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<p>PROBLEMA 7 –</p><p>1. Explique o sistema urogenital.</p><p>Sistema urogenital: embriologicamente, associados, sobretudo durante os primeiros estágios de desenvolvimento; desenvolve-se a partir do mesênquima intermediário, derivado da parede dorsal do corpo do embrião; durante o desdobramento no plano horizontal, o mesênquima é transportado ventralmente e perde sua conexão com os somitos; forma-se em cada lado da aorta dorsal a crista urogenital; que origina o cordão nefrogênico (sistema urinário) e a crista gonadal (sistema genital).</p><p>O sistema urinário começa a se desenvolver antes do sistema genital e consistem:</p><p>• Rins, que produzem e excretam a urina</p><p>• Ureteres, que transferem a urina dos rins para a bexiga urinária</p><p>• Bexiga urinária, que armazena a urina temporariamente</p><p>• Uretra, que libera a urina da bexiga para o exterior.</p><p>Desenvolvimento dos rins e ureteres: 3 conjuntos de rins: pronefrons, mesonefrons, metanefrons</p><p>Pronefros: rudimentar; bilateral; início da 4ª semana; localizados na região cervical; agrupamentos celulares e estruturas tubulares na região do pescoço; ductos pronéfricos seguem caudalmente e abrem-se na cloaca (câmara na qual o intestino primitivo posterior e a alantóide esvaziavam-se); degeneram-se; partes maiores dos ductos são usadas pelo segundo grupo de rins.</p><p>Mesonefros: grandes e alongados; final da 4ª semana; caudais aos pronefros; rins provisórios por aproximadamente 4 semanas; desemboca na cloaca; composto por glomérulos (10 a 50 por rim) e túbulos mesonéfricos, que abrem-se nos ductos mesonéfricos bilaterais; abrem-se na cloaca; degeneram-se ao final da 12a semana; túbulos metanéfricos tornam-se os dúctulos eferentes dos testículos; ductos mesonéfricos, várias estruturas.</p><p>Os: glomérulo, principal unidade de filtração do rim; formado por uma rede de pequenos vasos capilares contidos dentro de um saco fechado, cápsula de Bowman.</p><p>Os: divertículos, pequenas saliências ou bolsas; podem ocorrer em qualquer parte do trato digestivo, mais comumente entre as fibras musculares das paredes do intestino grosso.</p><p>Metanefros: forma os rins permanentes; começa na 5a semana e tornam-se funcionais 4 semanas depois (9ª semana); a formação da urina continua durante toda a vida fetal, excretada dentro da cavidade amniótica, compõe líquido amniótico; os rins desenvolvem-se a partir de duas fontes, (1) broto uretérico evaginação do ducto mesonéfrico próximo à cloaca; vai formar a ureter e a pelve renal, cálice maior e menor; (2) blastema metanefrogênico (massa metanefrica de mesoderma intermediário) derivado da parte caudal do cordão nefrogênico que se desenvolve ao redor do broto, forma a parte funcional de filtração dos rins, contém os néfrons; os dois interagem e induzem um ao outro, processo conhecido como indução recíproca (broto se alonga e penetra no blastema).</p><p>Os: a alça de Henle, junto com os glomérulos e a cápsula glomerular, constituem o néfron;</p><p>Calice maior: primeira geração de túbulos coletores.</p><p>Calice menor: segunda geração de túbulos coletores</p><p>Broto se ramifica e penetra o blastema; pedúnculo torna-se o ureter; parte cranial forma os túbulos coletores; 4 primeiras gerações de túbulos se unem e formam os cálices maiores; quatro segundas gerações, os cálices menores; extremidade de cada túbulo coletor arqueado (vesículas original) forma os túbulos metanéfricos; células mesenquimais se transformam em epiteliais e desenvolvem-se na maior parte do epitélio do néfron; extremidades proximais dos túbulos são invaginadas pelos glomérulos.</p><p>Túbulo metaneférico forma túbulos contorcidos proximal; alça do néfron (alça de Henle); e túbulos contorcidos distal, se abre no túbulo coletor arqueado, se abre no túbulo coletor reto. Cálice menor, maior, ureter.</p><p>Os: sentido de drenagem da urina é contrário ao sentido de desenvolvimento embriogênico;</p><p>Túbulo contorcido distal desemboca no túbulo coletor arqueado. E esses túbulos irão desembocar no túbulo coletor reto</p><p>Túbulo urinífero: duas partes embriologicamente diferentes, néfron derivado do blastema metanefrogênico; túbulo coletor derivado do broto uretérico; se fundem na altura do túbulo coletor arqueado, formando uma estrutura única.</p><p>O número de néfrons aumenta até a 36ª semana; cada rim contém entre 200 mil e 2 milhões; rins fetais são subdivididos em lobos; desaparece no final do 1º ano, à medida que os néfrons crescem; alongamento dos túbulos proximais contorcidos; aumento do tecido intersticial; a maturação funcional dos rins e as taxas crescentes de filtração ocorrem após o nascimento.</p><p>Mudanças posicionais dos rins: inicialmente, caudal, próximos da pelve; à medida que o abdome e a pelve crescem, os rins deslocam-se para a porção cranial; alcançam as glândulas suprarrenal, posição final, na 9ª semana; o hilo renal (depressão na margem medial, onde os vasos sanguíneos, o ureter e os nervos entram e saem), inicialmente ventral, gira 90 graus conforme os rins se deslocam, se tornam anteromedial; tornam-se estruturas retroperitoneais (externos ao peritônio).</p><p>Mudanças no suprimento sanguíneo: inicialmente, as artérias renais são ramos das artérias ilíacas comuns; posteriormente, artérias renais passam a ser ramos da aorta; 25% dos rins adultos têm duas a quatro artérias renais; artérias renais acessórias são artérias terminais; consequentemente, se uma artéria acessória estiver danificada ou ligada, a parte do rim suprida por ela tornar-se-á isquêmica.</p><p>Os: a artéria renal direita é mais longa e, frequentemente, está em posição mais superior do que a artéria renal esquerda.</p><p>Desenvolvimento da bexiga urinária: origem no seio urogenital; é dividido em 3 partes: (1) vesical, maior parte da bexiga, contínua à alantoide; (2) pélvica, se torna a uretra no colo da bexiga; parte prostática da uretra nos homens e toda a uretra nas mulheres; (3) fálica, cresce em direção ao tubérculo genital (primórdio do pênis ou do clitóris);</p><p>Desenvolve-se principalmente do endoderma da parte vesical do seio urogenital – origina o epitélio da mucosa vesical; mesênquima esplâncnico – TC e musculatura</p><p>Inicialmente, a bexiga é contínua à alantoide, que involui e torna-se um cordão fibroso: o úraco, conecta o ápice da bexiga ao umbigo (ligamento umbilical mediano nos adultos);</p><p>Parte distal dos ductos mesonéfricos formam o tecido conjuntivo no trígono vesical; são absorvidos, os ureteres abrem-se separadamente na bexiga urinária; com a subida dos rins, os óstios dos ureteres entram obliquamente pela base da bexiga; homens, os óstios dos ductos entram na parte prostática da uretra; mulheres, degeneram-se.</p><p>Bexiga - localização: até 6 anos, abdome; 6 a puberdade, pelve maior; após pelve menor.</p><p>Uretra: o epitélio da maior parte da uretra masculina e de toda a uretra feminina deriva do endoderma do seio urogenital; parte distal da uretra, na glande, deriva de um cordão de ectodermas, que cresce, ganha lúmen e junta-se a parte esponjosa da uretra; o epitélio da parte terminal da uretra deriva do ectoderma superficial; mesênquima esplâncnico dão origem ao TC e o músculo liso em ambos.</p><p>Glândulas suprarrenais (adrenais): dividida em duas partes, 1) córtex a partir do mesênquima, entre a raiz do mesentério dorsal e a gônada; 2) medula células da crista neural, formam massa no lado medial do córtex; cercadas pelo córtex, diferenciam-se nas células secretoras da medula; mais células mesenquimais envolvem o córtex; originando o córtex permanente. As glândulas suprarrenais do feto são de 10 a 20 vezes maiores do que as adultas e grandes em comparação aos rins; resultam do extenso tamanho do córtex, que produz os precursores esteroides usados pela placenta para a síntese de estrogênio; tornam-se menores à medida que o córtex regride durante o primeiro ano de vida.</p><p>Sistema Genital</p><p>Desenvolvimento do sistema genital: as características morfológicas masculinas e femininas não começam a desenvolver-se até a 7ª semana.</p><p>Óvocito é sempre X; Espermatozoide é X ou Y.</p><p>Gônadas: derivam de três fontes:</p><p>- mesotélio – epitélio mesodérmico revestindo a parede abdominal posterior</p><p>-mesênquima</p><p>subjacente – tecido conjuntivo embrionário</p><p>- células germinativas primitivas – primeiras células sexuais indiferenciadas</p><p>Gônadas indiferenciadas (bipotenciais): 5ª semana; espessamento do mesotélio no lado medial do mesonefro, se une ao mesênquima subjacente e produz as cristas gonadais (2); surgem cordões gonadais, epitélio digitiforme; estruturas: córtex externo e medula interna; embriões XX, o córtex da gônada indiferenciada diferencia-se no ovário, e a medula regride; XY, a medula diferencia-se nos testículos e o córtex regride.</p><p>Células germinativas primitivas: grandes e esféricas progenitoras das células sexuais; durante o dobramento, migram através do mesentério dorsal do intestino posterior para as cristas gonadais; 6ª semana, entram no mesênquima e são incorporadas aos cordões gonadais.</p><p>Até a 7ª semana:</p><p>Diferenciação sexual masculina: cromossomo Y funcional gene SRY (fator determinante de testículos 7ª semana); é controlada por hormônios: testosterona, di-hidrosterona e hormônio antimulleriano (bloqueio da genitália feminina); feminina não precisa de estímulo hormonal.</p><p>Feminina: Dois cromossomos X, vários genes envolvidos, sem o fator determinante de testículos (FDT), 12ª semana, não depende de hormônios</p><p>Testículos: fator determinante dos testículos (FDT) induz os cordões seminíferos (primórdio dos túbulos seminíferos) a se condensar na medula da gônada indiferenciada; se ramificam para formar a rede do testículo; desenvolve a túnica albugínea, capsula fibrosa; conexão dos cordões seminíferos com o epitélio superficial é perdida. Ramificação e anastomoses.</p><p>– Gradualmente, os testículos aumentados separam-se do mesonefro em degeneração e são suspensos pelo mesórquio (mesentério do testículo); os cordões seminíferos desenvolvem-se nos túbulos seminíferos, túbulos retos e rede do testículo; túbulos seminíferos são separados pelo mesênquima, que origina as células de Leydig (intersticiais). Na 8ª semana, essas células começam a secretar hormônios androgênicos, testosterona e androstenediona, que induzem a diferenciação masculina nos ductos mesonéfricos e na genitália externa.</p><p>– A produção de testosterona é estimulada pela gonadotrofina coriônica humana (hCG), que atinge valores máximos durante o período entre a 8ª e a 12ª semanas.</p><p>– A partir da 8ª semana, os testículos fetais, através das células de Sertoli (sustentaculares), produzem o hormônio antimulleriano (HAM). O HAM suprime o desenvolvimento dos ductos paramesonéfricos, que posteriormente formam o útero e as tubas uterinas. Produção até próximo da puberdade.</p><p>– Os túbulos seminíferos não têm lúmen até a puberdade e suas paredes são compostas pelas células de Sertoli e pelas espermatogônias.</p><p>- Celulas de Sertoli: sustentam a espermatogênese; derivam do epitélio de superfície do testículo; produzem o HAM.</p><p>- Espermatogonias: células espermáticas primordiais; derivadas de células germinativas primordiais</p><p>– Durante o desenvolvimento fetal tardio, o epitélio superficial do testículo achata-se para formar o mesotélio na superfície externa. A rede do testículo torna-se contínua com 15 a 20 túbulos mesonéfricos, que se tornam os dúctulos eferentes. Eles se conectam ao ducto mesonéfrico, originando o ducto do epidídimo.</p><p>Ovários: desenvolvimento mais lento (a partir da 10ª semana). Cordões gonadais se estendem na medula e formam uma rede ovariana rudimentar, que degenera e desaparece; cordões corticais estendem-se do epitélio superficial do ovário no mesênquima subjacente durante o início fetal. À medida que os cordões corticais aumentam de tamanho, eles incorporam as células germinativas primitivas.</p><p>– Com cerca de 16 semanas, os cordões corticais separam-se em folículos primitivos, que contém um oogônio (célula germinativa primordial) e são circundados por uma única camada de células foliculares achatadas.</p><p>– A mitose ativa dos oogônios ocorre durante a vida fetal, produzindo os folículos primitivos.</p><p>– Após o nascimento, o epitélio superficial do ovário achata-se em uma camada de células contínuas ao mesotélio (túnica albugínea) do peritônio no hilo do ovário, onde os vasos e nervos entram ou saem.</p><p>– O epitélio superficial separa-se dos folículos no córtex pela túnica albugínea.</p><p>– Como os ovários se separam do mesonefro em regressão, eles são suspensos pelo mesovário..</p><p>Ductos genitais: 5ª e 6ª semanas, indiferenciado. Os ductos mesonéfricos (Wolff) desempenham papel importante no desenvolvimento do sistema genital masculino, enquanto os ductos paramesonéfricos (mullerianos) têm papel mais importante no desenvolvimento do sistema genital feminino.</p><p>- Os ductos paramesonéfricos, desenvolvem-se laterias às gônadas e aos ductos mesonéfricos de cada lado das invaginações longitudinais do mesotélio. As margens desses sucos aproximam-se e unem-se para formar os ductos paramesonéfricos.</p><p>- Caudalmente, os ductos paramesonéfricos seguem paralelos aos ductos mesonéfricos até atingirem a futura região pélvica do embrião, onde cruzam ventralmente os ductos mesonéfricos, aproximam-se e unem-se para formar o primórdio uterovaginal. Desenvolvimento das tubas uterinas, útero e vagina (porção cranial)</p><p>- Essa estrutura se projeta na parede dorsal do seio urogenital e produz o tubérculo sinusal.</p><p>→ Desenvolvimento dos ductos e das glândulas genitais masculinas</p><p>- 8ª semana: células intersticiais – estimula os ductos mesonéfricos a formarem os ductos genitais masculinos.</p><p>- 6ª e 7ª semana: células de Sertoli: regressão dos ductos paramesonéfricos.</p><p>- A testosterona estimula os ductos mesonéfricos a formar os ductos genitais masculinos, enquanto o HAM causa a regressão dos ductos paramesonéfricos.</p><p>- Sob a influência da testosterona, a parte proximal do ducto mesonéfrico torna-se altamente retorcido para formar o epidídimo.</p><p>- À medida que o mesonefro degenera, alguns mesonéfricos persistem e são nos transformado no dúctulos eferentes. Esses canais abrem-se no ducto do epidídimo.</p><p>- Distal ao epidídimo, o ducto mesonéfrico adquire revestimento espesso de músculo liso e torna-se o ducto deferente.</p><p>- Derivados do ducto mesonéfrico: epidídimo; ducto do epidídimo; ductulos eferentes; ducto deferente; glandulas seminais; ducto ejaculatório</p><p>- Glândulas seminais</p><p>– As protuberâncias laterais da extremidade caudal de cada ducto mesonéfrico tornam-se as glândulas seminais, que produzem uma secreção que constitui a maior parte do líquido do sêmen e nutre os espermatozoides.</p><p>– A parte do ducto mesonéfrico entre o ducto dessa glândulas e a uretra torna-se o ducto ejaculatório.</p><p>Próstata</p><p>– Evaginações do endoderma do seio urogenital que crescem adentrando o mesênquima.</p><p>- Endoderma: epitélio glandular; Mesenquima: estroma e músculo liso.</p><p>- Múltiplas protuberâncias endodérmicas surgem da parte prostática da uretra e crescem no mesênquima circundante.</p><p>– O epitélio glandular da próstata diferencia-se dessas células endodérmicas, e o mesênquima associado diferencia-se em um estroma denso e no músculo liso da próstata.</p><p>– As secreções da próstata contribuem para o sêmen.</p><p>- Glândulas bulbouretrais</p><p>– Endoderma: evaginações da parte esponjosa da uretra formam o epitélio; Mesenquima: estroma e musculo liso; Secreção que contribui com o sêmen</p><p>- Desenvolvem-se de protuberâncias pareadas derivadas da parte esponjosa da uretra.</p><p>– As fibras musculares lisas e o estroma diferenciam-se do mesênquima adjacente. As secreções dessas glândulas contribuem para o sémen, atuando na proteção dos espermatozoides.</p><p>→ Desenvolvimento dos ductos e das glândulas genitais femininas</p><p>- Os ductos paramesonéfricos desenvolvem-se devido à ausência do HAM.</p><p>- Os estrogênios produzidos pelo ovário e placenta estimulam o desenvolvimento da tuba uterina, do útero e da parte superior da vagina.</p><p>-Os ductos mesonéfricos femininos regridem, devido à ausência de testosterona.</p><p>- O desenvolvimento sexual feminino durante o período fetal não depende da presença do ovário e de hormônios (ausência não bloqueia)</p><p>- As partes caudais fusionadas dos ductos paramesonéfricos formam o primórdio uterovaginal, que origina o útero</p><p>e a parte superior da vagina. Além disso, a fusão desses ductos forma uma prega peritoneal que se transforma no ligamento largo e forma dois compartimentos peritoneais, a escavação retouterina e a escavação vesicouterina.</p><p>- Ao longo dos lados do útero, entre as camadas do ligamento largo, o mesênquima prolifera e se diferencia no paramétrio, estrutura de ligamento e musculo que participam da sustentação do corpo uterino (composto por tecido conjuntivo frouxo e músculo liso). Endométrio e miométrio: mesênquima esplâncnico.</p><p>- útero, bolsa vesicouterina, bolsa retouterina e ligamento largo: derivados dos ductos paramesonefricos.</p><p>- Glândulas genitais auxiliares femininas</p><p>- Derivam do paramesonefrico: glândulas uretrais e parauterinas.. Evaginações do seio urogenital para o mesênquima. Secretam muco.</p><p>– As protuberâncias da uretra no mesênquima adjacente forma as glândulas uretrais bilaterais (secretoras de muco) e as glândulas parauretrais bilaterais.</p><p>– Evaginações. As protuberâncias do seio urogenital formam as glândulas vestibulares maiores no terço inferior dos grandes lábios. Também secretam muco e são homólogas às glândulas bulbouretrais nos homens</p><p>→ Desenvolvimento da vagina</p><p>- A parede fibromuscular da vagina desenvolve-se a partir do mesênquima adjacente.</p><p>- Primórdio uterovaginal: parte cranial</p><p>- Seio urogenital: parte caudal. Bulbo sinovaginais</p><p>- Fusão dos bulbos para formar a placa vaginal. Decomposição das células centrais da placa para formar a luz vaginal.</p><p>- O contato do primórdio uterovaginal com o seio urogenital, que forma o tubérculo sinusal, induz a formação da protuberância endodérmica pareada, os bulbos sinovaginais, que se unem para formar a placa vaginal.</p><p>- Posteriormente, as células centrais dessa placa rompem-se, formando o lúmen da vagina.</p><p>- Até o fim da vida fetal, o lúmen da vagina é separado da cavidade do seio urogenital pelo hímen.</p><p>- O hímen geralmente se rompe, deixando uma pequena abertura durante o período perinatal e permanece como uma dobra delgada da mucosa dentro do óstio da vagina.</p><p>- Desenvolvimento da Genitália Masculina</p><p>- Testosterona: estímulo para diferenciação sexual masculina</p><p>- Alongamento e crescimento do falo primordial: Pênis</p><p>- Pregas uretrais formam as paredes laterais do sulco uretral na superfície ventral do pênis.</p><p>- Uretra esponjosa (peniana): fusão das pregas uretrais em formato cilíndrico na superfície ventral do pênis; proliferação de células endodérmicas para formar o epitélio uretral a partir da placa uretral.</p><p>- Ectoderma superficial se funde no plano mediano do pênis para formar a rafe peniana. Confinamento da uretra esponjosa dentro do pênis.</p><p>- Uretra esponjosa: cordão ectodérmico cresce na direção da raiz do pênis para formar a uretra da glande. Fusão com a uretra esponjosa. Reposiciona o orifício uretral externo para a ponta da glande. Parte endoderma, ponta ectoderma.</p><p>- Prepúcio: invaginação circular de ectoderma ao redor da glande</p><p>-Corpos cavernosos e corpo esponjoso: desenvolvimento a partir do mesênquima do falo primordial</p><p>- Bolsa escrotal: formada pela fusão na linha mediana das saliências labioescrotais )rafe escrotal)</p><p>Desenvolvimento da Genitália externa feminina</p><p>- Clitóris: a partir do falo primordial</p><p>- Pregas uretrais não se fusionam completamente: frênulo dos pequenos lábios: fusão cranial das pregas; pequenos lábios: parte não fusionada.</p><p>-Pregas labioescrotais: Monte do Púbis e a comissura labial anterior: parte fusionada cranial. Grandes Lábios: parte não fusionada</p><p>Canal inguinal</p><p>-Formam um caminho para que os testículos desçam da parede abdominal para a bolsa escrotal. Desenvolvimento igual em ambos os sexos no estágio morfologicamente indiferenciado.</p><p>- Gubernáculo: ligamento que se desenvolve no polo caudal das gônadas. Fio guia em relação a descida do testículo. Passa obliquamento através da parede abdominal. Inserção na superfície interna das saliências labioescrotais.</p><p>- Processo vaginal: evaginação do peritônio que se desenvolve ventralmente ao gubernaculo. Espaço para passagem do testículo. Onde surge o canal inguinal. Herniação do processo vaginal através do caminho do gubernáculo para formar o canal inguinal. Paredes. Cobertura do cordão espermático e do testículo.</p><p>- abertura da fascia transversal. Anel inguinal profundo (interno)</p><p>Condições para descida dos testículos:</p><p>- aumento do tamanho dos testículos</p><p>- aumento do mesonefron: deslocamento caudal ao longo da parede abdominal posterior</p><p>- atrofia dos ductos paramesonéfricos: movimento transabdominal para os anéis inguinais profundos</p><p>- aumento do processo vaginal: guia o testículo através do canal inguinal em direção a bolsa escrotal.</p><p>- 26ª semana: descida até o anel inguinal interno. 32ª semana: descida para a bolsa escrotal</p><p>- crescimento da parte cranial do abdome</p><p>- estimulo hormonal androgênico</p><p>- aumento da pressão intra-abdominal (crescimento das vísceras)</p><p>- Gubernaculo: direciona a descida; fixa os testículos na bolsa escrotal</p><p>- Após a descida até a bolsa escrotal, o canal inguinal se contrai em torno do cordão espermático. Evita retorno do testículo e surgimento de hérnias inguinais congênitas</p><p>- Alongamento dos vasos testiculares: origem na aorta, veia cava e veia renal esquerda.</p><p>- Ducto deferente cruza anterior ao ureter</p><p>- Camadas que cobrem os testículos e cordão espermático após descida: Fascia espermática interna – extensão da fascia transversal; musculo e fascia- cremaster – extensão do musculo e da fascia do obliquo interno; fascia espermática externa: extensão da fascia do musculo obliquo externo; Túnica vaginal: remanescente do processo vaginal após involuir e obliterar, localizada em íntimo contato com o testículo.</p><p>- Deslocamento dos ovários</p><p>- Intraperitonial. Deslocamento da região lombar da parede abdominal posterior para a parede lateral da pelve</p><p>- Gubernaculo: parte cranial: ligamento ovariano; parte caudal: ligamento redondo do útero.</p><p>-Processo vaginal: se oblitera e involui.</p><p>2. Explique a patologia “rins em ferradura”.</p><p>Rim em ferradura (rim fundido): defeito de fusão renal mais comum; 0,2% da população; os polos dos rins estão fusionados; geralmente os inferiores. O rim grande, em forma de U, geralmente fica na região púbica, anterior às vértebras lombares inferiores; 60% dos casos, o rim em ferradura está abaixo do nível da artéria mesentérica inferior ou na pelve. Geralmente não produz sintomas porque seu sistema coletor se desenvolve normalmente e os ureteres entram na bexiga; se o fluxo urinário for impedido, podem aparecer sinais e sintomas de obstrução, como cálculos urinários, hidronefrose (inchaço causado pelo acúmulo de urina) e/ou infecção;</p><p>Aproximadamente 7% das pessoas com síndrome de Turner têm rins em ferradura: distúrbio cromossômico em que uma mulher nasce com apenas um cromossomo X; cromossomo sexual ausente ou incompleto; sintomas incluem baixa estatura, puberdade tardia, infertilidade, malformações cardíacas e certas dificuldades de aprendizagem; tratamento envolve terapia hormonal.</p><p>Ps: as causas da maioria dos defeitos congênitos humanos são desconhecidas, e 20 a 25% delas são causadas por uma combinação de fatores genéticos e ambientais.</p><p>3. Explique a criptorquidia.</p><p>Criptorquidia: (testículos ocultos) defeito mais comum nos neonatos, ocorre em 30% dos prematuros e em 5% dos meninos a termo, reflete o fato de que os testículos começam a descer para o escroto no final do 2º trimestre; pode ser unilateral ou bilateral; os testículos podem estar na cavidade abdominal ou em qualquer lugar ao longo da descida, mas geralmente estão no canal inguinal; causa desconhecida, deficiência de produção de andrógenos pelos testículos é um fator; pode ser dividido em:</p><p>Congênito: ao nascimento, não se diagnostica 1 ou os 2 testículos na bolsa testicular; Adquirido: após o nascimento, com os testículos adequadamente posicionados, 1 ou 2 testículos são diagnosticados como ocultos, não sendo mais observados no escroto.</p><p>Na maioria dos casos, descem até o fim do primeiro ano; se ambos os testículos permanecerem dentro ou bem próximo à saída</p><p>da cavidade abdominal, eles não amadurecem e é comum a esterilidade; se não corrigida, risco de desenvolverem tumores de células germinativas, especialmente nos casos de criptorquidia abdominal.</p><p>image6.png</p><p>image7.jpeg</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image11.jpeg</p><p>image12.png</p><p>image13.png</p><p>image14.png</p><p>image15.png</p><p>image16.png</p><p>image17.png</p><p>image18.png</p><p>image19.png</p><p>image20.png</p><p>image21.jpeg</p><p>image22.png</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p><p>image4.png</p><p>image5.jpeg</p>