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Caso clínico sobre agressão a idosa em UTI: trecho jornalístico com relato da vítima e familiares, notas do hospital e do Coren‑SP sobre sindicância e óbito por complicações pós‑operatórias, seguido da opinião da acadêmica defendendo punição severa ao enfermeiro.

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<p>Faculdade de Colinas do Tocantins – FACT</p><p>Professor: Mikael Henrique Jesus Batista</p><p>Acadêmica: Déborah Nívia Lacerda Oliveira</p><p>Caso Clinico</p><p>Idosa agredida por enfermeiro dentro de UTI morre em São Paulo</p><p>A idosa Thereza de Jesus Garcia, agredida na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo, morreu na noite de domingo, 30 de abril. A informação foi confirmada pela secretaria municipal de Saúde da cidade, que, por meio de nota, disse que o enfermeiro suspeito da agressão está afastado das funções. O caso teria acontecido na madrugada do dia 16 de abril, três dias depois de a idosa de 78 anos se submeter a uma cirurgia arterial. Em vídeo gravado por um dos filhos, Thereza conta como aconteceu.</p><p>— Ele me xingou de todo nome e foi me bater, e bateu até cansar — disse Thereza, que, dias antes, havia sido submetida a cirurgia arterial.</p><p>Ao mesmo jornal, Hedilaine Aparecida Garcia, filha de Tereza, lamentou a agressão sofrida pela mãe.</p><p>— Minha mãe realmente foi espancada. Ver minha mãe com o olho roxo, com o rosto roxo, com o queixo roxo, impossibilitada de se defender, uma senhora de 78 anos... É inadmissível isso — reclamou.</p><p>Em nota, enviada ao Diário Gaúcho, o hospital afirma que está à disposição da família de Thereza para esclarecimentos. Diz, ainda, que uma sindicância está em andamento para investigar os fatos.</p><p>"É importante ressaltar que trata-se de uma paciente idosa e com doenças preexistentes que agravavam o quadro clínico geral. Ela foi submetida a uma cirurgia arterial de alto risco e a família estava ciente das possíveis complicações. Vale destacar que o óbito se deu por complicações pós-cirúrgicas, como insuficiência renal e cardíaca", diz o texto.A gerência de comunicação do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP) informou, também por meio de nota, que o órgão instaurou sindicância para investigar o caso. Se forem constatados indícios de infração ética, será instaurado processo ético-profissional. "Os profissionais envolvidos serão notificados para manifestarem a suas versões do fato, garantido o direito de defesa. As penalidades previstas na Lei 5.905/73, em caso de confirmação da infração são: advertência, multa, censura, suspensão temporária do exercício profissional ou cassação do exercício profissional", diz a nota.</p><p>Agressões sofrida pela idosa.</p><p>MINHA OPINIÃO</p><p>Neste caso não se habilita somente advertência verbal, multas e sim a suspensão do exercício profissional, pois nada justifica uma agressão física contra um idoso ou qualquer pessoa por um profissional da saúde que tem como objetivo cuidar e prestar assistência, em casos de legitima defesa é justificável, mas neste caso uma idosa, na UTI, sem condições nenhuma de defesa, apenas uma multa ou advertência não impedira que novos casos aconteçam por esse “profissional”. E além disso tudo, deveria ser preso e passar um bons anos na cadeia, como dito NADA JUSTIFICA UMA AGRESSÃO.</p><p>image1.jpg</p>