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<p>1</p><p>RESOLUÇÕES E RESPOSTAS</p><p>CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS</p><p>Questões de 91 a 135</p><p>QUESTãO 91 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que o vírus zika pressurizado possivelmente atuou</p><p>como antígeno, desencadeando a produção de anticorpos específicos para evitar a infecção pelo vírus zika.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende que o vírus zika pressurizado possivelmente atuou como</p><p>um corpo estranho (antígeno) no camundongo, porém não compreende que isso possivelmente levou à produção de</p><p>anticorpos de resistência que evitariam a infecção contra o vírus zika.</p><p>C) CORRETA. O vírus zika pressurizado possivelmente atuou como um corpo estranho (antígeno) no camundongo, desen-</p><p>cadeando a produção de antígenos específicos que evitariam a contaminação com o vírus zika.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que os corpos estranhos – vírus pressurizados – no</p><p>organismo do camundongo provavelmente atuaram como antígenos, os quais possivelmente formaram anticorpos de</p><p>resistência contra esse corpo estranho específico.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende que o vírus zika pressurizado possivelmente atuou como</p><p>um corpo estranho no camundongo (antígeno), porém não compreende que esse mecanismo poderia gerar no camun-</p><p>dongo a formação de anticorpos específicos que evitariam a infecção contra o vírus zika.</p><p>QUESTãO 92 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se confunde ao realizar a distribuição eletrônica do nióbio no seu</p><p>estado neutro, que possui 41 elétrons. Segundo o diagrama de Linus Pauling, a distribuição correta é 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6</p><p>4s2 3d10 4p6 5s2 4d3.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa, apesar de indicar corretamente o número de prótons e elétrons do</p><p>nióbio, indica o número de massa desse elemento como número de nêutrons. Para se calcular o número de nêutrons do</p><p>nióbio, é necessário subtrair o número atômico do número de massa: 93 2 41 5 52 nêutrons.</p><p>C) CORRETA. O texto menciona que o nióbio é obtido na forma pura a partir da oxidação do pentóxido de nióbio</p><p>(Nb2O5) utilizando alumínio (Al) como agente redutor. Simplificadamente, esse processo pode ser representado pela</p><p>equação Nb2O5 1 Al → Nb 1 Al2O3. Para garantir que a equação esteja corretamente balanceada, é necessário</p><p>igualar o número de átomos de cada elemento em ambos os lados da equação. Assim, a equação balanceada é</p><p>3 Nb2O5 1 10 Al → 6 Nb 1 5 Al2O3, em que 3 moléculas de pentóxido de nióbio reagem com 10 átomos de alumínio,</p><p>obtendo 6 átomos de nióbio na forma pura.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não identifica corretamente o período da tabela periódico em que o</p><p>nióbio está localizado (5o período) e se confunde ao indicar que esse elemento pertence ao grupo dos metais de transição</p><p>interna, quando, na verdade, o nióbio está localizado no grupo dos metais de transição externa.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se confunde ao determinar o número de oxidação do nióbio no</p><p>pentóxido de nióbio (Nb2O5). Nesse composto, cada átomo de oxigênio apresenta NOx 22, totalizando o valor de 210.</p><p>Assim, para garantir a neutralidade das cargas, cada átomo de nióbio deve apresentar NOx 15.</p><p>QUESTãO 93 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o calor como uma variável de estado. Isso pode indicar</p><p>uma confusão entre os conceitos de calor e energia interna do gás. Dessa forma, ao longo de um ciclo Q seria sempre</p><p>nulo.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, equivocadamente, o trabalho como uma variável de</p><p>estado, que, portanto, é nula ao longo de um ciclo. No entanto, isso seria verdadeiro apenas se o gás saísse de um estado</p><p>e voltasse para o estado inicial seguindo exatamente o mesmo caminho de ida e volta.</p><p>C) CORRETA. A energia interna de um gás é uma variável de estado, portanto, ao longo de um ciclo,</p><p>ΔU 5 Q 2 W ⇒ 0 5 Q 2 W ⇒ Q 5 W</p><p>SIMULADO ENEM 2024 – MAIO</p><p>Gabarito do 2o dia</p><p>Ciências da Natureza e suas Tecnologias</p><p>Matemática e suas Tecnologias</p><p>2</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa inverte os sinais da primeira lei da Termodinâmica, tendo:</p><p>ΔU 5 Q 1 W ⇒ 0 5 Q 1 W ⇒ Q 5 2W</p><p>O que seria verdade se a notação considerada fosse W igual ao trabalho sofrido pelo gás.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, Q 5 0, o que indica uma confusão entre os parâmetros de</p><p>energia interna e calor do gás. Outra possibilidade seria considerar o calor como variável de estado. Além disso, faz-se</p><p>uma inversão de sinais na primeira lei da Termodinâmica (o que seria verdade se a notação considerada fosse W igual</p><p>ao trabalho sofrido pelo gás), de forma que:</p><p>ΔU 5 Q 1 W ⇒ ΔU 5 0 1 W ⇒ ΔU 5 1W</p><p>QUESTãO 94 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que a troca da carne bovina pela carne ovina vai reduzir o</p><p>seu impacto individual, mas não se dá conta de que há outras opções de dietas ainda mais eficientes, ou seja, não satis-</p><p>faz o comando.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que o queijo é um alimento cuja produção gera um impacto</p><p>baixo, mas não se dá conta de que o simples aumento de consumo de proteínas lácteas, sem estar associado à redução</p><p>da ingestão de proteínas de grande impacto, não vai ser eficiente na redução do seu impacto individual.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que a carne de frango é a que gera menor impacto ambiental</p><p>entre as carnes, mas não se dá conta de que há outras opções de dietas ainda mais eficientes, ou seja, não satisfaz o</p><p>comando.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que o consumo de camarão criado em cativeiro tem um</p><p>impacto individual menor do que alguns tipos de carne, mas ignora o fato de que, ainda assim, o consumo desse tipo</p><p>de alimento tem um alto impacto ambiental e de que a expansão de áreas desmatadas também vai incrementar esse</p><p>impacto.</p><p>E) CORRETA. As proteínas de origem vegetal têm um impacto ambiental muito menor do que qualquer proteína de origem</p><p>animal, sendo uma opção nutricionalmente viável e que pode substituir as proteínas animais, promovendo, assim, uma</p><p>grande redução no impacto ambiental individual.</p><p>QUESTãO 95 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o papel do oxigênio no ciclo do nitrogênio.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende quem é o reagente limitante na conversão de nitrito</p><p>a nitrato.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa generaliza o comportamento do gás carbônico na água, que leva à</p><p>alteração do pH, ao comportamento de outros gases como o hidrogênio.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a formação de nitrito e a conversão deste a</p><p>nitrato são ambas reações catalisadas por bactérias.</p><p>E) CORRETA. Para resolver a questão, é importante ter em mente as reações químicas envolvidas no ciclo de nitrogênio na</p><p>água.</p><p>NH3 (g) 1 H1 (aq) NH1</p><p>4 (aq) (1)</p><p>2 NH1</p><p>4 (aq) 1 3 O2 (g) 2 NO2</p><p>2 (aq) 1 4 H1 (aq) 1 2 H2O (l) (2)</p><p>2 NO2</p><p>2 (aq) 1 O2 (g) 2 NO2</p><p>3 (aq) (3)</p><p>Uma alta de NO2</p><p>2 (aq) ocorre quando algum dos fatores envolvidos na equação 3 é limitante. Como o aquário é novo, com</p><p>bombas de água em pleno funcionamento, ou seja, com boas condições de oxigenação, entende-se que o limitante da</p><p>reação é o catalisador enzimático, as bactérias Nitrospira.</p><p>Ações que deslocam o equilíbrio de formação do nitrito (equação 2) levariam a um pico de amônio em solução, o que não</p><p>é uma remediação do problema por levar a um outro.</p><p>Dessa forma, é necessário reduzir a quantidade de amônio no aquário, o que pode ser atingido pela redução de alimentos</p><p>no sistema.</p><p>QUESTãO 96 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o comprimento de onda e a frequência são grandezas</p><p>proporcionais, sendo justificada por um equívoco da equação fundamental da ondulatória:</p><p>inviável esse processo de separação.</p><p>QUESTãO 131 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não atentou para o fato de que a difusão é a passagem passiva do</p><p>material através da matriz lipídica, além de ser um transporte ativo, com gasto energético.</p><p>B) CORRETA. A imagem aponta um transporte ativo primário e que, entre outras características, pode sofrer influências das</p><p>substâncias presentes no meio que podem saturar, inativar, competir ou inibir a ação da proteína carreadora, diminuindo</p><p>ou inibindo o seu potencial de transporte.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não atentou para o fato de que o transporte ativo secundário não</p><p>necessita da participação da molécula de ATP (gasto de energia), o que não ocorre no exemplo.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associou corretamente a imagem ao transporte ativo primário, porém</p><p>não atentou ao fato de que a alternativa considera que é um transporte a favor do gradiente, quando, na verdade, é um</p><p>transporte contra o gradiente de concentração.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desconsiderou que o transporte de moléculas polares e íons, a favor</p><p>do gradiente eletroquímico, não tem gasto energético.</p><p>QUESTãO 132 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica corretamente a reação química que ocorre no exemplo, mas</p><p>nomeia incorretamente o reagente da reação, por não considerar corretamente a maior sequência de carbonos como a</p><p>cadeia principal.</p><p>17</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica corretamente que ambas as estruturas do produto têm</p><p>classificação de cadeias semelhantes, mas inclui a insaturação da carbonila na cadeia principal, o que não é devido.</p><p>C) CORRETA. Os carbonos destacados na imagem a seguir são quaternários, pois se ligam a quatro outros carbonos e</p><p>quirais ao mesmo tempo, pois estão ligados, cada um, a quatro grupos diferentes.</p><p>O</p><p>1</p><p>OC C</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica corretamente o grupo funcional que aparece na estrutura</p><p>dos produtos, mas os associa à função orgânica cetona, sendo que essas carbonilas, por estarem na extremidade da</p><p>cadeia, são carbonilas de aldeído.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que há uma isomeria no composto, mas a associa incorre-</p><p>tamente à isomeria constitucional, em que a disposição dos grupos não tem relevância. No entanto, nos produtos existe</p><p>uma isomeria espacial denominada isomeria óptica.</p><p>QUESTãO 133 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde aceleração tangencial com aceleração centrípeta, acredi-</p><p>tando que em um movimento curvilíneo uniforme existe aceleração tangencial, quando, na realidade, ela ocorre apenas</p><p>em um movimento variado.</p><p>B) CORRETA. Como o movimento é retilíneo e uniforme, a única força que age sobre a bola é a centrípeta direcionada para</p><p>o centro.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde uma grandeza proporcional com uma grandeza inversa-</p><p>mente proporcional. A massa é proporcional à força; logo, quanto maior a massa, maior a força. Como é uma trajetória</p><p>curvilínea, a força magnus é a centrípeta, logo o aluno realiza o cálculo da força centrípeta pela fórmula F 5 mv2</p><p>R</p><p>.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde uma grandeza inversamente proporcional com uma grandeza</p><p>proporcional. Como a fórmula da força centrípeta é F 5 mv2</p><p>R</p><p>, as grandezas raio e força são inversamente proporcionais.</p><p>O correto é afirmar que quanto maior o raio, menor a força.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde um conceito errado de força centrípeta. Considera correta-</p><p>mente que a força centrípeta é perpendicular ao MCU, no entanto erra ao colocar que a força centrípeta está voltada para</p><p>fora da curva, e não para dentro.</p><p>QUESTãO 134 Resposta A</p><p>A) CORRETA. O rio está sob processo de eutrofização, fenômeno que ocorre como consequência do aumento da quanti-</p><p>dade de nutrientes no ambiente aquático, provenientes de adubos e/ou da matéria orgânica do esgoto. Nesse processo,</p><p>ocorre uma proliferação excessiva de algas e uma redução nos níveis de oxigênio dissolvido na água.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa reconhece que a poluição da água por rejeitos de mineração e petró-</p><p>leo leva à mortandade de peixes, mas ignora que as demais características apresentadas pelo corpo de água não se</p><p>relacionam com esse tipo de poluição.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que a água aquecida diminui a quantidade de oxigênio da</p><p>água, o que pode provocar a mortandade de peixes, mas confunde-se com a causa da coloração da água, acreditando</p><p>que pode ser devido a corantes e ignorando a informação do texto acerca da quantidade de algas.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa corretamente a presença de detergentes sintéticos e metais</p><p>pesados à morte de organismos aquáticos, mas ignora o fato de que metais pesados não estão relacionados ao processo</p><p>de eutrofização descritos no texto.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa foca apenas na mortalidade dos peixes, reconhecendo que os micro-</p><p>plásticos e uma possível alteração da salinidade da água podem levar à morte de animais aquáticos, mas ignora que</p><p>esses fatores não possuem relação com proliferação excessiva de algas e com a queda nas taxas de oxigênio.</p><p>QUESTãO 135 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera apenas a reação de oxidação que ocorre nas pilhas alca-</p><p>linas, na qual o Zn perde elétrons, ou seja, é oxidado, formando Zn21.</p><p>B) CORRETA. O texto trata das pilhas alcalinas, dispositivos eletroquímicos utilizados para armazenar energia elétrica.</p><p>De acordo com as informações, nas pilhas alcalinas, assim como nas pilhas de Leclanchè, ocorre a oxidação do Zn</p><p>(Zn → Zn21 1 2 e2) e redução do Mn41 (Mn41 1 2 e2 → Mn21). Dessa forma, é possível afirmar que o fluxo de elétrons</p><p>durante o funcionamento das pilhas alcalinas ocorre do Zn para o Mn41.</p><p>18</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa indica o fluxo de elétrons de forma invertida, indicando que os</p><p>elétrons fluem da espécie reduzida (Mn21) para a espécie que sofre oxidação (Zn).</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o fluxo de elétrons de forma errônea, indicando que os</p><p>elétrons fluem da espécie oxidada (Zn21) para a espécie que sofre redução (Mn41).</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera apenas a reação de redução que ocorre nas pilhas alcali-</p><p>nas, na qual o Mn41 ganha elétrons, ou seja, é reduzido, formando Mn21.</p><p>MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS</p><p>Questões de 136 a 180</p><p>QUESTãO 136 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o aluno de número 1 receberia o prêmio, pois tem a</p><p>maior nota na 1a prova.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o aluno de número 2 receberia o prêmio, pois tem o</p><p>desempenho mais regular ao longo das 5 provas, mas ele não tem a maior média.</p><p>C) CORRETA. Cálculo da média de cada aluno.</p><p>Aluno 1 5 20,0 1 10,0 1 15,0 1 16,0 1 17,7</p><p>5</p><p>⇒ Aluno 1 5 15,74</p><p>Aluno 2 5 16,0 1 16,0 1 16,0 1 16,0 1 15,5</p><p>5</p><p>⇒ Aluno 2 5 15,90</p><p>Aluno 3 5 15,8 1 17,0 1 15,2 1 16,0 1 16,0</p><p>5</p><p>⇒ Aluno 3 5 16,00</p><p>Aluno 4 5 12,0 1 20,0 1 19,5 1 18,0 1 10,3</p><p>5</p><p>⇒ Aluno 4 5 15,95</p><p>Aluno 4 5 13,0 1 17,0 1 19,0 1 14,0 1 17,0</p><p>5</p><p>⇒ Aluno 5 5 16,00</p><p>Portanto, os alunos 3 e 5 estão empatados com a maior média. Pelo critério de desempate, como o aluno de número 3</p><p>obteve as notas mais regulares ao longo das provas, ele será o premiado.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o aluno de número 4 receberia o prêmio, pois tem uma</p><p>nota 20,0 e a maior média nas provas 2, 3 e 4.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula as médias dos 5 alunos e verifica que os alunos de número 3</p><p>e 5 estão empatados com a maior média. No entanto, considera como critério de desempate a</p><p>maior nota obtida ao longo</p><p>das provas, concluindo que o aluno de número 5 seria premiado.</p><p>QUESTãO 137 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não identifica que o número de horas trabalhadas pelas máquinas e</p><p>o número de máquinas são grandezas inversamente proporcionais, assim:</p><p>9 horas 50 máquinas produção de x unidades</p><p>y horas 60 máquinas produção de 4</p><p>3</p><p>x unidades</p><p>y</p><p>9</p><p>5</p><p>6</p><p>5</p><p>? 4</p><p>3</p><p>5</p><p>24</p><p>9</p><p>⇒ y 5 24</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que, como a quantidade de unidades mensal aumentará em 1</p><p>3</p><p>,</p><p>a quantidade de horas também aumentará em 1</p><p>3</p><p>, resultando em 12 horas. Assim, assinala a alternativa mais próxima</p><p>desse valor.</p><p>C) CORRETA.</p><p>9 horas 50 máquinas produção de x unidades</p><p>y horas 60 máquinas produção de 4</p><p>3</p><p>x unidades</p><p>O número de horas trabalhadas pelas máquinas e o número de máquinas são grandezas inversamente proporcionais.</p><p>Por outro lado, o número de horas trabalhadas pelas máquinas e o número de unidades produzidas são grandezas dire-</p><p>tamente proporcionais. Assim, tem-se:</p><p>y</p><p>9</p><p>5</p><p>5</p><p>6</p><p>? 4</p><p>3</p><p>5</p><p>10</p><p>9</p><p>⇒ y 5 10</p><p>19</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não identifica que o número de horas trabalhadas pelas máquinas e</p><p>o número de máquinas são grandezas inversamente proporcionais, assim:</p><p>9 horas 50 máquinas produção de x unidades</p><p>y horas 60 máquinas produção de 4</p><p>3</p><p>x unidades</p><p>y</p><p>9</p><p>5</p><p>6</p><p>5</p><p>? 4</p><p>3</p><p>Além disso, multiplica de forma errada (em cruz) as frações, obtendo:</p><p>y</p><p>9</p><p>5</p><p>6</p><p>5</p><p>? 4</p><p>3</p><p>5</p><p>18</p><p>20</p><p>⇒ y 5 8,1</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa utiliza o seguinte procedimento ou outro equivalente:</p><p>9 horas 50 máquinas produção de x unidades</p><p>y horas 60 máquinas produção de 4</p><p>3</p><p>x unidades</p><p>O número de horas trabalhadas pelas máquinas e o número de máquinas são grandezas inversamente proporcionais.</p><p>Por outro lado, o número de horas trabalhadas pelas máquinas e o número de unidades produzidas são grandezas dire-</p><p>tamente proporcionais. Assim, tem-se:</p><p>y</p><p>9</p><p>5</p><p>5</p><p>6</p><p>? 4</p><p>3</p><p>No entanto, multiplicou de forma errada (em cruz) as frações, obtendo:</p><p>y</p><p>9</p><p>5</p><p>15</p><p>24</p><p>⇒ y > 5,6</p><p>QUESTãO 138 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não identifica que a face lateral é um trapézio e considera-o como um</p><p>quadrado com base menor igual ao lado da base menor do tronco, isto é, igual a 30 m. Logo, a área lateral de cada face</p><p>será 900 m2 e, multiplicando por 4, temos 3 600 m2.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula a soma das áreas da base 3 600 1 900 5 4 500. Essa é uma</p><p>conclusão equivoca, visto que o enunciado solicita a área lateral do poliedro (soma de todas as faces menos as bases).</p><p>C) CORRETA. Conforme a figura mostra e pelo texto-base, o poliedro é um tronco de pirâmide regular de base quadrada.</p><p>Logo, as faces laterais são trapézios isósceles de altura igual a H. Como a área da base maior do tronco é 3 600 m2,</p><p>então, o lado do quadrado (e, portanto, a base maior de cada trapézio) é √36 000 5 60 m, enquanto o lado da base menor</p><p>(e, portanto, a base menor de cada trapézio) é √900 5 30 m. Portanto, cada trapézio terá área igual a (30 1 60)</p><p>2</p><p>? 30,</p><p>que é igual a 1 350 m2. Como o tronco de pirâmide de base quadrada tem 4 faces laterais, então a área lateral é de</p><p>4 ? 1 350 5 5 400 m2.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende como calcular a área do trapézio e calcula a área</p><p>de cada face lateral como a média das áreas já dadas no enunciado, isto é, 3 600 1 900</p><p>2</p><p>5 2 250 que, multiplicando por 4,</p><p>resulta em 9 000 m2.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta equivocadamente o enunciado e calcula a área total da</p><p>superfície desse poliedro, mas a questão solicita apenas a área lateral. Obtém, portanto, 5 400 1 3 600 1 900 5 9 900 m2.</p><p>QUESTãO 139 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula apenas a área do círculo. Ele também se esquece de trans-</p><p>formar o diâmetro em raio. Para calcular a área do círculo, ele calcula π ? r2 5 3 ? 62 5 108 cm2.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula apenas a área do retângulo. Para calcular a área do retân-</p><p>gulo, basta multiplicar a altura pelo perímetro do círculo. Se o diâmetro do círculo é de 6 cm, o seu raio é de 3 cm. Temos,</p><p>então, que o perímetro é igual 2 ? π ? r 5 2 ? 3 ? 3 5 18 cm. A área da lateral é então 8 ? 18 5 144.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula errado a área do círculo. Ele calcula o perímetro no lugar da</p><p>área do círculo. Por outro lado, calcula corretamente a área do retângulo lateral. Para calcular a área do retângulo, basta</p><p>multiplicar a altura pelo perímetro do círculo. Se o diâmetro do círculo é de 6 cm, o seu raio é de 3 cm. Temos, então, que</p><p>o perímetro é igual 2 ? π ? r 5 2 ? 3 ? 3 5 18 cm. A área da lateral é então 8 ? 18 5 144. Para calcular a área do círculo, ele</p><p>fez 2 ? π ? r 5 2 ? 3 ? 3 5 18.</p><p>A soma dos dois é 144 1 18 5 162.</p><p>D) CORRETA. Para resolver essa questão, é necessário calcular as duas áreas de depois fazer a soma entre elas.</p><p>Para calcular a área do retângulo, basta multiplicar a altura pelo perímetro do círculo. Se o diâmetro do círculo é de 6</p><p>cm, o seu raio é de 3 cm. Temos, então, que o perímetro é igual 2 ? π ? r 5 2 ? 3 ? 3 5 18 cm. A área da lateral é então</p><p>8 ? 18 5 144 cm2.</p><p>Para calcular a área do círculo, deve-se fazer π ? r2 5 3 ? 32 5 27 cm2.</p><p>A soma dos dois é 144 1 27 5 171.</p><p>20</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula incorretamente a área do retângulo. Em vez de calcular o</p><p>perímetro do círculo para fazer a base do retângulo, ele multiplica a altura por duas vezes o diâmetro. A área da lateral é</p><p>então 8 ? 6 ? 6 5 288. Para calcular a área do círculo, deve-se fazer π ? r2 5 3 ? 32 5 27 cm2.</p><p>A soma dos dois é 288 1 27 5 315.</p><p>QUESTãO 140 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa troca a probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de duas ou</p><p>de três de suas portas com defeito pela probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de duas de suas portas com</p><p>defeito, ( 1</p><p>1 200)2</p><p>.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa troca a probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de duas</p><p>ou de três de suas portas com defeito pela probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de três de suas portas com</p><p>defeito, ( 1</p><p>1 200)3</p><p>.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa inverte numerador e denominador na fração e incorre em um erro de</p><p>cálculo, determinando a probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de duas ou de três de suas portas com defeito</p><p>de funcionamento da seguinte forma: (1 200</p><p>1 201)( 1</p><p>1 200)2</p><p>5 ( 1</p><p>1 201)( 1</p><p>1 200).</p><p>D) CORRETA. Uma a cada 1 200 travas elétricas de porta apresenta uma não conformidade, isto é, um defeito de funciona-</p><p>mento. Logo, as probabilidades de interesse são:</p><p>• Probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de duas de suas portas com defeito:</p><p>1</p><p>1 200</p><p>? 1</p><p>1 200</p><p>5 ( 1</p><p>1 200)2</p><p>• Probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de três de suas portas com defeito:</p><p>1</p><p>1 200</p><p>? 1</p><p>1 200</p><p>? 1</p><p>1 200</p><p>5 ( 1</p><p>1 200)3</p><p>Por conseguinte, a probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de duas ou de três de suas portas com defeito de</p><p>funcionamento é:</p><p>( 1</p><p>1 200)2</p><p>1 ( 1</p><p>1 200)3</p><p>5 ( 1</p><p>1 200)2</p><p>1 1 ( 1</p><p>1 200) 5 (1 200 1 1</p><p>1 200 )( 1</p><p>1 200)2</p><p>5 (1 201</p><p>1 200)( 1</p><p>1 200)2</p><p>.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa comete um erro de cálculo e considera que o expoente 2 aparece na</p><p>parcela (1 201</p><p>1 200) em vez de na parcela ( 1</p><p>1 200), determinando que a probabilidade de um veículo ter as travas elétricas de</p><p>duas ou de três de suas portas com defeito de funcionamento é (1 201</p><p>1 200)2 ( 1</p><p>1 200).</p><p>QUESTãO 141 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa lê que os pontos parecem estar na mesma linha, desconsiderando</p><p>o valor de cada um. Apesar disso, o número real da quantidade de passageiros transportados</p><p>em março de 2019 é</p><p>8 513 151 e o de agosto de 2018 é 8 713 459. Portanto, não é a mesma quantidade.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera a mediana desse período como a média dos valores obti-</p><p>dos nos meses de fevereiro e março, obtendo 6 490 661,5 < 6 500 000.</p><p>C) CORRETA. Os valores de janeiro a abril de 2019 já estão em ordem crescente.</p><p>Assim, a mediana pedida é dada pela média entre os valores de fevereiro e março:</p><p>Md 5 8 239 263 1 8 513 151</p><p>2</p><p>5 16 752 414</p><p>2</p><p>5 8 376 207</p><p>Como 8 376 207 < 8 400 207.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o valor de janeiro é menor porque o mês de fevereiro</p><p>representa a menor quantidade de passageiros transportados em 2018 com a quantia de 5 985 449, e o mês de janeiro é</p><p>o primeiro do ano. No gráfico em questão, os pontos de janeiro e fevereiro estão próximos.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não nota o decrescimento entre março e abril, uma vez que o grá-</p><p>fico praticamente só aumenta. No entanto, de março a abril de 2017, é possível notar um decréscimo de 2 065 431 para</p><p>1 862 969 na quantidade de passageiros transportados.</p><p>21</p><p>QUESTãO 142 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Para calcular o volume da piscina, é necessário separar em duas partes: o prisma de base triangular e o</p><p>semicilindro, visto que até mesmo as alturas são diferentes. Como o diâmetro do semicírculo é de 4 m, o seu raio é a</p><p>metade, ou seja, 2 m.</p><p>Para o triângulo, temos base igual a 4 m e altura igual a 12 m, portanto seu volume 4 ? 12</p><p>2</p><p>? 2 5 48, e para a parte do</p><p>semicilindro, temos que a altura é de 1,5 m então, seu volume é de π ? r2</p><p>2</p><p>? 1,5 5 π ? 22</p><p>2</p><p>? 1,5 5 9. O volume total seria,</p><p>então, de 57 m3.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece de calcular o desnível da piscina. Ele calcula tudo com uma</p><p>altura de 2 m. Para o prisma, temos 4 ? 12</p><p>2</p><p>? 2 5 48, e para a parte do semicilindro, temos que a altura é de 2 m, então</p><p>seu volume seria de π ? 22</p><p>2</p><p>? 2 5 12. O volume total seria, então, de 60 m3.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece-se de dividir a área do círculo para obter o semicilindro. Para</p><p>o prisma de base triangular, temos 4 ? 12</p><p>2</p><p>? 2 5 48, e para a parte do semicilindro, temos que a altura é de 1,5 m, então</p><p>seu volume seria de π ? 22 ? 1,5 5 18. O volume total seria, então, de 66 m3.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula a área do semicilindro utilizando o diâmetro em vez do raio.</p><p>Para o prisma de base triangular, temos 4 ? 12</p><p>2</p><p>? 2 5 48, e para a parte do semicilindro, temos que a altura é de 1,5 m,</p><p>então seu volume seria de π ? 42</p><p>2</p><p>? 1,5 5 36. O volume total seria, então, de 84 m3.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece-se de dividir a área do prisma de base triangular por 2.</p><p>Para o prisma, temos 4 ? 12 ? 2 5 96, e para a parte do semicilindro, temos que a altura é de 1,5 m, então seu volume</p><p>seria de π ? 22</p><p>2</p><p>? 1,5 5 9. O volume total seria, então, de 105 m3.</p><p>QUESTãO 143 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, erroneamente, que o aumento do custo da água gaseifi-</p><p>cada é de 10% (em vez do valor correto de 30%).</p><p>Sendo X o novo preço do suco concentrado para evitar o aumento do preço do refrigerante e P o aumento percentual do</p><p>custo da água gaseificada, então:</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 P) ? 3,40]</p><p>Com P 5 10%, tem-se (colocando o valor puro, e não em porcentagem, na equação):</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 0,10) ? 3,40]</p><p>X 5 R$ 12,44</p><p>Por conseguinte, para não ser necessário aumentar o preço do “refrigerante de maracujá caseiro”, o valor melhor que apro-</p><p>xima a redução que deve haver no preço do litro do suco de maracujá concentrado seria 12,60 2 12,44 5 0,16 2 R$ 0,15.</p><p>B) CORRETA. O gelo é produzido pela própria lanchonete. O açúcar, por sua vez, é adicionado à bebida, durante a prepa-</p><p>ração, em uma quantidade predeterminada. Desse modo, os custos do gelo e do açúcar são fixos e sobram apenas os</p><p>custos do suco de maracujá concentrado e da água gaseificada na determinação do preço do “refrigerante de maracujá</p><p>caseiro”.</p><p>Atualmente, o preço do litro do suco concentrado é R$ 12,60 e o preço do litro da água gaseificada é R$ 3,40. Assim, uma</p><p>vez que a preparação de qualquer volume do “refrigerante caseiro de maracujá” envolve 3</p><p>5</p><p>partes de suco de maracujá</p><p>concentrado e 2</p><p>5</p><p>partes de água gaseificada, tem-se:</p><p>3</p><p>5</p><p>? 12,60</p><p>Suco</p><p>concentrado</p><p>14243</p><p>1 2</p><p>5</p><p>? 3,40</p><p>Água</p><p>gaseificada</p><p>14243</p><p>5 7,56 1 1,40 5 R$ 8,96</p><p>Logo, o suco de maracujá concentrado e a água gaseificada contribuem com R$ 8,96 do preço atual do “refrigerante de</p><p>maracujá caseiro”. Para evitar o aumento do preço refrigerante, o custo do suco concentrado deverá ser reduzido (ou</p><p>seja, a lanchonete poderá buscar um fornecedor que ofereça o suco a um preço menor), pois o custo da água gaseifi-</p><p>cada, comprada de um fornecedor específico, deverá aumentar de 20% em breve (isto é, vai passar de R$ 3,40 para</p><p>1,20 ? R$ 3,40 5 R$ 4,08).</p><p>22</p><p>Sendo X o novo preço do suco concentrado para evitar o aumento do preço do refrigerante, tem-se:</p><p>3</p><p>5</p><p>? X</p><p>Suco</p><p>concentrado</p><p>14243</p><p>1 2</p><p>5</p><p>? 4,08</p><p>Água</p><p>gaseificada</p><p>14243</p><p>5 8,96</p><p>X 5 5 ? (8,96 2 1,632)</p><p>3</p><p>⇒ X 5 R$ 12,21</p><p>Portanto, para não ser necessário aumentar o preço do “refrigerante de maracujá caseiro”, o valor melhor que aproxima</p><p>a redução que deve haver no preço do litro do suco de maracujá concentrado é 12,60 2 12,21 5 0,39 5 R$ 0,40.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, equivocadamente, que o aumento do custo da água gasei-</p><p>ficada é de 30% (em vez do valor correto de 20%).</p><p>Se X é o novo preço do suco concentrado para evitar o aumento do preço do refrigerante e P, o aumento percentual do</p><p>custo da água gaseificada, então:</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 P) ? 3,40]</p><p>Com P 5 30%, tem-se (colocando o valor puro, e não em porcentagem, na equação):</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 0,30) ? 3,40]</p><p>X 5 R$ 11,99</p><p>Portanto, para não ser necessário aumentar o preço do “refrigerante de maracujá caseiro”, o valor melhor que aproxima</p><p>a redução que deve haver no preço do litro do suco de maracujá concentrado seria 12,60 2 11,99 5 0,61 5 R$ 0,60.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, erroneamente, que o aumento do custo da água gaseifi-</p><p>cada é de 40% (em vez do valor correto de 20%).</p><p>Sendo X o novo preço do suco concentrado para evitar o aumento do preço do refrigerante e P o aumento percentual do</p><p>custo da água gaseificada, então:</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 P) ? 3,40]</p><p>Com P 5 40%, tem-se (colocando o valor puro, e não em porcentagem, na equação):</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 0,40) ? 3,40]</p><p>X 5 R$ 11,76</p><p>Portanto, para não ser necessário aumentar o preço do “refrigerante de maracujá caseiro”, o valor melhor que aproxima</p><p>a redução que deve haver no preço do litro do suco de maracujá concentrado seria 12,60 2 11,76 5 0,84 5 R$ 0,85.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, erroneamente, que o aumento do custo da água gaseifi-</p><p>cada é de 45% (em vez do valor correto de 20%).</p><p>Se X é o novo preço do suco concentrado para evitar o aumento do preço do refrigerante e P, o aumento percentual do</p><p>custo da água gaseificada, então:</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 P) ? 3,40]</p><p>Com P 5 45%, tem-se (colocando o valor puro, e não em porcentagem, na equação):</p><p>X 5 5</p><p>3</p><p>? [8,96 2 2</p><p>5</p><p>? (1 1 P) ? 3,40]</p><p>X 5 R$ 11,65</p><p>Por conseguinte, para não ser necessário aumentar o preço do “refrigerante de maracujá caseiro”, o valor melhor que apro-</p><p>xima a redução que deve haver no preço do litro do suco de maracujá concentrado seria 12,60 2 11,65 5 0,95 5 R$ 0,95.</p><p>QUESTãO 144 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desenvolve os cálculos corretamente, encontrando:</p><p>96</p><p>x</p><p>5 30</p><p>50</p><p>? 5</p><p>5</p><p>→ 96</p><p>x</p><p>5 3</p><p>5</p><p>→ x 5 160 kg de alimentos não perecíveis.</p><p>Mas o aluno marca a opção incorreta ao escolher</p><p>o gráfico que relaciona inversamente as grandezas/dias e quantidade</p><p>de kg de alimentos arrecadados e não percebe que o gráfico não tem os pontos relacionados corretamente.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe, corretamente, que as grandezas são proporcionais, mas</p><p>considera o prazo restante (após a contratação de mais 20 voluntários), como 10 dias, encontrando:</p><p>300</p><p>x</p><p>5 30</p><p>50</p><p>? 5</p><p>10</p><p>→ 300</p><p>x</p><p>5 3</p><p>5</p><p>? 1</p><p>2</p><p>→ 300</p><p>x</p><p>5 3</p><p>10</p><p>→ x 5 1 000 roupas.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe, corretamente, que as grandezas são proporcionais, mas</p><p>considera o prazo restante (após a contratação de mais 20 voluntários) como 10 dias, encontrando:</p><p>96</p><p>x</p><p>5 30</p><p>50</p><p>? 5</p><p>10</p><p>→ 96</p><p>x</p><p>5 3</p><p>5</p><p>? 1</p><p>2</p><p>→ 96</p><p>x</p><p>5 3</p><p>10</p><p>→ 96 ? 10 5 3x → x 5 320 kg de alimentos não perecíveis.</p><p>23</p><p>D) CORRETA. As três grandezas são diretamente proporcionais, visto que, quanto mais voluntários e dias de arrecadação,</p><p>mais roupas vão arrecadar. Assim, o gráfico que compara o número de voluntários com a quantidade de roupa arreca-</p><p>dada deve ser diretamente proporcional e crescente.</p><p>Finalmente, basta fazer:</p><p>300</p><p>x</p><p>5 30</p><p>50</p><p>? 5</p><p>5</p><p>→ 300</p><p>x</p><p>5 3</p><p>5</p><p>→ x 5 500 roupas.</p><p>Ou seja, o gráfico deve mostrar que para 30 voluntários foram arrecadadas 300 roupas e que para 50 voluntários serão</p><p>arrecadadas 500 roupas.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que as grandezas são diretamente proporcionais. Mas</p><p>considera que, nos 5 dias finais de prazo, existem apenas 20 voluntários, e não 50 (20 novatos somados aos 30 que já</p><p>estavam trabalhando).</p><p>Assim, encontra:</p><p>111</p><p>x</p><p>5 30</p><p>20</p><p>? 5</p><p>10</p><p>→ 111</p><p>x</p><p>5 3</p><p>2</p><p>? 111 ? 2 5 3x → x 5 74 L de suco/leite</p><p>O aluno comete, então, dois erros nessa questão, sendo o primeiro considerar que nos últimos dias existiam 20 voluntá-</p><p>rios trabalhando, e não 50. Além disso, não percebe que, apesar de o gráfico conter os valores nos eixos, é descendente</p><p>e não possui os pontos relacionados corretamente na linha da função.</p><p>QUESTãO 145 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o espaço amostral total de pessoas que possuem conta</p><p>em algum banco. Assim, o espaço amostral será de 297 1 133 1 20 5 450. Logo, a probabilidade de a pessoa sorteada</p><p>não possuir conta em nenhum banco é 78</p><p>450</p><p>5 13</p><p>75</p><p>.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o espaço amostral total de pessoas que participaram da</p><p>pesquisa. Assim, o espaço amostral será de 78 1 297 1 133 1 20 5 528. Logo, a probabilidade de a pessoa sorteada</p><p>não possuir conta em nenhum banco é 78</p><p>528</p><p>5 13</p><p>88</p><p>.</p><p>C) CORRETA. Como o sorteio só acontecerá entre pessoas que não investem, o espaço amostral será de 78 1 297 5 375.</p><p>Logo, a probabilidade de a pessoa sorteada não possuir conta em nenhum banco é 78</p><p>375</p><p>5 26</p><p>125</p><p>.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o evento é um sorteio para pessoas que já investem.</p><p>Assim, o espaço amostral será de 78 1 297 1 133 1 20 5 528. Logo, a probabilidade de a pessoa sorteada já investir é</p><p>(133 1 20)</p><p>528</p><p>5 153</p><p>528</p><p>5 51</p><p>176</p><p>.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o evento é um sorteio para pessoas possuem conta em</p><p>algum banco, mas não investem. Assim, o espaço amostral será de 78 1 297 5 375. Logo, a probabilidade de a pessoa</p><p>sorteada possuir conta em nenhum banco mas não investir é 297</p><p>375</p><p>5 99</p><p>125</p><p>.</p><p>QUESTãO 146 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o obelisco é um prisma, não observando que a sua parte</p><p>mais alta é uma pirâmide.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o obelisco é uma pirâmide, não observando que sua</p><p>parte mais alta tem uma inclinação maior.</p><p>C) CORRETA. A parte mais alta é uma pirâmide e a parte mais baixa não tem a mesma largura em toda sua extensão, não</p><p>sendo, portanto, um prisma.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a parte de baixo é um prisma reto, e o topo, uma</p><p>pirâmide.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a parte de baixo é um prisma oblíquo, e o topo, uma</p><p>pirâmide.</p><p>QUESTãO 147 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se esquece de multiplicar o termo p por 0,3. Assim, 9002 5</p><p>5 (5 0002) ? t</p><p>25</p><p>⇒ t 5 25 810 000</p><p>25 000 000</p><p>⇒ t 5</p><p>20 250 000</p><p>25 000 000</p><p>⇒ t 5 0,81, ou seja, 49 minutos.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se esquece de dividir o tempo t por 25. Além disso, comete um erro</p><p>de deslocamento de vírgula, encontrando que 0,3 ? 25 000 000 5 750 000. Assim, t 5 810 000</p><p>(0,3 ? 25 000 000)</p><p>⇒ t 5 810 000</p><p>750 000</p><p>⇒</p><p>⇒ t 5 1,08, ou seja, 1 hora e 5 minutos.</p><p>24</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde a massa com a quantidade de pessoas, se esquece de</p><p>dividir o tempo t por 25 e acredita que t é dado em minutos. Assim, 5 0002 5 (0,3 ? 9002) ? t ⇒ t 5 25 000 000</p><p>(0,3 ? 810 000)</p><p>⇒</p><p>⇒ t 5 25 000 000</p><p>243 000</p><p>⇒ t 5 103, ou seja, 1 hora e 43 minutos.</p><p>D) CORRETA. De acordo com o enunciado, a relação entre carne, pessoas e tempo será c2 5 (0,3p2) ? t</p><p>25</p><p>. Logo, para um</p><p>churrasco de 5 000 pessoas e 900 kg de carne: 9002 5 (0,3 ? 5 0002) ? t</p><p>25</p><p>⇒ t 5 25 810 000</p><p>(0,3 ? 25 000 000)</p><p>⇒ t 5 20 250 000</p><p>7 500 000</p><p>⇒</p><p>⇒ t 5 2,7, ou seja, 2 h e 42 minutos.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a relação entre carne, pessoas e tempo será</p><p>c 5 (0,3p) ? t</p><p>4</p><p>. Além disso, se esquece de multiplicar o termo p por 0,3. Logo, para um churrasco de 5 000 pessoas e</p><p>900 kg de carne: 900 5 5 000 ? t</p><p>25</p><p>⇒ t 5 25 ? 900</p><p>5 000</p><p>⇒ t 5 22 500</p><p>5 000</p><p>⇒ t 5 4,5, ou seja, 4 horas e 30 minutos.</p><p>QUESTãO 148 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa efetua a diferença entre as cotações do euro e do dólar e multiplica</p><p>o resultado pela cotação do barril de petróleo. Assim, faz (5,68 2 5,11) ? 105 5 0,57 ? 105 5 59,85.</p><p>B) CORRETA. Inicialmente, calcula-se o valor em reais do barril de petróleo, multiplicando o preço em dólar pela cotação</p><p>dessa moeda: 105 ? 5,11 5 R$ 536,55. Com o valor em reais, faz a conversão para euro, dividindo o valor encontrado por</p><p>5,68 (cotação da moeda em reais). Assim, chega-se a 536,55</p><p>5,68</p><p>5 94,46.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa divide o valor do barril de petróleo pelo quociente entre as cotações</p><p>do euro e do dólar. Assim, faz 105</p><p>(5,68</p><p>5,11)</p><p>5 105</p><p>1,11</p><p>5 94,59.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa multiplica o valor do barril de petróleo pela cotação do euro e divide</p><p>pela cotação do dólar. Assim, faz 105 ? 5,68</p><p>5,11</p><p>5 596,40</p><p>5,11</p><p>5 116,71.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa efetua a diferença entre as cotações do euro e do dólar e divide o</p><p>valor do barril de petróleo por esse valor. Assim, faz 105</p><p>(5,68 2 5 011)</p><p>5 105</p><p>0,57</p><p>5 184,21.</p><p>QUESTãO 149 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que os valores de juros indicados no gráfico correspondem</p><p>ao montante da aplicação.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera os juros do período 1 como sendo o capital inicial.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o capital inicial como sendo a soma dos dois valores apre-</p><p>sentados no gráfico.</p><p>D) CORRETA. Sendo C o capital inicial, temos que o montante do tempo 1 é C 1 300 e do tempo 2 é C 1 630.</p><p>C 1 630 5 C(1 1 i)2</p><p>C 1 300 5 C(1 1 i)1</p><p>Resolvendo o sistema, tem-se C 5 R$ 3 000,00.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acerta a taxa, entretanto calcula o valor do capital inicial em cima de</p><p>R$ 630,00 por um período apenas.</p><p>QUESTãO 150 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que a altura do triângulo retângulo é L ? √3. Assim,</p><p>L ? √3 5 1,5 e, consequentemente, L 5 1,5</p><p>√3</p><p>5 √3</p><p>2</p><p>. A área do hexágono será igual a 6 ? √3</p><p>2</p><p>? 1,5</p><p>2</p><p>5 6 ? 1,7</p><p>2</p><p>? 1,5</p><p>2</p><p>< 3,83 m2.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera</p><p>que o maior lado do retângulo será colinear à base do</p><p>hexágono e que a altura do triângulo retângulo é L ? √3. Assim, a altura de cada triângulo retângulo será metade do menor</p><p>lado do retângulo, ou seja, 4</p><p>2</p><p>5 2 m. A altura do triângulo retângulo é igual a L ? √3, ou seja, L ? √3 5 2 e consequente-</p><p>mente L 5 2</p><p>√3</p><p>5 2√3</p><p>3</p><p>. A área do hexágono será igual a 6 ? 2√3</p><p>3</p><p>? 2</p><p>2</p><p>5 6 ? 2 ? 1,7</p><p>3</p><p>? 2</p><p>2</p><p>5 6,80 m2.</p><p>25</p><p>C) CORRETA. A maior área que um hexágono regular pode ocupar em um retângulo será quando dois lados do hexágono</p><p>forem colineares aos lados do retângulo. Isso só acontecerá se esse lado do retângulo for o maior lado, como mostra a</p><p>figura.</p><p>3 m</p><p>Assim, como o hexágono é formado por seis triângulos equiláteros, a altura de cada triângulo retângulo será metade do</p><p>menor lado do retângulo, ou seja, 3</p><p>2</p><p>5 1,5 m. A altura do triângulo equilátero é igual a L ? √3</p><p>2</p><p>, ou seja, L ? √3</p><p>2</p><p>5 1,5 e con-</p><p>sequentemente L 5</p><p>3</p><p>√3</p><p>5 √3. A área do hexágono será igual a 6 ? √3 ? 1,5</p><p>2</p><p>5 6 ? 1,7 ? 1,5</p><p>2</p><p>5 7,65 m2.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o maior lado do retângulo será colinear à base do</p><p>hexágono. Assim, a altura de cada triângulo equilátero será metade do menor lado do retângulo, ou seja, 4</p><p>2</p><p>5 2 m. A altura</p><p>do triângulo equilátero é igual a L ? √3</p><p>2</p><p>, ou seja, L ? √3</p><p>2</p><p>5 2 e consequentemente L 5 4</p><p>√3</p><p>5 4√3</p><p>3</p><p>. A área do hexágono será</p><p>igual a 6 ? 4√3</p><p>3</p><p>? 2</p><p>2</p><p>5 6 ? 4 ? 1,7</p><p>3</p><p>? 2</p><p>2</p><p>5 13,60 m2. Esse raciocínio está equivocado, pois o hexágono não caberá na parede,</p><p>como mostra a figura:</p><p>H G C</p><p>A E B</p><p>FI</p><p>4</p><p>3</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que a área do triângulo é base ? altura. Assim, a área do</p><p>hexágono será igual a 6 ? √3 ? 1,5 5 6 ? 1,7 ? 1,5 5 15,30 m2.</p><p>QUESTãO 151 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Com a nova configuração, o Boeing passará a ter 186 assentos; dessa forma, o número de maneiras possí-</p><p>veis de escolherem os seus assentos é dado por C186,5 5 186!</p><p>5!(186 2 5)!</p><p>5 186!</p><p>5! 181!</p><p>.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde o conceito de combinação com o de arranjo, que é calcu-</p><p>lado como An,p 5 n!</p><p>(n 2 p)!</p><p>, logo: A186,5 5 186!</p><p>(186 2 5)!</p><p>5 186!</p><p>181!</p><p>.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende corretamente que a resolução da questão se dá através da</p><p>combinação, porém erra na montagem da fórmula e considera Cn,p 5 n!</p><p>p!</p><p>. Logo, o número de maneiras seria calculado por</p><p>186!</p><p>5!</p><p>.</p><p>26</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que, como são 5 pessoas, restarão 186 2 5 5 181 lugares</p><p>ainda para serem escolhidos, então calcula C181,5 5 181!</p><p>5!(181 2 5)!</p><p>5 181!</p><p>5! 176!</p><p>.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que, como são 5 pessoas, restarão 186 2 5 5 181 lugares</p><p>ainda para serem escolhidos, além de confundir o conceito de combinação com o de arranjo e calcula A181,5 5 181!</p><p>(181 2 5)!</p><p>5</p><p>5 181!</p><p>176!</p><p>.</p><p>QUESTãO 152 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Monta-se a inequação |E| < 1,6 σ</p><p>√N</p><p>, sendo N o número de pessoas, e fez:</p><p>21,6 σ</p><p>√N</p><p>< E < 1,6 σ</p><p>√N</p><p>1</p><p>4</p><p>4</p><p>2</p><p>4</p><p>4</p><p>3</p><p>E > 21,6 σ</p><p>√N</p><p>⇒ E√ N > 21,6σ ⇒ √ N > 21,6 σ</p><p>E</p><p>E > 1,6 σ</p><p>√N</p><p>⇒ E√ N < 1,6σ ⇒ √ N < 1,6 σ</p><p>E</p><p>Como σ e E são valores positivos, e N também deve ser, então o problema se reduz a 0 < √ N < 1,6 σ</p><p>E</p><p>.</p><p>Assim, percebe-se que existe uma proporcionalidade entre as grandezas, de modo que, para aumentar N, deve-se</p><p>aumentar σ ou diminuir E.</p><p>Comparando as simulações 1 e 2, percebe-se que há uma queda do desvio modificado para um mesmo erro, o que nos</p><p>leva a descartar a simulação 2.</p><p>Comparando a simulação 1 com as simulações 3 e 5, percebe-se que há uma queda do desvio modificado e um aumento</p><p>no erro, o que nos leva a descartar as simulações 3 e 5.</p><p>Substituindo os valores para as demais simulações, obtêm-se:</p><p>Simulação 1: √ N < 60</p><p>Simulação 4: √ N ⩽ 58,7</p><p>Finalmente, conclui-se que a simulação que permite a maior quantidade de entrevistas é a 1.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa somente o menor desvio padrão modificado do quadro.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o valor central do desvio padrão modificado, interpretando</p><p>incorretamente a relação entre as grandezas.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa somente o menor erro do quadro.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa monta corretamente a inequação |E| < 1,6 σ</p><p>√N</p><p>, mas procura pela</p><p>menor quantidade de pessoas possíveis a serem entrevistadas. Com isso, o aluno demonstra não atentar ao que o pro-</p><p>blema solicitava nem ao fato de que, para qualquer uma das inequações, o menor número de pessoas seria 0.</p><p>QUESTãO 153 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não calcula os 10% a mais, fazendo:</p><p>(6 2 0,2) 1 (4 2 0,2) 1 0,9 5 5,8 1 3,8 1 0,9 5 10,5 m</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece de somar 0,9 em seus cálculos, fazendo:</p><p>(6 2 0,2) 1 (4 2 0,2) 5 5,8 1 3,8 5 9,6</p><p>9,6 1 10</p><p>100</p><p>? 9,6 5 9,6 1 0,96 5 10,56 m</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece de retirar 20 cm e de calcular os 10%, fazendo:</p><p>6 1 4 1 0,9 5 10,90 m</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera os 10%, não retira os 20 cm de cada parede e acres-</p><p>centa 20, fazendo:</p><p>6 1 4 1 0,9 1 0,2 5 11,10 m</p><p>E) CORRETA. De acordo com o enunciado, a quantidade mínima de fio para ser comprada é:</p><p>(6 2 0,2) 1 (4 2 0,2) 1 0,9 5 5,8 1 3,8 1 0,9 5 10,5</p><p>10,5 1 10</p><p>100</p><p>? 10,5 5 10,5 1 1,05 5 11,55</p><p>27</p><p>QUESTãO 154 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa faz todos os cálculos corretamente:</p><p>Norte: 300 m 1 200 m 1 200 m 5 700 m</p><p>Sul: 100 m 1 400 m 5 500 m</p><p>Leste: 500 m 1 400 m 5 900 m</p><p>Oeste: 300 m 1 200 m 1 100 m 5 600 m</p><p>Logo:</p><p>• Norte (2) Sul 5 700 m 2 500 m 5 200 m</p><p>(ou seja, ele “subiu” 700 m, mas “desceu” 500 m ficando com um saldo final foi de 200 m para “cima” 5 norte)</p><p>• Leste (2) Oeste 5 900 m 2 600 m 5 300 m</p><p>(ou seja, ele foi para a direita 900 m, mas foi para a esquerda 600 m, ficando com um saldo final foi de 300 m para a</p><p>“direita” 5 leste) Mas, ao fazer o cálculo final, ele faz a subtração dos valores encontrados em vez de soma, encon-</p><p>trando 300 m 2 200 m 5 100 m.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa apenas considera o movimento na vertical (Norte e Sul), encontrando</p><p>200 m.</p><p>Norte: 300 m 1 200 m 1 200 m 5 700 m</p><p>Sul: 100 m 1 400 m 5 500 m</p><p>Norte (2) Sul 5 700 m 2 500 m 5 200 m</p><p>(ou seja, ele “subiu” 700 m, mas “desceu” 500 m, ficando com um saldo final foi de 200 m para “cima” 5 norte)</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa apenas considera o movimento na horizontal (leste e oeste), encon-</p><p>trando 300 m.</p><p>Leste: 500 m 1 400 m 5 900 m</p><p>Oeste: 300 m 1 200 m 1 100 m 5 600 m</p><p>Leste (2) Oeste 5 900 m 2 600 m 5 300 m</p><p>(ou seja, ele foi para a direita 900 m, mas foi para a esquerda 600 m, ficando com um saldo final foi de 300 m para a</p><p>“direita” 5 leste)</p><p>D) CORRETA. Considerando que o bairro é um quadriculado perfeito, vamos somar todas as medidas que são iguais (para</p><p>a mesma direção):</p><p>Norte: 300 m 1 200 m 1 200 m 5 700 m</p><p>Sul: 100 m 1 400 m 5 500 m</p><p>Leste: 500 m 1 400 m 5 900 m</p><p>Oeste: 300 m 1 200 m 1 100 m 5 600 m</p><p>Agora, vamos subtrair as direções opostas:</p><p>• Norte (2) Sul 5 700 m 2 500 m 5 200 m</p><p>(ou seja, ele “subiu” 700 m, mas “desceu” 500 m ficando com um saldo final foi de 200 m para “cima” 5 norte)</p><p>• Leste (2) Oeste 5 900 m 2 600 m 5 300 m</p><p>(ou seja, ele foi pra direita 900 m, mas foi pra esquerda 600 m, ficando com um saldo final foi de 300 m para a</p><p>“direita” 5 leste) Comparando com sua casa ele está 200 m “para cima” (norte) e 300 m “para a direita” (leste), preci-</p><p>sando completar (200 m para baixo 1 300 m para a esquerda) 5 500 m para chegar em casa.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa soma todos os valores apontados no enunciado, desconhecendo a</p><p>teoria de movimentação pelos pontos cardeais.</p><p>Dessa forma, ele encontraria:</p><p>Norte: 300 m 1</p><p>200 m 1 200 m 5 700 m</p><p>Sul: 100 m 1 400 m 5 500 m</p><p>Leste: 500 m 1 400 m 5 900 m</p><p>Oeste: 300 m 1 200 m 1 100 m 5 600 m</p><p>Total 5 700 1 500 1 900 1 600 5 2 700 m</p><p>QUESTãO 155 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Por observação do gráfico, vê-se que as três raízes da função são x1 5 22, x2 5 3 e x3 5 6. Uma vez que</p><p>essas são todas as raízes de f(x), então f(x) é de grau 3 ou de 3o grau (justamente porque possui 3 raízes), do tipo</p><p>y 5 f(x) 5 a 1 bx 1 cx2 1 dx3 e pode, portanto, ser escrita como:</p><p>y 5 f(x) 5 (x 2 x1)(x 2 x2)(x 2 x3)</p><p>y 5 f(x) 5 (x 1 2)(x 2 3)(x 2 6)</p><p>Efetuando o produto das parcelas (x 1 2), (x 2 3) e (x 2 6), obtém-se a expressão que define a função do gráfico:</p><p>y 5 f(x) 5 (x2 2 3x 1 2x 2 6)(x 2 6)</p><p>y 5 f(x) 5 x3 2 6x2 2 x2 1 6x 2 6x 1 36</p><p>y 5 f(x) 5 x3 2 7x2 1 36</p><p>28</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que as três raízes da função são 2 (incorreta), 3 e 6. Logo,</p><p>efetuando o produto das parcelas (x 2 2), (x 2 3) e (x 2 6), ele obtém:</p><p>y 5 f(x) 5 (x2 2 5x 1 6)(x 1 6)</p><p>y 5 f(x) 5 x3 2 11x2 1 36x 2 36</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que as três raízes da função são 22, 23 e 26 (as últimas</p><p>duas incorretas). Portanto, efetuando o produto das parcelas (x 1 2), (x 1 3) e (x 1 6), ele obtém:</p><p>y 5 f(x) 5 (x2 2 5x 1 6)(x 1 6)</p><p>y 5 f(x) 5 x3 1 11x2 1 36x 1 36</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que as três raízes da função são 2, 23 e 26 (as três incor-</p><p>retas, todas com sinais trocados). Portanto, efetuando o produto das parcelas (x 2 2), (x 1 3) e (x 1 6), ele obtém:</p><p>y 5 f(x) 5 (x2 1 x 2 6)(x 1 6)</p><p>y 5 f(x) 5 x3 1 7x2 2 36</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera a raiz 22 da função, levando em conta somente as</p><p>raízes 3 e 6. Portanto, computando o produto apenas das parcelas (x 2 3) e (x 2 6) [excluindo a parcela (x 1 2)], ele</p><p>obtém:</p><p>y 5 f(x) 5 x2 2 9x 1 18</p><p>QUESTãO 156 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende corretamente o comando da questão, considerando,</p><p>incorretamente, que o volume mínimo que a prateleira deveria ter para comportar qualquer um dos objetos seria igual ao</p><p>maior dos volumes entre os objetos, ou seja, a caixa com 30 cm ? 17 cm ? 15 cm 5 7 650 cm3.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica corretamente que o volume mínimo que a prateleira deveria</p><p>ter para comportar qualquer um dos objetos é obtido pelo produto entre as maiores dimensões de cada objeto. Porém,</p><p>utiliza o raio do vaso no lugar do diâmetro, encontrando: 14 cm ? 29 cm ? 30 cm 5 12 180 cm3.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica corretamente que o volume mínimo que a prateleira deveria</p><p>ter para comportar qualquer um dos objetos é obtido pelo produto entre as maiores dimensões de cada objeto. Porém,</p><p>utiliza a medida lateral da caixa no lugar do diâmetro do vaso, encontrando: 15 cm ? 29 cm ? 30 cm 5 13 050 cm3.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende corretamente o comando da questão, calculando</p><p>o volume mínimo que a prateleira deveria ter para comportar qualquer um dos objetos pela soma de seus volumes para</p><p>que os três objetos caibam simultaneamente no móvel:</p><p>Vvaso 1 Vlivro 1 Vcaixa 5 5 488 cm3 1 870 cm3 1 7 650 cm3 5 14 008 cm3</p><p>E) CORRETA. O volume mínimo que a prateleira deve ter para comportar qualquer um dos objetos é obtido pelo produto</p><p>entre as maiores dimensões de cada objeto: o diâmetro do vaso, a altura do livro e a medida frontal da caixa. Portanto, é</p><p>igual a 28 cm ? 29 cm ? 30 cm 5 24 360 cm3.</p><p>QUESTãO 157 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera 90 2 15</p><p>31</p><p>> 2,4.</p><p>B) CORRETA. A quantidade de km a mais de um treino longo de uma semana para a outra será sempre igual, ou seja, a</p><p>quantidade de km aumentará segundo uma PA. Dessa forma, tem-se: 90 5 15 1 (31 2 1)r, sendo r a quantidade de km</p><p>a mais por semana. Resolvendo a equação: 75 5 30r ⇒ r 5 2,5.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera 90</p><p>31</p><p>> 2,9.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera 90</p><p>30</p><p>5 3.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera 90 1 15</p><p>31</p><p>> 3,4.</p><p>QUESTãO 158 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula quanto é 30% de R$ 100 000,00 e 25% de R$ 100 000,00 e</p><p>subtrai os dois resultados.</p><p>B) CORRETA. Os custos com matéria-prima equivalem a 30 % do total. Já os custos com perdas de matéria-prima equivalem</p><p>a 25% do total de gastos com matéria-prima. Desse modo, é necessário calcular quanto é 25% de 30% de R$ 100 000,00.</p><p>Assim:</p><p>Custos com perdas de matéria-prima 5 0,25 ? 0,30 ? 100 000 5 7 500.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula 25% de R$ 1 000 000,00.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula 30% de R$ 1 000 000,00.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa soma as duas porcentagens (25% e 30%) e calcula quanto corres-</p><p>ponde 55% de R$ 100 000,00.</p><p>29</p><p>QUESTãO 159 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não coloca os movimentos finais, pois o outro ainda vai até o vértice</p><p>E e retorna ao vértice F.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa erra ao fazer o movimento do técnico-segurança no piso inferior de</p><p>forma invertida (em sentido contrário).</p><p>C) CORRETA. Essa é uma questão de projeção ortogonal, visto que ela pede o movimento no piso inferior do técnico que</p><p>acompanha todo o reparo. “Subir e descer” pouco importa na projeção, logo, apenas conta-se os movimentos laterais.</p><p>Começa-se por F logo após J. Ao subir para o vértice D, o técnico que está embaixo continua no mesmo lugar. Ao pros-</p><p>seguir para o C e B, o técnico acompanha (“imita”) o movimento embaixo: indo até I e depois o H. O outro técnico retorna</p><p>ao H, o que não muda a posição do técnico-segurança. Ele o acompanha até o G e continua no G, enquanto o outro sobe</p><p>para o vértice A. Acompanha o movimento até o vértice E, caminhando para o vértice F e se encontram novamente no</p><p>vértice F.</p><p>Logo, sua sequência foi: F – J – I – H – G – F</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa erra ao fazer o movimento do técnico que está subindo e descendo</p><p>na estrutura, além de não retornar ao vértice F ao final.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa faz o movimento do técnico que está subindo e descendo na estru-</p><p>tura, e não o caminho do técnico-segurança de apoio que fica apenas na base.</p><p>QUESTãO 160 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o paciente deveria tomar 3 comprimidos do medicamento</p><p>por 12 dias, resultando 36 comprimidos necessários para o tratamento. Com a informação de que esse medicamento é</p><p>vendido em caixas com 10 ou 28 comprimidos, decidiu que, ao comprar 2 caixas de 28 comprimidos, teria 56 comprimidos.</p><p>Apesar de ser uma quantidade suficiente para o tratamento, ao adquirir o medicamento dessa forma, serão desperdiçados</p><p>20 comprimidos.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o paciente deveria tomar 3 comprimidos do medicamento</p><p>por 12 dias, resultando 36 comprimidos necessários para o tratamento. Com a informação de que esse medicamento é</p><p>vendido em caixas com 10 ou 28 comprimidos, decidiu que, ao comprar 4 caixas de 10 comprimidos, teria 40 comprimidos.</p><p>Apesar de ser uma quantidade suficiente para o tratamento, ao adquirir o medicamento dessa forma, serão desperdiçados</p><p>4 comprimidos.</p><p>C) CORRETA. Analisando a prescrição do médico, tem-se que o paciente necessita tomar 1 comprimido desse medicamento</p><p>a cada 8 horas durante 12 dias, isto é, ele precisará de 3 comprimidos por dia, resultando 36 comprimidos necessários para</p><p>o tratamento. Com a informação de que esse medicamento é vendido em caixas com 10 ou 28 comprimidos, a forma mais</p><p>vantajosa de adquiri-lo, visando evitar o desperdício, é comprar 1 caixa de 28 comprimidos e 1 caixa de 10 comprimidos,</p><p>resultando em 38 comprimidos, dos quais 2 serão desperdiçados.</p><p>D) INCORRETA.</p><p>O aluno que assinala esta alternativa considera, incorretamente, que o paciente deveria tomar 4 comprimi-</p><p>dos do medicamento por 12 dias, resultando 48 comprimidos necessários para o tratamento. Com a informação de que</p><p>esse medicamento é vendido em caixas com 10 ou 28 comprimidos, decide que, ao comprar 1 caixa de 28 comprimidos</p><p>e 2 caixas de 10 comprimidos, teria 48 comprimidos, ou seja, a quantidade exata e necessária para o tratamento.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, incorretamente, que o paciente deveria tomar 8 compri-</p><p>midos do medicamento por 12 dias, resultando em 96 comprimidos necessários para o tratamento. Com a informação de</p><p>que esse medicamento é vendido em caixas com 10 ou 28 comprimidos, decide que, ao comprar 2 caixas de 28 compri-</p><p>midos e 4 caixas de 10 comprimidos, teria 96 comprimidos, ou seja, a quantidade exata e necessária para o tratamento.</p><p>QUESTãO 161 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa encontra o raio da torta que será feita e analisa as formas como se</p><p>fosse dado o raio, não o diâmetro. Assim, marca aquela que mais se aproxima de 14,5 cm para baixo.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa encontra o raio da torta que será feita e analisa as formas como se</p><p>fosse dado o raio, não o diâmetro. Além disso, não considera que a altura deveria ser igual à da receita original e marca</p><p>a menor forma em que toda a massa caberia.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera que a altura da torta antes de assar deveria ser igual</p><p>à da receita original e marca a segunda menor forma em que toda a massa feita caberia.</p><p>D) CORRETA. Primeiro, precisa-se descobrir quanto egg wash será produzido com um ovo. Por regra de três, tem-se que</p><p>480 mL</p><p>5 ovos</p><p>5 x</p><p>1 ovo</p><p>, ou seja, x 5 96 mL de rendimento de egg wash. Como só será possível fazer 96 mL de egg wash, por</p><p>regra de três, tem-se que 300 mL de egg wash</p><p>5 tortas de 23 cm de diâmetro</p><p>5 96 mL de egg wash</p><p>y</p><p>→ y 5 1,6 torta de 23 cm de diâmetro.</p><p>Considerando h a altura suposta pela receita, temos que o volume de torta gerado é de 1,6 ? π ? (23</p><p>2 )2</p><p>? h 5 211,6 ? π ? h.</p><p>Logo, se usarmos uma só forma, tem-se que seu raio será obtido através da equação π ? r2 ? h 5 211,6 ? π ? h →</p><p>→ r > 14,5 cm, logo, o diâmetro seria de 29 cm.</p><p>30</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o enunciado e considera que toda a receita foi</p><p>feita, gerando cinco tortas de 23 cm de diâmetro. Assim, o volume de torta seria 5 ? π ? (23</p><p>2 )2</p><p>? h 5 661,25 ? π ? h. Logo,</p><p>se usarmos uma só forma, temos que seu raio será obtido através da equação π ? r2 ? h 5 661,25 ? π ? h → r > 25,7 cm,</p><p>portanto o diâmetro seria de 51,4 cm.</p><p>QUESTãO 162 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza os seguintes cálculos:</p><p>40 ? 150 5 6 000</p><p>20% de 6 000 5 0,2 ? 6 000 5 1 200.</p><p>R$ 1 200,00.</p><p>B) CORRETA. Como há x passagens não vendidas, sendo R(x) a função que determina a receita máxima em função de x,</p><p>temos:</p><p>R(x) 5 (40 2 x) ? (150 1 5x)</p><p>R(x) 5 6 000 1 200x 2 150x 2 5x2</p><p>R(x) 5 25x2 1 50x 1 6 000</p><p>A receita máxima é dada calculando o vértice da parábola que representa essa função quadrática, ou seja:</p><p>R 5 2 Δ</p><p>4a</p><p>5 2 (502 2 4 ? (2 5) ? 6 000)</p><p>4 ? (25)</p><p>5 2 122 500</p><p>220</p><p>5 6 125</p><p>Logo, ele guardará 20 % de 6 125:</p><p>0,2 ? 6 125 5 1 225.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza os seguintes cálculos:</p><p>40 ? 150 5 6 000.</p><p>R$ 6 000,00</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece de calcular os 20% da receita máxima, fazendo:</p><p>Consideremos que há x passagens não vendidas, sendo R(x) a função que determina a receita máxima em função de x,</p><p>temos:</p><p>R(x) 5 (40 2 x) ? (150 1 5x)</p><p>R(x) 5 6 000 1 200x 2 150x 2 5x2</p><p>R(x) 5 25x2 1 50x 1 6 000</p><p>R 5 2 Δ</p><p>4a</p><p>5 2 (502 2 4 ? (2 5) ? 6 000)</p><p>4 ? (25)</p><p>5 122 500</p><p>20</p><p>5 6 125</p><p>R$ 6 125,00</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa, provavelmente, calculou:</p><p>40 ? 150 1 40 ? 5 5 6 000 1 200 5 6 200</p><p>R$ 6 200,00</p><p>QUESTãO 163 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende o problema de maneira correta, porém erra ao levar em</p><p>conta que a produção é 22,0 MWh totais de energia (em vez de 462 MWh totais de energia, que é o valor correto).</p><p>Dessa forma,</p><p>22 000</p><p>c</p><p>2 770 5 110 ⇒ c 5 25 ton combustível</p><p>Logo, a economia proporcionada pelo novo sistema seria de 200 2 25 5 175 ton combustível.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta o problema acertadamente, contudo se equivoca ao consi-</p><p>derar que a produção é 92,4 MWh totais de energia (em lugar de 462 MWh totais de energia, que é o valor correto).</p><p>Sendo assim,</p><p>92 400</p><p>c</p><p>2 770 5 462 ⇒ c 5 75 ton combustível</p><p>Portanto, a economia proporcionada pelo novo sistema seria de 200 2 75 5 125 ton combustível.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende o problema corretamente, contudo erra ao considerar</p><p>que a produção é de 154 MWh totais de energia (em lugar de 462 MWh totais de energia, que é o valor correto). Dessa</p><p>forma,</p><p>154 000</p><p>c</p><p>2 770 5 770 ⇒ c 5 100 ton combustível</p><p>Portanto, a economia proporcionada pelo sistema novo seria de 200 2 100 5 100 ton combustível.</p><p>31</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta o problema corretamente, porém se equivoca ao levar em</p><p>conta que a produção é de 231 MWh totais de energia (em vez de 462 MWh totais de energia, que é o valor correto).</p><p>Sendo assim,</p><p>231 000</p><p>c</p><p>2 770 5 1 155 ⇒ c 5 120 ton combustível</p><p>Logo, a economia proporcionada pelo novo sistema seria de 200 2 120 5 80 ton combustível.</p><p>E) CORRETA. Produção antiga:</p><p>462 ? 103 kwh</p><p>200 t</p><p>5 2 310 kwh</p><p>t</p><p>Adicionais por tonelada: 2 310 kwh 1 650 kwh 1 120 kwh 5 3 080 kwh por tonelada.</p><p>Assim, para a produção de 462 ? 103 kwh com o novo sistema, serão necessários 462 ? 103</p><p>3 080</p><p>5 150 toneladas.</p><p>Logo, a diferença entre o número de toneladas necessárias no antigo e novo sistema é 200 2 150 5 50 toneladas.</p><p>QUESTãO 164 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera de modo errado que o valor de R$ 200,00 é fixo para cada</p><p>funcionário, ou seja, não entra na divisão pelo número n de funcionários.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa troca o valor fixo com o valor a ser dividido para cada funcionário.</p><p>C) CORRETA. Como cada funcionário paga um valor fixo mais uma taxa de R$ 4 500,00, que será dividida entre os n fun-</p><p>cionários da empresa, tem-se que cada funcionário pagará 200 1 4 500</p><p>n</p><p>.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa troca a operação necessária e, em vez de dividir o valor de</p><p>R$ 4 500,00 pelos n funcionários, multiplica esse valor por n.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa troca a operação necessária e, em vez de dividir o valor de</p><p>R$ 4 500,00 pelos n funcionários, multiplica esse e também o valor fixo de R$ 200,00 por n.</p><p>QUESTãO 165 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Como 60 000 foi dividido em partes diretamente proporcionais às idades, temos:</p><p>a</p><p>10</p><p>1 b</p><p>15</p><p>5 60 000</p><p>25</p><p>5 2 400</p><p>Sendo b a quantia recebida pelo filho mais velho, temos: b 5 15 ? 2 400 5 36 000.</p><p>O restante, 90 000, foi dividido em partes inversamente proporcionais às idades. Logo:</p><p>a ? 10 5 b ? 15 5 k</p><p>k</p><p>10</p><p>1 k</p><p>15</p><p>5 90 000</p><p>Resolvendo, encontramos K 5 540 000. Portanto, o filho mais velho recebeu: 540 000</p><p>15</p><p>5 36 000.</p><p>Logo, o filho mais velho recebeu, no total, 36 000 1 36 000 5 72 000.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende, incorretamente, que a divisão foi em partes iguais, fazendo</p><p>150 000 4 2 5 75 000.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa fez a divisão ao contrário, ou seja, considerou 60 000 divididos em</p><p>partes inversamente proporcionais e 90 000, o restante, em partes diretamente proporcionais, fazendo:</p><p>a ? 10 5 b ? 15 5 k</p><p>k</p><p>10</p><p>1 k</p><p>15</p><p>5 60 000</p><p>Onde K 5 360 000, recebendo, o filho mais velho, 360 000</p><p>15</p><p>5 24 000.</p><p>Por outro lado:</p><p>a</p><p>10</p><p>1 b</p><p>15</p><p>5 90 000</p><p>25</p><p>5 3 600</p><p>Recebendo, o filho</p><p>mais velho, 15 ? 3 600 5 54 000.</p><p>Logo, o filho mais velho receberia 24 000 1 54 000 5 78 000.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa divide 60 000 de forma correta, porém, o restante, 90 000, dividiu por 2,</p><p>fazendo:</p><p>a</p><p>10</p><p>1 b</p><p>15</p><p>5 60 000</p><p>25</p><p>5 2 400</p><p>Sendo b a quantia recebida pelo filho mais velho, temos: b 5 15 ? 2 400 5 36 000.</p><p>Por outro lado, 90 000 4 2 5 45 000.</p><p>Logo, o filho mais velho receberia 36 000 1 45 000 5 81 000.</p><p>32</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa divide todo o dinheiro, ou seja, 150 000 em partes diretamente pro-</p><p>porcionais às idades, fazendo:</p><p>a</p><p>10</p><p>1 b</p><p>15</p><p>5 150 000</p><p>25</p><p>5 6 000</p><p>Tendo recebido, o filho mais velho, o valor de 15 ? 6 000 5 90 000.</p><p>QUESTãO 166 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa monta a proporção de forma inversa. Assim, considera que a escala</p><p>utilizada para a reprodução da cabine telefônica em miniatura é 16 cm : 2,20 m → 16 cm : 220 cm → 0,072 cm : 1 cm →</p><p>→ 1 : 0,072.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não realiza a conversão de metros para centímetros do tama-</p><p>nho real da cabine. Assim, considera que a escala utilizada para a reprodução da cabine telefônica em miniatura é</p><p>16 cm : 2,20 m → 1 cm : 0,1375 m → 1 : 0,1375.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa monta a proporção de forma inversa e não faz a conversão de</p><p>metros para centímetros. Assim, considera que a escala utilizada para a reprodução da cabine telefônica em miniatura é</p><p>16 : 2,20 → 7,27 : 1 → 1 : 7,27.</p><p>D) CORRETA. Considera-se que, como o tamanho da miniatura é 8 cm e o tamanho real da cabine é 2,20 m, a escala</p><p>utilizada para a reprodução da cabine telefônica em miniatura é 16 cm : 2,20 m → 16 cm : 220 cm → 1 cm : 13,75 cm →</p><p>→ 1 : 13,75.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza uma conversão incorreta de unidades, convertendo</p><p>2,20 m em 2 200 cm. Assim, considera que a escala utilizada para a reprodução da cabine telefônica em miniatura é</p><p>16 cm : 2,20 m → 16 cm : 2 200 cm → 1 cm : 137,5 cm → 1 : 137,5.</p><p>QUESTãO 167 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera uma variação de 5 m, mas se confunde no tempo em que</p><p>ocorreu essa variação.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera uma variação de 5 m.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não observa corretamente o gráfico e associa a altura 10 m a 1,5 s.</p><p>D) CORRETA. Como haverá uma variação de 20 m na altura, queremos saber quanto tempo terá passado quando a altura</p><p>for de 10 m. Pelo gráfico, isso ocorrerá quando t 5 2 s.</p><p>0 0,5 1 1,5 2 2,5</p><p>5</p><p>10</p><p>15</p><p>20</p><p>25</p><p>30</p><p>0</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que a variação de 20 m ocorreria quando o objeto lançado</p><p>chegasse ao solo.</p><p>QUESTãO 168 Resposta A</p><p>A) CORRETA. O enunciado menciona quatro corredores que formam uma figura de quatro lados, portanto só pode ser um</p><p>quadrilátero.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta incorretamente o texto-base e, percebendo que cada</p><p>corredor é sustentado por arcos, conta a quantidade de arcos no corredor à frente da imagem, no lado direito. Contando</p><p>5 arcos, marca a figura que possui 5 lados.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta incorretamente o texto-base e, percebendo que cada cor-</p><p>redor é sustentado por arcos, conta a quantidade de arcos no corredor à frente da imagem, no lado esquerdo. Contando</p><p>6 arcos, marca a figura que possui 6 lados.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende que são quatro corredores. Porém, acredita que, para se</p><p>formar um ângulo, é necessário o encontro de 2 corredores, então calcula 2 ângulos para cada corredor, concluindo ser</p><p>um octógono.</p><p>33</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta incorretamente o texto-base e deixa-se levar pela ilusão de</p><p>ótica da imagem, não reconhecendo que cada um dos corredores ao fundo forma um lado e identificando-os como um</p><p>lado apenas.</p><p>QUESTãO 169 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o IGP-M acumulado em 12 meses em janeiro de 2021</p><p>e em janeiro de 2022 foram ambos iguais a 16,91%. Além disso, não aplica as taxas de reajuste corretamente ao preço</p><p>do aluguel, fazendo apenas a sua soma:</p><p>(16,91% 1 16,91%) ? P 5 33,82% ? P</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera os valores certos do IGP-M, mas não aplica as taxas de</p><p>reajuste corretamente ao preço do aluguel, fazendo apenas a sua soma:</p><p>(25,71% 1 16,91%) ? P 5 42,62% ? P</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o IGP-M acumulado em 12 meses em janeiro de 2021</p><p>e em janeiro de 2022 foram ambos iguais a 25,71%. Além disso, não aplica as taxas de reajuste corretamente ao preço</p><p>do aluguel, fazendo apenas a sua soma:</p><p>(25,71% 1 25,71%) ? P 5 51,42% ? P</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera os valores certos do IGP-M, mas primeiro soma as taxas</p><p>de reajuste para depois aplicá-las ao preço original do aluguel:</p><p>P 1 (25,71% 1 16,91%) ? P 5</p><p>5 P 1 42,62% ? P</p><p>5 (1 1 0,4262) ? P</p><p>5 1,4262 ? P</p><p>5 142,62% ? P</p><p>E) CORRETA. Em janeiro de 2021, o IGP-M acumulado em 12 meses foi de 25,71%. Assim, no primeiro ano de locação, o</p><p>preço do aluguel foi reajustado de P para:</p><p>P 1 25,71% ? P 5 (1 1 0,2571) ? P 5 1,2571 ? P</p><p>Já em janeiro de 2022, o IGP-M acumulado em 12 meses foi de 16,91%. Assim, no segundo ano de locação, o preço do</p><p>aluguel foi reajustado de 1,2571 ? P para:</p><p>(1,2571 ? P) 1 16,91% (1,2571 ? P) 5</p><p>5 (1 1 0,1691) ? 1,2571 ? P</p><p>5 1,1691 ? 1,2571 ? P</p><p>> 1,4697 ? P</p><p>5 146,97% ? P</p><p>QUESTãO 170 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa transforma incorretamente uma das medidas. Para calcular a solu-</p><p>ção para essa questão, é necessário transformar todas as dimensões na mesma e calcular o seu volume. Primeiro,</p><p>temos que subtrair os 5 centímetros da altura do aquário. Sabendo que 1 cm 5 10 mm, temos que 5 cm 5 50 mm e,</p><p>então, a altura passa a ser de 500 2 50 5 450 mm. O mais fácil é calcular usando o decímetro, visto que um decímetro</p><p>cúbico é igual a um litro. Ele calcula como se 1 mm equivalesse a 1 000 dm. Sabendo que 1 dm 5 10 cm, temos que</p><p>(150</p><p>10 ) ? (60</p><p>10) ? ( 450</p><p>1 000) 5 40,5.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa transforma incorretamente uma das medidas. Ele também confunde a</p><p>altura com a largura do aquário. Para calcular a solução para essa questão, é necessário transformar todas as dimensões</p><p>na mesma e calcular o seu volume. Primeiro, temos que subtrair os 5 centímetros da altura do aquário. Ele erra e subtrai</p><p>da largura em vez da altura. Então, a altura passa a ser de 60 2 5 5 55 cm.</p><p>O mais fácil é calcular usando o decímetro, visto que um decímetro cúbico é igual a um litro. Ele calcula como se 1 mm</p><p>equivalesse a 1 000 dm.</p><p>Sabendo que 1 dm 5 10 cm, temos que (150</p><p>10 ) ? ( 500</p><p>1 000) ? (55</p><p>10) 5 41,25.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece-se de subtrair os 5 centímetros da borda. Ele também trans-</p><p>forma incorretamente uma das medidas. Para calcular a solução para essa questão, é necessário transformar todas as</p><p>dimensões na mesma e calcular o seu volume. O mais fácil é calcular usando o decímetro, visto que um decímetro cúbico</p><p>é igual a um litro. Ele calcula como se 1 mm equivalesse a 1000 dm.</p><p>Sabendo que 1 dm 5 10 cm, temos que (150</p><p>10 ) ? (60</p><p>10) ? ( 500</p><p>1 000) 5 45.</p><p>D) CORRETA. Primeiro, temos que subtrair os 5 centímetros da altura do aquário. Sabendo que 1 cm 5 10 mm, temos que</p><p>5 cm 5 50 mm e então a altura passa a ser de 500 2 50 5 450 mm.</p><p>Sabendo que 1 dm 5 10 cm 5 100 mm, temos que (150</p><p>10 ) ? (60</p><p>10) ? (450</p><p>100) 5 405.</p><p>34</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece-se de subtrair os 5 centímetros da borda.</p><p>Para calcular a solução para essa questão, é necessário transformar todas as dimensões na mesma e calcular o seu</p><p>volume.</p><p>O mais fácil é calcular usando o decímetro, visto que um decímetro cúbico</p><p>é igual a um litro.</p><p>Sabendo que 1 dm 5 10 cm 5 100 mm, temos que (150</p><p>10 ) ? (60</p><p>10) ? (500</p><p>100) 5 450.</p><p>QUESTãO 171 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa inverte o cálculo de refrigerantes de Lucas e Rafael, calculando de</p><p>Lucas com 2</p><p>3</p><p>e Rafael 1</p><p>3</p><p>. Isso impacta também no valor de Fernando e na quantidade total. José quer 700 mL; Augusto,</p><p>500 mL; Lucas, (700 1 500) ? 2</p><p>3</p><p>5 800 mL; Rafael, (500 1 800)</p><p>3</p><p>5 433 mL; e Fernando, 433 1 200 5 633 mL. A soma</p><p>total resulta em 3 066 mL. Com o valor extra acrescentado, o total é de 3 373 mL.</p><p>B) CORRETA. Para resolver a questão, é necessário encontrar a quantidade de refrigerante de cada um. José quer 700 mL;</p><p>Augusto, 500 mL; Lucas, (700 1 500)</p><p>3</p><p>5 400 mL; Rafael, (500 1 400) ? 2</p><p>3</p><p>5 600 mL; e Fernando, 600 1 200 5 800 mL.</p><p>A soma total resulta em 3 000 mL. Desse modo, Fernando comprou 3 000 ? 1,1 5 3 300.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa inverte o cálculo de refrigerantes de Lucas e Rafael, calculando de</p><p>Lucas com 2</p><p>3</p><p>e Rafael 1</p><p>3</p><p>. Isso impacta também no valor de Fernando e na quantidade total. Além disso, esqueceu-se de</p><p>acrescentar o valor extra somado ao total, encontrando apenas a soma dos refrigerantes de cada um. José quer 700 mL;</p><p>Augusto, 500 mL; Lucas, (700 1 500) ? 2</p><p>3</p><p>5 800 mL; Rafael, (500 1 800)</p><p>3</p><p>5 433 mL; e Fernando 5 433 1 200 5 633 mL.</p><p>A soma total resulta em 3 066 mL.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece-se de acrescentar o valor extra somado ao total, encon-</p><p>trando apenas a soma dos refrigerantes de cada um. José quer 700 mL; Augusto, 500 mL; Lucas, (700 1 500)</p><p>3</p><p>5 400 mL;</p><p>Rafael, (500 1 400) ? 2</p><p>3</p><p>5 600 mL; e Fernando, 600 1 200 5 800 mL. A soma total resulta em 3 000 mL.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula incorretamente a quantidade de refrigerante de Rafael,</p><p>esquecendo-se de que são 2</p><p>3</p><p>, e não apenas 1</p><p>3</p><p>. Isso impacta também no valor de Fernando e na quantidade total. José</p><p>quer 700 mL; Augusto, 500 mL; Lucas, (700 1 500)</p><p>3</p><p>5 400 mL; Rafael, (500 1 400)</p><p>3</p><p>5 300 mL; e Fernando, 300 1 200 5</p><p>5 500 mL. A soma total resulta em 2 400 mL. Com o valor extra acrescentado, o total é de 2 640 mL.</p><p>QUESTãO 172 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desconta os 10% de imposto cobrado sobre o preço do pacote: 10%</p><p>de R$ 4,00 5 R$ 0,40. Nesse caso, a expressão será L(x) 5 0,8x 2 0,12x 2 35 000 2 0,40x 5 0,28x 2 35 000.</p><p>B) CORRETA. O preço de custo de cada figurinha é R$ 0,12. Além disso, a editora tem um custo mensal fixo de R$ 35 000,00.</p><p>Sendo assim, o custo na fabricação de x figurinhas é de 0,12x 1 35 000. A editora repassa para banca pacotes de figuri-</p><p>nhas com 5 unidades cada a um preço de R$ 4,00. Sendo assim, cada figurinha sai por R$ 4,00 4 5 5 R$ 0,80. Logo, o</p><p>preço de venda da figurinha é 0,80x. Ainda há um abatimento de 10% de imposto sobre o preço de venda no pacote, ou</p><p>seja, o imposto sobre cada figurinha será de 0,1 ? R$ 0,80 5 R$ 0,08. Dessa forma, a expressão que determina o lucro</p><p>mensal dessa editora será L(x) 5 0,8x 2 0,12x 2 35 000 2 0,08x 5 0,60x 2 35 000.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não leva em conta os 10% de imposto que a editora deve abater no</p><p>lucro. Nesse caso, a expressão será L(x) 5 0,8x 2 0,12x 2 35 000 5 0,68x 2 35 000.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera como preço de venda o valor do pacote, ou seja, 4x.</p><p>Ainda, considera o imposto em cima do pacote completo (10% de R$ 4,00 5 R$ 0,40). Nesse caso, a expressão será</p><p>L(x) 5 4x 2 0,12x 2 35 000 2 0,4x 5 3,48x 2 35 000.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera como preço de venda o valor do pacote, ou seja, 4x. Nesse</p><p>caso, a expressão será L(x) 5 4x 2 0,12x 2 35 000 2 0,08x 5 3,80x 2 35 000.</p><p>QUESTãO 173 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza de maneira correta a área da coroa circular, fazendo</p><p>Asegurança 5 π (2,252 2 1,252) 5 10,5 m2. Porém, realiza de maneira incorreta a proporção e conclui que a área que será</p><p>pintada de vermelha será igual a Avermelha 5 10,5</p><p>3</p><p>5 3,5 m2.</p><p>35</p><p>B) CORRETA. Para calcular a área da coroa circular, faz-se:</p><p>Asegurança 5 π (4,5</p><p>2 )2</p><p>2 (2,5</p><p>2 )2</p><p>5 10,5 m2</p><p>Em seguida, deve-se realizar a proporção e concluir que a área que será pintada de vermelha será igual a:</p><p>Avermelha 5 10,5</p><p>4</p><p>? 3 5 7,875 m2</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza de maneira correta a área da coroa circular, fazendo:</p><p>Asegurança 5 π(2,252 2 1,252) 5 10,5 m2</p><p>Porém, se esquece de considerar a proporção de tintas e considera que toda a região será pintada de vermelho.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que tanto a circunferência em que se realiza a prova</p><p>quanto o entorno (coroa circular) serão pintados e, para tal, calcula a área de uma circunferência de raio igual a</p><p>r 5 2,5</p><p>2</p><p>1 1 5 2,25 metros, obtendo:</p><p>Asegurança 5 π(2,252) 5 15,1875 m2</p><p>Como a proporção é de 1 : 3, a área pintada de vermelho será igual a:</p><p>Avermelha 5 15,1875</p><p>4</p><p>? 3 5 11,390625 < 11,4 m2</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que deve ser calculada a área de uma coroa circular, mas</p><p>interpreta as informações de maneira equivocada e considera o diâmetro como raio. Com isso, chega à conclusão de que</p><p>Asegurança 5 π(3,252 2 2,52) 5 18 m2.</p><p>Em seguida, determina a proporção e conclui que a área que será pintada de vermelho será igual a:</p><p>Avermelha 5 18</p><p>4</p><p>? 3 5 13,5 m2</p><p>QUESTãO 174 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera corretamente o sistema de equações:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>1,1x 1 1,2y 5 40 000</p><p>1,2x 1 1,1y 5 40 500</p><p>Resolvendo-a, obtém x 5 20 000,00 e y 5 15 000,00.</p><p>Por uma má interpretação no enunciado, ele calcula a diferença de valor de ambos os carros.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera corretamente o sistema de equações:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>1,1x 1 1,2y 5 40 000</p><p>1,2x 1 1,1y 5 40 500</p><p>Obtendo corretamente as soluções x 5 20 000,00 e y 5 15 000,00. Interpretando corretamente que esses são os valo-</p><p>res pago pelos carros no leilão, portanto o valor dos carros pela tabela Fipe são de 2x 5 40 000,00 e 2y 5 30 000,00.</p><p>Assinala-se então, equivocadamente, a diferença entre os dois carros pela tabela Fipe (de 10 000,00).</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa obtém corretamente o sistema de equações:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>1,1x 1 1,2y 5 40 000</p><p>1,2x 1 1,1y 5 40 500</p><p>Obtendo que o valor pago no leilão pelo carro do tipo A é de 15 000,00. E, por uma interpretação equivocada do enun-</p><p>ciado, assinala o valor do carro A pela tabela Fipe, que é de R$ 30 000,00.</p><p>D) CORRETA. Considere x o valor que o leilão vendeu o carro da marca A e y o valor que o leilão vendeu o carro da</p><p>marca B. A revenda ocorre com obtenção de lucro de 10% sobre o carro A e 20% sobre o carro B, isto é, a pessoa</p><p>revende o carro A por x 1 0,1x e o carro B por y 1 0,2y de tal forma que:</p><p>(x 1 0,1x) 1 (y 1 0,2y) 5 40 000</p><p>Analogamente, é dito que, se a porcentagem dos lucros invertesse seu papel, teríamos uma venda no valor de R$ 40 500,</p><p>ou seja, (x 1 0,2x) 1 (y 1 0,1y) 5 40 500.</p><p>Juntando as duas equações, temos:</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>1,1x 1 1,2y 5 40 000</p><p>1,2x 1 1,1y 5 40 500</p><p>Somando as duas equações, temos 2,3x 1 2,3y 5 80 500, colocando o 2,3 em evidência e dividindo os dois lados por ele,</p><p>obtemos, então, x 1 y 5 80 500</p><p>2,3</p><p>5 35 000.</p><p>Isso nos diz que a pessoa gastou no leilão o equivalente a R$ 35 000, mas, como cada carro (pelo texto-base) custou a</p><p>metade do seu valor na tabela Fipe, então o desconto obtido é igual ao valor pago, ou seja, de R$ 35 000.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não interpreta corretamente o enunciado e considera que o valor</p><p>pago pelos dois carros juntos no leilão fora de 40 000 e, portanto, o desconto obtido em relação a tabela Fipe é de igual</p><p>valor.</p><p>36</p><p>QUESTãO 175 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desconsidera o valor referente</p><p>ao ano de 2017. Assim, verifica-se:</p><p>M 5 0,53 1 2,26 1 3,59 1 5,77 1 3,78 1 3,87 1 5,05 1 3,73</p><p>9</p><p>⇒ M 5</p><p>24,71</p><p>9</p><p>⇒ M 5 2,75</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o denominador da média é sempre 10, confundindo</p><p>com conceitos incorretos de porcentagem. Assim, verifica-se:</p><p>M 5 0,53 1 2,26 1 3,59 1 5,77 1 3,78 1 3,87 1 5,05 1 3,73 1 7,77</p><p>10</p><p>⇒ M 5</p><p>32,48</p><p>10</p><p>⇒ M 5 3,25</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desconsidera o valor referente ao ano de 2009. Assim, verifica-se:</p><p>M 5 2,26 1 3,59 1 5,77 1 3,78 1 3,87 1 5,05 1 3,73 1 7,77</p><p>9</p><p>⇒ M 5</p><p>31,95</p><p>9</p><p>⇒ M 5 3,55</p><p>D) CORRETA. A média é dada por:</p><p>M 5 0,53 1 2,26 1 3,59 1 5,77 1 3,78 1 3,87 1 5,05 1 3,73 1 7,77</p><p>9</p><p>⇒ M 5</p><p>36,35</p><p>9</p><p>⇒ M 5 4,04</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa para achar o número de anos, calcula 2 017 2 2 009 5 8. Assim,</p><p>verifica-se:</p><p>M 5 0,53 1 2,26 1 3,59 1 5,77 1 3,78 1 3,87 1 5,05 1 3,73 1 7,77</p><p>8</p><p>⇒ M 5</p><p>36,35</p><p>8</p><p>⇒ M 5 4,54</p><p>QUESTãO 176 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula incorretamente a área do círculo. Ele calcula o perímetro do</p><p>círculo em vez de sua área.</p><p>Como a altura de ambos é igual, ele calcula apenas as áreas.</p><p>A área do cilindro é calculada então com π ? r ? 2 5 3 ? 5,1 ? 2 5 30,6.</p><p>A área do hexágono é dada por 6 ? a2</p><p>1,7</p><p>5 6 ? 3 ? 1,7 ? 5,1</p><p>1,7</p><p>5 91,8, sendo a o apótema.</p><p>91,8</p><p>30,6</p><p>5 3, ou seja, o pote hexagonal possui 3 vezes do volume do pote cilíndrico.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa erra no cálculo do volume do cilindro. Ele usa o diâmetro em vez do</p><p>raio. Como a altura de ambos é igual, ele calcula apenas as áreas.</p><p>A área do cilindro é calculada por π ? D2 5 3 ? 10,2 ? 10,2 5 321,12.</p><p>A área do hexágono é dada por 6 ? a2</p><p>1,7</p><p>5 6 ? 5,1 ? 5,1</p><p>1,7</p><p>5 91,8.</p><p>321,12</p><p>91,8</p><p>5 3,4, ou seja, o pote cilíndrico possui 3,4 vezes do volume do pote hexagonal.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa as medidas dadas – o apótema é igual ao raio e as alturas</p><p>são iguais, então, presume que os dois potes possuem o mesmo volume.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula incorretamente a área do hexágono. Como a altura de ambos</p><p>é igual, ele calcula apenas as áreas. A área do cilindro é calculada por π ? r2 5 3 ? 5,1 ? 5,1 5 81.</p><p>A área do hexágono é dada por A 5 5,1 ? (L2)</p><p>2</p><p>, sendo A a área e L o lado. Ele confunde os valores do lado com o apótema</p><p>e usa o valor do apótema nessa fórmula, encontrando A 5 5,1 ? (5,1)2</p><p>2</p><p>5 68,8.</p><p>81</p><p>68,8</p><p>5 1,18, ou seja, o volume do pote cilíndrico é 18% maior que o pote hexagonal.</p><p>E) CORRETA. Para resolver a questão, é preciso analisar a diferença entre as áreas da base dos potes, uma vez que a</p><p>altura de ambos é igual.</p><p>A área do cilindro é calculada por π ? r2 5 3 ? 5,1 ? 5,1 5 78,03.</p><p>A área do hexágono é dada por 6 ? a2</p><p>1,7</p><p>5 6 ? 5,1 ? 5,1</p><p>1,7</p><p>5 91,8, sendo a o apótema.</p><p>91,8</p><p>78,03</p><p>> 1,18, ou seja, o volume do pote hexagonal é 18% maior que o pote cilíndrico.</p><p>QUESTãO 177 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compara os termos da fatoração do número 180 com a quantidade</p><p>de peças na ordem em que aparecem no enunciado, realizando a subtração da seguinte forma:</p><p>Blusas: 22 2 14 5 2 10</p><p>Shorts: 32 2 8 5 1</p><p>Chapéus: 5 2 3 5 2</p><p>37</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compara os termos da fatoração do número 180 com a quantidade</p><p>de peças na ordem em que aparecem no enunciado, mas confunde a quantidade de chapéus e shorts.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa apenas considera as quantidades iguais à do enunciado, sem atentar</p><p>que troca blusas por shorts.</p><p>D) CORRETA. O número de combinações que Mariana já escolheu é 14 ? 8 ? 3 5 336. Como o número de combinações</p><p>precisa ser exatamente 180, a multiplicação do número de blusas, shorts e chapéus deve ser 180. Fatorando o número</p><p>180, encontramos 22 ? 32 ? 5. Assim, uma possibilidade de combinação seria 3 ? 5 5 15 blusas, 22 5 4 shorts e 3 chapéus.</p><p>Assim, ela poderia escolher mais uma blusa e retirar quatro shorts.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compara os termos da fatoração do número 180 com a quantidade</p><p>de peças na ordem em que aparecem no enunciado, realizando a subtração da seguinte forma:</p><p>Blusas: 14 2 22 5 10</p><p>Shorts: 8 2 32 5 21</p><p>Chapéus: 3 2 55 22</p><p>QUESTãO 178 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o valor máximo equivale ao primeiro quartil, ou seja, à</p><p>mediana do subconjunto de dados à esquerda da mediana original, logo, ele calcula 36,5 1 42,1</p><p>2</p><p>5 39,300.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o terceiro quartil é equivalente à mediana original</p><p>(segundo quartil); portanto, ele determina que o terceiro quartil é 44,3 1 45,8</p><p>2</p><p>5 45,050.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula o terceiro quartil como a média aritmética do 1o ponto e do</p><p>2o ponto do subconjunto dos dados à direita da mediana original: 45,8 1 47,0</p><p>2</p><p>5 46,4.</p><p>D) CORRETA. O terceiro quartil pode ser determinado por meio da ordenação crescente dos dados da concentração de</p><p>sólidos em suspensão (C, mg/L), o que dá 19,8; 32,4; 36,5; 42,1; 44,0; 44,3, 45,8; 47,0; 48,7; 55,7; 57,3; 58,7.</p><p>O número de pontos (dados) do conjunto é par; logo, calcula-se a mediana original, que corresponde ao segundo quartil,</p><p>como a média aritmética dos dois pontos centrais (ou seja, o 6o e o 7o dados):</p><p>44,3 1 45,8</p><p>2</p><p>5 45,050</p><p>A mediana original divide o conjunto de pontos em dois subconjuntos de mesmo tamanho (com mesmo número de</p><p>dados); em outras palavras, ela divide o conjunto em dois subconjuntos contendo, cada um, 50% dos dados.</p><p>Para calcular o terceiro quartil, considera-se o subconjunto dos dados à direita da mediana original, que tem número de</p><p>pontos par: 45,8; 47,0; 48,7; 55,7; 57,3; 58,7. O terceiro quartil é a mediana desse subconjunto (a média aritmética do</p><p>3o ponto e do 4o ponto):</p><p>48,7 1 55,7</p><p>2</p><p>5 52,200</p><p>Portanto, nos 12 dias em questão, o valor máximo da concentração de sólidos em suspensão para que a água seja con-</p><p>siderada dentro padrão de qualidade requerido é 52,2 mg/L.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o terceiro quartil é, no conjunto de dados ordenados</p><p>crescentemente, o 10o dado do conjunto, portanto, ele determina que o terceiro quartil é 55,7 g/mL.</p><p>QUESTãO 179 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula a probabilidade de acerto aleatório da senha com 5 opções de</p><p>sílabas e considera que esse é o valor mais próximo do desejado de 0,76%, sem levar em conta que esse valor é máximo</p><p>e, portanto, não pode ser ultrapassado. Com 5 opções em cada tela, a probabilidade de acerto aleatório da senha é dada</p><p>por (1</p><p>5)</p><p>3</p><p>5 0,8%, próximo, mas superior ao limite de 0,76%.</p><p>B) CORRETA. Se cada tela conta com n opções de sílabas, a chance de acerto aleatório em cada tela é dada por</p><p>P 5 1 opção correta</p><p>n opções</p><p>5 1</p><p>n</p><p>. Como o golpista precisaria de três acertos sucessivos, a probabilidade de acerto da senha é</p><p>dada por (1</p><p>n)</p><p>3</p><p>, que deve ser menor do que a probabilidade estipulada pelo banco, de 0,76%, ou seja, (1</p><p>n)</p><p>3</p><p>⩽ 0,76% →</p><p>→ 1</p><p>n3 ⩽ 7,6</p><p>1 000</p><p>→ n3 ⩾ 1 000</p><p>7,6</p><p>→ n ⩾ 10</p><p>1,96</p><p>→ n ⩾ 5,1, ou seja, o total de possibilidades de sílabas na tela deve ser de pelo</p><p>menos 6, o que significa um acréscimo de 2 novas sílabas por tela a partir das 4 sílabas atuais.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa conta o total de opções atuais de sílabas por tela, sem levar em conta</p><p>que a probabilidade de acerto aleatório deve cair, portanto, novas opções devem ser inclusas.</p><p>38</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula a probabilidade de acerto aleatório da senha com 5 opções de</p><p>sílabas e considera que esse é o valor mais próximo do desejado de 0,76%, sem levar em conta que esse valor é máximo</p><p>e, portanto, não pode ser ultrapassado: com 5 opções em cada tela, a probabilidade de acerto aleatório</p><p>v 5 λ</p><p>f</p><p>Ou seja, a redução do comprimento de onda refletido implicaria uma redução da frequência refletida.</p><p>B) CORRETA. A equação fundamental da ondulatória é dada por v 5 λ ? f, portanto, o comprimento de onda e a frequência</p><p>são grandezas inversamente proporcionais. Para reduzir o valor da frequência da onda refletida, devemos aumentar o</p><p>comprimento de onda refletido.</p><p>Isso pode ser obtido com o aumento do produto nnúcleo ? Λ. As possibilidades de se fazer isso são: aumentar o índice do</p><p>núcleo, aumentar Λ, aumentar ambos os parâmetros ou aumentar um dos parâmetros proporcionalmente mais do que o</p><p>outro é reduzido.</p><p>3</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera equivocadamente que n 5 v</p><p>c</p><p>e que, portanto, a redução</p><p>do índice do núcleo reduziria a velocidade da onda dentro da fibra. Além disso, por se considerar, equivocadamente, que</p><p>v 5 λ</p><p>f</p><p>, a redução da velocidade implicaria um aumento da frequência refletida.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que a frequência e o comprimento são diretamente propor-</p><p>cionais, o que pode ser justificado por se considerar v 5 λ</p><p>f</p><p>. Dessa forma, a redução do índice de refração e de Λ implicaria</p><p>uma redução do comprimento de onda refletido, portanto, uma redução da frequência da onda refletida.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o aumento do índice de refração efetivo do núcleo</p><p>implica um aumento do comprimento de onda refletida e, portanto, uma redução da frequência dessa onda. No entanto,</p><p>para escolher essa alternativa, despreza-se, equivocadamente, a possibilidade de se reduzir Λ em uma proporção maior</p><p>do que se aumenta o índice do núcleo.</p><p>QUESTãO 97 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa imagina que o raio de luz incida sobre os cristais de gelo e seja refle-</p><p>tido, mas o texto indica que os raios atravessam os cristais, caracterizando assim uma refração.</p><p>B) CORRETA. O fenômeno do parélio solar é causado pela refração da luz em cristais de gelo, que, consequentemente,</p><p>sofrem um desvio e chegam ao olho do observador. A imagem da luminosidade fora do lugar é fruto do prolongamento</p><p>dos raios de luz desviados que chegam ao olho do observador, semelhante ao fenômeno da miragem. O raio de luz sofre</p><p>uma diminuição na sua velocidade apenas no momento que entra no cristal de gelo; quando ele sai pela outra face, vol-</p><p>tando para a atmosfera, sua velocidade volta a ser a mesma que tinha antes de incidir no cristal.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa esquece que, ao sair do cristal de gelo, o raio de luz sofreu uma</p><p>segunda refração e sua velocidade volta a ser a mesma que tinha antes de incidir no cristal.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa imagina que, por atravessar o cristal de gelo, o fenômeno sofrido foi</p><p>uma polarização, e não uma refração. Mesmo que o raio de luz seja polarizado de alguma forma dentro do cristal de gelo,</p><p>não é esse fenômeno ondulatório que explica a formação do parélio, que é fruto do desvio do raio de luz.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa imagina que, por atravessar o cristal de gelo, o fenômeno sofrido foi</p><p>uma polarização, e não uma refração. Mesmo que o raio de luz seja polarizado de alguma forma dentro do cristal de gelo,</p><p>não é esse fenômeno ondulatório que explica a formação do parélio, que é fruto do desvio do raio de luz. Além disso, o</p><p>raio de luz sofre uma diminuição na sua velocidade apenas no momento que entra no cristal de gelo, quando ele sai pela</p><p>outra face retornando para a atmosfera, sua velocidade volta a ser a mesma que tinha antes de incidir no cristal.</p><p>QUESTãO 98 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa equivoca-se ao acreditar que mudanças nas condições ambientais</p><p>possam induzir a alterações no padrão de queratinização da pele desses animais, que é permanentemente baixo.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa equivoca-se ao achar que o ovo dos anuros possui casca.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa equivoca-se ao acreditar que a concentração de O2 na atmosfera ao</p><p>longo das estações varia a ponto de impactar na respiração do animal.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa equivoca-se ao achar que os índices pluviométrico e de temperatura</p><p>devem estar baixos para que os ovos dos anfíbios se desenvolvam. Além disso, o aluno não consegue realizar a leitura</p><p>adequada das informações contidas no gráfico, que indica que o maior desenvolvimento desses seres se a partir de con-</p><p>dições pluviométricas e de temperatura elevadas.</p><p>E) CORRETA. Anuros são anfíbios e, como tais, são animais ectotérmicos. Por isso, utilizam fontes externas de calor para</p><p>regular a temperatura corporal e metabolismo. Além disso, por possuírem fecundação externa, ovo sem casca e larva</p><p>aquática, dependem da água para o processo reprodutivo.</p><p>QUESTãO 99 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não correlaciona os dois gráficos apresentados no texto-base e</p><p>por essa razão não consegue perceber que os eventos de inversão térmica (mudança na tendência de abaixamento ou</p><p>aumento da temperatura) coincidem com o aumento e diminuição intensos da concentração de ozônio, em uma clara</p><p>dependência entre os dois fatores.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não leva em consideração as reações químicas mostradas no texto</p><p>base e tira suas conclusões a partir do gráfico, relacionando a mudança da tendência de diminuição da temperatura por</p><p>volta da altitude de 12 km com o pico de ozônio formado na baixa estratosfera, portanto, sem perceber que o aumento de</p><p>temperatura é consequência da formação do ozônio, não o contrário.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não faz a interpretação correta da reação química proposta para a</p><p>formação do ozônio, entendendo que o calor colocado como componente da reação representa um ∆H positivo, acredi-</p><p>tando, assim, ser uma reação endotérmica.</p><p>4</p><p>D) CORRETA. A formação de ozônio é uma reação exotérmica, como evidenciado pela reação da segunda etapa do</p><p>processo, liberando energia para o ambiente. Assim, o comportamento de aumento da temperatura na estratosfera,</p><p>mostrado no gráfico, se justifica pela alta produção de ozônio na baixa estratosfera, levando ao pico de concentração de</p><p>quase 5 ? 1012 moléculas/cm3.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa foca na reação química da destruição do ozônio e entende que a</p><p>energia UV que destrói o O3 é retida e deixa de contribuir com o aumento de temperatura na estratosfera, sem levar em</p><p>conta que na interface mencionada a concentração de ozônio é mínima, e não abundante, e que a diminuição da concen-</p><p>tração de ozônio em função da destruição das moléculas começa a ocorrer ainda na baixa estratosfera, momento em que</p><p>a temperatura ainda é ascendente.</p><p>QUESTãO 100 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde os dados fornecidos pelo texto e associa o valor total, de</p><p>R$ 151,20 1 R$ 36,00 5 R$ 187,20, ao gasto mensal do antigo aparelho de ar-condicionado, de 2 800 W. Relaciona,</p><p>também erroneamente, o gasto de R$ 151,20 ao novo modelo de ar-condicionado, de potência desconhecida.</p><p>Calculando o total de horas de uso, e utilizando a potência do aparelho de 2 800 W, pode-se descobrir o consumo em kWh:</p><p>6 horas/dia ? 30 dias 5 180 h/mês</p><p>P 5 2 800 W 5 2,80 kW</p><p>E 5 180 ? 2,80 5 504 kWh</p><p>Considerando o gasto total como R$ 187,20, o valor pago por kWh seria de aproximadamente R$ 0,37.</p><p>Calcula-se, então, de quanto seria o gasto se o aparelho tivesse de fato 1 600 W de potência:</p><p>8 horas/dia ? 30 dias 5 240 h/mês</p><p>P 5 1 600 W 5 1,60 kW</p><p>E 5 240 ? 1,60 5 384 kWh</p><p>Se cada kWh custa R$ 0,37, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 142,10. Assim, o prejuízo do consumidor seria</p><p>de R$ 151,20 2 R$ 142,10 5 R$ 9,10.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não entende qual grandeza deve calcular e relaciona o prejuízo do</p><p>consumidor diretamente ao</p><p>da senha é dada</p><p>por (1</p><p>5)</p><p>3</p><p>5 0,8%, próximo, mas superior ao limite de 0,76%. Além disso, o aluno desconsidera que o enunciado pede o</p><p>total de sílabas a serem adicionadas a partir das 4 já existentes, e não o novo total após o acréscimo.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera o total de opções de sílabas que devem ser disponibiliza-</p><p>das por tela para que a queda na probabilidade desejada pelo banco se efetue, e não o aumento em relação ao cenário</p><p>anterior, calculado por 6 2 4 5 2 sílabas a mais por tela.</p><p>QUESTãO 180 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula de forma errada o volume da viga, considerando uma casa</p><p>decimal na última dimensão da viga, obtendo 0,2 ? 0,4 ? 0,4 5 0,032 m3. A partir disso, calcula proporcionalmente a quan-</p><p>tidade de areia e cimento, que seriam de 630 ? 0,032 5 20,16 kg e 455 ? 0,032 5 14,56 kg, respectivamente.</p><p>B) CORRETA. No cálculo de quantos metros cúbicos a estrutura tem, obtém-se o resultado: 0,2 m ? 0,4 m ? 4 m 5 0,32 m3.</p><p>Desse modo, é possível calcular o gasto de areia e cimento. Como 630 kg de areia são utilizados em 1 m3, então,</p><p>630 ? 0,32 5 201,6 kg de areia serão utilizados na viga. Analogamente, encontra-se que a quantidade de cimento a ser</p><p>utilizado na viga será de 455 ? 0,32 5 145,6 kg.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula de forma errada o volume da viga, considerando a média das</p><p>dimensões, obtendo aproximadamente 1,5 m3. A partir disso, calcula proporcionalmente a quantidade de areia e cimento,</p><p>que seriam de aproximadamente 630 ? 1,5 5 945 kg e 455 ? 1,5 5 685,5 kg, respectivamente.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula o volume do paralelepípedo somando as dimensões, encon-</p><p>trando 0,2 1 0,4 1 4 5 4,6 m3. A partir disso, calcula proporcionalmente a quantidade de areia e cimento, que seriam de</p><p>630 ? 4,6 5 2 898 kg e 455 ? 4,6 5 2 093 kg, respectivamente.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula de forma errada o volume da viga, desconsiderando as casas</p><p>decimais, obtendo 2 ? 4 ? 4 5 32 m3. A partir disso, calcula proporcionalmente a quantidade de areia e cimento, que seriam</p><p>de 630 ? 32 5 20 160 kg e 455 ? 32 5 14 560 kg, respectivamente.</p><p>valor acrescido em sua conta mensal (R$ 36,00), ignorando a alteração do número de horas</p><p>diárias de uso e os valores incompatíveis de potência.</p><p>C) CORRETA. O valor total gasto com o novo modelo do ar-condicionado é conhecido e dado por R$ 151,20 1 R$ 36,00 5</p><p>5 R$ 187,20. Para descobrir o prejuízo mensal do consumidor, resta saber quanto seria o gasto se o aparelho tivesse</p><p>potência de 1 600 W. Para isso, deve-se descobrir o custo de cada kWh.</p><p>Calculando o valor de kWh pelos dados do modelo antigo de ar-condicionado:</p><p>6 horas/dia ? 30 dias 5 180 h/mês</p><p>P 5 2 800 W 5 2,80 kW</p><p>E 5 180 ? 2,80 5 504 kWh</p><p>Gasto total com esse aparelho: R$ 151,20.</p><p>Assim, o valor de um kWh será de 151,20</p><p>504</p><p>5 R$ 0,30.</p><p>Pode-se calcular, então, quanto consumiria um aparelho de ar-condicionado de 1 600 W (potência anunciada):</p><p>8 horas/dia ? 30 dias 5 240 h/mês</p><p>P 5 1 600 W 5 1,60 kW</p><p>E 5 240 ? 1,60 5 384 kWh</p><p>Como cada kWh hora custa R$ 0,30, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 115,20.</p><p>Faz-se, por fim, a subtração entre o valor efetivo pago pelo consumidor e o valor que ele deveria ter pagado se a propa-</p><p>ganda fosse verdadeira para calcular seu prejuízo mensal: R$ 187,20 2 R$ 115,20 5 R$ 72,00.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza os cálculos corretamente, mas se esquece de considerar que</p><p>o tempo de uso diário aumentou de 6 para 8 horas. Assim:</p><p>6 horas/dia ? 30 dias 5 180 h/mês</p><p>P 5 1 600 W 5 1,60 kW</p><p>E 5 180 ? 1,60 5 288 kWh</p><p>Como cada kWh custa R$ 0,30, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 86,40. Logo, o prejuízo do consumidor seria</p><p>de R$ 187,20 2 R$ 86,40 5 R$ 100,80.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula corretamente o valor do kWh, mas computa o gasto total</p><p>pela variação do número de horas diárias de uso (8 2 6 5 2 horas a mais por dia), e não pela quantidade total (8 horas</p><p>por dia).</p><p>Assim:</p><p>2 horas/dia ? 30 dias 5 60 h/mês</p><p>P 5 1 600 W 5 1,60 kW</p><p>E 5 60 ? 1,60 5 96 kWh</p><p>Dessa forma, como cada kWh custa R$ 0,30, o gasto total com esse aparelho seria de R$ 28,80. Logo, o prejuízo do</p><p>consumidor seria de R$ 187,20 2 R$ 28,80 5 R$ 158,40.</p><p>5</p><p>QUESTãO 101 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa identifica que as leveduras e bactérias atuam em simbiose entre si,</p><p>não reconhecendo o fato delas atuarem em processos separados, crescendo independentemente, o que impede essa</p><p>configuração.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não reconhece que os lactobacilos e as leveduras se alimentam da</p><p>mistura, e não de outros microrganismos.</p><p>C) CORRETA. Durante o a etapa inicial para a realização de massa de fermentação natural, a massa é colonizada por</p><p>diversos microrganismos. Porém, os lactobacilos e leveduras conseguem competir melhor pelos recursos disponíveis e</p><p>produzem metabólitos que inibem o crescimento de outros organismos. Dessa forma, limitando ou excluindo competitiva-</p><p>mente as populações de outros microrganismos.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não reconhece que as leveduras e os lactobacilos se alimentam da</p><p>mistura, não de outros organismos, deixando-os vivos.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa relaciona o crescimento das leveduras e dos lactobacilos com uma</p><p>relação de compartilhamento de recursos, no qual cada população auxiliaria a outra, não identificando que o processo de</p><p>crescimento de cada uma acontece, independentemente, ao menos que os recursos sejam muito limitados.</p><p>QUESTãO 102 Resposta A</p><p>A) CORRETA. O texto trata da possibilidade de geração de energia a partir dos resíduos sólidos urbanos. Segundo as</p><p>informações, caso esse tipo de resíduo fosse direcionado a usinas do tipo waste-to-energy, que possibilitam a recupe-</p><p>ração de energia dos resíduos sólidos urbanos, seria possível gerar dez vezes mais energia do que quando os resíduos</p><p>são enviados a aterros sanitários. Dessa forma, além do aproveitamento energético, as usinas waste-to-energy também</p><p>proporciona uma destinação ambientalmente mais adequada aos resíduos sólidos.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera que, ao destinar os resíduos para usinas waste-to-</p><p>-energy, a quantidade de resíduos urbanos enviado aos aterros diminuiria, uma vez que essas usinas podem substituir os</p><p>aterros na destinação dos resíduos.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o caso apresentado no texto seria uma forma de</p><p>reciclagem dos resíduos urbano, processo que permite a reintrodução de matérias-primas em suas respectivas cadeias</p><p>produtivas. Porém, nas usinas waste-to-energy, todo o resíduo sólido urbano é aproveitado para a produção de energia.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se confunde ao considerar que no caso apresentado no texto haveria</p><p>maiores gastos com gestão e transporte dos resíduos urbanos. Entretanto, como todo os resíduos sólidos seriam desti-</p><p>nados para as usinas waste-to-energy, haveria uma economia como o manuseio e transporte dos resíduos até os aterros</p><p>sanitários.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se confunde ao considerar uma outra forma de tratamento dos resíduos</p><p>urbanos, a compostagem, que tem como vantagem a obtenção de adubo e fertilizante a partir dos resíduos urbanos. Porém,</p><p>no caso apresentado, o resíduo sólido urbano seria enviado para as usinas waste-to-energy para geração de energia.</p><p>QUESTãO 103 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que não ocorrem interações do tipo ligações de</p><p>hidrogênio entre o adsorvente e o adsorvato, porque essas ligações só ocorrem entre moléculas que têm hidrogênio</p><p>ligado a um dos três elementos mais eletronegativos da tabela (F, O ou N), havendo ainda a necessidade de o elemento</p><p>mais eletronegativo apresentar um par de elétrons livres.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que não ocorrem interações do tipo íon-dipolo entre</p><p>o adsorvente e o adsorvato, uma vez que essa interação só ocorre entre um íon e uma molécula polar, e não entre duas</p><p>moléculas. Como os íons possuem carga, essas interações são as mais fortes. É por causa dessas interações que os sais</p><p>são capazes de se solubilizar.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que as ligações químicas ocorrem entre átomos, no</p><p>caso da iônica, geralmente entre metais e ametais, não sendo o caso em questão, pois trata-se de interações entre as</p><p>moléculas do adsorvente e do adsorvato.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que as ligações químicas ocorrem entre átomos,</p><p>no caso da molecular, entre ametais, entre hidrogênios e entre ametal e hidrogênio, não sendo o caso em questão, pois</p><p>trata-se de interações entre as moléculas do adsorvente e do adsorvato.</p><p>E) CORRETA. Também chamada de adsorção de Van der Waals, ocorre quando as moléculas do adsorvente interagem por</p><p>meio das interações de Van der Waals (dipolo permanente ou dipolo induzido) com as moléculas do adsorvato. Nesse</p><p>processo não existem ligações químicas, fazendo com que seja reversível. Além disso, não há alteração das proprieda-</p><p>des do adsorvato nem do adsorvente, mantendo a natureza química dos compostos envolvidos.</p><p>QUESTãO 104 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que mudanças no ambiente possam induzir os seres vivos</p><p>a se adaptarem a elas.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o surgimento de uma nova forma de vida leva necessa-</p><p>riamente à substituição das formas anteriormente existentes.</p><p>6</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa sabe que novas formas de vida surgem por mutações, mas acredita</p><p>que o surgimento do gás oxigênio tenha induzido e direcionado essas mutações para que assim surgissem os seres</p><p>aeróbicos.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a escassez de alimento tenha forçado os seres vivos a</p><p>se adaptarem à nova condição.</p><p>E) CORRETA. O surgimento do gás oxigênio criou um ambiente que permitiu</p><p>que formas de vida aeróbia, que surgiram ao</p><p>acaso, encontrassem uma vantagem adaptativa e assim pudessem se estabelecer.</p><p>QUESTãO 105 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Para determinar a corrente, é necessário encontrar a resistência equivalente do circuito:</p><p>Reqtotal</p><p>5 RSérie 1 RParalelo 5 RA 1 RBCD</p><p>RBCD 5 RParalelo → 1</p><p>RParalelo</p><p>5 1</p><p>RD</p><p>1 1</p><p>RB 1 RC</p><p>5 1</p><p>120</p><p>1 1</p><p>120 1 120</p><p>5 2 1 1</p><p>240</p><p>5 3</p><p>240</p><p>5 1</p><p>80</p><p>RBCD 5 RParalelo 5 80 Ω</p><p>Reqtotal</p><p>5 RA 1 RBCD 5 120 1 80 5 200 Ω</p><p>Sabendo que U 5 120 V, a corrente total do circuito é:</p><p>i 5 U</p><p>R</p><p>5 120</p><p>200</p><p>5 600 mA</p><p>Sabendo a corrente, é possível calcular a diferença de potencial da resistência A e a resistência equivalente BCD:</p><p>iBC 5 U</p><p>R</p><p>5 48</p><p>120 1 120</p><p>5 200 mA</p><p>iD 5 U</p><p>R</p><p>5 48</p><p>120</p><p>5 400 mA</p><p>Sabendo que a corrente que passa pelo resistor A é a corrente do circuito, tem-se:</p><p>Corrente do ponto 1 5 600 mA</p><p>Corrente no ponto 2 5 400 mA</p><p>Corrente no ponto 3 5 200 mA</p><p>Logo, a posição na qual o fusível queima é a 1.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula a corrente diretamente do resistor D, assim:</p><p>i 5 U</p><p>R</p><p>5 120</p><p>120</p><p>5 1 A</p><p>Que, no caso, queimaria o fusível 2.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula a corrente na posição 3 direto da resistência equivalente:</p><p>RBCD 5 RParalelo → 1</p><p>RParalelo</p><p>5 1</p><p>RD</p><p>1 1</p><p>RB 1 RC</p><p>5 1</p><p>120</p><p>1 1</p><p>120 1 120</p><p>5 2 1 1</p><p>240</p><p>5 3</p><p>240</p><p>5 1</p><p>80</p><p>RBCD 5 RParalelo 5 80 Ω</p><p>Assim:</p><p>U 5 120</p><p>80</p><p>5 1,5 A</p><p>Assim, queimando o fusível 3.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula corretamente que a posição 1 queima o fusível:</p><p>i 5 U</p><p>R</p><p>5 120</p><p>200</p><p>5 600 mA</p><p>Porém, também afirma que a posição 2 queima o circuito; isso ocorre caso a corrente seja calculada diretamente do</p><p>resistor D, assim:</p><p>i 5 U</p><p>R</p><p>5 120</p><p>120</p><p>5 1 A</p><p>Que, no caso, queimaria o fusível.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa calcula toda a resistência como em série:</p><p>Req 5 R1 1 R2 1 R3 1 R4 5 120 1 120 1 120 1 120 5 480 Ω</p><p>Logo, a corrente do circuito fica:</p><p>i 5 U</p><p>R</p><p>5 120</p><p>480</p><p>5 250 mA</p><p>E como a corrente do circuito toda é sempre maior que a corrente de uma componente individual, nunca passaria do valor</p><p>máximo de 250 mA, assim não queimando em nenhuma posição.</p><p>7</p><p>QUESTãO 106 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez</p><p>do solo, e não deixar o solo neutro, com pH igual a 7.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez</p><p>dos solos, e não aumentar a acidez, que é o que ocorre quando se diminui o pH.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez</p><p>dos solos, e não aumentar a acidez, que é o que ocorre quando se diminui o pH.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a calagem tem por objetivo diminuir a acidez</p><p>dos solos para favorecer a absorção de nutrientes, fornecer Ca12 e Mg12 para as plantas e neutralizar o alumínio, o</p><p>que pode ser feito adicionando-se ao solo sais que, sofrendo hidrólise, apresentem um caráter básico, o que não ocorre</p><p>quando se adiciona MgSO4, que apresenta caráter ácido.</p><p>E) CORRETA. A calagem tem por objetivo diminuir a acidez dos solos para favorecer a absorção de nutrientes, fornecer</p><p>Ca12 e Mg12 para as plantas e neutralizar o alumínio, o que pode ser feito adicionando-se ao solo sais que, sofrendo</p><p>hidrólise, apresentem um caráter básico, como é o caso do CaCO3 e MgCO3.</p><p>QUESTãO 107 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que pelo fato de o músculo ter sido lesionado, haja sangra-</p><p>mento e que esse possa ser identificado por exames de urina; contudo, a produção de urina por si só já é decorrente da</p><p>filtração do sangue e um sangramento muscular não poderia ser identificado por esse tipo de exame. Além disso, o aluno</p><p>entende que possa ocorrer a liberação de glicogênio muscular e que isso poderia elevar a glicemia, contudo essa taxa</p><p>refere-se apenas à quantidade de glicose no sangue.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde o sintoma de diabetes mellitus com um possível sintoma de</p><p>rabdomiólise; além disso, ele sabe que a célula muscular apresenta relação com o cálcio, mas, por não saber estabelecer</p><p>bem essa relação, acredita que nesse tipo de lesão a calcemia possa reduzir.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende que os lipídios podem ser encontrados na urina devido a</p><p>problemas de saúde. No entanto, comete um erro ao associar isso à lesão muscular, quando, na verdade, essa condição</p><p>está ligada a problemas renais. Além disso, esse tipo de lesão muscular não causa alterações nos níveis de glicemia no</p><p>sangue.</p><p>D) CORRETA. Como na rabdomiólise ocorre liberação dos constituintes da célula muscular para o plasma, é de se esperar</p><p>que o cálcio presente na fibra muscular atinja o plasma, aumentando a calcemia, e que a mioglobina, proteína muscular,</p><p>também alcance o plasma, sendo possível identificá-la por meio de exames de sangue.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde a hemoglobina, que é uma proteína sanguínea, com a mio-</p><p>globina, que é uma proteína muscular, mas identifica corretamente que nesse tipo de lesão é de se esperar alterações na</p><p>calcemia, visto que a células muscular possui cálcio em seu interior.</p><p>QUESTãO 108 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa incorretamente o ângulo V ao papel da pupila. Pode enten-</p><p>der que, quanto maior o ângulo V, maior a entrada de luz no olho. Na realidade, V representa o ângulo visual e está</p><p>conectado às extremidades do objeto observado, sem relação com a intensidade luminosa. A pupila é o componente do</p><p>olho humano responsável pela regulação da entrada de luz. Ela se contrai quando há muita luminosidade e aumenta no</p><p>escuro.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde foco e formação de imagens. O foco é a propriedade que</p><p>permite observar em boa definição o contorno dos objetos e não está relacionado ao ângulo visual. O cristalino funciona</p><p>como a lente do olho e altera sua configuração de modo a ajustar a distância focal para observar os objetos. Contudo,</p><p>a distância focal não tem relação com o ângulo de observação; está relacionada à distância entre o objeto e a lente do</p><p>cristalino.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o processo de formação de imagens. Em olhos que</p><p>não necessitam da utilização de lentes, a imagem dos objetos sempre se forma sobre a retina. Quando há alterações no</p><p>formato dos olhos, o cristalino não consegue formar as imagens adequadamente e acaba projetando-as antes ou depois</p><p>da retina. Contudo, essa má formação de imagens também se relaciona à distância focal, e não ao ângulo de observação.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não conhece a definição de ponto próximo e ponto remoto. Esses</p><p>são os nomes utilizados para as distâncias mínima e máxima que o olho humano consegue enxergar enquanto mantém</p><p>a imagem em foco. Normalmente, elas são distâncias fixas de aproximadamente 25 cm para o ponto próximo e infinito</p><p>para o ponto remoto, mas podem se alterar em pessoas mais velhas. São grandezas relacionadas ao foco dos objetos e</p><p>não têm relação com o ângulo de observação.</p><p>8</p><p>E) CORRETA. O ângulo V representa o ângulo visual, a variável que determina o tamanho aparente de um objeto na per-</p><p>cepção do olho e do cérebro humano. A imagem do que se vê é projetada na retina, e o tamanho dessa imagem depende</p><p>do ângulo através do qual se observa o objeto. Se o objeto está próximo, o ângulo visual é maior, e a imagem é projetada</p><p>maior na retina; por consequência, o cérebro vai entendê-la como sendo a projeção de um objeto grande. Para objetos</p><p>a maior distância, o ângulo visual é menor, a imagem projetada na retina é menor, e o cérebro entende o objeto como</p><p>pequeno. É por essa razão que o olho humano enxerga objetos distantes como pequenos,</p><p>e objetos próximos como</p><p>grandes. Um mesmo objeto aparenta ter tamanhos distintos dependendo de sua posição, como mostra o esquema.</p><p>Pupila</p><p>Imagem na retina</p><p>Sistema de lente consistindo</p><p>em câmara ocular anterior</p><p>e lentes atrás da pupila</p><p>2</p><p>Objeto</p><p>α2α1</p><p>Ângulo 1</p><p>α1</p><p>Ângulo 1 Ângulo 2</p><p>1</p><p>D</p><p>is</p><p>tâ</p><p>n</p><p>ci</p><p>a</p><p>1</p><p>Objeto</p><p>D</p><p>is</p><p>tâ</p><p>n</p><p>ci</p><p>a</p><p>2</p><p>QUESTãO 109 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde os princípios das técnicas de despoluição ambiental em</p><p>ambientes aquáticos. A utilização dos filtros biológicos é feita no tratamento de águas residuárias de esgoto doméstico,</p><p>rural e/ou industrial. Nesse caso, utilizam-se tanques ou brejos construídos em que se cultivam plantas aquáticas ou</p><p>resistentes ao alagamento, que fazem a filtragem da água por meio das absorções dos poluentes pelas raízes.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde a aplicabilidade das técnicas, pois esta não é para des-</p><p>poluição de uma área, mas para observação das alterações ocorridas em determinado ambiente. Na biomonitoração,</p><p>são utilizados seres vivos, indivíduos isolados ou uma comunidade, como uma ferramenta de controle e mensuração</p><p>da qualidade ambiental de uma área, baseando-se nas respostas desses organismos às alterações que ocorrem no</p><p>ambiente monitorado.</p><p>C) CORRETA. A biorremediação é uma técnica que consiste em utilizar bactérias, fungos e/ou plantas para reduzir, remover</p><p>ou remediar contaminações ambientais. Nesse caso, remover ou degradar o óleo derramado em ambientes aquáticos</p><p>como os oceanos.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde em qual ambiente deve ser aplicada cada técnica. Pelo</p><p>fato de que essa alternativa traz a opção da incineração, que é uma técnica utilizada para reduzir a quantidade de lixo</p><p>produzido em determinado local, com a queima do material poluente. A incineração promove a despoluição bacteriana,</p><p>durante a queima de resíduos hospitalares, e é realizada em fornos de grandes indústrias para a queima de diversos tipos</p><p>de resíduos e geração de energia.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde as terminologias e aplicação das técnicas apresentadas.</p><p>Isso porque a biodigestão é um método para produção de adubos e gás combustível que utiliza restos de compostos</p><p>orgânicos, e não uma técnica de despoluição ambiental.</p><p>QUESTãO 110 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa pensa, equivocadamente, que os moradores locais não são incor-</p><p>porados às funções que surgem com a instalação de hidrelétricas. No entanto, as hidrelétricas existentes possuem</p><p>programas de captação de funcionários, em diferentes níveis hierárquicos, para que a população da região seja impac-</p><p>tada positivamente em trabalho e renda.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa tem conhecimento sobre a migração da população local mais próxima</p><p>à hidrelétrica. No entanto, isso não ocorre em detrimento do avanço econômico da região, e não necessariamente para</p><p>as grandes metrópoles próximas.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que os recursos hídricos da região são os mesmos, e</p><p>seu excesso não diminui a necessidade de atuação de uma empresa de tratamento deles para torná-los acessíveis à</p><p>população.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende o impacto da poluição dos rios no aumento de transeun-</p><p>tes na região. Entretanto, aumentar a atividade turística teria como princípio elevar a perspectiva dos visitantes quanto ao</p><p>cuidado com nossos recursos renováveis, e se bem orientados nos programas de visita podem compreender a força do</p><p>impacto da poluição principalmente no funcionamento das hidrelétricas que dependem dos rios.</p><p>E) CORRETA. O espaço físico necessário para a represa cria grandes regiões alagadas no entorno, impactando fortemente</p><p>a população ribeirinha no que diz respeito a sua moradia e outros fatores. Por isso, é um dos principais pontos a serem</p><p>debatidos na criação dessas instalações e foco de protestos.</p><p>9</p><p>QUESTãO 111 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende a natureza do processo que transforma o átomo de</p><p>Xe no íon Xe1 a partir da nomeação incorreta desse processo de transformação.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende que ocorre um processo de ionização do xenônio crucial</p><p>para ocorrência da propulsão, mas associa a atuação do campo eletromagnético sobre uma espécie neutra, o átomo de</p><p>xenônio, o que contraria as leis naturais.</p><p>C) CORRETA. A perda de um elétron do átomo de xenônio a partir da sua ionização o transforma em uma espécie de carga</p><p>positiva sujeita a sofrer ação de um campo eletromagnético em concordância com as leis da física, causando aceleração</p><p>das partículas carregadas e consequente propulsão do veículo.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende que há um processo de ionização que ocorre com o xenônio,</p><p>mas não considera que sobre uma carga qualquer o campo eletromagnético não tem resultante nula, e mesmo havendo</p><p>força resultante nula, não haveria aceleração dos cátions.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende que há um processo de ionização que ocorre com o xenônio</p><p>e associa corretamente a formação de campos eletromagnéticos a bobinas. Mas associa incorretamente a liberação de</p><p>energia ao processo de ionização do xenônio em seu respectivo cátion.</p><p>QUESTãO 112 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acerta ao deduzir que o tempo de carregamento aumenta, mas erra</p><p>ao associar isso a uma resistência mais baixa do fio.</p><p>B) CORRETA. O fio do carregador possui uma resistência própria, e, de acordo com a segunda lei de Ohm, quanto maior o</p><p>comprimento, maior é a resistência. Assim, a resistência equivalente do circuito aumenta e a corrente de saída do carre-</p><p>gador diminui, demorando mais para carregar o celular.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa erra ao associar que um maior comprimento leva a uma menor resis-</p><p>tência, relacionando a resistência mais baixa a uma corrente maior.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acerta ao associar o comprimento do fio maior com uma maior resis-</p><p>tência, mas erra ao relacionar isso a uma corrente maior e tempo de recarga menor.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa pode imaginar que o comprimento do cabo não leva a nenhuma dife-</p><p>rença no tempo de carregamento, e justifica isso com a inexistência da relação de comprimento e resistência.</p><p>QUESTãO 113 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a remoção da cobertura vegetal deixa os rios mais sujei-</p><p>tos à evaporação, assim diminuindo seu volume e fornecendo água na forma de vapor para os rios voadores. Porém, é a</p><p>transpiração da vegetal que de fato abastece os rios voadores.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa sabe que a água, ao passar pelo solo, dilui sais minerais e acredita</p><p>que a redução desse processo possa salinizar o solo, esquecendo que esses minerais são os componentes naturais do</p><p>solo e que não estão sendo adicionados de forma extra.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a remoção da cobertura vegetal deixa a água presente</p><p>no solo mais sujeita à evaporação e que isso contribuiria de forma substancial para o aumento da emissão de vapor para</p><p>a atmosfera. No entanto, é a transpiração da vegetação que fornece os maiores volumes de vapor d’água.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa sabe que, em muitos locais, ocorre falta de água, mas ignora que</p><p>isso é decorrente de fatores como poluição das águas, falta de investimento em saneamento básico e alterações nos</p><p>regimes de chuva. A impermeabilização do solo não altera a quantidade total de água no planeta, mas sim sua dinâmica</p><p>de distribuição e disponibilidade.</p><p>E) CORRETA. Com o solo das áreas urbanas impermeabilizado, a água não consegue infiltrar-se no mesmo, o que aumenta</p><p>seu deslocamento sobre a superfície, sobrecarregando</p><p>os sistemas de drenagem e, muitas vezes, culminando em</p><p>enchentes.</p><p>QUESTãO 114 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não percebe que, embora os átomos radiativos possam estar</p><p>aquecidos, o processo de decaimento independe do seu grau de agitação. Assim, os átomos radiativos não precisam</p><p>necessariamente estarem dotados de energia térmica.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que a energia virá do decaimento do átomo radioativo que</p><p>liberará radiação. Percebe também que a energia será transformada em energia térmica que fará com que a água eva-</p><p>pore. Porém, é preciso que as turbinas sejam movimentadas para que haja a produção de eletricidade. Portanto, o aluno</p><p>ignora a conversão intermediária de energia térmica em mecânica que só então será transformada em energia elétrica.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa percebe que a energia virá do decaimento do átomo radioativo que</p><p>liberará radiação. Porém não percebe que a radiação por si só não é capaz de movimentar as pás de uma turbina. Assim,</p><p>ignora uma das etapas do processo.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde os conceitos de energia química e térmica. Assim, o aluno</p><p>considera vaporização como um processo de transformação químico, porém trata-se de uma mudança de estado físico</p><p>induzida pelo fornecimento de calor.</p><p>10</p><p>E) CORRETA. Em uma usina nuclear, os átomos radiativos sofrem decaimento, emitem energia sob a forma de radiação.</p><p>Essa radiação, então, aquece um reservatório de água. Assim, a energia se converte para energia térmica. Essa água</p><p>se vaporizará, o que irá mover as pás das turbinas da usina, transformando a energia em energia mecânica. Essas pás</p><p>moverão um grande eletroímã gerando, finalmente, a energia elétrica.</p><p>QUESTãO 115 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa compreende que uma reação com sinal negativo de calor de combus-</p><p>tão representa uma reação exotérmica, que libera calor. Entretanto, se confunde ao afirmar que a reação libera menos</p><p>calor que a combustão de etanol, provavelmente pelos sinais negativos das reações.</p><p>Calor de combustão da amostra contaminada 5 22,3 ? 106 kJ/mol 5 22 300 000 kJ/mol</p><p>Calor de combustão do etanol 5 21,35 ? 103 kJ/mol 5 21 350 kJ/mol</p><p>22 300 000 kJ/mol</p><p>21 350 kJ/mol</p><p>5 1 703</p><p>Os sinais negativos dos calores de combustão são pela reação exotérmica, mas em termos absolutos o valor do calor de</p><p>combustão da amostra é maior que o do etanol.</p><p>B) CORRETA. A reação exotérmica é aquela que libera energia, e isso pode ser constatado pelo sinal negativo do valor de</p><p>calor de combustão apresentado no texto. O aluno compreende que o valor de calor de combustão do dietilenoglicol é</p><p>maior que do etanol.</p><p>Calor de combustão da amostra contaminada 5 22,3 ? 106 kJ/mol 5 22 300 000 kJ/mol</p><p>Calor de combustão do etanol 5 21,35 ? 103 kJ/mol 5 21 350 kJ/mol</p><p>22 300 000 kJ/mol</p><p>21 350 kJ/mol</p><p>5 1 703</p><p>O calor de combustão da amostra é 1 703 vezes maior que o calor de combustão do etanol.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se equivoca ao afirmar que a reação endotérmica apresenta sinal</p><p>negativo de calor de combustão, já que representa absorção de energia. Entretanto, compreende que a reação endotér-</p><p>mica absorve energia.</p><p>Calor de combustão da amostra contaminada 5 22,3 ? 106 kJ/mol 5 22 300 000 kJ/mol</p><p>Calor de combustão do etanol 5 21,35 ? 103 kJ/mol 5 21 350 kJ/mol</p><p>22 300 000 kJ/mol</p><p>21 350 kJ/mol</p><p>5 1 703</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa se equivoca ao afirmar que uma reação exotérmica absorve energia</p><p>e não assimila que o calor de combustão do dietilenoglicol é maior que o do etanol.</p><p>Calor de combustão da amostra contaminada 5 22,3 ? 106 kJ/mol 5 22 300 000 kJ/mol</p><p>Calor de combustão do etanol 5 21,35 ? 103 kJ/mol 5 21 350 kJ/mol</p><p>22 300 000 kJ/mol</p><p>21 350 kJ/mol</p><p>5 1 703</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que a representação de um valor negativo de calor</p><p>de combustão no texto sugere uma reação exotérmica que libera calor, e não uma reação endotérmica.</p><p>Calor de combustão da amostra contaminada 5 22,3 ? 106 kJ/mol 5 22 300 000 kJ/mol</p><p>Calor de combustão do etanol 5 21,35 ? 103 kJ/mol 5 21 350 kJ/mol</p><p>22 300 000 kJ/mol</p><p>21 350 kJ/mol</p><p>5 1 703</p><p>QUESTãO 116 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa apenas a variação encontrada entre os níveis de carboidrato</p><p>do produto, identificando uma diferença maior do de cerca de 30% entre o valor encontrado no rótulo e na análise. Sendo</p><p>assim, ele ignora que a quantidade de proteínas encontrada está dentro da variação permitida.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa apenas os valores absolutos, sem levar em conta que é</p><p>permitida uma variação de 20% entre a quantidade de nutrientes prometida no rótulo e a concentração que de fato está</p><p>no produto. Assim, ignora que a quantidade de carboidratos encontrada está dentro da variação permitida.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa apenas os valores absolutos, sem levar em conta que é</p><p>permitida uma variação de 20% entre a quantidade de nutrientes prometida no rótulo e a concentração que de fato está</p><p>no produto. Assim, ignora que a quantidade de proteínas e de carboidratos encontrada está dentro da variação permitida.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa apenas a variação encontrada entre os níveis de carboidrato</p><p>do produto, identificando uma diferença maior do que 50% entre o valor encontrado no rótulo e na análise. Sendo assim,</p><p>ele ignora que a quantidade de proteínas encontrada está dentro da variação permitida.</p><p>E) CORRETA. A quantidade de proteína encontrada no produto foi 26% inferior ao que consta no rótulo, enquanto a quanti-</p><p>dade de carboidrato foi 111% superior ao que rótulo informa.</p><p>11</p><p>QUESTãO 117 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não reconhece que o maior pico de emissão do LED está no azul e</p><p>não identifica que a radiação associada ao aquecimento é o infravermelho.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, equivocadamente, que o azul é uma cor associada à trans-</p><p>missão de calor, indicando uma falta de compreensão a respeito do espectro eletromagnético e suas formas de interação.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que um dos picos de emissão do LED está no infravermelho,</p><p>indicando uma má interpretação do texto-base.</p><p>D) CORRETA. A lâmpada incandescente possui emissão na região visível, possibilitando a complementação da iluminação</p><p>ambiente. Além disso, ela possui a maior parte de sua emissão no infravermelho, radiação responsável por transmitir calor</p><p>para o alimento, mantendo-o aquecido. Dessa forma, essa lâmpada é a mais adequada entre as opções, cumprindo as</p><p>funções necessárias.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde as regiões do ultravioleta e do infravermelho. Isso indica</p><p>desconhecimento do espectro eletromagnético e uma leitura deficiente do texto-base, que traz tal informação.</p><p>QUESTãO 118 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende os processos biotecnológicos de clonagem e de</p><p>transgenia. Nesse caso, esse estudante entende que um processo de clonagem é suficiente para a resolução do problema;</p><p>porém, nessa situação, será necessário utilizar técnicas de transgenia para fazer com que a planta mate as lagartas ao</p><p>consumirem suas folhas, agora incorporadas ao inseticida natural.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende os processos biotecnológicos de mutação genética</p><p>e de transgenia; mutações genéticas ocorrem de maneira espontânea, ainda não sendo possível realizar o controle desse</p><p>fenômeno em laboratório.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende os processos biotecnológicos de hibridismo e de</p><p>transgenia. O uso de hibridismo seria uma prática inviável pelo fato de ainda não ser possível realizar o cruzamento</p><p>direto</p><p>entre o milho e a bactéria, sendo necessário utilizar técnicas de transgenia para retirar somente características de inte-</p><p>resse da bactéria e inserir no milho.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende as características, uso de produtos agrotóxicos</p><p>e processos biotecnológicos de transgenia. Além disso, também desconsidera os apontamentos do texto-base, o qual</p><p>apresenta um problema que busca uma solução que não seja o uso de agrotóxicos.</p><p>E) CORRETA. Com base nos dados obtidos pelos cientistas, o processo mais viável é a produção de organismos geneti-</p><p>camente modificados, como os transgênicos. Para isso, o processo biotecnológico envolvido perpassa o isolamento do</p><p>gene; a inserção deste em um plasmídeo a partir de enzimas de restrição; e, por fim, a incorporação desse gene no milho</p><p>por meio de uma outra bactéria (Agrobacterium), que é capaz de incorporar o gene de interesse (Cry) no material genético</p><p>do milho. Logo, a planta se tornará transgênica e, consequentemente, ao ser consumida pela lagarta, irá matá-la.</p><p>QUESTãO 119 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desconsidera que o rendimento da obtenção industrial do propranolol</p><p>é de 89%, realizando os cálculos da massa de fármaco obtida a partir de 1,4 grama de α-naftol considerando um rendi-</p><p>mento de 100%.</p><p>144 g α-naftol 259 g propranolol</p><p>1,4 g α-naftol x propranolol</p><p>x 5 2,52 g propranolol</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza os cálculos da massa de propranolol obtida a partir de</p><p>2,9 gramas de α-naftol considerando um rendimento de 100%, sem levar em conta que o rendimento da obtenção indus-</p><p>trial deste fármaco é de 89%.</p><p>144 g α-naftol 259 g propranolol</p><p>2,9 g α-naftol x propranolol</p><p>x 5 5,22 g propranolol</p><p>C) CORRETA. O texto trata sobre o processo de obtenção industrial do propranolol, um anti-hipertensivo, a partir da reação</p><p>entre α-naftol e epicloridrina, com um rendimento de 89%. Para determinar a quantidade de propranolol obtida a partir</p><p>das quantidades dos reagentes, deve-se considerar as proporções estequiométricas da reação química. De acordo com o</p><p>esquema, um mol de α-naftol (144 g/mol) reage com um mol de epicloridrina (92,5 g/mol) formando um mol de propranolol</p><p>(259 g/mol). Assim, considerando que o rendimento do processo é de 89%, o uso de 7,2 gramas de α-naftol permite a</p><p>obtenção de aproximadamente 11,5 gramas de propranolol, como mostrado a seguir.</p><p>144 g α-naftol 259 g propranolol</p><p>7,2 g α-naftol x propranolol</p><p>x 5 12,95 g propranolol</p><p>12,95 g 100%</p><p>y 89%</p><p>y 5 11,53 g propranolol</p><p>12</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera que o rendimento da obtenção industrial do propra-</p><p>nolol é de 89%, realizando os cálculos da massa de fármaco obtida a partir de 4,6 gramas de epicloridrina utilizando um</p><p>rendimento de 100%.</p><p>92,5 g epicloridrina 259 g propranolol</p><p>4,6 g epicloridrina x propranolol</p><p>x 5 12,88 g propranolol</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa realiza os cálculos da massa de propranolol obtida a partir de</p><p>9,3 gramas de epicloridrina considerando um rendimento de 100%, sem levar em conta que o rendimento da obtenção</p><p>industrial deste fármaco é de 89%.</p><p>92,5 g epicloridrina 259 g propranolol</p><p>9,3 g epicloridrina x propranolol</p><p>x 5 26,04 g propranolol</p><p>QUESTãO 120 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende limitadamente a terceira lei de Kepler e o heliocentrismo.</p><p>Essa alternativa possui dois erros:</p><p>1. Dizer que os astros comparados devem orbitar um outro astro do mesmo sistema solar.</p><p>2. Dizer que a Terra é o centro do nosso sistema solar.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende incorretamente a segunda lei de Kepler. O vetor posição</p><p>varre áreas iguais em tempos iguais, e não em qualquer tempo considerado.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa entende que a órbita não poderia ser uma circunferência, indicando</p><p>uma falta de conhecimento a respeito das relações de elipse e circunferência. Na primeira lei de Kepler, um astro é</p><p>considerado muito maior do que o outro, como o Sol e os demais planetas. No entanto, as órbitas podem ser circulares</p><p>em casos particulares, uma vez que a circunferência é um caso particular da elipse, assim como o quadrado é um caso</p><p>particular e de retângulo. Outro ponto importante é o fato de que o astro central fica em um dos focos da elipse.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa tem dificuldade em reconhecer a hipótese da primeira lei de Kepler</p><p>que assume o Sol como o astro central, portanto, de massa muito maior do que os demais planetas que o orbitam.</p><p>Quando um dos astros é muito maior do que o outro, o maior fica praticamente parado em um dos focos da elipse exe-</p><p>cutada pelo astro menor. No entanto, se ambos possuem massas semelhantes, ambos orbitam em torno do centro de</p><p>massa do sistema. Nesse caso, nenhum dos dois astros do sistema estará parado no foco da elipse executada pelo outro.</p><p>E) CORRETA. Os dois astros comparados na terceira lei de Kepler devem orbitar em torno do mesmo astro, necessaria-</p><p>mente. Todos os astros do nosso sistema solar orbitam em torno do Sol, sendo ele o astro central de nosso sistema. Vale</p><p>destacar que podemos aplicar a terceira lei de Kepler para outros astros centrais, por exemplo, para duas luas de Júpiter,</p><p>considerando a órbita dessas luas em torno de Júpiter e os seus respectivos períodos de translação em torno, também,</p><p>de Júpiter.</p><p>QUESTãO 121 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa, ao realizar o cálculo do potencial necessário para a eletrólise ígnea</p><p>do NaCl, não considera o jogo de sinais entre os potenciais padrão do sódio e do cloro, fazendo apenas a soma entre</p><p>eles:</p><p>ΔE 5 Ered (cátodo) 2 Ered (ânodo)</p><p>ΔE 5 22,71 2 1,36</p><p>ΔE 5 21,35 V</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa que, na semirreação do cloro, há o dobro de elétrons do que</p><p>na reação do sódio:</p><p>Na1 (l) 1 e2 → Na (s)</p><p>2 Cl2 (l) → Cl2 (g) 1 2 e2</p><p>Assim, para igualar o número de elétrons, ao fazer o cálculo do potencial, ele divide o potencial do cloro por dois:</p><p>ΔE 5 Ered (cátodo) 2 Ered (ânodo)</p><p>ΔE 5 22,71 2 (11,36)</p><p>2</p><p>ΔE 5 23,39 V</p><p>C) CORRETA. Na eletrólise ígnea do cloreto de sódio (NaCl), os íons Na1 sofrem redução, ou seja, atuam como o cátodo, e</p><p>os íons Cl2 sofrem oxidação, ou seja, atuam como o ânodo, resultando em sódio metálico e cloro gasoso. Para calcular</p><p>o potencial necessário para esse processo ocorrer, consideram-se os potenciais padrão das semirreações fornecidas e</p><p>calcula-se a diferença entre eles:</p><p>ΔE 5 Ered (cátodo) 2 Ered (ânodo)</p><p>ΔE 5 22,71 2 (11,36)</p><p>ΔE 5 24,07 V</p><p>Assim, a eletrólise ígnea do NaCl ocorre mediante o fornecimento de um potencial equivalente a 24,07 V.</p><p>13</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa que, na semirreação do cloro, há o dobro de elétrons do que</p><p>na reação do sódio:</p><p>Na1 (l) 1 e2 → Na (s)</p><p>2 Cl2 (l) → Cl2 (g) 1 2 e2</p><p>Assim, para fazer a correspondência do potencial com o número de elétrons, ao fazer o cálculo do potencial, ele multiplica</p><p>o potencial do cloro por dois:</p><p>ΔE 5 Ered (cátodo) 2 Ered (ânodo)</p><p>ΔE 5 22,71 2 2 ? (11,36)</p><p>ΔE 5 25,43 V</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa observa que, para chegar à equação global da eletrólise ígnea do</p><p>NaCl, é necessário fazer o balanceamento da semirreação do sódio (multiplicar por 2):</p><p>Na1 (l) 1 e2 → Na (s)</p><p>2 Cl2 (l) → Cl2 (g) 1 2e2</p><p>2 Na1 (l) 2 2 Cl2 (l) → 2 Na (s) 1 Cl2 (g)</p><p>Assim, ao fazer o cálculo do potencial, ele considera o mesmo balanceamento no potencial padrão do sódio:</p><p>ΔE 5 Ered (cátodo) 2 Ered (ânodo)</p><p>ΔE 5 2 ? (22,71) 2 (11,36)</p><p>ΔE 5 26,78 V</p><p>QUESTãO 122 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que alterações epigenéticas possam levar a mudanças na</p><p>sequência de nucleotídeos do DNA, alterando a informação genética do organismo.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa sabe que a expressão genética em eucariotos,</p><p>a exemplo do ser</p><p>humano, está sujeita a mecanismos de splicing alternativo, que pode gerar diferentes proteínas a partir de um único gene.</p><p>Porém, equivoca-se ao acreditar que isso esteja relacionado à epigenética, bem como ao acreditar que a remoção de</p><p>regiões não codificantes ocorra na cromatina – quando, na verdade, é o transcrito primário ou pré-RNAm que tem essas</p><p>regiões removidas.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa foca no termo “herdáveis” e comete um erro conceitual ao acreditar</p><p>que o código genético possa mudar, quando, na verdade, ele é universal.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o conjunto cromossômico de um recém-nascido possa</p><p>ser instável, dada à imaturidade do indivíduo nessa etapa da vida.</p><p>E) CORRETA. A epigenética é um campo de pesquisa que investiga como os estímulos ambientais podem ativar determi-</p><p>nados genes e silenciar outros, levando a mudanças na expressão gênica que podem ser herdadas e que não alteram a</p><p>sequência do DNA.</p><p>QUESTãO 123 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o fluxo magnético e a lei de Faraday, que afirma</p><p>que a f.e.m. produzida é proporcional à taxa de variação temporal do fluxo magnético. Como esse fluxo dado pelo produto</p><p>da área da espira (ou da bobina) pelo campo magnético, então a redução da área implicaria uma redução da taxa de</p><p>variação do fluxo, mantendo-se os demais parâmetros e forma de operação constantes.</p><p>B) CORRETA. A lei de Faraday afirma que ε 5 2 N ? Δϕ</p><p>Δt</p><p>, sendo ϕ 5 B ? A.</p><p>Dessa forma, aumentar o número de espiras permite aumentar a f.e.m., desde que os demais parâmetros sejam mantidos</p><p>constantes.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa confunde o conceito do processo de geração de energia de um gera-</p><p>dor eletromecânico. Aumentar o período de rotação do rotor implica aumentar o tempo para que este complete uma volta;</p><p>portanto, aumentar o tempo de variação do fluxo magnético. Isso ocasionaria uma redução da f.e.m.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não relaciona fluxo magnético com o campo magnético. A redução</p><p>do campo magnético implicaria uma redução do fluxo magnético, portanto uma redução da f.e.m.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não entende sobre o processo de geração de energia de um gerador</p><p>eletromecânico. A redução da taxa de variação temporal do fluxo magnético reduz a f.e.m.</p><p>QUESTãO 124 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa um aumento de transferência de calor a um material de</p><p>menor condutividade térmica. Dessa forma, acredita que a aleta feita de aço maximizará a taxa de dissipação de calor.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa, com base na informação de que a taxa de transferência de calor é</p><p>proporcional à área da superfície e à diferença de temperatura entre a superfície e o fluido, leva em consideração que a</p><p>aleta de zinco sofrerá a maior dilatação por ter maior coeficiente de expansão térmica. Porém, não leva em consideração</p><p>que a variação de temperatura das aletas não será a mesma para todos os materiais. Além do mais, o acréscimo de área</p><p>em virtude da dilatação é basicamente desprezível neste caso (os coeficientes de dilatação são da ordem de 10-5).</p><p>14</p><p>C) CORRETA. A aleta de cobre é a que mais aumentará a taxa de dissipação de calor por possuir a maior condutividade</p><p>térmica. Além disso, o cobre possui menor calor específico, logo a temperatura da aleta desse material será a maior entre</p><p>todas as possibilidades de materiais disponíveis. Como a dissipação de calor das aletas é proporcional à diferença de</p><p>temperatura entre a superfície e o fluido, a aleta de cobre maximizará a taxa de dissipação de calor da superfície aquecida.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que a aleta de níquel é a mais adequada em virtude de suas</p><p>propriedades intermediárias em relação às propriedades dos demais materiais. O aluno associa todas as propriedades</p><p>apresentadas na tabela como importantes para que uma aleta possa desempenhar bem seu papel de dissipação de calor</p><p>do equipamento em que é instalada. Dessa forma, acredita que um material que apresente propriedades intermediárias</p><p>em todas as propriedades apresentadas seria o material mais adequado para sua fabricação.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa o aumento na taxa de dissipação de calor ao maior valor do</p><p>calor específico do material. Visualizando apenas a relação ΔQ 5 mcΔT, o aluno acredita que o calor será tão maior quanto</p><p>maior for o calor específico do material. Entretanto, não percebe que o calor depende também da massa e da variação da</p><p>temperatura do corpo, cujas informações ele não possui. Além disso, o calor calculado com base na relação anterior é o</p><p>calor absorvido pela aleta, mas não o calor que ela dissipa para o fluido que está em contato com sua superfície.</p><p>QUESTãO 125 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que não há nenhum embasamento científico rela-</p><p>cionado ao erguer os braços enquanto soluça como sendo um procedimento eficaz no sentido de eliminar os soluços.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que não há nenhum embasamento científico relacio-</p><p>nado ao puxar a própria língua enquanto soluça como sendo um procedimento eficaz no sentido de eliminar os soluços.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que não há nenhum embasamento científico rela-</p><p>cionado ao repetir frases enquanto soluça como sendo um procedimento eficaz no sentido de eliminar os soluços.</p><p>D) CORRETA. Quando prendemos a respiração por alguns segundos, aumentamos a quantidade de gás carbônico no</p><p>sangue e, assim, faz com que o cérebro atue no sentido de contrair o diafragma.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende que não há nenhum embasamento científico rela-</p><p>cionado ao colocar um pedaço de algodão molhado no centro da testa da pessoa que está soluçando como sendo um</p><p>procedimento eficaz no sentido de eliminar os soluços.</p><p>QUESTãO 126 Resposta D</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa interpreta que o sensor é capaz de detectar uma ampla variedade de</p><p>espécies químicas, mas o texto não fornece informações sobre essa amplitude. O foco está na detecção de compostos</p><p>químicos que podem afetar a qualidade da água, sem especificar uma ampla variedade.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o sensor tem a capacidade de identificar substâncias</p><p>químicas com alta precisão em qualquer ambiente. Embora o sensor tenha um desempenho equivalente a dispositivos de</p><p>custo superior, o texto não menciona sua precisão em diferentes ambientes ou sua capacidade de detectar substâncias</p><p>específicas.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa indica que a utilização de reagentes tóxicos nas reações é uma van-</p><p>tagem, pois aumentaria a sensibilidade na detecção. No entanto, o texto destaca que uma das vantagens do sensor é não</p><p>utilizar reagentes químicos tóxicos, o que o torna mais sustentável e seguro.</p><p>D) CORRETA. A principal vantagem do sensor portátil desenvolvido pelos pesquisadores é a possibilidade de reprodução</p><p>em larga escala e de baixo custo em qualquer lugar do mundo. Isso é enfatizado no texto, que menciona o custo unitário</p><p>de pouco mais de R$ 0,50, tornando-o acessível à população em geral. Além disso, o sensor pode ser fabricado sem</p><p>depender de etapas que demandam manuseio humano, facilita a distribuição e a utilização generalizada do dispositivo.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera que o sensor utiliza materiais não sustentáveis na sua fabri-</p><p>cação (como o ouro), mas o texto menciona o contrário. Ele destaca que o sensor é feito de papelão, pode incluir material</p><p>reaproveitado e subutilizado e não lança mão de reagentes químicos tóxicos nas reações, tornando-o sustentável.</p><p>QUESTãO 127 Resposta B</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta</p><p>alternativa ignora o fato de que beber água do mar provoca desidratação, que,</p><p>como o próprio nome indica, consiste na diminuição da concentração de água no organismo.</p><p>B) CORRETA. Beber água do mar, cuja concentração de sal é muito mais alta que a do nosso organismo, faz com que as</p><p>células comecem a perder água por osmose, numa tentativa de equilibrar a concentração de sal de dentro e de fora das</p><p>células, o que provoca desidratação.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera que a desidratação dos tecidos corporais não se dá</p><p>por difusão facilitada – processo adequado para a passagem passiva de solutos, como glicose e aminoácidos, e de íons,</p><p>e sim por osmose.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa ignora que a passagem da água pelas membranas celulares –</p><p>osmose – é mais rápida que a difusão facilitada do sal; dessa forma, ocorrerá a desidratação.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não considera que a passagem do sal por membranas celulares é</p><p>mais lenta que a passagem de água, não havendo, portanto, “a diminuição da entrada de sal” no caso de ingestão de</p><p>água do mar.</p><p>15</p><p>QUESTãO 128 Resposta E</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não pondera corretamente que a exposição das águas residuárias</p><p>com contaminantes ácidos ou inflamáveis podem provocar problemas secundários, ambientais e ocupacionais.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa desconsidera a ligação de hidrogênio que ocorre entre os grupos</p><p>funcionais dessas funções orgânicas e a água. Com isso, é aumentada a solubilidade desses compostos na água e</p><p>impede-se ou diminui-se a eficiência do processo de retirada destes no processo de tratamento.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não compreende o fenômeno biológico da fixação biológica pelas</p><p>raízes em que ocorre com o intermédio de bactérias e microrganismos.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa não atenta à possibilidade da percolação de matéria pelo solo, disposta</p><p>no texto, bem como não compreende a formação estrutural dos solos e a localização de aquíferos, que podem ser afetados</p><p>pelos contaminantes da água.</p><p>E) CORRETA. Durante a utilização do procedimento de tratamento de água residuárias, diz o texto, ocorre fixação química.</p><p>Os elementos P, N e K, essenciais para constituição saudável do solo, podem então ser incorporados ao solo.</p><p>QUESTãO 129 Resposta A</p><p>A) CORRETA. Como o limite de velocidade é dado, é possível converter essa velocidade para m/s:</p><p>90 km/h</p><p>1 km 5 1 000 m</p><p>1 h 5 3 600 s</p><p>90 km/h ? (1 000</p><p>3 600) 5 25 m/s</p><p>Pelo gráfico, é possível perceber que o deslocamento é uniforme, logo o carro segue em velocidade constante. Então,</p><p>sua velocidade média durante todo o percurso é a velocidade no qual o carro cruzou o radar. Como o carro desloca</p><p>250 metros em 7 segundos, tem-se:</p><p>v 5 250 m</p><p>7 s</p><p>5 35,7 m/s 5 128,6 km/h</p><p>Que está acima do limite de velocidade de 25 m/s e acima do limite de 90 km/h.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa presume que a unidade de deslocamento é a unidade de velocidade,</p><p>então o carro passa de 25 m/s logo no primeiro segundo do gráfico.</p><p>Entretanto, como a unidade é deslocamento e o limite de velocidade é dado, é possível converter essa velocidade para m/s:</p><p>90 km/h</p><p>1 km 5 1 000 m</p><p>1 h 5 3 600 s</p><p>90 km/h ? (1 000</p><p>3 600) 5 25 m/s</p><p>Pelo gráfico, é possível perceber que o deslocamento é uniforme, logo o carro segue em velocidade constante. Então,</p><p>sua velocidade média durante todo o percurso é a velocidade no qual o carro cruzou o radar. Como o carro desloca</p><p>250 metros em 10 segundos, temos:</p><p>v 5 250 m</p><p>10 s</p><p>5 25 m/s 5 90 km/h</p><p>Logo, o carro está dentro do limite de velocidade.</p><p>Também é possível determinar pelo gráfico que a menor unidade de distância é 25 m e de tempo é 1 s, então cada quadrado</p><p>representa 25 m por 1 s. Fazendo uma análise gráfica, nota-se que o carro cruza os pontos de 100 m a 125 m em 1 segundo.</p><p>C) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa presume que o gráfico estreito implica maior velocidade e o carro se</p><p>deslocando em menos tempo, como se os eixos estivessem invertidos.</p><p>Entretanto, o carro se desloca a menor velocidade. Como o limite de velocidade é dado, é possível converter essa velo-</p><p>cidade para m/s:</p><p>90 km/h</p><p>1 km 5 1 000 m</p><p>1 h 5 3 600 s</p><p>90 km/h ? (1 000</p><p>3 600) 5 25 m/s</p><p>Pelo gráfico, é possível perceber que o deslocamento é uniforme. Logo, o carro segue em velocidade constante. Então,</p><p>sua velocidade média durante todo o percurso é a velocidade no qual o carro cruzou o radar. Como o carro desloca</p><p>125 metros em 9 segundos, temos:</p><p>v 5 125 m</p><p>9 s</p><p>5 13,8 m/s 5 50 km/h</p><p>Logo, o carro está dentro do limite de velocidade.</p><p>Também é possível determinar pelo gráfico que a menor unidade de distância é 25 m e de tempo é 1 s; então, cada qua-</p><p>drado representa 25 m por 1 s. Fazendo uma análise gráfica, nota-se que o carro cruza os pontos de 100 m a 125 m em</p><p>mais de 1 segundo.</p><p>16</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa presume que, como o carro está desacelerando devido à curva de</p><p>deslocamento, o carro pode ter velocidade o suficiente no início para ultrapassar o limite de velocidade.</p><p>Como o limite de velocidade é dado, é possível converter essa velocidade para m/s:</p><p>90 km/h</p><p>1 km 5 1 000 m</p><p>1 h 5 3 600 s</p><p>90 km/h ? (1 000</p><p>3 600) 5 25 m/s</p><p>E pelo gráfico é possível determinar que a menor unidade de distância é 25 m e de tempo é 1 s, então cada quadrado</p><p>representa 25 m por 1 s. Fazendo uma análise gráfica, nota-se que o carro cruza os pontos de 100 m a 125 m em</p><p>1 segundo e, apesar de estar mais rápido que o limite de velocidade anteriormente, ele passa com velocidade dentro do</p><p>limite de velocidade durante os pontos do radar.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa presume que, como o carro está acelerando devido à curva de des-</p><p>locamento, o carro pode ter velocidade o suficiente para ultrapassar o limite de velocidade.</p><p>Como o limite de velocidade é dado, é possível converter essa velocidade para m/s:</p><p>90 km/h</p><p>1 km 5 1 000 m</p><p>1 h 5 3 600 s</p><p>90 km/h ? (1 000</p><p>3 600) 5 25 m/s</p><p>E pelo gráfico é possível determinar que a menor unidade de distância é 25 m e de tempo é 1 s. Então, cada quadrado</p><p>representa 25 m por 1 s. Fazendo uma análise gráfica, nota-se que o carro cruza os pontos de 100 m a 125 m em</p><p>1 segundo e, apesar de estar mais rápido que o limite de velocidade posteriormente, ele passa com velocidade dentro do</p><p>limite de velocidade durante os pontos do radar.</p><p>QUESTãO 130 Resposta C</p><p>A) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa reconhece que o ouro sólido e o mercúrio formam uma mistura</p><p>homogênea; mas, ao propor que a separação deve ser feita por evaporação, considera apenas os fatores técnicos (é um</p><p>processo viável teoricamente) e se esquece de considerar o risco de contaminação dos trabalhadores dos garimpos que</p><p>irão inalar os vapores tóxicos de mercúrio.</p><p>B) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa considera, erroneamente, que a amálgama de mercúrio e ouro</p><p>contém duas fases e, portanto, poderia ser separada por processo de decantação.</p><p>C) CORRETA. O ouro com o mercúrio forma uma mistura. Para um processo de separação seguro, o mercúrio deve ser</p><p>evaporado em ambiente fechado e, posteriormente, condensado. Assim, a maneira de se continuar usado o mercúrio com</p><p>menor risco é realizando a destilação para separação da amálgama.</p><p>D) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa associa diretamente a levigação com o garimpo, já que este é um dos</p><p>principais usos desse processo de separação. Entretanto, a levigação é usada anteriormente à aplicação de mercúrio,</p><p>para separação das fagulhas de ouro dos cascalhos e pedregulhos menos densos.</p><p>E) INCORRETA. O aluno que assinala esta alternativa acredita que o ouro, no processo de peneiração, ficaria retido no</p><p>filtro, por ser sólido, e o mercúrio passaria pelo filtro, por ser líquido. Entretanto, o aluno não considera que a mistura é</p><p>homogênea, o que torna</p>