 5 186!</p><p>5!(186 2 5)!</p><p>5 186!</p><p>5! 181!</p><p>.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde o conceito de combinação com o de arranjo, que é calcu-</p><p>lado como An,p 5 n!</p><p>(n 2 p)!</p><p>, logo: A186,5 5 186!</p><p>(186 2 5)!</p><p>5 186!</p><p>181!</p><p>.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende corretamente que a resolução da questão se dá através da</p><p>combinação, porém erra na montagem da fórmula e considera Cn,p 5 n!</p><p>p!</p><p>. Logo, o número de maneiras seria calculado por</p><p>186!</p><p>5!</p><p>.</p><p>26</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que, como são 5 pessoas, restarão 186 2 5 5 181 lugares</p><p>ainda para serem escolhidos, então calcula C181,5 5 181!</p><p>5!(181 2 5)!</p><p>5 181!</p><p>5! 176!</p><p>.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que, como são 5 pessoas, restarão 186 2 5 5 181 lugares</p><p>ainda para serem escolhidos, além de confundir o conceito de combinação com o de arranjo e calcula A181,5 5 181!</p><p>(181 2 5)!</p><p>5</p><p>5 181!</p><p>176!</p><p>.</p><p>QUESTãO 152 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Monta-se a inequação |E| < 1,6 σ</p><p>√N</p><p>, sendo N o número de pessoas, e fez:</p><p>21,6 σ</p><p>√N</p><p>< E < 1,6 σ</p><p>√N</p><p>1</p><p>4</p><p>4</p><p>2</p><p>4</p><p>4</p><p>3</p><p>E > 21,6 σ</p><p>√N</p><p>⇒ E√ N > 21,6σ ⇒ √ N > 21,6 σ</p><p>E</p><p>E > 1,6 σ</p><p>√N</p><p>⇒ E√ N < 1,6σ ⇒ √ N < 1,6 σ</p><p>E</p><p>Como σ e E são valores positivos, e N também deve ser, então o problema se reduz a 0 < √ N < 1,6 σ</p><p>E</p><p>.</p><p>Assim, percebe-se que existe uma proporcionalidade entre as grandezas, de modo que, para aumentar N, deve-se</p><p>aumentar σ ou diminuir E.</p><p>Comparando as simulações 1 e 2, percebe-se que há uma queda do desvio modificado para um mesmo erro, o que nos</p><p>leva a descartar a simulação 2.</p><p>Comparando a simulação 1 com as simulações 3 e 5, percebe-se que há uma queda do desvio modificado e um aumento</p><p>no erro, o que nos leva a descartar as simulações 3 e 5.</p><p>Substituindo os valores para as demais simulações, obtêm-se:</p><p>Simulação 1: √ N < 60</p><p>Simulação 4: √ N ⩽ 58,7</p><p>Finalmente, conclui-se que a simulação que permite a maior quantidade de entrevistas é a 1.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa somente o menor desvio padrão modificado do quadro.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o valor central do desvio padrão modificado, interpretando</p><p>incorretamente a relação entre as grandezas.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa somente o menor erro do quadro.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa monta corretamente a inequação |E| < 1,6 σ</p><p>√N</p><p>, mas procura pela</p><p>menor quantidade de pessoas possíveis a serem entrevistadas. Com isso, o aluno demonstra não atentar ao que o pro-</p><p>blema solicitava nem ao fato de que, para qualquer uma das inequações, o menor número de pessoas seria 0.</p><p>QUESTãO 153 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não calcula os 10% a mais, fazendo:</p><p>(6 2 0,2) 1 (4 2 0,2) 1 0,9 5 5,8 1 3,8 1 0,9 5 10,5 m</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece de somar 0,9 em seus cálculos, fazendo:</p><p>(6 2 0,2) 1 (4 2 0,2) 5 5,8 1 3,8 5 9,6</p><p>9,6 1 10</p><p>100</p><p>? 9,6 5 9,6 1 0,96 5 10,56 m</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece de retirar 20 cm e de calcular os 10%, fazendo:</p><p>6 1 4 1 0,9 5 10,90 m</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera os 10%, não retira os 20 cm de cada parede e acres-</p><p>centa 20, fazendo:</p><p>6 1 4 1 0,9 1 0,2 5 11,10 m</p><p>E) CORRETA. De acordo com o enunciado, a quantidade mínima de fio para ser comprada é:</p><p>(6 2 0,2) 1 (4 2 0,2) 1 0,9 5 5,8 1 3,8 1 0,9 5 10,5</p><p>10,5 1 10</p><p>100</p><p>? 10,5 5 10,5 1 1,05 5 11,55</p><p>27</p><p>QUESTãO 154 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa faz todos os cálculos corretamente:</p><p>Norte: 300 m 1 200 m 1 200 m 5 700 m</p><p>Sul: 100 m 1 400 m 5 500 m</p><p>Leste: 500 m 1 400 m 5 900 m</p><p>Oeste: 300 m 1 200 m 1 100 m 5 600 m</p><p>Logo:</p><p>• Norte (2) Sul 5 700 m 2 500 m 5 200 m</p><p>(ou seja, ele “subiu” 700 m, mas “desceu” 500 m ficando com um saldo final foi de 200 m para “cima” 5 norte)</p><p>• Leste (2) Oeste 5 900 m 2 600 m 5 300 m</p><p>(ou seja, ele foi para a direita 900 m, mas foi para a esquerda 600 m, ficando com um saldo final foi de 300 m para a</p><p>“direita” 5 leste) Mas, ao fazer o cálculo final, ele faz a subtração dos valores encontrados em vez de soma, encon-</p><p>trando 300 m 2 200 m 5 100 m.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa apenas considera o movimento na vertical (Norte e Sul), encontrando</p><p>200 m.</p><p>Norte: 300 m 1 200 m 1 200 m 5 700 m</p><p>Sul: 100 m 1 400 m 5 500 m</p><p>Norte (2) Sul 5 700 m 2 500 m 5 200 m</p><p>(ou seja, ele “subiu” 700 m, mas “desceu” 500 m, ficando com um saldo final foi de 200 m para “cima” 5 norte)</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa apenas considera o movimento na horizontal (leste e oeste), encon-</p><p>trando 300 m.</p><p>Leste: 500 m 1 400 m 5 900 m</p><p>Oeste: 300 m 1 200 m 1 100 m 5 600 m</p><p>Leste (2) Oeste 5 900 m 2 600 m 5 300 m</p><p>(ou seja, ele foi para a direita 900 m, mas foi para a esquerda 600 m, ficando com um saldo final foi de 300 m para a</p><p>“direita” 5 leste)</p><p>D) CORRETA. Considerando que o bairro é um quadriculado perfeito, vamos somar todas as medidas que são iguais (para</p><p>a mesma direção):</p><p>Norte: 300 m 1 200 m 1 200 m 5 700 m</p><p>Sul: 100 m 1 400 m 5 500 m</p><p>Leste: 500 m 1 400 m 5 900 m</p><p>Oeste: 300 m 1 200 m 1 100 m 5 600 m</p><p>Agora, vamos subtrair as direções opostas:</p><p>• Norte (2) Sul 5 700 m 2 500 m 5 200 m</p><p>(ou seja, ele “subiu” 700 m, mas “desceu” 500 m ficando com um saldo final foi de 200 m para “cima” 5 norte)</p><p>• Leste (2) Oeste 5 900 m 2 600 m 5 300 m</p><p>(ou seja, ele foi pra direita 900 m, mas foi pra esquerda 600 m, ficando com um saldo final foi de 300 m para a</p><p>“direita” 5 leste) Comparando com sua casa ele está 200 m “para cima” (norte) e 300 m “para a direita” (leste), preci-</p><p>sando completar (200 m para baixo 1 300 m para a esquerda) 5 500 m para chegar em casa.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa soma todos os valores apontados no enunciado, desconhecendo a</p><p>teoria de movimentação pelos pontos cardeais.</p><p>Dessa forma, ele encontraria:</p><p>Norte: 300 m 1</p><p>200 m 1 200 m 5 700 m</p><p>Sul: 100 m 1 400 m 5 500 m</p><p>Leste: 500 m 1 400 m 5 900 m</p><p>Oeste: 300 m 1 200 m 1 100 m 5 600 m</p><p>Total 5 700 1 500 1 900 1 600 5 2 700 m</p><p>QUESTãO 155 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Por observação do gráfico, vê-se que as três raízes da função são x1 5 22, x2 5 3 e x3 5 6. Uma vez que</p><p>essas são todas as raízes de f(x), então f(x) é de grau 3 ou de 3o grau (justamente porque possui 3 raízes), do tipo</p><p>y 5 f(x) 5 a 1 bx 1 cx2 1 dx3 e pode, portanto, ser escrita como:</p><p>y 5 f(x) 5 (x 2 x1)(x 2 x2)(x 2 x3)</p><p>y 5 f(x) 5 (x 1 2)(x 2 3)(x 2 6)</p><p>Efetuando o produto das parcelas (x 1 2), (x 2 3) e (x 2 6), obtém-se a expressão que define a função do gráfico:</p><p>y 5 f(x) 5 (x2 2 3x 1 2x 2 6)(x 2 6)</p><p>y 5 f(x) 5 x3 2 6x2 2 x2 1 6x 2 6x 1 36</p><p>y 5 f(x) 5 x3 2 7x2 1 36</p><p>28</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que as três raízes da função são 2 (incorreta), 3 e 6. Logo,</p><p>efetuando o produto das parcelas (x 2 2), (x 2 3) e (x 2 6), ele obtém:</p><p>y 5 f(x) 5 (x2 2 5x 1 6)(x 1 6)</p><p>y 5 f(x) 5 x3 2 11x2 1 36x 2 36</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que as três raízes da função são 22, 23 e 26 (as últimas</p><p>duas incorretas). Portanto, efetuando o produto das parcelas (x 1 2), (x 1 3) e (x 1 6), ele obtém:</p><p>y 5 f(x) 5 (x2 2 5x 1 6)(x 1 6)</p><p>y 5 f(x) 5 x3 1 11x2 1 36x 1 36</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que as três raízes da função são 2, 23 e 26 (as três incor-</p><p>retas, todas com sinais trocados). Portanto, efetuando o produto das parcelas (x 2 2), (x 1 3) e (x 1 6), ele obtém:</p><p>y 5 f(x) 5 (x2 1 x 2 6)(x 1 6)</p><p>y 5 f(x) 5 x3 1 7x2 2 36</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera a raiz 22 da função, levando em conta somente as</p><p>raízes 3 e 6. Portanto, computando o produto apenas das parcelas (x 2 3) e (x 2 6) [excluindo a parcela (x 1 2)], ele</p><p>obtém:</p><p>y 5 f(x) 5 x2 2 9x 1 18</p><p>QUESTãO 156 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende corretamente o comando da questão, considerando,</p><p>incorretamente, que o volume mínimo que a prateleira deveria ter para comportar qualquer um dos objetos seria igual ao</p><p>maior dos volumes entre os objetos, ou seja, a caixa com 30 cm ? 17 cm ? 15 cm 5 7 650 cm3.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica corretamente que o volume mínimo que a prateleira deveria</p><p>ter para comportar qualquer um dos objetos é obtido pelo produto entre as maiores dimensões de cada objeto. Porém,</p><p>utiliza o raio do vaso no lugar do diâmetro, encontrando: 14 cm ? 29 cm ? 30 cm 5 12 180 cm3.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica corretamente que o volume mínimo que a prateleira deveria</p><p>ter para comportar qualquer um dos objetos é obtido pelo produto entre as maiores dimensões de cada objeto. Porém,</p><p>utiliza a medida lateral da caixa no lugar do diâmetro do vaso, encontrando: 15 cm ? 29 cm ? 30 cm 5 13 050 cm3.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende corretamente o comando da questão, calculando</p><p>o volume mínimo que a prateleira deveria ter para comportar qualquer um dos objetos pela soma de seus volumes para</p><p>que os três objetos caibam simultaneamente no móvel:</p><p>Vvaso 1 Vlivro 1 Vcaixa 5 5 488 cm3 1 870 cm3 1 7 650 cm3 5 14 008 cm3</p><p>E) CORRETA. O volume mínimo que a prateleira deve ter para comportar qualquer um dos objetos é obtido pelo produto</p><p>entre as maiores dimensões de cada objeto: o diâmetro do vaso, a altura do livro e a medida frontal da caixa. Portanto, é</p><p>igual a 28 cm ? 29 cm ? 30 cm 5 24 360 cm3.</p><p>QUESTãO 157 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera 90 2 15</p><p>31</p><p>> 2,4.</p><p>B) CORRETA. A quantidade de km a mais de um treino longo de uma semana para a outra será sempre igual, ou seja, a</p><p>quantidade de km aumentará segundo uma PA. Dessa forma, tem-se: 90 5 15 1 (31 2 1)r, sendo r a quantidade de km</p><p>a mais por semana. Resolvendo a equação: 75 5 30r ⇒ r 5 2,5.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera 90</p><p>31</p><p>> 2,9.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera 90</p><p>30</p><p>5 3.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera 90 1 15</p><p>31</p><p>> 3,4.</p><p>QUESTãO 158 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula quanto é 30% de R$ 100 000,00 e 25% de R$ 100 000,00 e</p><p>subtrai os dois resultados.</p><p>B) CORRETA. Os custos com matéria-prima equivalem a 30 % do total. Já os custos com perdas de matéria-prima equivalem</p><p>a 25% do total de gastos com matéria-prima. Desse modo, é necessário calcular quanto é 25% de 30% de R$ 100 000,00.</p><p>Assim:</p><p>Custos com perdas de matéria-prima 5 0,25 ? 0,30 ? 100 000 5 7 500.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula 25% de R$ 1 000 000,00.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula 30% de R$ 1 000 000,00.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa soma as duas porcentagens (25% e 30%) e calcula quanto corres-</p><p>ponde 55% de R$ 100 000,00.</p><p>29</p><p>QUESTãO 159 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não coloca os movimentos finais, pois o outro ainda vai até o vértice</p><p>E e retorna ao vértice F.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa erra ao fazer o movimento do técnico-segurança no piso inferior de</p><p>forma invertida (em sentido contrário).</p><p>C) CORRETA. Essa é uma questão de projeção ortogonal, visto que ela pede o movimento no piso inferior do técnico que</p><p>acompanha todo o reparo. “Subir e descer” pouco importa na projeção, logo, apenas conta-se os movimentos laterais.</p><p>Começa-se por F logo após J. Ao subir para o vértice D, o técnico que está embaixo continua no mesmo lugar. Ao pros-</p><p>seguir para o C e B, o técnico acompanha (“imita”) o movimento embaixo: indo até I e depois o H. O outro técnico retorna</p><p>ao H, o que não muda a posição do técnico-segurança. Ele o acompanha até o G e continua no G, enquanto o outro sobe</p><p>para o vértice A. Acompanha o movimento até o vértice E, caminhando para o vértice F e se encontram novamente no</p><p>vértice F.</p><p>Logo, sua sequência foi: F – J – I – H – G – F</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa erra ao fazer o movimento do técnico que está subindo e descendo</p><p>na estrutura, além de não retornar ao vértice F ao final.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa faz o movimento do técnico que está subindo e descendo na estru-</p><p>tura, e não o caminho do técnico-segurança de apoio que fica apenas na base.</p><p>QUESTãO 160 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o paciente deveria tomar 3 comprimidos do medicamento</p><p>por 12 dias, resultando 36 comprimidos necessários para o tratamento. Com a informação de que esse medicamento é</p><p>vendido em caixas com 10 ou 28 comprimidos, decidiu que, ao comprar 2 caixas de 28 comprimidos, teria 56 comprimidos.</p><p>Apesar de ser uma quantidade suficiente para o tratamento, ao adquirir o medicamento dessa forma, serão desperdiçados</p><p>20 comprimidos.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o paciente deveria tomar 3 comprimidos do medicamento</p><p>por 12 dias, resultando 36 comprimidos necessários para o tratamento. Com a informação de que esse medicamento é</p><p>vendido em caixas com 10 ou 28 comprimidos, decidiu que, ao comprar 4 caixas de 10 comprimidos, teria 40 comprimidos.</p><p>Apesar de ser uma quantidade suficiente para o tratamento, ao adquirir o medicamento dessa forma, serão desperdiçados</p><p>4 comprimidos.</p><p>C) CORRETA. Analisando a prescrição do médico, tem-se que o paciente necessita tomar 1 comprimido desse medicamento</p><p>a cada 8 horas durante 12 dias, isto é, ele precisará de 3 comprimidos por dia, resultando 36 comprimidos necessários para</p><p>o tratamento. Com a informação de que esse medicamento é vendido em caixas com 10 ou 28 comprimidos, a forma mais</p><p>vantajosa de adquiri-lo, visando evitar o desperdício, é comprar 1 caixa de 28 comprimidos e 1 caixa de 10 comprimidos,</p><p>resultando em 38 comprimidos, dos quais 2 serão desperdiçados.</p><p>D) INCORRETA.</p><p>O aluno que assinala esta alternativa considera, incorretamente, que o paciente deveria tomar 4 comprimi-</p><p>dos do medicamento por 12 dias, resultando 48 comprimidos necessários para o tratamento. Com a informação de que</p><p>esse medicamento é vendido em caixas com 10 ou 28 comprimidos, decide que, ao comprar 1 caixa de 28 comprimidos</p><p>e 2 caixas de 10 comprimidos, teria 48 comprimidos, ou seja, a quantidade exata e necessária para o tratamento.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, incorretamente, que o paciente deveria tomar 8 compri-</p><p>midos do medicamento por 12 dias, resultando em 96 comprimidos necessários para o tratamento. Com a informação de</p><p>que esse medicamento é vendido em caixas com 10 ou 28 comprimidos, decide que, ao comprar 2 caixas de 28 compri-</p><p>midos e 4 caixas de 10 comprimidos, teria 96 comprimidos, ou seja, a quantidade exata e necessária para o tratamento.</p><p>QUESTãO 161 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa encontra o raio da torta que será feita e analisa as formas como se</p><p>fosse dado o raio, não o diâmetro. Assim, marca aquela que mais se aproxima de 14,5 cm para baixo.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa encontra o raio da torta que será feita e analisa as formas como se</p><p>fosse dado o raio, não o diâmetro. Além disso, não considera que a altura deveria ser igual à da receita original e marca</p><p>a menor forma em que toda a massa caberia.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera que a altura da torta antes de assar deveria ser igual</p><p>à da receita original e marca a segunda menor forma em que toda a massa feita caberia.</p><p>D) CORRETA. Primeiro, precisa-se descobrir quanto egg wash será produzido com um ovo. Por regra de três, tem-se que</p><p>480 mL</p><p>5 ovos</p><p>5 x</p><p>1 ovo</p><p>, ou seja, x 5 96 mL de rendimento de egg wash. Como só será possível fazer 96 mL de egg wash, por</p><p>regra de três, tem-se que 300 mL de egg wash</p><p>5 tortas de 23 cm de diâmetro</p><p>5 96 mL de egg wash</p><p>y</p><p>→ y 5 1,6 torta de 23 cm de diâmetro.</p><p>Considerando h a altura suposta pela receita, temos que o volume de torta gerado é de 1,6 ? π ? (23</p><p>2 )2</p><p>? h 5 211,6 ? π ? h.</p><p>Logo, se usarmos uma só forma, tem-se que seu raio será obtido através da equação π ? r2 ? h 5 211,6 ? π ? h →</p><p>→ r > 14,5 cm, logo, o diâmetro seria de 29 cm.</p><p>30</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o enunciado e considera que toda a receita foi</p><p>feita, gerando cinco tortas de 23 cm de diâmetro. Assim, o volume de torta seria 5 ? π ? (23</p><p>2 )2</p><p>? h 5 661,25 ? π ? h. Logo,</p><p>se usarmos uma só forma, temos que seu raio será obtido através da equação π ? r2 ? h 5 661,25 ? π ? h → r > 25,7 cm,</p><p>portanto o diâmetro seria de 51,4 cm.</p><p>QUESTãO 162 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza os seguintes cálculos:</p><p>40 ? 150 5 6 000</p><p>20% de 6 000 5 0,2 ? 6 000 5 1 200.</p><p>R$ 1 200,00.</p><p>B) CORRETA. Como há x passagens não vendidas, sendo R(x) a função que determina a receita máxima em função de x,</p><p>temos:</p><p>R(x) 5 (40 2 x) ? (150 1 5x)</p><p>R(x) 5 6 000 1 200x 2 150x 2 5x2</p><p>R(x) 5 25x2 1 50x 1 6 000</p><p>A receita máxima é dada calculando o vértice da parábola que representa essa função quadrática, ou seja:</p><p>R 5 2 Δ</p><p>4a</p><p>5 2 (502 2 4 ? (2 5) ? 6 000)</p><p>4 ? (25)</p><p>5 2 122 500</p><p>220</p><p>5 6 125</p><p>Logo, ele guardará 20 % de 6 125:</p><p>0,2 ? 6 125 5 1 225.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza os seguintes cálculos:</p><p>40 ? 150 5 6 000.</p><p>R$ 6 000,00</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece de calcular os 20% da receita máxima, fazendo:</p><p>Consideremos que há x passagens não vendidas, sendo R(x) a função que determina a receita máxima em função de x,</p><p>temos:</p><p>R(x) 5 (40 2 x) ? (150 1 5x)</p><p>R(x) 5 6 000 1 200x 2 150x 2 5x2</p><p>R(x) 5 25x2 1 50x 1 6 000</p><p>R 5 2 Δ</p><p>4a</p><p>5 2 (502 2 4 ? (2 5) ? 6 000)</p><p>4 ? (25)</p><p>5 122 500</p><p>20</p><p>5 6 125</p><p>R$ 6 125,00</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa, provavelmente, calculou:</p><p>40 ? 150 1 40 ? 5 5 6 000 1 200 5 6 200</p><p>R$ 6 200,00</p><p>QUESTãO 163 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende o problema de maneira correta, porém erra ao levar em</p><p>conta que a produção é 22,0 MWh totais de energia (em vez de 462 MWh totais de energia, que é o valor correto).</p><p>Dessa forma,</p><p>22 000</p><p>c</p><p>2 770 5 110 ⇒ c 5 25 ton combustível</p><p>Logo, a economia proporcionada pelo novo sistema seria de 200 2 25 5 175 ton combustível.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta o problema acertadamente, contudo se equivoca ao consi-</p><p>derar que a produção é 92,4 MWh totais de energia (em lugar de 462 MWh totais de energia, que é o valor correto).</p><p>Sendo assim,</p><p>92 400</p><p>c</p><p>2 770 5 462 ⇒ c 5 75 ton combustível</p><p>Portanto, a economia proporcionada pelo novo sistema seria de 200 2 75 5 125 ton combustível.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende o problema corretamente, contudo erra ao considerar</p><p>que a produção é de 154 MWh totais de energia (em lugar de 462 MWh totais de energia, que é o valor correto). Dessa</p><p>forma,</p><p>154 000</p><p>c</p><p>2 770 5 770 ⇒ c 5 100 ton combustível</p><p>Portanto, a economia proporcionada pelo sistema novo seria de 200 2 100 5 100 ton combustível.</p><p>31</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta o problema corretamente, porém se equivoca ao levar em</p><p>conta que a produção é de 231 MWh totais de energia (em vez de 462 MWh totais de energia, que é o valor correto).</p><p>Sendo assim,</p><p>231 000</p><p>c</p><p>2 770 5 1 155 ⇒ c 5 120 ton combustível</p><p>Logo, a economia proporcionada pelo novo sistema seria de 200 2 120 5 80 ton combustível.</p><p>E) CORRETA. Produção antiga:</p><p>462 ? 103 kwh</p><p>200 t</p><p>5 2 310 kwh</p><p>t</p><p>Adicionais por tonelada: 2 310 kwh 1 650 kwh 1 120 kwh 5 3 080 kwh por tonelada.</p><p>Assim, para a produção de 462 ? 103 kwh com o novo sistema, serão necessários 462 ? 103</p><p>3 080</p><p>5 150 toneladas.</p><p>Logo, a diferença entre o número de toneladas necessárias no antigo e novo sistema é 200 2 150 5 50 toneladas.</p><p>QUESTãO 164 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera de modo errado que o valor de R$ 200,00 é fixo para cada</p><p>funcionário, ou seja, não entra na divisão pelo número n de funcionários.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa troca o valor fixo com o valor a ser dividido para cada funcionário.</p><p>C) CORRETA. Como cada funcionário paga um valor fixo mais uma taxa de R$ 4 500,00, que será dividida entre os n fun-</p><p>cionários da empresa, tem-se que cada funcionário pagará 200 1 4 500</p><p>n</p><p>.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa troca a operação necessária e, em vez de dividir o valor de</p><p>R$ 4 500,00 pelos n funcionários, multiplica esse valor por n.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa troca a operação necessária e, em vez de dividir o valor de</p><p>R$ 4 500,00 pelos n funcionários, multiplica esse e também o valor fixo de R$ 200,00 por n.</p><p>QUESTãO 165 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Como 60 000 foi dividido em partes diretamente proporcionais às idades, temos:</p><p>a</p><p>10</p><p>1 b</p><p>15</p><p>5 60 000</p><p>25</p><p>5 2 400</p><p>Sendo b a quantia recebida pelo filho mais velho, temos: b 5 15 ? 2 400 5 36 000.</p><p>O restante, 90 000, foi dividido em partes inversamente proporcionais às idades. Logo:</p><p>a ? 10 5 b ? 15 5 k</p><p>k</p><p>10</p><p>1 k</p><p>15</p><p>5 90 000</p><p>Resolvendo, encontramos K 5 540 000. Portanto, o filho mais velho recebeu: 540 000</p><p>15</p><p>5 36 000.</p><p>Logo, o filho mais velho recebeu, no total, 36 000 1 36 000 5 72 000.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende, incorretamente, que a divisão foi em partes iguais, fazendo</p><p>150 000 4 2 5 75 000.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa fez a divisão ao contrário, ou seja, considerou 60 000 divididos em</p><p>partes inversamente proporcionais e 90 000, o restante, em partes diretamente proporcionais, fazendo:</p><p>a ? 10 5 b ? 15 5 k</p><p>k</p><p>10</p><p>1 k</p><p>15</p><p>5 60 000</p><p>Onde K 5 360 000, recebendo, o filho mais velho, 360 000</p><p>15</p><p>5 24 000.</p><p>Por outro lado:</p><p>a</p><p>10</p><p>1 b</p><p>15</p><p>5 90 000</p><p>25</p><p>5 3 600</p><p>Recebendo, o filho</p><p>mais velho, 15 ? 3 600 5 54 000.</p><p>Logo, o filho mais velho receberia 24 000 1 54 000 5 78 000.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa divide 60 000 de forma correta, porém, o restante, 90 000, dividiu por 2,</p><p>fazendo:</p><p>a</p><p>10</p><p>1 b</p><p>15</p><p>5 60 000</p><p>25</p><p>5 2 400</p><p>Sendo b a quantia recebida pelo filho mais velho, temos: b 5 15 ? 2 400 5 36 000.</p><p>Por outro lado, 90 000 4 2 5 45 000.</p><p>Logo, o filho mais velho receberia 36 000 1 45 000 5 81 000.</p><p>32</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa divide todo o dinheiro, ou seja, 150 000 em partes diretamente pro-</p><p>porcionais às idades, fazendo:</p><p>a</p><p>10</p><p>1 b</p><p>15</p><p>5 150 000</p><p>25</p><p>5 6 000</p><p>Tendo recebido, o filho mais velho, o valor de 15 ? 6 000 5 90 000.</p><p>QUESTãO 166 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa monta a proporção de forma inversa. Assim, considera que a escala</p><p>utilizada para a reprodução da cabine telefônica em miniatura é 16 cm : 2,20 m → 16 cm : 220 cm → 0,072 cm : 1 cm →</p><p>→ 1 : 0,072.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não realiza a conversão de metros para centímetros do tama-</p><p>nho real da cabine. Assim, considera que a escala utilizada para a reprodução da cabine telefônica em miniatura é</p><p>16 cm : 2,20 m → 1 cm : 0,1375 m → 1 : 0,1375.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa monta a proporção de forma inversa e não faz a conversão de</p><p>metros para centímetros. Assim, considera que a escala utilizada para a reprodução da cabine telefônica em miniatura é</p><p>16 : 2,20 → 7,27 : 1 → 1 : 7,27.</p><p>D) CORRETA. Considera-se que, como o tamanho da miniatura é 8 cm e o tamanho real da cabine é 2,20 m, a escala</p><p>utilizada para a reprodução da cabine telefônica em miniatura é 16 cm : 2,20 m → 16 cm : 220 cm → 1 cm : 13,75 cm →</p><p>→ 1 : 13,75.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza uma conversão incorreta de unidades, convertendo</p><p>2,20 m em 2 200 cm. Assim, considera que a escala utilizada para a reprodução da cabine telefônica em miniatura é</p><p>16 cm : 2,20 m → 16 cm : 2 200 cm → 1 cm : 137,5 cm → 1 : 137,5.</p><p>QUESTãO 167 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera uma variação de 5 m, mas se confunde no tempo em que</p><p>ocorreu essa variação.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera uma variação de 5 m.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não observa corretamente o gráfico e associa a altura 10 m a 1,5 s.</p><p>D) CORRETA. Como haverá uma variação de 20 m na altura, queremos saber quanto tempo terá passado quando a altura</p><p>for de 10 m. Pelo gráfico, isso ocorrerá quando t 5 2 s.</p><p>0 0,5 1 1,5 2 2,5</p><p>5</p><p>10</p><p>15</p><p>20</p><p>25</p><p>30</p><p>0</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que a variação de 20 m ocorreria quando o objeto lançado</p><p>chegasse ao solo.</p><p>QUESTãO 168 Resposta A</p><p>A) CORRETA. O enunciado menciona quatro corredores que formam uma figura de quatro lados, portanto só pode ser um</p><p>quadrilátero.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta incorretamente o texto-base e, percebendo que cada</p><p>corredor é sustentado por arcos, conta a quantidade de arcos no corredor à frente da imagem, no lado direito. Contando</p><p>5 arcos, marca a figura que possui 5 lados.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta incorretamente o texto-base e, percebendo que cada cor-</p><p>redor é sustentado por arcos, conta a quantidade de arcos no corredor à frente da imagem, no lado esquerdo. Contando</p><p>6 arcos, marca a figura que possui 6 lados.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende que são quatro corredores. Porém, acredita que, para se</p><p>formar um ângulo, é necessário o encontro de 2 corredores, então calcula 2 ângulos para cada corredor, concluindo ser</p><p>um octógono.</p><p>33</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta incorretamente o texto-base e deixa-se levar pela ilusão de</p><p>ótica da imagem, não reconhecendo que cada um dos corredores ao fundo forma um lado e identificando-os como um</p><p>lado apenas.</p><p>QUESTãO 169 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o IGP-M acumulado em 12 meses em janeiro de 2021</p><p>e em janeiro de 2022 foram ambos iguais a 16,91%. Além disso, não aplica as taxas de reajuste corretamente ao preço</p><p>do aluguel, fazendo apenas a sua soma:</p><p>(16,91% 1 16,91%) ? P 5 33,82% ? P</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera os valores certos do IGP-M, mas não aplica as taxas de</p><p>reajuste corretamente ao preço do aluguel, fazendo apenas a sua soma:</p><p>(25,71% 1 16,91%) ? P 5 42,62% ? P</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o IGP-M acumulado em 12 meses em janeiro de 2021</p><p>e em janeiro de 2022 foram ambos iguais a 25,71%. Além disso, não aplica as taxas de reajuste corretamente ao preço</p><p>do aluguel, fazendo apenas a sua soma:</p><p>(25,71% 1 25,71%) ? P 5 51,42% ? P</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera os valores certos do IGP-M, mas primeiro soma as taxas</p><p>de reajuste para depois aplicá-las ao preço original do aluguel:</p><p>P 1 (25,71% 1 16,91%) ? P 5</p><p>5 P 1 42,62% ? P</p><p>5 (1 1 0,4262) ? P</p><p>5 1,4262 ? P</p><p>5 142,62% ? P</p><p>E) CORRETA. Em janeiro de 2021, o IGP-M acumulado em 12 meses foi de 25,71%. Assim, no primeiro ano de locação, o</p><p>preço do aluguel foi reajustado de P para:</p><p>P 1 25,71% ? P 5 (1 1 0,2571) ? P 5 1,2571 ? P</p><p>Já em janeiro de 2022, o IGP-M acumulado em 12 meses foi de 16,91%. Assim, no segundo ano de locação, o preço do</p><p>aluguel foi reajustado de 1,2571 ? P para:</p><p>(1,2571 ? P) 1 16,91% (1,2571 ? P) 5</p><p>5 (1 1 0,1691) ? 1,2571 ? P</p><p>5 1,1691 ? 1,2571 ? P</p><p>> 1,4697 ? P</p><p>5 146,97% ? P</p><p>QUESTãO 170 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa transforma incorretamente uma das medidas. Para calcular a solu-</p><p>ção para essa questão, é necessário transformar todas as dimensões na mesma e calcular o seu volume. Primeiro,</p><p>temos que subtrair os 5 centímetros da altura do aquário. Sabendo que 1 cm 5 10 mm, temos que 5 cm 5 50 mm e,</p><p>então, a altura passa a ser de 500 2 50 5 450 mm. O mais fácil é calcular usando o decímetro, visto que um decímetro</p><p>cúbico é igual a um litro. Ele calcula como se 1 mm equivalesse a 1 000 dm. Sabendo que 1 dm 5 10 cm, temos que</p><p>(150</p><p>10 ) ? (60</p><p>10) ? ( 450</p><p>1 000) 5 40,5.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa transforma incorretamente uma das medidas. Ele também confunde a</p><p>altura com a largura do aquário. Para calcular a solução para essa questão, é necessário transformar todas as dimensões</p><p>na mesma e calcular o seu volume. Primeiro, temos que subtrair os 5 centímetros da altura do aquário. Ele erra e subtrai</p><p>da largura em vez da altura. Então, a altura passa a ser de 60 2 5 5 55 cm.</p><p>O mais fácil é calcular usando o decímetro, visto que um decímetro cúbico é igual a um litro. Ele calcula como se 1 mm</p><p>equivalesse a 1 000 dm.</p><p>Sabendo que 1 dm 5 10 cm, temos que (150</p><p>10 ) ? ( 500</p><p>1 000) ? (55</p><p>10) 5 41,25.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece-se de subtrair os 5 centímetros da borda. Ele também trans-</p><p>forma incorretamente uma das medidas. Para calcular a solução para essa questão, é necessário transformar todas as</p><p>dimensões na mesma e calcular o seu volume. O mais fácil é calcular usando o decímetro, visto que um decímetro cúbico</p><p>é igual a um litro. Ele calcula como se 1 mm equivalesse a 1000 dm.</p><p>Sabendo que 1 dm 5 10 cm, temos que (150</p><p>10 ) ? (60</p><p>10) ? ( 500</p><p>1 000) 5 45.</p><p>D) CORRETA. Primeiro, temos que subtrair os 5 centímetros da altura do aquário. Sabendo que 1 cm 5 10 mm, temos que</p><p>5 cm 5 50 mm e então a altura passa a ser de 500 2 50 5 450 mm.</p><p>Sabendo que 1 dm 5 10 cm 5 100 mm, temos que (150</p><p>10 ) ? (60</p><p>10) ? (450</p><p>100) 5 405.</p><p>34</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece-se de subtrair os 5 centímetros da borda.</p><p>Para calcular a solução para essa questão, é necessário transformar todas as dimensões na mesma e calcular o seu</p><p>volume.</p><p>O mais fácil é calcular usando o decímetro, visto que um decímetro cúbico</p><p>é igual a um litro.</p><p>Sabendo que 1 dm 5 10 cm 5 100 mm, temos que (150</p><p>10 ) ? (60</p><p>10) ? (500</p><p>100) 5 450.</p><p>QUESTãO 171 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa inverte o cálculo de refrigerantes de Lucas e Rafael, calculando de</p><p>Lucas com 2</p><p>3</p><p>e Rafael 1</p><p>3</p><p>. Isso impacta também no valor de Fernando e na quantidade total. José quer 700 mL; Augusto,</p><p>500 mL; Lucas, (700 1 500) ? 2</p><p>3</p><p>5 800 mL; Rafael, (500 1 800)</p><p>3</p><p>5 433 mL; e Fernando, 433 1 200 5 633 mL. A soma</p><p>total resulta em 3 066 mL. Com o valor extra acrescentado, o total é de 3 373 mL.</p><p>B) CORRETA. Para resolver a questão, é necessário encontrar a quantidade de refrigerante de cada um. José quer 700 mL;</p><p>Augusto, 500 mL; Lucas, (700 1 500)</p><p>3</p><p>5 400 mL; Rafael, (500 1 400) ? 2</p><p>3</p><p>5 600 mL; e Fernando, 600 1 200 5 800 mL.</p><p>A soma total resulta em 3 000 mL. Desse modo, Fernando comprou 3 000 ? 1,1 5 3 300.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa inverte o cálculo de refrigerantes de Lucas e Rafael, calculando de</p><p>Lucas com 2</p><p>3</p><p>e Rafael 1</p><p>3</p><p>. Isso impacta também no valor de Fernando e na quantidade total. Além disso, esqueceu-se de</p><p>acrescentar o valor extra somado ao total, encontrando apenas a soma dos refrigerantes de cada um. José quer 700 mL;</p><p>Augusto, 500 mL; Lucas, (700 1 500) ? 2</p><p>3</p><p>5 800 mL; Rafael, (500 1 800)</p><p>3</p><p>5 433 mL; e Fernando 5 433 1 200 5 633 mL.</p><p>A soma total resulta em 3 066 mL.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece-se de acrescentar o valor extra somado ao total, encon-</p><p>trando apenas a soma dos refrigerantes de cada um. José quer 700 mL; Augusto, 500 mL; Lucas, (700 1 500)</p><p>3</p><p>5 400 mL;</p><p>Rafael, (500 1 400) ? 2</p><p>3</p><p>5 600 mL; e Fernando, 600 1 200 5 800 mL. A soma total resulta em 3 000 mL.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula incorretamente a quantidade de refrigerante de Rafael,</p><p>esquecendo-se de que são 2</p><p>3</p><p>, e não apenas 1</p><p>3</p><p>. Isso impacta também no valor de Fernando e na quantidade total. José</p><p>quer 700 mL; Augusto, 500 mL; Lucas, (700 1 500)</p><p>3</p><p>5 400 mL; Rafael, (500 1 400)</p><p>3</p><p>5 300 mL; e Fernando, 300 1 200 5</p><p>5 500 mL. A soma total resulta em 2 400 mL. Com o valor extra acrescentado, o total é de 2 640 mL.</p><p>QUESTãO 172 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desconta os 10% de imposto cobrado sobre o preço do pacote: 10%</p><p>de R$ 4,00 5 R$ 0,40. Nesse caso, a expressão será L(x) 5 0,8x 2 0,12x 2 35 000 2 0,40x 5 0,28x 2 35 000.</p><p>B) CORRETA. O preço de custo de cada figurinha é R$ 0,12. Além disso, a editora tem um custo mensal fixo de R$ 35 000,00.</p><p>Sendo assim, o custo na fabricação de x figurinhas é de 0,12x 1 35 000. A editora repassa para banca pacotes de figuri-</p><p>nhas com 5 unidades cada a um preço de R$ 4,00. Sendo assim, cada figurinha sai por R$ 4,00 4 5 5 R$ 0,80. Logo, o</p><p>preço de venda da figurinha é 0,80x. Ainda há um abatimento de 10% de imposto sobre o preço de venda no pacote, ou</p><p>seja, o imposto sobre cada figurinha será de 0,1 ? R$ 0,80 5 R$ 0,08. Dessa forma, a expressão que determina o lucro</p><p>mensal dessa editora será L(x) 5 0,8x 2 0,12x 2 35 000 2 0,08x 5 0,60x 2 35 000.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não leva em conta os 10% de imposto que a editora deve abater no</p><p>lucro. Nesse caso, a expressão será L(x) 5 0,8x 2 0,12x 2 35 000 5 0,68x 2 35 000.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera como preço de venda o valor do pacote, ou seja, 4x.</p><p>Ainda, considera o imposto em cima do pacote completo (10% de R$ 4,00 5 R$ 0,40). Nesse caso, a expressão será</p><p>L(x) 5 4x 2 0,12x 2 35 000 2 0,4x 5 3,48x 2 35 000.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera como preço de venda o valor do pacote, ou seja, 4x. Nesse</p><p>caso, a expressão será L(x) 5 4x 2 0,12x 2 35 000 2 0,08x 5 3,80x 2 35 000.</p><p>QUESTãO 173 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza de maneira correta a área da coroa circular, fazendo</p><p>Asegurança 5 π (2,252 2 1,252) 5 10,5 m2. Porém, realiza de maneira incorreta a proporção e conclui que a área que será</p><p>pintada de vermelha será igual a Avermelha 5 10,5</p><p>3</p><p>5 3,5 m2.</p><p>35</p><p>B) CORRETA. Para calcular a área da coroa circular, faz-se:</p><p>Asegurança 5 π (4,5</p><p>2 )2</p><p>2 (2,5</p><p>2 )2</p><p>5 10,5 m2</p><p>Em seguida, deve-se realizar a proporção e concluir que a área que será pintada de vermelha será igual a:</p><p>Avermelha 5 10,5</p><p>4</p><p>? 3 5 7,875 m2</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza de maneira correta a área da coroa circular, fazendo:</p><p>Asegurança 5 π(2,252 2 1,252) 5 10,5 m2</p><p>Porém, se esquece de considerar a proporção de tintas e considera que toda a região será pintada de vermelho.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que tanto a circunferência em que se realiza a prova</p><p>quanto o entorno (coroa circular) serão pintados e, para tal, calcula a área de uma circunferência de raio igual a</p><p>r 5 2,5</p><p>2</p><p>1 1 5 2,25 metros, obtendo:</p><p>Asegurança 5 π(2,252) 5 15,1875 m2</p><p>Como a proporção é de 1 : 3, a área pintada de vermelho será igual a:</p><p>Avermelha 5 15,1875</p><p>4</p><p>? 3 5 11,390625 < 11,4 m2</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que deve ser calculada a área de uma coroa circular, mas</p><p>interpreta as informações de maneira equivocada e considera o diâmetro como raio. Com isso, chega à conclusão de que</p><p>Asegurança 5 π(3,252 2 2,52) 5 18 m2.</p><p>Em seguida, determina a proporção e conclui que a área que será pintada de vermelho será igual a:</p><p>Avermelha 5 18</p><p>4</p><p>? 3 5 13,5 m2</p><p>QUESTãO 174 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera corretamente o sistema de equações:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>1,1x 1 1,2y 5 40 000</p><p>1,2x 1 1,1y 5 40 500</p><p>Resolvendo-a, obtém x 5 20 000,00 e y 5 15 000,00.</p><p>Por uma má interpretação no enunciado, ele calcula a diferença de valor de ambos os carros.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera corretamente o sistema de equações:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>1,1x 1 1,2y 5 40 000</p><p>1,2x 1 1,1y 5 40 500</p><p>Obtendo corretamente as soluções x 5 20 000,00 e y 5 15 000,00. Interpretando corretamente que esses são os valo-</p><p>res pago pelos carros no leilão, portanto o valor dos carros pela tabela Fipe são de 2x 5 40 000,00 e 2y 5 30 000,00.</p><p>Assinala-se então, equivocadamente, a diferença entre os dois carros pela tabela Fipe (de 10 000,00).</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa obtém corretamente o sistema de equações:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>1,1x 1 1,2y 5 40 000</p><p>1,2x 1 1,1y 5 40 500</p><p>Obtendo que o valor pago no leilão pelo carro do tipo A é de 15 000,00. E, por uma interpretação equivocada do enun-</p><p>ciado, assinala o valor do carro A pela tabela Fipe, que é de R$ 30 000,00.</p><p>D) CORRETA. Considere x o valor que o leilão vendeu o carro da marca A e y o valor que o leilão vendeu o carro da</p><p>marca B. A revenda ocorre com obtenção de lucro de 10% sobre o carro A e 20% sobre o carro B, isto é, a pessoa</p><p>revende o carro A por x 1 0,1x e o carro B por y 1 0,2y de tal forma que:</p><p>(x 1 0,1x) 1 (y 1 0,2y) 5 40 000</p><p>Analogamente, é dito que, se a porcentagem dos lucros invertesse seu papel, teríamos uma venda no valor de R$ 40 500,</p><p>ou seja, (x 1 0,2x) 1 (y 1 0,1y) 5 40 500.</p><p>Juntando as duas equações, temos:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>1,1x 1 1,2y 5 40 000</p><p>1,2x 1 1,1y 5 40 500</p><p>Somando as duas equações, temos 2,3x 1 2,3y 5 80 500, colocando o 2,3 em evidência e dividindo os dois lados por ele,</p><p>obtemos, então, x 1 y 5 80 500</p><p>2,3</p><p>5 35 000.</p><p>Isso nos diz que a pessoa gastou no leilão o equivalente a R$ 35 000, mas, como cada carro (pelo texto-base) custou a</p><p>metade do seu valor na tabela Fipe, então o desconto obtido é igual ao valor pago, ou seja, de R$ 35 000.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não interpreta corretamente o enunciado e considera que o valor</p><p>pago pelos dois carros juntos no leilão fora de 40 000 e, portanto, o desconto obtido em relação a tabela Fipe é de igual</p><p>valor.</p><p>36</p><p>QUESTãO 175 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desconsidera o valor referente</p><p>ao ano de 2017. Assim, verifica-se:</p><p>M 5 0,53 1 2,26 1 3,59 1 5,77 1 3,78 1 3,87 1 5,05 1 3,73</p><p>9</p><p>⇒ M 5</p><p>24,71</p><p>9</p><p>⇒ M 5 2,75</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o denominador da média é sempre 10, confundindo</p><p>com conceitos incorretos de porcentagem. Assim, verifica-se:</p><p>M 5 0,53 1 2,26 1 3,59 1 5,77 1 3,78 1 3,87 1 5,05 1 3,73 1 7,77</p><p>10</p><p>⇒ M 5</p><p>32,48</p><p>10</p><p>⇒ M 5 3,25</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desconsidera o valor referente ao ano de 2009. Assim, verifica-se:</p><p>M 5 2,26 1 3,59 1 5,77 1 3,78 1 3,87 1 5,05 1 3,73 1 7,77</p><p>9</p><p>⇒ M 5</p><p>31,95</p><p>9</p><p>⇒ M 5 3,55</p><p>D) CORRETA. A média é dada por:</p><p>M 5 0,53 1 2,26 1 3,59 1 5,77 1 3,78 1 3,87 1 5,05 1 3,73 1 7,77</p><p>9</p><p>⇒ M 5</p><p>36,35</p><p>9</p><p>⇒ M 5 4,04</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa para achar o número de anos, calcula 2 017 2 2 009 5 8. Assim,</p><p>verifica-se:</p><p>M 5 0,53 1 2,26 1 3,59 1 5,77 1 3,78 1 3,87 1 5,05 1 3,73 1 7,77</p><p>8</p><p>⇒ M 5</p><p>36,35</p><p>8</p><p>⇒ M 5 4,54</p><p>QUESTãO 176 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula incorretamente a área do círculo. Ele calcula o perímetro do</p><p>círculo em vez de sua área.</p><p>Como a altura de ambos é igual, ele calcula apenas as áreas.</p><p>A área do cilindro é calculada então com π ? r ? 2 5 3 ? 5,1 ? 2 5 30,6.</p><p>A área do hexágono é dada por 6 ? a2</p><p>1,7</p><p>5 6 ? 3 ? 1,7 ? 5,1</p><p>1,7</p><p>5 91,8, sendo a o apótema.</p><p>91,8</p><p>30,6</p><p>5 3, ou seja, o pote hexagonal possui 3 vezes do volume do pote cilíndrico.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa erra no cálculo do volume do cilindro. Ele usa o diâmetro em vez do</p><p>raio. Como a altura de ambos é igual, ele calcula apenas as áreas.</p><p>A área do cilindro é calculada por π ? D2 5 3 ? 10,2 ? 10,2 5 321,12.</p><p>A área do hexágono é dada por 6 ? a2</p><p>1,7</p><p>5 6 ? 5,1 ? 5,1</p><p>1,7</p><p>5 91,8.</p><p>321,12</p><p>91,8</p><p>5 3,4, ou seja, o pote cilíndrico possui 3,4 vezes do volume do pote hexagonal.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa as medidas dadas – o apótema é igual ao raio e as alturas</p><p>são iguais, então, presume que os dois potes possuem o mesmo volume.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula incorretamente a área do hexágono. Como a altura de ambos</p><p>é igual, ele calcula apenas as áreas. A área do cilindro é calculada por π ? r2 5 3 ? 5,1 ? 5,1 5 81.</p><p>A área do hexágono é dada por A 5 5,1 ? (L2)</p><p>2</p><p>, sendo A a área e L o lado. Ele confunde os valores do lado com o apótema</p><p>e usa o valor do apótema nessa fórmula, encontrando A 5 5,1 ? (5,1)2</p><p>2</p><p>5 68,8.</p><p>81</p><p>68,8</p><p>5 1,18, ou seja, o volume do pote cilíndrico é 18% maior que o pote hexagonal.</p><p>E) CORRETA. Para resolver a questão, é preciso analisar a diferença entre as áreas da base dos potes, uma vez que a</p><p>altura de ambos é igual.</p><p>A área do cilindro é calculada por π ? r2 5 3 ? 5,1 ? 5,1 5 78,03.</p><p>A área do hexágono é dada por 6 ? a2</p><p>1,7</p><p>5 6 ? 5,1 ? 5,1</p><p>1,7</p><p>5 91,8, sendo a o apótema.</p><p>91,8</p><p>78,03</p><p>> 1,18, ou seja, o volume do pote hexagonal é 18% maior que o pote cilíndrico.</p><p>QUESTãO 177 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compara os termos da fatoração do número 180 com a quantidade</p><p>de peças na ordem em que aparecem no enunciado, realizando a subtração da seguinte forma:</p><p>Blusas: 22 2 14 5 2 10</p><p>Shorts: 32 2 8 5 1</p><p>Chapéus: 5 2 3 5 2</p><p>37</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compara os termos da fatoração do número 180 com a quantidade</p><p>de peças na ordem em que aparecem no enunciado, mas confunde a quantidade de chapéus e shorts.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa apenas considera as quantidades iguais à do enunciado, sem atentar</p><p>que troca blusas por shorts.</p><p>D) CORRETA. O número de combinações que Mariana já escolheu é 14 ? 8 ? 3 5 336. Como o número de combinações</p><p>precisa ser exatamente 180, a multiplicação do número de blusas, shorts e chapéus deve ser 180. Fatorando o número</p><p>180, encontramos 22 ? 32 ? 5. Assim, uma possibilidade de combinação seria 3 ? 5 5 15 blusas, 22 5 4 shorts e 3 chapéus.</p><p>Assim, ela poderia escolher mais uma blusa e retirar quatro shorts.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compara os termos da fatoração do número 180 com a quantidade</p><p>de peças na ordem em que aparecem no enunciado, realizando a subtração da seguinte forma:</p><p>Blusas: 14 2 22 5 10</p><p>Shorts: 8 2 32 5 21</p><p>Chapéus: 3 2 55 22</p><p>QUESTãO 178 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o valor máximo equivale ao primeiro quartil, ou seja, à</p><p>mediana do subconjunto de dados à esquerda da mediana original, logo, ele calcula 36,5 1 42,1</p><p>2</p><p>5 39,300.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o terceiro quartil é equivalente à mediana original</p><p>(segundo quartil); portanto, ele determina que o terceiro quartil é 44,3 1 45,8</p><p>2</p><p>5 45,050.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula o terceiro quartil como a média aritmética do 1o ponto e do</p><p>2o ponto do subconjunto dos dados à direita da mediana original: 45,8 1 47,0</p><p>2</p><p>5 46,4.</p><p>D) CORRETA. O terceiro quartil pode ser determinado por meio da ordenação crescente dos dados da concentração de</p><p>sólidos em suspensão (C, mg/L), o que dá 19,8; 32,4; 36,5; 42,1; 44,0; 44,3, 45,8; 47,0; 48,7; 55,7; 57,3; 58,7.</p><p>O número de pontos (dados) do conjunto é par; logo, calcula-se a mediana original, que corresponde ao segundo quartil,</p><p>como a média aritmética dos dois pontos centrais (ou seja, o 6o e o 7o dados):</p><p>44,3 1 45,8</p><p>2</p><p>5 45,050</p><p>A mediana original divide o conjunto de pontos em dois subconjuntos de mesmo tamanho (com mesmo número de</p><p>dados); em outras palavras, ela divide o conjunto em dois subconjuntos contendo, cada um, 50% dos dados.</p><p>Para calcular o terceiro quartil, considera-se o subconjunto dos dados à direita da mediana original, que tem número de</p><p>pontos par: 45,8; 47,0; 48,7; 55,7; 57,3; 58,7. O terceiro quartil é a mediana desse subconjunto (a média aritmética do</p><p>3o ponto e do 4o ponto):</p><p>48,7 1 55,7</p><p>2</p><p>5 52,200</p><p>Portanto, nos 12 dias em questão, o valor máximo da concentração de sólidos em suspensão para que a água seja con-</p><p>siderada dentro padrão de qualidade requerido é 52,2 mg/L.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o terceiro quartil é, no conjunto de dados ordenados</p><p>crescentemente, o 10o dado do conjunto, portanto, ele determina que o terceiro quartil é 55,7 g/mL.</p><p>QUESTãO 179 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula a probabilidade de acerto aleatório da senha com 5 opções de</p><p>sílabas e considera que esse é o valor mais próximo do desejado de 0,76%, sem levar em conta que esse valor é máximo</p><p>e, portanto, não pode ser ultrapassado. Com 5 opções em cada tela, a probabilidade de acerto aleatório da senha é dada</p><p>por (1</p><p>5)</p><p>3</p><p>5 0,8%, próximo, mas superior ao limite de 0,76%.</p><p>B) CORRETA. Se cada tela conta com n opções de sílabas, a chance de acerto aleatório em cada tela é dada por</p><p>P 5 1 opção correta</p><p>n opções</p><p>5 1</p><p>n</p><p>. Como o golpista precisaria de três acertos sucessivos, a probabilidade de acerto da senha é</p><p>dada por (1</p><p>n)</p><p>3</p><p>, que deve ser menor do que a probabilidade estipulada pelo banco, de 0,76%, ou seja, (1</p><p>n)</p><p>3</p><p>⩽ 0,76% →</p><p>→ 1</p><p>n3 ⩽ 7,6</p><p>1 000</p><p>→ n3 ⩾ 1 000</p><p>7,6</p><p>→ n ⩾ 10</p><p>1,96</p><p>→ n ⩾ 5,1, ou seja, o total de possibilidades de sílabas na tela deve ser de pelo</p><p>menos 6, o que significa um acréscimo de 2 novas sílabas por tela a partir das 4 sílabas atuais.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa conta o total de opções atuais de sílabas por tela, sem levar em conta</p><p>que a probabilidade de acerto aleatório deve cair, portanto, novas opções devem ser inclusas.</p><p>38</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula a probabilidade de acerto aleatório da senha com 5 opções de</p><p>sílabas e considera que esse é o valor mais próximo do desejado de 0,76%, sem levar em conta que esse valor é máximo</p><p>e, portanto, não pode ser ultrapassado: com 5 opções em cada tela, a probabilidade de acerto aleatório</p><p>v 5 λ</p><p>f</p><p>Ou seja, a redução do comprimento de onda refletido implicaria uma redução da frequência refletida.</p><p>B) CORRETA. A equação fundamental da ondulatória é dada por v 5 λ ? f, portanto, o comprimento de onda e a frequência</p><p>são grandezas inversamente proporcionais. Para reduzir o valor da frequência da onda refletida, devemos aumentar o</p><p>comprimento de onda refletido.</p><p>Isso pode ser obtido com o aumento do produto nnúcleo ? Λ. As possibilidades de se fazer isso são: aumentar o índice do</p><p>núcleo, aumentar Λ, aumentar ambos os parâmetros ou aumentar um dos parâmetros proporcionalmente mais do que o</p><p>outro é reduzido.</p><p>3</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera equivocadamente que n 5 v</p><p>c</p><p>e que, portanto, a redução</p><p>do índice do núcleo reduziria a velocidade da onda dentro da fibra. Além disso, por se considerar, equivocadamente, que</p><p>v 5 λ</p><p>f</p><p>, a redução da velocidade implicaria um aumento da frequência refletida.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que a frequência e o comprimento são diretamente propor-</p><p>cionais, o que pode ser justificado por se considerar v 5 λ</p><p>f</p><p>. Dessa forma, a redução do índice de refração e de Λ implicaria</p><p>uma redução do comprimento de onda refletido, portanto, uma redução da frequência da onda refletida.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o aumento do índice de refração efetivo do núcleo</p><p>implica um aumento do comprimento de onda refletida e, portanto, uma redução da frequência dessa onda. No entanto,</p><p>para escolher essa alternativa, despreza-se, equivocadamente, a possibilidade de se reduzir Λ em uma proporção maior</p><p>do que se aumenta o índice do núcleo.</p><p>QUESTãO 97 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa imagina que o raio de luz incida sobre os cristais de gelo e seja refle-</p><p>tido, mas o texto indica que os raios atravessam os cristais, caracterizando assim uma refração.</p><p>B) CORRETA. O fenômeno do parélio solar é causado pela refração da luz em cristais de gelo, que, consequentemente,</p><p>sofrem um desvio e chegam ao olho do observador. A imagem da luminosidade fora do lugar é fruto do prolongamento</p><p>dos raios de luz desviados que chegam ao olho do observador, semelhante ao fenômeno da miragem. O raio de luz sofre</p><p>uma diminuição na sua velocidade apenas no momento que entra no cristal de gelo; quando ele sai pela outra face, vol-</p><p>tando para a atmosfera, sua velocidade volta a ser a mesma que tinha antes de incidir no cristal.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece que, ao sair do cristal de gelo, o raio de luz sofreu uma</p><p>segunda refração e sua velocidade volta a ser a mesma que tinha antes de incidir no cristal.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa imagina que, por atravessar o cristal de gelo, o fenômeno sofrido foi</p><p>uma polarização, e não uma refração. Mesmo que o raio de luz seja polarizado de alguma forma dentro do cristal de gelo,</p><p>não é esse fenômeno ondulatório que explica a formação do parélio, que é fruto do desvio do raio de luz.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa imagina que, por atravessar o cristal de gelo, o fenômeno sofrido foi</p><p>uma polarização, e não uma refração. Mesmo que o raio de luz seja polarizado de alguma forma dentro do cristal de gelo,</p><p>não é esse fenômeno ondulatório que explica a formação do parélio, que é fruto do desvio do raio de luz. Além disso, o</p><p>raio de luz sofre uma diminuição na sua velocidade apenas no momento que entra no cristal de gelo, quando ele sai pela</p><p>outra face retornando para a atmosfera, sua velocidade volta a ser a mesma que tinha antes de incidir no cristal.</p><p>QUESTãO 98 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa equivoca-se ao acreditar que mudanças nas condições ambientais</p><p>possam induzir a alterações no padrão de queratinização da pele desses animais, que é permanentemente baixo.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa equivoca-se ao achar que o ovo dos anuros possui casca.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa equivoca-se ao acreditar que a concentração de O2 na atmosfera ao</p><p>longo das estações varia a ponto de impactar na respiração do animal.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa equivoca-se ao achar que os índices pluviométrico e de temperatura</p><p>devem estar baixos para que os ovos dos anfíbios se desenvolvam. Além disso, o aluno não consegue realizar a leitura</p><p>adequada das informações contidas no gráfico, que indica que o maior desenvolvimento desses seres se a partir de con-</p><p>dições pluviométricas e de temperatura elevadas.</p><p>E) CORRETA. Anuros são anfíbios e, como tais, são animais ectotérmicos. Por isso, utilizam fontes externas de calor para</p><p>regular a temperatura corporal e metabolismo. Além disso, por possuírem fecundação externa, ovo sem casca e larva</p><p>aquática, dependem da água para o processo reprodutivo.</p><p>QUESTãO 99 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não correlaciona os dois gráficos apresentados no texto-base e</p><p>por essa razão não consegue perceber que os eventos de inversão térmica (mudança na tendência de abaixamento ou</p><p>aumento da temperatura) coincidem com o aumento e diminuição intensos da concentração de ozônio, em uma clara</p><p>dependência entre os dois fatores.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não leva em consideração as reações químicas mostradas no texto</p><p>base e tira suas conclusões a partir do gráfico, relacionando a mudança da tendência de diminuição da temperatura por</p><p>volta da altitude de 12 km com o pico de ozônio formado na baixa estratosfera, portanto, sem perceber que o aumento de</p><p>temperatura é consequência da formação do ozônio, não o contrário.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não faz a interpretação correta da reação química proposta para a</p><p>formação do ozônio, entendendo que o calor colocado como componente da reação representa um ∆H positivo, acredi-</p><p>tando, assim, ser uma reação endotérmica.</p><p>4</p><p>D) CORRETA. A formação de ozônio é uma reação exotérmica, como evidenciado pela reação da segunda etapa do</p><p>processo, liberando energia para o ambiente. Assim, o comportamento de aumento da temperatura na estratosfera,</p><p>mostrado no gráfico, se justifica pela alta produção de ozônio na baixa estratosfera, levando ao pico de concentração de</p><p>quase 5 ? 1012 moléculas/cm3.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa foca na reação química da destruição do ozônio e entende que a</p><p>energia UV que destrói o O3 é retida e deixa de contribuir com o aumento de temperatura na estratosfera, sem levar em</p><p>conta que na interface mencionada a concentração de ozônio é mínima, e não abundante, e que a diminuição da concen-</p><p>tração de ozônio em função da destruição das moléculas começa a ocorrer ainda na baixa estratosfera, momento em que</p><p>a temperatura ainda é ascendente.</p><p>QUESTãO 100 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde os dados fornecidos pelo texto e associa o valor total, de</p><p>R$ 151,20 1 R$ 36,00 5 R$ 187,20, ao gasto mensal do antigo aparelho de ar-condicionado, de 2 800 W. Relaciona,</p><p>também erroneamente, o gasto de R$ 151,20 ao novo modelo de ar-condicionado, de potência desconhecida.</p><p>Calculando o total de horas de uso, e utilizando a potência do aparelho de 2 800 W, pode-se descobrir o consumo em kWh:</p><p>6 horas/dia ? 30 dias 5 180 h/mês</p><p>P 5 2 800 W 5 2,80 kW</p><p>E 5 180 ? 2,80 5 504 kWh</p><p>Considerando o gasto total como R$ 187,20, o valor pago por kWh seria de aproximadamente R$ 0,37.</p><p>Calcula-se, então, de quanto seria o gasto se o aparelho tivesse de fato 1 600 W de potência:</p><p>8 horas/dia ? 30 dias 5 240 h/mês</p><p>P 5 1 600 W 5 1,60 kW</p><p>E 5 240 ? 1,60 5 384 kWh</p><p>Se cada kWh custa R$ 0,37, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 142,10. Assim, o prejuízo do consumidor seria</p><p>de R$ 151,20 2 R$ 142,10 5 R$ 9,10.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não entende qual grandeza deve calcular e relaciona o prejuízo do</p><p>consumidor diretamente ao</p><p>da senha é dada</p><p>por (1</p><p>5)</p><p>3</p><p>5 0,8%, próximo, mas superior ao limite de 0,76%. Além disso, o aluno desconsidera que o enunciado pede o</p><p>total de sílabas a serem adicionadas a partir das 4 já existentes, e não o novo total após o acréscimo.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o total de opções de sílabas que devem ser disponibiliza-</p><p>das por tela para que a queda na probabilidade desejada pelo banco se efetue, e não o aumento em relação ao cenário</p><p>anterior, calculado por 6 2 4 5 2 sílabas a mais por tela.</p><p>QUESTãO 180 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula de forma errada o volume da viga, considerando uma casa</p><p>decimal na última dimensão da viga, obtendo 0,2 ? 0,4 ? 0,4 5 0,032 m3. A partir disso, calcula proporcionalmente a quan-</p><p>tidade de areia e cimento, que seriam de 630 ? 0,032 5 20,16 kg e 455 ? 0,032 5 14,56 kg, respectivamente.</p><p>B) CORRETA. No cálculo de quantos metros cúbicos a estrutura tem, obtém-se o resultado: 0,2 m ? 0,4 m ? 4 m 5 0,32 m3.</p><p>Desse modo, é possível calcular o gasto de areia e cimento. Como 630 kg de areia são utilizados em 1 m3, então,</p><p>630 ? 0,32 5 201,6 kg de areia serão utilizados na viga. Analogamente, encontra-se que a quantidade de cimento a ser</p><p>utilizado na viga será de 455 ? 0,32 5 145,6 kg.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula de forma errada o volume da viga, considerando a média das</p><p>dimensões, obtendo aproximadamente 1,5 m3. A partir disso, calcula proporcionalmente a quantidade de areia e cimento,</p><p>que seriam de aproximadamente 630 ? 1,5 5 945 kg e 455 ? 1,5 5 685,5 kg, respectivamente.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula o volume do paralelepípedo somando as dimensões, encon-</p><p>trando 0,2 1 0,4 1 4 5 4,6 m3. A partir disso, calcula proporcionalmente a quantidade de areia e cimento, que seriam de</p><p>630 ? 4,6 5 2 898 kg e 455 ? 4,6 5 2 093 kg, respectivamente.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula de forma errada o volume da viga, desconsiderando as casas</p><p>decimais, obtendo 2 ? 4 ? 4 5 32 m3. A partir disso, calcula proporcionalmente a quantidade de areia e cimento, que seriam</p><p>de 630 ? 32 5 20 160 kg e 455 ? 32 5 14 560 kg, respectivamente.</p><p>valor acrescido em sua conta mensal (R$ 36,00), ignorando a alteração do número de horas</p><p>diárias de uso e os valores incompatíveis de potência.</p><p>C) CORRETA. O valor total gasto com o novo modelo do ar-condicionado é conhecido e dado por R$ 151,20 1 R$ 36,00 5</p><p>5 R$ 187,20. Para descobrir o prejuízo mensal do consumidor, resta saber quanto seria o gasto se o aparelho tivesse</p><p>potência de 1 600 W. Para isso, deve-se descobrir o custo de cada kWh.</p><p>Calculando o valor de kWh pelos dados do modelo antigo de ar-condicionado:</p><p>6 horas/dia ? 30 dias 5 180 h/mês</p><p>P 5 2 800 W 5 2,80 kW</p><p>E 5 180 ? 2,80 5 504 kWh</p><p>Gasto total com esse aparelho: R$ 151,20.</p><p>Assim, o valor de um kWh será de 151,20</p><p>504</p><p>5 R$ 0,30.</p><p>Pode-se calcular, então, quanto consumiria um aparelho de ar-condicionado de 1 600 W (potência anunciada):</p><p>8 horas/dia ? 30 dias 5 240 h/mês</p><p>P 5 1 600 W 5 1,60 kW</p><p>E 5 240 ? 1,60 5 384 kWh</p><p>Como cada kWh hora custa R$ 0,30, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 115,20.</p><p>Faz-se, por fim, a subtração entre o valor efetivo pago pelo consumidor e o valor que ele deveria ter pagado se a propa-</p><p>ganda fosse verdadeira para calcular seu prejuízo mensal: R$ 187,20 2 R$ 115,20 5 R$ 72,00.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza os cálculos corretamente, mas se esquece de considerar que</p><p>o tempo de uso diário aumentou de 6 para 8 horas. Assim:</p><p>6 horas/dia ? 30 dias 5 180 h/mês</p><p>P 5 1 600 W 5 1,60 kW</p><p>E 5 180 ? 1,60 5 288 kWh</p><p>Como cada kWh custa R$ 0,30, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 86,40. Logo, o prejuízo do consumidor seria</p><p>de R$ 187,20 2 R$ 86,40 5 R$ 100,80.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula corretamente o valor do kWh, mas computa o gasto total</p><p>pela variação do número de horas diárias de uso (8 2 6 5 2 horas a mais por dia), e não pela quantidade total (8 horas</p><p>por dia).</p><p>Assim:</p><p>2 horas/dia ? 30 dias 5 60 h/mês</p><p>P 5 1 600 W 5 1,60 kW</p><p>E 5 60 ? 1,60 5 96 kWh</p><p>Dessa forma, como cada kWh custa R$ 0,30, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 28,80. Logo, o prejuízo do</p><p>consumidor seria de R$ 187,20 2 R$ 28,80 5 R$ 158,40.</p><p>5</p><p>QUESTãO 101 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que as leveduras e bactérias atuam em simbiose entre si,</p><p>não reconhecendo o fato delas atuarem em processos separados, crescendo independentemente, o que impede essa</p><p>configuração.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não reconhece que os lactobacilos e as leveduras se alimentam da</p><p>mistura, e não de outros microrganismos.</p><p>C) CORRETA. Durante o a etapa inicial para a realização de massa de fermentação natural, a massa é colonizada por</p><p>diversos microrganismos. Porém, os lactobacilos e leveduras conseguem competir melhor pelos recursos disponíveis e</p><p>produzem metabólitos que inibem o crescimento de outros organismos. Dessa forma, limitando ou excluindo competitiva-</p><p>mente as populações de outros microrganismos.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não reconhece que as leveduras e os lactobacilos se alimentam da</p><p>mistura, não de outros organismos, deixando-os vivos.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa relaciona o crescimento das leveduras e dos lactobacilos com uma</p><p>relação de compartilhamento de recursos, no qual cada população auxiliaria a outra, não identificando que o processo de</p><p>crescimento de cada uma acontece, independentemente, ao menos que os recursos sejam muito limitados.</p><p>QUESTãO 102 Resposta A</p><p>A) CORRETA. O texto trata da possibilidade de geração de energia a partir dos resíduos sólidos urbanos. Segundo as</p><p>informações, caso esse tipo de resíduo fosse direcionado a usinas do tipo waste-to-energy, que possibilitam a recupe-</p><p>ração de energia dos resíduos sólidos urbanos, seria possível gerar dez vezes mais energia do que quando os resíduos</p><p>são enviados a aterros sanitários. Dessa forma, além do aproveitamento energético, as usinas waste-to-energy também</p><p>proporciona uma destinação ambientalmente mais adequada aos resíduos sólidos.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera que, ao destinar os resíduos para usinas waste-to-</p><p>-energy, a quantidade de resíduos urbanos enviado aos aterros diminuiria, uma vez que essas usinas podem substituir os</p><p>aterros na destinação dos resíduos.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o caso apresentado no texto seria uma forma de</p><p>reciclagem dos resíduos urbano, processo que permite a reintrodução de matérias-primas em suas respectivas cadeias</p><p>produtivas. Porém, nas usinas waste-to-energy, todo o resíduo sólido urbano é aproveitado para a produção de energia.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se confunde ao considerar que no caso apresentado no texto haveria</p><p>maiores gastos com gestão e transporte dos resíduos urbanos. Entretanto, como todo os resíduos sólidos seriam desti-</p><p>nados para as usinas waste-to-energy, haveria uma economia como o manuseio e transporte dos resíduos até os aterros</p><p>sanitários.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se confunde ao considerar uma outra forma de tratamento dos resíduos</p><p>urbanos, a compostagem, que tem como vantagem a obtenção de adubo e fertilizante a partir dos resíduos urbanos. Porém,</p><p>no caso apresentado, o resíduo sólido urbano seria enviado para as usinas waste-to-energy para geração de energia.</p><p>QUESTãO 103 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que não ocorrem interações do tipo ligações de</p><p>hidrogênio entre o adsorvente e o adsorvato, porque essas ligações só ocorrem entre moléculas que têm hidrogênio</p><p>ligado a um dos três elementos mais eletronegativos da tabela (F, O ou N), havendo ainda a necessidade de o elemento</p><p>mais eletronegativo apresentar um par de elétrons livres.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que não ocorrem interações do tipo íon-dipolo entre</p><p>o adsorvente e o adsorvato, uma vez que essa interação só ocorre entre um íon e uma molécula polar, e não entre duas</p><p>moléculas. Como os íons possuem carga, essas interações são as mais fortes. É por causa dessas interações que os sais</p><p>são capazes de se solubilizar.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que as ligações químicas ocorrem entre átomos, no</p><p>caso da iônica, geralmente entre metais e ametais, não sendo o caso em questão, pois trata-se de interações entre as</p><p>moléculas do adsorvente e do adsorvato.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que as ligações químicas ocorrem entre átomos,</p><p>no caso da molecular, entre ametais, entre hidrogênios e entre ametal e hidrogênio, não sendo o caso em questão, pois</p><p>trata-se de interações entre as moléculas do adsorvente e do adsorvato.</p><p>E) CORRETA. Também chamada de adsorção de Van der Waals, ocorre quando as moléculas do adsorvente interagem por</p><p>meio das interações de Van der Waals (dipolo permanente ou dipolo induzido) com as moléculas do adsorvato. Nesse</p><p>processo não existem ligações químicas, fazendo com que seja reversível. Além disso, não há alteração das proprieda-</p><p>des do adsorvato nem do adsorvente, mantendo a natureza química dos compostos envolvidos.</p><p>QUESTãO 104 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que mudanças no ambiente possam induzir os seres vivos</p><p>a se adaptarem a elas.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o surgimento de uma nova forma de vida leva necessa-</p><p>riamente à substituição das formas anteriormente existentes.</p><p>6</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa sabe que novas formas de vida surgem por mutações, mas acredita</p><p>que o surgimento do gás oxigênio tenha induzido e direcionado essas mutações para que assim surgissem os seres</p><p>aeróbicos.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a escassez de alimento tenha forçado os seres vivos a</p><p>se adaptarem à nova condição.</p><p>E) CORRETA. O surgimento do gás oxigênio criou um ambiente que permitiu</p><p>que formas de vida aeróbia, que surgiram ao</p><p>acaso, encontrassem uma vantagem adaptativa e assim pudessem se estabelecer.</p><p>QUESTãO 105 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Para determinar a corrente, é necessário encontrar a resistência equivalente do circuito:</p><p>Reqtotal</p><p>5 RSérie 1 RParalelo 5 RA 1 RBCD</p><p>RBCD 5 RParalelo → 1</p><p>RParalelo</p><p>5 1</p><p>RD</p><p>1 1</p><p>RB 1 RC</p><p>5 1</p><p>120</p><p>1 1</p><p>120 1 120</p><p>5 2 1 1</p><p>240</p><p>5 3</p><p>240</p><p>5 1</p><p>80</p><p>RBCD 5 RParalelo 5 80 Ω</p><p>Reqtotal</p><p>5 RA 1 RBCD 5 120 1 80 5 200 Ω</p><p>Sabendo que U 5 120 V, a corrente total do circuito é:</p><p>i 5 U</p><p>R</p><p>5 120</p><p>200</p><p>5 600 mA</p><p>Sabendo a corrente, é possível calcular a diferença de potencial da resistência A e a resistência equivalente BCD:</p><p>iBC 5 U</p><p>R</p><p>5 48</p><p>120 1 120</p><p>5 200 mA</p><p>iD 5 U</p><p>R</p><p>5 48</p><p>120</p><p>5 400 mA</p><p>Sabendo que a corrente que passa pelo resistor A é a corrente do circuito, tem-se:</p><p>Corrente do ponto 1 5 600 mA</p><p>Corrente no ponto 2 5 400 mA</p><p>Corrente no ponto 3 5 200 mA</p><p>Logo, a posição na qual o fusível queima é a 1.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula a corrente diretamente do resistor D, assim:</p><p>i 5 U</p><p>R</p><p>5 120</p><p>120</p><p>5 1 A</p><p>Que, no caso, queimaria o fusível 2.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula a corrente na posição 3 direto da resistência equivalente:</p><p>RBCD 5 RParalelo → 1</p><p>RParalelo</p><p>5 1</p><p>RD</p><p>1 1</p><p>RB 1 RC</p><p>5 1</p><p>120</p><p>1 1</p><p>120 1 120</p><p>5 2 1 1</p><p>240</p><p>5 3</p><p>240</p><p>5 1</p><p>80</p><p>RBCD 5 RParalelo 5 80 Ω</p><p>Assim:</p><p>U 5 120</p><p>80</p><p>5 1,5 A</p><p>Assim, queimando o fusível 3.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula corretamente que a posição 1 queima o fusível:</p><p>i 5 U</p><p>R</p><p>5 120</p><p>200</p><p>5 600 mA</p><p>Porém, também afirma que a posição 2 queima o circuito; isso ocorre caso a corrente seja calculada diretamente do</p><p>resistor D, assim:</p><p>i 5 U</p><p>R</p><p>5 120</p><p>120</p><p>5 1 A</p><p>Que, no caso, queimaria o fusível.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula toda a resistência como em série:</p><p>Req 5 R1 1 R2 1 R3 1 R4 5 120 1 120 1 120 1 120 5 480 Ω</p><p>Logo, a corrente do circuito fica:</p><p>i 5 U</p><p>R</p><p>5 120</p><p>480</p><p>5 250 mA</p><p>E como a corrente do circuito toda é sempre maior que a corrente de uma componente individual, nunca passaria do valor</p><p>máximo de 250 mA, assim não queimando em nenhuma posição.</p><p>7</p><p>QUESTãO 106 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez</p><p>do solo, e não deixar o solo neutro, com pH igual a 7.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez</p><p>dos solos, e não aumentar a acidez, que é o que ocorre quando se diminui o pH.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez</p><p>dos solos, e não aumentar a acidez, que é o que ocorre quando se diminui o pH.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez</p><p>dos solos para favorecer a absorção de nutrientes, fornecer Ca12 e Mg12 para as plantas e neutralizar o alumínio, o</p><p>que pode ser feito adicionando-se ao solo sais que, sofrendo hidrólise, apresentem um caráter básico, o que não ocorre</p><p>quando se adiciona MgSO4, que apresenta caráter ácido.</p><p>E) CORRETA. A calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos para favorecer a absorção de nutrientes, fornecer</p><p>Ca12 e Mg12 para as plantas e neutralizar o alumínio, o que pode ser feito adicionando-se ao solo sais que, sofrendo</p><p>hidrólise, apresentem um caráter básico, como é o caso do CaCO3 e MgCO3.</p><p>QUESTãO 107 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que pelo fato de o músculo ter sido lesionado, haja sangra-</p><p>mento e que esse possa ser identificado por exames de urina; contudo, a produção de urina por si só já é decorrente da</p><p>filtração do sangue e um sangramento muscular não poderia ser identificado por esse tipo de exame. Além disso, o aluno</p><p>entende que possa ocorrer a liberação de glicogênio muscular e que isso poderia elevar a glicemia, contudo essa taxa</p><p>refere-se apenas à quantidade de glicose no sangue.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde o sintoma de diabetes mellitus com um possível sintoma de</p><p>rabdomiólise; além disso, ele sabe que a célula muscular apresenta relação com o cálcio, mas, por não saber estabelecer</p><p>bem essa relação, acredita que nesse tipo de lesão a calcemia possa reduzir.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende que os lipídios podem ser encontrados na urina devido a</p><p>problemas de saúde. No entanto, comete um erro ao associar isso à lesão muscular, quando, na verdade, essa condição</p><p>está ligada a problemas renais. Além disso, esse tipo de lesão muscular não causa alterações nos níveis de glicemia no</p><p>sangue.</p><p>D) CORRETA. Como na rabdomiólise ocorre liberação dos constituintes da célula muscular para o plasma, é de se esperar</p><p>que o cálcio presente na fibra muscular atinja o plasma, aumentando a calcemia, e que a mioglobina, proteína muscular,</p><p>também alcance o plasma, sendo possível identificá-la por meio de exames de sangue.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde a hemoglobina, que é uma proteína sanguínea, com a mio-</p><p>globina, que é uma proteína muscular, mas identifica corretamente que nesse tipo de lesão é de se esperar alterações na</p><p>calcemia, visto que a células muscular possui cálcio em seu interior.</p><p>QUESTãO 108 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa incorretamente o ângulo V ao papel da pupila. Pode enten-</p><p>der que, quanto maior o ângulo V, maior a entrada de luz no olho. Na realidade, V representa o ângulo visual e está</p><p>conectado às extremidades do objeto observado, sem relação com a intensidade luminosa. A pupila é o componente do</p><p>olho humano responsável pela regulação da entrada de luz. Ela se contrai quando há muita luminosidade e aumenta no</p><p>escuro.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde foco e formação de imagens. O foco é a propriedade que</p><p>permite observar em boa definição o contorno dos objetos e não está relacionado ao ângulo visual. O cristalino funciona</p><p>como a lente do olho e altera sua configuração de modo a ajustar a distância focal para observar os objetos. Contudo,</p><p>a distância focal não tem relação com o ângulo de observação; está relacionada à distância entre o objeto e a lente do</p><p>cristalino.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o processo de formação de imagens. Em olhos que</p><p>não necessitam da utilização de lentes, a imagem dos objetos sempre se forma sobre a retina. Quando há alterações no</p><p>formato dos olhos, o cristalino não consegue formar as imagens adequadamente e acaba projetando-as antes ou depois</p><p>da retina. Contudo, essa má formação de imagens também se relaciona à distância focal, e não ao ângulo de observação.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não conhece a definição de ponto próximo e ponto remoto. Esses</p><p>são os nomes utilizados para as distâncias mínima e máxima que o olho humano consegue enxergar enquanto mantém</p><p>a imagem em foco. Normalmente, elas são distâncias fixas de aproximadamente 25 cm para o ponto próximo e infinito</p><p>para o ponto remoto, mas podem se alterar em pessoas mais velhas. São grandezas relacionadas ao foco dos objetos e</p><p>não têm relação com o ângulo de observação.</p><p>8</p><p>E) CORRETA. O ângulo V representa o ângulo visual, a variável que determina o tamanho aparente de um objeto na per-</p><p>cepção do olho e do cérebro humano. A imagem do que se vê é projetada na retina, e o tamanho dessa imagem depende</p><p>do ângulo através do qual se observa o objeto. Se o objeto está próximo, o ângulo visual é maior, e a imagem é projetada</p><p>maior na retina; por consequência, o cérebro vai entendê-la como sendo a projeção de um objeto grande. Para objetos</p><p>a maior distância, o ângulo visual é menor, a imagem projetada na retina é menor, e o cérebro entende o objeto como</p><p>pequeno. É por essa razão que o olho humano enxerga objetos distantes como pequenos,</p><p>e objetos próximos como</p><p>grandes. Um mesmo objeto aparenta ter tamanhos distintos dependendo de sua posição, como mostra o esquema.</p><p>Pupila</p><p>Imagem na retina</p><p>Sistema de lente consistindo</p><p>em câmara ocular anterior</p><p>e lentes atrás da pupila</p><p>2</p><p>Objeto</p><p>α2α1</p><p>Ângulo 1</p><p>α1</p><p>Ângulo 1 Ângulo 2</p><p>1</p><p>D</p><p>is</p><p>tâ</p><p>n</p><p>ci</p><p>a</p><p>1</p><p>Objeto</p><p>D</p><p>is</p><p>tâ</p><p>n</p><p>ci</p><p>a</p><p>2</p><p>QUESTãO 109 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde os princípios das técnicas de despoluição ambiental em</p><p>ambientes aquáticos. A utilização dos filtros biológicos é feita no tratamento de águas residuárias de esgoto doméstico,</p><p>rural e/ou industrial. Nesse caso, utilizam-se tanques ou brejos construídos em que se cultivam plantas aquáticas ou</p><p>resistentes ao alagamento, que fazem a filtragem da água por meio das absorções dos poluentes pelas raízes.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde a aplicabilidade das técnicas, pois esta não é para des-</p><p>poluição de uma área, mas para observação das alterações ocorridas em determinado ambiente. Na biomonitoração,</p><p>são utilizados seres vivos, indivíduos isolados ou uma comunidade, como uma ferramenta de controle e mensuração</p><p>da qualidade ambiental de uma área, baseando-se nas respostas desses organismos às alterações que ocorrem no</p><p>ambiente monitorado.</p><p>C) CORRETA. A biorremediação é uma técnica que consiste em utilizar bactérias, fungos e/ou plantas para reduzir, remover</p><p>ou remediar contaminações ambientais. Nesse caso, remover ou degradar o óleo derramado em ambientes aquáticos</p><p>como os oceanos.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde em qual ambiente deve ser aplicada cada técnica. Pelo</p><p>fato de que essa alternativa traz a opção da incineração, que é uma técnica utilizada para reduzir a quantidade de lixo</p><p>produzido em determinado local, com a queima do material poluente. A incineração promove a despoluição bacteriana,</p><p>durante a queima de resíduos hospitalares, e é realizada em fornos de grandes indústrias para a queima de diversos tipos</p><p>de resíduos e geração de energia.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde as terminologias e aplicação das técnicas apresentadas.</p><p>Isso porque a biodigestão é um método para produção de adubos e gás combustível que utiliza restos de compostos</p><p>orgânicos, e não uma técnica de despoluição ambiental.</p><p>QUESTãO 110 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa pensa, equivocadamente, que os moradores locais não são incor-</p><p>porados às funções que surgem com a instalação de hidrelétricas. No entanto, as hidrelétricas existentes possuem</p><p>programas de captação de funcionários, em diferentes níveis hierárquicos, para que a população da região seja impac-</p><p>tada positivamente em trabalho e renda.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa tem conhecimento sobre a migração da população local mais próxima</p><p>à hidrelétrica. No entanto, isso não ocorre em detrimento do avanço econômico da região, e não necessariamente para</p><p>as grandes metrópoles próximas.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que os recursos hídricos da região são os mesmos, e</p><p>seu excesso não diminui a necessidade de atuação de uma empresa de tratamento deles para torná-los acessíveis à</p><p>população.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende o impacto da poluição dos rios no aumento de transeun-</p><p>tes na região. Entretanto, aumentar a atividade turística teria como princípio elevar a perspectiva dos visitantes quanto ao</p><p>cuidado com nossos recursos renováveis, e se bem orientados nos programas de visita podem compreender a força do</p><p>impacto da poluição principalmente no funcionamento das hidrelétricas que dependem dos rios.</p><p>E) CORRETA. O espaço físico necessário para a represa cria grandes regiões alagadas no entorno, impactando fortemente</p><p>a população ribeirinha no que diz respeito a sua moradia e outros fatores. Por isso, é um dos principais pontos a serem</p><p>debatidos na criação dessas instalações e foco de protestos.</p><p>9</p><p>QUESTãO 111 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende a natureza do processo que transforma o átomo de</p><p>Xe no íon Xe1 a partir da nomeação incorreta desse processo de transformação.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende que ocorre um processo de ionização do xenônio crucial</p><p>para ocorrência da propulsão, mas associa a atuação do campo eletromagnético sobre uma espécie neutra, o átomo de</p><p>xenônio, o que contraria as leis naturais.</p><p>C) CORRETA. A perda de um elétron do átomo de xenônio a partir da sua ionização o transforma em uma espécie de carga</p><p>positiva sujeita a sofrer ação de um campo eletromagnético em concordância com as leis da física, causando aceleração</p><p>das partículas carregadas e consequente propulsão do veículo.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende que há um processo de ionização que ocorre com o xenônio,</p><p>mas não considera que sobre uma carga qualquer o campo eletromagnético não tem resultante nula, e mesmo havendo</p><p>força resultante nula, não haveria aceleração dos cátions.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende que há um processo de ionização que ocorre com o xenônio</p><p>e associa corretamente a formação de campos eletromagnéticos a bobinas. Mas associa incorretamente a liberação de</p><p>energia ao processo de ionização do xenônio em seu respectivo cátion.</p><p>QUESTãO 112 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acerta ao deduzir que o tempo de carregamento aumenta, mas erra</p><p>ao associar isso a uma resistência mais baixa do fio.</p><p>B) CORRETA. O fio do carregador possui uma resistência própria, e, de acordo com a segunda lei de Ohm, quanto maior o</p><p>comprimento, maior é a resistência. Assim, a resistência equivalente do circuito aumenta e a corrente de saída do carre-</p><p>gador diminui, demorando mais para carregar o celular.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa erra ao associar que um maior comprimento leva a uma menor resis-</p><p>tência, relacionando a resistência mais baixa a uma corrente maior.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acerta ao associar o comprimento do fio maior com uma maior resis-</p><p>tência, mas erra ao relacionar isso a uma corrente maior e tempo de recarga menor.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa pode imaginar que o comprimento do cabo não leva a nenhuma dife-</p><p>rença no tempo de carregamento, e justifica isso com a inexistência da relação de comprimento e resistência.</p><p>QUESTãO 113 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a remoção da cobertura vegetal deixa os rios mais sujei-</p><p>tos à evaporação, assim diminuindo seu volume e fornecendo água na forma de vapor para os rios voadores. Porém, é a</p><p>transpiração da vegetal que de fato abastece os rios voadores.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa sabe que a água, ao passar pelo solo, dilui sais minerais e acredita</p><p>que a redução desse processo possa salinizar o solo, esquecendo que esses minerais são os componentes naturais do</p><p>solo e que não estão sendo adicionados de forma extra.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a remoção da cobertura vegetal deixa a água presente</p><p>no solo mais sujeita à evaporação e que isso contribuiria de forma substancial para o aumento da emissão de vapor para</p><p>a atmosfera. No entanto, é a transpiração da vegetação que fornece os maiores volumes de vapor d’água.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa sabe que, em muitos locais, ocorre falta de água, mas ignora que</p><p>isso é decorrente de fatores como poluição das águas, falta de investimento em saneamento básico e alterações nos</p><p>regimes de chuva. A impermeabilização do solo não altera a quantidade total de água no planeta, mas sim sua dinâmica</p><p>de distribuição e disponibilidade.</p><p>E) CORRETA. Com o solo das áreas urbanas impermeabilizado, a água não consegue infiltrar-se no mesmo, o que aumenta</p><p>seu deslocamento sobre a superfície, sobrecarregando</p><p>os sistemas de drenagem e, muitas vezes, culminando em</p><p>enchentes.</p><p>QUESTãO 114 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não percebe que, embora os átomos radiativos possam estar</p><p>aquecidos, o processo de decaimento independe do seu grau de agitação. Assim, os átomos radiativos não precisam</p><p>necessariamente estarem dotados de energia térmica.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que a energia virá do decaimento do átomo radioativo que</p><p>liberará radiação. Percebe também que a energia será transformada em energia térmica que fará com que a água eva-</p><p>pore. Porém, é preciso que as turbinas sejam movimentadas para que haja a produção de eletricidade. Portanto, o aluno</p><p>ignora a conversão intermediária de energia térmica em mecânica que só então será transformada em energia elétrica.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que a energia virá do decaimento do átomo radioativo que</p><p>liberará radiação. Porém não percebe que a radiação por si só não é capaz de movimentar as pás de uma turbina. Assim,</p><p>ignora uma das etapas do processo.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde os conceitos de energia química e térmica. Assim, o aluno</p><p>considera vaporização como um processo de transformação químico, porém trata-se de uma mudança de estado físico</p><p>induzida pelo fornecimento de calor.</p><p>10</p><p>E) CORRETA. Em uma usina nuclear, os átomos radiativos sofrem decaimento, emitem energia sob a forma de radiação.</p><p>Essa radiação, então, aquece um reservatório de água. Assim, a energia se converte para energia térmica. Essa água</p><p>se vaporizará, o que irá mover as pás das turbinas da usina, transformando a energia em energia mecânica. Essas pás</p><p>moverão um grande eletroímã gerando, finalmente, a energia elétrica.</p><p>QUESTãO 115 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende que uma reação com sinal negativo de calor de combus-</p><p>tão representa uma reação exotérmica, que libera calor. Entretanto, se confunde ao afirmar que a reação libera menos</p><p>calor que a combustão de etanol, provavelmente pelos sinais negativos das reações.</p><p>Calor de combustão da amostra contaminada 5 22,3 ? 106 kJ/mol 5 22 300 000 kJ/mol</p><p>Calor de combustão do etanol 5 21,35 ? 103 kJ/mol 5 21 350 kJ/mol</p><p>22 300 000 kJ/mol</p><p>21 350 kJ/mol</p><p>5 1 703</p><p>Os sinais negativos dos calores de combustão são pela reação exotérmica, mas em termos absolutos o valor do calor de</p><p>combustão da amostra é maior que o do etanol.</p><p>B) CORRETA. A reação exotérmica é aquela que libera energia, e isso pode ser constatado pelo sinal negativo do valor de</p><p>calor de combustão apresentado no texto. O aluno compreende que o valor de calor de combustão do dietilenoglicol é</p><p>maior que do etanol.</p><p>Calor de combustão da amostra contaminada 5 22,3 ? 106 kJ/mol 5 22 300 000 kJ/mol</p><p>Calor de combustão do etanol 5 21,35 ? 103 kJ/mol 5 21 350 kJ/mol</p><p>22 300 000 kJ/mol</p><p>21 350 kJ/mol</p><p>5 1 703</p><p>O calor de combustão da amostra é 1 703 vezes maior que o calor de combustão do etanol.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se equivoca ao afirmar que a reação endotérmica apresenta sinal</p><p>negativo de calor de combustão, já que representa absorção de energia. Entretanto, compreende que a reação endotér-</p><p>mica absorve energia.</p><p>Calor de combustão da amostra contaminada 5 22,3 ? 106 kJ/mol 5 22 300 000 kJ/mol</p><p>Calor de combustão do etanol 5 21,35 ? 103 kJ/mol 5 21 350 kJ/mol</p><p>22 300 000 kJ/mol</p><p>21 350 kJ/mol</p><p>5 1 703</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se equivoca ao afirmar que uma reação exotérmica absorve energia</p><p>e não assimila que o calor de combustão do dietilenoglicol é maior que o do etanol.</p><p>Calor de combustão da amostra contaminada 5 22,3 ? 106 kJ/mol 5 22 300 000 kJ/mol</p><p>Calor de combustão do etanol 5 21,35 ? 103 kJ/mol 5 21 350 kJ/mol</p><p>22 300 000 kJ/mol</p><p>21 350 kJ/mol</p><p>5 1 703</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a representação de um valor negativo de calor</p><p>de combustão no texto sugere uma reação exotérmica que libera calor, e não uma reação endotérmica.</p><p>Calor de combustão da amostra contaminada 5 22,3 ? 106 kJ/mol 5 22 300 000 kJ/mol</p><p>Calor de combustão do etanol 5 21,35 ? 103 kJ/mol 5 21 350 kJ/mol</p><p>22 300 000 kJ/mol</p><p>21 350 kJ/mol</p><p>5 1 703</p><p>QUESTãO 116 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa apenas a variação encontrada entre os níveis de carboidrato</p><p>do produto, identificando uma diferença maior do de cerca de 30% entre o valor encontrado no rótulo e na análise. Sendo</p><p>assim, ele ignora que a quantidade de proteínas encontrada está dentro da variação permitida.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa apenas os valores absolutos, sem levar em conta que é</p><p>permitida uma variação de 20% entre a quantidade de nutrientes prometida no rótulo e a concentração que de fato está</p><p>no produto. Assim, ignora que a quantidade de carboidratos encontrada está dentro da variação permitida.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa apenas os valores absolutos, sem levar em conta que é</p><p>permitida uma variação de 20% entre a quantidade de nutrientes prometida no rótulo e a concentração que de fato está</p><p>no produto. Assim, ignora que a quantidade de proteínas e de carboidratos encontrada está dentro da variação permitida.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa apenas a variação encontrada entre os níveis de carboidrato</p><p>do produto, identificando uma diferença maior do que 50% entre o valor encontrado no rótulo e na análise. Sendo assim,</p><p>ele ignora que a quantidade de proteínas encontrada está dentro da variação permitida.</p><p>E) CORRETA. A quantidade de proteína encontrada no produto foi 26% inferior ao que consta no rótulo, enquanto a quanti-</p><p>dade de carboidrato foi 111% superior ao que rótulo informa.</p><p>11</p><p>QUESTãO 117 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não reconhece que o maior pico de emissão do LED está no azul e</p><p>não identifica que a radiação associada ao aquecimento é o infravermelho.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, equivocadamente, que o azul é uma cor associada à trans-</p><p>missão de calor, indicando uma falta de compreensão a respeito do espectro eletromagnético e suas formas de interação.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que um dos picos de emissão do LED está no infravermelho,</p><p>indicando uma má interpretação do texto-base.</p><p>D) CORRETA. A lâmpada incandescente possui emissão na região visível, possibilitando a complementação da iluminação</p><p>ambiente. Além disso, ela possui a maior parte de sua emissão no infravermelho, radiação responsável por transmitir calor</p><p>para o alimento, mantendo-o aquecido. Dessa forma, essa lâmpada é a mais adequada entre as opções, cumprindo as</p><p>funções necessárias.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde as regiões do ultravioleta e do infravermelho. Isso indica</p><p>desconhecimento do espectro eletromagnético e uma leitura deficiente do texto-base, que traz tal informação.</p><p>QUESTãO 118 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende os processos biotecnológicos de clonagem e de</p><p>transgenia. Nesse caso, esse estudante entende que um processo de clonagem é suficiente para a resolução do problema;</p><p>porém, nessa situação, será necessário utilizar técnicas de transgenia para fazer com que a planta mate as lagartas ao</p><p>consumirem suas folhas, agora incorporadas ao inseticida natural.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende os processos biotecnológicos de mutação genética</p><p>e de transgenia; mutações genéticas ocorrem de maneira espontânea, ainda não sendo possível realizar o controle desse</p><p>fenômeno em laboratório.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende os processos biotecnológicos de hibridismo e de</p><p>transgenia. O uso de hibridismo seria uma prática inviável pelo fato de ainda não ser possível realizar o cruzamento</p><p>direto</p><p>entre o milho e a bactéria, sendo necessário utilizar técnicas de transgenia para retirar somente características de inte-</p><p>resse da bactéria e inserir no milho.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende as características, uso de produtos agrotóxicos</p><p>e processos biotecnológicos de transgenia. Além disso, também desconsidera os apontamentos do texto-base, o qual</p><p>apresenta um problema que busca uma solução que não seja o uso de agrotóxicos.</p><p>E) CORRETA. Com base nos dados obtidos pelos cientistas, o processo mais viável é a produção de organismos geneti-</p><p>camente modificados, como os transgênicos. Para isso, o processo biotecnológico envolvido perpassa o isolamento do</p><p>gene; a inserção deste em um plasmídeo a partir de enzimas de restrição; e, por fim, a incorporação desse gene no milho</p><p>por meio de uma outra bactéria (Agrobacterium), que é capaz de incorporar o gene de interesse (Cry) no material genético</p><p>do milho. Logo, a planta se tornará transgênica e, consequentemente, ao ser consumida pela lagarta, irá matá-la.</p><p>QUESTãO 119 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desconsidera que o rendimento da obtenção industrial do propranolol</p><p>é de 89%, realizando os cálculos da massa de fármaco obtida a partir de 1,4 grama de α-naftol considerando um rendi-</p><p>mento de 100%.</p><p>144 g α-naftol 259 g propranolol</p><p>1,4 g α-naftol x propranolol</p><p>x 5 2,52 g propranolol</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza os cálculos da massa de propranolol obtida a partir de</p><p>2,9 gramas de α-naftol considerando um rendimento de 100%, sem levar em conta que o rendimento da obtenção indus-</p><p>trial deste fármaco é de 89%.</p><p>144 g α-naftol 259 g propranolol</p><p>2,9 g α-naftol x propranolol</p><p>x 5 5,22 g propranolol</p><p>C) CORRETA. O texto trata sobre o processo de obtenção industrial do propranolol, um anti-hipertensivo, a partir da reação</p><p>entre α-naftol e epicloridrina, com um rendimento de 89%. Para determinar a quantidade de propranolol obtida a partir</p><p>das quantidades dos reagentes, deve-se considerar as proporções estequiométricas da reação química. De acordo com o</p><p>esquema, um mol de α-naftol (144 g/mol) reage com um mol de epicloridrina (92,5 g/mol) formando um mol de propranolol</p><p>(259 g/mol). Assim, considerando que o rendimento do processo é de 89%, o uso de 7,2 gramas de α-naftol permite a</p><p>obtenção de aproximadamente 11,5 gramas de propranolol, como mostrado a seguir.</p><p>144 g α-naftol 259 g propranolol</p><p>7,2 g α-naftol x propranolol</p><p>x 5 12,95 g propranolol</p><p>12,95 g 100%</p><p>y 89%</p><p>y 5 11,53 g propranolol</p><p>12</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera que o rendimento da obtenção industrial do propra-</p><p>nolol é de 89%, realizando os cálculos da massa de fármaco obtida a partir de 4,6 gramas de epicloridrina utilizando um</p><p>rendimento de 100%.</p><p>92,5 g epicloridrina 259 g propranolol</p><p>4,6 g epicloridrina x propranolol</p><p>x 5 12,88 g propranolol</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza os cálculos da massa de propranolol obtida a partir de</p><p>9,3 gramas de epicloridrina considerando um rendimento de 100%, sem levar em conta que o rendimento da obtenção</p><p>industrial deste fármaco é de 89%.</p><p>92,5 g epicloridrina 259 g propranolol</p><p>9,3 g epicloridrina x propranolol</p><p>x 5 26,04 g propranolol</p><p>QUESTãO 120 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende limitadamente a terceira lei de Kepler e o heliocentrismo.</p><p>Essa alternativa possui dois erros:</p><p>1. Dizer que os astros comparados devem orbitar um outro astro do mesmo sistema solar.</p><p>2. Dizer que a Terra é o centro do nosso sistema solar.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende incorretamente a segunda lei de Kepler. O vetor posição</p><p>varre áreas iguais em tempos iguais, e não em qualquer tempo considerado.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende que a órbita não poderia ser uma circunferência, indicando</p><p>uma falta de conhecimento a respeito das relações de elipse e circunferência. Na primeira lei de Kepler, um astro é</p><p>considerado muito maior do que o outro, como o Sol e os demais planetas. No entanto, as órbitas podem ser circulares</p><p>em casos particulares, uma vez que a circunferência é um caso particular da elipse, assim como o quadrado é um caso</p><p>particular e de retângulo. Outro ponto importante é o fato de que o astro central fica em um dos focos da elipse.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa tem dificuldade em reconhecer a hipótese da primeira lei de Kepler</p><p>que assume o Sol como o astro central, portanto, de massa muito maior do que os demais planetas que o orbitam.</p><p>Quando um dos astros é muito maior do que o outro, o maior fica praticamente parado em um dos focos da elipse exe-</p><p>cutada pelo astro menor. No entanto, se ambos possuem massas semelhantes, ambos orbitam em torno do centro de</p><p>massa do sistema. Nesse caso, nenhum dos dois astros do sistema estará parado no foco da elipse executada pelo outro.</p><p>E) CORRETA. Os dois astros comparados na terceira lei de Kepler devem orbitar em torno do mesmo astro, necessaria-</p><p>mente. Todos os astros do nosso sistema solar orbitam em torno do Sol, sendo ele o astro central de nosso sistema. Vale</p><p>destacar que podemos aplicar a terceira lei de Kepler para outros astros centrais, por exemplo, para duas luas de Júpiter,</p><p>considerando a órbita dessas luas em torno de Júpiter e os seus respectivos períodos de translação em torno, também,</p><p>de Júpiter.</p><p>QUESTãO 121 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa, ao realizar o cálculo do potencial necessário para a eletrólise ígnea</p><p>do NaCl, não considera o jogo de sinais entre os potenciais padrão do sódio e do cloro, fazendo apenas a soma entre</p><p>eles:</p><p>ΔE 5 Ered (cátodo) 2 Ered (ânodo)</p><p>ΔE 5 22,71 2 1,36</p><p>ΔE 5 21,35 V</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa que, na semirreação do cloro, há o dobro de elétrons do que</p><p>na reação do sódio:</p><p>Na1 (l) 1 e2 → Na (s)</p><p>2 Cl2 (l) → Cl2 (g) 1 2 e2</p><p>Assim, para igualar o número de elétrons, ao fazer o cálculo do potencial, ele divide o potencial do cloro por dois:</p><p>ΔE 5 Ered (cátodo) 2 Ered (ânodo)</p><p>ΔE 5 22,71 2 (11,36)</p><p>2</p><p>ΔE 5 23,39 V</p><p>C) CORRETA. Na eletrólise ígnea do cloreto de sódio (NaCl), os íons Na1 sofrem redução, ou seja, atuam como o cátodo, e</p><p>os íons Cl2 sofrem oxidação, ou seja, atuam como o ânodo, resultando em sódio metálico e cloro gasoso. Para calcular</p><p>o potencial necessário para esse processo ocorrer, consideram-se os potenciais padrão das semirreações fornecidas e</p><p>calcula-se a diferença entre eles:</p><p>ΔE 5 Ered (cátodo) 2 Ered (ânodo)</p><p>ΔE 5 22,71 2 (11,36)</p><p>ΔE 5 24,07 V</p><p>Assim, a eletrólise ígnea do NaCl ocorre mediante o fornecimento de um potencial equivalente a 24,07 V.</p><p>13</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa que, na semirreação do cloro, há o dobro de elétrons do que</p><p>na reação do sódio:</p><p>Na1 (l) 1 e2 → Na (s)</p><p>2 Cl2 (l) → Cl2 (g) 1 2 e2</p><p>Assim, para fazer a correspondência do potencial com o número de elétrons, ao fazer o cálculo do potencial, ele multiplica</p><p>o potencial do cloro por dois:</p><p>ΔE 5 Ered (cátodo) 2 Ered (ânodo)</p><p>ΔE 5 22,71 2 2 ? (11,36)</p><p>ΔE 5 25,43 V</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa que, para chegar à equação global da eletrólise ígnea do</p><p>NaCl, é necessário fazer o balanceamento da semirreação do sódio (multiplicar por 2):</p><p>Na1 (l) 1 e2 → Na (s)</p><p>2 Cl2 (l) → Cl2 (g) 1 2e2</p><p>2 Na1 (l) 2 2 Cl2 (l) → 2 Na (s) 1 Cl2 (g)</p><p>Assim, ao fazer o cálculo do potencial, ele considera o mesmo balanceamento no potencial padrão do sódio:</p><p>ΔE 5 Ered (cátodo) 2 Ered (ânodo)</p><p>ΔE 5 2 ? (22,71) 2 (11,36)</p><p>ΔE 5 26,78 V</p><p>QUESTãO 122 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que alterações epigenéticas possam levar a mudanças na</p><p>sequência de nucleotídeos do DNA, alterando a informação genética do organismo.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa sabe que a expressão genética em eucariotos,</p><p>a exemplo do ser</p><p>humano, está sujeita a mecanismos de splicing alternativo, que pode gerar diferentes proteínas a partir de um único gene.</p><p>Porém, equivoca-se ao acreditar que isso esteja relacionado à epigenética, bem como ao acreditar que a remoção de</p><p>regiões não codificantes ocorra na cromatina – quando, na verdade, é o transcrito primário ou pré-RNAm que tem essas</p><p>regiões removidas.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa foca no termo “herdáveis” e comete um erro conceitual ao acreditar</p><p>que o código genético possa mudar, quando, na verdade, ele é universal.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o conjunto cromossômico de um recém-nascido possa</p><p>ser instável, dada à imaturidade do indivíduo nessa etapa da vida.</p><p>E) CORRETA. A epigenética é um campo de pesquisa que investiga como os estímulos ambientais podem ativar determi-</p><p>nados genes e silenciar outros, levando a mudanças na expressão gênica que podem ser herdadas e que não alteram a</p><p>sequência do DNA.</p><p>QUESTãO 123 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o fluxo magnético e a lei de Faraday, que afirma</p><p>que a f.e.m. produzida é proporcional à taxa de variação temporal do fluxo magnético. Como esse fluxo dado pelo produto</p><p>da área da espira (ou da bobina) pelo campo magnético, então a redução da área implicaria uma redução da taxa de</p><p>variação do fluxo, mantendo-se os demais parâmetros e forma de operação constantes.</p><p>B) CORRETA. A lei de Faraday afirma que ε 5 2 N ? Δϕ</p><p>Δt</p><p>, sendo ϕ 5 B ? A.</p><p>Dessa forma, aumentar o número de espiras permite aumentar a f.e.m., desde que os demais parâmetros sejam mantidos</p><p>constantes.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde o conceito do processo de geração de energia de um gera-</p><p>dor eletromecânico. Aumentar o período de rotação do rotor implica aumentar o tempo para que este complete uma volta;</p><p>portanto, aumentar o tempo de variação do fluxo magnético. Isso ocasionaria uma redução da f.e.m.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não relaciona fluxo magnético com o campo magnético. A redução</p><p>do campo magnético implicaria uma redução do fluxo magnético, portanto uma redução da f.e.m.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não entende sobre o processo de geração de energia de um gerador</p><p>eletromecânico. A redução da taxa de variação temporal do fluxo magnético reduz a f.e.m.</p><p>QUESTãO 124 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa um aumento de transferência de calor a um material de</p><p>menor condutividade térmica. Dessa forma, acredita que a aleta feita de aço maximizará a taxa de dissipação de calor.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa, com base na informação de que a taxa de transferência de calor é</p><p>proporcional à área da superfície e à diferença de temperatura entre a superfície e o fluido, leva em consideração que a</p><p>aleta de zinco sofrerá a maior dilatação por ter maior coeficiente de expansão térmica. Porém, não leva em consideração</p><p>que a variação de temperatura das aletas não será a mesma para todos os materiais. Além do mais, o acréscimo de área</p><p>em virtude da dilatação é basicamente desprezível neste caso (os coeficientes de dilatação são da ordem de 10-5).</p><p>14</p><p>C) CORRETA. A aleta de cobre é a que mais aumentará a taxa de dissipação de calor por possuir a maior condutividade</p><p>térmica. Além disso, o cobre possui menor calor específico, logo a temperatura da aleta desse material será a maior entre</p><p>todas as possibilidades de materiais disponíveis. Como a dissipação de calor das aletas é proporcional à diferença de</p><p>temperatura entre a superfície e o fluido, a aleta de cobre maximizará a taxa de dissipação de calor da superfície aquecida.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a aleta de níquel é a mais adequada em virtude de suas</p><p>propriedades intermediárias em relação às propriedades dos demais materiais. O aluno associa todas as propriedades</p><p>apresentadas na tabela como importantes para que uma aleta possa desempenhar bem seu papel de dissipação de calor</p><p>do equipamento em que é instalada. Dessa forma, acredita que um material que apresente propriedades intermediárias</p><p>em todas as propriedades apresentadas seria o material mais adequado para sua fabricação.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa o aumento na taxa de dissipação de calor ao maior valor do</p><p>calor específico do material. Visualizando apenas a relação ΔQ 5 mcΔT, o aluno acredita que o calor será tão maior quanto</p><p>maior for o calor específico do material. Entretanto, não percebe que o calor depende também da massa e da variação da</p><p>temperatura do corpo, cujas informações ele não possui. Além disso, o calor calculado com base na relação anterior é o</p><p>calor absorvido pela aleta, mas não o calor que ela dissipa para o fluido que está em contato com sua superfície.</p><p>QUESTãO 125 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que não há nenhum embasamento científico rela-</p><p>cionado ao erguer os braços enquanto soluça como sendo um procedimento eficaz no sentido de eliminar os soluços.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que não há nenhum embasamento científico relacio-</p><p>nado ao puxar a própria língua enquanto soluça como sendo um procedimento eficaz no sentido de eliminar os soluços.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que não há nenhum embasamento científico rela-</p><p>cionado ao repetir frases enquanto soluça como sendo um procedimento eficaz no sentido de eliminar os soluços.</p><p>D) CORRETA. Quando prendemos a respiração por alguns segundos, aumentamos a quantidade de gás carbônico no</p><p>sangue e, assim, faz com que o cérebro atue no sentido de contrair o diafragma.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que não há nenhum embasamento científico rela-</p><p>cionado ao colocar um pedaço de algodão molhado no centro da testa da pessoa que está soluçando como sendo um</p><p>procedimento eficaz no sentido de eliminar os soluços.</p><p>QUESTãO 126 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta que o sensor é capaz de detectar uma ampla variedade de</p><p>espécies químicas, mas o texto não fornece informações sobre essa amplitude. O foco está na detecção de compostos</p><p>químicos que podem afetar a qualidade da água, sem especificar uma ampla variedade.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o sensor tem a capacidade de identificar substâncias</p><p>químicas com alta precisão em qualquer ambiente. Embora o sensor tenha um desempenho equivalente a dispositivos de</p><p>custo superior, o texto não menciona sua precisão em diferentes ambientes ou sua capacidade de detectar substâncias</p><p>específicas.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa indica que a utilização de reagentes tóxicos nas reações é uma van-</p><p>tagem, pois aumentaria a sensibilidade na detecção. No entanto, o texto destaca que uma das vantagens do sensor é não</p><p>utilizar reagentes químicos tóxicos, o que o torna mais sustentável e seguro.</p><p>D) CORRETA. A principal vantagem do sensor portátil desenvolvido pelos pesquisadores é a possibilidade de reprodução</p><p>em larga escala e de baixo custo em qualquer lugar do mundo. Isso é enfatizado no texto, que menciona o custo unitário</p><p>de pouco mais de R$ 0,50, tornando-o acessível à população em geral. Além disso, o sensor pode ser fabricado sem</p><p>depender de etapas que demandam manuseio humano, facilita a distribuição e a utilização generalizada do dispositivo.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o sensor utiliza materiais não sustentáveis na sua fabri-</p><p>cação (como o ouro), mas o texto menciona o contrário. Ele destaca que o sensor é feito de papelão, pode incluir material</p><p>reaproveitado e subutilizado e não lança mão de reagentes químicos tóxicos nas reações, tornando-o sustentável.</p><p>QUESTãO 127 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta</p><p>alternativa ignora o fato de que beber água do mar provoca desidratação, que,</p><p>como o próprio nome indica, consiste na diminuição da concentração de água no organismo.</p><p>B) CORRETA. Beber água do mar, cuja concentração de sal é muito mais alta que a do nosso organismo, faz com que as</p><p>células comecem a perder água por osmose, numa tentativa de equilibrar a concentração de sal de dentro e de fora das</p><p>células, o que provoca desidratação.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera que a desidratação dos tecidos corporais não se dá</p><p>por difusão facilitada – processo adequado para a passagem passiva de solutos, como glicose e aminoácidos, e de íons,</p><p>e sim por osmose.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa ignora que a passagem da água pelas membranas celulares –</p><p>osmose – é mais rápida que a difusão facilitada do sal; dessa forma, ocorrerá a desidratação.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera que a passagem do sal por membranas celulares é</p><p>mais lenta que a passagem de água, não havendo, portanto, “a diminuição da entrada de sal” no caso de ingestão de</p><p>água do mar.</p><p>15</p><p>QUESTãO 128 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não pondera corretamente que a exposição das águas residuárias</p><p>com contaminantes ácidos ou inflamáveis podem provocar problemas secundários, ambientais e ocupacionais.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desconsidera a ligação de hidrogênio que ocorre entre os grupos</p><p>funcionais dessas funções orgânicas e a água. Com isso, é aumentada a solubilidade desses compostos na água e</p><p>impede-se ou diminui-se a eficiência do processo de retirada destes no processo de tratamento.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o fenômeno biológico da fixação biológica pelas</p><p>raízes em que ocorre com o intermédio de bactérias e microrganismos.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não atenta à possibilidade da percolação de matéria pelo solo, disposta</p><p>no texto, bem como não compreende a formação estrutural dos solos e a localização de aquíferos, que podem ser afetados</p><p>pelos contaminantes da água.</p><p>E) CORRETA. Durante a utilização do procedimento de tratamento de água residuárias, diz o texto, ocorre fixação química.</p><p>Os elementos P, N e K, essenciais para constituição saudável do solo, podem então ser incorporados ao solo.</p><p>QUESTãO 129 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Como o limite de velocidade é dado, é possível converter essa velocidade para m/s:</p><p>90 km/h</p><p>1 km 5 1 000 m</p><p>1 h 5 3 600 s</p><p>90 km/h ? (1 000</p><p>3 600) 5 25 m/s</p><p>Pelo gráfico, é possível perceber que o deslocamento é uniforme, logo o carro segue em velocidade constante. Então,</p><p>sua velocidade média durante todo o percurso é a velocidade no qual o carro cruzou o radar. Como o carro desloca</p><p>250 metros em 7 segundos, tem-se:</p><p>v 5 250 m</p><p>7 s</p><p>5 35,7 m/s 5 128,6 km/h</p><p>Que está acima do limite de velocidade de 25 m/s e acima do limite de 90 km/h.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa presume que a unidade de deslocamento é a unidade de velocidade,</p><p>então o carro passa de 25 m/s logo no primeiro segundo do gráfico.</p><p>Entretanto, como a unidade é deslocamento e o limite de velocidade é dado, é possível converter essa velocidade para m/s:</p><p>90 km/h</p><p>1 km 5 1 000 m</p><p>1 h 5 3 600 s</p><p>90 km/h ? (1 000</p><p>3 600) 5 25 m/s</p><p>Pelo gráfico, é possível perceber que o deslocamento é uniforme, logo o carro segue em velocidade constante. Então,</p><p>sua velocidade média durante todo o percurso é a velocidade no qual o carro cruzou o radar. Como o carro desloca</p><p>250 metros em 10 segundos, temos:</p><p>v 5 250 m</p><p>10 s</p><p>5 25 m/s 5 90 km/h</p><p>Logo, o carro está dentro do limite de velocidade.</p><p>Também é possível determinar pelo gráfico que a menor unidade de distância é 25 m e de tempo é 1 s, então cada quadrado</p><p>representa 25 m por 1 s. Fazendo uma análise gráfica, nota-se que o carro cruza os pontos de 100 m a 125 m em 1 segundo.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa presume que o gráfico estreito implica maior velocidade e o carro se</p><p>deslocando em menos tempo, como se os eixos estivessem invertidos.</p><p>Entretanto, o carro se desloca a menor velocidade. Como o limite de velocidade é dado, é possível converter essa velo-</p><p>cidade para m/s:</p><p>90 km/h</p><p>1 km 5 1 000 m</p><p>1 h 5 3 600 s</p><p>90 km/h ? (1 000</p><p>3 600) 5 25 m/s</p><p>Pelo gráfico, é possível perceber que o deslocamento é uniforme. Logo, o carro segue em velocidade constante. Então,</p><p>sua velocidade média durante todo o percurso é a velocidade no qual o carro cruzou o radar. Como o carro desloca</p><p>125 metros em 9 segundos, temos:</p><p>v 5 125 m</p><p>9 s</p><p>5 13,8 m/s 5 50 km/h</p><p>Logo, o carro está dentro do limite de velocidade.</p><p>Também é possível determinar pelo gráfico que a menor unidade de distância é 25 m e de tempo é 1 s; então, cada qua-</p><p>drado representa 25 m por 1 s. Fazendo uma análise gráfica, nota-se que o carro cruza os pontos de 100 m a 125 m em</p><p>mais de 1 segundo.</p><p>16</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa presume que, como o carro está desacelerando devido à curva de</p><p>deslocamento, o carro pode ter velocidade o suficiente no início para ultrapassar o limite de velocidade.</p><p>Como o limite de velocidade é dado, é possível converter essa velocidade para m/s:</p><p>90 km/h</p><p>1 km 5 1 000 m</p><p>1 h 5 3 600 s</p><p>90 km/h ? (1 000</p><p>3 600) 5 25 m/s</p><p>E pelo gráfico é possível determinar que a menor unidade de distância é 25 m e de tempo é 1 s, então cada quadrado</p><p>representa 25 m por 1 s. Fazendo uma análise gráfica, nota-se que o carro cruza os pontos de 100 m a 125 m em</p><p>1 segundo e, apesar de estar mais rápido que o limite de velocidade anteriormente, ele passa com velocidade dentro do</p><p>limite de velocidade durante os pontos do radar.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa presume que, como o carro está acelerando devido à curva de des-</p><p>locamento, o carro pode ter velocidade o suficiente para ultrapassar o limite de velocidade.</p><p>Como o limite de velocidade é dado, é possível converter essa velocidade para m/s:</p><p>90 km/h</p><p>1 km 5 1 000 m</p><p>1 h 5 3 600 s</p><p>90 km/h ? (1 000</p><p>3 600) 5 25 m/s</p><p>E pelo gráfico é possível determinar que a menor unidade de distância é 25 m e de tempo é 1 s. Então, cada quadrado</p><p>representa 25 m por 1 s. Fazendo uma análise gráfica, nota-se que o carro cruza os pontos de 100 m a 125 m em</p><p>1 segundo e, apesar de estar mais rápido que o limite de velocidade posteriormente, ele passa com velocidade dentro do</p><p>limite de velocidade durante os pontos do radar.</p><p>QUESTãO 130 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa reconhece que o ouro sólido e o mercúrio formam uma mistura</p><p>homogênea; mas, ao propor que a separação deve ser feita por evaporação, considera apenas os fatores técnicos (é um</p><p>processo viável teoricamente) e se esquece de considerar o risco de contaminação dos trabalhadores dos garimpos que</p><p>irão inalar os vapores tóxicos de mercúrio.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, erroneamente, que a amálgama de mercúrio e ouro</p><p>contém duas fases e, portanto, poderia ser separada por processo de decantação.</p><p>C) CORRETA. O ouro com o mercúrio forma uma mistura. Para um processo de separação seguro, o mercúrio deve ser</p><p>evaporado em ambiente fechado e, posteriormente, condensado. Assim, a maneira de se continuar usado o mercúrio com</p><p>menor risco é realizando a destilação para separação da amálgama.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa diretamente a levigação com o garimpo, já que este é um dos</p><p>principais usos desse processo de separação. Entretanto, a levigação é usada anteriormente à aplicação de mercúrio,</p><p>para separação das fagulhas de ouro dos cascalhos e pedregulhos menos densos.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o ouro, no processo de peneiração, ficaria retido no</p><p>filtro, por ser sólido, e o mercúrio passaria pelo filtro, por ser líquido. Entretanto, o aluno não considera que a mistura é</p><p>homogênea, o que torna</p>

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